(;ti!( 1 1.,, "'' .!• 1 
11 
A Vf',1/ • I0/ 11 DL JA IO 1É 1.09 Sl.X IA l l;II AS li IH) • l l' 
J 00 , • li r 	- 
Hosne Lidera Candidatura do Dep ta 
na rontelra ecebe apoio em to o 
O Jornal Com:in do Estado de Cunpo Grande publicou. cm 
·,unpla rqxllttgcm na pâgim da editoria política que o Deputado 
Estadual Hosne Esgaib (foto), lider do Govemo na Assembléia 
Legislativa, vem lider.rndo as pesquisas na rcgiJo da fronteira na 
sua corrid.1 pela rccleiçJo. Dii. o Jornal que "cm Ponta Por.1. 
inclu.~ivc. l losnc Esgahi lider.1 a preferência do eleitorado e de,cr.i 
transferir bom número de votos para o colega de partido. 'aldcmir 
Moka. candidato; Câmara h,kr.1I". Apcsc1r de não citar números. 
sabe-se que o Com:io do Estado está de posse de tuna consulta 
popular realizada por um conceitmdo instituto de pesquisa da capital, 
que aponta o deputado l josnc Esgaih cm franca ascensão na 
prderência da população fronteiriça. ao contrário de outros 
candidatos ou pré-candidatos que estão caindo verticalmente na 
preferência do eleitorado local. Comentando a reportagem do Com:io 
do E,tado. o deputado l losne manifestou-se muito satisfeito com o 
crescimento d.1 sua candidatura rumo à rc-ckiçào. atribuindo tudo 
isso ao trabalho que ek vem realizando no Parlamento Estadual 
como kgilimo rcprcscntantc da fronteira. 
/2 / 
° I /, '•/ 
: i /,/ 
la 
----- ,li-. 
Governador Wilson Barbosa Martins 
Deputado Estadual aldemir ,/oka 
"União de Municípios 
é o melhor meio 
de conservar Ri os 
de MS' diz (elina 
Deputada Estadual Celina Martins Jallad. 
durante o Encontro de l 'rctdtos do SudOC!:>IC. 
realizado em Guia Lopes da !a{una, no último 
ctia 26. para discussão prévia da formação elo 
Consórcio Intermunicipal da Bacia dos Rios Apa 
e Miranda. Pág.07 
B 
O Govemador Wilson Barbosa 1artins e o 
Presidente do Bano do Brasil, Paulo Cear Ximenes 
assimm ncst.:di:J 31. no 1-':tl:ício P puhrcb Cultura. 
cum ~o que torna o llanco do Drasilo banco ofi ~il 
para geriras tas do Govemo de Mato Grosso do 
Sul. Tamk'm parti ipamcbsolenicbd~.os Dirc-ton:s 
do Banco do Brasil de n..'CU!'SOS l lum:mos. J<Xio 
B:1tisL, d C:un:Jl1-'0 e dc Crc'dito Rural Ricardo 
Conceição. entre outras autoridades. 
Desde primeiro de janeiro, após a 
assinatura do a ordo de intcnçõe .. o 1313 já Ycm 
realizando o trabalho de arrecadação tributária. 
A candidatura do 
Ueputudn W,tldemlr Molld ,) 
Camara Federal vem 
recebendo upoío cm todo o 
btudo. unindo liderança~ 
poli1lcas e comun1t(1rlas de 
diferente~ pnrtídos. 
espcclôlmente do PMDI> e 
do PSOI} 
"O Molla é um político 
que gosta do que laz. não 
tem preguiça de vtitar os 
Muntcipios. gosta de estar 
com o povo e, sobretudo 
busca soluções que ajudam 
<1S admlnls1rações e 
melhoram a vida das 
pessoas", comenta o ex­ 
Prefeito de &la 'i71s1,1. /brt1..io 
/rmoa Zacarias t1llado e 
amillO de Mollt1 há muitos 
anm Páelna - 05 
3"ve1 o go 1e 
servidores esta 
Pelo terceiro mês 
consccuti,;o o lO'vernador 
Wilson Manlns an1ecipa o 
pagamento dos salários 
dos servidores do Poder 
Executl,o 
O pagamento da folha 
de Janeiro. num montante 
.1 
iza B 
co d 
O pagamento dos Servidores pelo 88 só 
começa cm Março, após a cntn:ga dos cartões 
magnéticos: dur.11111: o mês de: Fcverciro. 
Para atender os cerca de 50 mil novos 
clientes. o B8 conta hoje: com uma rede de 91 
pon!os de atendimento no Mato Grosso do sul 
cspalhados por 50 Municípios. Além disso. est:i 
investindo cerca de RS I O milhões em tecnologi:i 
e infra-estrutura com a instalação de 350 novos 
tcm,inais de comput:idor e 55 L'qUipamentos de 
auto-atendimento. O 8B também .:st:i 
disponibili-z:indo 25 mil novos kits de acesso ao 
UU Personal Banking (para operações bancári:i.s 
através dos terminais de auto-atendimento ou de 
compuwdor pesso.1I por fa.x ou pela internet). 
Segundo o Superintendente EsLJdual do 
e 
o 
UgIs 
de cerca de RS 28 milhões. 
será creditado no dia 02 
(segunda-feira) ficando 
disponível para saque nas 
ilQéncias bancárias e caixas 
cletrõnlcos do HSBC 
Bamerlndus no dia 03 
Página/o05 
B13. Luiz Carlos Fdipe. a :issinatura do 
Conv2.nio scrvir:i para oficializar uma 
parceria existente lú muitos :lllos entre o 
88 e o Estado de Mato Grosso do ui. 
·o 13anco do Brasil é o rcspons:ivel por 
70% dos recursos :ipl ícados no Estado. 
Para cada re:il em depósito, aplicamos oito. 
através das diversas linhas de crédito de 
incentivo à produção". expli ou. 
Felipe acredita que a assinatur:i 
desse coni:nio representa um 
aprofundamento da parceria com o 
Govi:rno_ que provocaní :iumen!o do 
suporte do Banco :is :iti,icbdes econômicas 
do Estado, inclusive com reforço aos , 
programas do Govemo Federal no M . 
o oka 
ta o 
Deputada Estadual Celina ,far111 .1 Jc:.:11d

JOH. 'AL '1 
. o • 
Pref ei ura nicipaf 
lnsUfufo de Educação de Bela Vísf a de Bela Vista/· S 
toram aprovados m aama vafibularts 
Iercenfual clevado 
Â li ,111dl' htrnfl!.i do 
ln 1111110 d, 1 ducaçao de 
11, l.t VI 1,1 lnrrn .. cf,1 prlo.­ 
•lir, 101,, prnk 011· 11111110 
l pl de alunos, está 111 
t, 1,1 , o 111 .,rlvo do )lllJllo 
11,1q potl,·11,1 ., , 1111tlor. 11,rd 1 
111,·110, q11t· .-l11<C1 do 1'2 
aluno que , ur dr":tl o 0 
A 10 do'.!' (111111lt11111in11111,· 
, ,.11 11 C11r,lnl11J d•· 
JI ,p11 •,1•,,p,1100", 1il11rl 1. 
1 '' 111,1pruv,HIO~ l'lll (')(IIIIH 
vestibulates realizados no 
tln,t! d,, uno pel,1., mob 
111pnr1.111tl'S laculdades do 
11 ,,,o E:.1.idu. como Ul·MS. 
U 'DII. UNAES e li !IDf:l~I~ 
/o lon•. :> ck 'C'lt> 1 o 
... 
, -auto ! !'caso .' 
lida Íil!>tél dr l',c 1·,, •id1. tº 
<! 2" Graus. edu iu. d.:11 boa 
formnçiio e ensino no seu 
dia-o-dia muitos v •, ·res que 
suo eternos e fundumcn1als 
na vld,1 de cada cidadão 
... orno o umo, "º pr(•., . .'"' 
honesri.+·', ,_' 
trabalho e perto.ia na 
hu:-.:il tl.i µc:rt..:lçao 1.., r11111un. 
~::Ili lol fat li. lornm dias 
diticeis, de muita luta e 
sacriticios até chegar a 
lmpl,ll1tilÇilO do 1 º. 2° e y• do 
2" Grnu complementado 
t alunos 
'LJHO l>I 1..<tit 
o 
'::y Fleitas, Janine Gonzales de Paula, 11/arc-elo Ballifai Calra110 e S1111rlra de li/e/lo 
Lu,,reiro de ,llmeirla, quatro dos cinco alunos do IE/1 V rece11te111~11te npromdos 110 Jle5tib11lnr 
com o Cur,inho de Roney Fleltas (En(lenharla incontestável e. de acordo 
preparnçüo ao Vestibular Elétrica) 	com as Informações d<1 
Mas. il5 recompenx1s vlernm. Sandra de !l·lello Loureiro Dtretorin da Escola. o quadro 
dos poucos alunos do de Almeida (Zootecnia) permanecerá o mesmo e 
1ercc1r;ioda Gcola lns11iu10 João M1111no Silva Fellx ainda será reforçado por 
ele Eclucaçúo de !}ela Vista. (E11[!cnht1rla Elétrica) Professores de Campo 
: 2 1,0 101<1I. cinco fornm Mnrcelo Battllanl Calva no Grande. cuja competência e: 
aprovado, no Vestibular (Mcdlclrw 17cterlntirla e exemplar. 
p<1r,1 excelentes curso, e a Ciências Contábeis). "A[!radecemos oo 
pi1rltr deste: ano esrnriio Devemos mencionar nosso Deus moravl/hoso 
tn!ressando na foculdade. também que a capacidade por tão (lrande (lraço 
sendo eles. 	dos ProfDSores do lnsti1u10 de recebido~ 
Janlne Gonwles de Paula Educ<1çiio d.:: Bela 171,ta é Instituto de [ducaçao de Bela Vista· 
{Turismo e Jornalismo) 
[EXPEDIENTE o, ] 
[domai Tribuna da fronteira ,::.~ 
11 fll O 00 EM 20 DE ffi'IBEIHO DE 1972 ~,••  
Propriedade d.i. Gráfica & E11J,ora Ajia 
1 
CGC: 03.201.266/0001-90 • lnic. E1f. 28.0S9.232-9 
Diretora: il:iri., E~tcl:t Vcl:brp1c1. l'crcir:i 
Edi=or: lvaldo Perira 
1 
Rep_o,C•g:º:-S· :'ii:1ltli,,,: Rum_i~1..cs, André "-"~los, 1 
Tonmh:, Tl:,117 e .. •:.• ('~- 
1
1 ,  e!: ,q,,cz 
Redação F .11.,,l"'ll11l·.na, ~ ~ Parque Gráfico: l l 
[Av id; Tri'sana Fronteira.564- (067)439- 
[ 1-l!II - ;'X 43. 544 .aia Postal 23 - CEI': 
1 
79.2tll1•,;~u 1 , "-.. 
) As O/ ir:t,>,'< emitiJm 11as matérias assinadas não  
represetan: necessariamente a opi11icio do Jornal, sendo 
1 
1 1 de rl!spo11saLi/idadl! de seus autores 
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[ RF.GI:-,TRO 'O C'.RTÓRIO OF. TÍTl'l.O<; E !lO V- 
ENDO 
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129.fia berto um e1 
111.i ,1 Ili Jo 1',tr. •r ,r., 1 d., Art1 43d 1 1,, 1 •. li (►I 1. 
,_1 .. r d.: I{ 1'10 ooo ()0 (C ,:lio, ,lcr 1,, 1tl 1<,, 
Orçamento Prorama do Mune1pio pra 1997.à ber 
IJ2t1Cl I Xll l'II'() 
ll'i OI · ',cctü,111 !t1111up d d.: ._,,u,J • 
13750_12011- Manutenção da Secretaria de Sa de 
, 1 l 1 - 1 "" 1 C "d 	R P 
1
1IHJ 110 
07111 - S«:11:t.1r,.1 Murm:rp.il de l ducação, Cultura e Depor 
0842188.2 018 - Manutenção das L scolas Muniepat 
3 1 1 1 - Pessoal Ci ri 	I{ 1 ,IJ !XXI l~J 
313.2-Outros Serviços e Encargos. RS 5000,00 
08.01 - Secretara Municipal de Viação, Obras e Servos 
Publico, 
1007021.2.023 - Manutenção das Ativadade da Secretara 
3.13.2-Outros Serviços e Encargos..... 
09.01 - Encargos Gerais do Municipio 
0307021 1.025 - Encargos com Pessoal 
3.1.1.3 • Ohrr.;.içõc, P.,1rona1S .. 
.. RS '000.00 
l 
l 
'.1EN1 O Nº 13, 
:!-M4535.S: 
 
E,rm
1
.
1nr: R~ O .. 1 ,,in:1tur.1 Trim" 
1 A~sinnt 1r., ':. .. m-, ..... r:-·
1
• '8530 Asir atura 
FUU 2_oyontys 
: RS 25.00 
1 
,a!:H.S 90.0U ', 
:RI _ J] 
FILIIOTES DE l'OODLE TOY, BJ:lA 'COS, COM 35 
DIAS. Valor: R 120,00. Tratar pelo Fone: -139-1306 no 
hodrio comercial falar com V:tnd:t e/ou 439-1088 
,rt. 2" • C h rccur"" p..Jr:i cot>i:rtur,t do credito ,Jrrn,n.il 
Supkni.:ntJrJc que se 11.,1.1 .:,te [kca:to. i;mrcrJo a l<JIIIJ d.1 
seguinte dotação orçamentária 
02.00 - I· XI:(. l r 1 O 
05.01 - Sccrctan.1 .lur:1c1p.1l de Saude 
13750212.011 • Manutenção da Secretaria d.: SmiJc 
3.2.1 .-1 • Contnhuíç,io a Fundo,. .. ... RS :w (J00.00 
07.01 -S_ccrcta~ra Municipal de blucaçilo. Cultur.i e Desporto 
08-l l l !b.1.00) - !'vlanutcnçào. Ampliação e Reforma dr: 
Creches 
3.1.1.1 • Pessoal Ci, il....... 	RS 3IJ OOO.()(J 
08-12188.1.004 • Construção. Ampliação e Reforma nJ 
Manutenção do Ensino 
3.1.3.2- Outros Serviços e Encargos RS 45.000.00 
4.1.1.0 • ObrJS e Instalações.................. . R.S 60 000.00 
08.01 • Sccrctari:i .1unicip..JI Jc Viação Obra, . . . 
Públicos 	• • e cn rço, 
10070212.023- Manutensão das Atividades da Secretaria 
-l. l ·-·º Equipamento e :Vlatt:nal Pcm,ancnte ...... R$ ~ OOO.OO 
09.01 - Encargos Gcr.iis do ~1unicípio 
0307021.2.025 - Encargos com P.:ssoal 
3.2.5.3 - 'alário Familia 	RS 20.000 ()() 
Art_-3º. Este.: Dc.:cr<.Cto entrará em vigor na data de 
sua publicação. n.:vogadas as dispo -
1
• " -- .. 
- , vc.:~ c.:m conlrnno. 
Bela Vista/MS.. 30 de Dc-.umbru de 1997 
José Garibaldi da Ro a Neto_ Prefeito ,
1 
. . 
1 . un,crp3 
{Republicado por incorreção na primeira publicação) 
ransportar,ji co rapidez para toáoM6 
Rua Santa Amélia, t 04 _ Carr.po Grande/MS Aquidouano (06n 241-2929 (ooropó 453-1059 llaporó • 451-7899 P,dio bm,1 230-lllB ' ' 
W(001') 721-5UI - EX:(67) 7
24
-919oh4'nus ls 435-1225 Coronel Sapuca10 483-1177·· llaquiroi • 476-1387 Prrd,gão • 
sr. 	lng&lia 44.-107 erunbi 23}-2383 lno,êncic 	Pcr!o 11,rhrlo 
,,Te=== 	te: e o=se g • 	te. 
h 	lnhzcndui 	Co,lo R:ro 247-1260 lvinherr.o 442-1507 P.roi10 • 
boun!óndio • 445-1338 (0J11léndro 596-1690 Jardim 251-1327 ~Jth,io • 
!,pom1do do 	(cmol • 495-1216 loroguon 	Rro S,&:n!r 
lo~ado 565-1769 (orgu,nho 	]alei 	Rr,01 do R,o p
01
~, 
iÍguo Ocre 540-1174 Campo 6,ond, 721-5010 luh 	R,o ',ic, 
limomhoi 481-2599 (o.,m 291-2280 ~guao (cc:cpá lho li:qro 
Aalsis 241-2404 Dan lar s Sn±; la±cns 231-2383 Se anel '0! 
~lcrnópoln • 	Dourai,, 421-5341 Krscju 454-107 Ele Qe 
Bdeuonlei 261-1209 Douradt00 412-1259 /uo:d, 242-1060 ltl,irio 
legues" 541-1688 Do±ls 448-1410 Me lo 474.1093 locoro 
B,fo Vnlo 439-1495 Eldorado 473-1519 llim A!v:,d.o 456-1215 S.,!,old,o 
Bobpo,õ • 443-1194 f1gJmto • l74-1101 N.oq • 236-1214 lmnci 
Bando 255-1606 falimo do lul ,67-1513 N,v: bd,,:.c, 44 -14IO f:ruru • 
&sue 268-1355 lria ±e urcss 44&-132 Nevri 4!-1708 er lesa 
Brcn.linda 54-1457 6rales d: lge 29.2502 Prbes 	dele;re " 
anui 28-113 laustemi 471-1140 Par:,,t,b (0176) 6S-34i3 º1<<:.hn, 
1.., • n r .. à- . p r4 a 7 ..4. -- - .. ,:.J .. J .. .1. C) ........ ; .. .- ..... n n n • 
017
.< 
287-1323 
431-4903 
289-117) 
452.7129 
238-1130 
292-1124 
Z78-U47 
fü-1766 
479-1606 
579-1244 
254-1259 
272-1032 
246-74n 
478-1170 
521-3057 
·" r U t KO DO 
SUL transporta suo 
curga com eficiência. 
seg11rança e ropidr., 
Por que ela sabe que. 
mais do t/111! prot/ulOS, 
da está lr«nsporft•ndo 
o seu futuro, a su11 
credihilidflde. É isYJ 
que "faz diferente. 
Respeito à i'OCi e a .fUO 
emprt!S<L Antes de co­ 
loc·ar sut1 c·ur,:" n,un 
caminhão, conheça d 
CRl:ZEIRODOSL 1.. 
Com ela a sua empre­ 
sa ••ai /on;;:e.

D, FRO.'TE!'.A 
A Propósito s invasões e o deles da propriedod 
Age"" o· c·,a do HSBC l.t/1.1tr1!o'l~c/,,,J1lftllfo(*) 	• 
1 
Na sua àn a de t nbém a er r A ut' t +" 
provocar on!kit acordo com a n 
Bamerindus fecha em • • 
propriedades. trazendo Além de tudo, quem 
intra n4u I l I dade, inenti v a o li e II e o r ,1 J a a 
M urt
-lOhO e n,-nuue" m d('SdSSossego, aos I r5titil de 4u.ilqucr rnme 
produtores rurais. também pratica crime pe 
No linguajar do MST. denominado crime contra a ord 
t
,oma D ro u ..,1 d e"' n C-1 as ~~J/1: ~e i~ ·oc~te~~áo",d: ~~z;~Js~~~ i;;g/86 e 287 
"pressionar" o governo a Assln1, nJs ações dos 
realizar com "urgência" a sem-terra se depara com um 
reforma agrária leque de crimes, previstos 
Em primeiro lugar, para se nas leis penais, todos eles 
ocupar alguma coisa a sendo realizados, provados 
condição sine qua non é que e comprovados na prática. 
a mesma esteja desocupada. A omissão do governo 
Evidentemente, não é o caso em coibir essas ações 
cm questão. pois os sem- crtmInosas traz o 
terra tém se apossado de desprestígio da autoridade. 
fazendas com dono e, muitas a desmoralização dos 
delas, em franca produção. governantes. o descrédito da 
Por outro lado. embora ordem. da razão. 
J0R AL TRIBUN 
Pedro Pedreira 
"Não concordo com uma só palavra que dizeis. 
mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê- 
las"- se não me talha a memória. pensamento de 
Voltaire. enfocando a liberdade de expressão E o que 
o pensamento tem a ver com o titulo acima? O PP 
pirou? Nada disso, acontece que não concordei com 
o comentúrlo (urrI11ol publicado no Jornal TRIBUN/ 
MUTINHE SE, assinado e redigido pelo nosso 
combativo e sempre adversário do PT. TO 'INIIO RUIZ 
Se há um lugar onde todos podem manifestar 
livremente o seu pensamento é aqui no território livre dos 
jornais do GRUDO TRIBUNA (Tribuna da Fronteira. Correlo 
Jardinense, Jornal de Bonito. Jornal de Antonio João (voltou 
a circular) e Tribuna Murtinhense. e o TONINIIO é o centro 
avante sempre na área. Defende com unhas e dentes os 
intere: ses de Porto Murtinho, de sua gente e critica as folhas 
da Administração petusta. Pó companheiro. temos. também. 
o direito de elogiar quando os acenos superam os erros. E a 
Administração da D Myrlan está sendo considerada uma 
das melhores do Sudoeste. principalmente nos setores de 
saúde. educação e PAGAMENTO DO FUNCIONALISMO. 
Concorda? Se não concorda. tudo bem. Direito seu. 
No caso das !érlas da Prefeita. ela tem o DIREITO. 
assim como rnmbém li ramos as nossas férias. ela fez o 
mesmo. cm seu iullar ficou o Vice-Prefeito. um homem 
serio. competente e acima de tudo. repetindo palavras 
suas, é um MURTINHENSE NATO. o nosso velho e 
querido amlllO LllLUC/. 
Quanto ao fechamento das Allêncla do HSBC 
Bamerindus, era esperado. não só em Murtinho, como nas 
demais cidades do Sudoeste. pois os "GRINGOS" são assim 
mesmo. eles não pensam com o coração. mas com a 
CABEÇA. não está dando lucros (suficientes) FECHA. Sem 
comentários. é a Lei cio mercado. a tal ele l)loballzação. neo 
liberal. e o mesmo vai acontecer cm outros setores. O Banco 
é da iniciativa privada. ninguém. nem a Prefeita. Vereadores. 
P<ldre. seja lá quem for. poderia impedir de fechar a /llência. 
Questão de dólares. amigão. 
Se a Myrian viajou é por que a casa está em ordem e 
ninguém é de ferro. a nossa bronca com a Prefeita é a sua. 
se assim podemos dizer. TEIMOSIA em adiar o pagamento 
dos débitos herdados do Luiz Abreu. Quanto a 
administração. está no caminho certo. dá lOSto ver o sorriso 
cios funcionários todos os meses recebendo cm dia. a 
gentileza e educação com que tratam os que procuram a 
Prefeitura. todos eles. solícitos. rC5ponsá,els. Uma equipe 
coesa. com o tempo os ajustes necessários serão feitos. O 
pT. amigão. está mais soft, mais aberto. aceita as críticas. 
vai se aperfeiçoando. do partido surgido nas portas das 
fábricas no ABC. com os trabalhadores. hoje é um partido· 
cios pequenos empresários. intelectuais. trabalhadores. 
protissionais liberais. aquele povo que pensa anos e anos 
na frente. E estão procurando se adaptar aos tempos modernos. 
mas não ao neoliberalismo. Estou mais para o SOCIALISMO. 
não sei se ocê entende. mas acho que o futuro da humanidade 
está no SOCIALIS 10. essa tal de globalização só está 
beneficiando os "gringos". os americanos. cada vez mais ricos 
e mais fones. Continue a bater duro. seu espaço é li,re. mas. 
de vez em quando. mude o alvo. mire em outra direção. o tiro 
tem que ser perfeito. não pode errar. pois esse alvo que estou 
indicando é poderoso. 
Con ordo quando diz que os maiores fazendeiros não se 
utilizam das Agencias bancárias em Poro Murinho. apesar de 
não concordar. é DIREITO deles. devem ter lá suas razões. 
Finalizando o meu comentário. ninl)uém é culpado 
pelo fechamento do banco dos "gringos". ninguém., a não 
r eles mesmos. e ninguém poderá fazer nada. pois a 
decisão reio lá dos gabinetes refrigerados da Diretoria. em 
HO!G KONG ou da CITY de Londres. 
Quanto a iagem da Myrian. pó companheiro. ficarei 
f.?li: se em todos os finais de ano mais e mais brasileiros 
possam viajar. tirar ferias. a minha amiga. e não concordo 
com ela cm tudo no. estava por merecer. a b..rra foi pesada 
este ano que pas.sou. pressão e problemas dos mais di,er.;o 
(herdados) exigiram força, tolerância e muito trabalho. 
Conunue. ,océ é um dos melhores jornalistas do grupo e 
um adversário (para o pT) de respeito 
0 31 DE J 
cm urna democracia seja: 
legítima a pressão para se 
conseguir um objetivo. essa 
pressão há que ser feita 
dentro dos limites da Lei. 
Não é o acontecido nos casos 
comentados, onde as 
invasões caracterizam 
esbulho possessório, ou seja. 
o crime previsto no artigo 
161. li do Código Penal. 
r violência. que 
coexiste com a invasão. pode 
transformar o esbulho 
possessório, ou seja. o crime 
previsto no artigo 16 1. li do 
Código Penal. 
J vio)encia. que 
coexiste com a invasão. pode 
transformar o esbulho 
possessório em crime de 
ação pública (3°. idem). 
A agressão corporal 
aos proprietários. ou seus 
prepostos, se consubstãncia 
no crime de lesão corporal 
(cod. Penal art 129). 
A destruição de 
tratores e máquinas. cercas. 
casas. mangueiras e outras 
benfeitorias ou acessões 
configura o crime de dano. 
previsto no artigo 16 do 
Código Penal. 
A mesma coisa no caso 
de reses queimadas ou 
feridas. Se carneadas, fica 
configurado o crime de roubo 
(Cod. Penal art. 157). 
O acampamento na 
faixa de domínio das 
rodovias é bem o exemplo do 
crime de esbulho com a 
invasão de propriedade 
pública. 
A formação de 
quadrilha é prevista pelo 
artigo 288 do mesmo 
diploma penai. 
A exigência de 
"contribuição pecuniária"- a 
que chamam. cinicamente, 
de pedágio - aos transeuntes. 
para que possam continuar 
a viagem. é o típico crime de 
extorsão (ar. 158 do Cd. 
Penal). 
O uso ilegal de armas 
de fogo e de foices e facões. 
as mais perigosas armas 
brancas que se conhece. 
estava definido também na 
Lei das Contravenções 
Penais (Porte de rm1a. ar. 
19), agora passando 
O açodamento na 
realização dos 
assentamentos provoca 
vistorias apressadas, mal 
feiras. forçadas. injustas. 
ilegais. O INCRA é 
pressionado, também, com 
invasões dos seus escritórios 
em diversas capitais (o que 
caracteriza também crime(e 
o próprio governo. por mais 
que faça para atender às 
reivindicações dos sem-terra. 
é sempre atacado. injuriado. 
maltratado. 
( Será que conseguirá 
os votos dos invasores? Ou 
o governo tem vocação para 
mulher de malandro que, 
dizem. gosta de apanhar?). 
Além de enquadrados 
na legislação penal. os atos 
de vandalismo comportam 
reparações cíveis. a serem 
pleiteadas em ações 
competentes. 
Para a defesa da 
propriedade devem ser 
usadas as ações 
possessórias. 
O interdito proibitório, 
de caráter preventivo, caso 
haja justo receio de turbação 
ou esbulho. quando então se 
previne o atentado. obtendo­ 
se ordem judicial para coibir 
a violência iminente. 
A ação de manutenção 
de posse, se houver turbação 
em consequência de a tos de 
alguém, embaraçando, 
atrapalhando o exercício da 
posse ou propriedade. sem 
que. no entanto. haja perda 
da posse. Por exemplo, 
quando alguém adentra na 
propriedade para cortar 
lenha. reiteradamente, sem 
contudo permanecer no 
local. 
A ação de reintegração 
de posse. quando há o 
esbulho. a invasão. a 
permanência do intruso no 
local alheio. 
A grande importância 
das ações possessórias é a 
rapidez com que elas devem 
ser julgadas pelo juiz. que 
atende aos pedidos liminares 
e. ainda. o fato que a 
propostura de uma ação 
possessória por outra não 
obstará o magistrado de 
conhecer do pedido e 
li 
jt J . !, t" 
o 
P AGI - 03 
de 
Justiça que, por ua vez. 
requisitam força policial 
pata cumprir os mandato, 
se nett s, no. 
Liminares e sentença 
definitivas tém sido 
concedidas com presteza, em 
rodo território nacional. 
pondo cobro ;)s tn'asôes. ou 
ameaças, impondo o respeito 
à ordem. de maneira segura. 
garantindo o direito de 
propriedade. fazendo 
prevalecerem a Constituição 
e as leis pátrias. 
Não importa saber se a 
terra agredida é produtiva, 
ou não. Cabe aos órgãos 
competentes fazer essa 
verificação e não aos que 
cobiçam a área invadida. que 
não podem fazer justiça 
pelas próprias mãos. O Juiz 
deve, sempre. manter a 
ordem. 
É preciso. no entanto. 
que as decisões da justiça 
sejam realmente cumpridas. 
o que depende do interesse 
do Poder Executivo, em cada 
Estado. O que está 
acontecendo é. regra geral. 
os invasores saírem do local 
e. passado pouco tempo. 
voltarem ao mesmo. num 
desrespeito à decisão 
judicial. 
Os mandatos judiciais 
devem ser cumpridos de 
imediato e de maneira 
efetiva para a valorização do 
Judiciário e do próprio direito 
do cidadão. 
De acordo com o artigo 
502 do Código Civil e 
proprietário poderá. ainda. 
usar do desforço Imediato. 
isto é. reagir com suas 
próprias forças e expulsar os 
intrusos incontinenti. 
O mandato de 
segurança. previsto no art. 
5°. LXIX da Constituição 
Federal e em leis especiais. 
também pode ser impetrado, 
toda vez que houver arbítrio 
ou ofensa aos direitos dos 
proprietários rurais, por 
pane das autoridades. 
Tudo isso poderia ser 
evitado se resolvessem 
tomar o caminho certo para 
se acabar de vez com as 
invasões: o governo 
determinar que a 
propriedade invadida não 
será desapropriada. 
Com essa medida, justa 
a jurídica. pois as invasões. 
com a violência que as 
acompanhas. tais como 
destruição de benfeitorias. 
tratores e implementos 
agrícolas. arrasamenro de 
reservas florestais, 
mortandade e extravio de 
animais, agressão a pessoas. 
etc, descaracterizam a 
propriedade produtiva 
Ira te' 
A providnia deveria 
ser tomada de m neira 
en rgra e sem exceçoe. 
amphando se o disp sto 
pelo decreto presidental 
1.77, que d, a entender 
que. uma vez e'sada a 
invasão a vistoria poderá et 
realizada. Não é suficiente 
O certo é proibir a 
desapropriação da terra 
invadida, de uma vez por 
todas, punir os chefetes das 
invasões e excluir os 
invasores das listas de 
futuros assentamentos. 
Muita coisa seria 
conseguida com essa 
atitude. inclusive 
tranquilidade para o INCRA 
fazer vistorias sérias e 
assentamentos que 
funcionem. 
E mais ainda muitas 
vidas, preocupações, tempo 
e dinheiro. seriam poupados. 
além de se preservar a 
imagem do País no cenário 
internacional. 
Resumindo: 
1- A ação violenta dos 
sem-terra contra a 
propriedade. a invasão de 
fazendas. constituc' o crime 
de esbulho possessório. Só 
mesmo com muito cinismo 
Se' pode dizer que' se trata de 
ocupação". 
2°- As demais ações 
dos sem terra podem 
caracterizar os crimes de: 
lesões corporais. dano. 
roubo. formação de 
quadrilha. extorsão. porte de 
arma. etc. 
3°-Os que incitam as 
invasões também são 
criminosos, atentando 
contra a paz pública. 
4°-O Poder Judiciário 
cem despachado. a contento. 
as ações processórias. 
concedc:ndo. inclusive. 
liminares. A demora tem 
sido causada pelo Poder 
Executivo, que precisa 
acelerar o cumprimento das 
decisões judiciais. 
5º - o meio mais 
eficaz de se acabar com as 
invasões é proibir a 
desapropriação de cerras 
invadidas. com a punição 
dos culpados e exclusão 
dos invasores da list.a de 
futuros assentados. 
A invasão. com os 
estragos perpetrados. 
descara teriza a 
propriedade. tornando 
impossiHI a sua 
classificação por vistoria 
posterior. 
) 	E 	p r o d u t o r 	r u r a l 	e 
professor de Düei:o Cfri/ 
em Campo GranJe-.1!ar:., 
Grosso do Sul.

JORNAL TRI ...DA FRONTEIRA 
PGI A-O 
CULTURA / VA. E 
Coamo mar Ex-Secretário de Neruda 
a ietia0e_ 	,e 2ta 
2o Cune prepara livro sobre o p0e 
Luiz Cota Curta Junqueira 
O tema fdelldade do cHtente é 
daqueles sobre os quals multo se fala, 
mas pouco se faz. E olha que tudo o 
que for dtto sobre esse assunto vaie 
não só externamente à empresa, mas 
tttmbém para os clientes Internos, 
para as pessoas de nosso convívio 
fam//Jnr. etc. 
Vamos colocar a seguir, algumas 
idéias simples (até simplórias) sobN 
o que podP (e ,teve) ser feito para sc 
conqutt : ter a !de!!ade do 
,ente a» cte>.' 
o Lembrar-s: 'ele quando não 
precisar vend.:r ai~ o ele. Afinal, é 
bom sentir que nlguém lembr11 de 
você sem ter de pagar por essa 
lembrança. 
o Fazer além "" f!•Ie ele espera. A 
expecttira surrada é algo que a 
gente jaua!s 2e. 
o Ao reloclo111ir-.w com ele. sempre 
passar a idéia de 
que ,rocê está 
Jntcn::ssado em 
resolver seu 
problema antes 
de lazer 
qualquer 
proposta de 
Interesse 
próprio. Nn era 
da custo.mlzaçiio 
só ficarão fiéis o 
É preciso 
oferecer 
surpresa, 
presença 
permanente 
e retoro 
O equntor/nno Jorfle Enr/que 
Adoun quer rememorar o dla­ 
a-dla com seu mestre no Ch//e 
nós os clientes que se sentirem 
olhados como pessoas especiais e 
diferenciados dos dem.lfis. 
o Contecerno r·nu·dc lente ser um 
consultor a. Soros f9is9quem nos 
ouve. a quem te.zs,uvocnnc de dar 
um or:bro aio. 
o Passer c rscer na imagem 
per.ze n eno lodos gostam 
de estar ser:pr perto de quer possui 
a informação em tempo real. 
e, Recompensá-lo pelo uso frequente/ 
economia <fe escala. C/Jentes 
frequentes e reacides passam a 
ser fiéis a o° o'tc:'s eternos. 
o Te, um b.,n.:,• fr dados sobre 
expectatlva/peéncias e usar as 
informações ao Ionffo do 
relacionamento. A era da 
customização está nos levando. cada 
re: mais, a ter uma fotografia bem 
definida de quem é o nosso cliente e 
affir a partir do que essa /n1nffem 
estiver mostrando. 
• Ter um Feiculo de comuntcaç.io 
(periódico) contando as novidades 
sobre a empresa prestadora de 
senfço (o fornecedor); Já que não. 
podemos luear com multa 
freqüência aos clientes. Fisllá-los. 
etc .. é preciso imaffinar alffo que 
pouse em sua mesa e se transforme 
em nossa lembrança permanente. 
Encerrando e resumindo. 
ablo cruda dançando tango? 
A duras penas, 'eruda ensaiaria 
com sua terceira e última mulher 
Matilde rru1iu • na vida real 
pequena, ruiva e frágil • alguns 
passos para nflo fazer fcío. Isso, 
quando era embaixador em Paris, 
obrigado n receber com bailes os 
chilenos expalriados. Essa é a 
opinião do escritor equatoriano 
Jorge Enrique Adoun, que foi 
Sccretúrio particular de Ncruda. 
"Retratar Nerucla daquele jeito? Só 
na cabeça ele um cineasta italiano", 
diz Adoun sobre o filme que marcou 
a imagem de 'cruda para as novas 
gernções in1erprc1ndo por Philippe 
'oiret cm o Carteiro e o Pocta, de 
Michael Radfor. "E Matilde? Que 
curiosamenlc nüo diz uma palavra 
durante o filme inteiro?" 
Ac.loun eslú, ncsle momcnlo, 
no 'ruguai, colhendo junto aos 
amigos, o poc1a ilario Bencdctti e 
o escritor Eduardo Galcnno. mais 
relíquias de memórias para 
escrever seu próximo livro. E sobre 
as pcrsonnlidades mais marcantes 
que conheceu ao longo da vida. 
Adoun tem 71 anos. Viveu em Paris, 
onde foi leitor de literatura cm 
espanhol, português e catalão para 
a editora Gallimard c jornalista do 
L'Officc de- Rádio de Francc. Em 
Genebra foi tradutor nn ONU Viajou 
pela China, Egito, índia, Japão c 
Israel como diretor nncional da 
Cultura do Equndor. 
Ele núo enviou muilos postais. 
mas seu livro de Postais do Trópico, 
com Mulheres acaba de sair na 
Espanha (Ediciones Epistemc S.L). 
com aclamação da crílica diante de 
seus poemas. "Comovedores". Tem 
vários prémios intcrnnciónais e era 
considerado por Ncruda "fina ílor da 
poesia, figura considerável c'a 
América Latina". 
Ncruda vai ocupar lugar de 
honra entre· as personalidades 
rememoradas por Adoun - quer 
serão muitas. "Atahualpa Yupanqui, 
os poetas Nicolás Guillén e Yevgeny 
Yevtuchcnko, os cscrilores Alejo 
Carpcnticr, Julio Cortázar. Gabriel 
Garcia llárquez. Jorge Luis Borges, 
Juan Rulfo, Chc Guevara. o 
compositor Dimilri Shostakovich - 
é muita gente para relembrar". 
confessa Adoun. homenageado na 
recente Feira do Livro de Porto 
Alegre. quando teve edições de 
seus livros esgotados e assistiu a 
algumas sessões do filme inspirado 
em seu romance Entre Marx e uma 
Mulher Nua (Editorial EI ConeJo). 
podemos dizer que obter e manter 
fidelldade do c/Jeate rima com 
surpresa. superação de expectativas. 
presença permanente, pensar nele 
11ates -de-voei e recompensa em 
tempo real. 
GENEROSO DE AMÓRES 
Os retalhos da memória trazem 
'detalhes do co1idiano com Neruda. 
Era totalmente desorganizado no 
dia-a-dia, cortavam a luz e o 
telefone continuamente porque ele 
se esquecia d pagar as contas", 
lembra Adoun. O que o próprio 
eruda reconhecida: "De minha 
parte, sou o creio ser duro de nariz, 
mínimo de olhos. escasso de 
cabelos n.:i ci:lbeça. crescente no 
abdome, comprido de pcm.11s. largo 
de solas, amarelo ele tez, gencro!'.o 
de amores, impossível de cúlculos. 
confuso de palavras, 1erno de m[1os. 
lento de nndar, inoxid{1vel de 
coração, dado às estrelas. marés . 
rnnrcrnotos, admirador de 
escaravelhos, caminhante de 
areias, desajeitado de insliluiçües. 
chileno para todo o sempre, amigo 
de meus amigos, mudo para os 
inimigos. intromcli<lo cn1re 
pássaros, mal-educado em casa, 
tímido nos salões, audnz na solidáo. 
arrependido sem objeto. horrendo 
ndminis1rador ... ". 
Também vêm o dcralhcs <la 
cs rila. " cruda ensinou-me muilo 
sobre o emprego do dirninulivo, 
abusivo no meu País que é urnn 
herança indígena".• a época. 
Ncruda deu exemplos ulilizando 
seus poemas sobre Machu Pichu. 
as selvas. os rios e as planíccis da 
América, que falam também da 
crueldade e dos conquistadores. da 
independência e do heroísmo, da 
grandeza épica e do anonimato do 
povo. "É preciso saber usar o 
diminutivo para dar a conotação 
precisa, carinhosa ou depreciativa". 
Com seus amigos escritores 
Adoun trocou muito sobre literatura. 
"Nem sempre dava certo. Carpcnticr 
ensinou-me a nunca começar a 
acabar um capítulo no mesmo dia. 
mas cu ia para cama e não 
conseguia dormir, ficava tomando 
conta do capitulo na cabeça. 
resolvendo e. de repente, quando 
o relógio soava os primeiros 
minutos do dia seguinte eu pulava 
e terminava o que havia começado". 
André Malraux aconselhava: o 
melhor lugar para se resolver as 
guerras, como o da Argélia, era o 
. Café de Flore. 
Mas foi Neruda quem lhe 
ensinou o principal. Adoun lembra 
que Neruda não nasceu eruda e 
sim Riç_ardo Eliecer Neftali Rcyes y 
Bosoalto, filho de maquinista de 
trem que detestava poesia. Para 
continuar com ela. o filho encon1rou 
a única saída no pseudônimo. afinal 
incorporado à sua identidade até a 
morte, de câncer na próstata, aos 
69 anos. em 1 973- 12 dias após a 
morte do Presidente e amigo 
Salvador Allende. "Ele estava 
convencido de que a poesia poderia 
mais do que a violência. os 
ditadores, os militares". 
Navegante de boca. 
ervateiro de tinta, discreto entre os 
animais, afortunado entre as 
nuvens, investigador em mercados. 
obscuro nas bibliotecas, 
mclanolico nas cordilheiras. 
incansavel nos bosquS 
lentíssimo de resposta. 
resplandecente com meu caderno, 
monumental de apetite, tigre para 
dormir, sossegado na alegria. 
inspetor do ccu noturno, 
trabalhador invisível, desordenado 
r> e r si s tentc, valente por 
necessidade, covarde sem 
pecado, sonolento de vocaçao. 
amfivel d· mulheres , ativo por 
padecimento, poeta por maldiçao 
e bobo alegre", cruda terminava 
a autodefiniçao. 
CO:"iTHAUIÇÂO GEOGR/FICJ 
O amor pela América Latina 
persegue esse equatoriano como 
perseguia a cruda c cle é capaz 
de falar por uma hora seguida sobre 
o conlinenl('. "Temos <Trn anos de 
solidf10 nesle s(·c;ulo revolucionúrio. 
com uma contradição geográfica 
que 1orna o Mé·xico parceiro dos 
Santos Unidos e do Canada c faz a 
Argentina aliada na Guerra do Golfo 
de quem a atacou na Guerrn das 
Malvinas. comenta Adoun. 
"Tivemos o nosso quinhão de 
ditadores • Trujillo. Somoza. 
r-ulgêncio Batista -. vivemos 
guerrilhas, cultivamos a est(·tica ela 
violência. nunca sabemos quando 
nosso futuro vai começar, sempre 
que pensamos ter aprendido as 
respostas, trocam as pcrgu111as". 
Adoun está lançando ,'1ernórias 
Imaginarias, com incidentes 
amorosos envolvendo sempre o 
narrador • que é ele mesmo. Os 
incidentes passam-se cm pníses 
onde morou, lrabalhou e, 
eventualmente. amou. Num deles. 
Descobriu cm Nicole Rouan, atriz 
suiça de sua peça O Sol sob as 
Patas do Cavalo. a segunda e atual 
mulher. 
Cm dos episódios até poderia 
passar-se no Brasil - scu pai morreu 
em Petrópolis e ele é tradu1or cm 
espanhol de Vinícius de Morais e 
Carlos Drumrnond de Andrade. 
"Mas andamos de costas 
viradas nesta América Latina. não 
nos conhecemos", observa Adoun. 
que não tem nenhum livro traduzido 
no Brasil. 
o que um brasileiro sabe. por 
exemplo de Honduras? Deveríamos 
fazer um concurso e en1·regar como 
terceiro prêmio uma semana em 
Tegucigalpa. o segundo prêmio 
duas semanas cm Tegucigalpa. o 
primeiro prêmio três semanas em 
Tegucigaipa". ele sugere, com um 
profundo humor que era, também. 
traço de Neruda. Os episódios tias 
Memórias Imaginárias passam-se 
em Pequim. onde morou por dois 
anos. em Montivillicrs, na França, 
onde foi professor. em Paris e. 
naturalmente, em Santiago do Chile. 
enquanto era Secretário particular 
de Neruda.

JOIL A L 'I RIU DA FHO. ·11:.IH 
:s ,n I DE J 
P. GI A - 0, 
do 
Obrigado ao companheno de prensa, 
h,aro Perena (foto abaixo), pé candidato a 
deputado estadual pelo H'SI- Partido Soials­ 
ta Baleio- pela lida folhinha enviada ao 
nosso jornal, tom fotos de pontos turístios 
históricos das idades da região. Bela Vista foi 
contemplada tom a foto da Capela de São Ge­ 
aldo, laja de Pedra, na Agua Doe, 
((Jll11111ll.1 ('Ili l()()l). 
No Alvaro, o que lem de placa nesse 
mundão de meu Deus não está no gibi, em cada 
canto, em todas as estradas, lá esta SUDOESTE 
TE'.! Nüll E, gente da getllc. o ,imp;itico Gor­ 
do, ui., aqui da casa (nojornali,1110). !',ira os me­ 
nos avisados, o i)v;u o n;io vai de,i,tir da candi­ 
dan1ra 1üo. c,1.1 à mil por hora. E vai longe. 
Btu!D"ale!:©$ <e ntraéDàS llDMD"éDC@$ 
C:cnte. as mas de Bela Vista mais parecem 
pencira. buraco.s por todos os lados. Nós, aqui na 
TE, aguentamos todos os dias reclamações e mais 
reclamações. E.,ta na hora de a Prerc11ur.1 llumo­ 
pal resolver o problema, não adianta tapar o sol 
com peneira, ou seja. buraco por buraco, é isso que 
a colocaç:,o de terra provoc1. Negócio é o P!XE 
me ·mo, do jeito quc c,tá o Pº"º n;io agucnt.1 mais 
e já tem gente querendo rcsponsabiliLar a 
municipalicbdc pelos pn:j11í10, que cstáo lendo 
com as avarias provocadas cm seus 'CÍ01los. ALe­ 
g-islaç:10 prevê c:a.,os dessa natureza. 
EE o'o &aml ém 
Não aguenta mais o estado de cspiri10, o 
dima, a vibraç;io 11cg-aliva, pi>, sed que nada dá 
erto nesta cidade? Enquanto kmos nosjornai.s 
nolll 1.1, de· j,11 rl,111, Hu111t11 •· 
Muruho, falando de turro, d 
,1 ,t,1Hk 1nilh II e,d,· p,- • .,, 1,, ,1110,­ 
.,_, Dela Vasta parece um mitro 
1 udo bem que tem tudo é com o p<>­ 
d, t piblo, mas este deve provoa a 
ltltO,llll ,111' l',1d,1. d,11 11 IOll •'v'' ). Qut" 
banxo astal mla ' 
E o povo pergunta 
Depois de 1.1111,1 pol{·mic,1, 
disse que disse idas e vindas, próse 
«n1u,1: ~.O FRlt:ORÍ!-ICOf J-icou 
ó nos debates? O povo, que já on­ 
tava om a geração de enup1egos, 
oportunidades e novos nego1os 
quer uma t· plu: ... ,,.10. ,1íi11.1! de um- 
1.i, o Ft igot lfiu, j:í l1nh.1 até p,ti ele 
iana e até agota tudo esta apena» 
110 111;11 rn linL,1<lo no !.tdo di11·110 d.1 
!IR 060, na saida da <id.,dc. Com a 
palavra os responsáveis. 
amos para 
m rrdga 
Bem, ,cmpt c. 110s úhimm 2:, 
anos,a IF se pronunciou a respeito 
do, problemas de lida 'i,la, ,omos 
OTI MISTAS, aa editamos na te 1,1, 
e vamos p rn 11rar s.1l11di1 ;1 poeira. 
'amos pai ,ta hri!f,1 ,im. E temo, cn­ 
teza de que ,cremo, LTÍttG1dos, ma­ 
lhados, espezinhados, mas não 
estamo, 11e111 aí. a partir de agor.1 
vamos cobrar. E cobrar duro. 
Eleições 98 
F,dci e dis,c: O l!O.IE:'11 
VOLf,R: e mm ele o a,falto para 
Caracol. Antonio João, Porto 
:'llurlinho e agili1.1ç;10 do 1111 ismo 
no Sudoeste. Quem viver verá!! 
Energia/Reclamação 
.P csti1 11a hora da 
EN ERS U L., agora privatizada, 
atentar mais para as diversas re­ 
cl;1111açôcs da populaç;·,o 
belavistense com relação ao onsu- 
1110 de energia clétric.1 cm suas rc­ 
,idências. As rcclamaçôcs que nos 
chegam são as mais variadas, con­ 
tas elevadas, quc 'ariam muito de 
um mês para outro scm nenhum 
fator que justiíicas,c essa sit uaç;io 
e até casos de contas com urnsu­ 
mo idên1icos no més mas com 'ól• 
!ores muito dircrcntcs. o que, co11- 
'Cllha111os, n;io d:i para entender. 
E111 tempo: Falando et II clleí),'L'l. 
e o 110s..so sise ma de iluminaçio públi­ 
ca da noss., idade? Aué quando a po­ 
pubçio ,.ú 1cr de ,uportar mela a dc- 
{iciência exi ·tente e ainda lendo de 
pagar mcn.salmentc a f.unosa 1;tx.' de 
iluminaçio pública que. a nos.'° ,·cr. 
trata-se também de um tributo 
u10011SÚ111cional. T:i dado o reado!! 
a2l 1éms ao Gão 
AVOZ O POVO 
Projeto acertado 
é mole nAo, chega 
Vou cor.t.it m,m . 
ri.'ló 1111hl mNmo ,e~ m , an 
pedir se podia aumentar um po i:n 
ho,s e nào o ..rrcla que p.1•1 o, boi Al!:X1,lt 
cima, meu deu aade e até gona, pude ver com 
,elho. é cheio de mh:ério. nlo sabemos o d a 
história. 
N3o lembro em nome de nin,•utm. apenas vidinha amara que passei. Tenho n 1.1 h 
I 
r, ,ti 
I 
dura 
"Eiiéida AAditiva 
Inclua-e nas disposições gerais e tramitórias rio projero: 
/ri ... · /o L~-combJtente que tenh, efetivamente participado de operações bélicas durante a Se 'V •' 
Guerra Mundial, aos termos da Lei Federa! N 5.11 5. Je 12 de setembro de 196 7. o Estado a gurrá o goro 
dos d,n:ito, previsto na Constituição J"edcral, c,cetos °' c.ontcmentc, as pensões nela espe ,r:, •• d., • 
Parágrafo Unico - Ao ex-combatente são conferidos ainda, os seguintes direitos 
J. lsenç,,o de imposto wbre transmissão causas mortis e doado, de quarsquer bens ou direitos exten- 
sivos à viúva ou companheira e descendentes de primeiro grau 
11- benção das tarifas dos ser..1ços púhliw, colocado, a dispoS1çilo do ex-combatente ou de >HJ .iu, J. 
cm imó,el residencial ocupado a qualquer lltulo 
Justificativa - Entre as reivindicações formuladas pela Regional da Associação' +atonal dos Veteranos 
da F.E.D. selecionamos aquelas que nos pareceram aptas a con<t.l! do telo d.1 cons111uiçlo c,t'1du..l. sob os 
aspectos da Constitucionalidade e alcance social 	. 
/ entidade que subscreve a propost.1 anahsad.1 e 1ntcgr.1dJ por ape11.1., J 80 membros. que desejar 
iustificadamente um melhor reconhecimento por parte do Poder Público do, ,erviço, que pre<.larJm ao Pais 
por oca.si.lo da Segunda Guerra Mundial. Lspcramos que o, sup!emen10, dos nohro,, p.:m:s enriqueçam os 
argumentos aqui expedidos. em defesa da [menda proposta_ /ssmada pela l.xpuWdJ M,rilu Gu,marlco;-PF L. 
(Rubica) 
Governo antecipa pela 3ª vez 
o pagamento dos servidores 
Sei não, como fala o 
compadre Ananias, "será 
que erramos ao tlll cer pata 
o CorinLhia.,. <!'•e só leva 
ch11111bo?". É. pois .:. cm 
tempos de T' RISMO, de 
dirnlgaç:io, promoçãu de 
eventos, em Bela Vista o 
engenheiro RICARDO DE 
SO ZA ROSA. u G.O, dá 
;i ,olta por cima i: promo­ 
e grandes c;vcntos. 
Homem cc, to para a 
hora certa. O Gão gosta. faz 
e <Li 1·esultado<, par:, Dcl:t 
Vista, com as suas promo­ 
ções. E ba!an .1 :i ód.,de. 6 
se fala no suCL.:S o da sua 
NOITE NO HA'Al. Par.t· 
béns. 
Obe Não recebe11os 
as fotos. 
F.mpn-<:rio ll'e:1rdo de Sou,.a Ro<:i, n GÀO, 
ProprietlÍrin do Rol<·l Pnu<ada da Fronlt'iru 
Pelo terceiro mês consecutivo o Go,ernador 
Wilson Manins antecipa o pagamento dos salários dos 
servidores do Poder Executivo. O pagamento da folha 
de janeiro. num montante de cen:a de RS 28 milhões. 
ser: creditado no dia O'.! (segunda-feira). ficando dis­ 
ponível para saque nas agências bandrias e calas 
eletrônicos do IISDC Damerindus no dia 0J 
O governo do Estado esclarece que. em função 
de o 1 ISDC ter efrluado. no dia 23 passado. o fecha­ 
mento de '.!O agências bancárias. de 1594 servidores 
de 19 municipios terão que se dirigir a agência do 
I ISDC no município mais próximo para efetuar o sa­ 
que de seus sal:lrios. O número de servidores que re­ 
ceberá cm outro município representa.;'% do total de= 
funcionários do Estado. 
O funcionário público que 1i,er talJo de che­ 
qu.:s poderá utiliz:1-lo norrnalmcnte para efetuar pa­ 
gamentos ou depósitos. Já os canocs eletrônicos das 
conlJS encerradas foram des.:11ivados e nfo poderJo ser 
usados para saque. Segundo o gosemo do Estado. a 
panir do próximo mês este problema estará solucio­ 
nado. na medida em que pagamento passar:i a ser efe­ 
tuado pelo Banco do Drasil (138). que instalou pos1os 
de atendimento banc:lrio (PADs) nos municípios onde 
Candidatura de Moka rece­ 
be apoio em todo Estado 
A candidatura do deputado Wnldemir Mokn il 
C:i.mara Federal. vem recebendo apoio em iodo o Esta­ 
do, unindo lideranças poli1icns e comuni1árias de dife­ 
rentes panido . especialmente do PMDB e do P DB. 
·o Mka é um poli1ico que gosta do que faz 
não tc:m preguiça de visitar os municípios. gosta de es­ 
tar com o povo e, sobn:.1udo. busca soluções que aju­ 
drun as administrJçõcs e melhoram a vida das pessoas. 
comenta o ex-Prefeito de Bela Vism. Abra:lo Z:icruias 
aliado e :imigo de Moka hi muitos anos. 
P-...ra Reinaldo Azambuja. ckito cm 96 Prefeito 
de Maracaju pelo P DB. "o Moka ê um parceiro d.e 
trabalho da administr::çào: ele nos ajuda em Capo 
Gr:mde e vai ajudar muito mais em Brasília. onde hj 
mais linhas de fin:mciamentns e recursos para obr:15 
públicas·. 
O comp;-omisso do deputado Mob com otr2- 
ba!ho. su:.1, ontado e dispos:çào de per.:orrer o Estado. 
,·endo de peno o problemas e p;-opondo as soluções.. 
fazem dele unn candidato com penetração eleitoral em 
dh ersas regiões, com enorme apoio político e popu!:u-. 
"Aqui em Porto Murinho o deputade Mola re­ 
p • eta a liderança maior que olha pela dc!lde e pelo 
seu po,o·. d<':StaC.'.l o pre.,idcnte da C.i.curo Muni~ip:ll. 
Ozório firanda dando como e.,cr.ip!o o e:npenho do 
nJo existe agéncia do DO e irá distribuir can.õt,s ele­ 
trônicos p3ra todos os servidores 
Aposentado, - O governo do Estado esclarece 
a,nda que os aposcnt3dos e pensionistas do Previsul 
também poderão sacar os seus sal.irios no próximo dia 
0J. juntamente com os servidores da administração 
direta. autarquias. empresas. fundaçõe>.. corpo de bom­ 
beiros e policia militar. No que se rcícre nos inat"º' 
do Mato Grosso (MT). o go,emo do Stado (MSJ. 
depositará a sua cota de responsabilidade também no 
próximo dia 02. para que o pagamento seja efetuado 
posteriormente pelo go, cmo do Mato Grosso. 
O pagamento antecipado dos sal:lnos por par­ 
te do go,erno Wilson Martins teve inicio cm no­ 
vembro do ano passado. No dia 28 de nosembro fo­ 
ram depositados cerca de RS 60 milhões como opa­ 
gamento antecipado do mês de novembro e do 13º 
sal;irio. A folha de dezembro. num montan1e de R$ 
28 milhões. foi paga no dia 29 do mesmo mês. uma 
semana antes do prazo legal. :--o período de apenas 
30 dias. portanto. o gourno do Estado 
disponibilizou recursos da ordem de RS 88 milhões 
para a folha de pagamen10. ajudando a aquecer as 
, cndas de fim de ano. 
deputado para liberar os recursos necc:ssários à melhoria 
do dique que pro1ege a cidnde das enchen·:es do rio 
Paragll.'.li. 
Na regi!!o None do Esurlo a candida1u.-:1 do dc­ 
putado Waldemir Molm tem crescido com o :,.poio de 
lideranças tmdiciomis. como é o caso dos Prcíei1os de 
Coxim. Júnior Mocch~ e de Rio Verde. José de Oli-ei­ 
r.'.l dos S.J.ntos. dentre outros que tem se a!in!ado 2o seu 
progr.,.rm de trabalho. 
Com três mamfatos na As.semblêi:l Le!;ish!.Ív.i. 
Molm ganhou experiõncio e profundo conhedmen:o c!e 
1odos os problcm:is do Sta:lo. ua rendid:,.tur:i à e,;. 
mara Federal neste ano é conseqüência natural da ex­ 
p;ms:!o de 5U.'.l base de npoio e necessicbde de con:ri­ 
buir cada vez m::Jis co:n ode.envolvimento estadual. 
Mob acn:diia que a sua candi<brura abre espa­ 
ço p:ita renovação na A. embléia Legislativa, cri:indo 
oponunid-des p:tr.1 novas candidaturas e p:-opos-.:,s. 
nus.. príncip.:iimen:-e. cri:i a pos íhili±?rlc de: diro:niz=r 
n sua :iiLD.ÇJ.o junto no G-ovc:-mo Fed~-r~L n:u1."'!::!0 c!c 
forma mais positiva no dirccion1men:o de recursos e 
serviços p:trJ os municip!os sul-m :ogrosse:tSC~ 
A participação nos dd,;,:::s de grandes temas na­ 
cionais no Congresso Nacional é,sem divida, outra 
motivação do parlamentar.

.JOH:"-i L ·• .,, D, FHO. 'TLJHA 
1 
1 
Código de Trânsito 
Brasileiro - Saiba 
como se defender 
P GI ·A-0» 
/1 l.u ,,-, 9 SO I Jc 2 l 0').''7 que 11. ,11111,u u 11 , ... C, , o ,.k 
I rinito Brasileiro gerou nos brasileiros uma apreoen lo quase que 
generalizada 
A nova norma atinge ao trânsito de qualquer natureza nas 
vias terrestres destinadas à circulação existentes em todo pais 
Portanto abrange pessoas, veiculos e animais isolados ou crn gru· 
pos, conduzidos 01111. o p.,rJ fin, d.: ci,culJ,1<>. p.,raJ.1, e IJuonJ• 
111c11111 e operação de carga ou descarga. 
Níl 111inh.1 op1111. o, urn,idcr,,ndo a 1.:0111pkx1d.1dc d:i~ previ• 
es legais contidas nesse Código, deveria ter havido uma campa­ 
nha mais nbr.rngc111c sobre c ,., l.ei que, l'IO flt,tticnmrntc "cmi­ 
nar o cidadão mediante punição, como transitar pelas vias teres­ 
tres "seja motorista ou não. 
Tratando-se de um tema que demanda uma vasta discus­ 
ão, tentarei nas próximas materias oferecer aos nossos leitores 
uma singela orientação sobre os artigos que fazem parte do Códi­ 
ode Trânsito Brasileiro, na esperança apenas de contribuir nesse 
momento de implanta no dc,su n<'mHI lcgnl. 
1>or upçilo pr6priu escolho para iniciore,,,1 C<llHribuiçào, a 
cçilo li do CTD. que 1m1n do JULGAMENTO O/IS AUTUA­ 
ÇÔl~S E PENA LI D/IDE .. n principio porque entendo ser com­ 
plexo o procedimcnto que irá originar uma autuação e comcqUcn­ 
lementc u p.::, did~dc co, 1 c,pnndcnle. depois p<,r comidcrar que a 
1:r.111Jc ,11~: .,_:.; vinhn 111,,,ll': ,:!e •rn procedimento correio nas 
... erre:·· aranase z+is do nais, c por derradeiro porque 
pen:;,> que <ll'1.11,u, ,, .. ,tp,-: questionar a supmla culp.1 imputada 
pcla au1orid,1dc t ,spor.,ável pelo tninsito. 
O prccnchimcnlo do /luto de lnfr.1çào deve seguir algumas 
exigências sob per 'e ser considerado inconsistente ou irrcgular 
pela autorül.idc resr J11sávcl pelo julgamento dessa emissão. 
O procedimento com:to ou não de qualquer pessoa no tr.in­ 
silo é umn qur:ao." ação, de tempo e de con cicn1i1.:ição. 
la meieria das vzes o autuado ja 1cm cunsciência de sua culpa 
no momento·ia ·e.o Nesse caso. acaba co11cordando com 
aquela emissão er verificar se houve ou nào alguma culpa da 
autoridade responsvel pela manutenção da segurança do tr;imi­ 
to. Paga e tica quieto. 
M.1,. ocorr~ndo o contr:irio. quandü o cidadào não concor­ 
da com a au1uaçào. comcça a questionar todos os fatos. e nesse 
caso deve conhecer os prazos. a fom1a e a quem deverá dirigir a 
sua defesa na espcran a de, cr arquivado o Auto de infração e o 
,cu registro julgado insubsistente. 
Como rio poderia ,cr dili:rcnte. esse Códic.u 1amhém de, e 
respeitar o principio constitucional da ampla defesa, e você por 
"'~ CL c!c,·c exigir os s,us dircih>s de cidadania. Portanto a defe­ 
sa e os recursos sào fatores que scmp,~ devem estar a di,posição 
doc,dadJo. 
l'ratandn-sc de autuação de infraçào praticada no 1rjnsito. 
"'" endo Juvida scja ela de qualqu,·; na1urcw. há o direito de con­ 
teslur como tam?:x:rn o d~vcr c!e ap.-.:scnlar o seu recurso parasa­ 
nar a suposta injustia da qual está sendo 'Ílirna. 
Caso a sua rlcf~~a não seja a.:atnda cm primeira instância 
pela JAR!- U: AD!ISTRTI A !)E RECURSOS DE 
1 FRAÇÃO, e .. h·indo re urso» ETRi • Conselhos Es­ 
taduais d: Tr..1"""· <;:i~ Jc, .::-·· ,. • ""'-,:scn1ado demro do prazo 
de 30 trina)aiss ao<ar da notitteação da (kcisào. 
Arte d o,tio se esqueça que o n:curso n5o tem 
..:foi: ... •1i..r--c::,,,, & , , 
cami 
30 31 
O novo Codiyode Irans­ 
IO !Ir., ,,1 ,111< n i11 un: 1110, J Ili-'" 
lêmica no Mato Grosso do Sul. 
( orno'" pr, ·I r, l.trl<h Jc: t,111.1- 
nhonctc ,. ( •. 1 O e U-211. , :io 
transportar as ranas"Como a 
legislação proíbe o transporte de 
ranças menores de de anos no 
h,1nco d., lrtnlc e 11.1 c;i,rourrJ. 
o, propnet.íno, úo, tJrn1, r,iJu 
vivendo um impasse. Varias pes­ 
soas procuraram o Detran (De­ 
partamento Estadual de l riimi­ 
w) p:1ra ,abcr uimo, Jo levar n, 
!ilho, para cl,;,c,,r.is e f.11enda,. 
por c;,.cmplo. 
"LIHO l>E 
.hu una com os tcnnos que dcscrc­ 
, cu a sua t..!'•·••>•Edadc lll' Auto de Infração. seria bom aproveitar 
o DE CONTO LEGAL que o Artigo 28.t do CTl3 estabeleceu 
quando afirma que "o pagamento da rr.ulta poda:i ser efetuado 
ate a Ja1.1 do vcncimen10 expressa na nctiticaçilo. "POR OITEN­ 
TA l'ORCEJ:10 DO EU V/ILOR". 
Gera/tio F :c,,/,w l'i11/11•/ro. Atl,•ugatfo 0,1 /1 MS 1.20/ - 
Ex-Pr ide" ...Is+ado os !Aogadas ' fato Grasso 
do Sul- Fone: 7.6- 8 fax 726-3868 
o 
d 
• ser cumprida O 
uthitár e .' ~1 
do, de tran p rtc. t rat sme- 
1"' res de de 3110. /1 r u!u se:r.1 
de RS 172,99 e o ckulo Úcc:r.1 
ser retirado pela fiscalização. A 
infração é considerada 
gravíssima c já está em vigor 
Muitas pessoas venderam 
os veículos de passeio e compra­ 
r;i111 caminhonete,, que além de 
servir no, rnomcnw, de l.11er. 
também é útil no dia-a-dia. Pelo 
noO Código, os Hiculos utili- 
()11.. m i..Jllt -.:r t..tH,lllHJ:tr 
transportando os filhos. J , cr.1 
trocar de iulo Nos ultimo 
anos, aumentou o numero de ca­ 
mmh,,nctc, urcul.111Jn n." ru.1, 
ç 
com a ] 
obrgad 
>; 1rani.r 
inal da e 
e a 
A TV Educativa de 1'-•lalo 
Gro,,o do Sul• TVE-vai trans­ 
milir sua programação para todo 
o Estado (77 município,) a par­ 
tir de abril. segundo os cálculos 
de Walter flauro. dirdor d, ad­ 
ministração, finanças da TVE. 
Na primeira quin1cna de fcv,­ 
rciro será ahcrto o processo de 
licilaçào para a locação dos 
equipamentos. 
De acordo com o dirctor. 
a concorrência para aquisição 
dos equipamentos é nacional. Se 
Ilido correr dentro do prazo. cm 
março jã deve ser divulgada a 
GF.Cl' BF.1..110.'TF. 
Brasil ia - O 13anco do 13ra­ 
sil também ampliou o 'o lume de 
crédito para a pequena e 
microempresa este ano. ão RS 
220 milhões a serem destinados 
ao scg.mcnlo por meio de três 
progr.imas: l'rogcr Urbano (Pro­ 
grama de Geraçào de Emprego 
e Renda). ,Jipcm Investimentos 
e ftipcm Custeio. 
egundo o superintenden­ 
te executivo da nidade Estra­ 
tégica de Negócios C~m<rciais 
do flanco do llrasil. Ed, .:in 
empresa vencedora e já cm 
abril a rede de tevé passa a 
transmitir seu sinal para todos 
os municípios. 
/11ualmen1c a TVE só é 
vsta em sele cidades próximas 
de Campo Grande. Com o alu­ 
guel desses equipamentos. a pro­ 
gramação será estendida duran­ 
te cinco anos. "Essa ampliação 
do sinal não foi concrcti,.:ida an­ 
tes porque estava cm fase de cs• 
tudos. Só agora lemos condições 
de dar esse passo". cxplka 
Walter Mauro. 
O aluguel dos ,quipamcn- 
Monteiro. no Progcr Urbano. o 
empresário pode obter parte dos 
recursos para financiar capi1.al de 
giro. desde que não ultrapasse 
30% do valor da operação. O 
prazo para pagamento varia de 
18 a 36 meses, com carência de 
6 a 12 meses e juros de 5.-t¾ ao 
anomaisaTJLP. 
O limite mi,imo de finan­ 
ciamento por projeto do Proger 
Urbano é de RS 50 mil. A libcra­ 
çào dos rccursos dcpcnder:i de 
uma avaliação do projeto. O BB 
tcni de aprovar a viabilidade 
tos sera pago com recursos da 
própria televisão, conforme res­ 
salta o diretor-administrativo. 
"Nenhum centavo ri do gover­ 
nn do Estado. Trabalharemos 
com l:rbJ propri.1". dc,IJCJ 
lniciJlmcntc a direção da 
TV[ <,olic110u rccur<,o, do l1- 
ni,1ério da, Comun,oçic, flJr.1 
a compra dos equipamentos. 
Como o dinheiro n:io foi rcp.l• 
sado, optou-se pelo aluguel.<,,. 
gundo 'alta !Juru. a medida 
nào ,ai sair mais cara. "Com a 
locação, não gastaremos nem I u o 
du , alor du e-iu,pam,nto. '"º 
econômica e: a,aliar se a prupost:i 
integra as áreas consideradas 
priorit;íri;is pelas comiss.i<.-s "51:ldu­ 
ais quc adminisu-.im o progr.,ma. 
:So :-.Iipem lmesiimenlo. 
que funciona com recursos do 
Fundo Nacional de Dc,emoh i­ 
mcnlo (FNO). e no Mipcm Cus­ 
teio. que opcrJ com rt:CUíOS do 
Pascp. os in, cstimcnios ficarlo 
cm tomo de RS 30 milhões e 
devcrào estar disponívci, :i par­ 
tir de fc, ereiro. porque a, nego­ 
ciações com o BNDES. que ad­ 
ministra os recursos do ND. 
não vai nos onerar", garante. 
 r111µr.t11lJ',.Í<' JJ r  1 
vai ser transmitida via satélite As 
rr,frllllí .,, de, cm J[l<:ll,I com­ 
prar ulllJ a111c11J p.1rJb,d1c,1. um 
rcceplnr e um trJn,rn1s<,or. 
( om CC cquipJIIIClllll. 10JJ 
a cidade assiste aos programas 
da cm "'ºra prnJu11Jo, cm 
( ampo Grande - Jornal da IV 1 
1' e '.!' 1 d11,:io, <;0111 Jo 1Jto. 
1 ;ilando dc l.ducJçJo. 
/1 lmana<JUC f V. 1 V[ !).;bate· 
e ainda toda ,J programaç3o dJ 
r V Cultura de ',Jo PJulo. no 
hor..iru> dJ1,- 6 ::i rnc1t.1-nuite. 
ainda nJo foram u,ncluidJ,. O, 
juros do Mipcm lmcstimcnlo 
1.ambém s:io de 5.-tº u ao ano mai 
T JLI'. com prazo para pagamen­ 
to de I8a 36meses. 
Com o 1ipcm ( USl<:ÍO. 
para capital de giro. o B vai 
ofcrcccr RS 100 milhõc, para fi. 
n:inciar pequenas c 
microempresas neste ano. O li­ 
mite má~imo par.1 cad.; cmpr6- 
timo é de RS 5 mil . com pra70 
para pa;pmcnlo de até 180 d1J!>. 
Os juros são de 1%ao mês mais 
a Taxa Referencial(TR). 
htendimento 
Personalizado 
Responsabilidade 
AOS IJOSSO§ C 
lo 
LA'A GGEA 
Ll)IIIIIFICA.CÃtt .. 
A.DA.liTEClltENTtt 
Rua Dr Corrêa - Centro 
11(067) 287-1238 
PORTO MURTINHO/MS 1 
• FAX (067) 287-1163 
1

J OH . '/ L 'J H J B t; S,  D. 1 H O. "I h l ' 
Romez lebet entende que "União eM : ·oséo e o meio 
t b I d d t t 
de conservar ·os de MS' , diz Cetina 
es a i i .. o e não será ex in a 
SL no D. 1 998 p Gi - 0 
rasilia - No quarto dia de discus ao 
d I prnpo,t,1 de emenda constitucional que 
dispõe sobre a reforma administrativa. o 
Senador Rame Tebet (PMD[-MS) disse 
que discorda da into.:rprct,H;ào ele 4u.: a tl:t­ 
bthdade do ,crvidor rúhlico Cr, elinta rn111 
a reforma. Para ele, ao contrário do qL11.: t.:· 
p~r.1111 E,tado, e munidpio,, a reforma "não 
é remédio milagroso para o problema das 
dividas daquelas entidades federativas" mes- 
1110 porque.: o instituto da estabilidade é rc,1- 
firmado na c111cnda con,titucional. 
S<.:gundo o Senador, a rropo,tn cm clis­ 
.:u~~no no plcn:rio do Senado rcnfinna a 11c­ 
cc,,icladc ele concurso rarn i11g.rcsso no scr­ 
~i1:o r11blico e estabelece.: critérios para a d..:­ 
missão de funcionúrios. No caso de dcmis­ 
s:lo por mau cll:sempc11ho, a reforma nào tra,. 
novidades cm n:laçào às normas jú vigen­ 
tes, cnnsich:rou. Quanto à demissão para 
cumprimento do limiti.: d.: 60% de: ga,tos 
com a folha de.: pessoal. como dtti.:rmina a 
Lei Cnmata. Tc.:bel Irisou qut a PEC estabe­ 
kcc. antes <la demissão de fimcionúrios es­ 
l!°lvcis, a diminnçào <lc 20% dos cargos <lc 
confiança e a demissão de s..:rvidorcs niio­ 
c:stáveis. 
Um possível efeito <la aprovação da 
reforma. que tem muitos pontos posi­ 
tivos i.: l..:rá meu voto favorável". e: a cri- 
s,,11111/or Rom,•; Jt,/,et 
ação de uma espc.:cii.: d.: "buraco negro". 
após a aprovação da ki. a demis,ào ror 
mau lksi.:rnpcnho firnrú dcr..:ndcnte de.: 
kgislaçào compkmcntar posterior. 
Tebet também destacou qm: a r..:forma 
tem 11111 aspi::cto "curioso". pois dctcnnina 
qu..: o teto rnú:-.imo dos salúrios para o servi­ 
ço público dcvc.:rá s..:r fixado por iniciativa 
conjunta dos pri.:sidcntc.:s da República. do 
Sc.:nn<lo í-cdcral. da C.imara dos Di.:putados 
e do Suprc:1110 Tribunal h.:di.:ral. 
e. 
la. 
r ,tJJJ 	., 
Jallad. durante entro de Pre­ 
feitos do Sudoeste. realizado em 
Guia Lopes da Laguna, dia 26, 
para d .-.u, o prévia da forma- 
1,Jo d,, Como~io tnl<r!Till'llctp.il 
dJ B.1e1.l(Jos ri,h Ara e '11iranJJ 
A deputada dine n.1 r,·­ 
gião iorte, onde diversas comu- 
111tl,1dc, trJhJlhln1 JUIIIJ,. L<llll 
upo10 d,15 au1uriJ.1dcs tlJÚu.1is 
e federais. já vem gerando be­ 
neficios na conservação da ba­ 
cia hidrográfica do rio Taquari 
"/ gr,111dc vantagem da efeti J 
JlJrticipaçào munic1p.1' é 4uc 
atr:11 é, tias l'n:fi:itura, n, dcmai, 
entidades e forças vivas na wci­ 
cdndc também se 111obili1am". 
avaliou Cclina. 
/ reunião rcali,ada em 
Guia Lopes. no Paço Municip:il. 
contou com a prc,ença tlo dcpu- 
1atlo \'aldcmir Mof..a e dos Pre­ 
feitos de Guia Lopc, (Eli1cu dos 
Santos). de Jardim (Mareio 
~lontciro). de /111011io João 
(Dácio Quciro1-). de Bodoqucna 
(Jun ! fada), de Anast.icio (Nildo 
/Ili cs). de Car.1col (l)ilmar Lei­ 
te). de Maracaju (Reinaldo 
/11.imhuja). de Pono lurtmhn 
(Miriam dos ',,mto,). ,.k llnrnln 
(Nery dos Santos) e de Ponta 
PorJ (arlos I roe'). 
O cne<>nlro d,.,__u11u o per­ 
fit regio nal do 'iuduc,tc. u,m 
destaque para u pJpel cstratcgi­ 
co do, cursm ú';igu.1 que bJnham 
a região, passando-se a seguir 
para o debate da proposta e fun­ 
damentação favorável ao traba­ 
lho conjunto para cuidar da con- 
REFEITURA MUNICIPAL DE BEl 
Balancete Financeiro do tlês de 
V 
seralo e exploração racional 
do, r,·curl" hidnu,s J, ',uJ.,. 
c-.tc 
1 oi dado mais um pa so 
11np<1rta111c no 1111110 da 
conserentzação c da ação C(JO· 
JUnWcm fJ,urdom inambicn­ 
tc. riquct.1 que prccrsa ser prc­ 
servada para garantir vida sau­ 
d.il cl e tu111n> melhor a,, no,,;o 
po10". ;ifirrnou J tlcputatla 
('cima ao final do tnlPllln>. 
REl" 1 1 1 A 	1) 1 ... p 1 ... 1 
111111Os 	111110, 
1, li 11101( O MI ,("l'11 1.,1)() 	l'-11 l<IOI( 
'º 11 ' 
l l li 1 IX/ 
ORÇAMENTÁRIA 
ORÇAMENTARIA 
RFCltrASTRIIIU l"ARl1S 	36$ 287.96 28 353.CMI J'IJ(>.IIJ.96 OI -11.Ghl.t"I IYO 	-l)X ,,:, 32 	13x +20,32 
Rl"ct,n 1 l'A TIIMONIAl. 	21.927.11.1 l 35ll.52 23 277.56 
112. Jl'DICIARIA 	11 h{I_JX 	'il.5.t;'J 	1:'. (f"''i 5X 
TI/, SI l,RtNCIAS CORRl:NTI-S -t 221.015}"2 770(,JJ.;J .C 991 fH9,h5 U.l • ADMINISIRAÁOE PLANEJAI I o 392 300.45 12121JJ1 	151J<;u·s 
OU rRAS RL:CEI l'AS CORRl·.N I ES 	JJ IHl'l.77 9.73l.2S 42 .. .J 1.05 !IX· l"Dt C,Ç,io E l l I Tl'Ri 	1 494474.71 191 7>0.2h 	1 +k, 2 4 
$SOMA 
·······•• .. - 
....... ...... 4641 240.ó'I XIIJ0óS.53 $4$1 3119.22 10 - ll,IIITA(AO F t ºRll,:Sl~10 	(,1..S 131, I.J 7 114.55 	641 16.49 
13 - SA'DE E SANEAMENTO 	427.02 2x83 l.',6 	46.3 x#9% 
15 • iS~ISTl:SCIA F PRl-.l'IDl.:SCIA J7S 150.58 .: I Sf>u,- 	42271525 
16- lll,SSPORTI.S 	1 51JO.OU 517745 	X/,·; 15 
SOMA 	44'1'1151.28 837871.5 1 	$33702282 
EXTRA-ORÇA~tE:-IT,RIA 	I.Xl RA-ORÇA~ILXT /RIA 
EMPENHOS A PAGAR 
3 005 070.34 137 914.66 J 142 'IS5.00 Rl.'.'> 1 OS, PAGAR - PAGO 	344694.17 3542161 	3011'y 
CONSIGN,ÇÚES 
40.426.16 9 367.67 -'9.i9.UO CO"TrS A PAGAR -PAGO 	241()965.72 2X2 252.KS 	26'11218.5" 
~OM, ........ ··••·••·········· ···•••••·•••••••• 
. .... 3.045.496.50 IJ72S2.JJ 3 192.778.83 SALARIOFA~IÍI.IA 	K 8X5.h9 1 17,33 	10 03.02 
COISIGSAÇÚES 	:!:! OX2.60 6821.1', 	11 907,1)6 
OUTRAS OP[R,ÇÔES 	$SOMA. 
.. ············ 	278962%818 J1S 6MC::!5 	311296.43 
l'Rt:Sl AÇiiO OE CO1'TAS (CJM.MU '.) 	385 000.IXI 3SS.oOO.<K1 OIJTRAS Ol'ERA('ÚL.S 
SOMA ......... .............. ······•""" ... 	38$ 000,00 
)85 ººº·'" 
REPASSE DUODÉCIMOS (CAM MUN 350 000.00 3~ f,l()(J,O(J 	J851)00JJ(J 
$0MA...... ........... .... ........ .. . ..... 3511000.00 35 OIX).l,<J 	38$ 000.00 
SALDO DO EXERCÍCIO ANl ERIOR 	SALDO PARA O MÉS SEGUINTE 
(All<A 
2 000.00 1.591.98 
2 ººº·ºº 
C,IXA 	1 591.98 392317 	J 92).li 
BANCOS CO:S'TA-~IOVIMENl O 
9-12.71 I0.37-Ui9 	9--12.71 BANCOS CONTA-MOVIMENTO 	10374.89 20 330.95 	203 JO.<iS 
llANCOSCONTA-ARRECADAÇiO 
1 5X7, tJ 5i.tJ 1.587.1.1 11,1COS COST i-illRCCDAÇ iio 	57.IJ 57.13 s·.u 
I.IANCOS CO:S'T ,-VINCULADA 
654.53 38.834.53 	1>54.53 BANCOS CONTA-VINCULADA 	3X RJU3 170144.94 	170 144.94 
11.ANCOS CONT A-ESl't:Ct,IS 
497.28 2.780.85 	497.,x llA1'COS CO:S'lºA-ESPECIAIS 	2 780.85 ::! 9':l 1.26 	2.994.26 
SOIA. ........................ . .................... 56Xl.o5 53.639.38 5 681.65 OMA .. .......... ... ........... .. ........... 53 039.38 19 45045 	197 450 .. 15 
lOrAI.GCRAL 
7.692,418.84 1 395.990.24 9.034 769.70 lOTALGER,L 	7 6Q2 41 X.8-! 1 395 990 'J 	9 034 769.70 
JO~E GMlllJALDI DA ROSA NETO· l'r<Í<llo ~lum<1p,I 	CELISA GUTIERRES L GOS:Ç,l.VES- >,"<.h,n de F:uentb 
:-01:SFA DE MEDEIROS FLEITAS -CRC IR0-0-MS- Te Co! S.t.:t.;!e 
Eficiência 
Qualidade 
.--------,Lavag~ 
Lub1·ifieação 
Abastecimento 
V 
Acenda ca Conf i• 
RUA CORONEL ALFREDO PINTO,132 - Cent Ao 
tr 067 287-1314 - PORTO MURTI HO/_ IS

C> 
}Jossos 
Parabéns 
ao jovem José 
Gustavo da Costa Afar­ 
ques, filho de• /)r. Ivan e 
Gra o, (Jlll' .w11t v1turio,10 
110,· ve.1tíh11fwcs: Mcdicí- 
110 VeterillfÍria 
(UN!DERP) e Fisioterapia 
(UCDIJ). 
o 
O 11 
é o que o Hospital 
Süo Vicente de Pmtfa está 
organizand,J. Será 110 dia 
06/02 e #;- o Clube 
1:sp1•:•:: .. .., iJelavi.vrens ... 
com a animaço .. Ban­ 
da Elite. 
à 
.,_ . 
@9e 
fazem parte da Dire­ 
toria do Hospital convi­ 
dam à todos os interessa­ 
dos em adquirir mesas, 
ingressos ou que queiram 
colaborar de algumafor­ 
ma com o Hospital é só li­ 
gar para o Fone: 439- 
1800 que será atendido 
com muito prazer. 
p/ate 
lesjss 
No dio, ?? pp 
C(Jrtlt'l//01011 com fa­ 
mlares seus E} aninhos a 
111('/lÍll(I moça /lfaíra 
Godoy Delvalles 
Parabéns!! 
O Grêmio 
Pedro Rufino 
está se preparando 
para receber um grande 
público nas 5 noites de 
carnaval. Banda com re­ 
pertório moderno e 
animadíssima. Reservejá 
a sua mesa! 
_rue o ingr ur para 
esse Costal :' ape­ 
nas RS 3,99e vesa iS 
30,00. A11inwçào é o 
que a Banda Elite não 
deixará faltar para 
quem compareci' 
Festa do Bye, Bye, 
realizada dia 28 pp., no 
Hotel Pousada da Frontei­ 
ra. Foi só de jovens que 
continuarüo estudando 
aqui despedindo-se dos 
amigos de escola que es­ 
tudarão em outras cida­ 
des. Foi uma linda confra­ 
ternização! 
e+t±: 
Procure vi r em harmonia 
com as pessoas que estão ao seu redor, 
em abrir mão de sa dgndade 
Fale a sua verdade, clara e mansamente 
Governo vai 
mudar regras 
sobre o cinto 
O Departamento a­ 
cional de Trânsito 
(Denatran) anunciou que 
• estuda alteração de exigên­ 
cias estabelecidas no Códi­ 
go de Trânsito para o uso de 
cinto de segurança. As mu­ 
rlr,nças serão anunciadas 
ct1a 6. A GM e a Fiat, apoia­ 
das pela Anfavea, conside­ 
ram inviável técnicamente 
a instalação de encostos de 
cabeça e cintos de seguran­ 
ça de três pontos no banco 
traseiro, (Transemo do Jornal 
Es1ado de S<io Paulo) 
[seu/!' a "erdude dur 0111ror, 
po/J der também 1h11 o ,111 próprio h11tóno 
Evite as pessoas agitadas e agressivas. 
elas afligem o nosso espírito 
Não se compare ao demalr, 
olhando as pessoas como superiores 
tJII inferiares a voce, 
i.uo o tomarrí s11perficial e amargo. 
Vim inte11.m111e11tc! os sem ideais 
e o que voce já conseguiu realizar 
Mantenha o intercJJe 110 H II trabalho, 
por mais humilde que seja, 
ele é um verdadeiro /esouro 
na conti1111a mudança dos rempos. 
Seja prudente em tudo o que fizer, 
porque o mundo es/1.i cheio de armadilhas. 
Mas miu jiq11e cego para o bem que sempre existe. 
Há muita gente lutando por nobres causas. 
Em toda parte a vida está cheia de heroísmo. 
Seja w,ce mesmo. 
Sobretudo não simule afeição 
e não transforme o amor numa brincadeira, 
pois 110 meio de fanfa aride=. 
ele é perene como a relva . 
Aceite com carinho o conselho dos mais ,·e/hos 
e seja compreensivo 
com os impulsos inovadores da juventude. 
Cultive a força do espírito 
e voce estará preparado para enfrentar 
as surpresas da sorte adversa 
Não se desespere com perigos imaginários: 
muitos temores rêm sua origem 
110 cansaço e na solidão. • 
Ao ludo de uma sadia disciplina, 
consen·e, para consigo mesmo, 111110 imensa bondade. 
Voce é fl//10 do rmiwrso, 
irmão das estrelas e án·ores. 
voce merece esrar aqui. 
E mesmo se ,·oce não pode perceber, 
a terra e o uni·erso 
vão cumprindo o seu desrino. 
Proc11re, pois, esrar cm pa:: cum Dem, 
seja qual for o nome que voce lhe der. 
No meio de seus trabalhos e aspirações, 
na fatigante jornada pela vida 
conserve, no mais profimdo do ser, 
a harmonia e a paz 
Acima de toda mesq11inhe=,falsidade e desengano, 
o mundo ainda é bonito. 
Caminhe com c11idado, 
faça tudo para ser feliz 
e partilhe com os Óurros a sua felicidade. 
!alo ,nconltodo ,m Bollimoro, no o.ofigo lg,ejo Soinl-Poul. em 1962 
&zoe -. des pe@@o 
PARK g séRE 
A prova esmta doe 
taduaus- Aur l 
Pro! 
previsto para as horis da ma ltao roto 
didatos. data., horario e local do exame foi divulgada no ultim 
dia 29, no Dáro Oficial do Estado Osmn n dever eou! 
tar o publicação sob o local da prova 
o LOnCUf'>l) teve 15$463candidatos mmrto q , ' 1 r 
rerão a 1430 vagas As vagas mais disputadas da d, San u 
com I 0427 concorrentes, P'rodaul, com 1 793,e a lrtel com 
1088. A empresa com menor número de inscntos foi a Lote + 
com apenas 38 candidatos. 
O cargo mais concorrido foi o de Técnico Admim trtivo 
pera a Sanesul. que obteve a n:édi.1 dr J 5 umJ,d.11.J! p, r 1,1 • l. 
seguido do cargo de Assistente Administrativo para a empresa 
/grosul. com 22 candidatos por 1,11!,l. .lpm, caq•th tL·r,fo um 
candidato para uma vaga, como é o caso do Assistente Adminis­ 
tratvo I - f c,uuraria (l'rod.JUI), l:krr.:ci,1.1 lk Màg1111,.1, 
(/grosul). Operador de Caracteres (Frtel) 
Em Campo Grande, o exame sera aplicado nas eico­ 
las: Osvaldo Tognini. Joaquim Murtinho. Vespasiano 
Martins. MACE. Una.:s, Ccsup/Unidcrp, e Camrus d,1 
UFMS. Nas cidade, do Interor. os candid,1to'> far,'io a, 
provas no, Centros Universitários ou na sede da l Ili crsr­ 
dade Estadual do Mato Grosso do Sul (Ul:MS). 
AGRADEC TO 
Nós da familia de: Gn,gório Sel:ige (Ligó) ~ícmos por 
meio deste agradecer à todos os amigos, parentes, médicos. 
enfcrmeir.i.s. padres. conhecidos e até desconhecidos. que co­ 
laboraram. que nos ajudaram dando-nos o apoio nccessáno 
cm lodos os momentos. desde o inicio de sua enfermidade até 
agora depois do sc:u falecimerllo. 
À todos o nosso muito obrigado! 
"Oh. como é bom. como é agrad.i.vcl rara irmão, muitos 
viverem juntos". (Heb.133: 1 ). 	' 
"Feliz aquele que encon1rou um amigo, crdadeiro "que 
fala da justiça a um ouvido atento" (Eclesi.isl1co 25: 12). 
Conl'idumos a todos pura a ,!isso de 7" dia que será 
domingo às 7:30 lzs da manhã e às/8.00 na IKreja Ma1ri= de 
SantoAfomo 
- Atenção individualizada, sem necessidade de 
professor particular, atendimento integral. 
- Recuperação paralela e contÍllua, 
conforme as necessidades da criança. 
- Nú_,nero limitado de alunos 
- Atenção especial à potencia/idade da criança 
- Desenvolver o espírito patriótico 
- Incentivo ao esporte 
- Aulas de Inglês e Espanhol 
- Catequese aos que quiserem. 
"0 ambiente escolar não pode nunca repor, 
1TllJS só acrescentar ao ambiente de caca" 
iY!}Rtrículns oZbertRs 
ir 439-1356 - Horário das 7:30 às 11 :30; 13:30 às 16:00 
Rua Guia Lopes. 81 O - Bela Vista/MS