·- Jardim 
Prefeitos pedem inclusão de 
propostas na Reforma Tributária 
• 
I te 
Prefeito de Caracol participa de reunião com Germano Rigotto na Assomasul 
e:;./ 
Prefeito de Caracol, Difmar da Silva Leite 
O Prefeito de Caracol 
Dilmar Leite, participou de 
uma importante reunião na 
sede da Jssomasul. com o· 
l'n:sidcnte da Comissão Fs­ 
pecial que analisa a Refor- 
Pro 
Re 
E oportuna a iniciativa 
da Câmara Federal instalando 
a Comissão Especial destina­ 
da a modificar a estrutura do 
poder judiciano. Temo que a 
ação podera amortecer o alari­ 
do incômodo de uma CPI do 
Judiciário que, no momento, 
husca "pescar" alguns penes 
podres submersos num poder 
n:sp,.:itávcl e tào nobre quanto o 
outros dois também fundamen­ 
tais num regime dcmocr:itico. 
CPI do Judiciário começa 
a apurar tráfico de crianças 
Comissiio ouve jornalista sobre venda de alvará de soltura 110 Ama::onas, 
dia 1 O iniciou-se a investigação da denúncia de adoções irregulares 
em Jundiai-SP, com depoimentos de advogado e de duas miies 
A Comissão Parla­ 
mentar de Inquérito que in­ 
vestia irregularidades no 
Poder Judiciário começa a 
apurar. nesta semana. uma 
nova denúncia: o tráfico in­ 
ternacional de crianças bra- 
ileiras, com origem na ci­ 
dade de Jundiui-SP. 
Página-03 
CONCURSO 
LITERÁRIO 
Estào abcn:,s as inscri­ 
es para o Concurso "MAÇO­ 
NARIA NAS LETRA "- Po­ 
esia, Conto e Crônica - 1999 
podendo concorrer nutorcs de 
todos os niveis de escolarida­ 
de, faixa etária ou escolha lite­ 
r:lria. de ambos os sexos, 
maçons ou não, até 0 de Agos­ 
to de 1999. O certame é pro­ 
movido pcb Academia Maçô­ 
nícn de Letras do Distrito Fe­ 
deral, com apoio do Sindicato 
do Escritores do Distrito Fe­ 
deral e o Rcgulamcnto Oficinl. 
bem como maiores informa­ 
çõcs. podem ser obtidos, gra­ 
tuitamente, no Palácio Maço­ 
nico de Brasília - Gmnde Ori­ 
ente do Brasil Academia Ma­ 
çôníca de Lctrus)-Av. V 5 Sul 
- Quadra 913 - con. H CEP: 
70.390.130 - BrasiliaDF. 
-= _.___. ............ 
Se,lador Ranu.'Z Tebet 
ma Trihutária. Dt.:putado 
Federal Germano Rigotto 
(PMDB-RS) Segundo o 
Prefeito de Caracol, a reu­ 
niào dc111on,tro11 o quanto 
os dirigentes municipais 
Não serão apenas 120 
dias previstos no requerimen­ 
to da criação da CPl o sufici­ 
ente para recomendar ao Con­ 
gresso acional medidas ne­ 
ce,sárias ao Poder Judiciário 
e,ercer suas funções 
junsdicionais com a rapidez, a 
egurança e a imparcialidade 
exigidas por todos nós. 
Esta situação criará 
um perigoso sentimento de 
desconfiança e de descrédi­ 
to na Justiça. 
Razão porque a reforma 
começou a tramitar na Câmara 
Federal será o grande sinal da 
modernização do sistema 
analisando os obstáculos que 
entravam o mecanismo judi­ 
ciário e a forma de adminis­ 
tração da justiça. 
Atento à, atividades ju­ 
diciánas, íntimo da sua ação 
pela própria origem dos meus 
anos de militante da advoca­ 
cia. aponto duas ordens de 
causas principais que concor­ 
rem para os atuais problemas 
do Poder Judiciário, classifi­ 
cadas em causas externas e 
cm causas internas. 
As primeiras são as que 
concorrem para a existência de 
um número muito grande de 
litígios e aquelas que influen­ 
ciam na sua tramitação. 
Convém realçar a exis­ 
téncia de normas juridicas ma­ 
teriais que são verdadeiras fon­ 
tes de litígios. como as Medi­ 
das .Provisórias editadas pelo 
Poder Executivo e que só ago­ 
ra serão regulamentadas pelo 
Congresso Nacional. De outra 
estão unidos, com um ob­ 
jetivo comum, a aprovação 
da Reforma Iributra já. 
pois nos último, tempo, u, 
municipios sofreram cor 
pesados encargos. sem o 
ano 
a 
devido repasse financeiro. 
O aumento da Reforma Iri­ 
butária pode significar a fa­ 
ncia de centenas de mu­ 
cipios brasileiros, obser­ 
' ou Dtlrnur Página-OS 
Deputado Federal Nelson Trad- PTBMS 
parte, não houvessem 
gravíssimas questões Jurídicas 
envolvendo a Prcvidcncia So­ 
cial. as demandas acidcntárias 
e tributárias, as ações que tem 
o próprio Estado no pólo pas­ 
sivo da relação jurídica proces­ 
sual (a esgotar todas as instân­ 
cias. por mero dever de ofício) 
e talvez ajustiça estivesse mais 
desembaraçada para cuidar de 
demandas privadas. que são 
inevitáveis. 
1
ão sofresse o pais 
crise do desemprego. de falta 
de educação e de lazer para os 
mais desfavorecidos e. com 
certeza, a violência não estara 
à solta, a atulhar de processo a 
Justiça Criminal 
As causas cxtemnas que 
influenciam o trabalho judiei­ 
±rio são as normas processuais. 
Sob este aspecto, porém, 
cumpre deixar registrado que 
o sistema processual brasilei­ 
ro vem levando, indevidamente, 
a culpa exclusiva até pela demo­ 
ra da prestação jurisdicional. 
Mas. esta é uma meia verdade 
Se há apcrfc:içoamentos a serem 
instituídos no sistema processu­ 
al, a verdade é que o direito subs­ 
tantivo é que provoca a 
avalanche de demandas, às 
quais serve - nem sempre bem 
- o direito processual. que é 
mero instrumento. 
Nelson Tr..1d é deputa­ 
do federal pelo PTB e Segun­ 
do Secretário da Mesa 
Presos em flagrante, pelo DO 
por prática e pesca predató 
e porte ilegal de arma de fo 
MAIS DA METADE DOS PREFEITOS 
CONFIRMAM PRESENÇA EM BRASÍLIA 
Eles vão reivindicar o abatimento 
contraídas até março deste ano 
A maioria dos 77 Prefeitos do Estado confir­ 
mou presença no Encontro Nacional de Municípios 
que terá inicio nesta terça-feira e vai até quinta-fei­ 
ra.. no Centro de Convenções Ulisses Guimarães. da 
Cüma do., Dcput3dos. em Brasília. 
as divídas dos municípios 
utras medidas de ajuste 
A (Assomasul) garante que em tomo de 
Prefeitos participam do encontro promovido 
a Confederaçno Nacional do~ Municípios 
M) e pelo Conselho Brasileiro de lntegraçiio 
nicipal (CBIM). Pigia-03 
- - 
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~ 111111111i11ht1,. () - l'•~dc.1.tflU q1J4,;,. ,,.1 .lltJI t1 Jl11.. ttf ... •,l J V 
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111
1tiut1
11h,, p.ua c..11111,;1 rd u r,•n1 11111 1up1d,nh.1tt, A1 ° 
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1 
( .irll1, J r.. .. ·d1 1 .e l n,,I  ulh.1L1 p tf aos lado, não sa 1 ! n 
que lazer porque estava na rodinha entre o Vereadores O V 
teador Wilinho bateu o pé e disse "nós temos que resolvei 
 ht1Jl , l Vu ,dH I to!" "1n,1, ..,t)lllf'' ll 10 h:111_ J' 11'> ,mo ot1• 
mal Presidente" Mas tudo acabou em final feliz 
1 1 t lllU Ih l l ~ ,.u) IH)II I,.,'. l l 111~1 1 1 tL' ,n ddl.11. r~ t IJl1II o que o 
 .Hu1.d l'H'"ild1..nl, ri I CJ1i1M,t i1111111,;tp il d .... l11lonm J(l.10 nfül ~ 1 
lata presente naquela o4st4o. 	1 • 
ovit .. l) ' ador Wlinho fez um convie ,h lllihn1cJJdc.::-, <h> 
l 1lh',i) lllUl1JLlfllP p ,r.1 qn~ "'. n,,. , ... em presentes na sessão _d.:,LJ 
segunda-feira o Delegado de Pulk1,t l'" d Dr.{ ado-. L tedis e o 
 ,rn '"°' Jo ;.,, 1 l'c1110. t nnt,;nJ.1111_~, d.1 1'111/.1.1 lilat.ir /li e, e 
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ntomo Joio ta pestão do Dr.lb ... -r Xavii.:1 dur,11h..' 7 mci,..:r; l dh-1 
,e que l:lc ticar,'1
1
)() diJ. ,.ti 1rm.::ir ele C'o111.111Jn111t: 
Ema conjunto - Segundo Delegado da Policia Civil Dr Carlos 
Eredis vai t1.1h.llh:H t111 c;o11jun10 u)lll ,1 l',1lk1,1 1il11,1r. cm lllll· 
de da viatura que está danificada. . 
umpo dn tliu no aiupt"ir.lrt' - () l'rok,,,,r f·lin dc: Lima Pinto 
esteve em nossa reduçao em ntonio João e nos informou que h,l l'r.t 
1omcio de Ílllch,>I ~11içod1a 16 05199. 110 rn11Ipo do Elio, no Ca111pc,- 
tr ... -. l lsvera premo para participação feminina e juvenil, também trilll­ 
Jl<lnc, ,aimh, Jn 11.ir do lr,11,1. 8 hur," d,1111,111h). 1'.1rticipt!11'! .. 
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111
J.,los pt'('or11I1,1<lo, - Como dll o adágio popular "não há policia I 
111111 p.11.1 hnt1'll't i n•..".111:l'--qll~ll1 01.m;i pn..."<X:llp.1cloco111 (h homi:n, 1 
da lei os vândalos, os desocupados e "outros" logro, ese trabalho 
,policial vai atrapalhar o programa de muita ente pr ai. .,[ 
1 
Pi1 cficic-11tc:-. - P.in:cc qu~ a Poh..:1:1 ild1t.1r c..,1.1 ,1~1mlu do JClll> 1 
que a população queria. Eles entraram na esola Aral Moreira com 
1 
pcrmi :-,:m <lo d1rdm 1 1 r.ici l· lo1t·~ l-i~w.:11.1 p.tr.~ C~,c~ ~ma n.:, 1,­ 
ln geral. po1411c ajun1:1111i.:n10 mai, Jl'. J r~..,..,lu, f' ~,µmti :i tumul-1 
 
105 1.:111 rrc111c d,P ~ ... col.1,. 
Menores- O Crnn.rnd.rntc /h ,., d.t l'olici:1 ltliiar. pede para os 
p,li, eh: 1111.·non:, que não deixem seus filhos dirigir na cidade para 
l
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0
• 
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1 
Assmatur;:is

Dlárlo Trlmna da Fronteira 	11/05/9 03 
PI do Judiciário começa a apurar tráfico de 
OMISSÃOOUVEJORNAllSTA SOBRE VENDA DE ALVARÁS DE SOLTURA VO AMAZONAS, DIA I0 INICIOU-SE A INVESTIGAÇÃO 
A DENUNCIA DE ADOES IRREGULARES EM JUNDIA[-SP, COM DEPOIMENTOS DE ADVOGADO E DE DUAS MÃES 
iitr 
t 	» 
r as 
A Comissão Parlamentar 
Inquérito que investiga ir­ 
f g•tJaridndes no Poder Judiei­ 
[no comcça a apurar, nesta se­ 
ana, uma nova denúncia: o 
fico interacional de crian­ 
as brasileiras, com origem na 
.idade de Jundiai-SP. Esta se­ 
nana os Senadores integrantes 
a CPI ouvem o depoimento 
do Advogado Marco 
Colagrossi e de duas mães de 
meninos que teriam sido envi­ 
ados para o exterior, Maria 
Aparecida Salles e Cristianc 
Lopes. 
Colagrossi é coordena­ 
dordo grupo das "Mães da Pra­ 
ça do Fórum", que vem lutan­ 
do para reaver os filhos, mu­ 
lheres pobres daquela cidade 
paulista. O advogado acusa o 
Juiz Luóis Bectowen Griffoni 
Ferreira de autorizar irregular­ 
mente os processos de adoção 
e de manter, desde 1996, liga­ 
ções com uma agência italiana 
de adoção (AM) 
Dessa forma a CPI, pre­ 
sidida pelo Senador Ramez 
Tebel (PMD13)-MS), dá iniício 
à apuração da quinta denúncia 
envolvendo membros do Judi­ 
ciário. Nas semanas anteriores. 
os integrantes da comissão de­ 
bruçaram-se sobre a apuração 
de irregularidades no Tribunal 
Regional do Trabalho (TRT) 
da Paraíba, na construção do 
fórum de primeira instância do 
TRT de Sào Paulo. nos cálcu­ 
los de indenização devida pelo 
Banco da Amazônia S/A e na 
comercialização de alvarás de 
soltura de traficantes no Tribu­ 
nal de Justiça (TJ)do Amazonas 
Testemunhas do caso de 
TJ amazonense também de­ 
põem na CP! esta semana. O 
jornalista Amaury Ribeiro 
Júnior, do jomal O Globo, será 
ouvido dia 11. Ele é autor de 
matéria que denunciou o caso 
de venda de alvarás por um 
desembargador e uma 
advogada de Manaus, 
publicada cm março passado. 
Na quinta-feira. às 10:00 horas. 
a CP! tomará o depoimento do 
Delegado da Polícia Federal 
(PF) no Amazonas Nivaldo 
Farias, que acompanha o in­ 
quérito policial sobre a libertação 
irregular de presos federais. 
Os casos dos TRTs de 
SJo Paulo e da Paraíba também 
terá ,prosseguimento nos pró­ 
ximos dias. Mais um ex-presi­ 
dente do Tribunal paulista, 
Rubens Tavares Aidar, que 
manteve o juiz Nicolau dos 
San los Neto à frente da comis­ 
são de obras do TRT será re­ 
cebido pela comissão nesta ter­ 
ça-feira, depois de ouvidos fos 
depoentes no caso de Jundiai. 
No dia seguinte. às 10:00 
horas, o relator da CPI, Sena­ 
dor Paulo Souto (PFL-BA), 
pedirá esclarecimentos ao Su­ 
perintcnden te da PF na 
paraíba, Antonio Flávio 
Toscano Moura. que teria to­ 
mado conhecimento de que a 
pessoa que vendeu terreno em 
João Pessoa para o TRT 
paraibano recebeu apenas RS 
200 mil do 1{$ 710 mil pagos 
pelo Tribunal. 
Além de coletar novas 
informações, a CPI já está en­ 
caminhando documentos sobre 
os casos apurados aos órgãos 
competentes. Esta semana. o 
presidente da comissão do 
fórum trnbalhisln de Silo Pau­ 
lo - em que o principal suspei­ 
to é o juiz Nicolau - ao procu­ 
rudor gemi da República, Ge­ 
rnl do Brindeiro. 
Em um mês de ativida­ 
dcs, 14 depoimentos 
Passado um mês de sua 
instalação,a Comissão Parla­ 
mentar de Inquérito (CPI) que 
está investigando denúncias de 
irregularidades no Poder Judi­ 
ciário, proposta pelo Presidente 
do Senador Antonio Carlos 
Magalhães. já colheu o depoi­ 
mento de 14 pessoas. Presidi­ 
da pelo enador Ramez Tcbet 
(PMD13-MS) a comissão tem 
o Senador Carlos Wilson 
(PSD-PE) como vice-Presi­ 
dente e o Senador Paulo ouro 
(PFL-BA) como relator. 
Instalada no dia 08 de 
abril, a CPI do Judici:rio co­ 
lheu o primeiro dcpqimento 11 
dias após. No dia 19 de abril. o 
auditor do Tribunal de Contas 
da União, Paulo de Tarso de 
Oliveira, confinnou a existên­ 
cia de irregularidades e 
superfaturamento na licitação 
e construção da sede das jun­ 
tas de conciliação e julgamen­ 
to do Tribunal Regional do 
Trabalho (TRT) de São Paulo. 
Em seguida, no mesmo 
dia, a CPI ouviu o técnico ju­ 
diciário do TRT da Paraíba, 
Antonio de Pádua Pereira Lei­ 
te, que denunciou a prática de 
nepotismo, irregularidades na 
aquisição de imóveis, apropri­ 
ação indébita de recursos pu­ 
blicos e compras sem licitação 
feitas no tribunal paraibano. 
No dia 20 de abril. a presiden­ 
te do Banco da Amazónia S/A 
(Basa), Flora Valladares Coe­ 
lho, falou à CP! sobre uma de­ 
cisão judicial que determinou 
o pagamento, pelo banco. de 
uma indenização de RS SI bi­ 
lhões aos ex-donos da Madei­ 
reira Sabim, que foi a 
concordata. 
Prosseguindo a série de 
depoimentos, o subpr'ocurador­ 
geral da Republica, Eithel San­ 
tiago de 13rito Pereira, confir­ 
mou, no dia 26 de abril a exis­ 
tência de supcrfaturamenlo, 
nepotismo, contratações ilegais 
e dispensa indevida de licita­ 
ções no TRT da Paraíba. Na 
sequência da sessão. o ex-gen­ 
rode Nicolau dos Santos Neto, 
Marco Aurélio Gil de Olivei­ 
ra, denunciou que os gastos do 
juiz passaram a ser "astronômi­ 
cos" após o início da constru­ 
ção do prédio do TRT-SP. Ele 
citou entre os bens do ex-so­ 
gro um apartamento de USS 1 
milhão em Miami (Estados 
Unidos), diversos automóveis 
importados valendo mais de. 
UUS l 00 mil, gastos excessi- 
vos no cartão de crédto internai­ 
oral e uma manso em praua partu­ 
cular de Guarujá (SP) 
O ex-Presidente do TRT 
da Paraiba, Vicente Vanderlei, 
depois na PI do Judiciõrio no 
dia 27 de abril, ele confirmou 
as denúncia fritas pelo técni­ 
co judiciário Antonio de Pádua 
Leite. No dia seguinte, depôs 
o presidente cm cxerclcio do 
TRT pa.mibano, Ruy Elóy, que 
tentou se defender das acusa­ 
ções de nepotismo, 
superfaturamento na aquisição 
de imóveis, apropriação de re­ 
cursos públicos e compras sem 
licitação. 
A CP! do Judiciário ou­ 
viu no dia 29 de abril o depu­ 
tado federal Giovanni Queiroz 
(PDT-PA), que há oito anos é 
membro da Comissão 1ista de 
Orçamento. o dia) de maio. 
o presidente atual do TRT-SP. 
Floriano Correia Vaz da Silva, 
afirmou que a obra do TRT 
paulista vem vendo questiona­ 
da desde sua lei ção. Depon­ 
do no dia 4 de maio, . iclau 
do Santos íeto negou as acu­ 
sações que lhe foram feitas 
pelo ex-genro e recusou-se a 
responder às perguntas dos se­ 
nadores sobre imóveis e con­ 
tas bancárias no extenor. 
O advogado Abdalla 
Isaac Júnior, no dia 5, denun­ 
ciou um esquema de venda de 
alvarás de soltura no Amazo­ 
nas. Ele acusou o 
desembargador Daniel Ferre,m 
da Silva, do Tribunal de Justi­ 
ça do Estado, de integrar o es­ 
quema. Na sequência da mes­ 
ma sessão, da CP!. o procura­ 
dor regional da República, 
Osório Barbosa Sobrinho, in­ 
formou que o desembargador 
expediu alvarás de soltura para, 
pelos menos. nove presos. 
Na última reunião da 
CP! do judici:irio dest,1 sema­ 
na, dia 6, o ex-Presidente do 
IRT de São Paulo, Dévio 
Buffulin, disse estar sendo in­ 
justamente acusado de partici­ 
pação no desvio de verbas pú- 
bhreas durante o processo de 
construção da sede das juntas 
de conciliação e julgamento. 
Em seguida !'epós o também 
ex-Presidente do mesmo TRT, 
José Victóro Moro. 
Mais da metade dos re 
confirmam presença em Brasília 
Eles vão reivindicar o abatimento das dívidas dos municípios 
contraídas até março deste ano e outras medidas de ajuste 
A maioria dos 77 Prefei­ 
los do Estado confirmou pre­ 
sença no Encontro acional de 
Municípios que terá inicio nes­ 
ta-feira e vai até quinta-feira. 
no Centro de Convenções 
Ulisses Guimarães, da Cima­ 
ra dos Deputados, em Brasília. 
A Associação dos Muni­ 
cípios de Mato Grosso do Sul 
(Assomasul) garante que em 
tomo de 40 Prefeitos partici­ 
pam do encontro promovido 
pela Confederação Nacional 
dos Municípios (C M) e pelo 
Conselho Brasileiro de 
Integração NÍunicipal (CBIM). 
Os Prefeitos sul­ 
matogrossenses vão reforçar o 
movimento que culminar:i com 
a "II Marcha a Brasil ia em De- 
Sem a contribuição sin­ 
dical o Sistema Sindical fica 
enfraquecido e. com ele, a ca­ 
tegoria de produtores rurais. 
Mas parece que grande parte 
dos produtores rurais ainda 
não sabem disso. e continuam 
sem efetuar o pagamento da 
Contribuição, devida por todo 
produtor com mais de um em­ 
pregado ou que possua área 
superior a dois módulos rurais 
da região onde localiza-se SI.Lil 
propriedade, de acordo com o 
que dispõe o Decreto Lei Nº 
1.166, com redação dada pelo 
artigo 5° da Medida Provisó­ 
ria 1.674-53, de 29 de junho 
de 1998. 
O que muitos produtores 
também não sabem é que ao 
deixar de pagar seu Boleto de 
fesa dos Municipios" no ülti­ 
mo dia do evento e que deve 
mobilizar também secretários, 
vereadores. sindicalistas, pre­ 
sidentes de associações comer­ 
ciais. federações e outras enti­ 
dades de classe. 
O que os administrado­ 
res querem. com essa 
mobilização, é que o governo 
federal renegocie as dívidas de 
seus municípios e libere recur­ 
sos para quitação de débitos 
vencidos até 31 de março des­ 
te ano, relativos à folha desa­ 
lários, encargos sociais, forne­ 
cedores e precatórios, por meio 
de uma linha de crédito, num 
prazo de 1 O anos. 
O montante previsto a 
ser financiado pelo governo 
Contribuiçào Sindical estão 
correndo o risco de sofrer co­ 
brança judicial. o que acarre­ 
tar:i em acréscimo de juro e 
correção, custos de canórios e 
honorários advocaticios em 
seu saldo devedor. 
A Contribuição Sindical 
não é ilegal. e sim devida por 
todos aqueles que participam 
de uma determinada categoria 
econômica ou profissional, se­ 
gundo o que estabelece a Con­ 
solidação das Leis de Traba­ 
lho - CL T, nos artigos 578 a 
591. E de acordo com o artigo 
149 da Constituição Federal, 
a Contribuição Sindical tem 
caráter tributário. sendo. por­ 
tanto, compulsória, indepen­ 
dente do contribuinte ser ou 
não filiado ao Sindicato. 
federal, conforme a proposta 
da C'-'M. será de RS 4 bilhões. 
que corresponde a 40% do 
Fundo de Participação dos 
Municipios (FPM) que foi re­ 
passado às Prefeituras em 98. 
O prazo de pagamento para 
esse empréstimo seria de 120 
meses com juros de 6% ao ano. 
O Presidente da 
Assomasul. prefeito de 
Sidrolãndia. Endvo Fdini 
(PDT), disse que há uma gran­ 
de expectativa por parte dos 
administradores de todo o país. 
para que o Presidente Fernando 
Henrique Cardoso (PSDB) e a 
sua equipe econômica se sen­ 
sibilizem cm tomo das propos­ 
tas a serem encaminhadas pela 
Confederação Nacional de 
Contribuição Sindica 
Jurisprudência 
O Supremo Tribunal Fe­ 
deral consolidou entendimen­ 
to inclusive a respeito da vi­ 
gência do Artigo 580 dJ CL T. 
na seguinte ementa: "indica­ 
to: Contribuição Sindical da 
categoria: recepção pela or­ 
dem constitucional vigente da 
contribuição sindical compul­ 
sória, prevista no artigo 578 eh 
CLT e exigível de todos os in­ 
tegrantes da categoria, inde­ 
pendentemente de sua filiação 
ao Sindicato resulta do arugo 
8° IV, in fine, da Constitui­ 
çào; não obsta à recepção a 
proclamação, no caput do ar­ 
tigo 8° do principio da liber­ 
dade sindical, que h3 de ser 
compreendido a parir dos ter- 
Municipios. 
Segundo Felini, os Mu­ 
nicípio, precisam de um esti­ 
mulo financeiro para colocar as 
suas finanças em dia. "O que 
nós queremos é um melhor tra­ 
tamento". disse. 
O Prcsidonte atribui 
ao Fundo de Estabilização 
Fiscal (FEF). a Lei Kandir 
e ao Fundef os prejuízos 
causados às finanças públi­ 
cas de um modo geral. a 
sua avaliação, as Prefeituras 
estão impossibilitadas de 
zelar pelos interesses da 
população recebendo ape­ 
n:is atribuições, como cui­ 
dar da educação e saúde. 
sem uma contrapartida da 
União. 
, 
e egal 
mos em que a Lei Fundamen­ 
tal a positivou, nos quais a 
unicidade (art.8º, II). e a pró­ 
pria contribuição sindical de 
natureza tributaria (ar.8IV) 
- marcas características de 
modelo corporativista resis­ 
tente - dão a medida da sua re­ 
latvdade ef MI I44. Peren­ 
ce, RTJ 14786 874). nem 
impede a recepção questiona­ 
da a falta de ler comple­ 
mentar prersta no artugo 
I46. II E a qua alude o 
art o [49 s.a a ds­ 
posto do an go 3: parara­ 
fos 3 e+ das Disposições 
Iranstoras tcf RE 
I466733 Moreira Alves 
RIJ 1466 + 694)7 (d' 
TurmJ !ln Sepulveda 
Pertence 24 03 9:

11/ I 4 
PREFE 'fO PE EM INCLUSÃO DE VINTE 
PROPOSTA_) NA REFORMA TRIBUTÁ IA 
:.	e.	±. ~4, :., n(Germano Rioto na As 
Prefe1to de .uracol participa de reunao e 011 ,.. • , 
10 a 18 
Julho/ 99 
Rcnllznçao: 
Sindicato ural 
c;ie Bela Vista 
Apolo: 
'· {j Ort,,11 BJIS 
.+p6 G1ate/MS 
)2: 707 Éa 721-2625 
Serviços 
• Cornerc,alização de 1cccptoras 
prenhes 
• Comerc,ahzação de embriões 
congelados 
• Comercialização de produtos nascidos 
de transfercnc,a de embriões trez-,;ro•, 
garrotes, louros e nov,lh3s) 
- Prestação de serv,ços 
• Coleta, manipulaçao e tr ,msfe"'"c1c1 u., 
embriões em do;:idoras áf: lcrc.:110s 
- Descongelamento. transferenc,c1 ~f, .. 
embriões e produç,io de prcnt:.·,c• 
partir do fornecimento ele c~llrné:-.:.s 
congelados pelo cnador 
Campeãs da Sete 
, •:, 1• • .- .•• ,1/•·1....'h ,_•,wrn 
.atrizes 
is Matrizes Sete Estrelas são de 
exce'ente qua'idade genética, 
adqu:+das dos 1 ncihorcs cnatónos 
do p,11s 
Jlrc1ves d.:? l!ll1 Programa de 
,.:..1salJm,,nto D,ng1do, com a 
1,ld•·Jç.i:, cos mclllorcs reprodutores 
• e:. Cu1'·;.i:s de lnSCm:naçào, a Sete 
L--::...:LJ3 tem busc..ic!o cadn vc..... mais 
o p .. •:•·
1 
dJ N...::o,c do futuro 
R.1ç.1 btrl'r!ddl!, prL-coc1dade e 
g,:nl•0 d,, f•c•so ~o os alrccrces do 
1 ,,,v,1:1 .. Ne'o:e Sete Estrelas 
..,. . 
,.l,./ 
O Prdc1to <le ( .. ,.,.;oi 
Ddm.ir Lc,te. p.irt1,1pou <le 
unu rn1ponantc rcun15n n.1 
·de cJ 1/\·orn "ul.c.om o l'J"!­ 
. iclcnh: cl.! Comh.'io 1 -1x:u.1I 
que .111.ihs.1 a Rcd<>nn,1 T nbu• 
1:'iria. Dcput.1<lo h:JerJI 
<,nrn,mo 1{1~0110 (1'1'-1DB· 
R',J. Sq:unclo o 1'1cfcito Je 
( ',u.Kol. a reun,,O dcrnon"1rnu 
() ljll,lntO º' Olílf'COIC lllUJll(:i• 
p,11, .:,tão u11itlu,. com um ob­ 
jc1i, 11 comum. a aprovação da 
RcfonnJ ·1 rihut,1riJJ.Í. poi, nus 
últuno, tempo, o, rnu111cip1· 
o, sofreram curn pesado, cn­ 
cc1rgos, sem o devido repasse 
linanceiro. O Ji1111rn10 tla Re­ 
forma Trih11tária pode signi­ 
ficar a falência Jc centena, de 
municípios br;i,ikiros. ohs.:r· 
 ou Dilmar. 
Rigotto n:cchcu cl:Ls m:ios 
elo l'ri:,iclcntc da ,s,ornasul 
l"ncho Fclini (l'DT) uma séne 
clc prllpostas cl.1horaclas cm cem­ 
junto com os l'rcfcitos <lc  IS, 
dentro da paut.1 cm discussões 
desse terna. As propost:is t.im­ 
b.'m foram entregues ao Scn:i­ 
dor Ju, êncio Ccsar ela Fonsc• 
ca (l'FL). ao Deputado l·cclc­ 
ral Waldemir loka (l'ID13). 
e aos dcputaJos c,taclua1s 
Nclio Câmara ( l'1DB) e AkirJ 
Übubo (l'SDllJ. 
Em seu tl1scurso o Pn:s1• 
dente da Asso111.1sul disse, que 
o, Prefeitos cstJo confiantes de 
que tcn:mos um.1 n:fonna 4u.: n:­ 
a)mcnte tx:nefic,c os murnc1p1• 
os brJ.Silcims, p:trJ ele. os muni­ 
cípios não rxxkrn mais p,:rdcr 
rc-ccitas e os Pn:fcitos deste l·.s· 
tado estão um!dos, no sentido de 
scns1bili1;:ir os 11,1ssos rcp1cscn• 
t;.ultcs cm Br.1.,1h.1. p.1r;i 4uc a rt:· 
11..:rn .. 1 Inb!ar» N±oral tens 
de .'r pnuil/ .da li atras. €.T 
meados de 'r 
Segundo !ate o sist­ 
ma atual ealzaal não, o Es­ 
tadoe uripo.."Opzobiem­ 
do brasil no sr'utotu! éa 
carga mal Ji-tr:'•:.i:,L1. I t:m~'->" 
IL"111J I rit,ut.1no. .{U-..: rr.:J!mc::c 
lira ~• Ct :npLt1l! 1~ .. J-.: u: r.0:-~ j 
cm:a rm sitese'o d,u 
Lado e-hoçou alyuri±s sugestk> 
que est2o sendo analisas T­ 
(,:llllll'-'hltl 1..!l-~ r-· ... • !l!:. co:r.O :! 
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.ua Coronel Alfredo Pinto, 226 
enro - Porto Murtinho/ MS 
Prefeito de Caracol, Dilmar da Silrn Ll'Ílt! 
fonnJ saia corno n:.1lmenti: to­ 
dos dc:.CJ:llll. 
R1gotto fc, um apelo para 
que os Estados e os municipios 
se mnbili1.l'.m. ampli:llldo os de­ 
bJtc, cm tomo elo tema para q uc 
a rcfonna ande para fri:nti: "h­ 
tou trJballund,1 p.:,rque :icratlllu 
que o mon1t.·ntu e esse. Mas se 
o, l:!,udo, e os lumcipa,s rc­ 
cuarcm :i Rcfom1:i I nbu,,tr1J 
11:io anda", disse 
Os l'rck1tu, t~m que 
prc»1on:ir par:i qu.: a rcft,rm.1 
não ande para tras noY;:uncnt, 
entatzou ressaltando que a 
prop,,,1:1 J, mu,fança no S.,s.

ár1o Tribuna da Fronteira 	11/ 5/ 05 
- 
J -d- ••• 
_ ur1 •GIi - 	Artes 
"Galinhas pretas no sá 
l:',çr,•'t' l·irmum dt.• lJarrov 
99,9 % do, ma umheiro, que existem por ai, sdo charlatões que 
+anham a vida enganando o próximo. •. inacrcd11á'lcl, que cm pleno sé­ 
etrlo vinlc existem tantos incautos ( pobres, risco, e milionários) que caem 
n,, lfüia dcs,e< rni,1ificndores 
Depois que o prc,.aclo lei1or ler e analisar esta matéria, drficol111en­ 
te ír6 a 11in entro espirita para fazer uma con,ulla. ou pedir conselhos 
para esses videntes que fazem propaanda na 1clevi,no, 1ipo "ligue jil". 
Eu e o 111:grco Zico Mnll nndáv11111os pelo mundo exibindo filmes e r.,. 
1endo rn:gjca., c111 circos e sales nos pequenos povoados. No firul de cad.1 
apresenta)o sempre sobrava um dinheirinho pra ente continuar viajando. 
Certo dia, chega1110< ern uma cidadcLinhn dcnorninnda nrnpi- 
11.1 Vereie e forno, 1rnb:ilhnr no circo dn Zotn. Er,1 11111,1 gorda. muito 
sirnpáticn e seu 111nrido 1inhn o apelido de "Gasosa". O circo cm o 
rclralo da pobrCLn. lona r,,sgadn, remendada e furada por Ioda parte. 
Mas mesmo assim, corno nu rcgi:io nno tinha "espinha de peixe" (1c­ 
lcvisno), o povo compnrecia. Nessa época quando a gente via muita, 
"espinhas de peixes" (amenas) cm árias casas nem adianiava parar 
para f:t1.cr nossa apresentação. 
Mas vollemos ao circo da ZorJ. Chegamos, cu j:I a conhecia de 
Londrina. na cst:1ç,lo rodovi:lria. onde todas as segundas-feiras os donos 
de circos se reuniam para contrnlar shows. Ela logo arrumou para nós 
uma tenda. nos acomodamos e em seguida instalamos o apart!lho de som 
cm um jeep vdho para fo1a propaganda pelos arredores. anunciando o 
grnndc show de magia e filme. O til me era "Tarzan e os sete anões ... 
Mesmo antes de escurecer. o povão começou a chc~ar, Í.l7cndo 
aquc~• aglomcr.1ç~o cm freme ao circo. J:i csi.va111os conlan<lo com o 
dinheiro no boi o. pois ah: o jcep eslava sem gasolina por falia de grana. 
Assim que abrimos a hilhctcria.. o céu escureceu com nuvens ne­ 
grns e bas1ara111 uns três rd:irnpai;os parn o público dc,aparccer. O lcm­ 
poral veio mesmo Choveu n noilc intcir;i. com rajadas de vento. Dentro 
de nossa barraca chovia mais que do lado de fora Quando clareou o dia, 
estivamos completamente molhados e sem dormir. Pelo mrznos o solapa­ 
receu todo sorridcnlc por trás do moiro. 
a parte d., 1arde, rnl1arno, a fazer propaganda. A nuile o povo 
compareceu. Por incnvcl qm: p:m:·ça. começou a ventar c nuvens nega» 
p:,irarnrn sohrc o povoado e não demorou para os rel:,mpago, clat'Carcrn 
a terra e os trovões eram de estremecer. Despencou outro aguaceiro e 
mais uma vez mlo conseguimos apresentar o espetáculo. 
Depois de urna semana. corno a chuva não p.:irava. resolvemos ir 
embora. pois já c,t:vamos passando até fome. A Zora. cntrc1an10, disse­ 
nos "quem vem no ,ncu circo, n~o vai embora sem trabalh::ir. Um di3 essa 
chuva terá que parar. io se preocupem com a comida. porque cu tive 
uma idéia. Vamos arrumar um quartinho por ai. vou montar um centro 
espirita e voccs :munciam que chegou uma macumbeira que resolve qual­ 
quer problema. Vida atrapalhada nos negócios. trazer a namorada de volta. 1 
conquistar uma pessoa, amada, ficar rico, etc. Inventem o que quiserem e 
seu rabo de saia vai , ollar". 
Muitas vezes a pessoa que 
vinha parJ fazer a consulta, dizia. 
-"Minhas galinhas no são 101,11- 
mcntc pretas. si10 c:mjos". A Zora 
afirmava: -"NJo tem problema. i: 
para fazer despacho mesmo". O 
pobre infeliz saia d<>ido e l<l)!O v<'i­ 
tava com as galinhas. 
Quando ia embora, eia fazia 
uma banana por trás, dizendo: -"E 
para despachar a tome dos artistas 
do circo, seu idiNJ!". Re,ultado: a 
gente comia ,;alinha de manhã. no 
a!moço, i, tarde e no janl:ir Chc­ 
ou ao polllo que imploramos: • 
"Deus, mande parar de chover. por­ 
que n:lo aguentamos mais comc:r 
galinha.< pre1as!". 
Se esses macumbeiros faju­ 
tos resolvessem alguma coisa. cu 
ia encomendar um "trabalho" 
caprichado para a Madona ficar 
c:11dinha por mim ... 
a 
, '' a 
deixem o resto comigo 
foi drto e feito, ela alugou um quartinho no fundo de uma pen o 
/marrou um pano n,1 cabeça, vestiu um vestido branco, rod do, de baiana. 
arrnrnou um punhado de charutos, velas de varias cores e cartuchos de 
"pemba" (plvora) 
Eu, o Zico Man, o "Gasosa" e outros trabalhador s do arco samos 
de casa em Ca.',;i, botecos. barbcan.1.> e- armazns. anunciando a mas um­ 
beira. Nilo deu ou1rn. Logo p~~ram i1 f.ua ti!.t na porta do quartinho 
rodos querinm fazer uma consulta. A enenalo era pzrfeta Ela dizia:­ 
"Misefio está com a vid,1 nlrapalhada". O t 1111.,r,,J, ,_.. 1xmd1.1 • "L .tc,1 
mesmo, minha mulher foi embora. Estou deseper do" (m trm que 1 
própria pesso,1 que d,i a "dica" do prohlc111 li / h>1,1 em,nd ,vJ. • '"l lo 
se preocupe, misefio. Vou fazer um trabalho em nome da Cabocla Jurema 
e el,, vai voliar''. O consulente perguntava. -"Mas esse trabalho não var 
ficar muito caro?". - Cabocla Jurema não quer dinheiro, mrse1io. l.h,t1 
1r:ver três galinhas prelas para foter o dospacho. • H~<p<>r:dr~ /.orJ com 
um3 voz um tanto ca, emo!ta. 
Vinte minutos depois o individuo ji voltava om a três galinhas 
pretas mnarrada.s pelos pés. A "macumbeira" fana um urtulo no dlJu oom 
pohora. colocava o camarada no meio, di,i .. alJ11r.u, p1:a, r.is cor:iplica:!.is 
que nem ela mesma sabia e tocava fogo. Era aqu.:!J cxplo.lo. D .. na~lhe 
algumas baforad.15 de charuto nu ~to. 4
11e o c!c1.J'- J Jh! mrio 1orv0. FinJ.• 
lizando, falava. -"Pode ir, misefio 
Quariv pense eu, 'o. 
Meu soro;3 bate muar 
E como e fosse um «ouh o ]no 
hr wea va acaba, 
l oi com um simples o.' 
Quo V{X',C: m~ CO()Jll,SlüU 
Torou-s ó amor da minha vida 
lssim como tdo começou. 
wersc em' vocea cac .niuto 
Tud que fço nlc coasigo ter­ 
minar. 
angustia aumenta a cada dia 
!J, :• j ;J dJ:,,ç- r-lJ.') LOll,Íj;O l.lll<!'. 
Escrevo cisas cm sentido 
A no que ctou ficando i:>LJC-l. 
Que miais posso fazer 
Se :iind,1 e,,to· le amando; 
Esp ro que não se esqueço d 
mim pois ainda csto na solidl 
E se , oce rúío ,oh.:i.r urrá, um di· 
ííet:t,tregO no, ;Jmt:!lle meu cor.:ç;l 
t Mary Thilene Prado - Es, 
t11dnnto da Escolo_ÇE.E:RQ 
Rima: Déci,na gaucha 
deix.ada por Sylvino Jaques 
Panifica 
De Carmem Lino de Nlello 
a AKI-PAO tda 
• Atendi'n1ent«fdâ!.i-: ,.·,, 
05hs da manhã às 21:00hs 
Aceitamos Encomenda_ 
Pães - Bolos - Biscoitos - Doces - Salgados 
Frios - Sucos - Bebidas em Geral 
Vou contar uma hutora. que murtos devem s 
r q,c•n nJo ,1 1 
E jwto não devem crer, 
E. para que todos saibam 
Bem certo vau e»rever 
feu amor eu nunt u ntj't.>!I 
E nem pretendo near 
Me chamo Sylwno Jaques 
f. 1n111cfl J nx uro o mui 
/ lt• ' quem me procura 
E sempre hd de me encontrar 
Sempre/ui p<•ruxuidJ 
Por um ru111, lnJft' dtHllltl 
Até chegar ao ponto 
De ser um homem ferino, 
E meu nome ser com nra.lo 
Com/ama d~ tHIJHUltJ 
Essa triste sorte de longe 
De lunx.t l't"III fl•-.:,w,;Jo. 
Pois creio e o meu destro 
hue anda me perseguindo 
Embora cheio de mi;zoar 
Eu mu,rru-me .t111tpre rmdu 
Sou 11atural da fronteira, 
Do Rio Grund; es1111rudo 
Criei-me como um [<atícho 
De pingo bem encilhado, 
Sempre alegre e alraneiro, 
Sem maldr:::er meu Estado. 
F!II nascido nus Cumpmas, 
Do .wl chew de flores. 
Foi onde,., prcceres 
E que co11hec1 amores, 
E conheci rambém triste:as 
E golpes cheios de dores. 
Sou jifho de letio Pedro Jaques, 
fndio ,·e lho pobretao 
Mas sempref,:: gronde empenho, 
Para dar-me educaçao 
Mas me faltou a memória 
E uma boa inclinaçao. 
Mas isso já é des/lno 
Que desde o berço nus rem. 
Quem nasce para ser sem sorte. 
Estuda e nunca é ningut!m. 
Mas espero mudar de sma. 
E ser um dia gente tarr:bém. 
Um feiticeiro me disse: 
Escute senhor Sylvino 
Pelos olhos eu conheço 
Vai ser ruim o seu d~stmo 
Parece que ele sabia 
Que eu ia ser assassino. 
Tinha eu 15 anos 
Quando o Colégio deuei 
Gauchadas e proe:::as 
Foi o que eu adorei 
E com essa mesma idade 
A pelear eu principiá 
A pele ia mais falada 
De todas que me envolvi 
É a que vou contar agora, 
Bem certo Judo que vi 
A oau.sa passou da farra 
A1as conrudo, sempre me ri. 
Eu e o Prudente Dioméfas 
E meu tio José Sunt'Ana 
Tomamos uma cerveja 
Em casa de geme mundana 
A1as isso na maior pa= 
Pois a sorte sempre engana 
Mas adiante continua que são 140 versos. 
Rubica 
steio 
groveterinária 
Consult6rio Veterinário [ ã39-1167] 
Rações - Medicamentos 
Vacinas - Sal Mineral 
Ferragens - Selaria 
R,w Barão do l.n'dcfrio. 1363 
Bela 1 'ista - M.

d 
Presos em flagrante, pelo DOF, por'pratica e 
pesca predatória e porte ilegal de arma de fogo 
l'ulict.lh<llllkpui•!ll'lll'ld .. o,,., 
de huntLirc1 - DO!. que rc,il11,trJ111 dil,•· 1 1 
cm llon1rn/ 1', t1ltJ1tlt11d,1 .1 oliu1 1p,1 d• 
Mauro Lunes de Assunção, proprietário do Ial 
11c, rio Monte C'rn,lll, lm:,il1✓,1do n.1 J.u r e! 1 ele 
mesmo nome, localizado naquele muniipio, efe 
1uar:1rn por ,olt.1 d.t, 18 h du 11111111" d11 OX, , pn 
,i'ío em flarante dos ir111ao., JOI I l(Cll 1 
º JlLI.MON I L. 27 ano,. IJJAI MA lt<ll / 
11I·.I MON I F, 26 lllllh, ~ (,li Jl.1/R Jl()f / 
lll:LMON 11·, 7'í ri11m. pd.1 p1.'1tiL1 d,· fl<.'· 1.,1 pr,·­ 
datória e ponc ik)',tf ,k <11111.1,. S,pmdo o plllf11 i­ 
c1,rin do bal11c:1rio, qut: L'fllt11,1 n 111r1v110 un 11.1 
prnprkdJdc 1111,1I. os irmãos Rola Hlmonte h.a 
algum tempo vinham praticando peca predatória 
110 rio lnh11111a,. c~ptur.,ml" c,J111 1c·dcs pci,c,. 
manos quç ao alimentado pua serrem de ,,tr.t­ 
i,;:1o prira o~ 1uri• 1,L, qur , i,i1.1111 , , lu,al / rm,111 
rn.:oncu rn> mh:11or dl.'. 11111.1 111,11;1 .'L"i I11.up,_Jh Ju 
tio Inhumas, quando os um&os ji haviam pesca­ 
do com redes, aproximadamente 5 k de per« 
da espécie piraputanga. Além de redes e anzóios 
polil:iai~ ,1prcc11di.:r,tn1 rnrn f)J,l.'.I, R<Jf  
l)Fl,MON'l f:. um revólver Taurus, calibre 38, 
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que ele estava percebendo ha alguns meses o de­ 
saprecimento de algumas cspeeies de animais, 
ve» c peixes, lace a aço de pessoas que estava!n 
depredando o meio ambiente na região O crnpre- 
átrio Mauro L unes enfatizou que a prisão dos 
mãos Rola Belmonte deve erurde t:xcrnplo JJ..Jr.l 
·" dc111.11, f"''""" que e,Llo dcpred,mdo J nalUí'.- 
'"· que, a pn11up.il alrJç,io 1uri,11ea d,1 rqd,io. Na 
Delepacia de flo11110 os policiais do DOF torn.1- 
1.im 11111h,T1menlo 1k que DJ/f.MJ flOI./ 
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O !'refeito M1111icip:1I de .J:1rdi111, M:írcio nm­ 
pos Monteiro e o Presidente da ü1marn Muni­ 
cipal de Vereadores de Jardim, .José Francisco 
da Silva Filho, sentem-se honrados com a sua 
prc~c11ça e a da sua fomllín nas solenidade 
comemorativas dos 53 anos de fundação do 
Município de .lunli111. Participe conosco das 
alegrias e vitórias alcançadas. 
DIA 13 DE MAIO (Quinta-Feira) 
 19:u0 hora- Misso ""' Açt7u de Graças (Cate­ 
l' dral Nossa Senhora de Fátima) 
23:00 horas- Baile de Aniversário (Esporte Clu­ 
lH• Jortli111) 
,l111111oçtio: /101111/1 "Uns e Outros" 
OI/ 14 OE MAIO (Sexta-Feira) 
I U:110 l,orn., - Entrega das obrns de a111pliaçiio do 
Centro de Sa,ítle de Jortl,m ( R 110 l'rof Antonio 
, Pi11to l't'rcira - Vila Angélica) 
1
1 II :OU liorn.1 - Entrega das obras de ampliação da 
!Escola Rufino Loureiro Caldas (Rua Projetada, 
Residencial !'ousada do Sol) 
13:00 hora., - Entrega das obras de drenagem na 
Vila Colwh Aeroporto / R 1111 Vereador Benedito 
1 jFarias - Colwb li eropor/CJ) 
'12:110 horu., - Aber111ra Oficial do Posto de Ifor­ 
mações Turisticas Praça Getúlio largas) 
1 
L :00 l,om., - Desfile Cívico-Militar (Av. D11q11e 
]de Csuas» 
1 
20:011 /,ora~ - Sho' musical com a Banda "Uns e 
] Outros" Praça do Encontro) 
DIA IS DE MAIO ( úbado) 
118:011 hora., - Rullr Rclirada da Laguna Moto e 
'./t'l'ffX-1). -~--- • - - -· -- 
24 horas 
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Sentido de Int 
 generosidade quase não conseguiu e c.:uml..:r- e, 
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poi'> cudJ loc.,1 que LnLOíllrJ .i lhe parecia maravilhoso 
para alguns de seus amigos, se era um lago de cris l, o 
ideal para a beleza. Se cr,1 a copa dc um:i {mor.:, pabH1 
i para a timidez. Se era o vôo d.: uma borboku. o melhor 
para a volúpia. Se era uma rajada de vento magnifico para 
a libcrdu<lc. E assim acabou escondendo-se em um r,110 
de sol. 
O egoismu. ao conlr,írio, encontrou um local muito 
bom Jcsdc o início, ven1ilado. cómodo, mas apenas para 
ele. 
A mentira ccon<lcu-.,c no fundo do occ.mo (menti­ 
ra, na verdade escondeu-se atrás do arco-1ris) e apaixão e 
o desejo no crntro dos vulcôt:s. 
O esquecimento, não recordo-me onde escondeu-se. 
mas isso não é o mais importanh:. 
Quando a lournra e,tma l,í pelos 999.999, o amor 
ainda não havia encontrado um lugar para esconder-se 
pois todos já estavam ocupados, até que encontrou uma 
rosa. e. carinhosamente, decidiu c.:sconder-sc entre as pé­ 
talas. 
- Um milhão! - T cnninou de contar a !0U1:ur,1 eco­ 
meçou a busca. A primeira a apan:c.:r foi a pressa apcnas 
à tn;s passos de uma pedra. Dcpois. e cutou-sc afé di,cu­ 
tindo com Deus. no céu. sobre zoologia. 
Sentiu 'ibrar a paixão e o desejo nos vulcões. 
Em um d.:scuido, encontrou a im·eja . .:, claro pode 
d.:duzir onde cstava o triunfo. O egoísmo não tcn: nem 
quc procurá-ln. ele só,inho saiu do seu cscondcrijo. que 
na verdade;: cra um ninho de vespas. 
: Cun1am que uma vez se reuniram todos os senti- 
1 
mentos e qualidades dos homens cm um lugar da terra. 
Nisto o aborrecimento havia r.:clamado pela 3" vez, 
1 
a loucura, que como sempre tão louca lhe propôs: 
- Vamos brincar de esconde-esconde? 
,A illlriga levantou a sobrancelha intrigada e a curi­ 
osidade sem poder contcr-sc perguntou: 
- Esconde-esconde? como é isso? 
- É um jogo. explicou a loucura, em que cu tenho 
que fechar os olhos e contar de I à I milhão enquanto 
voces se escondem, e quando cu tiver tcnninando procu­ 
ro voces e o último a ser achado ocupará o meu lugar para 
continuar o jogo. 
()li. 
"""' 
:ça0 
() ,.,. J/(/ .() 	1 1 ,./, 
gradua tantos sul 	d ,/,;, !.1 
€atém moa apat 	ornad 
• 1 , , d ,J, pr, · 
teriu não parte1par 
'Para quê? e no final todos m encontrarlo?", pen- 
A sabedora opmnov que cta um Jogo muito tonto 
(no fundo., o que a incomodava era que a idéia não tives­ 
. e sido dela) C ., covardia hou tnais conveniente nào 
ar1sar-. 
- Um, dois. trés, quatro. Começou a contar a lou- 
cura 
A primeira a esconder-e foi a prc 111, ljlll'. L011lll 
sempre caiu attas da primeira pcdr.1 <lo l,1111inho 
A fé subi ao céu a veja se escondeu atrás da 
sombra do 1111/1,jo que l.OTII ,..:11 propno c,forço 11nh 
comcguido subir na copa da arvore mais alta 
D..: tanto caminhar sentiu sede, c ao se aproximar 1 
de um lago. descobriu a beleza. 
A dvida foi mais láci! ainda pos a encontrou 
sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado , 
esconder-se 
E assim foi encontrando a todos, o talento entre a 
erva-doce, a angÚJtw em uma cova escura, a mentira atrás, 
do arco-iris (mentira estava 110 fundo Úú oi.;c,1110) e ali o 
1 
esq11eci111e11to, quc j,i hav1J e qucc1Jo yuc c,tava brin· 1· 
cando de esco!ldc-csconde. 
Apc:nas o amor não aparecia cm nenhum local. / 1 
loucura procurou atrás de cada árvore, cmbaiw de cada 
rocha do planc:ta c em cima das montanhas. 
Quando estava a ponto de dar-,c por vencida. en­ 
controu uma ros<:iral. Pegou um:1 forquilha e começou a 
mover os ramo . quando no mc~mo mstant.: t:scutou um 
doloroso grito 
Os espinhos tinham ferido o umor nos olhos, alou­ 
cura não sabia o quc fazer para desculpar-se, chorou. re- 1 
zou. implorou e até promc:tcu ser a partir dah scu guia. O 
amor sem culpá-la aceitou. 
Desde então, desde quc pela primeim t:Z se brin- i 
cou de cscondc-.:sconde na terra. o amor é c<:go . .: a /ou- , 
cura sempre o acompanha... 	' 
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rlc seus .rnnl,os ... '' 
Assim dizia o convite 
para n lesta do, 15 Anos de 
.Juliana, que seus avós 
Sidney N.Lcik e Madakna, 
ofereceram a amigos e famili­ 
ares 110 dia !I pp .. cn, ~u:, a1n­ 
pln rcsidfnda! 
J ulianna, feliz 
recebia os convidudos 
usando lindo e jovial modclito. 
Muitos balões awl e prata cn­ 
fcitar.1111 as varandas e piscina. 
Jantar 
snhoro o e: após os "Pa­ 
rabéns à Voe..:" delicioso bolo 
foram servidos aos prcscntcs. 
Parabéns 
aos anfitriões pcla agra­ 
dúvcl f.:sta e mais uma vez fr. 
licidadcs à Juli:mna! 
Andorinha 
Banda 
Show animou o 13ailc 
das Milcs no Grêmio Pedro 
Rufino. Salão lotado, gente 
animada e como sempre a Di­ 
retoria acertou ao proporcionar 
à sócios e visitantes uma noi­ 
tada de muita akgria. 'Para­ 
béns!! 
O Espírito 
nosso 
defensor 
O Espirito Santo é o Amor 
do Pai e do Filho, que nos foi dado 
e em nós permanece, para ser nos­ 
sa Luz, nossa Força, nosso 
Consolador e Advogado defensor. 
E nós carregamo-lo em nossos pe­ 
quenos corações. cm nossa frágil 
c'.istência. comn prova de que 
somos de Deus e de que Deus é 
nos o. 
Cristo, que 1.:ntrou na tribu­ 
laç,1o nossa de cada dia, bem sabe 
qut..: ni1o prcci5nmo::, apcn:1s de tu,. 
para enxergar. de força para tra­ 
ballrnr, de pés para andar, de pfo 
para sobreviver. 
Precisam,,... t:unbém de um 
Advogado defensor: que nos de­ 
fenda da viol<:ncia e da inju,tiç,1_ 
da fome e da doc:nça_ da imorali­ 
dade e da droga. do pcc.ado e da 
morte. Que corra em nossa ajuda 
na hum érn que iramos vitimas 
da calúnia ou arbitrariamente con- 
denados. 
Precisamos também de um 
Amigo consolador, que nos sus­ 
tcntt: cm no,s:is aíliçõcs e cm 
nosso desânimo, em nossas inqut­ 
etações c em nosso cansaço. 
Qu:rndo o presente nos angustia 
e o futuro nos aterroriza. Quando 
os poderosos nus oprimem e us 
falsos amigos nos abandonam. 
Tendo o Espírito Santo cm 
nosso coração, bem que podemos 
sentir-nos atribulados, mas não 
esmagados; ameaçados, mas não 
des1ruid,»: inJustiçadus. mas não 
aniquilado:-: pro'i'ldo~. mas nào 
desanimados; sozinhos, mas não 
órfãos; tristes. mas não 
desesperançados; humilhados, 
mas n5o 'cncidos:julgJdos. mas 
não sem defesa... 
Andamos na certeza de q uc 
o Espírito Santo é nosso 
Consolador e nosso Advogado; 
sabemos que está cm nós, senti­ 
mos que por ele vivemos, nos 
movi1111:ntamos e existimos. tv1es­ 
mo assim. porém.. teimamos cm 
recorrer a defensores outros: que 
tenham livre acesso ao palácio e 
sejam amigos dos que detêm o 
poder. E estejam de posse das 
chaves que abrem todas as portas 
da vida ... 
Nós, contudo, não precisa­ 
mos entregar-nos no desânimo. 
Vamos, antes. exorcizar o medo 
'e a angústia, abrindo as ponas e 
deixando o Espírito irromper cm 
nossa história. Ele se encarregará 
de vam:r toda a terra e de trazer 
novo alento a nossos corações ... 
Pe.Virgilio, ssp 
Oração à Santo Expedito (Festa - 19 de Abril) 
IMPORTANTE - Este Santo Mirir é especialmente invocado nos nc­ 
gócios que demandam pronta solução e que uma demora poderá comnprome­ 
ter. E o ato da décima primeira hora, aquele cujJ. invocaç;Io nunC.J. e t:1rdc., 
m~, também eh: incita a faz.cr dcpress.J. o bem e n.lo deixar par.i o dia seguinte 
e J. cumprir ,cm deml~ :!quilo que se promete. 
ORAÇÃO - Que a interesse do lo:isso rarir Santo Expedito nos 
rt"Comcndc. 	• 
Oh! Deus junto vesa bondde, a fim de que com sua proteção obte­ 
nhamos o que os ncss, s prvpnos méritos lo iotres para alcançarmos. 
Assim seja 
Nos cs su'1a.r0s Senhor que ros inspires com Vossa Graça, todos 
os nossos pensa:entes zaes, para que cles encontrem cm Vôs seu princípio 
escjam por iate:es'o de Santo Expedito, levados com coragem, fidelidade e 
pronud:i.o -:m Tt:mj,o pNprio e fa,or:hcl :i bom fc:liz fim. 
Por Nos,o Senhor Jesus Cristo. Assim seja 
SUPUC. - Santo Expedito, honrados pelo reconhecimento daqueles 
que, os inCX-:.ir ,l Ullmu hura cm negócios urgcntr:s. nós vos suplicamos que 
nos obtenhas da bondade misericordiosa de Deus. por irucrc:cssào de Mana 
l.maculJd.1 (h.>jc Ol! ta! dia} a graa de ... que tod:i. submis.;!o soticit:lfflas da 
vontade divina. Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao r:U. -~ 
MANDADA PUBLICAR POR TER ,LC,NÇAOO A GRAÇA. 
(M1.s) 
Querida 
}Vlãe Lídia! 
9 de Mmo é mais um 
Dw das Mães ~em voce, ape­ 
sar de todas us dificuldades 
que temos passado com sua 
UILtência, tentamos sobrevi­ 
'C!r a dor que remos 110 cora­ 
ção. 
t muito diflci/ ainda 
encarar a solidão que senti­ 
mos, mas unidos na/é e con­ 
fiança em Deus que voce 
plantou em nós, conseguimos 
empurrar a vida. 
Mãe, gostaríamos de 
'poder sell/armos e compar­ 
tilharmos mais 111110 vez a 
mesa, com alegria. como fa­ 
zíamos. mas sei que voce, 
está neste momento em 11111 
illgar maravilhoso com sin­ 
fonia de anjos e Jesus Cristo 
juntamente com sua mãe 
Maria compartindo a mesa 
mais importante dessa vida 
celestial com a presença do 
Deus Supremo, somente sa­ 
bendo disso é que nos 
tranq111li=amos e nos senti­ 
mos honrados, sabendo Iam- - 
bém que voce está preparan­ 
do o caminho para que nós 
possamos também chegar ao 
Pai. 
A única coisa que po­ 
demos oferecer-te neste dia 
são nossas Orações, porque 
sabemos que assim alegra­ 
mos o seu coração. 
Te amamos muito. 
Jacquclinc e irmãos 
Secretaria de Estado de Justiça e Irabalho 
CON ELHO ESTADUAL DE 
ENTORPECENTES 
Hr<oluç. o ( O;'J.l'1'1'-iM0l/92 
Em 30 de Janeiro de 1992 
Disciplina o procedimento para obtenção de autora)o pre­ 
ta no artigo 8", do Decreto n" 76.992 de 2l de dezembro de 1976 
O PKJ-<,l[)I. >..;TI- IXl co>..;-;f 1 110 SI ,DI 'AI Dl. 1 /l Ol(­ 
PECENTES-CONENMS. no uso de suas atribuições leais. tendo em 
vista a Resolução n" 05, de 29 dr uulubro d. 195, do Conselho lede­ 
rai d~ Entorpece111e, CO~l-1.N. e alcmkndo a J,ci,,ln IJ >r, vcl do 
Plcn~rio, em 19.12.91 
RESOLVI: 
Ar.I - Os pedidos de autorização para divulação de textos, 
cartazes, cursos, seminários, conferências ou propagandas sobre o uso 
de substâncias entorpecen1e, ou que determine depetdéneia, ainda que 
a 1i1ulo de pre,enção, devem st'r cnc,inrn:h.1dn, ·'" e,.,, élho f ,LtduJI 
de Entorpecentes CONENfMS e/ou ( on,rlhu ~ltrr!lcip.il de Jn:orpe­ 
centes - COMEN, com antecedência minta de 4> tquarenta e cinco) 
dias. 	• 
Ar.2° - Os pedido de divulaão do contido acima deverão ser 
acompanhados dos respectivos Lav-Out e minul:l, 
An.3° - Os pedidos de autorização para cursos, seminários ou 
confen:nc.ras deverão c.ontcr 
I- Nome, endereço, curriculum , lide, tantu dos organizadores 
como dos expositores. 
li - Objetivos do evento. metodologia, clientet.. tt, data e 
período de iniciativa_ 
Ili - Cópia do material a ser 111ili1:,do. 
111..lº - Quando da autorização parcial 011 lotai éo ,olrciwdo. 
deverá consL'.lr nas divulgações e materiais usados, a autorização do 
CONEN ou dos COMEN's. 
Parágrafo 0nico. 
O indeferimento do pedido sera comunicado as autoridades com­ 
petentes para fiscalr1.açJo e efeti,o cump,imcnto de drcr,áo 
Ar.$°- NJo se aplica o disposto nesta Resolução, às reuniões de 
caráter cic:ntífico ou cap.1citaçdo de rccur..;os h11m.mo'.. J1.;'!>tin,Jdos dOl 
órgJos de repressão e fiscalização 
Ar.6°-O cumprimento desta resolução deverá ser fiscalizado 
de acordo com o an.J 1° e seu parágrafo único do Decreto Estadual n 
1699 de 13 de julho de 1982 e an 1-lº du Decreto Fstaduul n' 3588 de 
02 de junho de 1986. 
An.7' - O descumprimento desta Resolução uplicará na imedi­ 
ata suspensão do evento, bem como apuração de responsabilidade cri­ 
minal dos envolvidos. 
An.8º - Esta Resoluç.lo entrara em gor na d:ta d sua publica- 
JOSÉ RICARDO P.L.;..u.-.ES UA C-t.::'ill, 
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OBS: Resolução Publicada no D.O E. n' 3243 de 21.02 1992 - f1s 03 
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