A "- • L t' • , t gência oerca passara a a e Horário integral, das 07:00 às Vereador Ares Cafure - Presidente da Câmara Hospita Arara realiza "Noite dos Anos U tilid d 1fl) matr:.ao Mtm ....%:""... dn Câmara Munlclpnl da última sequnda-felra. dia 02. uma Importante Informação foi dada pelo Vereador João Kallfe. Presidente da Comissão da Câmara Mu­ nicipal que está admi­ nistrando o Hospital São Vicente de Paula. segundo ele. recebeu um + .e "ar Deputado Estadual Robalo Orro A Arara-Associação Reacreativa dos Jmigos Reais de Aquiduu:rna. com o apoio do Gabinete do deputado Roberto Orro (PSD13). realiza no dia 20 de junho, às 22:30 horas. no Tunel Club. cm Campo Grande. uma grande festa de confr.nemi7,1çào: NOITE DOS A OS DOURADOS. A noite que promete muito glamour. será embala­ da ao som do Conjunto Musical de Aquidauana." oi­ tes Brasileiras", liderado pelo jornalista Lima Neto. diretor e editor do Jornal "O Pantaneiro". No vocal, 0 conhecido e renomado intérprete da música popular bra­ sileira, ierpa. Os convites estào ã disposiç:1o no Ceri­ monial da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, com a presidente da Arara. Marilda Qucirôz Arruda. ao preço de RS 5.00 (cinco reais). 3 I, OS NO ORADOS, ECEARA- ' ATOR ~o Jornal Tribunu da Frcnuciru Na sessão ordinária da Câmara Municipal r ,_ alizadê.1 semana passa­ da, o Presidente daque­ la Casa de J_,eis, Verea­ dor José Ayres Cafurc (PSDB) encaminhou ex­ pediente aos proprietá­ rios da Agência Lotérica local solicitando que o estabelecimento pas­ sasse a atender em ho­ rário integral, das 07:00 Zeca discute no interior a sucessão rstdete ta táíiárá ~de ao Governo do Estado aos Colegas que mantenham o decoro Parlamentar Levan­ doemmãos, os dados de pesquisa re­ alizada no mês de abril do corrente ano. pela Referencial Pesquisas. que apon­ tam o seu nome à fren­ te na capital. . Zeca tem discutido no Interior do Estado. a sucessão ao atual Gover­ no. Pág/04 às 17:00 horas, i n i n t erruptamen te, para o recebimento das contas de energia, águ.:J e outros atendi­ mentos que oferece. considernndo que mui­ tos trabalhadores não dispõem de tempo para efetuar o paga­ mento de suas contas ou tarifas durante o ho­ rário em que funciona- comunicando que o Be­ neficência Hospitalar de Bela Vista finalmen­ te foi declnroda de Uti­ lidade Pública pelo Go- verno Federal. cujo pu­ blicação foi feita no Di­ ário Oficial do União do último dia 22/05. Kallfe ressnltou que esse trabnlho para tornar 7:00 hs Deputado Zeca do PT va a qénia Loteria local. Em resposta a pro­ priel,1ri<.1 dJ Agt:11ci.i ·n­ viou corre<,pondéncid ,1 Llm;:ira Municip,li infor­ nwndo que 111ai<, Ullld vez estara colaborando com a nossa populaao acatando a solicitado do Vereador José Ayres Cafure, passando a atender os usuarios dos scus serviços em hora­ r10 intc..:qr,li, dd'> 07:00 as 17:00 horas, desde o ultimo dtd l" p,-..l1u ,1 r,. k,,1 que , 1,1 • J í 1 l l Ili, 1 ~ 111111,h J'llltl llll l abivi, de a nrdu l 11111 o lt ►"1111 11111 l111 11111 d I C .1 1 como por eiemplo d 1t.1u1111.1111luollHlll •il1,1111l 11ti1 do Vereador qu extrapolar u 11111111· ,. p111 t.dt.1 de de, 11111 pt latenat ufa penaltad pode ir da ·,11 ,pcll ,.l,1 !llll alpumas e kes até a ca ado O l'rc· 1dcntc rc p1111tln1 d11l'11tl11 -.cr l,1111c11L11d que l.1111·, uHllU v,'.l' l"llh,1111 ,l ll 01tl·r nu l c~i•,l.1tiH> 11-luniup.d. 1111Jc li I"'"' •.c111pIc c,pcI.I que o ,11111 11Í cl do, debates prevaleça Sq•umlo de. opo,1ç,lo po'Ul, IUL '1Ni.J11W1 UiuutMMa wm'Ui w1t WI>™ eitt qual.quu UlfCj)'Ul de 111~ Gil. pe~w,tMW.I Aeé11t de wtat tds esses ptis, a l)OJ!iba,'Ul(ll 0-WW. 24 kõ'Ulj pa, dü,., dc.iuL, a tds un tia atediuta O 1Kclliôt de !uda é que. a atediuta a duizu~ia e o. qual.que. kMCt de diD. e o. l!IÚ,WJo. é. o. IIUlÚ 'tDjlúLt dll eiclade A 'lhogMia UllJw UOJ!ibo.'llltlL ci.l 18:00 kõ-w. faa a sua wpta e ata. Desde ja ba te. UBS. Cnpatezan a oa,tlm. Iro B¾lli:ro~ccn IJ»lrêú, '150 fi495-'il'19'J.' CGINDCCD ' Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 • Fundador: lvaldo Pereira Diretor Editor. lvaldo Pereira• Diretora-Administrativa.: Maria Estela Vellsquez Pereira Redator. Ubaldino Rodrigues • Reportagens:: Joio Carlos Velásquez, Kcncr lopes Leita (Caracol), André Avalos (Jardim): Toninho Ruiz e Plelson Feres Jünior (Porlo Mur1inho) e Victor Hugo Velâsquc1 Pereira (Campo Grande) Propried,d• da Groíica e Edilora Apa • CGC.MF 03.20.266/0001,90 Adminislração, Redação. Gráfica, Circulação e Departamento Comercial: ,, cnida Tribunn da Fronteira,564- V (067) 439-UIU- FAX (067) 439-15-H • CaixaJ'ostal 23 - CEP: 79.260-000 • Bela Vista- M>10 Grosso do Sul JARDIM: Rua 14 de Maio. 342 -1l251-1669 (Sctlc Própria) PORTO MURTINHO: Rua Cel Ponce S/N". 2287-1239 (Sede Própria) BONITO: Rua Mon1e C>1l.llll~. C: 111111 q•, l. ,, d..: principios e de convii», ma» 11111po,k1110fl''lll11llr,1, f• s,'I<:, vcrb,11, 1111 4uc 11•, •.c11hor.:, cheguem a eminência de p ir1Irc11I p.Ir.I ,h ~IJ•, de f,1h)" ressaltou o Predente da( ',im.lf .1 Mumup.il. ap111,cll.111Ju pJr,I COllllJIIC,lf a todos 0s seus puf€s que ~crJo ado1,1dos o, in,1rurm:nlns 11ccc,">.in"' par.1 coibir certas atitudes que não condiLCITI com o m.rntlalo fll.1B1fl d11 (lJ,' 1 ltf I t,, ti 11llrtl11 l' J1.> i.:1 i•tl Vereadores, mas devemo 1 tl!il.!f pc. l.1 lll ,. :J d .... • de no ,1p~ .. ·rf.:-t,t,.nro, "'· .l.1 1..'/ 11, cm no sa a!u.alo d nutro de «.t (asa de Leis" Aytes (ature encerrou a sessão pedindo desculpas ao publico por alguns excessos ocorridos no poder Legislativo Municipal (1',1r.1 111elhPr 1 c.'tt'1lil11r 1 > r,·, < ajt1r,- .... , ... l.1T..'1..Jl1l...l)ll d) lll• ' leitores, 1formamo que de acordo como Aureh [i(ORO sgmifea de&neta, honra. punJonor. beleza moral fl'SLdt.111Ic J.1 h1>11t' 11.J.,úc e conformidade do estulo cor o ,hlHll1) [Ml@@aw ~u PRODUTOS AGRO VETERINÁRIOS f/lBRlfJOOE DO I1AI/l·BICHEIRAS C·IDE~T·HAX.1 contrata par?a atuar? na ál?ea de vendas Ol=ERECEMOS IElUCD OS - Treinamento espccíficoíTral>alho acompanhado - Comissão - Prêmios semanais e mensais - Possibilidade de crescimento gerencial - Setor fechado - Conduçúo própria - Disponil>ilidad<' p:ir.1 viag('ns Daremos prefurêncta para cand1ddtos formados em Uetermá.r1a. 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Mas há uma obr.1 qm: rei 1110: Cl trés adjeti­ vo.,..: 11i11d,1la11ç:111111 olh,ircon- vincente sobre o período qm: 11 1111,tl111c111e n:lo apare e c111 ltlhd litc1.1tur.1. "/ l{clirad,1 d:1 l .aguna". do.: Visconde de Tnunay, e o 1rabalho em questão. Escrito originalmelle c111 franccs. desde a 6poca de seu lança­ mcnlo dcspcrlil al.:nçào do público c de csludiosos. Seu autor ticou conhccido - pelo mcno~ cntrc os cstudonll.:s - dt:vido it ki111ra obrigatória de ''lnot.-cncia" nos bancos esco­ lares, obra transformada cm fihrn.: pelo cincasla Vallcr Lima Júnior. Agora, a obra-marco de launay ganha uma tova tradu ão e com ela uma edição hem 111.ii, t111d.id,1. que 111t:lui trecho, do d1:'11 ili do prúprio au111r, a111ph.111do .1 di111cn,:iu tio, relato, de combate entte bra,ilciro, c paraguaios, além de destacar a personalidade do c,critor. O lanç,1mcnto t: da liditora '0111p,lllllit1 d.is Lctr,1' e a seleção e tradução são do escritor e professor campograndense Sergio Mcdciros, que atualmente re­ sidc cm São Paulo. Medeiros trabalhou cerca de seis meses até ch.:­ gar ao rc,ultado linal. O tra­ balho faz parle da cokç,io "Retratos do 13rasil". que irá lançar obras comentadas d.: livros, cm alguns casos es­ qu.:cidos. mas dc fundamen­ tal importfü1cia para sc cntcn- • d.:r a história do 13rasil. Já <.:slào cm pre­ paração "Cart,t~ chikn:is", dc Tomús /ntônio Gonzaga, O Jornalista Jvaldo Pereira. di­ retor da "Tribuna ela Fronfcira ", aca­ ba de lançar o seu séfimo livro. JJ o primeiro trabalho do au1or somenfc com COJJIOS • de causas da frontei­ ra. Na Roda do Tereré. reune I o dos melhores con- 1os de Jvaldo Pe­ reira. classifícan­ do-o como um dos melhores no gêne­ ro e111 1Ha10 Gros­ so do Sul. Da obra e do au1or fala ou1ro co111ador ele histórias consa­ grado. o premiado Jornalista oscar Ramos Gaspar. ex­ sccret;írio de Co­ municação do Es­ léldo e awal Dire­ lUr de Rcd,'JÇtíO do Dhírio da Serra: "Assim. na sábia simplicidade ca- "Retratos do lrasal", de Pau­ lo Prado, entre outro História lesta obra, V+conde d..: [ ,JUll:t} lluTT,111111 Lpl ,od10 da Guerra do Paraguai, con­ siderada a mais sangrenta da /.111<:rica do Sul. Seu tema ,io os sofrimentos c a dcrrot,1 de uma pequena coluna brasilei­ ra, enviada ao sul de Mato Grosso para repelir dali o ini­ migo. Sem munição. c,I aios e viveres, cl.1 ousou uma in­ c11rsào ao território paraguaio, mas foi logo obri­ gada a rctroco.:der. cnfro.:11la11- do todo o tipo de obstáculo­ o maior dcks. uma epidemia de cólera. Para sobreviver, os sol­ dados vúlidos abandonarJm à espada inimiga os compa­ nheiros doentes. quo.: eles j:í n.io podiam transportar. Dos 1.680 homcns que invadiram o l'arJguai. apenas 700 voltaram vi,·os ao Brasil. bacia de quem n,ío se arvora a asteróide 110 olimpo das gran­ des liten11uras, Jvaldo Pereira nus diÍ, com esfe Na Roda do Tererc:, além do prazer impagável de seus causas, uma liç;ío exfraordinária de qwío pródiga pode ser a escritura para com aqueles que a encara111 co1110 missão. ,- sublime e árdua missúo de co·n,ar. O que aconteceu e o que poderia 1er acon­ tecido. E esfe ali­ ás, ao ser confado Já se dá por acon­ fCci d o. Por isso, realismo e ficção são uma e única coisa neste livro saboroso•~ Pereira é auror de ourros s livros: Nas Maras do Perdido (Crôni- f)f, 07 JJI. H . H0 Escola romântica ow ole w odsra oba, Mdino» « +Ma u ,ü ) f Rt,J(l(J, 111'/tU li 1 l MA obma ts@utida dr IAay, ltt A uuv «, Abirada a Pau@aqui t itA tt pon tuqufs t liu iwdi,r (hat). Essa orla t, »qdo A»tówio Adido, a das boas piá4ias dt Nos so Ro4aso', Aida st dAA dt pbliaçio, o aballo se lado pla wrsa oltao dA o,,p,,-1,i, tfr I ílllA, S1 IIC,10 Mrdrinos má Qr lutn Aluas viaqts Ao Piral pua olt­ dados sobt '" hd,os d~ lll• ião. O lino twbiw oNti COM UM diclo,Ánlo d., lhGu• vá, laborado pon Iut. "Au,011 d, •o exempbn.-sJc"POlff AS ABERTAS PARA O DESPERTAR"-c::tda exemplar. RS 10.00(dcz rc:ii.>) J' G Dano or Evolução o Direito Brasileiro <,U do vexame que l! I ntendo também. q somente re inta a Justa corut mando-,c por base somente a área comercial. questionamos· qu.1/llos d1cques s:lo apn:sc·ntados an­ tes do prato..- por conta disso, devolvidos como sc estivessem ",cm fundos": quantos cheques s.1o d.:, oh idos pelos 13ancos por cngano.j.i que: o cmi1cnlc tinha provisão de fundos; quantos titu­ los que: j:i foram pagos são pro!cswdos por engano do crcdor. lançando indi:1 idamc111c o oom, das pessoas ao escárnio da inadimplência Tudo isso acont,cia aott:riom1cn1e . .: conlinu:i acontcccndo di::iriamcotc. só que hoje em dia h:í uma scnsi,el e prccios:i diferença: O CULPADO AGORA E:STt SUJEITO A SEN'TIR E! SEU 13OLSO A SL F,L T, DE CL'IDADO E DE RESPEITO FRENTE AO CIDADÃO CO.IUI. 'EJA ELE CO'.­ SUIIDOR OU N,O. .lockmamcnlc. as comknaçõcs por dano, mor.tis, cm St:ndo arbitmd:is exat:11111:nte par::, punir os irresponsáveis, que .:stào sendo atingidos em scu "bolso". que é um "óruão" .:xtr..:mamenle sc:nshel de qu:ilqucr p<.:S!,0'1. e~pecialmcnte se ela esti sujeiia a p::,gar essa conia ::icam:t::icb pda falta de cuidados e de responsabilidade. Quanto ao ':tlor a si:r pn:tcndido na ação de indenização. ao meu 'Cr só cal><: ao juiz da c:msa o s.:u arbitr::Jmento. medi:unc acur::tda e profund:1 análise d.: tudo que estiver no processo, Je­ ,·ando-sc cm consider::tçJo todos os danos e b:ises disponíveis. Em dcix:indo a cargo do livre :irbilrio e convicç:'io do macistrado a incwnbên ia de arbitrar o montante pecuniário capaz de reparar os danos, revela ser um procedimento conforivele d:::monstrando com­ pkta lisur.1 por pane do autor. qu: somcn.c vem a corroborar e d mo11str::1r a grandaa de sua moral. e principalmenie busca .:vitar que a dt-cis:io acabe julgando :ipen:is prnct..-dente cm p:i.rtt: o pedido que foi formulado em valores exorbitantes e divorciados da re:ilid:l­ dc. 'i,to que nt'SSC:S c:iso.s a jurisprudência determia:i o e as custas pro ºl'S>u:ii ·<:os bonor.irios :,d, ocaticios sejam supo~-dos pelos dcm:m l::mtc-s. e oJ apenas pelo culp::,do pela I s:!o mor::tl. Quanto ao prazo de tramitação de umu a ·o des.s::i n:iturez:i. as pessoo.s que :is • t5o promm cndo. ou ns qu • vão promover. d ., m 1:rmui1::i p:i i2n i::ic muitacalm:i. pois nJo h:i,endo a rdo nopro­ ·s, o f ito pode-d demorar até mais de 5 (cinco) :mos p:lI"d fin:ili­ zar.Mas o cidadão não deve esmorecer diante d=s obs::kulos, e de, r:i semp lu1.1r peb dcfes:: e rt-speito de seus direitos. Guuldo Escobar Pinheiro -Ad,·ogado, Praid,mte da As­ :wcia ão dos .-lffrogados de .fato Grosso do Sul. Fone: 726- -1804 - fax 726-3868. JOH. J>i J· HO "l J~IIL RO DE E ERGIA EL 1 ARA BAIRROS DE AQUID►AUA A A O deputado Roberto Orro teve aprovada na , ao deita terça-feira (03), uma indicação que contempla o bairro Chapecó e a Vila Hertolini un Aquidauana, LOlll a cxlc11',i10 d,1 rede dt l'lll'l['i,1 elétrica Ele solicita, através da Mr .i Ui1c10t,1, ao Presidente da Inerul, Valter Pereira a viabilização d.1 ..:x1c11•,10, ro11ick1 ,111do que O'> moradores dessas lor.ilid.iJcs s,10 pci,~oa•, de baixa n.:nda, em sua maioria trabalhadores assalariados, com moradias modestas, as quais só foram t:Olll1 uícl:is, 111.:di.mtt: do.1ç.111 dus terrenos ara <:s do lunicípio de quidauata. O parlamentar tucano reforça com esse pedido, indicação similar dos Vereadores da C.imara t11111icipal, e11t:,1111i11had:1 na sessão ck 12 ele Maio passado, pela justeza da reivindicação daquelas LUll11t11id,1Lks. Para Orro, "hojl:, a Vila lkrtoline, por ncmplo. jú t:onla com a implantaçiio da rede de úgua, t'it:ando para os Sl!LIS moradores na expectativa dl: sen.:m atl!n lu Jílci > l't, r~ll1 eplouq d, t4d.ooptat mn por ouvir ptumiro este do1 l!1.. 1 H 1 1. .. ,- - i is do] , .•. : , t! • d(,. i.: ,Lt' 1/ 1,- o da ler al a em pleno andamento, onde ja to hn11H>l11 • a1,, O [it li, 1l.dilrio p ti .1 un111.1! ,, '" J emprc»asqurwahzst a aal4ao conomtea, Ians'Ia t patrimonial da "' ' 1' 11 l ll : i l.l po, P'rearelli informou qd 0» documento que não esta.am sendo liberados pela l nersul, uh,1rn11,d,, , lr.tl .ili., d 1 ( PI, toram entreues as I6 horas do dia0+, incluaeoont:ato de oestão entre o l tudo de Mato Grosso d Sui e a Eletrobrás. tendo como int,:n ,.:111,·1,ll', li 11 ' 1)1 ', ,.: .1 1 1., rsu 1 "C11lll ,1 cnlr.: ='ª d,,t.:s documentos, no hi mais necessidade de convocar o diretor­ pn:,iJ.:111,.: J.11 n..:1,ul 1 . .:,t,.: primc·,ro mo1111:nt,i''. !,!,tr mtiu o l'r,.:siJrn1.: d.1 ( I' I Os tlq,utad,h I lusn: l sgaib. António Carlos Arroyo. /nihun l'r<:,c<>. '.11,knir L,,h.itlo,:" pn>prlll 1'1c:1r<:ll1 começarão a analisar imediatamente os documentos recém­ chegados a Ci'I. prn ..:nd,, qu,.: 1,.1 reunião da próxima WJ:!llnd.,-kir.1 (IJ9 J. i terão condições de estabelecer quem serão as duas próximas testemunhas para falar sobre emissão <.k açô,.:s,: J,.:h,:ntur,.:,. BilEll.A'li'Ó i' r):!~t> fc:J.:ral..: t:1Jual. munic1p.1I. distrital ou territo: 1.il. <., l e t r ô n e a ' ' .... , '" o O V t r l o r a O(eife,. R. '7:?cca(dc {ea,,eca.} TÉCNICO Autcu:is l':ir:-ihúlicas, l!cccplorcs, T'' s :i Cores e l'rclo e l:r:mcu, ,p:irclhus tlc So1:1, 'ítlcus C:issctc Rua Ten. Bernardes,2240 (Em frente 30 Banco do Brasil) 067) 251-1140 - JARDIM/MS 1 q ( Guaraná Antarctíca c> Gste sauo é det ---- -- -- DA FRO. IEIR Jornais capixabas exi!Jem e mprimento da Le· ltrra do douminto apt tntado à Sra. P'reavente do ribwnal de Contas do Espirito unto. Maria l« Vloso Luas (om objeto de ottnhr me e Irbunal aliras ão da administrações publica,, a a »dos Jornais do lnteror do Espirito Santo t 'd1tHI 1 ) l' ,1 A,"0L1,1" 10 H,.1,ilur,1 do, J11r11.1h d l1,lu1or(Ah1,1J 1HI) -Ull fl' j).:llU, 11nr11h: l)h'Pº' uma a4 mais consente, pata que os poderes r 1hlhH' ,,rnn11.:1p.1,..,. l.u111p1,,111 ch:1,"",unt111c º' d1 !'"""'" • ,1.1 ( Oll~lll111,.h> L,1,1d11.,I ~ d,,s lei, 111,. ·11111..h 11111111,,p.11, qtu: 11,11,111 d,1 p11hlu ..• 1:,;u dl' b.1l.1111...l 1 de receita/despesas e dos atos oficiais, 1111111 lu ,, tlnt,:t1h, P<'ll,lfl,I, 1e-,,,111,·õc,. tdi1.ii-. ~ ct, Sendo aos cidadãos impossível alegar o dn .. 11il1cci111c111n da kí pa111 justilirnr ,c11 1h:,1..11111pr1111c11lu. tnn101111t· prrcon11a n Lei de l11ll1dllii,1H 110 ( Údl)'ll C-1>1I. IOflltl·'tC IIIIJ)Cíh)),I lllll,l ,h,,11 fiscalizadora no sentido de garantir que ,,.. p,>.I .... , p11hhc1h dc111 ,1111rntc rn111pr.1111 com ,u.1 ub11l'd,II) de rwblu..·i1r \.'li illOS. / ( 0 lllhl1t11iç,1o d,1 1 ,1,1d,1 do l.,p1nto Snnto h,:m lido , 1r10, tlll~~JI 1111,l"til llt1lur,1 .11) sendo, por, do acesso do yrande publio /d IIIJt>, lei dcH ,·e, publil,1d, llll 1<>,,il 011de vcr,1 'cu, dc,t ,,. J 4 ,e unguem tem direto de alegar eu desonheemento /',,)i, urna, e,. rcu>rremo, ,t ! lei> '-1,11dc, (1) / li - 15 c~ administrativos, all'm 111!IO con,tÍllH.:ll)fhl14t • nrn11d,1do de ;cgur,tllÇJ (/ri 5° I.XIX), d11e110 de pctiç;fo(Art. 5º. XXXIV, a). n1·!lo p,>p11l,1r (/111 Sº. I.XXIIIJ, ltabc,ts d.11,1 (/rt 5º. I.X li). ~u,pcn,,11> do, direito, politicn, por 1mprohilid,1dc ad111i11iw.11i,11 (/r1. 37, par,iµrnh> ,l")" lnfclinnenh:, pOh.111 C gr.,ndc ô llllllll!íll de.: l'rcfe1to< e l're,i,kr11cs da, c:1111.tr.ts /l1111ic1p:u, q11c esUo dc;rc,pcitando o princípio da p11blicid,1de e· ~un rl' 1ula111cntaç:,o cm cada L..:i Oqtân1ca /crcdit.11no'i que c,sa ,iluaç:1o se deve. cm algun, casos, a dc,ittforttwc,1o do ad111111i,1radur público. e. em outros ca,o,. a dclihcr:ida intcnç:lo de dificultar o ace"o do, cidad.io; :, ittfornwçõe, sohrc a situaç:10 financeira e ad111111is1r.11i,a do, óri;Jo, públicos. Outra questão que tem preocupado igualmente n iDJORI-ES e a ABR1JORI é a itt1erprclaç:10 dn Caput do /r1. 2° da Lei X.666/93. que cn11111cra a ati, idade "scn içus de publicidade" como ca:-.o de irH.ti,pcn,á, cl I ic itaçjo. Permita-nos. pois, apresentar algumas considcrnçõcs , i!-iando contnhuir nci;;~c entendimento. 'c:-.sc ,cntido, inicialmente de, c~sc, criticar a diferença entre "ser, iços de ptthlicidadc" e "'deu los de Oi, ulgaç.ln". Serviços de puhl1cidall~1l ou aditi, a capa,c::. de tr.in,111 itir 1111.:11,:,gem de propaganda .tf1 púhlico". , comprcen,;in da di fcrcnça entre .. ,cn iço~ de puhlicidadc" e th ",ciculo:-. de di,ulgaç:lo". l'. pm,. lund:imcnt:i para se interpretar corrc,.'ta111cn1c o An. :?r, da Li:i N.666 93. O próprio rtini,tério da Fa1emb e o Dcpart:tmcnto :-..:aci.m:,,I de Kq_:1-,tn.l C!'> dois tipo, de: cmpn.:sa.., tamhCm têm trnt:i111cn10 difcrencindo. Enquanto :t..!'t agên i::l!, de· publicidade 11,io podem se constituir sob o regime de microempresa e estão sujeitas ao IS .. o jorn.:i.b po km ~e orbtituir ,ob :t tOrma di: micro cmprc:,.J e tl'.111 imunid.1dc trihut:iria. ta11t0 no nhcl feder.ti. q11:in10 no c!',tadual e municipal. (Con,1i111iç:io Federal • /ri. 150-VI-D). Assim sendo, a epressão "serviços de p11blicicladc". co111ida na Lei 8.666 93 dc,e ;er 1111t..:rprc1:1d:1 dentro do arcabouço juridico 11:icion:il. Ou seh, tanto n:, Lt:i S.666'9.3 t.1uJnto no, outro, in!',trumcnto lc:;.ti a pressão "serviço de publicid:idc" têm. o mesmo igniti ndn. Des :1 forma. Q,llL;l Lçj 8.666/93....1ll:.t.umi.n;LL;i !l.lJfr,:Horicdad. • u1.:al.i.li!..c..litl!a.ç,;iJ>. Qllil..lilll ~ • UJ:tl~ llca1.;1 r o• s ' Cl i ç.!.lLll_alllil,S llC!Úl~:úuk.JUUiucinci.;lfil...lllWJki.lla.d.c. Rele, Jnti: t n1J-~t.' c,,1npn.-L"ndcr que o po ter publico pode ptar JXlr monrnr u111.1 e,1rutur~ phlpn., de prcxtu .10 rmbhcu.iri:i. ao ires de ter irizar esse ..ild:lr de saná-los, incorrerá nas penalidades da Lei por ua omisso", Por oportuno, cabe lembrar o que nos ensta o saudoso mestre Hely lopes Meireles em seu livro D1rl'IIP Admi11i,1r:1ti'n Br:i,ilcirn t 15" Fd,,;1,, - P.1-.:.11u X~) ,11ali,.11nln ,, princípio l.'.:m,titucil,nal li.,- Pllhlic1clade tk tdmini~traç:h, Plthlica. o i:mini:ntc :rntur .ttirma que: '.'..O, ·t111>...<:..C.QJltl::tlQ< ·11l111i1úHrnli.l:.1!· llllC omitirem ou desatenderen :Lpubliciil:tilc. necessária, não só deiam de produzir seus gulares efeitos, como e cpõem à invalidação por falta desse requisito de eficácia e 111Qr;tlitl:ul"", Hely lopes Meirelles tambem ,u,tcnt:1 qur.: ": puhlicaç:io 1111, 11ro1lt:.t11iil111k.s.fil1ULJlli.1'Q'l Dt.l. ·i Orginia de ad+ Municipiv' 1 111 11lllh), c:,!->l'h. a:,, Lei!'> Org:inica 111un1cip:1i, normat11~1m e::-.3:lS pllblicaçõcs determinando que sejam feitas ..:m j,1nrnl de circulação local. Mesmo assim, existem 1,lin1n1-itr.1Lh)rc, qut..· ti:rn feito a:- 1 ublic.1çõc, no "l)i,1ri11 Oficial do E..,l!1du". cm contr.idi fio. I,oi,. úlm .i lei Org:mic;1, o que torn.:i a publi..::içi'to lll.ilid:i.. }.!lo:' ,e ca . é impor1ant..: lembrar que o ..:hamJd, "Di:no Oíicial do E,tado" é !tp,·11,1:-, o vrgão oficial editado pelo poder Executivo l: .. ,t:1d11.1I. n.1.) t.:n Pódc.:r Lq;.i:--lati,o l,t.ad11,11 .... 0 p 11di;r Judici.1rio h:-111 t.1111bCm. l---:id:1 qual, seus próprios órgãos oficiais de divulgação ( umpre ainda ressaltar que os Municipos ti:m .,ui.lllomi;-i p(}li1,..:o.:idmini,1r.!li,a i: fi11:-1nccir.1 I.", por isso mesmo e que a onstituição Federal d!.! '9$ lhe outogrou o direito de promulgarem sua» leis orgânicas. onde ene rnlrJ-,i.: rcg.11l.1111i.:n1:1 h , . Ll inp e ',i assegurada na heteragenedade dos veiulos de d1, uli,;. '"'! ). 1 k,. ec di:íl..l,ilf1 u,trl.' pela trad,ao, qualidade, circula.io ,rn. Ili• l'f11,rn.1rio,. ll.1)1 n1,) e tipo de 1111d1.1 (J•>r11,d, rei i,1,1, 1aJ10, 1 V, ,.111 d,1<1r l'IC:). o que u, ro1 u.t ,ck.ulo~ c,>111pfct.H11c111t' dltllltll) 110 mlH,.:iéo, c..1ct1 11111 (.Olll c.;;u.1i.:ttrt ll..:,h própri,1'. in, 1.1hil11 amh, .1 compt...·tu;:io dfrl'l,11.:1111-: de'. Como a p11bl1cid,l(k do poder pubhu1 de,~ <."Tllprc 11..·r c,H,llcr c, ~c.:g111i:ntn~ d.1 ,1..lf..:1cd.u.li: hra,ilcir:i rcl'orrcm a atos ,eicuhh ti~ dl ulg:u;;io para ,aci,1r a nccc~,,d:idc de rnf,n111a~,·,e:::,. ,,1111 ,e chi tambt..~m no) munieipos do interior Por isso, realizar licitação p:ir.1 ,..:kcio11ar ;1pe11~,, um , ekulo de d1, ulgaç .. io. para a ,cicula~;1,, (, Qj (111, 1ahd1dJdt de C1 'l>J'<:111,,ll') Por f11n t..1rn1ptt.: ,.d1lnt.1r i.jlh," m, ca o J 1 ruhll .. J,50 L.I.I ltl l" ~t!Ch oltt...lJI (dt'Ut111, portaras, balancetes, ct.), a publicação devera ser l"lllprt <.:ni l,.{ lhOU.llh.1,1 .Olll <' que prul'lfU,I .1 1 CI Orr?,ini...,1 de cada Mfumeipro, mluse quanto a forma de contratação do vetulo de dulgaão A,,1m '->dll..lü,, i111th rcquc11..r a' l ,a 1) Que ,, 1 rtbttnJI de ( tc,to, e di,11111.1 l.'.01h1dcr.1çju_ ,lt:11(1.h.tlllt:llte. Clt-iton (;umcs • l're,xlcr cm:ma do povo, que o c,cr"Cc por 111cio de R.'prc.,cntrnte-, dci10, ou dire1:11nt..·ntt..'. no"i lcmHh Jc,...l:1 Con-,1it11iç.io" "C F. Art. 1'' Par.ig.rati..) l'ni..:o- O llr.:1.,il, i,c hoje cm Rcg1mcdcmucr.11icuondc opo,C't..""'Colheo~ !.!O ~mi!nt~ que vão gerir os destinos na n:,ç..io e o, n.'Cllí"tO., lll'~c:-. .... 1rith ao ",t..·u engrandecimento. A n:prr.::-,entati, id.t d!,;.inica ..... Parágrafo único - Os atos Municipais que produzam efeitos etemos: :ri publiado, noórg.Ja.ofrcbl do t1un1c1pm0u d:t ':~?e i.i3 n ·bç.:i0 municip.11 e: mjon1:il 1 .il ou da mi rorregi:io :i que pen.:n-:.e:c. ttJ falta dele cm ed11al que '>t:r.i afi,ado m _ ! • d.t Prefei1t1r.:i e C:im:,ri "Dc,1.1 fonn:i. no 5mb:t,, dos lurnc1pio , a publi id.idc dos atos da administração deve ser rc:iliud:J nào!tónoórg.1oofi i.ldediu!g:1~iom:t'lf.:mbta nonna Constitucional. porém, não di,pen'1 :i public~;~!o obrie:uó;b cstal'x:lc id..1 em n rm. epeviais. tal como ::iqud, prc, i--.t:t:, 1w1 Lei n • X.666 93. cm rcbç5o ::15 licitações e contratos Existem atos que: JJlr ~~~~iç:Jo k-g.:,:l d.:, "O ·r puh!1..:::~J0~ J ... -....:.1 ou d .. 4u.:b fo.nnJ ou n.:-..u u 1u~1tk.lt.: m..:-1," ,!;;."d:, ul,:; .. ç.:.!o. pt)n.:1lt n.10 h., norma Fed ·r.11 u E 1 ... Ju::1I u~ di~ iplm..: n nom111:1!J de :i.t :-. que c.cr;im c:f.:itiJ.) ~,tt...·mo~ Por i'.)t""l. no..,~ !1mic1pi(l'.'1,.., Je, c:11 ,.:r :1n..1lb.1d:b as normas legais locais que disciplinem ::i p.t.b!ici.bd.: dos atos não descurando, p :m, da observância d .. • c11mpri::1C"nto dJ..c,. l.:i> m.1iorrs.. mo :is Cou::-.ttt!..li .. o Federal e Estadual. a Lei n 8 66693• dentre outras que regulem a prática efetiva da publicidade como norma fel±iue!é±skk sls nãos pubieos JOH.',L'IHJB(. 't D, J·HO TEIA 0607DL J HO DE 1097 P (,i -O(, Câmara é Notícia e Informação C,S/ DO AHTESÂO l1 NICIPAL Hmn A oPrteno Mu wipal. apre ·nt da na ,,,, r, ! ,,.1C1p il 1, 1l11., J, i.11.1111111 11 1, 1 " 1 d, .Ili,, V,r, li,r, 1 bel de More Pinheiro Murano (l·I I ) reindicou a ena,ão da .i 1 do A11, lo 1uruupli, on demando a ex I • ,,,i,1 L lrt no, , L il i 1Sagem Jos 29 anos de fundlç:lo d.1quele c,mccitu:ido .:,rgJ<> de imprcns.i. A bancada do PMD13 e do PT na Câmara i!unicipal também encaminhou uma Moção de Agradecimento á Deputada Fcdcr.il ivl:irisa crrano (PMDB) pela viabiliz.:içào de recursos para a construção da creche Irmã Angclina. no Conjunto llabitacional Dr. Ely de Jraúj,J Barbosa (Vila Cohab), "que j:i se encontr:1 em pleno funcionarrcnto. proporcionando is crianças, profrssores ·e funcion:irios ma or conforto no seu dia-a-dia. A creche Irmã Angclina é hoje uma das maiores da região. graças ao empenho c dedicação de V. Excia .. que. sabemos, tem um carinho todo especial pela nossa cidade", diz a integra da Moção. RECUPERAÇAO DE PONTE Em indicação ao Prefeito Municipal. com cópia ao Eng. Chefe da res1d~ncia local do DERSUL. o Vereador Getúlio Lino Filho - PFL (foto). solicitou que scja executada com a máxima urg.:':ncia a rt:cuperaç.:io da ponte sob!l'., • rio Piripucu. que demanaa a região das Caieiras. considerando que a mesma se encontra em péssimas condições e dentro de poucos dias poderá scr interditada se não forem tomadas as provid.:':nci3S neccss:irias. • VEREADOR ISRAEL CHAMORRO O V ercador Israel Chamorro da Rocha - P:--0DU (foto). foi autor d,· várias indicações cndcraçadas ao Prefeito 1lt,nicipal José Garibaldi. onde reivindicou a cxccuç:io de diversos serviços. conforme mostramos na sc:qu.:':nci:i: - Dcsapropriaçüo dos terrenos números 09. li. 13. 1-l. 15. 16 e 17. d.: propri.:creirJ. par;ibeni; .. rnJo-o pdo !JnçJrncnto de nuis um li, ro, o sétimo de sua <.:Jrrc1ra di: escritor. ,knornin:1do "!, !{()!), IJO 1 ERERÍ:" "Este cidJdJo bd;1, 1'lt:n,e por ;,Juç.io e mcrcceJor de nossos aplausos. pois além de editor chefe do Jornal Iribuna da Fronteira. um Jos m:iis <.:onc..:1tuJdos do nosso E,ratlo. tJmbém é um grande escritor, estando as vésperas de lançar a sua oitava obra" ass1nalllu o 'crcador cm su.1 loç.1o CONSTRUÇÃO DE !JURO E CALÇADAS O SIJJTED Através de indicação encaminhada ao Prefeito lunicipal. o 'ercador lldefon,o P1ohc1ro - l'SDB (fopo). solicitou que sejJ d.:terminado à Secretara ;!unicipal de Obras ,, fornecimento de mão-de-obra para construção Lle muro e calç:idas na Sede do Sl;ITED • Sindicato lunicip:il dos Trabalh:idorcs em EducaçJo - considerando que a entidade oJo dispõe de recursos para a execuç5o di:ss:i obra, que se faz " bast:mte ncccss:íria pJr:l maior scgurança e comodidJde de seus associados e do p:itrimõnio da mcsm:i. INDICAC:ÕES VERBAIS Vereador Pedro Martins Pires. Reivindicou ao Secm.i_rio iluoicip:il de Obras a recupcração da rua que c_ruu cm frente a residência do r. Sim:'io Ris:ildi. no bairro Agua Doce. segundo o Vereador. provavelmente há um , aza_mento de :igu:i no encanamento que cruza nas proximidades, provocando um:i gr:rnde umidade na ref.:rid:i rua, mesmo nos dias de seca. . Vereador Ildefonso Pinheiro_. Pediu ao Prefeito Municipal que de1crminc :i isc:nç;io do pac:imento de JPTU PdaAP,E-As oc·1° õodo P • A • -d · ' .. "+• 'ase mos fos Excepcionais • de Bela Vista, salientando que o pr 'dio onde e,t:'i in,inbJ:i a entidade é ·edid gr:ituitumentc pelo proprietcirio ~ n d: 1 maus justo que beneficiar a mesma com essa isenção. Vereador Ernando Gasco . olici1ou ao Prefeito -lunicip. l José Guribaldi que d.::tcrmine n constrn ão de um 1 mbr::do cm torno da Escola ilunicip.1I do Assentamento B;irr:ido 11:i. L TRI',A DA FRONTEIRA Teoot IBle mudanças na Lei JOH • ral ''f-cre a lógica e o bom senso que um Covemador dispute SIJ3 reeleição permanecendo no cargo e que, para se candidatar ao Senado ou à Câmara, tenha tpue se desincompatibilizar" () s 'llétdor Kamez Tebet (P'MDI­ MS) pediu ao Congresso Racional a reformula ao da legislaçao que regula a~ incl •gibiliclades e n s cle<,inoo1 npaLibilizações, até o próximo dia 03 de Outubro. Como disse o Senador, sua intenção é corrigir as distorções provocadas pela aprovação- que considerou virtual­ da emenda constitucional que permite a reeleição para os cargos executivos, nas três esfera de Governo. Entende o Senador que a emenda da reeleição não abraça a atual Lei Complementar 64, que trata das inelegibilidades. Ele de tacou que seria um contra­ senso manter, por exemplo, o impedimento de candidaturas de parentes até terceiro grau de ocupantes de cargo eletivos: "Custo a a reditar que um Governador de Estado possa ser candidato à r eleição e um seu parente não possa ser candidato a posto do Poder L gislalivo". Na sua opinião, "fere a lógica e o bom senso que úm Governador dispute sua reeleição, permanecendo no cargo até o último dia de seu mandato e que, para se candidatar ao Senado ou à Càmara, tenha que deixar o cargo por seis meses". Em aparte, o Senador Júlio campos (PFL-MT) concordou que a emenda da reeleição não prevê a desincompatibilização e sugeriu a elaboração urgente de uma nova emenda 06 07 DI 1 '·HO Senador Ramez Tebet constitucional regulamentando a Lei das inelegibilidades "ou acabando, em definitivo, com ela". {oro"tu.si ea.@ ---- _, ILTON HORA ,veornsto• ires»nacos ][ =I)# - 1 o « sol s" :J RUA ANTONIO DIAS ADORNO, 93 -TV MORENA -V (067) 741-5002 FAX - 741-6085 - CEP 79051- 030 - CAMPO GRANDE - MS - BRASIL Edital de Proclamas Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Registro Civil desta cidade e Comarca de Bela Vista/M., FAZ SABER a todos quantos o presente Edital de Proclamas virem, que apresentaram os documentos e;,.:igidos pelo /rllgo 180 do Código C1v1l Br.i.silciro. Incisos J.11. lll e IV. e pn:tcndcm se= no dia 27 de Junho de 1997 - CLAUDIOMAR DA ROSA BARRETO e EM[DIA CENTURIÃO DIAS, brasileiros, solteiros, residentes e domiciliados nesta cidade: ele, natural de Jardim MS., eletrotécnico, filho de Remicio 13:lm:to e Mareina da Rosa B:urcto: ela. natural de Ocla Vista- IS .. lides do lar. filha de Felisberto Dias Arrua e evcrina Lopes. Bela Vista/MS., 02 de .Junho de 1997 .IANILDE ROSA DOS SA 'TOS - Oficial:l Indicador Profissional 1.A, BAMBA, Sorvetes Finos Una variedade j@ia de sabores D Ldz Carlos Poitvin Prira • Campa-se Cana, Éa, %ado de 'aaa e ada de Vaca Avenida Brasil, 1.046 1 [2a495-1240-CARACOLUS] Melhor Sorvete da city Sistema Selv Service Rua Barão do Ladário, S/Nº Frente ao Posto Nacional Bela Vista/MS EDITAL CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL EXERCÍCIO DE 1.997 O Sindicato Rural de Caracol, Estado de Mato Grosso do ui. em· cumprimento ao disposto no Art.605 du Consolidação das Leis do Trabalho - CL T, vem pelo presente Edital comunicar aos produtores rurais classificados como Empresário ou Empregador Rural. de acordo com o An. l º., inciso 11. alineas "a". ""e "e" do Decreto-Lei nº 1.166 de 15 de Abril de 1971. que a Contribuição Sindical Rural. para o exercício de 1.997. tendo como base legal o ar.579 da CL T. será cobrada por meio de guia de recolhimento expedida pela Confederação {acional da Agricultura - CNA. com pr:izo de Vencimento cm 30 de Junho de 1.997, podendo ser quitada, até essa data, em qualquer estabelecimento integrante do sistema nacional de compensação bancaria. Caracol-MS.. 22 de Maio de 1.997 WILSON FERREIRA LEITE [ADVOCACIA DR MARCUS A RUIZ "KA AY l3ARE· TÊ" CA SAS Í EIS 1:.· CR/ilf/NAJS CO VTRA TOS - E 'ECUÇÕES 067) 251-l012 e 251-2424 ------ JARDIM/MS huem tem o ideal nas Estrela sa nas pedras e ndo sente" T ADVOCACIA DR. HÉLIO TADEU RUIZ (CAUSAS CÍVEIS E CIUMI AI0 Rua 14 de Maio, 470 - CENTRO (067) 251-1736 - JARDI1Vl/MS _:t__ADVOCACIA -=-- DR. MÉl.10 Rl!JIZ '.A CÍVEIS E CRIMI (067) 251-1012 - 251-2424 JARDIM-MS ~ ADVOCACIA --=- DR. A TO IO F. DO ASClll-fENTO Advocacia Crilninal e Cível OABIMS 2809 Residência: Av.Rio Branco, 193 Escritório: Rua Dr.Corrêa, 706 (067) 287-1181 - Porto Murtinho/MS 2T ADVOGADAS VlLMA DA SILVA OAB/MS 2574-B VERA LOUREIRO DE ALMEIDA OAB-2573- B CAUSAS CIVEIS E CRIMINAi RUA CUIABA, S/N - CENTRO ~ (067) 439-1290 - BELA VIST A/MS [Avo&Aos DR. JOSÉ ATANÁSIO LEMOS NETO ORA. LUCIANA BRANCO VIEIRA E e. 726-313-t - Rcs. it 726-2503 Ce.l. 981-6.397 - Cam o Gronde-,1S .JOH 't J), l·HO. TEIRA J pelos laços matrimoniais 111 /1/1 n1, / 11111 a filha do li· al Eduardo e ,f 1111 I 'O, 11rl: ,, /.1111 /•,·111<111.!o. ji/1111 de .hu111 Ramón e Gloria britez, no dia li,/" 1110111 d '(nainonua religiosa foi oficiada na lreja M Auxiliadora, em Hella Itsta- Paraguai, que es­ /cm, ti,·, lltcl(/<1 U,/11 IIIIIÍ/11, (//'• "'"Í"' dcjlon•, 110111rni.1 flora receber os noivos, as lindas ir­ mds daminhas RC'll(l/(1 <' OI gemeas Laura e Luiza de So11- za Roa, os elegantes padri­ nhos e centenas de convidados! 9nds as cerimónias civil e religi­ osa, foi oferecido ao, mui. ÍII· timo, 11111 ju11/ar no Clube Eelavitese .!o r/uh,• ,frcoratlu cvm anjos e arranjos florais, os noi­ 'tJ e .,ui., pai., l't.'C'cbiam os C"lllllf1flll1L'IJ/(), I }las mesas lembrança decorativa, anjos pintados por lr:ide Raslan (de Cw11po Cirtm.!c). ande decoração do clube com lindos arranjos de flores natu­ rais um bonito trabalho do F/o­ ricultura Rosa de Ouro (de Campo Grande) O ledieiasa janta fico11 a cargo elas Sras.Jacqueline B. Loureiro e Jocmitu B O;.:lwri. bas1ame do­ giado pelo sabor. d tencasas gurçom serviram sabo­ rosu <'lllracla e muito wisky, cerveja, refrigerantes e vinho! dono e, delicias@ bolo, foi feito por Fá1ima Flertas , ui/o gostoso mesmo! 9Zoiua.:ge ou c.iqui cla­ ro, usam-:,c meias marrons e sa­ patos marrons. E tem mais: se vocc estiver de bl.ver m::irinho e calça bege ou cinza, as meias de­ vem combinar com o paletó ou os sapatos. (Glória Kalil - cons.moda) IEM FOR11AI c/1111 aram atê altas horas ao som de um conjunto musical a ud estaca linda m Sí!ll bonito vesti­ do de noiva, arranjo com pliro- • Pesquisa da Universida­ de Stanford com insones mostra que caminh::ir uma hora quatro , el.Cs por semana n:duz à meta­ de o tempo de tortura à espera do sono. E mais: os pacientes passam a dom1ir uma hora além do habitU:11. • Os adesivos de nicotina, são o melhor método contra o vicio do cigarro. Mas um tmba- 1 ho da Universidade do tebraska n:vcla que têm eficá­ cia menor cntn: os mais jovens. Depois de cinco anos, apenas 3% dos fumantes com menos de 30 anos largaram o tabagismo. Entre os mais velhos. 16%. Mulhiersqueligmmas trumn­ JXIS têm 30% t11l.-nos prorobilicbdcs de mom.--rdc incerdeovário. Com a cirurgia. cai a pro­ dução de cstrógcno e progestcrona. A doença toma­ .se menos agn:ssiv::i. • !'da primeira vez mediu­ se o tamanho do estrago que a mebncoli::i pode causar ao co­ ração. Pessoas frustradas e tris­ tes têm o dobro de risco de so­ frer com a diminuição d.: fluxo sanguineo para o coração. • O consumo diário de vi­ taminas C e E alivia as crises de asma. Com 500 miligramas de vitamina C e 400 UI de vitamina E.. a capacidade n:spiratôria au­ menta em 18%.(li-ans.daVejn) 01,'07 DL }l". 'IH) I>L 1007 - o ' NOSS/l tlrte é reLJíStrnr flS 111el/1ores ílÍLaLJlllS %3ai Catada e 9eo e %3arco hata"Jauaismo. 9nwesdo, Casamento . . ' Av. Brasil,3127 - 1° Andar - Sala 0'6 it431-5318 _ PONTA_PORÃ Ética "leiga": grandeza e miséria Luas Card Moreira Neves. O P Por um jogo de circunstJnias históricas f« e prefiro chamar, indo ao fundo das oras. Providência Divina), sinto-me filho de uma certa corrente de pensamento Qual? A que teve grande surto na segunda metade dos anos 40e primeira dos anos $0, no romento em que, jovem dommano, eu me iniciava na filosofia e na teologia A corrente que, distanciando-se das fra­ quezas do imperante existenahsmo, de Jean Paul Sartre, de Simone de lk.1ul11r e. ,tlé certo ponto, de Merleau-Ponty, nem f' r ,w, d0al e social de grande elevação e alnce Para o mal. na mcdtdJCm que, por uma conccpçllo incompleta e in:,ufictcntc do homem, somente na lmhl da sua anunalidadc, a é11ca laica se rcv :la pobre cm humanidade e mais aparentada com a lei dajungla. Uma cultura criçaJn Jc con1radiçõcs como é a nossa • "pcnsiero dcbole", como a qualifica um orbcno Oobbio, cultura do ptO'tsório e do relativo. "cultura de monc", seg indo a dolorida denúncia de Paulo VI e JoJo Paulo li, mns, ao mesmo lt:mpo, cultura arroganlc e impos11iva • a ética se, C duramente desaliada e ameaçada. Uma ética puramente humana e. com maior razJo, uma ética laica mostra-se ~eriamcnte quc-br:iniada e tota.lmcne insuíic1- cnte para dar respostas válidas aos problemas do homem Assim como fknn 0crgson dctccta,·a, no inicio do ,cculo, a urgente necessidade de um .. suple­ mento de alma" para um mund-, já cm convuls~o. assim faz falta hoje um "suplemento de moral" que cubra as óbvias dcfic1ênci35 da ética laica. Este supll!rncnto é o que vem dos dezrnand:,,mcntos, das leis e normas do Evange­ lho e. para quem tem fé. da doutnna moral Ja Igreja de Cristo Se. por orgulho ou por ligeireza, uma pessoa. uma coletividade. toda uma sociedade e urna cullur.1 rcJc11Jm o '"suplemento" para ficar só com uma ética laica, mais cedo ou mais tarde sentirão a trágica indigência cm que esta lC' encontra. cm face dos cnonno:s desafios dos tempos que correm S.lo numerosos demais t muito contundentes os exemplos de uma moral dt.o.cadcnte em pleno vgof m um mundo e e111 uma'" il,nçJo altamente sofisticados do ponto de vista tccno c1ent111co. estético. do lazer ou do con­ fono. A ética laica pode estar bem próxima da_barb;lric (com o perdJo dos bárb:iros se tal confronto lhes parece ofensivo ... ). Lei d:ijungla. barbárie. slo os conceitos que me ocorrem diante de um fa10 recente nos Est>dos Unidos. Chega-me dos meus 1rmlos bispos d,qucla confc:rência episcopal a infonnaç!lo. Leio nas pala, r.i.s deles o sentimento de dolorosa perplexidade com que recriminam ao Sr. Bill Clinton o veto que este colocou, a 10 de abril de 1.996. a uma proposta de lei aprcscntad, pelo Con­ gresso americano. Visava e.s.s.a lei a proibír o uso de uma té-cnic:iJ~ 1mplant:1da naquele pais sob o nome de "pJ.r1ial abortion". Ao que se sabe, tal tecm.a to considerada legal pela Alt:1 Corte Fede­ ral de Justiça cm 1973 e entrou a funcionar cm 1979. Sabe-se que. de um milh:lo e seiscentos mil abortos provocados cada ano nos Estados Unidos. de quinhentos J. mil utilizam o mctodo do aborto parcial. Com todo o horror que msp,ra a técnica., e pedindo desculp15 ao leitor pc!J. crueZJ. tenhamos presente que o '"p:inial-binh abortion" se pr.:itica nos últim('IS meses de gravidez. _sobre fetos prováveis ou ccrt1mcntc viá,·eis. Efetua-se mediante um parto intravaginal parcial seguido da aspiraçJo meci­ nica do conteüdo do cérebro da cri:inça. A pcrvers:lo intríscca do método, vcrd:ideiro infanticfd10, ~grav:i-se com a fundJmcntaç:lo lcg:il e éti­ ca. É que nos Estados Unidos. segundo a lcgisl:içJo vigente no momento cm que uma criança sai complet:tmc:nte do ütcro, tomJ-Sc pesso:i aos olhos da lei: mata-la direta e voluntariamente é um homicídio. Mas n~o é homicídio. nem perante J lei nem perante :1 :iiC'il IJic:1 .. matá-la.. se eb só nasceu parcial­ mcntc (partial-binh); É, ademais - dizem os promotores da técnica -. uma • opcraç~o r:lpid,. limpa. segura. com :inestosia local. sem hospitaliz.açlo - pon>nto. tudo OK. • Um projeto de lei para impedir t>I homicfdio foi apresentado> 14 de julho de 1995 e apro"odo a 3 de janeiro de 1996. Mas no fatldico dt> 10 de obril de 1996 teve o 'Cto pre.sidcnci:il contr.1 o qual :i conferénciJ cpiscopJ.I c.r• gucu seu protesto cm dcfc-s!l da vid:i nascente. N;Jo sei quJJ h:r.i sido .. scgun• do a proedura legislativa americana, o desdobrlmento do projeto, que. de todo modo. precisariJ de 2/3 dos votos p:ir.i ser aprovado. NJo preciso cnfatiz.Jr :i truculênci:! e sclvagc-ri:i dcst:i opcr.:içJo ironi- •· camcntc chamnda por uns "nascimento parciJI". e por outros "':ibono pJ.rci• n1". Bast:i-nos dizer que o s.inguinirio Hcrodc:.s nll:o farfo. melhor. Era mc:.smo preciso que o século XX agonizante experimentasse mais esta abominação? COLCCE escoro«os @@/J,{§(§[/9 /J,[Efj?[/~D Wfilli}JJ;:j@f1@ %3tsas, Camisetas, Calças, Camisas e cessáuos Rua General Sarilaniego (em frente a Casa Brites) ..___ - - e Jesla ';) lhfl,,{ I Ul AI va realizara ua Fe ta Junina no dia ::o 06 97 lodos i.:,1Jn lOll id.1- dos para esta grande Festança. Prol' C1:l1.1 1 S. f-rança - Dirt:lor,1 51 JUNINA , DJ. ?J.ítÓ.QlJ JJ. 07 de Junho de 1.997. Clube Paro­ quial com início ao meio-dia com almo­ ço. 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