Vereador Osório Miranda ingressa no Lideranças do PMDB Murtinhense acompanham o Vereador (Porto Murtinho- Da ke«da ão) O Vereador osório Miranda dos Santos (PMDE). ex-Presidente da amara Mu­ nieipal, irmão do Governador leca do PT, filiou-se ao Parti­ do dos Trabalhadores ontem, juntamente com expressivas lideranças do PMDB murtinhense. Osório é um dos mais profundos conhecedores dos problemas do Sudoeste, idealizador de grandes proje­ tos, a exemplo da Estrada Par­ que, da proibiç:lo da pesca na Colônia Cachoeira. do Porto de Exportação e do combate à pesca predatória nos rios da região. Foi graças à sua inicia­ tiva que diversas barreiras fo­ ram realizadas no Rio Paraguai visando sensibilizar as autori­ dades para o problema da pes­ ca predatória cm Porto Mvrtinho. Realizando várias pales- Dia do Trabalho No diu do Trabalhador infelizmente a maioria dos brasileiros teve muito pou­ co a comemorar. O Desem­ prego perturba a vida de uma porcentagem significativa da população. A situação já não é faeil cm países considera­ dos desenvolvidos devido ao que se denomina desempre- } o estrutural - máquinas to­ mando lugar do trabalhador - agora. imagina no Brasil que além da modernização tecnológica tem que enfren­ tar crises após crises (inclu­ sive a última foi há pouco tempo, embora para o brasi­ leiro mais pobre ela ainda não tenha passado). O Governo diz que toma medidas para solucio­ nar o problema, mas em sua maioria são só paliativas. O engraçado é que se os nos­ sos governantes resolvessem a situação, resolveriam não a questão do desemprego, mns várias outras como a falta u. casa próprio (traba­ lh:uido cada um construiria a sua). invasões de terra. fome e a miséria causadoras de grande parte das molésti­ as que afligem a parcela mais pobre da população brasileira e até de saúde pú­ blica. j:i que teria menos pes­ soas nas filas dos hospitais públicos e mais condições de pagar clinicas particulares, sem contar outros. Ji está mais do que na hora de nosso governantes saberem que nó brasileiros, não queremos "cestas bási­ cas", queremos a dignidade que um emprego proporcio­ na. Geraldo Ferreira Ge tras, cm clubes e entidades, Osório despertou a atenção dos poderes públicos para o cha­ mado "corredor - sofrido"- o Sudoeste, com potencial turís­ tico, agropecuário e comercial para ser um dos pólos mais pro­ gressistas do MS. A filiação de Osório no PT, juntamente com o empre­ sário Paulinho Benitez, Wanderley Loubet, José Miranda, Jtinio Miranda, pleiteia rec Prefeito Ddcio Queiroz, engajado no engrandecimento de Antonio João O Prefeito D:icio Queiroz ilva, inciou con­ tatos com os representantes do município no Congresso acional com a finalidade de viabilizar recursos para construção de redes de es­ goto, drenagem e arruamento. junto ao Gover­ no Federal. O objetivo é ser incluido entre os municípios que podem receber dinheiro destinados a obras em bairros pobres: dentro de um progra­ ma que só vai beneficiar 12 Estados brasileiros. " osso objetivo é fa­ zer lobby para que Mato Grosso do ui esteja entre os Estados contc:mplados com este primeiro lote de recursos" explicou D:ício Queiroz. P:lgina-05 Acelino Soares. Dr 1·. bio dos Santos, Holmes e outros, cujos nomes serão oportuna­ mente divulgados, represen­ ta confiança nos programa, do partido e nos objetivos do Goverador do Estado. Afinado com os prineipi­ os de transparência e competên­ ia na Administração petista, Osório, inicia agora uma nova cuninhada, em harmonia com o Diretório Estadual e Municipal e A rso do PT. Prefeita Myrian dos San­ tos e Govmador Zeca Evidentemente que a partir de agora o PT e aliados terão um guerreiro no Sudo­ este, levando aos Municípios, ao povo, mensagens e proje­ tos objetivando concretizar sonhos e espcmnças, encer­ rando de vez o ciclo do "Cor­ redor Sofrido" e iniciando o novo ciclo, do "Corredor da Esperança". (PP) i João a União Vereador Os6rio Miranda dos Santos Apreensão de Merca­ dorias no Porto XV Absurdos dos absurdos Algo precisa ser feito, e urgente, o Governador Zeca do PT precisa {e vai) tomar conhecimento do que está ocorrendo. ào vamos entrar nos detalhes "técni­ cos", vamos ao fato: con­ cordamos que é preciso au­ mentar a arrecadação do Estado, e está aumentando, precisamos pagar impostos, se bem que todas as vezes que lemos nos jornais ou assistimos na televisão no- Arroyo cobra regulamentação da Leida Pes­ ca em MS O Deputado Estadual Antonio Carlos Arroyo (PTB) está cobrando do Governo do Estado a regulamentação da Lei de Pesca(Lein" l.787/97), apro­ vada em novembro de 1997 e que dispõe sobre a pesca cm Mato Grosso do ul. Pela lei. o Executivo deveria regulamentá­ la cm 60 dias após a sua publi­ cação, para dar-lhe aplicabilidade. Contudo, trans­ corrido quase um ano e meio, essa providência ainda não foi adotada. apesar da disposição do Govcmo cm coibir a pesca predatória. que vem causando sérios prejuízos. P:ígin:t-03 Moka cobra a inclusão do Estado em programas de Incentivos Fiscais Deputado vai apresentar projeto de Lei incluindo Mato Grosso do Sul nas políticas fiscais mantidas pela Sudam, a exemplo do que já ocorre com Mato Grosso, que jd se beneficia dos incentivos p-04] Deputado Arroyo: "Somos um dos únicos Estados, e o único l Pais do mundo que permite pesca comercial em água doce" tícias de ROUBOS. DES­ VIOS. MUTRETAS, SAFADEZAS, de figurões, banqueiros e empresários CORRUPTOS, ficamos com a cara e o jeito de PA­ LERMAS. /contece que, há vá­ rios dias, estamos receben­ do denúncias de comerci­ antes a respeito de apreen­ sões de mercadorias e apli­ cações de multas. Hora da verdade. ontem o nosso Jornal não circulou porque as chapas para impressão adquiridas em Bauru, reme­ tidas através da Viação Moita, foi apreendida no Porto XV. divisa de São Paulo com o M . Segundo informações. foi lavrada a multa e as "benditas" cha­ pas enviadas para um depó­ sito em Campo Grande. Qual seria o motivo? E vai ligação, para São Paulo, Bauru. Campo Grande, até descobrirmos, o JCMS cm São Paulo é de 7% e aqui no Estado 17% (ex-plicou um funcionário estadual), a diferença teria que ser paga. Nós somos o CONSUMIDOR FINAL, adquirimos um produto e foi pago o ICMS pela fir­ ma de São Paulo. E, agora. QUEM VA1 PAGAR AS DESPESAS QUE TIVE­ MOS, OS PREJUÍZOS, ti-' vemos que mandar um fun­ cionário em Campo Gran­ de, recolher a tal "diferen­ ça", tudo isto provocando uma série de probleams. E AGORA? COMO É QUE FICA? D árlo lrl u a da F l J 2 Prefeitura M • a de Bonito/MS Areal.2 desmembrda da l are da Lomba, magnético e distancia, M1.5 - azmule m ditán ia de 39$.l metro MI6, em curva 1 1 O,IJO m<.111• , d, 1.1111.1 d l t, 111111.n1kf,11 11 }J".t1,,1.1m1.o,lc l/ 1 1 1 1111 1111 d , do a margem da rodovia estadual Honito a IH< 2.f,7. ,t. 1, mar geando amena, em dite,do a dade de [omito, no azuut ta 11ét1codt)II I! .'S",dhl,111.o.1tlt 1 11.7H111,uco o 12edeste, confrontando com o lote Urbano N 03, pertencente a l'rdu1111,1 tk ll11111lt>· 1, l hey., '~ ,11> 1l 1. ponto de f ,n,d.1 , ",1,, do azuute manetueo 304$'41, na dvtaneia de 671,22 metros Confrontantes • Ao Sorte com patte das terras da fazenda l umh., (remanscente). • 1,1 ';111 ,·om p,111e J,h ICll,I> d,1 1 a1e1lll.1 l.rn11h,1 (r.:111.111e, ente)a r,·., 1 2. desmembrada da Fazenda l .m11h.1. • i 1 c,t,· Ullll a Areal 2. tlt,11,cmhr.,d., d Fazenda Lomba rodovia estadual Homito a HR-'67e lote l 'rh.mo n' IIJ, p, rtcnn 111c ,, i'rel'c1111r.1 de llomtu•M'> . • A Oeste com Jl,11 te das teras da lazenda lomba (remanes- ente) ÁRI./ 1 I'.! • 1Jha51~6.'.!7111'.! 1 imite, e Confnmta,·0c, l'I lll:'>11 IRO: partindo do 111,IIU) 11.9. tr,l .,J,, ,1 111.tl~CIII da rodovia estadual Homito a BR-26 7. dai, segue mareando a mc,­ ma, em direção a BR-267, no azimute magnético de 16313'25", dis­ tinia de ·462,02 metros, ate encontrar o Marco Me deste, confron­ t,111do com lt:TT,I da Fazenda lomba (remanescente) com o azimute magnético de 24140'43"e distincia de 318,25 metros, e deste, con­ lrn11t.,nchl Wl!l a rc,1 1 1, dc,111emhr.,da d.1 F.l/end,1 1 omh.,, chega• se ao ponto de partida através dos azimutes magnéticos e distâncias ML5 - azimute magnético de 34343'17" distância de 395,31 metros, 1'11,6, cm cur:1 c,1111 /(' 65' .J l ',I<," e R 10,00 1111.tro,. di,1.i11e,a de l ,•l•I metro,. ~li. 7 • azimute magnetico de -1 1 1 '1, '() 1 ". di,1.,11c1,, de c66,75 metro,; MI8- a11111111e m,,wctic,, de 60 -1 r: I ", dt'i,in,iil de 59,99 lllClrn; • ( '01,jro111.i111t·., • • Ao I ollc i.:om parle da ,rcJ l l desmembrada das terras da Fazenda Lomba (remanescente), " Ao Sul om parte ds temas da E azeda lomba (remane«ente) • A leste com a rodovia Uoniln J BR-~<,7: • , Oc,h: com parte da :rcJ l 1. desmembrada das ktr J,1lu ,',!< la ,li j • l 1 1 CI' '" l 1 "' f I n 1 , r , d+6p0 160 se <.: i'r t, Gabinete do Prefeito, 26 de abril d l'l N«ery 'ores dos Santo- "" r, i Muniip PORTARIA Nº 001/99 Nercy Soares d , ', ,,:, ,. l'rdcilo 1u:· -'í il OLVL. /n I". 'om .,r ODl!'-11. DI. /Rlll 1) ',O1R[ '>.!'-''''o 1.,trvo eh: A,,c.,or de Gah111c1c. ',imhol,, (),',-1, ,J J>Jll!í de O, d, J,Utciro de 1'>99. Ar.2"- Esta Portaria entra em vigor na data de sua publica­ ão, revogadas as disposiçõcs em contrário 11011i10-'1'>., U~ dr Jn11eiro r!e 1999 Nerey soares dos Santos- Prefeito Municipal PORTARIA Nº 115/99 Nerey Soares dos Santos, Prefeito Municipal de Oonito. l.,­ tado de Mato orosso do ',ui. 110 u;o da, ;.u,1> alnhuiçõe, 4uc lhe wn­ kre o Jniµo 66, l11ciso VI da Le, Org:111ica 1'lu11,c1pal. R L. SO 1. V E: /n. t• - Cnncedt:r férrns rcg.ulamcntarc, dt: )O (trint,1) d,a,. ,lOs ,cn idorc, abaixo r.:lacionaos. a panir de OI de Maio de 1999 Airton Falchcmbak, Alcx Vh Mcyer Pires, Aluísio Ferreira, Al1ir.1 de Fn,itas Nolasco, Antonia Lope de Oli>rir:1, Antoniu l'iauon, Cirlci Falciio da Sihn, Dianc Sihcira dos S:111- tos, Dirce da Silva Valinc, Edino Alves Furia, E,·a Martins Ah i, Flávia Regina Navarro Gazol:t, Hamilton Varas Leite, llcrcula- 1111 Alves Sanches, Herli dn Silva Santos, llil:írio Dutra Fcrr:lL. haias Ort<•i:a, ,João Antonio Leal, Jo~o Custódio de Lima, José Gomes da Sih·a, Maria l>ah':t Ai:uilcra, Maria Dolores !Jatista de Suur:1, Nauir Gomes da Sih·a, Osmar Pereira, Paula llalbucna Trinu ade, Quirino Silva Alves, Ritn Concciç:io l1:ichado V:iri:as, Sirlei Jara Sanches, Valter llolm:1nn, Vnndcrlcy Pereira Galeano, Feliciano de Oliveira, Alceu Estevão Frankilin. irt.2°. Esta Ponaria entra em , igor na data de sua publ1ca­ ç:lo. rc, o~ada, a, disposições cm contrário llonilo-~1S., 29 dr Abril dr 1999 Nrrc~ So:ires dos Santos - l'rrícito Municipal Pmnnniffi adora AKI-P AO De Carmem Lino de Mello Pães - Bolos - Biscoitos - Doces - Salgados Frios Sucos - Bebidas em Geral e Serviços de Segurança Vigilância Residencial e Comercial .51 2303 Rua Marechal Rondon, 407 Jardim - Mato Grosso do Sul Serviços com garantia e responsabílldade Maracajú • MS • Rua Carlos da Fonseca, 165 Bairro Paraguai • Fone: 454-2562 Jardim• MS • Minas Gerais. 316 Vila Angélica 1- Fone: 251-24ô7 Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 Propnedade de Mar,a Esteta Velasquez Pereira CGC 03 201 266/0001-90 Registro no Cartono de T,tulos e Documentos nº 1 066 Drretora Admin,strat,va Mana Estela Ve!asquez Pecerra Redator-Chefe lva!do Pereira Departamento Comerc,at Voc!or Hugo Velasquez Pere,ra azarar..z7ar a Administração e Parque Gráfico: - Bela v,sta!MS Av Tr1oun.i da Fronteira 554 • 439 1410 - Fax 439-1544 Cx Post.il 23 - Cep. 79 260-000 • Jard;m/r.1S • Rua 14 de Ma,o 342 - (067) 251-1569 (Sede Propna) • Porto Murt:n/Jol.VS - Praça Thcmâs Lar.:inieira. sin - 287-1239 Sede Própna) • Bom:c,MS • f!o ~ ;i o;,ln!Jo do Jorr.;,I, :.or:lc C:o re.:.pc~!.~ll!l,OY.la i::!ti s.0-1.1 :u;to,o-s. Filiado: ADJORI e ABRAJORI Medicamentos e Perfumarias 67 Rua Coronel Alfredo Pinto, 226 Cent, o - Porto Murtinho/ MS er:al Imunidade Formal OAB busca mecanismos pa a co-- """""""""" rar dívida ativa para o Estado das imunidades parlamentares. l o faremos, agora de fonna tempetiva,para sacramentar a credibilidade de suas relações com a sociedade civil e aprimorar a instituição congressual. [; prccbo f111(;-id. já que no seio ela opiniilo públicu a hu,wrnidndc i.:ncon1ra amiúde dcslempcrndos oposi1ores como sinônimo de impunidade, diante dos ahusos t: dos aios delitivos, de muitas cores, que parecem á somhra da investidura poli1ica, sem qualquer snnçilo por parte do on­ resso e sem que o judiciário possa dar andamento à res­ po11,,1bilidadc criminal dos acusados. Nesse contexto quer-se amaldiçoar tanlo a lns1i1uição como seus 111embros. Estes por se cercarem de privilégios, colocando-se aciina da lei e os ou1ros por assbtir a reaçõi.:s cooperativistas e omitir-se diante das medidas profiláticas r..:clnmadns por lodos. /tendcm.Js imunidades parlamentares sustentam duas garan1ias distintas:a imunidade mat..:riul. que chama­ mos ele inviolabilidadc,e a imunidade processual,chamada for­ mal, que é a outra face da rn..:sma garantia conferida no titular cio mandato n:prc entantivo, segundo a qual o processo (ação pen ui ou civil) contra os parlamentares (senador ou deputado) dep..:nch: d..: pn:via licença da Casa a que pertencer. Dessa exigência é que nasce a dcsgastante imagem do Congresso e d..: scus membros. porque comum..:ntc Senado e Câmara se abstém de apreciar a pedido do Supremo Tri­ bunal Federal. o que detcnninn suspendcr-s..: o curso do processo contra o congressista. enquanto detentor do man­ dato, suspenso embora o prazo de prcscriç,io. /venta-se. agora, novo disciplinamcnto à imunidade parlamentar como forma extrema de por tenno à impunida­ de sob o mando congrcssual. Disso várias po içõcs variam, por exemplo: os que pr..:lendem suprimir a m:cessidade da prévia licença e aos que qu.:rem restringir a tutela constitu­ cional a certos casos, a fim de resguardar seus protagonis­ tas. à mercê de investidas judiciais e demandas temerárias de desafetos ou sob a sanha de adv..:rsários circunstancial­ mente do Poder Estatal. /inda hú outros, atrelados ao passado autoritário que imaginam atrelar o mal adotando o "decurso de prazo" de triste lembrança, para aprovação do pedido de licença, isto i.:, se a Casa a que pert.:ncer o congressista não se pronunci­ ar cm determinado prazo, sua omissllo seria interpretada como aprovaçilo tácita do Plenário. Há. tambi.:m. os que sustentam a inversão do procedi­ mento constitucional da licença pri.:via. Segundo os termos dessa iniciativa, ao receber a d.:nún­ cin. o SlT- simplesmente dará ciência do fato à Casa a que pertencer o parlamentar e prosseguirá no fdto, sem qualquer procras1inação. Todavia, assegurar-se-á à Casa competente, mediante provocação de Partido Político nele representado ou da própria Mesa, suspender o curw do processo judicial. Entcndcndo que dessa fom1a, se a Câmara convencer-se de que a ação penal está envolta com motivação espúria, ou que, por intermédio dela na n:nlidadc se pretende alcançar injus­ tamente a Instituição ou quaisquer de seus membros, c:ibt.T.i a n::s­ pectiva composição plcn.'iria ustcntar o proccsso cm relação no ãcusado,'com cf-:itos ilimitados no excrcicio do mandato, assumin- do, perante a sociedade civil, a responsabilidade pela decisão de suspender a atividade persecutória da justiça. O que pr..:tcndemos fazer - consta na emenda aglu1inativa de minha autoria ora na Comissão Especial que ex.mnina a PE -é considerar a imunidade nào como uma prerrogativa individual. à disposição de cada congressista. reivindicável e oponível cm qualquer situação, para setor­ nar matéria de competência institucional, sujeita a decisão soberana de cada uma das Casas dos Legislativos para que possa transfonnar-se em garantia processual efetiva de qual­ quer dos seus integrantes. Cabe observar qu.: nessa possibilidade de a Câmara po­ der intervir na esfera judiciária não poderá fazê-la "a qualquer tempo". mas sim. até a prolação da se111ença. face o respeito que se deve à íimção jurisdicional e aos julgados da Cone. São estes os pontos principais da minha Emenda Aglutinativa, com finalidade claramente substitutiva da Pro­ posta principal como de iodas as emendas que lhe dizem respeito. pois buscamos refletir a consciência coletiva da sociedade civil, inspirando-nos nas melhores contribuições dos especialistas e da representação politica em tomo da momentosa que tão. (*) Nelson Trad é deputado federal pelo PTB de ilato Grosso do Sul e 2" Secretário da ilesa 'rioTrillunadafrontei'a 05/05/ 3 Parte do dinheiro arrecadado será para pagamento dos precatórios dos Municípios A Ordem dos Advoga­ dos do Brasil (OAB-MS) já deve começar a buscar, c:ta semana, um mecanismo legal pum tentar receber pelo menos parte da divida ativa das cm­ presas inadimplentes. que totaliza em iornno de ltS 150 milhões a R 400 milhões. Essa tentativa faz parte de um acordo que e~lá sendo negoci­ ado i:ntrc o 1w, emo. a Assem­ bléia Legislativa e a Associa­ çào do~ Município, de Maio Grosso do Sul (Jsstimasul). a partir tio úilimo dia 15. quan­ do os prefeitos estiveram dis­ cutindo esse assunto com os deputados estaduais. Parte desse dinheiro ar­ recadado,• incluindo a anistia dos juros e multas dessa dívi­ da. seria para pagamento dos precatórios (dividas judiciais) que as prefeituras têm para n:­ cehcr referente ao não repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços O Deputado Estadual Antonio Carlos Arroyo (PTl3) está cobrando do Governo do Estado a regulamcmaçào da Lei de Pesca (Lei nº 1.787/97). aprovada em novembro de 1997 e que dispõe sobrc a pes­ ca em 1lato Grosso do ui. Pela ki, o Executivo deveria regulam.:nl:í-la cm 60 dias após a sua publicação, para dar-lhe aplicabilidade. Contu­ dó, transcorrido quase um ano e meio. essa providência ainda não foi adotada, apesar da dis­ posição do Governo cm coibir a pesca predatória, que vem causando sérios prejuízos. De acordo com a lei, ori­ ginada cm projeto de autoria do deputado Arroyo. é proibida a pesca com fins comerciais.. nas águas publicas sujeitas à fiscali­ zação do Estado. É permitida a pesca artesanal, a pesca esponi­ va e a p.:sca cicnúfic:i. mediante prévia autorização da ecrctaria de Meio Ambiente. observando- se o período da Piracema e a quantidade de pc cado. Ainda para efeito da norma estadual. ê considerada pesca arte :mal aquela exercida por pcscador profissional p:u-a fins de subsis­ tt:ncia e manutenção e cujo pro­ duto destina-se ao :mtoconsumo ou comércio. não compn.--enden­ do serviços de 1ercciros. CONSELHOS A lei da Pesca também prevê. como um dos seus prin- cipais mecanismos, a criação do Conselho Estadual da Pes- ca. órgão deliberativo e consul­ tivo da poli1ica na pesca, inte­ grndo por representantes das federações de pescadores.. en­ tidades de estudos e pesquisa. (IC'.1. ). t'lll 1994. No último dia 26,o pre- fenos c os deputados voltaram a se reunir no gabinete da pre­ sdéncia da Assembleia. As negociações devem continuar dentro das próximas semanas. uma vez que ainda não houve uma proposta on i.:entc por parte do Estado O governo queria que o, mu111clpios abn ,.:m m3n de cobrar os 25% do que têm di­ reito como p.irte da arrecada­ ão dessa divida ativa para en­ tão pagar os mais de RS 27 milhões em precatórios, mas os prefeitos nào concorJaram com a idéia e fizeram uma contraproposta Fies querem que o Esta­ do repasse 40% do bolo arre­ cadado com a cobrança da di­ vida sem a necessidade de abrir mão dos 25% pcrteccntes le­ galmcnlc aos municfpios. por­ qu.: acham qu.: o prejuizo se­ ria elevado, até porque esse setor do turismo. pescadores e csporti, os e da Secretaria de Segurança Pública. Os mem­ bros do colegiado scr:lo nome­ ados por ato do governador. mediant.: proposta da Secreta­ ria de Meio Ambiente. para um mandato de dois anos renovável por igual período. Regulamentação O parlamentar do PTl3 entende que é muito simples a rcgulamentaçilo. bastando apc­ nas um decreto do governador José Orcirio Miranda dos San- tos. para que seja criado o Con­ se I ho Esta dual da Pcsca. e que este colegiado promova e de­ bate com os seguimentos en­ volvidos e interessados. com visl.'.lS à .:laboração da política estadual da pesca. solucionan­ do, inclusive. os problemas. verificados no setor. Arroyo lembrou que através do conselho. com da- dos 1c'cnicos e cienúficos. po­ der:i ser discu1ido qual é o li­ mite onde a pesca pode ser exercida e onde ela deve ser proibida. acab:indo com a pesca pred:!tória. "A pesca predatória talvez seja hoje a m:úor agres­ são ao meio a.rnbicnte e tambêm a que pode ser revertida em curtissmo prazo". avaliou. O depul. do petebista disse até louvar a atitude do governador Josê Orcirio dos amos. de procurar as Forças Armadas para a realização de uma força tarefa para inibir a pesca pred:11ória. entretanto. conforme lembrou. hoje o Es­ tado possui uma lei, mas que n3o esi:í tot:ilmeni em pr.5tica porque n5o foi regubrnentacb. O deputado destacou, O presidvnt Asoma ul, Hnela hl d ' d l'D l ), disse que os n J!ll ,, 1- os não podem der.t de obter Ih, executivo. que eter.pr D­ tado na reuno pelo ser·tato de Govemo, Wander Loubt, que o I ,t,:tlo tcpase os 40% do total a ser arrecadado determinas,ão do governo em obter dmheiro novo c serenos parceiros para cobrar esse de­ bito que as empresas devem ao Estado, mas não podemos mais levar prejuizo", disse Inelvo Para o presidente da As­ sembléia. deputado I onJrc, J,bchado (l'SDUJ. o goH-rnn tem dificuldades em obter no- vos recursos t cesse - a de pa­ g.ar as prefeituras com dinhei­ ro arrecadado do, inadimplentes- e a proposta maus vwavel tudo pata a contatado de advogado por meio da ri ão de um comitê com meio: legais pata fazer o pa­ pel que devera ser feito pela Procuradoria Geral do I ta- do, I e trabalho, segundo o presidente da Ordem, Carlo Marques, nlo teria nenhum custo para o Estado 1, nil•,111 p.1rt1,1p.ir,1111 do encontro, o líder do oover­ no na As.emblema, l aerte etila. o lideres do PPS, Ge­ raldo Resende. do PSDB. Wal- hr Neves. e os deputados Sandro E ab (PPS), Akira 0tubo (PDB), Onevan de Matos (PMDB). Antonio Car'os Arroyo, Paulo Corréa e Ary Rigo (P'IB), Luiinho Tenório e Loester Nunes (l'IYI ). /e "lc1xcir.1 (Pf·L). Arroyo cobra regula da Lei da Pesca e e t açao MS Deputado Estadual Antonio Carlos Arroyo ainda. que o Estado não pode trazem pescadores de outro ter pesca profissional ou co- Estados. que , ~m praticar .i mercial em rios de :igua doct:. pe: a predatória com r de e "Somos um dos únicos Est:i- L.1rr:1fas. E lernm o nossos dos. e o unico pais do mundo pei es. Só do Rio :'1irand:i sai que permite pesca comercial uma média de quatro toneladas em :ígua doce. de peixe s vezes por semana". Os nossos rios não têm o- detacou o parlamentar lume de água suficiente pri pesa petebista, que j manifestou ao comercial: tai o rios T uuri, Govemo do Estado a sua pre­ Coxim . .1ir:md.., rquid:unn::i e ocup::? :io em ver a Lei da Rio Api" exemplifi u. P, sca regulamentada no menor Arroyo disse que, na re- espaço de tempo possivel, o alidade, não existem profissi- que permitirá a criação de me­ onais da pesca no Estado. "Nós canismxes para a.bar m a temos frigorifi os. grupo. qu.: pe, preó..:oria ...........-~e a Ex-Prefeito é Moka cobra a incl s 7 o do Est' do condenado a em programas de Incentivos F ·se· is indenizar o Município de Bela Vista Trlllllla da Froo r / 9 4 O cx-P1..:l'ei10 de TJcln Vi,ta. Sr. FDSO Ml·DEIIWS DE MORAES, foi processado judicialmente pelo também cx-l'rcfi.:ito M1111icipal Sr. /braão /rmoa 1/,.1caria~. O processo visava a indenização ao Município de lkla Vbtn/MS., por dctrnninaç,1o do Tribunal de Contns do Es­ tado qnc i111p11g11011 despesas realizadas pelo então Prcli.:ito Sr. Edson Mcddros de Momcs. O primeiro passo foi dado ainda na gcstào do Sr. /brailo, cm data de outubro de 1993. findando cm outubro de: l.99R. a data de: 16 de abril de 1999, foi cli.:tivado o n.:gistro no Cartório lmobili;irio dessa cidad1: da área constante de 77,850 hcctarcs (~ctcnta e,,cte hectare, c oitocentos e cinquenta metros quadrados). Dessa formu, partc da Fazenda Vista /lcgrc,77.850 hcctarcs, que era de propriedade do Sr. Edson Moracs. pertence ao Município de Ikla Vista. como pqgamcnto fi.:ito relativo à indenização a que o cx-pr..:fcito foi con­ denado a di.:t11ar ao Município por decis.1o do Tribunal clc Contas Estadual, confirmada por ,entcnçajudicial. 1: o caso de se 1..:mbrar Jo velho dito popular: "AJUSTIÇA TARO, MAS iO FALI IA". (Yilmn da ilva) Deputado vai apresentar projeto de Lei incluindo Mato Grosso do Sul na políticas fiscais mantidas pela Sudam, a exemplo rio que ja ocorre com Mato Grosso, que já se beneficia dos incen 0 .IU:-l1d.:r <.IH PMDB 11<1 C.i111ar,1 do Depulntlo,, W,ildcmir Moka. vnr apn:..c11- tar Projeto de l ei propondl> a inclu,.io do M,,to Gro-;.,o do Sul nos programas de incenti­ vos fiscais do go, emo feíl e com Mato (iro ,o. quc J,1 , t:111 ,L' hL nl'­ ficando desses incentivos ha alguns anos 1 )e acordo com o depu­ t.idu. o ,,tor 1'rudu111 n ,:,t,1- dual só esta podendo recor­ rer, no momento, as linhas de li11,111cia111.:1110, olal'l..l· das pelo I undo Co11,titm:1- onal do ( c11tro-(>t-,1..: (FC'O). cujas taxas de juros praticJda, at11,tl111cnk. cm sua opinião. "vêm compro­ me1c11du a ,t:êllÇiÍl> de pro­ j.:tn, prinritarim ,11> d,,.:n­ ' oh 111CIIIO 'rt:é!lllll,ll. lTI..Jll· do uma situação de quase in­ ,oh .:ncia. ,m d.:.:orr0m:1.1 do dc,o.:a,a1110.:nt11 entre 11 o.:u,to do, lin.1110.:ia111.:111<" e a evolução dos preços dos produto,". Mo1'a l'IIOU. por CClll· pio. a i11ll.::-.1hilid.rdo.: mm que o governo federal vem n.11 ,. s nota0s, • gundo ele. hc •.1r.1111 .1 u111 imp4e. pot» o oero foi 1nf1.:IH:I u11 .1l1:11rts p,,n1t,, fundamentais para a solua do prohlcm.r do endividamento, o que 0.:111 rn, 1ahil11.111d,, o .1u,rdo i.:111 tomo de um ti.:,111 411c po,,,1 ser votado na Câmara amda li rd l/tí I 1 1 r 1 l f alteras0es do teto da did 1 1'111, ,,ora 111 1 Xt (,. 'i 1, trata das d das com reur ne..,tL" Lll1l' .... trc Segundo o deputado. cabe ao coemo federal, em conjunto comn os dnos s'­ tores da cotomta estadual mel u 111do .11 " !'"' ,:mo d,, 1 ,­ Lido. 0.:,1.rh<:l.:ccr polllrL,1' i.: pro!ramas que V»em o res­ cimento económto e a mo­ derzaão de MS "l r:11:i-,..: 11q:cn1, a adoção de 11111.1 polit 10.:,1 d, incentivos fiscars semelhan- Deputado Federal li 11/d,•111ir foi. 11 lL' ,1 desenvolda no Norte t :onk,t.: .. 1tr,11 o.:, d.1 11d.,n1 e Sudene. em dia!ao ou I Ili llf hllllh'. de ,f.1e,. L<>1,h,x1- dos como Habitar Brasil O programa :utatd o total lJ 'i, -l 17 n1ilhõcs. ~cndo U'ií 167 111ilhõc, oriri1uno, do Orçamento da l 'ni.11>, rc­ passados a Secretaria de Poli­ t ica Urbana. Os municipios devem se candidatar aos em­ préstimo, a Caixa 1 :.:uni mi­ ca Federal e o dinheiro será n:p:assJdo a fündo p.:nlido. todos os orelhões d.1 no,sJ cicJacJ..:, ,. 1 cio : Red.1çJn dJ suc.ir,.il da Tribuna da Ftonteira cm Ant,inio Jo;•,l e reclamou que os orelhões cstav:1111 todos com defeitos. ti disse para ele ir ao Posto Telefônico e pedir para r.,zcr uma hgaç:io a cohrJr. A moça com aquela gentile- za foi até o orclh:io e feza lig::ção sem pruhk­ ma nenhum. O jovem perguntou como ela fez par.1 funcionar e a mesma n:spondcu. "Nac.Ja era só fazer a ligação e apertar uma tecla para chamar". O jovem não sabia onde colocar o rosto de tanta I crgonha. Gente ossa - 'a Copa 1V!orcna. o nosso amigojogacJorcJacquipc U.C.D.13 Valc.Jccy Pe- • reira Rios popular (Cy), jogou bem pra caramba, só que não fez nenhum gol. pelo jei­ to ck não quis nos e.lar um presente, era só enfiar um gol no Los Tigres e pronto!! Novos na City- J:.í estão cm Antonio João. os novos integrantes e.la Policia Militar. só que estão fazendo a ronda pela cidade a pé. c­ gundo o prefeito D:icio logo eles c,tarã., ..:,1ui­ pac.Jos para atender a população com rapidcL 10 a 18 J lho/ 99 Rea!tz.a o: Sindicato Rural c;ie Bela Vista Serviços - Comerc1alrzaçâo de receptoras prcnhes - Comerc,ahzaçoo de embnões congelados - Comercialização de produtos nasados de transferênoa de ervbnôcs (bezerros, garrotes, touros e novilhas) - Prestação de serviços - Coleta, manipulação e transferênoa de embriões em doadoras de terceiros - Descongelamento, transferênoa de embriões e produção de prenhezes, a partir do fornecimento de embriões congelados pelo cliador r 2125 E-mal emprao@e!estrelas cm $$quna www etge"4a com Matrizes As Matnz.es St.(e E'>!,e:.:r, !'.á"l de excc:t.n'e quõ.td.:lda genética adquunidas dos me'tores criatnos do pais Através de um Programa de Acasalamento D1ng do, com d ut1lrzação dos rnelho·es rqxooutores das Cenlra,s é.e lnsc:rn,r,;;çto. a Sc:e Estrelas tem buscado cada vez mais o pert.l do Nc:loce rio hl.wo Raça. terilidade, precocidade e ganhe oe ;x..,o são os al,ccrces do Prograr;o Ne'ore Sele Estrcl2s PROMOÇÃO NA TROCA DE FILTRO OLéo -CHEQUE PARA 2O DIAS Voc Não PoDE FICAR DE FORA? L1GuE AcoRA 287 1238 - 287 1163 REVENDEDOR COPAGAz PROMOGAz AQu1. Porto urtinho - ai ~- ·-· . . ' . . "-.;.--.. ,,. • Produtos Importados em Geral ah. u ii.. ai • _., .-.... ,._..... - • J • . .. - -~ . - li... ,_ ·- • - Representante: Cerveja Ouro Fino Arame Belgo Mineiro Pneus Pirelli Os melhores preços da Fronteira 067 287-1238 - 287-1335 - 1 •• Porto Murtinho/MS Diária 1 PltEFEITURA MU ICIPAL DE BELA VIST A-MS DECRETONº 1.139/99 Executivo Municipal Dispõe sobre Concessão de lena Gestante Jo·c ( 11ib:dd1 d.l l(O',.l Neto. Prefeito Municipal de IJciJ V1 ,la, ht,Jdo tlc ,,!.ih> (jw .o do Sul. no u de suas atribuições leais, 1)1,C'JZI, !'/. / r 1. I" • Conceder Licença Gestante, à Servidora, l·l.1/i DKA C,I Ri ,Di Sl~I./C,1: Ml:DINJ, Jsmtentt: de Administra ão, Padrão IV, 'lasse A. Referência 0l, lotada 11:i Scuclari,1 dt· Adrrnni ,11açJo, ; p.111ir de 1610~199 : 13/08/ Y9, ele ncord I L'om o di,po,11.1 no Artipo 94 da Lei MunicipJI n" 9-18. de 19.01.93, do l',1:11u10 Ar.2" - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições cm contrário. Bela Visla-1lS., 20 de :ihril ele 1999 José Garibaldi da Rosa Neto- Prefeito Municipal DECRETO Nº 1.140/99 Executivo 1unicipal "Di.1pÕL• sohre Exont:rnç·lio de: F1111cionúrio" José Garibaldi da llosa clll, Prelcilo Municipal de Ilda Visln, Estado de Mato Grosso do Sul. no uso de suas atribuições kgais; D E CRETA: irt. l" - Exonerar a pedido. o servidor, l'iULO ESPINDULA. Jo cargo de Agente Fiscal de Tributo, ivcl IV, Classe A. Referência O 1. lotado na Secretaria Municipal de Fazenda, a partir de 22 de abril de 1999, de acordo com o disposto 110 artigo 48 da Lei Municipal nº 9-18/93. de 19.0-l.93, do Estatuto. irt.2º - Este Decreto entrará cm , igor na data de sua publicação, rcrngadas as disposiçõcs cm contr:irio. Bela Vista., 22 de Abril de 1999 José Garibaldi da Rosa i'.cto - Prefeito ilunicipal OFÍCIO Nº 00 /99 st «nhor Diretor, Servimo-no do pre nt pra al citar d tuado Jornal. a dt ui ,,,.,iu d ste e LU. t n· • ,, 1 I , 1 d..1 A, 01:t.l~Jo dt: .1, r dres I 11!11 11: ,o Mbnic.l. fíx.mtlo a data de 16 de .,ra,,, de I IJ'J'J .1 J Geral, a qual elegerá a Nova Diretora para o J mo b!c , 1 J ·, 1 J a 2001, de conformidade com o constante do E +tatuto Social - 0s candidatos que desejarem concorrer as eleiçôe deverão nprcscnwr suJ in,criç:lo com os dados pes soais, e r,u,n, ni Casa do Fazende ·ro A Unca Especializada no Ramo qropecuóno De. José Mir-.md:i da Fon'ittC,1 Rua: Joaquim Murtlnho, 91 - Centro - Porto Murtinho IM Fone: (067)287-1252 MÓVEIS VEM QUE TEM A melhor Loja em Móveis e E/ctro Dom6stícos ® (Jf] -~~ ()- . ~ Abastecimento-Troca de Filtro e .Oléo - Lavagem e Lubrificação . ~ Com leta de Carro Caminhão e Lanchas - Conveniência 24 horasf><:t:t.b ~ -- ENA ESTÁ A - ·- - - - - _,.__ - ~ =er re=s r=me" E-E_ -~ ~~ . ± Escritório de Advocacia · ..;1...... Escritórjo de Advocacia. Dr. Nelson Chagas OAB/MS 2491-A OAS/PR 7312 Ora. Vi/ma da Silva & Ora. Lucimar P Veiga OAB /MS 2.574-B OAB/MS 7.454 Causas: Civeis, Criminais, Administrativa e Trabalhista ±--Ad Dr. José Atanásio Lemos Neto Ora. Luciana Branco Vieira • Atanasio@jardim.menthor.com.br ±Advoga Sidnei Escudero Pereira OAB/MS 4.908 -..;!; Es·critório de Advocacia· Hcron dos Santos Filho OA! MS 7023 j:ta11 Paulo Medeiros dos Sa11fos OAB MS71! Sheila Regina lopes Dutra OAB-/MS 6449 Causas Civeis, Trabalhistas, Direito de Familia Fone/Fax (067) 251-2194 Dr. Marcus Antônio Ruiz Causas Cíveis, Criminais, Contratos (067) 251-1012 lárlO Trlb na da F 07 l e4iam4 /o Cahl• Dl:luqu1 bom rclorno ao traba­ lho, que após merecidas férias, está no coman­ do a todo vapor' lamlém De volla ao batente, depois de uns dias de descanso o amigo Gato (Finersul) Mere,,e U111 csp,1ço, ojowm lkto (llnrr.ichari.i). que está se atualizando em mecânica de motos, 111obilc1c I kro 1'11ch e oulros veículos tlc duas rodas. Vale lembrar que o pessoal que entrega ,u," lll(')WS com qualquer defeito sempre saem satisfeitos com o serviço. Detaaue tia emana Vai para a Sr.1.Miriarn. da quc atrndc n,1 ram1úcia Drogari,1 Drngalidcr e diga-se de passagem atende super bem. Até nos momen- 1os de folga não deixa ,k nlendcr o, ~cus fie- -' A nossa col111111 a simpática Eliete Leite (filha do Prefeito Dil11111r da Sifra Leite e /" Dama. Sra. Catarina) ueses que e tcja.rn 11ecc,,i1,1do, l· por ,cr c,1, pessoa especial que o Destaque da Semana :it para ela!! lelevhàCJ De ,olta 110 i'rogrJrna do rJnt.i,trcu o polémico "Mister M, ele que e,t,í e111rqi,,nJo todos os segredos dos mágicos Quem quiser conferir ~ s6 ª''"tir o l'anl.Í,ucu no domingo pela Rede Cilobo ck tdcvisio. t' «de M4ai 34 anos de Emancipação Politica Ad­ ministrativa de Caracol, e 1ambé111 Dia do, 11,1- bnlhadorcs. ,O Prd'cilo llunrdp,rl Drl111ar d.1 Silrn Leite. prngrnrno11 um.1 s1111pk, cnnr..:mo­ raçfü> pcln, 34anos de nossa pacata ciJ.ul.:. Como todos sabem, a cri,c que afeta o nosso munidpio é mundial. ,fa,; para a dala niio passar em branco, tivemos vários tipo, de es­ porlcs: laçadas. jogos. gmc.ma~ e o lançarn..:nlo d,1 Uolsa hcola. fosco» isa 1 • Senhvr 1 1 No sih;11cio deste dia que amanhece. Venho pedir-te a Paz, A Sabedoria, a força. Quero olhar o 1111111do Cn111 os olhos chciv de Amor, ser paciellll!, co111prcc11s11·u. manso e pn,dcntc. Ver além das apart;ncias o, teus filhos, como 111111es1110 os vês, , e assim ... 1 Nao ver senão o be111 cm cada 11111, guarda minha lingua de toda a • 111aldade. Que eu seja tão bondoso e alegre. Que todos quantos se achegare111 a 111i111. si111a111 a tua presc11ça. revesti11- do-111e a tua bele::a. se11hor 1 E que 110 decorrer deste dia Eu te revele à todos! Amém. O Auto Pesto L. , t.ol , b <> ,o· mamJo do jovem Laurindo Barbo a. L 1.1 f.111.ntl" A cada R$ 20 reais que o cor5sumi­ dor gastar no Posto, ganha uma ra p..tcli11h t omk concorr..: a varios prémios que ,,io w,· relógio de parede cdmara fotográfica ca­ netas, bombons e muito mai,. indu lt: duas bicicletas. Todas as raspadnhas vem co111 algum prémio. Confir Segundo o Ddcga.Jo do PT (P..irtich1 uo, Trah:ilhadore,1 L'lll nossa cidade. o d,námico Ido. no, informou qu<.: 110 ul11mo dn 14. hou­ ve em sua residência uma reunião onde foi de­ finitivamente legalizado o PT aqui em Caracol Com isso o P! poderá participar mais compi:tit/ .im..:ntc d..1s dciç,,c:, do pró­ ximo ano. / reunião contou com a presen­ ça Jo Prcsidcnl<: do Panido cm Campo Grande Sr./gam..:non. o Presidcntt: do, Trabalh:idor..:, de Caracol, o jo, cm fard..:I. Sr.,rno Loscl..:in. João Uai cano. Sr.'.',;.:lson (lci:i-sc Rc:st. ,gua Viva). entre oulros! !'do número de pessoas que foram ã rcuniJo do PT. not:unos que o partido está mui­ to fortalecido cm noss:i cidade e com certe/__a dará muito trabalho aos adversários! 'ii)S o!CDUi de Caracol cm Sociedade. damos cm pri­ m.:ira mão alguns nomes dos pré-candidatos do PT nas próximas eleições: Para Prefeito(a) Evanilda Leite. Vereadores: Juliana -:",:eto. Brigido Veiga. Afonso Souza, José larcdino Dias. Zézimo ,rguclho. 'eca. TIA676 LA 6f+444 O orgulho é o abismo onde, por vezes desaparece o próprio mJrito rerdadf!iru.' I lá aparências de durezas que ocultam tesouros de l<'ll.lihilidad.? e de afetos! O ;:arotinlw Ro;.:er, fil/w do caso/ Wi/lia11 e Cr11 (Veteri111iri11 Co111po/111a), co111pfrl1111111ai1 um ano de l'ida. Seus pai1 para comemorar a tiara fizemm 11ma fe5la, onde reuniram vrios amiguinhos. Ro;:er sempre .wrride11te recebeu a rodo, com uma imensa alegria! Ao Roger, parabJm pelo ~e11s ()9 1111i11/ws e que est11 datu se repita por 11111itos anos O !Jm.:tor Roberto Galcano. da Es­ cola Estadual de I'e 2 Grau Dr.Rubens de C de inauguração 1 Rua Dom quino n' 1806 (cmn Ir A TELEMS) (067) 782-9373 - e-mail wwws.posada.d6maquino.com.b1 m João Balista do Nascimento Mecânica - Torno - Plaina e Soldas em Geral IlK68 Av. Brasil, 120 • Centro - Cep: 79270-000. Caracol• MS A loja Amiga do Homem do Campo Produtos Agropecuários em Geral Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria IMPORTADORA E EXPORTADORA Venha com a ge ·to.,..,....,.... ar o - Erva Mate Tradicional - Chá Mate - Erva Mate Tipo Criou(a - Erva Mate Sabor Menta - E Kit Tereré te . . Santo Antônio Ind. Com. Imp. Exp. De Alimentos Ltda Rua Rio Branco, 84 - Centro - Ponta Porã / MS Fones: (067)431-1902/ 1429 - Fax: (067)431-1948 I I Agrinews o Por Vinicius de Moraes A.t'1111l0 entra em t!ehate na Assembléia Pcl,1 primcir,1 vez em sua história a Assembléia Legislativa de lla10 (iro,so do Sul colocou, na mesma mesa, representantes dos produtores rurais, autoridades federais, estaduais, membros da Pastoral da lera c lideranças do Movimento de Trabalhado- 1"CS Sem I era (MST) para di,cutir sohrc a llcfonna /gníria. A audiência pública realizada foi convocada pelo ,kputado Paulo orréa. i'roduturc, rumis e sem-terra concordaram que a reforma ugrMia é necc.,,.,ria, mas, no entanto, h:í profunda discordância entre.: as duas partes sobre a forma como o processo deve ser conduzido. , Fonte O Progresso Dourados Carne limposto da carne emMS A Supcrintcnd0ncia de Adn1inis1r,11·ão Tributária de !lato Grosso do Sul ,oltnu atrâs e decidiu revogar a l'ortana 1.267, publicada no Diário Oficial no final de março Pela medida an­ terior, os frigorilicus Jo Estado estavam obrigados a recolher cm médio. 20°" a mais cm impostos para a e ame bovina a partir de<, de abril. gora, a SAT baixou a Portaria 1.271 adotando pratica­ mente os mesmos valores da antiga pauta de Referência Fiscal, n:L111, os aos produtos denoninados came verde. A determina­ çio passou a valer a parir de 24 de abril. Fm Mato Grosso do Sul os fngmiticos recolhem alíquota de 2% de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para operações internas. Apenas o gado em pé vendido à outros Estados tem alíquota de 12%. F:e Gazeta Mercantil Futuro .l!. obôs devem invadir o campo A indústria brasileira de miquinas agrícolas oforccc hoje' tecnologias que anos atrás seram consideradas ficção cienúlic:i. Já é possi, cl monitorar cletmnic:imcnte ,,pcrJçõcs de plan­ tio. aplic:iç.io de pesticidas e colheita. No plantio, há cquip:i­ mcntos que inJicam. com sinais sonoros ou luminosos. se o flu- xo de sementes ou de adubos foi in1cm1mpiJo. • Estilo chegando ao mercado equipamentos 91•~ lil:-er:un insumo· cm doses variáveis, otimizando a relação custo-} 'o. Os sistemas mecânicos de acionamento dos 'saco. e adubos e de sementes estão sendo substituidos ror rotor idráu­ lios, que regulam o fluxo de acordo com a fertilidade do solo. Também ji existem por aqui máquinas que monitoram a produtividade da ãn:a que cst[l sendo colhida e ,1 umidade dos gn1os, por meio de satélite. . A 10bótica e,tar:í di,poní1 d p.1rn aplicação cm larga csca­ la na agricultura nas próximas décadas. Japão e EUA pesquisam sistemas robotizados para cultivos intensivos. Os equipamentos rohotiZJdos rc.1liL..1rJl ..1plicaçõcs di: insumo, com base cm informações , i;u:iis e gcoQr:ilicas foml-cid;is por cimcrns digitai;, e sinais de satélite. No Japão. h:í m~quin:is que plantam arroz soL.inlus. No Reino ·,1ido cst.l s.::ndo d.:scm·olvido um l'.ninha; J.15 p!~::1as d.1 cultur:i, p ssibili­ tando a aplicaçi localizada de herbicidas. O mesmo equipamento será usud pana a colheita seletiva de hor13liç· ·, i,knti.ík.indo. pL.n! que j. • 1:io 10 ponto de colheita. - Isto possibilitar a colheita dus plantas em estágios pré­ determinados de desenvolvimento e atender ás demandas do u:CT'C:l:.lo. Carlos Antonio Gamero e liss Racha Antaniassi - slo professo­ res da Faculdade de Cias Agronômicas da /Aesp de Botuc:llu (SP). Plano está sendo aprimorado, diz o Governo do PT O Plrmo de Desenvolvimento da Agricultura de Mato <.iros­ so do Sul começou a ser debatido no interior do Estado, depois de cinco reunies realizadas em Campo Grande. Um extenso progmmn de visitas a municípios está preparado, e começa a ,er cumprido pelos representantes da Secretaria de Produção e De­ scrwolvimento Sustentável. Os objcti1 os do Plano. segundo o superintendente de Agri­ cultura, Erminio dos Santos, silo os seguintes: geração de em­ prego e renda nu campo, aumento da produção com valor agre­ gado e fortalecimento da agricultura familiar e de alta escala. Fonte Correio do J.,uJo s Crédito para a nova safra pode sair em junho ....__~ ·-· . - - -~- ...... _ _,.:,,,..._ O Ministério da Agricultura deve anunciar até o dia 15 de junho o montante do crédito parn investimento na safra 1999/ 2000. Além da escassez de recursos. o governo enfrenta este ano um problema adicional: precisa incluir no crédito da safra pelo menos parte de uma divida estimada cm -1 bilhões de dóla­ res que produtores agrícolas e indústria de insumos têm com fornecedores e bancos externos. Essa divida. contraída na últi­ ma safra. vence nos próximos meses e aumentou de tamanho devido à desvalorização do real. rume G.ucu Mcrc:in11I Eleição adiada por falta de candidato A eleição para a escolha da nova diretora do Sindica! , Rural de Dourados, prevista pata ser reahzada ontem, foi adiada por falta de candidato O atu.tl presidente, J,I por duJ, gc,tõc,, Dun1111r11> S Ili, teve o mandato prorrogado até julho, quando deverão ser defini­ dos u dia e o horário para a eleição da nova diretoria. I , • •, rtoyc .. ),IJ Indicador Econômico da Agropecuária no MS SIA: Stn de Informação do Mercado A,riol (TeL.751-3044). Precos pago ao Produtor. Produtos Kg RS , rro7 Longo Fino 60 De 16.00 I 00 1• [ r,, D~ l~ IJ.J J I ··1 Arroz ipo ongo Soja 60 De1350 1400 arelo de oja 1000 De230.00 eijão Carioquinh2 60 De70,00 140,00 1ílho :,O De 747.50 Arroba da Vaca De26,50427.00 De 29.00 a 30.00 Preço do boi segue es projeta R$ 35 no pico da entressaf , ve 9 e & a Contratos e,n aberto permanecem expressivos na Bolsa • O preço da arroba do boi gordo mante,·c-sc pmticamen­ h: cst:Í'cl cm março. ao redor de RS .32.50 a prazo. no Esta­ do de S:io Paulo. Na qu'1rta-fei­ ra. 31. a cot.ição da arroba na fl~ !&: F - Bolsa de Mercadori­ as e Futuros. p::ira 'cncimcn­ tos nos meses mais negocia­ dos. cr .1 a seguin1e: abril. USS P.:ll !RS 31.5-1 a prazo); ju­ lho, l ':-,, 18 . .30 1RS 3-1.67). outt.br..i. l'SS 19,97 (RS 35,15). O volume de contratos cm abcr.o era de 2.012,.., que não é pouco nesta época de tur­ bulência na economia. A difc­ rença entre a cotação d" abril e outubro cm de cerca de 14%, o que cslllria próximo da varia­ çilo no mercado tisico p:ira o pico da entressafra.. o mercado físico, o preço do boi gordo vinha sen­ do influenciado pela demanda dos frigórificos cxportJ.dorcs, com o que mantinha ccn:i tirmc­ za apesar do consumo domésti­ co j: cstur se ressenúndo d:i po­ litica recessiva do governo. Nem mesmo a incenezn sobre os possíveis reflexos do previsto isol:uncnto sanitário do Estado de Mato Grosso do Sul estava influenciando o mercado. O valor da arroba no M . que costuma manter um deságio de RS 2.00 cm rdaçào ao pn.--ço pmticado cm São Pau­ lo. estnva a RS 31,50. apcn::is um rea.l a menos que em SP. no cuno prazo um possivel fa­ tor 6:iixista para o boi gordo no mcrcado interno seria a maior ofcna de carne de frango. Quanto :is exportações de came bovina, as expectati­ vas de emprcs:írios do ramo continuavam otimistas, nos primeiros dias de abril (quan­ do se concluía esta edição de DBO RURAL). O Presidente da Associação Brasileir_a das Indústrias Exportadoras de Carnes - Abice. Ant:>nio Rus­ so Neto, att: reforçou suas esti­ mativ::is. Ern me::idos d" mar­ ço. ele ::icreditarn que o valor com a exporta ão este ano po­ deria licar entre U S 700 mi­ lhões. com um crescimento de cerca de 25% em rebçiio a 199. Agora ele j:í :idmite que o vai or pode.ci c:heg'ar a U SS 800 milhões. Segundo o presidente da Abice., mesmo com o recuo do dólar no final de mnrço. :i car­ ne bovina brasileira continua­ va competitiva no mercado in­ ternacion:ll. "Noss:i expectati­ v. já era de um c.lmbio enrre RS 1.60 e RS 1,80, fora disso era especulação", diz Russo. Avaliação semelhante tem o diretor de cxportaç3o do Friboi. de Go1:is. Jeremiah O'Callaghan. para quem o pre- • ço atual da arroba continu:i competitivo. "apesar de os pn:­ ços da came terem caído um pouco no mercado intemacio­ nal". Jcremiah ponder:i tam­ bém que a n:pcrcuss:lo da ocor­ r2ncia do foco de aftosa em Naviraí.MS. "é ruim para to­ dos". egundo ek, em vista disso. a China suspendeu as importações de produtos de origem animal procedentes do Brasil. • e o Mato Grosso do Sul for isolado, vai prejudicar todo mundo". de reforça • Considerando apenas os volumes. em cquivalêncio-car­ c:1ça. o prcsiden1e do Fundo de Qe envolvimento da Pecuária do E.stndo de Jo Paulo - Fuodepec.. Pedro de Camargo Neto, espera um ::i n:scimo de 88.000 tone_l::id:is. sobre as 350.000 tonel:d~ das expor­ tnd::is em l 998. ou um aumen­ to de 25%. J:i as imponnções brasileir..:; de c::irne bovin:i te­ riam uma redução (por efeito do c.imbio desf ,or[l1·el) de 72.000 toneladas, com queda de -10º o ante a; l 8ú.UOO 1onc­ laJJ.S do ano passado. Camargo leto fez tas projeções duran­ te o seminário sobr..- "A comercialização da safra no 11010 cerµ.rio econômico". re­ a!iZJdo no final de março cm S3o Paulo. O Ft.:Tl.'RO DA PECU,RL Semin:írio rcaliudo no ano passado pela Purdue University. com p::i.rticip:tçào da :S:ew Holland. fabricante de máquinas agrícolas. sobre" is-­ tema Alimentar do Futuro". apresentou dados muitos inte­ ressantes sobre as tendências na agropecuári:i. Sobre a peu­ :íria resurnidameme. o errlrio seria o que egue. Prevê-se um grau ainda maior de industri:lliuç.Jo, o aumento de regulamentos ambientais sobre a disposiçJo de re iduos e subp:odutos.. pro­ dutos lirn::nt.i ios com ni, el mais alto de diferenciação e uma tendência a uma produção mais informatizad Além disso, havera mui­ or ênfase sobre a ~dminí tn­ çúo da cad b d.: suprim.:1110 d.: animais. desde a genética to consumid r usu.írio firul. pri:1- cip.:i.lrne.nh: p:ir.1 uid..r ,.b s.e­ gurança do alimento OS.O Rr.:r.11- br::,99