Advogado belavistense perde a vida 
em violento acidente na BR 060 
No começo da noite do último dia 
25/09. sexUJ-íclrn. por volla das 18:30 ho­ 
ras, o Advogado Roner Loubet da Rosa.33 
anos.filho de 1rudlclonal ÍiHnílla 
belavls1ense. sofreu um violento acidente 
aU1omobllls1lco na Im-060. a cerca de seis 
quilómetros da cidade. logo após o entron­ 
cnmcn10 com o Rodovia /paporé. vindo il 
falecer no local. 
De ncordo com os primeiros levnn­ 
tamcntos realizados pelas autoridades po- 
llclals que d tenderam él ocorrência. o /d­ 
vogado conduzia um veiculo Vollswagen 
Parall. de propriedade de um cli<'nlc, ao 
se aproximar do entroncamento com o 
Rodovia Apaporé. cm focal de pouca vlsl­ 
bllldadc. o vcfculo velo o chocar-se violen­ 
tamente contra a traseira de um carroção 
carrcqado de madeira, que era puxado por 
um trator Massey Ferguson. 
O cliente do Advogado. que vinha 
atrás em outro veículo. acompanhado da 
fürnílla. também não consevulu frear a 
tempo e acabou batendo na traseira do 
veiculo acidentado. que. pelas evidências. 
ficou no leito da Rodovia após chocar-se 
com o carroção. porém. os ocupantes do 
segundo veiculo envolvido no acidente so­ 
freram apenas cscorlnções leves 
Na próxima Edição. estaremos dru!­ 
gado todas ilS Informações referentes il 
mais esse violento acidente da BR-060, 
Rodovia onde devido a uma série de tato- 
res, vêm ocorrendo vános acidente wrav 
e com vitimes! tuis nos ultumos me€s, cau 
sando dor e sotrimento às familias de pesso 
ds que por ela transitam muitas vezes por 
necessidade de serviço, como ocorreu com 
o jovem Advogado Roner Loubet da Roa 
que também era Presidente do 6 E:porte 
Clube, tradicional agremlaçdo desportiva da 
nossa cidade Aos familiares, os nosos mais 
protundos sentimentos de pesar por tão trtste 
e lamentável perda 
Volks fará 
reparos em 160 
mil automóveis 
A Yolskswagencst:icon- . 
vocando 160 mi I proprietários 
dos modelos Gol. Parati, Santana 
e Quantum para a troca do su­ 
porte fixado ao bloco do motor. 
A substituiçio da peça é neces­ 
siria somente nos modelos com 
din.-çào hidráulica e motores 1.6, 
1.8 e 2.0, produzidos cnlre ja­ 
neiro de 1996 e abril de 1997. 
Essa convocação envolve o 
segundo maior volume de carros 
com defeito produzidos por uma 
montadora brasileira O maior in­ 
cluiu 600 mil veículos. sendo 500 
mil da própria Volkswagen e 100 
mil da Ford, que tiveram as man­ 
gueiras de combustivel substittúcbs 
rentemente. 
Também é o segundo reall 
(convocação cm massa) feito 
pela Volks cm menos de um mês. 
No dia 29 a empresa já tinha 
chamado 23 mil donos de Gol, 
Parati e iaveiro modelos 97 e 98 
para a troca de um parafuso de 
fixaçào da coluna de dircçilo. 
Nesse caso, segundo ·a 
montadora. o problema envolve 
segurança. pois a peça pode 
quebrar e provocar perda do 
controle cio carro. 
1
a última con­ 
vocação a Volks garante que 
"não existe qualquer compromc­ 
tiJncnto da segurança. mas ove­ 
iculo pode vir a parar". 
A substituição da@peças 
deve ser feita gratuitamente em 
qualqucrconccssion:iria da mar­ 
ca. O serviço é realizado em cer­ 
ca de duas horas. O recall tem 
se tomado comwn nos últimos 
meses. Em agosto. além da 
Yolks, a importadora Chrysler 
convocou 140 donos de Neon e 
Cherokce p;u-.i a troca do con­ 
trole cio air bag. 
Na General Motors estão 
em andamento convocações para 
os modelos S-10, Blazcr e 
Silverado com problemns ele v:il­ 
vula do tnnquc de combustiwl e 
na embreagem. No início do ano 
passado a Fiat teve que substituir 
o tubo convergcdor de arde I 50 
mil Tipos imporodosdalt:ilí:iquc 
con:i:im o risco de incendiarem-se. 
Caracol solidário à Horcíri 
É digna de louvor 
e ele profundo reconhe­ 
cimento a soliclariecla­ 
clc ela populaç[10 de ca­ 
racol. para com o Sr. 
l lorcírio Guticrres. . 
Liferangr f 
N ini 
caracolensc nato. pe­ 
dreiro. responsúvel e 
um pai de familia exem­ 
piar. que foi vítima ele 
acidente. 
Socorrido as pres- 
REAi. 
1ª Dama agradece apoio 
do Deputado oka 
Ex-Governador Pedro Pedrossian 
Prefeitura Municipal de Bela Vista/MS 
Portaria Nº 336/97 .Gabinete do Prefeito 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Esmdo 
de Mato Grosso do sul. no uso de suas atribuições 
legais; RESOLVE: 
Nomc.1r os Membros do Conselho Municipal de 
De:spono: 
MIRTA HARUNI CHIDA 
CARLOS ROBSON SOUZA CORRA 
MONCLAR ROSA CORRA FILHO 
GETÚLIO LINO FILHO 
MARIA APARECIDA BETELLI 
ANTLTON JOSÉ FARIA 
NELSON LUIZ MATOSO 
AFONSO MARIM 
CUMPRA-SE 
Bela Vista/Ms.. 26 de Setembro de 1.997 
José Garibaldi da Rosa Neto - Prefeito Municipal 
Sé1S para Bela Vista. 
teve um excelente aten• 
dirncnto, porém as des­ 
pesas hospité1larcs s[10 
cxorlJitantcs para a hu 
mildc familia. Pág/02 
A realidade de Nato Grosso cio Sul é 
urra só: a 
população quer um administrador 
competente. 
prcocupaclo cem o crescimento do 
Estado. um bom 
cmprccncleclo·. com grande poder 
ele hclcrança. capaz 
<ic industric1liz;1r nosso Estado e ele 
gerai empregos. 
É por isso que todas as pesquisas 
apontam a real 
liderança de Pedro Pedrossian na 
sucessão estadual. 
/pesar de se_is opositores estarem 
à procura de um "nome novo" na 
corrida sucessória, Pcdrossian 
continua ainda mais fone. como 
mostram as pesquisas na 
Página - 02 desta Edição 
Deputado Estadual ll'aldemir Jfoka • 
A 1 ª Dama de Caracol. Sra. Catarina Sorri lha Lei­ 
te. a11radece o apolo do Deputado Estadual Waldemlr 
Mol:la. que em colaborando mensalmente com a As­ 
sistência Social do Município.'tornando-se parceiro do 
"programa de Atendimento a Gestante". criado por 
Catarina que beneficia qestanres carentes com Vitami­ 
nas e medicamentos. além do enxoal completo de Bebê. 
Florestal distribui mu roe1ra 
em blitz educatiua no Dia da Árvore 
Para marcar a passagem do Dia da Arvore. que se comemo­ 
ra no dia 2l de setembro, o Destacamento PM Florestal de Bel 
Vista. comandado pelo 1° Sargento Clademar José Sovcmigo. re­ 
alizou no último dia 23, durante o dia inteiro, uma blitz educativa 
em frente a Sede da Corporação, na saida da ci­ 
dade, com a distribuição de :ipmxim3d2.tneme 400 
mudas de aroeira aos condutores d iculos e tran­ 
seuntes que cruzaram pelo local. Página-04 
Um Quati e dois Mlacacos apreen­ 
didos pela Florestal em Ponta Porã 
a. 	Página - 04

JOHNAL THIIHJNA DA FRONTEIRA 
Lideran9a de 
Pedrossian 
éRhAL 
1
1 A r,•,111,l,HIC' <lc: ;'l,110 (irO<,su cio Sul l' uIné só: él 
popul,1 'i-10 (jl l(T l II ll ddllil1lSlrddor COI l1J)C'l(·nt(·, 
p1vocupt1<ICJ ( Olll (J ( íl'.'-,( 11C'lllO cio l:',lé.ldO, lllll !Jom 
,·mprt'('IHl('dCJr, c-0111 ~r;111Clc poclcr ele liderança, capaz 
(I(' i1)(lu<.,1ric1liz, r I10.'-,SO l~.'-,lilUO C CIC' gcr, I' C'l11prcgos. 
E por is.<,o que· todas as pesquisas apontam a real 
li< ltTélll ·a ( !(' I)<'< Iro l'C'clros.<,ic111 mi succ.:ssf10 es1adual. 
Apl'<;élr c1,· seus opositores cstmc, na pro ur, ele um 
"110111c 11ovo" 11c1 corrida succssóri,1. t=>cdro Pcclrossi 11 
c·o111i11u,~ é1irnl;1111é1is forte, co1110 rnostrc1m as pesquisas al)c1ixo: 
Não sabem 
1 
Marisa Serrano (PSDB) 
Wilson Mairtinr; (PMDB) 
Nel!lhum Deles 
Zeca do PT 
Pedrossnan (PTB) 
1 
i 1 
1: 
1 
Wilson 
Nenhum Deles 
1 
21 clor, 1 ll~,o. llll ll fl WlO t 
f1< t nl<' no Clube do Laço I t t,rc, 
(., r, { ( 1. { Olll,H,dO com a j ',lr!.I 
1 
f)c ( ;,o dC' tl ·z ( (jt peS 
• O boi para o churrasco € te 
das as bebidas foram doa,OS 
<l.i cnrr,ur11cl,Hlt· de Caracol Po 
Wlll, scr.i f(",1!11.<Hlt> l,H nl)('Il llll 
B;ngo pc1rtl< OI r p!cr 1 ('llld(..-10 ( l,l'-, 
despesas hospitalares. Adquira 
sua cartela, em qualquer cstabc 
k·c111H·n10 comercial ou cor c1 
"m9@num.. 
Oirctar Editor. lv3ldo Pereira. Diretora-Administrativa: Maria Esleta Velás.quez Pereira 
Redator. Ubaldino Rodrigues • Reportagens: João Carlos Velásquez. Kener lopes leite (Caracol), And:é Ãvalos Wardim): 
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ANTONIO JOÃO: Rua &la Vis<a. S/N' 
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---- 	'«e idos. 	1aç. o n:..o "-f"~O 
Responsabilidade 
1 
6.7 
1---.7,4 
27.9 
1----------, 
44.C 
(ül ill1 IB1 lITffi ij o ta 
terna lr d0 
$<u'O (iffi) M 0@©1@ 
Não Sabem 
3.6 
5.2 
26.0 
40.2 
LAVAGEM 
LUBRIFICAÇÃO 
ABASTECIMENTO 
1 
Revendedor autorizado 
LIQUIGÁS 
Acenda e ConUe 
lfredo Pinto,i32 - 
314 .. Por o Murtinllo - M 
27 UE SLl E:lfiHO DL l !>
1
)7 
Caracol so idário à Horcírio 
E digna de louvor cl • pro 
flu do reconte 11 t ,{'ltcJ c1 ',o:.d,: 
nedade da popula,ao d • < ,, .r, .cot 
para o no Sr. 1 lor< ír10 ( ,ullt IS, 
caracolense nato, pedreiro, reS 
pOll',{lV ·I {; UITI pa, cl<' l,HTlllld 
('Xt mplélr. foi VÍIIITld e](' cl(lclt'rlll'. 
Socorrido as pressas para 
Bela Vista. teve um ex dente 
atendit ento, porém as despe 
sas l1ospi1<llares sflO exorl)1!,intl·"> 
para a l1um1lde família. 
r-oi rc, li7-<l(IO no ul11rno d1<1 fc11111lla Gl 11wrrc<,. 
Prefeitura Municipal 
de Bela Vista - MS 
O Prefeiro M1111icipal de Bela Vis/a, de acordo com o q11t! estabt!lece o DecrNo 9 ]/ 
97 de 13 de J1111ho de /997, roma público ao~ 111/eressados a repub!icaçiio do A 11e:r:u f do 
Edira! C "OI, o quadro referente ao Grupo do Mogil'léno 
p 38,7 
Professor de CGnc Las 
1:s .,,-;. 16 
Profl•s'ior c.h.• til c;tÓrl:1 
,s V.5,10 
i'ro•,•c;r,or ,1,, ?n":-c::col.1 
1 ·te: 1:.n.n 
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POSTO 
NABILEQUB 
Barra do Rio 
@ AQUIOaban 
com nan11eaue 
rétedwcto carda 
te ta9o a araçda 
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!1.1LI l it.1ç:;o ,' .. "• e Í f !c.1 , - i:•i.:i' 
o uper'or. 
s 29,76 	720r: 'Ata 
1
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roíc-~sC1r d,• r.dr.--ciio,.--tfot!c1 1•'.1hltf•.1·~:n •.:•r.•crr·.:,1 
4
- C'l!I' 
• 	o ;'r!or, 
R$ 238,76 	2' oras/t+1a 
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''i, ! ·t,:ri0 f l ,,.., 1••1 • 1 
, ... ,. r".1 r,•! 1 
.ira; 
PJ 
03 
ASSIM É QUE NÓS CUIDAMOS DE NOSSOS CLIENTES, COM EFICIÊNCIA E RESPONSABILIDADE, 
AFINAL CADA CLIENTE É UM NOVO AMIGO. QUALIDADE PARA ATENDERMOS BEM PARA ATENDER SEMPRE 
co =coo 
ao.s ,:~ 	~ ■
eu dados 
pan-t-aneiro 
LAVAGEM 
 LUBRIFICAÇÃO 
1 ABASilCIMHtlD 
Rc,cndcdor 
COPAGAZ

construção de termoelétricas no 
Investidores nacionais estrangeiros. 
além de um grande número de emprega­ 
dos da E! ESIL. participaram no último 
dia 24 da Audi nela Publica realizada para 
dar esclarecimentos sobre as condições 
!l.'rnls do procc,so rlc dcstutlzaçüo do 
ENERSIL. O Secretório de Finanças. Or­ 
çamento e Planejamento, Ricardo bacha 
11c1 qunlldode do Proyrurrw Est<1du<1I de 
lkscstutlzc1çt10 (PED), coordenou os traba­ 
lhos da oudlê11clu e Informou que o retor­ 
no da cupucldade de Investimento cm 
obro, de intra-estrutura energética é o 
prlnclpul resultado que o Estado obterá 
com a prlvutlzaçõo da Enersul. 
Segundo bacha "uma das obrigações 
do futuro comprador da Enersul será a 
construç5o da usina termoelétrica de Cam­ 
po Gronde. com capacidade de 300 Míl". 
Juntamente com construção da 
termoelétrica de Corumbá. cujo processo 
implanwçflo cst.í em andamento. o Esta­ 
do vai dobrar a sua capacidade lnstíllada 
cm termos de encr11lu elétrica. Para Bach a 
a rctomuda dos investimentos nessa área 
vai afastar o risco de colapso no forneci­ 
mento de energia e permitir a ampliaç5o 
do parque industrial do Estado 
", 'ós temos cons I nclu de que o t:s­ 
tado tomou il de lsJo correta quando op­ 
tou pela privatização da Lnersul - afirmou 
Dacha na abertura do evento Segundo ele 
o Enersul é uma empresa que prctls<1 dar 
upon • ao dcscn,olvlmento de M,110 Gros­ 
so do Sul eu cle,esldtlzação é o melhor ca­ 
minho para garantir isso. O Secretário adi­ 
antou que rodos os rccursm btidos com 
a v nela ela Empresa scr8o dc>tlnados pclíil 
o abatimento da dívida que o farnclo tem 
junt0 ao Tesouro 1 uclonuí 
Para bacha. o abasteclmcn10 da dívi­ 
da público é o melhor aplicuçao que o Es­ 
tado pode fazer desses recursos nc,se mo­ 
mento. na medida cm que a diminuição 
do tamanho da dlttlda. que é superior il RS 
2 bilhões. melhora a situação financeira do 
Estado e ülivlil o desembolso me mal para 
pagamento de bancos oficiais. " ós 
estamo, saneando as contas públicas e pre­ 
parando o Estado para exercer com efici­ 
ência as suas funções bi.Íslcas nos setores 
essenciais paril a população. como saúde. 
educação e segurança" destacou 
Auditorias • O vlce-pre,idcnte da 
aa ENTREVISTAS - 
RICARDO BACHA 
Secretário de finanças, Orçamento e Planejamento 
• Quanto o Estado poderá lucrar com a 
privatização da Enersul? 
Ricardo llacha: O maior lucro que o Esta­ 
do ter.í com a privatização é o fato de Mato Gros­ 
so do Sul ter capacidade de investimentos no setor 
elétrico./ falta de inwstimento em infra-estrutura 
estava atrapalhando o desenvolvimento de Mato 
Grosso do Sul. Por falta de di;--porubilidade de ener­ 
ia novas indústrias nào pockm se instalar e nós 
c,.t:unoscom o risco de bla,k-out eminente. J:i com 
relação ao n:sultado final da venda da Enersul. cm 
reais. ele seri utilizado pra pagamento da divida do 
Estado tem com o tl,souro nacional. diminuindo a 
nossa necessidade de desembolso mensal e mclho- 
rando a situação financeira do btado. 
-Qual a cxpcctatil'a de inl'cstimcnto que 
n priva ti7.:1çilo pode trnzcr pa rn o Estado. 
Ricardo lhcha: Inicialmente nós e,tamo, 
garantindo no proce,,o de privatização a instala­ 
ção de usinas térmicas cm Conimbá e Campo 
Grande. cujo potencial energético 'ai se comparar 
com o que j:i existe no Estado. A pri'allzaçào v:11 
pcmitirquc a capacidade mstalada seja dobrada 
no M utilizando o gás natural que vem da 13olivia. 
Este é investimento de cuno prazo. Os compra­ 
dores ccnamcnte tcr3o o compromisso de investur 
principalmente no setor social. 
VENIJ:l'ON TADINI 
Consultor do Consórcio Nova Enersul 
• Qual :i i111port~nciu dcst:t audiência 
para o processo de privatização da Encrsul'? 
Venilton Tadini: Esaudiência é fundunen­ 
ta pam a desestatização por que somente se realiza 
uma audiência pública quando todos os relatórios n:­ 
fcrcntcs aos processos sejam concluídos_ com CXC.'­ 
çio da avaliação econômica e financdra que deter­ 
mina o pn.-ço minimo de ,·cnda que sair.i no prazo de 
}O dias para efeito do edital definitivo. 
Nesta minuta de editul foi possivel consoli­ 
dar os resultados da avaliação das auditoriasjuri­ 
dica c contábil e das avaliações atuarial. avaliaçilo 
técnica e opera ional. assim como de todos os 
c-studos 1K-ccss:irios p;ll"J dctiniç:1o do procc.sso de 
modelagem de wnda da Enersul. E,,u minuta cslâ 
sendo disponibilizada para aso icdadc opinar a 
respeito do procc o e nó acreditamos que te­ 
mos o prazo de trinta dias para definir o pn.-ço mí­ 
nimo de venda e alguns acertos nesta minuta de 
edital para que possamo publicar o edita definiti­ 
, o para venda da cmpn:sa. 
- A opinião dos im cstidorcs não podem 
mudar o cronograma de privatização 
Vcnilton Tadini: A todo instante nós 
estamos cm contato com os in'cstidon.--s. o través 
do Banco Fator e o Banco do Espírito Santo - que 
é o b:inco int mac.ion:il quc cst:i dando suponc 
junto com o con ôrcio • e todos os ret mos que 
temos n:ccbidci é sobn: a boa qualidade das infor­ 
mações da Empn:sa e sobn: o intcres ·c que os 
invcstidol!S têm demonstrado no processo. A partir 
de agora o processo é im:sistivel e nós temos o 
sinal positivo dos investidores interessados na com- 
pra da cmpn.:s:i. • 
• Qual a participação que fica rcscn·ada 
para os empregados? 
Vcnilton Tudini: Nós estamos 
disponibilizando 6% do capital total da empresa 
para os empregados e dando um deságio de 70% 
por ação sobre o alor econômico que vier a ser 
apurado por ação. E uma condição bastante atr.i­ 
tiva parJos funcion:írios da Ene_rsul e os aposen­ 
tados. 
- Com relação as auditorias, como está 
a saúde financcirj da Encrsul"? Ela é atraente 
p:tru o investidor? 
V l'nilton Tadini: Difc:n:ntcmcnle da maioria 
cbs empresas do setor elétrico nôs tiv.:mos urna era- 
1:! surpn:sa nos ajustes de auditorii S3o valores mui­ 
to baixos que for.un constatados no ajuste da audito­ 
ria cont bil e n:i auditoria jurídica em rcbçfio às 
contigncias. Nós .:,,,:unos absolu1nmente tranquilos 
e o "data roem" que vai disponibilizar os n:latórjos 
para os im cstid l.'S vai dar a transparência nccess:i­ 
ria para os investidores ficarem tranquilos em relação 
a situação financeira da Encrsul. 
Enersu! Flávio Decat na apre: 'nta,ao o­ 
hrc que fez wbre a ~1luilç,.o op;:r,, lon Ida 
Empresa, destacou que a Enersul apre ·nt 
hoje uma ·strutura organizacional enxuta e 
uma relação empregado'consumidor de 271 
que vem melhorando ao longo dos anos 
segundo ele. os indices de continuidade e 
qualidade dos serviços de ·nergia elétrica 
também vêm melhorando neste periodo Os 
programas de desligamento e aposentado­ 
ria incentiva permitiram uma redução si!­ 
nittcativa do qu,1dro de pessoal que em ja­ 
nelro de t 995 5oma,;,.i 2 21 O e hoJI.' é de ,1 pc­ 
nas 1 747 empregados 
O Consultor do Consorcio :>.o,a 
Enersul, que promo,cu c1 modl.!la11em dc1 
desesta11zação da Enersul. l;:mlton Tadin 
talou sobre os aspectos societários e juridi­ 
cos da empresa e apresentou o cronograma 
cfe pri,atização Se11undo ele. "cl1ferentt>mcn­ 
te da maioria das empresas do setor elétrico 
nós ti,emos uma Qíillil surpresa no:, il!U5t.:s 
de auditoria Siio ,atores multo baixos que 
toram consrntados no ajuste da auditorw 
conti.Íbel e na auditoria jurídica em relação 
iis continQénclas" 
O consultor expôs o cronograma de 
Conen é destaq 
no Programa con ra 
O Conselho Estadual de Entorp..:ccntcs 
1 Concn/MS) tem s..: destacado como o mais atu­ 
ante do [lrasil no combat..: às drogas. A infcmna­ 
ção é do assessor de imprensa do Consulado 
imcncano em São Paulo. Carlos :-.lurilo de Oli­ 
'Cira. que teve: um encontro no último dia 24,em 
Campo Grande. com ccn:táno d..: Justiça e Tra­ 
halho. João Pereira. Esse reconhecimento pode 
significar a ampliaç:lo do apoio americano nos tra­ 
balhos cm andamento e cm outros campos. como 
na administração penitcnci:íria_ 
Oliveira parabcnizou o Govemo do Estado 
pelo empenho no dcscn'olvimcnto do programa 
de combate às drogas coordenado pelo Concn. 
que é financiado com n.-cursos da Embaixada dos 
Estados Unidos. Durante a reunião estiveram pre­ 
sentes o Presidente do Conselho. José Ricardo 
:--Juncs da Cunha. e o Diretor do Departamento de 
egurança (DSP). Ulisses Duarte. 
O Consulado americano participa do progra­ 
ma cm mais quatro Estados - ão Paulo. Paraná. 
Santa Catarina e Rio Grande do ul-. incentivando 
instituições de pesquisa através de intcn:iimbios. ori­ 
..:ntação de técnicos e di!.mbuiç:Jo de matL-rial cr.ifico 
para as camparthas. Carlos M urilo agradeceu o es­ 
forço do Estado e disse que o Mato Grosso do ui 
Todas as instituições educacionais do Mato 
Grosso do Sul e rcpn, entantes da sociedade de 
um modo geral estar.lo. durante todo o dia 26. dis­ 
cutindo metas e objetivos que poderio fazer parte 
do Plano Nacion:il de Edu ação. elaborado pelo 
MinistcriodcEdu ção.O"DiadcDi cuss:1 do 
Plano acional de Educação" estará sendo reali­ 
zado em todos os Estndos do Pais. 
Os setent:i e seis Muni ipios do int.rior do 
Estado também apresentarão propostas concre­ 
tas para a formulaçJ do plano, que seri o guiJ d::i 
cducaçJo nos próx-im  O anos. :s dicussões 
começam a parir das 7horas, nas agências edu­ 
ca ioruis ou centros comunitários das cidades. 
cf d , 
d 	p 
1. ,r nc. 1 e, u, l' ., , d 
z ado no dia I d no mt r 
t',lior, s do Rio cl,• Janeiro A l 
nanceira do lei!o aconteceu 
de novembro A modalidade de venda era 
por envelope fechado O Edital d vnd 
val estabelecer as regras e condigo 
venda de b 135 do capital da Lnersul 
corre,pondl'tHl' c1 1ot,1lt<l<1d,: d,i, p TIi ,p, • 
Óes acionárias do Estado e da fletro!ra 
O Edital estabelecera ainda um pte 
o minimo de venda para a doe que e­ 
rão objeto de oterta Segundo Venilton ao 
empregados da Enersul serão 
dlsponihlliz,1do:, o do ,dpll,li r Jl,il d 1 
empresa. com um deságio que pode he­ 
ar a 70 sobre o valor económico que vr 
a ser apurado por ação O memorando 
informativo preliminar apresentado na 
aucllênc1<1 rl',cl<.1 que em I'.! de ,woSl<J do: 
1997 a cotação das ações ordmnirtas da 
Enersul na bolsa de Vaiores de 5ao Paulo 
era de 7 30 por !ore do: 11111 oes No 
1n1uo de 1995 o ralor do lote era de apro­ 
amadamente R$ 2 30 
o 
3 
esw cumpn ndo as metas proposws pelo acordo 
Só este ano.já foram criados oitos Conse­ 
lhos de Entorpecente, cm :vlumcípio, do rntenor 
A capacit.,ção de agentes comunit.lrio, p:trJ wm­ 
batcr o uso de drogas, ocorrido no prmenro s­ 
mestre dste ano cm Campo Grande. prc,pon:10- 
nou as condições para a instalação desses Conse­ 
lhos. a.,scgura José Ricardo. 
O Plano de Ação do Govemo. que esta scn­ 
do <lesem olvido cm tod:is as cidades do mr.:riur. 
tem difundido o trabalho de pn:, cnçào JO u,o de 
entorpecentes através de palestras ministradas a 
jovens e adulto,. com distribifiçJo de m::1tenal 
c:xplicati'O pura a população em geral. "Esse tra­ 
balho tem tido ótimos resultado,". gar.rntc o Se­ 
cn:tário que tem recebido vários pedidos de lide­ 
rançasdos Municípios para a instalação de conse­ 
lhos na cid:idt: . 
Durante: a visita foi discut.ida a pos,ibilidadt: 
da realização de uma tclcconfcrência entn: órg.}us 
estaduais ligados ao probkm:i - Conen. Dt:p:irw­ 
mento de Segurança Pública-OAB. Pa:;10r.1I 
Carccr.iria e o Consubdo Americano nos Esudos 
Unidos. para a troca de informações sobn: a,, diíi­ 
culdadcs do s.istt:ma carco:rário que o Brasil en­ 
frenta e a utilização de drogas nas prisõe . 
MS dei ine metas para 
Plano Nacional de Educa 
Em Campo Grande. as reuniões .::co::lt· cm 
no Cc:ntro Edu cional l !ércuks '.1:i o:nc>:1;:. E.s­ 
cobs i'lo Francisco. Jo é Barbosa Rodrigues. I 1 
de Outubro. Delmin Ramo PedroS:! i: Jo_quim 
Murtinho. Representantes de todos os segmentos 
que têm ligação com a questão educacional. além 
de :l! oci:ições e sindicat03 . estarão participando 
do evento. 
A Secretaria Estadual de Educação está 
coordenando todo o pre sso para acontnbuiç 
do lbto Grosso do u! na formulação do Plano 
Nacional de Educação. Para a realiai de 
trabalho, foi nomeada uma Comissão F t .. du.: 1 e 
de interlocutores de vários Muricipis

JOH AL 'THIIH/NA UA 1-1(0 "JEIHJ 
Ronda Policial 
florestal distribui mudas de 
aroeira em blit{ educativa 
no Dia da Arvore 
l'.11.1 ,n reat a pa agem do Dia da Arvore, que se 1.0111crnor,1 
no dia 2Ide setembro, ol Jc I.K,Jlll<"lllu l'.,I l lme,1.111k lll'l.1 11'1,l. 
11>111,111d.1111h1 ,,._i., I' !'-..11 )'c'lllo C'l.td,111.11 Jm0 S1J em1go. n:.ilrmu 
1111 ultimo dia 2},durante o dia inteiro, uma blitz educativa em fren1..: 
a 5cde da Corporação. na ,.,íd.t tl.i c,d,H.k, w111 ,, di,1rihuiçilo de 
ap111111l,1d ,nr,nte-100 mudas de aroeta aos condutores de veículos 
e transeuntes que cruzaram pelo local 
i bli/. a exemplo da que foi realizada ano passado pelo lk,1i1- 
camento PM Florestal, contou mais uma vez com a p:,rticipaç,1o de 
alunos da Escola Municipal Pedro Ajala, localizada nas proximidades e 
te C l:()11)(1 objetivo tllilior i1 COlhCic111i,,1,·fü1 tanto do, proprietários ru­ 
tais como da própna comunidade local e da reio para a necessidade 
de preservação das diversas espécies de produtos ambientais que Se 
,11co1111.1111 cm, i.l de cxtinçJo. corno a própri.1 atocir,1. lx:111 como 
incentivar o repovoamento de áreas desnatadas e também das matas 
nativas, que ;,o longo dos anos vem "mio l:ust,mtc c,L'>tii;.1d.1S pcb ex­ 
plorao inregular e queimadas descontrolad.1s. 
Vale ressaltar que a exploração ilegal de produtos florestais 
,·orno .1 aroeira vcrn sendo combatida ampl:unentc cm todo o Esta­ 
dn. sendo que a, maiores apreensões dessa espécie deram-se exa­ 
t.,rncnl<-' ern tHhsa regi~"- 110, últinms dois ano, o que. ,egundo o 
Comandante do Destacamento PM Florestal local, se de e cm gr.mdc 
parte ao fato de que cm nela li,ta e no, Municipios eircuvizinhos a 
aroeira ainda existe em quantidade considerá d. ao contr:uio de outras 
rq:iiic, dl, F,tado omk a c,pécie j:i foi quase que completamente 
extinta de ido a c~plnraçiln irrq;ular e dcscnfn:aJ.1. O militar km­ 
lna que a cxploraçfü, da arncir., e de outras c,pécies de produtos 
ambientais ameaçados de extinção só é permitida mediante a apro­ 
ação de plano de manejo junto aos órgãos competentes, 011 seja. 
SI· 1/DES l' llli IA. 
Materiais de Pesca Apreendidos 
l:m npcra,:àodc liscali,açào n::ili1l1da esta ,.:mana ao longo 
do 1io ip.1. uma equipe do Destacamento PM Florestal de Bela 
Vista procedeu a apreensão de anzóis de galho. cspmhéis. tarrafa, e 
de 11111.1 n:Jc de pesca medindo apro,imad.1mente 60 metros de com­ 
pnmcnto. lJUc esta, a extcmlida no no nas proximidades de um pes­ 
quero. cujo proprietário não foi localizado. 
O Comand:111te do Dc,tacamento local informou a reporta­ 
em que no decorrer dos próximos dias estará intensificando a lisca­ 
lização no rio Ap.1 e seus alluenlcs. com vistas a coibir a pesca pre­ 
datória, principalmente agora nesse periodo de chuvas, quando os 
cardumes começam a subir p.1r.1 as cabeceiras dos rios devido a 
proximidade do fenómeno conhecido como piracema. ou seja. o 
periodo da d.:sm a e r.:pro<lu,·Jo dos peixes. A Florestal alerta tam­ 
bem para a necessidade dos pescadores portarem a doeumcntaçJo 
cxigid.t. corno a c.incira tk IJ<!Sca amador:1. que deve ser apr.:scnta­ 
da em casos de fiscalização pelos ,,rgJos competentes. O documen­ 
to pode ser n:tirado cm qualquer ag0neia h:mc,1ria da cidade. m,-di­ 
antc o pagamento de uma p,:qucna ta.,a. 
Um quati e dois macacos 
apreendidos em Ponta Porã 
Fm Opéraç:io de fiscalização de rotina realizada na cidade de 
Ponta Pori, que também integra a área de atuaç~o do Destacam<.'n- 
101':<. t T·lon:,1:11 de l3cla li,1.1. uma guarnição rnm:mdada pelo S:u-­ 
gento Sovemigo l'.'Cclx:u denuncias a l'l.':>pcito úc animais silvestres 
mantidos .:m cativeiro, naquela cidade e na apuração const:11ou a 
veracidade das mesmas. 
Em uma residência os Policiais Florestais de Bela Vista pro­ 
c.:der.1111 a aprccn_-,;io de um cxcmpbr d.: Qu:11i, mm aproximad:1- 
mente dois anos e meio, o animal, bastante dócil, era mantido c:m 
cati, ciro prnti :unenll: desde o nascimento. s.:gundo O que foi apu- 
1:ido. Em outra rcsidência. utc111rndo ::i solicitnçào dn próprfa dona 
d.1,-:t.s.'l. o Flon:stais cfrtuar.un o recolhimento de dois cxcmpbrcs 
de :-.facaco Pn:go. um com aproximadamente sete :mos e outro 
com cerca de 15 ano· de idade. ambos. pdas carJct.:risticas de 
docilidade que possuem, tamb.'111 vinham sendo mantidos em cati­ 
veiro desde que eram filhotes. 
O Coman Jnte do Destacamento PM Florestal local. Sar­ 
gcnto ' , ~migo. infonnou que o, 111:s anim:iisaprcendido • cm Pon­ 
ta Porá erão encaminhados na próxima semana para o Centro de 
Rcahilit:içào d· Animai Sihestrc,- RAS-.:m Campo Grande, 
ond • após passarem por uma tri. gcrn e acomp:mhamc1110 vctcrin:irio. 
deverão ser devolvidos ao seu habitat natural. desde que apresentam as 
caracteristicas de sobrevivência neesiri pura se reintegrarem a natu­ 
n:.r.L lmrorLm:e rc,s:ilt:.irquc .. m.111u1cnç.1o ck :mimais sih estrcs em 
ai veio costutui crime de acordo coma leis;ão a:bienal em vigor, 
tundo o infrator sujeito a reclusão de là anos. 
llh 
I t CUI p!c>i,1 
Pretere 
e ode li +ta, o Ne te pro 
tipo, quantidade. qualidade outrwcp fia do que pretend 
adquirir em obras ou serviços, estabelecendo também uma estima 
tiva quanto ao valor provável da compra Se este valor f r abano 
de ll 7 71O00 para obras e ser+os de tn,:trthmJ ou .,t ""' d. 
1927,$2 para compras e outros serviços, mcluswve os de compra de 
espaço em jomal, fica d+pensada a abertura de edital de licita ão, 
podendo a aatordade encarregada da compra fazer diretamente a 
compr.1 de qualquer Jomc<.cr.Jor. lembrando sempre que a aqui»tlo 
com ptos acima dos praticados na praça é crmne de responsabt­ 
lidade, apurável a qualquer tempo pelos Vcrcadorc, ou pelo I rit->un, 
de 'ontas. ada impede que mesmo neste caso se faça o edital de 
licitação. 
Se o, alor pro6, cl d,, compra for m:,ior que os ctados mas 
ficar abano de 1($ 15➔201,96 par.1 obrn, e ,cr, 11os d~ cn,c11h,1r1J 
011 de 1($ JK 550,➔9 p,1r,1 wrnpr,1, e ou1rn, ,~rv,ço,. 1nclu,I e o, úe 
compra de espaço em joru,tl, dei e ,er r<:.tl 11,1dJ 11c11,,çJo nJ mudJ• 
lit.l,tdc com lle 
o p1c.imb11lo do cdit.rl de, em constar, alem de u11lrt1' irem 
pre, 1,10s 110 Caput do /t. 40 da Lei }666, a modalidade de herta­ 
çào (convir,•). o tipo de licilaçtlo (geralmenlc n de menor preço), o 
regime (gcr.tlrncllle.c,ccuçJo indireta por preço 1,:lobal ou un11ário) 
e o crit,·no objcti,o de julgamenlo (geralmente o menor preço) A 
au1orid,1dc pode publicar este edital no jornal local de maior periodi­ 
cidade e neste ca,o lica dispcn ·ada de enviar o edital para outros 
interessado,. A autoridade, se n3o puhlicar cm jornal o ed11al de 
convi1e.j:, que n:10 é obrig;itório, deve fiar o aviso do cd11al no ~1r10 
da Prefeitura e enviar o edital para pelo menos trés empresas ca­ 
dastradas na l'reícitura na atividade. fale edital deveria ser em ia­ 
do. conforme recomenda a moralidade das licitações, para todas as 
empresas cadastradas. 
Caso não se tenha três empresa, cadastradas. pode a autori­ 
dade em iar o edital úe com ite para outras empresas locais não 
cadas1radas. e. se não exi,1irem, para empresas de localidades pró­ 
xi111a,. de modo a ter enviado a pelo menos três c111prcsas o edital 
É bom frisar que qualquer empresa. local ou não. pode ,olici­ 
rnr o edital para participar da licit:iç:lo. Todas têm o direito de par- 
1,cipar da li..:ilaçJo. l'ara o caso de convite n:lo ,e pode e,igir ca­ 
dastro previo das empresas. podendo qualquer delas apresentar a 
documentação exigida para cadastramento na hora e local d:t lic1ta­ 
ão 
e;,,., tenha ha, id,,a puhlicaçào cm jornal local de ma,ur pe­ 
riodicidade ou que tenha sido 111andado o edital co111provadamen1e 
(de pícfcrênci:i com aviso de recebimento) para no mínimo trê, 
empresas, não é necessário que tcnharn comparecido trés empre­ 
sas no momento da abcrtura da licitação. lmponantc· mc~mo que 
compareça apenas urna licitante. o convite pode ter seu cu~o nor­ 
mal ,cm a necessidade de mais propo t:1s. Aliãs. é comum os pró­ 
prio;, lici1a111cs buscarem mais duas propostas para dar "cobenura" 
3 .)U:l propo~ta. pdtica irregular e absolutamente: di:sncccssária o 
edital de convite. corno cspecilicado acima. 
O que se recomenda a to<los os aú111inistradorcs sérios é que. 
ames de julgar uma propmla clas,ilicada em primeiro lugar, façam 
11111a con,ulta de preços na praça para saber se o preço ofertado é 
o mesmo praticado na praça por terceiros. A autoridade não é obri­ 
gada a co111prar o produ10 ou serviço do lici1an1c classificado cm 
primeiro lugar desde que ela demonstre que existem preços de pro­ 
dutos ou serviços menores que os ofcnados. OI nciso VII do An.24 
da Le, 8.666 pennite a compra direta de qualquer outro fornecedor 
que tenha preços menores que O) ofertados. dispensada, neste caso 
a realização de licitaç:io. 
E ainda ncccssãrio que se e clarcça que ninguém ganha uma 
Jicuaç:io. , comisscio de licitações classifica as propo,tas em or­ 
dem, atribuindo o primeiro lugar ú proposta. mais ,,antajos..1. e assim 
por diante O licitante cla,sificado cm primeiro lugar é chamado 
para assinar o contr.:110 de fornecimento e neste momento ele. obri­ 
gatoriamcnti:. deve comprovar a regularidade com a Previdência 
Social. C:t)O não consiga apresentar esta documentação. a 3Utori­ 
dade convida o licitante classilicado cm segundo lugar cm assim 
por diante. 
Mais uma vez lembro que a autoridade não ê obrigada a com­ 
prar de nenhum licitante desde que ela demon Ire que os preços 
aprc,ent:idos são nitidamente maiores do que os praticados na pra­ 
ça. Isto evita que, por exe111plo: o licitante classificado cm primeiro 
lugar desista para que o scg1mdo ganir,: e dividam entre si ore ulta­ 
do. 
Claramente: a autoridade municipal é quem define o produto 
e os critérios de panicipaçào dos licitantes. de modo que ela tem o 
direito de 1.:xh.?ir no edital periodicidades mini mas. diário ou três --C·· 
zcs por semana ou semanal, por cxcmp1o. - 
Ê 3 autoridade que seleciona este critCrio e a contestaç.5o 
judicial do mesmo tem sido consuntcmcntc derrotnda. 
Ê que o Município tem a obrigação de utiliz:ir sempre a manei­ 
ra mnis rápida de levnr n infonnação ao cidadão. Até por bom senso: 
se numa licitação um mensário ganhar cm preço de um diário. estaria 
satisfeita a necessidade social de acesso i, infonnnçlio? A difcrenç:, 
de preços compcnsnria a diferença de serviços? 
No caso de contratnçdo de jornais para atos de publie.1ções 
legais. volto a destacar: 
a) autoridade tem que selecionar obrig.:i1ori:uncn1c o jornal <,di­ 
tado de maior periodicidade no Município pelo principio da ampb difu­ 
são. direito con titucional do cidadlo il infonnaçtlo. 
b) é incxi_givel n lieitnçJo quando houver apenas um jornal edi­ 
tado no Município com maior periodicidade (à, êtlaçào contidJ no 
Inciso tt do Art.25 da Lei 8666 inclui apenas serviços de publicidade e 
di, 11li;.1ç.lo e jomal. nc,tc ca..o,, cnde c,paç.:, par.i publico• "de 10 
lcgnl. 
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'l. 7 D E S E	I L : l B H. O IH. l ' ) ' ) 7 
A PARTIR 	JÁ QUE ESTAMOS FALANDO 
lk hojc estaremos publicando o "Conversando Com océ", 
11111.1 ponte lignndo o jomal,, occ e a comunid,1de. sob a responsabi­ 
lida«de do Editor-Chefe, Ivaldo Pereira. F alaremos de tudo. política. 
111ti:,. nq;ócio,. liv,os e GI: 1 E. Ocntc que é noticia. Será uma 
conl'Ct',,1 ,iu ..-r 1, tod.is :,, ,c111a11,1s cl,1rcmosjuntos. a coluna (nJ 
verdade sera uma página) será publicada simultaneamente nos Jor­ 
nais I RIIHIN/ 0/ FllONTEIRA, COIUlEIO J/IWI 1: SE, 
JORN/1. OE 130 n O e TRIBUN/ MURTI 111:NSE. 
A BRUXA ESTÁ SOLTA 
/ndo pr .. -ocupado, e não é para 111cno,, morreu o meu grande 
umigo OSW /I .DO GRUBFRT (foto). em Jardim, depois minha ,o­ 
gra. u lutadora I.IDI/ VELASQUEZ. meu ,ogro, um homem de 
luta. de tr.1balho sofreu 11111 derrame, está se n:cupcrando. 
í j' 
De homenagens. o Vice-l'rd"cito de Campo Grande, 
OSW /LDO POSSARI, Diretord.i Cru,.ciro do Sul (foto). foi ho­ 
menageado pelo Jornal GAi.E r A MERC/1'-iTII., ho;c. ele:. 
POSS/RI, é um dos nome, cm e,idência no btado. Cid.idão 
campogranden,e. l'os,ari e,t.i fatcndo JUS ao tillllo que rcccb.:u. é 
um 'ice-Prcfi.:ito atuante, político que é destaque no MS. 
1'-ào ticou por a,. morreu tambcm o Ad,ug,,Jo. e,- crc.,Jor 
(hrJim) Dr. ROl3ERTO DE SOUZA PINTO. também amigo de 
muitos anos. e ontem (sexta-fcir.1). morreu o também Ad'ogado Or. 
RONER LOUl3ET DA ROSA. um jovem simples. coração imenso. 
um belavistense da nova geração que estava ajudando a constnm a 
nossa 13ELA VISTA dos sonhos. Pr.-cisamosde Vll3lvÇÔES PO­ 
SITIVAS. muitas orações e estender as m:ios. 
ACIDENTE 
Viajamos todas as. semanas. para Jardim. Guia Lopes 
da Laguna, 13onito e Porto 1'1urtinho. a BR-060. que liga fkla 
Vistaà Jardim é uma Rodovia PERIGOS:. sou testemunha. 
n:io há sinalização, animais ('acas. cavalos) são criados à 
margem da Rodovia, os motorisas sào obrigados a manobras 
de pilotos de Fórmula 1, sem falar nos caminhões e tratores 
que circulam a todo instante e muitos motoristas abusam da 
velocidade. Algo precisa ser feito. e URGENTE. muitos aci­ 
dentes já aconteceram. está na hora de ALGUÉM agir com 
rigor. 
1ào basta a Policia Rodoviária fiscalizar. é preciso que 
o Governo do Estado SI ALIZE a BR-060, trecho Bela Vista 
à Jardim. URGENTE. 
TAMBÉM 
A Rodovia que liga Jardim à Porto 1'1urtinho.267, está 
entregue ao KARMA dos motoristas, trechos perigosos, nas 
imediações do CALC1REO BODOQUENA cxist<.: um abis­ 
mo, dcpressilo é pouco. onde os nervos e os corações dos 
motori ·tas são testados. Dependendo da velocidade o moto­ 
rista VOA, é isto mesmo. VOA. quando passa pelo abismo. 
se tiver sorte passa pelo BURACO. ABIS 10. DEPRES 'AO. 
FALHA. sem quebrar o carro. ou o que é pior. sair ileso. 
com vida. Muitos já morreram na também RODOVIA D/ 
MORTE. 
l=IRCMOÇÃO 
Vamos falar também de 
fatos que nos levam a acredi­ 
tar. exemplo ;i promoção do 
TENENTE ILLA 'A 
1
TI 
(foto), Comandante da PM de 
Bela Vista, homenageando di­ 
ver~os bcl:wistenses. amigos 
d,1 Polícia Militar. 
Foi no Clube Esportivo 
Bclavistense. merecendo 
NOTA DEZ. f'ui um dos ho­ 
mcnageados. junt:iment.: com 
o repórter Ub:ildino 
Rodriguez. Ao amigo VILA 
no,sos p:irabéns. 
PARABÉNS TAMBÉIVI 
,o Emprcs:irio Bclavistensc: RA!v!ÀO GIL PAREDES. Prc­ 
sidente da Associação de Moradore do llainu das Primaveras. pela 
inauguração do Centro Comunitário. Jo•;em crnprcc:ndcdor. Ramão 
est:i s.: destacando na comunidade bela, ·istcnsc. 
CANDIDATO À 
DEPUTADO ESTADUAL 
O Empresário Álvaro Pcreir:1. que ini iou suas :nivid:1- 
dcs aqui na TF. Diretor do Jornal Tribuna Popular. é mesmo 
c:indid:ito :i Deputado Estadual. Álvaro filiou-se no P B-P:ir­ 
tido SociJlista Brasileiro - e j:i est:i zm camp:rnhn. 
LIVROS E AUTORES 
o mês de Outubro estará c1rculnndo o nosso Iino 
''CARA DAZAL DA SERRA". é) oita, o. segundo o OS­ 
CAR RAMOS GASPAR, jornalista. contist:i e cs ritor, te· 
mos a OBRIGAÇÃO de lançar UM LIVRO por mi's. 
Chegaremos lá. A propósito transcre emas do DI..RIO 
DA SERRA. um:i d:1s crônicas do O CAR. de sim. um sc­ 
nhor CRO '!STA.E CRITORc O-:'Tl~TA.:irc:sp~itod 
arte de escrever. 
A d idosa "artH
11 
e e 
- Ohe em volta, nnuem ly a 
tora ameneana ·atale Gol!berg em seu ti 
Que, als, tt ta exatamente de aluna» arte 
tes pafa » que e dedicam ao soltar »fio 
Para quer, neófito ou cterat ,o. 11ll..,f .•,h1t11,.4)1'1 1,,u,!  u·, '1 rn 111 K" r 
o artesanato da cr!una. promocn0o o a ublme dom de prr 
u,rn .1u•,l., .,, '4.:'t..rcln ()!1111p,, dJ criJ.,.,io, o lvrotem tento der.ld, r 
I critora de succso, Natal oAdterg mostra - sem drnuir, é 
aro, a importanca da literatura - que, muito antes de ser arte,ter t 
smnplese duro Oficio E que mesmo o ato de rar pernamts, enredos, 
situações, etc ) fundamental para a fiaonnsta, depende murto roa do 
creio,da dedado ptópra de arteios, que de a ora me cotria 
e itlt.unu,h: supeuta que chamam de mspuras do 
l fim. Mtente selagem d monta o tal ocnma do fazer htra­ 
no. d1..·'>t..'rt--:.1n1J o J,rdc.:rho • à-,. t.:/t:'> 1.untx111 pn:tll1 1, ,,.o - J11hh.í111 Jí­ 
rn,1d,> em torno da .. Jr:c" ck c"l:íL'lí ()1t.·, IIL"ITI fll)f 1 ,, duJ de "-t.í 
nobre e sublime epresdo das contradições e das omple udades d1alma, 
do<.i an· t.·10, e frthU;!<y~ do /1{,0lt.111 lanto quanto o lo a 1111 11..,1. o 
Clllt..'lllil t .1, .1rtt..', pJ.1 tuas Quando hu inuem la e»ocre 1 u 
não", Natalre Goldberg luneta, com habilidade crura e mãos de fada, 
111u1tJ frru.L1, ao 11ll: ,llll> h.:mpo. 1 m primeiro luar, a vaidade das que 
cnc1r;un .1 lt11...r..1tur.1 como msa), omno se tudo ott ao sua 
:ildc.:1,1 dqx.·r.ót..','-C Ód qu.: ft.·m a dzer 
Não escapam também os que., Julgando-se mnompreendid re- 
clamam a (con) sagração que os leitores') lhes num os tachem 
não ficam a salvo os que ignoram ser a literatura U..h.::o .. l1t..:n 1. iJJII· 
mo. E, por isso mesmo, contradtoramcnte narcisicoeen o,m hI­ 
co e tr.111,t!,rc.:,(·r , c-....:rtr1,rJ ~trlh.:n..;;rn.1 n.u> h.:m ,1 prc.;?Ui-.... , ,.; 11:11110 
menos este cromrsta aprendiz - de implhir a literatura ou de de«±altia­ 
la como expressão das angustias e das inquietudes do hmm da ptpria 
i lumaniJ,Hk Goldberg não rerega seu próprio Otiio. Alias, reata-o 
dos territórios oniricos e ambi alentes - onde só a uns poucos, como M1.atol 
de Barros, é dado transitar com leveza de arcanjo - para reinstalá-lo amo 
labor de jardineiro em terreno arido e pedregoso De onde, ensina, 
com a apl1caç:.it1 do dJn3Jo-, e a cntrc:g.a "li 11ar1.1 dt..' mun.!t." 11Pl t;rn,,. 
as ezes, mas soas vezes, e possice} ,rrr uma tulipa negra onu ama 
sublime rosa azul Para que se dê razão .1 Natale Goldberg. quando 
coloc.1 a c,cr11ura como exercicro continuo da mente tderente') - e 
Mente Selvagem é um "simples" compêndio de ecrcicios para rm­ 
per-se os limites mesquinhos da racionalidade - basta lembrar que na 
hitória dJ li1cratura não existem os génios espontin -o-,. puctJ ouro­ 
mancista que lenha bro1ado pron10 e, içu:,o. t:01110 cogumclt..1 que ci.:­ 
lcbrc a ,ua imponl'.ncia dc~conhcccndn u.1 Oíl!.!t..'m 
Pon:m. !!.C o ÍJ1t.:r litc.:r.m,'l. o oficio da escrita, a purgação impen­ 
lcn1c da crr:i.ç:ão. a !1tcraturJ enfim. njo C o Ol1mpoontlc Cr1.:s ,ublunc e 
oni"-Cicnll .. -:, pair.im com enfado sobre o resto da I f l!t11.UitJ~1dc. l.'nlj, 1 o que 
é. de fato. o fa.1cr l1tcdrio'
1 
Dificil de dizer. Monstros sagrados d 1 por1t! d.: 
lttlo Cal ino- Seis Propostas para o Próximo Milênio- e L'rnht.:rto Eco­ 
Seis Passeios Pelos Bosques da Ficç.io - J,.t tentaram algumas respostas e 
muitas md:ig..1i.;,X:, pcrtrncnlt:>. ,mho:>.. porém. "i.t·m a pn.:h.:n"-Jo de a.,C• 
gurar conclusões definitivas 
De qualquc1' fom1:t.. p.m:co ><.>br:u- ,omprc uma contraJ,çào. um 
im:m0, i cl parado,o: a, crtbdt'.'irJ l1tcra.tura pod:: ser. e e. ortc Contudo. 
o literato. o t..'::,t:ritor ou pocL1. n.:lo C um anit.J Pelo menos nJo no sentido 
con, t:ncionJ.I. ;lulrindo-s:: da matiri:i org..in1ca cbs impos'1bil1d.1d~. do'.) 
desvaneios e das utopias qut: se fcm1cnta.m no subsolo da alma.. e, autt:n­ 
tico litcra10 !er.Í. quem s..ibe. um impenitentes cara elho, condenado a 
lt!ntarctc.:mamcnlc fazer aflor.ir. do.:, monturos da incong.ru::ncÍJ hum:m .. t.. 
um impn.n:1cl cogumdo. Que. is t..'lt:"' e Ó muito r...tlL!.mcnli:. s.c tr...:.ns- 
- lonn:i cm tulipa m.·g.ra ou )ubl11nc r0).J. ;izul. 
Estacionamento Próprio

JOll 'AI. THJBONA l>A FHONTEIHA 
COMEMOHOU 
Mais um aniversário no ultimo dt4 
1 6pp., a proprietaria da Ski Lanches, 
Sra.Maria Aparecida L..Rocha! 
A Mariazinha, os nossos cumprimen­ 
tos, e que esse aniversário transcorra por lon­ 
gos anos de sua existência. Parabéns!! 
DIA l 2 E 13 
Deste, a lanchonete Bambu Lanches. 
esteve em altos agitos. Muitos casais, e aju­ 
ventude estiveram presentes, para prestigiar 
o show com o Som Pnntnnciro, que na verda­ 
de f'oj um sucesso! 
OJOVEM 
Scrgio Serena, como sempre muito 
simpático e atencioso, atende a todos com 
11111i1a hnspitnlid,1dc. 
DESEJAMOS 
Muito sucesso no novo trabalho, ao 
nosso colega Elio Gotloy. Ele que é o novo 
Assessor th: Imprensa tia Prefeitura Munici­ 
pal de nossa cidade. Com certeza vai desen­ 
volver um excelente tmbalho nessa án:a. l3oa 
sortc Elio. o: o que vocc vni prccisur para en­ 
trentar essa nova jornada. 
ALMOÇO 
BENEFICENTE 
Neste domingo dia 21 pp .. houve 11111 
almoço em pról tio nosso amigo Oreirio 
Ciuticrres. O almoço foi no Clube do Laço 
Retiro Caracol. onde o tlia todo realirnu vá­ 
rios torneios de futebol tle areia. 
Ao meio-dia. um d.:licioso churrasco 
foi oferecido ao público cm geral. e o di­ 
nheiro arrecadado foi cm beneficio a saú­ 
Jc do Sr.Orcirio. que nesse instante passa 
por um momento difícil de sua vida. 
JÁ SE COMENTA 
r ambém que agora neste mts de outu­ 
bro, estará acontecendo um wpcr h111go. c lc 
também sera em pról a saúde do Sr.Oreirio 
Gutierres. Com certeza, esse bingo vai ser 
de muito sucesso, o povo de Caracol tem um 
cor,1çJo gcncrn,o e vai colaborar cm ma.'>)a. 
Afinal. Or,irio é uma pessoa muito qucrid.i 
por todos. 
VENDE-SE 
Um tcrrcno. muito bem locnli,ado. 
Maiori::s informaçõe~ com a Dona Bcnilda 
Ricardi ou e/ a Etelvina, aqui na Avenida 
Brasil. 
O preço do tcrrcno é de apenas 1.000 
reais. Aproveite .... 
ESPORTE 
Apesar da matéria. sair um pouco tar­ 
de. mas sempre é bom comentar do cx­ 
ce lentc trabalho que o jovem Raul 
l3arnbil, vem mostrando frente a Secre­ 
taria de Esporte cm nossa cidade. 
os dias 28 a 30/08. graças aos es­ 
forços desse jovem, aconteceu na Praça 
1 ° de Maio, os jogos da Semana da Patria. 
entre as escolas municipal e estadual. 
Voleibol Ginasial (Trio/Areia) 
Iº lugar - ficou para Valkiria. adiane, 
Deth (7' Série - Município); 
2º lugar - Valéria. Adriana Ocampos. 
Adriana Ramires (6" Série - Município). 
Voleibol Masculino 
1° lugar - Jary. Murilo. Jorge (7" Série - 
Município): 
2º - lugar - João. Marico. Coco (5" Série 
- Estado). 
2º Grau• Feminino 
1 ° lugar - Valkiria. Dcth, adianc (Mini­ 
selc • Município): 
2º lugar • Ana Cristina. Lidi. Célia (2º 
ILTON HORA "ºº"""º• 
2g-o«caos ll 
" _!_E#g l 	l "h 
f'Cl:CLC-.:. R.eAJtA. R ~.t.o,tt1i.u. 	~ 
, [ ase 
RUA ANTONIO DIAS ADORN0;~3. Tlf MORENA -'l!ir (067) 741-5002 
FAX - 741-6085 - CEP 79051- 030 • <:_A~PO __ GRAN(?E - MS - BRASIL 
AGROPECUÁRIA 
J og0s M 1 u II í e pais Voleibol/Are 1 :i 
(Trio Feminino) 
I" lugar - Ivete, Lidi, Tita 
2luar - Tamara, K eia, Miguelina. 
Masculino 
I" lug, r- Rob. on, Jary. Chuck. 
2' lugar - Tio. Jardel, Guila 
Futsal Ginasial- Estadual e Munici­ 
pal 
I lugar - João, Marico. Coco. Jonc. 
Rudcson, Carlinho: 
2" l11gnr - Ed,on, Manl,o, Ro11ihcrto. 
Gcni, a Ido, Ccnildo. Barrinhu. 
Futsal 2" Grau 
l" lug,1r - 3" ano, Celso, Cristiano, Pau­ 
lo. Mareio, Guila: 
2" lugar - lº ano. Cil,iison. Jardcl. Jair. 
Reginaldo. Odilon. Juninho. /rcélio. 
Artilheiro Ginasial Barro - 6' Serie 
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Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria 
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fere Talismã. Est.Nunes, Ianch .4 111 
iva. Paulo Pucheta, Bambu Lanche». 
Pascoal Pucheta. Genilce e Calia a!ra­ 
vés do Deputado Oscar Goldoni. 
Scuct.dc 1.J Bela Vista (Orlanda 
reita), I' Dama Catarina Sorrilha. 
Vereadoras: Doralina, latima 
Sonorização (Apoio): 'ereador Moises. 
Ver.Toninho. Vereadora Magaly. 
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Esta é uma super promoção de final de ano. Onde serão sorteados os seguintes prêmios: 
1' Priinlo: UMA TV COLORIDA 14 Pel. 2 Primie: UM ESPREf.lEDOR DE FRUTAS '/ALLITA 
3' Priinlo: UM VEIHILADOR WALLITA 4' Priml: UM FERRO ELÉTRICO l'/ALLITA 
S' Prêmio: SURPRESA 
Além de tudo Isso. tem mais ainda. A Drogaria DANIFARMA está com urna promo­ 
ção no medicamento. TEUTÓN!CO. é uma viwmina parn o san11ue. músculos. nervos 
e ainda estimula o apetite. combate anemias e tônico em 11eral. O preço do TEUTÓ/1:!CO 
na tabela é RS 7.14. a DANIFARMA está vendendo por RS 5.00 ou 02 por Rs 8.50. A 
promoção será enquanto durar o estoque. Sendo assim. quem comprar na Drogaria 
DANIFARMA receberá um cupom em qualquer compra de medicamentos ou perfu­ 
marias. e quem participar da promoção do TEUTO;-.;JCO. receberá 02 cupons. 
A DAN!FAR!vA atende 24 horas. dando à todos um ótimo atendimento. O melhor 
de tudo é que o atendimento à Domicilio é a qualquer hora do dia e a entreqa é a mais 
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O Sorteio será no dia 24/12/97 na própria DANIFARMA. às 15.00 hora.s. 
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JOH AL THIHUNA DA FHONTl'..IHA 
- - - - 
l'odtr ,Judit·i:írío do Estado de Mato 
Edital de Primeira 
e Segunda Praça 
27 DE SETEMBRO DE 1097 
p (,1 .•  
A Doutora Ehizabete Anache. Juza de Direito da Comarca 
,k Bela Vista. I atado de Mato iroso do Sul, na forma da Lei 
F A/SABER a todos quantos o presente Edital virem ou 
dele conhecimento tiverem e interessar possa, expedido nos Au- 
i<>'> '" 22X/9J de COUll/ C,:/ que MUNICI 1'10 DI. lll-1 . 1 
Vl'-.IA'MS1m,,crn111r,1l·DSON li Dl·IIW'-DFMOIVd''s. 
em trâmite por este Juwzo e Cartório Judicial, que nos dias 09'1 O 
97e21/1097, respectivamente, as 14.30 horas. no Editicio do 
F 6rum local, será levado a publico preio de vendae arrcn1,11aç,1o, 
a quem mats d ·r e maior lanço oferecer, ao seguinte imóvel 171 
has (ccnto e setenta e três hectares) de terras pastais e lavradias 
da fazenda Vista Alegre. parte da antiga E azenda São José. neste 
funicipio, devidamente matriculada no CRI desta Comarca sob 
o 1931,avaliada em R$ 132.132.40(centro e trinta e dois mil. 
cento e 1rint.1 e dois reais e quarcnla ccntmos), cru d.rta de 2310 
'lú, e her, çorrigido 111011ctariame111c OS dia, ,llltcs d,1 prnneua 
praça. (Consta dos autos que o imóvel possui débitos relativos ao 
IR referentes aos exercícios de 1994, 1995 e 19%. Na prirneir.1 
praça o imrivd nJn pmkrá ser alienado por preço inferior ao d.1 
avnliação, sendo que na segunda, que só terá oportunidade se 
resultar negativa a primeira. os imóveis serão vendidos a quem 
111<1i • der e maior lanço ofcrcccr, aind,1 que por pn .. ,o ahai,o ao da. 
aaliaçno. Não havendo expediente em qualquer Jos dias dcsig­ 
nados para us praças, estas realizar-se-ão no mesmo hnrúno e 
local dos dias Úlcis imediatamente seguintes. Caso o cxcrntadn 
n.io seja mtimado pessoalmente para as praças. fica intimado. atra­ 
vés deste Edital. das datas e horúrim de,ignados para o 
praceamento. E, pam que ninguém possa akgrar ignor:incia. foi 
expedido o presente !:ditai. qu~ scr:1 a lixado na sede deste Jui1.0 e 
publicado na forma da 1.ei. com anlL-cedêm:ia mini ma de cinco 
dias antes da primeira praça. Dado e passado nesta cidade e 
Comarca de Dela Vista. Estado de ;'o.lato Gro,so do Sul. aos onze 
di:.L~ do m.:s de seternhro do ano de mil no, eecntos e mi, enta e 
sete. Eu, (Edgard !banhes). Escriào Judicial. o digitei. 
F.1.17.AIIF.TF. , 'ACIIF. - .lui,a de Direito 
Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do 
ui - Comarca de Bela Vista 
Edital de Citação 
com prazo de 20 dias 
, Doutora Elizabcte /nachc. Ju1za Jc Direito da 
Comarca de 13ela Vista, Estado de Mato l,ros o do Sul. na 
forma da Lei. etc ... 
FAZ ABER aos que o presente Edital virem ou dele co­ 
nhecimento tiverem, expedido nos autos 11297de /Ç ÃO DE 
DIVÓRCIO DIRETO que ELIZA 'GELA TEODORO VIEIRJ 
ZOGilB move cm face de FADEL ZOGAlB. cm tr.imitc por 
este Juizo e Canório Judicial. que cm seu cumprimento e aten­ 
dendo aos mais que dos autos consta. pelo presente Edital. com 
prJ.Z.o de '."O (vinte) di:is. fica CITADO o requerido FADEI. 
ZOGAl13. brasileiro, casado. bioquimico. c-stando cm lugar inccr• 
to e n.io sabido, dos termos da presente ação. parJ. querendo 
contestar no prazo de 15 (quinze) dias. lindo o prazo do Edital. 
lic:mdo advertido de que não sendo contestada a aç;.io presumir­ 
"-";º aceitos como ,·crdadciros os fatos articulados na cxordial. 
lica ainda INTIMADO para comparecer perante este Juizo no 
Ediftcio do Fórum local. no dia 08 de Outubro de 1.C/97. às 13:-10 
horas, para audiência de tentativa de conciliaç.io. ocasião cm que. 
não h:cndo 1.--Conciliação. scr.i iniciado o pr.vo para apn:scnta­ 
ão de defesa. E para que ninguém alegue ignorJncia. foi expedi­ 
do o prc:.;cntc Edit:11. que ser:'! a lixado na sede deste Juízo e publi­ 
cado na fonna da Lci.13cla Vista/M .. 30 ele Junho de 1.997. Eu. 
Edgard !banhes. Escrivão Judicial. o digitei. 
ELIZABETE ANACJIE-.luiz:1 de Direito 
MARINHO LOPLS. l~;rn~ l 
públi.o que requereu a 
51:MADl.:S/ 15., d vulori­ 
L<JÇéJO µ,Hcl lirnp<.:L..i de 
pastagem em 70,000 ha, 
na f'azend<.1 SJo .Jo o (PM- 
L c.:), no Munidpío de 
Nioc1que/MS 
pla 
• 
D 
A! f PIO IH Ol /.A um: 
blico que requereu à SEMAI 
utorizaç1o 
nento em 50,000 ha 
SmJ< o(P rtl!),no 1u­ 
nicípio de , 101qi; /:lfS .. • m Joi 
determinado o estudo de Impa.- 
TAvoc 
DR ARCUS A RUIZ • KARAY MBARET 
CI 
Cirurgião Dentista 
Dr. Laucídio Valdez de Barros 
Rua ft!n. Bernardes 
.lar lm .. MS 
n 
lll l 
o 	1 - 
,· l' r 1 .1 d , 
S HEIS E CRIMINAIS 
RATOS- : ÇOEsj 
67) 251-1012 e 251-2424 
JARDIM/MS isa nas pedras e no ent, " 
'-T ADVOCACIA 
DR. HÉLIO TADEU RUIZ 
( CAUSAS CÍVEIS E CRIMI AI~ 
Alclr Gaúna Moraes 
Rua Ten. Bernardes - sala 01 - r-'!1251-2509 
Residência: C!3 251-1997 - Jardim/MS 
Rua 14 de Maio, 470 - CENTRO 
-~(067) 251-1736 - JARDIM/MS 
1 
CAC 
DR. HELIO ?Uz 
Agrimensura e Planejamento 
Serviços de Escritório e Engenharia, Topografia, 
Locações Loteamentos, Projetos Agropecuários, 
Projetos para Desmatamento e Laudos Técnicos 
Clarindo de Oliveira Viana 
Eng. Agrônomo - CREA 9271D l1 
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(067) 251-1012 - 251-242'1 
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DR. ANTO 10 F. DO NASCIJIESTO 
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OABIMS 2809 
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~ 067 251-2009 Jardim/MS 
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Residência: Av.Rio Branco, l 93 
, Escritório: Rua Dr.Corrêa, 706 
'2(067) 287-1 1 s 1 - Porto Murtinho!'1S 
VILMA OA SILVA 
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OGADAS 
VERA LOUREIRO OE ALMEIDA 
OAB- 2573- B 
CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS 
lj{ 
o,srn- 
J, IP g pP4, As 726-3134 - Res. 72
6
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2503 RUA CUlABA, S/N - CENTRO 
0 ii, ',,/ 1.. 1JJ .. JU,l,il.. ''_, _C=el:.:....:.. 9=81-...::::63:...:..97.......:- C:::,::;am:..:..:.c...:o G~r;i:!!!.:nd:!!::e-~MS~_J , 1 ~ (067) 439-1290 - BELA VIST. ~ i 
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de sabores 	€A 
Gordo e Magro 
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MELHOR SORVETE 
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í Rua Barão do Lactário, S/Nº 1 
LJ:-rente ao Posto Nacional Bela Vista/MS . 
Celeido Grubert 
vD 
li 
'

.JOHNAL 'J HIBONA DA FRONTEIRA 
{) !J(]T!l 
çomp/e/ou 
/ M,11', 11111 ano de vida, no 
ultímo dia 02. foi J gatinlw 
r1JNI.IJ:l l ll1·.(loto),lilh.1do 
c sal D!mar e atatina Leite. 
Desejamos muitas feli­ 
cidades e que esta data se re­ 
pit,1 por longos anos, junto 
aos seus familiares. 
Que jt'sus te c1bcnçoe! 
Creche c5ara 
7as Tenra 
No dia 10 de dezembro 
ele 19%. nas dependências da 
Comunidade Evangélica Sara 
Nossa Terra, foi realizada 
uma Assembléia de Constitui­ 
ção do Núcleo de Apoio às Fa­ 
milias carcnto:s de Bela Vista 
- Creche s·na Nossa Terra. 
onde ficou como Presidente a 
Sr.:i. ~<11 istela dos Sa111os. 
Cclílfotmc .ta Nº 001/%. 
No di 09 de junho do cor­ 
rente ano, ti feito o Registro 
de Pessoas Jurídicas. no Livro 
., às folhas 1 ·!3, ano 9~. nú­ 
mero de ordem 85. no Cartó­ 
rio de 1Oficio • José Avelino 
e Silva (Bela Vistc1l da referi­ 
da Creche. a qual está locali­ 
zada à Rua Sa1110 ,fonso. s! 
nº e inscrita no CGC sob o n~ 
O 1·945.309/0001 • 1 7. 
Ela atende crianças de 3 
mesesaté6anosde idade. Ses­ 
senta por cento de mães sol­ 
teiras. Yiúvas ou separadas 
e 40% das vagas restantes à 
famílias carentes em geral. 
À so.nbra desta CRE- 
t soa.o. 
Para: AdenHson 
Mesmo que meus sentimentos não signifiquem nada 
para vocc. assim mesmo hei de te amar e te querer, c1ssIm corno 
querem os que amam em silêncio. 
Benditas são as horas que me trazem suas recordações. 
Quando estou só, sem que esteja comigo, eu te vejo. 
E esse viajante, que se chama pensamento, te seguirá 
incansável por todos os lugares para te cobrir de beijos. mcs 
mo que seja apenas em um lindo sonho! 
Ass: Miguelina 
CliE ir:í instalando e organizando departamentos tars como: 
Escola Maternal. Jardim da Infância. Reformatório e Apren­ 
dizado conforme as necessidades das mães carentes que a 
recorrerem. 
<Tem como objefíoo 
Colaborar com os poderes públicos no semido de atender no 
mínimo tempo e com máxima possível às necessidades !Tsicas, mo­ 
rais e cspiritlais das crianças e mães carentes de nosso Município. 
CAtídío Comuníftíría 
Conforme comentários de pessoas influentes de nos­ 
so Município. a RÁDIO de Caracol entrará no Ar nova­ 
mente. Não sabemos quem será o Diretor. mas deverá 
ser alguém formado em Comunicação pelo certo é claro. 
cpensamenfo 
"Bem-aventurados os limpos de Coração, porque ve­ 
cão a Deus". !.~ateus 5.8) 
Para Refletir 
"Sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo". 
(Efésios 5.21) 
CfJías Comemorafíoos 
Dia 22/09 • Dia da Juvemude 
Dia 23/09 • Dia do Soldado/Início da Primavera 
Dia 25/09 • Dia do Rádio 
Dia 27/09 • Dia do Encanador 
Dia 30/09 • Dia da Bíblia 
3 ° Cf3alízado e Cfroca de 
Çraduações 
O lnstru!Dr liltTO está trabalhando para 0 3 BATIZA­ 
DO E TROCA DE GRADU,ÇÕES dos alunos da Associação de 
Capoeira Bahiana Mestre Guerreiro. 
c5er6 
No Ginásio de Esporte e os Capoeiristas de Dourados, 
Neto e com o apoio da Prefeitura MuntI 
pal de Caracol. Prefeito D!mar da Silva Leit 
Em Destaque os Capoeirista da Aoiado de 
Capoeira Hahiana (Bela ita) que e apresentaram na 
P'raça Central, em ocasido dos Jogos Enudant, com o 
apoio do prefeito Dilmar Leite e da I Dama Dona 
Camrlnr, Snrrl/Jw l..riJe. Denm, um Show junto com v 
alunos de Capoeira de Caracol tardo novamente em 
Caracol, dia 27 de Setembro, no Garota Primavera, na 
Lanchhete Sky Lanches Agradecemos ao lmtrutor 
Hiato por não medir eforos para traer ua conceitua­ 
rir, Armlemla dl! Capt.>eiro. 
i - 1o­ 
L - ,'o ,mÍl'asário do CLAUDJNJJO. """' 
muitos amigos foram abraçá-lo. 
INPOCO 
.. 
Merecendo elogios o trabalho do casal 
M4e CARMEM, da OMUMIDADE ENA 
GÉLICA SARA NOSSA TERA, onde eles tem 
um Ministério junto aos adolescentes. a foto, 
etão sendo entregues prémios para as adole­ 
anU< JACQUELJNI:' e t,f/C/fELC, ri< q1111/, 
conseguiram mais pontos e foram contempla­ 
das com o I"e 2 lugar. 
spaco Poético 
Felicidade 
l..m pouco de sol 
L'm pouco de mar ... 
Um raio de luar ... 
:s cores da primavera 
O canto dos passarinhos 
E o scnet0 dos poetas 
Olhar meigo do velhinho 
O amor dos pequeninos 
E a puraa de uma rosa ... 
Misturar tudo com beijos 
Com carícias e desejos 
De um amor forte e imortal... 
É, FELICIDADE 
Essa porta pequenina 
Que se fecha para os cegos 
E se abre para a VIDA! 
Maria Frandoloso 
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Quem esteve visitando Caracol, 110 
dia em quefoi'rea/izada a/" Conferência 
Municipal de Assistência Social, foi a 
irmã do Prefeito Cotinha juntamente 
com os irmãos da Comunidade Sara Nos­ 
sa Terra: Gerônimo, Robert, Édna (na 
oto), A irmã Angélica da Igreja 
Quadrangular estava de cicerone. Neste 
dia foi realizado 11111 culto familiar na re­ 
sidência do Chefe do Executivo Munici­ 
pal, onde reuniu umas 40 pessoas. 
O EmpresárirJ JALTIJER LEITE (Proprietá­ 
rio da JR ,fateriais de Co11srruçtfo), o Secu-, I 
tório ti~ Etlucaçüo João Vi/alba, a Oficial de. 
Gabiflele Rena/o Ocan,pas e o Secretário de 
Administração Cc.ário Vi/alba, 110 almoço ser-l 
,·ido no Clube do Laço Retiro C,,raco/, em oca- ' 
siüo da I Conferência Municipal de Assistên­ 
cia Social, organizada coam muito brilho pela 
1 Dama Dona Catarina Sorrilha Leile.. 
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Paixão 11aciona1 
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Praça Nossa Senhora da Conceíção,225 
ir (067) 241-3838 - AQUJDAUANA/JIS 
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Guaraná Antaretíca 
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