GIONAL 
Por<;/ 
Duplo_ho 
na. 
1111 01111c 11l- duplo 
homicídio, aparentemente 
!)01 lllllli 1 filiei,, OeU[ll'111,l 
madrugada de ontem, 07/04, 
por 'Olt.1 <la, 00h20m, no 
estabelecimento conhecido 
por "L,111chonclc da Vt·r,1". 
localizado na Rua Barão do 
L,1dúrio. ao lado do lórum da 
Comarca. 
De ,icordo eo111 a; 
informa·õc,, o indivi<luo 
identificado por testemunhas 
corno l.111.:iclio I eite, que é ex­ 
guarda p.mimunial. foi o aulor 
cio crilll<', de disp,unu dri.1, 
u,t,nhof B I 
icídio em uma Lanchonete 
,, 
socon ido ,llc o I Jo-,p11.tl ~.lo 
Vic.:nle de l'.iula. 111:l n,lo 
resistiu ao fcr1111cnlo t' 
também veio a falecer logo 
cm hC!,'LllllJ 
lnfurma,;ih:, c>.tr,1 
oficiais dão conta que o autor 
dos disparos chcgou na 
l,111choneh: cm Ísivcl estado 
de embriagues, ele conduzia 
uma bicicleta e leria caido cm 
frente ao cslabclccimenlo. o 
que foi motivo de risos por 
p,1rte de alguns dos pre,cntcs. 
l.ucídio teria pcrmanccido 
por algun, 111inulos no local. 
#11111 
ao 
1 
Acordo parn o liberaçc7o dos recursos saiu na reunido entre o Governo e a Assomas ui 
ão do Ladário 
vezes com um revolver calibre 
18, C<)llll,1 Amaro Neves l CIIC. 
36 anos. motorista de 
c,11ni11h.lll, re,idcnte c111 1'0111,1 
l'oi.1-/I.IS e 1 :,bio ('abmJ d.1 
Rocha, I8 anos, borracheiro, 
residente em nossa cidade, que 
sc encontravam na 
l.anchonctc O cm11inhonciro 
foi ,11i11gido pN tn:, tiro,, urn 
na cabeça, parte posterior e 
dois no tórax, lado esquerdo, 
vindo a f.rkcer no local. O 
adolescente babo Cabrera da 
Rocha foi ah cjad,, mm um tiro 
na boca e chegou a ser 
Governador Zeca do pT 
Projeto de Lei 
garante vagas 
para mulheres 
em concursos 
da área de 
segurança pública 
O; municípios de Mato 
Grosso do Sul começam a 
receber a partir desta quinta­ 
f cira, 8. os recursos do 
lniposto sobre Circulação de 
Mercadorias e erviços 
(lCMS) que deixaram de ser 
repassados pelo governo do 
Estado no ano passado. O 
acordo par.1 o n!cebimento do 
dinheiro saiu na reunião entn: 
o governo e a diretoria da 
Associação dos Municípios de 
lato Grosso do Sul 
(Assomasul). 
Assinado pelo 
go_vemador Zeca do PT e 
pelo presidente da 
Assomasul. Enelvo Felini 
(PDT). na presença de 
assessores do governo e de 
pn:fcitos que fazem parte da 
depois saiu em sua bicicleta 
e ,oltou pouco, 1111111Jl(h m.11, 
tarde. armado com um 
rnclcr 1..ilihrc )X O 
acusado não tera proferido 
IIClll ITICSl1lll uma palavra, 
simplesmente apontou a ata 
para os presentes e efetuou 
vários disparos, que 
culminaram com o duplo 
homicluio. Após u crime. 
I ucidio Lente evadiu-se do 
local. a~ autoridades policiai, 
realizaram várias dilig.:m:i:l, 11.J 
tentativa de localizá-lo, mas até 
o momento nJo nhti, er,u110xiln. 
diretoria da entidade. o 
acordo vai permitir a 
liberação de seis parecias de 
R 1.072.170.00. totalil.ando 
RS 6.-136.260.00. 
DEDO LADRO DE GADO EM 
Foi detido pela Policia 
('i, il de Porto :'-lurtinho. Adolfo 
Aguiar. de nacionalidade 
paragu;11:1. c,.funcionário da 
Fazenda Santa Carmem. 
!!tcgundo o bolct11n de ocorrência. 
nº 0-13/99 la, rado p,:b Delegacia 
da Policia Ci, ,1 de :S.lurtinho, 
consta Iue o mesmo ttou da 
citada prenda 06 (séis) bois 
s111uclos de aproximadamente 
trinta arrobas cada um, Adolfo 
,guiar e mais  il11an Sa.nchcs 
e Jobson 13albucna. os dois 
úhimos C!!,tào for.:igidos. 
, história e o relato de 
r 
SAUDE - Prioridade nº 
01 da Administracão . 	, 
Matéria e flagrantes na Página - 02 
0 
.j ro_s altos desvirtuam 
os·=fundos regionais 
Em .,pelo dirigido à área 
e. onôm ic:i do g.o, l"nlO. o enador 
Ramnez Tebet(foto). dis.c nesta 
segunda-feira, que os juros cobrados 
pelos bancos gestores dos fundos 
regionais de desenvolvimento 
inviabilizam qualquer projeto produtivo 
c previsam ser baiados a niveis mais 
razoáveis. por exemplo, de 8%20 ano. 
O senador s.1lientou que. 
na onstituinte de 1987-1988.o, 
fundos constirucionnis for:1111 
riados, com o apoio das bancadas 
d:i., rcgiõe , orte, 1'ortle te e 
Ccntro-Oe5tc. p:ir:i estimular o 
istcma produti,o e evit:ir o 
aprofimcbmen:o cbs desigµ:ikbdes 
r.-giorois no país. l'úgjiu--OJ 
Secretário Extraordinário de Esporte 
convocado µela Assembléia Legislativa 
O !) pul ,Jo 1 1.1,IJ.1I On~ 1 ,.n d,· j ·,, IHju n:u 111 
essao do ultimo dia 07, a cona o do Se retino de E tada 
1 traorJ111 .no de l· rort . Jo e 1 1111 fl ri'<, J ( / < J u:1h 
Barbosa), para que o mesmo compareça à A: sembléig 
1 egi,I Jl.t., fim de J .. r explicações sobre a sua atuação junte 
J<> C,o, cmo. O parlamentar quer que o Ser 1. no preste. 
pessoalmente, informações sobre o seu trabalho, forma e local 
onde desempenha sua função, detalhes adminttrat1vos, asto 
realizados e resultados obtidos. à frente daquela Pasta. 
Ao justificar o requerimento, aprovado pelo plenário da 
Assembléia Legislativa, o Deputado Onevan destacou que a 
convocação se faz neccessaria para que o Secretário 
Extraordinário de Esportes explique "a formula utilizada para 
conduzir uma Secretaria à distinta, além de outros detalhes 
administrativos, como gastos e resultado: administrativos 
obtidos com a nova gestão globalizada introduzida pelo 
Governo do l'f" 
O Parlamentar do PMDB citou tato: veiculados na 
impren,a c confirmados pelo prúprio ,i:1.1et,1no, de que o 
mesmo reside em Sa.n Diego. Califomi,1 (l'l.,Jos l l111do,), ou 
SCJ,1. distante do lato Grosso do Sul :-Vknuonou. ,11nd.i. 
infonnações de que após a sua posse Jose Luiz Barbosa esteve 
apenas du:L, ~ae, em Campo Cir,mdc. st:11Jn wna no din 25 
de janeiro e a outra cm data um pc:,ucu mJJS recente. 
A con, ocaç.lo do secreUrro foi a provada por 
unanirn1dJdc de ,otos. Por for,;a do Hcg1mrnto Interno. 
o Presidente da Asscrnblcr.1 I cgislatl a, Deputado 
Londres !achado. determinou que: ,cja mantido 
entcnduncnto com a autoridade convocada, a fim de fixar 
u dia e a hora para o seu comparccirni:nto. dando-lhe. ao 
mesmo 1cmpo. c1~nci.1 da m,1téria sobre n que , ersarú a 
inlcrpclação O comparecimento do Secri:tário José LuiL 
Barbosa de, crá ocom:r dentro do pra,ro de 30 dias 
Adolfo Aguiar é a 
seguinte: consta que 
Adolfo é campeiro e 
trabalhou na Fazenda 
Santa Carmem durante um 
mês. No dia 1-1. Adolfo 
estava na cidade, quando 
encontrou-se com Jobson 
lhlbuena o qual lhe dis;,e 
tinha "comprado" seis boi:, 
do Faunda Sanl.1 Carmem 
e pediu-lhe que fosse bu=r 
o gado em companhia de 
\'illi:m Sanches. 
Adolfo descongou 
de que o gado seria furto. 
quando Job on disse que 
lhe daria a metade do valor 
apurado com a venda dos 
bois, mesmo assim acabou 
aceitando a "empreiinda" 
e, naquela noite tocou seis 
bois sinuelos até a cidade. 
Os bois foram deixados no 
Ch:icara Solodero, onde 
Jobson aguarda n. Con tn 
ainda no Boletim de 
Ocorrência que os bois 
foram nb:i1idos e camendos 
por Emiliano. p:ir:i Vicente 
proprie1ârio do Açougue 
Boi Gordo. 
Q.:, tris cstlo sendo 
enquadrados de Furto 
ORTO URTINHO 
O Campeiro Adolfo A;:uiar de.tido pda 
PoHcia Ch-íl d, .1/urrinho por furto d, gado 
Qualificado (de Gado). porque 
n:sumindo é que Adolfo Aguiar em 
companhia de Willian S nches, 
surrupiou seis bois gortlos., m:111 os. os 
qunis foram tocados ntC u Ch!icnr~ 
S:t1adero e entregues :i Jobson B:ilbueni 
O único de1ido pela PoliciJ Chi! de Po!tO 
Murtinho é o campeiro Adolfo. porque os 
outro doi estio foragidos e procurados 
pcb Policia. (Toninho Ruiz) 
Adolfo Aguero quer o estabelecimento 
de negociação em torno dos salários 
atrasados dos Servidores 
de Porto Murtinho 
., 
..

Antonio João progredin ... , ... 
Muntcipio, afinal a bravos eque mostre a ua 
população quer ver personalidade 
"Tl<AfüLHUS' pri1T1l'1ro mundo 
Exl,h! aqul!le dJLJdo 
que diz "Unidos jamais 
serão vencidos" Essa é a 
rculJdade que falrn cm 
An1orno Jo.io. 
f) r J rn 1· 1r,11111• 11 11 
Verifique os fatos 
Q05faria de resaltar 
aqueles que criticam d 
atual Administra,ao nao 
estão levando em 
onsideraao o fato de 
que o Municipio está 
proijr,'tllnclo, 
SAÚDE 
a toto: que compro dlll 
rllllltll luçd CIÍll(u5 l'fíl 
saber a realidade das 
coisas, nào eja uma 
pedra no caminho dos 
outros colabore no 
sentido de ajudar o 
C) 
eJ 
·oridade nº 01 da Administração 
e está se do feito 
Posto de Saúde na A 1·e11ida Eugênio Peu:o 
'esta !010 podemos obscn·.ir a inauquraçao da 
reforma do Centro de Saúde, o Prdc1to Diicio Queiroz 
Silva juntamente com a Deputada Federal Marisa 
• Serrano. novo Diretor do Departamento de Suúde Dr. 
lo é Ribumar e o Presidente da Cümura ,lunic1pal de 
Antonio João. Vereador João Eruldo Gruciano. 
Hospital /111111icipal Nona Senhora Aparecida 
Reforma e ampliaçao do Hospital 1lunicipal 
Nossa Senhora Aparecida. foi uma das obras mais 
comentadas pclu comunidade. 
O Hospital ilunicipal qanh~u atra,és cio 
Prcfetio equipamentos modernos e de última 
tecnolo1.iia. A fr~nte do Hospital foi totalmente 
modificada com novas instalações e ampliudo o 
corredor. com mais e:,paço aos pacientes. 
Não Julgue 05 ou!ro5 
sem ter certeza do que 
CSIÓ llC"Olll 'C ·ndo faça 
de Antonio Jo;ío um 
esp •lho de homens 
d· 
O Centro ele Saúde conta com bioquímico 
qualificado e especializado nos mais sofisticados e 
modernos uparclhos. No Centro de Saúde 
também existem pessoas especializadas e treinadas em 
caso ele doenças qraves Márcio Garcia se dedica ao 
trabulho da população de Antonio João 
Pos v de Saúde lhe fica situado na Vila Nol'a 
Posto de Saúde na Vila No,a qanha reforma. 
o Preieito Dácio Queiroz Silra. se preocupou com 
a saúde ela população ela Vila Nora. onde a sua 
meta era dar uma reforma qeral. 
A comunidade da Vila ova tem o seu melhor 
conforto. atendimento médico, remédio qratuito 
e uma equipe de enfermeiros preparados. 
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Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 
Mana Estela Velasquez Pereira 
CGC 03 201 266/0001-90 
Registro no Cartório de T1tulos e Documentos nº 1 066 
Oi rotores 
lvaldo Pereira - Maria Estela Velasquez Pereira 
Editor Chefe lvaldo Pereira 
Redação: 
Ubald1no Rodrigues - João Carlos Velasquez - Bela Vista • 
Toninho Ru1z - Porto Murtinho - 
André Avalos - Jardim - 
Kener Lopes Leite - Caracol - 
Geraldo Ferreira - Antonio Joao - 
Ferm,no de Barros - Bonito - 
Administração e Parque Gráfico: 
- Bela V,stalMS - 
Av Tribuna da Fronteira. 564 - 439-1410 - Fax 439-1544 
Cx Postal 23 - Cep 79 260-000 
- Jard,m/MS - 
Rua 14 de Maio. 342 - (067) 251-1669 (Sede Própria) 
- Porto Murtmho/MS - 
Praça Thomas Laranie1ra. sln - 287-1239 (Sede Propna) 
- 80111/o/MS- 
Rua Monle Castelo. sln (Sede Própna) 
- Antonio João/MS - 
Rua Bela Vista. 660 
- Caraco/MS - 
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Assinaturas: 
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Trbm da Froot Polí 
I I 
Projeto de lei 
garante vagas 
para mulheres 
em concursos 
da área de 
segurança pública 
Municípios vão receber IC 
Acordopara o /ib ~raç-cio dos recur.,os ,oiH na reuniiio entre o Governo e a Assomas 
( h 1111111i 1p11 .. de 11 
orosso do Sul começam a 
1ccel><.r" J'·lltll de l I qu111t 1· 
feira, k, osrecursos do Imposto 
sobre irulaào de 
Mcrc,1<lt>ri,I' e 'ic1  IC,:'" 
(1( !',) qu..- dei ,,r.1111 de ,,r 
repassados pelo governo do 
Estado no ano passado O 
acordo para o recebimento do 
dinheiro saiu na teumo entre o 
µo,c111u e ,1 diretoria da 
Associação dos Municipios de 
,1.110 Cirn,so do Sul 
(ssomasul). 
/,si nado pelo 
governador / cca Jo I' 1 e pelo 
prc,idc111c da Assomasul. 
léncho Fclini (l'D r). nc1 
presença de assessores do 
governo e de prclc1to, que 
fo,em p,1rtc da diretori,1 t.lJ 
e11tit.lade. o acort.lo, ai pennitir 
a libcr,1çJo t.le seis parcelas de 
RS 1.072.170,00, totali1.111do 
R. 6.-136.260.00. 
Também participam da 
reunião os prefeitos :'larieta 
Pereira de Sou,a (,ngdica). 
Janes Menezes de iraujo 
( 'ova ,1 orada do Sul), Lui/. 
Carlos Ortega (Nova 
Andradina ). Adilson José 
) deputado Basto 
llo.:t'lll,ddo ( l'I.) claboru11 
projeto de lei obrigando o 
l'mlc1 1 xc,utlo a do.:,tin,11 
percentual de vagas para 
11111lhcrc, 0.:111 co11cu1SO'> d:1 i'1rt,1 
dt· ,q:11r.111ça pública. l'cla 
proposta, apresentada na 
"º~~o do dia ( 06/0-l) ela 
Assembléia legislativa, o 
l'ndcr l.>.e ·uti,11 fica obri1wdo 
a destinar o pcrcc111ual de ]0% 
da, vuga~. quando da 
rcali7aç:lo de concursos 
públicos pam os quadros das 
policias Ci'il, 1' lilitar e Corpo 
de Bombeiro,. para as 
111t1lhcres. Diante disso, us 
instituiçõ..:s citada, pdo 
p,1rlamcntar deverão 
pru'idcnciar as adaptações 
ncccss:ria, ú indusào do.: um 
·naior núlllo.:ro do.: mulheres cm 
eus quadros. 
io justilicar o pnijeto. 
Pa tor Regina Ido lembrou que 
as mulheres, que constituem 
50º o da população brasileira, 
atuam hoje nos diversos 
,cgmcntos d.1 economia 
nacional. et>m destacada 
p.1rticipaçilo no ,crvíco público 
de· 1111 modo gc1 .1I. nas c,rcras 
k,lcral. o.:stadual e munidp.1I. 
l) do.:putat.lo talllhém destacou 
que do efetivo da Policia 
lilitar. por c,cmplo. do.: -l.705 
elemento,. -l.-16') sào homcn, 
e Jpcna, 236 111ulhcres. quo.: 
representam somente 5,28%. 
Do tt>tal acillla. d,,s -l.705 cm 
,o.:n·iço ativo. -1.157 praças 
(,.irgcntos. cab,,, o.: soldados) 
s:lu homens. e· apenas 230 
11ulhcro.:s (só 553°0). além de 
~ 18 oficiuis. sendo 312 
horn..:ns ,.: 6 oli,iais do sexo 
feminino (1.92°n). 
De acorJ,, com os dados 
te, :mtados pelo p:irlamcntar, o 
efetivo do Curpt> de Bombeiro 
Militar é de l .OSO homo.:ns - e 
nenhuma mulher. O Pastor 
Ro.:ginaldo rc, elou que na 
Policia Civil. num cfo.:tirn de 
..iproximadamcntc 1.5-10 
intccrantcs. l 02 • sào do sexo 
ma:culino e 515 do sexo 
feminino. "/qui ccontr:11110s 
.i t111,1111idad.: de mulheres que 
prct.:ndcmos , cr cm todo o 
quadro da Scguranç:1 Pública 
de nos Estad,i. na ordem de 
0%. ressaltou o parlamentar 
,10 ,omle'.ntar ,, .:fctivo da 
l'olicia Ci, il e justiiicar o cu 
prnjcto. 
ind:111.1 tund:uncnta ão 
da proposta, Pastor Reginaldo 
lembrou que muitas 'CZCS 
efetivos policiais. fom1ados 
~~tritam..:ntc por homens. 
Jq .ir:1m-,c e m .1téndimcn10· 
à mulheres, em ocorrências ou 
:1cidcnt..:!'. que requerem 
rei tas ou prim.:iros socorro.:;. 
culminando comn lamentáveis 
eons1ra11gim.:11tos. 
perfeitamente evitáveis caso 
um do polici.1i,. no mínimo. 
fosse do sexo feminino. 
a a 
I 
Telet: jur s tos desvirtuam 
pel dos fundo 
F.m 
dirigidt> 
económica 
apelo 
:rc.1 
Jn 
governo, o senador 
Ramo 1 chct 
(1'1'1l)B-:'IS) di,,c 
nesta segunda-feira 
(tlia 5) que o, juros 
cohrados pc los 
bancos gestores dos 
fundos regionais do.: 
dcsen,olvimentu 
inviabilizam qualquer 
projeto produtivo e 
precisam ser b:1ixados 
a niveis 
razoáveis. por 
capin (Novo Honzont do 
S1.ljcVc11,;, J,,,Ju1ud· 11 t, 
(111<,.;dt~• 1/ u<lqnrt loc t&J, .t 
11,10111,1 C',ir!.» /nu) 11 CI' 1 ll). 
o eretario de iovemo, Vander 
Lobet, o Auditor Geral do 
1 t.1110. /l1111r l'..iix, ,, .,km d,> 
J,rctor-c,1..'UJllu1L11, lllll.J. 1. 
GcNlll ( l.uü Umo e o advogado 
tributarista, Ale:andre Aguiar 
a avaliação do 
!'º-' crnador. o ,Kordo e 
con,cquénci.1 de 11111 .1111plo 
dcb,llc entre o cxccuti~o 
esta(dual e os prefeitos, apesar 
uJ<" dtlirnld,,dc de uu>..1 com 
que o ht,1do foi cntonlr.1du. 
Scg1111dn cio.:. o, município, 
não estariam passando por 
!-ot:r!r' dili<:ultL1do.:s ,e o IC't--lS 
fosse repassado como de, ena. 
,prlleitando a ocasi:io. 
/cca anunctou para a prtixim,1 
semana. a criaçJo do, 
conb..:lho, municipais de 
arrec.1d.1ç Jo como tiin11a de ,ts 
prcli:itur.1, ,ul-malOb!íO"CIIWS 
contrihuircm para o 
incr..:mo.:1110 da receita por meio 
da lisc.1li,a,;io de impostos e 
outros mecanismos quo.: 
contribuam com a retomada do 
Jesemol'imcnto do E,wdo. 
exemplo, de 8a0ano. 
O senador 
salientou quo.:. na Constituinte de 19S7-9S8. ,,, 
fundos con.,titucionais for:1m criad<>:-.'com oa~in 
d,s lxux.·:1'bs das regiões Norte. :-:ol'l.lc;;te l! Ccitln>­ 
°""1c. p..r.1 ,,:..timular t> ,i~cina prodpti~h e e, iL.r.,, 
aproli.tncluncntoclas d..:sigu.,kbcks ~-giorois 110 ~,i.,. 
As taxas de juros cobradas :'1tualmcntc . .i 
seu ver. vão de encontro a c.:;sa lnt,·n1·ã,, 
original. Tcbct destacou a situação dos 
ag.ricultores do Centro-Oeste. de mdo geral. e 
de Mato Grosso do Sul. cm· particular. 
penalizados pelos fundos constitucionais 
1 a,sar:1111 a ,cr calculado, pelo )GP (ÍnJi,·e 
Gemi de Preços). cm substituiç:i'o -:-'Tax::i de 
Juros de longo l'r.JZO (TJLP). 
Em fevereiro os juros foram de 4.4%. "que 
acr.1 ou :iinda mais a situação dos devedores - 
afim1ou. 't:gundo o senador. hi 90 mil opera ô.;:, 
de crt.'dito contrJtados com recursos do Fundo do 
Centro-Oc,lc. pcrf.w:ndo um total ti" cerca de 
R 2 bilhões.. R:uncz. Tebct também registrou sua 
concord.'mci.1 cm ro.:bç:io à propost:1.cJ • <l. cindo. 
como Ca<a d.1 Federação, assumir.a reforma 
tribut:iri.1. confonne propú,- o senador José 
R.ibcno ,rruJ.:t (PSD13-DF). 
A ,eu , cr. i.>sO j:i poderia ter sido feito 
atraves da Comis,,;io de Assuntos Econ • micos. 
ou de um.1 ,ubco1111»Jo dentro d<.:la. em 
necessidade de criar uma omissão especial. 
"Mas que venha a comi· ]o. e j vem tarde". 
1 rel. m 
pt..:IO 'º'- (: 
permutur q 
<.!" r pd,> 
suas divd 	t n!e 
uun <1 lo!h.1 de P·' 'llU,!i> Jo, 
,,:rvHlorc,. O presidente da 
Assomasul a •.. ,!i I o .1u,rdon,n,u 
pn .111 ,>. cmbor.i ,1 prnpo 11 
1111u,1l k11.1 pcl.1 cnt1J.JJ.: • de 
recebimento global dos valores, 
mcluindn '" pr,-:.1t<>n1>- -. 11.10 
tenha stdo aceita. 
Precatórios 
Com 	illl 
pro.:L,1torro,. o go, crno do 
l stado e a Assomasul devem 
,ol1.1r a L0llCJS.lr na pnn1111.1 
,emana. uma ,e, 4ue n 
p.1ga111cntn do, ma" de RS 27 
milhôc, às prcfriturJs 
"dcpcnuc do cu111pnrno.:ntu dl.' 
um ,o.:qu~ncia legal". ,cgunJo 
o pniprill !;l ,.:rnador colocou 
crn entro.:, ista cokti, a. minuto, 
após o 1ér111inll dn encontro 
Como o Estado tem outras 
dividas homologadas n.a Jll.'>tiça .. 
antes dessa, esta impedido de 
sald,ir o débito com as 
pro.:li:itur:L,. ( iliam, ,r:rnjo) 
o o 
regional 
n:itl..'rnu rt:form.1 
tnbut:iria. 11.1 sua opiniJ,,. 
dc,·c fortakc,.:r l:stad<h e 
municip10, além de 
ro.:di,tribu11 o peso dos 
impostos de modo ,1 que 
estes não recatam 
111ajoritJria1111.:ntc.: sobre os 
ass:dariado,. O so.:nador 
Lúcio ,ldntara (PSDl3- 
CF). cm ar,1rtc. sali,·ntuu 
que pcsqui,.1 <li, ulgada pelo 
Jornal O E.,t.1do de S. 1'.1ulo 
in " u qu, a maimia da 
po ; çJn também quer qu..: 
os municipios tenham maior 
participaç,h, na p:milh:i do.: 
~s.:ur,o, púhlirns li:dcrais. 
!..te 111anifcs1nu. no 
ent::11110. seu temor de que a reforma tributiri.a 
"caia mais uma v,.:; cm cirnJ do contribuinte". 
dada a diliculdado.: de cquacinnar os interesse, 
das entidades ti:dcrJdas . 
1 kloi.sa l kkna(PT-il.). ,olid:irir.ind,h<:cn111 
'cbet acentuou que as ro.:gii'>c, :'-:onc. Nord<!:>1<: e 
CmtnrO:stc ' i,1..'llci:1111 um cotidiano perverso".No 
caso de seu E,,L.do. :ip,..-:,ar db ~tcnci.1lidades do.: 
dcscn'Ohimento do turi,mo. ela :1cro.:dita que a 
agricultura ;únd, é "a grande :1lto.:n1.1ti'a". 
O dep111ado Rob..:rtn Orro. cm 
lndi :ição aprt.'Sl.'.ntad:i na Assembléia 
Lcgi l:lli'a no último dia 06. solicit:i ao 
presidente da TELE; t! Wolney Arruda 
a viabilização de um R:idio Tr:u,,-mi~ r 
Monocannl. para :itcndcr o Cur;;o k 
zoolecnia da UE:S·IS- Uni,er,id:idc 
Estadual de 1:ito Grosso do Sul. cm 
iquidau:ina. ,uja linha atual de 
transmis-:.o , ern comprometendo .1 
comunicação daquele Centro. 
A nid:iclc de A4uid:iu.1n.1 tb 
E l foi implantad:i h.i qw1ro :mos 
n:iqucle município e locali,.,.,~ h.i 12 
quilõmetro, do centro. onde s sinais J.: 
transmissão atraves de linha omum. 
como a existente, não atendem as 
Governador Zeca do PT 
ORRO PEDE INSTALAÇÃO DE TELEFONE 
PARA ATENDER COLÔNIA CONCEIÇÃO E 
A AMENTO ANA LúCIA EM NIOAUUE 
A Colónia Conceição e l . ... ,.·nt.l!lll.'ílll) n.1 1 uci.1 foITTIJl11 
uma comumidade com aproximadamente 579 familias. que 
precisam muitas vezes se deslocar l quilómetros de distinta 
para poder utilizar o nico telefone publico d.:queia região. P'ara 
n.:--t,h~-r e:--,.: pr,,hkm,l d:..t J1,1.11L'.1.1 1..· 1.:'111 .11cm..iimento âqudJ 
comunidade que encaminharam pedido de solução acompanhado 
do.: .1b.ti'<)•a"111.1,h1. o dc·put:u.J11 Rnb.:rtu ( lm, ,11c.m11nhou <.: te, e 
aprovada nesta terça-feira. dia 0, na is-embléia Legislativa. 
um Indicação que solicita ao presidente J., 11 U  IS. 'olnc) 
,rruJ.1. a instalação de um aparelho telefónico. cm frent.: j 
Cerealista laquarussu. localizada no final da Colónia Conceição 
e- c-ntra<l..1 para o Assentamento Ana l uca, em Nioaque. 
O deputado Roberto Orro pondera que. "c•,-.:i di,1incja 
enfrc111.1d.1 pdo, llh>r.,dorc, dos dois núcleos. acaba acarretando 
atrasos nos recados e compromissos daquelas pessoas, além do 
cor11.!c-s11onJn1cnto c- til:..i.., de esper t nos dias de n1..1ior U!,,4.l. como 
nos feriados. sábados e domingos. tendo as vezes que retornar 
.is suas residências sem ter efetuado as lações".Para o deputado 
1ueano a aprovação desse pleito e o atendimento por parte da 
1 ELEIS. solucionnra e,,..: gr.J,c probkm;i dc comunicação e. 
"com certeza cobrirá o investimento a ser realizado. uma cz 
que o loc:il es ·olhido funcit1nJ mm,, ponto de õnibus, além de 
,cr entrada Jo a.-,,ent.1men10 onde fluo de pessoas no local 
h..tSt.tntc ,ignilic:itho". con lu1 Orro. 
Urro reivindica na TUEMS, para atender UEM8, Rádio transmissor m n eanal 
nccessid:idc, de cumunic:iç:lo 
daquele Centro. Sc-gunJn infonn.,çÕ<.."' 
da Region:il d..t rELE.I." ..:m 
iquidau:in:1.. ·o problcrn .. 1 m,:mc ,--:r;i 
~o!u iorcd~ 1n :.i ir:. ... 1.1bç;io d~ um 
transmissor de alcance". 
iecgundo o deputado Orro, "a 
·omuni J :,o n. ,1u:.:b l"nid~dc .; 
t:io p~ .1ri.1.. qu • u f:l., 11.lo rc~ be 
nem transmite mensagens. A 
1 ntcrnct n.1o fun ion.1 i.: um..1 
simples ligação seja ela local ou 
interurbana :hega com péssima 
qualidade, o que tem h.i mulln 
tempo :om1prometido a atividades 
.u1mini::,tr ativas e .:ic.h.i.:mh:.1 
daquela niversidade". 
Orro lembrou ainda. que " 
l l: 1. • não tem condições financeira­ 
de arcar com o, custos d:i compro 
d,~.: equip:uncnto. imprescindi, el 
p.1r.1 n dc,cmoh imento de suas 
atividades, e esta p stes receber um 
no curso - d: .GRO:'-:O:S!IA -. 
.,km d: t:.:r c.:r.::i d-: 150 ~Juno, e u-n 
cnrpo d: J, ·ntc'5 1..·ompos!o em ~.:a 
matoria por profissionais que 
,r.,h.Jlh:-:m n., .1c,,.1 ti: P' UlS.'l. "Em"" 
tr.!l.mJo J: um:, lr"JN11triç.}o Publi12 qur 
tem como o jtivo fomentar Educai0, 
r, 1UL,1:.:1:,t-:n..-.:,,,cm:SIS-dizOr.o. 
.1 rt:d11:11no 11.1 ,~n ibilid:iJe do 
Presidente da TELEMS, nu resolução 
de-e problema".

p 
Prefeitura Municipal de Guia Lopes a laguna-MS 
I I 04 
Balancete Financeiro - Mês de Fevereiro de 1999 
ll 1 ( 1 1 1 A 
jjJJI ll 
RIHHA ORAI NIARIA 
lll ti 11/1 Jllllll IÁRIA 
RI ( 1 11 / l'A [ IOMO'll/1 
RANSH II NIASORRI NI+ 
OU lll/1 1(1 U II A'> ( )Jll(I Níl '> 
RILHALXIRA-ORÇAMI 1ÁRIA 
D[ PÓS1TOS DI DIVERSAS ORIGE IS 
SLRVIÇOS DA DIVIDA A PAGAR 
D[PISA'SI. APINHADAS A P/IC1AI( 
DESPI SAS D! PI SSOAI A PAGAR 
SALDOS DO PERÍODO ANIL.RIOR 
CAIXA 
lJANCO CI MOIIMl.N I O 
D/INCOS ('I IINCUI.Al>A 
BANCOS ·A 1/IR//1 UNDO 
TOTAi 	. 
024 
234466,29 
4155,10 
H5 •l1J,IIJ 
JSl7,56 
H I HO.SO 
22'1625,96 
114.109,01 
5).%1,45 
$04,21 
24.932,71 
26.121,92 
2.JH5.61 
659.6'16.13 
/ 1 DM[ 
248 9,75 
16 HOO 79 
o.o 
2J0 517.26 
1 201,70 
248.567,16 
4.925.82 
6316.13 
145 096,56 
92228.65 
47.339,45 
47,14 
16.378.06 
28.52R,6'l 
2.JH5,61 
544 456.)6 
498 818,40 
28447,61 
0.24 
465.013,55 
5 357,00 
604 000.19 
8 443,38 
14 496,63 
374.722,52 
206.)37,66 
53.944,45 
504,21 
24.932,71 
26.121.92 
2.385,61 
1.156.76).04 
OLPLS/1 ORÇAML íÁRIA 
AD41Nl51 RAÇÃO E PLA. [JA 1[, l() 
AGRICULTURA 
LDUCAÇÃO L CULTURA 
HABITAÇÃO E URBANISMO 
SAUOE I S/1 'LAML IO 
ASSISTENCIAL PRI VIDÊNCIA 
O1.!>PI S/1 l·X íRA-ORÇAMLNTARIA 
SUl'RIMLN I OS 
Rl·STOS A PAGAR 
Dl,PÓSITOS Dí DIVLRSA'i ÓRIGL !Q!, 
SLRVIOS DA DIVIDA A PAGAR 
DESPESAS EMPLNIIADAS A PAGAR 
DESPESAS DE PESSOAL A PAGAR 
SALDOS PARA O PERIODO SEGUINTE 
CAIXA 
UANCO CI MOVIME TO 
UANCOS CI VI CULADA 
llANCOSCÂMARNfU DO 
TOTAL 	.. 
4311 ) 
J<( /.. X7 
4466.79 
260 191.21 
$1.303.~6 
134 $$ 91 
96,00 
8 180.$0 
$8 66,10 
1.$M6.84 
47 ))9, 15 
47 14 
16 379.0 
28 528.64 
2 3R5,I, 1 
659.646.13 
2348%.20 
K 0#7 ~ 
244284 7 
26 $00.00 
36 962,10 
274.31 
r, 316, 1 J 
70 440.32 
103 791,70 
6$30.24 
81.1 J 
41 330.77 
12 732.72 
2385.61 
$44456.36 
6K 3507 
12 $4 1 
$04 67$.99 
77 ~ Jl.,.,, 
171 1821 
170.13 
14 496.6] 
129.I0M 42 
11 378.54 
$6 $530.24 
H l,IJ 
41 330,77 
12 712.72 
2 385 ó 1 
1 156. 763.04 
Guia Lopes da Laguna, 06/02 99 ELIZEU DOS SANTOS - Prefeito Municipal 	SEBASTIÃO DE DEUS - Temico Contub! - CRC 3026 
Fundo Municipal de Saúde 
alancete Financeiro - Mês de Fevereiro de 1999 
RECEITA 	DF SPESA 
TITULOS 	MÉS ANTERIOR NO MÊS ATÉ O MÊS TITULOS 	MÊS/ll'HERIOR NO MES /T! OMI  
RECEITA ORÇAMl;N fARIA 	371,10 	12.835,07 24.206, 17 DESPESA ORÇAMENTARIA 	IJ771.J6 	13899.81 28.67117 
RECEITA TRIDLITÁRIA 	542,08 	415,58 957,66 SAÚDE ESA EAMENTO 	14 771,36 	1)899.81 18671,17 
TRANSFERÊNCIAS CORRENTES 10 829.02 	12419,49 23.248,51 DESPESA EXTRA·ORÇAMENTÁRIA 9 157.02 	10 448.31 19705.JJ 
RECEITA EXTRA•ORÇA IENTÁRIA IJ.783.36 	13.905,81 28.689, 17 RESTOS A PAGAR 	7.370,53 	J00.00 7770.53 
DEPÓ ITO' Dí:. DIVERSAS ORIGENS 11.00 	6,00 	18.00 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS 11.00 	O 110 	12.00 
DESPESAS EMl'E IIADAS A PAGAR l l .487.36 	10.334.81 21.822.17 DESPESAS EMPENIIADAS A PAGAR 1.$74,49 	6285.31 7 859.80 
DESPESA DE PESSOAL A PAGAR J.284,00 	3.565.00 6.849,00 DESPESAS DE PESSOAL A PAGAR 300,00 	J 763.úO 4 063.00 
SALDOS DO PERÍODO ANTERIOR 	60,19 	2.186,27 60,19 SALDOS PARA O PERIODO SEGUINTE 2186.27 	4 579.03 4.579.03 
CAIXA 
º·ºº º·ºº º·ºº 
CAIXA 	0.00 
º·ºº 
0.00 
BANCO CI MOVI ME TO 	60,10 . 2.186,27 60,19 BANCO CI MOVIME TO 	2186.27 	J 5i9.0j 4.579.03 
BANCOS CNINCULADA 	0,00 
º·ºº 
0,00 BANCOS CI VI 'CULADA 
º·ºº º·ºº º·ºº 
APLICAÇÕES NO MERCADO ABERTO 
º·1-) º·ºº 
0,00 APLICAÇÕES NO MERCADO ABERTO 
º·ºº º·ºº 
0.00 
TOTAL ...................................................... 26.214,6 ,/",,_ 28.927,15 52.955,53 TOTAL .... 
••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 
26214.65 	28 927.15 52 955.53 
Guia Lopes d, Laguna, O-l/03/99 
RICARDO DE VASCONJ'Os MONTEIRO - Titular da Unidade 	SEDASTIÃO DE DEUS SOULA • Tccnico ConlJbil • CRC MS 3026 
Fundo Municipal de Assistência Social 
Balancete Financeiro do Mês de Fevereiro de 1999 
TITULOS 
O RECEITA ORÇAMENTARIA 
TR/ SFERÊNCIAS CORRENTES 
RECEITA EXTRA-ORÇAMENTÁRIA 
DESPE AS EMPE IIADAS A PAGAR 
SALDO DO PERÍODO ANTERIOR 
CAL'XA 
BANCO CMOVIMENTO 
BANCOS CI Vl1'CULADA 
APLICAÇÕES 1'0 MERCADO ABERTO 
TOTAL 	. 
Guis Lopes da Laguna, 03/03 99 
RECEITA 	DESPESA 
MES ANTERIOR O MES ATEOMES TITULOS 	Mf S ANTFRIOR O MES ATF O :vtF'> 
º·ºº 
2.353,98 2.353,98 DESPESA ORÇAMENTARIA 
º·ºº 
2.353.98 2353.98 
0,00 	2.353,98 235 8 ASSJSTENCJA E PREVIDÊNCIA 
º·ºº 
2.353.98 
2.353.98 
0,00 	2.353.98 2353, /8 DE PESA EXTR,-ORÇAMENT/RIA 
º·ºº 
1.658.9-l 
1.658.94 
º·ºº 
2.353.98 2.358,98 DESPESA EMPE 'HADAS A PAGAR 
º·ºº 
l.658,9J 
1 658.94 
º·ºº 
0,00 	0,00 SALDOS PARA O PERIODO SEGUINTE 
º·ºº 
695.0-I 
695.0-l 
º·ºº º·ºº º·ºº 
CAIXA 
º·ºº 
o.ao 
º·ºº 0,00 
º·ºº 
0.00 BANCO CI MOVIMENTO 
º·ºº 
695.0-l 
695,0-l 
º·ºº º·ºº º·ºº 
BANCOS CNINCULADA 
º·ºº º·ºº 
0.00 
º·ºº 
0,00 	0.00 APLICAÇÕES O MERCADO ABERTO 
º·ºº 
0.00 
0.00 
º·ºº 
4.707,96 4.707,96 TOTAL ..................................... , ................. 
º·ºº 
J.707.96 
J.707.96 
ELIZEU DO SANTOS - Titular da Umidade 	EBAS TIO DE DEUS SOUZA • Técnico Con1ab1I • CRC. Ms 3026 
t 
a co 
maroT 
a gente 
reré! 
• Erva Mate Tradicional 
- Chá Mate 
• Erva Mate Tipo Crioúla S 
• Erva Mate Sabor Menta 
• E Kit Tereré 
Erva Mate 
nto Antônio 
Santo Antônio Ind. Com. Imp. Exp. De Alimentos Ltda 
Rua Rio Branco, 84 - Centro - Ponta Porã / MS 
Fones: (067)431-1902/1429 - Fax: (067)431-1948

Trlula daf 
lnfor ne TF 
CombuHiveit mais caros, cm Jardim 
e Guia Lopes - Na ultima emana, pai ando 
pt,r (1111,1 lopes da Laguna, chegamo L111 11111 
Poto de Gasolina. e. antes de aba:tecer 1orn, 
mo um susto com os ptc0 dos combustive1. 
ate pensamos. "era que houve aumento de pre- 
0 nes dias e nlo estávamos abendo 
l, pois é, só para os leitores terem 11rn.1 
ideia, a gasolina. que em Hela Vi,ta cu.ta R 
1.06 (hum real e seis centavos) lá cm (1111,1 
Lopes. no posto que chegamos, custava R$ 1,14 
(hum real e quatorze centavos), desistimos de 
abastecer o veiculo, pensei comigo, não vou 
paat esse preço absurdo, a gasolina deve estar 
mais cara aqui porque e o ultimo posto, na sai­ 
dada cidade. Resolvemos chegar até Jardim, onde, 
111tJgin:iv,1111l, a r•:l >lina tinh.i que c,,L,lf bem m:,i, 
barata Ledo engano, ao chear no posto vimos a 
tabela: Gasolina R$ 1,17 (hum real e dezessete 
centavos). Como m1o tinhamos combustivel para 
chcg.ir ti lkla Vi,ta. 1ive111os de pagar o, RS 0.11 
(onze centavos) mais caro por litro, em relação 
aos pt eços pratic,1dos cm nns-..1 cidade, 
Mesmo tipo de combustível, com pre­ 
ços bem diferentes - Que fique bem claro 
e p,1ra que não I e11ha111 amnnhíl 011 depois com 
desculpas sem ,:ahimento . .:nlr:imos em conta­ 
to com alguns proprietários de Postos e tive- 
1110s a i11fom1açào que wio de cncontro a aqui­ 
lo que já imagin,ivamos. os preços dos combus­ 
',i1cis cm Jardim e Guia Lopes da Laguna. n.in 
verificamos nas demais cidades da região . .:,­ 
tão realmente b,tstanl<.: elevados. e a compro, a­ 
ç,io..: simples: O, donos de postos cm Bela Vi,ta 
'Cndem o produto a R 1.06 e c,tão tendo u ,cu 
lucro, apesar da margem reduzida. mas cm tem­ 
pos de vacas magras a realidade é essa mesmo. 
OutrJ coi,a. pelo menos um dos po,tns 
de gasolina de Ilda Vista comercializa o mes­ 
mo tipo de gasolina vendida cm Jardim. 
aditivadu, ao preço de 1.06. isso sem falar que a 
nossa cidade fü:a bem mais distantc dos cen­ 
tros distribuidores de combustil'cis. do que Jar­ 
dim e GI.L. ou ,eja. o frete para Bela Vista ccr­ 
tamenle.: mais caro. Dá para explicar? 
Vereadores revoltados com a PRF - 
Na sessão ordinária da Câmara Municipal rea­ 
lizada na última scgunda-li:ira, dia 05. os Vcrc­ 
adorcs Gctulio Lino Filhú. Ayres Cafure. Rc- 
11.110 de ouz.a Rosa e Luiz Alexandre Loureiro 
Palmiêri. manifestaram seus descontentamen­ 
tos com rclaçii11 a atuaçfo da Policia Rodol'i:i­ 
rin Fede mi em nossa cidade. Os Vereadores cri­ 
ticam o procedimento da PRF que. segundo cks. 
prece que vêm :i Dda Vista com um só objcti­ 
"º· distribuir multas. sc:m o mínimo dc bom 
·en o ou de considcraçilo parJ com os motori,­ 
llS de nossa cidade, muitas l'C.lCS pessoas hu­ 
mildc.:s e até mcsmo ainda dcsinfom1adas com 
relação ao norn Código 13rasilciro dc Trânsito. 
O assunto mereceu acalorados pronunci­ 
amentos e alumas cobranças duras. ao final 
decidiu-se pela convocação do Inspetor da PRF 
cm nossa rcgí:11>. Celso Jos.: Costa Preza. para 
rnmpan.-ccr :i C:imara i lunicipal e prestar in­ 
lom1J õcs e cscl:m.-cirnentos :i populaçilo. Cer­ 
tamente o plcn:irio do Legi,latirn Municipal , ai 
ticnr lotado por ocasião da sun vinda. 
I / g 05 
ln Mnu 
mento d. una, te nos inf 
,ode q ontem 1, os Pol 
kodovà derans 
lopes da l auna, etiveram novamente em 
Hela Vi ta, tar ndo bltz no Ponto da R +ta 
1 c,kr d, 1110 .. hc11111 e de a vez foi I ,,., 
algum trabalho de orienta,ao e de 
conscientizai, como pedem os Vereadore . 
ou se houve novamente farta aplicação c.k 
multas, moti o da revolta dos nosso, cu 1 , 
Dia Mundial da Saúde dedicado ao 
Idoso- Ontem. 07 de abril. tomcmornu- e o 
Da M hm hal du s.,úd~. que ClC (lllll foi uec.1,~.1- 
do ao idoso. partirtlesta data. lodo, os dosos 
i111cm.1do, crn hmpit.,is d.1 rede puhlic,1 de ~.1ú­ 
de passaram a t.!r direilo a 11111 acomp;111h,,nk. 
O11tr,1 boa noticia. começou onlL'lll, 07,0-1. 
a campanha de vacinação dos ldo,os. r.:ali1ad,1 
pelo Governo I edcral. Todos as pessoas com 
111,11, de 65 ano, de idade devem procurar lJll 
,ci-:111 levadas ao Posto de Saúde Municipal para 
receberem gr,111111,11ncntc ;1 vacina contr.1 gripe:. 
tc:tano e dif<·,tcria. a campanha será dc,cr11ol- 
1 id,t até o pró:-.irho dia 23/0-1. Lou'á cl a inin­ 
ati, a do Minbt<'rio da Saúde. 
Decreto Municipal determina o fim 
da cobrança da t.lxa mínima depois 
do corte no fornecimento de água 
Parccc meio complicado. mas nús e:-.pli • 
carnos: No último dia 1 º de abril. o l'rel'crto 
:--tunicipal Josê Garibaldi publicou o Decreto 
!unicipal 11" 1.131/99, cm que determina o fim 
da cobrança da taxa mínima depois do corte do 
lumeeimenlo d,· âgua aos consumidores. 
Na Crdade. a c:-.1inção dessa cobrança 
era uma luta do Vercador Ernando Fr.1ncisco 
(iasco. desde que ele assumiu o mandato. há 
mais de dois anos. conforme mat.:rias 
publicadas cm nosso jornal. Sensíl'cl à essa 
l'crdadcira injustiça. quc há anos vinha sen­ 
do praticada. o Prcli:ito ifunicipal bai:-.ou Dc­ 
creto extinguindo a cobrança. 
Resumin,lo a-'hi,túria. antenormcntc. 
para fazer a religação do fornecimento de água 
nas residências. além de pagar as contas em atra­ 
so. que rnotivaran o cone. os consumidore, 
também crnrn obrigados a pagar a taxa mínima 
refrrcnlc a lodos os meses em que ele pcm1anc­ 
ceu sem receber agua cm sua n:sidência. ou seja. 
mesmo estando com a água cortada. ek tam­ 
h.:m tinhadc pagar a tarifa mínima mensal. igo­ 
ra isso acabou. quem tiver o consumo cortado 
tcr.i de pagar apcnas o quc realmcnle licou de­ 
, endo atê aquela data. i-:fcrcntc a água que efe­ 
tivamente uti liLou. ParJbéns ao V creador Gasco 
por essa vitória e ao Prcli:i10 José Garibaldi por 
sua sensibilidade e sen,o dc Justiça. 
Condolências - Através da nossa coluna. 
lransmitimos ao Sr. lsmad Chamorro da Ro­ 
cha e D. Francisca CabrcrJ Chamorro. profun­ 
d:is condol~ncias pcl_a.pcrda irr..:par.ivd de seu 
lilho. Fábio Cabrera da Rocha. de apenas 18 
anos de idade. que foi vitima de homicidio na 
madrugada de omem. em nossa cidade. Aos fa­ 
miliares. em especial ao Vereador Israel 
h:11norro da Rocha. quc.: tio do rapaz a.ssassi­ 
nado. nossos sentimento. de pesar. 
'""""" ...... '""""""""""º'"'~"'- EDITAL DE PRUIElllA PRAÇA 
O Doutor 1.uiL Cnrlos de ouza Jtnídc. Juiz.de' Direito da 1' Vara Cvel, Criminal da Comarca de hrdim. 
Estado de Mato Grosso do Sul. na for,na du Lei. etc ••. 
FAZ SABl R que cm cumprimento aos tr.imi1es kgois do processo d· CARTf11 PRLCATÓRtA CIVEL. cm 
1~0 p(rJnti: C:!tlC: JllllO t."nln: (Xtncs. como Excq~cnh::_BANCO DO ORASIL }e C)"'º tlc:- utJdo APOLINÁRIO 
ADAMES DE SOUZA e ADRIANO ADAMES DE OUZA (Autos n" CP n 13 Q8). no j1rio do Edificio do 
r llrum. ll: RuJ Coronel tucJ, .. nº OS 1. nesta cidade de Jardim M., 3:. 13:00 ho~,d~i., J0 dr ,bril de 1999, scr:1 
levado a publico preglo de cnd., e arrematação cm praça públi .a.. n quem mais d r n 1111:i d:i :l.tlb -;Jo mc:n ion:1• 
dJ :'.lb::11 ., 0 bem penhorado ao executado 110 rcl<:ndo proccs.:,o. :i seguir de.> r-tcc:r. Ponr d:i Fazenda Taboquinha, 
m1 292.283I(duzentos e noventa e dois hectares, vinte e oitq ares e trinta e um centiares). contendo as seguintes 
<:nfcitori.i.s: o~ (duJ.)) inH·m:tdas ccrnd:.1 com • fios de arame liso e postes de aroeira, tod.i dcsnrn.t:id::i pronl;:i 
PJr.l a fomt:içJ.o ou pbntio. com o.~ seg,uinti:.s confronl:?Ç~~ 'ORTE: com terras do npolio de Célb. Ad:1mcs de 
Souza: SUL: ;om terras de Wilson Varas Gruber. ApolinJn0 Ad:1niC" de ou:c c Alm,r Ad:unc.s de Souza, AO 
LE TE: com rcrr.i.:. d~ \!ibon V. Gruben: OF _ TE: com terras de Adriane Adames de Souza, com todas as 
benfonon:is 1.'I.St ntc5.. ou seJJ.. dividida em duas invernadas, formada de diversos tipos de p:utos.. desm:uJdJ. um.1 
parte aproximadamente 60% e uma parte reservada para lavoura Registrada no Cartorio de Registro de Imóveis 
+ 4 · ó 3 o . F ±	a O 0 1, L i ro n ' 0 0 2 Avaliados). e m R S 19 8 .752,50 (c en g nyenta e oito mil, s e tec e n to s e 
.. m-qut:nrJ e doi.s h.·.,is e c.inqu nlJ L'.nt:i.,o ) NJO e- 11 t:i dos autos a existnc:/de ôntis bre o-. bens e O fcilo nJo 
ta sujeito a recurso pendente de julgamento Se, na data indicada, o (s) bem(ns) nlo alcançar(em) lanço superior à 
alia2o, no mesmo local ás 13.00 hor:is do dia IA de MAIO de 1999. :,er.(lo) levados) novamente à venda e 
:irr~m.1t.1ç!lo cm ~t."'..!U!ldJ t'. Uhimo p.r-çn.. J.:.spn:.1.:'ldJ:,, n, h:i :Jo '-' ,.:ndrdo(s) a quem rn. ,, der. F1t..1 0 c>,c-...-utado e seu 
<ónyuge, se casado for, intimados da designa ão das d±tas designadas para as praças, aso não sejam intimados pesso­ 
almente pelo OficiJt de Ju,tiça. l~ m/lf._ Z'i de Marte k 1999 Éas&;l' ':uc cmno po: dol,rm,nc:óo lud:od 
Câmara de Guia Lopes gasta 11 6 
mil em três meses e ai da tenta 
f e ir a Const·tuição Federal 
Se 
( .. 
L ,da de J..- ( 11.J 1 1 opes da 
1 ,t •un.1 n I nolt • JI..' .u1h.:onkm, 
06.04.99, que tratava-se de 
duas emendas a lei oránia 
que podera atantr poderes de 
fiscalização dos ato do Poder 
1 l'UlllO J(h 1cr,JJ,Hc. () 
proj,to ,k rnodrllL,1,lll u.1 kt 
orgânica foi de autoria dos 
vereadores Haroldo Machado 
1 errJ/J e d:11 ,r.:.idor,1 :--1.,nJ 
/elia Garcete. que tinha ainda 
o aval do Presidente da 
C,i111Jr.1 Ron.tldo llrunl't 
l'ereira, da Vereadora Mana 
ConceiçJo e  l.1rt.1 l,,1h.:I. 
Os  c.:rc:adure, ' C) 
Marçal, Nodiel Infran de Lima. 
Mfanoel Duquini e Carlos 
Antônio "C.1rl,10" ,u,tent.1rJm 
a posição contraria ao projeto, 
com a justificativa de que as 
cmc:ndas c:slan.1rn Jgredi:1do J 
Constituição h·Jeral. 
O Vereador Ney Marçal 
que: niio e: u,, p.irtido do 
!'refeito . foi o primeiro a 
Jcfcndcr J derrubada da 
cm.:nda. Em entre, ista à 
1 mprcn,a o ' erca<lor Ney 
l.irçal alcg,,u que os 
, crcadore, que: prelcndiarn 
aprovar estas emendas estão 
confundindo ,uas funções. o 
1 cr..:ador de, e dar exemplo e 
respeitar as k1'. alem do mais. 
o Podcr Excrnti, o sempre 
demon,trnu, bom 
cntrosamc111,, com o 
l.cgisla1i1 o não havendo 
necessidade dc criar eme a 
para fiscalizar o mesmo. uma 
, ,:1. que este !em procurado 
manter seu, atos com 
lranspar~ncia. alertou. ;,,:ós 
estamos preocupados em 
buscar junto .10 executi,o 
altc:mativas dc proporcionar o 
desenvolvimento para o 
nosso po, o. cm brigar por 
mais recursos para a nossa 
cidade. pois ,1 comunidade 
cst:i carente de obras. 
Par.1 o Vcreador Nodiel 
lnfr:in de Lima. o projeto não 
significa absolu1amcn1c nada 
para o Município. somente vai 
servir para atender o capricho 
da oposição que cst:i tentando 
tumultuar o andamento da 
administração pública. 
dcfrndeu. O pn:feito IC'e dois 
anos para acertar a casa e acora 
chegou a vez de 1110 l.r:lr e; iço 
. c c'SSe trabalho j:i corm-çou ;i 
apare er. diSSt: o, crc:idor. 
O n·re.1dor Manoel 
Duquini, destacou a boa 
vontade do Prefeito Elizru do 
:.intos l.."tn con::,truir uma 
cidade mais pró pera. fal:lndo 
dos 1':irios projeto: que o Pn<Lr 
Executivo esti r kiteando jumo 
aos órgão F,>d:r.1is e 81::du:iis. 
como outns ot,:-as ·-tJo sendo 
concluid s. citando ;i 
con truçào de dois po,tos d" 
saúde, o serviço prestado na 
área da saúde, a construção de 
ponte, ,om p.irc ·n;i om o 
os apatceri 
alentou Duquint 
Já o vereador atlão 
falou da necessdade do 
Lcrslato ser o órao 
Ji,crl11. lur J,, l .'<,Ull11. 111.1, 
·un 1, rtr J con lllu,ç,10. fJlou 
ainda da necessidade dos 
readores que cstão realmente 
preocupados com o progresso 
do mu111cip111 crn furn1ul.11 
pro]cios e somar torças com " 
c:,ccullll no ,c:nlrull di: 
!,!JT..llllir l' n:1t' t'.'ULlr JrJl.'.J'),,l( 
a administração apresentando 
projetos sem fundamentos. 
Acredito que os colegas 
vereadores deverão fazer 
oposição mm, desde que não 
prejudique a população". 
Câmara gasta 116 
mil em três meses 
Dcpui, d.: s.:r co brado 
severamente pelos vereadores 
oposicionistas. de ond..: o l'odcr 
Executivo cslá emprc:gJndo .1 
arrecadação. o contador Ja 
PrcfciturJ lunicipal de Guia 
l opes da Laguna. Sebastião de 
Deu, rcsoh eu rehater as 
críticas cla.,sificando as como 
inco.:rcntc,. Diante da crise 
que o país .:stá pa,sando. 
afetar principalmc:nte os 
munrc, ios pobrt:s. onde o 
momento é de manta 
contenção de despesa,. o 
município dt: Guia Lopes da 
Laguna vive uma situação 
bastante confu,a. Enquanto 
alguns vereadores 
questionam o destino do 
dinhciro publico por parte do 
exccuti,o. ;i câmara já gastou 
nesscs primeiros três mes..-s. 
cerca de 116 mil reais com 
pagamento d.: vcrcadort:s. 
forncc.:dorcs e funcion:írios. 
Os 'Crcadorcs oposicionista 
foram os que lel'aram a maior 
bolada do dinheiro. 
O presidente da cãmara. 
Ron:ildo Pcn:ira Brunet. desde 
Janeiro d • ·te anos já rc-cebeu 
um montante de 6.830 reais 
24 horas ao 
seu dispor .. 
,! 
do destino dos [% da 
arreadas o do Município e 
ainda quer ex 1r 13 da 
tece:ta Munurpal qu tonou 
11 c,ir11,1dnr d.t C'J111 r.1 
Seba.tu4o de Deus "Para quem 
quer fiscal.ar o Executivo é 
11c·Lt.:,1r11> pr1111<'1ro dar 
exemplo" argumentou 
Prefeito vai 
responder 
críticas com obras 
Depor» de assistir a 
-cssã11 d.1 C.im.rr,1 11.1 última 
Terça Feira, o l'r.:fcilo de 
C,u1.1 Lopes da L,guna, l:lw:u 
do, S;into, l';trJB. garantiu 
que vai responder as criticas da 
opo,ição com obras. El 11.cu tios 
Santos. agradeceu 80'> 
vereadores que , olaram 
conlrJrio ~, emcndu, à Lei 
nrg;inic.1 e de,tacou que 
,e111prc huscou u 
transpari:ncia cm sua 
administração e que 	'o 
momc:nto não e tlc pcrsc:guiçào 
pol11ica e srm de arremangar a;. 
manga,, e correr atrfu de obms 
O po, o nilo quer ou, ir dt:núncia'> 
infundadas. dc-,;torcidas. que só 
atrapalham a n0'>SJ 
admini,tr.Jçào". L"Xphcou. 
"Tudo quc nós fizemo, 
nesses dois anos foi pdo 
cngrnndecimenlo do muni ípio 
e tal, a n.'io 1cm repercutido na 
opiniJo d.e alguns críticos . 
porque não são obras que 
impressionam.. mas neces.">ária 
para qu.c po:.Samos colocar a 
máquina a funcionar. 
Administrar o município é coisa 
sfria . por isso nào podemos 
d<:Sperdi ar tempo com proposui 
im:lel'antc:.. prc.--cisamos trabalhar 
muito para recuperar o tempo 
que o municipio ficou 
estacionado no desmando de 
outros administradores". 
s.1lic:ntou Elíz.cu. 
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1 1

a 
08/ / 08 
Notícias do Legislativo Murtinhense 
llancadn elo l'T reivindica patrolamcnto 
e cnca"icalhamcoto o trecho dn escola 
Pólo tio Bocainval a ponte Santo Antonio 
Os Vereadores, Darley José e José Aguiléo Sanabria, ambos 
do PT, solicitam providências da Secretária Municipal de Infra- 
l •,1n,1ur,1. qu..: • p.111nk e u,u calhe a e trada viemnal do Docaiuval. 
compreendida entre a Escola Pólo do Hocaiuval até a Ponte Santo 
A111nnio O, Vn,.nln1,, do I' 1 JU lil>r,11.1111 que: t 1.1 ,oliL1lü:lO ,.., 
l.v de, ido a rc·t1ql<'1JJll d.1 ut.uL, c,11,lll,1 •e l111darn,1 hLol111h,1 do 
ocaiuval, a recuperado total até a Ponte Santontonio e 1a? 
11e1·c,-,;'1rill dn 1dll "" l'IJ!llk rlltl irnc111C1 d.: aluno, e ap,1 icullor.:, 
Executiva do PSDB Municipal 
se reuniu em Porto Murtinho 
que ue mndaramente a 11 • !li 1 l' J·' pr ,,e 
1 
1 '"i' .i < , ,lx I r, rJ 11.. 11.,r o ·ro 
Ca calharnento da rampa de 
acesso ao Barco Pesqueiro Xaraié 
os Vereadores, Datley Jo,é e José Aguiléo, ambos do i' 1. 
solicitaram que seja enviado cxpe ilente PrefcíturJ '.1unic,pal. 
no sentido de providenciar o encascalhamento da rampa de ac so 
ao Barco Pesqueiro Xararés, no dique, atrás do antigo cinema 
Em uas justificativas "' Vcrc.1dorcs disseram que com a 
1cJl11,1çào do ,cr. iço de protcçfo da barranca do llw l'JrJ••u 11, 
estragaram a rampa que dá acesso ao Barco Xaraiés, que fica 
atracado ao lado do Porto Militar, da 2ºCIA í RO:vl prejudicando 
corn" o, o cmh..,rquc e d,...,crnbarquc de turistas no refendo b.m.:o. 
que 1"1c.rm 1111p,1,S1bílltado, de chegnrc111 até o local com seus 
, eículo, e con,equ.:n1crncn1c com seus apetrecho,. 
Vereador Aílton pede alarga-;- 
mento da Rua Cândido Mariano" 
No últi1110 di,1 24, a Executiva do Diretório Municipal 
do PSDB se reuniu 1111 l'knúriu da C.irnara r>1unicip.tl. 
denominado de "Elisio Ramires Vieira", nessa oportunidade 
se fizeram presentes os dirigentes máximos do Partido. 1 lojc a 
l'rcsid2ncia cio p.1rtido cst.i sob o comando do e:-.-Vcrcadur 
Joio da Crnz 1'.1checo. o, Vercndorcs presentes Jod Al<lcr.:te. 
Fernando Cristaldo de Matlos, tJmhém o l'rc,idcntc da 
:imnr,1. Ver.:.1dor Ailton Sanches. que boje ocup,1 uru lugar 
de destaque na político murtinbcns.:. 11111 grande liJ.:r politico 
em ascenção que pode a vir surprccnJcr n.rs pró:-. irn:is ckiçõcs. 
u '110 p.1ra o Prefeito co1110 para mai> um m,mdato de Vereador. 
Tambón prestigiou a reunião o 1'.:cuari,ta e Prcsid.:nlc 
do Sindic,110 Rural de Porto Murtinho. Francisco de Souza 
- cio (Chico 'cito) e outros companheiros. 
olt:rndn um pouco. o Pecuarista Chico Neno. que foi 
candidato a Vice-Prefeito na chapa encabeçada pelo Job Abrio, 
ganhador da últimn dciçào municipal, mas que foram <lcrrotados 
no chamdo "t.1pd,io", hoje sem Jú,id.1 ncnhu111ci Chico, cito i: 
um candidulll n.11ur:1l do p.mido às dci'Ôcs ruajorit:írias. 
, rcuni5o justamente,aconteceu por motivo desse e de 
outros assuntos que i111cn:ssa111 ao p.1rtiJo. Es;;.1 rcumào ser. iu 
para medir o 1cnncirnctro .: avaliacào do quadro politico do 
Estado e principalmente a nívd nacional Só para kmhrar os 
menos avisados que o PSDl3 é o pan,do do Presidente da 
República. Fernando I knriquc Cardoso c tem o terceiro maior 
colégio dcitor:il no Congn:sso Nacioml i: u111 panido de grande 
decisão na vida dos br.isikiros. É desse ponto que h:i Jiscussàn 
.e troca de opinião 1w~sc dd,atc, porque o partido tem lr~s 
Vcn;adorcs de grande representatividade, inclusi'c um dos 
integrantes da Executiva disse que "P DB :'- tunicipal hoje é a 
menina dos olhos de boa parte de líderes partiJários cm nossa 
cidade. O quadro do PSDl3 murtinhcnse i: o melhor possÍ'el. 
1 toje o partido tem dois nomes fortissirnos par.i. dispu1ar 
qu:1lqucrcargo. inclusive para vencer :L~ ekiçõcs: Chico Neno 
e Aillon Sanches. Esses nomes hoje estão co111 altíssima 
.:otaç.ão política partidária. isso sem folar nos dois ou1ros 
Vercadon:s: F.:rnanJo r.lc ltano, e Jod ,lden:le. 
O Prcsidenle da C:imara ltunicipal. Ailton Sanches acha 
que o rcsp.ildo que o partido tem e pelo c,paço que ocupa no 
d:n:írio político nacional tem tuJo para fazer o Pr.:feito e a 
maioria dos Vcrc.1r.lorcs nas pnhim:L~ ekiçõe, municipal. csse 
e o pcnsmnenlo dos demais membros da Exccu1i, Sempre 
aco111ccerJo c,sas !'!uniões para se a'.i.liar o quaJro olítico e 
se dcb:uer o, assuntos atuais, sempre com transparência 
democr:i1ica. (Toninho Rui.r.) 
O lcread,,r Ailton. solicitou que st:ja enviado expediente 
j Prefeita r>!unicipal, no sentido do setor competente da 
municipalidade providenciar cm caráter de urgência o 
alargamento das laterais da Rua Candido M.iriano. • 
principalmente 110 cruz;uncnlo com a Ru:i 13 de junho. Em sua 
justificativa o Vereador disse que: Ocorre que o afunilamento 
da rua cm referencia. t.:111 prcjudicndo de forma consider.Í d o 
tráfego nonnal dos veículos, principalmente os veículos de grande 
porte (caminhôcs, ônibus, etc ... ), ocasionando pequeno,. 
acidentes. / colocaçllo de tubos questionados se faz necessário; 
afim de facilitar a manobra de caminhões. e, itando assim outros• 
acidentes semelhantes aos que já nconl.:ccram naquela locnlidad.:,, 
Adolfo Aguero quer o estabelecimentó 
de negociação em torno dos salários 
atrasados dos Servidores 
L.111 l:U pr1. 11':...1,Hth .. nto o Vereador Adolfo enalteceu a 
[portincia que a Professora la Mana @aúna era para a l+ is 
dos Professores. Em seu discurso o vereador disse loma-sc 
difiel avaliar o quanto a no sa amiga. colega e ferrenha lutadora 
que ora caminha para a eterudade, semeou e plantou pra que o 
nosso segmento de Professores e a Educação Municipal de uma 
maneira gera! fosse gradativamente atingindo a concpd0 de 
que o Prefessor precisa despertar para as mudanças de postura c 
compona111cn10.  is,111do ,ukqu.ir "' e,it•é11u." J,1 
contemporaneidade. Existem forte evidências, de que todos nos 
lemo, uma missão a cumprir. quero acreditar que tenha encerrado 
a sua tarefa ou c apenas uma forma de nos encontrarmos o 
conforto. Enfim a vida é um segredo que e»ta unicamente nas 
mão de Deus, a sua revelação. Por fim, resta-nos transmitir o 
mcu, os nossos votos de pesar a todos os cus familatcs e roar 
ao no"º !'.ri Ccl.:,11,,I que J knlu na sua plena alora" Essa 
Moção foi assinada por todos os vereadores murtinhenses 
O Vcrc:itlor Adolfo A~ucro (foto). rcqucrcu à :'-tesa ' 
Dirclora Ja Cimara. o qual foi aprovado e assmado por todos os 
, ercadorcs cm Plcn:irio. que sejam rcs1abc1L-cidas as negociaç0cs. 
cn1rc os represcn1anlcs e a Prcfrita Municipal. no sentido se 
chegar a uma s,,Juçào cm tomo dos salários atrasados deixados 
pela adrninistr.içào passada. Em seu discufso o 'creador citou 
como exemplo o Governo do Estado. que também ocorreu casú 
semelhante e cs1.i negociando pagar parcelado os atrasados. por 
c,se mot1  d1S,c quc: É grande o clamor das pessoas com quem 
,, ~lunicipio está inadimplcntc. no quc concerne à al:i1ip? 
atra,ado, oriundos da administração anterior. • 
Evidentemente que Esta Casa de Leis n:lo pode ficar passi~ a. 
diai11c desse imp.lSSc, visto que somos constantemente intcrpci:Jdo, 
pc,4 j:i mencionada parte cn.'llora, s.:mpn: com 111tuíto de cobrJr 
aJd'çào d,: postura mormente que venham estancar essa afliçéioº 
marcan1e no meio dos detcnton:s desse Dircito. 
11 
abemos Ja crise que assola o País como um todo. mas 
fcli?_.mcnle existe a matemática que é uma grande aliada par.l, 
auxiliar a reduzir ou verticalizar os problemas. 
Mocão de Pesar aos familiares· 
, 
da Professora Iza Maria Gaúna 
() 'crcadnr Adolfo Aguero. e mais todos os vereador/is.' 
assina111 :'-10(",  DE PE AR pelo falecimento da 
........ 
EDITAL DE PROCLAMAS 
Janilde Rosa dos Santos. Ofic1ala do Kestro vil desta 
cidade e comarca de Bela Vista-MIS ta saber a todos quantos o 
presente Edital de Proclamas irem que apresentaram os 
documentos eMgidos pelo artigo 10 do Código iil Brasileiro. 
inc1,o"' 1-11-111 ~ 1 '. e pn.:tc.:nc.h.:111 ,t.: c.1~ir 
GERALDO ALVES PEREIR  E ELIA '1,'l)l{A IAII.A 
BI E O, ambos brasileiros, soltemos, redente> neste munte1pto 
de Bela Vista-MS.. ck. lavrador, natural de Bel., V,,1a-l',. !ilho 
de L·pam111nnd.1' Pereira B.imbd e de d,,na ( Jt.,nn.1 1 e, l!Jmh,L 
ela. lide, cl,1 !.ir. na1ur.1l de Dourados-MS.. filha de Jo,c Bue110 e 
e dona Nair Francisca Bueno Se aluem souber de algum 
1111pcdi111c.:nto qui: ,e opo11h.1 n.1 forma de IL:1 
EDBTAl DE PROCLAMAS 
Janilde Rosa dos Santos, Ofiiala do Registro Civil dc,tJ 
cidade e comarca de Bela Vista-MS. faz saber a todos quantos o 
presente Edital de Proclama..,  irem. que apn:">cutaram u, 
documento-. exigido, pt.:lo artigo 180 dn C ód1gl, l l íl Ür:t'>ilc1ru. 
incisos L-H-e IV,e pretendem se casar 
ARIO CELESTINO E E'A :IELCIIIADES 
FERREIRA LOBO, ambos brasileiros solteiros, residentes neste 
municip10 de Bela Vista-MS.. ele. campciffl. nJturaJ de Bela Vista­ 
~IS .. filho de Armando Celestino e de donJ 1 mil1J C,ucdc, 
Cclcs11no: ela. lide, do lar, natural de Bela Vista-MS. filha de 
Marimiano Melchiades Ferreira Lot...., e de Joa11J de Olic1ra. ',e 
:ilguC.:m souber de algum impedimento que se oponha na fonn:i dJ ki 
llcl:a 'i,u-,1S. 07 dc- bril dr 1999. Jamlde Rosa dos antos . 0fie+ala 
inha Bela Vista 
Construindo um futuro melhor. 
Fr-c-:..-,t. -CXA ,,;,( _j . • 
UNIAO l TRABAIJ4O

Diário Tribuna da Front • a 
Diário Tribuna da Fronteira 
l f»r 
Porto Murtínho 
- ----------------------------- 
08/04/99 
Toninho R.uiz 
09 
Gerente do Banco do Brasil homenageado pelos rotarianos 
o último dia 2, foi o aniversário 
do Gerente do Banco do Brasil da nossa 
cidade, Sr. Mathcus Favarctto. quc foi 
homcnagcado pelos companhi:1ro, 
rotarianos e pelos funcion:irio, <lo 
Banco do Brasil. 
O almoço em sua homenagem 
aconteceu nas dependências da Casa da 
Ami7.adc. Os amigos foram prcstigiar a 
festa, a Presidente do Rutary Club 
Conceiçüo. ro. um pronunciamento 
eh:,cjando muitas l'dicidadcs ao 
companheiro Matheus e seus familiarcs 
A Presidente do Rotary C/ub de 
Porto ,111rti11ho, Conceiçrio 
Montanheri presta suas homenagens 
ao companheiro Matheus Fm·nretto 
presentes. 
O churrasqudro l.ccyr Acosta 
(rotariano) tlcmonstrou sua habilidade 
IHl locantc a assador de carne bovina e 
peixes. O sr. Matheus recebeu a visita 
du primo Wanderley e Patricia. 
Falar do Sr. Mathcus é abrir um 
parêntcsc. pois sua compclência 
aúministrativa vcm dcscnvuln:ndo 
cxcclcntc trabalho a frentc da gnência 
do Banco do Brasil de lurtinho, mutlou 
o conccito de atcndimcnlo ao 
público.melhorou muito as informaç<ics 
prcstaclas p..:los funcionários daqucla 
Agência para os clicntcs quc qucrcm 
diversificar seus investimentos 
lina1H:ciros. Por isso. nós da imprensa 
cscrita. que temos a rcsponsabilidadc de 
informar bem a nossa comunidade. 
fazemos uma imprensa cscrlla 
imparcial. quando é para criticar 
criticamos. se é para elogiar fazemos 
t,:mbém. mas sempre os interesses da 
Os funcioll(Írios do Ba11co do Brasil 
de Murtinho homenageiam e posam ao 
Indo de Marl,eus e esposa IVilmn 
Atendimento Personalizado 
Responsabilidade 
comunidade é prioridade. porque povo 
brasileiro aprendeu que a imprensa tem 
o papel fundamental de ser imparcial. 
por isso que neste momento estamos 
tecendo elogios ao atual gerente do 
Banco do llra,il. r ~latheu,. porque 
ele com muito esforço e em conjunto 
com seus funcionários colocou a nossa 
Ag.:ncia i:111 ,ilia crcdibili<lade. 
Desta coluna seguem os Parabéns 
ao Sr. Matheus e seus familiares'' 
O outro anfrer.rnriallfe do dia foi o 
nosso companheiro Willia11, mrfoto ao lado 
de Matheus compartem a alegria de 
completar mais um ano de vida 
Matheus Favaretto e esposa Wilma 
junto com o primo Wanderley e Patrícia 
sto Panta 
• 
1 
Deixe seu veículo aos 
nossos cuidados 
RevendedorCopagaz 
tversrio 
O ,:urotin/10 T/1eillor (de boné), entre o.r 
pais Liberato, Rosa e o irmão, muito felizes 
Quem completou seus bem 
iidos 7 anos foi o garotinho 
THEILOR. que recebeu os 
amiguinhos no salão de festas do 
Grémio dos Sub-Ten e Sargentos 
para compartilhar sua alegria com 
o irmão e primos 
A festa aconteceu no último 
dia 27. os pais Liberato e Rosa 
estavam radiantes de telicidade 
O garotinho Theillor estava 
trajando tardamento de Polícia de 
Trânsito e a decoração também 
chamou a atenção pois a eficiente 
Rosinha. com seu profissionalismo fez 
a decoração que foi um show e como 
tema, "Sinalização de Trânsito" 
Ao garotinho Theillor os nossos 
parabéns'! 
Lavagem 
Lubrificação 
Abastecimento 
Rua Dr. Corrêa - Centro - Porto Murtinho/MS (067) 287-1238 - Fax(067) 287-1163

A 
T unad F a 
nho por ty 
,.,ld l'c,r ,. 
l run,,111.1 rn 
e 11111d I J><cd1.,1 	1 
formado por mais de 	e 
opetas com alto poder de fogo. Como nada poda fazer para cvtat 
a invasão, amnda «hrtasquaa como relement s 
Scu1nlh1 n,Hflh. h.· mundão de [eus, contava somente com :t J ri .. 
ao Dr ma. pois ona» Lulu., 1 l' 1  ,1111 por toda parte Quando 1a 
lavar panelas, roupas e tomar banho no coro, tinha que ter cuidado 
om os jacarés O que ele mais sentia falta era de mulher. Sua esposa 
havia falecido e omente oneua matar a vontade quando ia a ida 
de let vanos contes mnas nenhuma quis ir morar com ele lá no 
l'u111,111,,I 
Depois de seis meses de alongamento, o patrão apareceu para 
111'-pcci,>n,ir o •.'lido, paµou-lltc lodo u nlr,h,uJo. t.h.·1xuu u111 pc.io t'lll 
seu lugar e Seo lácio veio para Bonito. Barbudo, cabeludo, roupas 
.!.t11T,1<las e 11111 altnrrc: rtíl"i co,1,,,. l lo,pt.:dou-,c no hotel e logo foi ao 
comércio comprar algumas calas, camisas, meias e calçados. 
l{c1ornn11do, cortou o, cnbclo,. le, a h,uha, tomou ,,quclc h.1nho, pcr­ 
fumou-e todo I;! fOI/UIJ-5C 01111.1 pt''Oil. 
A nnitinha, dcpoi, do j,1111.ir, ,c111m1-,c cm hentc ao hotel e 
ficou a npn.:cinr o IIH) 11ncnto. A carn,trcir.1 .,p10,11nuu-,i: e <lh,c-lhc 
·"(senhor me arruma a cha,c tio seu quarto para mm arrumar a sua 
cn,na?" De pron111 ck respondeu:• l'oi n.11' 
Tratava-se de 1111111 morena, cnhcl<>s curh1', ,ilhueta c,guia e 
todn sorridente. Pegou acha, e e saiu se requebrando. Sco lnúcio qun• 
se morreu sufocado, porque deixou até de rc,pir.ir 
Dois dia, depois., camt1rcira já estava mais mansa que cotia 
criJdn cm c.,sn. Quando ia Íílll'r limpc,a no quarto e trocar as roup." 
ele cnmn, batia aquele papo com o, clho pantnnciro. Chegou ao pnnto 
que ele niio resistiu e di»e: • "Sou sem compromisso, tenho dinhcir,,. 
quanto vocc quer para ficar comigo?", 1111.:::.ma fingiu que estava 
i11dccisn e acabou di1cndo: -"Se me der duzentos reais cu Hnhn hoJC 
às dez horas da noite". 
Nilo teve pechincha. De imediato entregou-lhe qualro notas de 
cinqüentn reais. Ela licou feliz da vida e o Seu lncício também 
A t:Jmarcira foi pontual igual a um relógio suiço. Às dez hora, 
cm ponto bateu n.1 porta. Foi abraçada e o pantaneiro começou a apalpar 
tudo. Quando foi acariciar a parte íntuna lc ou um tn:mendo susto, P'J" 
encheu a sua 111:111. A camareira cm um bi.:ha. Fulo da , ida, pegou a 
guinca que estava na guarda da cama e deu-lhe umas três lambadas e a 
me mn saiu como um ft1rao.io. Nunca mais apareceu no crviço. 
Padre, turco e port 
nho do I m 
f flt1ú. llltl l • uma fiel retat J ' ru. scnJ l 1 1 j ,cm ,om 
uns deroto anos de idade, q
1
J. nJ.., pa ava por uma rua d 
,1:., .... ,d.1 por meia duzia de tarados, que p rtir n píJ tllnJ d t... r­ 
rançaram-lhe as roupas, deixando-a completamente ""·' ; n . ~ 
rcap,11. con .:~mu dc>'cnc,lhar-..c. JIU c<>rrcnJo e tn:rvu l, tn 1 um 
furacão igreja adentro, abrandando-se com o padre em busca de pro­ 
tcçlo. 11c JO ,ê-l,1 nuazinha da silva, falou para os fie,, - .. Qutm 
olhar vai ficar cego!" Todos fecharam os olhos. Havia entretanto, 
um e,p.111hol. que dist·: • .. Yo voy arriscar un ojo". 
De outr.i kit,1, um hamfo de rapazes que vinham de um baile 
,, quatro horas da mJdrugadJ, .:mbnag,,d,,, e f.11cndo a4uet1 Jlt.1• 
tarta, depararam com um cavalo morto de gJrrotilho, lx:m rro"n., 
da igreja, Ao pa,,ar pelo anim:,1, um dele, te, e uma id IJ - "I ,u 
mortt> mc,mo. que tal a gente fazer uma brincadeira?" O culcgJ 
p.:rguntou: • "C:01110 a,,im?" / rc,pmt.1 ,cio de imcd1Jto. - Vamos 
cort.ir a "làramenta" dele com testículos e ludo,: Yamo, JogJr cm 
ln:ntc d,1 ,dadora. Todo, apro1 aram. l'cgar.im uma f,,ca, rnr1ar.11n 
e arrcmctcmm bem junto a poria. 
Na manhã ~eguinte. 4uando a faxineira, c111 f:Ucr a l1rnpa:1. 
viu aquilo e começou a gritar, chamando a atenção de toda a , i11- 
nhança. di,cndo: -"Venham ver o que li,crJm com o coitado do 
"Padre Zé". 
Di,.em que turco é pJo duro e 1:1 não existe campeão de natJ• 
ç:lo. porque n:lo abrem a mào de maneira nenhuma. São mais pro­ 
pensos cm lutar boxe. 
De cena ft:ita. um turco mergulhou cm uma piscina com um 
,onrisal na mào e o mesmo nem borbulhou. Voltou sequinho ... 
Se HlCe quiser arrumar uma briga feia. basta chamar de lurco 
um turco que não seja turco. Mas tem gente que nilo se preocupa 
Um jordaniano. muito bem sucedido na vida. adorava ser chamado 
de 'Turquinho". Tinha um belíssimo hotd de luxo. "dinhcrrn" no 
banco e tudo o mais. Certo dia. estava sentado tranqüilamente nJ 
sacada. quando alguém bateu palmas. Ele olhou para baixo e ind.1- 
gou: • ··Que deseja meu?" Tratava-se de um mendigo. que respon­ 
deu: "E,mola". O 'Turquinho" disse-lhe:-" Enfie por bai,o da por- 
I / 9 10 
A 
e 
J, 	• ... l , ..l 
um., .trMJ c cuspindo marimbondos'- "Aquel ttm.n Jc 1  J., 
me paga" 
('ns dois meses, la aparccu o turo ma «ate comn a sua maia 
nas costas. Quando apontou na urva da estrada. todos vestir a 
roupas que h,l 1 :a cn,,,lh1d(). Jl.)r,1 l [XCíJ l,1 /, 1111 4 té h teu pal­ 
mas no terreiro, falando: - "Roupas, perfumes, quem ai quer:r 
De um a um ter saindo, cpremidos dentro da roupas Antes do 
hcmcm f.1Lrqu.1lqucrw1,.l.Plu1codl ,-lhe, ·' IJ 11/J [),;J~. e< n ' 
o»rscram!" 
lk quctirJ .1md.1 lilou o ,,lrnoçu e Jcu "'", 1Jrtl, de ['<-'rlurnn 
p.uJ ª" mt:nrnJ  
11.i ,..,r,o, an,h o ponueuc,, 111h.1 tcnl.>ndo ., ,ur1.: nJ I ck,cnJ 
e Jj tinha perJ,ú-, a csperJnçJ d~ ,,r rrcn11JJ,, f.1 ccr111 d1J. thc­ 
gou a U.l 'C/. c<,n".>eguindo lucro,, mrt.: i: ,irn .. o pontos e abiscoitou 
lrcunhl mil rCJI> 1u110 fcli, ÚJ da, foi a uma agneia de via­ 
gens e programou os paises que queria conhecer Seu sonho era 
visitar França c Noruega. que segundo dizem tem lindas mulheres 
Adquiriu roupas adequadas, embarcou cm um JJIO e IJ foi ck 
Passado uns dois meses, voltou todo eufórico e contava para 
todo mundo o prazer da IJ,cinJntc, 1Jgcm: -"f me cm ,:rio, mo­ 
téis, cama rt:dnndJ. cokhJo d'jgu.1 que mn~hc y>do de acordo wm 
a música que cesta tocando. Uma delicia". r 
Um gaiato que estava por perto pefintou:. - "Diga para nós. 
portugués. o que oe achou das +rafíeres norueguesas e francesas" 
Sào go,10,a,?". f 1c. c,pant..tdn rc,pondeu. • "Ralho,! l",lo com, n,n­ 
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562 
End. Res. R. Gula Lopes 
458
• (06- (067) 439 - 1 
• - 7) 439 - 1272

T una da F nt • a 
Gaúcho, o Pescador 
de Peixes e de Almas 
(IJo l.il 111 "Na Roda do Terer- Volume 2) 
. ',u c..·r,, umn da comum, muito pelo contrato, um dia pra 
lá de especial, tam hi m, pudera 
1 
/ , 1tú11,1 do/ clJ do PI p,ir,t 
Governador do Estado deixara os murtinhenses em estado de 
taça e de choque. Nem patecia verdade, o filho do "seo" 
Oreirio alava um dos deraus mais altos da política estadual 
aoeradot. I la estávamos nós, não na roda do tereré, mas da 
cerveja malcriada de gelada. Assim foi, assim seta. todos os finai 
de tarde, eu, Osório (apora irmão do Governador), o Sandrão (que 
,.ii voltar a ámata Municipal), o Vanderley. o Milton "Coalhada" 
(sempre com aquela cata e jeito de Loroinhn), o JC e 11111 du, 
piloteiros do I lotel Canaà (do Osório) com um 1111111c diticd de 
pron1111ci:ir, IIHI de apelido ,nancro, Dodío. 
Quando nos reunimos, a tarde vinha, sol buscando o aconchego 
das nuvens para o merecido repouso, cerveja gelada, caldo de piranha 
emuitas histórias Falamos de pol lti a, negócio,. de farrilS (11.l,1 "'"':", 
mas dos outros)e falamos, também, "dos outros", mas sempre falamos 
bc111. E lembra mm tio Rio Pnr.,guni. de pescaria,. pc, adores e c,ll"'"· 
deles, os pescadores. E quase sempre, de causos envolvendo piloteiros, 
turistas e dessas mulhere mnra, ilho,.1' que ajudam no ,u,tento de 
suas casas vendendo pacis, pintados e dourados nas portas do, hotéi, 
l' tcstaur.tntc,. 
O Osório e o Vandcrlcy são maçons, falei para eles que 
estava lendo um livro do escritor /tklino de Figueiredo Lima. 
tj, falecido). com as folhas amarelada, pdo tempo. 11111 li, ro 
"Clho", mas sempre novo, editado cm 1972. a respeito do, 
1cmpl~rios, conta n história e a tragédia da Orde111 do Templo. 110 
éculo XIV, criou nos povos latinos. a ,i:rda<lcira con!!.ci~ncia d., 
lib..:rdad.:. E uma íra!)c ne~tc livro. guardei como se guarda um 
tc,ouro. ào é hem 11111n frase, qua,e dois paragrafos. 
"E prostcrnando~se ante o imenso altar <ln naturc,a !C-111 
idolos e sc111 liturgias complicada,. o homem que ha, ia pouco 
dcixarn a cscuridiio,profundu e penetrara no mundo da luz; o 
antigo espadachin que conhecera todas a:,, paixt1cs e se C:tasiara 
diante do aço homicid:i e •l.!:_<>rn se senti;, tocado por um 
,c11ti111ento 110, o. levantou os oT!it>s ao alto e e:-.clarnou: 
- Só agor., compreendo qu.: a verdndcim santidade consislc 110 
amor que-se dc,ot., aos srmdhantcs. A humanidade, transviada dos seus 
d tinos. só pode r.:cncolllmr a Felicidade quando comprcenckr que Iodas 
a; cmoluçocs pro, cm da vil cobiça e da, a idade. 
E levantando-se, reiniciou a jornada cm dir.:çào ao infinito". 
lia, ia decorado o trecho, falei em, Ol alia. como ,e di,cursa,se 
p.1ra umn platéia de mil ouvidos. 
Nào sei os outros. mas Osório e o Vandcrlc) ouviram 
Pois foi numa dessas reuniões de final de !arde. nem se, quem. 
mas alguém lembrou qu.: Porto Murti11ho precisa, a mais de 
rcligio,idadc, prj falar a, crdadc, falou mesmo que a cidade prc-cisava 
de mais p.1drcs. Pronlo. Assunto para discussões. uns a favor. outros 
contra. J maioria discordando. Junto com a gente alguns turistas do 
interior de Siio Paulo, oriundos de Campicuiba, gente de gmnn, faziam 
a alegria do ho1cleiros. donos de restaurantes e do guris que ,cndiam 
i,cas. lcmhranças e produtllS paraguaios. 
( J (J 
M 
lm Jt 1.1h, q•J...m• ulu, 
- Você quando qu 
enti dono de jornal) ter 
leitores para a chegada do 
Aquele "preparar s 'ores para a chegada do mlnio" 
massageou meu ego Importante pacas 
E. a drscus do ganhou a noite E que discussão' 
1 ,,, quanclo ,, I>. l lelena (espora doO rio prá qu 111 11 o sab) 
asou que um homem queria falar com ele. Lá for o )soro atender 
Demorou uns vunte minutos Mas voltou com o +atante a traoolo 
Homem simples, caiçara, muito educado Deu boa noite e se ventou 
ém ,ilênuo. ,lo p.1rticip,11 .1 cio, ",kh,11c," 
bicamos ah, na prosa, uns falando mais do que os outros, e o 
grupo aumentando, em Murtinho é assim, não se faz convite, do caldo 
ele piranha passamos pata ,, file d~ pintado ,;1o h., 1111111.:, p ,r.1 '" 
amigos, vão chegando e participando 
l·:d:'11 amos, no momento, depois de , iajar pela história 
d." rcligiõe, do SER CIOS rio. ,er rcligoo,o. 1 "' q11.111do li 
amigo do Osório, o caiçara que morava la prás bandas de 
Vallcm), começou a f.tlar, 110 inicio tim,do. falando ba1>0, 
depois ganhando confiança, se transformando num eximo 
contador de hi,tóri,,s. lembrei do compadre Jesumno 
Ele nos contou uma história lind.1. que, ,c111 du, id.1. 
levou-nos a rever alguns conceitos e, para alguns, alfinetadas 
na con,ciênci;1. Foi assim 
Era mais uma cnrruh:la. nem se podia chamar de cidadezinha, 
nfo ha, ia jui,. delegado, promotor, prefci10 e nem padre ou pastor, 
poucos h,1hi1:rntcs, un 30 c,palhado, cm pequenas chacnras e beira 
do rio. Vi iam da pesca e d~ ltlOuras art~5ª"ª"· milho. ahóbor.1. 
mandioca e b:rnana,. /lgun, cria,am gado (pouco) e carneiro,. J',;o 
"ccnlro" se conccnlrnva a maioria das casas. o centro era nas 
imediações do 1crcado do /é Paraíba. sabe ij Deus como, icra parar 
ali aquele filho do Cutulé dn Rocha. llkrcado que na verdade era um 
pequeno bolicho, tipo do tem tudo um pouco. o dono lodo, os mc,c, 
v1aja1a de barco para a cidade mais pr6>.1ma (r,,1uninho) para a, 
compras. levava quatro dia,, ida e, oha. 
Fala, am que anlcs da guerra do Paraguai ali era um lugar 
próspero. muito movimentado, ponto dc parada dos navio, que 
dcmanda,am a l1urtinho. Corumbá e Paraguai. 
O "Gaúcho" era o líder do lugar, uns 70 anos de idade. era o 
Prefeito, ddcgado. juiz e padre, se , alia. não sei. mas ele é quem 
fazia os casamentos, sempre com uma 13iblia na mão. as brigas ou 
cntn:, cros. provoc..1dos por C.CC5SO da "mardita" branquinha.. e é pinga 
ruim! que o Zé Paraiba, cndia no arma,én. agia rigorosamente. ma" 
cornju,tiça. Sua palavm era a lei. l la, ia imprOI isado até um barraco. 
servia de cadeia, ali dormiam os envolvidos, alguns ,árias dia . a pão 
e :igua. Depois tinham que ajudar, trabalhar mc,mo. de graça nas 
roças (para os outros). Sei l:i. o sistema funcionava. 
Nas conversas do Gaúcho com a comunidade, sempre aos 
domingos, pela manhã, pc»oal chamava de missa, ele dizia: 
"Deus é o rio. é o pci>.c. Deus é a semente que gemi ina e nos di 
o alimento. é o cntendimcrllo das coisas e a compreensão de que o 
o / /9 1 
r 
t 
q cr,J, . , "' 	dl< . , , 1 
1 
encher a ara de cachaça. ! . e lamenta nt 
bata apenas olhar o lo da a 
cheia do rio, a prema, depor as grandes p .... ri., é um 1..1t.::lu" 
O homens e mulheres, rudes, a matona analtab n 
as palavras, muitos, ali, foram despertados, se transformaram em pars 
e más, constituiram familias exemplares, depois o povo do acab 
foi assim, aos pouos, alguns moradores se mudavam para a dade. 
hoje um, amanhã dois, depois três e quatro I ninum mais hey ava 
para fi ... ir o tun,t.i,. 1 m hu-,ca de penes e de historias 
Gaúcho, cuja origem era os pampas, viera para o luar com os 
pais. depois da guerra do Paraguai, fiaram ali e ali fora nado. Sem 
explicações Sem passado 
O fato extraordinário, marcante. foi quando morreu, no 
,cu barraco. conversando, orientando, pedu para que o 
vestissem de hranco. o colocassem numa rede, oamarrassem e 
o Joga,c,cm nu Rio Parat:uai 
Assim fizeram 
Com a sua morte o po,oado <.:urncçou a morrer / ptrdu,, seu 
tncanto. Até bng.a,. entre famili~'-. por dr..put.:t de h:-rrJ: Veo até a 
policia da cidade denando um cabo e dos soldados 1 oi o tempo.Lo 
tempo chegou. De IX" oado, hoje, restam apenas seis ou sete fan111tas. 
plantada, à beira do no. pc,caJorc,. gu, .. , de 1uri,t.is. 
Muitos tur1>ta,. pe,cando naquelas a!!ua,, ,ol1am p~ra 
Porto ~1urtinho ª"ustad,,s. em noites de e;irclJ; e luar, peno 
do c~11nto lugarcJO. ou, cm uma mclodrn. alguém c,,ntando, no 
meio do rio ,êcm uma luz. luz forte. como uma cslrela. e um 
1ulto, num barco. remando serenamente e cantando "Asa 
IJranca•. era a musica preferida do Gaucho. 
Nos olhamos. uns du, ,dando. outro, lembrando das 
história, con1adas por turista,, o aparecimento de vultos, luzes 
e cantos no rio, alguns de nós, reiniciamos o dcba1c. are peito 
de regras, sistemas e religiões. 
Depois me despedi do O;õrio. Esta, a na hora de me 
recolher. Na porta. na saida. eu e o João Carlos. ele me disse. 
bai:-.inho. só nõs ou, imos. 
- Sabe. esse senhor. que contou a história. o nome dele é Pedro. 
e neto do Gaúcho, a hi,1õria é I crdadcira. 
Naquela noite, o colchão parecia de c,p,nhos. Jo donn, 
Gaúcho me lcmbraJ Jesus. o Cristo garimp::,ndo seus apóstolos entre 
os homen, rudes da Galiléia. E cada I ez rnai . sinto que a ,crdade 
não cst.i nos li, ros. nem nos homens dou los das igrejas. ou da ciência. 
mas na simplicidade e na humildade dos que sabem cantar o hmo da 
natureza e dos sentimentos puros 
-.:i:- Escritório de Advocacia 
Ora. Vi/ma da SJ/va & Ora. Lucimar P. Veiga 
OAB IMS 2 574-8 	OABIMS 7 454 
Rua Cuiabã, 458 • Centro - (06
7
) 
439 
-
1290 
Bela Vista . Mato Grosso do Sul 
-1-. Escritório de Advocacia 
Dr. Nelson Chagas 
OABIMS 2491-A OABIPR 7312 
Causas: Civeis, Criminais, Administrativa e Trabalhista 
EscriL: R. Duque de Cexlas, 679 -439-1173 - Bela Vista- MS 
R. Tenente Bemardes. 826 - 251-1721 - Jantim- MS 
Reaidlncla: R~ Compo Grande, 657 - Vila Camlsl!o 
Fone/Far. 251-1721 -Jardom- MS 
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Dr. José Atanásio Lemos_ Neto 
ora. Luciana Branco v,e,ra 
Atanasio@jardim-menthor-com-br 
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Esc. 251-1245 - es. 
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-
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%i,, 3283 - Sta. Fé 
Campo Grande - MS - Av. Mato Gros • 
726-2503 I 981-63
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Hl Advogado 
Sidnei Escudero Pereira 
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Comercial: R. Tenente Bernardes. 602 - Centro 
(0671 251-1501 - Telcfax 251-1685 - Cel. 986-5353 
Roaidenc,al: R. Jado, 101 -VIia Brasil - (067) 251-1653 
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-t,. Escritório de Advocacia 
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Hero11 dos Santos Filho 
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Juan Paulo Medeiros dos Santos 
O.B ~I íl 2 
AD. Duque ele Caias, 607- Centro - Tele/Fax (067)251-1130 
CE.P 79240-()()0. JanlbnlMS 
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Sbei.la Rcdina lopes Dutra 
OAB-/MS 6449 
Causas Civeis, Trabalhistas, Direito de Familia 
Fone/Fax (067) 251-2194 
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Jardim= Mato Grosso do Sul 
Advocacia 
Dr. Marcus António Ruiz 
Causas Civeis, Criminais, Contratos 
(067) 251-1012 
Rua 14 de Maio, 470 - Jardim -MS 
--------------------- --

un d f ntetra Cul 
ME ÓRIA DE MATO GROSSO DO 
Preservação do Patrimônio Histó 
i',11111111,111<> d,·rl.i d· p,11r1,1. h 1,111,.1 
ltriea de no so antepa «ado 
A hera a patrimonial de um JHi\l 
l'O[hl lcu,11 • ., 111,1 .1111"111p111lult1 lom,1.!.1, 
dadee ,ti 111111.l dl' 111, L.t ;I•, tk li i, Jtj.1 
he «'tutnouuninlo. bmomomt is€ «tu 
acervo. tetemunho«dr da em outras€pot» 
De de a antiguidade e uhjd11 d,· 
p1i:,ul,l,III. ,1 q11 ,1 ,.,,., piopw<:H>ll illllClk 
ligada a sua obre vivencia cultural. São 
Hllll<" de !CklLllll,I p,11,1 d u1111p1,c11,,l11 U,l 
história de outts etd ili:, ()., aspectos da 
história administrativa, pohtica, económica 
e social e das manifestações religiosas e 
cullllrai,. l preciso que tenhamos tais 
rcl'crcnc·i,1i, no passado para quc 
co11c<.'h,1111os II l1111m. 
l?rogramas de Preservação 
Praticamente todos os paises têm 
progr.1111il', de p1 cs<:r1 .iç:I" do i.:11 pa1ri111úniu 
hi,1órico, c11l111r.il e 11.11ur.1I. / China por 
i.::--<:111plo. C lllllilo desenvolvida no ll'illO d<.' 
,ua hcr,111ça 111iknar .assim como o Japiin. 
,<.'us ,antuúri.,,. palúcich e jardin, s:io 
mclicilosamc·111<.' 111antidns. Ch paísc, 
europeus têm organizações de preservação 
tanto privada,. como gon:mam<.'ntai,. cujo 
intuito ~ a prc,crl'a,,iin de impnrta111e, 
n:si~ência, cc111c11.iria~. pn:dim históriws. 
parque,, ct<.'. E111rcta11to. a111al111rntc o Canad;i 
é o pais que maior ênfa,c dú a ,ua prc,<.'n ação 
hbtórica. Organi,aç,)es ,e111 lins lucrati, <1' 
mantêm áreas históricas através da rcciclal!Clll 
e n:adaptaçilo de ll'illS. a reutilização. 
1 o ílmsil a pre,cr1-.1çiio hi,t,irica tC'C 
início <.'letivo a partir da cdiçiio do Dccrclo 
Lei hdcml n" 25. de 30 de novembro de 
1937. pelo c111~0 Presidente Getúlio largas. 
e que instituiu o tombamento federal e criou 
o !PI 1/ 
1 
-lnstiluto do Patrimônio l lís1óm:o 
e Anís1ico acional. l loje. núcleos urbanos. 
cx.:mplarcs. i,olados. sítios arqueológico,. 
re cn·as. etc. ,ão pn:,cr- ado, atrai~, do 
tombamento federal. 
A nivel estadual. cxbtcm kgislaçõcs 
cspccíficas de cada Estado. Nos caso do 
Mato Gro,so cio ui. a lei nº 245 de l" de 
julho de 19Rl. institui o sistema de 
tombamento estadual, editado pelo então 
Gol'cmador Pedro Pcdro,sian. 
Apc·sar d:,jun:ntudc do Es1adn. criado 
..:m l ~--. ,cu p.nrnnõnío l li,tórico,: Cultural 
1,11101111 o eulo XVI c e l•lli tutuido de 
llllh lii-1ori,o·,. r111nJ . nu,li.:<h urh.,no,. 
lort,du,1 ,. e que por ~1 ,o ,Jo rc· pori-.11 ci, 
pd.1 d,11111111 ,1 dd111111.,~.10 dJ lru111e1r J 111: 1c 
do pais. l ornando-se parte integrante do 
l',1trn11i,1111> l lis11111u1 c Cuh11r,il 1lrJ,ili:1ro 
A irnpor-tância de criar 
mecanismos para tombar, 
restaurar, ou seja, preservar 
O to111hamc111U. a rc,1aur.1 ,ln. a 
lc)'i,l.1·:lo de pro1c.,:Jo i: dc.:mai, ,ti.;õ<.', dc· 
preservação são indispensáveis a sobrevivência 
11,ica do, bens .:ullurni,. p.ira tanlo ,,1n 
11ccc,,:1ri,1' ai.;oc, e prnji.:to, <.'spcdlicm 1.k 
cducaçio p.111 i111011i.1I. car.11c, de c,tirn11br a 
di til,;lo e a apropriação do co11hccirncn10 
conlido e gerado pelo p.1tri1111i11io c111!urul. Nn 
talo GnhO do Sul tc111os como to111ha111cnlo 
li:(kral: Gruta do Lq::o Azul, 1111 fazenda 
i11hu111as. Gruta tlc Nossa Senhora 
/parecida. n.1 fa,i:nda Jar.1guá - amb;c, cm 
Bonito - e o rnnjunlo etc cdi ticaçõcs do Forte 
de Coímhrn, cm Corumhú. 
O E,tado c,lú cm busca de.: sua 
identidade./ consci~m:ia di: prc,cn·açiio da 
mrn1ória do po1 o sul-ma1ogrosscnsc ~ 
fundamental ú sua sobrc1·i,·ência cultural. 
o,sa história não i: tiln romântica quanto a 
ui: Roma. por cxcmplo. cm nosso território 
não hú nenhum exemplar arquitetônico do 
pone do Coli""· l'or.:m ~ a nossa história. 
/ história de homens c mulheres que 
,·i, eram e morrcr.1m (condiçõcs increntes a 
nfo. mona is) por aqui e deixaram registros 
de sua passagem cditicados confonnc os 
anseios de outrora. 
UNIDADES DE INTERESSE 
DE PRESERVAÇt.O 
Anás1tacio 
• Ruma, Ar4ui:ológ1cas Ja cidadi: di: Santial!O 
de Xerez 	- 
• RcsidênciJ, anuga, 
Aquidauana 
• Igreja latri, e enlorno 
• Residência, an1iga, 
• Escola Antônio Corrê,1 
• Complexo da "'.(>13. 
• Ponle dc Ferro 
Bela Vista 
• Antiga l'- lesa de lkndas 
• l'-!onumcnto de :sihàndcp:i 
• Residências antigas 
• Capela de Siio Gcrônimo 
08/04/99 
• e . ; ·,de l'.iu 1, 
-lrrc
1
..1•J'l for. ue,r,• r, 
Campo CNUld 
- Mui ·u Antro Pere:ra 
• ( onjur.111 dju, telÍ><:Jco ..!., l(1t1 14 
• Hc 1d..:odJ-... 'ltlf--' 
- Pensao Pimentel 
• l lotd /mcnc,oo 
- CISJ do Arte .Jo 
- Casa da femória Arnaldo E stevao de 
l iguenredo 
• Cornpkw d.1 :-S O B 
- Colégio Oswaldo Cruz 
Corumbá 
• Ca.1rio do Porto e eruorno 
• lg.rcja da C.,ndduri.i 
- Cusario da Rua Plad de Rebu.1 
• Forte J11nquc1r.i 
- Residências antigas 
• Complexo d,1 1.O.ll 
• hmc Coimhu 
Ladário 
• 1arinha de 1 .1d:irio 
• Ri:,idéncías antiga~ 
• Igreja Matri1. 
• Centro Espiri1a Sào Vicenlc 
Miranda 
• in1iga Prcli:i1ura 
• Igreja 'ossa Senhora do Carmo c entorno 
• Usina /çucarcir.1 
• Residências antigas 
• Complexo da N.O.ll 
POrtO Mu 
12 
- ICO 
nho 
1 ( 1 1 j L 1 
numn pato om os odadaos interioranos, q4 
m scu deepo de progresso, não h atam em 
dc,t1u1r c,,·mrl,,r 'i ht h 1l{lh (C,I h hlh. ) 
para a implantação de um editicro n ,, lcmn 
 rc ... l .. utalo e prevera,ão do 
1'Jlr11nún10 lli,1or1r,, " Art1,11l'O ,ul­ 
matogro ense é um processo lento, porem com 
d.mh ,,n.11, dl' dc Jl<Crl.11 ,nd.1 11.11, h.1 um., 
conréna a niel estadual. entretanto pontos 
isolado comam a ser destacados pouca 
eesões). Mas a realidade a realidade amnd.a 
a 111..:,mJ () l
1.,1r1111u111" d,, 1 ,tJJo JJ/ 
ignorado Necessita de valorização a 
pr&.:',t'í J~.io rJíJ quc ,,: po,,., 1..:, .ir J 
çomprcc·mJo do papel social de cada um todo» 
somos agentes historios e devemos zelar pela 
conservação. de modo que a, l111u1,h gcr,1çüe, 
possam convier e destrutar dessa herança 
:luir,, foi cl,._truído. pnri-rn o que restou 
poderá ~C'f,!Ur~unenle ,uJ.!t·rir-no, Eternicl.1de. 
(Huhen< 'lorJ(< da (0,1.1 .!ar4ue, • '.Jurço/99) 
/os9o1ã"" 
I Olmg,1do meu Pai, pela visão perfeita que emerga o boi que corre mmo .10 brete 
1{m,tl, qu.indo IJ.í t.intos que perder.,m ,1 luz. 
rlgr,1dcço-te meu Deus,pel.i mmh.1 oz que pede .1 wlr.1, q11.111do t.1111us emud<Yer.1111. 
Deus Onipotente e Eterno: obrig.1do pcl.is mmh.>s pem.1s que se,1/irm.1m nos .1rrc1os 
da vida, quando tancos n.io tÍ7:er,zm a t'ltÓn.z de ter pcrn,1.< perfcn.H. 
Generoso Cristo, agr,1deço-te por wdas .is refeições fes1e1ras, qu.111do t.mrus não cém 
11111 pedaço de pão p.1r,1 sanar a fome. 
Deus eterno, obrig,1do por lanar, sorrir, sonhar e danar numa festa, quando tantos 
se odeiam e fazem guerra. 
Santz'sszma T n'nd.1de, agradeço-te por aceitar a derroc.1 de calxça ergwda, contente e 
sorrindo, qu.indo cantos n.io souberam perder. 
Digo amém Senhor, por poder voltar para casa ao término de maJS 11m enconro, 
quando tan/Os n.io tem para onde ir. 
Espíriw Santo, obrigado por cer 11m De11s para crer, livrando-nos de acidentes na 
isca, quando tantos não cem o consolo da fé. 
Bondoso Cristo, obrigado pela vida, pois quantos morreram antes de nascer" . 
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Trabalhando 
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