T? IEE EEST t s resas 
eh h D 	ti MD o exame médico de 
O lnslltuto de Edu- 
cação de Bela Vista - I ° 
e 2" Graus. demonstrou 
neste último dia 30 de 
maio de 1997, mais uma 
vez. sua capacldode de 
melhor trabolho em 
Equipe. uma vontade 
clara que foi bem or11a­ 
nlzada, com objetivos 
bem definidos, não se 
esquiva ii ação. não 
ro11e ii luta: antes pelo 
contrário o desejo foi 
fortalecido, contando 
com as mais diversas 
apresentações, todos 
merecedoras de nossos 
eternos agradecimen­ 
tos. Pállna/06 Um close das apresentações da quadrilha 
O 013 adotou uma medida que promete pro­ 
longar a polêmica em torno das novas regras do 
Imposto subn: Operaçi.ks Financciras/1O1', no 
mercado de crédito. O maior 13anco do Pais está 
recalculando todas as operações de empréstimo 
pessoal e financiamento de bens conc.:didos aos 
clientes pessoa fisica desde o dia 05 de Maio, quan­ 
do passou a vigorar a nova nliquota de 15% no 
Imposto. O resultado disso é que todas as pr.:sta­ 
çõcs ser.io rcdu2idas, podendo gerar uma signifi­ 
cativa economia para os clientes. 
Essa bênção raramente concedida por uma 
instituição financeir.1°dccom: de tod:i a confusão 
BB restitui para clientes o IOF Começou 
pago a mais no Crédito Pessoal a bagunça 
l'articipant<:s do "mo, i­ 
mento dos sem-terra". acampa­ 
dos na estrada de N ioaque 
Sidrobndia. c,t:io cobrando pc­ 
digio dos motoristas que, traba­ 
Ilhando, têm que transitar por 
aquela rodovia. 
Estão imitando e seguindo 
oexemplo dos "colegas trabalha­ 
dorcs" acampados na estrada de 
ltaquirai que cobram pedágio e 
assaltam caminhões. 
Até quando as pc,,oas de 
bem. que trabalham. que pagam 
Impostos altíssimos, que não po­ 
dem andar armados, terão que 
aguentar tanto desaforo nas cs­ 
tradas e nas fazendas invadidas e 
tanto descaso de nosso Gover­ 
no. Se não pode viajar sem ser 
assaltado por quem n.io trabalha 
o que de, erá fazer'! 
Apelar para quem'.' 
Lembrai-vos de 6-4. Foi com essa 
bagunça que ai está que tudo co­ 
meçou. Depois não venham fabr 
cm "din:itos hum:mos". 
Democracia não é isso. 
Dr. Klchcr Loureiro 
ilcdciros - OAB-MS 2697 
que se instalou no setor de crédito desde que a 
mc'Clida foi anunciada pelo Govemo e fezcom que 
a maior parte delas cobrasse mais imposto do que 
od.:vido. 
Serio recalculadas cerca de 100 mil opera­ 
ções. no valor total aproximado de RS 200 mi­ 
lhões Como o Banco só dá crédito a seus própri­ 
os clientes. bastará alterar o valor dos débitos cm 
conta corrente. A diferença pode ser grande. Se­ 
gundo contas feitas pelo Banco. em um financia­ 
mento de RS 1.000, parcelado em I2 meses. a 
uma taxa de 4.4% ao mês, o 101' cairá de R 
150,00 para R 87 .00. 
Orro comemora a aprovação da emenda 
da reeleição e diz que o problema de MS 
tem que ser resolvido agora, e não em 98 
A aprovação da emen­ 
da que garant..: a n:cleiçi.lo do 
Pre,idcnte da República. Go­ 
vernadores e Prefeitos Mu­ 
nicipais foi uma vitória da 
democracia e mostrou que o 
Brasil segue o .:xemplo dos 
Países de envolvidos. A afir­ 
mação foi feita na última se­ 
mana. pelo Vice-Presidente 
do Diretório Regional do 
PSDl3. Deputado Roberto 
Orro. O Parl::uncntar disse 
e t.ar contente com a aprova­ 
o e promulgaç.iio da emen­ 
da, mas alertou que a questào 
eleitoral deve ser tratada 
oportunamente. P:igfoa/05 
r 
Deputado Estadual Roberto Orro 
População d Alto Caracol foi 
privilegiada com Projeto 
11
Saúde
11 
Página -04 
Compare e 
Coa»e 
venham paa a hes­ 
ta ")nina do 
' . 
"ARRAIA ' 
JARBAS 
, PASSARINHO" 
ía. 14/06/91 
À partir das 11:30 
• horas 
1 
Sua pu•s..-,zça 
nossa agia 
candidatos à Soldados 
da Polícia Militar 
OComando Geral da Policia Militar do Estado de Mato Gros­ 
so do Sul divulgou semana passada o resultado do Exame Médico 
dos candidatos ao Curso de Forma;lo de Soldados PM. Transcre­ 
vemos abaixo, na integra, a relação dos candidatos inscritos na área 
de jurisdição da 7'CIPM. sediada na vizinha cidade de Jardim e os 
1e,p<'Ctl os p.,rcccrc,: 
N0ME 
Genilson de Melo 
Nelson de Oliveira Gonçalves 
RG PAR[CER MÍDICO 
000778388 API O 
000781530 /P f O 
João Carlos Rodrigues 783820 INAPI O 
José Nestor Fernandes Lopes 000904183 ,l'TO 
Gilberto Pucheta 	590 198 INAI' fO 
Lauro Kesley Barbosa Cavalheiro 000914450 APTO 
Marcos Adriano Bemegossi (Recurso) 000839701 APTO 
Marcelino Cardozo Riquelme Junior 000766904 INAPTO 
Mauro Benitez 	000705436 INAPTO 
!arcos l·ranco 	000905387 APIO 
Paulo Sergio da Siha 000935336 APTO 
R,11n5o Geraldo Cacho bcudciro 506 357 /1'1 O 
Sandro Mariani 	000750075 APTO 
Silas Arrieiro Alves 	000624607 APTO 
Jair Cuevas 	650 703 INAPTO 
l lcnriquc Eh e, H. da Costa - Cap. QOSPM - Presidente da JISE 
Judson Iadeu Ribas- l" l cn QOSPM - Membro 
Joelma Rogado Ribeiro- 1" Ten. PM - Secretária 
Mola diz que é a ação 
do cidadão que garante 
proteção ambiental 
Deputado Estadual Waldemir ,.Joka 
"É a exigência do cidadão e sua capacidade de 
gerar pressão coletiva que promove as mudanças 
capazes de garantir a proteção ambiental". afirmou 
o Deputado aldemir Moka. Primeiro Secretário 
da Assembléia Legislativa. ao falar em nome do 
Poder no 1° Seminár'io sobre Gestão de Recursos 
Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Taquarl. em 
Coxim. Página - 05 
Moon quer conquistar as Américas 
ilatéria na P:igina - 03

.J OH :-,; A L T H J B l ', 'J DA FRONTEIRA 	10 l l D L H •.• li O 1) L 
1 
t 97 P  < ;J ·"  - O • > 
PREFEITURA MUNICIPAL DE B _;LA V STA 
QUADRO DE VAGA PURA 
.. 
oasrnv ÇÃO 
Hº NOME COMPLETO ílJNÇÃO NÍVEL TURNO OlSCIPUNA ESCOLA PERÍODO 
OI I' Cri,1i,J11c l'.S. IJritcs Professora 1 Ma'Vep. l'a4 Sete { r 
1 	1,1 IJ t a +41097 . 
02 I ücia de I'S Ferreira l'rufc,,orn V j ll. 
1 J 1 """ 
( 11 ll 
1
-. 1 p< rt, 
(159745}109 
~TOS 00 PODER EXECUTIVO Nº 005/97 
GABINETE 00 PREFEITO 
llF.SOLVE: 
CONCEDER FÉRIAS 
REGULAMENTARES 
Ao Servidor, G UM EllCIN DO 
RODRIGUES, Assistente de idrni11is1rnção, 
lnladO nn ~cc1e1,1ri:i de idrni11is1raçl10, rcf'crentc 
ao p,·rludo 95/96, a panir de 19.05.97 à 
17.06.97. de acordo C()lll o dispos10 no arl. 112 
d() Dccrclo Lei nº 948 de 19.04.93, do Estatu- 
10. (Por!. 11º 242/97 de 19.05.97). 
/o Servidor. ROSEVEL í-ÉLIX DE 
SOUZA. Gari, lotado na Secreta riu de Vinçào 
e Obms, rcícrcnle ao pcrlodo ck 96/97, a purlir 
de 16.05.97 ú 14.06.97, de acordo com o dis­ 
posto no arl. 129 do Deerdo Lei Nº 5452 de 
01.05.43. dn CLT. (Porl. N° 241/97 de 
16.05.97). 
Ao Servidor, ROS/LINO 
iGUILI IERA, Técnico de Contabilidade, lotado 
na Secretaria de í-azcnda, rdercnlc ao Período 
tlc 96/97, a partir de 13.05.97 :i 11.06.97. de 
acordo com o disposto no 1rt. 112 do Dccre10 
Lei º 948 de 19.04.93, do Estatuto. (Port. N° 
240/97 de IJ.05.97). 
/o Servidor. INÁCIO RODRIGUES. 
Auxiliar de Serviços Gcrnis. lo1ado na Secreta­ 
ria de Eclucaç;1o. referente ao período de 96/ 
97. a partir de 13.05.97 à 11.06.97, de acordo 
com o disposto no arl. 112 do Decreto Lei Nº 
948 de 19.05.93, do Eslntuto. (l'ort. º 239/97 
de 13.05.97). 
to Servidor, DIOMEDES 
RODRIGUES. Profrssor. lotado na Secretaria 
de Educaçào, rcfcrcllle ao período de 96197. a 
panir de 12.05.97 410.06.97, de acordo com o 
disposto nn art 112 do Decreto Lei Nº 948 de 
19.04.93. do r.slatuto. (l'ort. Nº 238197. de 
12.05.97). 
/o Scn dor, FELIPE ABADIE, :'--loloris­ 
ta. lotado na Sccrclaria de Saúde. rcfcrenlc ao 
período %'97 à partir de 07.05.97 à 05.06.97. 
,k acordo co111 o di,posto no art. 112 do Deen:­ 
to Lei Nº CJ48 de l.'l.04.93. do Esi:111110. (l'urt. 
:-.Cº 237.'97 de 07.05.97). 
Ao Servidor. 'ERt,Íl.10 AIÜ:CO. Gari, 
lotado na Secretaria de Viaç5o e Obr.1s. refe­ 
rente ao período de 96197. a partir de 06.05.97 
:i 04.05.CJ7. de acordo com o Decreto L.d I'º 
5452de 01.05.-13, da CLT. (l'ort. ';" :35,97 Jc 
ll6.05.97) 
1u Scrviuor. JOSÉ El;RiC:O DE FAIU­ 
, • Gari. lotai.lo 11:1 Sccrclaria de 'iJ·:io e 
Obras. referente ao Período de 96. 97 a partir 
d, 06.05.97 ir O-l.06.97. de acordo com o dis­ 
posto no art. 129 do Decreto Lei N 5452 de 
01.05.43. da CLT. (Port. N" 234/97 de 
116.05.97) 
/o ·m·iclor. IZJURO t--lJRQUES Dr 
1 
'.T 
1 1 
c 
. .1 
JRiÚJO. Co11tí11uo. lotJdo 1w Secr.:l,lrl Ide 
Educaçfio, rele rente ao pcríndo 96
1
97 a partir 
de 05.05.97 4 03.06.97. de acordo com o di,­ 
posto no /ri. 129 do Dcçrclo Lei N" 5-152 eh: 
01.05.113. da LT. (Por1. 
0 
233 de 05.05.97). 
i Servidora. JACINTA 
1 IOFí-MEISTER. Tckfoni,ia. lotada na Secre­ 
lnria de Administração, referente ao periodo 95/ 
96 a partir de 05.05.97 4 03.06.97 de ncordo 
com o di,pos10 no trl. 112 do Decreto l.ci Nº 
948 de 1.9.04.93, do Es1U1u10. (Por!. N° 232/ 
97 de 05.05.97). 
i Servidora, ROSE IIELI FLORES 
MÁRQUES, Agente Administrativo, lotada na 
Secretaria ck Educnç:1o. rdácnte ao período 
96/97 a partir de 02.05.97 à 01.06.97. de acor­ 
do com o disposto no nrt. 112 Jo Occrclo Lei 
N° 9•18 de 19.04.93, do Esta 11110. (Por!. Nº 231 
de 02.05.97). 
EUZÉ1310 PEREIRA. do cargo clé1ivo de 
Juxiliar de Serviços Gerais. Padrão 1. Class.: 
J, Referência OI, lowdo na Secretaria de Via­ 
ção e Obras, do Quadro Pcrmancnlc desta Pre­ 
feitura Municipal, à pari ir de 06.05.97. de acor­ 
do com o disposto no /ri. -18 do Decreto Lei 
948 de 19.04.93, do Es1a1u10. (Por!. Nº 236/ 
97 de 06.05.97). 
CONCEDER LICENÇA 
SEM REMUNERAÇÃO 
'it 1 ,l'IW (Jl 1, 1 l l'HOll 1 <,O 1 
<il li li ll l 
Ant I • As vias publicas abato relaceio­ 
nadas. pa am assim denominar c 
a) A Via l'ublrea entre a Quadra V 103- 
ll. no c1111Jo tr,111,, ,r,.d. pa aa denominar-se 
IRAVI SSACOS1AI SHI ' 4" loalizad.a o 
Bairro Costa e S, 1' ,l. 
b) A Via Publica entre a Quadra 
187-1 no desmembramento "Barriga Verde". 
no sentido l este.Oeste, passa a denominar­ 
se " I RAVESSA ALVORADA" Bairro das 
Prima era,. 
c)A Va Publica. entre as Quadras N 
270. 271. 290. 290-A. 291. 308. 309. 327. 
328. 345 e 346 no ,rntido I e,11: (k,1,·. p.is­ 
,.rr::i a ck11n111i11ar-s, l{u.1 l'(JI{ 1 A SAI  
RI f"A. e entre as Quadras N 271. 272.291. 
292. 309 . ., I0. 328. 329. 346e 347 no sen­ 
tido Leste/Oeste. passara a denominar-e a 
Rua HORIZONI E ,Zl 'l.. loc.1!11:aL" ,lltll' 
os Bairros Espirito Santo e Nova bela 'i,t.i. 
d)A Via Pública do desmembramento 
"SANTA RI f"i" 110 sc111ido 1r.111,,ers.d. L'lllr,· 
a Quadra N" 309 G e B, passara a denomi­ 
nar-sc "Rli, :'--IJJ{IO GODO".e entre as 
Quadras G e I e Quadra B e 1) p.1ss.rr;'1 ., de­ 
nom i nar-se "RUA PEDRO 'ICF;>: 1 [: 
DELVALLES" e no sentido Leste Oeste. d.as 
mesmas ()uai.lr;rs ci1ad.rs. pa,s.1r:1 :1 dcnollli­ 
nar-sc "TI{, Vl:SS, S,O '.11(,l 1:1.". loc.i- 
/ Servidora, MADALENA lizadas no l!airm hpírilo Santo. 
VISS/MÁLIJLl1 O,JllxiliardcEnfcm1agcm. /ri. 1" - Fica o hecuti1 :--lunicip.11. 
Padrão Ili, Classe/, Referência OI. lo1ada na autorizado a mandar confeccionar as placas 
Secretaria dc Saúdc .. para tratar de intcrcsses de denominação. com I crbas do orçamento 
particulares, pelo prazo de OI ( l lum) ano a par• vigente e ,upk111c111adn se ncC.'":irio 
lir ele 02.05.97 à 01.05.98. de acordo co111 ,, ,rt. , ... F,ta I.ei entrara em igor na 
disposto no Arl.105 do Dccrclo Lei N" 9484 a de sua publicação. revogadas as dispo- 
19.04.93. do Es:atuto. (Por!. Nº 130/97 de siçõ,s cm co111rário. 
02.05.97). 
COiVOCAR 
Com base nu inciso li do 1rtigo 19 da Lei 
N" 913 de 03 d, Dl."'Lcmbro de 1.991. para cx<-'r­ 
ccr.:m a função de magistério c111 Escolas lia 
Rede Municipal de Ensino. os l'rofcssorcs. con­ 
forme discriminaçiio no anexo 02 que faz parte 
dcsla Portaria. (l'orl. N" 24397 de J0.05.97) 
C U'MPR A - SE 
BEL 'JSTA-:IS.,30 DF. ilAIO DE 1.997 
JOSÉ GARlíl:LDI DA ROSA i'-F.TO 
!'refeito ilunicipal. 
LEI MU 
1
ICIPAL Nº IOIS/97 
DE 04 DE JUNHO DE 1.997 
"l)(Sl'ÕE SOURE DENO:VIIN:Ç,O 
DE 'IAS l'ÚULICAS, E DÁ OUTRAS 
l'ROVIDÊNCIAS". 
A C,MiRA 1'1UNICIP:L DE DEL' 
VISTA. ESTADO DE t--1,TO GRO . .'O r} 
BELA 'IST:-,IS .. 11-1 llE .ll
1:'l lO llE 1.9')7 
.Josi'.: G,RIB:LDI DA IWS: :'ETO 
Prefeito Municipal 
LEI M ICIPAL 1 "' 1017/97 
DE 2 7 D E 1 L 1O D E 1. 9 9 7 
A TORE A O PODE RI 1 ( l 11 O 
 lll{lll( J(I l}JJOl "tl'l ( 1 1 !! {J . 
I OR D! RS 250 000,00(Duzentos eCinquenta 
Mi Reais). para atender a construção de ed 
para atendimento ao pequeno Produtor Rural 
() I' l{i I 1 1 1 O 11 ''1 C 11'  1 D I ll l 1  
 l'-.1  1 '- I 1)0 1)1 f  1 O t,RU'-"-0 DO 
',{ f. l ,l/ Saber que a Câmara Municipal apre­ 
vouel! sanciono a seguinte lei 
ri J . j icaoPoder l ccutivo aulonza 
do aabrr.nos termos do artigo 42 da ler 4 3'I 
de !7de Março de! 964, o crédito especial no 
valor de ate R 20 000 00 tDuentos 
( IIHfllc'lll.1 Mti Reais), classificado na categoria 
L'Lllll•llllll,I - IJI ",f'I, , ... 1)1 C.1'11 l. dc:­ 
lll.'lllP d..: Je,p,,.1.J 11 (/. (Jllll ", 1 l'S r . 
I OIS- função de Governo PROMOÇÃO 
1 I '< 11 :-..s.-..o Rl I{ 1 . p1,,ê!1.1nw - CO<>l'l.­ 
R. 11 US,11rg',Pd.,.,d111111htraç,io- ",j ( Rl.- 
1 l{I  ll '.IC'll'.I 1)1 'I (.',O. OllR <; 
1 '.I R  IC, ()', l'l BICO, que iterará o or­ 
amento do exerctciode 1997, aprovado pda 
1 " ' 1 OIJ7 de 02 de Dezembro de 1 ')%. 
Parágrafo l-O crédito especial devera 
ser aberto para atender às obras de construção 
de Sede para atendimento ao pequeno produ­ 
lor 111r.d. "" uJ.,Je de lkla 'i,la. contorme pro­ 
eto aprovado pelo Ministério da Agricultura e 
Refora Agrária. 
Parágrafo2 - Para atender a abertura de 
cr0dilll especial. autorizado nesta Lei. devera ser 
utilizado como compensação. recursos resultan­ 
te» de teceitas decorrentes dos incisos la ll do 
Par.iguateI do artigo +3 da Lei 4.32064. 
t.2' -lstal.eentrara em vigor na data 
de sua publicação. revogadas as disposições em 
t..:llllll;.irit), 
l!d:t 'i,ta-.lS .. 27 de Maio de 1.997 
.lOSí, G.RIBALlll D, !{OS, :'F.TO 
!'refrito lunicip:tl 
Wõ[Q)OD[Jl)@J @@ 
Fundado cm 20 de Fevereiro de 1972 • Fundador. lvaldo Pcieira 
Oirclor Editor: lvaldo Pereira• Diretora-Administrativa: Maria Estela VeláSQuez Pereira 
Redator. Ubaldino Rodrigues •. R_cportagens: João Cados_ Velásquez. Kcncr Lopes Lcire ICaracol}, André Âvalos !Jardim!· 
Toninho Ruiz e Nelson Feres Jumor (Porto Murt,r.ho) e Victor Hugo Velásquez Pereira (Campo Grande) • 
Propriedade da Grahca e Editora ApaCGCME OJ.201.266/0001-90 
Administração. R~dação, Gráfica. Circulação e Departamento Comcrciat A, enida Tribuna da Fronteira.5
6
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JARDIM: Rua 4 de Mai0, 342- 251-1669 (sede l'rópria) ' t>, • ' ato Gros,u do Sul 
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CARACOL: A,·cnida Ura il sr;,;• (Sede Própria) 
ANTONIO JOÃO: Rua Bel, Vi>1a. • N" 
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3odqg e, [305i2 1as • 
[Is egos » ±cu3, SsCCir», 
@atfn ) pe «IE ,G3A, l Vsc, 
• erg] Pgc» EJa:@ifc» 
matriz: 
Praça Nossa Senhora da Conceíção,225 
ir (067) 241-3838 - AQUJDAUANA/MS 
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--- 
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JORNAL TRIUNA DA FRO.'T EIRA 
Presidade da .... pede aos 
que mantenham decoro Parlamentar 
10/1I DE JUNHO J>L l !H>7 
Na sessão ordinina desta 
semana, da C'amara Municipal. 
o Presidente, Vereador José 
Ayres Cafure (PSDB). foi 
questionado por alguns 
vereadores da ·posição com 
rclaão. a las atitudes a 
utilização de determinados 
lermos por parte do Vereador 
w1it: All:xandrc l.our.i:ir.u 
I'..íl.hui.é.ri lidcr do Prefeito 
naquela Casa de Leis, ao fazer 
uso da tribuna para defender a 
atual ::idmini,trnçi.lo. 
Ressaltando que fatos 
dessa natureza prejudicam a 
irnngcm da Ci11nara Municipal 
perante a população e afasta o 
público das sessões, u 
Vercador Nélio Diório pediu a 
Mesa que alentasse para essa 
situação e tomasse as 
providencias cabíveis. de 
acordo com o Regimento 
Interno da Casa. como por 
exemplo de1erminando o 
cnquadrarnenlo do Vereador 
que extrapolar seus limites. por 
falta de decoro parlamentar. 
cuja penalização pode ir da 
suspensão por nlgumas sessões 
até a cassaçilo. 
Em seu pronunciamrnto 
o Vereador Luiz Alexandre 
Loureiro l'almiêri criticou 
duramente a atuação dos 
Vereadores da oposição na 
Cimara Municipal. acusando­ 
os de fazerem demagogia e 
contestou veementemente o 
pedido de seu enquadramento 
por falta de decoro parlamentar 
afirmando: "Este cidadão. que 
frz essa solicitação ao 
Presidente. se enquadra 
naquela palavra que cu dissc na 
sessão passada, é burro, porque 
aqui. se clc niio sabe. este 
Vercador tem imun_idade no 
que fala". 
Procurando justificar 
que a utilização de 
determinados termos. 
consid..:rndos agressivos, não 
podiam ser cn:ditados somen1c 
à ele, Xandc relembrou as 
palavras utilizadas pelo 
VereadorNêlio Diôrio minutos 
antes. cm pronunciamento 
criticando a cobrança de juros 
elevados pelo Governo 
r cJna L por atrasos no 
recolhimento do Imposto de 
Vaearlor ,lyres C11/11re 
Presidente da Câmara 
Renda: "Este Presidente scntn 
no rnbo e mete o pau no rabo 
dos outros". "Este cidadão que 
se diz ofendido por palavras 
feias. vêm aqui e diz uma 
palavra muito bonita como 
essa" complementou o 
Vereador Luiz /b:andrc:. 
O Presidente respondeu 
dizendo ser lamentável que 
fatos como esse venham a 
ocorrer no Legislativo 
/vtunicipal. onde o povo 
sempre espera que o alto nível 
dos debates prevaleça. 
Segundo ek. oposição pode e 
deve ser feita, assim como a 
defesa por parte dos 
Vereadores situacionistas, a 
exemplo do que acontece cm 
todos os parlamentos 
dcmocrúticos do mundo. o que 
é famentá,·cl. alirmou. são 
<klcrminadas expressões. 
pala, ras nrnsideradas atê d.: 
baixo calão, proforidas nesta 
Casa. 
Ares Cafure disse ainda 
que a Mesa tem estado at.:nta 
para esses fatos e lembrou que 
a decisão pelo enquadramento 
ou não de um Ven:ador por 
falta de decoro parlamentar não 
depende apenas do Pr.:sidcnte. 
mas sim de uma Comissão de 
Ética constituída para a devida 
apuração dos casos, enfatizou 
ainda que é preciso mudar a 
imagem da Câmara Municipal 
perante a população. atitude 
que deve começar pela 
mudança de postura dos 
próprios Vereadores. afinal de 
contas a imagem da Câmara ê 
(ctlexo das atitudes de seus 
integrantes. 
"Entendemos 
defender ou que tonar 
determinados assuntos, com 
garra e com vontade, é 
importante, é uma questão de 
prineipios e de convicção, mas 
11.10 podemos permitir 
agressões verbais ou que os 
senhores cheguem a cn,ini'ncia 
de partirem para as vias de 
fato" ressaltou o Presidente da 
C:inwra • Municipal. 
aproveitando para comunicar a 
toJos os seus pares que serão 
NOTA DA REDAÇÃO 
Larnent.ávelatitudedoVereadoriande 
o Vereador Luiz 
"Xand..:" Loureiro l'almiéri 
esteve na Redação, cm 
companhia do Presidente da 
Câmara Municipal /yrcs 
Cafure. para questionar a 
notícia publicada cm a f"ribuna 
da Fronteira. edição de 617 de 
Junho. com o titulo "Prc:sidentc 
da Câmara p.:de aos colegas 
que mantenham o D..:coro 
Parlamentar". de autoria do 
Assessor de Imprensa da 
Câmara, que cobre as 
atividades do Legislativo. 
matéria esta equilibrada e que 
expôs as mazelas de alguns 
políticos eleitos para 
defenderem os interesses do 
povo - e são pagos para isto - 
pelo povo. Muito bem pago,. 
Para Xandc a matéria foi 
"parcial" - "envolvendo apenas 
o meu nome. quando o 
Vereador Néfio Diório também 
falou palavrão". 
"Eu sou perseguido. saiu 
apenas o meu nome, sou 
perseguido pdo Assessor e 
pdo Jornal" - disse Xandc. O 
que não é verdade. o passado é 
pródigo cm lições. se o Jornal 
ji protegeu alguém. esse 
alguém foi o Vereador Xandc. 
Não é preciso lembrar de fatos. 
e fatos ocorridos num passado 
recente. Ou scrâ preciso? 
Depois de muitos disse 
que disscs. agressões verbais 
de X ande ao Assessor (que não 
estava presente). ao Prc:sidcntc 
da Câmara e a IMPRENSA 
REGIONAL. incluindo a 
nossa Tribuna. - "cu niio 
------ 
$ DANIFARã 
~ Dia 01/09/97 a DROGARIA DANIFARMA 
completará 03 a.nos em Caracol 
Portal/la quem ganha o presente é ti 	- 
eeoclente Serão sorteados os seguintes prêmios: 
, 	1 • PRÍlMIO: UllA lllCICI.ETA 18 MAllCIIAS 
2· PREMIO: UM ESPREMEDOR DE FUTA WALLIT 3. PR{: ' 
4• PRÍl . U 	• 'REMIO: UM VENTILADOR ALLITA 
MIO. M FERRO BLACK DERCK 5- PREMIO: SERÁ SURPRESA 
Sads assnt que cnptat a Dgatua Dei}atua tele ' 
tupi en qulquet npta de rediengls u petén@tias 
RÊn de tet u bds cses pénis. a D}eu cede 24 las 
pet dia, dada a tds u tia ctzdinda 
wlkx de tada é que a ledineb a dizia é a qualquer 
kta da diaea eJ<!.'tega. é O. ~ ~üf4 da. cida.k 
R D&geia Dei}atua leu as igu e &ides que a a Te&}ee peta eldieba é 495-1197. 
O Sedia sei a dia 0l/09/97 a ppia Di}atua s 18.00 luas. 
Fez es suas ps e zva. Desde ja Ea sbe. 0BS. Capzan ia sabia, 
Rua Ponta Porã,tso - W495-tt97 . CaPacol 
adotados os Instrumento 
tece anos ra coibir certas 
atitudes que não condizem com 
o mandato popular outorgado 
pelo povo e nem com o 
Regimento Interno da Câmara 
.1unicip.d 
Finalizou suas palavras 
pedindo a todos os seus colegas 
que reflitam bastante sobre o 
assunto. "para que a gente 
possa fazer realmente o que o 
povo de Bela Vista espera 
precisei d..: jornal para me 
eleger. nilo preciso. n:io 
pn:cisamos de jornal"- numa 
alusão à Administração 
1unicipal. cujo Prefeito..: seu 
tio. o Ven:ador solicitou que a 
IF e o Assessor de Imprensa 
lhe pedissem dcsculpas. A 
Trihuna não pede desculpas 
a ninguém quando c,t:'1 com 
a VERDADE, não h:i o 
porquê de pedir desculpas ao 
Vereador, muito pelo 
contrário. /tendendo 
solicitação do Presidente 
A YRES C/FURE. afinal a 
referida matéria foi transcrição 
Jc um pronunciamento seu, a 
republicamos incluindo o 
nome do Vereador Nélio 
Diôrio. mais pela postura 
educada. equilibrada. serena e 
própria dc um homem 
preparado para integrar a 
c4uipe dos que querem uma 
Bela Vista melhor. mais 
progressista. m.:nos violenta 
{palavras também transmitem 
violência) desse moço que é 
um exemplo de POLÍTICO. 
, YRES C/FURE. 
LAMENTÁVEL 
ATITUDE ... 
Acontece que o 
Vcn:ador Xande chegou à 
Redação aos gritos levando a 
vizinhança do Jornal à rua para 
ver o que estava ocorrendo - 
pois o Vereador agia como um 
possesso. completamente 
dcs.:quilibrado. falava aos 
berros. uma cena dantesca 
própria de um teatro de 
horrores. 
: e até Jesus no templo 
perdeu a paciência. nós 
também a perdemos. - 
ameaçamos o Vereador de 
prisão - de cha·narmos a 
Polícia. pois ee estava 
completamente fora de 
controle e pe.nurbando a ordem 
pública. 
Quando ele lembrou. aos 
gritos. de contratos 
publicitários com a Pn::feitura 
Municipal. de nossas 
"obrigaçõe ". ui foi d.:mais. 
falamos o que mio d.:víamos. 
Imediatamente ele ligou para o 
Prefeito. "tio Gnribaldi". 
falando de nossa intenção. 
repetimos, por telefone, a nossu 
ofensa. Erramos. O Prefeito, 
até ali. nada tinha a , r com a 
hi tória.. Erramos no tocante a 
EDUCAÇtO - no.,; nivcbrnos 
com o Vereador- mas n}o com 
de ta C 
"Intendo qu 
acrtos fot a'1 
os tros o merito é dos 
senhores Vereadores, ma 
devemos primar pela 
necessidade de nos 
aperfeiçoarmos ada et mais 
cm nossa atuação dentro dessa 
Casa de Leis" Ares Cafure 
encerrou a sessão pedindo 
desculpas ao publico por 
alguns excessos ocorridos no 
a Ética. NINGUÉM COMPRA 
A I Rll3LJNA. 
A verdade é que a 
"visita" descontrolada do 
GRITO XANDE vai gerar 
dcsdobr;,rn..:ntos. e cst.,mo, 
preocupados. com urn liJcr 
que não sabe se controlar. o 
Prefeito não preci,a de 
adversários. na Câmara. 
Depois. já no final do 
entrevem verbal. com Xandc 
mais calmo. ainda deu lcmpo 
dele trocar farpas com a 
dir.:tora do Jornal, que o 
mandou "gritar cm sua casa. 
na sua fazenda. com n, seus 
peões. porque aqui no Jornal 
ninguém é peão dele". Um 
primor. 
,pôs a saída dc Xandc. 
os funcionários da 
TRIBUNA. admirados com a 
calma do Chefe. receberam 
como resposta: "o que voces 
queriam'? Que cu desse um 
murro na cara do Vereador? 
Um tiro? Já passamos nestes 
25 anos por fatos como este. 
conhcço o Xande dcsdc 
menino. sempre foi assim. 
para mim ainda é um jovem. 
que as vezes fica 
desequilibrado. 
descontrolado. com palavras 
serenas. muita calma. nós o 
controlamos. É um bom 
menino". Nem todos pensam 
assim. Dizer o que? Só isto ... 
LAMENTAVEL.. 
SEGURANÇA NA 
CÂMARA 
Desse jeito só resta o 
Pre id.:nt<.: da Câmara. A vrcs 
Cafurc. com ocar os homens 
do Dr. 13ispo (Delegado de 
Polícia). Tenente Vifassanti 
(Polícia Militar) para garantir 
a ordem e a segurança dos 
Vereadores não adeptos da 
violência e que querem 
trabalhar. Aos Vereadores. 
poder Le dativo Mu a p 
P'ara melhor 
esclarenentos do to o 
leitores, informamo que de 
acordo com o Aurélio 
f)f ( (/1{() l!'liilfc., ,f,Lcfh t l, 
honra. pundonor, beleza moral, 
resultante da honestidade e 
conformidade do estolo com o 
assunto). (ua'd.no Rotnpes) 
que trabalhem, cumpram os 
seus deveres, afinal ganham 
para isto, a comunidade os 
papa. e bem O povo já está 
cansado de ter scus ou ido, 
(cridos por besteiras e quer 
dos Vereadores Projetos. 
Fiscalizalização e Ideias. E os 
jornalistas que cumpram 
tambem stuas missões, sem 
ameaça, de rc,íduo, de uma 
época que, rezamos todas as 
re1..as. nJo volit·. 
Ou ,cria mclhor torcer 
para que o projeto do 
deputado fedem! Difso 
Sperafico seja aprovado na 
Câmara Federal? Esse projeto 
determina que apenas nas 
cidade, com mais de 200 mil 
habitantes sejam pagos 
salários aos Vereadores. 
lla,·eria mais qualidade. E 
seleção ( I.P J. 
Em tempo: Agradecemos 
as visitas de cortesia (sem 
gritos) dos Vereadores Israel 
Chamorro. João Kalife e 
Nélio Diório. hipotecando 
apoio e solidariedade ao 
rcpórtcr Gbaldino Rodrigues. 
afinal. PARA ELES. a 
1.-tPRENSA É O QUARTO 
PODER DAS 
DEMOCRACIAS e PONTE 
E:--.:TRE A CÂ..IARA E O 
POVO. Obrigado. 
Quanto a contratos. 
tanto a Prefeitura Ylunicipal 
quanto a Câmara sfio 
obrigadas. por l EI, a publicar 
Leis. Projetos e Balancetes na 
imprensa. prioridade para o 
Jornal LOCAL. Afinal o povo 
quer TRANSPARÊNCIA. 
saber como e quanto foi 
aplicado. de verbas, no 
Município. Em Bela Vista. 
trimestralmente. são 
arrecadados quase l MILHÃO 
DE DÓLARE . Esse 
contratos não implicam cm 
compromissos POLÍTICOS. 
mas sim. ÉTICOS. 
.Elet.rô::n.ica. 
"Vi 1;6:ria 
OlebenR. Recalde (Careca) - TÉCNICO 
5Jf$gJOf$'t1fif](í@!YJ 'f?fi@['.(Jfl@.::J @J.i:J; 
ANTENAS PARABÓLICAS, RECEPTORES, 
TV S A COUES E PllETO E BRANCO, 
APARELHOS DE SOH, ViDEOS CASSETE 
Rua Ten. Bernardes,2240 te tece s sr= ±s na± 
(067) 251-1140 JARDIM/MS

l ()/} 1 DL. JUNHO DE 1907 
P G1--04 
População de Alto 
Caraco·I foi privilegiada 
com Projeto "Saile" 
No dia 18 de Maio pp .. o Prefeito 
Municipal de Caracol Dilmar da Silva Leite 
realizou o primeiro PROJETO SAÚDE. no 
Alto Caracol, acompanhado da 1 Dama 
Dona Catarina Sorrllha Leite e de grande 
parte do seu Secretariado. 
Na ocasião foram feitos 
atendimentos médicos e odontológicos. 
através dos profissionais Dr. Jaime e Dr. 
Ribeiro. 
I Dama Dona Catarina Leite acompanhando de perto o 
traha/lw do Dr. Jaime (Cirurgião) que atendeu a todos com 
muita dedicação e carinho 
Prefeito Dilmar da silva Leite conversando com o povo do tlto 
Caracol com o intuito de saber das aspira@e daquela gente 
Pecuarista ltamar Ferreira Forte, Secretário de Administração 
Ceziro illaba, Pe =e PI • 
. • cuarsta eutim e esposa Professora 
,ldelaule, Secretário de Educação João Willatba, Vereadora 
Mfagaly Godo• e d , 
• . ,,. 
1
. ~ • erea, or, José Carlos Barcelos e Prefeito 
Dilmar da Silva Leite 
Prefeitura Municipal 
de Caracol - MS 
PORTARIA Nº 044/97 
O Senhor Dilmar da Silva leite. Prefeto Mumeipal d 
Caracol. E stado de Mato Grosso do Sul, usando das atribuições 
que lhe confere o caro.. 
RU,OLVL: 
I - Conceder férias regulamentares aos servidores abanxo 
relacionados. 
DAltL Y JOSE GUERREIRO MARI 11'-S. Operador de 
Máquinas. referente ao periodo de 95/96: J0ÃO !-,QlJ/., 
VII.AI.B/. Diretor do Departamento de Educação, referente 
no periodo de 95/96; ERCÍDIO RIB[IRO 1I.LGRI:. 
Motori,ta. referente ao periodo de 95/96. 
li - Cumpra-se e Publique-se. 
l'ao Municipal, 21 de Maio de 1.997 
DILi'vlAH ílA SILVA 1.EITE- l'rtfritu ;,Ju11icip:d 
PORTARIA Nº 046/97 
O Senhor Dilmar da Silva Leite. Prefeito Municip.d de 
Caracol. Estado de Mato Grosso do Sul. u,ando das atribuiçõc~ 
que lhe confrre o cargo... 
RESOLVE: 
I-Conceder licença natalidade de acordo com a Lei cm vigor. 
a funcion:tria JUCIM/R PEREIRA. lotada na S.:crctaria de 
Saúde da função de Auxiliar de: Enformagcm. a panir de 02 de 
Junho de 1997 com retorno cm 02 de Outubro de 1.997. 
li· Cumpra-se e Publique-se. 
Paço /lunicipal, 03 de Junho de 1.997 
DIL.MAR DA SILVA LEITE- Prefeito ;lunicipal 
PORTARIA Nº 047/97 
O Senhor Oilmar da Silva Leite, Prefeito Municipal de 
Caracol. EstaJo de Mato Grosso do Sul. usando das atribuições 
que lhe confere o cargo ... 
RESOLVE: 
1 • Conceder férias regulamentares aos scrvidorc:s abaixo 
relacionados: 
CIRIICO lvltCIEI.. lotado no Ocpanamcntn de Obras. 
na função de zelador, referente ao pcriodo de 9-l/95: EDIR D/ 
SILVA LEITE ílRITES. lotada na ecn:taria Geral. na função de 
auxiliar de serviços gerais, referente ao pcrioJo de 9697 
II- Cumpra-se e Publique-se 
Paço ilunicipal, 03 de .Junho de 1.997 
DILilAR DA SILVA LEITE· Prefeito ilunicipal 
1 ' 
-, 
Rua Lomas Valentinas,367 
~038-221 - Bella ·Vista/PY 
confecções yara homens, mulheres e crianças 
WHAALDREN 
LEECOOPER 
Indicador 
Profissional 
.. . 
. 
t ADVOCACIA 
-=6._- 
DR. ARCUS A RUIZ • 'KARAY BARETÊ" 
CAUSAS CÍVEIS E CR!Jl,ff Al!>1 
CO TRATOS- EXECUÇÕES 
fi'(067) 251-1012 e 251-2424 
"Quem tem o ideal nas Estrelas 
isa nas pedras e não sente" JARDIM/MS 
-=-t-ADVOCACIA 
= 
DR. HÉLIO TADEU RUJZ 
(CAUSAS CÍVEIS E CRI MI AI0 
Rua 14 de Maio, 470 - CENTRO 
(067) 251-1736 - JARDIM/MS 
-'t-.ADVOCACIA 
--=--. 
DR. HIÊ/1.10 RUIZ 
CÍVEIS E CRIMI 
Representante: 
(067) 251-1 O 12 - 251-2424 
JARDIM-MS 
~ ADVOCACIA 
DR. ANTONIO F. DO NASCIMENTO 
Advocacia Crilninal e Cível 
OABIMS 2809 
Residência· Av Rio B 
E 
. , . • • ranco, 1 93 
scntono: Rua Dr e . 
'íii'(0
67
) 
28 
• orrea, 706 
7
-1
181 
- Porto Murtinho/MS 
-T_ADVOGADAS 
VJLMA DA SILVA 
OAB/ilS 257-l-B 
VERA LOUREIRO DE ALMEI0A 
04B- 2573-B 
CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS 
RUA CUIABA SIN CE 
' - NTRO 
(067) 439-1290 BEL 
- A VISTA/MS 
TAvoe4os 
DR. JOSÊ ATANÃS 
ORA. LUCIANA 
8
1
~ LEMOS NETO 
ANco VIEIRA 
A juventude do Alto Caracol marcou presença

l 
() / l l 1) I 
·: J t •. • O l) I ·. l 
1
) 
1
) 7 PGl A • O -, 
Jl)IL ',L THIBl'. ', D. l·HO. 'TElrti 	· - 
1 Orro comemora aprovação da emenda da reeleição e diz que 
problema do MS têm que ser resolvidO agora, e não em 98 
A aprovaçao da emenda que arante a 
reeleição do Presidente da Republica, 
Governadores e H'refeitos Municipais foi uma 
vitoria da democracia e mostrou que o Brasil 
,q•ue o exemplo dos paises desenvolvidos 
A afirmação foi feita dia 05.06, pelo vice­ 
Presidente do Diretório Regional do PSDl.l. 
deputado Roberto Orro. O parlamentar disse 
c,1ar contente t·om a apruvaç:1o e 
promulgação da emenda, mas alertou que a 
questão eleitoral deve ser tratada 
oportunamente. 
"No momento temos que nos preocupar 
com o •lato Grosso do Sul, que passa por um 
delicado processo de ajustes. cuja 
implementação irá refletir diretamente em seu 
futuro e também da sociedade", destacou. 
Roberto Orro disse não estar surpreso 
com a aprnvaç:1o da emenda da rcdeiçàn. 
analisada cm segundo turno pelo Congresso 
Nacional e promulgada, dia 04.06 
"A reeleição faz parte da democracia e 
é disputada por membros do Poder Executivo 
praticamente em todos os paises 
desenvolvidos. Por isso, creio que o 
Brasil está no caminho certo, buscando seu 
dc,c11volvi111cnto sócio-eco11ômico e também 
o nmJdur.:cimcnto polltico". :.irgum.:ntou. 
Para o parlamentar. o Congressu 
'acional rcl'crc11dou 11111 princípio defendido 
pela ,ociedadc brasileira. "/ rdeiçilo njo 
nomeia o homem público, mas simplesmente 
cria a ele a opor1unidndc de colocar parn 
apreciação da população seu trabalho 
dc,envolvido no :1111bito do Poder Executivo". 
disse Roberto Orro. 
Para ele, a aprovação da emenda foi uma 
vitória do povo, e não somente do l'SDl3 e 
dos partidos que dão sustentação política ao 
Presidente l·errrnndo l lenriquc Cardoso. 
UNIÃO DE ESl=ORC:OS 
Apesar de ter ocorrido a aproa. o da 
emenda. Roberto Orro disse que a que {a 
eleitoral deve ser tratada oportunamente No 
momento temos que unir esforços e trabalhar 
no sentido de buscar soluções aos problemas 
do Estado de Mato Grosso do Sul 1 ,s 1 
responsabilidade é de toda a sociedade. mas 
principalmente da classe politica, pois o futuro 
desta região depende das medidas que vermos 
a tomar agora". destacou o deputado, lembrando 
estarem elas inseridas no plano de ajustes 
atualmcnt,: em fase de implantação pelo 
Govemo do Estado. 
"Existe uma grande preocupação com 
relação à viabilização do funcionamento da 
m:iquina pública. Bens de utilidade questionaei 
scrJo , cndidos. servidores irJu pedir demissão 
através do PV. enfim. são medidas que vusam 
solucionar os problemas do Estado da foma mais 
/_ 
"A ree/eiç,io faz parte da democracia e é disputada por membros do Poder 
Executivo praticamente em todos os Países desenvolvidos" ( Deputado Roberto Orro) 
Deputado Roberto Orro 
rápida possivel, cuja discussão não deve ser 
ofuscada por questões politico-eleitorais", disse 
Oro. para quem "1998 tem que ser a sequência de 
todos os esforços que estamos empreendendo 
agora e que devem ter continuidade" 
Moka diz que é a ação do cidadão 
que garante proteção ambiental 
"É a .:xigC::ncia do cida­ 
dão e sua capacidade de ge­ 
rar pressão coktiva que pro­ 
move as mudanças capazes de 
garantir a protcnção 
ambiental". atinnou o depu­ 
tado Waldcmir Moka. primei­ 
ro Secretário da Assembléia 
Legislativa. ao folar cm nome 
do Pockr no 1° eminilrio so­ 
bre Gestão dos Recurso 
Hídricos da bacia 
hidrogr.ítica do rio Taquari. 
cm Coxim. 
Moka elogiou a deci­ 
são dos nove prefeitos da re­ 
gião de criaram o consórcio 
par:.1 o Desenvolvimento Sus­ 
tentável da Bacia do Rio 
T aquari. e kmbrou que a gran­ 
de maioria das kis seguidas 
pela sociedade só chega ao 
Parlamento depois que sua 
necessidade desponta no seio 
da população. "Com as ques­ 
tões ambientais é a mesma 
coisa". observou o parlamcn- 
 .... 
D.-pwatlo Estad11al..J.fn.ú.ft:mir ,foka 
tar: notando que foi fruto da Sul de proibir a instalação de 
pn:ssão popular a d.:cisào do usinas de álcool no Pantanal. 
E tado de Mato Grosso do assim como foi uma exigên- 
cia dn ci<lad:io 4ue dctcrmi­ 
nou a proibição do uso de 
cloroíluorcarbono nos 
agrossóis. 
- Eu tenho certeza que 
os responsáveis pelo 
desmatamento das matas 
ciliares do rio Taquari e que 
apressamm o assoreamento. 
comprometendo a própria 
vida do rio. não tinham noção 
dos efeitos danosos dos seus 
atos. St: isso acontecesse. 
com certeza. boa parti: dos 
predadores teriam agido di­ 
ferente. até porque a médio 
prazo o prejuizo econômico 
seria visível. 
Moka lembrou que o 
mundo está preocupado com 
a questão ambiental nos mais 
diversos níveis. desde o efei­ 
to estufa. camada de ozonio. 
biodivcrsidade e 
biotecnologia, até as formas 
mais adequadas de reciclar u 
lixo. A nível mais amplo. 
quando se discute meio am­ 
biente, acaba se talando entre 
relação de paises pobres..: ri­ 
cos. concentração de renda e 
repensando o próprio concei­ 
to de desenvolvimento. 
Mas essa complexidade 
toda. cm nenhum momento. 
dispensa a participação de 
cada cidadão. de cada organi­ 
zação. uma vez que "proteger 
o planeta. cujos recursos na­ 
turais são finitos. é assegurar 
a qualidade de vida desta e das 
futuras gerações". advertiu. 
Legislação Oferece amparo 
Valdemir Moka assina­ 
lou que hoje a leg.slação brn­ 
silcira. apesar de algumas fa­ 
lhas. oferece amparo ao cida­ 
dão para ajudar a conservar o 
meio ambiente. seja através 
da fiscalização das leis em vi­ 
gor. seja diretamente propon- 
do a mudança dos textos cm 
,·igor. 
A Constituição garante 
ao cidadão a mata de ler 
(artigo 6l. paragrato 2) o 
direilo de petição aos pode­ 
res públicos sem qualquer 
custo e também o acesso à in­ 
formação. O deputado ressal­ 
tou que o Ministt:rio Públi­ 
co, através das Curadorias de 
Meio /mhi..:ntc. é uma insti­ 
tuição acessiwl ao cidadão 
comum qu..: se proponha a 
denunciar agressões à !lorn e 
fauna, hcm como poluiçiio 
dos recursos natura1s. 
Em Coxim. Moka colo­ 
cou o Poder Legislativo à dis­ 
posição do Con,órcio 
Intermunicipal para apoiar as 
iniciativas de kis que venham 
contribuir ainda mais para a 
proteção amhicntal do Esta• 
do. "Quando a sociedade se 
mobiliza. como verifica-se 
cm Coxim. as mudanças 
acontecem de forma quc nos­ 
sos filhos e netos tenham as­ 
segurado um amanhã verde e 
saudável" 
c E 
Uma vau-iedade ~C:, ffiíÍ1J ;(/ 
de sabores 
• O Verdadeiro Frango Assado na Brasa; 
• Costela e Cupim "Ioi nos Aires" 
(Super umeio e assado na brasa) 
1 /t..:ndimcnto sob encomenda. diariamente. de se- 
1 gunda a domingo, das 08:00 às 20:00 hs. 
Rua Sebastião Crisplm do Rego, n• 227 (próximo 
ao Clube Esportivo Belavistense). 
1 Pedidos diretamente no local ou pelo W439-1774 
Neste domingo. promoção de inagura;ão- FRAN­ 
GO ASSADO NA BRASA. COM F AROFA - RS 5,00 
(cinco reais). Saboreie essa novid:idc!! 
MELHOR SORVETE 
DACin' 
Rua Barão do Ladário, S/Nº 
Freme ao Posto Nacional Bela Vista/M5 
I([] 3A 9pA9zmm 
preencha o cupom abaixo, enviando-o juntamente com um cheque de RS 70o (sete reais), 
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.J OH. •.  L TIIBN.  D. 1 ROTE J H  
1 O l J DL JU.'HO DE 1007 
A- 06 
l m e l o s e d a bonita decora@o montada especialmente para 11 /" li."// 1 • rl .. 'T 
Escola osa Senhora do Perpetuo ocorre 
fez a upreventado da Galupeira 
O Instituto de Educação de Bela Vista - 1"e 
2" Grnus, demonstrou neste último dia 30 de 
maio de 1997, m;iis 11t11i1 vez. sua capacidade de 
melhor trnbalho em Equipe, uma vontade clara 
que foi bem organizada, com objetivos bem 
definidos. não se esquiva à ação, nao foge à luta: 
antes pelo contrário o desejo foi fortalecido. 
contando com as mais diversas apresentações. 
todns merecedoras de nossos eternos 
n11radecimentos. 
Os alunos do JEBV, abrlrnm a festa com 
uma enorme carreata, saindo da Escola. 
levando os noivos, l1arlucy e André, que 
percorreram a cidade até chegar ao local do 
inesquecível "casamento", Grêmio Pedro 
Rufino. onde encontrava-se a Juíza de paz 
Mandnha 
e seu 
eterno 
auxiliar 
"Izidro". 
representados 
p e I o s 
alunos 
Alzimari 
e 
Alexandre. 
.2g$ 
e 
)Cruento vupra tendo como noivo os aluno 
/urltHT e inl eaprevença mareante da Juiza 
",lir111uli11/r ' t' ,, uu.dliar "J:..idro", 
repreventad relo alunos.Alzimari e Alexandre 
Quadrilha Mfirin: I elipe, Mariane e Ramón; 
Renan, Maria Luiza e Matheu» 
a realização do acontecimento. começaram as 
mais variadas apresentações. que contaram 
com a apresentação dos alunos do Paraguai. 
dançando galopelra e chupim, demonstrando 
total organização e disciplina exemplar. 
Intercalando as danças com belíssimas 
alunas de Jardim. que apresentaram como se 
dança um bolero. também não esqueceram de 
lembrar que o trevc, faz parte de nossas 
tradições. 
Para representar o Sul do País nossos 
alunos mostraram o chote gaúcho e 
encerraram com uma quadrilha 
Flagrantes das apresenta@e da Quadrilha no /" 
IEB FEST 
inigualável, com agradecimentos especiais 
e a participação dos pais na própria dança. 
Vale lembrar. que a festa continuou 
com centenas de pessoas. alunos com seus 
familiares. e demais convidados com uma 
atrativa discoteca até o raiar do dia. 
A Direção da Escola agradece à TODOS. 
particularmente os pais que de uma forma 
ou de outra abrilhantaram nossa festa. com 
a certeza de total êxito de nossa realização. 
demonstramos mais uma vez que 
QUALIDADE é comprovada com trabalho 
prazeiroso e organizado 
Cor:c pra u a ea 
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1- Comissúo 
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A du1111111,1 <k 111011 e 111111 111 1,ir,1 ti 
r•' 1!HtJH .. 1lllllllO, im:tlll,JUO l:1.ultotllp J orali 
dade A orça da organizado decorre do apoto eco 
mico de numerosos"grandes".A lreja d I l 1uli 
caço sta tendo um sucesso notável na Amer a 
Latina E os catolos ainda não se mexeram 
'o d,a 21 de novembro de l1JW,. ,k lor1111 
,okn,• e num banquete no l lokl ',hu,11011. f.11 :ip,e• 
,cnt,1d,, c111 ll11c110, A11c, 1 ic111po, dd 1u11do. ,e­ 
manal da lreja da Unificação, mais conhecida como 
"Seita Moon" 
1 ,1,1, ,1111 prc,cntc, cerca de 700 com id.,do,. 
entre eles mais de 200 das principais cidades d,1 
América Latina. Entre os notáveis, o ex-presidente 
dos Estados Unidos George Bush, os e,-prc,idcu­ 
tc, da Guatemala. FI Sal ador. l'cni e ',uri11fü1t·. 
ministros do 'anadá, Colombia, Bolivia, professo­ 
res universitários, capitães da indústria e empresa­ 
rio,. Animador do encontro foi o rcc1e11du Sun 
Myung Moon. De origem coreana, educado numn 
f,111111iil protestante presbiteriana, em 1954 fundou a 
l~n:jn cln llnificnç~o. ho;c difu11did.1 cm 185 p.ii '"• 
com 5 milhôcs de 111cmh1,,, e um i111pério cconômi• 
o e11lrc <>' 50 mais podcro,o, do mundo, com 11111 
,IIÍl> anual de 750 milhõc, ck dólares. de acordo 
co111 J.F. Do)cr cm ,cu li, ro "L' Em pire Moon" 
Esta solene manifr,tnçào insere-se num n111• 
bicio o progrnma de carillcr político. econômico e 
religioso dirigido à Am~ricn Latina. 11:i dois íl11lh a 
seita esta comprando grandes extensões de terras 
cnlrc a Argentina. o llrasil e a 13olh ia (na a,,im • 
drnominada fronleir.i tripanida). Ultimarncnle 1'10011 
np:ui:ccu vil rias, c,es nestas naçôcs. 'o ano pas­ 
sado cnconlrou-se com o Prcsidcnle da /rge11tina 
Carlos l-knern e outr.i- perso11alidadcs dos países 
limitrofrs. 1 todo, prometeu imesJirnenlos. cnaçào 
de 110 a, i11clil,trias. polenciamcnto da produç:lo e 
co111crciali1:u;ào do arro, e do pei~c (as terra!) por 
ele compradas são abundantemente irrigá, eis) e um 
apoio total ao livre cornêrcio entre os paí;c; do 
Merosul: Argentina, Brasil, Paraguay. Uruguai e 
Chile (desde o ano passadn). 
1 presença da "Seita Moem" na Argentina 
datJ de 1975. Difundiu-se sern dificuldades durante 
o período da ditadura militar, n:lo somente na /r• 
gcntin:1 como também nos países lirnitrofcs. Em 
1981 Moon visitou Pinochet no Chile. Stroc,sncr no 
Pnr.w.ua,. Garcia Mesa na Dolivia. os generais 
Massera e Dcssone na Argentina. Figueiredo 110 
Brasil, Aparicio lvkndcs no Uruguai. A todos fez 
:is 11lC!',111ns promessas: Grandes in, cstimcntos c 
apoio na luta contra o comunismo. Com u triunfo da 
democracia e depois da caida do muro de Dcrlim. a 
seita passou por momentos difíceis. Contudo. aos 
poucos foi si.! levantando novamente pregando a 
in1cgr..iç:1o latino aml.!ricana. a economia de merca­ 
do. as reformas nco-libcrais. 
POTENTE MASS MEDIA 
Ticmpos dei Mundo. 1abloidc cm cores. de s_o 
pâginas. com 50 mi I cópias. I! orientado por t:11s 
clcn1entos. Prcdominam-nos nos primeiros dots 
números que sairam até agora - corn:spond~n_ci­ 
a: de todo o território americano . mas nào tal­ 
tam noticias do mundo inteiro. 
Uma ampla ·ecçàn ( 1 O p:iginas) é dedicada 
à economia: outras são reservadas à cultura. a 
:'lrtc. rio cinema ú música. ao esporte. 
A tcm:.i;ica mais desenvolvida é o 
pJnrimcric:mismo. Compreende tamb~m v:irios 
discur os pronunciados no simpósio do lançamen­ 
to do semanal. entre eles o de Dush e 
O ex-presi­ 
dente do Canad:i Brian t-1aloncy. autor com Bush 
e Salinas de Gotari. do Ir;u;idu.5.1.!bN Q liYN e~· 
&tio que deu erigem ao North American Éai 
Iade AgreementNAEIA). Foi reproduzida tan- 
b 
• 	. G • ia presidente 
{.'!TI a mensagem ele Ccs:1r 
3v,r ~ • 
d:i~ clo do'- Fstados Amrcicano..s.. Todo 
t 
• r· • ,,ericano do Ca- 
orcem para que o hcm1s,crao ar ~ : .. 
d
.. 	. ·roma1srnp1do 
na a a terra do fogo. po sa se 
11111 
Possivel num livre mercado para 750 milhões de 
habitante·. com vínculos políticos e culturais que 
pos;.ibilitem vencer com maior facilidade o· gra• 
es desafios da conjuntura atual: pobreza. 
llJr otr~íicu dt..:::,Clllpr,:l!O, drogns. cducnçao._ 
As dificuldades nuo faltam, mas "pre1" 
nio; deixar de lado o muro das lumentaç~cs e se 
t b 	• ... corno d,ssc um 
1 cnar do cornplcxo de Jcrcm rns • . 
rcprc:,cn1:rntc colombiru10. Por su:i vez Bush de­ 
rnon::;trou otimismo: "A Amêricn Latina avança 
te"' ã ~u:l frcnh: um 111:trJvilhoso futuro. Q::, Es• 
lados Desunidos da Américnn:i Lntinn se tr:ms• 
f, 	.a. numa Confedera- 
0
nnar5o numa Federação ou 
1 
. I' . 
çJo de Es1:1dos•·. Para que tai ide:us se !':O lze,~l 
r:, 	. . ostns e denunct· 
.:ran1 :!prc:,cnt:tdJ:, v::in:is prop , d.- 
d» contra a excessiva ingerência dos Estados 
Lnido e contrn as caric:iturn~ d:t dcmoc~Jc1:1.. 
b • qu • r.::x1::,tcm 
tipo Fujimori. Foi km brado 1:1111 "
111 
0 
_: • 
3... 	+fricana, lusitana € 
4rias Américas (indigena, a! +"" 
IL 1 1111, 1) 
Nipuem pode ncar a importa dotvema 
e do programa apre entado e o lor de aluis 
comunta ões do simpô io, a um como a utilda 
de de um semanal que cobre os prit1pat acon­ 
t,·c1111011111, d., /l 111t ri,a 1 .,t, n Mas para que J1Jr1· 
tar tudo isso com uma mensagem relgrosa qu 
esta em aberta opor,ão Lurn ., rdtl.!l,tl 1r.1..liuv 
nal do tnlc e do Sul da /111én,a'! 
• i',1r,1 entender isso é só ler o discurso pro­ 
nunciado - por ocasião da inauguração do sema­ 
nal - pelo fundador da Igreja da Unificação, Moon. 
111tcgralm1.'ll1C rcp1o<l111ído no undo numero <lc 
Tempos 
o l'lllí.111,il o 1q>ic,1..·n1,1 11.IO l:0111~ o ()Clhtl­ 
mento de uma pessoa comum, ma, (.;.OHIO "Re, c­ 
lAÇ, o d11cta de Dc1i-" o di,cur,o .1patt•,cm ele­ 
mento, eonhec,do, cl,1 do11tmw do l(e, crendo 
Mfoon Alguns exemplos. "Jesus veio como Sal­ 
(ll/or. 111tl 111io entrou 110 RL'IIIO doi C,•11,. llt'ltl 
salvou o mundo Errou ao pensar t/tW lÍl''ltl 
morr,u numa cruz Ele 111io .H' CtlOII t' H' ,:olo• 
cou ,w lado dtH pohrt..'.. /'(Jr 1  todo, o. lw­ 
mens que morreram até hoje foram pura o 111- 
ferno". Depois dessas premissas vem o grande 
anúncio: "Chegou a hora na qual o reverendo 
Moon (assim se autoapresenta) deve tocar " 
tromhetu t' uwhih:or o 111111,do llll<'lfo". "Sumcn• 
te ore, acndo lloon conhece todo, os 111 i,1ério,. 
ele .HWIL'llh' podt..' rt!~ofrt!r hulo, tH prohh·mu., 
que nenhum teólogo pôde esclarecer Posso re­ 
educar a 110.SU precio.t1 jll'l'fllllllt• ,10 t.'./WÇO 
de uma nova hora" 
o simpó,io ele afirmou também: "Sou cu• 
paz de realizar uma lavagem cerebral até ago­ 
ra para o Papa no espaço de quatro dias ou 
ah: ,•m tn.•.,. Um dia ou outro vamos ver isso". 
Depois afirmou que Jesus "c;tcvc no ponto de se 
casar por trés VClCS aos 17. 27 e 30 ano,. porém 
não,~, e o apoio de scus familian:s. Se.• pura ,·oet'S 
I! difícil L'lllt'nder minlws it!a,H. re;ui Amt!m". 
Para ter 11111 quadro mais completo da per­ 
sonalidade de t-10011 po,so lembrar esta, dua, "pé· 
rolas" tiradas do mesmo discur,o: Quando Deus 
criou os homens aonde de, e 1cr colocado o mã­ 
ximo de seu esforço criativo'! Nos olho!-.?·no na­ 
riz? 110 cérebro'? Nllo. no órgão sexual". E ainda: 
"Saibam que o rc crendo Moon superou por cen­ 
tenas de vezes a morte até chcgar a descobrir 
este caminho. Ninguém amou a Deus mais do 
que ele" Moon falou até do Messias, dando a 
entender que era ele mesmo 
Dcpois de ter ouvido csla!-t inconccbÍ eis e 
delirantes afirmações. que podem ser lida, wmbém 
cm outros escritos e discursos de Moon, nascem 
c:,pontüncas duas pi:rg.untas: como explicar o su­ 
ccs,o da seita? Os católicos podem dialogar com 
ela ou tomar parte cm alguma das v.iri:ts at ivid:tdcs 
por ela desenvolvida~'? 
f: precfao rectmhc:ccr que ./vo11 1«:111 ex­ 
cepcionais qualidades de: organi1:idor. cstr.itCgia c 
cap:tcid:u.lCs incomuns de cmfficçiio e .,1.?11.,ih,li­ 
dwie .H>hre as necessidades do momento atual 
Soube unir e desfrutar temas e qucstõc:, de politi­ 
ca~ (hll:t contra o comunismo. integração continen­ 
tal). l'cu11t.i111ica (m.:rcaclo ifrrt•J. cultura t' rdi­ 
gi(iV {di:llogo intercultural e intcrrcligio o). 
Cozn essa tcm:llica organiza scmin;irios. en­ 
contros a nivcl nacional. continental ou internacio­ 
nal. con, idando pcrsonalidadt:s famosas. Para essa 
finalidade destina pane dos lucros das numerosa, 
empresas comcrciais: custda viagc_ns e ho:,pitalida­ 
dc do mundo inteiro. escolhendo os lug.:in.:s mais pnr 
curados pelo luri,1110. Ê também generoso co11cc­ 
dcndo doações a institutos e ci:ntros. inclusive cató­ 
licos. O Washigton Post escreveu por exemplo - 
que Oush teria recebido 100 mil dólares pela sua 
participação ao encontro de Buenos Aires. Para 
mais de 200 convidados foi paga a viagem i: a per• 
manência de uma semana n::i Jrgcntinn. 
..R'.IADILH..S PARA OS CRISTAOS 
O teor cultural destes congrcssos é geral­ 
mente elevado. sendo alto o nível dos coll idadas 
e pode oferecer motivos dc interesse em setores 
diferentes. como exemplo o último sobre o, pro· 
blemas da América Latina. i mesma coi ·a pode• 
se dizer dos vârios quotidi::mos e rc, ist.as impres• 
a.s nos Estados Unidos e no mundo inti:iro. com 
boa aprcscnt:1ç:lo e tem lejtorcs (o quotidiano Wa­ 
shington Time sai com 100 mil cópias): m:is cm 
tudo i o !>Cmprc cstã presente. e n5o poderi:i cr 
di, crsamente. n inspiração direia ou indireta dJ 
seitn Pelo que diz respeito ao aspéclll ,~p<'<:ifica­ 
mcntc: religioso. Moon dcnunciajustnmcnh: n dts::.t­ 
yregação da famili:t. a perda dos, atores rdiuio o; 
por-pane dajll cntude. n excc»ivn libcrdad~- sexu• 
ai e n iníluéncia ncf:istn dos meios de nwnica­ 
ç:io. Fct, im também no discurso de Buenos Aires. 
der ro4 
LjllC ,e p, pu. 
tomo atu a o ta«d 
interrelgnoso, como, N 
Os grande convida1, ar ind! 
rentes ao chamado propaan nunat,'a 
que é formado por uma atmosfera muito atraente 
Lfllt Ch 111c,11hr,h ,.,hem ,riJr; n,, mcí, d,1 puM. u. 
contudo, sempre encontra-e aluem dposto a 
beber eu fasinto 
tu: EHt:iC 1/DO PrLA~ .LLITI:~ 
O que pensar entao da participaçao de te@lo. 
gos. professores de Universidades católicas ou de 
autoridades eclesiásticas nesta atidade" Em 19X84 
11.1 /rge11t111.1. a 11111 e, 1d.1dc c,1101,u de l..1 l'ilt.1 
deu ,, 1oon e a seu braço direito, Bo 111 f•,111... o 
d,111tor.1d,, l lmwn, cau,.1 (10011 nJ11 o p;,,k rc.e• 
hcr p<Jl c,ta, a prc,o1) O reitor d.1 11111 cr,1d,1d,· 
jt1titicou-~e d11cndo st:r L'11..' um modo para agra­ 
decer pela ajuda económica de !0 mul doláres te­ 
cehid.1 de Moon Mas a C'onfcrênc1,1 l piscopal Ar­ 
gc..·nti11a nJo ,tpro,ou o ÍJto. V.ino, teolorlh. Ji;!urh 
das universdades romanas, tomaram parte nos pri­ 
meiros congrc,sos de New Age. pdo .... ar.11cr 
i111crrcligioso que.: a seita promoveu a partir de 1982, 
mas em seguida chegou a proibição de Roma Ao 
último encontro de Buenos Aires alguns bispo» on­ 
' idados niio paniciparnm 1~.,,,la,11c,d.1 1:1 pn:,t.:nh: 
urn mon,cnhor italiano. aprc,cnt:id~1 Cllllll 1..·:1nonic..t> 
da l,,1silica lateranense. colahor.,dor de l'.,ulo '1. 
"importante íigura do mundo cclc-,1il,IÍ..'.0
1
• 1· lc t.1111- 
bC:m falou naqucla. oc::i,i.io. U.1 unu.J.1tli: 
panamcrican::t vista como meio pata combater a 
pobré.t.l e ª"uc,,111do-a J obra do p.1p.1 e de 1.,drc 
Tcrca. Em seguida rezou u Pat i(h",O (cm l,111111) 
para abençoar uma seita recheada de comida abun­ 
danlc e refinada 
O que deve ter pensado este homem de 
Igreja ao ou, ir o discurso do rc, cn:ndo ~toem? 
Scrâ possi, cl que ele n:io pcrccbi:u o quanto a 
!>Ua presença estava apoiando o acontccrn11.:nhl e 
de que estava sendo usado o chamar17 para Lh 
ingênuos e a pro, citadores? A ostcnç,io do crbt1- 
anismo (mediante frequente, chamados a ílihl 1.1) 
e do catolicismo (na terminologia e nos próprios 
ritos) é um mc10do constante- u1ili1...Jdo pc:lo, 
"'unificacioni::,ta!-t··. 
Nos primeiros dois números de T1i:111po, e/d 
,wulo h:1 fo1os do papa e de t-1adre fcrc,a. com 
noticia, sohre 1'.S. de Fátima e a Polónia eatól,­ 
ca. Nem Menem, mesmo convidado participou do 
c11co111ro de Buc:11os A ire,. ainda qui: Bu:i.h. ~cu 
grande amigo. csti, esse hospedado na rcsidl"ncia 
prc;idencial. 
O Presidente Argentino, desta vez levou em 
conta o relatório muito crítico que lhc f~>ra apr1.!­ 
sentado pelo, rio desisto dos c ultos. Mida 
i: a upiniiio pzihltca rl•t1,:.1rum mwto flt'}!Ufl"U• 
ltll!lllt' ti presença de Moon e a seus progra­ 
llltlS que incluem, entre owros. uma imigração 
de 200 mil cort!anos. Alguns pcdirJm a. c,du­ 
,iio da "Igreja da Unificaç;io" do Registro do, Cul­ 
tos por ser dcma5i:idamcntc comprometida com 
o tr:ifico de armas e intereses de ordc1n cconú­ 
mic::i. Temo::. qut: lembrar que na .··lr'j.!r..'llf11u1 r:un­ 
hém ocorreu um processo contra os maomes acu­ 
ados de "lavagem cerl!hru/" O pais do 
Mtercosul onde a seita é mais poderosa é o Uru­ 
guai. 
A seiia di,põc de um quotidiano . .L:J.úmns 
~ - o m:iis im· or1:111tc hotd de Monte, idco 
e um Banco. 
1
o U, Jguai. alguns dias ante, da 
c:tapa de Buenos A ire . Moon presidiu ::i "uma ce­ 
rimônia di: frJlL:rnid.1dt: entre as mulhcrc do Ja,. 
p:lo e do Uruguai". paro a qual 011, idara. com o 
mesmo sistema, 4200 japoneses, no mi.!' de outu~ 
bro tinha convid:ido. sempre no Urugu:ii. com o 
apoio da Fcderaç.io das Familias pela paz rnund,. 
ai. mulheres de 33 pises sul :imcri no . Aluu­ 
mas dela .. sentindo-se cngnn:idas foneme~lc 
controladas e obrigada a um , crdadciro 
doutrinJmcnto .. :1prcsen1;ir:im suas dcnün ias as 
:-tutorid.Jdcs n:ligios:is e ci, is. Os 15 mil mem­ 
bros da Igreja da Unificaç.io Arg ·ntina com cer­ 
h.'l.J ir:1o rc ebcr r ·forç.o'.. cm dinht:iro e p~:.~0:11 
como prometido. alim de um renovado entusias­ 
mo e vigor por :,UJ. ati, icbdc. 
4- 0 
Ar1i::;o publicado pela revista italiana "Mon­ 
do e :-1i,s1011c" do P11'1E. e n.sinac!o por Walter 
Gardini, seu correspondente de Buenos Aires 
 l<,ttl 1  1)0 l IH (,l 1 
'AO ( 1 11  o-. JO() li'- 
 1 
,. 1 
f' 1 L 
h:l 
n 11• 
li.'. 
Chi, p,,.dirtn. lt1.·3 . fl,J ... lí ,IIU/1 
ô ly.adas a eita (l I llh, p t L   1 ddJ.,-• <l 
para salar a nova ado, a Iederaso das lami­ 
lias p 1.1 fl,1/ "''"""·"· J r ,·der ,,l,} d 1 ,1,.11,u pcl., 
r.1/ rn1111<l1.il) n.1o so n 11tr., ... 1. m rt tera reli 
.t De fato, enquanto declaram querer ptomov r 
deais e valores unversat 'om os fatos de tro­ 
em o fu11d.11114,;n1,, d .. • t.1h, .dt•r,.,, h.11.,.,.,h,, c.·,plt­ 
cita exclusivamente nas dias pessoais de 
foon" Mais ainda usam do poder económico 
para manipular as verdadeira necessidades" do 
povo que sofre pela pobreza, de emprego, de a­ 
tea,ão familiar, falta de ideais 
As idéias pregadas pela senta de acordo 
com os bispos, constituem"uma negação da lHh· 
,,, fc cr1,t:1". lk r.,to. .10011 prclcndc st·r o r­ 
dJde1JO 1e,"'"· ',,ih ,1dor d,1 llun1Jn1tladc, 
prc<.:ur, ... ur. 1.:0111 sua mulher de uma r.u,·.1 aul,nt1• 
ca que levara a pat ;i 1crr.i rsto - de acordo 
com L' lic.h:r d.:i <..clla • ~n11clu1 a ,u.1 e 1,tlncia no 
sinal da derrota, sobretudo por não se ter ca ... a­ 
do Portanto, os bispos do l 'ruµu<.11 pro1bcm o~ 
católicos de ingressar seja na lreja da (Unifica­ 
ç;io "'que dc..:>tlró, :i !(: cri,1;1". "l.'Jil n,l"-  rg.;rnl/,t· 
ões a la ligadas, pois, com o iutu110 de dcfcmkr 
os alres fundamentas, só qucrt:111 conyt1P..lar 
flO os adéptos para O 1110 rmcrllo rcllt!I0  o'.) 
pastores (os bispos) em seguida falam para "os 
irmãos cristãos" de toda a America L.atina, exor­ 
tando-os a não se denar atrair pelos insistentes 
con, 11e, da seita aparentemente feiro, om boas 
intcnçõc'i 
A seta de ;1uon. que chegou JO l.Jrugu-11 
cerca de 10 .::inos atras, investiu enormes capitais 
na industria hoteleira e turistica do pais inteiro de 
fonte idCu. onde na ,una e.entrai ;uJqu1riu e 
reé.•struturou o l lotd Pla1a . .itc ;i,, rc:g16c, c..i:ten­ 
trionais. perto de: ~.tito. O ruguat e uma ót1rnJ 
base para as operações de Moon, pois o sistema 
Íl!tcal encoraja e favorece o c.1piwJ c,trangc1ro. 
Sob o ponto <lc  i~la rdigio,o. o 'ruguai é o unt­ 
co pais da ;111crica Latina cm que- J iníluência 
da lgreJJ Catolica e bastante hmtada. 
No dia 28 de ;unho de 19'16 /1oon fundou 
cm lontc, idt:o ar cdcraç.lo para ,ahar a noa 
11:1çào. prumo, cnd'-' um encontro JUt;lamcnte no 
l lotd l'la,a. e inclumdo na lsta dos con, idado, 
tambem alguns católicos conhecido<,. hii imi:dia• 
ta a rc,po,tJ do ,rcchi,po de Montevideo. ;.lons. 
GottJrdi. num comunicado p,ua irnpren,a ele afir­ 
ma que: a Igreja C:itõfica n.:1o condi, idr "a histó­ 
ria da ,ah ação de /loon" e por isso proíbe ao, 
ca1ólico pcr1cnccrcm â seita. 
:S:o dia :26 de setembro. sempre no llotd 
Plua. lia~ Ja l!J11 1oon. mulher do lider da sei­ 
'ª· funda a rederaç,io das Familia, pela paz mun­ 
dial com a finalidade de con,truir um movimento 
1ntcrnacion:!I que promoa a familia e. nrra,Cs 
dela. reno, e a inkir:i sociedade "de acordo com 
a vontade divina" 
Também o bi,po de ;linJ;.. ,lon,.Gil. (de 
acordo com o semanal espanhol Vida :S:ue,a) nd­ 
 ene seus cri::,tàos contra o sincretr mo que jun­ 
t:1 ""conceito crisuios 0111 idCias orientais 
cxotéri ns ": a lgrcj3 da nifi açfio de acordo 
com o bi.:.po - é um dos principai.s movimentos 
n:ligio=,OS sincr ti lJ.:,.. ~1on~Gtl dcnunc1~ ::i pr:itiw 
dn seít::1 de impor o m:urimõnio ~I g nte qut: não se 
conht:cc.. rnnnife tand ao mesmo tempo intolcr-jn­ 
ci, ontra adeptos célibes. É o prüprio :-10011 que ;e 
outorg.:i o direito de: mhin:u os parceiros e de ce­ 
lebrar matrimônios em massa. E não interessa se 
depoi os parceiros são imediatamente :.cp,1rn:ios 
de :icorrlo com as exigências da seita que envia os 
. dtplos a trab.ilhar em lugar diferentes. 
Cu/uhoraçüv da Diocese de Jardu para 
maior onhecimento da eit 1 do Reverendo 
.!0011. 
hrdim-i.l . 31 de '.faio d,· 1.99 
P:ir<iquia S:tnlO Afon,o • Pe.Villi:,m 
Fruncisco Gonçal><-< - llcln Vi,t. '.IS

JOR.AL TRIBUNA DA FRO.TEIR. 
Quanto Antes Aderir, 
Melhor Pra Você. 
Períodos de Adesão 
Mão Estáveis 
Para servidores do Poder 8<ecutivo Estadual não concursados, admitidos a 
partir de 6 de outubro de 1983, integrantes do quadro criado pela Lei n? 
661, de 10 de julho de 1986; 
para os contratados sob o regime da CLT, a partir de 6 de outubro de 1983; 
para os ocupantes de cargos em comissão de Direção e Assistência da 
Policia Civil - DAP - parágrafo 1, art. 174 da Lei Complementar n? 38, de 12 
de janeiro de 1989; também os ocupantes de cargo em comissão de 
Agentes Fazendários, ex-integrantes do Quadro Suplementar de que trata o 
art. 6 da Lei nº 491, de 3 de dezembro de 1984. 
Celetistas Estáveis 
Para os servidores contratados sob o regime da CLT, admitidos até 5 de 
outubro de 1983, estáveis por força do art. 19, do Ato das Disposições 
Gerais e Transitórias da Constituição Federal. 
Estáveis 
Os servidores desta categoria que aderirem no prazo compreendido 
entre os dias 9 e 23 de junho de 1997 receberão um acréscimo Indeni­ 
zatório de 25% e, entre 24 de junho e 8 de julho de 1997, um acréscimo 
de 15%. 
Prazo para os remanescentes da Lei nº 247/81 admitidos até 5 de outubro 
de 1983, que integraram o quadro criado pela Lei n
2 
661, de 1 O de julho de 
1986; bem como servidores titulares de cargos efetivos do quadro perma­ 
nente, em exercício, afastados ou em gozo de licença de qualquer 
natureza; também os servidores remanescentes do Estado de Mato 
Grosso, enquadrados no Quadro Permanente do Estado de Mato Grosso 
do Sul, nos termos_ da Lei Complementar n 31, de 11 de outubro de 1977. 
Para maiores informações retire o MANUAL DO PDV e o formulário de 
PEDIDO DE ADESÃO que já estão disponíveis na Agência Educacional do 
Estado de sua cidade e nas unidades centrais de recursos humanos de seu 
órgão de origem. 
Central PDV,SAD'MS 
Fona 600 3000 - (PABX): (067) 726-4011 
Fbrro s: 221 • 225 - 249 • 251 • 269 - 273 - 278 
Fones. (067) 726-ô559 - 726-4217 - 726-3966 
Fax: (067) 726-4019 e 726-3966 
Unidade Central de Recursos Humanos de seu órgão de origem. 
Conquiste um Futuro pra Você. 
Onde Aderir 
Município: Local Responsável 
Anaunlinda 
/. • 1 
An:Ooo.Jo.1o 
k recota do l 
Aquidauana 
Ar: • • J 
Bandéranles 
B ataqu e su 
Bataporá 
&.a V,,:a 
Bodoquena 
B0n#0 
Brasilànoo 
Caarapó 
Carnapuá 
Caracol 
Cassiánda 
Cllap;idáo do Sul 
Corguinho 
Coronel Sapucaia 
Corumbá 
Costa Rica 
Coxim 
Dcodapo!ís 
Dois Irmãos do Bunti 
Douradna 
Dourados 
Eldorado 
FátmadoSul 
G!óri3 de Dourados 
Guia Lopes da Laguna 
lguatemi 
Inocência 
ltaporà 
ltaquiral 
lvinhema 
Jaraguari 
Jatdím 
Jatei 
Juti 
Ladario 
Maraca,'u 
Miranda 
Mum!oNo:o 
Nawal 
Nroaque 
Nova Andradllla 
NOVJ Alvorada do Sul 
Paranaíba 
Paranhos 
Pedro Gomes 
Po:raPorà 
Porto Murtinho 
Rb5a5 d0 R0 Pardo 
Rio Bri:hante 
AJO 1/eg·o 
Rio Verde de Ma:o Grosso 
Rocheéo 
Sarna Ana do Pardo 
S20 Gabe! D0 0este 
Selira 
&'.i!Oued."!S 
S•drolàndla 
Sonora 
Tacuru 
Tatuaussu 
Terenos 
T:esl..JJJt..5 
Vicen:.inJ 
Escola Jan Anton,n !l.s!:l 
Par; no-R Burlo de eaço 
Escola Joáo Peém Pl:drosswn 
Escoa Bona C. Gorrvs 
Escola Ad lson Aves da Sa 
Escoa Prt C <-!.3 A I G 
Esco'.a Aba(J,a Fau;Lno ln.leio 
Eseo'a D Rubens de C PtnlO 
Centro Educacional de Casslánda 
Escola Chapadão do Sul 
Escola Jose A'ves Curto 
Escola Ene! Vagas 
R. Luís F. Rodngues. 886 
Esco!.1 Sat>'.cs D":JJTlOl'it 
Ceíl'úO Educ Pe. Nunes 
Esco'a 13 de l.'a o 
Escola EstElana C Gambarra 
Escol, Barão do R o eranco 
Escola M.n. João PR Veloso 
Escola Eldorado 
Esco!a Vicente Pallo'J 
Escola Prof' ELl'ros,na P-11110 
Escola Salame de M Rocha 
R. Jose L More.ra. 620 
Escola Joáo Pereira vahm 
Esco'a de tapera 
Escola Lecpo'do Damoln 
Escola Sen Flnto Muller 
Escola José Serafim R.beiro 
R. Coronel Juvénc.o 
Escola Prof' Bemade!e S Lerte 
Escola31 der.'.arço 
Escola leme do Prado 
Esco'a Pe. Constartno de! torne 
Bibfroteca Municipal 
Av. Campo Grande. 1.035 
Preio da UE!S 
Escola Dl1E:e I.R. V. Boas 
Escola Austrfüo e. Castro 
Esco'a Arr.ón,o Coelho 
Centro Educ. Wa!m:r L Cançado 
Esco!a Santago Benzes 
Rua Miras Gerais. 392 
Av. Brasd. 2874- Sl. B • 1, Anéar 
Escola Ctaud:o de D[ve:ra 
Escola D: Jc20 P de Arruda 
Escola Elal.'lio P. Martins 
Esco2Q_,ioG. Gomes 
Escola Thomaz B. Rangel 
Escoa Jcse ANves Rtero 
Escola Jase Ferreira Lima 
Esc'a Bernardno E da Cunha 
Escola Ana Maria de Souza 
Escota 13 de 1/.;no 
Escola Prof' Catarul3 de Abreu 
Escoa CM,TE. Manco Dura 
R. José e. A'exanctna. 1.242 
Escala Dr Marnto Marques 
EscolaAli:õnlo Va2dares 
S'l"E - Eé ' de R PA Estucs 
Escola f>e. Jase Daniel 
lrortdJ do AmJral T da Sva 
'+LS.a 
da'a » 
I.' .l!la RIIJ F áe Gt.-s.'!120 5.31 • nl 
F mat-, Ul.1,caS,l 
Jurac Martmnez Bamos 
João Ca aro 
Aaa P Boiges Brand.>:J 
Eli de Melo Raros 
Cels,o Antôrno Cet,olh 
Jar Roberto Aves 
Wuma Monnigo Pow 
M!ara Aparecida More.te 
Edr Apa!ecida de Azevedo 
Mana de Fama Pera Souza 
Mana There2ll1ha M Un.'lares 
Suei da S. Santos Andrade 
She,:a Marta de l,ngels 
Francisco de O'ena Bartosa 
Roque S!efanello 
Mana das Neves M. Lopes 
Zlda dos Santos Mereles 
Martene Kroh Lar7arta 
Diva Abreu de uma 
Martene Bar0s2a Sampaio 
Levyneves 
Ernesto G2t 
Neusa Wust de Fretas 
Eia,,a Can..-e P,,.:.,!)"-l) 
Elsana I' .1 da Silva 
!!atide Lberti de 'oraes 
Rose Meyre Pinto Benzi 
aura!! abnan de aros 
Mana Rt2 Baz Som:s 
Heteny Mar± P Aches 
lns Engei de Sou12 
Indara A.F Sã de Lura 
Va!etmnlofi 
1/..a,a lzalr.! Ras;i 
Janete MAartns Brandão 
1 .eto Lopes 
Andref<112 M. de L Nogue.ra 
ZcadaSa Custoda 
!ui Maria Gi!úna 
Rejane E. Sim 
Sara Gomes d5s S210s 
Benedcto M. de O'vera Neto 
Euceri: Sra Dres 
Waldecy Ferreira da Costa 
Lory Rezende Elas de Sona 
CecaaG. Cs.a 
Vilma Bueno de Andri!.de 
Francnete daR G Zaga. 
Samuel Alves d3 S .. ".! 
Lo Palo Lstc 
R0sãngela Emula Mentens 
MaraLmaCz.a 
Evando Mars de aura 
INFORMAÇÕES, LIGUE 800•3000 
CENTRAL PDV/SAD/MS 
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