A N O :X X V - I» I 8 0 7 - B E L A 	V I S T A - I 2 / I 3 	D 	D E Z	E M H	H O 	D E 	I. 9 O 7 	- S E X T A - F E I H. 	S Á H A	D O 	- J I 	D A D O 	I	A t .D o 	P I H r I A 	• IH 	( . • o 
Banco do Brasil Kalife: 
11
Sem Diretoria oficial Hospital não 
nos tempos do Real pode solucionar seus problemas mais urgentes" 
Pedro Pedreira 
Este artigo dedico ao José Júlio Vieira Abrira. 
Gerente do Banco do Brasil. Agência de Bela Visto. 
um homem que soube superar limites. um exemplo 
de vida para muitos que não acreditam nos 
po1cncialidodes (palavrinha esquisita) do ser humano. 
Você, amtçio. é um exemplo para os seus filhos. amigos 
e comunidade. Você representa o NOVO BB. Supera 
limite . E vence desafios. 
Estamos multo à vontade para falar e escrever 
sobre as atividades do Banco do Brasil. não só em Bela 
Vista. mas em todo o Sudoeste. haja vista que edirnmos 
jornais (há mais de 20 anos) na maioria das cidades 
da região, em todas há uma A11ência do BB. com 
cxcessão de Caracol. onde já funcionou um Posto. 
Muito à vonrnde porque a primeira impressora 
desse Jornal foi financiada' pelo BB. na épocu o Gerente 
era LUIZ CARLOS NAZARET. depois Superintendente 
do Banco. ELE ACREDITOU no jovem que o procurava 
com os olhos brilhando de esperança. imprimíamos 
o Jornal cm Ponta Porã. depois Aquidauuna. com o 
financiamento montumos a gráfica e abrimos os 
demais jornais. NAZARET acreditou. A história 
coníirma que ele estava certo Tinha visão do futuro. 
Alguns dos atuais funcionários do BB eram crianças 
na época. É bom lembrar. 
No tocante a Bela Vista ninguém discute o fato 
de que a cidode passa por uma transformação sócio 
econômica. por uma transição. prevista em Editoriais 
do passudo. vamos ainda amar11ar períodos "duros" 
até que encontremos um caminho. Bonito. Jardim e 
Pono Munlnho já encontraram. o TURISMO. 
O Banco do Brasil sempre foi a "mãe". mola 
propulsora. incent1vador das atividades produtivas. 
dinheiro fácil. em nossa cidade muitos abusaram. 
avançaram em demasia. quase que provocam o caos. 
até o fechamento da Agência foi ventilado. esses estão 
procurundo a recuperação. alguns ainda aguardam 
um "milagre". ião vivemos em tempos de milagres. 
mas de pés no chão. 
E vieram os ajustes. com o advento do REAL e 
da modernização do BB, com mudanças raditais. 
todos nós. sem excessão. sentimos na carne os 
a11uilhôes do chamamento do Brasil moderno com a 
tal Qiobalização e modernidade. Dose para elefante. 
Pesada. 
Ouvimos, diariamente. não só em Bela Vista. mas 
também em Porto Murtinho. Jardim. Bonito, 
reclamações. queixas. críticas. a funcionários e 
11erentes. al11umas procedentes. outras motivadas pelo 
fechamento de portas do dinheiro fácil. Hoje o crédito 
é mais seletivo. 
Aqui. em nossa cidade. o Banco do Brasil está 
pronto para parcerias. o BB quer ser um PARCEIRO. 
do produtor rural. lavoureiro. comerciante. 
empresário. enfim. dar as mãos. E seguir caminhando 
junto com a comunidade. E. é preciso. também que 
os funcionários não fiquem com o dedo no gatilho. 
vamos desarmar os espíritos. acreditar na 
recuperação. pois o povo também acreditou na 
re uperação e na modernização do banco. hoje 
dando lucros. uma de suas finalidades (na minha 
opinião a maior). 
Se houver PARCERIAS. bancos. poder público e 
poo. amos encontrar um caminho para Bela Vista 
aí teremos mais empresas. mais empregos e melhor 
qualidade de rida para a nossa 11e111e. (PP). 
Vaeador J.,,ão Kalife 
1: m de oco da cntudade, t 
fHOl1lllH ldllll'fll() rld 
tribuna da Catara 
Municipal esta semana, 
o Vereador João Kalfe 
(PMD) Presidente da 
Comissão Interpartidara 
do Poder LcIslatvo, 
que ha varios meses 
esta respondendo 
provisoriamente pela 
direção da Beneficén1a 
Hospitalar ao Vicente 
de: Paula. fo, t.iX<lll'O ;10 
élÍlílTiélí (Ili(' S<.'fll lllllél 
Diretoria constituida, 
oficialmente. cor o 
amparo legal do quadro 
Polícia Militar prende au or de 
Homicídio e tentativa de homicídio 
Em operação que envolveu cerca de 12 Policiais 
Militares e um Agente da Policia Civil. foi preso 
na noite da última terça-feira. dia 09, o ciemen10 
Narciso Maciel Fernandes. 21 anos. residente a 
Rua Emcs10 Escobar, no Bairro Espírito San10, 
apontado como o autor do assassinato de Ricardo 
A Executiva Nacional 
do PfL decidiu esta semana 
lançar candidatos próprios 
ao Golemo e ao Senado na 
eleição do ano que vem. em 
todos os Estados do Brasil. 
e ameaça os Diretórios 
Bento Medina, 22 anos. e da tent:niva de homicídio 
contra Romiido Roda. também 22 anos. mediante 
o uso de arma de fogo, ambos os crimes ocomdos 
no último dia 06/12. por 'Olta d:is 23:30 horas. 
nas proximidades do Bailão Bossa Nova. na 
Baixada Corinthiana. 
pr,111C .inwntc trllf><J'>',IVt 1 
crer resolvido os 
problemas mats ra 'c 
que afligem a instituição 
(' prdtll dlll('IIII' 
ItIDht o scu Don 
funcionamento Pi! 0o 
Cornun1<.:,1mo:-. ao 
público em gemi que rnnvu.:rn 
está autorizado a e utilizar 
dos nomes de nossos Jornais 
pata promoções de evento 
sem a nossa autonzação, POR 
ES( RllO. 
Informamos ainda que 
oSr l'ASCOALMIIIDIÉHI 
manlém uma pág111,1 PAGA 
nos jornais do (jl{LJPO 
(l nbuna da I-rontc1r.:1. Correio 
Jard1cnn,c. Jumal J..: Bonito 
e Tribuna Murtinhcnse), o 
mesmo não possui vinculo 
cmpn:ga1ic10 com a nossa 
Empcsa Os Conlratos de 
Propagandas e publicações do 
Sr. Pascoal ,ào f.:1to, atrn,és 
da MITY PROPAGANDA de 
sua propricdadc. 
A DIREÇÃO 
Festival 
de 
Prêmios 
Beneficência 
Hospitalar 
de Bela Vista 
R$: 10,00 
DIA: 21/12/97 
LOCAL: Clube 
Belavistense 
PRÉPIIOS 
loto Titan, Moto Drean, 
Freezer Vertical, 
Geladeira, Aparelho de 
Som, Forno Microondas, 
Video, TV 14", Antena 
Parabólica. Não deixe de 
colaborar com o seu 
Hospital e ganhe seu 
• presente de Natal!! 
Deputado 
Município d 
o Deputado Robeno 
Orro. com uma 
ag nda apertada 
neste final de ano. 
visita dias 1 2 e 13. os 
Municípios de Guia 
Lopes da Laguna. 
Jardim. Bela Vista. 
caracol e Dois 
Innãos do Burili, no 
Sudoeste do Estado. 
em companhia do 
rssessor Hilton 
Villasanti. Página-03 
Deputado Roberto Orro (foto) 
Pfl impõe candidatura 
própria nos Estados 
Regionais do Partido com 
uma dura norma: a seção 
local do PfL que abrir mão 
de lançar candidatura 
própria com: o risco de ser 
dissolvida pela direção 
nacional. Página-03 
DOF recupera 
um ueículo roub 
No último finnl de semana o Departamento de Operações de 
Fronteira-DOF, efetuou a recuperação de mais um veiculo roubado. ia 
tarde do dia 06, por volta das 14.00 horas, a trista M±ira Domingu 
Ayala, residente cm Jnrdin , I foi tratada por um ele.sento para 
fazer uma corrida até a altura d km 13 d, Rodo, i:i hn:fim Bda Vi5!:l. 
Ao hegar no l lo elemento sa : de uma faz e anunciou r um 
assalto. Em seguida o elemento desferiu um golpe ma faca acertando 
a motorista na altura do tórax. A vtima entrou :m lata poral cor o 
ladrão e conseguiu tomar-lhe a faca, momento em que o assaltante 
adentrou ao caro e tentou atropelar a motorista. E±gina - 0

.,. , 
,on. 
PR 
L 'J H H t '. '/ D 
FEi u 	CA 
CONSELHO MU ICIPA DE SAÚDE 
REGIMENTO INTERNO 
An 1" - O ('v11,cl11,1 llu111up 11 il< S.,,,J,. é um 
Oro de curater permanente e deliberativo, integrante 
da Estrutura Dista da 'Se«retarja Muripa! de Saúde e 
h.!m (umo tm ,lld ide .,w u 11, f,>rmul 11,,  dt r trilték,t-H 
C /ll) lOlliuh .. d 11. t~ U ,o d l Polluc., Mtllll 1r,1I de S t 1,1-...~. 
ittdll' .. 14! no') seus aspéctos financeiros e económicos 
(Al'i 1 lJLO 11- Dn 0111pt1i11cl.1 
Ant2- Ao Conselho Municipal de Saúde com- 
ou pelas m inu perres do il !. 
( APll l l () 111 • ( 11111 ,i)•I 
Art J•. O Cr II u f 1<:1, l de Sa 
posto por 12 membros dd1.u, r ft: 1 
(ü/lÍL,rmc:. abato desrminado 
l-4i(.r.,k-l'f'í1:')t1,tan
1 
t.l,1.1tj .. ir.o'ldU)~t-. ,sdtS u- 
de, 
l1. 25% Representantes do segmento do overno e 
prestadores de servi,os publos e prividos, no 4mbito 
do SUS 
II- 25% Representantes do segmento dos trabalhado- 
1 , de S.itnJc 
1•. de ,1torJo uun o ,trti,;to I' p.u ,frJfo 4" di lei 
8,1,12, a rqac ,-.,n1 ação dos usuários no conselho de );,111- 
dc '-t.r.-, p.mt.ri.1 cm rela lo ao conjunto dos demais e 
mc111oç 
2u - / rc.·pre,cn1,1ç.;o 101111 d~, 011,t•lho Munitt· 
p.11 de 5ade sera distribuida da seguinte forma 
50% de representantes usuários 
25.,o de 1cr1r.:frll,UllCS ck lrab,1lh,1dmes tm !utú<.h:. e 
25ºn de r;prr,cntilntc" du Gmcmo e prctadores de ">tr­ 
viços, publicos e privados, na área de Saúde. 
Art -1• -A 1101111,.11,,0 do, membros do Co11s<ih,1 
111111c1p.1l de S~úJe d,1r-sc-á por alo do excc1111vo rnuni­ 
cip,11, apô, • eleiç,1o de 1cpr«en1,1 õe, ,los 0) (três) seg• 
mt:ntO, reJl11~d.1 cm fórnm próprios. ronvocado~ espc­ 
c1ficnmente para esse fim 
Un1co li Coo1denaç.10 de c.1d,1 fórum que lralJ 
esse artigo enviará, através de documrntos cncammha· 
do ao E,ccutlO f1unicipal, os nomes dos rcpn:sentan• 
tcs cle1tos p.irJ. consclhc1ro~. juntamcnlc com ..CU'i rrs­ 
p.-clivo.. suplente.., par,1 que SCJJ fonnaliz.adJ a nomca• 
çao pelo Prcfr,10 Municipal. 
CAPITULO IV· U11, Normas 
An.5" - o, Conselheiro, de Saude ser~o nomea­ 
dos mcdinnlc decrc10 do E,ccu1ivo Municip.11 e ler.lo 
mand.110 de 02 (dois) ano,. podendo ser reconduzidos 
Único. O mand,Ho a que se refere csh: .n11go nlo 
se aplica aos con')clhciro.. rcpn:'!lcntantc'i do Govrmo. 
cujo o 111and.1to se cnc.:rrar; ao tCnnino da gestJo do 
Prefeito Municip::il que os nonH..-ou. 
/n.6° • Qualquer consclhrno poderá ser sub,11- 
1uldo. o qualquer tempo. pela [nlidade ou instituiçJo 
que o indicou, o envio do documento contendo solic11a­ 
ç:o ao l'n:sidenle do Conselho. 
1 • Será ::iuton1:111camcntc suh1.;1i1ufda J Entidadr 
ou lm.111uiç.1o cuja n:pn:'lcn1:1ç.)o no Conselho. t11ubr e 
suplentl", dci,an.·m de comparecer J O) (trê") reuniões 
con,ce1111va-sou 05 (cmcol Ail,madas, no período de OI 
(um) ano. 
li • ScrJo considerados para efeito de falias. a 
;1u~ênc1:i do con'lclhciro cm ri.:uniJo n:lo rcali1 ... 1da. in• 
clusivc por falta de quorürn 
Ili• Ocorr.;ndo faltas ou afastamcnlll de consc­ 
lhc1ros titular, assumira vaga o seu suplente. 
IV• Ocom.:ndo v:ic:incia no Conselho Municipal 
dc Saúde. ser.lo npmcados. confonn( previsto no anigo 
4". p:mg.rafo unico deste regimento interno. novo con- 
1;clhciro que complct:irJ o mandato do anterior. 
CAPiTULO V• On l::strutur.i e Funcionnmento 
/rt.iº - O Con<dho ~tunicipal de Saúde é com­ 
posto pclú, c;;cguintcs Órg..)01.;: 
I- Plenária 
11 • ltt,idénciJ 
Ili - Secretaria Municipal 
IV- Comissões Tecnicas. 
Scç!lol. Du Plenária 
1 - A Pknlri,1 do Conselho Municip.11 de Saúde. 
n:unir-).e--a ordinjriamcnh: OI (uma) vez por ms, con­ 
f1m1c o c..1knd.rio apro,ado pela mc~ma e, cxtraordi• 
n·1ri.un-:111c. quJndo COOOC:ida pelo seu Presidente ou 
... rcqul'rimcnto da maioria simples de seus membros. 
1c e. o, a convocatória dc,cr;í ser fcit:i com Jlll(Cc­ 
:c1:1 mmima d! OS (cinco) dias de sua n:alir:iç;lo. 
li - As r.:uniõc......, d:i. Plcn.lri:i scr.11,} presididas pch 
resdente do Conselho e secretariadas pela secretri 
C,ccullvJ Lm ~~-> Ji: au,i:nci.1 Jo Prc:,.idc.nte. J Pk 1:Í· 
l- Atuar na Formulação de estratégias e no on­ 
trole da execução da Politica Municipal de Saúde, inclu­ 
,1'C no n,ptc..tus fiuJncciro,. tt,,nômko, orç,mi:111 . 
no e de geri'ncia Iécno-administrativo 
li • 1 rei.ir diretrizes para a elaboração do Pl,u10 
M11111cip, 1 Jc Saúde, dehbcr.ir pcln ,u.1 apruv,1 ~o. ,1dc­ 
qu wdo~o, sempre que houver nccr\id11dc, à u·nltchdc 
,·pl1e111iolôglca e à cnp.,cidade Op<'rJcion.11 d,is i,,rv1ço, 
cir ii.wdc do Municlpio. 
JII •/pr1.!CIM e pron1,11rit1r-~. con"luslvnmcnt:. 
obre os relatórios de gestão do Slmr.111 Único de Sau­ 
de, ,1pruen1.1do, pc! 1 SocrclariJ Municipal :!e S,1údc. 
IV. E,1abcieC(r crlltrius e dir,1ri1.< qu.11,10 à 
Joe,hwçJo e 1ipoloi;in de u11idndc de Saúde, públicn e 
Prh·eda,, no mbito do SUS. 
V • Ex,unlno.r Propostn.s e drnônciJS, pronunc1• 
ando-se conclusivamnte, sobre ações e serviços 
do Saúde. 
VI Acornpnnl1111 ""tlVílla, v'.) S<'rviços de aldt 
r·"tos p0!0 pelos ;g"se Instituiçoes Publi­ 
e. s '! ,.11.,lnS intc:Jrnnlr! rio SUS. dclinindo critérios 
mlnimo de qua!id;ule par. ,.:u funcionnmc:n10. 
VII. EstimalJ: a participação da ,ociedade civil 
orgnniz.,dJ e o controk popular na~ instJncias colegiada.<. 
do SUS, cslabclccc~,j,. cnlérios e diretrizc, para a 
implc111cn1~~no do con1role soe ili do Municlp;o. 
VIII - Prupllr cri1lrios a oprovar o criaçilo de co­ 
misõcs t cnlcas, de cnr:tcr pcm,:1ncntc ou tL-mporári:1. 
ncccs"triíi no efetivo d,.,.:mpcnho Uil!: alribuiçõc.s do 
conselhe. 
IX • Participar da l ormulaçlo e avaliação das 
polllicJ.S públicas de s..1ncamcnto, ml!10 JmbiL·nte. tr.ms­ 
portc. hobi1nçao, alimcntaçno, garantindo a 
inl<rS<lorialicfade dns Polilicns l'úblic:,s com s<1or de 
saúde pública. 
X - ~lanifcmr-se sobre lodos os proje1os de lei 
de intl'rcssc d:t s<1údc, cm tr.11nit:iç!lo na C.im:ua Muni- 
1pal. 
XI• Tomar ns mcdid:is neccss:rias para a pcnna­ 
ncntc orknta !'!.o dos u~uârio~ ~obre o, ,cn iços ofereci­ 
dos pelos unidodes de S.1údc 
XII • Pnrticipnr da clabomç:o cln proi;r.unuç:lo 
orç:Jm~:1t:hin e financeira. ~!Jbctcccndn critérios c pro­ 
nunci,mdo-sc, sobre n vcrsO:o finnl cnca:nmh:id.1 .10 Po· 
der Legislativo. 
XIII- Pronunciar-se sobre a cria lo de cursos de 
nl'cl médio na área de Saúde. no ~mhuu do Município. 
XIV• Fic;;cali1.ar a mov1mcnt.1ç:u e <lc1in:11jJo d.; 
todos os recursos financeiros do Fundo Municipal de 
S:1iJd,. 
V-Convocar a co»fwia municipal de Sau­ 
de, a cada 02o} ios ou cxtrordinri unente, sem­ 
pre que o on;cito jga: te:saio emt irando a 
comis!.lo U1C.J":.,,.Jo. , ""! ,: ... •,. 1·J,, ...,., ;".",!lílt:'IHO in­ 
temo, que e:ts:1i, se»ria s; da Con­ 
ferén pra pra 3o 
AI Cv::ut: Mi..as'rr +E!:« todo as- 
~Unlu; .. . :. s 	···•~ : de coupeténia 
do mesmne. 
X'll • A;,r.w;:., ;..'"omp.111hJr e fisca•izJr a..c; :iti­ 
, id:i..!.~ rl~ ins11:u1<;ÕC.i puhhc:lS e privadas Ca S:1UJc. 
credenciado pelo 1IS 
XVIII- Ela!orar, arvovar ou modificar a presen 
t regamnen o wtemo ow war normas de organizaçJe 
fun 1nn.1m1"11to, :1de4,i, uit!l -o. "'t'P1p1c i1..;e hou, ;r nccn 
)llbdi:. ;s ·h..._. ... ~ . .1-. ., ... 1,111 ,"'I.<;, ..,11
1
, .. , ·,rc_, !~ SlJS 
X,. • pr<".ll ..: ,,. 
11 
.. l~'•' GU,li!qu-.:r, 
tras atribuis qu e e·w»delegada pela lgis! 
ln, 
' to, sendo ved. do I"" 
Art 10 •A, 	, 
r,tntr po<lcr3 , >er , r ! 
selheiro que o p. ,ft r.r 
Art 11 • A-, d :.1 r>, ri.; 
lho Mumiipal de S ide 
taro Municipal de Sade e cone btanadas cm rc L,. 
0es, entrando em  1 •ur n.1 d ata de sua pubi .., • l < i 
,c:kul,, ofi<1.1I dl' tOlllUIIICJ(,3•) do Munipi ) 
Arl 1 :! • As sequênra das reunes Plenar­ 
ª" ~crJ de<.1d1dJ em Lonforr:11d.iJc.- l.01.1 º' 1r,tn1• 
bro, presente~. dt:H:ndo co11!iiti1r o C"l(pc.:J.c-r.
1<" t.: ,1 
ordem do dia 
Unico - A ordem do dia compreende a 1c: 'I 
discussão c votação de processos, relatoros, soltas 
e p:irccercs. decndo os membros l:r entJm rih.,.,!,X Jo, 
l.Onsclhe1ros. com antecedência mimma de 05 (uno) 
dias. pJra conhc-c.unrnto e an.lh'>C 
Sc('llo Jl. D.t Prr-,idinciJ 
Ar13. A Presidncia, órgão diretor do Canse­ 
lho Mun1c1pal de Saude. ,era c.emdJ r•-r ~~•l~scr 
rnrmbro do conS,elho. clc:110 entre cu, p.itl''°· t.m r.:,J• 
111i10 pknária. com ocada especificamente para e" i.; rim 
pJr.t rnandJIO de 02 (dois) Jnos 
1 • Para ele110 de cie,çJo do l'rc>1dcn1e. a J•kn.,­ 
ria do Conselho poderá contar com a prc'lcnça de 23 
(dois terços) de seus membros 
11 • A Plen,lria do Conselho cs1,1hckcer J regr.l 
para registros de c;md1da1ura J Ptesidênc1.1 do Conse­ 
lho, c5,tabelcc~ndo JindJ, urna com1ssJ.o l'kilor.:sl pJ.rJ 
conduçJo do processo clc110ral 
/rt.14 • Ao Conselho Municipal de aude cnm­ 
pctc 
1 • Represenlar oficialmcnle o Conselho Mum­ 
pal de Saúde n3S suas relações intcm.is e c,1cm.1 
11 • Presidir as reuniões pknarias do Con,clho 
Municipal de Saúde. ordinânas e extraordmJrl3 
111 • Con,oc;ar r,unilks. confonnc e'1sbckc1do 
neste rrg1mento tntemo. 
IV - Apor sua assinJtura em documc:nto" oficiJ1~ 
e acompanhar toda a movimcntaç:lo tinJncc,rJ du, rc• 
curso, destmados ao SUS no ãmbito do municip10. prc)• 
tando cont.'15 ao plenáno do Conselho de S.!údc 
V - Cumprir e ÍJ.lJ...'1' cumpnr o presente n1=1mcn10. 
submclcndo os ca.sos ombsos â lprcc1açJo d.1 Plcnln.1 
cçilo Ili• 03 ccretnria E1ecuci,a 
Loja 
Produtos Agropecuários em Geral 
Vacinas .. Sementes ... Ferragens - Selaria 
Veterinário de Plantão 
IMPORTADORA E EXPORTADORA 
:r ,l,u ~li.- 4 
cki, 	"r<,11 11 n.::r 
H > 
1 ,,Cl1ltClt' p,!.í,,kl 
l ti,f .J 1 peta Ple ,:: 1 d .. ) l 
u,. .J f111 •. 
1
·J J.,· dt J·,,il1.l 1, 11 > c..lc ,n pt, hu t.k ~; 1, 
J,. ,,·n 
rt I fC A Pienana do Conselho l ,ihcr 1 1 '"ºn l!• 
tu, 's das onssões tcmporarias, bem «oro a aproa 
lo das tgras de funcionamento das comissões cm ge 
ral 
Ar {9.- Serão as suntes as com is pra 
nente do (Conselho Muniip! de Saude. 
I- Comrsslo do controle c avala ão dos servi, 
de Sa.de 
II- Comissão de acompanhamento e f alzasão 
d I e,cc.ui.,.lu or..,.m:-.-nt.iri te fin,1ncc:ir,J do f tm,fo ..1u!11 
cq,Ji d: JuJc, 
[l. Comtssão de acompanhamento da elabora- 
ç.lo e c,ccu Jo Jo Pl,no ~lun1c1r,il de ',JuJ, 
I' - Comrsslo de r.:c.lir!:io, hum,1110,. 
V - Comi· jo de ton!rok SlKIJI 
CAPITULO VI- Das Disposições Finais 
e Transitórias 
Art :o - (h orgãos da Secretara Mum1pal de 
Saude constituem-se cm assessora técnica de ap01o 
uperJcion_l Jo Co~clho 1un1cip.1I de ,iudi::. cJbendlJ 
J aJm1!lt!rJçJo fun1c1p.1l pro'1denciar todll'> O rncm, 
neccssaros para o bom funcionJrncnto do conselho 
Ar1 ::!: 1 - A s despesas com locomoç)o do, con~c­ 
lhl'1ru, pJ:-a a, reuniões e .?Ções de com role "X 1<1! >er .:e 
cu:-.1eJd.1c. pelo Fundo Mumipal de Saúde. mediante a 
aproa.lo do Conselho Municipal 
,n ::!2 - Os casos de omissos sero resolvidos pela 
P!cnJr1J do Conclhu .1urnc1p.1I de Saude 
ir1 :!J • O prccntc rcg11ncn10 intc:rr.o c:-nlr.1 trn 
or na d:na de ~u:i publitaçJ.o e o poder.'! t:"r modui­ 
cado por 2 3 (doi~ terço~) do-,, memhru'S do con,;,c-!hn 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 Fundador: lvaldo Pereira 
Oirrtor Edilor: Ivnldo Prreira • Dirccora•Administratha: Maria Estria 'el{uqurL Ptrrira 
Redolor: Uboldino Rodrigues - Reporta~rns: João Carlos 'el:lsquez., Kener Lop<, Leite 
1 
(Corocol), Andrf Á'31os (Jordim): Toninho Ruiz e ;,iel,on Fue, Júnior (Porto -"lurtrnho) e 
Victor llugo Vel:lsqun Perciro (Cornpo Grande) 
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BONITO: Ru:r Monte Castelo. srN" ( 'ede Própria) flLlADO: 
CARACOL: A,•enida Br:isil S/N° (Sede Própria) 	8RAJOIU . 
ANTONIO JOÀO: Ru:r Bel:r Vista, /N° 	ADJORl 
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o Campo 
(067)439-1933 
tro - Bela VistalMS

JOHNAL TRIBUNA D FRONTEIRA 	1097 
PFL impõe ca da 
própria nos Esta 
P AGI - 0.3 
l 
Cesar Felcio 
BRASIIIA A 
Executiva Nacional do PL 
decidiu lançar candidatos 
própnos ao governo e ao 
Senado na eleição do ano 
que vem, em todos os 
Estados do Brasil, e 
ameaça os diretórios 
regionais do partido com 
uma dura norma: a seção 
local do PFL que abrir mão 
de lançar candidatura 
própria corre o nsco de 
ser dissoMda pela direção 
nacional. 
A decisão é parte da 
estratégia de formar a 
maior bancada, tanto na 
Câmara quanto no 
Senado, nas eleições de 
1.998. 
"Acabou essa história 
de o PFL se guiar pelos 
interesses locais. Quem 
quiser ficar no partido tem 
que se submeter aos 
obJet1vos que a direção 
nacional traçar", afirmou o 
deputado Saulo Queiroz 
(PFL-MS), membro da 
Executiva Nacional e autor 
da resolução assinada 
pelo presidente nacional, 
deputado José Jorge (PE). 
A 1 O meses das 
eleições, o partido 
caminha para ficar sem 
candidatura própna ao 
governo em 12 Estados. 
Em cinco deles - São 
Paulo, Sergipe, Alagoas, 
Pernambuco e Espírito 
Deputado Saulo Queiroz 
Santo -, a candidatura 
pefelista ao Senado está 
praticamente 
assegurada. Mas é só. 
rro visita (umicípios 
do Sudoeste 
r• 
1 
Nos outros sete, a 
legenda não tem espaço 
assegurado na chapa 
maJontána: Rio Grande do 
Sul, Mnas Geras, Paraba, 
Cear<l, Ma o·Grosso do 
Sul, Goiás e Distrito 
Federal. 
A ameaça da dreção 
nacional de intervir nas 
negociações locais Já 
causa irritação no 
partido. 
Houve pressões 
para que o PFL aceitasse, 
pelo menos, que os 
diretórios estaduais 
tivessem autonomia para 
fechar acordos que 
garantissem o nome do 
vice-governador nas 
chapas. Mas a Executiva 
Celina 
próstat 
O Deputado Robcno Orro. Deputado Estadual pela região. 
Na pane da tarde de sexta-feira, 
ele panicipa. no Município de 
Jardim de uma reunião com 
lideranças políticas e 
companheiros tucanos. 
Em Bela Vista, fará próstata. sempre que os 
contato com o Defensor Público, médicos recomendarem 
Dr. Danilo Coelho das 'e,cs. este procedimento. É isto 
para resolver assuntos de que determina 
O 
projeto 
interesses da região e, com o 
VercadorlldefonsoPinheiro. de Lei de autoria da 
Em Caracol. Orro deputada estadual Celina 
participará do grande ato de 1'vlanins Jallad. aprovado 
tiliaçãoaoscupartido,oPSDO. pela Assembléia 
que traz para as suas fileiras o ex- 
Prefeito Juvino Godoy e outras legislativa. 
autoridades caracolenses. Esse Todos os hospitais e 
ato contar:í. ainda. com a demais órgãos de saúde 
presença do Deputado Waldir subvencionados pelo 
Neves (P DB). O evento terá Estado também estão 
inicio às I0 horas e esti sendo 
muito aguardado pelas lideranças inclídos na obrigação de 
'loc:lis.quclogoapósasolcnid:i.de realizar o exame 
de filiação. oferecerão um preventivo sem nenhum 
almoço de confraternização. custo para o usuário. 
Orro encerra sua agenda Ce I i na j u S li fj ca a 
de visitas. no Município de 
Dois Irmãos do Buriti. onde necessidade do exame 
manterá cont:ito com as com base em dados 
lideranças políticas e estatísticos que revelam 
Consultório: Rua Santo Afonso, 1289 participará da fes
t
a de o aumento considerável 
confraternização da COADI 
5(07) 439 -1985- Bela Vista/MS cooperativa Japonesa. da incidência da doença, 
-''''- ''''''''_'_ 	especialmente nos 
com uma agenda apertada neste 
final de ano. visita dias 12 e 13. 
os Município de Guia Lopes da 
Laguna. Jardim. Bela Vista. 
Caracol e Dois Irmãos do Ouriti. 
no udoeste do Estado. em 
companhia do Assessor Hilton 
Villasanti. 
Em Guia Lopes da 
Laguna. ele fará visita de concsia 
ao Prefeito Elizeu dos antas 
(P DO); almoça com a cx­ 
Prcfeita. Crescência Vogado 
PDT)e lideranças políticas e 
comunitárias do Município. 
Fará, ainda. contato com o 
jornalista Alvaro Pereira 
(PSDB). provável candidato à 
Dra. 9Andreia Rios de Carvalho 
FISIOTERAPEUTA 
H' CREFITO - 9/089 FPF 
Os hospitais e 
centros de saúde da rede 
pública estadual farãc 
exames gratuitos de 
prevenção ao câncer de 
Nacional acha aue 
indicar o vice não 
suficiente para uma 
composição 
Corno o candidao 
a vice-governador 
praticamente nao 
aparece dur<1n e d 
campanha, os 
postulantes a deput<lcJ0 
federal e estadual 
continuam sem ter urn 
puxador de votos na 
chapa majoritária, para 
atrelar as candidaturas 
proporcIonars 
O problema mas 
agudo esta ocorrendo 
no Ro Grande do Sul O 
PFL apóia o governador 
peemedebrsta AntónuO 
Brutto O canddto ao 
Senado deve ser 
novam nte o 
peemnedebsta Pedro 
Sunon, que quer s 
reeleger 
Os pefelisa anda 
têm que disputar d vaga 
de vce com nomes do 
PSDB, PPB e PTB todo'> 
interessados em se 
coligar corn Pl,rnalto 
como urn dos 
governadores alados 
mais fvérs. 
a 
e 
Deputada Estadual Celina Jallnd 
homens com idade 
superior a 50 anos. Os 
dados do linistério da 
Saúde indicam que 
atualmente 10% dos 
homens na faixa etária 
de 50 à 60 anos sofrem 
do cãncer de próstata. 
RUA ANTONIO DIAS ADOR O: 93-TV MORENA -(067)741-5002 
FAX· 7 4 1-6085 • CEP 7905 1 • 030- CAMPO GRANDE - MS - BRASIL 
- ....__r 	~- -- ., 
Edital de Procla,,as 
Janilde Rosa dos antos. Oficial2 do Registro Civil desta 
cidade e Comarca de Bela Vist MS.. FAZ SABER a todos 
quantos o presente Edital de Proclamas virem, que 
apresentaram o: documentos exigidos pelo Artigo 10 do 
Código Ci,il Brasikiro. Incisos I. li. Ili e I e pretendem se 
casar: • 
ADEMIR A.JALA e HELENA CENT RLÃO 
O VELAR, ambos brasileiros. solteiros. resident.: • e 
domiciliados neste Município de Beln Vi ta. lS .. ele. 
trahalh:idor rural. filho de João Timóteo Ajala e Emiliana 
Franco Ajala; ela, lides do lar. natural dê Caracol/MS. filha de 
Roberto Ovelar e Maria Ramona Centurião Ovelar 
Bela Vista/M. ., 11 de Dezembro de 1.997 
Janilde Rosa dos Santo - Oficial3 
Conforme aumenta a 
idade. cresce o percentual 
do cãncer que atinge 35% 
dos homens entre 70 e 79 
anos. 
A deputada assinala 
que a obrigatoriedade do 
exame gratuito na rede 
pública permite o 
diagnóstico e a cura do 
mal ainda na fase 
inicial, o que ocorre 
geralmente por 
intervenção cirúrgica. 
A deputa da remete 
à Secretaria de Saúde 
a responsabilidade de 
fiscalizar a apli ação 
da Lei que. agora tem 
90 dias para ser 
regulamentada e 
entrar, efetivamente. 
em vigor.

r 
P.Cil ' - O 
Prefeitura Municipal 
de Bela Vista/MS 
Comíssilo Permanente <lc Licitação 
Ext .. ato d ditai 
Tomada de Preços Nº 007/97 
Tipo de Licitação: Menor Preço 
OBJETO; ITEM 0I - Aquisição de combustiveis, Oleo 
lubrificante, e l lidr:lultcos, par,1 consumo diíino dos veiculos 
que compõc1n u frotu oficínl da Prefeitura MunicipJI de lkl.1 
Vista, na cillndc de Belo Visrn/MS. 
P'raro para aquisição: Item 01 -0I (um) ano 
A Prefeitura Municipal de flcln Vista'MS, tora publico 
a quem interessar que se encontra ubcrta a Licitação aciuna 
dcscrit.1. de ncordo com II Lei Nº 8.666/93 t: demais altcr,,ç,k . 
Os interessados, inscritos ou não nu Calla,tro de 
romcccdorcs da Pref'citum Municipul de Bela Vista/MS, que 
atenderem a todas as exigências para cadastramento até o 3" 
(terceiro) di11 anterior n duln do recebimento d,1s propo,t,1, 
podcr:io adquirir cópin do Ediwl completo, no valor de RS 
10,00 (dez rcttis), à Rua Santo Afonso,660 - Bcln V1s1a/MS. 
A documentnç:lo e propostas dcvcr..1o ser cntrci;ucs até 
o dia 30/12/97. às 09:00 horas. na Sala de Licitação dc,ta 
Prefeitura. Outros ioformnçõcs podcr..io ser obtidas através do 
Telefone (6667) 439-1041. 
:ela Vi::a/MS., d De..no de 1.997 
F{1ti;no Trimlndc Mendes 
Prcsidcnlc 1)11 Comisno Permanente de Licitações 
Dr. Laucídio Valdcz de Barros 
Prefeitura Municipal 
de Caracol/MS 
DECRETO Nº 008/97 
O Prefeito Municipal de Caracol, Estado de Mato Grosso 
do Sul, Dilmar da Silva Leite, usando das atribuições que a 
Lei lhe confere: 
RE OLVE: 
1- Decretar recesso funcional nesta l'rcfciturJ Municipal. 
a partir do dia 02 de Dezembro de 1.997, com rctomo no horário 
nonnal no dia 02 dcJaneiro de 1.998. 
li - Durante o recesso o atendimento ao público será 
interno no horário das 07:30 às 11 :00 hc,ras. 
Ili - Este Decreto entrará cm vigor na data de sua 
publie11çilo. 
Paço Municipal, cm 01 de Dezembro de 1.997 
Dilmar da Silva Leite - Prefeito ilunicipal 
a.'dRas' < Santos,' id: do Registro Civil desta 
cidaae ou.,« ue e.. :· 1,v'MS .. FAZ S/1.lER a todos 
quantos o rescnte Edital de Proclamas viremn, que 
apresentaram os documentos exigidos pelo Artio 180 <lo 
Código Civil Brasileiro, Incisos 1, li. lll e I' ~ pr.·1~:1dcm se 
1DF.Mir.' r.l:lA e HELENA «..FURÃO 
OVEI AR, ar :b..it;-o« steiros, residentes e 
domi. ados 1«:te e"ioio de Bela Vista/MS .. de. 
trabalhior r: filho de solo Tim to iala e Emiliana 
Franco Ajala; !a,de-·.. 'ar, natural'° 3l! IS. ti lha de 
Robs:rto Ovelar e tara Ramona Cent )velar. 
llela Vista/MS., 11 de Dcz,cn de 1.997 
Janilde Rosa dos Santos .eiala 
Alclr Gaúna Moraes 
[7AvocAci 
oq !ARCUS A RUIZ • ' ARAY , 8ARE1 f" 1 
1 
1 
CA SAS CÍVEIS E :RI ll AlSI 
CONTRATOS - .EXE ÇÕES) 
(067) 251-1012 e 251-2424 
"hu«em tem o deal nas Estrela 
isa nas pedras e ndo sente 
1 
JARDIM/MS 
i--=-t_ ADVOCACIA 
= 
DR. IIÉ'LIO TADEU RUIZ 
( CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS 
Rua 14 de Maio, 470 - CENTRO 
Tff(067) 251-1736 - JARDIM/MS 
' 
V CACA' 
DR?. HELO tnll.llZ 
Rua Ten. 3emardes - sala O1- 251-2509 
Residência:· :=251-1997 - Jardim/MS 
- Cal=lllltJ 
tscritór :~ : , Agrimensura 
Serviços de Escritório e Engenharia, Topografia, 
Locações Loteamentos, Projetos Agropecuários, 
Projc:tos para Desmatamento e Laudos Técnicos 
Cfarincio de Oliveira Viana 
Eni:. AJ:rônomo - CREA 927/D il 
(067) 251-1012 - 251-2424 
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---=t_. ADVOCACIA 
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DR. ANTO 10 F. DO ASCIJIENTO 
Advocacia Crilninal e Cível 
OABIMS 2809 
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(067) 251-Í009 Jardim/MS 
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DR. JOSÉ ATANÁSIO LEMOS NETv 
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Residência: Av.Rio Branco, I 93 
Escritório: Rua Dr.Corrêa, 706 
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•

• 
JORNAL TRIBU, A DA FRONTEIRA 
L'ti 
LL t trate 
João Alliovi * 
Recente estatística divulada pela Organiza ,lo Mun­ 
dial do Turismo revela um fato constrangedor para nós. A 
imagem do Brasil lá fora está associada ao Rio principal 
porta da entrada de estrangeiros. Violência, drogas e 
criminalidade no são definitivamente atrativos para turis­ 
tas em busca do paraíso na Tera. Talvez por isso, em 1.994, 
enquanto a Espanha recebeu 60 milhões de turistas, o Brasil 
tenha sido visitado por apenas 3,4 milhões de estrangeiros. 
O turismo é uma excelente fonte de divisas e pode aju­ 
dar na solução de alguns de nossos problemas. Fixação do 
homem à terra, geração de empregos, capacitação profissio­ 
nal, valorização de nossa ulturu e de nosso patrimônio his­ 
tórico e cultural seriam consequências favoráveis ao desen­ 
volvimento de nosso potencial. 
Hoje, o turistas está prco upado com o mundo cm que 
vive com o que ainda há de belo nele. Aumento do buruco 
na camada de ozónio, destruição de florestas, poluição do 
ar e melhoria na qualidade de ida são preocupações do vi­ 
ajante contcmporfmco. 
O ccoturismo é, hoje cm dia o ramo turístico que mais 
cresce no mundo. E, para quem pensa tratar-se de moda pas­ 
ageira, um aviso: o ccoturismo veio para ficar. 
O homem moderno está a procura do que é diferente. 
ai a piscina cheia de cloro, entra a cachoeira no meio da 
serra: saem conservantes, oxidantes e estabilizantes, entra 
aquela comidinha caseira feita no fogão a lenha; saem áreas 
para fumantes e entra o ar puro da floresta. 
Num futuro não muito distante, o Brasil vai perceber 
que a indústria do turismo - mais exatamente, o ecoturismo 
- será uma opção econômica viável e segura. Todas essas 
mudanças apontam numa só direção: o turismo não é só 
aquilo que se faz quando se tira férias. É também uma opor­ 
unidade de o homem interagir com o planeta que habita. 
Pesquisa feita na Amazônia revela que o turismo do 
futuro não se importaní cm pagar 10% a mais por um pacote 
que apresente preocupação com o equilíbrio ecológico. 
Essas preocupações não se restringe unicamente ao 
meio ambiente. Abrange também os aspectos social, histó­ 
rico e cultural do lugar. Ainda recentemente, durante a reali­ 
zaçio das Oficinas de Capacitação em Ecoturismo do enac 
e da Fundação Florestal e Conscr.•ation lntcmacional, ouvi­ 
mos o consultor canadense James MacGregor dizer: "Está 
chegando a hora cm que ão será mais do nosso interesse 
mudar totalmente os destinos turísticos, simplesmente 
para satisfazer as expectativas dos visitantes em po­ 
tencial". Mais: " era melhor estimular os visitantes a 
se adaptar aos lugares" 
1
o Brasil, ainda pouco se explora este segmento .Ama­ 
zônia Pantanal são os nossos principais destinos 
ecoturisticos. Dentre esses ecossistemas. o das florestas úmi­ 
das. que cobrem nossas encostas atlânticas. está merecendo 
especial atenção. O projeto do Polo Ecoturistico do Lagamar 
surgiu cm 1.995 e vem sendo desenvolvido pela Fundação 
S.0.S. Mata Atlântica. nos municípios paulistas e Pariquera 
Açu, Ilha Comprida, Iguape e Cananeia (estuário lagunar 
lguape-Paranaguá). 
A idéia de se desenvolver um projeto de ecoturismo 
na região surgiu com fortes argumentos: a) proximidade da 
capital de Sào Paulo. principal ponto emissivo nacional; b) 
grnndcs áreas legalmente protegidas. abrangendo dezenas 
de Unidades de Conservação (parques, estações, reservas 
etc); c) necessidade de se oferecer aos moradores da região 
uma alternativa de desenvolvimento econômico, calcado na 
utilização nacional dos recursos naturais, históricos e cultu­ 
rais lá existentes. 
E, já que o foco está no cliente, nada mais importante 
do que garantir ao turista. além de um ambiente natural con­ 
servado, bons serviços. bons hotéis e boa comida. Pensando 
em preparar profissionalmente parceiros. um convcnio en­ 
tre a OS Mata Atlântica e a Embratur, firmado em agosto 
de 1.996. viabilizou uma série de cursos. simpósios e even­ 
tos dirigidos a agi:ncias de viagens, hoteleiros. transporta­ 
dores regionais, guias a monitores. 
Para a garantia dos objetivos do Projeto. a Fundaçilo 
SOS Mata Atlântica vai receber de cada ecoturista que visi­ 
tar o Lagamar uma colaboração: a taxa ambiental de R$ 5.00 
Esse dinheiro será integralmente reinvestido no projeto. 
dando ao ccoturismo a certeza de que é possívt!I conhecer e 
visitar a natureza sem que isso signifique a destruição das 
florestas, o exterminio da fauna, o aniquilamento das cultu­ 
rase de nossa história. 
lodo Allevi é dreter de Recursos Humanos do Instituto de 
Econurismo do Brasil, professor de pis-gradua ão em Trsmo Ambiental e 
Planejamento Turistico do Sena.SP, agente de vagens e consultor'coor­ 
dcnadar do Palo Econuristo do Lagamar 
PÁGI>A - 05 
AL entra em rece~ 
I3 DE DEZEMBRO DE 197 
esvaziando a 
A Assembléia 
Legislativa entra em recesso 
a partir desta sexta-feira e os 
deputados vottam, r ·gimtn­ 
talmcnte, às allvidades no 
dia l6 de Fevereiro 98, 
quando h verá uma·sessão 
solene. Nas últimas semanas 
os parlamentares fizeram es­ 
forço concentrado para vO­ 
tar todos os projetos em 
tramitação da Casa, entre 
eles o Orçamento 98 e as 
mudanças no C6dgo Tbu­ 
tário. O Presidente da Al, 
Londres Machado, ao en­ 
cerrar os trabalhos na tarde 
do dia 1 1 /12 elogiou os de­ 
putados e as lideranças das 
bancadas "que imbuídos do 
espírito cívico analisaram e 
II da 
LUrnem 
emtrega 
novo 
relatório 
O novo relatório da 
CPI da Urucum foi entre­ 
gue pelo seu Presidente, 
deputado Roberto Orro, à 
Mesa Diretora durante a 
sessão extraordinária do 
dia 11.12. O anterior, ela­ 
borado pelo parlamentar 
elito Câmara, foi julgado 
inconstitucional. isto por 
que, na qualidade de autor 
do pedido para instalação 
da Comissão. aquele depu­ 
tado não poderia ter atua­ 
do na relataria. O caso foi 
levado a plenário e a Co­ 
missão de Constituição, 
Justiça e Redação enten­ 
deu que deveria ser feito 
um novo trabalho e. para 
relatar, foi indicado Akira 
Otsubo. 
Os deputados Paulo 
Corrêa (PTB) e Franklin 
Mashrua (PDT) votaram 
contrario ao relatório, man­ 
te o do assim o- mesmo 
posicionamento anterior. 
Já os parlamantares Akira 
Otsubo, Nelito Câmara e 
Roberto Orro entendem 
que houve Írregularidades 
na veada das ações da 
mineradora Urucum reco­ 
mendando que os resulta­ 
dos das investigações e 
depoimentos sejam enca­ 
minhados para o Ministé­ 
rio Público. 
votaram todas a maténas 
q e são de grande interes­ 
se para o Estado". 
O Presidente aprovei­ 
tou para fazer um balanço 
das ações descnvolviddS du. 
rante esta 3 Sessão da 4° 
Legislatura. No período fo­ 
ram apraadas 2.357 maté­ 
nas sendo onundas do Po­ 
der Legislativo (todos apro­ 
vados). II projeto de Reso­ 
lução (também aprovados). 
1 projeto de Lei Comple-" 
mentar, 1.249 requenmen­ 
tos, 1.847 indicações e 45 
moções (40 aprovadas). 
Os deputados analisa­ 
ram, de autoria do Poder Exe- 
cutNvo, 28 projetos de r (to 
dos aprovados), 5pn,tos de 
Emenda Consttuooral (apro 
vadas todas), 5 proeto de 
Der:to Legskatvo (aprova­ 
dos). l projeto de Resolução 
e 9 tos (ono mantidos). 
Londres Machado destacou. 
ainda, que a Assembléia 
Legislativa esteve aberta às 
audiênccas públicas onde 'de 
ora dernorata os deren­ 
tes segmentos d soieda 
de puderam reivindicar, 
Sugerir e partuapar ativa­ 
mente em busca de solu­ 
ções para uma vida me­ 
lhor'. 
O primeiro Secretá- 
auta 
rio da AL, deputado 
Wald·mr Moka. de • 
a nbém o erpenho de 
as de Parlamento bem 
comno de t_dos os servdor 
para que a Casa pudesse d 
envolver um + ho onde 
prevaleu a necessidade de 
se atender os anseios da co 
m on	da de	. Os" re 	d o P	T 
e PT, Franklin Mashrua e 
Anlson Prego, respectiva 
mente, também se manes 
taram destacando que nes­ 
ta Legislatura houve, so­ 
bretudo, a preocupação 
com os de, Inos do Es•a 
do. independentemente 
das ideologias partudánas. 
Deputados vo aram 
mais 20 Projetos 
Os deputados encerraram no dia 
11.12, os trabalhos com a aprovação de 
mais 20 projetos que estavam na pauta 
ou aguardando parecer das comissões 
permanentes. A maioria deles foram apro­ 
vados cm segunda votação, enquanto que 
apenas seis foram aprovados em primei­ 
ra e segunda votação. 
Um dos projetos aprovados é de 
autoria da deputada Celina Jallad 
(PMDB), que toma obrigatória a realiza­ 
ção de exames de prevenção ao câncer 
de próstata nos hospitais e centros de saú­ 
de da rede pública estadual, bem como 
naquele subvencionados pelo Estado. 
De autoria do deputado Ben Hur 
Ferreira foi aprovado projeto que dá nova 
redação ao capítulo VII da Política de 
Meio Urbano, da Ordem Social e Econó­ 
mica da Constituição Estadual. Também 
foi aprovado projeto que dispõe sobre o 
trânsito com faróis baixos ligados dos ve- 
ículos automotores, nas rodovias estadu­ 
ais de MS. A proposta é do deputado 
Paulo Estevão. 
Da bancada do PT foi aprovado pro­ 
jeto que altera dispositivo da Lei 1.067. 
de 5 de Julho de l .990, que dispõe sobre 
o Conselho Estadual do Controle 
Ambiental (Ceca). De autoria do gover­ 
no, foram mais dois os projetos aprova­ 
dos, em primeira e segunda votação. Um 
deles dispõe sobre o Fundo Estadual de 
Manutenção e Desenvolvimento do En­ 
sino Fundamental e de Valorização do 
Magistério e sobre o Conselho Estadual 
de Acompanhamento e Controle Social 
do Fundo. 
A outra dispõe sobre a fusão da 
Fundação atureza Viva com a Fun­ 
dação Terceiro Milênio-Pantanal. Os 
demais projetos votados esta semana 
já haviam sido aprovados em primei­ 
ra votação. 
AL recebe projeto que reajusta 
valor das taxas judiciárias 
O Presidente da Assembléia 
Legislativa, deputado Londres Machado, 
recebeu na manhã do dia 09.12, em audi­ 
ência realizada em seu gabinete o Presi­ 
dente do Tribunal de Justiça, 
desembargador Nildo de Carvalho. No 
encontro eles conversaram sobre projeto 
de autoria do Poder Executivo - lido na 
sessão - que reajusta os valores das taxas 
judiciárias. 
O projeto altera os valores constan­ 
tes das tabelas anexas à Lei 1.135, de 14 
de abril de 1.991 reajustando as taxas 
judiciárias em 80%. O desembargador 
ildo de Carvalho explicou que desde 
1.991 os valores das taxas estão congela­ 
dos, o que segundo ele causa um déficit 
mensal de cerca de RS 90 mil ao Tribu­ 
nal de Justiça. 
ilso explicou, ainda, que o Poder 
Judiciário sente dificuldades para coibir 
despesas com custeio nos fóruns existen­ 
tes em 45 comarcas no Estado. O projeto 
vai ser analisado e votado. 
Esforço Concentrado 
Na sessão extraordinária realiza­ 
da. o Deputado Londres Machado 
solicitou aos presidentes de comis­ 
sões permanentes e das criadas tem­ 
porariamente, acompanhados dos pa­ 
receres, dos projetos de Lei que es­ 
tão em tramitação. 
Mesma solicitação, no sentido de 
serem encaminhados para votação em 
plenário, foi feita pelo Presidente à 
Diretoria Geral Legislativo. Londres 
Machado anunciou que pretende lim­ 
par pauta de votações.

I3 DE DEZE ABRO DE 1907 
. •• Sem diretoria ofic· 1 
odes 1uc1onar seus problemas 
P ÁGI 
- 
1 
 - Oh 
s'' 
Em pronunciamento na tribuna da Câmara Muni­ 
cipnl esta semana, o Vcrc,1dor Jo.10 K,ili!"e (P:v11)U) Pn:· 
1ckntc dn 'omiss.10 lntc1purt1d:'tri,1 do Poder 
[ q•i,lativo, que há vários meses está respondendo pro­ 
visoriamente pela direção da Beneficência Hospitalar 
S:10 Vicente de Paula, foi taxativo ao afirmar que sern 
uma diretoria contituída oficialmente, com o nmparo 
leal do quadro de sócio, da entidade. é praticamente 
impossível serem resolvidos os problemas mais graves 
que afligem a instituição e praticamente inviabilizam o 
seu bom funcionamento. 
Seeundo Kalife, os trê problemas mais graves, que preci­ 
amt de uma solução com uréneia para que o llospitul 
pu:.~n m .. 1111rr 11m .itcndimcn1<1 a co11tcnto dn população. 
SI U OS SC!(11111<': 
d' ida_com o IS referente go _recolhimento 
do_funeior rios do Moita! - Informou que devido a 
lkncl., 11 ,., 1 lopitaler de Dela Vista t ·r sic.lo declarada 
d, l lt, .l.,,1 • •.-1hliC'l Fcdn.il 101 ,olieitado  ia advo gado o 
·, 1d I d, ·, do Hospital com o INSS. j,í canc.lo tuc.lo 
cna:todo parque isso accntea. desde que seja pag4 
uar':e unt ao 'eco+imento dos funcionários, por­ 
,,., e.,,. 1., ,.1l' só ,,.,de ~cr concedido ,obre o rccolhi- 
h , 1 ·•,· .,at1,11.al. De acordo com as informações 
'oso Nahfe, hoje essa divida do I SS dos funcionários 
,:,tM cm torno de . ,o mil reais, sendo que a divida total 
jurto a Previdência Social até o último din 01/12/97 era 
Jc R:S 5::!4.819.75. Informou também, a respeito do assun­ 
to. que nara ,, u~en0 Jc"" dívida junto ao I SS pode ser 
f, i ., -.-. , ..iamewtd ) meses, o que c.laria pouco mais 
de 111!1 reais p,H m~~. 'mas isso precisa ser feito com uma 
certa urgência, para que o IN S veja que a Beneficência 
Hospitalar de Bela Vista tem boa vontade cm pagar essa 
parte que não pode ser perdoada. para que possa ser benc­ 
ficiad:i com o perdão do restante da divida, cujo montante 
é muito mnior" frisou Kalifc. 
A dividn do Hospital .Junto 110 F'GTS: Segunc.lo as 
informuçõcs do Vcn:ador, na tribuna da Càmara ,funici­ 
pal, no tina! do ano passac.lo foi feito um levantamento e 
acertado um parcelamento dessa dívida. também cm 96 
meses. em parcelas de mil e poucos reais. chegando inclu­ 
sive a ser pago o mês de janetro/96, porém. segundo Kalife. 
esse acordo não foi passado para a Comissão 
lntcrpanidúria da Câmara Municipal quando ela assumiu a 
,lircção d:i 13cneficência Hospir,tlar. com isso não foram 
pagas us p:irceias sub-scquentes. Em vista do atraso no 
pagamento das prestações dcssc parcelamento com o 
FGTS. nn scxt~-fri~::. ,,a,sada o 1-!o,pital recebeu uma car­ 
ta do Mfiristérie ds Trabalho dierdo que o acordo não 
tinha sido cv-.pi que a c.lircçilo tinha cinco dias para 
se mumtesir. s pena do preriamento ser cancelado. 
"Ess iisp30biexasgrsves que c Hospital enfrenta, par­ 
cel .. w° r, s2n ..2ale RS 2.500 (dois mil 
c quir.h-:r. .. , -· ll:iJ. ;iodenG., aindJ scr feito um convênio 
com " _SL' ,;:r~ que esse valor seja descontado dircta­ 
mente uo repasse que é feito mensalmente ao Hospital ão 
Vicente le la" obs+ 011 o Vereador João Kali fe cm sua 
cxrlanaçfl,, • ' • irando que para se faze: . compro- 
missos,s: ir par clam emo dessas 
volve 	! v oa ut: -t,, "JSS 
deixou t 
n I d,· tu.o, qa 
..sanis.e 
ie,a±f.n±a !o p 
---- __ ... _ 
,1s, que cn­ 
o Hospital 
:s,:írio. aci­ 
lc nela Vista 
Verearlt>r ](11111 Kali(e 
tenha uma diretoria con~ritu!da legalmente e com amparo 
ele seu quadro social, "só as:sim poderão ser realizadas es­ 
sas negociações de forma concreta e com credibilidade". 
enfatizou o Vereador. 
Kali fe também citou e umo tercciro problema sério 
enfrenlado pelo llo,pital S:lo Vicente de Paula. o caso do 
c:-.-funcitln.irio que ganhou t:ma açilo na Justiça. sendo ad­ 
judicado: ele o Ccntro Cirúrgico do Hospital, no seu en­ 
tenda a melhor solução sera fazer um acordo com o cx­ 
funcionário, "mas para isso, também se faz necessário que 
a Beneficência Hospitalar knha uma diretoria oficial e 
n:io provisória ou temporária como vêm acontecendo há 
v.írios mes.:," assinalou o Vereador. Como se não bastasse 
todos esses problemas enfrentados pelo Hospital São 
Viccntc ele Paula. que nào ri:ccbc nenhuma ajuda oficial, 
diga-se de passagem. os seu; funcionários também se en­ 
contram com c.lois meses de talários atrasados e quase não 
existem meios de se reverter a situaçào a curto prazo caso 
não venha a ser constituída rapidamente uma diretoria ofi­ 
cial. com poderes para negociar e procurar soluções para 
os problemas mais urgentes que afligem a entidadc e. cm 
consequência. comprometem scriam.:nte o bom atendimen­ 
to à nossa população e o seu próprio funcionamento pra 
o futuro. 
q 
1111 	U 
dc J> "J 1• 
xar e af0 a 
que estou indignada com . 
,111tudc de es colegas c com 
as autoridades de nosso Mu­ 
nicipio, pela situação em que 
se cr.contr.i o nosso Hospital 
SJo 11ccntc de P.iula. r,1to 
que me tleixJ Jt<: erl agonh,1- 
da de ser Vereadora". 
enfat11ou ls.1hcliJ 
Vereadora labella de_Morar 
Pinhiro Murana 
Edital de roclamas 
Janilde Rosa dos Santo,. Ofíc1Jl.t do l<egi,tro 
Civil desta cidade e ComarcJ de Bela Vista-MS.. Faz 
Sab<.:r a todos quanto, o prc,cnte f'dital de l'rod,t­ 
mas rem. que aprcscnt:Jram o, documento, exigi­ 
dos pelo artigo 1 !10 do Código Ci il BrJ,rll.:iro. 
inci~os 1-fl e IV. e pretendem se casar. 
JERONl;JO VOGADO e EUSTA IA 
FERNANDES; ambos. bras1kiros. solteiros, residentes e 
domiciliado, cm Bela Vi,ta-MS. ele. lavrador. natural de 
Ocla Vista-:vtS .. residente na Ch6cara São Jorge. no distri­ 
to ossa Senhora de Lítima, li lho de /na~tac1a Vogado: 
ela. lides do br. nJtural de lida Vi. ta-M r. residente na 
rua /laidc Corr..:a da Siha. filha d..: /ng<.:lo h:rnandes e 
Conrada Ccnlllrião Fcmandó. 
Bela Vista-MS, 12 de dezembro de 1997 
Janilde Rosa dos Santos - oficiala 
. Revoltada com o fato de dois Vereadores da situa­ 
ção. entre eles o líder do Prefeito na Câmara. terem aban­ 
c.lonado a sessão logo qu.: o Vereador João Kalifc come­ 
çou a falar sobre a situação critica vivida pelo Hospital São 
Vicente de Paula. a Vereadora lsabclla de Moraes Pinheiro 
Ili urano usou a tribuna para registrar nos anais da Casa a sua 
indignaç:lo com a atitude dos colegas e também com as auto­ 
ridades do nosso município. que possuem responsabilidades 
com relação a situação do Hospital São Vicente de Paula. 
"Estamos wndo aqui o total desinteresse dos Vereado­ 
res da situação. que apóiam o r.Prcfeito '1unic1pal. com re­ 
lação a uma causa que diz respeito diretamente à toda a nossa 
população, que é o nosso Hospital. O exemplo está aqui. quan­ 
do o Vereador João Kalife começou a falar no assunto o líder 
do Prefeito levantou e foi embora_ em seguida outro Verea­ 
dor da situação foi atr:ís. ou seja. é só começar a falar na 
s.iúdc cm nosso t-!unicipio que eles abrem a barba" assinalou 
lsabdla. 
> 
Para a Vcrcadora. "ii so é uma falta de respeito com os • 
demais Vere. uiorcs. se estamos aqui é para ouvir, discutir, anali 
sgganem 
€38$3 22..E 
lemos carne bovina, suina, o tradicional 
charquc de f:1r..cnl.la .. linl!uiç:t pnr:lt.:uaia., ~irnple, 
e mista, costela com toda a carne, própria para 
assar e o mais zostoso frango assado da cidade. 
Aos domingos assamos carne, costela e frango 
aceitamos encomendas de carne e frangos pa,, 
aniversários e festas. Atendimento sob encomenda 
a qualquer dia da semana. 
'endemos qualidade pelo ~IE:'iOR PREÇO da cidade!! 
Rua Guia Lopes, Nº 727 - Í:439 - 1471 ' 
matriz: 
1;:ça Nossa Senhora da Conceição,225 G - 
- f067) 241-3938 _ AQUJDAUANA/Ms uaraná Antarctica 
-- "tes	a@ré<icé 
--- l 
•

JOHN/L THIBl'. A DA FRONTEIRA I3DE DEZEMBRO DC 197 P GJ - 07 
Polícia Militar prend uto de 
Homicídio e tentativa de homicídio 
Em operação que envolveu cerca de l2 
l',ih1 i.1i<. Md11.11.:s e um /ptnlc da Polia Civil, 
foi preso na noite da ultima terça-leira, dia 09, o 
cktntnto N.11d > /-.Iodei l·cn1:1nd.:,, 21 anos. 
n dente a Rua l resto Escobar, no Bamo E:pinto 
Santo, apontado como o autor do assassinato de 
HtL,11.l,> lk1110 Mcdin,l, 22 ,utos, e da tentativa de 
lion>Í ltl10 i:ollr,1 Romildo Roda, tamt m 22 ,tn,h, 
111cd1,u11c u u•,o c.!1.: 11m1a de fopo. ambo os crimes 
ocorridos no últi1110 c.lir, 06/12, p<1r oh ... , i.l,t, 23:30 
horas, nas proximidades do Dailao lfo~.,,-, Nov,1., 
11.1 !101 ad,1 Corinthian.1. 
Segundo as info1111açõcs policiais, Narciw 
se desentendeu com um terceiro clcmclllo ma-. no 
cfi:tu.ir os disparos acabou ferindo gravemente 
L Muebles 
De Demésio Garein 
Colchones 
e Muebles 
em general 
Ricardo Bento vfedina na altura do uperiho 
d,ruto ~ lü,rrulJu RtKl.1. que kH,U u111 1,ru no 
pesco,o, lado direito. Após o, crime, o .1u'c,r du 
disparos evadiu-se do local e tomou rumo 
ipnor:i<l , nJo '>Crtdo loc.1111,.;do pcl,., 1ld1 •é:t,u.b 
da Policia Militar realizadas durante toda a noite 
do dia 06. Um dos feridos, Ricardo Bento vfedina. 
nJo ,.,,,IIU no ferimento e ,cio a falCCt"r por volta 
das 05:30 boms e.lo <lia 07/12, no lfo pn..il Silo 
Vicente de P,111la. c~w 1crçn-fdr.1. dia 09, os 
Policiai lc1~tntnnim mfom1íl õc~ de que ',1rct'>ll 
M,1cicl emandes se encontrava em uma hv.cn<l.1 
locali11uJ.1 na rcgiJo dcno111inJda Preguiça. b, 
aproximac.l,1n1cntc 20 quilõrnc1ro~ da St:de do 
Município. 
Você j:í está cansado 
procurnndo móveis 
para sua casa, com 
um prccinho especial? 
Nós temos de tudo!! 
Policiais M!tares e um A 
d.: .i< .rn IX > 
com o obyctrvo de dar 
judm.Aop._-,.; dcC,fXur.t 
de qwuo IXJr.l: sendo real 
JXOPf'Ílli.tc.lcs ' 	•• - 
indicavam que stanaeso hido, culmmn 
curn n rx,s;· do clemcr.tn por , oltu t.Lc. 2J f l hor.;:, 
em área da t.v.:ndJ ilo::t ore, após ele ttr se: 
c-mbro-ilnlo l1ó n LJ4;;il ru t.:nW!J, J dcc,c-µ1r Jo o.:ro, 
polici.1I. Peso, o acusado de homtcrdio e tc.-r.t.1u1J de 
lromi ldro m [J;u,X,,w Connlh1.1n1 foi conJunJo j 
Delegacia de Policia Ci,il. ao scr interrogado assumwu 
a autori.1 dos crim...-s. logo cm nncl.1 füi n.,coll:Klo a 
cadeia públicu municipal, onde c.le1cr.í 
permanecer à d1spo~ição'c.la Ju,1iça para 
desenvolveu todos 
l.'. pu l,l , 1ll ,f.J! ,rt. 
belav.tense com te 
hom idio e 1cnlJll ., ~ 1( 1 
jove de :!2 .,li ordos no ult 111 , ,! J (/11, 1 .1 
lbi'<,1J,1 C onnll,1. r.J. 1>1i:,1 .. 1 d.: do'", 1 :,hcr.i 1 
atuação do agente da l'olic 11 ( 1 d Lt 1 411<: 
scgundo as informações do setor de rela,os 
públicas da Policia Militar. teve partuep.lo 
deersiva n loalza.o e captura do atuado 
DOF recupera mais um eicu o roubado 
!',o último final de semana o !Àp:,rt.111:cnto de Opu.,, .,, de I n.,111, rr J-1 l( li , t, '" 11 a 1, ,upu . .;A<• d-.' 
mars um ,ciculo roubado. Na wdc do dia 06, por volta das 11 00 horas, a taxista Maza Domingues Ayyal L 
n:,idcnle cm Jard,m/l'v!S .. foi con1ra1ada pc,r um elemento para I v,r u111J cnnJ,, ;,te .1 ,d111r,1 do im I J d.t 
Rodo, ia Jardim/13da Vista. Ao cheg.ar no local o c:lcrncnto J ... ou de: llrn.1 l.1,..1 e: ..1nu111.11 ,u ,..:r ljin :i '-..!
1
1 1 r .m 
seguida o elemento desferiu um golpe com a faca acertando a motorista ta ahu1.1 do tórax A tua ctr a em 
luta corporal com o ladrJo e conseguiu tomar-lhe .a fac..:J_ momento m que o assaltante adentrou :•) e. rti i: 
tentou atropelar a motorista. A vitima conseguiu correr e transpor ums ta, oastão i.:111 que o l..<lr •• , J J.K '"' 
do carro, um Volkswagem, tipo Gol, HQU-4197,Jardim 15. ano l'iR8, dos documentos d» ctc'li,, <: pc """ 
da vitima e da quantia de RS 52,00 (cm4üc11tll "dois rcJ1 s), fugiu A vitima conseguiu cherar a uma ch.k.tr.r 
c~istcnte naquela rcgijo e foi socorrida /o tomar co11hcc1mcntt1 J.1 c>eorr.i,c 1,1 do roul-, du.1, 1 .<jU'l"'' do IX li 
foram deslocadas para a n:giãodc Ilda Vis1aa fim de diligenciarem vsando .1 captur,r do bJr;io e., rccup,:rJ1,J•• 
do veículo. Já no período da noite os Policiais foram rnfonnaJo, de que um ,e1rnlo w111 ,, c.ir,,c1cri,1ic.1, d,, 
roubado fora 3 istado trafegando por L'Strada,, rcrn:i,s que l,g;un o local c,,r1lw,.1d,1 wmo /~LL• /11i.m.l.1 a., k,wl 
dcilOITiinado Sant.1 Rita. n:i rcgi5o de Dela Vista. com rumo a Pon1a PorJ.. Durar,:..: a., d,li;:énc,.i, ,..., !', h, 1.t1> do fXJ! 
avis1:1ram o carro, lendo "-'LI coodutorcmpn.'t.11d1do fui;;, com destino a /ntooKd,,io. Devdoas huvase ao estado da 
cstrad:i. o coodulor do Gol perdeu o controle e colidiu com wn b.irrilltw, abandúnan<lo o=• e c-r1.md1.JJ,J.>->é 110 
matagal ali existente. Os Policiais do OOF p;is:,ar:un a d,hg,:ncwr 11.,anoo a wp1ur-J du .,, ,1IL!l1tc. ui.e, apc.;,.r d.:; 
bu,cas lerem sidó fl!'JIIL:ldas :ué a norte de 07 o, Pohcr.a1> d.J IX)í não tlcram ê,1111 "" l,x..d11.;r o l.,.!r:i• •. poo, o 
mesmo de e ter se apro,citadod:J pro,Unidadec ack,,itrJdü au h.::mtl.-rtO p.trag.tLlln O, t.·11 ... ul<-, for rerodo para a de 
do OOF c:,ap.:,ss.:rsubrm.1iJoa pcricL1 tecnia sera ena:ninhado à Dele±aia de Polia de Jardim MS. pura r< ,, .J...1><u, 
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JL THIHCNA DA FHO.:-,..'J_EIHA __ • 
/isiarom 
a Princesa do pa no 
fim,/ de semana pp., o ca.vnl 
Pcrondl (ndvogudo), ls"bcl 
Cristina e os fi/1,os Rr,fae/ e 
n linda J11/la11a que moram 
cm lj11/-RS. 
Agradecemos e 
retrlb11fmos os votos 
d,• Bons Festas recebidos: 
CatlÍ Dafferncr • 
Jlauru/SP; HRP • Promo- 
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Botucatu/SP; 
Dep.Federal D1/so 
Speraflco e Flia; Ernando 
Francisco Gasco e Fila • 
Bela Vlsta/MS; 
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Orsubo - Campo G.,:mde/ 
MS; Dep.Estadual Ger­ 
son Domingos • Campo 
Grande; Frantisca P. 
Lima, Diretora, Funcio­ 
nários e Prof da 
Esc. Castelo Branco-Bela 
Vista/MS. 
J :i HE DCZ E fBHO IH:. 100
7 
I.; 
no dia O.f pp., "garot111/,(I .lmu,/1111 l'dmq11e:jillw do 
casal Jol1o Carlos e Cleia Na foto no momento dos "l'ara­ 
béns à Voce" com suas imuis Cami/,• e ao centro Giovana 
convite de Formatura 
do jovem Christia110 
Henrique S.Pereira, filho 
do casal Edivaldo Ayres 
Pereira e Valdecy. 
Christiano é formando do 
curso de Medicina ela 
UFMS e a colaç<io de 
grau será no dia 17 de 
dezembro no Palácio Po­ 
pular da Cultura e ,, bai­ 
le de fc-:-;,1at11ra ,10 rlía 19 
no Ráàio Cluli.· C1111;po 
em Camp1- Grande. 
assim está a bonita de­ 
coração natalina do Restau­ 
rante e Lanchonete Barril 
D'Oro feita por Marco Loris. 
Os proprietários casal Dario 
Marques e Sra estão de pa­ 
rabéns pela iniciativa pois 
dessa forma a cidade fica 
mais alegre. 
Desi<se - 
jovem médico, suces­ 
sos na carreira que abra­ 
çou e a seus pois os nossos 
Parabéns, p.Ji:; .;. ,..,, vrgu­ 
lho ter tm1 fi/J.r. ·, 1.: :m:c 
profiss o espin sa p rim 
11obre: "Saivr:r ·õdas•·. 
_tuas_ard.Moreira Neves,O.P 
A mídia como um todo - tc­ 
levz 'o e radio, jornais e rcvist::is de 
... -.,J1· tir.t.gcm, E-mail e internet -. 
nH!!nl..> se quisesse. nilo conscguiriJ 
csC3motcJr o gr:mdc .. scoop'" . E o 
grande .. scoop'" poderia resumir-se 
em bem poucas palavras; um ancilo 
enfermo, curvo, trémulo na mlo es­ 
querda, andmnde com dificuldade. 
mais uma vc, rc,crtcu todas as prc­ 
vhõcs. Enqu.1nto 1odos os órgJos de: 
soa; ,cm da opinião publica difun­ 
iaun por todo o planeta, via satéli­ 
te, a i tngantc profe·da do rotundo 
com muitas lu:es 
embelezando a ciry o GrJmio 
Pedro Rufino, a Casa das Fer­ 
ragens e, Agro Veterimírra. 
Javrt e algumas reside11c1as 
particulares. Exemplos que 
de'>'criam ser mais imitados' 
Um ancião 
cativa os jovens 
fiasco que s.cria a , isita do Papa a 
Paris Jo:'o Paulo li rc, irou todas as 
expectativas. A horda de 
contestadores, capazes de todas as 
torpcz.15, como a da d1>tnbu1ç!'lo de 
preservativos pelas ruas de Paris. du­ 
rante a Jornada Mundial da Juven• 
tude, nfo reuniu mais de 1200, tal­ 
vez 1500 pc»OJS. contrariando os 
altissonants prognósticos de uma 
mull1dlo ava.ssaladora que anularia 
(sic1) a própria visita. Enquanto isso, 
os jovens foram mais de 600 mil a 
sombrJ da torre Eiffel E de mais de 
um milhJ.o de pessoas o imenso mar 
de gente da Missa de domingo, no 
encerramento da Jornada 
Jornais pJrienscs, franceses e 
europeus. cm manchete de primeira 
p.gina. e a RAI (Radio Televisão lta­ 
liaoo). cm longa cobertura dos even­ 
tos. falar.1111 de "'triunfo do Papa" ou 
de .. 'crdadcira apotco~c'". / pnmc1- 
ra ,rrecu~âvcl constataçlo a fazer 
diante dJ pequena tela ou do jornal 
abcno é CtJ ~) ve:,peras do século 
XXI e do Terceiro Mill!nao. no mo­ 
mento de uma , irada histórica 
epocal. quem. na cmblcmât1ca Ci­ 
dade Lu1. con,oca centenas de mt­ 
lbnrcs de adolescentes e jovens do 
mundo mtciro e. entre aclamações 
interminlvcis de a1é dez minutos. 
lhes fala delc'.1. e do seu mundo inte· 
r r, 
temas, de seus re 
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peno, envelhecido pomo 
seu fio, embora mdomo no seu 
espirito f impossível mto brr 
manchete para a inquest nivelob­ 
ervaçlo mergulham no cr' asu­ 
lo e desaparecem numa grande vo­ 
ragem todas as lideran ,as, sem ex­ 
ceção, de qualquer natureza que se­ 
jam Persiste uma unia hderans,a 
que. de repente. põe tcntc"lJ1 d.: 
milhares de jovns nas ruas e pra- 
as de uma Pans cstarrcctdl e inca• 
paz de entender o que esta vendo 
Esse líder aos quais os jovens se ren­ 
dcm, mesmo ensaiando algum 
dssenso, é um ancião revestido de 
branco e coroado de alvos cabelos 
L Jolo Pnulo II. 
E qual o <cgredo de»J 
inrxplicn,él hdrrança e dJ ÍJ¼lna• 
ç!'lo que est.l na sua ra1L 
Estou ceno de que o ,egredo 
está cm duas coa§.as: no modo c.omo 
se comporta com os jovrn~ e ex tra .. 
ra e, depois, no conteúdo qu• lhes 
transmite c,da vez que a eles se d1• 
ge e lhes fala. 
Como os trata quando, dian­ 
te deles, num inacreditável proces• 
so de cspotânca interat1v1dadc, ele 
perde todos os condicionamentos da 
idade e da doença e readqu ,rc a vol 
e o gesto que comovem a Juventu­ 
de? Trata-os com rnfin110 respeito. 
sem a mais ténue sombra de desdém 
pela idade deles. Mostra-lhes quem: 
e cm que realidades crê, sem lalos 
sequer de mentira, acomodação ou 
mampulaçno. É de se crer que para 
um Jovem a liderança de alguém 
passa pela sinceridade ta veracida­ 
de. O jovem só vai atr.s de quem 
apostou a vida cm urna verdndc e 
está disposto perder a v,da por ela 
Em alguém que tem a coragem de 
proclamar as verdades nas qua1:, 
acredita c das quais vive. Por isso 
, Jo atr:is de Karol Wojtila Jo1o Pau­ 
lo li. Porque é alguém que. ao olhos 
deles • olhos facilmente crlt1cos • 
fala a verdade da qual vive Nlo 
adula os Jovens. Jo m1st1fica 
N~o os endeusa. Antes. os inter• 
pela com suas palavras e com o 
testemunho da sua vida. Slo assim 
os pretensos 1 [deres 
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