Vereador Osório Miranda ingressa no 
Lideranças do PMDB Murtinhense acompanham o Vereador 
(Porto Murtinho- Da ke«da ão) 
O Vereador osório 
Miranda dos Santos (PMDE). 
ex-Presidente da amara Mu­ 
nieipal, irmão do Governador 
leca do PT, filiou-se ao Parti­ 
do dos Trabalhadores ontem, 
juntamente com expressivas 
lideranças do PMDB 
murtinhense. 
Osório é um dos mais 
profundos conhecedores dos 
problemas do Sudoeste, 
idealizador de grandes proje­ 
tos, a exemplo da Estrada Par­ 
que, da proibiç:lo da pesca na 
Colônia Cachoeira. do Porto de 
Exportação e do combate à 
pesca predatória nos rios da 
região. Foi graças à sua inicia­ 
tiva que diversas barreiras fo­ 
ram realizadas no Rio Paraguai 
visando sensibilizar as autori­ 
dades para o problema da pes­ 
ca predatória cm Porto 
Mvrtinho. 
Realizando várias pales- 
Dia do 
Trabalho 
No diu do Trabalhador 
infelizmente a maioria dos 
brasileiros teve muito pou­ 
co a comemorar. O Desem­ 
prego perturba a vida de uma 
porcentagem significativa da 
população. A situação já não 
é faeil cm países considera­ 
dos desenvolvidos devido ao 
que se denomina desempre- 
} o estrutural - máquinas to­ 
mando lugar do trabalhador 
- agora. imagina no Brasil 
que além da modernização 
tecnológica tem que enfren­ 
tar crises após crises (inclu­ 
sive a última foi há pouco 
tempo, embora para o brasi­ 
leiro mais pobre ela ainda 
não tenha passado). 
O Governo diz que 
toma medidas para solucio­ 
nar o problema, mas em sua 
maioria são só paliativas. O 
engraçado é que se os nos­ 
sos governantes resolvessem 
a situação, resolveriam não 
a questão do desemprego, 
mns várias outras como a 
falta u. casa próprio (traba­ 
lh:uido cada um construiria 
a sua). invasões de terra. 
fome e a miséria causadoras 
de grande parte das molésti­ 
as que afligem a parcela 
mais pobre da população 
brasileira e até de saúde pú­ 
blica. j:i que teria menos pes­ 
soas nas filas dos hospitais 
públicos e mais condições de 
pagar clinicas particulares, 
sem contar outros. 
Ji está mais do que na 
hora de nosso governantes 
saberem que nó brasileiros, 
não queremos "cestas bási­ 
cas", queremos a dignidade 
que um emprego proporcio­ 
na. Geraldo Ferreira Ge 
tras, cm clubes e entidades, 
Osório despertou a atenção dos 
poderes públicos para o cha­ 
mado "corredor - sofrido"- o 
Sudoeste, com potencial turís­ 
tico, agropecuário e comercial 
para ser um dos pólos mais pro­ 
gressistas do MS. 
A filiação de Osório no 
PT, juntamente com o empre­ 
sário Paulinho Benitez, 
Wanderley Loubet, José 
Miranda, Jtinio Miranda, 
pleiteia rec 
Prefeito Ddcio Queiroz, engajado no engrandecimento de Antonio João 
O Prefeito D:icio 
Queiroz ilva, inciou con­ 
tatos com os representantes 
do município no Congresso 
acional com a finalidade 
de viabilizar recursos para 
construção de redes de es­ 
goto, drenagem e 
arruamento. junto ao Gover­ 
no Federal. O objetivo é ser 
incluido entre os municípios 
que podem receber dinheiro 
destinados a obras em bairros 
pobres: dentro de um progra­ 
ma que só vai beneficiar 12 
Estados brasileiros. 
" osso objetivo é fa­ 
zer lobby para que Mato 
Grosso do ui esteja entre 
os Estados contc:mplados 
com este primeiro lote de 
recursos" explicou D:ício 
Queiroz. P:lgina-05 
Acelino Soares. Dr 1·. bio dos 
Santos, Holmes e outros, 
cujos nomes serão oportuna­ 
mente divulgados, represen­ 
ta confiança nos programa, 
do partido e nos objetivos do 
Goverador do Estado. 
Afinado com os prineipi­ 
os de transparência e competên­ 
ia na Administração petista, 
Osório, inicia agora uma nova 
cuninhada, em harmonia com o 
Diretório Estadual e Municipal 
e A 
rso 
do PT. Prefeita Myrian dos San­ 
tos e Govmador Zeca 
Evidentemente que a 
partir de agora o PT e aliados 
terão um guerreiro no Sudo­ 
este, levando aos Municípios, 
ao povo, mensagens e proje­ 
tos objetivando concretizar 
sonhos e espcmnças, encer­ 
rando de vez o ciclo do "Cor­ 
redor Sofrido" e iniciando o 
novo ciclo, do "Corredor da 
Esperança". (PP) 
i João 
a União 
Vereador Os6rio Miranda dos Santos 
Apreensão de Merca­ 
dorias no Porto XV 
Absurdos dos absurdos 
Algo precisa ser feito, 
e urgente, o Governador 
Zeca do PT precisa {e vai) 
tomar conhecimento do que 
está ocorrendo. ào vamos 
entrar nos detalhes "técni­ 
cos", vamos ao fato: con­ 
cordamos que é preciso au­ 
mentar a arrecadação do 
Estado, e está aumentando, 
precisamos pagar impostos, 
se bem que todas as vezes 
que lemos nos jornais ou 
assistimos na televisão no- 
Arroyo cobra regulamentação da 
Leida Pes­ 
ca em MS 
O Deputado Estadual 
Antonio Carlos Arroyo (PTB) 
está cobrando do Governo do 
Estado a regulamentação da Lei 
de Pesca(Lein" l.787/97), apro­ 
vada em novembro de 1997 e 
que dispõe sobre a pesca cm 
Mato Grosso do ul. Pela lei. o 
Executivo deveria regulamentá­ 
la cm 60 dias após a sua publi­ 
cação, para dar-lhe 
aplicabilidade. Contudo, trans­ 
corrido quase um ano e meio, 
essa providência ainda não foi 
adotada. apesar da disposição 
do Govcmo cm coibir a pesca 
predatória. que vem causando 
sérios prejuízos. P:ígin:t-03 
Moka cobra a inclusão 
do Estado em programas 
de Incentivos Fiscais 
Deputado vai apresentar projeto de Lei 
incluindo Mato Grosso do Sul nas 
políticas fiscais mantidas pela Sudam, 
a exemplo do que já ocorre com Mato Grosso, 
que jd se beneficia dos incentivos p-04] Deputado Arroyo: "Somos um dos únicos Estados, e o único 
l 	Pais do mundo que permite pesca comercial em água doce" 
tícias de ROUBOS. DES­ 
VIOS. MUTRETAS, 
SAFADEZAS, de figurões, 
banqueiros e empresários 
CORRUPTOS, ficamos 
com a cara e o jeito de PA­ 
LERMAS. 
/contece que, há vá­ 
rios dias, estamos receben­ 
do denúncias de comerci­ 
antes a respeito de apreen­ 
sões de mercadorias e apli­ 
cações de multas. Hora da 
verdade. ontem o nosso 
Jornal não circulou porque 
as chapas para impressão 
adquiridas em Bauru, reme­ 
tidas através da Viação 
Moita, foi apreendida no 
Porto XV. divisa de São 
Paulo com o M . Segundo 
informações. foi lavrada a 
multa e as "benditas" cha­ 
pas enviadas para um depó­ 
sito em Campo Grande. 
Qual seria o motivo? 
E vai ligação, para 
São Paulo, Bauru. Campo 
Grande, até descobrirmos, 
o JCMS cm São Paulo é de 
7% e aqui no Estado 17% 
(ex-plicou um funcionário 
estadual), a diferença teria 
que ser paga. Nós somos o 
CONSUMIDOR FINAL, 
adquirimos um produto e 
foi pago o ICMS pela fir­ 
ma de São Paulo. E, agora. 
QUEM VA1 PAGAR AS 
DESPESAS QUE TIVE­ 
MOS, OS PREJUÍZOS, ti-' 
vemos que mandar um fun­ 
cionário em Campo Gran­ 
de, recolher a tal "diferen­ 
ça", tudo isto provocando 
uma série de probleams. 
E AGORA? COMO É 
QUE FICA?

D árlo lrl u a da F 
l J 2 
Prefeitura M 
• 
a de Bonito/MS 
Areal.2 desmembrda da l are da Lomba, 
magnético e distancia, M1.5 - azmule m 
ditán ia de 39$.l metro MI6, em curva 
1 1 O,IJO m<.111• , d, 1.1111.1 d l t, 11111<!1 . 11 
co de 4915'03,h1stana de 66,75 me!t 
l>1.n1kf,11 11 }J".t1,,1.1m1.o,lc l/
1
1
1
1111 1111 d , 
do a margem da rodovia estadual Honito a IH< 2.f,7. ,t. 1, 
mar geando amena, em dite,do a dade de [omito, no azuut ta 
11ét1codt)II I! .'S",dhl,111.o.1tlt
1
11.7H111,uco 
o 12edeste, confrontando com o lote Urbano N 03, pertencente a 
l'rdu1111,1 tk ll11111lt>· 1, l hey., '~ ,11> 1l 1. ponto de f ,n,d.1 , ",1,, 
do azuute manetueo 304$'41, na dvtaneia de 671,22 metros 
Confrontantes 
• Ao Sorte com patte das terras da fazenda l umh., 
(remanscente). 
• 1,1 ';111 ,·om p,111e J,h ICll,I> d,1 1 a1e1lll.1 l.rn11h,1 (r.:111.111e, 
ente)a r,·., 1 2. desmembrada da Fazenda l .m11h.1. 
• i 1 c,t,· Ullll a Areal 2. tlt,11,cmhr.,d., d Fazenda Lomba 
rodovia estadual Homito a HR-'67e lote l 'rh.mo n' IIJ, p, rtcnn 111c ,, 
i'rel'c1111r.1 de llomtu•M'> . 
• A Oeste com Jl,11 te das teras da lazenda lomba (remanes- 
ente) 
ÁRI./ 1 I'.! • 1Jha51~6.'.!7111'.! 
1 imite, e Confnmta,·0c, 
l'I lll:'>11 IRO: partindo do 111,IIU) 11.9. tr,l .,J,, ,1 111.tl~CIII 
da rodovia estadual Homito a BR-26 7. dai, segue mareando a mc,­ 
ma, em direção a BR-267, no azimute magnético de 16313'25", dis­ 
tinia de ·462,02 metros, ate encontrar o Marco Me deste, confron­ 
t,111do com lt:TT,I da Fazenda lomba (remanescente) com o azimute 
magnético de 24140'43"e distincia de 318,25 metros, e deste, con­ 
lrn11t.,nchl Wl!l a rc,1 1 1, dc,111emhr.,da d.1 F.l/end,1 1 omh.,, chega• 
se ao ponto de partida através dos azimutes magnéticos e distâncias 
ML5 - azimute magnético de 34343'17" distância de 395,31 metros, 
1'11,6, cm cur:1 c,1111 /(' 65' .J l ',I<," e R 10,00 1111.tro,. di,1.i11e,a de 
 l ,•l•I metro,. ~li. 7 • azimute magnetico de -1
1
1 '1, '() 1 ". di,1.,11c1,, de 
c66,75 metro,; MI8- a11111111e m,,wctic,, de 60 -1 r: I ", dt'i,in,iil de 
59,99 lllClrn; 	• 
( '01,jro111.i111t·., • 
• Ao I ollc i.:om parle da ,rcJ l l desmembrada das terras da 
Fazenda Lomba (remanescente), 
" Ao Sul om parte ds temas da E azeda lomba (remane«ente) 
• A leste com a rodovia Uoniln J BR-~<,7: 
• , Oc,h: com parte da :rcJ l 1. desmembrada das 
ktr J,1lu ,',!< la 
,li j • l 1 1 CI' '" l 1 "' 
f I n 
1
, r , d+6p0 160 se <.: i'r t, 
Gabinete do Prefeito, 26 de abril d l'l 
N«ery 'ores dos Santo- "" r, i Muniip 
PORTARIA Nº 001/99 
Nercy Soares d , ', ,,:, ,. l'rdcilo 1u:· -'í il <k li , ,, 
1 do de Mato Gros o do Sul. nv u } dJ  l •. ,s ,slnhu,c,.oc:, li e I te"" - 
kr,: o /rJ1 •o 61,. ln~1,v VI da l.A:1 Or !.lrllc I Mu111-11 J! 
1(1 '>OLVL. 
/n I". 'om .,r ODl!'-11. DI. /Rlll 1) ',O1R[ '>.!'-''''o 
1.,trvo eh: A,,c.,or de Gah111c1c. ',imhol,, (),',-1, ,J J>Jll!í de O, d, 
J,Utciro de 1'>99. 
Ar.2"- Esta Portaria entra em vigor na data de sua publica­ 
ão, revogadas as disposiçõcs em contrário 
11011i10-'1'>., U~ dr Jn11eiro r!e 1999 
Nerey soares dos Santos- Prefeito Municipal 
PORTARIA Nº 115/99 
Nerey Soares dos Santos, Prefeito Municipal de Oonito. l.,­ 
tado de Mato orosso do ',ui. 110 u;o da, ;.u,1> alnhuiçõe, 4uc lhe wn­ 
kre o Jniµo 66, l11ciso VI da Le, Org:111ica 1'lu11,c1pal. 
R L. SO 1. V E: 
/n. t• - Cnncedt:r férrns rcg.ulamcntarc, dt: )O (trint,1) d,a,. 
,lOs ,cn idorc, abaixo r.:lacionaos. a panir de OI de Maio de 1999 
Airton Falchcmbak, Alcx Vh Mcyer Pires, Aluísio 
Ferreira, Al1ir.1 de Fn,itas Nolasco, Antonia Lope de Oli>rir:1, 
Antoniu l'iauon, Cirlci Falciio da Sihn, Dianc Sihcira dos S:111- 
tos, Dirce da Silva Valinc, Edino Alves Furia, E,·a Martins Ah i, 
Flávia Regina Navarro Gazol:t, Hamilton Varas Leite, llcrcula- 
1111 Alves Sanches, Herli dn Silva Santos, llil:írio Dutra Fcrr:lL. 
haias Ort<•i:a, ,João Antonio Leal, Jo~o Custódio de Lima, José 
Gomes da Sih·a, Maria l>ah':t Ai:uilcra, Maria Dolores !Jatista de 
Suur:1, Nauir Gomes da Sih·a, Osmar Pereira, Paula llalbucna 
Trinu ade, Quirino Silva Alves, Ritn Concciç:io l1:ichado V:iri:as, 
Sirlei Jara Sanches, Valter llolm:1nn, Vnndcrlcy Pereira 
Galeano, Feliciano de Oliveira, Alceu Estevão Frankilin. 
irt.2°. Esta Ponaria entra em , igor na data de sua publ1ca­ 
ç:lo. rc, o~ada, a, disposições cm contrário 
llonilo-~1S., 29 dr Abril dr 1999 
Nrrc~ So:ires dos Santos - l'rrícito Municipal 
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Vila Angélica 1- Fone: 251-24ô7 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 
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azarar..z7ar	a 
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Cx Post.il 23 - Cep. 79 260-000 
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Rua 14 de Ma,o 342 - (067) 251-1569 (Sede Propna) 
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Cent, o - Porto Murtinho/ MS

er:al 
Imunidade Formal OAB busca mecanismos pa a co-- 
"""""""""" rar dívida ativa para o Estado 
das imunidades parlamentares. l o faremos, agora de fonna 
tempetiva,para sacramentar a credibilidade de suas relações 
com a sociedade civil e aprimorar a instituição congressual. 
[; prccbo f111(;-id. já que no seio ela opiniilo públicu a 
hu,wrnidndc i.:ncon1ra amiúde dcslempcrndos oposi1ores 
como sinônimo de impunidade, diante dos ahusos t: dos aios 
delitivos, de muitas cores, que parecem á somhra da 
investidura poli1ica, sem qualquer snnçilo por parte do on­ 
resso e sem que o judiciário possa dar andamento à res­ 
po11,,1bilidadc criminal dos acusados. 
Nesse contexto quer-se amaldiçoar tanlo a lns1i1uição 
como seus 111embros. Estes por se cercarem de privilégios, 
colocando-se aciina da lei e os ou1ros por assbtir a reaçõi.:s 
cooperativistas e omitir-se diante das medidas profiláticas 
r..:clnmadns por lodos. 
/tendcm.Js imunidades parlamentares sustentam 
duas garan1ias distintas:a imunidade mat..:riul. que chama­ 
mos ele inviolabilidadc,e a imunidade processual,chamada for­ 
mal, que é a outra face da rn..:sma garantia conferida no titular 
cio mandato n:prc entantivo, segundo a qual o processo (ação 
pen ui ou civil) contra os parlamentares (senador ou deputado) 
dep..:nch: d..: pn:via licença da Casa a que pertencer. 
Dessa exigência é que nasce a dcsgastante imagem do 
Congresso e d..: scus membros. porque comum..:ntc Senado 
e Câmara se abstém de apreciar a pedido do Supremo Tri­ 
bunal Federal. o que detcnninn suspendcr-s..: o curso do 
processo contra o congressista. enquanto detentor do man­ 
dato, suspenso embora o prazo de prcscriç,io. 
/venta-se. agora, novo disciplinamcnto à imunidade 
parlamentar como forma extrema de por tenno à impunida­ 
de sob o mando congrcssual. Disso várias po içõcs variam, 
por exemplo: os que pr..:lendem suprimir a m:cessidade da 
prévia licença e aos que qu.:rem restringir a tutela constitu­ 
cional a certos casos, a fim de resguardar seus protagonis­ 
tas. à mercê de investidas judiciais e demandas temerárias 
de desafetos ou sob a sanha de adv..:rsários circunstancial­ 
mente do Poder Estatal. 
/inda hú outros, atrelados ao passado autoritário que 
imaginam atrelar o mal adotando o "decurso de prazo" de 
triste lembrança, para aprovação do pedido de licença, isto 
i.:, se a Casa a que pert.:ncer o congressista não se pronunci­ 
ar cm determinado prazo, sua omissllo seria interpretada 
como aprovaçilo tácita do Plenário. 
Há. tambi.:m. os que sustentam a inversão do procedi­ 
mento constitucional da licença pri.:via. 
Segundo os termos dessa iniciativa, ao receber a d.:nún­ 
cin. o SlT- simplesmente dará ciência do fato à Casa a que 
pertencer o parlamentar e prosseguirá no fdto, sem qualquer 
procras1inação. Todavia, assegurar-se-á à Casa competente, 
mediante provocação de Partido Político nele representado ou 
da própria Mesa, suspender o curw do processo judicial. 
Entcndcndo que dessa fom1a, se a Câmara convencer-se 
de que a ação penal está envolta com motivação espúria, ou 
que, por intermédio dela na n:nlidadc se pretende alcançar injus­ 
tamente a Instituição ou quaisquer de seus membros, c:ibt.T.i a n::s­ 
pectiva composição plcn.'iria ustcntar o proccsso cm relação no 
ãcusado,'com cf-:itos ilimitados no excrcicio do mandato, assumin- 
do, perante a sociedade civil, a responsabilidade pela decisão de 
suspender a atividade persecutória da justiça. 
O que pr..:tcndemos fazer - consta na emenda 
aglu1inativa de minha autoria ora na Comissão Especial que 
ex.mnina a PE -é considerar a imunidade nào como uma 
prerrogativa individual. à disposição de cada congressista. 
reivindicável e oponível cm qualquer situação, para setor­ 
nar matéria de competência institucional, sujeita a decisão 
soberana de cada uma das Casas dos Legislativos para que 
possa transfonnar-se em garantia processual efetiva de qual­ 
quer dos seus integrantes. 
Cabe observar qu.: nessa possibilidade de a Câmara po­ 
der intervir na esfera judiciária não poderá fazê-la "a qualquer 
tempo". mas sim. até a prolação da se111ença. face o respeito 
que se deve à íimção jurisdicional e aos julgados da Cone. 
São estes os pontos principais da minha Emenda 
Aglutinativa, com finalidade claramente substitutiva da Pro­ 
posta principal como de iodas as emendas que lhe dizem 
respeito. pois buscamos refletir a consciência coletiva da 
sociedade civil, inspirando-nos nas melhores contribuições 
dos especialistas e da representação politica em tomo da 
momentosa que tão. (*) Nelson Trad é deputado federal 
pelo PTB de ilato Grosso do Sul e 2" Secretário da ilesa 
'rioTrillunadafrontei'a 
05/05/ 3 
Parte do dinheiro arrecadado será para pagamento dos precatórios dos Municípios 
A Ordem dos Advoga­ 
dos do Brasil (OAB-MS) já 
deve começar a buscar, c:ta 
semana, um mecanismo legal 
pum tentar receber pelo menos 
parte da divida ativa das cm­ 
presas inadimplentes. que 
totaliza em iornno de ltS 150 
milhões a R 400 milhões. 
Essa tentativa faz parte de um 
acordo que e~lá sendo negoci­ 
ado i:ntrc o 1w, emo. a Assem­ 
bléia Legislativa e a Associa­ 
çào do~ Município, de Maio 
Grosso do Sul (Jsstimasul). a 
partir tio úilimo dia 15. quan­ 
do os prefeitos estiveram dis­ 
cutindo esse assunto com os 
deputados estaduais. 
Parte desse dinheiro ar­ 
recadado,• incluindo a anistia 
dos juros e multas dessa dívi­ 
da. seria para pagamento dos 
precatórios (dividas judiciais) 
que as prefeituras têm para n:­ 
cehcr referente ao não repasse 
do Imposto sobre Circulação 
de Mercadorias e Serviços 
O Deputado Estadual 
Antonio Carlos Arroyo (PTl3) 
está cobrando do Governo do 
Estado a regulamcmaçào da 
Lei de Pesca (Lei nº 1.787/97). 
aprovada em novembro de 
1997 e que dispõe sobrc a pes­ 
ca em 1lato Grosso do ui. 
Pela ki, o Executivo deveria 
regulam.:nl:í-la cm 60 dias 
após a sua publicação, para 
dar-lhe aplicabilidade. Contu­ 
dó, transcorrido quase um ano 
e meio. essa providência ainda 
não foi adotada, apesar da dis­ 
posição do Governo cm coibir 
a pesca predatória, que vem 
causando sérios prejuízos. 
De acordo com a lei, ori­ 
ginada cm projeto de autoria do 
deputado Arroyo. é proibida a 
pesca com fins comerciais.. nas 
águas publicas sujeitas à fiscali­ 
zação do Estado. É permitida a 
pesca artesanal, a pesca esponi­ 
va e a p.:sca cicnúfic:i. mediante 
prévia autorização da ecrctaria 
de Meio Ambiente. observando- 
se o período da Piracema e a 
quantidade de pc cado. Ainda 
para efeito da norma estadual. ê 
considerada pesca arte :mal 
aquela exercida por pcscador 
profissional p:u-a fins de subsis­ 
tt:ncia e manutenção e cujo pro­ 
duto destina-se ao :mtoconsumo 
ou comércio. não compn.--enden­ 
do serviços de 1ercciros. 
CONSELHOS 
A lei da Pesca também 
prevê. como um dos seus prin- 
cipais mecanismos, a criação 
do Conselho Estadual da Pes- 
ca. órgão deliberativo e consul­ 
tivo da poli1ica na pesca, inte­ 
grndo por representantes das 
federações de pescadores.. en­ 
tidades de estudos e pesquisa. 
(IC'.1. ). t'lll 1994. 
No último dia 26,o pre- 
fenos c os deputados voltaram 
a se reunir no gabinete da pre­ 
sdéncia da Assembleia. As 
negociações devem continuar 
dentro das próximas semanas. 
uma vez que ainda não houve 
uma proposta on i.:entc por 
parte do Estado 
O governo queria que o, 
mu111clpios abn ,.:m m3n de 
cobrar os 25% do que têm di­ 
reito como p.irte da arrecada­ 
ão dessa divida ativa para en­ 
tão pagar os mais de RS 27 
milhões em precatórios, mas os 
prefeitos nào concorJaram 
com a idéia e fizeram uma 
contraproposta 
Fies querem que o Esta­ 
do repasse 40% do bolo arre­ 
cadado com a cobrança da di­ 
vida sem a necessidade de abrir 
mão dos 25% pcrteccntes le­ 
galmcnlc aos municfpios. por­ 
qu.: acham qu.: o prejuizo se­ 
ria elevado, até porque esse 
setor do turismo. pescadores e 
csporti, os e da Secretaria de 
Segurança Pública. Os mem­ 
bros do colegiado scr:lo nome­ 
ados por ato do governador. 
mediant.: proposta da Secreta­ 
ria de Meio Ambiente. para um 
mandato de dois anos 
renovável por igual período. 
Regulamentação 
O parlamentar do PTl3 
entende que é muito simples a 
rcgulamentaçilo. bastando apc­ 
nas um decreto do governador 
José Orcirio Miranda dos San- 
tos. para que seja criado o Con­ 
se I ho Esta dual da Pcsca. e que 
este colegiado promova e de­ 
bate com os seguimentos en­ 
volvidos e interessados. com 
visl.'.lS à .:laboração da política 
estadual da pesca. solucionan­ 
do, inclusive. os problemas. 
verificados no setor. 
Arroyo lembrou que 
através do conselho. com da- 
dos 1c'cnicos e cienúficos. po­ 
der:i ser discu1ido qual é o li­ 
mite onde a pesca pode ser 
exercida e onde ela deve ser 
proibida. acab:indo com a pesca 
pred:!tória. "A pesca predatória 
talvez seja hoje a m:úor agres­ 
são ao meio a.rnbicnte e tambêm 
a que pode ser revertida em 
curtissmo prazo". avaliou. 
O depul. do petebista 
disse até louvar a atitude do 
governador Josê Orcirio dos 
amos. de procurar as Forças 
Armadas para a realização de 
uma força tarefa para inibir a 
pesca pred:11ória. entretanto. 
conforme lembrou. hoje o Es­ 
tado possui uma lei, mas que 
n3o esi:í tot:ilmeni em pr.5tica 
porque n5o foi regubrnentacb. 
O deputado destacou, 
O presidvnt 
Asoma ul, Hnela 
hl d ' 
d 
l'D l ), disse que os n J!ll ,, 1- 
os não podem der.t de obter 
Ih, 
executivo. que eter.pr D­ 
tado na reuno pelo ser·tato 
de Govemo, Wander Loubt, 
que o I ,t,:tlo tcpase os 40% 
do total a ser arrecadado 
determinas,ão do governo em 
obter dmheiro novo c serenos 
parceiros para cobrar esse de­ 
bito que as empresas devem ao 
Estado, mas não podemos mais 
levar prejuizo", disse Inelvo 
Para o presidente da As­ 
sembléia. deputado I onJrc, 
J,bchado (l'SDUJ. o goH-rnn 
tem dificuldades em obter no- 
vos recursos t cesse - a de pa­ 
g.ar as prefeituras com dinhei­ 
ro arrecadado do, 
inadimplentes- e a proposta 
maus vwavel 
tudo pata a contatado 
de advogado por meio da 
ri ão de um comitê com 
meio: legais pata fazer o pa­ 
pel que devera ser feito pela 
Procuradoria Geral do I ta- 
do, I e trabalho, segundo o 
presidente da Ordem, Carlo 
Marques, nlo teria nenhum 
custo para o Estado 
1, nil•,111 p.1rt1,1p.ir,1111 
do encontro, o líder do oover­ 
no na As.emblema, l aerte 
etila. o lideres do PPS, Ge­ 
raldo Resende. do PSDB. Wal- 
hr Neves. e os deputados 
Sandro E ab (PPS), Akira 
0tubo (PDB), Onevan de 
Matos (PMDB). Antonio 
Car'os Arroyo, Paulo Corréa 
e Ary Rigo (P'IB), Luiinho 
Tenório e Loester Nunes 
(l'IYI ). /e "lc1xcir.1 (Pf·L). 
Arroyo cobra regula 
da Lei da Pesca e 
e 
t 
açao 
MS 
Deputado Estadual Antonio Carlos Arroyo 
ainda. que o Estado não pode trazem pescadores de outro 
ter pesca profissional ou co- Estados. que , ~m praticar .i 
mercial em rios de :igua doct:. pe: a predatória com r de e 
"Somos um dos únicos Est:i- L.1rr:1fas. E lernm o nossos 
dos. e o unico pais do mundo pei es. Só do Rio :'1irand:i sai 
que permite pesca comercial uma média de quatro toneladas 
em :ígua doce. 	de peixe s vezes por semana". 
Os nossos rios não têm o- detacou o parlamentar 
lume de água suficiente pri pesa petebista, que j manifestou ao 
comercial: tai o rios T uuri, Govemo do Estado a sua pre­ 
Coxim . .1ir:md.., rquid:unn::i e ocup::? :io em ver a Lei da 
Rio Api" exemplifi u. P, sca regulamentada no menor 
Arroyo disse que, na re- espaço de tempo possivel, o 
alidade, não existem profissi- que permitirá a criação de me­ 
onais da pesca no Estado. "Nós canismxes para a.bar m a 
temos frigorifi os. grupo. qu.: pe, preó..:oria

...........-~e a 
Ex-Prefeito é Moka cobra a incl s
7
o do Est' do 
condenado a em programas de Incentivos F ·se· is 
indenizar o 
Município 
de Bela Vista 
Trlllllla da Froo r 	/ 9 4 
O cx-P1..:l'ei10 de TJcln Vi,ta. Sr. FDSO Ml·DEIIWS 
DE MORAES, foi processado judicialmente pelo também 
cx-l'rcfi.:ito M1111icipal Sr. /braão /rmoa 1/,.1caria~. 
O processo visava a indenização ao Município de lkla 
Vbtn/MS., por dctrnninaç,1o do Tribunal de Contns do Es­ 
tado qnc i111p11g11011 despesas realizadas pelo então Prcli.:ito 
Sr. Edson Mcddros de Momcs. O primeiro passo foi dado 
ainda na gcstào do Sr. /brailo, cm data de outubro de 1993. 
findando cm outubro de: l.99R. a data de: 16 de abril de 
1999, foi cli.:tivado o n.:gistro no Cartório lmobili;irio dessa 
cidad1: da área constante de 77,850 hcctarcs (~ctcnta e,,cte 
hectare, c oitocentos e cinquenta metros quadrados). 
Dessa formu, partc da Fazenda Vista /lcgrc,77.850 
hcctarcs, que era de propriedade do Sr. Edson Moracs. 
pertence ao Município de Ikla Vista. como pqgamcnto 
fi.:ito relativo à indenização a que o cx-pr..:fcito foi con­ 
denado a di.:t11ar ao Município por decis.1o do Tribunal 
clc Contas Estadual, confirmada por ,entcnçajudicial. 1: 
o caso de se 1..:mbrar Jo velho dito popular: "AJUSTIÇA 
TARO, MAS iO FALI IA". (Yilmn da ilva) 
Deputado vai apresentar projeto de Lei incluindo Mato Grosso do Sul na políticas fiscais mantidas 
pela Sudam, a exemplo rio que ja ocorre com Mato Grosso, que já se beneficia dos incen 
0 .IU:-l1d.:r <.IH PMDB 
11<1 C.i111ar,1 do Depulntlo,, 
W,ildcmir Moka. vnr apn:..c11- 
tar Projeto de l ei propondl> a 
inclu,.io do M,,to Gro-;.,o do 
Sul nos programas de incenti­ 
vos fiscais do go, emo fe<lc- 
111I. okn.-cendo ás regiocs Nor­ 
te e ordeste, através da 
Sudam e Sudene, autarquias 
vincula<l,L, i1 Sccn:lílria bpc­ 
cial d..: Política5 Rcgionab do 
Mini,1ério do Planejamento e 
Orça111.:n10. 
No último dia (30 04 ). 
durante pronunciamento na 
Casa, Waldemir Moka dis,c 
que o Estado "e,tá 
desassistido" pela União e 
cobrou mais empenho do go­ 
verno fi.:dc.:ral na fom1ulação 
d..: políticas urgentes qu.: 
venham a contribuir pnra a 
moclcrni1.açào do parque in­ 
du,trial sul-matogrosscnsc. 
I proposta de Moka 
previ: o accsso do Estado aos 
programas de clcscnvoh i­ 
mcnto regional mantidos 
pela Sudam t Superintenden­ 
ca de Deenvolvimento da 
Amazónia) a exemplo do 
ljllé J,I Ol'l>íl e com Mato 
(iro ,o. quc J,1 , t:111 ,L' hL nl'­ 
ficando desses incentivos ha 
alguns anos 
1 )e acordo com o depu­ 
t.idu. o ,,tor 1'rudu111 n ,:,t,1- 
dual só esta podendo recor­ 
rer, no momento, as linhas 
de li11,111cia111.:1110, olal'l..l· 
das pelo I undo Co11,titm:1- 
onal do ( c11tro-(>t-,1..: 
(FC'O). cujas taxas de juros 
praticJda, at11,tl111cnk. cm 
sua opinião. "vêm compro­ 
me1c11du a ,t:êllÇiÍl> de pro­ 
j.:tn, prinritarim ,11> d,,.:n­ 
' oh 111CIIIO 'rt:é!lllll,ll. lTI..Jll· 
do uma situação de quase in­ 
,oh .:ncia. ,m d.:.:orr0m:1.1 
do dc,o.:a,a1110.:nt11 entre 11 
o.:u,to do, lin.1110.:ia111.:111<" e 
a evolução dos preços dos 
produto,". 
Mo1'a l'IIOU. por CClll· 
pio. a i11ll.::-.1hilid.rdo.: mm 
que o governo federal vem 
n.11 ,. 
s nota0s, • 
gundo ele. hc •.1r.1111 .1 u111 
imp4e. pot» o oero foi 
1nf1.:IH:I u11 .1l1:11rts p,,n1t,, 
fundamentais para a solua 
do prohlcm.r do 
endividamento, o que 0.:111 
rn, 1ahil11.111d,, o .1u,rdo i.:111 
tomo de um ti.:,111 411c po,,,1 
ser votado na Câmara amda 
li rd l/tí I 1 1 r 1 l f 
alteras0es do teto da 
did 1 1'111, ,,ora 111 1 Xt (,. 'i 1, 
trata das d das com reur 
ne..,tL" Lll1l' .... trc 
Segundo o deputado. 
cabe ao coemo federal, em 
conjunto comn os dnos s'­ 
tores da cotomta estadual 
mel u 111do .11 " !'"' ,:mo d,, 1 ,­ 
Lido. 0.:,1.rh<:l.:ccr polllrL,1' i.: 
pro!ramas que V»em o res­ 
cimento económto e a mo­ 
derzaão de MS 
"l r:11:i-,..: 11q:cn1, a 
adoção de 11111.1 polit 10.:,1 d, 
incentivos fiscars semelhan- 
Deputado Federal 
li 11/d,•111ir foi. 11 
lL' ,1 desenvolda no Norte t 
:onk,t.: .. 1tr,11 o.:, d.1 11d.,n1 
e Sudene. em dia!ao 
ou I Ili llf hllllh'. de ,f.1e<HI o 
p.1rla1110.:n1.1r. p,11.1 q11o.:111 " 
l·,tado 11,io p,•1k 11111, ,ttCI· 
Lar a retorra a que sucs l­ 
o governos em e til1- 
tando nos ul!tios anos 
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Trlul8 da frootelr 
Prefeito de Antonio João 
pleiteia recursos da União 
Da saural: Geraldo Ferreira (Grou) 
O Prcf'cito D:'icio 
Quci101 Silv.i, im:írn, (,(lll.ito·, 
com os representantes do tu­ 
nicipio no Congresso Nacio- 
11:i l coin a finalidadi; de.: 
viabilizar recursos para cons­ 
trução de redes de esgoto, d re­ 
na •cm e arruamento, junto ao 
Ciovcmo Federal. O objetivo 
é ser incluido cntr.: os muni­ 
cfpios que podcm receber di­ 
nheiro destinados a obras cm 
bain·os pobres, dentro de um 
programa que só vai benefici­ 
ar 12 falados brasileiros. 
•• o, ,o ohjcll'O é fa­ 
zer lobby para que Moto 
Grosso do Sul esteja entre os 
Estado, cor111:mplados com 
este primeiro lote de recur­ 
sos", explicou Dácio 
Quciro1. Cerca de 300 mil 
pessoas deverão ser benefi­ 
i.:iadas cm todo Pais com 
obras de redes de esgoto, 
drcnagc111 arruamento, cus­ 
tcados por um financiamrn­ 
to de lJ$ 250 milhões quo: 
o governo federal tomará do 
ílanco I ntcramericann dc dc­ 
scnvolvi mcntu (U ll)) O pie- 
Ra 
Defender é um dever - O cx-pr.:si,kn1c 
da Câmara :-.tunicipal de Antonio Joào, 
Joãozinho Franco, dcfcnc.Jeu o que estava cor­ 
reto, Joãozinho tomou c.Jcci,ào de vereac.Jor 
competência e com razão inédita. Fiquei ,·n­ 
lllsiasmado e contente de , er meu nmigo agir 
daquela forma. 
lnformaçi"to quente - O vereador Sérgio 
Luiz. Mohr me infonnou o próximo a ser con­ 
vocado vai ser o c.Jin.:tor do Dcpanamcnto de 
Obras do Município Ncreu antes. E, parece 
que a cobra vai fumar pelo que e tou sabenc.Jo. 
Linha comprida - A estátua e.lo Tenente 
Antonio Joào. está gerando cada história en­ 
graçada. Uma que me contaram no gabinete 
e.lo pr.:feito D:icio Queiroz Silva. é que o cm­ 
pr.:sário do Posto Paloma Ckmir Vieira. amar­ 
rou uma linha na mão c.Jir.:ita e.la cst:.ítua e que 
alcance na cscrevania da sua sala, e na hora 
que o avião do prefeito D.icio vai lei antar o 
, ôo. o cmpr.:s:irio puxa a linha para a estátua 
e.lar tchau! Para o prefeito. 
Pagando mico - Um ecnojovcm andou cm 
nário do senado já autorizou 
a L'ni:ío a con ratar o cm­ 
préstimo., Os recursos serão 
aplicad<h un 12 Melhora­ 
mcnto de.: ll.1im>,. L<>1,h,x1- 
dos como Habitar Brasil 
O programa :utatd o 
total lJ 'i, -l 17 n1ilhõcs. ~cndo 
U'ií 167 111ilhõc, oriri1uno, 
do Orçamento da l 'ni.11>, rc­ 
passados a Secretaria de Poli­ 
t ica Urbana. Os municipios 
devem se candidatar aos em­ 
préstimo, a Caixa 1 :.:uni mi­ 
ca Federal e o dinheiro será 
n:p:assJdo a fündo p.:nlido. 
todos os orelhões d.1 no,sJ cicJacJ..:, ,. 1 cio : 
Red.1çJn dJ suc.ir,.il da Tribuna da Ftonteira 
cm Ant,inio Jo;•,l e reclamou que os orelhões 
cstav:1111 todos com defeitos. ti disse para ele 
ir ao Posto Telefônico e pedir para r.,zcr uma 
hgaç:io a cohrJr. A moça com aquela gentile- 
za foi até o orclh:io e feza lig::ção sem pruhk­ 
ma nenhum. O jovem perguntou como ela fez 
par.1 funcionar e a mesma n:spondcu. "Nac.Ja 
era só fazer a ligação e apertar uma tecla para 
chamar". O jovem não sabia onde colocar o 
rosto de tanta I crgonha. 
Gente ossa - 'a Copa 1V!orcna. o nosso 
amigojogacJorcJacquipc U.C.D.13 Valc.Jccy Pe- • 
reira Rios popular (Cy), jogou bem pra 
caramba, só que não fez nenhum gol. pelo jei­ 
to ck não quis nos e.lar um presente, era só 
enfiar um gol no Los Tigres e pronto!! 
Novos na City- J:.í estão cm Antonio João. 
os novos integrantes e.la Policia Militar. só que 
estão fazendo a ronda pela cidade a pé. c­ 
gundo o prefeito D:icio logo eles c,tarã., ..:,1ui­ 
pac.Jos para atender a população com rapidcL 
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congelados 
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de transferênoa de ervbnôcs (bezerros, 
garrotes, touros e novilhas) 
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- Coleta, manipulação e transferênoa de 
embriões em doadoras de terceiros 
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embriões e produção de prenhezes, a 
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PltEFEITURA MU ICIPAL 
DE BELA VIST A-MS 
DECRETONº 1.139/99 
Executivo Municipal 
Dispõe sobre Concessão de lena Gestante 
Jo·c ( 11ib:dd1 d.l l(O',.l Neto. Prefeito Municipal de 
IJciJ V1 ,la, ht,Jdo tlc ,,!.ih> (jw .o do Sul. no u de suas 
atribuições leais, 
1)1,C'JZI, !'/. 
/ r 1. I" • Conceder Licença Gestante, à Servidora, 
l·l.1/i DKA C,I Ri,Di Sl~I./C,1: Ml:DINJ, Jsmtentt: 
de Administra ão, Padrão IV, 'lasse A. Referência 0l, lotada 
11:i Scuclari,1 dt· Adrrnni ,11açJo, ; p.111ir de 1610~199 : 13/08/ 
Y9, ele ncord I L'om o di,po,11.1 no Artipo 94 da Lei MunicipJI 
n" 9-18. de 19.01.93, do l',1:11u10 
Ar.2" - Este Decreto entrará em vigor na data de sua 
publicação, revogadas as disposições cm contrário. 
Bela Visla-1lS., 20 de :ihril ele 1999 
José Garibaldi da Rosa Neto- Prefeito Municipal 
DECRETO Nº 1.140/99 
Executivo 1unicipal 
"Di.1pÕL• sohre Exont:rnç·lio de: F1111cionúrio" 
José Garibaldi da llosa clll, Prelcilo Municipal de 
Ilda Visln, Estado de Mato Grosso do Sul. no uso de suas 
atribuições kgais; 
D E CRETA: 
irt. l" - Exonerar a pedido. o servidor, l'iULO 
ESPINDULA. Jo cargo de Agente Fiscal de Tributo, ivcl 
IV, Classe A. Referência O 1. lotado na Secretaria Municipal 
de Fazenda, a partir de 22 de abril de 1999, de acordo com o 
disposto 110 artigo 48 da Lei Municipal nº 9-18/93. de 19.0-l.93, 
do Estatuto. 
irt.2º - Este Decreto entrará cm , igor na data de sua 
publicação, rcrngadas as disposiçõcs cm contr:irio. 
Bela Vista., 22 de Abril de 1999 
José Garibaldi da Rosa i'.cto - Prefeito ilunicipal 
OFÍCIO Nº 00 /99 
st 
«nhor Diretor, 
Servimo-no do pre nt pra al citar d 
tuado Jornal. a dt ui ,,,.,iu d ste e LU. t n· • ,, 1 I 
, 1 d..1 A, 01:t.l~Jo dt: .1, r dres I 11!11  11: ,o 
Mbnic.l. fíx.mtlo a data de 16 de .,ra,,, de I IJ'J'J .1 J 
Geral, a qual elegerá a Nova Diretora para o J mo b!c , 1 J ·, 1 J 
a 2001, de conformidade com o constante do E +tatuto Social - 
0s candidatos que desejarem concorrer as eleiçôe deverão 
nprcscnwr suJ in,criç:lo com os dados pes soais, e r,u,n, ni <l..: 
matricula da Associas;ão, sendo esta inscrição feita em 02 
(duas) vias de papel sulfite datilografadas e enllq:uc, 11.1 '-..:­ 
creiarin da Associação de Moradores. impreterivelmente. ate 
05 (cinco) dia, da d,11,1 determinada em edital. para o pleito 
eleitoral, ou seja, no di.1 ll,devendo o diretor e ou funcioná­ 
rio que as receber, dar ao seu cliente 2' a. devolvendo-a "'' 
seu nprcscntador esclarecendo que a recebeu e regrstrou em 
livro competente, sendo a mesma devolvida com o devdo re­ 
gistro de entrada. 
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Ora. Vi/ma da Silva & Ora. Lucimar P Veiga 
OAB /MS 2.574-B 	OAB/MS 7.454 
Causas: Civeis, Criminais, Administrativa e Trabalhista 
±--Ad 
Dr. José Atanásio Lemos Neto 
Ora. Luciana Branco Vieira • 
Atanasio@jardim.menthor.com.br 
±Advoga 
Sidnei Escudero Pereira 
OAB/MS 4.908 
-..;!; Es·critório de Advocacia· 
Hcron dos Santos Filho 
OA! MS 7023 
j:ta11 Paulo Medeiros dos Sa11fos 
OAB MS71! 
Sheila Regina lopes Dutra 
OAB-/MS 6449 
Causas Civeis, Trabalhistas, Direito de Familia 
Fone/Fax (067) 251-2194 
Dr. Marcus Antônio Ruiz 
Causas Cíveis, Criminais, Contratos 
(067) 251-1012

lárlO Trlb na da F 	07 
l e4iam4 
/o Cahl• Dl:luqu1 bom rclorno ao traba­ 
lho, que após merecidas férias, está no coman­ 
do a todo vapor' 
lamlém 
De volla ao batente, depois de uns dias 
de descanso o amigo Gato (Finersul) 
Mere,,e 
U111 csp,1ço, ojowm lkto (llnrr.ichari.i). 
que está se atualizando em mecânica de motos, 
111obilc1c I kro 1'11ch e oulros veículos tlc duas 
rodas. Vale lembrar que o pessoal que entrega 
,u," lll(')WS com qualquer defeito sempre saem 
satisfeitos com o serviço. 
Detaaue tia emana 
Vai para a Sr.1.Miriarn. da quc atrndc 
n,1 ram1úcia Drogari,1 Drngalidcr e diga-se de 
passagem atende super bem. Até nos momen- 
1os de folga não deixa ,k nlendcr o, ~cus fie- 
-' 
A nossa col111111 a simpática Eliete 
Leite (filha do Prefeito Dil11111r da Sifra 
Leite e /" Dama. Sra. Catarina) 
ueses que e tcja.rn 11ecc,,i1,1do, l· por ,cr c,1, 
pessoa especial que o Destaque da Semana :it 
para ela!! 
lelevhàCJ 
De ,olta 110 i'rogrJrna do rJnt.i,trcu o 
polémico "Mister M, ele que e,t,í e111rqi,,nJo 
todos os segredos dos mágicos Quem quiser 
conferir ~ s6 ª''"tir o l'anl.Í,ucu no domingo 
pela Rede Cilobo ck tdcvisio. 
t' «de M4ai 
34 anos de Emancipação Politica Ad­ 
ministrativa de Caracol, e 1ambé111 Dia do, 11,1- 
bnlhadorcs. ,O Prd'cilo llunrdp,rl Drl111ar d.1 
Silrn Leite. prngrnrno11 um.1 s1111pk, cnnr..:mo­ 
raçfü> pcln, 34anos de nossa pacata ciJ.ul.:. 
Como todos sabem, a cri,c que afeta o 
nosso munidpio é mundial. ,fa,; para a dala niio 
passar em branco, tivemos vários tipo, de es­ 
porlcs: laçadas. jogos. gmc.ma~ e o lançarn..:nlo 
d,1 Uolsa hcola. 
fosco» isa 
1 
• 	Senhvr 
1 
1 No sih;11cio deste dia que amanhece. 
Venho pedir-te a Paz, 
A Sabedoria, a força. 
Quero olhar o 1111111do 
Cn111 os olhos chciv de Amor, 
ser paciellll!, co111prcc11s11·u. 
manso e pn,dcntc. 
Ver além das apart;ncias o, teus 
filhos, como 111111es1110 os vês, , 
e assim ... 1 
Nao ver senão o be111 cm cada 11111, 
guarda minha lingua de toda a 
• 111aldade. 
Que eu seja tão bondoso e alegre. 
Que todos quantos se achegare111 a 
111i111. si111a111 a tua presc11ça. revesti11- 
do-111e a tua bele::a. se11hor
1 
E que 110 decorrer deste dia 
Eu te revele à todos! Amém. 
O Auto Pesto L. , t.ol , b <> ,o· 
mamJo do jovem Laurindo Barbo a. L 1.1 
f.111.n<lo u111J prmnução d.: pru:>tl" 
A cada R$ 20 reais que o cor5sumi­ 
dor gastar no Posto, ganha uma ra p..tcli11h t 
omk concorr..: a varios prémios que ,,io w,· 
relógio de parede cdmara fotográfica ca­ 
netas, bombons e muito mai,. indu lt: 
duas bicicletas. Todas as raspadnhas vem 
co111 algum prémio. Confir 
Segundo o Ddcga.Jo do PT (P..irtich1 uo, 
Trah:ilhadore,1 L'lll nossa cidade. o d,námico 
Ido. no, informou qu<.: 110 ul11mo dn 14. hou­ 
ve em sua residência uma reunião onde foi de­ 
finitivamente legalizado o PT aqui em Caracol 
Com isso o P! poderá participar 
mais compi:tit/ .im..:ntc d..1s dciç,,c:, do pró­ 
ximo ano. / reunião contou com a presen­ 
ça Jo Prcsidcnl<: do Panido cm Campo 
Grande Sr./gam..:non. o Presidcntt: do, 
Trabalh:idor..:, de Caracol, o jo, cm fard..:I. 
Sr.,rno Loscl..:in. João Uai cano. Sr.'.',;.:lson 
(lci:i-sc Rc:st. ,gua Viva). entre oulros! 
!'do número de pessoas que foram ã 
rcuniJo do PT. not:unos que o partido está mui­ 
to fortalecido cm noss:i cidade e com certe/__a 
dará muito trabalho aos adversários! 
'ii)S o!CDUi 
de Caracol cm Sociedade. damos cm pri­ 
m.:ira mão alguns nomes dos pré-candidatos do 
PT nas próximas eleições: Para Prefeito(a) 
Evanilda Leite. Vereadores: Juliana -:",:eto. 
Brigido Veiga. Afonso Souza, José larcdino 
Dias. Zézimo ,rguclho. 'eca. 
TIA676 LA 6f+444 
O orgulho é o abismo onde, por vezes 
desaparece o próprio mJrito rerdadf!iru.' 
I lá aparências de durezas que ocultam 
tesouros de l<'ll.lihilidad.? e de afetos! 
O ;:arotinlw Ro;.:er, fil/w do caso/ 
Wi/lia11 e Cr11 (Veteri111iri11 Co111po/111a), 
co111pfrl1111111ai1 um ano de l'ida. Seus pai1 
para comemorar a tiara fizemm 11ma fe5la, 
onde reuniram vrios amiguinhos. 
Ro;:er sempre .wrride11te recebeu a 
rodo, com uma imensa alegria! Ao Roger, 
parabJm pelo ~e11s ()9 1111i11/ws e que est11 
datu se repita por 11111itos anos 
O !Jm.:tor Roberto Galcano. da Es­ 
cola Estadual de I'e 2 Grau Dr.Rubens 
de C<l.Stro l'l:H r.:()rnunica aos pais dos 
alunos qm: ,1, crtiJ Ja mr.:rc:nda r.:scolarc,te 
ano d.: 99 ainda não ,cio e está em atraso. 
• O Governo até a pn:senle dala 
ainda niio repassou J , erba. Qu:indo 
isso acontcc1:r. a mcrr.:n<la escolar ser::i 
frita diariamr.:ntr.: para ;.h crianças. fi­ 
nali1.ou o Dir.:lOr. 
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nº 00.207.82910001-60 hem como no 
Estndo sob n" 28.213.146-9. DECLARA 
para os de idos fins d.: direito e 
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LIVRO DE REGISTRO DE 
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lrtbl.ma da F 
PREFEITlJRA MUNICIPALJ)E B[LA 
ASSESSOHIA .JlHUDICA 
Nota de Divulgação 
O Prefeito tlc [ela Vista, faz um apelo aos moradore da cid .. de. a 
fim de que os mesmos não coloquem nos passeio, público ,nas praças e 
nas vias públicas -:m geral. gnlhos cortndos de árvores ou qu ,isqu,:r nu­ 
teriais que diíiculte111 ou inviabilizem a p, ssugem de pedestres. 
A solicitação visa manter a citlad-: limpa, bem ainda proporciun.H 
aos transeunH:s, a pnssagem pelas calçadas sem qualquer ri. co de aciden­ 
tes que tais cn1ulhos possam causar, diretn ou indiretamente. 
Agindo assim, toda a populaçiio scr:i beneficiacJ.1 e estaremos dan­ 
do cumprimento :is regras estnbelecidns pelo IAMA, pelo SIDLMA, pel,1 
Polícia Florestal e pelo Código de Posturas do Munic1pio. 
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I I 
Agrinews 
o 
Por Vinicius de Moraes 
A.t'1111l0 entra em t!ehate na Assembléia 
Pcl,1 primcir,1 vez em sua história a Assembléia Legislativa 
de lla10 (iro,so do Sul colocou, na mesma mesa, representantes 
dos produtores rurais, autoridades federais, estaduais, membros 
da Pastoral da lera c lideranças do Movimento de Trabalhado- 
1"CS Sem I era (MST) para di,cutir sohrc a llcfonna /gníria. A 
audiência pública realizada foi convocada pelo ,kputado Paulo 
orréa. 
i'roduturc, rumis e sem-terra concordaram que a reforma 
ugrMia é necc.,,.,ria, mas, no entanto, h:í profunda discordância 
entre.: as duas partes sobre a forma como o processo deve ser 
conduzido. , Fonte O Progresso Dourados 
Carne 
limposto da carne 
emMS 
A Supcrintcnd0ncia de Adn1inis1r,11·ão Tributária de !lato 
Grosso do Sul ,oltnu atrâs e decidiu revogar a l'ortana 1.267, 
publicada no Diário Oficial no final de março Pela medida an­ 
terior, os frigorilicus Jo Estado estavam obrigados a recolher 
cm médio. 20°" a mais cm impostos para a e ame bovina a partir 
de<, de abril. 
gora, a SAT baixou a Portaria 1.271 adotando pratica­ 
mente os mesmos valores da antiga pauta de Referência Fiscal, 
n:L111, os aos produtos denoninados came verde. A determina­ 
çio passou a valer a parir de 24 de abril. 
Fm Mato Grosso do Sul os fngmiticos recolhem alíquota 
de 2% de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços 
(ICMS) para operações internas. Apenas o gado em pé vendido 
à outros Estados tem alíquota de 12%. F:e Gazeta Mercantil 
Futuro 
.l!. obôs devem 
invadir o campo 
A indústria brasileira de miquinas agrícolas oforccc hoje' 
tecnologias que anos atrás seram consideradas ficção cienúlic:i. 
Já é possi, cl monitorar cletmnic:imcnte ,,pcrJçõcs de plan­ 
tio. aplic:iç.io de pesticidas e colheita. No plantio, há cquip:i­ 
mcntos que inJicam. com sinais sonoros ou luminosos. se o flu- 
xo de sementes ou de adubos foi in1cm1mpiJo. • 
Estilo chegando ao mercado equipamentos 91•~ lil:-er:un 
insumo· cm doses variáveis, otimizando a relação custo-} 'o. 
Os sistemas mecânicos de acionamento dos 'saco. e 
adubos e de sementes estão sendo substituidos ror rotor idráu­ 
lios, que regulam o fluxo de acordo com a fertilidade do solo. 
Também ji existem por aqui máquinas que monitoram a 
produtividade da ãn:a que cst[l sendo colhida e ,1 umidade dos 
gn1os, por meio de satélite. 	. 
A 10bótica e,tar:í di,poní1 d p.1rn aplicação cm larga csca­ 
la na agricultura nas próximas décadas. Japão e EUA pesquisam 
sistemas robotizados para cultivos intensivos. 
Os equipamentos rohotiZJdos rc.1liL..1rJl ..1plicaçõcs di: 
insumo, com base cm informações , i;u:iis e gcoQr:ilicas 
foml-cid;is por cimcrns digitai;, e sinais de satélite. 
No Japão. h:í m~quin:is que plantam arroz soL.inlus. No 
Reino ·,1ido cst.l s.::ndo d.:scm·olvido um l'<!Ículo autônomo que 
pc orrc n ultura guiando-se por im.1gcn, dit1.itais in tnntàncas 
das linhas de plantio. Durante o trajeto, uni sistema eletrónico 
diferencia as pl:mt:i.s d:>.ninha; J.15 p!~::1as d.1 cultur:i, p ssibili­ 
tando a aplicaçi localizada de herbicidas. 
O mesmo equipamento será usud pana a colheita seletiva 
de hor13liç· ·, i,knti.ík.indo. pL.n! que j. • 1:io 10 ponto de 
colheita. 	- 
Isto possibilitar a colheita dus plantas em estágios pré­ 
determinados de desenvolvimento e atender ás demandas do 
u:CT'C:l:.lo. 
Carlos Antonio Gamero e liss Racha Antaniassi - slo professo­ 
res da Faculdade de Cias Agronômicas da /Aesp de Botuc:llu (SP). 
Plano está sendo aprimorado, 
diz o Governo do PT 
O Plrmo de Desenvolvimento da Agricultura de Mato <.iros­ 
so do Sul começou a ser debatido no interior do Estado, depois 
de cinco reunies realizadas em Campo Grande. Um extenso 
progmmn de visitas a municípios está preparado, e começa a ,er 
cumprido pelos representantes da Secretaria de Produção e De­ 
scrwolvimento Sustentável. 
Os objcti1 os do Plano. segundo o superintendente de Agri­ 
cultura, Erminio dos Santos, silo os seguintes: geração de em­ 
prego e renda nu campo, aumento da produção com valor agre­ 
gado e fortalecimento da agricultura familiar e de alta escala. 
Fonte Correio do J.,uJo 
s Crédito para a nova safra 
pode sair em junho 
....__~ ·-· . - - -~- ...... _ _,.:,,,..._ 
O Ministério da Agricultura deve anunciar até o dia 15 de 
junho o montante do crédito parn investimento na safra 1999/ 
2000. Além da escassez de recursos. o governo enfrenta este 
ano um problema adicional: precisa incluir no crédito da safra 
pelo menos parte de uma divida estimada cm -1 bilhões de dóla­ 
res que produtores agrícolas e indústria de insumos têm com 
fornecedores e bancos externos. Essa divida. contraída na últi­ 
ma safra. vence nos próximos meses e aumentou de tamanho 
devido à desvalorização do real. rume G.ucu Mcrc:in11I 
Eleição adiada por falta de candidato 
A eleição para a escolha da nova diretora do Sindica! , 
Rural de Dourados, prevista pata ser reahzada ontem, foi adiada 
por falta de candidato 
O atu.tl presidente, J,I por duJ, gc,tõc,, Dun1111r11> S  Ili, 
teve o mandato prorrogado até julho, quando deverão ser defini­ 
dos u dia e o horário para a eleição da nova diretoria. I , • •, 
rtoyc .. ),IJ 
Indicador Econômico 
da Agropecuária no MS 
SIA: Stn de Informação do Mercado A,riol 
(TeL.751-3044). Precos pago ao Produtor. 
Produtos Kg 	RS 
, rro7 Longo Fino 60 De 16.00 I 00 
1• [ r,, D~ l~ IJ.J J I ··1 
Arroz ipo ongo 
Soja 	60 De1350 1400 
arelo de oja 1000 De230.00 
eijão Carioquinh2 60 De70,00 140,00 
1ílho 	:,O De 747.50 
Arroba da Vaca 	De26,50427.00 
De 29.00 a 30.00 
Preço do boi segue es 
projeta R$ 35 no pico da entressaf 
, 
ve 
9 e & 
a 
Contratos e,n aberto permanecem expressivos na Bolsa 
• O preço da arroba do boi 
gordo mante,·c-sc pmticamen­ 
h: cst:Í'cl cm março. ao redor 
de RS .32.50 a prazo. no Esta­ 
do de S:io Paulo. Na qu'1rta-fei­ 
ra. 31. a cot.ição da arroba na 
fl~ !&: F - Bolsa de Mercadori­ 
as e Futuros. p::ira 'cncimcn­ 
tos nos meses mais negocia­ 
dos. cr .1 a seguin1e: abril. USS 
P.:ll !RS 31.5-1 a prazo); ju­ 
lho, l ':-,, 18 . .30 1RS 3-1.67). 
outt.br..i. l'SS 19,97 (RS 
35,15). O volume de contratos 
cm abcr.o era de 2.012,.., que 
não é pouco nesta época de tur­ 
bulência na economia. A difc­ 
rença entre a cotação d" abril e 
outubro cm de cerca de 14%, o 
que cslllria próximo da varia­ 
çilo no mercado tisico p:ira o 
pico da entressafra.. 
o mercado físico, o 
preço do boi gordo vinha sen­ 
do influenciado pela demanda 
dos frigórificos cxportJ.dorcs, 
com o que mantinha ccn:i tirmc­ 
za apesar do consumo domésti­ 
co j: cstur se ressenúndo d:i po­ 
litica recessiva do governo. 
Nem mesmo a incenezn 
sobre os possíveis reflexos do 
previsto isol:uncnto sanitário 
do Estado de Mato Grosso do 
Sul estava influenciando o 
mercado. O valor da arroba no 
M . que costuma manter um 
deságio de RS 2.00 cm rdaçào 
ao pn.--ço pmticado cm São Pau­ 
lo. estnva a RS 31,50. apcn::is 
um rea.l a menos que em SP. 
no cuno prazo um possivel fa­ 
tor 6:iixista para o boi gordo no 
mcrcado interno seria a maior 
ofcna de carne de frango. 
Quanto :is exportações 
de came bovina, as expectati­ 
vas de emprcs:írios do ramo 
continuavam otimistas, nos 
primeiros dias de abril (quan­ 
do se concluía esta edição de 
DBO RURAL). O Presidente 
da Associação Brasileir_a das 
Indústrias Exportadoras de 
Carnes - Abice. Ant:>nio Rus­ 
so Neto, att: reforçou suas esti­ 
mativ::is. Ern me::idos d" mar­ 
ço. ele ::icreditarn que o valor 
com a exporta ão este ano po­ 
deria licar entre U S 700 mi­ 
lhões. com um crescimento de 
cerca de 25% em rebçiio a 
199. Agora ele j:í :idmite que 
o vai or pode.ci c:heg'ar a U SS 
800 milhões. 
Segundo o presidente da 
Abice., mesmo com o recuo do 
dólar no final de mnrço. :i car­ 
ne bovina brasileira continua­ 
va competitiva no mercado in­ 
ternacion:ll. "Noss:i expectati­ 
v. já era de um c.lmbio enrre 
RS 1.60 e RS 1,80, fora disso 
era especulação", diz Russo. 
Avaliação semelhante 
tem o diretor de cxportaç3o do 
Friboi. de Go1:is. Jeremiah 
O'Callaghan. para quem o pre- • 
ço atual da arroba continu:i 
competitivo. "apesar de os pn:­ 
ços da came terem caído um 
pouco no mercado intemacio­ 
nal". Jcremiah ponder:i tam­ 
bém que a n:pcrcuss:lo da ocor­ 
r2ncia do foco de aftosa em 
Naviraí.MS. "é ruim para to­ 
dos". egundo ek, em vista 
disso. a China suspendeu as 
importações de produtos de 
origem animal procedentes do 
Brasil. • e o Mato Grosso do 
Sul for isolado, vai prejudicar 
todo mundo". de reforça 
• Considerando apenas os 
volumes. em cquivalêncio-car­ 
c:1ça. o prcsiden1e do Fundo de 
Qe envolvimento da Pecuária 
do E.stndo de Jo Paulo - 
Fuodepec.. Pedro de Camargo 
Neto, espera um ::i n:scimo de 
88.000 tone_l::id:is. sobre as 
350.000 tonel:d~ das expor­ 
tnd::is em l 998. ou um aumen­ 
to de 25%. J:i as imponnções 
brasileir..:; de c::irne bovin:i te­ 
riam uma redução (por efeito 
do c.imbio desf ,or[l1·el) de 
72.000 toneladas, com queda 
de -10º o ante a; l 8ú.UOO 1onc­ 
laJJ.S do ano passado. Camargo 
leto fez tas projeções duran­ 
te o seminário sobr..- "A 
comercialização da safra no 
11010 cerµ.rio econômico". re­ 
a!iZJdo no final de março cm 
S3o Paulo. 
O Ft.:Tl.'RO DA PECU,RL 
Semin:írio rcaliudo no 
ano passado pela Purdue 
University. com p::i.rticip:tçào 
da :S:ew Holland. fabricante de 
máquinas agrícolas. sobre" is-­ 
tema Alimentar do Futuro". 
apresentou dados muitos inte­ 
ressantes sobre as tendências 
na agropecuári:i. Sobre a peu­ 
:íria resurnidameme. o errlrio 
seria o que egue. 
Prevê-se um grau ainda 
maior de industri:lliuç.Jo, o 
aumento de regulamentos 
ambientais sobre a disposiçJo 
de re iduos e subp:odutos.. pro­ 
dutos lirn::nt.i ios com ni, el 
mais alto de diferenciação e 
uma tendência a uma produção 
mais informatizad 
Além disso, havera mui­ 
or ênfase sobre a ~dminí tn­ 
çúo da cad b d.: suprim.:1110 d.: 
animais. desde a genética to 
consumid r usu.írio firul. pri:1- 
cip.:i.lrne.nh: p:ir.1 uid..r ,.b s.e­ 
gurança do alimento 
OS.O Rr.:r.11- br::,99