REG ON 
Porto Murtlnho 
KOHLÉRECE 
FESTA EM BE __ 
LDO começa a ser disc tida na AL 
A Lei de Diretrizes Or­ 
çamcnlúrias (1 IJO) do pró­ 
ximo ano começa a ~cr di,­ 
cut ida na ,ssemblé1a 
1.egislatÍ ..i. 
esta terça-feira, 18, 
às 08 horas, o Presidente da 
Comissão de Acompanha- 
O Vice-Governador do 
Estado de Mato Grosso do 
Sul. Moacyr Khol, 
recepcionado com festa na 
cidade de 13cla Vista, onde 
chegou sábado por volta das 
08:30 horas e foi recebido 
por militantes do PDT sob a 
coordenação do Pn:sidcnte 
do Partido. Bispo. 
Foi realizada a maior 
carrl:ata da história de Bela 
Deputado quer 
devolução de recur­ 
sos desviados da saúde 
0,-putodo Gemido Resende 
O Deputado Estadual Ge- 
" raldo Resende. líder do PPS na 
Assembléia, quer que o gover­ 
no do Estado preste contas dos 
recursos que foram d.:sviados da 
conta especifica destinada a 
construção da anta Casa de 
Dourados. no ano passado. ia 
sessão da última terça-feira. 11. 
o deputado encaminhou reque­ 
rimento à l'vksa Diretora da Casa 
pedindo que o governador Zeca 
do PT de1cm1inc a lr.lllSfcrência 
de RS 1,7 milhão do Tesouro do 
Estado para a conta destinada a 
movimentação dos n.-cur-sos do 
convênio nº 2.100/97, cclebr.ido 
entre os governos estadual e fo .. 
dera!. através do Ministério da 
Saúde. com o objetivo de se con- 
cluir o hospital. Púgina-.0-t 
Deputado Zé Teixeira cobra 
reequipamento da Polícia 
Militar Florestal em Bonito 
O Deputudo Estadual Zé Teixeira (PFL) está cobran­ 
do do Governo do Estado. providências urgentes para 
reequipar a Policia Militar Florestal, visnndo intensificar 
a sua atuação no !vluniclpio de Bonito, onde a pesca pre­ 
datória. a depredação' e a matnnça de animais silvestres 
1êm ocorrido com assustadora frequência. Página-03 
Vista. com mais de 110 (cen­ 
to e dez) veiculos, todos fo .. 
ram cspontam:amcnte. sem 
receber dinheiro ou combus­ 
tível, foto inédito na cidade. 
Página-OS 
Tebet rejeita 
(lli e Juiz do 'T 
O Juiz Ruy Eloy. Pre­ 
sidente interino do Tribunal 
Regional do Trabalho da 
Parniba, enviou oficio à CPI 
que investiga im:gularidadcs 
no Poder Judiciário conside­ 
rando inverídica a afirma­ 
ção, pub_licada pelo Jomal 
do Senado e por outros ór­ 
gãos de imprensa de que sua 
filha. Iara de Almeida havia 
atuado como fiscal de concur­ 
so no TRT-PB. tendo apenas 
17 anos. O Presidente da CP!. 
Senador Ramez Tcbct 
(PMDB/MS). salientou que se 
houve cqui,·oco, o n:sponsá­ 
vel seria o próprio Ruy Eloy. 
- Ele falou aqui que sua filha 
era menor de idade - disse 
Tcbet. Página-03 
,1 1 DO dentro de um pr Mil 
razoável, que permuta a ana­ 
lise cautelosa e detalhada de 
cada artigo do projeto, sem 
a pressão provocada pela 
eiuidade de tempo. 
A reunião sra realiza­ 
da no gabmete da presidên­ 
cm con I com J parti­ 
ipação dos Deputados 
membros da (Comissão de 
Execução Orçamentária e 
de outros parlJrncntares 
Interessados na discussão 
da Lei que irá direcionar 
o Orçamento do Estado 
no ano 2000. 
Pelo Executivo estarão 
presentes os Secretários de 
.a.-a s Governo, Vandcr l .ui, <lo, 
Santo, I..oubc.:t: de azenda. 
Paulo Bernardo da Silva e de 
l'lancj,uncnto '-' de Ci2m:ia e 
1 ecnologia, Francisco 
Fausto Mato Grosso Pereira. 
mento da Execução Oiça­ 
mentaria. Deput.1c!o 1kira 
Ohubo do PSDll (foto). re­ 
cebe Secretários de Lsado 
para avaliação preliminar da 
proposta. O encontro man.:a 
a disposição do I xccutiH1 e 
do Legislativo de debaterem 
1 
• Presidente da CP/ - Senador Ramez Tebet 
Definida age a para audiênci 
pública sobr rodutos transgê 
Assembléia Geral 
de Pais e Professores 
Senhores Pais e Professore,. 
COJ:VOCAMOS pais, 
funcionários e alunos da Esco­ 
la Municipal Prefeito Clóvú 
i-brcelino de Olh·c.irn - Pólo, 
bem como as demais pessoas 
da comunidade interess~das 
nos problemas dn Educaçiío. 
para assembléia geral que sera 
realizada no dia 12 de Junho/ 
99. nas dependências d Escola, 
às l-l:00 horas, para delibera­ 
rem sobreosseguinICS;!SSLL'li : 
1 - Leitura do Est:uutoc!:i AP.1; 
2- Eleição da nova direto­ 
ria da APM; 
3- Pos e da nove d irctorin 
da APM 
ela Vst: ·IS, 12de Maio de 1999 
Josay ne Ribeiro Carvalho 
de Sou= .. Diretor.> 
Policiais Militares identificaram s eito e e 
m equipame,nto· fotográfi no·furto e 	o 
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r - - - - - = -· ::""""'...:::c=---c.:r:_ ..... '4~ 2::~ d:. ---.,;,:•.- _-:~::= ... :=_""'=::.:=== =::,: =::;: =::, ..,= =::,: === == =:!= ==,. ==.,_,. == == =-= == == == =:= == =-= =,,,. == =.,,, =:1=== == =""' =-= =,,. %:,,,, ==:,,. =u.,.. ===-,e;_=~:::::·:· =~::~:::.::Jt 
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Diário Trilula da frootelra 
Deputado Zé Teixeira cobra 
reequipamento da Polícia 
Militar Florestal em Bom 
O Deputado Estadual 
Zé Tei.eira (PFL) está co­ 
brando do Governo do Esta­ 
do. providências urgentes 
para reequipar a Policia Mi­ 
litar Florestal, visando inten­ 
sificar a sua atuação no Mu­ 
nicípio de Bonito, onde a pes­ 
ca predatória, a depredação e 
a matança de animais silves­ 
tres têm ocorrido com assus­ 
tadora freq(lência. 
Preocupado com a situ­ 
ação, que se agrava a cada dia, 
o parlamentar apresentou indi­ 
cação à Mesa Diretora do ÁS· 
sembléia Legislativa, solicitan­ 
do envio de expediente ao e­ 
cretário de Segurança Pública. 
Franklin Rodrigues Masruha, a 
+·mn de que sejam adotadas as 
medidas zpessárias ao urgen­ 
te reaparelly nento do grupo 
de policiamenl florestal. 
Zé Teixe 
1
• informou 
Te 
que denúncias feitas por pro­ 
prietários rurais e de balneári­ 
os do Município de Bonito que 
atuam no turismo ecológico. 
indicam a ocorrência de ações 
predatórias intensas naquela 
região. Segundo ele, s6 hrí um 
meio de coibir as atitudes daque­ 
les que infringem as Leis, tiram 
o sossego da população e cor­ 
rompem o patrimônio do Esta­ 
do. a fiscali,a ão eficiente. com 
equipamentos e contingente hu­ 
mano suficientes para o trabalho 
de proteção à nora e à fauna. 
O Deputado do PFL 
destacou que noticias veicu­ 
ladas pela imprensa sul­ 
matogrosscnse. relatando a 
falta de equipamentos e de 
policiais florestais, justificam 
a necessidade de providênci­ 
as imediatas para a solução 
do problema. Essa situação, 
conforme lembrou Zé 
êt r 
de Juiz d 
fato relat 
Teixeira, tem obrigado poli­ 
ciais de equipes especializadas 
da área de segurança pública, no 
caso do Departamento de Ope­ 
rações de Fronteira, a executar o 
serviço da Policia Florestal. Re­ 
centemente, agentes do DOF 
prenderam duas pessoas que fa­ 
ziam a pesca predatória no Bal­ 
neário Monte Cristo, em Boni­ 
to. Os dois foram enquadrados 
na Lei de Crimes Ambientais. 
"Em nossa avaliação. 
como a fiscalização de rique­ 
as naturais e o controle como 
o da pesca e da caça, entre ou­ 
tros. é de competência da Poli­ 
cia Militar Florestal. o único 
caminho que vemos é o au­ 
mento de seu efetivo humano 
e agilizar providências para 
equipá-la urgente e adequada­ 
mente. inclusive com mais vi­ 
aturas, para que tenha condi­ 
ções de realizar o trabalho a 
a 
q 
ºª O Juiz Ruy Eloy. Presidente interino do Tribunal Regio­ 
nal do Trabalho da Pnraiba, enviou oficio à CPJ que investiga 
irregularidades no Poder Judiciário considerando inverídica a 
afirmação, publicada pelo Jornal do e nado e por outros órgãos 
de imprensa. de que sua !ilha. Iara de Almeida havia atuado como 
fiscal de concurso no TRT-PB, tendo apenas 17 anos. O Presidente 
da CPI, senador Ramez Tebet (PMDBMS). salientou que se hou­ 
ve equivoco, o responsável seria o próprio Ruy Eloy. - Ele falou 
aqui que sua filha era menor de idade - disse Tebct. 
No oficio. lido na reunião da CPI, semana passada. pelo 
Senador ey iuassuna (PMDB-PB). Eloy argumenta que os 
senadores teriam perguntado a idade de sua filha em 1994. 
' Conforme as notas taquigraficas da reunião, perguntado pelo 
senador Paulo Souto (PFL-BA). se era verdade que uma de suas 
filhas havia fiscalizado o concurso sem ter completado I8 anos, o 
juiz disse que não se lembrava quando teria sido a primeira partici­ 
pação, mas acrescentou que Yara Eloy nasceu em 1977. 
O Vice-Presidente da CPI, enador Carlos Wilson (PSDl3- 
PR), perguntou quantos anos tinha a filha do magistrado em 1995 
e se o depoente tinha certeza de que ela havia fiscalizado con­ 
curso naquele ano. Ruy Eloy confirmou a participação de Yara 
no concurso e frisou que cm 1995 ela tinha 17 anos. 
C!>I passa a cruzar informações e 
documentos e ouvirá engenheiros 
Depois de ouvir o depoimento do Superintendente da Polícia 
Federal na Paraíba. Antonio Fl:ívio Toscano Mo_ura. o presidente 
da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura denúncias no 
Poder Judiciário. Senador Rimez Tebet (PMDB-MS), disse acreditar 
que as investigações sobre irregularidades no TRT da Paraíba estão "pra­ 
tiamente enceradas". A partir de agora, afirmou, a CPI deve realizar 
apenas cruzamento de infonnaçõcs e docwnentos para comprovar 
relações das denúncias com os envolvidos. 
Esse trabalho já demonstrou. se11.undo o Vice-Presidente 
da Comissão, Senador Carlos Wilson (PSD13-PE) que, dos RS 
71 O mil depositados na conta de Antonio Marra na agência do 
Unibanco em João Pessoa. cerca de R.S 810 mil foram sacados 
em dinheiro e o resto foi movimentado por meio' de cheques. 
Conforme denuncia fci1a por Moun. Marra vendeu no TRT da 
Paraiba, por RS 71 O mil, um terreno avaliado em RS 150 mil. 
As investigações sobre o superfaturamento da obra do 
fórum de primeira instância do TRT paulista também estão per­ 
to de serem concluídas. Em reunião administrativa que se se- 
o 
Deputado ZJ Teixâro 
que seus homens se propõem", 
frisou o deputado. Ele também 
alertou que se tais medidas não 
forem adotadas em caráter de 
urgência, além dos danos às 
riquezas naturais do Estado, 
haverá o enfraquecimento do 
turismo e desestimulo aos em­ 
presários que atuam no setor. 
B 
O 
e 
/111111 
ao 
guiu ao depoimento de Toscano. os senadores decidiram convo­ 
car para depor as ultimas testemunhas para falar sobre o caso: os 
engenheiros Antonio Carlos Gama e ilva e Gilberto Paixão. 
egundo as investigações. os técnicos foram contratados 
pelo TRT de ão Paulo para fazer ~ medições sobre o anda­ 
mento da obra do fórum. A partir de seus laudos. o departamen­ 
to financeiro do tribunal solicitava ao Tribunal Superior do Tra­ 
balho a liberação de verbas orçamentárias. A data para os depo­ 
imentos dos engenheiros ainda não foi confirmada. 
PF relata rateio de 
dinheiro entre juízes 
Em seu depoimento perante a CPI do Judiciário. o supe­ 
rintendente da Policia Florestal no Paraíba. Antonio Flávio 
Toscano loura. disse que um total de R.S 500 mil - relativos à 
diferença entre o valor supcrfaturado da venda de um terreno, de 
RS 710 mil e o que efetivamente foi recebido pelo vendedor do 
imóvel, RS 210mil - foi rateado entre dois juízes e dois filhos de 
juízes do Tribunal Regional do Trabalho (TRF) da Paraíba. 
O dinheiro foi rateado, afirmou Moura, entre os Juízes 
Severino Marcondes Meira. que presidiu o TRT da Paraíba em 
1995 e Paulo Montenegro Pires, além de Marcondes Meira Fi­ 
lho e Marcelo Capistra~o Montes. filhos dos juízes Marcondes 
Mcira e Tarcísio lontes. A compra do terreno teria sido feita 
sem licitação pelo TRT da Paraíba. 
Segundo revelou o uperintendentc da PF. os RS 71 O mil 
entraram na conta bancária - em agência do Unibanco da Paraíba 
- de Antonio Almério Mara, que vendeu o terreno ao TRT. Mas, ' 
segundo relato feito pessoalmente por ele. Marra teria ficado 
apenas com RS 210 mil. Os RS 500 mil restantes teriam sido 
repassados :ios juízes e seus lilhos. O gerente da agência. na época. 
era conhecido pelo nome de Assis e suicidou-se após o banco des­ 
cobrir que ele praticava desvios de dinheiro e irregularidades na 
insituição, afirmou o Superintendente da PF, a partir de uma per­ 
gunta feita pelo Presidente da CP!. Senador Ramnez Tebet. 
Em resposta ao Vice-Presidente da C PI. coador Carlos W­ 
son, Moura relatou as operações feitas no Unibanco. observando 
que. durante a gerência de Assis, a agênc.ia tinh:i "o pior conceito 
possive!". O relator da comissão. Senador Paulo Souto (PFL-BA). 
quis saber como Moura obteve informações sobre a compra do ter­ 
rcno e demais irregularidades do mT. Ek respondeu que as inves­ 
tigaçes foram "as mais v:iriadas pos siveis", ate mesmo com utili­ 
zação de mecanismos de cunho psicol • gico. mas sempre legais. 
18/05/ 03 
D	e	f i idaag 	n 	a 	p	a	r	a 
audiência pública sobre 
produtos transgênicos 
A agenda da audiência publica que será realiza­ 
da no dia 20, na Assembléia Legislativa, já está defi­ 
nida. A audiência, proposta pelo Deputado Laente 
Tetila (PT), líder do Governo na L, terá seis 
palestrantes, três contra o cultivo e comercialização 
1 	• 
dos transgénico e três a favor dos produtos genetica- 
mente modificados. A introdução da soja "Roundup 
Ready", a chamada soja transgénica. em Mato Grosso 
do Sul, pode, também, ser proibida, se a assembléia 
acatar projeto-de-lei de autoria do líder do Governo. 
Segundo Tetila, haverá ainda outra audiência, no dia 
21. em Dourados. "Estas audiências pública visam 
promover, de modo amplo e participativo, o 
aprofundamento da discussão em relação aos organis­ 
mos gcndicamente mo<liiicados. conferindo maior 
transparência e efetividade a definição das políticas 
públicas sobre este terna". ju,tilica fctila. 
A audiência publica sobre os transgénicos será 
aberta às 08:00 horas do dia 20, com palestras segui­ 
das de debates. Depois do intervalo para ai moço, ha­ 
verá coletiva dos palestrantes a impren a. No dia 21 a 
audiência pública será na Câmara Muni<.:ipal, tnmbém 
com a mesma programação. Foram convidados para 
debater os riscos e beneficios dos produtos 
transgénicos o Engenheiro Agrónomo Carlos Borges 
cto. asscssor técnico da Comissão ·1 é.:nic.i Nacional 
de Biossegurança; David Hathaway, da Assessoria e 
erviços a Projetos em Agricultura Alternativa; 
Rodrigo Lopes de Almeida, diretor de Assuntos 
Corporativos da Monsanto <lo Brasil Ltda, empresa que 
desenvolve a biotecnologia; o Professor Rubens 
Onofre Nodari. do Centro de Ciências Agrárias da 
Universidade Federal de Santa Catarina; Sezifrcdo 
Paz, do Instituto Brasileiro de Defesa dos Consumi­ 
dores; e Marijane Lisboa, integrante do Grecnpease. 
Tetila observa que a biotecnologia e a engenha­ 
ria genética. são sem dúvida. o grande campo de in­ 
vestimento da indústria neste fim de século. "Contudo. o 
progresso já atingido pelos cientistas não é garantia de 
que o assunto já está encerrado. muito pelo contrário, de­ 
monstra ser apenas o começo das descobertas. Ainda não 
se sabe se o resultado das experiências serão benéficos 
ou maléficos com o passar do tempo. Ainda há muita 
polêmica cm tomo da engenharia gcn<!tica". 
O líder do governo sustenta que ainda é muito cedo 
para que seja permitido o plantio e comercialização de 
produtos transgênicos. Para o Deputado. "é necessário 
que primeiro fique provado que a alteração genética das 
plantas não vai trazer danos a vida humana, ao meio am­ 
biente e a economia do Pais". Esse argumento, segundo 
Tetila, "é coerente com o principio da precaução, pre­ 
sente na Convenção da Biodiversidade. assinada pelo 
Brasil e que dá justificativas para instituir-se uma mora­ 
tória dos produtos transgênicos. 
Os perigos para a saúde humana não são os únicos 
argumentos do Deputado Laerte Tetila. Ele ressalta que 
a produção de alimentos contaminados quimicamente 
estão cada vez mais perdendo mercado no mundo. Se­ 
gundo ele. isso acontece porque os países do Primeiro 
Mundo. principalmente os da Europa. estão dando prefe­ 
rência para a produção agrícola obtida com controle bio­ 
lógico de pragas, os chamados alimentos sadios". 
PERIGO -· Tetila· lembra que na reunião mensal 
dos Secretários Estaduais de Agricultura. no último 
dia 6,27 secretários aprovaram uma moção pedindo a 
proibição do plantio comercial de transgênicos. no 
Pais. Mas o líder do governo lembra que o maior pe­ 
rigo para os produtores é o monopólio. porque a se­ 
mente transgênica só é produzida por multinacional 
detentora da tecnologia. o que obriga o agricultor a com­ 
prar somente de multinacionais american. ."Além d criar 
uma barreira às empresas produtoras de emente tradicio­ 
nais. vai provocar dependên ia do proàut r multinacionais 
americanas". O líder do governo prevê que abriga para im­ 
pedir a entrada dos transgénico no Estad e no Pais será 
grande. "Essas multinacionais investiram, cada uma, cercá 
de USS 100 milhões de dólares em pesquis e não vão que­ 
rer perder esse investimento". (Edmir Conceição)

Diário Tribuna da Frootalra 
Deputado quer devolução de 
recursos desviados da saúde 
O Deputado Estadual 
Geraldo Resende. líder do PPS 
na Assembléia, quer que o go­ 
vemo do Estado preste con­ 
tas dos recursos que foram 
dcsvindos J:, co111t1 c,pccíli­ 
ca destinada a construção da 
Santa Casa de Dourados, no 
ano passado. 
Na sessão da última ter­ 
a-feira, I, o deputado enca­ 
minhou requerimento à Mesa 
Diretora da Casa pcdindo que 
o governador Zeca tio PT dc­ 
termine a transferência de R 
1,7 milho do Tesouro do Es­ 
tado para a conta dcstinnda a 
1novirncntaçào dos recursos 
do convé.nio nº 2.100/97. 
cdcbrado entre os governos 
cstudual e federal, através 
do Ministério da Saúde. 
com o objetivo de se con­ 
cluir o hospital. 
A maior preocupação do 
deputado é que Mato Grosso 
do Sul fique sem poder rece­ 
ber outro R$ 5,9 milhões que 
já estão orçados para este ano, 
caso o governo nilo preste con­ 
tas do que r.::alrncnte foi feito 
com o dinheiro enviado pela 
Uniilo em dezembro de 98. 
Resende chegou a susci­ 
tar o debate sobre o assunto ao 
expor. cm pronunciamento na 
trihuna do Casa, n~ denúncias 
oferecidas pelo Ministério Pú­ 
hli o contra o ex-governador 
Wilson Martins (PMDíl), os 
ex-secretários Plínio Rocha 
(Governo). José Ancelmo (Fa­ 
zenda) e 
1
clson Tavares (Saú­ 
de). além de asse sores que fi­ 
zeram parte da administração 
anterior. como responsáveis 
pelo sumiço desses recursos. 
O deputado Oncvan de 
Motos (PMDl3) não gostou do 
discurso e provocou Resende 
Deputado Geraldo Resende 
ao garantir que o culpado pela 
nào conclusão das obras do 
hospital é o atual governo, a 
quem atribui a responsabilida­ 
de de não repassar os RS 1, 7 
milhão, que estariam no cofre 
Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS 
PORTARIA Nº 007/99 - Executivo Municipal 
JOSÉ GARIBALDI DA ROSA ETO. PREFEITO IUNICIPAL DE BELA VIS­ 
TA. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL. no uso de suas atribuições legais; 
RESOLVE: 
Nomear o Sr.AGENOR llARTI S .JUNIOR, para ocupar o Cargo de Diretor da 
Autarquia do Serviço Autônomo dc Água e Esgoto - SAAE de 13cla Vista/!v!S (conforme Regi­ 
mento Interno Ar:t. 5º e 6º). 
CU MPRA-SE: 
13cla Vista-1vl ., 14 de Maio de 1999 
.JOSÉ GARIBALDI DA RO A NETO - Prefeito Municipal 
PORTARIA N" 1.155 - Executivo 1unicipal 
"Dispõe sobre a convocação de Servidores aprovados em concurso Público" 
JOSÉ GARIBAL.DI DA ROSA NETO. PREFEITO MU ICIPAL DE BELA VI TA. 
ESTADO DE MA TO GROSSO DO SUL. no uso de suas atribuições legais: 
DECRETA: 
Art. l º - Autoriza o Diretor da Autarquia do crviço Autônomo de Água e Esgoto - AAE 
de Dela Vista-:'vl .. a conrncar os candidatos: MARIA JOSÉ NU 'ES CORREA, FRAN­ 
CISCO ALONSO LlilA e ALZE IRA DOMINGUES, a se apresentarem na Sede Admi­ 
nistrativa situado à Rua Cuiabá. 571. para tomarem posse de suas respectivas vagas abenas 
através de Concurso Público realizado cm 20 de ctembro dc 1995. e cujo resultado foi homo­ 
logado pela Portaria N" 22 de ovembro de 1995. 
Art.2º • Este Decreto entrar.1 cm vigor na data de sua publicação. re,·ogadas as "disposi­ 
ções cm contr:irio. 
Dela Vis1a-l'v!S .. 1-l de Maio de 1999 
,JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO. Prefeito lhinicipal 
DECRETO Nº l.154/99 - Executivo Municipal 
"Dispõe sobre concessão de Licença Gestante" 
JOSÉ GiRIIlALDI DA ROSA NETO. PREFEITO MUNICII'.'... DE BELA VISTA. 
E TADO DE '.Vii TO GROS O DO SUL. no uso de su.is a:rih11içõc~ :~pis: 
DECRETA: 
Art. lº • on cdcr Licença Gestante. à Servidora, MARGARIDA RODRIGUES, Pro­ 
fessora. 1 ivcl I, lotada na ecrctaria de Educação. à partir de 12/05 99 :i 08/09/99. de acordo 
com o Artigo 27. inciso Ili, da Lei Municipal nº 923/91. de 03.12.91. 
Art.2º • Este Decreto cntrarJ cm vigor na data de sua publicação. revogadas as disposi­ 
çõcs em contr:irio. 
Dela Vista. 12 de Maio de 1.999 
JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO - Prefeito Municipal 
do Iesouro. 
"Estamos trazendo c se 
tipo de preocupar/io aqui por­ 
que diariamente somos questi­ 
onados sobre esse assunto em 
Dourados", disse ieraldo 
Resende, referindo-se a para­ 
lisaçilo do hospital de ido ao 
desvio dos recursos cn, iados 
pela Unilo. 
Na intcrpretaçilo de 
Resende, qualquer que seja o 
rc,ultado da aç,io civil pública 
contra as pessoas envolvidas, 
o Estndo haverá de restituir a 
conta do convénio referente 
aos recursos desviados, jú que. 
segundo ele. uma vez tendo ele, 
ingressado no Tesouro, toma­ 
se materialmente impossivcl 
identificar o destino que to­ 
mou. 
"A população direta­ 
mente lesada pela operação. 
não pode ficar no aguardo de 
intermin:ivcis disputas judici­ 
ais cm torno das responsabi­ 
lidades pelo foto", disparou o 
líder do PPS. 
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Policiais Militares identificaram suspeitos de envolvi to 
no furto de um equipamento fotográfico comp et 
Depois de vários dias de investigm,;0cs, 
Policiais Militares de Bela Vista identificaram 
pelo menos três indivíduos altament.: suspeitos 
de envolvimento no furto de um equipamento 
fotográfico de propriedade do rcpóncr Ubaldino 
Rodrigues. do Di:rio Tribuna da Fronteira. O 
furto ocorreu no dia 20 de abril, cm frente a casa 
da vitima, locnlizada na Rua Santo Afonso, 
l:lairro Costa e Silva, entre às 17:45 e 20:00h. o 
equipamento, avaliado em R$ 1.500, foi levado 
de dentro do veiculo de propriedndc do repór­ 
ter, que estava estacionado na calçada e, por um 
descuido, com as portas destravadas. 
Nos dias subseqüentes o repóner desen­ 
volveu um trabalho de investigação paralelo 
com vistas a levantar infonnaç0es a respeito do 
caso. tanto em Bela Vista 13rasil como cm 13clln 
Vista Paraguai. para onde suspeitava que o cqui­ 
mento poderia ser levado e até mesmo troca­ 
do por gas, considerando que essa ocorrên­ 
cia vêm se mando corriqueira cm nossa fron­ 
teira, confon demonstram os próprios regis­ 
tros policiais n '. o'1ltimos tempos. 
Pois bem. ccrt.. -1. ;z dias depois. a viti­ 
ma obteve informaçoes de que um individuo. 
conhecido por "Diego". teria uma máquina fo- 
tográfica para vender com as características da 
que fora funada. A infomrnção foi levantada 
junto a um colega de escola de "Di~go". conhe­ 
cido por" eguinho" que estuda na mesma clas­ 
se, com base nessa informação, foi montado um 
plano, uniculado pela vítima. para tentar com­ 
prar a máquina suspeita, através do colega de 
"Diego". que não sabia da aniculação. Para isso. 
um rapaz entrou cm contato com" eguinho". 
se dizendo interessado cm uma máquina foto­ 
gráfica de boa qualidade. etc e tal, o qual aca­ 
bou sendo levado até "Diego", que é residente 
na Baixada Corinthiana. 
a primeira conversa "Diego" mostrou 
uma máquina fotográfica amadora, das mais 
simples. como o rapaz, instruído pela vítima. 
descanou o negócio e se disse interessado ape­ 
nas cm um c:quipamcnto de melhor qualidade, 
"Diego" ofereceu lhc uma máquina fotográfica 
do tipo que estava procurando, porém, informou­ 
lhe que teria de voltar mais tarde, cerca de uma 
hora depois e que o preço do produto seria bem 
mais caro, com o que o rapaz concordou plcromcn­ 
te, combinando para voltar por volta das 19h30. 
No retomo à casa de "Diego", novamente 
em companhia de "Neguinho", o negócio dei­ 
xou de ser concretizado porque "Diego", de­ 
monstrando ter suspeitado de alguma coisa, ale­ 
gou que a máquina estaria com outro indivíduo, 
que ele identificou como "Tato". o qual teria 
viajado para Ponta Porà. Logo cm seguida a vi­ 
tima foi comunicada dos fatos e imediatamente 
entrou em contato com a guarnição de serviço 
da Policia Mililar, informando tudo o que esta­ 
va se passando. 
No outro dia pela manhã "Diego" foi 
contactado pela PM e deu inicio à uma série de 
mentiras, primeiro ele confirmou que' Tato" te­ 
ria uma màquina fotográfica par.1 vcndcr, cujas 
cameter!sticas batiam com a que fora roubada, 
porém, infonnou que "Tato" era um adolescente, 
de 15 anos, este também foi contactado. primeiro 
negou que tivesse alguma máquina parJ vender, 
depois, com medo de ser responsabilizado, disse 
que havia passado a máquina para um Paraguaio. 
residente cm 13ela Vista 13rnsil, o qual também foi 
localizado. mas ao se proceder as checagens, com­ 
provou-se quc tanto o adolescente como o 
Paraguaio nada tinham a ver com o caso. 
Diante das evidências de que "Dicgo" es-. 
tava mentindo, os policiais militares voltaram a 
procurá-lo. cm sua residência. na Baixada 
Corinthiana, para surpresa o individuo, quedes­ 
de o início das investigações também dizia ser 
menor de idade. havia desaparecido. Seus fa­ 
miliares alegavam não saber o paradeiro do 
mesmo. depois disseram que ele tinha ido para 
uma fazenda trabalhar. mas não sabiam dizer o 
nome da fazenda. postcrionncnte alegaram niio 
ter cencza que ele fora mesmo para uma fazen­ 
da, e outras coisas do gênero. 
Tudo 
0
niio passava de mentiras e mais 
mentiras, cerca de cinco dias dcpois, após di­ 
versas investigações desenvolvidas 
diotumamentc. os policiais militares levantaram 
a ihformação de que "Diego" estaria escondido 
cm um quarto na "República do Paulista", loca­ 
lizada na rua Alcebiades Bobadilha da Cunha. 
A infonnaçiio foi checada, scndo comprovado 
que "Diego" estivera "hospedado" no estabele­ 
cimento naqueles últimos cinco dias e que a 
própria miic do suspeito havia alugado o quar­ 
to, sob a alegação de que elc morava muito lon­ 
ge e precisava ficar peno da escola para estu­ 
dar. a familia também forneceu alimentação para 
o mesmo durante esse período. conforme foi in­ 
formado aos policiais pelo proprietário da Re­ 
pública. "Diego" estudava na Escola Vera Gui­ 
marães Loureiro no período noturno. porém. de 
acordo com as informações kvantadas, enquan­ 
to esteve hospedado na República do Paulista. 
ele também não frequentou a Escola. 
Durante do sumiço de "Diego",os polici­ 
ais localizaram o adolescente R.A.D. popular­ 
mente conhecido por "Tato':. também residente 
na 13aixada Corinthiana, visto que ele fora cita- 
do por "Diego' como o rapaz que estaria com o 
equipamento fotográfico para vender. "Tato"p r 
sua vcz negou taxativamente a acusação e in­ 
formou que "Diego" sim o havia procurado e 
pedido sua ajuda para vender esse material pelo 
preço de 130 reais. 
Prosseguindo as investigações, no outro 
dia, segunda-feira, I0 de maio, "Diego" foi lo­ 
calizado pela PM na residência de um tio. no 
bairro Itaborai. após ser informado da gravida­ 
de dos fatos o tiu se comprcmetcu cm apresentá­ 
lo na Delegacia de Polícia Civil naquele dia, o 
que foi feito. Em conversa com o escrivão Pau­ 
lo Ccsar Laranjeira. na frente de "Tato". de 
"Neguinho" e do rap.u que tentou lhe comprar 
a máquina fotográfica. estando presente ainda 
o repórter Ubaldino Rodrigues, "Diego" primei­ 
ro propôs um "acordo" para acabar com o pro­ 
blema. se dispondo a entregar um terreno que 
sua família teria na cidade de Jardim. depois. 
sem conseguir o acordo, ele acusou Israel 
13cnitcs, o "Toco". de ser o autor do furto. o qual 
teria passado o equipamento para Alex Damiane 
Alvarenga e este, por sua vez. teria trocado o 
material roubado por "maconha" e cocaína no 
Paraguai. "Diego" disse que "Toco" teria lhe 
contado isso. o qual também teria lhe dito de­ 
pois que o Alex estava "carregado", o que na 
gíria deles quer dizer "abastecido de drogas". 
O indiviJuo acusado por "Diego". Israel 
Benites. o "Toco". era preso do regime semi­ 
aberto e vinha cumprindo pena pelo crime de 
roubo mediante pcmoitc na cadeia públic.1 mu­ 
nicipal. se aprescntando às 18h00 e liberado às 
06h00 do outro dia. Por coincidência. "Toco". 
juntamente com seu im1iio Edmilson lknites. o 
"Nicho". são residentes na rua Santo Afonso. 
há poucos mo:tros da rcsidência do repórter 
Ubaldino Rodrigues. onde se deu o furto do 
t'quipamento 1<11ográfico e, no dia do furto 
"Toco" chegou atr.isado na cadci:i pública mu­ 
nicipal, por volta das 18h30, conforme teste­ 
munho do Policial Militar de plantão. Posteri­ 
ormente "Toco" foi flagrado fazendo uso de 
substância ent,,rpccentc (maconha) na própria 
cela da cadeia pública municipal, sendo autua­ 
do cm flagrante. passando a permanecer reco­ 
lhido cm tempo integral. 
O outro acusado, Alex Damiane Alvarenga, 
a exemplo de "Toco" também nega taxativamente 
o seu envolvimento no caso, este individuo esteve 
preso h:í alguns dias atrás sob a acusação de ter solta­ 
do virias notas falsas de real no comércio local. se­ 
, gundo as informações. inclusive já divulgados à 
imprensa, ao ser detido pela Policia Militar foi en­ 
contrado em seu poder RS 60.00 em notas falsas. 
Outro ponto que depõe contra o trio é o 
tato deles serem todos amigos, " Toco" frequen­ 
tava a casa de "Diego". o que foi confirmado 
por ele próprio, a sim como a de Alex, aonde é 
bastante chepado. Por outro lado, os policiai 
militares também descobriram, através de 
Lato", que ele, 'Diego" e o elemento identifica­ 
do como Ocar Godoy Rodrigues arrombram e 
furtaram uma residénca localizada na ma Varo 
do Triunfo, no birro Primava Il, o furto não 
havia sido registrado na Delegacia de Policia Ci­ 
vil mas foi confirmado pelos policiais militares 
que realizaram as investigações Logo em segui­ 
da. depois de ser procurado pela P'M. Oscar Godo 
Rodrigues, tambm desapareceu da cidide. 
Como se é, as evdnctas contra os sus­ 
peitos e acusados do vária. caso agora está 
entregue ao Delegado de Policia Civil Jair Bis­ 
po Evangelista, que, provavelmente por mnti­ 
vos de pouca estrutura e do número reduzido 
de agentes, não pôde participar diretamente das 
investigações, mas têm agora nas mãos uma 
série de informações e elementos que podem 
levá-lo a elucidar por completo esse caso de 
furto, cujos prcjuit.m, linancciros •~1o bastante 
consideráveis, ainda mais em época de vacas 
tão magras como a que vivemos atualmente. 
A titulo de infor1ação, o individuo conhe­ 
cido por "Diego". foi identificado após ser aprc­ 
sentado na Delegacia de Policia Civil, como sen­ 
do Reinaldo Gonçalves e. apear de o tempo todo 
se dizer menor, ao ter sua a:nidJo de =imento 
checada comprovou-se que ele possui 18 anos 
completo. sendo n:&ido cm agosto de 19&0. To­ 
dos os fatos n:irrados nL-s.sa reportagem podem s..:r 
comprovados. tanto pela vitima como pelos pró­ 
prios policiais militares que investigaramn o caso, 
os quais merecem inclusive os maiores elogios, 
pois se dedicaram ininterruptamente, por vários 
dias, passando até noites sem dormir, na !t:ntativa 
de chegar aos autores desse furto. 
Cabe agora à autoridade competente a 
• elucidação do caso e. pos1::nom1entc:, à Justiça. 
determinar as penalidades a serem impostas no 
caso dos suspeitos e acusados serem considera­ 
dos culpados. considerando-se ainda que muito 
dificilmente o equipamento furtado será recu­ 
perado. visto que normalmente os objetos de fur­ 
tos ou roubos trocados por drogas no Paraguai 
desaparecem sem deixar vestígios, por 1sso mes­ 
mo é um negócio altamente atrativo para mar­ 
inais e delinqüentes de toda espécie. os quais 
continuando impunes vão se forulecendo e inten­ 
sificando cada vez mais as suas ações criminosas 
contra cidadãos de hem e trabalhadores honestos. 
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endido c111rc 10 de Maio a 10 de .Junho de 1999, as inser- 
0es para o X' Encontrop Nacional de Poesias, promo­ 
ão da revista Brasília, que visa incentivar o desenvolver a 
poética nacional e a descoberta de novos valores. 
/s ins1.:riçék., sfrn grúti, e podem panicipar do 
certame autores nacionais estrangeiros, de qualquer 
i'a1xa ct.'11 iu, escola lit..:r:iria ou grau cultural com tra­ 
balhos redigidos em Português. 
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J)F • CEP: 70.359.970, onde pode ser solicitado o 
Regulamento otieial, igualmente grátis. 
Os canclidnios podem concom:r com quantos poemas jul­ 
guem necessários, desde que com pseudônimos difcn:nlcs. 
VOCÊ 
Qumulo acreditei em mais nada. que meu mundo 
era apenas 11111 1•a::io, voce surgiu: 
/1/e olhou. sorriu, 
/1/e invadiu. 
E eu quis 
Quis todos os momentos que ,·ocê me dava; 
Quis todas as juras que me falavas, 
Quis teu abraço, 
Como se fosse o primeiro e o ri/timo. 
Quis teu beijo, 
Porque nele sentia o gosto wrdadeiro; 
Quis teu corpo. 
Porque ele quebrava o gelo do 1111111do que cresci; 
E meu coração te entreguei. 
Por ser mudo que tinha no momento para te dar, 
Um coraçcio que há m11ito tempo vinha ii proc11ra 
De uma amor para amar; 
E você aparece como 11111 raio, 
Iluminando todo o meu caminho 
Mudo meu destino, me envolvc11, me protegeu 
Me abrigo11 com sem carinhos 
Me entorpeceu com seu jeito menino 
E agora é festa neste coração 
Louco de amor e fascinação. 
Mary Thilene Prado (CEFRON) 
Nascido há 2UO unos, 
Alcks,rndcr Sierguéievi1ch 
l'úchkin 1799-1837) é con i­ 
derado o maior poeta russo. 
Su,, pros,, rnurco o inicio da li- 
1cratura ru!lsa modcrnd e tudo 
o que se escre e ria depois SC· 
ria por ela influenciado. 
O prcsenlc volume, com 
prcf:cio de O o ris 
Scl111:iidem1:in. reúne sc1c no­ 
velas e uma sclcçno de 16 poe­ 
mas que prc1cndc111 mostrar ao 
leitor brasileiro a g.ranJc rcno­ 
vação que cslíl obra proporci­ 
onou à literatura russa. 
A primeira novela. O 
Negro de Pedro. o Grande, de 
1827, narra a vida do bisavô de 
Púchkin, o negro Aníbal, com• 
prado cm Constantinopla e 
dado de presente ao imperador. 
Duhróvski, novela encontrada 
entre os papéis do autor, de­ 
mons1ra de maneira exemplar 
sua ousadia no escrever, com­ 
pletamente inusitada na época. 
A dama de espadas, ao lralar 
do ca'pitulismo cm nscensào, 
mostra a capacidade de 
Púchkin em unir grand.:s temas 
a um tom galhofeiro. O chefe 
da estaçüo é apontado como 
um dos pontos de partida da 
chamada escola natural russa, 
cuja preocupação maior eram 
os problemas do homem do 
povo. O tiro narra um episó­ 
dio que reproduz uma passa­ 
gem biogr.íficadc Púchkin: cm 
1822. ao participar de um due­ 
lo cm que seu oposilor fracas­ 
sou no primeiro tiro, Púchkin 
deixou o campo se recusando 
a atirar. Kirdjali. bas.:ado no 
período em que o au1or viveu 
na Bcssarábia, deixa 
transparecer sua influência 
pelo mundo meridional. 
A presente coletânea 
traz ainda uma amostra S­ 
nificativa da produção poéti­ 
ca do autor. Poeta de c,prrito 
agudo, Púchk n tinha uma luz 
a111ên1ica Segundo G6gol, 
"ada poeta nos transmite na 
obra sua própria pcrsonalidJ• 
de, somente Puchkin é aque­ 
le qu.: tudo e que só no, d.'t o 
eco de si mesmo". 
A brilhante tradução 
do Boris Schnaiderman e 
Nelson Aschcr foi feita di­ 
rc1amcn1e d,, ediçào das 
Ohras comp/era.1 de l'ríchki11, 
cm dez volumes, realizada 
pda Academia de Ciências da 
U.R.S.S. cm 1956-58. 
RELAX 
- Você é 11111 mentiroso! 
- Mentiroso é você! 
• Bem agora que Já nos 
identificamos, que tal 11111 
cafezinho? 
O bebê grita a ple­ 
nos pulmões e a amiga 
sugere :i jovem mãe: Por­ 
que você não experimen­ 
ta cantar um pouco para 
ele e aquietar? Já tentei 
mas os vizinhos, manda­ 
ram dizer, que' preferem 
o berreiro do neném. 
Depois dos exames: 
Pai para o filho: 
- Deixe-me ver seu 
boletim filho. 
- Emprestei para um 
amigo que estava queren­ 
do assusrar o pai dele. 
(Rubka) 
• El . 
Li 
hW -=w :X 2 t 
-:j:; Escritório de Advocacia· 
Ora. Vi/ma da Silva & Ora. Lucimar P. Veiga 
OA8 IMS 2.574-B 	OABIMS 7.454 
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1 /05/ 9 06 
vogados f Advogado 
• • Sidnei Escudero Pereira • 1 
OABIMS4 908 
SE TIDO DE J1VTROSPEC('!Í() 
o que fechar os 
olhos e contat 	em, equando eu 
tiver terminando procuro voo 	oup 
1 
O ll1 1 
lu, ir para continuar o 
O entusiamo dançou seguido pela euforia A ale mra deu tant 
saltos que acabou por convencer a dv da e até mesmo a pata, q#e 
nunca se interessavam por nada Mas nem todos quiseram e e ondet, a 
verdade preteriu não parte par 
Para qué se no final todos me encontrarão",pensou 
A sabedoria opinou que era um jogo muito tonto (no fundo, o qu 
a incomodava era que a idéa não tivesse sido dela) e a covardia achou 
mais convemente no arriscar- se 
- (im, dois, trés, quatro Com{ou a contar a loucura 
A primeira a esconder-se foia pressa, que como sempre catu atras 
da primeira pedra do caminho 
A fé subiu ao cu e a rwja se escondeu atrás da sombra do trunfo, que 
com seu próprio estoro tinha conseguido subir na copa da arvore mas alta. 
A generosdade quase não conseguiu esconder-se, pois cada local 
que encontrava lhe parecia maravilhoso para alguns de seus mos, se 
era um lag.o de cristal, o ideal para a beleza Se era a copa de uma ir ore. 
perfei10 para a timide1. Se era o vo de uma borbolc1.,. o melhor J)JrJ a 
, olupia. Se era uma rajada de vento magnifico para a liberdade E assim 
acabou e,condendo,se em um raio de •,oi. 
O egoísmo, ao contráno, encontrou um local muitc, bonr de:.<lc o 
inicio, ventilado, cômodo, mas apenas para ele. 
A mentra escondeu-se no fundo do oceano (mcnlrra. ru ,cnLdc e-,. 
coodcu-sc atr:i, <lo arco-iri,) e a pamio e o desejo no centro dos vulcões 
O esquecimento, não recordo-me onde escondeu-se, mas isso não 
é o mais imponantc 
Quando a lournrucslaYa l.i pclo,999 999.oamorainda nà~ 
encontrado um lugar para e,;conder-sc pois 1odos;;í c,rn,ar- llpados, 
até que cnconlrou uma ro,a. e, carmhosamenic. decidiu e, ,mder-,c en- 
tre as pétala, 	. 
• Um milhão! - Terminou de conl.lr a loucurJ ,· meçou a hu..ca 
A primeira a aparecer for a pressa aP" "Uíso de uma pedra 
Depois, escutou-se a fé discu1indo com'j 7cu. sobre zoologia 
Sen1iu ,ibrar apawlo e o desejo os vulcões 
Em um descuido. encontrou a 11n~Ja. e. claro pode deduzir onde 
estava o rmmfo. O e~oismo mio 1e, e nem que procur.i-lo, ele ~,inho 
saiu do seu esconderijo, que na ,erdade era um ninho de vespas. De tanto 
caminhar sentiu sede. e ao se aproximar de um lago. descobriu a beleza. 
A dvda foi mais fácil ainda. pois a encontrou sentada sobre uma 
cerca sem decidir de que lado esconder-se. 
E assim foi t..'11contr.rndo a 1odos. o talento entre a era-doce, a 
angustia em uma cova escura a mentra atrás do arco-iris (mentira esta­ 
va no fundo do oceano) e ali o esquecimento, que ja havia esquecido que 
esta, a brincando de esconde-esconde. Apenas o amor não aparecia cm 
nenhum local. A loucura procurou atr.ís de cada al'or::, cmbalo de 
cada rocha do planeta e cm crma das montanhas. 
Quando estava a ponlo de dar-se por ,encida. encontrou urn,1 
roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mo, cr o, ramos, quando no 
mesmo in~tantc csculou um doloroso grito. 
Os espinhos 1inham forido o amor nos olhos, J loucura não sabia 
o que fazer para desculpar-se, chorou. rezou. implomu e a11: prometeu ser 
a panir d.ili seu guia. O amor sem culp~-la accilou. 
Desde então, desde que pda primeira ,·c.l se bnncou de esconde­ 
esconde na ti..:rra.. o amor é cego. I.! a loucura sempre o acomp,1nh,1 
,lfaximitimin "" Araújo Abt)(ltt - Belo lloruonlc-:IG 
(Rcpuhlicndo por ter ocorrido inversão tio texto na I' publicnçiio) 
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Dr. Marcus Antônio Ruiz 
Causas Cíveis, Criminais, Contratos 
(067) 251-1012 
Ruà 14 de Maio, 470 - Jardim -MS 
~

llirlO Tribuna da Frmtera 	18/05/ 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CARAC 
7 
1 irulos 
f(ccci111 Orç,1mc111, ri,, 
Receita Iibutária 
Keceita de Contribuições 
Rc<..c1l,1 Pa11 i111011ial 
lransferéncias Correntes 
(Julr,,~ lleceitn, Conente, 
Receita de Capital 
Subtotal 
Receita Extra-Orçamentária 
INSS 
Saltrio F11mili11 
Pensão Alimentícia 
Transferências de Duodccimo 
Despesas Orçamcnulrins a pagnr 
ubtotnl 
Saldo do Exercício inlcrior 
Caixa 
Bancos conta moviménto 
Bancos conta vinculada 
:'total 
Total G ·l 
REI IT, 
saldo Anterior No mi Acumulado Trtulo 
p pe tOr-.. 1'!r.tffi'. 
º·ºº 
XJ0.)6 10 36 Lera lata 
Judie ira 
º·ºº 
0.00 0,00 Adrintra, e ln! « '> 
reultut.a 
0,00 
º·ºº 
000 Comum 
º·ºº 
251.495.63 251. 195.63 Educação e Cultura 
º·ºº 
17 227.SJ 17.227.53 Energia e Ke aros Herats 
º·ºº º·ºº º·ºº 
Habitação e l rbanimo 
Saude e Saneamento 
º·ºº 
269.551.52 269.55),52 Assistência e Previdência 
Tran,ponc 
º·ºº 
º·ºº 
º·ºº 
º·ºº 
º·ºº 
0,00 
º·ºº 
º·ºº 
º·ºº 
º·ºº 
º·ºº 
Subtotal 
4.069,73 4.069,73 
º·ºº 
0,00 Despesa Extra-Orçamen'iria 
º·ºº º·ºº 
0,00 
º·ºº 
1 ss 
IJ 1.357,40 1) 1.357,40 nl,irio l'amíli,1 
Pensão Alimentice1a 
Transferências de Dude1mo 
IJ5.427.13 135.-127.13 Restos a Pag.ar 
Subtotal 
824.2) 824,2) Saldo para o mês seyuinte 
47.531,90 47.5) 1.90 
14.910.36 14.910.36 Caixa 
B, ncos conta mo, imento 
63.266.49 63.266.49 Bancos conta vinculada 
468.247,14 468.247,14 Subtotal 
Totnl Geral 
Dilmar da 'va Leite - Prefeito Municipal 	Cezario Souza Vilalba - Secretario de Finanças 
-- ,_ 
j ,: ftTI .1C 
t. 0) 	0.00 
IJOO 	0.00 
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0.00 	0 00 
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0 00 48 833,78 
º·ºº º·ºº 
0,00 	61 '>,7,f 
0,00 S5 ll'>.113 
0.00 	6256.11 
º·ºº 
O.ti</ 
º·ºº 
209 58-4.09 
61é6, 4 
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6 256.11 
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09584. 1 
0.00 	O.OU 
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0.00 	1026.72 1 026.72 
º·ºº 
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CJ,00 29 261.,08 20261,08 
O 00 106711.<,9 106 714.69 
º·ºº 
137 002,49 13í002,l'i 
0.UO 	1 6-IR,l2 	1 6-18,12 
º·ºº 
6k 320.19 68 320,19 
º·ºº 
51.692.25 5 692.25 
º·ºº 
121.660,5(, 121.660,56 
º·ºº 
468.247,1-1 468.247.14 
.Jünio tios Santos Jacques• Contador TC -CRC MS J 172 
Fundo Mun. Manut. Des. Ensino - Balancete Financeiro do mês de Janeiro de 1999 
Receita 	Despesas 
Titulos 	Saldo Anterior Do mês Acumulado Ti tu los 	Saldo Anterior Do ms Acumubdo 
Receita Orçamentária 	Despesa Orç.amcnt,,ria 
Receita Pnlrimonial 	0.0Q 
º·ºº º·ºº 
Educação 	0,00 46.919.91 -16.919,91 
Transferências Correntes 
º·ºº 
. 
29.138.25 29.138.25 Subtotal 
º·ºº 
46.919.91 46 919.91 
Subtotal 
º·ºº 
29.138,25 29.138.25 
Despesa Extra-Orçamentária 
Receita Extra-Orçamentária 	INSS 	0.00 	0.00 
º·ºº 
INSS 
º·ºº 
1.57),05 1.57),05 Salário Família 
º·ºº 
208.20 	:!08,20 
al:lrio Família 
º·ºº º·ºº º·ºº 
Pensão Alimentícia 	0,00 
º·ºº º·ºº 
Pens.1o Alimentícia 
º·ºº 
195,00 195,00 Subtotal 
º·ºº 
208.'.!0 	208.20 
Despesas Orçamentárias a Pagar 
º·ºº 
17.644,94 17.644.9-l Saldo do Período Anterior 
Subtotal 
º·ºº 
19.412.99 19.412,99 Caixa 
º·ºº 
52.91 	5:!,91 
Saldo do Período Anterior 	Oancos conta movimento 
º·ºº 
8.276.44 8.276.44 
Caixa 
º·ºº º·ºº º·ºº 
Subtotal 
º·ºº 
8.J29J5 8.329.)5 
Bancos conta movimento 
º·ºº 
6.906,22 6.906.22 Total Geral 	0.00 	55.457.46 55.457.46 
Subtotal 
º·ºº 
6.906,22 6.906,22 
Total Geral 
º·ºº 
55.457,46 55.457,46 
Dilmar da Silva Leite - Prefeito Municipal 	Jànio dos :intos Jacques - Contador TC/CRC MS 3172 
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Fronteira Geral 
, 
KOHL E RECEBID 
FESTA EM BELA VI 
I I 
O Vicc-Ciovcrnndor 
do Estudo de Mato Gros­ 
so do Sul, Moacyr Khol, 
rcu:pcionado com festa 
1111 cidade de Ucla Vista. 
onde cl1t:go11 ~fthado por 
volta das 0K:30 horas e foi 
recebido por militantes do 
PDT sob a coordcnação 
do Presidente do Partido, 
Oispo. 
Foi realizada a maior 
ca1Tcata ela história de Bela 
Vista, com mais de 110 (cen­ 
to e dct) veicu los, todos fo- 
em 
c1re ce 
A grande mobilização 
do PDT mostrou a força do 
partido cm Dela Vista, quc 
conseguiram sem os políticos 
tradicionais fazer uma grandc 
c=nta, uma grande reunião. 
Também no Sudoeste 
ex-Prefeito de Caracol, 
Juvino Godoy: a Vereadora 
Mugaly Godoy e outras lide- 
mm e ponrancamcntc, sem 
receber dinheiro ou combus­ 
tível, foto inédito na cidade. 
Kl10! estava acompn­ 
nhaclo de várias lideranças 
do PDT, como Deputado 
Loester, Dr. Trcvisan. Presi­ 
dente do PDT ele Campo 
Grande e também abonou 
simbolicamente fichas cios 
novos filiados. 
Mais de duas mil pes­ 
soas estiveram na inaugura­ 
ção do Diretório do PDT 
nesta cidade:. 
ista 
ranças daquela cidade. 
Estiveram presentes o 
Profrssor Ivan (Jardim), a 
ex-Prefeita de Antonio joão, 
Nilce fo:irc:. 
Kohl ficou animado com 
o cn:scimcnto do PDT cm 13ela 
o PDT cresce. foi filiado o Vista. que segue no trabalho de 
orgnniwç:1o do panido e. agora 
cm sua nova sede que foi inau­ 
gurada no sábado. 
Kolhlll recebido 
por lideranças 
Flagrantes da visita do Vice-Governatlor Moacyr Khol 
A 
l 
........,_,,,. 
Khol manh:vc contatos 
na cidade. com lideranças de 
vários partidos políticos. dcn­ 
tn: eles. o Presidente da Cá­ 
mara, Vcn:ador Renato de· 
ouza Rosa. V crcador Gctü­ 
lio Lino, cx-prdi:itos Edson 
Medeiros de Moracs e Abraào 
Zacarias; Presidente do PT 
local, Profcssor Valdir Cardo­ 
so. liderança dos Assentados. 
lideranças de Pccuaristas. 
Avelino, Marcinho, dentre 
outros. Tarnbêm visitou ares­ 
ta do Laço na Fazenda do r. 
Elpidio Gonçalves. 
Khol que teve uma 
agenda bastante concorrida. 
ainda abriu a Assemblêia 
sobrc o Orçamento 
Participativo no Cine ão 
Cristóvão. Khol deu entre­ 
vistas nas Rádios e jornais 
local e 13clla Vista Paraguai. 
No mês de Junho cm 
data a . cr confirmada. o 
Vice-Governador Moacir 
Khol deverá ,star cm Cara­ 
col. a convite de Juvino 
Godoy para a organizaçjo e 
n.:c;truturaçào do Partido e 
consequentemente um.i 
g_randc fcsta. onde Kohl. de- 
vera er e sentir a lrdcrança 
de Juvino e a hospitalidade 
do p·.>vo car,1co!i:nsc:. 
~ 	[X'T):41.:11':-1 
N'Cbrlo~ 	"1)..1:, 
MÇ.t.llc;e 4U10l$1' 
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