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Ano: XXVI - Nº 2.005 - 06 de Abril - RS 1,00 - Fundador: lvaldo Pereira 
Porto ,.Ur tr,ho. [J .la v,st 
ga balanço da "Operação Semana Santa" 
Vários Barcos, Motores de Popa, Pescado e Petrechos 
proibidos foram apreendidos em patrulhamento no Rio Apa 
ai 
lk,t.1CJ1m:nlo P.11 lon:,LJI 
de Bela Vista divulgou na 
semana passada ota d 
1 mprcn~.1 informando O 
resultados da operação 
denominada "Semana 
Santa", que foi dc!lagrada 
pela corporação em todas 
a, n.:giik, do Llado com o 
objetivo de coibir 
principalmente a pesca 
predatória nos rios durante 
o período qu.: anteccdcu a, 
cclcbraçôes religiosas da 
Igreja Católica. Como é do 
conhccimcntu geral. ncsst: 
período cresce 
;ub,tancialmentc o número 
(m registro das diversos materiais e petrechos de pesca apreendidos pela Policia Florestal no Rio Apa de pescadores que 
Assembléia 
Geral Ordinária 
CONVOCAÇÃO 
t Dirc·toria da 
Sociedade Aerodesportiva 
Marechal do Ar Albato 
SJntos Dumont. 
CONVOCA todos os sócios 
fundadores, para uma 
Assembléia Geral 
Ordinária. que se n.:ali,ar,i 
:1- 09:00 hor,i., no dia 3tl'0-l 
99, nas dependências da 
sede social Aeroporto Filhote b 
Rond.io. para deliberarem a 
matéria abaixo declarada na 
nr km do dia. 
ORDEi1 DO DIA: 
Eleição da nova 
Diretoria para o c:--crcicio de 
99!2000. 
Bela Vi!ta/MS .• 06 de Abril de 1999 
Oiomcdes Sandim de Avila 
Oir. Pres. da SAMAASO 
ido dos Trabalhadores 
A Assembléia do P] 
( Partido do, Trabalhadores) 
realizada no dia 03 pp .. ckgcu 
componcntes da Comiss:io 
Partidária Provisória que 
rcprc,clllar.i o Pani<lu cm Bda 
Vista e junto ao Govcrno do 
Estado. A rcuniilo contou com 
a presença dc drios scgmcntos 
do Partido onde a particip.,çàn 
dos filiados e militantes 
contribuiu cm muito para o 
cxcrcicio da Dcmocrncia 
Participativa, demonstrando 
dessa íonna que rcalmcnle o 
PT é um partido aberto. 
democrático e que têm um 
ideal de luta. 
seguintes 
Presidente da Câmara Ailton apresentou 
rojeto de Lei para extinguir a Taxa 
de Iluminação Pública em Murtinho 
Seguindo a tradição do 
Sec de Ferio Politics ds PI r Sdi 
Partido de valorização do ser 
humano e dos militant ·foram 
eleitos por ampla maioria dos 
'OtOS os 
a 
O V crcador e Presidente 
da Càmara ilunicipal d.: Porto 
ilurtinho/il .. Ailton 
anchcs. cm reunião da 
Cimara Municipal. apre cntou 
projeto de lei para extinguir a 
taxa de iluminação pública. na 
verdade pediu revogação da 
Lei Municipal nº 835 de 17 de 
Janciro de 1990. ilatéria 
completa na Pãi:ina - 02 
Bela Vista o 
componcntcs Presidente. 
Prof. Valdir: Vicc-Pre11ideo1c, 
Prof. Joel: Sccre1,,rio de 
Formaçiio l'olilica, Dr. adi; 
Sccrct:iria de Organização, 
Prof. Gilca e Secretário de 
Fin,111ças, r. Custódio. 
Foram eleitos também os 
,uplcntcs para os cargos da 
Secretaria. Detinida essa fase: 
de organização interna o 
Partido cst.i pronto para 
receber 110'as filiaçõcs e 
jun1amcntc com o povo 
belavistense contribuir com o 
dcsen,·olvimento da cidade e 
construção da ,idad:mia. 
,, 
prm.ur ,m <h nn,. par,t de 1c 
extratrem a mator 
quantidade de pescado 
possivel, tendo em vista o 
aumento consideravel do 
consumo provocado pel 1 
tradição de se comer pei» 
nos dias santos Pág/05 
, 
AGUADOCE 
Críticas injustas do 
Vereador Cha orro 
Secretário i11111icipal de Obras• ,!arcos Barbosa 
Bela Vista - Na edição dc "Barbosa" Rios da CruL 1..-stâ 
sábado. o Vereador Israel desenvolvendo um excelente 
Chamorro (PMDB). na trabalho no conjunto. ou 
página do Lt.:gislati,o. disse seja. buscando atender a 
que a atual Administração todos os bairros dt: Bela 
niio está atcndcndo o bairro Vista e centro da cidade. Até 
da Água Doce. Respeitamos mesmo a Água Doce. qui: o 
o trabalho do vcrcador. mais vereador diz estar 
ainda. dos votos dos seus "abandonada" (não 
eleitores. mas a verdade é corrcspondc a verdade). 
que o Secretário de Obras do dentro do possívcl o bairro 
município. Marcos cstásendoatcndido. P:íg/03 
Prefeita Myrian usou a Tribuna Livre da Câmara de Murtinho 
Na última reunião ordinári::i realizada no dia 
29. o plenário da Câmara Municipal recebeu a 
Prefeita.. Myrian Conceição Sihcstre dos Santos. a 
qual solicitou para usar a Tribuna Livre (cspa,;o 
reservado por Lei às pessoas que repr.:scntam um;i 
class.:. digo. uma entidade de classe, seja·dt: 
associaçõcs ou coisa p:m:cida). • 
A Prefeita anunciou os assuntos a ser, 
tratados e o Presidente Ailton anches junto com os 
outros Vereadores cedeu o espaço. Na oponunichd; 
rdatou e prestou alguns esclarecimentos sobre a su.:t 
administração. resumiu o que foi feito até o momento. 
mas o que chamou mais a atenção foi o debate 
referente ao atendimento médico hospitnlar em nossa 
cidade. os Vereadores vinhum debatendo essa 
questiío h:i dias porque as reclamuções estm·am 
. . 	chegando continuamente e por isso esse assunto foi 
Prefeita Myrian Conceição S. dos Santos o mais abordado. Púgina-07 
Atividade TUPistica irregular poderá se• embargada 
A parir desta semana, todos os empreendimentos turisticos do Estado estejam funcionando irregularmente, provocando graves impactos 
Estado, operando sem licença ambiental poderão ser embargados, ao meio ambiente. O órglo vai agir energicamente, princi; ±lmen:e no 
di:mol1dos o~ rtmO idos. E.st~o suJc11os às pt:.n:!.lid:1.dcs.. cmprctndi:nc.ntos Pl:?n:ilto d:i Sodoqucni. onde c.on)t:im os ~1unicipio~ d-- Bo~;·· J ··:d.·· 
ou obras de infra-estrutura para atividade turistuca em zona rural. áreas Poro Murinho e Miranda. A ComissI ora , i . 
. 	• 	• 	• • ... • , .. • 4 ss40 parao renumento lo urmo 
de proteçlo de mananciais ou cm unidades de conservação. A aplicação no Estado, composta por técnicos do Governo, universidades e 
de sanções. esta prevista na Resolução n 33l de 0l de Abril do ano organizações nlo governamentais. deve emitir nas próximas semanas 
passado, publicada pelo então Secretário de Meio Ambiente, Celso um parecer técnico com medidas emergenciais para o setor. O objetivo 
Martins. A Coordenadoria de Licenciamento da Secretaria de Meio daComisslo e facilitar pura oempreendedor.er t; b 	+, 
A b' • ( ) • 	• ,; .. • cm .ermos urô:t'r:i11c:o:s o 
mbiente >ema) estima que 80% dos empreendimentos turisticos do pedido de licenciamento para instalação de atividade turistica.

da Frantln Ci 
p---• dente da camara 
Lei para extinguir a Taxa d 
O Vt1, ld ,r e l'rcs,rlcn1t da l,in1 ra Municipal de Porto 
Murtunha/M Alton Sanches, cm rclllHi  d.1 e ll111Mu 1unu.,pJI. 
.1pr, entou projeto de lei ll"''' extinguir a 1.,xu d< ilu111ir..1ç~o puhl1c,1. 
11, v, rd I P' d111 "'" ,,,ç,fo da Lei Municipal n• 835 de 17 d J,111ur,1 
de 1990 1 .< pr1>JCI0 de lr1 l,t111bém fo, ílnllhldo pelo·, VcrcJd,,r,, 
Andcr ,1111 Alvarenga, Anol Garcia Neto, Fernando Cristaldo de 
M,111,h e Jot'I Aldrrclc, o l'IOJCIO de Lei n" 001/99, o seu conteúdo 
fiou assim redigido. 
Ar[-E«a revogada a Lei Municipal n" 35 de l7 de janeiro 
de 199 que intuiu e disciplina a cobrança da taxa de ilumina ão 
,,,íb/crn no Muni ipio de P'oro Murtunho 
A, t r . 1) < ·1wj,· do Poder Exernti, n M,111idp11/ adutará. no 
prazo de 1 das contado da publicidade desta Lei, as providencias 
114.'< 1
1ndrlt1J w, dc•,fi1.11111tntu dos acordo.,. convh,fot ou contratos 
existentes entre o Município e a ENl:.'RSUl • Empresa Energética de 
,1/u/u Grosso do Sul, que objetivam a cobrança da referida laxo 
Ar/ J'. /·/t1 lei entrará em vigor na data de sua publícaçiio, 
revogadas as disposições em contrário 
'S.11.1 do, S, -.o,, du Cümurn Munirlpul de Porlu Murllnho/MS., 
29 de Março de 1999 
Abano assinam o ,eícrido l'rojc10 de Lei os Vercndorcs: Allron 
S:111chcs, A11dersun Alvarenga, Agnol Gareia Nrro, Fernando 
1U)!tL•lo C. de lhtll0S, Jofi Alderclc 
JUSTIFICATIVA 
O prcsc111c projeto vem de encontro com ns ra.1-ões de interesse 
público, bcn1 con10 visa corrigir inconstitucionalidade insanável no 
;111bi10 do ordcnnrncnlo jurldico de nosso Município. 
É de lodos conhecido, o faro de que a carga 1ribut6ria quepe a 
no ombros do co111ribui111e brasileiro é por demais vasla e pesada. 
Apenas s bn titulo de impostos, taxn.s, contribuições de melhorias. 
LJrifos coutms conlribuiçõcs de nntun:7.ll pamfiscal. suponnmos cerca de 
• 58 1ribu10s. que onemm sobremaneira as finanças de nossns empresas. 
pn:s1ndorcs de serviço , pessoas e, porque nilo dizer, fomllins, para. no 
mai das vezes, di,ponnos de tais serviços públicos. 
Inscrita entre as diversas modalidades de tributação que afligem 
no II população, cncontra•sc n 1axnde iluminação pública, que atinge, 
de maneira indis riminnda. pessoas fisicns e jurídicas. 
Para ns cn1presas, representa nrnis um ônus nestes tempos 
dificeis de proíu11da recessão económica por que atravessa nosso Pais. 
Para as pessoas fisicns. representa pesado e incontornável 
ônus. "muxime" para aqueles jogados pela recessão económica, 
no rol dos desempregados ou à margem da economia formal. 
Até parn aqueles que conseguiram man1cr•se empregados, a 
taxa representa, 11a prática, redução salarial. 
A p .. 11 destes foto . outro de interesse público se alinha. O fato 
de jil pagannos. sobre energia elétrica consumida o ICMS (Imposto 
Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), e sobre a propriedade 
dos imóveis o 1 l'TU (Imposto Sobre Propriedade Predial e Territorial 
urbana), tributo cujo volume à toda evidência. são de aviar recursos 
sufucicnlcs a implantaçilo e manutenção e eficiente serviço de 
iluminnçilo pública. 
As im se "' que, do ponto de vista do interesse público, s.'io 
indispcns..ivcis os argumentos que propcndcm à aprovação do presente 
projeto. EnlMan10, outros, de ordem legal e constitucional, por igual 
irn:íuL·h eis, 111ili1um cm favor da extinção da famigcmdn taxa. vejamos: 
• 	Corutituição Federal 
"Art.145 • A União, os Estados. o Distrito Federal e os 
Municípios podcr.1o instituir os seguintes Tributos: 
li ·Taxas.cm ra.ziio do exercicio de poder de polícia ou pela 
u1ili2:1ç~o efetiva ou polcnci,1, de serviços públicos específicos e 
divisívci . prcst~dos ao contribuinte ou postos à sua disposicão; 
Pndgrnfo 2" - As taxas não poderão ter base de c:ilculo própria 
de impo los. 
em situa,à qut 
pruri. ,i1111.1I lltl 1 
juridia dos rendm n 
IÃ ,IJ l11r111,t. r< 
possibilidades para a cobrar 
pelo exerciio do poder de po ,,,. . 
públicos especificos e diisiis pre u 
contribuinte A par de autorizar aquela 	o 	u 
que tivesse base de calculo prpna de 1111po,to 
Destas balizas constituonats que e etrat o coteito de 
taxa como obrigação tributaria a financiar a prestado de ser»o 
essencial especifico e divisível, utilizavel pelo cidadão e fiada ao 
volume da frurç;)o T ste, desde sempre foi o entendimento da mtlh,.r 
cluu1n11<1 01dir,1•sc 
Teotônio Moutl'iru ti~ IJ.1rro, 1 ilho 
'' faxu e qu:11111.1 Pªl'·' i10 Estado pelo particular, sempre que 
lenha pro, OC;tdt> de pesa cpecal e que, ta,4» 4o l011Ull10 l ,ltlllt .. tio 
()li complil,óriu de um servo publ 1co, h,1Ja au kmlu 111<li, Hlu.drncmc 
unta vunti1gcm mcrhUf,l l"tAstaxas e cus principios teóricos, SJo 
l'Julo. 1941, l',tg. 1 X). 
Oílnc Pinto 
"Ainda na hipótese de estar estabelecida, na l ei, uma prestação, 
contraprestação da 1a,a. esta obrigação tributaria deve ser considerada 
inexistente, se o serviço especial não foi prestado" (Estudos de Direito 
l'úhlicn, 1953, l',11!. 164 ). 
Ora. em sendo, como efetivamente e na definio do precipitado 
Anigo 145.11 da CE/'8, pagamento pela utilização efetiva ou potencial 
de scn iço público di, i,h d  l.t,1 de ilumação publica em nosso 
Município n.'o ~e amnld.t ., 1.11 <.ktin11,:.10. J,i qw:· A uma não é 
mensurável a utili,aç;io de tal serviço por cada um do ... contribuinte"'.·•. 
dada a sua natureza de serio indivisivel, a duas porque não se impõe 
à todos os que fruem de tal serviço, na medida em que é eigivel tão 
somente dos usuários de energia elétrica ou dos proprietários de 
1errcno~ não edificados: a três porque o valor cobrado não guarda 
proporcion:,lidadc.: com o seriço tetamente utlzado 
De outra handa. o p;1r.1gr.1fo 2·· do nu: ... 1110 ,rttgo 1-lS d.1 CF 88 
dispõe que a base de cálculo da taa não pode ser idêntica à de imposto, 
fcnõmcno 4uc ocorre.: com :i taa de ilumina;ao publica de Porto 
Murtinho, que é baseada em percentuais da Tarifa de Iluminação 
Pública. 
Nessa medida, a taxa de iluminação publica serve-se de base 
de c;ilculo próprio do Imposto sobre a Circulação de krcadonas e 
Serviços que. é cobrado juntamente com ,t notJ. fi....cal/f,11ura do 
consumo de energia elétrica 
Logo se,~ port:rnt,1. que 1.1111bcm ,ohn.: c ... h: pri,ma. a ta,a é 
inconstitucion:1I. 
Por último. encontr.1-,i.:. i.:11tn: a, limitaçtlc ... ao podc:r de tribular. 
a proibição de tratamento desigual entre contribuintes que se 
encontrarem cm situação equi,alcnlc (,ri 150, 11 da CF). Pela 
sistcmá1ica da lei municipal. um contribuinte que num dado mês 
consuma 502 kwh, pagará o equivalente a 20%, ou seja, valor 
corrcspondc:nte a 100,4kh, cnqu:mto um 1.:ontrihuinh: que no ITIC:!-,ITIO 
mês haja consumido 52kwh, pagara o equivalente a 5%a, ou seja valor 
corrcspondcnh: a 2,6 kwh. Ora não e pre» umi,cl que o primeiro 
contribuinte mcnc1ona<lo em exemplo, usufrua quase 50 vezes mais 
do sen·iço de iluminação pi,bhc~ hn , crJ.,dc. 11.,da h:i que indique. 
de maneira objetiva. difcn:nça. entre.- util11:u;:'m cfc:ti,a. por um lado 
do scn·iço público cm ques1Jo. 
Assim também neste aspecto, por servir-se de base de cálculo 
própria de imposto. a ll~J que o proj.: prctcn<lc extirpar é 
intcir.imcntc inconstitucion:1I. 
/ 4/99 02 
l'ere{lr/or A i/ro,r Sanchet - Pri-sidt'1tl~ t/11 C,1mart1 
O 1nhun,d de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul. p r 
lllíil. J•I 1e, e nporlunidadc de se manifestar obre a matera e, 
t..:orrdJmeutc d1.:c 1J ir no C.nt ido da inconstitucionalidade de tais taras 
Entendimento, no mnats, inteiramente com reiterados pronuntamentos 
dll L~ccl,o ':ilJPRI 10 fRIBUNAL I l IJI RAl .':, 11 
Em conclu-.ào. con-.tat.1-,c que o prc 1."IIIC: prOJl:IP e. nporl inu...t 
vista de atender grande anscio popular por redução da cara tributara 
e. ao mesmo tempo, por el1min:1r do urJcnJ111c11to JUndn..:o do 
Municipio, legrslação evidentemente inconstitucional 
Com esta justificativa, solicitamos o voto favorável de todos os pares 
Sala das Senões da C.lmara Municipal de Porto Murt1nho .. 29 ~e Março~• 1993 " 
Vereadores: Aílton S:rnches. nderson Ah .1rc11ç:a, A~nol 
Garcia Neto, Frrnondo ,ugustr, C. de ,Jult1l e .Jod Al,h r< lc 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 
Mana Estela Velasquez Pereira 
CGC 03 201 265/0001 ·90 
Registro no Canóno de Títulos e Documentos n• 1 066 
Oi retores 
lvaldo Pereira • Mana Estela Velasquez Pereira 
Editor Chefe lvaldo Pereira 
Redação: 
Ubald,no Rodrigues • João Carlos Velasquez • Bela v,s1a • 
Tornnho Ru,z • Porto M un,nho . 
André Avales. Jard,m . 
Kener Lopes Le,1e • Caracol • 
Geraldo Ferreira • Antonio João • 
Ferm,no de Barros• Bonito • 
Admi'1istração e Parque Gráfico: 
• Bela V,sta/MS • 
Av Tnbuna da Fronteira. 564 - 439-1410-Fax 439-1544 
Cx Postal 23 - Cep 79 260-000 
• Jard,m/MS. 
Rua 14 de Ma,o. 342 - (067) 251-1669 (Sede Própna) 
• Pot10 Mut1mho1MS . 
Praça Thomás Laranre1ra. s/n • 287-1239 (Sede Propna) 
• Bon,to/MS • 
Rua Monte Castelo. sln (Sede Própria) 
• Anton,o Jollo/MS. 
Rua Bela Vista. 660 
- CaracollMS - 
Av Brasd, s/n - (067) 495--1198 (Sede Própria) 
Assinaturas. 
Anual: RS 100,00· Somcstrn1: RS 50.00- Monsa1: RS 15,00. 
as opiniões emitidas nas rnateras assinada no representar ressangrerte 
a op!nUo do Jornal. !l.ci-ndo do reapons11b1lw:boe de wus au!:,re-s 
Fíllado: ADJORI e ABRAJORI 
••••••••••••••••••• 
{Atendimento Personalizado 
Responsabilidade _ 
Lavagem 
Lubrificação 
Abastecimento 
Rua Dr. Corrêa - Centro - Porto Murtinho/MS (067) 287-1238 Fax(067) 287 •1163

Diário Tribuna da front a 
06/04/99 Pá a 03 
Insulto aos Bras eiros 
pretensa estatiza,ao 
da l'ctrnbr(i-,. do llanw do 
llr,1 il e d,1 Caixa l'.confünica 
Federal representa o que há 
de mais negro e mais, 
innceit:ivcl no 1110111c1110 
brasileiro. vindo em 
contrapartida. com 
veemência, dignidade 
patriotismo a palavra segura, 
firme e antusiástica que 
brotou do peito do valnro.,o 
senador da República. Ra111c1. 
Tcbct. nosso cmi11cn1c 
conlcrrfini.:o e rcprcsc11111111c 
do Estado no Senado da 
República. 
t 
Pena gde outras vozes 
nilo 1enha111 se junlado ainda 
11 do senador para lonnar uma 
corrente dc valoroso vigor 
contra aqueles que de ejam 
vender os últimos 
patrimónios da 
nacionalidade. 
No chega a venda da 
Vale do Rio Doce que, ainda. 
por sorte dos brasileiros, caiu 
nas maos dos brasileiros da 
Sidm"1rgica Nacional, como 
poderia ter ido par,1 as mãos 
limpas de Antônio 1:nnlriodc 
Moracs. o excelente capitão 
elas indíislria Votoranlirn, 
como também para outras 
naçõe,??'? 
É preci o rebater. desde 
logo, a essas investidas, todas 
elas preparadas de 111aneira 
 elada; armam o "bole" os 
prôprios homens que não 
acenam no caminho que deve 
1rilhar a Pá1ria brasikira. São 
jogadas amargas e traiçocirns 
que se dcspn:ndcm cm cima 
, 
AGUA OCE 
Críticas injustas do 
Vereador Chamorro 
Pedro Pedreira (Da Redação) 
Bela Vista - a edição de sábado. o Vereador Israel 
Clrnmorro (Pl'v1DI3), na página do Lcgisla1ivo, disse que a 
atual Administração não está atendendo o bairro da Água 
Doce. Respeitamos o trabalho do vereador. mais ainda, dos 
seu votos, dos seus eleitores, mas a verdade é que o 
Secretário de Obras do município. Marcos "l3arbosa" Rios 
da Cruz está desenvolvendo um excelente trabalho no 
conjunlo, 011 scja. buscando atender a todos os bairros de 
l3ela Vista e centro da cidade. Até mesmo a Água Doce, 
que o vereador diz estar "abandonada" (não corresponde a 
verdade) dentro do possível o bairro está sendo atendido. 
Iluminação pública. ruas cascalhadas, extensão da rede 
elétrica. colocação de bueiros. limpeza de valas, o possível 
está sendo feito. acontece que são muitos os bairros. mui1as 
frcntes de trabalho, com os equipamentos que dispõe o 
Secretário. pode se dizer. es1á fazendo o que deve ser feito. 
- 	[ .s 
Secretário Municipal de Obras - Marcos Barbosa 
Outros bairros. moradores. todos os dias cobram do 
Sccrctirio. é limpeza de valetas, bueiros, patrolamento. 
colocação de luminárias. a todos elc procura atender. 
Louvável a preocupação do vereador. não só dele, mas 
também dos outros vereadores que reivindicam o ri1esmo. 
só que. entendemos. está na hora de PARCERIAS. iniciativa 
privada, políticos e Executirn. com sugestões pr.íticas parn 
e resolver reais problemas de Bela Vista que se arrastam 
há muitos anos. tais como geração de empregos, implantação 
de pequenas empresas. agiliznção do turismo. está na hor..1.. 
repctimos. de os vereadores se transformarem em 
PARCEIROS. política :i parte. para que possamos, 
realmente. transformar Bela Vista. Prcci amos mais de 
jovens com fé e determinação, isto o Sccrcl:irio de Obras é, 
um homem trabalhador e bem intencionado. 
das nossas cabecas, em menos 
esperar... 
As estatais vendidas até 
agora foram queimadas para 
tentar apagar a fogueira dos 
dólares que estamos 
pcrd.:ndo há quase um uno, 
sem cessar e de maneira 
dificil para no, ajcirnr para a 
grande caminhada. E ai está 
o Fundo Monetário 
Internacional (FMI), quando 
um dos seus chefes fala cm 
l':iri5 que .is n.:gociaçõcs para 
encampar o banco, o mais 
notável elemento de 
suslcntaçào da nossa lavoum 
e da inclúslria nacional. e por 
que nào di,i:-lo. do comércio 
dos nossos Estados, como da 
Petrobrás e da Caixa. estão 
bem encaminhados. para 
serem. cm breve. tragados 
por bancos Ínl<:macionais que 
cnlào passar.io a engolir o 
13rasil. como nos tempos 
anteriores às denúncias de 
Gustavo 13arroso, no seu 
famoso livro "l3rasil, Colônia 
de l)anqueiros", cuja histôria. 
acreditamos. queiram repelir 
as rapinas estrangeiras que 
desejam somenle obslacular 
o ingrcsso do Brasi I no 
Terceiro Mundo. Por que 
fazem isso? Por que 
alardeiam essa marcha 
macabra contra o nosso 
querido Brasil? Temos que 
reagir ou iremos perecer? 
Vamos marcar a nossa luta 
'.0111 ,J11 , uc, suor e 
lágrimas" se preciso, como 
disse a alta bravura civca do 
gr.1ndc líder britiln1co no 
assalto aos fortins alemãs 
assentados na iormand1a. 
Vamos vociferar, vamos 
agir, vamos promover a luta 
indormida, mas precisamos, 
agora ou nunca, levantar a 
110'>-'>,1 b.mdeira de luta civica e 
democrá1ica con1rn os 
embusteiros que no, querem 
massacrar. cm nov.1s e 
repetidas invasücs de 
franceses, holandeses e 
espanhóis contra o solo da 
nossa Pá1ria .. 
O senador Ramez Tebet 
levantou essa posição nacional 
da alta tribuna do Senado da 
República conlrn a imposturJ 
de muitos e a acomodaçào 
infeliz de outros, todos 
medíocres e esquecidos 
ctcmos dos seus deveres para 
com a Pútria comum. 
ôs temos, como agora 
fazemos. de aplaudir a palavra 
valorosa do scnador Ramez 
Tcbet pedindo o apoio dos 
filhos do seu Estado para 
fonakccr a sua vontade férrea 
de combaler os negocistas, 
fincando férreas cslacas no 
solo deste imenso pais, já de 
tantas tradições conquistadas. 
btarno, no, por pouco. 
sendo. como somos. a oitava 
economia mundial. eslando 
preparados para in grcssar no 
prôx.imo mil.:nio cm posições 
varonil e de vary la 
O próprio en dor 
Fogaça do Rio irande foi 
solidário com o orador, 
afirmando que tem notado a 
pressão de certos grupos 
nacionais e outro, 
internacionais para a venda 
de sas três estatais Bano do 
Br,ltl. Caiu l·conô111k,1 e 
Petrobrás. Vendidas essas 
crnpre as de alto  alor de 
muita serventia para o nosso 
povo, passaremos a nos 
empobrcet'f lodo, o, dias, com 
o mandonismo que ir.í. imperar 
dentro das nossas fronteiras. 
Aqui também vai um 
apelo ao Congresso Nacional 
para que. junlo e forte. negue 
qualquer medida solicitada 
pelo Governo para essas 
venda.s ou negociações com 
elementos que con,ideramos 
suspcilos. O Congresso tem 
dado mui10 ao presidente e ao 
pessoal das finanças, mas 
agora devemos nos colocar cm 
oposição firme e 
podcrosamcn1e contrária a 
qualquer prctensào nesse 
sentido. 
O povo brasileiro no 
final de 1998 e neste inicio de 
ano ( 1999) tem dado demais 
ao presidente. sacrificando as 
classes obreiras e mais sofridas 
da população. Agora podemos 
dar um basta a isso que se 
proje1a conlra os interesses 
nacionais! As vendas fc:itas já 
Adib defende o DOF 
Discurso pronunciado pelo Ce/. Adib l.',fassad, vereador em Dourados, 
ontem a noite, na reuni<io do SALVE, em defesa do DOF 
Secretário de Segurança Pública. o 
Governador do Estado. a quem o Dr. Franklin 
Masrhua dizia falar cm nome. diz agora 
ju tamente o inverso. 
Desde as palavras do ecretano de 
Segurança Pública.. a AL VE que n:prcsenta 
a comunidade ficou mais tranquila, 
aguardando apenas os investimentos 
anunciados e prometidos ao DOF, os quais 
conforme pode-se deduzir pelo publicado nos 
principais jornais. nunca virão, havendo. ainda. 
a grande possibilidade do Sr. Governador do 
Estado simplesmente extinguir o 
Depanamento de Operações de Fronteira. 
Nôs da SALVE não queremos acreditar 
que neste período em que a violência impera 
e a paz está se afaslando. o "Governo da 
Cidadania" vá contrariar a contade do povo 
que o elegeu. enfraquecendo o DOF levando­ 
º à extinção e por consequência fortalecendo 
a marginalidade que cresce diurumamente face 
às dificuldades quc todo pais atravessa. 
Ainda que se negue que o DOF não ser:i 
extinto. existem maneiras indiretas de 
extingui-lo, e mexer cm sua estrutura atual 
seria uma delas. 
O DOF é o modelo pioneiro no pais de 
policia única. sua estrutura e sua organização 
veio sendo aprimorada ao longo dos 1 O anos 
de su:i exist.:ncia. Tan10 é que já foi modelo 
para os Estados de Sergipe, Mato Grosso. 
Paraná entre outros. Qual seria a razão de se 
Coronel Adib ,1assad 
desestruturar. mexer, acabar com o que 
está funcionando? 
Diante da situação exposta. a 
SALVE através de sua diretoria pretende 
agendar uma audiência com o Senhor 
Governador do Estado. para que defina de 
vez o que se pretende com o DOF. pois se 
aproxima um período eleitoral e a 
população precisa saber qual a intenção do 
"Go,·erno da Cidadania". 
Ao.final o Cel. Adib como Presidellli? 
da SALVE e Vereador representante do 
povo faz seu comenrário sobre o atual 
Co1r.a,:dante do DOF. que foi por ele 
escolhido quando esteve no con:a,:do do 
órgão, denrrc' todos os oficiais da Policia 
.Hilitar do .S. 
que levantou, no momento 
oportuno, uT 1 hn 1 :.1 que 
se faz pela Pátria que adoramos 
e run amos e pela qual se preciso 
for, ainda como soldados do 
Brasil, nos quartes, prometemo 
derramar o nosso sangue por ela, 
se preciso for Viva o Hra]''' 
E àbwoEdr do santos osta tora 
pubho que recebeu da las da,do 
l tadual de fio Ambiente • 
Pantanal-H MA MS, Autoriza, ão 
Ambiental para captura de 
Organismos Aquatros com fins 
Cintfi«os n" (06071898 para as 
espees E'otamotry pon brachyara 
P' falinereP motoro, projeto de 
pe«qursa biologia de Raias de Agua 
Doe no Pantanal do Mato orosso 
do Sul, nos rios Paraguai, Negro., 
Mranda e Aqudauana, Muni ipios 
de Porto Murinho, Aquidauara e 
Jardim, sob responsabilidade do 
pesquisador F àbo Edr dos Santos 
Costa com validade de 2 anos, a 
contar de fevereiro de J 999 e 
fevereiro de 200l 
ynthia de Barros Mansur torna 
publ,co que recebeu dJ h,ndaçJo 
Estadual de Meio Ambiente, 
Pantanal EMA-MS, Autorzaç ão 
Ambicnial para captura de 
Org:uwimo~ Aquaucos com fins 
cienurico,,_ nº 06 07128 98 p.in as 
espécies Dlocarecuus papei page t. 
pro;eto de pesquisa Biologia e 
Cultivo dos Caranguejos 
Tr1codac1d1dco,; do Pantanal 
Sul-Marogrossense. nos rios 
Paraguai. Negro, Miranda e 
Aqu,duana. Municop,os de Porto 
Murinho, Aquidauana e Jardim, 
sob responsabolidadc da 
pesquisadora Cynthia de Barros 
.1ansur com validade de 2 anos. 
a contar de fevereiro de 1999 a 
fevereiro de 2001 
Prefeitura Municipal de 
Guia lopes da Laguna,IMS 
CARTA CONVITE Nº 001/99 
A Prcfeitura Municipal 
de Guia Lopes da Laguna, 
Estado de Mato Grosso do Sul. 
com endereço a Rua Adalberto 
de Menezes. nº 208, Vila 
Planalto. onde fornecerá os 
editais e informações. 1orn3 
pública a realização da 
solicitaç:lo na modalidade 
Cana Convite nº00l/99, sob a 
au1orizaçào nº 001/99 que 
obedecerá o regime de menor 
preço e ou vantagens com o 
seguinte objeto: 
DO OBJETO: Reparação de 
todas as vias urbanas que dela 
necessitem compreendendo 
compactação e 
recascalhamento c.oaforme 
cronograma anexo que faz 
parte deste Edital. 
DAS PROPOSTAS: As 
propostas de, er:io ser 
entregues no Protocolo da 
Prefeitura l1unicip.:il de Guia 
Lopes da Laguna até o dia 16/ 
0-l/99. acompanhada d.:i 
documentação exigida. na 
Artigo 29 da Lei 8.666'93. cup 
abertura e julgamento se 
pro ,sara na sala de reuniões 
da Comi,sjo Perman .. de 
Licitação no dia 190499 is 
09:00 hor:is. 
Guia Lopes da LagunaM 
m OS de Abril de 1999 
Elizeu das S:antos 
.Pttfeito '.luniciolll

a 
t dá sobrando mulher 
R I»i..i 
,_ - 
lu,a1r 11 
devera 
Judado ± 
!'0-1 t(fl tt 
111
1 n Alyum Hieou l1•01 }, JKll'> cu J 1 
t L1'Jlt do Pense que as 4att /ta 
tontuntaniau «aurdo atme dep taro n 
11111.1 1,., 1111 .1 du Hhae unida» Imame 
(ftH,' 1) )i ri í/ lfHh ljl1th!Jl J'fll~,1( 'illt' 
t r-(i ,h1, n lo malhr no mundo  jJ 
!ll(h jp,. Oll!llt f tJn 11111, t't ti (l 1(,Jl .ufo 
J1, Ao homens a ado (fiéis), 4 e­ 
hbtaros (por opMo ou que tes rh+­ 
u .,,,. 1'1"u homens on dessro de o­ 
data (bichas"), ) po problemas 
lllt ntais rnros, a omn dona h.:1 • 
llllll1d1, J"• Ul/1 JdJ, 1 ll l l fia que 0s 
1mp,"1.h.Ulf.l.h.Jl1nul• 4"LOIIIU l.Oopt1~• 
1oc4)" .. t11 f"-Hlht1· 
Mas acoa no para por at Dos 
41%,"diponiveis", quse a metade et4 
no grupo dos rios que no querem com­ 
ptomtsso ou bomicos alcoólatras 
vetetados, que as mulheres não querem 
(k,11t furm,1, 1l p.trti: "llll' i.uluJ e 1.',I.~ J,.,.. 
ponfvel pata omptomissos stos 
corresponde a apena, 1k do total Num 
universo de lorde mulheres- e os nu- 
meros corre ponderem à realidade, la­ 
ro- o negócio é h:ll,llllC 1.ompltt,!.Jo 
J; lllli.1~111:U.l!ll a ~lll'lrJ que pode 
nconlc1,..cr <l.1qui p.s.1.1 trcntç'! !-ic-1. 4uc .t 
perpetuação da espécie deve merecer 
m:i1s c:,,tlldo'! É lar» que no Brasil a rea­ 
hdndc IUOdJ ( J1r(1."1fü•. COllh.kr.mdo ., 
bcle,.:i. e emuahda!e da mulher braile1- 
ra Mas que isso musacia a ego de mui­ 
tos miJ111.mjo:,,,, IMl mo ~ pude rn:µ 
Americanos à parte, e de se perguntar por 
que O.) t,mncfü c":m,1111 se dc1nlc:n.-....s;.u1- 
do p<lo ::.c,o opn.-,10' P.ut1cul11m1L'11lc t.·u 
acho que a luta feminista por direitos iuais 
ç o r.uo das mulhc-ri.." ~turem ocup.md1.1 
cpuoc cargos ::it1l1:' n-i,11110" .l(h homm, 
tCm ~ua r.,rccb dt t..ulpJ NJ Jl',pulJ J,, 
llll'rt.illo u mulhC'r d(tOU de ser ta pc-­ 
los homens como ühJcto de !tedlJo. J 
m.c d .. -J1cad.1., o '"se,o fruµil'" ou J.ll-,hd 
de domlnio O homem a ,e i:omo conçur­ 
n:nlc cm potencial fhl lllL''h . .ido de traba­ 
lho e cada vez maus lmtgc de "CU pl.U10, 
,nJ11'1ndo do ponto Jc, 1~1,1 pr:-- 
ucu p<Xkmo,; afim1.1r que a mulher C"ll.Í 
conseguindo se igualar ao homem (d e. 
zcs tl!é u ~upcra). J)()r '1-Cr m.11~ ~nshd ;b 
mud:inça..ç e nmi'i <llcnt:i. i: a, 1tória d.1 lut:i 
pcln isu~ldadc. M:i., '.ler; IUC u Pfl..'O que 
elas ctlo pugando por io nlo é muno 
o.lto? Scr.'1 que a questão da luta pelo cspu­ 
ço n.1o de, cri.1 !>t4 Jt.'{)("lt.'-"ldo do J')<.nlo d::: 
, ista de se atingir o ohJCII o sem tr .. 1,mu..'' 
"J J..zy que endurecer-se, pero sn perder 
l,1 t,·mura;cur:Js•,di11.:iChGut."3..'1l. PW"'.1 
agu.::-ilJJ' o ntmo a!it.·mldo de CJ::,.J e tra­ 
thllho. a mulher foi par.1 M aQdcmi:i..; fo. 
er exericios para preparar o corpo. GJ• 
nhou muscub.cura. t.n:jci1os m:isrulinos e 
muicas pcrJer.un contornos e cun a., fcm1• 
nin:!.'t Ro"lJhuJo: po;.km fic-:i.r cm de-,," .in­ 
L1.gcm nl horn de lut.ir por aqueles I ,Rº º 
de homens di..'qXX'lh cl, no mcrcai.!o. lro­ 
ni:i do destino. 
(Paulo Roaroe Gera!do Ferreira) 	d 
trate 
OS MOS OS VIZINHOS 
d uk-, ,, escolha para nova ede da '< J I A11 
fva de movimentas ão com os for: ervol 
:•r:111dc J111t•u mqu,r,,u,·J,11ry cotL11l< 
1 
a, 1m. d,· uma hora para outra 
1 
EFEITO .EM ASSUNÇÃO - (!, r11or.rd1Ht' UJ (.:t • .1.•ur.1) pac lJ 1'..:t.!rn fo.1n ,. 1 1 
torcendo pata qu.: tudo não se transforme numa bagunça "que dificilmente p,1,-..1 •cr ,,mcJ, I• 
tl.t'' Pouco acostumados com mJnil<:'1J1yi.:, de ru,t. th Jlt'ÚfllJU.JtHIIO'> tcm1.1m. no du 26 de 
111,llly() ,1 l,mk lJUC O Í<llO tlc m,111ili:,t.Ullt'~ c,1.tr,·m 't' prcp,1r.111do P<líJ p.l\CJLh t' l!Ulr,r, 
.111vid des que culminaram em ato, a ,crcm lc,,Hlo) a ckllo cm A-.,unçJo. pude ''-' rc ult.ir 
'cm cni,.1111u1to pior'. Para alguns., 'é coisa de gente desordeira, para outros, no entanto, "é 
cni,,. de quem gosta do Paraguai e já não aguenta mais tantos desmandos . 
UMA VERGONHA - Nc,1c, d1,1s atrás. um funcion,irin puhlirn rn11n"1p,d qu..: ,rn1 
, :, R.:daçJo e me contou que lcntarJlll arrombnr a horta mun,t 1p.1I. J,10 é uma pouca vergonha, 
e,i,1c gcnlc ,.1 que não quer saber de IJabalh.ir. prCÍL'rcm rnub.,r do que 1r,1h.ilh.1r. 
DIRETORES - O Pn.:kilo de Anlonío Jo:io, D.ícin Queim, '.->ih a Wfl!Kou todos os ' 
uirdorcs do l),p,1namc11t,1 Municipal. pJr,1 um.1 rcun1:lo dc port.is kehaJ,1, . .1 1111prc11 l n.lo 
i teve acesso para saber mais dos detalhes. 	Geraldo Ferreira (Gegê) 
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I 
MS

Diário T huna da f r 
• • 
4Ca ooow 
balanço da Operação 
Vários Ba cos, Motores de Popa, Pescado e Petrechos 
proibidos foram apreendidos em pat ulhamer to no Rio Apa 
Aorestal divul 
Be:la Vi,ta O 
Destacamento PM I loretal 
de llcla Vi,ta divulgou n:1 
semana passada Nota à 
Imprensa informando os 
resultados da operação 
denominada 
Santa", que foi deflagrada 
pela corporação em todas as 
rcgifü:s cio F,tndo com o 
objetivo de coibir 
principal111e111c a pesca 
prcdutória nos rios durante o 
período quc antcecdcu a, 
celebrações rcligiosas da 
Igreja Católica. Como é do 
conhecimento geral. nesse 
período cresce 
substnrn.:ialmcntc o número 
de pescadores que procuram 
• os rios, para dele extraírem 
a maior quantidad1.: de 
p..:scado possin:1, tendo cm 
vista o aumento 1.:onsiclcr;ivd 
cio consumo provocado pela 
tradição de se comer peixes 
nos dias suntm. 
um resumo geral das 
ocorri:n1.:ias registradas pelo 
Destacamento PM Forestal 
de Bela Vista. no periodo de 
22 a 28 de Março. pode se 
dizer que a véspera da 
"Semana Santa 1.:111 Ilda 
Vista não foi nada boa para 
os pescadores que insisitiram 
cm inf'ringir a lcgblaçào 
ambiental, nada menos que 
seis barcos, seis motores de 
popa, 1,1nquc,. redes. 
tarral'ocs, mai, de uma 
centena de anzóis de galhn, 
200 metro" d..: corda de 
espinhel, entre outros 
pctrcchos de utili1a,·iio 
proibiJa. além de bo.1 
quuntidadc de pescado 
irrcgubr. Coram aprcendidn,. 
A operação de 
patrulhamcnto 1.: 
íiscalinçüo. desenvolvida 
cm toda a c:tcnsiio do Rio 
;pa. d.: ·de as imediações do 
Município de Bela Vista até 
o "Cachocirào". di, isa com 
o Município de Porto 
Murtinho. cm olvc11 todo o 
efetivo do Dcstacamcnto PM 
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lodos os pescadore 
flagrados praticando pesca 
em descordo com ., I ei 
foram autuados em ll:wr.11lll' 
além de terem apreendido 
todo o 111.itcn,il e pctn.:cho, 
de pesca utilizado, também 
terão de responder a 
procedimento penal perante 
a Justiça. A maioria dos 
pcscadon.:, enquadrados, 
tanto na 1 ,ci " 1.826/98, 
i.:ottlll 110 Dt.:cr..:to 5.636, são 
turistas, alguns residentes no 
Estado e outros cm S;io 
Paulo e Paraná. sendo eles: 
L11is iliras. 1:omcr..:iante, 
residente em Penápolis-SP; 
Eduardo Garcia de Morais mregitro do diversos materiais e petrechos de pesca apreendidos pela Policia Florestal no Ria Apa 
pccuarisia. residcnto.: cm 
/raçatuba-Sl': Már1.:io 
Romero M oi i n,t. 
comerciante. ro.:sidcnt.: cm 
Pcnápol is-S P: N i lson 
Aparecido de Paula. 
residente cm F.:nix-PR: 
Valdemar Cardinal li. 
rcsidcntc c111 Tupi Paulisla­ 
S P: Carlos Roberto 
lkspportc. residente cm 
Caracol-:vlS: Jean Rodrigo 
Brasa Fcrrcira. 
agrnpccuari,ta. rc,id..:nt.: cm 
,ntnnio João-MS: Odcval 
Lourenço Lemos. autônomo. 
rcsidcnto.: cm l 'muarama-l'R 
e Flúvio Satumino da Costa 
Barros. policial militar 
aposentado. residente cm 
Esteio Agroveterinária 
- Atendimento Veterinário a pequenos 
e grandes animas 
- Ass1slênc1a Tecnica à fazendas. 
- Grande Estoque de Sal Mineral: 
- Produtos Agropecuános em geral 
a a 
l )ourado,- :v!S 
De acordo com a nota 
divulada pelo Destacamento 
l'M ! lorcstal de Bela Vista. 
os Policia, tambt.:m 
encontraram ..:111 poder do., 
pcscudoro.:s autuados 
espécimes diversas de peixes 
ainda vivos. capturado, e: 
amarrados dentro d'agua. os 
quai, lora111 ltbcrtados e 
devolvidos a seu habitat 
natural. 11111 dos pcscadorcs 
05 
também tinha cm seu poder 
um,1 ca1:1..1 térmic..1 dt.: 
alurnin1t1. com capacidade 
para 310 litro,. a qual 
também foi aprccndid,J. 
juntarnrntc com os dcmais 
pctn:cho'> de utiliLaçào 
proibida nos rios do Estado. 
1 odo o matcrial aprt.:cndido 
encontra-,..: deposiwdo na 
sede do Destacamento PM 
l· lorestal. a di,posição da 
Justiça 
J:mild.: Rosa dos Santos. Oficiala do Registro Ci,il dcsL'.I 
cidadc e Comarca de: Bela Vista'MS.. FAZ SABER à todos 
qili1J1tos o prcsc:ntc Edital de Procbmas, in:m. que apresentaram 
os documentos exigidos p,:lo Anigo 180 do Código Civil 
Brasikiro. Inciso, 1.11. lll e IV. e pretendem se casar: 
GIL'A:I DE SOUZA ANDRADE e Ll'CILE1'E 
PISSl'R:O, ambos brasileiros. sollc:iro,. residentes nesta 
cidade de U.:la Vista MS. ele. motorista. natural de: 
Deodápolis,MS .. filho dc Euclides de Souza Andrade e Maria 
Rita Ribeiro de Souza; Ela, estudante. natural de Bela V?ta 
MS .. filh:i de Estanislau Pissumo Filho. falecido. e Lucincb 
Maciel Pissumo. Se alguém souber de algum impedimento. 
que se oponha n:i onna da Lei. 
Bela Vista/t .. 05 de Abril de 1999 
aBe 
.. ' , 
Vista 
Construindo um futuro melhor. 
d..s 	c,o 
UNIAO E TRAUut<)

1 a da Frontera 
I / 9 06 
C..f•1t!i,E■
AArtes 
De tampante Atendendo solicitas ão (e orentaao) de eu» 
dt também d ,Ulll o jornalta e e li ,toh. . o"or' ! ,r i f/ ·rn .. 
jornal ta laaldo Pereira ri o lan, ará o volume 2 d•' I ltifl , q M:' i! <)u 
Contam", ou melhor, o e.tu novo livro falar d.: "t 1ml .,, d u· 11 •,t'-1" 1111 
tamnb /m de marginais, andarilhas das estradas, homens e mulheres da nove. 
ht h'l!S ,rno11111,11,. t 1,fim, 11111 l p.tkn.1 de personagens do cotidiano com 
uas espetanas, frustrações e sonhos, o titulo c!o 110  lllO, <j'lt' J ,. 1 
endo preparado, verá HOJ>A.JIQ] 1,HI I lVolumt l) - '''""·" qw" 
povo conta nas rodas de terete Depois do suce o dos dois últimos livros, 
"Na Roda do I l:11.:rr.'-'
1 
lVol 1) e' Estórias que as Quengas Contam", Ivaldo 
l't'rt ta resolveu unir os dois tem ,squc n 1 verdade lo um 6 "ESTÓRIAS" 
tt )dedo ollettages Dos leitores, algumas dessas estórias 
,el'.lo puhlit,1J.1, 110 jorn,il. ,1 e cmplo dC!io'iJ. que publrrumo'» hoje"., 
republicamos, denominada, "E MISSAR1OS DAS SOMBRAS". 
Outro lfYro - J. 11.1 t.1•,c 1'111.11 011110 livro do h ,Ido ''0 l'ODf RDAS 
11)1 IA~". ,~flt,ôt·, liin,ót1rn, .1 rc,pcito <1.1 vid.,. d., 1x11f11rn. do jornal1Smo. 
11,11tr11.: de vender, um vcrd.,dri,o liv10 de "auto ajuda, escrito, sr ,une.lo o 
jornalista, "como se estivesse pensando em ,. oz alta". 
Nowos escritores e l::an~:amentos - O Dr. Sidnc) 
Nunc, Leite JJ elaborou o l:sttulo díl "Academia (ou <cr: 
/a.soc.iuc;!n?) BtL:n htl'nsc de 1.t:trn~. t.llt1bl!rn c,1, prcp11rn11do o seu 
novo Ih ro, falará a respeito dos bastidores do Fórum, histórias 
vivida-. no dl'correr de sun~ mugisuaturn. 1 amhérn o Dr. Danilo, 
Ocfcn,or l'úhliu,. o Dele ,,,do Dr. Jair Dispo e o Capillo Vibssanti. 
estão sendo cobrados. Para ingressar na AcndcmHt será preciso 1cr 
pdo 1111;:nos um li, 10 publicado. Devagar vamos chegar 1á. 
Rolury ~ Llvni< - Um rlos pwjctos do futuro prcsicknlc: do Rola'), foir 
l)isp<>. é envolver o clube cm projclos culturais. u1iliznndo-sc da sede para 
a reali,.,,~o de exposições. p.,ltstm.s e frims. Vamos dor Ioda a força. 
EMISSÁRIOS DAS SOMBRAS 
perguntas Para ele o prof 
'IJ' VJ1 .tr q•j( i att bro< 
1 li tflO -~i I VC'-1 
1111.Yi 1c,pc:1to pelo hot11cm 
JJ 1 1JtlJ, 
Antes de sair -estavam«e no Hotqumm d 
. ek ftl Olltro tomtr:tino. teurindo o a6su ta 
. Um escritor, Stephen Km,,, sabe como n 
tum rnuHJ ,u1tleL.1, o que h~ ,iérn do qui: r.,,_ 01 
um mundo invisivel, planos 1n1r:1.1 m. -..c~1 t!1 o,f 
vocês a lerem INSÓNIA. livro desse autor, vlo er 
pala»t4» 
Pediu licença e se foi J 1 passamos a discutir Ma Juro. JUW 1 • w 
na s11idJ do pro1tS'.t0t soprnu urn vento frio, gelado, por .ti,,,., l'1 t te 
Sentimos medo E fomos, um a um, saindo de mansinho, ada um busande 
o .!>CU canunho 
Anos depois lembrei para o Jesuino Vi"it: fato, ese e .. l•JJlro na da­ 
<.k ck Prau Grande Perguntei a de ,e u,mht.'t1.1.1ltum,J hhlt1n,1 JI ·um su,:,• 
tecimento que fugia a normalidade, algo <.ptc pudt ,e con11rn'.tr 1h.11r111.h1 
professor, isso no tncanll' il 1, llLt notum.1~ 110 mundo cJ.t, quc.:111•.1, 
Ele me olhou, muto rio, éro mesmo, e lembrou dos, "Homens de Preto 
N:lo era um drn comum, havia ôllgo estranho no ar, todos estavam 
ncabnrnhndo , alguns alheios à conversa que rolava !!.Olta. comentávamo~ 
os últimos acontecimentos da semana, três morte) na Vila, duas na zona e o 
suicldio do Jono Pipoqueiro. sem ranio aparente. Na 1ona no casa de Maria 
Mon:n:1, a Ziu foi assnssirmda pelo Marcondes. mecânico da Viaç:lo Pro­ 
gresso. dl'pois de uma discussilo sobrt pJg.amcntos. O homem estava acos­ 
tunrndo a dar o cano nns quengas. Ziia recebeu quatro babços no peito. 
~-1orrcu na hora. M,U'Condcs caiu no mundo Morreu 1:unbém a Tiar.1.. loura 
cobi adJ e adcpti dos 1em:iros de mncumb.J.. morreu depois de uma Ocrdosc 
de cocalna. Morte lmrrivcl. A mulhc:r grin.wa l' se babava ioda, um horror. 
Depois. ouvimos cm completo silencio as explicações do "Pro• 
rc,sor", conhecido e respeitado por seus conhccimcn1os esotéricos. 
Ele folava em vihrnçõcs. 
• Quem h:rn ouvidos que ouça, quem tem olhos que veja., estou cansado 
de dizer, nJ. zona, nas casas de qucnga.s. n=is boitcs onde as mulheres negociam 
o corpo, as vibraçkes lo negativas, pasto fértil para os animais do além ... 
. O que é isto, professor, por acaso no além vivem animais? 
A pergunla cn:tinil e dl'spropositada do Pict.iu, só mereceu olharcs. 
uns de deboche, o,11ros de gozaç~o. Só trocamos olhares. No fizemos co­ 
mentfuios. Nem c-r.1 preciso. 
• Peço à vocês que façam uma cxpcrii:ncia, na próxima vez que fre­ 
quentarem um bordel, boitc ou scj:i onde for, onde mulhcrrs se vendem, 
observem ntcnt:uncntc ao redor. n!!.o bebam. fiquem sóbrios. observem os 
olhi!irtS. as feições. as risadas, sintam no ar a vibraçO.o. ficar.o surpreendi­ 
dos. o MAL csl11 à cspn:iln ... 
- O demónio ... 
o, :imenti: o Piclu. 
· NJÓ, Pic~u. nao o Mal pcr;onilicado pelo Senhor das Tn:, as, mas o 
Mui na sua fom1> m,is pur:i. .. O Mal que objcliv, o c,os. 3 desordem, a 
quebra d;i ham1oni:i e do equilibrio. E.s!.c é o Ma! maior. E se obscn•Jrcm 
atentamente - prosseguiu - podcr:o ver pessoas diferentes, homens diforcn• 
L.i 
Nunc,, havia acontecido nada de extraordináno, fosse morte • rot.1- 
bos. v1olênciai, drogas, mas nada mesmo, n.1 Boite Afrodite, uma das me­ 
lhorcs que j~ c:onhec1, só alegria. mulheres lindas e músicas que nos leva­ 
 ama dançar. wnhar ~ amar. Pur:t alegriJ. rrcqucnt:id.1 ,6 por cl1en!l'" .. ouro-. 
cinco estrela,, mesmo. 
Nc:sse tempo cu tinha urn dcngo 11.1 Bmtc, ,11111:n111.1 K.11t~. urn,1 tor­ 
mosura de mulher, meiga, suave, encantadora, estava na vda ha dois anos. 
dcpob de uma dcsius;lo ~unoro-.a. !!.ua '- ingança foi sl' tr Jmlonnar l"III 4ucn1!,1~ 
prostituta. E tizl'r,1 qucstJo de inunciar aos quJtro ventos sua decrslo l 
micia.ra na profisslo na própn., cidade onde nascera Depois fiara residén­ 
cia e 1rabalho na íloate Afrod1tl'. apropri.1di1 p,1ra a ,11.1111,lncir., de ser Nlo 
fa1J1,a do pMsado e o futuro. para ela. era a notle scµ.umtl·. 
Eu frequ,mtJ.va a cam.1 de Katt) nas horJs 1, agas. E nas notes Jc 
folgas.. sempre às segundas e quinta-feira'.li. Durou tempo o nosso caso 
foi num sàbado, no1h: de muilo mo,imento, l',1~1,.1 nJ Boltl'. l'nl 
companhia do Dl!putado, dois assessores e o vereador ma1s , OtJdn n,h 
ultimas rlciçõcs. o Zé dJ 1annlla. Fa11J companl11J. ~ peduJo do Prl'Íl'llo. 
meu amigo. As mi:ninJ.S disputavam o parlamentar, mas Katty (a minha) e 
quem ficou com ele. Toda mimo. Nlo OU mentir, dava uma pitada de cu­ 
mcs. mas é a lei do bordel. Sofrer em sih:ncio 
Vi quando o homem chl'gou. Chamou a mmha all'nçjo pl'o., tr,1Jc-.. 
todo de preto, 1cmo preto, canusa preta. sapJto, prl'to:,. l' o ch.1pl'u pr..:ltl l 
gr.n ata preta. Chama'a mesmo a atcnç:lo. 
Fiz o cornentlrio p;ira um dos assessores: 
-Aquele cidadJo deve ntar til' luto ou é algum c,cl:ntncn. '-CJJ ,o. 
rodo de c-:i;ro .. 
- Negro n~o. desculpe. a gcnlc fala prelo 
Olhei meio l'mburrado pro cara. Ondl! qul' ja seviu, me corrigindo' 
Fiquei de olho no sujeito. por n::id.1 nJo. só de olhar JJ me dJ'-J um., 
scns.iç:o. um n:'o sei o que. a mesma que sl'nliJ qu:mdo, 1_1:,tt::i1, a ~1Jc Torn.1:,.1.1 
no terreiro na Vila Matilde:, quando Exu se mJnife-:,ta.1. 1unca menti p:irJ 
M:c Tomásia. sentia mesmo .1quela friagem esqu1!1ll.l. el.:i Jpl'na, !!.orr1..1 f 
naquela noitl'. na 8oi1c. tudo começou. 
( · Depois eh: bebericarem por mJis de duis horas. dançarem, assistirem 
um show da morena Das Dores, o deputado e Katty (a minha Katt)) foram 
para o quarto. Em seguida um dos assessores tomou o mesmo rumo, ::tg.M­ 
rou a Das Dores, após muita ncgociaç.lo. foi assistir outro show, diziam que 
;1: Escritório de Advocacia 
Ora. Vdma da Silva & Ora. Lucimar P. Veiga 
OA8 /MS 2 574-B 	OAB/MS 7.454 
Rua Cuiabá, 458 • Centro • (067) 439 • 1290 
, , Bela Vist • Mato Grosso do Sul 
li 
1 
....:t; Escritório de Advocacia 
Dr_ Nelson Chagas 
OAB/MS 2491-A OAB/PR 7312 
Causas: Civeis, Criminais, Administrativa e Trabalhista 
Esc::rit,: R Duque de Ca,oss 679 - 439-1173 • Sela VISla • MS ' 
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ROl!lid0nc::ia: Run Campo Grande, 657 - Vla CamisAo 
FonetFex251-1721-Jard~-MS 	, 
da al, o 
h 1 1 tM' aJ , medi d h. r m 'I J 1 ~UI: r 
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!r;u(Gí.1 ~e n t:l..j't .. açao .. 1 pre fora ale zre. r lÍ • .11 dl' t 'li e H!I 1  J 1 
un c,r, c.._ã.., < ,· r,r,1 1 g: ... , n .. ,k L , 1 ti! , í l.to 
Pi ra eosmses, volt+a lote, a ora mamiha Katty,V d 
ja estava de olho numa recem-heada, a Vanusa, ma!hrao de bunda ;zrande 
e seios pequenos Num )bado, fui assistir a um show dos mas por1 
com dt to a tt' l i..r. -..: he que de e l  I' r..lt
1 
Ili h I O iJ1 l'f 1 "º pa:zr.1 
ativar os dentes os anincos feitos datante a mana. nlo correspondi 
a vrdade, arroz, frios e peru à moda não ser do que. mas o show foi d 
bons, dta qu .. rh. e ,,itorJ'i-, ,Jh:u mr mo l qu..:rn ; l.tJ !.l r-o 11H. mo lu 
ar, zsstindo ao show, cor os m smos trajes, o homem de preto Solha 
do. parecia não me ver, mas eu sim, eu o a, urosdade danada d .. lhC' 
aproximar, conhecer o ara Alo me impeda l as mesmas sera,ô 
E não que aconteceu novamente Outra tragha 
. Numa das mesas um rupo de jovens bebia e ntava, festeja4nT 
anvcrsaro de um deles, todos embriagados. mas sem incomodar mnuT 
Jl!.!llrll.l" d.1-. mu!herc-. p.1r!1t.,f am da testa quando o homem de preto 
)t;rnu, 0lh.11,J pJr,1 mim e ,.,,.rn.1. meu Deus, que sensação horrivei o ,orrt ,o 
do hmnc.:m t:rJ at:in1co. o!h.1,J pHJ rnan i: pJr.1 J mi: .1 do JUH:n, lk 
tepente inicia-se uma dtcusslo. pm r.,l.!.1. ,n vozes se alteram, um dos Jo 
vens pega uma garrafa de wsky e a quebra na cabeça de uma mulher Ela 
CJI. dc.,1;1.11JJ.1 Ou:ru ~JI l'm ,u 1,.!c.:!c:-.,l. u tc.rr.po fc1,.l1.t l' pc.,ruJ.1 por lu,fo., 
o-, lados, garrafadas, cadeiradas, o tutu esta formado 1 uJ01t cnlr Jfll 11.1 
briga. Uns saem correndo, gritaras, consegui segurar um cara que c»ta»d 
pero de mim, pronto para me acertar, pulei com ele no hão, a ouva II 
tiros e a sirene da Policia Os poli:ais entraram na boite batendo, sem do 
nem piedade, todo mundo levou cacetadas No final três corpos estavam 
c-.tcndu.1o, no c.h.1u. tré'.) nwrtu,. um.1 mulhu e <lo,, do, jo, cn,. lu1l.i gente: 
ferida foi parar no Hospital Alguns na cade:a 
A PJ,rllf dai o-, lk~trl':. ~ ,uci.-du·.!r.i. duc:ru;a,.,. bng.h. mulhert:!> wn­ 
trairmn o nus 111'. tod.b dJ u._11t.: , lrnJ1!1:. por m,n,. l·l 4ue p ircç..1. J!.: u dono 
da bote teve problemas, pressionado com os incidentes, processos nas 05tu 
pn:jUIIO') tin.uKClrth. o homem nlo a;ut:ntou ()it.:hrou J ed10u ,1 bmte l o 
111Jl!'I c,tranho. o prcd10, ar1lt.'S uma construçlo modera, projeto arquitetónico 
do mJ1'> conh«1do :u-qulldo da cdade. .....- ddcr1ornu. ,e.: tr.m,formou cm CY 
combru"I. Ate hnjc 1."tJ l.i. mor.1d.J dr: r:i.lo. b.!!J!.i._, o pm o. n.1 vumh:l!lç.t., dt1 
que o lug.& é a~,ombrJJo. ou1,e-~ nJ no1ti:s. l.1:ncnto-, e gemidos 
As quengJ., oriund.b dJ AtrndJte. contJm hi-,tor1Js. pre~cnci~d.i) 
nas noites de festas, luxo, alc:g.r1J. todl!I ')t:: lembrJm do JI01L 1 [H 
PRETO. nunc.1 ma 1, o, i, aqu,dc homem. mas" 1 ~1m. 1, 1 outros homcn 
th: pr-:to e 5cmprc que 05 1. cm Boitc!lo. cas.1<i dt.' qucng.;is, ocorrcr.im 
de,:i.,1rc,, tragedi.:is. a.s quc.:ng.1'.li 5abern d15!tO. qu.!ndo clc-5 )urgt.'m ni.1, 
no11cs. elas acendem velas para os seus santos preferidos e cl,HT1Jm pd..i 
proteç~o do sous An;os (Do U, ro '-a l<oda do Tereré) 
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- 
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Campo Grande - MS - Av Mato Grosso. 3283 • Sta. F6 
726-2503 / 91 "397 
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Comerc,al· R Tenent11 Bernardes. 602 - Centro 
1067) 251-1501 · Tc,lo,fax 251-1685. Cel 986--5353 
Res1dcnc1,1I R J-•de. 101 - Vila Brasil - (067) 251-1653 
Cep 79240-000 • .13,<1un - MS 
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Dr. Marcus Antônio Ruiz 
Causas Cíveis, Criminais, Contratos 
(067) 251-1012 
Rua 14 de Maio, 470 - Jardim -MS 
-

lá T Le 
I I 7 
Notícias do Legislativo urtinh nse 
ro,,,,w 1H 11 
Reunião Ordinária da Camara Municipal, realizada dia 29 
J, março de 1999, sob a presidência do Vereador Ailton Sanches 
(PDB), vários assuntos foram debatidos ne sa oportunidade 
mas o destaque foi a presença da Prefeita Municipal. Myrian 
Conceição Silvestre dos Santos, ela usou a Ihuna Livre para 
slatecer vários assuntos referente a sua administração, pre­ 
ena mata dos Secretários e Assessores direto da Prefeita nessa 
oportunidade. 
Recuperação total da quadra de 
esporte do Parquinho da Florestal 
O Vcrcndur Joel Alderete, solicitou o envio de cxpedicnl<: 
,1 l'rcícil,1 Muníl ipal para que providencie a recuperação total da 
praça de esporte localizada no bairro Florestal, precisamente a 
recuperação da sua quadra de esporte, que se encontra bastante 
danificada pelo tempo e pelo seu uso constante pelos 
desportistas daquele bairro. Outro motivo importante para a 
sua recuperação e que atende a solicitação dos desportistas 
daquele bairro, onde podemos afirmar que., rckrida quadra 
tem o !amanho oficial exigido pela Fcdcraç~o Brasileira de 
Futsal, além de proporcionar lazer aos desportistas e inccn1i­ 
vo ao esporte aos jovens daquele bairro. 
Solicitação do CGC de Frigorífico 
O Vcrc.1dur Adolfo /gu..:ro (l'f!Díl), ,olici1ou que a 
Prcfrila Munic.:ipal cnvie oficio para solicit.1r informaçô..:, 
cem ·.crncnlc ao número do CGC da empresa Frigorifica Frigardo 
SIA visando constar da instruçüo do processo de aposentadoria 
especial do segurado Ramào Doa, cntura Gonmks. essa infor- 
111,,çilo é junto da Receita Federal de iquidauana/MS. 
Política de Habitação 
Outra importante reivindicação do Vereador Atlolfo 
Agucro é com rcspeilo a habitaç:lo para os menos fa,orecidos. 
de solicitou que seja encaminhada a sua indicaç.1o ao Executivo 
tunicipal, objetivando solicitar a adoção de medidas. visando 
estabelecer uma política de habitação l'oltada a prioridade à po­ 
pulação mais care111c. Em sua justificativa ele disse que: "não 
pockmos nos esquivar do assunto em tela, usando como instrn­ 
mento u ig.norância, pois é 1101ório que trata-se de uma realidade 
in ontestávd tanto cm nosso município como no Pais dc urna 
maneira genérica. É um problemu social crônico dado .ao au­ 
mento desordenado tln população e conseqüente clcvaçiio do ín­ 
dice de excluídos. face a ausência de proposições e decisões que 
propicie gradativamente possibilidades de resgate da cidadania 
com todas as letras vivas. 
Contudo porém, convém enaltecer que tal scgmcnto mu­ 
ni ·ipal inccssantemcntc invoca o seu clamor via os Edis, na 
eminência de ver emcrg.ir a oportunidade que tomc menos dra­ 
m:itico o impac10 da falta de moradia. 
Tenho cen.:za, que esta preocupação não tem dimcnsõcs 
p;inicular. mas sim. emana de todos os cidadãos conscientes e 
humanos. que abraçam e companilham com a defesa das causas 
dos mcno· favorecidos. 
Limpeza na área da Capela 
do Km 09 da BR 267 
O Vereador e Presidcnle da Càma,.1 Municipal. Ailton 
S:inches (PSDD). solicitou ao Executil'o Municipal prol'idc:ncia 
urgente da limpeza do setor compctcnte do município a limpeza 
da área da Capela do km 09 localiwda na beira da DR 267. 
Em suujustificativa ele disse que:"<! de de todos conheci­ 
do. que a Capela do km 09, n:'lo é simplesmente um cemitério e 
que é muito visitada, pelos fiéis, principalmente nos fc:nados. 
Durante a Semana Santa, nossa cidade recebeu muila visita e 
conseqüentemente a Capela. É do conhccimcn10. que a referida 
localidade encontra-e tomada pelon e L, raio pela q 
dimos a intervenção do l xeutivo Mumcpal 
.Abertura da Rua €Capitão Cantalice 
() Vere: dor Anderson Alvarenga (Pi ), solicitou eno 
expediente a Prefeita Municipal para que seja realizado estudos 
no sentido de viabilizar a continuidade da rua Cap Cantalice. nas 
proximidades da Enfermaria da 2 Cia ' ron. cuja hgaçdo mas 
rápida com a outra parte da Rua e da cidade. 
Vala a céu aberto 
Outra providência que o Vereador Anderson solicita do 
Executivo fumeipal, solicitou estudos no sentido de viabilizar 
soluções com referência a vala a céu aberto, localizada na rua 15 
de Novembro, pelos motivos: a vala a céu aberto exala mau che­ 
ro. colocando a saúde da população residente naquela localida­ 
de, a mercê de inúmeros problemas, a vala a céu aberto vem 
aglomerando resíduos de óleo da antiga usina da Enersul e pos­ 
sivelmente esgoto de alguma residência localizada próxima a vala. 
4u..: po<ler.i a qualquer momento causar doenças e acicknlt·, 
irreparáveis. 
Em sua justificativa, o Vereador disse que essas duas ,oli­ 
ci1.1çôes são na, erdade para melhorar a vida dos murtinhenses 
re,idente nessas localitlades. mas que sabemos os problemas de 
e~casses de n:cursos financeiros. rn.1, são obras de pequenos in­ 
, e,tirncutos é por isso que estamos preocupados com a nossa 
c.:omunidadc. 
Vereador Agnol Garcia Neto (PL) - 
Reivindicações - Moção - Indicações 
O Vercatlor que csta subscreve. requer. após a Oitiva do 
Cokndo Pknúrio dos Vereadores. que seja encaminhado um cs­ 
pediente ao Secretário Estadual do Meio Ambiente, bem como a 
Assessoria do Governador, para estudar medidas no sentido de 
não baixar a quota cs1adual p.:rmitida para captura e transpone 
de pescado, 25 kg por pcs oa. mais um exemplar. Rcfcridaju,ti­ 
licaliva vem dc encontro com o pensamento de todo scgmento 
1urístico. haja vista. que o problema não reside no Pcscado ima­ 
dor. e conscqüentcmenle l..:gal. mas sim. ao pescado clandesti­ 
no. irregular. predatório. que, cm sendo pra1icado há muito 1c:mpo 
na, águas do Rio Paraguai. prccisamcntc por pescadores 
paraguaios. com recep1ação nos comércios brasileiros. Falar c:m 
redução da quota legal. sem conhecer rcalmcnte o problema. nos 
causa uma profunda indignação. vcz que a causa de diminuição 
do pcscado é outra; salicntanJo também. que o turismo 
dirccionado para p.:sca esportiva, além de trazer divisas para o 
1unicípio. atende uma neccssitladc social. gerando empregos. 
proporcionando assim. uma fonte de rcnda e de sobrevil'c:ncia. 
Fiscalizar sim. baisar a quota. n:io. 
O Vereador que esta subscreve, requer, após a Oitiva do 
Colendo Plenário dos Vereadores. que seja encaminhado expedi­ 
ente ao Diretor da TELEltS. com cópia a Prefeita Municipal. a 
fim de que providcncie a instalação de um ordhão püblíco na 
Creche Laura Vicunha. ou que o Executivo Municipal instale 
uma linha telclõnica ou ramal. para alcndcr as reil'indicações d<! 
int.:ressc da comunidade. 
Quc seja encaminhado Oficio à Prefeita Municipal. b..:m 
corno. Secretária ição Soci:11. 	f 
Moção de Elogio -Ovcreadorqueestasubscrc­ 
vc. requer. após a Oitiva do Colcndo Plenário dos Vereadores. 
que seja cncaminhada uma 1oção de Elogio ao João Carlos da 
Colônia Cachoeira, tendo cm vista a postura tomada frente ao 
Govemador deste Estado. bem como aos Secretários Estaduais 
presentes no evento. no sentido de realçar a fiscalização no Rio 
Apa, como também criar alternativas para o desenvolvimento 
dq 	tafor a 1p 
o J'1<•1
1 
t .. 
Solidtacócs de infor 
da Prefcitr1 Hun ·ci 
O Vu, !, r  r 1 ( ,. 
l l 1 
s 
quer. apó a Otiva do Cole 	que 
seja encaminhado e:pedente a Prefeita Municipal a fim d in­ 
formar as seguintes solita 
I-O valor gasto com a folha de pagamento dos ·rvidores 
municipais no mês de janeiro'fevereiro de 99, 
2-Os valores destinados ao pagamento dos for cedores 
de servos no petiodo supramencionado, 
1 - Os valores arrecadados com impostos, Laxas, contnbui­ 
çdes de melhorias municipais, referente a janeiro-fevereiro99, 
4-Os valores repassados pelo Govemo Federal e Estadu­ 
al, atraves dos convémios, referente aos meses de janeiro-feve­ 
rciro 99. mormcrae ao~ rernr'><,, oriundo, du funJo de id­ 
pação dos municipros 
Qu.: ..eja c:ncammtudo oficio a Prefeita Municipal, bem 
como. Sccret.irio de I inunÇJ$. 
unlicipal usou 
ibzun: 'iv'e 
ta última e,s3o ordiniria realiz,J.da dia 29!0)/9<1. o plc­ 
n.imi d-1 Cjm.i.ra rcccbcu a Prefeita 1unicipal. que solicitou para 
u.'>ar a ·1 ribun:i Li, re, esse espaço é reservado por Lei as pessoas 
que rcprcscnlJ uma classe. digo, uma entidade de classe, seja de 
associações ou coisa parecida. 
A Prefeita anunciou os a.,,suntos a serem tratados. o Prc:si­ 
dente Ailton Sanches junto com os outros vereadores cedeu o 
espaço. nessa oportunidade a Prefeita rclalou e prestou alguns 
csclarcc1mcntos sobre a sua admini,traçào. resumiu o que foi 
feito até este momento cm sua administraçiio. mas o que mais 
chamou a atenção foi o debate referente ao atendimento médico 
hospitalar em nossa cidade, os Vereadores vinham debatendo 
essa qucstJo há dias porque as redamaçõcs eram contínuas e 
por isso esse assunto foi o mais abordado. 
Ela nessa oportunidade. comparou que na cidade Carãêol 
o Prefeito co11trJtou um m0d1co só para atcndcr na sexta-feira. 
isto é. somente uma ,·cz por semana. enquanto que a nossa ad­ 
ministração tem dois médicos residindo em nossa cidade e esuí 
para chegar uma médica para exercer "o médico de família", 
essa médica cstá vindo de Cuba.. então praticamente estaremos 
sendo scr.•rdos por três médicos e mais. atendendo grntuitamen­ 
tc. Vereadores reclamaram muito foi o critério usado para se 
interpretar o que quer dizer enraJ!.ênciu? porque segundo a sua 
maioria os enfermeiros só chamam o médico m caso de emer­ 
gência. e essas emergências são scmprc fora de hora. isto é, a 
maioria na parte noturna. Os Vereadores também se preocupa­ 
ram que tem recebidos muitas denúncias de mau atendimento 
por partt: do corpo médico e enfermeiros do hospital e Posto de 
Saüde Municipal. esse ponto a Prefc:ita solicitou que quando 
hou'er denúncias desse tipo. que se tomc:m providfocias ofi­ 
ciais. isto é, fazer a denúncia por escrito e: enviar a ela. dessa 
forma a nossa admini tração tomará as pro, idências cabíl'cis. O 
Vereador Fernando l-.lattos usou da pal:!vra para dar nome da 
pessoa que denunciou o mau atendimento, por seu lado a Prefeita 
prometeu tomar as devidas providências cabíveis. Por fim ela 
ag.radeceu e se colocou à disposição dos Vereadores para qual­ 
quer esclarecimento sobre a Sll.'.l administnção, também agrade­ 
ceu o espaço cedido para poder expliear esses assuntos de inte­ 
resse da comunidade murtinhense. 
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I 10 
Diálogo 
A partir Jcst.1 sem,111,1 a coluna 
será semanal neste jornal. A direção 
Tribunu da Fromeir,1, .1ccrtou com l't.1 
colu11.1 para semanal, por motivo d,1 rir­ 
culaç:io difri.1 do mesmo. 
Amigos leitores, todas as semanas /[ 
o "Dc~taque" scd com muitH novid.1- 
dcs. 
Nesta coluna o ,1ssu11to scr,Í do, 
novos nome, da carreira JrtÍ,tic1 do 
Mato Grosso do Sul. 
Rcssalt.unos que o nome d,1 
Vanessa Jjal.i não ser.Í comcntJ<lo ne,­ 
ta coluna pelo fato que , cantora está 
acertando shows n, rcgijo Sudoc,te/ 
MS, e j.í csd confirnudo cm J.mlim e 
CarJcol. 
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decimentos aos diretores de du.1s em­ 
presas de tr,insporte que .111xtliam 11.1, 
viagens deste colunist.1 parJ o trabalho 
no jornalismo. 
Registro agradecimentos: 
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