ANO:XXVI. N· I9OI • MELA VISTA- IV DL JANLEIO DE 1,9OH- SÁ/ADO- FUNDADOR. IVA! DO Pti IRA hs0,o 
Vamos à luta Garibaldi paga 
E voltamos ao trabalho. Tinquém é de ferro, os 
quinze dias de paralizaçao renovaram as nossas 
forças, voltamos com multo mais entusiasmo e 
VONTADE. 
VONTADE - palavra mágica, é o que precisamos, 
em !}eia Vista, Caracol, Gula Lopes da Laguna, furto 
Murtinho, Jardim, Bonito, Antonio João e Nioaque, mas 
querer mesmo, com INTENSIDADE, vencer desafios. 
Se fürto Murtlnho e Bonito Já sacudiram estruturas 
e estão caminhando, graças, sobretudo, ao TURISMO, 
as demais cidades estão, ainda, em estado de CHOQUE. 
As mudanças no Brasil exigem também mudanças de 
atitude. O Brasil mudou multa gente. 
E nós, aqui na ORÁFICA APA e no GRUPO TRIBUNA 
também vamos mudar, adquirimos novos 
equipamentos, estamos aptos a executar quaisquer 
serviços gráficos, a cores, com qualidade, bons preços 
e aquela tradição de buscar transformar o cliente em 
amigo. Já no tocante aos Jornais a partir de Fevereiro 
GRANDES NOVIDADES, jornais mais ágeis, voltados 
para o turismo, prestação de serviços, visual moderno. 
E sempre com a linha que marcou a atuação dos 
jornais nas comunidades. 
E pensar grande. Vàmos à luta. 
Não posso deixar de registrar o "golpe dos 
gringos", era esperado, o HSBC Bamerlndus fechou 
suas portas em várias cidades da região. cabeça de 
"gringo" é assim mesmo. Até não critico muito, se 
não dá lucro FECHA. Se não funciona, raça funcionar, 
se não presta, ELIMINE. Vale para tudo, até para os 
políticos, lembrando, ELEIÇÕES EM OITTUBRO. É hora 
de mudar. (PP). 
13º Salário 
Prefeito Garibaldi confraternizando com os funcionários no dia último dia 3I 
O Prefeito de Bela VIsta José Garbaldi 
da Rosa Neto. no dia 31 de Dezembro. pagou 
013salário aos funcionários da Prefeitura 
Segundo functonrio da 
municipalidade que trabalha há 05 onos 
"esta é a primeira vez em 05 anos que 
recebemos o 13° Salário no mesmo ano. já 
que nos anos anteriores sempre recebamos 
o 13º salário em fevereiro do ano 
subseqüente. Este é um fato inédito para nos 
funcionários. principalmente em fino! <le ano" 
Pagina - 05 
J0ÃO SIAt I to+ 
.h/o 
+ MA! I 
ambienta! pua 
nr cm } 
larenda ào no, 
farpo de He!a V,s +Is 
No»fdterr+nado oe tato 
de impacto ambiental 
FLÁVIO VIEHII torna 
publico que t queteu a 
SIM DR SMS. 
autorização ambiental pata 
limpeza de pastagens em 
150,0000 h, na I ausenta lyui 
do Sul, no Municipwo de 
Nioaque/MS ão foi 
determinado o estaduo de 
impacto ambiemal 
VALDECI ALC'AR,O l>A 
SILVA, toma pblico que 
requereu à SE MADES7MSa 
autorização ambiental para 
limpeza de pastagens em 
42.0000 hu na Fazenda Nova 
Vitrine II, Municipio de Guia 
Lopes da Laguna. Não foi 
determinado o estudo de 
impacto ambiental. 
JORGE CÂ DIDO DA 
SlLVA. toma público que 
requereu a SEMADESMS a 
autorização ambiental para 
limpeza de pastagens em 
II0,000 ha na Fazenda Boa 
Vista. Município de Guia 
Lopes da Laguna. N5o foí 
determinado o estudo de 
impacto ambiental. 
Turistas 
Reclamações 
Vários turistas procuraram a Redação do 
Jornal Correio Jardinense (GRUPO 
TRIBUNA) em Jardim. alguns até irritados, 
com o despreparo de muitos proprietários de 
lojas, restaurantes e lanchonetes. cm Bonito, 
no tocante ao atendimento e ao absurdo dos 
preços cobrados. Reclamaram também dos 
preços cobrados para os passeios aos pontos 
turisticos daquela cidade. ão é a primeira vez, 
algo deve ser feito. 
Já um grupo que esteve cm Porto 
Murtinho, reclamou dos proprietários de 
uma Lanchonete, "estávamos tomando 
cerveja com uns amigos, na referida 
lanchonete, alguns de nós saíamos do local, 
várias vezes, para ir ao banheiro, foi até 
interessante, pois a todo instante queriam 
saber quem pagaria a conta, um clima 
estranho, no final, evidentemente, fomos 
embora constrangidos, além do mais a despesa 
foi insignificante, menos de RS 20,00, é pouco 
dinheiro para tanta preocupação. 
Da Redação da TF ligamos para a 
Redação da Tribuna Murtinhense, indagando 
sobre o tratamento dispensado aos turistas pela 
citada lanchonete, "todos reclamam. mas é 
uma das poucas da cidade, somos obrigados a 
frequentá-la na marra". 
Não vamos citar nomes, só esperar que 
todos. não só em Bonito, mas também em 
Porto Murtinho, se preparem melhor para 
receber os clientes, e, também, quando se trata 
de lanchonete ou restaurante, ao receberem 
grupos procurar saber discretamente quem 
será o responsável pelas despesas, fica tudo 
mais fácil e evitará constrangimentos. 
PREFEITURAMUNICIPAL ti·vro: ''Ca DE BELA VISTA/MS 
PortaPia Nº 212/98 
Cabinete do PreFeito 
O Prefeito Municipal de Bela Vista/MS., 
no uso das atribuições que a Lei lhe confere: 
RESOLVE: 
REVOGAR, a Portaria N 047/98. de 05 
de Janeiro de 1.998. UMJ>RA-SE. 
Bela Vista/Ms., 16 de Janeiro de 1.998 
José Garibaldi da Rosa Neto - Prefeito Municipal 
Extravio de Documentos 
'icodemos Lima da ilva, COMUNICA de 
acordo a Lei que foram extraviados seus 
documentos: Certificado e Histórico do 2° Grau e 
Diploma de 2° Grau do Curso Técnico cm 
Eletrônica do Colégio Centro Educacional 
Fluminense (Meriti) - São João de Merili/RJ. 
Bela Vi5ta/MS .. 13 de Janeiro de 1.998 
Serra" é u 
O llvro do Jornalista e escritor Ialdo 
Pereira. "CARANDAZAL DA SERRA. Vícios e 
Virtudes de uma Comunidade" está obtendo 
sucesso de vendas e de crítica. Vários jornais 
editados no MS e alguns do interior paulista 
publicaram matérias a respeito do livro do 
"paulista-belavistense-murunhense"- Ivaldo. 
Com tira11em de 2 míl exemplares. em 
menos de dois meses mais de 1.000 
exemplares foram vendidos. distribuídos em 
17/18-DROGARIA sAo 
SEB,STIÃO- Sra. Selma 
$0 
pontos de vendas. bancas. padarias 
lanchonetes e livrarias). o escritor está sendo 
considerado o que mais vende no MS. 
O próximo lançamento (em Março) de 
"ESTÓRIAS QUE AS QUENGAS CONTAM". 
com a apresentação do Jornalista e também 
escritor Oscar Ramos Gaspar. Editor do 
Diário da Serra. promete superar o sucesso 
de "Carandazal da Serra" (escreve Dupré 
G_arcia Coelho. Jornalista). 
Serviços do 88 trazem Garil ldi faz 
vantagem ao Servidor Estadual · • 
Os principais beneficiários com a Atlética Banco do Brasil balanco de um 
transferência das contas para o Banco do (AABB). 
Brasil; são os 52 mil servidores estaduais. A filiação obedecerá 
A primeira vantagem aos critérios de cada Clube, ~ 
funcionários do interior é o fato de que admitirá conforme ano Qil flDrnn 
poderem fazer parte e desfrutar de todos sua capacidade de_ 	. r Vlil l lil 
os beneficias oferecidos pela Associação atendimento. Página_ 04 
Dicas do llovo 
Cbhgo llacomal ,q 
de Trânsito • 
farmácia 
de Plantão 
o Prefeito José Garibaldi da Rosa Neto. 
ao findar o ano de 97, no dia 3 I de 
Dezembro, fez um balanço geral de um 
ano frente ao Executivo Municipal. sendo 
que o primeiro ano foi de superar desafios 
e ultrapassar as maiores dificuldades para 
colocar a casa em ordem. Página - 02

1 -· E INEBRO DE 1.90 
)
,..•-11·11•  	• I l ., 
1 THllH' ' J) l·H< ·" ·, -.: 
Garilbaldi faz ba anço de um a o 
../ -. 
,/ . 
( ... ti',.. - .. 
cz	> 
• 	➔ ,. 	' 
o l'nfcito José 
G.iribnldl da Rnsn Neto 
(foto), ao fi:ar uno e 97, 
no dia + ez·moo fezur. 
oranco :ai de um uno iro..­ 
ao r.xccutivo Municir·', sendo 
que o prlmeirc ano foi de 
superar desafios e •.>'tr.1pnssor 
as maiores dific1. ,des parn 
colocar a casa cm ordem. 
Garibaldi disse: "muitas 
foram os dificu!JuJ.:s. 
Exerv7... -.. ir·iro lua4, 
com o ajuste do plano real 
sofremos redução da nossa 
receita, obrigando-nos a tomar 
'árias medidas de contenção 
de despesas, para que fossem 
mantidos os atendimentos 
essenciais à nossa população. 
Em segundo lugar, 
r:c· ,•:1mos com os 
ru;.cionários o pagamento dos 
seis meses de salários atraSados 
pela Administração anterior, 
dos quais já pagamos mais de 
R$ 265.000,00 (duzentos e 
sessenta e cinco mil reais). 
Em terceiro, tivemos que 
R'Cupcrar com recursos próprios, 
todo o nosso maquinário, 
caminhões, velculos de 
transporte escolar e outros gastos 
estimados no período cm mais 
de RS 175.000,00 (cento e 
setenta e cinco mil reais). 
EXPEDIENTE 
Jornal Tribuna da fronteira 
1 m quarto f t • " 
mande R 6500.00 n1a 
é UlitO nu! f .IJ'), ,J: c.Ji,H!. 
de contrapartida para saumm , 
<L, 11u,!,n,pltr.c1.1. 
Lm quinto, realizamos o 
concurso público para cumprir 
nomrr, do ·r ribun.11 ck Cr,r,:,,, 
TF- O que 0Je11horco11sidua 
como rnldo positivo neste seu 
primeiro ano de Gm·emu? 
Garíh:1ldi - Graças a Deus, 
apesar das dificuldades já 
ciwda, conseguimos manter os 
serviços essenciais em todos os 
)Ctnrc, d,1 no,,.i admini,tr.,i,:Jo; 
na área de saúde publica, nos 
orgulhamos de nossa equipe 
médica. odontológica e demais 
1 funcíon.írios, mantivemos 
ativos todos os programas 
preventivos a exemplo do 
programa comunitário de 
saúde que mantém agentes em 
todos os Bairros. O boxcxo que 
garante a saúde bucal de mais 
de 5.000 alunos, adquirimos 
com recursos próprios. mais de 
de 65.000,00 em 
medicamentos. Compramos 
aparelho de ar condicionado 
para a sala de ultrassonografia, 
dez ventiladores de teto, 
aparelho de tdevisilo e vídeo 
cassete, bebedouros, 
compressor para o Centro 
Odontológico; canetas de alta 
rotação, aparelhos de pressão, 
termômetros e vános outros 
equipamentos necessários para 
o bom desempenho dos 
profissionais de saúde, e com 
oapoio do St."Cretário de Estado 
ele Saude e os Deputados de 
FUNDADO ™ 20 OE FEVERElílO OE 1972 
Propriedade da Gráfica & Editora Apa 
CGC: 03.201166/0001-90 • ln1c. E1l 28.059.232-9 
Diretora: Maria Esteio Velásquez Pcrcir.1 
Editor: lvuldo Pereira 
Reportagens: Ubaldino Rodrigues, André Ávalos, 
Toninho Rui-i: e.l~!u Carlos Ve!:isqucz 
Reda~.., e A.d1r./nistração e Parque Gráfico: 
A,·cnidP Tribu.:, da F:-ontcir:i.564 • 8(067)439- 
1410 - TA" 439-1544 - ta.ta Postal 23 • CEP: 
79 .±1-09€ - Bel:. Vi-tMS 
' .• - 'ui?.~ , •r;; • i..' nfls ;,.41/irias assinadas não 
represc11/J.!'' !:,·ce.Sariamenre a opinião do Jornal, sendo 
de resposa ilidade de seus autores 
REGISTRO NO CARTÓRIO DE TÍT LO E DOC - 
MENTOS Nº 1.066 	l 1 
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para o Roto d J ••• >· 
Rcccntcmentr 
conseguimos uma me.a 
ortopé:d:cu r, ,: ,1 o !lo pi:J! .. , 
Viccr:ti.: de P.wl.i, qu h.i 
muitos anos era pleiteada pelo 
nosso Municipio r,rnumo, 
conenio na ordern cfr R 
J-13)5,00 com :i I und:ic;Jo 
Nrn:,on .. l di: Saúde e o Go1 cmo 
do Estado, para o pi.mo de 
erradicação do Aedes Aegyptu 
e aguardamos para o. 
próximos dias a liberação de 
recursos para a reforma c 
ampliação do nosso Posto de 
Saúde, para que possamos 
melhorar ainda mais o 
atendimento à nossa 
populaçilo. 
Na área de educação, 
temos hoje uma equipe 
altamente competente e 
organizada, reciclamos nossos 
professores, garantindo a 
melhora na qualidade do 
ensino municipal. Mantivemos 
durante o ano todo um 
atendimento personalizado às 
nossas crianças, investimos 
aproximadamente RS 
38.000,00 em material escolar. 
foi investido ainda, na compra 
da merenda escolar recursos de 
convênio, na ordem de RS 
125.533,00. Elaboramos vários 
projetos para viabilização de 
recursos para construção e 
ampliação de escolas, centro 
policsportivo, biblioteca, 
transporte escolar e banda 
CASA ~ 
VETE'RiNÁ'Ri 
- 
)~ ~ •• 
• Assistência à Fazendas 
• laboratório de Anemia / • ..... ~y;.../Floricultur:a Pel Sbopir,g Criação.{.;! 
lnfeceiosa Equina e Brucelose I i;f' Dê flores à quem rncê AiIA "-V!. ~ 1 
• Tudo para Inseminação I Rua ouaue 11e caxlas.1298 - 'i:?439-1102 
Artificial e Nitrogênio Liquido 
• Assistência à Pequenos Animais 
Carmem b.. lonliogo limo• Aid. V,L CRIV • 6-N' 0911 
lérgio b.. loureiro limo• lid. V,L CUV • 6 H' 094 
• GI 
A- 0 .' 
Go 
.. ( .t' ' 1 j• :J 
rarpente cs«o' .. r 
Quero fazer uma 
referenna c peca! aos meus 
companheiros da Se retara de 
Obras, que apesar das 
dificuldades de recursos, 
maquinário velho e a situação 
de emergência pelas fortes 
chuvas que castiga r.tm o no-,o 
Municipio mantiveram nossa 
cidade com as melhores 
condições possiveis durante (> 
ano todo. Resolvemos o 
probkma do lixo que era 
dcpo,it..1do à mJr,:c:m d.i IJR· 
060 na entrada da nossa cidade, 
recuperJmos muitos 
quilümetros de c5trad.is 
vicinais. construimos e 
reformamos pontes. 
realizamo'> ~.iria opcraçüc:, 
tapa-buracos. construimos 
escola no Assentamento 
Tup:lc)Tctl. construímos salas 
de aulas no Assentamento da 
Barra do !tá, reformamos 
vários colégios. reform:imos 
todas as creches. iluminamos 
a praia do Apa e ti.remos o ano 
todo a manutenção das vias 
publicas de nossa cidade, que 
foram ultimamente muito 
castigadas pelas chuvas. 
Ti, e mos neste primeiro 
ario como grande conquist::i cm 
relação a obras. o asfaltamento 
do nosso aeroporto municipal 
lei!e de (obro • Queijo de Cobro Tipo f rescol - 
Você pode adquirí-lo pelo l.:t439-1533 ou à Rua 
Duque de Caxias, 1298 - Centro - Bela 'ista/i1 
'1  ,, 
r ,.!n.1! ... , •• 
, Mroos A ... 
• t «e, ti» nvy 
,r)l) lt.1'1 IH 
na'mn,ep 
de merenda do Dputad 
Questor na orçam to4 
U'nula, a» une d429 d« 
onénto tom d e.',!>.,, 
l u,n(inii .1 1 c.:J, r,.I. no 1 .. 1,, 
de RS 400. 000.00 r;.ir, 
melhoria do sistema de K 
,.rn,t.irio. 
Na área de Assistcni4 
Social, mantivemos um4 
equipe comandada pela uel, 
que é orgulho de nos4 
,dministr.iç,1o, c,t.: anq 
atendemos com todo c,mnho ~ 
dedicação mis de 200criança 
nas Creches, 60 cn,rnç.1> <lo 
Projeto Criança Cidadã. 3íJ 
crianças do Projeto Esperança 
e mais de 400 idosos do Projeto 
Conner e em atitude inêdica 
em nosso Municipio neste final 
de ano a Promoção Social, 
promoveu a distribuição de 
1600 brinquedos às crianças do 
Distrito Nos,a Senhora de 
Fátima. Uairro Scrradinho. 
Vila Canaã. Vila da Serraria 
Talim, Di,trito de D.1macuê e 
Aldeia Indígena Píracuá. 
Destacamos também a 
distribuição das cestas do 
Programa Comunidade 
Solidária. neste: ano 
trnnsportamos com o apoio 
do 10º RC Mec, mais de 
400.000 I,.ilos de alimento, 
para distribuição gratuita a 
mais de: 1500 familias de 
t,aixa rc:nda. 
Considero então que 
apesar dos obstáculos tive mos 
grandes conquistas em favor 
<lo nosso povo. podc:mos nos 
orgulhar hoje de termos uma 
imagem de tc:levisão de 
primeira qualidade a altura do 
telespectadores. 
Finalizando. o Prefrito 
destacou todos os funcionários 
pdo .:mpenho e dedicação no 
ano de: 97 e principalmc:nte qu:: 
no dia 31 de Dezembro. último 
dia do ano pode pai;ar o 13º 
salário ã todos os funcionários. 
e desejou um Feliz 98 cheio de: 
realizações e de novas 
conquistas. 
Apartamentos 
DUPLOS 
TRIPLOS 
QU!DRUPLOS 
l PESSOA 
1 DE: P.A..CÍ~K.ac> 91lt'L "W" .A.. H.&lL .&. .A. 1 
ft-JOT~L CÁNM., !IH) centro da cidade com 3(} .APartamentos todos 
cm ar condicnonado., frli!obar., TV em cores., telefone já infonnatlzado., 
b~1nheilros com finíssimo acabamento todos com bidê e ducha., . 
todas as· porta~ dO!i apartamentos decoradas., 
mobilias todas novinhas em cerejeira., 
estaclonan1ento coberto 
Ru Coronel Pilad Reblá 
PBX: (oh7) 200-1200 - 200-1'is

vepoi d alpun, dias deu«amando e 
udando da saúde, estamos de volta ao 
batente, por tomendaao média peses 
prime~to meses do ano vamos toar o bato 
devagarinho, apresar de nossa vontade ter a de 
já omraI pegando pesado, escrevendo aqui 
ne sa coluna Inúmera verdades que precisam 
er ditas e que estão attavesadas na at#anta 
de muita ente na idade Como é do 
conhecimento geral, apesar de muitos não 
y0starem nem um pouquinho, desde que o 
Informe TE fot nado, há quase dez anos, seu 
único compromisso é com o povo, por Isso 
sempte pautamos por dizer a verdade, acima 
de tudo, doa a quem doer, e assim continuará 
sendo, podem ter certeza. 
Ponte sobre o Rio Piripucú 
continua interditada 
lnl'ellzmcnte ainda somos obrigados a 
conviver com fatos que não se justificam de 
forma nenhuma, a exemplo da interdição da 
ponte sobre o Rio Piripucú, na rodovia Dela 
Vista/Caracol, que já dura mais de 1rês meses, 
obrigando os condutores de veículos a 
desviarem por outra estrada, fazendo uma 
volta que aumenta cm mais de 35 quilômetros 
a dist[incia entre as duas cidades, além das 
precárias concllçócs da rodovia alternativa. 
onde até atoleiros existem. 
Os passageiros da brava e valente Viação 
Caracol. empresa de ónibus que faz a linha 
Caracol/Dela Vista e vice-versa. precisam fazer 
urna baldeação no rio Piripucú, transpondo a 
ponte a pé, por cima de pranchões e ainda 
carregando suas bagagens nas costas, para 
pegar outro ónibus do outro, lado e assim 
chegarem a seus destinos. Alô Srs. Deputados 
representantes da nossa regiao, as populações 
de Dela Vista e Caracol. usuários da referida 
rodovia, clamam por uma proviMncia o mais 
rápido possí'el, corno por exemplo intervindo 
junto a diretoria do DERSUL para que o 
conserto da ponte seja executado 
imediatamente, pois ninguém aguenta mais a 
enrolação, afinal de contas por aqui todos 
pagam seus impostos cm dia e têm direito, pelo 
menos, a rodovias em boas condições de 
tráfego. o que não acontece entre Dela Vista e 
Caracol já faz muito tempo. 
Obstáculo Incômodo 
Atendendo a solicitação de diversos 
condutores de veículos, pedimos ao órgão 
competente que providencie a retirada de um 
cavalete de madeira colocado na rua Santo 
Afonso. esquina com a Almirante Barroso, nas 
proximidades do estacionamento do 10° RC 
MEC. Ano passado o asfalto foi cortado naquele 
local. ao que nos parece para o conserto da 
tubulação de água, quando foi colocado o 
obstáculo. impedindo o trânsito no lado direito 
de quem transita em direção ao Paço Municipal. 
O que não dá para entender é porque até agora. 
depois de quase 1rês meses, esse cavalete ainda 
não foi retirado. juntamente com o entulho 
deixado no leito da via pública. Já que estamos 
falando em obstáculo, alguém tem alguma 
informação sobre quando será iniciado o já 
anunciado recapeamento asfáltico das 
principais vias asfaltadas da nossa cidade, que 
se encontram cm precárias condições de 
tráfego? 
Reduzido o preço da 2ª Via 
da Carteira de Identidade 
para toar 
obnead asermd adtsd r me·no 
que tesa não e e a sua vontade A a i! 
com o nevo pro, er ou n' doador de ót, aos, 
dependerá elusivamente da vontade e do 
desejo de ada um e não mais de ua ond+ao 
financeira 
Falando em 
Doação de órgãos 
Queremos deixar bem claro que somes 
totalmente favoráveis a doação após a morte, 
no entanto, o que precisa ser melhor explicado 
pelas autoridades competentes, à população em 
geral. sào as condições em que a retirada de 
órgãos será feita após a morte cetebral da 
pessoa e, principalmente, em que condições se 
caracteriza essa morte cerebral. Do jeito que 
está, a falta de informação leva muita gente a 
entender que pode rorrer o risco de ter seus 
órgãos rctlr;idos antes ntesrno de estar 
totalmente morta, fator esse q11c com tcrtcL,l 
foi o maior responsável pelo grande númao 
de opções pela não doação. Uma boa campanha 
de orientação ajudaria cm muito a 
conscientizar a população brasileira sobre a 
lmpon:lncla de se doar órgãos para ajudar a 
salvar outras vidas após a nossa passagem 
para o plano superior. 
E o novo Código 
Nacional de Trânsito? 
17 DE J  . o 
Por determinação da diretoria do Instituto 
de identificação do Estado. a taxa cobrada pela 
emissão da 2 via da Carteira de Identidade. 
que era de RS 30.80 foi reduzida no início deste 
mês para RS 12,70 (doze reais e setenta 
ccnt.a'OS). Anteriormente havíamos criticado 
nessa coluna o elevado valor cobrado pelo 
fornecimento do documento. considerando-se 
principalmente a nova Lei de Doação de 
órgãos, sancionada pelo Presidente da 
República, onde ficou estabelecido que quem 
não fizesse a alteração na Carteira de 
Identidade, fazendo constar que não deseja 
doar seus órgãos seria automaticamente 
c,,nsidcrado um doador. 
Acontece que para fazer essa alteração. 
o cidadão é obrigado a solicitar a emissão da 
2'via da carteira de Identidade, com isso as 
pessoas de menor poder aquisitivo, os pobres. 
c:iren;e,; e menos favorecidos pela sorte, que 
na ma.cria das vezes não dispõem de RS 30.00 
o 
Cin nolÍCÍilS 
Estudo de impacto Ambiental da Hdrova é questionado 
O Minitério da Coopera o e Dvol iremo da Hol 
Comissdo Independente pata fazer uma aali o doí 	Pito Amnbntl da 
Hidrovia Paraguai-Paraná I se estudo, finando pelo Banco Inter 
Desenvolvimento. é uma das referdn s mas atilzads pelos defrote da ln!revia O 
objetivo da Comissão Independente. ompe ta per tneos. foi bee.ar os estudo pra 
ver se as informações são suficientes pata garantir uma twmada d prwçio, A (omtssdo 
constatou que em geral o estado de Impacto Ambienta! é limitado. No aspeto social ele 
é considerado superficial. Os dados sobre as populações locar ndo ao apresentados de 
forma satifatória. O Estudo mostra como a hidrovia pode afetar ne atiamenti 4 
populações locais, mas não oferece altemativas de como as comunidade verão beneficiada 
pelo projeto. O governo da Holanda deve questionar o Bano Iterameris.ano de 
Desenvolvimento sobre a validade desse Estudo de Impacto Ambiental 
MSTVerde 
O Movimento dos Sem-Terra e o Movimento Ambientalista assinaram um acordo 
inédito no Rio de Janeiro. Os colonos prometeram preservar as matas e a biodiversidade. 
O Pacto Chico Mendes, em homenagem ao ecologista morto no Are, foi assinado no 
acampamento Sebastião Lan, próximo à Reserva Biológica de Poço das Antas. habitat 
dos mico-leões-dourados. Os assentamentos, assim como os lntifúndio,, h:in lij!ur,1d 
como um dos responsáveis pela destruição ambiental. o objetivo do acordo é dar uma 
imagem ecológica à luta pela reforma agrária, unindo sem-terras e ecologistas. Os colonos 
fluminenses prometem combater os desmatamentos e a caça de animais silvestres. No 
entanto, não aceitam abandonar os venenos agrícolas. Falam de uma agricultura auto­ 
sustentável que apenas não abuse dos agrotóxicos. Não se tem noticia de acordo, 
semelhantes ao Pacto Chico Mendes - assinado em dezembro - em outras regiões do 
Brasil. No Mato Grosso do Sul a ECOA. Ecologia e Ação, tem altertado para os problemas 
ambientais existentes nos assentamentos. Problemas como o desmatamento das reservas 
legais, a destruição das matas ciliares. o assoreamento de córrego e a caça ilegal. merecem 
a atenção dos órgãos competentes como o Incra. a Semades e o próprio MST. 
Nos últimos dias temos lido e ouvido 
repetidamente noticiários sobre a entrada cm 
vigor no próximo dia 23 de Janeiro. do novo 
Código Nacional de Trâsilo, que passou anos e 
anos engavetado no Congresso Nacional e ano 
passado foi votado a toque de caixa pelos 
deputados e senadores. Mais recentemente. 
tivemos a oportunidade de conhecer um pouco 
sobre o novo Código e podemos dizer com toda 
segurança que se todos os (tens previstos foram 
aplicados de uma só vez, a partir do dia 23. 
muitos motoristas vão preferir deixar o carro 
em casa e andar de ónibus, tantos são os 
artigos que nossos parlamentares fiz-eram 
constar nele e que até agora quase ninguém 
conhece. 
Como se não bastasse a total 
desinformação, também por culpa das 
autoridades competentes. faltando uma 
semana para a entrada em vigor da nova 
Legislação de Trânsito no País muitos dos 
artigos do novo Código ainda não foram 
regulamentados, outros, como o que determina 
que a fiscalização de trânsito passará a ser 
executada pelos Municípios. vão esbarrar na 
falta de estrutura e até de conhecimentos 
para a sua execução. Nessa edição 
publicamos ampla reportagem sobre o novo 
Código Nacional de Trânsito. bem como as 
principais alterações nele estabelecidas. 
Confira na Página-06 
Articulista lesado 
por gatuno 
Há àlguns dias o titular do Informe TF 
vinha recebendo informações sobre o 
aumento do número de pequenos furtos 
durante o final de ano, praticados 
principalmente por gatunos conhecidos na 
gíria policial como "ladrões de varal". Pois 
bem. no último dia 13, foi a vez do próprio 
articulista dessa coluna receber a visita dos 
"amigos do alheio", que levaram do muro da 
sua residência um tapete de borracha do 
porta-malas de seu veículo. Felizmente. para 
o gatuno, ele não foi notado. senão a essas 
horas é bem provável que teríamos um "mão 
ligeira" a menos em circulação na cidade. 
Perdidos em Mongaguá 
Essa não poderia deixar-passar. dois 
belavistenses e um jardinense que passaram 
as férias no litoral paulista. foram 
convidados para irem até um balneário numa 
cidade próxima a Praia Grande e seguiram 
de carro atrás do camarada que lhes fez o 
convite. Mesmo com o trânsito calmo, 
acreditem, os rés perderam o amigo na 
rodovia e acabaram entrando na cidade de 
Mongaguá. Duas horas mais tarde. depois 
de rodar até outra cidade vizinha e voltar, a 
procura do trio, o amigo enconrrou-os - 
andando na praia. ao perguntar o que 
aconteceu veio a resposta: "Há, nosso carro 
é 1.000 e voce corre demais"!! 
Ambientalista Paraguaio denuncia o tráfico de lixo tóxico 
O Chaco Paraguaio, que é um ecossistema semelhante ao Pantanal. está sendo 
utilizado como depósito de lixo tóxico.' Essa denúncia está sendo feita pelo ambientalista 
paraguaio Oscar Rivas. De acordo com o ambientalista o Paraguai vive uma situação 
muito grave em relação ao tráfico de dejectos tóxicos. que estariam sendo transportados 
dos países desenvolvidos para os países da América do Sul. Oscar diz que tem informações 
sobre a existência de zonas, na região do grande Chaco, onde estariam sendo enterrados 
um número muilo grande de recipientes que contém dejectos tóxicos. Este tráfico teric1 
sido feito entre os anos de 1.990 e 1.992, principalmente a partir da Alemanha. Segundo 
uma denúncia realizada pelo Greenpeace estava previsto que viria, somente para o 
Paraguai, um carregamento de 1.200.000 toneladas de lixo tóxico. O ambientalista alerta 
para a possibilidade do fato estar ocorrendo em todos os países da Bacia do Prata. 
Parque Nacional do Iguaçu volta a ser invadido 
O Parque acional do Iguaçu voltou a ser invadido no último final de semana. O 
Parque, criado em 1 .939, é o segundo mais antigo e considerado o mais bem organizado 
do pais. Com 185 mil hectares, soma-se ao Parque Nacional de Iguazu, na Argentina. 
formando a mais importante área protegida da Bacia da Prata. Esta área ganha maior 
importância porque as lavouras cobrem praticamente todo o restante das regiões Oeste e 
udoeste do Paraná, onde o Parque está implantado. Das florestas que cobriam 
originalmente o Paraná. restam menos de 3%. Os invasores querem construir uma estrada 
no meio do Parque. A justiça federal determinou pela terceira vez. em dez anos, o 
fechamento definitivo da estrada. uma vez que ela afeta negativamente a reserva florestal. 
Acionista Ecológico 
Os ecologistas mineiros encontraram um novo método para fiscalizar as indústrias 
poluidoras. A Associação Mineira de Defesa do Ambiente comprou uma ação ordinária 
da Vale do Rio Doce para poder participar das assembléias de acionistas. O diretor da 
Associação. advogado Afrinio {ardi, explica que o objetivo foi buscar novas estratégias 
para o movimento ambientalista de Minas Gerais. Segundo o ecologista. o pior problema 
da Vale do Rio Doce é a falta de um controle ambiental integrado. as minas de ferro 
existem problemas com o assoreamento do córrego e falta de reflorestamento. 
(Fontes: Rede Verde e Gaúcha Ecológica) 
vocabulário Alnbiental 
Biodiversidade - É a diversidade biológica (isto é de espécies) de determinada 
região ou ecossistema. É o conjunto de plantas, animais e microorganismos que 
sobrevivem na natureza. Segundo estimativas conservadoras. há de 5 à 1 O milhões c!c 
espécies de organismos no mundo. A preservação da vida animal e vegetal da Terra 
impõe a defesa da maior variedade possivel de espécies de animais e vegetais. Com a 
devastação das matas. muitas espécies de plantas e animais estão sendo extintas antes 
mesmo de serem estudadas. 
Controle Ambiental - Ação pública, oficial ou privada, destinada a orientar. 
corrigir e fiscalizar atividades que afetam ou possam afetar o meio ambiente. O mesmo 
que gestão ambiental.

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 	17DE JANEIRO DE 1.998 
Serviços do 88 trazem vantagem ao servidor estadual 
O•; princípai•J 
h ntici4rios com a tansle­ 
téncia das contas para o Han­ 
codo Irail, lo os 52 mil ser­ 
vidores estaduais. A primeira 
vanlapem aos funcionários do 
interior é o l:itu de poder m 
Lazer parte e desfrutar de to­ 
doso beneficios oferecidos 
pela Associação Atlética 
banco do Brasil (AABD). A 
li I ia,ilO ohc<lcccrá critérios 
de cada clube, que admitirá 
rnnlbrm<.: sua capacidade de 
atendimento. 
Acesso a cartão magné- 
tico exclusivo para realiza /!-o 
de saques e transferências 
de valores nas apências 
bancárias ou em caixa ele­ 
tr0nirns do banco estarlo 
disponíveis aos trabalhado­ 
res do Estado. Os 
correntistas que tiv.:rern 
renda liquida superior a 
três salários mínimos terão 
acesso a cheque especial e 
a cartão de crédito, desde 
que satisfaçam as condi­ 
ções cad115trais. 
O banco se compro­ 
mete a instalar o BD Personul 
Danking no computador 
doméstico do hiente o do 
local de trabalho. Através 
desse serviço, o funcioná­ 
rio pode acessar toda: as 
informações sobre sua mo­ 
vimentação financeira, re­ 
alizar transferências e pa­ 
gamentos de contas e títu­ 
los, do UU ou de outros 
bancos. Para evitar filas na 
hora de quitar compromis­ 
sos. corno úgu,i, luz e tele­ 
fone, os servidores estadu­ 
ais poderão nuturirnr o dé­ 
bito autornúlico em conta 
rograma do ensino funda­ 
ental c_-e á lançado no MS 
0 Minist:o <lJ Edu- 
, 1;,10. Paulo Renato Sou­ 
za, vem a Campa. Grande 
na próxima quarta-feira 
(:! l) para lunçur o progra­ 
n.l "Toda Criança ua Es­ 
cola".ent'eça à, 
l Oh no Palácio da Cultu­ 
ra, e terá a presença do 
Governador Wilson 
J. l:lrl ins e autoridades es­ 
taduais e municipais. O 
programa "Toda Criança 
na Escola" estabelece 
eomo prioridade nacional 
a meta de assegurar vagas 
na escola e todas as cri­ 
ança na faixa da 
escolarização obrigatória, 
de 7 a 14 anos. 
Aproveitando o lan­ 
amento. a ccreturia Es­ 
dual de Educnçilo e n 
'elegaciz Regiona' io 
MEC prosseg:n, nos 
dias 22 e 23. com um en- 
contro voltado aos Prefei­ 
tos e representantes das 
Secretarias Municipais de 
Finanças e de Educação. O 
assunto central é a gestão 
do Fundo de Manutenção 
e Desenvolvimento do 
Ensino Fundamental e de 
Valorização do Magisté­ 
rio, além dos demais pon­ 
tos da nova política do en­ 
sino fundamental. 
A partir deste ano, a 
escola pública deve ter um 
gasto mínimo por aluno. 
cnhum Estado ou Muni­ 
cípio pode gastar menos 
que R$ 315 por aluno, por 
ano. O fundo também vai 
beneficiar os professores, 
que poderão ter seus salá- . 
rios melhorados. 
Dos recursos que 
v!io financiar o ensino 
:•mdamental. grande par­ 
ja está nos si temas es- 
taduais e municipais de 
ensino ou será distribuído 
com a implantação do fun­ 
do. Com cotas de recursos 
várias fontes, a conta de 
suprimentos tem o objeti­ 
vo de corrigir 
disparidades regionais e 
sociais. De acordo com 
um documento do MEC, é 
uma questão de canalizar 
receitas com o objetivo de 
_cumprir as metas. 
O MEC quer oferecer 
ensino de qualidade aos 2.7 
milhões de crianças que 
ainda estão sem estudar. O 
programa é composto de 1 O 
sub-programa - TV Escola, 
Aceleração de Aprendiza­ 
gem, Alfabetização olidá­ 
ria, Livro Didática silo al­ 
gumas - para garantir ins­ 
trução pública eficiente, 
com 'melhores instalações, 
merenda, livros didáticos e 
orten'. 
O tunronáros d» 
l:stado 1c1mbtm potkrJn 
participar de programas de 
d contos junto a hotéis. pou­ 
sad.s e restaurantes, com o 
qu:iis o barco venha a firmar 
convénio Empréstimo pesso­ 
al poderá ser con edido, me­ 
di:inti: conign.:iç:io em folha 
de pagamento, de nté dois s.1- 
l:rios li4uido~ p.1m n.:posiç;1o 
em até I8 meses. 
Outra vantagem com a 
transferência das contas, é o 
foto de que o B passa a atuar 
professores qualificados, 
que garantam a permanên­ 
cia dos alunos estudando e 
com bom desempenho. 
egundo estatísticas 
divulgadas pelo MEC, no 
Mato Grosso do Sul em 
1996, 25.164 crianças em 
idade escolar, 7 ,06%, não 
frenquentaram a sala de 
aula, ou 7,06%. A média 
nacional de criança fora 
da escola é 6.42%. Os ín­ 
dices nos Estados vão de 
17,73% em Alagoas a 
2, 17% no Rio de Janeiro. 
O Governo Federal 
ressalta, ainda, que para o 
programa alcançar seus ob­ 
jcti vos é importante que 
haja participação de toda a 
sociedade - Municípios, es­ 
colas, empresas, universi­ 
dades, organizações gover­ 
namentais e não governa­ 
mentais, cidadãos. 
poderão usufruir d-s 
aula no Centro de Irei 
to do Bano, instalado em 
Campo Grande. para realiza­ 
ão de treinamentos, emuna­ 
rio e rcuniõc,. , iul.J, 1r• ,L, 
DUTUR. a agencia de turis­ 
mo do banco, que funion.a 
nt para os Iunvire e0 
ri,o d bano qu Is€ 
ale alimwn ao ou te! " 
aos r»dores das mt 
da admmni a Jo publa h 
reta ou indireta, enquadrada 
mo Programa de A!imenti d 
do Trabalhador (PAI). através 
do sistema Valetik 
Eclusa de Jupiá consolida 
transporte hidroviário 
A inaugura.lo da eclusa da eclusa da usina hidreletrrade Jwp+4. n 
tre Castilho (SP)e Iréslagoas (M), conolda o ctesunto do transporte 
de carga pela hidrovu Teté-Paraná, que agora passa a ter um tteho de 2.A 
ml quilômetros naeaeis A atado do ssstema aconteceu na quinta 
feira(IS) e contou com a presença dos governadores Miro Covas, de Slo 
Paulo, Wilson Marins, de Mato Grosso do Sul. e l).1n1c de UlirlfJ. de 
Mato Grosso 
Espécie de elevador que apuda embarcações a transporem hidreletn­ 
case vencerem os desniveis dos nos, a eclusa foi concluída com reursos do 
governo feder3l, cerca de RS 50 milhões E a primeira obra do programa 
Brasil cm AçJo a ser entregue cm 98 A cdu,a mede 21 O metros de 
comrp1men10 por 17 de largura. mas toda vez que alguma embarcação pas­ 
sar pelo local s.erá neces,âril a intcrrupçlo do tráfego pelJ llR-262 por cu­ 
ca de 40 minutos 
Com a inauguração, a hidrovia Tieté-Parans passa a ser navegável 
num trecho de 2.4 mil quilómetros, beneficiando cinco Estados brasileiros e 
intensificando as relações comerciais do Mercosul Com a ativação da eclu­ 
sa. os setores de nmsmo e transpone de cargas terão forte estimulo, barate­ 
ando o custo dos fretes. gerando e,p.in~o e aumentando a receta dos Esta­ 
dos. 
Estudos feitos pela Agência de Desenvolvimento do Tietê-Pará 
(ADTP). apontam a mJcroreg,~o que en,ohe as cap:tais • Cunt,ba SJo l'Julo 
Rio de Janeiro Belo llonzonte'llraslhJ.'Campo Grande Curitiba - como de­ 
tentorn de 73°, do PIO nacional. cerca de RS 450 milhões. O poligono for­ 
mado por essas captais também reune cerca de RS 25 bilhões de JCMS 
anualmente e tem wna capacidade hidroelétrica instalada de 33 mil MW, 
pouco mais da metade total nacional que é de 60 mil MW Outro ponto que 
deve acclcrnr o desenvolvimento da reg,ao é a construçJo do Gasoduto 
Bolila•Br.ml. paralelo ao da hidrovia 
A ADTl' acredita que dentro de dois anos o volume de carga trans­ 
ponada na h1druvia Tiett!-Paranã. passará dos atuais cinco m dhôes de tone­ 
ladas/ano. para cerca de 10 a 12 milhões de toneladas ano Mesmo an:cs dc 
estar totalmcnle abena à h,- cgaçjo, a hidrovia Tictê-Paran:i. atraia mume­ 
ros investimentos. principalmente nos setores de agribusmt:s agricola e flo­ 
restal. os últimos trl!'S anos, o total investido pelos três setores em negócios 
ao longo do percurso da hidrova foi dc USS 500 milhões. • 
No setor agnbusiness ílorestal, a Champion Papel e Celulos.e esta 
instaladando em Três Lagoas, uma fabrica de processamento de papel e 
celulose. com investimentos de cerca de RS 1,8 bllhao No sclor de 1ranspor­ 
te, também há várias empresas com operação, num lotai de n:cur,os in,esll· 
dos de cerca de RS 200 milhões_ 
/1. ~cretnria de Est:ido de Cultura e Esporte, 
eu FundJ~,1 dcCultur: de Mato Grosso do ulja 
tem plar adas as aivi@ade c os projetos para cst 
,mo. Mu e".aanlhz !sscrio uma cr inuida­ 
de do que aconteceur. o. do. 
Em 97,a9 "ia :i. Fundação roe 
ram desemvol ver 1rob::lhos que incentivasse • 
as áreas da nrtc regio:ial: dança. teatro, mú , 
nema, artesanato e artes plásticas. Foi o anl .s- 
tauração do Teatro Aracy Balabanian, do ,eto 
Pixinguinha através da Rede Nacional de .sica e 
de muitos shows populares pelo interior do Estado. 
O Programa Açl!o de Governo levou 30 ap•escnta­ 
çõcs de artísta.s regionais p:lr:l vlirios municípios. 
Foi o ano da integração musical entre os pai­ 
ses do Mercosul. O Festival do Chamamé desta vez 
foi realizado em duas fases: uma cm novembro e 
oulr.1 cm dezembro. Cerca d: 1 O :-ni! p=:is d:inça­ 
r2m ao som dos melhores chamamezdros do 
Mercosul. /1. continuidade vem aí. Em 9&, a Sccre­ 
t:lria, ai lançar dois CDs: um do l e outro do U Fes­ 
ti, ai. A previsão é de que sejam lançadosji cm fe­ 
vereiro. Em parceria com o Ministério da Cultura 
vai doar instrumentos para 6 bandas de música do 
Estudo. 
Para os Municípios do interior. 97 lllmbém 
foi um ano de boas noticias e importantes realiza­ 
ções culrunis. A Secretari3 e a Fund:i.çào au.xilia­ 
ram as Prefeituras na implantação de Casas do Ar- 
t :,,Jo, cstimul:i.r:im a produção do artesanato regio­ 
nal, ministrando cursos cm parceria com a 
Secretadiao do Trabalho c cadastrou bens culturais,' 
ntando sobre o tombamento cm mais de 60 mu­ 
" ipios. 
Corumbá é uma das cidades que mais rcce­ 
,eq incentivos. Lá foi realizado o Festival de Arte.: 
Cultura Latino Amerlcana e no final do ano pass.­ 
do a ccretária !dara Duncan e a Presidente da F..n­ 
daçào de Cultura, M:iria da Glória s.i. reinauguraram 
a Casa da Cultura Luiz Albuquerque, com a presen­ 
çado Ministro da Cultura, Francisco Com:a Vcffon 
e do Governador Wilson Barbosa Martins. A Casâ 
da Cultura foi construida cm 1918, com uma arqui­ 
tetura do início do sécuo e a restauração que come­ 
çou em janeiro manteve as car.icterlsticas originais 
·do pn.'dio. Este ano, um dos projetos da Secretaria 
de Cultura e Esportes-MS e da Fundação de Cultu­ 
ra é revitalizara Casario do Porto. A Secretária !dara 
Duncan ji está conversando com o Ministério da 
Cultura e com o BID para viabilizar os recursos nc­ 
ccss.irios. 
O projeto para Fátima do Sul, Nova Alvora­ 
da do Sul e Novo Horizonte do Sul prevé a implan­ 
tação de bibliotec:IS pública ainda este ano incenti­ 
vo à cul111ra também através de tombo.mentas de imó­ 
veis. Este mês ji foram inst:1urados processos para 
tombar a Igreja da Tia Eva, a Igreja Nossa Senhora 
do Canno e o Sino em Miranda, a Casa de Cultura 
Luís Albuquerque cm Corumbá, o antigo Quartel 
da Policia Militar em Ponta Prl e o acervo artistico 
de Lidia Bais. A Secretaria tem :m: 2 anos para con- 
• cluir o processo de tombamento e enquanto ele n:lo 
terminaras bens ficam provisoriamente tombados. 
Em 97 foram tombados o Museu José Antonio Pc- 
reira e a Escola de 1° e 2° Graus Maria Constança 
de Barros Machado. 
Além de manter os projetos mais significati­ 
vos, como a Arte nas Escolas. a Revista M Cultu­ 
ra. a Mostra de Dança. o Salão de Anes Plásticas. o 
Festival Sul-Matogrosscnsc de Teatro e o festival de 
Música do Mercosul, cm 98 a Secretaria e a Funda­ 
ção devem crinrum concurso de conlos e implant.Jr 
o projeto Cena e Som. Este deve ser lançado na pri­ 
meira semana de março. 
O Cena e Som é um projeto que via abrires­ 
paço para a cultura regional. Toda quinta-feira. o 
Teatro ArJcy Balabanian scr.i cedido sem custos para 
apreseatações de dança. teatro e música para adul­ 
tos e toda terça-feira à tarde será a vez do Cena e 
Som Infanta Juvenil. Para estimular a formaçào de 
público. os ingressos terão preços populares e a bi­ 
lheteria scr:i do anista. Nas próximas semanas se­ 
rão divulgados os critérios p::1r:1 a solicitação does­ 
paço e a J)31'tÍcipação dos arti.sms.. 
A Secretária de Cultura e Esportes. !dara 
Duncan reforça que para dar continuidade aos tra­ 
balhos iniciados e começar novos projetos vai conti­ 
nuar buscando parcerias com o Govemo F cderal e: 
com empresas públicas e priv::u:I.JS. Segundo a Se­ 
cretária. 11 Lei Rouanct tem permitido a participa­ 
ção de empresas nos eventos cultun.is e ajudando a 
divulga a nossa arte. 
Ainda este ano também deve entrar cm vigor 
a lei cswlual de incentivo à cultura. O projeto é do 
executivo e em breve deve ser encaminhado à As­ 
sembléia p::1r:1 'Ot:lçilo. 
9 mil pessoas devem 
prestar concurso do Estado 
O concurso público promovido pelo Estado deve 
ter 9 mil candidatos. segundo estimativas da Escola de 
Fonnaçào do Servidor (ESP). que vila concorrer ás 
t AJO vagas disponíveis na Prod.1.sul. Lotesul. Sanesul. 
Enel. Codems. Agrosul e Empaer. Mesmo com cinco 
dias disponíveis para as inscrições, de 12 a 16. de ma­ 
nhã e à tarde. os interessados deixaram tudo para os 
últimos dias. o que resultou em espera de duas a três 
horas em longas filas. 
As pessoas que anteciparam a inscriç;Jo nos di:!s 
12. IJe 14rootiveramnenhum prublema.jáquehou-.e 
um número reduzido de pessoas nos ponõ,:s 8..9 e 10 
do Estádio Moremo. O valor das inscrições, ari:iv:!!TI 
de RS 15.00 a RS 50.00 para cargos de 1°e2°graus e 
nivel superior. Ate quinta-feira (15}. de acordo com a 
diretora da ESP. que es1á coordenando o concurso. 
Sandra Ferrano Pimenta, cerca de de J.500 candid:itos 
da Capital estavam inscritos e a média n:,.s cid:ides de 
pequenos pone era de 180 r=oas. 
. Dentro de duas semanas, segundo a drretorn. ser.i 
pubhcada no D1:ino-Oficin.l a li ta com 
05 
no:nes do, 
candidatos que tiveram suas in criçõcs defrric!:is­ 
Sandra Femano explicou que muitas fias poderio 
conter erros ou estar incompletas e, por esta razo, se­ 
rJo indeferidas. 
. •os candicb1os ter:io que conferir seu no:ne ~.:J 
l lSU e, caso não encontrem, de, c:m cntr.l.r com recL:TSO 
para a Comissão de Concurso.s". afirmou ela Também 
no mesmo dia, o Diário Oficial irá informar a d±:±. 
horano e local das prov->..s, que semo apliod:is scr:i~l- 
1:mea:nente para !odo3 os ca'1:os 
Pana estar aprovado no concurso. o cad.duto 
deve acenar no mín'i:r.o 50º' d 
1 
• 
• • • 
0 o total das provas escri- 
tas e nlo poderá zerar em nenhuma delas. Caso apre­ 
viso d ESP seja confirmada, a relação geral de cun­ 
didata vaga será de 6,29.

Gariltaldi paga 13 
lo4o Carlos Vdás«quer 
oP'refeito«de ela V+ta. 
J,, e· C urt!1.ild1 d.1 Jlu, .. 1 'do. 
n<> ri, 1 l l d,· 1 )ocn1h111, p tJ'llll 
o [3 salino aos funcionário, 
da Prefeitura 
epundo funcionáno da 
11,u111l 1p.1lid,Hk q11c 11.il,.tlltJ h: 
l)'i ,111/h, ", .. ,1.1 ..- a p1imcit.1 l'I 
em 05 anos quse recebemos o 
1 I'' S,d,rio no 1111.!IIIO ,11111, j{i 
que nos anos anteriores sempre 
recebíamos o 13" salário em 
kwrcir-1 do n110 ,uh,cqllcntc. 
Este é um fato inédito para 
nó funcionários, principalmente 
tnl J ;u JI di.! .,no". 
O i'"l'·111It11to du 11'' 
•. ,i,',r,o J.1111li, 111 foi mutto para 
o comércio, visto que no 
último d1.1 do 11110 lm i11jd,n!o 
1111 Muni, lpí11, ,,11.16 do 1 " 
,alúrio. 11 muntant<: 
aproximado de R$ 120.000.00 
(CCJllO e Vtllll' mil rc.,i~). 
l',,1.1111uito·, funtion{trio~ 
o paamento do 13 Salário em 
docmhm foi uma agradá, cl 
surpresa, visto que h:'l tempo 
não viam os papamentos de 
<lcLA:mbro e o 13" sal4rio e que 
puderam fo,cr uma cl!iu 
I7 DE I EIO D 
melhor e ommauor vare«dade 
J\J hm d ano, alem da 
q'a,ao de debtos 
cundo o P'retesto José 
Ganbalh da Hoa Neto,e pe ,r 
das dfruldades em que 
t'.JlU11llrt'.I ,1 Prefeitura estou 
mantendo os sal«ros em da, 
isso através de esforços 
concentrados, como contenção 
de despesas por parte da 
Sccrctnri.1 do: l· inanp,. ilcm 
disso neste inicio de ano já 
p,it:amo~ a priim:ir.1 e ~-·gun<l.1 
etapas do mês de dezembro de 
97 e neste dia 20 ,air.í o 
J l 
1  
-" ,, I 
d., ( , r>1 ·ia 
Munipal" 
ara mutos a wonsn 
apeamento do13° 4rio e da 
primeira e eunda tapa de 
,,!.'trio de dezembro e a e :-1.:1.1 
de que o Prefeito Jose Ganhaldi 
demonstra a sus reredade c 
honestidade com o trato do 
dinheiro publico, procurando 
~emprc g.1r,1ntir o )>.JL.rio dn 
funcionalismo, visto que hoje 
um dia não é todas a Prefeituras 
que prezam por b',O 
Cultura de Mato Grosso do Sul p 
tombamentos para o patrimôni o 
A Secretaria de Cultura e Esportes 
do Estado. realiza este ano mais 
tombamentos para o patrimônio 
histórico estadual. 
De cento e cinqüenta propostas de 
tombamento. cinco serão instaurados 
ainda este mês. explicou a Secretária 
de Cultura e Esportes, !dara Duncan. 
que recebeu dos alunos do Curso de 
Turismo da Universidade Católica Dom 
Bosco. 150 propostas além de outras 
que estão sendo trabalhadas pela 
equipe técnica da fundação de Cultura, 
a lgreja da Tia Eva. no Bairro São 
Benedito na capital: I11reja ossa 
Senhora do Carmo e o Sino. doado por 
Dom Pedro li. no Município de 
Miranda. a Casa de Cultura Luiz de 
Albuquerque - !LA. na cidade histórica 
de Corumbá. já tomada pelo 
Patrimônio Histórico e Artístico 
acional. será agora tombado a nível 
estadual: o acervo da primeira artista 
plástica do Estado. a pioneira Lídia Baís. 
que se encontra no Museu de Arte 
Contemporânea - MARCO: e o antiQo 
Quartel da Polícia Militar, no Município 
de Ponta Porã. cuja proposta foi 
enviada pelo Prefeito Carlos Fróes e 
será transformado em um Museus e 
Arquivo da reQião. como pólo da 
cultura fronteiriça. 
Após a publicação do Diário 
Oficial ainda este mês. estes 
patrimônios terão a chancela da 
Secretaria de Cultura e Esportes que 
tem a competência de tomar de direito. 
o tombamento a nível estadual. com 
base na Lei Estadual de Tombamento. 
!dara Duncan. disse que a parur de 
agora estão abertos os processos de 
tombamento dos patrimônios citados. 
o que siQnifica que os beps estão 
tombados provisoriamente. por 2 anos 
até que o processo seja totalmente 
instruído e declarado definitivo 
Ela lembrou que as propostas 
apresentadas pelos alunos de Turismo 
da UCDB está bem elaboradas. 
acompanhadas de farta 
documentação. levantamento 
histórico. arquitetônico e fotoQráfico. 
faltando a complementação que será 
realizada pela equipe técnica da 
Diretoria de Patrimônio Histórico. da 
Cultura, que irá instituir os processos 
para que sejam enviados ao Conselho 
Estadual da Cultura. que após parecer 
e encaminhar para a Secreiaria de 
Cultura que irá oficializar os 
tomtiamentos. 
Roberto FiQueiredo. responsável 
pela Diretoria de Patrimônio da FCMS. 
observou que um patrimonio. 
dependendo da importância poderá ser 
tombado a nível Nacional. Estadunl e 
Municipal. 
Ele citou como exemplo. a Casa de 
Cultura Luiz de Albuquerque. tombada 
pelo Patrimônio Histórico Artístico 
Nacional. pela sua importância e porque 
participa do entorno do tombamento 
nacional do Casario do Porto. de 
DDF aoreen 
quantidade 
Corumbá. é um bem de grande 
importância para o Estado, agora será 
tombado e dcstil torma existe o 
fortalecimento para impedir qualquer 
descarncterizaçüo ''Ni:io pode ser 
descarnctenzudil de lormu nenhumil 
porque sotrení sanções a niel nacional 
ou eswdual" dbsc Roberto fiQw.:ircdo 
e 
O Departamento de Oprr.11;<iC's dt• Fnrnteira-DCH: realizou apreensão de outra grande 
quantidade de maconha. 
Porrnlta das !Oh da manhã do dia 1-1-10-!I .. uma das Equipes do DOF realizava policiamento 
na região conh1'Cida t'Olll0 "Passa Cinco". ocasião em que perceberam que um caminhão e uma 
caminhonete rctornarnm antes da barreirn. Os policiais sairam em perseguição e, alguns 
quilômetros depois, avistaram a caminhoncll' D-:W, wrde, placas l!QQ-(il l.J-jlararaju-.1~. 
CSL'Ondida em oulrn cstrnda de acesso a fa7,(•ndas. Ao 'istoriarl'm os H·irulri, o, P11lil'iai, cio DOF 
encontraram um fundo falso no camiah.io ao qual estava 2r8 (duzentos e oito) tabletes grandes de 
maconha prensada, pesando no tota.1 í09 K~ (setL'CCnt.os r nove quilos) da droga O caminhão 
e lava cndo conduzido por ELVE, LI)!., DOS SANTOS, 29 anos. e a caminhonete. que latia 
rstmdas parn o tráfico, estara sendo conduzida por IUlBEITTO CEZ..H DE OLl'EIIU. :;(i aur1.-.. 
ambos residentes na cidade de Ponta Por:i. Elws. quando o caminhão foi locali1,.ido, ll•nr11u 1·1 adir- 
e embrenhando em matagal, mas foi perseguido e prt•so. O l'nt.orpect·ntc• e· o~ pn•,-11., foram 
rncaininhado à polícia Fedrral de Dourados e autuados cm fla!;fautt•. El1·1•s 1· llohí:'rto 
informaram que o entorpecente fora pego em Ponta Por:i e tinha como destino a idade de 
A si , P. 	l)oumdos-.11. •. /./dr J,11u•in, r/1• / .. 9./J:í 
Ahmdimento 
Personalizado 
Responsabilidade 
~eixe o seu veiculo 
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LA AGIA 
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Cc,rrêa - Centro - PORTO l1URTINHO/~1S 
u, .. 1233 FAX (067) 287-1163

. ., . . l 7 O E J ANLIRO DE 100 
JOH. JL THJISt:, '/ DA FRO TEIA 	n • 
DicAs do Novo Códiqo NAcioNAl dE TRANSITO 
í' 
INFRACÕES 
intra,e serão divididas em quatro grupos, conforme a natureza da ua pravhi de A 
cada uma delas á atribuído determinado namero de pontos Toda et que o infrator atmnpur o hmte 
de 20 pontos no prazo de 12 meses, terá a ua hiena para dirigir suspensa e recbera uma multa 
equivalente ao valor de 100) UI IH. 
Vefa o quadro das multas quanlo o sua 11/ltureza e vllforcs: 
NATUREZA VALOR EM UflR VALOR EH RS PONTOS ACUMULADOS 
(; ravl"inrn 180 	l 6J,'J-l 	7 
Grave 	12) 	I0'J,2') 	S 
MMía 	811 	72,86 	4 
Leve 	50 	-15,54 	3 
OllS: No valor cm RS, Sol considerada a UFIR de Outubro/98: 0,9108 
Multas de natureza gravíssima 
Avanço de semáforo (art. 208) • /1 multa pra 
quem atravessar o sinal vermelho ficará bem mais cara 
pata o infrator no novo Cdigo, O mesmo valor para 
quem transpor, sem autorização barreira policial. 
Condução de motos (arts. 55 e 244) • O 
,:ipa•.,t;H•, cnjo U,1 ;, é ohrigntório, tem que ter viseira 
' ou óculos de proteção. Fazer malabarismo, cquilibmr­ 
se r uma toda e tnm,ponar crinnça menor de sele 
aos também é proibido. /lllm da penalidade, ocorrerá 
a ,u,.pcn io do direito de dirigir. 
( 'rian1·:1 ao bnnco da frente dos autom6vc s 
(arts. 64e Is,} - Msmo que estejam com cinto 
de segurar· tewmiantem e proibido levar 
· ·as mer;:de H)a o hnco da trente do 
veis.aio, seja no zola cu :ao assento. 
Dirigir sem hab. litaç,<> (urt. 162) • Conduzir o 
wiculo sem Caneira Nacional de Hubilitação ou 
Permissão para D 'ir é infração que sofrerá 
mult1plicudor de trés vezes o valor estipulado para 
mulm de natureza gravíssima. Se a carteira estiver 
cmadn ou suspersao tu!tiplicador será de cinco 
, ezes, Nos deis cases haverá apreensão do veiculo. 
sendo tumoem 1t ·rimuat 
Embri.,guez (nrts. 165 e 277) - Dirigir bêbado 
passa a ser crime, tul como roubar ou matar. O 
motorista que se recusar a fnzcr o teste do 
bafômetro. que passará a ser obrigatório. será 
encaminhado ao Instituto Médico Legal para 
exames clinicos e de teor alcoólico. /1 muhn será 
de cinco vezes o valor da infração de natureza 
grovisima. O motorista poderá ser condenado a 
detenção de seis meses n três anos. além de 
suspcn,ilo da Cancira de Hnhilitaçào, 
Estacionar cm local proibido (nrt. 181) - O 
artigo prevê vários tipos de infrações rcl:1cionadas a 
estacionamento. Elas vão desde a de nalurez.a leve.. 
como éS!llcionar afastado da guia de calçado (mcio­ 
fio) a partir de 50cm, até a natureza gn.víssima. como 
por exemplo estacionar na pista de rolamento das 
estradas, das rodovias, das vias de trânsito r.ípido e 
das vias dotadas de acostamento. 'os c:tSOS de natureza 
gravíssima ocorrer: a rzz oção do veiculo. 
Exess G eloziG.ale (an. 218) - valor da 
multa irá veria a codo com a velocidade do 
veiculo, sris'usrharas, cxc até 50%0 
limi· J:,. via; e n,~ r,.,do, 1ns, circular com 
velo dad, suor ar ?70% da m ima permitida, 
i.mplh.. ..... uta 1 • ..l .. • :.çve Aeima desse 
pere1:11tual, :. pea~ será de 3 vezes a multa de 
natureza gravissima e o condutor terá a sua Cancira 
éc Habili:ação suspens:i. 
Não durpreferência ao pedestre na faixa (art. 
214)-Cpiado do cdigo atual, esse um dos deveres 
dos mo, ristas que nunca 'i c:"vpido. lo novo 
Cdigo, -.,sua ri, : 2ar uram'a bastante 
salgada p:o não-cu.a. da nora Prcvo 
acidente n faixa a ecrreu a infi-aç lo. 
"Pegas" ou manobr.:s pcrigosus (art .. l ·, .1 
175) • lesmo que ni!o provoque acid.:r•t<·,. os 
adeptos dos "racha" poderão ser obrigados a; gar 
nos cofres públicos tr,'.;s vezes o valor da n , lta de 
natureza gravíssima. pelo risco que ofcr ;ém a 
t.:rcciros. O carro será recolhido e a c, ,leira, 
saspen:.n. A quem promover "pegas•. aLz reserva 
uma puniç;!o de até cinro vezes o valor da multa de 
nanm:za gr:i, ís,ima. Arronodz bruscas e manobras 
perigosas re ultnriio cm mulm. além da apn:cnsilo do 
, cículo e su p,,n-.i!o do direito de e írigir. 
Retorno proibido (art. 206) • Ccnar o caminho 
pela calça.da. passeio. j:irdins ou canteiros. faixas 
de pedestres ou onde a sinalizaçio proibe é um 
c-0mportamcnto p:i.:.sivd de multa.. ..:ujo valor é bem 
~upcrior ao atu:ilmcnte prntirado. Além d.: 
prejudicar a circulação, fazer retorno em local 
proibido é uma amneaça à seguran a no tr.insito. 
Tr.insit:.ir sobre calçadas e C!ln.-ciros (art. 193) 
• É umna das multas mais altas de, novo Código, O 
valor da penalidade para quem1 traf,-g;:r cm c.1lçad:i.s. 
passeios. passarelas, ciclovias. cidofaix.as. C.'lnteiros 
centrais, acostamentos. gramados e jardins público 
sofrer:i pcn:ilid.lde de :rcs vezes .i dor Jll'lbuido a mulu 
de natureza gravíssima Em jge a vida do pedestre. 
Transporte de passagiro em veiculo de carga 
(urt. 230) • /1 multa será bem superior à prevista 
pelo código ntual. Quem cirrnlar com pc"o.1, n,1 
caçamba de qualquer tipo ele cu111io11eta ,crà 
penalizado. E considerada infração gravíssima e o 
vckulo será apreendido. 
Multas de natureza grave 
Defeito em equipamento ohrigutório (art. 
2)0) • Gmnde p.,rt.: da frota nacional é compmta por 
, clculos com bastante tempo deu o, que circulam cm 
pés..imas concliçôes de scgurnnça. Andar com ln rema. 
luz de freio ou farol queimado é infração. O 
proprietário scr:i obrigado a ficar atento à manutenção 
do seu vdculo. 
Distância later.il de bicicletas (art. 201) • 
Colocar cm risco a ,egurança do ciclista tora-se 
infração. O novo Código prevê que o motori,ta e 
obrigado a guardar a distância lateral de um metro 
e cinquenta centímetros do ciclista. 
Estacionar sobre a calçada (art. 181) • Será 
multa de natureza gra,c estacionar o carro sobre 
passeio, faixa de pedestre, ciclovia. canteiro ccntrnl. 
gramado ou jnrdim. 
ilo dar seta (nrt. 196) • Dirigir é como entrar 
em campo. O motorista nunca está sozinho. Razão 
pela qual, quando ele não der seta, indicando qual 
será a sua próxima jogada. poderá fazer gol contra. 
'iio manter a distância mínima de segurança 
Inter.li e frontal (urt. 192) -OnovoCódigoproíbc. 
mas não define a distância mínima de segurança. A 
601..m/h, e em condiçõ.es climáticas favoráveis. os 
especialistas cm trânsito aconselham manter uma 
d i,tüncia acima dos 22 metros. 
'ão sinalizar u via (art. 225)- Deixar de sinalizar 
qualquer obstáculo a livre circulaç.ão na via. de fonna 
a prevenir os demais condutores. é passivei de multa. 
Exemplos comuns dessa situacão: quando a carga for 
derramada do veículo e não puder ser imediatamente 
retirada ou quando se fizer necessária a remoção do 
veículo cm pa.ne pela.Rodovia. 
Omitir socorro (art. 177) • O condutor que se 
envolver cm acidente e deixar de prestar socorro à 
vítima ou ainda atrapalhar ou impedir o socorroe 
sUtrã cometendo infração e rcccberâ multa. além 
da suspensão do direito de dirigir. 
Ultrapassagem pelo acostamento (art. 202)­ 
Essa infração será punida com o dobro do rigor 
atual. J falsa esperteza de alguns motorista< 
causa, anualmente, inúmeros acidentes com esse 
tipo de manobra. 
Use o cinto de scgur.inça (nrt. 167). o uso 
passará a s.:r obrigatório em todo o País. O não 
.:umprimcnto da norma, além de multa, implicará a 
rctc'11çi!0 do veiculo até a colocação do cinto de infrator. 
Multas de natureza média 
Atirar objetos pelo nículo (art. 172)-0 Códi 
0 
proíbe am:mess:tr ou jogar água ou detritos nas r.:S. 
c-on,ocigarro. saco plistico e latas de refrigerante, ete. 
Também é punida a "brinC.1d.:ira" de jogar espuma de 
extintor em pedcstl.' .. 
Ciclistas (arts. 59 e 255) • O ciclist.a terá que 
trafegar no mesmo sentido dos carros e fica sujeito à 
multa se conduzir a bicicleta cm passeios onde não 
se;a pcnnitida a circulação desta. O ciclista agressivo 
ou que circule em locais de grande movimento de 
pedestres também será penalizado. E mais: a bicicleta 
será recolhida até o pag.amento da multa. 
Falta de combustível (art. 180) - O condutor 
desatento será penalizado se, pela falta de combustivel, 
• o veiculo sofrer pa.ne na via pública. Além da mulu 
ocom:rá a remoção do veículo. 
Uso do celular e fones de ouvido (ar. 252)­ 
E proibido o motorista dirigir com apenas uma das 
mãos ao, olanre, motivo p,!lo qual não se pcnnite 
fal:ir ao celular. Tambêm fica vetado o uso de fones 
de ouvido. A penalidade vale ainda para quem 
dirigir com o braço do lado d.: fora do veículo ou 
transponar pessoas, animais ou volume à sua 
esquerda ou entre os braços e pernas. 
Multas de natureza leve 
Atravessar fora da faixa (art. 25)-0 pedestre 
que csti,er a menos de 50-mctros (aproximadamente 
utilizar-se da a em atuam 1as «a; 
perturbar o trânsito, ou para aprtua de q " 
atrdade (esportes, desfiles e sitiares) 
em casos €pernas e com a deda l 
autoridade com, t nte 
OUTRAS DICAS 
idado (arts. 72 e 73)- Todo cidade podera 
pedir, por escrito, mais sinalização ou 
fiscalização e sugerir alterações nas normas de 
trânsito, Os órgãos competentes terão o dever 
de responder o pedido. 
Fabricantes e empresas (art, 10S)- Ioma-se 
obrigatório o encosto de cabeça, tas·grafo em 
carros com mais de dez lugares e cinto de 
segurança em todos os veiculos, inclusive 
escolares e ônibus intcrcstadu.ii, (e,ccto 
urbanos). Biciclctos terJo de ter campainha. 
sinalizaçilo noturna dianteira, traseira, lateral e 
nos pedais e retrovisor do lado direito. Fca 
proibido construir shoppings. giná~io, ou 
qualquer outras edificação que atraia público 
sem local de estacionamento ad.:quado O 
catalisador foi d.:rrubado. 
GI 
- 1) ( 1 
d[e oetro nano 
I tados ai!ar ão do lniannt de iuls 
(art. IMoy e habhtaào de m»tortas (art. 1) 
Mtortas- fra amos dfisl Murar arta d 
mtorta Onoatofra uma lena d uma+ 
para dirigir (art. 14) Se meter infra,0. 1ara 
novos exames O condutor tera que ter aulas de 
d.reio defensiva e puros ocorro 
,·c1ocid.,de (art. (il) • A velocidade m4 t1 
pemitida para a via será mdrada a!tae d 
snalzação. Onde no houver o sinal 
regulamentar, era obedecido o seguinte 
I- Nas vias urbanas 
8)km h, nas vas de transito rap:do, 
601-m h, nas vias arteriais, 
4km h. nas ias coletoras. 
J0l..m h. n.h 1i.h luLJh 
II- Nas vias rurais a) na, Hodo1 iu,: 
II0kmh, para automóveis e camionetas, 
901-m h, para ónibus e microómibus, 
8km h. para os demais veiculos 
b) nas estrada: 60krn/h 
-DUDA !E 'ü'(Q)$ 
J missão do Exército Brasileiro fundamenta-se em suas tradições e vocações, definidas e con,olidacl,t, 
ao longo do processo histórico cultural da Naçiio l raJiçÕl.'.s de bra, ura. ,:icnlício. dc,pr~ndmcnto e 
participação para conquistar e garantir a sobcrJoia. a umd.ide e a integração nacionais e paz social. Tradições 
dc culto e respeito à Pátria. aos seu;, símbolos. aos chefes militares do passado, aos heróis nacionais e ao, 
momentos históricos da fonnaçào. emancipação e afinnação da Nação Brasileira. 
Vocação democrática. de-corrente de solida fonnação, com base nos ideais de l1hcrd3dc e de 
dignidade da pessoa humana e repulsa aos e,trcmi,mos, as ideologias e ao, regimes autocrallco, de 
quaisquer origens ou matizes. J vocação democr:itica do Exército é reforçada. por rcprc,entarem seu, 
membros um todo e homogêneo, sem se constituir cm casta milit.:ir. compo'1o por brasileiros oriundo; 
de diferente etnias. classes sociais e credos religiosos. pela igualdade de oponunidadi: de ace»o .. 
carreira militar e por sua fidelidade ao compromisso pcnnanente com a liberdade e com a democracia 
Vocação de solidariedade. manifc,tada sobretudo na as~i,tência as populaçõe, mai, carente:,, 
em cspL-cial àquelas situadas nas regiões mais longínquas do território nacional, bem como em ,1tuJçõe, 
de calamidade pública. Vocação para ens1b1lizar-~e e sintonizar-se com as mai,; legi1im1, a,piraçõc, 
nacionais, mantendo-se imune e desvinculado da influência de qualquer organização politico- partidária. 
por se colocar acima de eventuais disputas entre grupos sociais, económicos ou politicos, caracterizando­ 
sc por uma trajetórin de atuação orientada por sua destinação con,titucional e comprometida somente 
com os interesses e com as aspirações .itais da sociedade brasileira. Vocação e re;pcito. amizade. 
solidaricdJdc e cooperação com as demais Forças Armada e com as de outros paises. A ConstituiçJo 
Federal. as Leis decorrentes e as diretrizes do Presidente da República. comandante: Supremo das For a.. 
Annadas. definem as ações a realizar _para o cumprimento da missão constitucional do Exército. 
AC:OIES .Bil ll!IE.l!llLDZAR 
.. Defender a Pátria: ,.. Garantir a lei: .. Garanrir a ordem. ,.. Guranflr os podere. 
constitucionais: .. Cooperar com o desenro!vlmenro nacional: "Cooperar com a Defes 
Civil: ,. Participa:- de Operações de Pa: 
CARACTERÍSTICAS INSTITUCIONAIS DO EXÉRCITO BRASILEIRO 
Instituição acional - Por ser de âmbito nacional e. sobretudo. por ser integrada por cidadão 
de todas as regiões do território pátrio e por estar comprometida com os, ai ores da cultur.:t brasileira 
e com os superiores interesses e aspirações da sociedade brasili!ir.:t e com os superiores interesse, 
e aspirações da sociedade brasileira. 
lnstit11ição Permanente- Por ser imprescindível pa.ra a sobrcvi, cnci:i da Nação brasileira. respaldando 
as d.:cisões soberanas do Estado, desde as origens de seu processo histórico. sempre comprometida 
com as aspirações e com os anseios do povo brasileiro. 
lnstit11ição organi::ada com base na ftierarq- . .lÍa e disciplina - Por se constituín:m em verdadeiros 
pilares da própria coesão da Instituição. alicerçados que são no culto da lealdade. da confiança e do 
respeito mútuo entre chefes subordinados e na compreensão reciproca de seus direitos e de, eres. 
Instituição Regular• Por possuir atribuições. organiz.aç.io. subordinaç:io e efeti, o, ddinidos na 
Constituição ou em Leis específicas: por utilizar unifonnes e equipamencos próprios e padronizados 
e ter caráter ostensivo. A Constituiçfo Federal estabelece os fundamentos e princípios que definem 
a missão do Exército e noneiam seu.cumprimento. 
Ar- 1 • A República Fcdernti, a do Brasil. form:id3 pela uni:io indissolú,el dos Estados e MunicipiQ< 
e do Disujto Federal. constitui-se em Est;:do Dcmoc:nitico de Din6to e 1é:in como fund:!men!os: 
1- :t soberania: li - a cidadania: Ili - dignidade da pessoa humana; IV -o ,alores socinis do 
trabalho e da livre iniciativa: e V. o plur:tlismo político. 
Art. 4°-A República Fcd=iv:1 do Brasil rege-se JUS sms rc~ in!emxiorois pel x.-guin:;;;;, pr.,~[;,:;,s: 
1 • indcpcndencia nacional: II- prevalência dos direitos humanos;_II- autodeterminação dos 
povos: IV- niio-intcl'cnção: V- igualdade entre os Estados: VI· defesa da paz: Vil - ,olu;:ào pJcífi~ 
dos conílitos; VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo; IX - cooperação entre os po, os para 
O 
pro:,;res 
0 
da humanidade; X. conccssi!o ée asilo político. 	• - 
. Ar.I42- As Forças Aradas. constituidas pela Marinha pelo Exército e pe!:i Aeron;iutica, -.1
0 
Instituições nacionais. permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e disciplina, sob 2 
autoridade suprema do Presidente da Republica. e d,-snn:,m-se a defesa da P:itria. :i garantia dos poderes 
constitucionais e. por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem. 
(Extraido da Revista "Exército Brasileiro", edição especial de 1997. l.'ditada pelo e. 
1 
d 
Comunicaç.iio Socilll do Exército). . 	en'ro 
Exército Brasileiro - Braço forte -Mão Amiga

"Ltbkee a planta Genna de Valore»para 
o exricio de 199" 
C>l'H I f 1.11 O MUNICll'AI, 1>I. llf.l.A VIS­ 
IA, ESTADO DE MAIO GROSSO DO S L, no 
uo de suas atribuições leais, e 
onderando o disposto no art. Hl, da Lei 
Municipal N"996, de 20 de Dezembro de 1993 
DECRETA 
Ant I". Fica aprovada a Planta Genérica de 
valores lnobiliário pata o exercício de 1998, on­ 
forme anexos, I, II, III, IVe V. 
rt. 2"- Para os imóveis localizados na área 
rural, que apresentam caracteristicas de destinação 
à exploração aricola, pecuária e extrativista qual­ 
quer que seja sua área, serão avaliados pela pauta 
imobiliária, expedida cm conjunto pela Prefeitura 
Municipal de Bela Vbta e Secretaria de Fazenda do 
Estado e tributos de acordo com amortização conti­ 
dn 110 anc·xo 11. 
Art. Jº • Este Decreto entrará cm vigor a par­ 
tir de 1de Janeiro de 199, revogando-se as dispo­ 
;içõcs cm contrfirio. 
Bela Vista-MS., J0 de Dezembro de 1997. 
JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO 
Prefeito Municipal 
ANEXO 1 
Valor do Pdrlo de Rua para o Trecho01, 
- Trecho compreendido entre os seguintes perímetros: 
1 - Sebastião Crispim do Rêgo (inclusive), 
Coronel Camis.foo (inclusive), 13 de Junho (Inclusi­ 
ve)e Avenida Teodoro Sativa. 
li - Avenida Conde de Porto Alegre (Inclusi­ 
ve) trecho compreendido entre Barilo do Ladârio e 
Teodoro Sativa. 
111 • Rua Banlo do Ladário (Inclusive) trecho 
compreendido entre a Rua Voluntário da Pátria e 
Fernando Fernandes Leite. ' 
IV • Rua Duque de Caxias (Inclusive) Rua 
Alceblades Bobndilha da Cunha (Inclusive) trecho 
compreendido entre a Rua Voluntário da Pátria até a 
Rua Tiradentes, Rua Tiradentes (Inclusive) trecho 
compreendido entre a Rua Alcebiades Bobadilha da 
Cunha até a Rua Cândido Mariano, Rua Visconde 
de Taunay (Inclusive) trecho compreendido entre a 
Rua Cândido Mariano até a Rua Barão do Ladário e 
a Rua Barão do Ladário. 
Valor do Pndrlo de Rua: 11,504372 Unidade Pa­ 
drão Fiscal do Município de Bela Vista/UPF. 
Para o trecho 02: 
- Trecho compn.-cndido entre os seguintes pe­ 
rímetros: 
I- Rua Duque de Caxias (inclusive) Avenida 
Teodoro Sativa (Inclusive). Avenida Conde de Porto 
Alegre e Rua Barão do Ladirio. 
II- Rua Duque de Caxias (Inclusive) trecho 
compreendido entre a Rua Alce biades Bobadilha da 
Cunha até a Rua imão Coelho (Inclusive), Rua AI­ 
vares Cabral (inclusive) Rua Afonso Loureiro. 
Valor do Padrão de Rua: 9,391335 Unidade 
Padrão Fiscal do Municipi de Bela Vista/UPF. 
Pum o trecho 03: 
- Trecho compreendido entre os seguintes pe­ 
rímetros: 
} -Avenida Internacional (inclusive). Rua Co­ 
ronel Camisão (inclusive), Rua Sebastião Crispim 
do Rego e Avenida Teodoro Sativa 
li- Avenida Internacional (Inclusive), Aveni­ 
da Paraguay (inclusive), Rua Cuiabé (Inclusive) e 
Rua Coronel Camisão. 
ylt do Pdro d_Ru» R,470444 Unida! Padrão 
T ia! do Muricipo de Bela V+ta/tUPf 
P'ar o.tu«ho: 
Trecho compreendido entre o» eumates per- 
mtrrs 
I- Rua Afonso Pena (Inclusive). Avenida 
Teodoro Sativa (inclusive), Kua Duque de Caxias 
Rua Bar)o do Ladirio (Inlusive) 
II- Kua Afonso Pena, Rua [ardo do Trun­ 
fo (Inclusive), Rua Alaide da Silva Correia, Rua 
Alcebiades Hobadilha da Cunha (Inclusive). 
Ili • Rua Conde de Porto Alegre, Avenida 
Teodoro Sativa(Inclusive), Rua T errando F erandes 
Leite (Inclusive) e Rua Barão do Ladário. 
Valor do padrão de ru3 3,916977 Unidade Padrão 
Fiscal do Municlpio de Bela Vista/UPF 
Para o trecho 05; 
• Trecho compreendido entre os seguintes pe­ 
rimetros. 
I- Rua Afonso Pena (Inclusive) Rua Coronel 
Dias (lnclu ive), Avenida Internacional (Inclusive) 
Avenida Teodoro Sativa (lnclusi1·e). 
11- Rua 13 de Junho, Avendia Paraguay (in­ 
clusive) e Avenida Teodoro Sativa (inclusive) e 
,vendia Internacional. 
Valor do padn1o de Run: Unidade Padrão Fiscal do 
Município de Bela Vista/UPF. 
Para o trecho 06: 
• Trecho compreendido entre os seguintes pe­ 
rímetros: 
I- Rua Duque de Caxias (inclusive), Rua Ba­ 
rão do Ladário (Inclusive). até a Rua Fernando 
Fernandes Leite e Rua Afonso Pena (inclusive). 
Valor do padrão de Rua: 9.616450 Unidade Padrão 
Fiscal do Município de Bela Vista/UPF. 
Pnru o tn.-cho 07: 
Trcchocomprccodidoentreosseguintesperimc:tros: 
l • Rua Afonso Pena. Rua Adão Godoy da 
Silva (inclusive), Rua Catarina Senturião da Silva • 
(inclusive) e Rua Barão do Triunfo. 
II- Rua Alalde da Silva Correia (Inclusive), 
Rua Euzébio Martins dos Santos (lnclusíve} e Rua 
Dinarte dos Santos. • 
Ili • Rua Afonso Pena, Rua Alcebiades 
Bobadilha da Cunha. Rua Alaide da Silva Correia e 
Rua Senhorinha Lopes. 
IV • Rua José Lemes Bugre, Rua Senhorina 
Lopes, Rua Alaíde da Silva Correia e Rua Dinarte 
dos Santos (Inclusive}. 
Valor do Padrão de Rua: 2,637327 Unidade Padrlo 
Fiscal do Município de Bela Vista/UPF. 
Para o Trecho 08: 
- Trecho compreendido entre os seguintes pe­ 
rímetros: 
I- Rua Atanásio Gomes de Mel lo, Rua Barão 
do Ladário (Inclusive) Rua sem denominação (in­ 
clusive) e Rua Rio Grande do Sul. 
lf. Avenida Senador Pinheiro (lnclusi,•e). Rua 
Coronel Dias (saída para Ponta Podi) (inclusive), 
Rua sem denominação e Avenida Teodoro Sativa (In­ 
clusive). 
lll • Rua Fernando Fernandes Leite. Avenida 
Teodoro Sativa. Rua sem denominação e Rua Barão 
do Ladirio. 
Valor do Padrão de Rua: 2,983171 Unidade Padrão 
Fiscal do Municipal de Bela Vista/UPF. 
ANEXO li 
FATORES DE GLEBA .,, .. 
ÁREA fM2) FATOR ÁREA (M2) 
FATOR 
16.000 0,798 75.000 
0,469 
16.000 0,684 	80.000 
0,461 
18.000 0,663 	85.000 
0,454 
20.000 0,646 	90.000 	0,449 
22.000 0,633 	95.000 
0,444 
24.000 0,617 	•100.000 
0,436 
26.000 0,606 	820.000 
0,419 
28.000 0.595 	140.000 
O,404 
30.000 0.585 	160.000 0,392 
32.000. 0,576 . 180.000 • 
0,381 
34.000 0,560 	200.000 
0,372 
38.000 0,553 	250.000 0,355 
40.000 0,545 	300.000 
0.342 
42.000 0,540 350.000 
0,331 
44.000 0,432 	400.Q00 
0,322 
46.000 0.527 	450.000 
0.315 
48.000 0,521 500.000 0.310 
50.000 0.517 	600.000 0.302 
55.000 0.505 	700.000 0,296 
60.000 0,494 	800.000 0.291 
65.000 0,48-4 	900.000 0,299 
70.000 0,476 1.000 000 ou + 0.288 
t!:>Pí,CII ICA(,AO 	i , l 1 1 
I 
Nrm! 
Ae10o 
Roh0o 
AI,., .:h> 
EAIORDL 1OEXGRALIA 
10 
.° 
0$ 
0.7 
____ _J 
Plano 
Aclive 
Declive 
Irregular 
EAIORDE SIÃO 
10 
(l () 
0.x 
lJ,7 
[ f:SPLCII ICAÇAO 
Esquina/'duas frentes 
Urna frente 
Encravado 
Vila 
f ,-]()X 
I,:! 
l.O 
0,9 
0,8 
ANEXO IV 
TABELA DE PONTOS POR FATORES 
SITUAÇÃO l:.STRUTURA COBERTIJRA PISO 
! Isolada 5 1 Metálíca 16 ILage 10 1 fat. Lsperal J(I 
2 Conjugada 3 2 Concreto 15 2Telha 	x8 2 Taco 6 
3 Geminada 1 J Ahcnaria 10 3 Cimento Amianto 5 J Ladrilho/( Hlll"nlo 2 
4 Superposta o 4 Madeira 5 4 Palha o 4 Chão Batido o 
FORRO E VESTIMENTO INTERNO REVESTIMENTO EXILRNO 1.1.[VA(.-O 
1 Lagc 6 1 Mat.Espccial 10 1 Mal.Especial 10 I Alvenaria 6 
2 Estuque 4 2 Pintura 7 2 Pintura 7 2 Mista 5 
3 Madeira J J Reboco 3 3 Reboco ) 3 Concreto 4 
4 Sem Forro o 4Sem o 4 Sem o 4 Madeira 3 
BANHEIRO INST. ELÉTRICA fNST. HIDRÂLlLICA FOSSA 
! Interno 8 1 Embutida 7 1 Embutida 7 I Séptica 5 
2 Externo 4 2 Aparente 4 1 Aparente 3 2 Negra 2 
3Sem o J Sem o 3 Sem o 3 Inexistente o 
ANEXO V 
FATOR DE DEPRECIAÇÃO 
ESTADO DE CONSERVAÇAO 
ANOS EXCELENTE BOM REGULAR PESSIMO 
Até 05 	1.0 0,95 0.90 0.85 
De 06 à 10 	0,9 0,85 0.80 0,75 
De 11 à 30 	0,8 0,75 0,70 0,65 
De 31 em diante 0,7 0.65 0.60 0.55 
ANEXO VI 
Tabela de Classificação das Edificações quanto a sua categoria 
CATEGORJA 	NºDEPONTOS 	VALOREM UPF 
Luxo 	96 - 100 	32.914703 
Alto 	88-95 	26.819388 
Bom 	76- 87 	20.724072 
Médio 	59- 75 	18,285958 
Modesto 	08 • 58 	7.314378 
DECRETO Nº 984/98 DE 13 DE JANEIRO DE 1998 
"Dispõe sobre a forma de lançamento 
e pagamento do IPTU e taxas para o exercí­ 
cio de 1998". 
O Prefeito Municipal de Bela Vista. 
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de 
suas atribuições legais, e tendo em vista o 
disposto no art. 297 da Lei 966, de20.12.93; 
DECRETA: 
Art. I 
O 
- O Imposto Territorial Ur­ 
bano, IPTU, e as taxas do exercício de 
1998, serão lançadas através de moeda 
corrente no País, RS, (REAL), tendo 
como base de cálculo a UPF (Unidade 
Padrão Fiscal do Município de Bela Vis­ 
ta/MS) valor em RS 9, 11 (nove reais e 
onze centavos), correspondente ao mês 
de dezembro de 1997. 
Ar.2° - O lançamento do Imposto 
Predial Territorial Urbano, (IPTIJ), e as 
taxas do exercício de 1998, será da seguin- 
te forma: 	e 
I-O contribuinte proprietário de 01 
(um) único imóvel. com atê 60 (sessenta) 
metros de área construida. é isento. 
II- Até o valor de RS 30.00 (trinta 
reais) - pagamento em parcela única. 
para o Imposto Predial e Territorial. 
III - Acima de RS 30.00 (trinta re­ 
ais), tanto para o Imposto Predial como 
o Imposto Territorial. 
Parágrafo l º - O i::ontribuinte que op­ 
tar pelo pagamento à vista/cota Única terá 
como vencimento o dia 06 de março de 1998. 
Parágrafo 2°-O contribuinte que op­ 
tar pelo pagamento parcelado, os vencimen­ 
tos das parcelas serão os seguintes: 
I-1,2e3 parcelas. dias 06 de mar­ 
ço, abril, maio e a última parcela terá venci­ 
mento dia 05 de junho. 
Ar.3° - Será concedido desconto de 
10% (dez por cento) para o pagamento à 
vista, ou em parcela única. 
Art.4° - A UPF para cálculo dopa­ 
gamento à vista, em parcela única. ou 
parcelado, é a de que se trata o Artigo 
1° deste decreto. 
Art.5° - O contribuinte que optar 
pelo pagamento parcelado. não gozará 
do direito ao desconto de 10% (dez por 
cento) quando do pagamento das par­ 
celas. 
An.6º - Este Decreto entra em vigor 
na data de sua publicação. 
Ar.7- Revogam-se as disposições em 
contrário. 
Bela Vista-MS, 13 de Janeiro de 1998 
JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO 
Prefeito Municipal

P GLNA-O 
CULTURA. /VARIEDADES 
-1 
Pai Nosso, com as palavras de Jesus 
Tradução do aramaico revela a linguagem usada na época 
HUMO·to oooI 
te Moo t'aulo 
Jesus falava aramaico, 
um linua semita nascida cerca 
de 6 séculos antes c cujo nome 
deriva, ao que se sabe, do pa­ 
turca Aarão (Aaram). A ri­ 
quera de expressões presente 
no aramaico é um tesouro que 
teve perdido ou limitado a 
apenas alguns especialistas du­ 
runte muito tempo. 
A maioria das traduções 
do, ensinamentos de Jesus foi 
fia a po.rtir do _rego, uma lin­ 
gua muito Hifcre te dc 
.«o, ke ;« verdadc, os 
ensina+entos de Jecus foram 
todos em nrnmaico uma ,ingua 
popular e que era falada tam­ 
bém entre os comer; ates que 
chegavam de outros países. 
O fnto de as trnduçõcs de 
Jesus terem sid feitas uo gre­ 
o, trouxe isto lógica e os 
significados da cai ..a mcga. 
1 loje, muitos estudiosos acham 
que esse fato nilo chegou ades- 
virtuar os ensinamentos de Je­ 
sus, porém muito do significa­ 
do mais amplo de suas prega­ 
ç11cs, contido n:1s palavras de 
sua própria língua, deixou de 
chegar até nós. 
Nu verdade, o grego foi 
introduzido no Oriente Médio 
após as conquistas de Alexan­ 
dre, o Grande, porém jamais 
tornou-se a I lngua oficial e po­ 
pulnr da regiüo. Durante muito 
tempo o aramaico continua 
sendo fnlndo, até ser substitui­ 
do pelo árabe, com o advento 
do lslnm. 
1·u1 ser uma língua popu­ 
lar, o aramaico é muito ligado 
à terra., cheio de conteúdo as­ 
sociados às plantas, ao 
florescimento e às tradições 
mJsticas dos nômades do deser­ 
to, que olhavam o cosmos (pa­ 
lavra grega) de um modo mui­ 
to peculiar. Desse modo, mui­ 
tas palavras no aramaico têm 
significados que precisam de 
muitas palavras em nossa lln- 
gua para explicá-lo~. Céu (no 
sentido bíblico), por exemplo, 
significa luz e som brlhando 
atravé de toda a criação 
Existe hoje um movi­ 
rncnto mundial para a preser­ 
vação e difusJo do aramaico e 
dos ensinamentos de Jesus em 
sua língua. Tem sede nos Esta­ 
dos Unidos e é liderado por um 
profundo conhecedor da lln­ 
gua, Neil Doug.las Klotz. Suas 
idéias estilo no livro Prayers o/ 
the Cosmos, editado pela 
1 larper Collins e ainda não tra­ 
duzido para o português. o 
Brasil, o movimento tem sede 
em Nova Friburgo, Estado do 
Rio (Caixa Postal 96947 
28615-239). 
Uma das passagens mais 
interessantes do livro é o Pai 
osso em aramaico, com tra­ 
duções de vários estudiosos, 
inclusive o próprio Klotz Aqui 
vai ele, reproduzido fonetica­ 
mente. Lembre-se de que a tra­ 
dução tem significado apenas 
intelectual, poi ma oração 
não é uma repetço automáti­ 
ca de palavras, deve ser um 1 
prece que brot• <!o ,:,oraçJ , 
independente das palavras. 
A intenção, com esta re­ 
produção, é apenas indicar os 
sons como eram pronunciados 
por Je~us, e tentar aproximar­ 
se do signilicudo intelectual 
místico das palavras. As indi­ 
cações fonéticas tentam ser o 
mais próximo possível do por­ 
tuguês. 
Lembre-se de que o eh é 
gutural, pronunciado na gar­ 
ganta, mas se voce não o con­ 
seguir, pronuncie como rr (de 
cachorro), que o som será bem 
aproximado, embora não exato. 
Mateus conta que Jesus 
estava rezando em algum lugar, 
sozinho. Ele geralmente orava 
em colinas e pequenas monta­ 
nhas perto de Cafamaum, com 
vista para o Mar da Galiléia. 
esse lugar, quando ele parou 
de orar, um dos discípulos lhe 
dss. " mhor, «nsine-nos a 
rezar, como João ensinou ao 
scus dr«ipulos". E, então Je­ 
sus lhes disse. 
"Quando vo es rezarem, 
digam: Ahvum d Nashmáia Pai 
-Me. Respira.ão da Vida. 
Fonte do Som, Aio sem Pa­ 
lavras, Criador do Cosmos. 
Faça sua luz brilhar entre nós. 
fora de nós c que a possamos 
tom:ir útil). 
Netcádash shimóch 
(Ajude-nos a seguir no<.ws ca­ 
minhos, rcspirando apenas o 
sentimento que emana de 
Voce). 
Te/Í! ma/c111úch Un:1 
(Nosso cu nosso com o Seu. 
para que nós possamos cami­ 
nhar como reis e rainhas c.om 
todas as criaturas). 
Nel111ê lcnianúch 
aicana d'bashimáia af h'arha 
(Que o Seu e o nosso desejo 
sejam um só. em toda lulas­ 
sim como em todas as formas. 
em toda existência indi idual 
r m todas as ti 
1::,! .J: ) 
16tan 
d wn man tomara(l a nos 
sentir a alma da Iema dntro 
de nós, pois a sim sentiremos a 
Sal dona que existe em tudo) 
'ashbo an hdubein 
uahtehin aicana df quuran 
hbuocán l'haabéinNaio per­ 
mita que a superficialidade e a 
aparência das coisas do mun­ 
do possa iludir-nos e nos hiber­ 
te de tudo :iqutlo que impede 
nos-.o crc,c1men10). 
U.;ft1 1uh/1111 /'nelilÍ,w 
Ela patwan mim bixa (Não nos 
deixe sermos tomados pelo es­ 
quecimento de que Vocc e ,, 
poder e a força viva do mun­ 
do, a canção que se renova de 
tempos cm tempos e a tudo 
embeleza) 
,fetzíl dtláhte malwt,í 
uahála uateshbücta l'ahlim 
almín (Possa o seu amor ser o 
solo onde cresçam nossas 
ações). Amém. 
., . 
oras policiais da lit ratura 
Como as ações interativas, elas nos atraem e emocionam 
TERE:ZIHA TAGÊ - Colaboradora 
"Não podemos esquecer que a violência 
faz parte da natureza humana" 
(George Orwe/1) 
Os romances policiais sempre ocuparam um 
lugar privilegiado entre as leituras mais procura­ 
das dos leitores modernos. Isso se não considerar­ 
mos como temas scmelhar.tes as histórias de as­ 
sassinato e outros crin:zz descritos na Bíblia. nos 
clássico: g:-os, as obras de escritores como 
Charle:.Dikens: o' s mneists".E mais co­ 
mum rar:rc ·nico deste gênero·escritos, a 
parir l obrado escritor c.te-ameriano Edgar 
Allan' ivcialme;te's As 'aos da Rua 
Morgue, picac.n .1. 
Mas, po que este tipo de narrativa exer­ 
ce sobre os seus leitores uma atração especial, a 
ponto de conquistar até mesmo pessoas que não 
gostam de ler em geral? Quais os elementos que 
aparecerr cm to<l:i, :l!. c~ro..s, fazendo com que. 
2o inicie o proces d lura. leitor se torne 
um part'ante ir'- do em desadar a 
sequência de toda a uai.a ap:nas delinea la nu 
.. rrimciro momento·. 
Fala-se muito em interatividade, em par­ 
ticipação ativa entre criadores, criaturas e o pú­ 
blico receptor dos produtos criados. Entretanto, 
os que se preocupam com os pontos de referên­ 
cia das relações entre comunicações e 
cqmunicadores esquecem de um ponto impor­ 
tante desta questão. Tomar algo inteiro, isto é, 
complementar partes, supõe uma atividade hu­ 
mana básica: o jogo, a troca de experiências, a 
capacidade de compartilhar, de sentir-se maior 
ao tocar a atenção do outro, As ações interativas, 
sejam quais forem os meios, antigos ou recen­ 
tes. como os das novas tecnologias, são mais 
intensas e completas. Estas ações estão nanar­ 
rativa de suspense e mistério, ou seja, no ro­ 
m:mce policial. Ele nos atrai porque nos obriga 
a entrar em cena e a atuar com os personagens. 
omos detetives, ou, investigadores por impo­ 
sição dos escritores. Jogamos com eles. in­ 
uém fica indiferente ou tranquilo durante a lei­ 
:ra. em adianta pular as páginas para chegar 
ogo ao final e conhecer o desfecho. O percurso, 
o processo é indispensável quando a obra ér- 
almente boa. • 
O jogo interno que se estabelece na narra­ 
tiva policial, como é costume nomear esse gê­ 
nero de histórias imaginárias, tem uma fórmula 
mais ou menos fixa. Poderíamos chamá-la de 
regras determinantes do seu processo de cons­ 
trução. Um exemplo poderia ser o modelo do 
investigador amador {para identificar-se com 
qualquer um de nós) que possui poderes extra­ 
ordinários de dedução. O escritor Arthur Conan 
Doyle foi um destes criadores ao introduzir o 
personagem de herlock Holmes. em 1880 apro­ 
ximadamente. Mais tarde, surgem as escritoras 
Agatha Christie e Dorothy L. awyers, presen­ 
ças femininas que criaram personagens seme­ 
lhantes, como o elegante inspetor Poirot e Lorde 
Peter Wimsey, respectivamente. Em parte subs­ 
tancial de suas obras, infelizmente, estas escri­ 
tores de grande ta.lento, entretanto, deixaram-se 
levar pelo sucesso e tomaram-se um tanto 
repetitivas. eus livros seriam mais brilhantes 
se elas tivessem elaborado com mais originali­ 
dade as formas de seus textos. Há um excesso 
de conteudismo que enfraquece sua produção 
em geral, mas, conserva a característica de en- 
tretenimento. 
Em um estudo sobre este assunto realiza­ 
do por Julian Symmons. com o título de Blood 
Murder, o pesquisador afirma que a grande pro­ 
cura por romances deste gênero se de, e ao pro­ 
gresso material dos profissionais lib.:rais e da 
força policial organizada.. sobretudo na lngbterrj 
e nos Estados Unidos. Os livros británicos es­ 
tão nas blibliotecas da classe social de bom po­ 
der aquisitivo. Mesmo na Europa. onde encon­ 
tramos o simpático Maigret, de George Simenon. 
vemos que estes livros articulam sentimentos e 
emoções. que liberam o medo da violência en­ 
tre a classe burguesa e os que acreditam na pro­ 
teção policial. Os detetives aristocráticos., ao 
contr:írio. simbolizam a crítica dos que não con­ 
fiam no trabalho de policiais. Em geral estas 
obras revelam a necessidade humana e social 
do estabelecimento de uma ordem capaz de pro­ 
teger-nos dos males de nossa natureza quando 
desordenada. São jogos de imaginação, que as 
sensibilidades dos escritores criam para nos con­ 
solar. Pode ser esta a razão do prazer que suas 
leituras nos causam. 
IA.AI #4 4lMIIII.A 
troe - e?s=te - _yrscele»ele 
... , 
JARDA A $% $ERRE 
- Atenção individualizada, sem necessidade de 
professor particular, atendimento integral. 
- Recuperação paralela e contínua, 
conforme as necessidades da criança. 
- Nú_,itero limitado de alunos 
- Atenção especial à potencialidade da criança 
- Desenvolver o espírito patriótico 
- Incentivo ao esporte 
- Aulas de Inglês e Espanhol 
- Catequese aos que quiserem. 
e escolar não pode nunca repor, 
iar ao ambienie de casa" 
'l!lAtriculAs c2bertAs 
ir 439-1356 - Horário das 7:30 às l l :30; 13:30 às 16:00 
Rua Guia Lopes, 81 O - Bela Vista/MS