Prefeito assina convênio para recepçã via Satélite da TV Morena em Bela Vis a Prefeito José Garibaldi da Rosa Neto Vereadores expõem t preocupaçao com aumentos exagerados nas contas de energia o ultimo dia 15. cm 'ampo Gr,111dc, o Prefeito Municipnl José aribaldi assinou convênio com a dircçílo d,1 TV Morena, para a implantação ·m bela Vista do sistema de recepção via sutélitc dus transmi,sões da emissora, que é aliliad,1 da Rede Globo de televisão. atendendo dessa forma ao grande anseio da comunidade bdnvistensc, que desde o ano Um assunto amplamente discutido na scss:1o ordin:iria da Câmara!', lunicipal cstascm:m:i foi o awncnto cx::,gemdo do conswno d· energia elétrica registrado nas contas de vários consumidores í.-Ste mi;s., ger,mdo a cobrança de valores extremamente elevados., confom1c exemplos apresentados pelos Vereadores Luiz Alc.xandrc Loureiro Palmiéri, Emando Francisco Gasco e Ayres Cafure, Presidente da Cãm:ira Municipal. Ayrcs sugeriu ao Chefe do Escritório local que solicitasse a presença dos conswnidores que rcgistrarnm casos dessa natureza. para que fosse 'erificado o problema e providenciada a regularização, pois no seu entender, certamente houve erros provocados por alguma falha no sistema de leitura ou digitação das conts. Os Vereadores apresentaram vários casos de contas de consumidores de energia elétrica que tiveram seus consumos que de um mcs pam outro ele, dos à valores simplesmente impagáveis., chc.-gando a sugerir inclusive uma vcrificaçiio cm todos os relógios medidores de consumo de energia na cidade para detectar possiveis defeito·. l or su::i, cz. o V ercador Renato de Souza Rosa usou a tribuna li..l C.imar:i Municipal para dar uma noticia mais agr.id:ívd, segundo ele, alguns casos dessa natureza chegaram ao conhecimento e os on umidorcs forum encaminhados ao Escritório local da ENER UL onde receberam a infonnaç:io que realmente houve erro na digitação das contas, sendo feita a devida n:gulurizaçiio. Por esse motivo sugeriu que todo os consumidores que tiveram problcnus dessa natureza procurem o escritório local da ENERSUL que, prontamente, se dispõe a fazer a devida correção nos casos em que realmente ocorreram falhas na cobrança da tarifa de energia. Fica a informação aos consumidores que estavam assustados com o tamanho das contnS que reccbcr:1111 e que não tinha como pag:i-las. Vereadores Israel Chamorro e Pedro "feio" unem-se na luta por melhorias para o Baim Água Doce Matéria na Pú;!ina - 02 Nove Autorizações de Desmatamento irregulares já foram identificadas pela Polícia Floresta Em trabalho de fiscalização de envolvido nos dias 13. 14. 15 e 16, abrangendo aproximadamente 15 propriedades localizadas nos Municípios de Caracol e Porto !'vlurtinho, Policiais lotados no Destacamento PM Florestal de Dela Vista encontraram nada menos que 06 (seis) autorizações ambientais de dcsmatamentos irregulares, emitidas pela EMADES/!'>1S que, por não constarem de uma relação publicada recentemente no Diârio Oficial do Estado. podem ser fal as, a exemplo de inúmeras outr.JS que vêm sendo Moka quer implantação do Ensino Supletivo em Caracol O Deputado aldemir Moka - PMDD (foto), quer a implantação do curso de Ensino Supletivo de 5 a8 éries apostilado. a partir do segundo semestre deste ano, na cidade de Caracol. Pedido nesse scnúdo foi encaminhado pelo Parlamentar à Chefe do Núcleo de Ensino Supletivo do Estndo, Eva Muria Katay:uro., com a justificativa de que esse Curso irá beneficiar um grande. número de pessoas. principalmente os fun ion:irios públicos que busc:un ascençào funcional. passado clamava pelo restabelecimento do sinal da TV Morena em nossa cidade Em contato com a Imprensa na última segunda­ fcira, dia 19, o Prefeito Municipal José Garibaldi informou que o prazo para instalação dos novos equipamentos na estação retransmissora local e entrada cm funcionamento do novo sistema. via satélite, é de 45 dias, o convénio a un, tm 11111 pra,o de m.:,cs, renovável por igual período caso não haja mante.ti,ao em contrario de uma das partes. A reecpão do sinal da TV Morena Rede Globo abrangera um raio de aproximadamente 25 quilômetros .:m torno do Municipio, beneficiando também os moradores dos sitios, chácaras, fazendas e detectadas cm todo o Estado. O Verdadeiro derrame de autorii.açõcs ambientais falsas vem ensejando a intensificação da fiscalização por parte dos órgãos responsáveis pela preservação ambiental. como a Policia lilitar Florestal. considerando que através desse documento outras irregularidades vem sendo cometida, como a exploração ilegal de produtos florestais e o transporte dos mesmos, cujas autorizações são facilment..: obtidas mediante a apresentação da autorização ambiental de desmatamento. Segundo as informaçõcs do comando do Destacamento PM Florestal, foram detectadas autorizações de desmatamento irregulares nas Fazendas l'>laria. Maria II e Estância 111iranda, no Município de Caracol. Canudo. Morro Alto e Marahá. no lunicipio de Porto Murtinho. Os proprietários das respectivas fazendas foram notificadas à comparecer na SEIADESt1S no prazo de 15 dias para procederem a regularização dos Desmatamcntos mediante a apresentação de um novo Secretária Municipal ~e lducação trabalha pela implantação de Cursos Superiores em Bela Vist8 Em cumprimento a mctns estabelecidas pela Administração "Uni:lo,: Trabalho", logo que tomou posse. a ccrct:iria Municipal de Educação, Professora Orlanda Frc:itas dos antas, v.:m dcsen'ol'endo esforços no sentido de viabilizar a implantação de um projeto de Interiorização de Cursos upcriores (extensão) da Universidade Estadual de Mato Grosso do ui - UEMS - cm Dela Vista. P:iginn - 07 Unit=icacão dos Valores O Deputado Zé Teixeira (sem partido) enviou expediente ao Presidente do Tribunal de Justiça do Estado, ildo de Car alho. solicitando estudos para a unificação dos valores cobrados pelos Cartórios para o registro das Cédulas e dos aditivos do crédito rural. Segundo o Parl:.imentar. os valores cobrados apresentam diferenças de até 800 por cento de uma Comarca para outra. motivando muitas reclamações dos produtores rurais do Estado. também a popul o d 1 vninha d. ·d Bell Vi Parauat, de a forma Bela '1 t,I p., ., ., llll!l ,r {1 1 l O no» tema de tr nmt, » que e»ta endo implantado pela IV Morena, em parema com as pretetutas Municipais, em substitutç. .o ao antigo t tema d retransmispor torre, hoje obsoleto totalmente ultrapassado Pagina - 02 Projeto. sendo su,pen,.,s todas as atividade nessas propriedades até decisão das autoridades competentes O Comandante do Destacamento PM Florestal local informou também que além dessas seis autorizações ambientais irregulares, outras três já haviam sido .:ncontradas pelos Polici:tis. totalizando nove licenças irregulares que, somadas. totalizam nada menos quc 3.600 (lrês mil e seiscentos) l la, de dcsmatamcntos que podem terem sido autorizados ilegalmente ou de maneira fraudulenta. Professora Orlanda Freiras dos Santos Secretária ,/11nicipa/ de Educação Prefeitura Municipal de Bela Vista Aviso de PPOff'Ogaeão Tomada de Preços Ns 005/97 Tipo de Licitação: Menor Preço Informamos à todos os interessados que p ·rrogamos o prazo para abertura da referida Tomada de Preços, objeto de publicação no DIOSUL de 30/04 '7. pura dia 30/05/9745 09.00 horas no mesmo locnl. Bela Vista/MS., 15 de Maio de 1.99'7 FÁTL10 TRINDADE '.lF.NDES Presidente da Comisslo Permanente de Liitazlo [OI O DAIRO, IERA . Prefeito assina Convê • o ce ,_ çao via satélite da TV Morena em Be a Vista No último dia l$, em Campo Grande, o l'r, kitu l11111,1p,tl Jo '(, trih:ilcli a inotu LIIILl!Ín u,111 .i d1rc~,10 d 1 1 V lnr,11,1, p ,r.1 ., 1111pl,1n1,,~: o cm lkl., 11 ,1,1 du 1,k111,1 d· reepdo via satélite das transmissões da , mtssora, que é afiliada da Kede C iluho de televisão, atendendo dessa forma ao grande .111· d , d I n111t11111d.1tk h,:l.1vi,1cn ,c, qu, dc•,,ta-fcira. dia 17, no período da t:irde. foi rcaliL.:1da a primeir.i reuni:io conjunta. na ceie da Associação de Pcqurnos Produton.-s do Bairro. onde os V crcador.:s lsr.id Chamorro c Pedro" Feio" apresentaram os objcti, os dessa união à quase uma centena de morndon:s do / gu.1 Doce. que se fizcr.1m pn:s..:111,,s. Na oportunidade também foram trat.idos de , :írio • a;,suntos de interesse daquela omunid:ide. sendo que algun <;.saltaram que apesar d • s.:n.:m de partidos Prefeito José Garibaldi da Rosa eto quinhcnt(h rc,1i,). lk"·' lurn1J. nu" 1 ud.1dc (1,ls,11·:1 a contar 1101 .1mcn1c. dentro crn t>rc1 e com cs,,· import.mte m.:io de lomun1l,1~.í11. diti.:rcnte,. um da oposição e outro da situação, estavam dci,ando a, dikre11ça, p.trtid:tria., dc lado para trabalharem em conjunto com :t h,oci.1ç:io de toradnre, cm prol da Comunidade do Bairro Agua Doce como um todo. 1tkia que também prctcn t:oncn.:t;csem pról dos mais diversos Segmentos da comunidade belavistense. salientando que as Ji!'cn.:np, políticJ ereira de l 972 • FundJdar: lva!da ?areirn Diretor Editor. lvJlda Pcrtira • Diretora•Administrativa: Maria Estela Velásquez Pereira Redatar. Ub,ldina Rodrigues • Reparlagens: João Carias Vellis:;ue,, Kener Lopes Leite /Caras!A • . Tor.inho Ruiz e rJelscn Fue..s Júnior {PortQ Murtinho) e i::tcr Hssa esses Preca e. "" Awa!os Uardir.lr. Propriedade da Cri fita e f~;tara A;:a • CGC-MF 03.20 l.256:0001 90 m;,o '" nd eJ Administraç5tJ, RedJç,ão. Crãfica. C1rcutaç-:fa ll Dep:irtn:'!lent:, Co:TI.!rciJt: A, cnid:i Tr·b d , 439-1410- FAX(06) 439-1514 -Cais Posta! 23 - FJ>· ·9 '60-000 [l ; ~'.'_3 :, Frontrini..56-l - 1ir [067) JARDIM: Ruu 14de ai6, 342-251-169e ±Pra H ata - Moto Grosso do !sul PORTO MURTtNHO: Rua Cel. Pone - 1ir'.?S7-1 l39 ~de Própri,) BONITO: Rua Monte Cast lo. :,.;• ( étle Própri:1) CARACOL: ,_::mela Br.i"I f:-.~ t • d Pn1pri:1) ANTONIO JOAO: Rua Bela Vista N FIL1,1DO: AURA.fOIU • ADJORI ira JOR AL I IIL A DA IRO.JLIRA Di como o ama IANIOG[AZIA,O ex- retaro pattiulr de lernando Henrique x­ Mint tro da Detorma !rara do atual Governo, hoje Secretário de Agricultura de 5ao Paulo Sobrinho de IO E GOMES DA I[VA autor Intele 111,tl do Estatuto da Terra e que poteriormente lançou o tam!gerado e tadt a] INRi (Plano Natonal da Retorma / J, í ,) lf' l 11 rural era tudo{ l'JI Ili llll li " d amadute 1do p ne te artigo pu ·Paulo do d completamente or 'c às ide!a democráticas Conhecendo de perto as Intensoes subversivas e as baderna: oMSI Frumcil'll C:ra,i11111J FIiho / rdormn nl!rilrln virou, dellnllh•1irnentc, o assunto do modo. Qunsc uma pnlxfio nnclonnl. Por Isso. mais que nuncn, tornn-se necessórlo prechnr bem os concellos e verlllcnr os números que en'olvem ,, problem,itlcn rural brnsllelrn. Pôr os ldélns no lu11or. orrumor o raciocínio. /flnol, quol o dimensão dos problcmos ovrôrlo brasileiro? Todo modismo provoco certo desinformação. É o que está acontecendo agora, o chutometro esta mascarando e confundindo o cabeço dos pessoas sobre o realidade n1iricolo brnsllelrn. O uso de nr11umcntos tortos . e vlclodos. desvinculados dn hoo economia rural e do obnlxo do esperndo. Pode ser por cn uso do nbsencelsrno e da especulnçiio. mns pode ser também em virtude da falta de umn políclcn n11ricolo que eleve o produllvldncle al!ronornln. tornornm-se comuns. Grassam os chavões e ns frases de efeito. 1rnnsformnndo o debate arario numa pobre disputo lde.olÓ'j!lco. O besterol n1trárlo monlfestn-sc. principalmente, a favor do dlstrlbullvlsmo do terra. É compreensível. Aflnnl. todos querem a reforma araria, mesmo que não se salbo qunl. nem como. llá. por conse!ulnte. umn tendência natural a favoraveis aos sem-terra. Quaisquer que sejam ns teses pró-reformo, elos são facilmente aceitas pelo população. Depois do vllorlosn Marcho sobre Brasillo. então, perdeu a graça Defendeu a reforma araria, está certo. Nas hostes dn esquerdo. bosto fator mnl da agricultura poro se ter corto:. A crítico à oll!nrqula O?riirln ntln!C os empresàrlos rurnls indistintamente. Parece que os produtores rurais são. todos eles. lntlfundlárlos. Quanto mais esquento. mais pobre fica o debate. Sempre foi assim. Nos processos de mudança social. perder um 11rnu de rnclonolldode é. necessário. A emoção. e não n rn:ão comanda ns massas. Mas há limites pnrn esse deslocamento da realidade. A exacerbação retórica pode destruir o conteúdo dns propostas de mudança. desmoralizando a tese a favor da democrntl:oção dn terra. No ãnsln de convencer. pora se mostrar engajado, se utiliza a falácia. Bom para discurso. ruim paro n lnlcll',?êncla. 'Vamos comentar alluns raciocínios equivocados que permeiam o debate da questão il!r.'irin braslklrn. Corrll!ir essa postura demagógica significa dar conslstênclo às propostas para mudar o Brasil. Ser radical significa ir à rnl: dos problemas. não extremar posições lnconseqüences .. Existem 184 milhões de hectares de terras Improdutivas no País. latifúndios que não produ:em nada e precisam ser desnproprlndos porn se fazer assentamentos. Comentário: o recadastramento dos Imóveis rurnls feito peJo Incra em 1.992 npontil, realmente, a existência de 184 milhões de hec1ar11s Improdutivos no Pais. Acontece que. desse total de área lmprodutl'il, 34 milhões pertencem o pcquenns e médias propriedades. Outros 100 milhões de hectares se encontram na Amn:õnio. enqu.tnto mais 25 milhões se locall:nm no Nordeste, basicamente no sertão árido. Feitos os descontos. sobram 25 milhões de hectares ociosos. Não é pouca coisa. Entretanto, essa óren lmprodutl'a não se refere a fazendas Inteiramente desocupadas. Mostra. Isso sim. imóveis com índices de produllvldade no cnrnpo. O foto é que. com os estotísllcns atuais. se pode falar apenas num potencial produllvo desperdlçndo. nuncn numn .íreo fisica determinada. pronta poro ser desapropriado. A estrutura araria do Brasil é multo Injusto. pois apenas 2% dos proprietários rurais detêm 56% dos terras do País. Comcnl.Írlos: é verdade que nosso estrutura agrária é uma das mais concentradas do mundo. Mos. Infelizmente. ns es101ístlcos utlllz:odas para quontlflcnr essa distorção siio péssimos. A pior delos advém do cadastro de terras do Incra. Acontece que bon porte das grandes áreas de terra codnstrodns no Incra. especlalmente no Amo:Õnlo. são latifúndios "fnnlosmos", quer dizer. Imóveis declarados sem comproçnção lel!nl. Existem somente no papel Mesmo quando çerdodelros. párte desses enormes Imóveis rurais não expressam o menor sentido, do ponto de ,·Isto produth·o. Siio áreas sem acesso regular distantes de qualquer centro de comerclnllznçiio cobertos de florestas e Ó'j!un. habitados pelos onças. Ora. é um !ronde equi.-oco considerar esses lmó,·els rurais como "lallfúndlos". Eles siio florestas ,·irl!ens ou terras de. mó qualidade e locall:nção. ão siio çerdndelrns árens n1irícolns. Por Isso. é impensavel fazer reforma araria nelas. Exlsti'm 4 milhões de sem-terra no Pais. aguardando a vez de ser assentados pelos programas de reforma araria. Comentário: trntn-se de um número político. poro não dizer m.Í?lcO. O total de trnbnlhndorcs rurais que se ossnlnrlnm na o'j!rlculturn brnsllelrn. seja cm caráter temporário ou permanente, é de 5 milhões de pessoas. Nesse contlnl!ente estão Incluídos bóio-frios. trntorlns. vaqueiros. administradores. operários qualificados e diaristas. Outros 500 mil trabalhadores rurnls são "parceiros". Isto é. recebem sua remuneração em espécie. não cm dinheiro. São. certamente. trabalhadores rurais "sem-terra". Daí. porém. n querer torná-tos. todos. proprietários rurais por· melo dos assentamentos ..-oi uma 11rnnde dlstãncln. Se Isso acontece. dclxorln de existir nssalnrlomento no campo. o que é uma idéia medieval. A crise que senbnterln sobre a agricultura empresarial tornaria Insuportável il fome nos cidades. Outro contingente importante de mão-de-obra rural se aglutina nas pequenos propriedades famlllnre.s. Eslima­ se que existam perto de 4 milhões de agricultores familiares. que trabalham diretamente na roça, Juntamente com seus filhos e agregados. Somam mais de 17 milhões de pessoas, segundo o IBGE. São. na verdade. trabalhadores "com terra". embora com pouca ãren. Ê difícil determinar. nesse contexto. quantos trabalhadores precisam de terra e quantos .. dependendo do tccnolO!la. deçerão permanecer no sitio fomlllnr. Ê impossíçel. portanto. fixar um numero x que expresse a solução da reforma agrária, quer dizer. aquela quantidade de famílias que. as:sentnda. resol'erla a crise no campo. - a Os assentnmencos rural, f ltos pelo 11over110 otual, do ordem de 100 mil fnmillas, silo Irrisórios diante do desemprego causado na agricultura nos dois úl1lmos anos. cujo montante atinge 800 mil trobollrndores. Comentários: Nõo existe nenhuma pesquisa agregada para levantar o desemprego rural no País. Sobe-se, Isso sim. que muitos postos de trabalho foram perdidos com a crise que afetou o renrnbllldode da agricultura apos o Plano real. incluindo a desastrosa queda da cotonicultura. , A dú,•lda. aqui, reside no receito sugerida. Afinal, aos desempregados deve­ se oferecer terra ou emprego? O desemprego pode até ser uma medida do reforma agraria, mas certamente é n pior delas. O empre110 O!rÍcoln é sazonal. Quer dizer. nos safras h.í maior demando de trnbolho. que se esnvlo depois da colheita. O desempregado num momento é o assalariado em outro. No raciocínio idílio. qualquer um pode ter suo vaquinha. plantar uma horto e ser feliz. Mas. nn realidade. niio é fácil ser agricultor e viver do negocio rural. Que o dl1?om os milhões de agricultores familiares. todos com experiência histórica compro ada,sofrendo as agruras da vida. Supor que se resolve o drama do desemprego rural por melo dos assentamentos Sll!nlflca subverter o raciocinio lógico. O seguro-desemprego. estendido no campo, seria mais benéfico. A solução definitiva é a geração de empre1?os. que somente o crescimento sustentado da economia pode ocasionar. A reformo n!r.Írlo é uma forma barata de gerar empregos e enfrentar a crise socln 1. Come:nuírios: os assentamentos rurais realizados pelo Incra têm custado uma médio de RS 30 mil por fomílln. distribuídos num período de quatro anos. Esse custo Inclui o çalor do desaproprl.iç.ão da terra. os custos de lmplilnlaçiio do projeto. as despesas da infra-estrutura e os crédllos de flnnnciomento rural. Representa uma somntórin de recursos flnnncelros do Tesouro. títulos da díçldn nczdrio e financiamentos subsidiados. No agregado. esse valor corresponde ao pagamento de um salário mínimo durante 21 anos poro uma familia. E um valor intrigante. Argumenta-se que o custo real seria menos. pois as lesnproprlações serão pagas pelos assentados o partir do momento de sua emancipação. enquanto o financiamento tem um retorno de 50%. Em tese. Isso é correio. Na pratica. porém. é dlferenli'. Pouquíssimos 11ssen1nmen1os rurais foram emancipados - nenhum dos efetuados nos últimos 12anos. Quanto aos flnnnclnmcntos. durante o período Inflacionário o retomo flcnça Irrisório. no redor de 5% do Villor empr·estado. Somente agora as prestacoes. referentes aos flnonclnmentos recentes. farão algum sentido econõmico. A verdade é que os custos da reforma agrária brasileira são excessivamente clc..-ndos. nclm.i da média indicada pelo FAO • us$ 12 mil/familia. A razão básica é o elevado custo das desapropriações. por cousa dos recursos Judiciais que ..-Iram precatórios nllísslmos contra o 1?0.-e.mo. Hoje. é mais barato comprar r rrns que • - a d propriar ferra upada com pastagem e terra improdutiva ociosa. que pr cisa ser desoproprlndo e transformar em ulturas Com ntario trata-se de ra io rnlo preconceituoso. A ',!ranO COM O DIS­ PO'TO DO ARTIGO 43 DA LEI FEDERAL, N0 4320/ (, ~ . 1) e e E 'T A: -------- Art. 1o - No ermo d Lei Municipal 10 1007 de 02/12/96, fica aberto um crédi to adicional suplemon ar, conforme Inciso III do parãqrafo 1o do Ar' iqo 43 da Lei 4120/64, no valor de R$ 120.000,000 (C nto o Vin e Mil Reais), ao orçamento program do Municipio para 1.997,' ber: 02.00-EXECUTIVO 0'>, 01-!;,-crPLnrí.n Municipal de Saúde 13750212.011 - Mnnulcncão da Sccr •tnria de aids. J.2.5.9 - Ou r<1u 'I'ronnferênciaa ànPessoau. .............................. R$ 5. 000, 00 07.01 - Secr taria Municipal de Educação, Cu I Lurn e D •sporto. 08411851.005 - Manutcnc5.o, Ampliacão e Rc­ forni-:in de' Creches. 4.1.1.0 - Obrns Instalacõcs .. R$ 35.000,00 08421882.010 - M nutcnção das Escolas Muni cip is. 3.2.5.4 - Auxilio ã Estudante.R$ 20.000,00 08462242.021 - Manutenção das Atividades - Desportivas do Municipio. 3.1.2.0 - Matcriül de Consumo.R$ 5.000,00 08.01 - Secretaria Municipal de Viação, 0- bras e Serviços Públicos. 10070212.023 - Manutenção das Atividades - da Secretaria. 3.1.3.2 - Outros Serviços e Encargos . .............................. R$ 50.000,00 Art. 20 - Os recursos para cobertura do Crédito Adicional Suplementar de que se trata este Decreto, correrão a conta da seguinte dotação orçamentária: 02.00 - EXECUTIVO 08.01 - Secretaria Municipal de Viação, O­ bras e Serviços Públicos. 10573161.010 - Construção de Casas Popula­ res e Cestas Básicas de materiais de Cons­ trução. 4.1.1.0 - Obras e Instalações, . ............................. R$ 120. 000, 00 Art. 30 - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições cm contrário. BEL/ VIST/-MS., 14 DE ABRIL DE 1.997. JOS GARIBALDI D/ ROSA NETO - PREFEITO MU­ NICIPAL. Decreto Nº 945/97 - Gabinete do Prefeito - Em 29 de Abril de 1997 t r ,i • 1 r»1n 02.00 - EXE.CUT IVO O J. Ol ,: o. 0}070217.009 da cre ar i ) . 1. J. 2 - Ou ros Sr v 1 •. J ,, r.r • r e .............................. !{· 11.000,00 04.01 - Secretaria Municipal de Fazend 03080212. 010 - J 1nut 1 n,·io du /1. i víd 1d li - da Secre ria. 3 .1.3.2 - Ou ros Servico e Encargos...··· .............................. HS 50.000,00 Art. 30 - E e Decre o en rará em vi tor na data de sua publicação revogadas as disposiçÕl!B 1.:m con r,írio. DE LA Vl STA-MS. , 2 DE ABRIL D!:: 1.997 Jose G/HIUALDl DA ROS/ 1'T.'I'O - PREFEITO MU­ NIC IP/IL. Decreto Nº 946/97 de 13 de Maio de 1.997 JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO, PREFEITO - MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE M/TO GROSSO DO SUL, USANDO DAS ATRIBUIÇÕES QUE LHE SÃO CONFERIDAS E OE ACORDO COM O OIS - POSTO 00 ARTIGO 43 DA LEI FEDERAL NO 4320/ 64. D E CRETA: Art. 10 - Nos termos da Lei Municipal - NO 1007 de 02/02/96, fica aberto um crédi­ to adicional suplementar, conforn-e Inciso III do parãgrafo 10 do Artigo 43 da Lei 4320/64, no valor de R$ 85.000,00 ( Oiten­ ta e Cinco Mil Reais ) , ao orçamento pro - granu do Município para 1.997, à saber: 02.00 - EXECUTIVO 05.01 - Secretaria Municipal de Saúde 13750212.0ll - Manutenção da Secretaria de Saúde. 3.1.1.4 - Pessoal Civil Diarias · . • •• • • • •· •· ·• •• •••••••••••• : •• R$ 5.000,00 3.1.2.0 - Material de ConslllTO ... RS 30.000,00 3 .1. 3 .1 - Remuneração dos Serviços· Pessoa- is ·· R$ 20.000,00 06.01 - Secretaria Municipal de Promoção - Social. 15811852.014 - Manutenção das Atividades - da Secretaria. 3. l. 2. O - Material de Consumo . • • • • ••..•.• •• •• •• • • • .•....... R$ 10. 000., 00 10.01 - Encargos Gerais do Município-SEF 03080332.029 - Encargos com a Dívida Muni­ cinnl. 4.3.5.1- Amortização da Divida Contrata - dn RS 20.000,00 _Art. 20 - Os recursos para cobertura do credito Adicional Suplenentar de que se "DISl'ÔE SOORE A SUBSTITUIÇÃO E CONVOCA­ ÇÃO EM CARÁTER 'l'EMPORÁHlO PARA FUNÇOES DO CE 'I'ES N/1 REDE MUNICIPAL OE ENSTNO E O OU TR/S PROVIDÊNCIAS". - JOSC GARI!3/LDI D/1 ROSA NETO, PREFEITO - MUNICIP/IL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO 00 SUL, no uso ele suas atribuiçÕPs que lhe são conferidas polo inciso VI do artigo 51 da Lei Orgãnica; D E C R E T ] : lt. 10 - Na Rede Municipal de Ensino - poderá haver substituir.ão remunerada na função docente para suprir vaga decorrente de afastarrento temporário de professor, da criação de novas salas de aula durnntc o ano letivo e para atender convênios com cn tidades que atendem ã ~ducação especial nas modalidades de: I - Substituição por período superior à 15 (quinze) dias até .10 (trinta) dias,rea lizada por membro do próprio Magistério Mu nicipal; II - Convocação - por período limitado a cada ano letivo, por pessoa apta ao de­ sempenho das funções !)0.rtinentcs ao cargo. PARÁGRAFO 10 - / rcnuneração do substi­ tuto ou do convocado será calculada toman­ do-se por base o vcncircnto inicial do cargo, segundo a sua fonnacão, obscrvadn a proporcionalidade da carga horária. PARÁGRAFO 20 - Não poderá haver substi­ tuição ou convocação remunerada pela Rede Municipal de Ensino nos casos de ausência do professor por prnzo in feriar à 15 (quin­ ze) dias. PARÁGRAFO 30 - As aulas correspondentes às ausências de até 15 (quinze) dias, se­ rão repostas pelo próprio professor ainda no semestre cm que ocorrerem. PARÁGRAFO 40 - /s aulas repostas cm ca­ ráter excepcional serão remuneradas em vir tude de ausências justificadas ou abonadas pelo (a) Secretário (a) Junicipal de Educa - cão Cultura e Desportos, por prazo não in feriar a 30 (trinta) dias ininterruptos na inexistência do candidato a ser convocado e se ocorrer desconto financeiro, referen­ te às aulas não ministradas. Art. 29 - A substituição ocorrerá nos casos de ausência do professor por período superior ã 15 (quir~~l até 30 (trinta) di­ as em razão de li...:ci,çi ou afasta'lentos previstos em Lei e para frequência ou par­ ticipação cm eventos ccl~cacionais, quando autorizadas pelo (a) titular da Secretaria Municipal de Educação cultura e Desportos. Art. 30 - A convocar.ão ocorrerá nos ca­ sos de ausência justificada do.professor - por periodo superior a 30 (trinta) dias em razão de licença ou afastamento previstos em Lei e para frequência ou participação - cm eventos educacionais quando autorizadas pelo(a) titular da Secretaria Municipal d0 Educação cultura e Desporto. PARÁGRAFO lo - A carga horária da pesso a convocada deverá ser equivalente à do titular e exercerá sua~ funções no respec­ tivo período de afastanento. PARÁGRAFO 20 - Não poderá ser convocada a pessoa: a) detentora de 02 (dois) cargos de Ma­ gistério. b) ocupante de cargo ou e.-norego aue in­ plique e.-n acumulação ilícita de cargos. c) servidor aposentado por invalidez compulsoriarrente ou voluntaria~ente e~ 02 (dois) cargos de Magistério. d) quando a gestante se encontrar con mais de 07 (sete) meses de gestação. Art. 40 - Os valores correspondentes ãs <; ! , r (tr .. ) ' . r > e ir. , >. PAR, a por 1 num ns mo ano letivo - vocação do profissional n pectivo pe- rodo. Art. 60 - /1 COCVOC,1 io do candidato s rã efetuada median e inscrição na Secre aria Municipal de Educação Cultura - o Despor .o, no mês de dezembro de cada - no. P/IRÂGRAFO ONrco - s, r.3 P''rl'!lltid,1 ., ir,3 crição de candidaos duran .e ao ano lo.i - vo, quando inexisir profissionais inscri- os habilitados para atender às necessi- dades curriculares. Art 70 - O candidato deverá atender no ato da inscriç7io os srguint 1'S crt•dito!,: I - Comprovação documental da habilita­ ção; II - Documentos de identificação pessoal e de residência; III - Atestamento médico de que possui boa saúde física e ncntal. IV - Outras exia@ncias que se fizerem ne ccss árias. PARÁGRAFO 10 - Quando servidor munici - pal, o candidato ficará dispcnsano das exig~ncius previstas nos Incisos II e III ", se professor rfctivo, tambén do Inciso I deste artigo. PARÁGRAFO 20 - A convocação do candida­ to selecionado será efetiva rrcdiante ato do(a) Secretário(a) Municipal de Adinis - tração, observadas as disposições legais - que rcgen a mat6ria, identificando o none do convocado, a carga horária, a origem da vaga e/ou norrc do substituto e a Escola. PARÁGPAFO 30 - A convocação do candida­ to selecionado, observará os seguintes pra zos para tramitaçao: ! - Da unidade escolar para a SEMECD 03 (trcs) dias úteis contados do inicio das atividades do profissional; II - Da SEMAD, 05 (cinco) dias Út [ RUA 14 DE MAI0,47o7:ENTR0 ) fi (067) 251-1012 • 251 • 2424 JARDIM/MS DRA. LUCIANA BRANCO VIEIRA Rua Marechal Rondon,638 'iifEsc. 251-1245 • Res. ii'251-1845 Rua Antonio Maria Coelho,S/N° ~Esc. 726-3134 • Res. 2726-2503 VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA OAB/MS 2574-B OAB · 2573 • B (CAUSAS CÍVEIS E CRIMI 1 RUA CUIABÁ, S/N 1S Aí$ CENTRO__ (067) 439- 1290 BELA VISTAJMS DR. ANTONIO F. DO NASCIMENTO Advocacia Criminal e Cível OAB/;I 2809 Residência: Av. Rio Branco,193 Escritório: Rua Dr. Corrêa,706 (07) 287-1181- Porto Murtinho/MS TÉCNICA EM: Anten.:is Parabólicas, Receptores, TV's a Cores. e Preto e Branco. Aparelhos de Som. Vídeos Cassete, etc ... OLEBEN R. RECALDE (CARECA) TÉCNICO Rua Ten. Bernardes,2240 (Em!rente z: zcc te Brasil) ! 3251-1140 JARDIM/MS 1 J a í.Y ajada " importante de seu hm grupo de cinco I2 longo-metragem militante do é enfatizar o drurno squrda resolvem individual de cado dr em prática um um dos personagens rw,crnlo plono. envolv,do•, no Purtc!nc.t•n!C''> no 5l'qu ",Iro. n10vi111c11'.o de• "Noo fiz um guerrilha MR-B, documentário. Trata- decidem sequestrar o se de uma embaixador dos interpretaao Estados Unidos no ffcclonof do Bro~il, lharle~ rcolidode'', ressalva. Elb ick. Em troca, Bruno recorda que qullr '11 a lib rtaçào umrt das p, imeiros d quinze presos dificuldades que pollticos. encontrou pela frente O plano teve um foi a escolho de um final feliz: os presos bom roteirista. foram libertados no Leopoldo Serron, México e o com quem Bruno embaixador, que havia trabalhado em ficou quatro dias em Dono Flor e seus dois cativeiro, solto em pleno domingo de clássico, no porta do Maracanã. O que é isso, companheiro?, livre adaptação do romance homônimo de Fernando Gabeira, estréia em circuito nacional no próximo dia 1 ° de maio. Depois de dez anos sem filmar no Brasil, o cineasta Bruno Barreto aproveitou a retomada do cinema nocional e assumiu o risco de revisitar os anos de chumbo do ditadura militar. Bruno, no entonto, é categórico ao afirmar que não teve a menor pretensão de enveredar por questões políticas ou levantar bandeiras ideológicas. Paro o diretor, 0 maridos, Amor bandido e A estrela sobe, não pensou duas vezes na hora de recusar o convite: es'.ova receoso da polêmica que o filme poderia levantar. Bruno, no entanto, não desistiu e, após ler e reler seis roteiros, quatro brasileiros e dois americanos, decidiu recorrer a Leopoldo novamente. O roteirista de O quatrilho, desta vez, resolveu aceitar, mas impôs duas condições ao cineasta: enfocar o sequestro e analisá-lo sob a ótica de todos os envolvidos. "Não quis saber de mitificar ninguém: nem o tfirp 'ro, nem o esquerdc·', assegura. Depo;- ~e fechar o rote ir .J Bruno começou a cogitar alguns nomes par0 o elenco do filme A c•,cCJlho foi urna das mais acertados e primeiro a se surpreender com a escolha de Bruno. Pedro, no entanto, ressalta que, em nenhum momento, teve a preocupação de compor um personagem que fosse idêntico ao atual deputado federal. "Recusei o imitação. Serio um virtuosismo desnecessário", opina. Ao contrário de Pedro Cardoso, que faz a sua estréia em longas, Fernanda Torres, de 27 anos, já acumula nove filmes em seu currículo. A atriz, que interpreta a obstinada e durona Maria, defende a tese de Bruno e afirma que O que é isso, companheiro? não tem a intenção de levantar bandeiras ou de tomar partidos. "Mais do que e':! uma rt• ~ oluc, r)t1Qfl() I o /tl111r fulo d 111110 questao humana , argumenta Fernanda Torr s, que atuou com prova o maturidade de uma recentemente em geração de Terra estrangeira, de excelentes otorc'i. Walter Salles Jr., A re:sponsobilidodc elogio a inicia iva do de dar vida ao alter- diretor de priorizor ego de Fernando nomes que estao Gab .... ira, por ligados ao hurnor exemplo, ficou o para o elenco do cargo de um novato filme. /lérn de Pedro em cinema: Pedru Fernando, o filme Cardoso, de 32 anos. traz a indo Clóudia O ator foi o Abreu e Luís Fernando Guimarães. "Uma dos característicos do humor é a v,soo critico dos coisos. Nenhum de nós se sentiu fazendo um melodrama", observa. Com orçamento de US$ 4,5 milhões, O que é isso, companheiro? é a mais recente produção da L. C. Barreto após a bem­ sucedida incursão por O quatrilho, a maior bilheteria do cinema brasileiro nos anos 90. A produtora Lucy Barreto observa que o projeto de adaptar o romance de Fernando Gabeira não é recente, mas acredita que O que é isso, companheiro? chega aos cinemas no momento exato. "O distanciamento histórico permite maior possibilidade de reflexão", cou:a pondera. Paixão 11ac1ena1 lG{a'tanas, Alues&cede» CNE aé&, 12,13 • a» @ BC sJsgüu, @3a.ti 1-«GP ddAR. ; TE!l .T, & cg BGgg matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição,225 (067) 24 l -3838 - A.OUJDAUANA/MS --~ ----- - pata os . r ,d 1 t: oteca do m hnton, a cr tanque do fatos."Reusei fazer qualquer corsa que tosse fl lfli,/.1rt.1°. JU li 1 1 Para traçar o perfil psicológico do sequestrado, Interpretado pelo ator Alan Arkmn, erran conversou com Valer HIbnk. a filha do embarador Autor de mais de ) roteiro para o cmema Leopoldo conta que no e preocupou, no entanto, cm jurar fdehdade ao Iro do oabcta Ele for mnto ele.ante ao me der pata escrever o que quisesse. recorda Autor de O que é rsso, companheiro!. Fernando Gabeira se transformou na principal relerénera do sequestro do embaixador americano no Rro, ocorrido em 4 de setembro de 1969. Deputado federal desde 199:'. Gabeira faz questão de frisar que. desde a venda dos direitos do lro, nunca preocupou em estabelecer nenhum tipo de ressalva ou imposição aos produtores. No entanto, Gabeira f questão de dizer que, entre as liberdades tomadas na elaboração do roteiro, duas - a idealização do sequestro e a autora do mamfesto lido pela imprensa - devem causar um certo embaraço aos demais integrantes do movimento. "o ftl//lL'. pareço realmente melhor do que sou avalia Bruno Barreto e um autêntico menino prodígio. Aos 11 :inm. k1. CU pnmciro filmc, o cuna-mt:tragcm Trés amigos nunca se scparam. que ganhou o terceiro lugar tio f-t:srival Bra,itrno d,:: Cint:ma Amador. Em 1972, tlingiu s.::u pn11H:1ro longa, Tati. a garota, que representou o Brasil no Festival de Cinema de Moscou. Três anos depois. fez o filme que consolidou a sua carreira no Brasil e no extc:rior: Dona Flor e st:us dois maridos. "ão perco as cspc:mnças de: superar a mim mesmo algum dia'. confessa. Depois de Gabriela. Bruno fez ainda dois filmes, Alt:m tia paixão e O romanct: tia cmprt:gada. ante· de se mudar para Los Angele. J os Estados Unidos. tlirigiu Assassinato sob duas bandeiras. O coração da justiça e Atos tlc amor. com atores comagrados como Robert Duvall e Denis Hooper. Ie de n:comc:çar do LC:ro. Depois das boas críticas de: Atos de amor rah·c:z as coisas melhorem', acredita Bruno que, no momento. está tlrrigindo seu próximo longa. Um policial da pesada. no Canad:'l. Guaraná Aniarctíca Se sada é de . L Secretária Mui icipal de implantação de Cursos Superio e em Bel 1 l .. ac J( l 111 rnn,prnnu,to ,1 11 1.1, , t:J•·h 111.,, 11<. 1., Adm,m 11,",,kl mao e Trabalho", logo que tomou posse, a 'ccretitia Muntepal de Educação, Pote ora Orlanda l reitas dos Santos, vêm desenvolvendo e»foros no sentido de vabihzar a i,11pl,u1t.1,lO de 11111 l'rokto de Interiorização de Cursos Superiores (extensão) da l niverdade Estadual de :" 1.110 iroso do Sul- UI 'IVIS - e111 1 kl.1 V+tu ('0111 éle nbjcll O, 110 ult11llró-!(cuon I de A untos Acadêmicos- aos Pote ores, (;(;!TI o objetivo de trk.lhor,trcd,; :rot.rwld.: .. no n .. b olts. V,.J • kn,hrar também que mi mê, de abnl deste ano, a Secretária Murcipal de Educa,k» J t 11'1'1.I nLu,udo umk1:.J, Lolll a U:-..ID! Ili' (l m-:rsi,lkie p..1r.i o r>...--..:mohi1m:11to d,> l:St.tdo 1J.: 1', bto (jro~',(J elo Sul e e.Li ll<'gJ'lo do 1'.111tan,d) lc,,mt.indu infomações com vistas a uma possivel implantação de euros superiores oferecidos por e: -...1 l lni, crsid.1dc, cm nos,u Mwi1cipio. / S<.'C11.:LUÍ.l /1.twiicipal dc Educação t.1ml>é111 ji manteve conwto com o Secretário :'-.1w1icip.lldc EclucaçJod.J ,ilinh.i cidade de C;u-c1col. Pmf<.,wr Jo..1o Vill.tlba. no sentido de f.vcr oom que os Pmli:s.son:s e sccund.JriSL1, cl1qud.1 ticl1tlc urnl-X:-m J)Jl11cipt.m desse.: Projeto. Segundo as infomrnçõcs, o Sccn:t:irio Jo:1o Villalba colocou-se a 111te1r.1 disposição e ji estaria inclusive providc11ciando wi1 levantamento dos interess:idos cm prc,tan:rn curso superior, o que também de, cr.í ser feito brevemente em nossa cidade pelo sctor dc coordenação da Sccrctaria MuniLiraJ de Educação. p.ira que se po.= ch<.'g.lf a wi1 qu,u11itativo Dl ta/na!te, Pe'et; M. ga'te Danas,Is 'steM.tese te Su!, uate tis 2t/te: te eo'éa2ap RMI I- Cretet !t:as E'Utr 3:; Se/t:. IIMI! 2DOY, r .a ir.itnat. re'vete a ervete e 9596, SEVER.NA IHNSO (SC! A, Ato a te Sr: Cera, 1'vt J rit; 95 )6. HONRO PEREIRA €MtCu A'a ficai, r!rente 2a pereta & 493 li - CUMPR.I SE l Pl!WCLf-5[ P1;0 Ma, cp:I, 12 ~e 1h o cc 19JI OlllH• CI. S!lYA 1111( - fre'e, o M., t ,li DfCRfTU f 0 UD:'.l/97 lle EJ2 ll' r'il ele 1. 07 Dsde ta a mtapa ta ete;» te roe tJ [JltrrG J.i. 1 to Cxr, lt!wt,fzrb O P!e'ta Mtcp2l te Caca, E:tto te M:t Sras: t4 Sul no u te alnbu çes zue lhe : wn'e.tas p le ereta Art.1' - A [scola fJJn c,pal te Pt É:c'are1' au, Mana t: ar Lunar Puta. tu2t3 2 R1 Iet: A'o Ji:, SN',p252 2 &é:zm2: se f:tu Munpai te Pr! útclar e t' Grau, João fasé ll te da S/a, !2t2 2Rua Lutn do ferrw a le, te SN' Art.2' - Rzvczz-2:t:: ±7 2t:2: e ArtJ' - [ste Decrete entrar à em, ,ar na Gat. (e s~a ,.~•.:açáa C.r.itcl-MS., 02 de A~nl ée 1.937 OILMAR DA SILVA lill( - Pr1:e,to Mun,c1,al 0 O / 7 D1lmar da Srlva llrle, Pref1,to Mur..c,,;t de Caracol, Eltz~o le Uata Grmo éa Sul, usança t2 2ti(çie: ç.e /te c:'E:e c2z2.. RESGYE. 1- Conceder l!nas rczula:r.er.larel a::s Serrbes IVAH N[LSQN ROORISl/lS DOS SANTOS, lot.to na Semtina Geral r.a l.:r>po ée /...L!,ar A:!:::.n,sL'2lto, r,f. ao per!::!o ée 9:1,6; PAULO CtSAR D[ SOUZA YlílRA. ~~:e ce SJürle, la!zdo r.a SeITTl..rll ce Sa:Jce. rei, ªª perioco (e 9fv37, LUU AUUNSO CCENE. DOe:2: tz Maças, Jtt; r De2rt2e'2 te Obra e Viaçio M:,ca. ref. 21l µErtoéo ée !W.!5; ijlcACIO MUDONÇA, AJLil;r ~e Stmçl:I Gerais, lct.1110 na Secretana Ge Sa.:e, ret il!I pe, ido ée 9:136 li - CUMPRA-S[ e PUBLIQUE-SE hço Mun1c1pal. 18 de Ahnl de 1.997 DILMAR OA SILVA LHT[ - Prefeito M~r.1crpal Prefeitura Municipal de Caracol PORTARIA ta 0 043/ 7 I li'JJ@@OW[f'tí PRODUIO§ liGRO VEIEIUNÁIUOS 1 FlàBRllfJllillI DO MliM-Bl(HE!M§ C'IDE::NTHAL_ 1 f- Mi ,-ses ® @ .. Mato .Grosso do Sul bem 1 1 servido em transporte de carga 1 A Loja Amiga do , - Treinamento específico/Trabalho acompanhado , - Comissão Cota pa tua ma aea de uerias OE=EE?ECE1OS EXIGI OS - Condu(:'.10 própria - Oisponibilidade para viagens - Prêmios semanais e mensais , - Possibilidade de crescimento gerencial ; - Setor fechado Daremos preferênCJa para candidatos formados em VeternárIa. , Zootecrua Agronmrua ou T écruco Agrícola: ou com exper ênC!a na área .r AGROPECUARIA Prcdutns Agropecuários em Geral Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria , Veterinário de Plantão IMPORTADORA E EXPORTADORA 1'f ruornem Aos interessados ligar para o Telefone [ tJ 32-5 D e falar com Vlamir ou Sra. Llndréa em fmrario co□ercial L __ -_- - - - = do Ca po ,..-,;:a.._ - " .,. /G@fax:067)439-1234 - Res. 2@/067)439-1933 Rua Barao do Ladano, 1755 - Ceíltro - Bela 'Jista/MS Despedida de BELEZA SofúdJrp, ESFOlfATIVO D.E LIMÃO da Dra. Laura )cariz, contou com a presença de mulheres de seu rol de amizades e foi na residência do casal Celso e Mary. lota, pagu como mandavam os castigos. Foram muitos e as brincadeiras foram até altas horas. Como castigo até uma volta pelo Paraguai para que o noivo Luis a visse "li11dame11/e trajada e maquiada" Foi mesmo "bárbaro" como dizia Luis 1/oJdiaJ/G, lle/8 do corrente, aconteceu em rlraçatuba-SP, encontrode rotarianos e Sras das Casas das Amizades. Foram dias, com muitas palestras e co11Jratern i:aç-ões. Ve Bela lJiJta foram us casais: Presidente do Rotary Dr. Renato de Souza Rosa e Patrícia, Jvaldo-Estela, Rahal­ Marce e Dilon e Lenir. AHIJik, aPém colher de sobremesa de suco de limão, 3 colheres de sobremesa de açúcar. A esfoliação renova as células mortas e prepara a pele para a hidratação. Aliada ao limão, que é anti-séptico e balsàmirn, ajuda eliminar manchas do sol. Misture o suco de limão ao açúcar para formar urna pasta. /plique sobre o rosto esfregando cuidadosamente com as pontas dos dedos em movimentos circulares, insistindo nas áreas afetadas por manchas. Lave o local com bastante água e aplique um filtro solar. já que o limão cm contato com o sol pode causar manchas. ESFOLIATIVO DE MEL • 2colheres de sopa de mel virgem. O mel tem propriedades cosméticas tão completas que pode inclusive ser utilizado sozinho. /plique uma fina camada de mel sobre o rosto todo. Com a ponta dos dedos dê leves batidinhas até que seque um pouco. Inicie, então, a csfoliação com movimentos circulares para que o mel penetre na pele. Enxágue com água morna. do jantar festivo foran apresentados shows de talentos por alguns rotarianos e jovens intercambiários (rodos estrangeiros) e baile com shows de dançarinas que animou e levantou o público presente, cerca de / 000 participantes. • Cientistas americanos notaram que uma substância encontrada no tomate. o licopcno, protege contra o câncer de próstata ao inibir a multiplicação das células doentes. Ela é mais bem absorvida pelo organismo quando o tomate é cozido com um pouco de óleo. • Entre as fumantes que chegam à menopausa sem abandonar o vício do cigarro é cinco vezes maior a ameaça de derrame cm. comparaç5o às mulheres que nunca fumaram. Pastoral da Cultura Atonte.eu me, num vo em céu brasleir o. Como eu aprr ventava o tempo para ler algo sohre a "Pastoral de Conjunto", um vunho, que lera de 0laia, o titulo do meu lvro, a horas tantas; não romtru e gent1lmcn1e informou me. "Eu tambóm lenho interesse na questão pastoral" Percebi que uma vogal • 11111 il em lugar de um, • nos separava rrremed,avelmente. E antes que ele me embarcasse numa unposslvel d,scussiio sobre cabras e ovelhas, tente elucidar que pastoral é uma pala r a do vocabulário da lgro1a e der o que significa. Possivelmente expliquei lhe que pas1oral pode ser um adje11vo quando se fala, por exemplo, de zelo pas1oral, sensibilidade pastoral, atitude pastoral e assim por dianle. Mas pode ser também um substantivo:. Pastoral de conjunto, Pastoral operária ou universilária, Pastoral bíblica ou litúrgica, Pastoral familiar ou da criança... Substantivada, a Pastoral significa algo de prático e opera11vo (não simples especulação e leorial no sentido de elevar a solicitude e os cuidados da Igreja a uma determinada realidade humana a fim de evangelizá-la. De levar a ela, de propor lhe não impor lhe, como fonte de inspiração e como fermento, a Boa Nova da Salvação em Jesus Cristo. Nesse sentido, não há realidade humana que, por um outro aspecto, não seja capaz de abrir•se à Pastoral. Entre outras, e de modo puv1legiado, a realidade que melhor define a condição humana em qualquer tempo e lugar • por isso se fala da Pastoral da Cu/lura. Culrura, significa o conjunto de valores profundos • traços de caráler. língua, tradições, crenças, folclore, refigiosidade, história e estórias. artes • que plasmam a alma de um pais ou de uni povo. Cultura refere-se também à porção deste Pais ou deste povo que, por uma vocação e dedicação especiais, consagram seus esforços ao cultivo daqueles valores. A cultura, nesta acepção do termo, não é necessariamente elitista: há uma cultura popular como há uma acadêmica ou clássica. Hã uma cultura artesanal como há uma literária, musical. artística. A Igreja Catóftca tem uma longa tradição de preocupação com a evangelização dos homens que ta, _n cullura, no sentido mais estreita da palavra. Nas últimas dêç;idas, quondo surgiram sinais evidentes de uma nova idade cultural, de um salto de qualidade e, ao mesmo tempo, de uma crise da cultura (não isenta de conflitos e tensões, de angústia e de sofrimenlol, com maior razão, mais clarividência e mais vigor, ela, a Igreja, percebe a emergência e a urgência de uma Pastoral da Cultura e até. de da #tara, s pôde rtorcar, a lqrea. o compromisso e investir na Pastoral da Cttuna. Disto se tatu amplamente e com a netcessana profundidade na Assembléia Penára de:e Coro de que sou membro por nam çã0 de J0uo Paulo li. A Pastoral da Cultura é una eugência para todos os pastores", concluiu a Plenária, Razões de ordem bíblica. lr?olóyrca, ou friosóf,ca sociológica, histótuca, espiritual fundamentam e revigoram tal eignua. Esta, porém, náo paira num céu de reflexões contemplativas mas desce à plamcie dos campos concretos e das iniciativas práticas a empreender pata pôr em ação uma verdadeira Pastor ai. Campos concretos (João Paulo li gosla de chamá•los areópagos, reportando•se eviden1emente à dramática experiência de Paulo narrada nos Atos dos Apóslolos). a cilada Plenária identificou entre muitos outros, cinco mais marcan1es, carac1erisl1cos das novas s11uações culturais. Primeiro, o da educação: 1 amíl,a. escola e universidade, grupos formais e informais, relações homem•mulher, pais hlhos, gerações entre si. Segundo, o areópago const11uido pelos Cenlros Culturais Ca1ólicos cuia importância para a Pastoral da Cultura deverá ser mais e mais enfatizada. Terceiro, o campo dos massa media, que a lgre1a prefere designar com o nome mais significativo de meios de comunicação social; especral atenção deve ser dada à Internei pelo que ela tem de positivo e promissor como pelos 11scos que oferece. D quarlo areópago é o da ciência e da tecnologia, enlre as quais a cultura moderna aponta com particular cuidado a bicética e a ecologia. Por último, o campo das artes: de um lado milenar patrimônio ar1ist1co da humanidade e. por oulro, os desafios da nova criatividade marcada pelas dimensões da modernidade. A elaboração de uma efetiva e válida Pastoral da Cultura depende de um sábio discernimento a respeito de uma inculturaçâo do Evangelho unida à evangelização da cultura e das culturas. Depende 1ambém da presença e da ação dinã!'Qicas de todos os membros da lg,eja. É C1!rtamente indispensável o papel dos pastores. Mas, nos cinco areópagos acima mencionados não é menos relevante o papel dos leigos e leigas. A eles e elas cabe alinal tomar em mãos tais areópagos e fazer que sejam alicerces do Reino de Deus. "" Uma fonte de estímulos e de inspirações para a Pastoral da Cultura é a convicção de que a fé vai ás raízes de cultura, faz cultura e se faz cultura, COICCz ciso«ois @@ngee,_CES wZã@l %sas, Camisetas, Calças, Camsas e cessá&os Rua General Samaniego (em frente a Casa Brites) Esteio Agro veterinária Importadora e Exportadora Ltda • Atendimento Veterinários I, pequenos e grandes animai: • Assistência Técnic:i :i F=ndas • Grande estoque de Sal Mineral • Produtos Agropccuirio cm geral - Linha completa de Fações L;:f- J ua arão do adano, t l TELE FAX (067)439-1167-R439-1746 Rua Lomas Valentinas,367 038-221 - Bella Vista/PY Coces para homens, mulheres e crinas HAALDRE EECOOPE resentante: Uma variedade de Sabores 4 10&sm 3l7 $s9se e o Rua Barão do Ladário, S/Nº Nessa arte é registrar as melhores imagens %3a Cada:doa e 9cta e 3anca 7a )a+asma. driversd:a. 'Casamenta • Av. Brasil,3127- 1° Andar - Sala 06 2431-5318 PONTA PORÁ