Prefeito assina convênio para recepçã 
via Satélite da TV Morena em Bela Vis a 
Prefeito José Garibaldi da Rosa Neto 
Vereadores expõem 
t 
preocupaçao com 
aumentos exagerados 
nas contas de energia 
o ultimo dia 15. cm 
'ampo Gr,111dc, o Prefeito 
Municipnl José aribaldi 
assinou convênio com a 
dircçílo d,1 TV Morena, para a 
implantação ·m bela Vista do 
sistema de recepção via 
sutélitc dus transmi,sões da 
emissora, que é aliliad,1 da 
Rede Globo de televisão. 
atendendo dessa forma ao 
grande anseio da comunidade 
bdnvistensc, que desde o ano 
Um assunto amplamente discutido na scss:1o ordin:iria da 
Câmara!', lunicipal cstascm:m:i foi o awncnto cx::,gemdo do conswno 
d· energia elétrica registrado nas contas de vários consumidores 
í.-Ste mi;s., ger,mdo a cobrança de valores extremamente elevados., 
confom1c exemplos apresentados pelos Vereadores Luiz Alc.xandrc 
Loureiro Palmiéri, Emando Francisco Gasco e Ayres Cafure, 
Presidente da Cãm:ira Municipal. Ayrcs sugeriu ao Chefe do 
Escritório local que solicitasse a presença dos conswnidores que 
rcgistrarnm casos dessa natureza. para que fosse 'erificado o 
problema e providenciada a regularização, pois no seu entender, 
certamente houve erros provocados por alguma falha no sistema de 
leitura ou digitação das conts. 
Os Vereadores apresentaram vários casos de contas de 
consumidores de energia elétrica que tiveram seus consumos que 
de um mcs pam outro ele, dos à valores simplesmente impagáveis., 
chc.-gando a sugerir inclusive uma vcrificaçiio cm todos os relógios 
medidores de consumo de energia na cidade para detectar possiveis 
defeito·. 
l or su::i, cz. o V ercador Renato de Souza Rosa usou a tribuna 
li..l C.imar:i Municipal para dar uma noticia mais agr.id:ívd, segundo 
ele, alguns casos dessa natureza chegaram ao conhecimento e os 
on umidorcs forum encaminhados ao Escritório local da 
ENER UL onde receberam a infonnaç:io que realmente houve erro 
na digitação das contas, sendo feita a devida n:gulurizaçiio. Por esse 
motivo sugeriu que todo os consumidores que tiveram problcnus 
dessa natureza procurem o escritório local da ENERSUL que, 
prontamente, se dispõe a fazer a devida correção nos casos em que 
realmente ocorreram falhas na cobrança da tarifa de energia. Fica a 
informação aos consumidores que estavam assustados com o 
tamanho das contnS que reccbcr:1111 e que não tinha como pag:i-las. 
Vereadores Israel Chamorro e 
Pedro "feio" unem-se na luta por 
melhorias para o Baim Água Doce 
Matéria na Pú;!ina - 02 
Nove Autorizações de Desmatamento irregulares 
já foram identificadas pela Polícia Floresta 
Em trabalho de 
fiscalização de envolvido nos 
dias 13. 14. 15 e 16, 
abrangendo aproximadamente 
15 propriedades localizadas 
nos Municípios de Caracol e 
Porto !'vlurtinho, Policiais 
lotados no Destacamento PM 
Florestal de Dela Vista 
encontraram nada menos que 
06 (seis) autorizações 
ambientais de dcsmatamentos 
irregulares, emitidas pela 
EMADES/!'>1S que, por não 
constarem de uma relação 
publicada recentemente no 
Diârio Oficial do Estado. 
podem ser fal as, a exemplo de 
inúmeras outr.JS que vêm sendo 
Moka quer 
implantação do 
Ensino Supletivo 
em Caracol 
O Deputado  aldemir 
Moka - PMDD (foto), quer a 
implantação do curso de Ensino 
Supletivo de 5 a8 éries 
apostilado. a partir do segundo 
semestre deste ano, na cidade de 
Caracol. Pedido nesse scnúdo foi 
encaminhado pelo Parlamentar 
à Chefe do Núcleo de Ensino 
Supletivo do Estndo, Eva Muria 
Katay:uro., com a justificativa de 
que esse Curso irá beneficiar um 
grande. número de pessoas. 
principalmente os fun ion:irios 
públicos que busc:un ascençào 
funcional. 
passado clamava pelo 
restabelecimento do sinal da 
TV Morena em nossa cidade 
Em contato com a 
Imprensa na última segunda­ 
fcira, dia 19, o Prefeito 
Municipal José Garibaldi 
informou que o prazo para 
instalação dos novos 
equipamentos na estação 
retransmissora local e entrada 
cm funcionamento do novo 
sistema. via satélite, é de 45 
dias, o convénio a un, tm 
11111 pra,o de m.:,cs, 
renovável por igual período 
caso não haja mante.ti,ao 
em contrario de uma das 
partes. A reecpão do sinal da 
TV Morena Rede Globo 
abrangera um raio de 
aproximadamente 25 
quilômetros .:m torno do 
Municipio, beneficiando 
também os moradores dos 
sitios, chácaras, fazendas e 
detectadas cm todo o Estado. 
O Verdadeiro derrame 
de autorii.açõcs ambientais 
falsas vem ensejando a 
intensificação da fiscalização 
por parte dos órgãos 
responsáveis pela preservação 
ambiental. como a Policia 
lilitar Florestal. considerando 
que através desse documento 
outras irregularidades vem 
sendo cometida, como a 
exploração ilegal de produtos 
florestais e o transporte dos 
mesmos, cujas autorizações 
são facilment..: obtidas 
mediante a apresentação da 
autorização ambiental de 
desmatamento. Segundo as 
informaçõcs do comando do 
Destacamento PM Florestal, 
foram detectadas 
autorizações de 
desmatamento irregulares nas 
Fazendas l'>laria. Maria II e 
Estância 111iranda, no 
Município de Caracol. 
Canudo. Morro Alto e 
Marahá. no lunicipio de 
Porto Murtinho. 
Os proprietários das 
respectivas fazendas foram 
notificadas à comparecer na 
SEIADESt1S no prazo de 
15 dias para procederem a 
regularização dos 
Desmatamcntos mediante a 
apresentação de um novo 
Secretária Municipal ~e lducação trabalha pela 
implantação de Cursos Superiores em Bela Vist8 
Em cumprimento a mctns estabelecidas 
pela Administração "Uni:lo,: Trabalho", logo 
que tomou posse. a ccrct:iria Municipal de 
Educação, Professora Orlanda Frc:itas dos 
antas, v.:m dcsen'ol'endo esforços no sentido 
de viabilizar a implantação de um projeto de 
Interiorização de Cursos upcriores (extensão) 
da Universidade Estadual de Mato Grosso do 
ui - UEMS - cm Dela Vista. P:iginn - 07 
Unit=icacão 
dos Valores 
O Deputado Zé Teixeira (sem 
partido) enviou expediente ao 
Presidente do Tribunal de Justiça do 
Estado, ildo de Car alho. 
solicitando estudos para a unificação 
dos valores cobrados pelos Cartórios 
para o registro das Cédulas e dos 
aditivos do crédito rural. 
Segundo o Parl:.imentar. os 
valores cobrados apresentam 
diferenças de até 800 por cento de 
uma Comarca para outra. motivando 
muitas reclamações dos produtores 
rurais do Estado. 
também a popul o d 1 
vninha d. ·d Bell Vi 
Parauat, de a forma Bela 
'1 t,I p., ., ., llll!l ,r {1 1 l O 
no» tema de tr nmt, » 
que e»ta endo implantado 
pela IV Morena, em parema 
com as pretetutas 
Municipais, em substitutç. .o 
ao antigo t tema d 
retransmispor torre, hoje 
obsoleto totalmente 
ultrapassado Pagina - 02 
Projeto. sendo su,pen,.,s 
todas as atividade nessas 
propriedades até decisão das 
autoridades competentes 
O Comandante do 
Destacamento PM Florestal 
local informou também que 
além dessas seis autorizações 
ambientais irregulares, outras 
três já haviam sido 
.:ncontradas pelos Polici:tis. 
totalizando nove licenças 
irregulares que, somadas. 
totalizam nada menos quc 
3.600 (lrês mil e seiscentos) 
l la, de dcsmatamcntos que 
podem terem sido 
autorizados ilegalmente ou de 
maneira fraudulenta. 
Professora Orlanda Freiras dos Santos 
Secretária ,/11nicipa/ de Educação 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Aviso de PPOff'Ogaeão 
Tomada de Preços Ns 005/97 
Tipo de Licitação: Menor Preço 
Informamos à todos os interessados que 
p ·rrogamos o prazo para abertura da referida 
Tomada de Preços, objeto de publicação no 
DIOSUL de 30/04 '7. pura dia 30/05/9745 09.00 
horas no mesmo locnl. 
Bela Vista/MS., 15 de Maio de 1.99'7 
FÁTL10 TRINDADE '.lF.NDES 
Presidente da Comisslo Permanente de Liitazlo

[OI 	O DAIRO, IERA . 
Prefeito assina Convê 
• 
o ce 
,_ 
çao 
via satélite da TV Morena em Be a Vista 
No último dia l$, em Campo Grande, o 
l'r, kitu l11111,1p,tl Jo '(, trih:ilcli a inotu 
LIIILl!Ín u,111 .i d1rc~,10 d 1 1 V lnr,11,1, p ,r.1 
., 1111pl,1n1,,~: o cm lkl., 11 ,1,1 du 1,k111,1 d· 
reepdo via satélite das transmissões da 
, mtssora, que é afiliada da Kede C iluho de 
televisão, atendendo dessa forma ao grande 
.111· d , d I n111t11111d.1tk h,:l.1vi,1cn ,c, qu, dc•,<k 
11 ,1110 passado clamava pelo restabelecimento 
do ,i11.1I d.1 1 V Mrn ,·11.1 cm no,,.1 cid.1dc. 
1 111 u,nt.1to com ,1 lmp1em,1 n.1 ulli1n.1 
seunda feira, dia 19, o l'rct'cil,, 11111icipal 
Jo,,· ( i.11 ih,tldi inlormnu que o prazo para 
11ht,il,1ç,10 do, novo, cquip:1111cnto~ nn e,taç:io 
1ct1 .i11s111i,,or,1 local e e11trada cm 
l1111cÍL11il1t1C11to do 1101 o ,i,tc111a. via ,.11élitc, 
é de 45 dias, o convénio assinado tem um pr.vo 
de 48 111,,c,. n:novúvcl por igual periodo caso 
nlo haja 1na11ifc,taç,1o cm contdrio de uma 
d,IS parte,. A r.:ccpç,1o do ,inal da TV Morena/ 
llcdc Globo abr.1ngcrá um raio de 
aproximadamente 25 quilômetros c111 torno cio 
Vereadores Israel Chamorro e 
na uta por melhorias 
th Ycn:a<lorcs Israel 
('h.1morro da RDcha (l'~tDB) 
e Pedro Martins !'ires, u Pedro 
"Feio" (PFI.), juntamente 
com a rs,nciaçào de 
l'cqucnos l'ro,lutorl'S do 
lbirro tgu: Doce. prcsidi<l:1 
por Alubio :",.kdin:i. sdaram 
.1rnrdo para trabalharem em 
conjunto daqui para frente, • 
 i:ando o fortakcimcnto das ,, 
rcivinJicações cm pról 
Jaqucla comunidade e a 
agiliz~, J.o do atcndimrnto das 
mesmas por parte das 
autoricbdcs competentes. 
Na última sc;>,ta-fcira. 
dia 17, no período da t:irde. foi 
rcaliL.:1da a primeir.i reuni:io 
conjunta. na ceie da 
Associação de Pcqurnos 
Produton.-s do Bairro. onde os 
V crcador.:s lsr.id Chamorro c 
Pedro" Feio" apresentaram os 
objcti, os dessa união à quase 
uma centena de morndon:s do 
/ gu.1 Doce. que se fizcr.1m 
pn:s..:111,,s. Na oportunidade 
também foram trat.idos de 
, :írio • a;,suntos de interesse 
daquela omunid:ide. sendo 
que algun <Ides 
Muniipio, beneficiando tambm o 
moradores do sitio, haaras, tazenda e 
1.1111h1 111 a população da vizinha cidad de 
Della V+ta-Paraguai, de a forma bela Vista 
passa4 a contar com o novo sistema de 
tt.111 l!ll,.lo que nt.1 ~t:ndo 11npl. 11t.,d11 pd 1 
.1 V ilon.:11.1. cm p;111..L-r1:1 com ,1·, pr.:k11ur.h 
Municipais, em substitui,o ao antigo sistema 
de retransmissão por torres, hoje obsoleto e 
1<1t.il111cntc ultrap.h,,1do. 
Além da excelente qu 1lt<l.ttk que p.h-.1r.1 
a ter a recepção das transmissões da IV 
Morena/ Rede Globo em nossa cidade o novo 
sistema possui muito mais confiabilidade, não 
estando sujeito a oscilaçõ,.:, provocadas pelas 
intempérie, do to.:mpu, como ororriJ 
antcriormcn1e. Pclo co111 ênio a~si11adn o, 
cu tos de ,u,1 implantação cm lkl.1 Vist.i.: <lc 
R 11.000.00 (onLc mil reais) a ,crcm Pªt'º' 
cm três pared,ts pela l'rcl.:itura :",. lunicipJI. 
nos meses de junho, julho e agosto, além de 
uma ta,a mensal de R - 1.500.00 (hum mil e 
Vert!ndor Israel Chnmorro 
constituíram-se nas primeir.JS 
rl!ivindicações a serem 
encampadas pelos dois 
Vereadores. como a 
denominação das ruas do 
Bairro que não possuem 
identificação. o. n:ativaç:1o do 
Clube das~ 1:ks e a reativação 
do curso de pré-escolar na 
Escola ~1unicipal ão 
Geraldo. fa:ando delinida a 
formação de uma comiss:lo 
provisória. presidida pela rn_. 
Fclícia Veiga. po.m n:gubrizar 
a situação do Clube d:is Milcs 
do Bairro rgu:i Doce e 
po,,ícriormente n.:aliz:ir eleições 
Vert!atlvr Pt!dro "Ft'io" 
para a no,·:.i diretoria. 
oficializando a sua n:ati1 aç:io. 
Ficou combinado também a 
n.:aliZ'.lçiio <le um levantamento 
sobre o número de crianças 
aptas a fn.-quentar a pn.'-escolar. 
para postcriormentc ser 
o.presentado à ccn:taria 
:",.tunicipal de Educação 
juntamcme .:om o pedido d 
n.:ativaç5o do Cur.;o na Escc,,:i 
JoGeraldo. 
Os Vere:.idores Israel 
Cbamorro da Rocha e P,-dto 
"Feio", qu.: ~io mor.idon.-s no 
Bairro Água Doce. n...><;.saltaram 
que apesar d • s.:n.:m de partidos 
Prefeito José Garibaldi da Rosa eto 
quinhcnt(h rc,1i,). lk"·' lurn1J. nu" 1 ud.1dc 
(1,ls,11·:1 a contar 1101 .1mcn1c. dentro crn t>rc1 e 
com cs,,· import.mte m.:io de lomun1l,1~.í11. 
diti.:rcnte,. um da oposição e 
outro da situação, estavam 
dci,ando a, dikre11ça, 
p.trtid:tria., dc lado para 
trabalharem em conjunto com 
:t h,oci.1ç:io de toradnre, cm 
prol da Comunidade do Bairro 
Agua Doce como um todo. 
1tkia que também prctcn<lcm 
c,;tcodcr '" demais 
Associações Comunitárias por 
et11c11<lerem que essa é uma das 
formas de se fortalecer 
• .,._()e 
forena se mnprome! 
,· UIJl,11: ntos mndspen acis ao h ,. 1 
funcionamento do +tema de tratm 
1 1 ,.1t,·liti:. l<'illO 11111Jul.:d,ir d,· ,11rd1u , 
ideo, receptor de atelite an tio 
1
lt<J ~ 
digital, substituir os equipamentos 
necessarios visando garantir um smal com 
melhor qualidade e confiabildade e fazer a 
Ili.li ,Ukll ,Í<) prc l cnti  a dos equ 11' 1111en111 , 
sando mantê-los cm ordem entre outros 
compromissos pactuados no convento Ulltl 
.1 l'rek1tm.1 11111ic1p ,1 tk llcl.1  1 1.1 
1 
17 
unem-se 
.......... --a Doce 
mutu.11nc111e .1, .,,,-,e, 
<lc,i.:111 uh 1d.is e ak.tll'Jr '" 
objetivos com maior agilidade. 
O 'crcador Israel Cl1.1morro 
também aproveitou para fazer 
uma pequen.1 pre,t.1ç .iu Jc 
contas do ,cu tr.1h.tlhu cm rr,il 
do Bairro Agua Doce. 
lembrando que na gestão 
antcn11r tot autor de· n.1JJ menn, 
que ➔➔ c,pe<licnics 
apresentados na amara 
luo1c 1p.1I rei, rnd1c.rndn 
beneficios diversos pura aquela 
comunidade. 
1',·dro "I cto" pregou J 
uni.:io de todos os Vereadores. 
m<lerendcnti.:mente <le cor,, 
pJrtid.m."· p.1r.1 que ,cprn 
11.1hili1;.i,IJ., açô1 .. "> t:oncn.:t;csem 
pról dos mais diversos 
Segmentos da comunidade 
belavistense. salientando que as 
Ji!'cn.:np, políticJ <lc naJ.1 
adiantam e em n±d.± som:m ao 
trabalho dos ereadore 
Cesta Caié da Manhã 
Hoppy Hours (aperitivos) 
00bê0 %as 
Tortas Doces e Salgadas e eomoons 
ENTREGA À DOMICÍLIO 
10 DIAS ADORNO. 93 - iV MORENA - 'Ir (067) 741-5002 
FAX - 741-6085 - CEP 79051· 030 CAMPO GRANDE - MS - BRASIL 
-n-ibuna da 
Fundada em 20 de Fe>ereira de l 972 • FundJdar: lva!da ?areirn 
Diretor Editor. lvJlda Pcrtira • Diretora•Administrativa: Maria Estela Velásquez Pereira 
Redatar. Ub,ldina Rodrigues • Reparlagens: João Carias Vellis:;ue,, Kener Lopes Leite /Caras!A • . 
Tor.inho Ruiz e rJelscn Fue..s Júnior {PortQ Murtinho) e i::tcr Hssa esses Preca e. "" Awa!os Uardir.lr. 
Propriedade da Cri fita e f~;tara A;:a • CGC-MF 03.20 l.256:0001 90 m;,o '"
nd
eJ 
Administraç5tJ, RedJç,ão. Crãfica. C1rcutaç-:fa ll Dep:irtn:'!lent:, Co:TI.!rciJt: A, cnid:i Tr·b d , 
439-1410- FAX(06) 439-1514 -Cais Posta! 23 - FJ>· ·9 '60-000 [l ; ~'.'_3 :, Frontrini..56-l - 1ir [067) 
JARDIM: Ruu 14de ai6, 342-251-169e ±Pra 	H ata - Moto Grosso do !sul 
PORTO MURTtNHO: Rua Cel. Pone - 1ir'.?S7-1 l39 ~de Própri,) 
BONITO: Rua Monte Cast lo. :,.;• ( étle Própri:1) 
CARACOL: ,_::mela Br.i"I f:-.~ t • d Pn1pri:1) 
ANTONIO JOAO: Rua Bela Vista N 
FIL1,1DO: AURA.fOIU • ADJORI 
ira

JOR AL I IIL A DA IRO.JLIRA Di 
como o ama 
IANIOG[AZIA,O ex- retaro 
pattiulr de lernando Henrique x­ 
Mint tro da Detorma !rara do atual 
Governo, hoje Secretário de Agricultura 
de 5ao Paulo 
Sobrinho de IO E GOMES DA I[VA 
autor Intele 111,tl do Estatuto da Terra e que 
poteriormente lançou o tam!gerado e 
tadt a] INRi (Plano Natonal da Retorma 
/ J, í ,) lf' l 11 
rural era tudo{ 
l'JI Ili llll li " d 
amadute 1do p 
ne te artigo pu 
·Paulo do d 
completamente or 'c às ide!a 
democráticas Conhecendo de perto as 
Intensoes subversivas e as baderna: oMSI 
Frumcil'll C:ra,i11111J FIiho 
/ rdormn nl!rilrln virou, 
dellnllh•1irnentc, o assunto do modo. 
Qunsc uma pnlxfio nnclonnl. Por Isso. mais 
que nuncn, tornn-se necessórlo prechnr 
bem os concellos e verlllcnr os números 
que en'olvem ,, problem,itlcn rural 
brnsllelrn. Pôr os ldélns no lu11or. orrumor 
o raciocínio. /flnol, quol o dimensão dos 
problcmos ovrôrlo brasileiro? 
Todo modismo provoco certo 
desinformação. É o que está acontecendo 
agora, o chutometro esta mascarando e 
confundindo o cabeço dos pessoas sobre o 
realidade n1iricolo brnsllelrn. O uso de 
nr11umcntos tortos . e vlclodos. 
desvinculados dn hoo economia rural e do 
obnlxo do esperndo. Pode ser por cn uso do 
nbsencelsrno e da especulnçiio. mns pode 
ser também em virtude da falta de umn 
políclcn n11ricolo que eleve o produllvldncle 
al!ronornln. tornornm-se comuns. Grassam 
os chavões e ns frases de efeito. 
1rnnsformnndo o debate arario numa 
pobre disputo lde.olÓ'j!lco. 
O besterol n1trárlo monlfestn-sc. 
principalmente, a favor do dlstrlbullvlsmo 
do terra. É compreensível. Aflnnl. todos 
querem a reforma araria, mesmo que não 
se salbo qunl. nem como. llá. por 
conse!ulnte. umn tendência natural a 
favoraveis aos sem-terra. Quaisquer que 
sejam ns teses pró-reformo, elos são 
facilmente aceitas pelo população. 
Depois do vllorlosn Marcho sobre 
Brasillo. então, perdeu a graça Defendeu 
a reforma araria, está certo. Nas hostes 
dn esquerdo. bosto fator mnl da agricultura 
poro se ter corto:. A crítico à oll!nrqula 
O?riirln ntln!C os empresàrlos rurnls 
indistintamente. Parece que os produtores 
rurais são. todos eles. lntlfundlárlos. 
Quanto mais esquento. mais pobre 
fica o debate. Sempre foi assim. Nos 
processos de mudança social. perder um 
11rnu de rnclonolldode é. necessário. A 
emoção. e não n rn:ão comanda ns massas. 
Mas há limites pnrn esse 
deslocamento da realidade. A exacerbação 
retórica pode destruir o conteúdo dns 
propostas de mudança. desmoralizando a 
tese a favor da democrntl:oção dn terra. 
No ãnsln de convencer. pora se mostrar 
engajado, se utiliza a falácia. Bom para 
discurso. ruim paro n lnlcll',?êncla. 
'Vamos comentar alluns raciocínios 
equivocados que permeiam o debate da 
questão il!r.'irin braslklrn. Corrll!ir essa 
postura demagógica significa dar 
conslstênclo às propostas para mudar o 
Brasil. Ser radical significa ir à rnl: dos 
problemas. não extremar posições 
lnconseqüences .. 
Existem 184 milhões de hectares de 
terras Improdutivas no País. latifúndios 
que não produ:em nada e precisam ser 
desnproprlndos porn se fazer 
assentamentos. 
Comentário: o recadastramento dos 
Imóveis rurnls feito peJo Incra em 1.992 
npontil, realmente, a existência de 184 
milhões de hec1ar11s Improdutivos no Pais. 
Acontece que. desse total de área 
lmprodutl'il, 34 milhões pertencem o 
pcquenns e médias propriedades. Outros 
100 milhões de hectares se encontram na 
Amn:õnio. enqu.tnto mais 25 milhões se 
locall:nm no Nordeste, basicamente no 
sertão árido. Feitos os descontos. sobram 
25 milhões de hectares ociosos. 
Não é pouca coisa. Entretanto, essa 
óren lmprodutl'a não se refere a fazendas 
Inteiramente desocupadas. Mostra. Isso 
sim. imóveis com índices de produllvldade 
no cnrnpo. 
O foto é que. com os estotísllcns 
atuais. se pode falar apenas num potencial 
produllvo desperdlçndo. nuncn numn .íreo 
fisica determinada. pronta poro ser 
desapropriado. 
A estrutura araria do Brasil é multo 
Injusto. pois apenas 2% dos proprietários 
rurais detêm 56% dos terras do País. 
Comcnl.Írlos: é verdade que nosso 
estrutura agrária é uma das mais 
concentradas do mundo. Mos. 
Infelizmente. ns es101ístlcos utlllz:odas para 
quontlflcnr essa distorção siio péssimos. A 
pior delos advém do cadastro de terras do 
Incra. Acontece que bon porte das grandes 
áreas de terra codnstrodns no Incra. 
especlalmente no Amo:Õnlo. são 
latifúndios "fnnlosmos", quer dizer. 
Imóveis declarados sem comproçnção 
lel!nl. Existem somente no papel 
Mesmo quando çerdodelros. párte 
desses enormes Imóveis rurais não 
expressam o menor sentido, do ponto de 
,·Isto produth·o. Siio áreas sem acesso 
regular distantes de qualquer centro de 
comerclnllznçiio cobertos de florestas e 
Ó'j!un. habitados pelos onças. 
Ora. é um !ronde equi.-oco 
considerar esses lmó,·els rurais como 
"lallfúndlos". Eles siio florestas ,·irl!ens ou 
terras de. mó qualidade e locall:nção. ão 
siio çerdndelrns árens n1irícolns. Por Isso. 
é impensavel fazer reforma araria nelas. 
Exlsti'm 4 milhões de sem-terra no 
Pais. aguardando a vez de ser assentados 
pelos programas de reforma araria. 
Comentário: trntn-se de um número 
político. poro não dizer m.Í?lcO. O total de 
trnbnlhndorcs rurais que se ossnlnrlnm na 
o'j!rlculturn brnsllelrn. seja cm caráter 
temporário ou permanente, é de 5 milhões 
de pessoas. Nesse contlnl!ente estão 
Incluídos bóio-frios. trntorlns. vaqueiros. 
administradores. operários qualificados e 
diaristas. Outros 500 mil trabalhadores 
rurnls são "parceiros". Isto é. recebem sua 
remuneração em espécie. não cm 
dinheiro. 
São. certamente. trabalhadores 
rurais "sem-terra". Daí. porém. n querer 
torná-tos. todos. proprietários rurais por· 
melo dos assentamentos ..-oi uma 11rnnde 
dlstãncln. Se Isso acontece. dclxorln de 
existir nssalnrlomento no campo. o que é 
uma idéia medieval. A crise que senbnterln 
sobre a agricultura empresarial tornaria 
Insuportável il fome nos cidades. 
Outro contingente importante de 
mão-de-obra rural se aglutina nas 
pequenos propriedades famlllnre.s. Eslima­ 
se que existam perto de 4 milhões de 
agricultores familiares. que trabalham 
diretamente na roça, Juntamente com seus 
filhos e agregados. Somam mais de 17 
milhões de pessoas, segundo o IBGE. São. 
na verdade. trabalhadores "com terra". 
embora com pouca ãren. 
Ê difícil determinar. nesse contexto. 
quantos trabalhadores precisam de terra e 
quantos .. dependendo do tccnolO!la. deçerão 
permanecer no sitio fomlllnr. Ê impossíçel. 
portanto. fixar um numero x que expresse a 
solução da reforma agrária, quer dizer. 
aquela quantidade de famílias que. 
as:sentnda. resol'erla a crise no campo. 
- 
a 
Os assentnmencos rural, f ltos pelo 
11over110 otual, do ordem de 100 mil 
fnmillas, silo Irrisórios diante do 
desemprego causado na agricultura nos 
dois úl1lmos anos. cujo montante atinge 
800 mil trobollrndores. 
Comentários: Nõo existe nenhuma 
pesquisa agregada para levantar o 
desemprego rural no País. Sobe-se, Isso 
sim. que muitos postos de trabalho foram 
perdidos com a crise que afetou o 
renrnbllldode da agricultura apos o Plano 
real. incluindo a desastrosa queda da 
cotonicultura. , 
A dú,•lda. aqui, reside no receito 
sugerida. Afinal, aos desempregados deve­ 
se oferecer terra ou emprego? O 
desemprego pode até ser uma medida do 
reforma agraria, mas certamente é n pior 
delas. O empre110 O!rÍcoln é sazonal. Quer 
dizer. nos safras h.í maior demando de 
trnbolho. que se esnvlo depois da colheita. 
O desempregado num momento é o 
assalariado em outro. 
No raciocínio idílio. qualquer um 
pode ter suo vaquinha. plantar uma horto 
e ser feliz. Mas. nn realidade. niio é fácil 
ser agricultor e viver do negocio rural. Que 
o dl1?om os milhões de agricultores 
familiares. todos com experiência 
histórica compro ada,sofrendo as agruras 
da vida. 
Supor que se resolve o drama do 
desemprego rural por melo dos 
assentamentos Sll!nlflca subverter o 
raciocinio lógico. O seguro-desemprego. 
estendido no campo, seria mais benéfico. 
A solução definitiva é a geração de 
empre1?os. que somente o crescimento 
sustentado da economia pode ocasionar. 
A reformo n!r.Írlo é uma forma 
barata de gerar empregos e enfrentar a 
crise socln 1. 
Come:nuírios: os assentamentos rurais 
realizados pelo Incra têm custado uma 
médio de RS 30 mil por fomílln. distribuídos 
num período de quatro anos. Esse custo 
Inclui o çalor do desaproprl.iç.ão da terra. 
os custos de lmplilnlaçiio do projeto. as 
despesas da infra-estrutura e os crédllos de 
flnnnciomento rural. Representa uma 
somntórin de recursos flnnncelros do 
Tesouro. títulos da díçldn nczdrio e 
financiamentos subsidiados. No agregado. 
esse valor corresponde ao pagamento de um 
salário mínimo durante 21 anos poro uma 
familia. E um valor intrigante. 
Argumenta-se que o custo real seria 
menos. pois as lesnproprlações serão 
pagas pelos assentados o partir do 
momento de sua emancipação. enquanto 
o financiamento tem um retorno de 50%. 
Em tese. Isso é correio. Na pratica. porém. 
é dlferenli'. Pouquíssimos 11ssen1nmen1os 
rurais foram emancipados - nenhum dos 
efetuados nos últimos 12anos. Quanto aos 
flnnnclnmcntos. durante o período 
Inflacionário o retomo flcnça Irrisório. no 
redor de 5% do Villor empr·estado. Somente 
agora as prestacoes. referentes aos 
flnonclnmentos recentes. farão algum 
sentido econõmico. 
A verdade é que os custos da reforma 
agrária brasileira são excessivamente 
clc..-ndos. nclm.i da média indicada pelo 
FAO • us$ 12 mil/familia. A razão básica é 
o elevado custo das desapropriações. por 
cousa dos recursos Judiciais que ..-Iram 
precatórios nllísslmos contra o 1?0.-e.mo. 
Hoje. é mais barato comprar r rrns que 
• - 
a 
d propriar 
ferra upada com pastagem e terra 
improdutiva ociosa. que pr cisa ser 
desoproprlndo e transformar em ulturas 
Com ntario trata-se de ra io rnlo 
preconceituoso. A ',!ran<lc vonln! m 
natural dos paises tropicais a maior 
capacidade que as planta tm de 
armazenar energia sol pela fotossintese 
No caso das pastagens. essa energia 
armazenada se transforma em prot 1nas 
pela digestao que somente os ruminantes, 
como o gado, conseguem fazer 
1'<,1 furop11 " nos 1:UA . os invernos 
rigorosos exigem que o gado seia criado 
confinado comendo rnçoo concentrado. 
La a tecnologia foi tão artificializada que 
muitos animais não vêm sequer a luz do 
sol. tampouco pastefnm. As criações 
viraram uma 'fabrica" de carne. A natur UI 
reagiu e o resultado foi a doer ·n dava 1- 
louco". 
A crlnçoo a posto não somente é 
desejavel como representa o maior 
marketing da carne brasileira. num 
mundo onde os consumidores querem 
qualidade e produtos ecolo',/lcamente 
corretos. Quem defende o conflnnmen10 
total de animais e critica os pos1a11ens não 
entende nada de ecologia 
Quem produ: alimentos básicos é a 
pequeno propriedade. pois as grandes 
propriedades produ:em paro exporroção. 
Comentários, os primeiros estudos. 
feitos no década de 70. mostravam 
realmente a predomlniincln do pequena 
produção sobre a grande propriedade 
rural. Essas análises. porém. foram sendo 
reavaliadas pelos estudiosos. E agora. apos 
a Intensa modernl:nçâo 1ecnoló111co do 
a1?ricul1urn. se sabe que o quadro mudou 
substanclolmenle. 
A agricultura familiar é ainda multo 
Importante no e.conomlo rural. Mas sua 
rcle.-iincla reside. fundnmenr.ilmenre. no 
emprego que gera. Quem alimento as 
mnssos urbanas é. hoje. a agricultura 
empresarial. Prlnclpalmente as médias e 
grandes propriedades. que geram 
excedentes distribuidos ia mercado nos 
'j!rondes centros urbanos. 
Assim ocorre com o arroz. a carne.. o 
óleo de soja. o açúcar. o caso do feijiio. a 
lmportãncla da pequena propriedade é 
maior. como no do leite.. Mas esso dlstlncáo 
por tamanho de área .-oi perdend~ o 
sentido com o avanço tecnolÓ!ICo. A 
agricultura de subsistência está dando seu 
lugar aos produtores profissionais, 
Feli:mente. 
Como se '1ê, hã um estere.óúpo da 
reforma n11rárla brosllelrn que não se 
encaixa direito no mundo moderno. A 
realidade mudou. e nem sempre as te.ses 
acompanharam essa mudança, Em outros 
casos. a Idéia parece boa, mas as 
estatísticas estão erradas. 
Ninguém defende a c.once.nt.ra,;:ão da 
terra no Brasil. Nem o desemprego no 
campo. Muito menos a terra oclos-n . Mas 
conJund.ir latifúndios com grande empresa 
agricola e transformar terra em passaporte 
para a felicidade é pregar ilusão. 
A favor da reforma agrária. para 
combater a injustiça social e o miséria. é 
preciso dar maior fundamental às nossas 
ldéi11s, Defender novas te.ses. Ensinar no..-os 
cnmlnhos., Senão perderemos rumo da 
História. és:zwstzsstgctneis 
t2±2: ·:: e Étns e SJs Ps

Decreto Nº 944/97 - Gabinete do 
Prefeito - Em 14 de Abril de 1997 
J(/ ( ( /, IBALI DA ROA NETO, PPEI i.ViO - 
UNICIPAL DE MELA VISTA, ESTAO Dt MATO 
ROO DO SUL, USANDO DA ATRIBUIÇOES QUE 
J E. MO CONFERIDAS E DE ACOI l>O COM O DIS­ 
PO'TO DO ARTIGO 43 DA LEI FEDERAL, N0 4320/ 
(, ~ . 
1) e e E 'T A: 
-------- 
Art. 1o - No ermo d Lei Municipal 
10 1007 de 02/12/96, fica aberto um crédi 
to adicional suplemon ar, conforme Inciso 
III do parãqrafo 1o do Ar' iqo 43 da Lei 
4120/64, no valor de R$ 120.000,000 (C nto 
o Vin e Mil Reais), ao orçamento program 
do Municipio para 1.997,' ber: 
02.00-EXECUTIVO 
0'>, 01-!;,-crPLnrí.n Municipal de Saúde 
13750212.011 - Mnnulcncão da Sccr •tnria de 
aids. 
J.2.5.9 - Ou r<1u 'I'ronnferênciaa ànPessoau. 
.............................. R$ 5. 000, 00 
07.01 - Secr taria Municipal de Educação, 
Cu I Lurn e D •sporto. 
08411851.005 - Manutcnc5.o, Ampliacão e Rc­ 
forni-:in de' Creches. 
4.1.1.0 - Obrns Instalacõcs .. R$ 35.000,00 
08421882.010 - M nutcnção das Escolas Muni 
cip is. 
3.2.5.4 - Auxilio ã Estudante.R$ 20.000,00 
08462242.021 - Manutenção das Atividades - 
Desportivas do Municipio. 
3.1.2.0 - Matcriül de Consumo.R$ 5.000,00 
08.01 - Secretaria Municipal de Viação, 0- 
bras e Serviços Públicos. 
10070212.023 - Manutenção das Atividades - 
da Secretaria. 
3.1.3.2 - Outros Serviços e Encargos . 
.............................. R$ 50.000,00 
Art. 20 - Os recursos para cobertura do 
Crédito Adicional Suplementar de que se 
trata este Decreto, correrão a conta da 
seguinte dotação orçamentária: 
02.00 - EXECUTIVO 
08.01 - Secretaria Municipal de Viação, O­ 
bras e Serviços Públicos. 
10573161.010 - Construção de Casas Popula­ 
res e Cestas Básicas de materiais de Cons­ 
trução. 
4.1.1.0 - Obras e Instalações, . 
............................. R$ 120. 000, 00 
Art. 30 - Este Decreto entrará em vigor 
na data de sua publicação, revogadas as 
disposições cm contrário. 
BEL/ VIST/-MS., 14 DE ABRIL DE 1.997. 
JOS GARIBALDI D/ ROSA NETO - PREFEITO MU­ 
NICIPAL. 
Decreto Nº 945/97 - Gabinete do 
Prefeito - Em 29 de Abril de 1997 
t r ,i • 1 
r»1n 
02.00 - EXE.CUT IVO 
O J. Ol 
,: o. 
0}070217.009 
da cre ar i 
) . 1. J. 2 - Ou ros Sr v 1 •. J ,, r.r • r e 
.............................. !{· 11.000,00 
04.01 - Secretaria Municipal de Fazend 
03080212. 010 - J 1nut
1 n,·io du /1. i víd 1d li - 
da Secre ria. 
3 .1.3.2 - Ou ros Servico e Encargos...··· 
.............................. HS 50.000,00 
Art. 30 - E e Decre o en rará em vi tor 
na data de sua publicação revogadas as 
disposiçÕl!B 1.:m con r,írio. 
DE LA Vl STA-MS. , 2 DE ABRIL D!:: 1.997 
Jose G/HIUALDl DA ROS/ 1'T.'I'O - PREFEITO MU­ 
NIC IP/IL. 
Decreto Nº 946/97 
de 13 de Maio de 1.997 
JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO, PREFEITO - 
MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE M/TO 
GROSSO DO SUL, USANDO DAS ATRIBUIÇÕES QUE 
LHE SÃO CONFERIDAS E OE ACORDO COM O OIS - 
POSTO 00 ARTIGO 43 DA LEI FEDERAL NO 4320/ 
64. 
D E CRETA: 
Art. 10 - Nos termos da Lei Municipal - 
NO 1007 de 02/02/96, fica aberto um crédi­ 
to adicional suplementar, conforn-e Inciso 
III do parãgrafo 10 do Artigo 43 da Lei 
4320/64, no valor de R$ 85.000,00 ( Oiten­ 
ta e Cinco Mil Reais ) , ao orçamento pro - 
granu do Município para 1.997, à saber: 
02.00 - EXECUTIVO 
05.01 - Secretaria Municipal de Saúde 
13750212.0ll - Manutenção da Secretaria de 
Saúde. 
3.1.1.4 - Pessoal Civil Diarias · . 
• •• • • • •· •· ·• •• •••••••••••• : •• R$ 5.000,00 
3.1.2.0 - Material de ConslllTO ... RS 30.000,00 
3 .1. 3 .1 - Remuneração dos Serviços· Pessoa- 
is ·· 	R$ 20.000,00 
06.01 - Secretaria Municipal de Promoção - 
Social. 
15811852.014 - Manutenção das Atividades - 
da Secretaria. 
3. l. 2. O - Material de Consumo 	. 
• • • • ••..•.• •• •• •• • • • .•....... R$ 10. 000., 00 
10.01 - Encargos Gerais do Município-SEF 
03080332.029 - Encargos com a Dívida Muni­ 
cinnl. 
4.3.5.1- Amortização da Divida Contrata - 
dn 	RS 20.000,00 
_Art. 20 - Os recursos para cobertura do 
credito Adicional Suplenentar de que se 
"DISl'ÔE SOORE A SUBSTITUIÇÃO E CONVOCA­ 
ÇÃO EM CARÁTER 'l'EMPORÁHlO PARA FUNÇOES DO 
CE 'I'ES N/1 REDE MUNICIPAL OE ENSTNO E OÂ OU 
TR/S PROVIDÊNCIAS". 	- 
JOSC GARI!3/LDI D/1 ROSA NETO, PREFEITO - 
MUNICIP/IL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO 
GROSSO 00 SUL, no uso ele suas atribuiçÕPs 
que lhe são conferidas polo inciso VI do 
artigo 51 da Lei Orgãnica; 
D E C R E T ] : 
lt. 10 - Na Rede Municipal de Ensino - 
poderá haver substituir.ão remunerada na 
função docente para suprir vaga decorrente 
de afastarrento temporário de professor, da 
criação de novas salas de aula durnntc o 
ano letivo e para atender convênios com cn 
tidades que atendem ã ~ducação especial 
nas modalidades de: 
I - Substituição por período superior à 
15 (quinze) dias até .10 (trinta) dias,rea 
lizada por membro do próprio Magistério Mu 
nicipal; 
II - Convocação - por período limitado 
a cada ano letivo, por pessoa apta ao de­ 
sempenho das funções !)0.rtinentcs ao cargo. 
PARÁGRAFO 10 - / rcnuneração do substi­ 
tuto ou do convocado será calculada toman­ 
do-se por base o vcncircnto inicial do 
cargo, segundo a sua fonnacão, obscrvadn a 
proporcionalidade da carga horária. 
PARÁGRAFO 20 - Não poderá haver substi­ 
tuição ou convocação remunerada pela Rede 
Municipal de Ensino nos casos de ausência 
do professor por prnzo in feriar à 15 (quin­ 
ze) dias. 
PARÁGRAFO 30 - As aulas correspondentes 
às ausências de até 15 (quinze) dias, se­ 
rão repostas pelo próprio professor ainda 
no semestre cm que ocorrerem. 
PARÁGRAFO 40 - /s aulas repostas cm ca­ 
ráter excepcional serão remuneradas em vir 
tude de ausências justificadas ou abonadas 
pelo (a) Secretário (a) Junicipal de Educa - 
cão Cultura e Desportos, por prazo não in 
feriar a 30 (trinta) dias ininterruptos na 
inexistência do candidato a ser convocado 
e se ocorrer desconto financeiro, referen­ 
te às aulas não ministradas. 
Art. 29 - A substituição ocorrerá nos 
casos de ausência do professor por período 
superior ã 15 (quir~~l até 30 (trinta) di­ 
as em razão de li...:ci,çi ou afasta'lentos 
previstos em Lei e para frequência ou par­ 
ticipação cm eventos ccl~cacionais, quando 
autorizadas pelo (a) titular da Secretaria 
Municipal de Educação cultura e Desportos. 
Art. 30 - A convocar.ão ocorrerá nos ca­ 
sos de ausência justificada do.professor - 
por periodo superior a 30 (trinta) dias em 
razão de licença ou afastamento previstos 
em Lei e para frequência ou participação - 
cm eventos educacionais quando autorizadas 
pelo(a) titular da Secretaria Municipal d0 
Educação cultura e Desporto. 
PARÁGRAFO lo - A carga horária da pesso 
a convocada deverá ser equivalente à do 
titular e exercerá sua~ funções no respec­ 
tivo período de afastanento. 
PARÁGRAFO 20 - Não poderá ser convocada 
a pessoa: 
a) detentora de 02 (dois) cargos de Ma­ 
gistério. 
b) ocupante de cargo ou e.-norego aue in­ 
plique e.-n acumulação ilícita de cargos. 
c) servidor aposentado por invalidez 
compulsoriarrente ou voluntaria~ente e~ 02 
(dois) cargos de Magistério. 
d) quando a gestante se encontrar con 
mais de 07 (sete) meses de gestação. 
Art. 40 - Os valores correspondentes ãs 
<; ! , 
r 	(tr 
.. ) ' . 
r > e ir. 	, >. 
PAR, 	a 
por 1 
num ns mo ano letivo 	- 
vocação do profissional n pectivo pe- 
rodo. 
Art. 60 - /1 COCVOC,1 io do candidato s 
rã efetuada median e inscrição na 
Secre aria Municipal de Educação Cultura - 
o Despor .o, no mês de dezembro de cada - 
no. 
P/IRÂGRAFO ONrco - s, r.3 P''rl'!lltid,1 ., ir,3 
crição de candidaos duran .e ao ano lo.i - 
vo, quando inexisir profissionais inscri- 
os habilitados para atender às necessi- 
dades curriculares. 
Art 70 - O candidato deverá atender no 
ato da inscriç7io os srguint
1'S crt•dito!,: 
I - Comprovação documental da habilita­ 
ção; 
II - Documentos de identificação pessoal 
e de residência; 
III - Atestamento médico de que possui 
boa saúde física e ncntal. 
IV - Outras exia@ncias que se fizerem ne 
ccss árias. 
PARÁGRAFO 10 - Quando servidor munici - 
pal, o candidato ficará dispcnsano das 
exig~ncius previstas nos Incisos II e III 
", se professor rfctivo, tambén do Inciso 
I deste artigo. 
PARÁGRAFO 20 - A convocação do candida­ 
to selecionado será efetiva rrcdiante ato 
do(a) Secretário(a) Municipal de Adinis - 
tração, observadas as disposições legais - 
que rcgen a mat6ria, identificando o none 
do convocado, a carga horária, a origem da 
vaga e/ou norrc do substituto e a Escola. 
PARÁGPAFO 30 - A convocação do candida­ 
to selecionado, observará os seguintes pra 
zos para tramitaçao: 
! - Da unidade escolar para a SEMECD 03 
(trcs) dias úteis contados do inicio das 
atividades do profissional; 
II - Da SEMAD, 05 (cinco) dias Út<c!is. 
PARÁGRAFO ÚNICO - O servidor que não ob 
servar os prazos e procedimentos estabele­ 
cidos neste Decreto, responderá ad:ninistra 
tivarrcntc pelas irregularidades. - 
Art. 8- A convocação será revogada 
nas seguintes hipotcses: 
I - Quando ocorrer provimento do car­ 
go em caráter efetivo ou candidato aprova­ 
do cm concurso Público; 
II - Non1:acão_para cargo e.ü comissão; 
III - Designação para o exercicio de 
função gratificada, quando deten or de 
go efetivo; 	car 
IV - Retorno do pro!'essor detentor de 
cargo efetivo; 
. V - Demonstração de inaptidão do mi­ 
nistrante, no decorrer da convocação. 
Art. 90 - Na contagem de tempo de servi 
co prestado ao Municipio pela pessoa corvo 
cada ou substituta, a carga hora- · - - 
t. e d d ' ' ir1a sera - 
rans_orma a e.'!. ias, segundo critérios a 
serem estabelecidos c:n ato ?'!lo s - • 
Municipal de Administração. .ecretario 
Art. 10° - Este Decreto entra o 
na dta de sua publicacão, reve, , visor 
disposiçoes em contrário. ga as as 
PELA VISTA-S., 13 DE MAIO DE 1 
997 
J0SE GARIBALDI DA ROSA ETo , 
NICIPAL. 	REFEITO MU- 
Fzmn cias le D?lcmtão mo 
IVes de IIaio cle •
997 
UI - UROGAIUA DROGANOSSA S . 
03/04- FARMÁCIA MODERNA.. "·.... ir.Jair 
•••••••••••••••• Dr o!,mun 
0/11- DROGARIA DROGANOSSA........... Sr. Jair 
I7/IS-FARMACIA ÃO SEBASTIÃO. • 
24/25-DROGARIA DROGALIN' '..... Sra. Sela 
29 _ FAI-Dl,CIA '.IODERN, •••••••••••••• Sr. Carlos 
3L/0I- FARMÁCIA PAI. •••••••••••••••• Dr. o!,man 
,- ,- ' ···············••-. Sr. Prado 
OHS: As farmácias que não estiverem de latão 
deverão permanecer fechadas e as q, .: p . 
-· - · oicitacôs eventuais 
só poderio ser atendidas se constar na receita j 
informação de que a de Plantio não di,• 	,. - 
citada. 	'põe da medicação 
Dra. Marilza Pinheiro Caniza- Assist. da Secretaria de Saude

JORNAL IRIUNA DA EKONILIHA- DLARIO REGIONAL 9L22D4 n - 
Prefeitura MunlclpaÍ de Bela Vista 
Atos do Poder Executivo Nº 004/97 Gabinete do Prefeito 
FIAS REGULAMENTARES 
A Servidora, MAILEME RIBEIRO LEITE, te 
[ofoni a, lotada na Scre arfa de Ah ni­ 
tração, reforem e ao período 9,/97 à par 
tir de 01/04/97 a 30/04/97, de acordo com 
i) cll!!j,Of,tO 110 /rl.112 do l)r•c·r,.lo J,,,j J!O 
941! d•• 1 /07 /9), do Et tu .o. (Por . No 
212/97 de 09/04/97 ) 
Ao Servidor BRAULINO PAREDES, Mxili ar 
de Serviços Gerais, lo ado na Secre aria - 
Ao Saúdo, referente ao período 95/96, à 
p a r ir el e 	O I /04/97 à 30/04/97, de acordo 
com o disposto no l.r . 112 do Decreto Lei 
No 948 de 19/04/93, do Eis a u o (Port. NO 
213/'7 de 09/04/97) 
/1 '.Jcorvidor M/D/1.CN/ VlSSAMÂLTA LINO , 
Auxiliar de Enfermagem, lotada na Secreta­ 
ria do Saúde, referente ao período de 96/ 
'7 a p rtir de 01/04/97 A 30/04/97, de a­ 
cordo com o disposto no Artlgo 112 do De - 
ereto ~•i NO 948 de 19/04/93, do Es otuto. 
( Por t. NO 214 / 9 7 de O 9 / O 4 / 9 7) • 
1 Servidorn, ILK/ COENG/ MENDONÇA DE 
BARROS, /ssist0nte de Administração, lota­ 
do n Secretaria de Educação, refrente ao 
período de 96/97 a partir de 01/04/97 à 
J0/04/97, de acordo com o disposto no Art. 
112 de Decreto Lei NO 948 de 19/04/93, do 
Estatuto (Port. NO 215/97 de 09/04/97) 
/lo Servidor FELIPE /8/DIE, Motorista 
lotndo na Secretaria de Saúde, r•ferente - 
ao período de 95/96, a partir de 01/04/97 
ã 30/04/97 de acordo com o disposto no /rt 
112 do Decreto Lei NO 948 de 19/04/93, do 
Estatuto. (Port. NO 216/97 de 09/04/97) 
Ao Servidor, CLEMENTINO DE LEON, Auxi - 
liar de Serviços Gerais, lotado na Secreta 
ria de Viação e Obras, referente ao perío­ 
do de 96/97 a partir de 02/04/97 à 01/05/97, 
de acordo com o disposto no /rt. 112 do De 
ereto lei NO 948 de 19/04/93, do Estatuto­ 
(Port. NO 217 /97 de 09/04/97). 
A Servidora TERTULIANA VALDEZ /RISTIMU­ 
NIIO, Auxiliar de Serviços Gerais, lotada 
na Secretaria de Administração, referente 
ao período de 96/97 a partir de 07/04/97 à 
06/05/97, de acordo com o Disposto no Arti 
go 112 do Decreto Lei NO 948 de 19/04/93 ~ 
do Estatuto. (Port.NO 218/97 de 09/04/97) 
A Servidora MARIA TEREZA SOUZA CORREA , 
Auxiliar de Serviços Gerais, lotada na Se- 
cretaria de Administração, referente ao 
período de 96/97 a partir de 08/04/97 à 
07/05/97 de acordo com o disposto no Arti­ 
go 112 do Decreto Lei NO 948 de 19/04/93 , 
do Estatuto (Port. NO 219/97 de 09/04/97) 
Ao Servidor DOMINGO JARA, Motorista, lo 
tado na Secretaria de Educação, referente­ 
ao período de 96/97 a partir de 14/04/97 à 
13/05/97, de acordo com o disposto no Arti 
go 129 do Decreto Lei NO 5452 de 01/05/43, 
da CLT (Port. NO 220/97 de 14/04/97) 
Ao Servidor, RAMO GODOY, Pintor, lota­ 
do na Secretaria de Viação e Obras, refe - 
rente ao período de 96/97 a partir de 23/ 
04/97 de acordo com disposto no Artigo 129 
do Decreto Lei NO 5452 de 01/05/43, da 
CT (Port. NO 221/97 de 23/04/97) 
LICENÇA SEM REMUNERAÇÃO 
A Servidora HENRIQUETA ROMEIRO LINPro 
fcssora classe B, Nível. I, lotada rra•~e - 
cretaria de Educação, para tratar de inte- 
resses particulares, pelo prazo de 03 
(três) meses. a partir de 01/04/97 à 
31/07/97, de acordo com o disposto no Art. 
105 da Lei Municipal NO 948 de 19/04/93 
do Estatuto (Port. NO 211/97 de 09/04/97) 
A Servidora ELIANA MENDONÇA, Auxiliar - 
de Serviços sociais, Padrão I, Clase A, 
Referência 0l, lotada na Secretaria de Pro 
moção Social, para tratar de interesses 
Particulares, pelo prazo de 02 (dois) a­ 
'os, a partir de 22/04/97 a 21/04/99, de 
acordo com 
O 
disposto no Artigo 105 do De­ 
creto Lei NO 948 de 19/04/93, do Estatuto. 
(Port. NO 228/97 de 30/04/97) 
ETg? 
A Portaria NO 207/97 do dia 01/01/97 , 
Onde se lê: CELINA DA CRUZ, leia-se CELINA 
DA ROSA (Port. NO 229/97 de 30/04/97) 
EXONERAR 
IOLANDA OCAMPOS, do cargo em Comissão - 
de Diretora do Departamento Médico Odonto­ 
lôgico, Simbolo DAS-3, à partir de 01/04/97 
(Port. NO 205/97 de 01/04/97) 
NO-tEAR 
PAULO NUNES MARTINS, para exercer o car 
go em Comissão de Diretor do Departamento 
Médico Odontológico, Símbolo DAS-3, à par­ 
tir de 01/04/97 (Port. NO 206/97 de 01/041,/1) 
REINTEGRAR 
CARMEM DE ALMEIDA TURINI, Professora Ni 
ve! V, ao Quadro Permanente dos Inativos - 
desta Prefeitura Municipal, a partir de 
01/04/97, o d 
90 32 do P q!me Jurídico 
res do Município, c nfo 
No 948 de 19/04/9), do E' 
222/97 d» 30/04/97) 
CO'/VO<"AR 
Com ba e no Ircio II do Artio 19 da 
Lei No 92) de 03/12/91, par exercer fan 
ção de magisério em Escolas da Rede Muni­ 
cipal de Ensino, os Professores conrorme - 
discriminação no anexo 02, que faz parte - 
d,.n ·a Por til ria ( Porl. /lO 2 2 J/97 cJ.• J0/04/97 J 
ADMITIR 
ARACY HELENA NUNES RONDMO, para exercer 
a função de Aqen Administrativo, na se - 
cre' aria de Educação, pelo prazo de 0 (se 
is) meses, com base non Incisos I combina­ 
do com o Inciso V ambos do Artigo 2o da 
Lei NO 947 de 13/04/97, à par ir de 01/04/ 
97, (Por . NO 224/97 dr, 30/04/97) 
GETÚLIO SANCHES CES, para exercer a 
função de Motorista, na Secre aria de Edu­ 
cação, pelo prazo de 06 (seis) meses, com 
base nos Incisos l comhinado com o lncioo 
V ambos do Ar igo 20 d;1 Lei NO 947 de 
13/04/93, à partir de 01/04/97 (Port. NO 
225/97 de 30/04/97) 
LUCIMEIRE RIQUELME PIRES, para ,,x,.rc••r 
a função de Assistente Administrativo, na 
Secretaria de Saúde, p,,lo prazo de 06 (s•·­ 
is) meses, com base nos Incisos I combina­ 
do com o Inciso V ambos do Artigo 20 dil 
Lei NO 947 de 13/04 /93 à partir de 01/04/97 
(Port. NO 226/97 de 30/04/97) 
RAMO GODOY, para e::ercer a função do 
Motorista, na Secretaria de Viação e Obras, 
pelo prazo de 06 (seis) meses, com base 
nos Incisos I combinado com o Inciso V = 
bos do Artigo 20 da Lei NO 947 de 13/04/93 
a partir de 01/04/97 (Port. NO 227/97 de 
30/04/97) 
JUSCENIR APARECIDA LEITE MAZIN/ DOS SAN 
TOS, para exercer a função de Agente Fis - 
cal de Vigilância Sanitária, na Secretaria 
de Saúde, pelo prazo de 06 (seis) meses , 
com base nos Incisos I combinado com o In­ 
ciso V ambos do Artigo 20 da Lei NO 947, 
de 13/04/93 à partir d~ 01/04/97 (Port. NO 
209/97 de 09/04/97) ClJMPRA-SE 
Bela Vista-MS., 30 de Abril de 1.997 
JOSt GAlRIB/LDl ·D/ RC'S/ NETO - Pref,..i to 
Edital de Proclamas Nº 16 
Faço saber que pretendem casar-s,.. 
apresentaram documentos exigidos pelo 
Artigo 180 NO I, II e IV do Código Civil 
Brasileiro: 
MIGUEL BELO MARTINS e MARIA /PARECIDA 
DOS SANTOS, ele, natural de Bataguassu / 
MS, nascido em 28 de Janeiro de 1960 , 
profissão lavrador, estado civil soltei­ 
ro, domiciliado no Distrito do Boq1..-cirão, 
neste Município de Jardim-Ms., filho de 
José Belo Martins e Maria Marques Perei­ 
ra; ela, natural de Terra Boa, nascida - 
em 02 de Agosto de 1968, profissão do 
lar, estado civil solteira, domiciliada 
no Distrito do Boqueirão, neste Municí - 
pio de Jardim-MS, filha de Antonio Fer - 
reira dos Santos e Maria Verônica Ferre; 
ra. Se alguém souber de algum impedimen­ 
to que se oponha na forma da Lei: Lavro 
o presente para ser afixado em Cartório 
no lugar de costume. Os contraentes pre­ 
tendem casar-se no dia 23/05/97, às 16: 
00 horas, neste Cartório. Livro OS-D F94 
Jardim-MS., 25 de Abril de 1. 997 
DIUZA FAUSTINO PALHANO- Oficiala 
.de?9m15• 
presentaram documentos exigidos plo Ar 
tigo 180 NO I, II e IV do Côdigo Civil 
Brasileiro: 
DURVAL MARTINS FERREIRA e ROSIMARY A 
PARECIDA DOS SANTOS, ele, natural de 
Pouso Alegre-MG, nascido em 01 de Julho 
de 1969, profissão motorista, estado ci­ 
vil solteiro, domiciliado na Fazenda No 
va Es~rança, Município de Jardim-MS, fi 
lho de Vicente João Ferreira e Mércia - 
Martins Ferreira. Ela, natural de Santa 
Mónica-PR, nascida em 25 de Janeiro de 
1968, profissão do lar, estado civil sol 
te ira, domiciliada na Fazenda Nova Espe 
rança, Município de Jardim-S, filha de 
Renato Josê dos Santos e Jandira dos San 
tos. Se alguém souber de algum impedimen 
to, oponha-o na forma da Lei. Lavro o 
presente para ser afixadÓ er., Cartório no 
lugar de costume. Os contraentes preten­ 
dem casar-se no dia 23/05/1997, às 16:30 
horas, neste Município. Livro 5D Pls.94 
Jardim-MS., 29 de Abril de 1.997 - 
DIOZA FAUSTINO PALHANO - O:iciala 
' EI-E I J  { l. i 1. 
COR.·TOS - EXECUOES 
-· - 
(06) 251-1012 e 251-2424 
DR. HFLIO TADFU RUIZ 
SAS CÍVEIS E CRIMI 
Rua 14 de Maio, 470 - CE! fRO 
(067) 251-1736 - JARDIM/MS 
DR. 111.:UO RUJZ 
<cãUSAS CIVEIS E CRIMINAIS> 
[ RUA 14 DE MAI0,47o7:ENTR0 ) 
fi (067) 251-1012 • 251 • 2424 
JARDIM/MS 
DRA. LUCIANA BRANCO VIEIRA 
Rua Marechal Rondon,638 
'iifEsc. 251-1245 • Res. ii'251-1845 
Rua Antonio Maria Coelho,S/N° 
~Esc. 726-3134 • Res. 2726-2503 
VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA 
OAB/MS 2574-B OAB · 2573 • B 
(CAUSAS CÍVEIS E CRIMI 
1 
RUA CUIABÁ, S/N 
1S 
Aí$ 
CENTRO__ 
(067) 439- 1290 
BELA VISTAJMS 
DR. ANTONIO F. DO NASCIMENTO 
Advocacia Criminal e Cível 
OAB/;I 2809 
Residência: Av. Rio Branco,193 
Escritório: Rua Dr. Corrêa,706 
(07) 287-1181- Porto Murtinho/MS 
TÉCNICA EM: 
Anten.:is Parabólicas, Receptores, 
TV's a Cores. e Preto e Branco. 
Aparelhos de Som. Vídeos Cassete, etc ... 
OLEBEN R. RECALDE (CARECA) 
TÉCNICO 
Rua Ten. Bernardes,2240 (Em!rente z: zcc te Brasil) 
! 3251-1140 	JARDIM/MS 
1

J a 
í.Y 
ajada 
" importante de seu 
hm grupo de cinco I2 longo-metragem 
militante do é enfatizar o drurno 
squrda resolvem individual de cado 
dr em prática um um dos personagens 
rw,crnlo plono. envolv,do•, no 
Purtc!nc.t•n!C''> no 5l'qu ",Iro. 
n10vi111c11'.o de• "Noo fiz um 
guerrilha MR-B, documentário. Trata- 
decidem sequestrar o se de uma 
embaixador dos interpretaao 
Estados Unidos no ffcclonof do 
Bro~il, lharle~ rcolidode'', ressalva. 
Elb ick. Em troca, Bruno recorda que 
qullr '11 a lib rtaçào umrt das p, imeiros 
d quinze presos dificuldades que 
pollticos. encontrou pela frente 
O plano teve um foi a escolho de um 
final feliz: os presos bom roteirista. 
foram libertados no Leopoldo Serron, 
México e o com quem Bruno 
embaixador, que havia trabalhado em 
ficou quatro dias em Dono Flor e seus dois 
cativeiro, solto em 
pleno domingo de 
clássico, no porta do 
Maracanã. O que é 
isso, companheiro?, 
livre adaptação do 
romance homônimo 
de Fernando 
Gabeira, estréia em 
circuito nacional no 
próximo dia 1 ° de 
maio. 
Depois de dez anos 
sem filmar no Brasil, 
o cineasta Bruno 
Barreto aproveitou a 
retomada do cinema 
nocional e assumiu o 
risco de revisitar os 
anos de chumbo do 
ditadura militar. 
Bruno, no entonto, é 
categórico ao afirmar 
que não teve a menor 
pretensão de 
enveredar por 
questões políticas ou 
levantar bandeiras 
ideológicas. 
Paro o diretor, 0 
maridos, Amor 
bandido e A estrela 
sobe, não pensou 
duas vezes na hora 
de recusar o convite: 
es'.ova receoso da 
polêmica que o filme 
poderia levantar. 
Bruno, no 
entanto, não desistiu 
e, após ler e reler seis 
roteiros, quatro 
brasileiros e dois 
americanos, decidiu 
recorrer a Leopoldo 
novamente. 
O roteirista de O 
quatrilho, desta vez, 
resolveu aceitar, mas 
impôs duas 
condições ao 
cineasta: enfocar o 
sequestro e analisá-lo 
sob a ótica de todos 
os envolvidos. 
"Não quis saber de 
mitificar ninguém: 
nem o tfirp 'ro, nem o 
esquerdc·', assegura. 
Depo;- ~e fechar o 
rote ir .J Bruno 
começou a cogitar 
alguns nomes par0 o 
elenco do filme 
A c•,cCJlho foi urna 
das mais acertados e 
primeiro a se 
surpreender com a 
escolha de Bruno. 
Pedro, no entanto, 
ressalta que, em 
nenhum momento, 
teve a preocupação 
de compor um 
personagem que 
fosse idêntico ao 
atual deputado 
federal. 
"Recusei o 
imitação. Serio um 
virtuosismo 
desnecessário", 
opina. 
Ao contrário de 
Pedro Cardoso, que 
faz a sua estréia em 
longas, Fernanda 
Torres, de 27 anos, já 
acumula nove filmes 
em seu currículo. 
A atriz, que 
interpreta a 
obstinada e durona 
Maria, defende a tese 
de Bruno e afirma 
que O que é isso, 
companheiro? não 
tem a intenção de 
levantar bandeiras ou 
de tomar partidos. 
"Mais do que e':! 
uma 
rt• ~ oluc, r)t1Qfl() I o 
/tl111r fulo d 111110 
questao humana , 
argumenta 
Fernanda Torr s, 
que atuou 
com prova o 
maturidade de uma recentemente em 
geração de Terra estrangeira, de 
excelentes otorc'i. Walter Salles Jr., 
A re:sponsobilidodc elogio a inicia iva do 
de dar vida ao alter- diretor de priorizor 
ego de Fernando nomes que estao 
Gab .... ira, por ligados ao hurnor 
exemplo, ficou o para o elenco do 
cargo de um novato filme. /lérn de Pedro 
em cinema: Pedru Fernando, o filme 
Cardoso, de 32 anos. traz a indo Clóudia 
O ator foi o Abreu e Luís 
Fernando Guimarães. 
"Uma dos 
característicos do 
humor é a v,soo 
critico dos coisos. 
Nenhum de nós se 
sentiu fazendo um 
melodrama", 
observa. 
Com orçamento de 
US$ 4,5 milhões, O 
que é isso, 
companheiro? é a 
mais recente 
produção da L. C. 
Barreto após a bem­ 
sucedida incursão por 
O quatrilho, a 
maior bilheteria do 
cinema brasileiro nos 
anos 90. 
A produtora Lucy 
Barreto observa que 
o projeto de adaptar 
o romance de 
Fernando Gabeira 
não é recente, mas 
acredita que O que é 
isso, companheiro? 
chega aos cinemas 
no momento exato. 
"O distanciamento 
histórico permite 
maior possibilidade 
de reflexão", 
cou:a pondera. 
Paixão 11ac1ena1 
lG{a'tanas, Alues&cede» CNE aé&, 
12,13 	• 
a» @ BC sJsgüu, 
@3a.ti 1-«GP ddAR. ; TE!l .T, 
& cg BGgg 
matriz: 
Praça Nossa Senhora da Conceição,225 
(067) 24 l -3838 - A.OUJDAUANA/MS 
--~ ----- - 
pata os 
. r ,d 
1
t: 
oteca do 
m hnton, a cr tanque do 
fatos."Reusei fazer qualquer corsa que tosse 
fl lfli,/.1rt.1°. JU li 1 1 
Para traçar o perfil psicológico do sequestrado, 
Interpretado pelo ator Alan Arkmn, erran conversou 
com Valer HIbnk. a filha do embarador Autor de 
mais de ) roteiro para o cmema Leopoldo conta 
que no e preocupou, no entanto, cm jurar fdehdade 
ao Iro do oabcta Ele for mnto ele.ante ao me 
der pata escrever o que quisesse. recorda 
Autor de O que é rsso, companheiro!. Fernando 
Gabeira se transformou na principal relerénera do 
sequestro do embaixador americano no Rro, ocorrido 
em 4 de setembro de 1969. Deputado federal desde 
199:'. Gabeira faz questão de frisar que. desde a venda 
dos direitos do lro, nunca preocupou em 
estabelecer nenhum tipo de ressalva ou imposição 
aos produtores. No entanto, Gabeira f 
questão de dizer que, entre as liberdades tomadas na 
elaboração do roteiro, duas - a idealização do 
sequestro e a autora do mamfesto lido pela imprensa 
- devem causar um certo embaraço aos demais 
integrantes do movimento. "o ftl//lL'. pareço 
realmente melhor do que sou avalia 
Bruno Barreto e um autêntico menino prodígio. Aos 
11 :inm. k1. CU pnmciro filmc, o cuna-mt:tragcm Trés 
amigos nunca se scparam. que ganhou o terceiro lugar 
tio f-t:srival Bra,itrno d,:: Cint:ma Amador. Em 1972, 
tlingiu s.::u pn11H:1ro longa, Tati. a garota, que 
representou o Brasil no Festival de Cinema de Moscou. 
Três anos depois. fez o filme que consolidou a sua 
carreira no Brasil e no extc:rior: Dona Flor e st:us dois 
maridos. "ão perco as cspc:mnças de: superar a mim 
mesmo algum dia'. confessa. 
Depois de Gabriela. Bruno fez ainda dois filmes, 
Alt:m tia paixão e O romanct: tia cmprt:gada. ante· de 
se mudar para Los Angele. J os Estados Unidos. 
tlirigiu Assassinato sob duas bandeiras. O coração da 
justiça e Atos tlc amor. com atores comagrados como 
Robert Duvall e Denis Hooper. Ie de n:comc:çar 
do LC:ro. Depois das boas críticas de: Atos de amor 
rah·c:z as coisas melhorem', acredita Bruno que, no 
momento. está tlrrigindo seu próximo longa. Um 
policial da pesada. no Canad:'l. 
Guaraná Aniarctíca 
Se sada é de

. L 
Secretária Mui icipal de 
implantação de Cursos Superio e em Bel 
1 l .. 
ac 
J( 
l 111 rnn,prnnu,to ,1 11 1.1, 
, t:J•·h 111.,, 11<. 1., Adm,m 11,",,kl 
mao e Trabalho", logo que 
tomou posse, a 'ccretitia 
Muntepal de Educação, 
Pote ora Orlanda l reitas dos 
Santos, vêm desenvolvendo 
e»foros no sentido de vabihzar a 
i,11pl,u1t.1,lO de 11111 l'rokto de 
Interiorização de Cursos 
Superiores (extensão) da 
l niverdade Estadual de :" 1.110 
iroso do Sul- UI 'IVIS - e111 1 kl.1 
V+tu 
('0111 éle nbjcll O, 110 
ult11ll<Hil'I D de Maio a Scretina 
Orl.111d.1 1 reitas dos Santos, 
acompanhada da sua Assessora, 
Professora Maria José iunes Profewora Orlanda Freitas tio, Santos - Secretaria Mun. de Educação 
Corra, reuniu-se com a Reitor., d.1 
Ul;MS. Profc,,ora l.coc.dia 
Aglaé etry leme, em Cnmpo 
Gr.ul<le.omk trataram do assunto, 
na oport1111idade a l'ml'cssorn 
Lco .di.1 mostrou-~c ba,tantc 
interessada e elogiou a i11iciativa, 
oloc.mdo-sc a di,posiçfln para 
colaborar no que for nccc,súrio 
para a i111pla11taç.io de, uma 
etensiodaUEMSem Bda Vist.t 
Depois da n:11niào. quc 
considcmu muito positi, a, a 
retinia Municipal de Educação 
1110 1ro1H,c lu,Lu11e :uiimad:1 e já 
esti elaborando o Projeto t,'cnicn 
pua que hajaa, cibilidade de sua 
i111plantaç:1o no dccorrer do 
pn'1xi11111 :mo. a 1dêiJ é ofcn:ccr 
cur.,os prc...:nciab. no p.:ríodo 
notumo, ,i,anclo pri11cip.1l111cn1c a 
formação de docentes para 
alllarem no cxcrcicio do 
ti 1agi,tério. com Otal apoio e 
colahoração da Prefeitura 
Municipal, que ficará responsável 
pela cedência das salas de aula e 
de fw1cio11:uios. , conci.lir.1çflo 
d :s.S<: l'rojdo ,,..Tj sem dú,icb tuna 
'ai io,a conquista para a área 
<.-<lucacional do nosso !w1icipio. 
princip.1lmcntc para os jo:ns 
secundaristas e professores que 
aincb nio possuem curso supenor. 
princip.1l111entc pelo fato de que 
des n:io 111ais preci,arào ,e 
deslocarem p.1r.1 c,tu,.brcm cm 
outros Municípios. 
Nc,sa , iagem il Campo 
Gr.mdc.aSccl'.l.'ui.11' 11miciraJ de 
Educaç:io Orlanda Freitas dos 
S:uuos. tamlú11 se l'.lUllll wm a 
Pmli:s.--or.1 Dor.icydc Mor.1cs. pro­ 
reitora da UEMS. mantendo 
cntcndimcntos com o objetivo de 
fa;cr com que a partir de ago,10 
011 setembro do coíl'.nte ano o 
l !unicipio de l3cla Vi,ta c,teja 
Lembra àquela demora de suas mercadorias compradas em São Paulo?? 
Não existe mais!!! Cruzeiro do ul, entrega em sua cidade cm no máximo 
48 horas. Ligue já, e solicite a Coleta de sua mercadoria, pelos ~(011 )608- 
3989 ou ~(011) 292-9296. 
1
ossa filial está localizada, à RUA 
12 DE SETEMBR0,994 - Vila Guilherme - São 
Paulo/SP. Ligue e solicite maiores informações! 
unI + 
JJRI A{., J>ró-!(cuon I de 
A untos Acadêmicos- aos 
Pote ores, (;(;!TI o objetivo de 
trk.lhor,trcd,; :rot.rwld.: .. no 
n .. b olts. 
V,.J • kn,hrar também que 
mi mê, de abnl deste ano, a 
Secretária Murcipal de Educa,k» 
J t 11'1'1.I nLu,udo umk1:.J, Lolll a 
U:-..ID! Ili' (l m-:rsi,lkie p..1r.i o 
r>...--..:mohi1m:11to d,> l:St.tdo 1J.: 
1', bto (jro~',(J elo Sul e e.Li ll<'gJ'lo 
do 1'.111tan,d) lc,,mt.indu 
infomações com vistas a uma 
possivel implantação de euros 
superiores oferecidos por e: -...1 
l lni, crsid.1dc, cm nos,u 
Mwi1cipio. 
/ S<.'C11.:LUÍ.l /1.twiicipal dc 
Educação t.1ml>é111 ji manteve 
conwto com o Secretário 
:'-.1w1icip.lldc EclucaçJod.J ,ilinh.i 
cidade de C;u-c1col. Pmf<.,wr Jo..1o 
Vill.tlba. no sentido de f.vcr oom 
que os Pmli:s.son:s e sccund.JriSL1, 
cl1qud.1 ticl1tlc urnl-X:-m J)Jl11cipt.m 
desse.: Projeto. Segundo as 
infomrnçõcs, o Sccn:t:irio Jo:1o 
Villalba colocou-se a 111te1r.1 
disposição e ji estaria inclusive 
providc11ciando wi1 levantamento 
dos interess:idos cm prc,tan:rn 
curso superior, o que também 
de, cr.í ser feito brevemente em 
nossa cidade pelo sctor dc 
coordenação da Sccrctaria 
MuniLiraJ de Educação. p.ira que 
se po.= ch<.'g.lf a wi1 qu,u11itativo 
Dl ta/na!te, Pe'et; M. ga'te Danas,Is 'steM.tese te 
Su!, uate tis 2t/te: te eo'éa2ap RMI 
I- Cretet !t:as E'Utr 3:; Se/t:. IIMI! 2DOY, r .a 
ir.itnat. re'vete a ervete e 9596, SEVER.NA IHNSO (SC! A, Ato a 
te Sr: Cera, 1'vt J rit; 95 )6. HONRO PEREIRA €MtCu A'a 
ficai, r!rente 2a pereta & 493 
li - CUMPR.I SE l Pl!WCLf-5[ P1;0 Ma, cp:I, 12 ~e 1h o cc 19JI 
OlllH• CI. S!lYA 1111( - fre'e, o M., t ,li 
DfCRfTU f 
0 
UD:'.l/97 lle EJ2 ll' r'il ele 1. 07 
Dsde ta a mtapa ta ete;» te roe tJ [JltrrG J.i. 1 to Cxr, 
lt!wt,fzrb 
O P!e'ta Mtcp2l te Caca, E:tto te M:t Sras: t4 Sul no u te 
alnbu çes zue lhe : wn'e.tas p le ereta 
Art.1' - A [scola fJJn c,pal te Pt É:c'are1' au, Mana t: ar Lunar Puta. 
tu2t3 2 R1 Iet: A'o Ji:, SN',p252 2 &é:zm2: se f:tu Munpai te 
Pr! útclar e t' Grau, João fasé ll te da S/a, !2t2 2Rua Lutn do ferrw a le, te SN' 
Art.2' - Rzvczz-2:t:: ±7 2t:2: e 
ArtJ' - [ste Decrete entrar à em, ,ar na Gat. (e s~a ,.~•.:açáa 
C.r.itcl-MS., 02 de A~nl ée 1.937 
OILMAR DA SILVA lill( - Pr1:e,to Mun,c1,al 
0 
O / 7 
D1lmar da Srlva llrle, Pref1,to Mur..c,,;t de Caracol, Eltz~o le Uata Grmo éa 
Sul, usança t2 2ti(çie: ç.e /te c:'E:e c2z2.. RESGYE. 
1- Conceder l!nas rczula:r.er.larel a::s Serrbes IVAH N[LSQN ROORISl/lS DOS SANTOS, 
lot.to na Semtina Geral r.a l.:r>po ée /...L!,ar A:!:::.n,sL'2lto, r,f. ao per!::!o ée 9:1,6; 
PAULO CtSAR D[ SOUZA YlílRA. ~~:e ce SJürle, la!zdo r.a SeITTl..rll ce Sa:Jce. rei, ªª 
perioco (e 9fv37, LUU AUUNSO CCENE. DOe:2: tz Maças, Jtt; r De2rt2e'2 te 
Obra e Viaçio M:,ca. ref. 21l µErtoéo ée !W.!5; ijlcACIO MUDONÇA, AJLil;r ~e Stmçl:I 
Gerais, lct.1110 na Secretana Ge Sa.:e, ret il!I pe, ido ée 9:136 
li - CUMPRA-S[ e PUBLIQUE-SE 
hço Mun1c1pal. 18 de Ahnl de 1.997 
DILMAR OA SILVA LHT[ - Prefeito M~r.1crpal 
Prefeitura Municipal de Caracol 
PORTARIA 
ta 
0 
043/ 7 
I li'JJ@@OW[f'tí PRODUIO§ liGRO VEIEIUNÁIUOS 
1 FlàBRllfJllillI DO MliM-Bl(HE!M§ C'IDE::NTHAL_ 
1
f- Mi 
,-ses 
® @ .. 
Mato .Grosso do Sul bem 
1 
1 
servido em transporte de carga 
1 
A Loja Amiga do 
, - Treinamento específico/Trabalho acompanhado 
, - Comissão 
Cota pa tua ma aea de uerias 
OE=EE?ECE1OS 	EXIGI OS 
- Condu(:'.10 própria 
- Oisponibilidade 
para viagens 
- Prêmios semanais e mensais 
, - Possibilidade de crescimento gerencial 
; - Setor fechado 
Daremos preferênCJa para candidatos formados em VeternárIa. 
, Zootecrua Agronmrua ou T écruco Agrícola: ou com exper ênC!a na área 
.r 
AGROPECUARIA 
Prcdutns Agropecuários em Geral 
Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria , 
Veterinário de Plantão 
IMPORTADORA E EXPORTADORA 
1'f 
ruornem 
Aos interessados ligar para o Telefone [ tJ 32-5 D 
e falar com Vlamir ou Sra. Llndréa em fmrario co□ercial 
L 	__ -_- - - - = 
do Ca po 
,..-,;:a.._ - 
" 
.,. 
/G@fax:067)439-1234 - Res. 2@/067)439-1933 
Rua Barao do Ladano, 1755 - Ceíltro - Bela 'Jista/MS

Despedida de BELEZA 
SofúdJrp, 
ESFOlfATIVO D.E 
LIMÃO 
da Dra. Laura 
)cariz, contou com a 
presença de mulheres 
de seu rol de amizades 
e foi na residência do 
casal Celso e Mary. 
lota, pagu 
como mandavam 
os castigos. Foram 
muitos e as 
brincadeiras foram até 
altas horas. Como 
castigo até uma volta 
pelo Paraguai para 
que o noivo Luis a 
visse "li11dame11/e 
trajada e maquiada" 
Foi mesmo "bárbaro" 
como dizia Luis 
1/oJdiaJ/G, 
lle/8 
do corrente, 
aconteceu em 
rlraçatuba-SP, 
encontrode rotarianos 
e Sras das Casas das 
Amizades. Foram dias, 
com muitas palestras e 
co11Jratern i:aç-ões. 
Ve Bela lJiJta 
foram us casais: 
Presidente do Rotary 
Dr. Renato de Souza 
Rosa e Patrícia, 
Jvaldo-Estela, Rahal­ 
Marce e Dilon e 
Lenir. 
AHIJik, aPém 
colher de 
sobremesa de suco de 
limão, 3 colheres de 
sobremesa de açúcar. 
A esfoliação renova 
as células mortas e prepara 
a pele para a hidratação. 
Aliada ao limão, que é 
anti-séptico e balsàmirn, 
ajuda eliminar manchas do 
sol. 
Misture o suco de 
limão ao açúcar para 
formar urna pasta. /plique 
sobre o rosto esfregando 
cuidadosamente com as 
pontas dos dedos em 
movimentos circulares, 
insistindo nas áreas 
afetadas por manchas. 
Lave o local com bastante 
água e aplique um filtro 
solar. já que o limão cm 
contato com o sol pode 
causar manchas. 
ESFOLIATIVO DE 
MEL 
• 2colheres de sopa 
de mel virgem. 
O mel tem 
propriedades cosméticas tão 
completas que pode 
inclusive ser utilizado 
sozinho. /plique uma fina 
camada de mel sobre o rosto 
todo. Com a ponta dos dedos 
dê leves batidinhas até que 
seque um pouco. Inicie, 
então, a csfoliação com 
movimentos circulares para 
que o mel penetre na pele. 
Enxágue com água morna. 
do jantar festivo 
foran apresentados 
shows de talentos por 
alguns rotarianos e 
jovens intercambiários 
(rodos estrangeiros) e 
baile com shows de 
dançarinas que animou 
e levantou o público 
presente, cerca de / 000 
participantes. 
• Cientistas 
americanos notaram que 
uma substância encontrada 
no tomate. o licopcno, 
protege contra o câncer de 
próstata ao inibir a 
multiplicação das células 
doentes. Ela é mais bem 
absorvida pelo organismo 
quando o tomate é cozido 
com um pouco de óleo. 
• Entre as fumantes que 
chegam à menopausa sem 
abandonar o vício do cigarro 
é cinco vezes maior a ameaça 
de derrame cm. comparaç5o às 
mulheres que nunca fumaram. 
Pastoral da Cultura 
Atonte.eu me, num vo em céu 
brasleir o. Como eu aprr ventava o tempo 
para ler algo sohre a "Pastoral de 
Conjunto", um vunho, que lera de 
0laia, o titulo do meu lvro, a horas 
tantas; não romtru e gent1lmcn1e 
informou me. "Eu tambóm lenho 
interesse na questão pastoral" Percebi 
que uma vogal • 11111 il em lugar de um, 
• nos separava rrremed,avelmente. E 
antes que ele me embarcasse numa 
unposslvel d,scussiio sobre cabras e 
ovelhas, tente elucidar que pastoral é 
uma pala r a do vocabulário da lgro1a e 
der o que significa. 
Possivelmente expliquei lhe que 
pas1oral pode ser um adje11vo quando se 
fala, por exemplo, de zelo pas1oral, 
sensibilidade pastoral, atitude pastoral 
e assim por dianle. Mas pode ser também 
um substantivo:. Pastoral de conjunto, 
Pastoral operária ou universilária, 
Pastoral bíblica ou litúrgica, Pastoral 
familiar ou da criança... Substantivada, 
a Pastoral significa algo de prático e 
opera11vo (não simples especulação e 
leorial no sentido de elevar a solicitude 
e os cuidados da Igreja a uma 
determinada realidade humana a fim de 
evangelizá-la. De levar a ela, de propor 
lhe não impor lhe, como fonte de 
inspiração e como fermento, a Boa 
Nova da Salvação em Jesus Cristo. 
Nesse sentido, não há realidade 
humana que, por um outro aspecto, não 
seja capaz de abrir•se à Pastoral. Entre 
outras, e de modo puv1legiado, a 
realidade que melhor define a condição 
humana em qualquer tempo e lugar • 
por isso se fala da Pastoral da Cu/lura. 
Culrura, significa o conjunto de 
valores profundos • traços de caráler. 
língua, tradições, crenças, folclore, 
refigiosidade, história e estórias. artes 
• que plasmam a alma de um pais ou de 
uni povo. Cultura refere-se também à 
porção deste Pais ou deste povo que, 
por uma vocação e dedicação especiais, 
consagram seus esforços ao cultivo 
daqueles valores. A cultura, nesta 
acepção do termo, não é 
necessariamente elitista: há uma 
cultura popular como há uma 
acadêmica ou clássica. Hã uma cultura 
artesanal como há uma literária, 
musical. artística. 
A Igreja Catóftca tem uma longa 
tradição de preocupação com a 
evangelização dos homens que ta, _n 
cullura, no sentido mais estreita da 
palavra. Nas últimas dêç;idas, quondo 
surgiram sinais evidentes de uma nova 
idade cultural, de um salto de qualidade 
e, ao mesmo tempo, de uma crise da 
cultura (não isenta de conflitos e 
tensões, de angústia e de sofrimenlol, 
com maior razão, mais clarividência e 
mais vigor, ela, a Igreja, percebe a 
emergência e a urgência de uma 
Pastoral da Cultura e até. de 
da #tara, s pôde rtorcar, a lqrea. o 
compromisso e investir na Pastoral da 
Cttuna. Disto se tatu amplamente e 
com a netcessana profundidade na 
Assembléia Penára de:e Coro de 
que sou membro por nam çã0 de J0uo 
Paulo li. 
A Pastoral da Cultura é una 
eugência para todos os pastores", 
concluiu a Plenária, Razões de ordem 
bíblica. lr?olóyrca, ou friosóf,ca 
sociológica, histótuca, espiritual 
fundamentam e revigoram tal eignua. 
Esta, porém, náo paira num céu de 
reflexões contemplativas mas desce à 
plamcie dos campos concretos e das 
iniciativas práticas a empreender pata 
pôr em ação uma verdadeira Pastor ai. 
Campos concretos (João Paulo 
li gosla de chamá•los areópagos, 
reportando•se eviden1emente à 
dramática experiência de Paulo narrada 
nos Atos dos Apóslolos). a cilada 
Plenária identificou entre muitos outros, 
cinco mais marcan1es, carac1erisl1cos 
das novas s11uações culturais. 
Primeiro, o da educação: 1 amíl,a. 
escola e universidade, grupos formais e 
informais, relações homem•mulher, pais 
hlhos, gerações entre si. 
Segundo, o areópago const11uido 
pelos Cenlros Culturais Ca1ólicos cuia 
importância para a Pastoral da Cultura 
deverá ser mais e mais enfatizada. 
Terceiro, o campo dos massa 
media, que a lgre1a prefere designar com 
o nome mais significativo de meios de 
comunicação social; especral atenção 
deve ser dada à Internei pelo que ela tem 
de positivo e promissor como pelos 11scos 
que oferece. 
D quarlo areópago é o da ciência 
e da tecnologia, enlre as quais a cultura 
moderna aponta com particular cuidado 
a bicética e a ecologia. 
Por último, o campo das artes: 
de um lado milenar patrimônio ar1ist1co 
da humanidade e. por oulro, os desafios 
da nova criatividade marcada pelas 
dimensões da modernidade. 
A elaboração de uma efetiva e 
válida Pastoral da Cultura depende de 
um sábio discernimento a respeito de 
uma inculturaçâo do Evangelho unida à 
evangelização da cultura e das culturas. 
Depende 1ambém da presença e 
da ação dinã!'Qicas de todos os membros 
da lg,eja. É C1!rtamente indispensável o 
papel dos pastores. Mas, nos cinco 
areópagos acima mencionados não é 
menos relevante o papel dos leigos e 
leigas. A eles e elas cabe alinal tomar 
em mãos tais areópagos e fazer que 
sejam alicerces do Reino de Deus. 
"" Uma fonte de estímulos e de 
inspirações para a Pastoral da Cultura 
é a convicção de que a fé vai ás raízes 
de cultura, faz cultura e se faz cultura, 
COICCz ciso«ois 
@@ngee,_CES wZã@l 
%sas, Camisetas, Calças, 
Camsas e cessá&os 
Rua General Samaniego 
(em frente a Casa Brites) 
Esteio Agro veterinária 
Importadora e Exportadora Ltda 
• Atendimento Veterinários I, 
pequenos e grandes animai: 
• Assistência Técnic:i :i F=ndas 
• Grande estoque de Sal Mineral 
• Produtos Agropccuirio cm 
geral - Linha completa de Fações L;:f- J 
ua arão do adano, t l 
TELE FAX (067)439-1167-R439-1746 
Rua Lomas Valentinas,367 
038-221 - Bella Vista/PY 
Coces para homens, mulheres e crinas 
HAALDRE 
EECOOPE 
resentante: 
Uma variedade de Sabores 
4 10&sm 
3l7 $s9se 
e o 
Rua Barão do Ladário, S/Nº 
Nessa arte é registrar as melhores imagens 
%3a Cada:doa e 9cta e 3anca 
7a )a+asma. driversd:a. 'Casamenta 
• 
Av. Brasil,3127- 1° Andar - Sala 06 
2431-5318 PONTA PORÁ