REGIONAL 
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13 do Junho - 
Porto Murtinho - Bela Vista - Jardim - Antonio Jóao - Bonito - Guia Lopes da Laguna - Nioaque - Caracol 
Nossa homenagem aos murtlnhenses 
Um dia, não era um dia qualquer, era um dia multo especlíll, Porto Murtlnho 
comemorava aniversário de fundação, o prefeito naquela oportunidade era o 
senhor Alcyr Nogueira Coelho, produtor rural, homem ílffivel, sereno, equlll­ 
brado, um amigão o Alcyr. Naqueles tempos os jornalistas que visitam a 
cidade eram apenas dois, visitas periódicas, lva!do Pereira e Dupré Giurcla 
Coelho. Não era fiicll, tempos bicudos, mas valia a pena vencer os quase 400 
km de terra e chegar no Portal do Paraíso. Tudo era diferente. 
Pois foi num dia desses, aniversário de Murtinho, que ouvimos de Alcyr o 
comentário, ou melhor, a resposta para a pergunta: 	' • 
- Qual a malor riqueza de Porto Murtinho? 	'íj 
- Nossa maior riqueza, filho, é o 'nosso povo. Temos fibra e garra, aliadas à 
senslbllldade e alegria de viver. ' 	' 
Ouvimos em silêncio. O tempo, Julz dos atos, se encarregaria de provas as 
palavras do então prefeito. . 
E chegaram as enchentes. As Inundações da cidade. Nós mesmos, do Dlá­ 
rio da Tribuna da Fronteira, tivemos o escritório destruido, por três vezes, pois 
foi nessa época, nesse tempo, que confirmamos as palavras do prefeito, não 
que duvidássemos, queríamos ver o povo, sua reação, em tempos de pressão 
e crise, Quer maior crise e pressão ver sua casa, seu comércio, destruldo, 
perder tudo? 
E o povo murtinhense demonstrou GARRA em lutar para manter a cidade 
no mesmo lugar, queriam mudar Murtlnho para o Km 8. FIBRA para vencer os 
desafios da reconstrução. SENSIBILIDADE para captar' dos Incidentes, lições 
de vida e despertar a solidariedade. E ALEGRIA DE VIVER, demonstrada nos 
acampamentos, nos barracos de lona, cantando, sorrindo, vivendo, com a 
esperança de dias melhores. E com a esperança a certeza da futura constru­ 
ção do DIQUE. 
Eo DIQUE foi construido. 
O povo, fellz, como sempre, voltou para suas casas, multo mais fortalecldo, 
com mais garra, mais libra, para continuar a luta. É um povo que supera em 
tempos de crise. 
Esse povo merece mesmo ser feliz. 
Gostaria, hoje, de lembrar de alguns amigos, mas poderia cometer Injusti­ 
ças ao citar nomes, tivemos e temos tantos amigos em Murtlnho, mas é 
preciso lembrar de Jonas Amarage, Alcyr Idelfonso, D. Osvalda, Sr. Beto (pal 
do Emesto - Vaca Preta), Nelson Feres, Ramão Vitorio, Dr. Everaldo, D. Pabla, 
Bidu, Salvador, DI Piero, D. Irene, Dr. Cezar Fróes, Marcionil, seo Orcírio, meu 
Deus, eram tantos, hoje a cidade, como um todo, é de amigos. 
Com o tempo Porto Murtlnho foi se modificando, chegaram os turistas, a 
nossa maior riqueza • o povo- soube se adaptar aos novos tempos. Todos os 
anos, são milhares, a todos os murtinhenses recebem de braços abertos. 
Nadá fala mais profundo n'alma e no coração, do que o texto do Jornalista 
e escritor lvaldo Pereira, em um de seus livros. 
Els a transcrição: 	. _ • 
.•. não há palavras para descrever a beleza do pôr do sol às margens do rio s 
Paraguai em Porto Murtinho, às vezes o silêncio contemplativo expressa melhor 
os nossos sentimentos do que verbo, a palavra ... 
... Nem todos que visitam Porto Murtlnho sabem captar o espírito mágico 
da cidade, do seu povo. Existe mesmo, sou testemunha disso, cidadão 
murtlnhense por graça e cortesia do então vereador Sandro Maldonado, da 
familla Maldonado. E me orgulho disso. Essa vibração, esse não sei o que de 
mágico é que faz de Porto Murtlnho uma cidade diferente. Anjos e demônios 
convivem, quem tem olhos para ver que veja, é preciso não se guiar pelas 
aparências, talvez seja aqui o local onde as almas se encontrarão para o 
grande acerto de contas ... 
Não concordo plenamente com o escritor, só em parte, entendo que aqui 
as almas se encontrarão, no grande ajuste, para viver, eternamente, no para­ 
iso, pois, para nós Porto Murtlnho é o Portal do Paraíso. 
Falar das belezas naturais, da nossa riqueza cultural, dos prédios tomba­ 
dos pelo patrimônio histórico, do rio e dos peixes, do terminal portuário recen­ 
temente Inaugurado, das obras da prefeita Mlrlan (primeira mulher a se eleger 
prefeita no Sudoeste), das perspectivas de progresso, tudo Isto é multo im- 
, ) portante, mas o mais Importante, HOJE, é homenagear todos os murtinhenses, 
• naturais ou adotivos, pois SER murtinhense é mais um estado de espirito. 
Com a chama do EU Imortal Iluminando o nosso caminho, com o espírito se 
abrindo para o Ili Milênio, nossa saudação é mais um chamamento à luta na 
conquista dos melhores dias preconizado por nossos antepassados quando '~ • 
SONHAR era preciso. ' 
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PARABÉNS PORTO MURTINHO 
Todos nós do Dlárlo Trbuna da Fronteira

2 
Cid::sdc.r.'Pcrto ~urtmho - 12 dt-Jur.ho'93 • Tnbun il d 
Front Ira 
Parabéns 
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desprendimento, por suas autondades. Porto MAurtnho com seus 
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rno ' • la é exemplo disso. Onde trabaham e te'@ - • 
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, 11,. J·. esse caminho, Porto Murtnho, sera casa 	- 'i 	, 
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11 r . : ,,,, no contexto estaduaL ,1o co1,.emorc11111 • ' 
F 	,, ih, d, do vo, tomesmo tempo 
Porto Murinho pelo espinto realizador de seu povo... Ti q 
d d Muns po peto 
em que cumprmento a autondades construi(a O ' 
cf prendmentos como conduzem os destinos da terra 
Sccr~tino de Infra Estrutura 
Homenagear Porto Murtinho 
é tarefa do dia-a-dia, folar 
de snua importância, seu real 
ralor, o que r11preseuta aos 
filhos desta terra e aos 
, 
1 
_ 	l f ] mitos que a amam não 
basta. E lrabalhaudo, 
ajudando no seu 
....is.,desenrohimento, produzindo 
riquezas, e lutando por sua 
grade, que melhor 
podemos home11ageá-la. Isto 
temos feito, incessantemente, 
como filhos de 11mrtinho 
interessado em seu progresso. 
Estamos satiifeitos e 
conscientes do dever cumprido 
mmos persistir neste ideal 
para que a cada dia. que 
pare, qm a cidade cresça e 
desenrola-se ocupando lugar 
de destaq11e uo ce11ârio 
estadual. 
i 
( 
- ! 
Ao completar mais um ano de Emancipação polírico­ 
admini.ttÍ-atÍl•o, nós, Hi/hertp e Efi-:.ahe(e, queremo., desejar 
o: atodos.os martinhensese as autoridade.constituída5 ' 
nossos cumprimentos.pelas realizações que estão sendo 
promovida pelo município, com o trabalho de um povo 
.- , ,, I / # / 	"d 
< ardei ro e consciente dos deveres cumpri os, 
Pa{ahé,;:,- P,.orto Murtinho pelo 87 anos de exémplo 
de dignidade 
_ Expediente 
it. al	ie e.et e dit e ir.. dt.. age alie 
FJndado em 20 de Fevereiro de 1972 
Propriedade de: Maria Estela Velasquez Pereira 
CGC 03.201.266/0001-90 
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Filiado: ADJ0RI e ABRAJORI 
NOS 8 7 ANOS OE: NOSSO 
MUNICÍPIO VAMOS ORMAR UM· 
LAÇO DE: UNIÃO P~RA .JUNTOS 
MEAR E ALAVANAR 
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E: 
ECONÔMICO DE: NS5A QUERIDA 
PORTO MURTINHC. 
Não é hora de propostas, mas é hom de 
trabalho, de ação, hora de condamar todos 
os mu.rtínhenses a lutar. a batall1ar. por 
conquistas que se fazem necessárias. 
Muito já foi feito, rendemos homenagens 
aos que trabalham por Porto .lurtinho. dando 
sua parcela. 
É hora de continuarmos nesse 
tmbalho. com desafios novos. COI IOYaS 
alternativos. 	• 
O potendal de nossa cidade é 
imenso._ seu povo consciente dos den:n:s e • 
das obngaçoes inerentes ao trabalho de 
comunidade 	~ uu.a

Diário Tribuna da Fronteira 
Porto Murtinho - É 
mais cio que notório, um dos 
maiores problemas do Ira­ 
sil, hoje, é o desemprego, 
isto ocorre em São Paulo, 
Rio de Janeiro. Campo 
Grande, Manaus e, também, 
cm Porto Murtinho. O pro­ 
blema do desemprego ocor­ 
re nas pequenas, médias e 
nas grandes cidades. 
O que precisa ser va­ 
lorizado, incentivado, moti­ 
vado, é o pequeno e médio 
empresário, são eles os mai­ 
ores geradores de empregos 
no Brasil; cm Porto 
Mortinho, então, nem é pre­ 
ciso lembrar, são os peque­ 
nos e médios empresários os 
maiores responsáveis pelos 
Geral 
GENTE QUE É NOTÍCIA Nota de Repúdio à 
E 
, • M • • D 1 · Rádio FM Fronteira 
In presar1o aurIcIo 'aVOlI ....» ± 
jovem Alex Ferreira leite Aruelho, falecido o dia 0l d Junho 
pp em um acidente de moto, de que a HM fronteira divulgara 
através de seu puogramas que houve omissão de «oonro a vti­ 
ma por parte do Hospital São Vicente de Paula e que foi solita­ 
da a ambulância ao Centro de Saúde e ninuem soube responder 
qual era o destino da ambulância, fiquei constranpido e ofendi­ 
do. Não como Diretor de Saúde ou Secretário do Conselho 
Municipal de Saúde, mas acima de tudo porque se tratava da 
pessoa do meu melhor amigo 
Resumindo. quero esclarecer que na referida data (das 17 00 
à 20.30 horas) estávamos com o Conselho Municipal de Saúde 
reunidos no Centro de Saúde, com a presença dos senhores (as) 
Dra Maria Cláudia L. P. Lino - Secretária Municipal de Saúde, 
Dr Carlos Alberto Oeiriz (Cachito) - Diretor Clinico do Hopi­ 
tal São Vicente de Paula; Vlmar da Silva Santos - Inspetor da 
FNS; Maria Aparecida Arguelho - Representante dos Trabalha­ 
dores em Saúde no Conselho, Leda Loureiro Palmiéti e Adio 
Florentino - Representantes dos Usuários, Laura Cortez 
Szczypior - Assistente Social Agentes Comunitários do PACS e 
convidados. 
Também havia um médico fazendo atendimento. Dr. 
Rodrigo Nascimento Coelho, chefe da SSRUIO RC Mec, que 
presta serviço no Centro de Saúde no período notumo, além dos 
três motoristas que dispomos e as respectivas, i.,turas (incluindo 
a ambulância). Todos os citados presentes podem testemunhar 
que não recebemos telefonema algum solicitando socorro ao jo­ 
vem Alex e que ninguém nos procurou neste período. 
Acompanhei o ocorrido de perto e me deparei com várias 
contradições, uns dizendo que quem socorreu a vitima foi a viatu­ 
ra da Polícia Militar, outros dizendo que foi um carro de terceiro 
que passava na hora do acidente, quando na verdade a vítima foi 
socorida pelo Sr Amadio atumino Rodrigues Quintana (Nenê), 
seu filho Amarildo e o Sub-Tenente da reserva Anilton José Fari­ 
as, os quais possuem telefone mas não fizeram nenhuma ligação 
pedindo socorro, pois o caso urgia emergência e tomaram provi­ 
dências encaminhando imediatamente a vítima ao Hospital 
o outro dia (02/06) ouvi uma gravação do Programa Flá­ 
vio Godoy, que histericamente perguntava onde estava a ambu­ 
lância no momento do acidente. di1endo ainda que o jovem fale­ 
ciclo morreu num "racha" (disputa em alta velocidade), fiquei 
mais constrangido ainda. Primeiro porque não temos que dar 
satistação a nenhum locutor de rádio, principalmente de emisso­ 
ra do Paraguai; Segundo, se tivéssemos que prestar algum escla­ 
recimento seria ao Prefeito, ao nosso Conselho Municipal de 
aüde, ou à algum requerimento judicial. 
Outra coisa, quando procurados nunca medimos esforços ou 
escolhemos pessoas, religião, partido, dia ou horário para aten­ 
dermos. ossos motoristas viajam tanto aos dias normais como 
nas datas festivas, feriados, final de semana, enfrentando chuvas, 
frio, noites e madrugadas, não havendo qualquer distinção com 
quer que seja. Aqueles que já se serviram de nossos préstimos 
que o digam. Para se ter uma idéia, neste primeiro semestre do 
ano de 1999 (incompleto) já transladamos mais de 400 pacientes 
cm busca de recursos em outros mun.icipios do Estado e fora 
(inclusive parente bem próximo do locutor). Agora, imagine se 
eu me omitiria em socorrer um amigo, que inclusive havia almo­ 
çado em minha casa naquela data! 
Quanto a afirmaçãodo referido locutor, de que o jovem 
Alex Ferreira Leite Arguelho morreu num "racha", considero um 
absurdo e uma grande inverdade. Talvez isso se deva a 
empolgação ou a falta de cultura do locutor, que não respeitou a 
tragédia do jovem e muito menos os sentimentos dos seus fami­ 
liares e amigos. São esses os motivos que me fizeram repudiar 
a Ridio FM Fronteira. Sempre digo e repito que o bom repór­ 
ter é aquele que vai em busca da notícia, acompanha os fatos e se 
certifica da sua veracidade, não aquele que inventa ou vai na 
conversa de terceiros. 
Escrevi esta matéria, não no intuito de me confrontar com 
a Rádio, mas sim para chamar a atenção da sua Direção (se é que 
tem), para que seus programas deixem de ser menos sensaciona­ 
listas e sim mais realistas, deixem de ser menos fictícios e sim 
mais culturais e verdadeiros, deixem de ser menos infantis e sim 
mais idôneos e respeitosos, principalmente com nós brasileiros e 
com as familias abaladas por tragédias como essa. Isto porque até 
agora a Rádio FM Fronteira está parecendo o grupo "Café com 
Bobagem", fazendo tudo na base da imitação, pois é um tentando 
imitar o Padre Marcelo Rossi, outro imitando o Asa Branca, outro 
tentando imitar o Ratinho do SBTe assim sucessivamente. Espero 
que a minha observação receba o apoio e a atenção dos seus pa­ 
trocinadores e da sociedade organizada do nosso Município. 
Tenho respeito e consideração por todos da Rádio FM Fron­ 
teira, como pessoas, mas não posso dizer o mesmo com relaçã a 
suas atitudes, a exemplo do lamentável episódio ocorrido. Nós 
humanos todos estamos sujeitos a erros, mas podemos nos redimir 
com humildade e inteligência. É o que espero da FM Fronteira 
92.5e que esta Rádio tenha muito sucesso no futuro. 
Flivio Henrique (Pistonbo) 
empregos existentes. 
Quando se fala em em­ 
presários, entre outros, DES­ 
TAQUE ESPECIAL para o jo­ 
vem MAURICIO DAVOLI, 
proprietário de dois postos de 
gasolina. barco e participação 
em outras empresas. benefici­ 
ando mais de 50 familias, dire­ 
ta e indiretamente, i to implica 
num universo de, aproximada­ 
mente, 300 pessoas 
Mas, MAURICIO 
DAVOLI não é apenas um 
empre ária preocupado com 
o lucro de suns empresas, 
fato normal, vai além, pos­ 
sui sensibilidade social, pre- 
ocupa se com os problemas 
sociais de sua cidade, de sua 
gente, nunca nega o seu 
apoio às iniciativas de cunho 
social. Em quase todos o 
eventos MAURÍCIO está 
presente, participando, in­ 
centivando e patrocinando. 
Um homem que acredita cm 
Porto Murtinho, investe na 
cidade, é um amigo de seus 
funcionários, do. carentes 
que sempre encontraram as 
portas de seus estabeleci­ 
mentos abertas, por menor 
que seja a ajuda, MAURI­ 
CIO sempre colabora. 
Semana passada, quan­ 
do surgiu o problema do gás, 
da distribuição, ele que repre­ 
senta urna empresa, disse que 
faria o passivei e o impossi­ 
vel para manter o fomecimen­ 
to e a tabela, não concordan­ 
do com as regras do jogo dos 
cartéis. Amigo do povo. 
Em sua mensagem no 
dia do aniversário de Porto 
Murtinho, ele que é um gran­ 
de incentivador do turismo. 
disse o seguinte: "Sonho 
grandes sonhos para Porto 
Mortinho, quero ver nossas 
ruas pavimentadas, nossas 
crianças nas escolas. lojas 
com movimento, aúde para 
todos, parques e jardins, tu- 
ristas, muitos turistas nas 
ruas, nos hotéis, quero ver a 
Empresário Maurício Davoli e Esposa 
nossa juventude praticando 
esportes. quero ver o nosso 
povo feliz. Tudo isto quero 
ver. e, com certeza, para que 
isto se tome realidade, darei 
tudo de mim". E SE É O 
MAURICIO. GE' 'TE QUE É 
OTÍCI/. (PP) 
Mensagem 
O Governo Popular do E tado de Mato Grosso do 
parabeniza Porto Murtinho pelo eu 
aniversário. 
Que sejam 
sempre marcas 
de desenvol- 
vimento e 
justiça social; 
o maior motivo 
que leve os 
murtinhense a 
acreditar que 
uma cidade se 
desenvolve com 
a1 rça e 
contribuição 
de cada 
um de seus 
habitantes. 
Parabéns 
Porto 
87 anos 
JOSÉ ORCÍRIO MIRANDA DOS SANTOS 
Zeca do PT- Governador 
ui, 
Ramez elo­ 
gia proteção 
de rios na 
fronteira com 
o Paraguai 
Para o Senador, acordo 
assinado entre os dois 
Países preserva a natureza 
e o sustento econômico 
das populações ribeirinhas 
Desde o dia 20 de Mio, o 
Brasil e o Paraguu tm legislação 
comum destinada a proteger da pesca 
predona os nos localizados na fron­ 
tora entre os das países A assmnatu­ 
ra do acordo blatera! for atada como 
um fato a'tamente promissor para a 
preservação do meo ambiente pedi0 Se 
nadar R.amcz Tcbtt (PMDB-tv!S), 
cm discurso feito no plnano 
Segundo o Senador, o esta­ 
belec1 mento das novas normas 
aconteceu dos anos depos de mn­ 
tensa mobilização d1 população de 
Poro Murunho, em Mato Grosso 
do Sul e de gestões que ele própno 
fez Junto ao Miru stério das Rrlações 
Extenores 
- Estão proibidas agora as 
redes, tarafas, explosivos e outros 
cqu,parnaitos danosos. Esta é mais 
uma vitória da dtplomaaa brasilei­ 
na- destacou 
Em consequnaa do acordo, 
ficam protegidos a natureza e o sus­ 
tento econômuco das populações ri­ 
beninhas, dependentes de pequenas 
quantidades de pescado, asseguran­ 
do-se condições minimas de sobre­ 
vvhaa para os indios paraguaios, 
afirmou Tebct Ele lembrou que a 
nova legislação ajudará também a 
indústria do runsmo, já que os po 
tenciais visitantes se sentirão atrai­ 
dos pela eisthaa de cardumes ca­ 
pazes de viabilizar a pesca amadora. 
O Senado: por Mato Gros­ 
so do Sul rcfenu-se por fim à 
reinauguração rente das instala­ 
çes portuinas de Poro Murinho, 
is margens do Rio Paraguai, pelo 
Ministro dos Transpores, Eliseu 
Padilha Conforme Ramez Tebe. a 
navegação naquela área está sendo 
feita de forma ecologycamente coar­ 
nu. inclusive com o uso de em­ 
barcações apr0nadas.. 
13/06/99 03

Wárjo Tribuna da Front ÍI Prefeitl a uoono e 04 
Prefeitura Municipa 
ADM 
As pala, rns silo rnúgkas. com po­ 
der de construir e destruir. foi através 
da palavra que Deus se manifestou (o 
VERBO) e o mundo (a LUZ) foi criado. 
A Luz se manifestou através da PALA­ 
VRA. O homem (o ser humano) antes 
de existir jà existia na MENTE de 
DEUS, a palavra o materializou. does­ 
pirito à carne. veste temporária. 
Quando o homem não sabe utilizar 
a força múgica das palavras de gera 
guerras, atritns. desuniões ... A história 
é pródiga cm exemplos nada 
dignificantes de como o homem pode se 
perder através da palavra. Mas ... quan­ 
do, desperto. consciente da força. o ho­ 
mem numa simbiose perfeita une PA­ 
LAVRA e AÇÃO, adquire potencial 
para avançar. no tempo e no espaço, pas­ 
sa a conjugar o VERBO CO SIRUIR 
PALAVRA e AÇÃO. mente livre. 
homem livre. 
Mas o que tem a ver todas essas di­ 
vagações filosóficas com o aniversúrio 
,., 
ISI_RAÇAO DEN 
de Muninho. corn a Administração da 
D. Myrian Silvestre do, Santos. mulher 
guerreira do Sudoeste'? 
Muito. Primeiro. porque, alegam os 
críticos. que o PT. os petistas, têm o po­ 
der da palavra, o tlom de falar manipu­ 
lando massas e pensamentos. 
Quando 11111a mulher. petist.1. fala. 
fala também com o coração, coração de 
esposa. de mãe. é o lado feminino do 
universo se mani fcstando. é a emoçào 
aliada a razão. 
Forjada nas trincheiras do respeito 
à cidadania. a Prefeita de Porto 
Murtinho sempre priorizou o ser huma­ 
no. a formação do ci<ladào pleno. desde 
quando era PRIMEIRA DAMA. esposa 
do cntiío Prefeito Heitor Miranda dos 
Santos. 
Querida pelos mais carentes. pelos 
marginalizados por um sistema mjusto 
de Governo. de modelo. Fez. na época, 
o que era possivel fazer. Talvez. por 
isto, venceu as eleições. sendo eleita a 
primeira mulher Prefeita do Sudoeste. 
o inicio desse comentário. (arti­ 
go) falamos de PALAVRA <le AÇÃO - 
quando atingimos esse estágio. de unir 
palavras à açJo, teremo~ IMAGf: - no 
mundo <le hoje são as imagens que to­ 
cam mais fundo os nossos sentimentos 
e corações. Diariamcnlc vemos nas te­ 
levisões IMAGENS fortes - positivas e 
negativas - Myrian conseguiu isto para 
a PORTO MURTINIIO de hoje. urna 
IMAGEM FORTE. POSITIVA e CON­ 
FIANTE. 
Em homenagem à sua ADMINIS­ 
TRAÇÃO publicamos algumas fotos 
(imagens) de um tempo que chegou para 
lícar e evoluir. marca de uma filosofia 
de Governo que soube atingir a trilogia 
da cvoluçào do homem na terra - PA­ 
LAVRAS - AÇÕES - IMAGE S 
Em nome <la Prefeita e de sua equi­ 
pe de Governo. saudações ao povo de 
Murtinho lembrando que estamos ape­ 
nas no inicio de uma grande caminha- 
,-------------------, 
da. onde o objetivo principal é você. CI­ 
DADÃO. C[[)ADÀ.. 
Recuperação das áreas verdes 
Recuperação das áreas verdes - parceria 
com a 2Companhia de Fronteira 
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J 187.1258 
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Modernas Lixeiras na.s 1•in.s públicas 
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' questões da mulher: Marilucy e Mane 
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3." A 
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E:= 
Rec. da Ponte Santo Antonio - Bocaiuval - 
Parceria: Prefeitura, Gowemno do Estado e Fazendeiras 
Crianças da Creche Municipal 
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5.GG. 
1~ 
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i 1 1 1 • 
idlN! Hiii 
Orçamento Participativo: democrarização da 
Administração Municipal 
Campanha de Vacillação de Poliomielite · 
Recuperação das vias urbanas e rurai.s 
Máquina adquirida através de Convênios. 
Apoio: Ex-Deputado Oscar Goldoni 
Creche Laura Vicwia 
Constante lim • 
peza d11s vias públicas

jário Tribuna da Fronteira ~relei tu~a 13/06/99 Pág"n o 5 
1 de Porto Murtinho 
,OCRÁTICA E POPULA 
Vista aérea da Aldeia Kadi111é11 
Inauguração do istema de Abastecimento til' 
,ii:1111 11111 ,Hdei111 lnd[ge11as 
Giná.Ho de E!.portes (antes) 
Pllrceria com a ENERSUL - Iluminação 
Pública - Prioridade 
[ 
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Dia /11ternacional da Mulher 
F F A• 
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Ate11tlime11to aos Idosos 
Pref Mfrian entre os indigenas - visita contante 
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Secretário de atitfe presente na Altleia 
Kat/11•tim 
Apoio ao Esporte - Rd11. do Gi11. de &.porre, (/roje) 
Atendimento constallfe ti com1111idade 
Posto avançado da Polícia Florestal 
na Colônia Cachoeira 
-1:' I' J- 
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Pratação de Contas à População 
Indios Kadwéus recebendo o apoio da 
Prefeita Myrian dos a11tos 
Centro d<' Ctimofrênci" dof /dor1H {t111tt!s) 
Atendimento aos ltloHJI 
Siruma de A hn<tt.'c1me11to de tig11a -Aldeia 
To11uí:it1 
. _;.Y .~ 
t· , 
l 
IL 1 
tf 
, li, z z L . __ . , , _--,,?. 
Campanha Cidade limpa 	Ginásio de Esportes (antes) 
Apoio constante à Polícia l'tfi/itar 
Governador Zeca do PT, Comandame da 2 
Companhia de Fronteira 
l.JJteamLnto Poplllar 
Recuperação dos Pontilhões 
Olaria Municipal-Projeto.Npssa Casa 
(Casa da Gente), •

E porte 
E.C. Primavera é o Campeão da 1ª Taça Fronteira 
Diário Tribuna da Fronteira 	13/ /99 06 
E. C. Primavera, Campeão da I" Taça Fronteira de Futebol 
Bela Vista - No último 
dia J0 do Maio. domingo. no 
Estádio Municipal Otrívio 
Fontoura, foi realizada a parti­ 
da final dn 1' Taça Fronteirn, 
envolvendo as equipes do E. C. 
Primavera, de Dela Vistn Vista 
e Sky Linches, da vizinha ci­ 
dade de Caracol. As duas equi­ 
pes chegaram à linnl do tomeio 
depois de eliminarem nn fase de 
classificação, cm jogos de ida e 
volta, o E. C. Obrero, de Betla 
Vista Paraguai e o Grêmio 
Pedro Rufino, de Dela Vista. 
A competição. promovi­ 
da pela Delegacia de Árbitros 
de Bela Vista -DARB- presi­ 
dida pelo Sgt. José Antonio de 
Melo, teve início no dia 21 de 
Abril passado, os jogos entre 
as quatro equipes panicipantcs 
foram realizados cm Dela Vis­ 
ta, Dclln Vista Paraguai e Ca­ 
racol, dia 22 de Maio foi reali­ 
zada a primeira parida da fase 
final, no Estádio Municipal 
Hamet Vargas, em Caracol, en­ 
tre as duns equipes classificadas 
para a decisão, Sky Lanches e 
o E. C. Primavera, a qual teri- 
11011 empatada em zero a zero. 
Na segunda e decisiva 
partida, cm Dela Vi ta, o E. C. 
Primavera entrou cm campo 
com a vantagem do empate 
para ser cnmpeão, o Sky Lan­ 
ches precisava vencer e partiu 
logo para o ataque. No primei­ 
ro minuto de jogo a equipe 
caracolense perdeu a oportuni­ 
dade de abrir o marcador de­ 
pois de uma falha do goleiro 
Ricardo Jara, que soltou a bola 
nos pés do perigoso atacante 
Robson Marin, felizmente o 
avante do ky não estava bem 
no jogo e deu oponunidade do 
goleiro primaverense se recu­ 
perar da falha. Depois foi a vez . 
do meio-campista Juninho tam­ 
bém deixar de marcar para os 
caracolenses. Pelo lado do Pri­ 
mavera, a equipe jogou bem 
postada, se preocupando mais 
com a marcação e cm não to­ 
mar gol, por isso no primeiro 
tempo pouco ameaçou a meta 
do bom goleiro Marcelo. 
No egundo tempo era 
Sky Lanches - ice-Campeã da I" Taça Fronteira 
PREFEITURA MU 
DE PORTO MURTI 
ICIPAL 
HO-MS 
Decreto Nº 2.228/99 - Em 02 de ,Junho de 1999 
"Decura Situação de Emergência no Município de Porto 
Murinho, e dá outras providências" 
1yna.n Concc,ç:io Silvestre dos Santos. Prefc,ta Murucpal 
de Porto Murtmho, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas 
atnbuiçoes legas, 
Considerando que a firma que foi contratada para fazer o 
muro de contenção do dique não concluiu o ser1ço, 
Considerando que o dique de proteção ~s cheias se encontra 
cm ~rios pontos de sua extensão com problemas de infiltrações, 
crosao cm sua parte externa e as constantes chuvas que assolam a 
região de Porto Murtmho; 
Considerando que o nivel do Rio Paraguai vem submdo cons­ 
tantemente devido as águas que vem descendo da regiões de Caceres 
e Corumbá, coloca em Estado de Alcna o Mwücip10, 
Considerando que os serviços não foram concluidos, quais­ 
quer alterações do Rio acima da média nonnal coloca em nsco a 
perda de todo o serviço já exccut:ido. 
DECRETA: 
Ar l- Fia Decretado "Situação de Emergia", em toda 
regyão nbeinnha do Rio Paraguai e afluentes e no perimetro urbano e 
de extensão urbana, do municipio pelo período de 90 (noventa) dias 
• . Art.2º • Este Decreto cntrar.í cm vigor na data de sua publica­ 
ção, revogadas as disposições em contr.írio. 
Myrian Conceição Silvestre dos Santos - Prefeita Municipal 
Filhotes de cães da raça Rothewailer tratar com o 
William na Veterinária Campolina ou pelo fone: 495-1317 . 
CaracoVMS. 
1 CASA DE ALVENAIUA em Bela Vista e 1 SÍTIO 
na Chácara das Mansões em Campo Grande. 
ALUGA-SE UM SALÃO no centro em Bel Vista. 
Tratar com Sr.Corumila pelo Fone: 439-1076 
tudo ou nada para o Sky Lan­ 
cbes, que partiu para cima. o 
Primavera tirou proveito dessa 
situação e começou a ameaçar 
nos contra-ataques, o técnico 
Roberto Ramos colocou em 
campo o atleta Reinaldo Jara 
parn explorar mais a velocida­ 
de nas jogadas, o que acabou 
dando certo, foi exatamente em 
uma jogada de Reinaldo fora, 
nos 18 minutos, que o atacante 
Elson ficou frente a frente com 
o goleiro Marcelo, acostuma­ 
do a fazer gols ele não teve di­ 
ficuldades e colocou a bola no 
barbante caracolen e. Aos J 7 
minutos, depois de uma 
bobeada do meio-campista Is­ 
rael, Reinaldo Ramos chutou 
na trave, Robson Denites acre­ 
ditou na jogada, chegou primei­ 
ro que os zagueiros e fez o se­ 
gundo gol para o Primavera. ó 
aos 45 minutos. depois de uma 
cobrança de escanteio. o Sky 
Lanches conseguiu seu gol de 
honra com o jogador Carlinhos, 
dando números finais a parida 
Com o resultado o E. C. 
Primavera conquistou o título 
da l' Taça Fronteira de Fute­ 
bol com justiça, pois foi real­ 
mente a melhor equipe da com­ 
petição. Além do excelente ni­ 
vel técnico, Primavera e Sky 
Lanches fizeram três panídas 
sem nenhuma violência e com 
muita disciplina, fruto da 
conscientização de 1 écnicos, 
dirigentes e dos próprios atle­ 
tas. que incorporaram o espíri­ 
to de competição deixando de 
lado a violência, por isso tam­ 
bem estão de parabéns. Vale lem­ 
brar que a partida final ela 1' Taça 
Fronteira foi arbitrada pela Juíza 
Mara Eliana da ilva. do quadro 
de árbitros de futebol feminino 
da Confederação Brasileira de 
Futebol - CBF - que por sinal 
teve uma excelente atuação, com 
José Antonio de Melo e Mari­ 
nho Cáceres como auxiliares 
(bandeirinhas) 
O campeão da 1' Taça 
DAVOLI, D,VOLI - lilPORTAÇ,O, EXPORTAÇÃO ECO· 
ilÉRCIO LTDA, toma público que requereu a Fundação Estadual 
de Meio Ambiente - Pantanal/SEMA-MS, a Licença Previa, para 
au,,dade de Dcpôsito de combustível para abastecimento de lan­ 
chas e barcos, localizada na rua Pedro Celestmo esquina com avenu­ 
da Larangeras (dique de Poro Murinho-MS) Margem esquerda do 
Rio Paraguai, no mumcipio de Porto Murtmho-MS Não foi det.er­ 
minado Estudo de Impacto Ambiental 
DAYOLI & AGUERO LTDA, toma público que requereu à Fun­ 
dação Estadual de Mero Ambiente - Pantanal/SEMA-MS, a Licen­ 
ça Préa, para atidade de Deposito de combustivel para abasteci­ 
mcnto de bochas e barcos, locahzada na Colôrua Cachoeira, no 
município de Porto Murtmho-1IS 
1
:io foi det.errrunado Estudo de 
Impacto Ambiental 
EDITAL DE PROCLAMAS 
Janilde Rosa dos Santos, Oficial do Registro Cil desta ada­ 
de e Comarca de Bela Vista-MS, faz saber a todos qw~•---s o prc­ 
scnte Edital de Proclamas vrem, que apresentaram os 00< umentos 
eu!dos pelo artigo I80 do Código Civl Braslero, incisos I-II e IV, 
eprt em se casar 
j. 'AREZ FRANCISCO POLICENO DE SOUZA e 
DALILA EBERHARD, ambos brasileiros, solteiros, ele, militar, 
natural de Realeza-PR, residente nesta adade de Bela Vista-MS, 
filho de Alabides Policeno de Souza e de Hlda Zanco de Souza 
(falcoda). ela, lides do lar, natural de lt:iporã-MS. reside:11e neste 
município do! Bela Vtst:i•i1S., filha de Dan Eberhard e de Olind1na 
Ebcrhard 
Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na 
forma da lc, 
Bela Vista-MS, I0 de junho 1999 
Janilde Rosa dos Santos - Oficiala 
EDITAL DE PROCLAMAS 
João Amido Vieira, Ofiaal do Caróno de Registro Civil de 
Caracol- IS., faz saber que pretendem se casar e apresentaram os 
documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código Civil Brasileiro. 
LUIZ DUARTE PAVAN e ANDREIA GUTIERRES 
RODRIGUES, ele brasileiro, pccuansta, natural de Fama do Sul· 
MS., filho de Luiz José Pavan e de Da Alda Alfaro Duarte residente 
e dom1ciliado nesta cidade de Caracol-MS., ela bras1lc,ra., solteira, 
do lar, natural de Caracol-MS, filha de Durval Rodnges dos San­ 
tos e de Nice Guncrres dos Santos residente e domualad nesta 
cidade de Caracol-MS. 
João Am.idio Vieira - Oficial 
Caracol-MS, 08 de Junho de 1999 
Fronteira, E. C. Primavera, 
jogo com: Ricardo Jara. 
Valdomiro, Adão Cueva, 
Rcínaldo Ramos e Ronaldo 
Ferreira; Rosalino Aguilhera, 
Márcio (Misael), Roberto 
Carlos ( elson Gonçalves) e 
Robson Denitcs; Paulo Robeno 
(Reinaldo Jara) e Elson, Téc- 
.. 
A equipe de arbitragem da decisão, José Antonio de Melo, 
Mara Eliana da Silva e Marinho Cdceres 
nico: Roberto Ramos 
Sky Lanches (Vice-Cam­ 
peã): Marcelo, Sabino 
(Rodney), Luiz Mundiel. 
llonorato e Cristiano 
(Marcílio); Israel João Márcío, 
Carlinhos Souza e Juninho; 
Robson Mnrin e Rosandro (Pi­ 
nheiro); Técníco: Edrnn Va7_ 
Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul 
Comarca de Bela Vista 
Edital de Primeira e Segunda Praça 
A Doutora Ehzabete Anache, Juza de Dreto da Comarca de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na fom1a da Lt1, etc 
FAZ SABER aos que o presente Eidtal vrem ou dele conheci­ 
menta tiverem, expedido nos autos nº 27/95 de CARTA 
PRECATÓRIA DA 3' VARA CIVEL DA COMARCA DE PON­ 
TA PORÀ/MS, extraída dos autos 954030078-9 de Execução por 
Quanta Cera que BANCO DO BRASIL S/A promove em face de 
AFO. SO CARNEIRO PINHEIRO FILHO e ELCY ACCIOLY DA 
ROSA, em trãrrute por este Juízo e Cartôno Jud1c,al, que nos dias 
17/06/99e 28/06/99, respcuvamente, as l3 3 0 horas, no Edifico 
do Fôrum local. scra lev:ido â pubhco pregão de venda e arrc,natação, 
a quem mais der e m.11or lanço oferecer, o segiunte i rnôvcl 1 207, I 526 
(um mil, duzmtos e sete hectares, qwnze ares e vntee ses cnt1ares), 
de terras pastas e lavradas, dentro de uma área de 2 414,3052 hec­ 
tares parte da Fazenda "Bela Vasta". situada nesta Comarca, CUJOS 
hrrutes e confrontações são as constantes da matncula nº 8 422, do 
RGI desta adade, e pertence a executada Elcy Accoly da Rosa. 
refenda área rocontra-se bem situada, aproximadamente 30 km de 
distância desta dade, utilizando a BR que liga Bela Vista à Cara­ 
col/MS, área completamente formada, dividida, cercada com pos­ 
tes, fios de arame hsos como sede possua as seguintes benfentonas 
um mangueuo de tamanho grande, construido de madc, ra bruta. com 
embarcadouro, parte coberta com zinco, balança. tronco, constru­ 
ção antiga, um galpão coberto com telhas francesas, piso aamentado 
com duas div,sônas, um ma.ngueiro com galpão coberto de ctcrrut, 
cm bom estado, uma casa de alvcnana e parte de madeira, piso ccrâ­ 
muca, coberta com ctemrt, com vanas dvsonas, banheiro e varan­ 
da, cm bom estado de conservação. aproxumadamente 60 metros 
quadrados de area construida, uma casa de madeira, com varanda, 
com aas drvsonas, toda forrada, piso de pedra, aproximadamente 
70 mros quadrados de área construida, cobertas com telhas fran­ 
cesas, em bom estado de conservação. urna casa de alvenana, cober­ 
ta com telhas francesas, piso de ccrârruca, com anca dtv,sônas foc­ 
rad1, com 80 metros quadrados de área construída, cm bom estado 
de conservação, uma casa, piso camentado, parte de madeira e parte 
de alvenana, cobertas com etemut, com 40 metros quadrados de área 
construída, uma casa de madeira, cobenas com telhas, piso 
acamentado, sistema hidráulico e elenficação rural, possui ainda 
um pomar A área considerada reuro" pertencente ao executado 
cuJa pane a ser avaliada possui como benfestonas apenas a constru­ 
ção de um manguerro, de tamanho grande, com embarcadouro tron­ 
co e balança em estado novo, ainda não foi construida a sede A 
refenda área tot:il foi avaliada cm RS 1.050,00 (hum rrul, onquenta 
rc:us) o heaarc, no total de RS 2.535 020,46 (dois milhões qw­ 
nhentos e tnnta e cinco mil, vnte reais e quarenta e seis cntavos) 
ou seja, a área penhorada está avahada no total de RS I.26? .510,2j 
(hum milhão, duzentos e sessenta e sce mil, quinhentos e dez reais e 
vinte e três centavos) Consta dos autos que o 1môvel está hipoteca­ 
do 400 hectares cm favor de Orino Caceres Filho e 328,1400 he­ 
tares. em favor de Beatnz Miranda Cortada Gouveia O imôvel está 
cadastradojuntoaoINCRAsobonº910.023 004 308-J eencontra­ 
se em débito com a União, devido a omissão com a entrega das Do­ 
clarações do Imposto Territorial Rural dos anos 1992 e 1994 A 
avaliação ferta em data de 06/11/95, e será corggdo moneranamen­ 
te 05 dias antes da primeira praça a pnmeira praça os imóveis não 
poderão ser alienados por preço infenor ao da avaliação. +d 
da • . .- 	4v, Sn!O que 
na segunc que so tera oponurudade se resultar negativa a pnmeira 
o imóvel sera vendido a quem mais der e maior lanço oferecer, ainda 
que por preço abaixo ao da avaliação ão havendo expediente em 
qualquer das datas acima designadas, estas realizar-se-50 no mesmo 
horiro e local do dia útil imediatamente seguinte Caso os executa­ 
dos no sejam intimados pessoalmente para as praças, ficam desde 
ja intimados, através deste Edital, das datas e horános design2dos 
para os praceamentos. E para que ninguém alegue ignorância, fo; 
expedido o presente Edital, que seri afiado na sede deste Jizo e 
publicado na forma da Lei, com antecedncaa minima de canco dias 
antes da pnmeira praça Dado e passado nesta cadade e Comarca de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul aos nte d d • d 
hldo 	as 	'· t as tomes te 
abnl ano de mil novecentos e noventa e nove Eu, Samur .Lo 
Escrevente Judieal o digitei EIrabete Anache ·Já à'4,,S? 
- 	- u l feito

CldadntJardlm -14 d11 Malo/91 • Tribuna da Fronteira 
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N,•Ht1dn111d,• (IJl!ftt,1rr/JI :,,ç,1', .. J j n, /W1ÍJFJ ,le J 
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roylhu reditantes nestatamera pu o fuhsdt oh lqrapahuw + 
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Ler a yrandoa htra de Porto Muro vem 'ena» hnhs + aio dd! peotumd 
Jttthrt@apretiaornor»de er tlalqundoe h,sr arar 
Jl,,11ftA1ttH '•'>/., ''"ª· ,,; . ,m,t J,m,,,.,., 'J'A' tl•,r, J, 11ulo a /ou, ,,r., 11 .1,. r;;•," rcn, 
tarifo mt etes fatais para agt dane or ,·ui flfJ1 pr,,a~,ro1 Jl11t11 ,~ 1i.-11t1 ,nde,1(f'tU 
,011.11,Jtrlllt, Pf'for ''')! ,Jr, J!J"!, o pauero Furto ktuo de ttalra amarem Í)1(m/(.tJ,I 11..., R,o 
Paraguai, portoque e desnnaao+banque reporta,oda no uwate 
Honramos tahen tlljll<'lt'J rpw /fl•,,1,,1 /w,I 1/1.lu.fl itt,110 polmca Jt<J tJ(YI} .,wuliv JKI1n d 
realizado do sonho de fanformuw unpequrnwatowdade nbiwnht una ulvde. que te ttrou sua 
fiu,,lti,;llo ••m 11 de punho de 192'9 [ente aqueles rht,11 (J!rlni o pnnr lftJ J!Nf 110 Sr Cl(nuho d, 
0leira que lutou pela conta@dule doneuoodpk ly to 
IIJxir 11u1c11 g·m,.111óJ '"" ,li,!11, ,, ltt wr tu1<11 ;uuw.;dor a as uxtnut aulde hoje sob u 
lderan ada Sra Mhan'on vição /erre dos Santos, tome adespontar d atrode suaria tomo 
JmputlttJdt rndro ffot1lJ11,1co, rom tl,
11t
1111(,'11m 'li/O ttJJ1.1/Jto ngm1xu10,d ~ por f:111. 11pm <1 rata do 
do Porto, como ade soaeto fluvial ,1c,,""''"çflurlnr rú, ,m,r oJt,.rm qtr< lwi.Ju foro {tr/an,-.,g/llo 
r/1wm·J:/11/,a 
Dm lldm,s 11,11x11·0, tf!il' por 111wt d,• um século lapidando, nua regido naspitt um jota 
rara nas@Murtha trbtamas ver'nta 
O fü~n·1to IJ11wl,•iro, ~/Jl<'Jr'Wndo pela 2 'ampanhua d; Fro1dm1t /NII rrtnrlo ;m,rwl, no 
lmll(n dn , omrmçl/o tÃ· ,,,., 1.1n Citlnd.- ,, , 01110 uo JXU wrlo. o Brt,ç,r /•011,• , n , /rio ,lmign tf,, mrr,r 
/mt,t,uçdo. nti!o>1•mpw pro11Ja1 pnmnhtr»; 
s,jr,gnm11li11doaru.rnfitmt,Jm ,ept 
irr /11/egrnçllo Jcx/nJ. 
fxlpldo, rkp1ú,iJapt!JJ0<m, 
auhr, ,111111.te!>rvrl,imr, IIJ11tmiodrli 
jw1/0J rnldau 1/n cidade, e de ,, jtlJ'•/h1• . 
mrt.JJO mj1hu'O, mrl,,, totlo,a1/"mfi//ios, 
bnu/1,·•Íro.J qu,.- Jomo.1, pu.ur111ur11'),re /i•f 
motivos de orlho 
Pnrabhu, J>orto/lblJ'tliúw! 
Albanir Hortêncio Rocha Filho 
MílJ. lnt. Cumt J! Cm fron ,,<J.. . ,-.. 
Ünosso presente à Porto Murtlnhó e sua gente é o exemplo 
vivo e dinâmico que a união é capaz de vencer desafios e 
alcançar me.tas que as vezes parecem impossíveis. 
A força da união-e o-presente-q-ue,damos-à;Porto,Murtinho 
no seu dia. 
Juntos construiremos um futuro de ~randeza e de 
oportunidades, a todos aqueles que acreditam na força da 
união e trabalho. 
 
Dr. Abel Nunes Proença 
' e Fátima VJdottl Proença 
koncagas Posto /ltks a ta«ja, d día a ia. falas 
de sua íwwpot@ia. ses al al, e que epnta acs Jitles 
desta ta e dos wuits que e anua was basta. baba~lado, 
ajudado e seu deses&ínnte, pduíds íquas, e lutado 
f)"'I sua gandea, qwe wtle podens leneagci-ta. ksto 
tens feít, wessatenete, e [tkes Pt /lttífs 
lesado w pg@±so. stanes satisfeitos e osíte do 
de,e	x wnpíd raies pesístí weste íáeaf P"""' q u a- 	~ ifi.i., 
q& posa a ídade se e desole-se ocupando fuga de 
ifa.s!aque. "-"' ~,io- uld"cJ. 
Dep. Ben Hur/PT 
• Secretário de 
imprensa{ 
Cripriano DI■• 
'Parabéns tO 
urtlnho 
.',•Ili r/crt,1 n:a1t·t11,t(• 1--' ira no,,.,,,, fun1t1J,m, rfl 1:d. tn.lv1 tUH, 
. f11r/111h n·.,•<:, <-011". mor.uwJS 7ann ,•r>,11, ,, J, /1 {l'rh, hu. 
dc(.;wnus d IJ)JJr Wll • umi,-o'r, 11 to.lo o,Jifl:o.~ d:1 t. ,r,1, 11 
todos que escolheram }. Murtnho nm:'J I nu adotva, votos d 
feledades e m11ito âmmu para c1.>n/;1111.,1111ot t!1l,1 ,wninhaJu r:,111,1 ao 
terceiro mr/21110, na e rteza de que Porto Murtho, d.:vpnn/,1,:do coJJ 
.ve: muIs 110 cl'núrid r<'gwnal, d/,1Jua/ I! 111,; n,,1'[11I0 brasde11u, 
s.:mph! .raú 11:otiw de orgulho para !odor 116.s. 
Pedro 
Secrotm10' ele r •!•J 
1 
1 
1 
1 
1 
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,, . " r .... 
~-; e.stLnnos constrnittilo 1-1111 novo 1111-111icípio_ O f ut.uro 
-----r·l CllOO ilia é 111elbor,_ É 11a crença_ É 110 trabafbo- É 1111 
1 colabomçilo e a partici11açilo ile toilos nós que tere1os um 
{futuro certo e seguro. Tenho a certeza, que conto arrojo e o 
•• '{ 'õ11iam1s11id õ'est.a ail111inistraçi10 irem'àí iilé.ançâr' as metas 
! por toilos 11ós al111ejailas e transporemos toõos os obst.ácuÍos 
i ,1ue por ve11t11ra surgirem_ Que Porto Murtinbo cresça e 
j be.senvolva ocup@ilo o seu lugar tto cenário õe.stti 11C1çilo. 
1 Parabéns Porto Murtin.bo_ Parabéns as autoriõaões 
constituíilas_ 
Glvanlldo Viana 
Sec. do Governo 'Administração 
Democratca e Popldar" • PT 
- • - - - • , 1 
Ü notro p1-etenle à Pol"tô l"]ul"bnho a tua gente. é o e,empb •11vo e d,ncimico, que-à·: 
união e capa: de vencei- detaÍiot e akançaT' metas que à vezec nos parecem 
impos-tí-.:eit;. 	·s 
A foi-c;a da un;ào e o pnatenla 9ua damot à Pol"tô Murtinho no teu d;c:i. juntot • 
conttruii-emot um tutvro de 9T'c:inde::c:i e de oporl:un;dode, a lodot a
9
uebt 
9
ua 
acreditam nc:i fº''iª dc:i união e do ti''.lbalho. 
Nelson Feres, Maria 
GI s F••s • Famllla

E)ir Tavares 
@e Personalidades 
o urtirho 
Comemoração ao dia 
da lnf antaria 
Flagrante do Baile da Boina 
O ar. Luiz Augusto 
Miranda Codorniz, 
vlco-prefelto 
recebendo das 
mãos do SdEv 
Wagner os 
agasalhos 
coletados duranto 
o Somono do 
Infantaria 
0 2sgt. Molo o o 
2° Sgt Eliseu 
recebendo o 
diplomo do 1
9 
lugar da 
Orientação, dos 
mãos do Sr. 
Francisco Souza 
Noto, presidente 
do Sindicato Rural 
O Sd. Ev Além, recebendo o, 
cumprimentos do Cmt da Cla, 
MaJor Albanlr, por sagrar-se o 
Melhor Combatento Básico 
t 
1 
Mafor Albanlr e esposo, Sub 
OI Josó Leonilton Salvino e 
esposa, Srt. Conceição 
Montanheri e sobrinha 
0 3Sgt Luzimar recebendo 
das mãos da Srt. Prefeita, 
Mlryan Silvestre dos Santos, o 
diploma da 1• lugar do Futebol 
Society 
1 Tenente Rodrigues e 
esposa, 2" Tenente 
Gláuclo e esposa, 2° 
Sargento Ellseu e esposa 
Core aso Zdd, 4tn4 {l4«do a É4l6a. 
P on4lo» S )4,e w{o {otlo dnawlt, 
4+-o «+{wwl lodo4 4 a+clalw, 4+ 4l 
446 +«le 4kcL { wó 
Quanta emoção neste seus 8 7 
anos, neste dia quero te home­ 
nagear. 
Quantas lutas ... 
Quantas derrotas... 
Quantas vitórias ... 
Vitórias que só você saberia 
contá-los, 
Um sonho ... O Progresso 
Dias melhores virão à você Por­ 
to Murtinho:.. 
ns 
Edir Tavares

Diário Tribuna da Fronteira 
Hi tórico 
IiIe 
fronteira 
13/06/99 01 
---------------- Diário Tribuna da Fronteira 
Porto M urtinho poderá ser 
Porto de Exportação de Çaf é 
PROJETO DE LEI DO SENADO 
Declaram portos de exportação do cafe produzdo e 
co111ercrnli1.mlo no Estado do Mato Grosso, Porto Esperança, Mumuci­ 
p10 de Coru111b:i e de Porto Mortinho 
O Congresso Nnc,onal Dccrcta. 
Art. l º - São declarados portos de cxportnç.io do c.,fó produzido 
e comercializado no Estado de Mato Grosso, do Porto Esperança, 
Mwucipio de Corumb:i e Porto MurUnho 
§ Úmco - O lnsutulo Brasileiro do Café (TBC) manterâ nas loca­ 
hdades refendas neste Artigo, armazéns reguladores podendo uuhz.ar, 
para tal fim prôpno federal ali disponível. 
1 
Art 2° - Esta La não prejudicará os demais portos que operam na ex- 
portaçio do café produzdo e comercializado no Estado de Mato Grosso. 
Art 3°- Esta Lei entrn cm vigor na data de sua publicação. 
Art 4°- Revogam-se as disposições cm contr:irias. 
Justificar ão 
O presente Pro;cto objetiva declarar como portos de exportaç.io 
l 
de café produzido e comerciahz.ado cm Mato Grosso, os de Porto Es­ 
perança, Municipio de Corwnb:i e de Porto Murtinho 
As razões que ;ustificam essa iniciativa assentam na necessida­ 
de de se defender a economia matogrosscnsc que, de longa data se vem 
l ressentindo de uma mclhorpolitica de controle e incentivo a sua expor- 
taçio cafeeira. De fato a produção matogrosscnsc nesse setor é total­ 
mente encaminhada aos portos exportadores de São Paulo fato que não 
i deixa de constituir prc;uiz.os pennanentes para a economia desse Esta­ 
' do produtor. 
: , medida sugenda no presente Proyco, além do mais, rcpresen­ 
i tana uma scnsivcl economia de fretes, pois o transporte fluvial revela­ 
i se bem mais acessível do que os meios de transporte convaiciona,s 
Dga-se, ainda, que !criamos uma redução de tempo nas escalas da 
exportação verificando-se, que o café de Mato Grosso, para alcançar 
as praças de Assunç.io, Montevidéo e Buenos Ayres, teriam de seguir 
via Santos. Enquanto pelos acessos fluviais Paraguai e Prata chegaria 
ao dest1110 por mmto menos tempo 
o que tange ils alegações de que a abertura de portos de fron­ 
tcira esumulana o contrabando vale aduzr que cm verdade o Porto 
Esperança acha-se cm particular cercado de extrema garantia, po1s os 
acessos a essa localidade se faz.cm ou pela estrada de ferro 
1
orocstc do 
Brasil ou pelos Rios São Lourenço e Paraguai, restando além desses o 
grande pantanal matogrosscnse. 
, presente 1ruc1ativa reproduz cm parte, outra apresentada pelo 
ex-Senador Bezerra Neto, cm 1970 aquela oportunidade o represen­ 
tante matogrossense apresentou estatística fornecida pela estrada de 
ferro Noroeste do Brasil, onde se comprova o extraordin.írio volume de 
exportação do café matogrosscnsc pela referida Rodovia. 
É o scgumte teor a citada informação 
Em /965: DtsmllllÍo ao /BC 011 a exportação q11anridade em sa­ 
cru, de Campo Grande para Ba11ni - /BC /9.268; de Douradas paro 
Bauri - 1BC 110 .423, de Douradas pama Santas - exportação 2./10; de 
Ponta Porá para Bauru - 1BC 1800; de Ponta Por para Santos - Expor­ 
raçiio I 097. 
Destados à firmas particulares: de Campo Grande para 
Andradna 3797; de Campo Grande para Lins 54,de Campo Grande 
para Siio Manuel 500; 
} Em 1966: Destada ao /BC ou a exportação. 
De Campo Grande para Baur - 1BC 1244; de Campo Grande 
'para Promissão - IBC 200; de Ponta Porii para Santos - Exportação 
• 700; dr Dourados para Santos - Exportação J.l.400; de Dourados 
para Promissão- IBC 9143. 
Destunado a firmas particulares: 
De Campo Grande para Andradina - 1468 
Atenciosas saudações 
a) General de Ex. R. I Ramiro Gorrcta Junior 
Superintendente 
A proposiç:io do ilustre ex-Senador Bezerra 'cto, que esteve sob a 
apreciação da Doura Comissão de Caistituição de Justiça desta Casa, onde 
rcccbeu parecer favorável encarados os aspectos de ccnstiruàonalidade e 
junsdadade, não chegou a ser examinada em plcn:irio, por ter sido arquiva­ 
da em consequhnia do disposto no Artigo 37" do Regimento Interno 
Continuando no entanto extremamente oportuna a matéria, to­ 
mamos a iniciativa de submetê-la ao exame do Congresso Nacional, 
convencido de que o assunto scnsibiliz.ar.i a opinião geral cm favor da 
solução que preconiz.a. Sala das Sessões, cm 18 de Maio de 1977. 
Senador Italivio Coelho 
(Jornal Tribuna Murtinhense - 13 de Junho de 1.977) 
Governo do 
Mato Grosso rei­ 
vindica ao Gover­ 
no Federal em fun­ 
ção das enchentes 
Consubstancado em le­ 
vantamentos continuos e s1ste­ 
maticos realizados por equipes e 
órg;1os guvcmmncntais atll.llldo 
cLrctamcnlc nas áreas de enhn­ 
tcs, princ,palmenlc, dos nos ' 
Aquidauana, Miranda, Pau ana, 
Paraguai e Tnbutános - o úlumo 
afetando vánas regiões do Pan­ 
tanal matogrosscnse onde as 
preVJsõcs ate agora deternuna­ 
das indicam provável agrava­ 
mento da smmçào ampliando as 
atuais eonsequênc,as de ordem 
social e econõm,ea - o Gover­ 
nador Garcia Neto dante do 
quadro apurado reivindicou 
junto aos Ministérios do Planc­ 
Jamento, Fazenda Transportes. 
Interior e da Agncuhura. me­ 
dadas saneadoras e preventivas 
contidas na sua mensaem, 
cujo teor é o scgumte 
De acordo com os ltmos 
dados o Pantanal 
matogrossense tera pro,·m·el­ 
mente uma enchente igual ou 
maor que a de I 974. Os dados 
pluviomemrcos observados de 
toda a Baca do Alo Paraguai 
neste mês revela niveis supeno­ 
res ao de I 97./, ano da lma 
grande enchente. Ponderaveis 
preyuizos ja se verifica na ala 
economca e socal em tolo o 
centro rn/ do Pantanal. O Go­ 
vemo do Estado não tem 111cd1- 
do esforços em socorrer as po­ 
pulações atngdas tendo já ds­ 
mnbido sessenta e uma tonela­ 
das de alentos e Oitenta e cm­ 
coml doses de vacmas além de 
provdncas quanto a morada, 
vestuano e outras para mas de 
três ml e cem desabngados, mn- 
clusrve populações a11ng1das pe­ 
las enchentes do Parana. Men­ 
c,oao também que tenho auto­ 
nzado auxilos financeiros para 
da·ersas Preje1111ras alcançadas 
pelas enchentes. ale salientar 
que a região pantaneira ainda 
se recente dos ónus econõ1111cos 
e prejuízos da grande enchente 
de 1974. Ante o quadro 
desalentador que se apresenta 
venho so/icuar o valoso empe­ 
nho de Vossa Excelência no sen­ 
tido das segumtes providências 
em caráter de e111ergênc1a: a 
possibldade de aprovar finan­ 
ciamento em condições especi­ 
ais independentes de outros f­ 
nanciamentos dos mutuários in­ 
teressados para incentivar efa­ 
vorecer a comerciali::ação do 
gado do Pantanal. (Jornal Tri­ 
buna Murinhense - 20/02/1977) 
CD 
Sete Estrelas Embriões 
@swald@o Pessari 
SEIEESTRELAS 
EB RüõEs 
Discurso pronunciado pelo Sr. 
Marcionil Marques dos Santos 
O dia de hoje nos dera realmente emocaona­ 
dos por ser a data que prestamos uma singela home­ 
nagem, àquela que nos pôs no mundo 
A campanha ferta por mum, tem por base a 
implantação da televisão de Porto Murunho, que será 
sem sombra de dúvidas um veiculo de progresso. 
comunicação e pnncrpalmente, a participação do 
povo no dcsaivolvimento da nação Para por cm prá­ 
trca este pro;cto conte, com a colaboração do Exmo. 
Sr. Ildefonso Soares da Silva, Prefeito Mwuopal de 
Porto Murunho, bem como a presença do povo 
paulista, nesta campanha bem representado pela 
Capital de Araraquara (São José do Rio Preto) e do­ 
mais adades que partiaparam desta Campanha 
Para que Porto Mortinho venha a ser a Caprtal 
da Fronteira é ncccss:ino que o povo partuape, corno 
cu, que venho paruapando através ele promoções e 
campanhas e que colaboram com o Prcfato Muruo­ 
pal, que prcasa do nosso ap010, para que dê cont:mw­ 
dade a atual fase de dcsenvolvimaito de nossa adade. 
As criucas destruuvas levam :i nada., muito 
pelo conu:ino toma tudo ma,s d,liol de ser realiza­ 
do, dificultando uma adnnrustração sadia. 
O Gencra I Ernesto G cisei van dando total ap01 o 
à agncultura e à Pccuana desde o miao de sru gover­ 
no, incxnuvando aos pecuaristas e agncultorcs 
Faço um apelo ao Sr Presidente Gal Ernesto 
Gersel no senudo de que sejam abertas mais estra­ 
das, pois, segundo estatistucas feata por rrum, até o ano 
POR FORA, 
TUDO AZUL 
, um observador perspicaz 
não passa despercebido a tendên­ 
c1a, em Porto Murunho, de cada­ 
dãos, dcterminarem sejam pinta­ 
dos prédios de Serviço Publico de 
azul ou de outra cor simular 
Esses cidadãos não 1gno­ 
ram que o branco é a mais convc­ 
mente em zona tropical, ou sub 
tropical, por ser a "menos quen­ 
te", desde que absorve menor 
quantidade de calor solar 
Apesar disso o Vereador 
Jonas Amaragc, Presidente do 
1 Hospital Armando Bordalo ;ulgou 
monótona, talvez, a cor branca (a 
mais adequada para nosocõmios) 
faz.cndo com que o azul apareces­ 
se, tão impropriamente no caso, 
para faz.er dueto com o céu. 
Comenta-se que o Sr. 
'inito (que de Hospital entende 
muito pouco) tomou-se na Asso­ 
ciaçã0 Beneficente uma espécie de 
"g:iuleiter", tomando decisões à 
revelia de membros da Diretoria e 
agindo como se estivesse no seu 
"Supermercado" por assim diz.cr. 
E que a Diretoria do Hospital, se 
: ainda existe, não dà o ar da sua 
raça, por omiss:io ou ainivência. 
H:i mais: É indispmsávcl que 
o Sr. Amarage comprenda ser tão 
importante a dotação de pessoal 
• para a assistência médica quanto à 
dotação de material, e que aquela 
merce um tratamento digno no que 
conceme a vencimentos, como jus­ 
ta compcsnaç:ão pc!o desgaste fisi- 
• ai e mental, ônus pernunctne de 
scncad profissão de enfermeiro. 
(Joral THbuna Murtinbense 
28 de Aposto de 1977 
de 1980 teremos em Porto furtnho na reggio do pan­ 
tanal 100 000 (em mul bos) em condoes de abate, o 
que to r a necessano estradas pata o 	co ar n	to 
O atual Prefeito fumipal deve transmitir 
ao Presidente este apelo, que faço a0ma pata que 
possamos em futuro próximo participar do atual 
estaggo de desenvolvimento. proporcionado pelo 
atual Presidente O nosso Presidente, para mm, e 
um promotor do desavolmento, pos vem traçan­ 
do no,os rumos ao Brasll 
Assim de parabéns estão todos aqueles que 
de alguma forma contnbunram para o bnlhantismo 
desta campanha Ao encerramento deste lelio estu­ 
veram presente varas autondades, Munucpars, Es­ 
taduas e Federais, além da presenç simpática de 
nossos irmãos Paraguaios 
Não sou Vereador r:e:n polí!lco do 1'lun1óp10, 
sou apcn:is um líder do povo Murunhense e meu 
objetivo proxumo e fundar neste torrão um Sindicato 
Rural e Ulll.1 coopcrauva dos Fazendeiros. isto por­ 
que a minha maior preocupação é garantr estradas 
canas aos meus amigos pecuanstas e também a 
classe menos favoreoda que h.,b1ta Porto Murt1nho 
que em sua ma,ona, isto é., 70%. quase não tem nem 
o que comer, por falta de serviço e mais apoio do 
Governo Federal Faço um aplo ao SR PRESIDEN­ 
TE ERNESTO GEISEL. para que dê mais cobertu­ 
ra à esta Fronterra csqucoda que é Poro Murunho 
(Jornal Tribuna Murtinhense - 22 de Maio de 1977) 
Como é Sr. Prefeito. 
E Cu:rvelo? 
Dizem os entendidos que quem quiser vencer na vida, não 
se mete com gente de saia: mulher. Juiz e Padre. 
Mas muitas vezes, é a saia que se mete me nossa vida. 
Porto Murtinho ai progredindo devagar e sempre, e, atu­ 
almente, para alegria de todos, passou a dispor de uma 
pujante zona agrícola e cafeeira: Curvelo. 
eu progresso é visível, não só quanto à lavoura bran­ 
ca: arroz, feijão e núlho. 
Entretanto,como nem tudo são rosas, eis que, de repente, 
surgiram espinhos ou melhor, olhos cobiçosos daqueles que a 
Igreja condena, como iocursos num dos 7 pecados veniais e que 
estão a serviço de uma ambição que começou a preocupar o. 
povo e autoridades de Porto Murtioho. 
Listas de adesões e outras earaminholas estão sendo sub­ 
metidas, intermitentemente, à apreciação dos Curvelenses, além 
da ação subreptícia de insinuações de um futuro mais promissor 
se Curvelo passasse à outra esfera administrativa, etc. e tal 
O Sr. íldefonso Soares da Silva, Prefeito murtinhense, 
hoje, tão às voltas com TV que já tomou uns ares de galã 
de novela, está se esquecendo, ou se onútiodo, de dar a 
devida assistência à Curvelo. 
De fato, a Escola (há necessidade de mais uma), por 
exemplo, precisa de reforma de insta.lações d'água e sani­ 
tários. E que dizer das estradas vicioais, que são estradas 
de escoamento de produção? 
Uma visita do Sr. Alcaide àquela localidade seria de 
grande interesse, pois, destarte, essa Autoridade. poderá 
"in )oco"; assenhorar-se dos problemas e tol'Ill!r decisões 
com pleno conhecimento de causa. 
Por que não criar, em Curvelo, uma Administração Regional? 
Há mais. Olho vivo no !CM, Sr. Prefeito, senão outros 
Municípios vão levar vantagem à nssa custa. Essa, não! 
(Jornal Tribuna lIurtinhense - 28 de Agosto de 1977) 
Viação Cruzeiro do Sul 
. - . 	... 
@saldo' • rueiro do Sul 
·cesar- .. 
Possari 
CARGAS

o·os Mensagem "" " 
li 
= 
' 
- d..-l 
Deputado Estadual Londres Machado 
Presidente da Assembléia Legislativa/M 
r, 
Deputado Estadual Flávio Kayatt 
!· 
1 
A Assembléia Legislativa 
do Estado de Mato Grosso 
do Sul associa-se com jí­ 
bilo às manifestações que 
são transmitidas ao povo 
de Porto Murtinho pelo 
transcurso da data 
máxima do Município. 
Expressa, nesta oportuni­ 
dade, sua total confiança 
de que os esforços de todos 
visando a construção de 
uma comunidade mais 
próspera serão recompen­ 
sados no amanhã com a 
concretização desse 
objetivo, que é a grandeza 
do Estado e da 
nação Brasileira. 
Ao transmitir sua 
mensagem de saudação ao 
povo e autoridades do 
Histórico Município, 
renova seu constante 
propósito de continuar 
dando sua parcela para 
. . 
que o porvr seja o 
resultado de todos. 
. . 
Parabéns Murtinho pelos 87 anos

Diário Tribuna da Fronteira Cidade 
2ª Companhia de Fronteira comemora Semana da Infantaria 
A 2' Companhia de Fron­ 
teira esteve comemorando en­ 
tre os dias 24e 28 a Semana da 
Infantaria, com diversas ativi­ 
dadcs alusivas :i data. 
A semana foi aberta ofi­ 
ialmente no dia 24, como iní­ 
cio da Campanha do Agasalho, 
cm solcnicladc rcaliz:ula no 
Paço Municipal. sendo a 2' Cia 
hon representada pelo 1 º Teu. 
Paulino. Esta campanha foi re­ 
alizada em conjunto com o 
Departamento de Promoção 
Sucinl, objetivando a coleta de 
agasalhos para as familias ca­ 
rentes de Porto Murtinho. 
Evidcnciou•se com essa 
campanha a solidariedade do 
povo muninhense, para corn o 
seu próximo, visto que a cam­ 
panhn alcançou pleno êxito, 
arrecadando um grande núme­ 
ro de ngasnlhos. 
Aindn neste din teve iní­ 
cio o Torneio de Futebol 
Society entre os pelotões da 
Companhia, no campo de fute­ 
bol socicty no Grêmio dos 
Subt. e Sgts, sagrando-secam­ 
peã a equipe do 1 ° Pelotão de 
1:uzilciros (PELOPES). 
O Torneio de Voleibol 
teve inicio às 19:30 horas. hou­ 
ve a Corrida do Infante com 
largada cm frente à 2' Cia 1:ron 
e chegada cm frente ao "Casa­ 
rão", ficando com o 1 ° lugar o 
Sd. Il cdir de Souza Paula, 
o 2° lugar o d. EV Jaime 
Rnmão Ilcnites Alvarcz e o 3° 
lugar o reservista Ronaldo 
Vareiro. 
o dia 26 às 08:00 ho­ 
ras, teve inicio a Prova de Ori­ 
entação na erra da Ilocaiaa, 
entre Oficiais e Sargentos. 
ngrou-sc campeã a dupla 
composta pelo 2° gt. 
Adroaldo Chaves Maia e 2º Sgt 
Eliscu Manins Viana. 
o dia 28, às 08:00 ho­ 
ras. aconteceu a Fonnatura da 
Semana dn Infantaria, onde fo. 
mm premiados os vencedores 
das diversa competições. Foi 
entregue pelas m,iosdo Sd. EV 
Wagner ao Vice-Prefeito, Luiz 
Augusto Miranda Codorniz, os 
agasalhos coletados pela Cam• 
panha do Agasalho. Além do 
Vice-Prefeito, estiveram pre­ 
sentes na fonnatura a Prefeita 
Myrian C. ilvcstTC dos Santos; 
,til ·i,co de Souza eto- Pre­ 
sidcrnc do indicato Rural; 
Rafael Ayala • Cón ui do 
Paraguai, Escolas José 
Ionificio, Thomaz Laranjeira. 
Cláudio de Oliveira e os fami­ 
liares dos militares da 2 Com­ 
panhia de J'ronteira. 
Neste mesmo dia às 
11.J0 horas.. aconteceu o :rimo• 
ço de confraternização, ofere­ 
cido aos militares da 2' Ci.1 
fron e amigos da Cornpauhia. 
cm comemoração à Semana da 
Infantaria e aos aniversariante 
do mês de abril e maio, 
À noite aconteceu no 
Grêmio dos Subt. e Sgt. o Ilai­ 
lc da Boina, que marcou o fi. 
• nal do período básico dos Sol­ 
dados incorporados no ano de 
1999. O ponto alto do baile 
aconteceu corn a entrega das 
boinas feita pelas madrinhas 
aos soldados, endo destaque 
o Sd. EV, como melhor Com­ 
batente Ilásico. 
Estiveram presentes no 
baile; Mnj. Albanir • Cmt. da 2' 
Cia fron e esposa; Prefeita 
Myrian dos Santos e esposo 
Heitor Miranda dos Santos 
(Coordenador deAçõe Estra­ 
tégicas de Assuntos Internaci­ 
onais do Governo do Estado): 
Vice-Prefeito Luiz Augusto 
Miranda Codorniz: ub. Of. 
José Lconilton Salvino Amorin 
• Representando o Comando da 
Capitania dos Portos de Porto 
Murtinho (Marinha do Ilrasil); 
Antonio Carlos Dias Ilarrcto • 
Proprietârio do Hotel aladcro 
Cuê; Conceição Montanhcri • 
Presidente do Rortary Club; 
Vereador Aguiléo anábria; 
Fcnniano Yarz.on • Cap. Teu. 
da Rc erva e Advogado; 
Feliciano Marcos de Brito • 
Gerente do Hotel dos 
Camalotcs; Mathcu Cortês 
Favarctto • Gerente do Ilanco 
do Ilrasil e Antonio Ramón 
Ruiz • Rcpóner fotogrâfico do 
Jornal Tn'buna da Fronteira. 
Agradecimentos 
A família cntinela do 
Pantanal agradece à todos que 
de alguma forma contribuiram 
para a realização da emana da 
Infantaria. data esta, que para 
uma Companhia da anna de In­ 
fantaria é muito imponante e 
de fonua alguma deve ser pas­ 
sada cm branco. 
Guather Gomes Duarte• 2° 
Ten. lnf. Temp. 
Oficial de Relações Públicas 
l'elot<io ele Apoio. 1° lugar no Concurso de Ordem Unida 
ALOCUÇÃO DO DIA DA I FANTARIA 
24 DE MAIO DE /999 
Famnha dos campas de batalha que, deternada a vencer, rompe 
qualquer obstáculo e supera qualquer mntempene, para atgur seu 
obyetvo maror, que é trazer a vtóna Mesmo que para sso, dene 
pelo caminho resto de bravos homens,a gora heros que se engajaram 
para dar a Pátra a possbhdade de prosseguur sua histona de paz 
A Infantaria tem como mssão prncpal no ataque, cerrar so­ 
bre o 11111111go para destn,/./o ou capturá-lo, unhzando para tsto o 
fogo, o movimento e a ação de choque 
Historicamente, a pnmera [fanara Orgamuzada que se um 
1101Íc,afo1 a Fnla11ge Grega, que cl,rro/011 os Persas,,,, /1/armonn 
J1111ta111e111e com a Legião Romana, ambas representam a celula pr­ 
c1pal da do11tnna do emprego da Ar111a. 
Não se pode falar na Ifantara Braslera, sem aludr ao bn­ 
lhm11e soldado A11101110 de Sampaio. Homem muto simples nascido 
110 Sertão de Tn111bonl. Cearn. a 1./ de Mao de 18l0, mmcou sua 
glonosa carrera mhtar sentando praça no ? Batalhão de Pnmera 
L111ha, e111 Fortnle:a, 110 ano de 1830. 
Participo de lutas contra Cabanos, praeros e balaoas, sem­ 
pre com o obyeto de restabelecera pn=. De soldado a general, pro­ 
movido sempre por merecimento, teve atuação destacada em mmrru 
batalhas, nas quas se vnu envolvdo o pero do Brasil, principal­ 
mente na Campm,lm do Paraguat, quando o ditador Franciso Solano 
Lopes, ambcoso em seus desejos, torando responsável pelos 
fuzilamentos em massa, tortura de pnsoneros e, por simples copnc/10, 
pelas suas revoltantes barbandades. Assim. o mfeliz ditador se lança 
colllra o Bras1I, surgmdo a guerra. E alt Sampmo, ao lado de outros 
gra11des vultos. trn= a v,tóna ao Brasd. 
essa Campanha, onde morre o ditador o Bras,I perde 11111 de 
seus mms brm·os comba/fllles. Tomba Sampmo, em me,o ao combate 
110 peito três mortms ferimentos como medalhas a testemunhar sua 
bravura, derrando uma lacuna que a Infantaria jamas ra esquecer 
Rendendo, portanto, uma justa homenagem aquele que hon­ 
rou ao mamo o nome da Infantaria no sendo exato do cumpn­ 
mento do dever. fot escolhudo como Patrono da Arma. Soldado 
,,fn,or e exemplo para todos os J11(a111es, que. como ele, seguem 
Incessantemente na busca da vtora. 
A J,,fro11ana Bms1le1ra lt!ve pamc,pação marcrorte ao longo da 
nossa l11Stóna. Nn pnme,ra batalha de Guammp,s, ocomda em /6./8, 
formaram-se as pnmeras bases de sobrevrênca conquusta e mamuten­ 
cão do tertono nacional Idas, brancos e negros combateram lado a 
lado e expulsaram as nuvasores estrangeiros do 11osso htoral. 
a Independência do Brasil, em 1842, a anuação da Infantana 
/01 dec,swa para a derrota de iodas as tentatvas de Jragmemação 
terntonal e socll1I do Pais. 
Durante a Segunda Grande Guerra, a J,,fantana, s, f•= r,pre• 
sentar pela Prmera Drvisão de J,,famana Exped,c,onária, onde des­ 
tacou-se, dentre outras, 110 co11q111sta de /11011/e Castelo, vaóna fim­ 
damental na Campanha da ltáha. 
Esteve presente também integrando a força de Pn= da O Una 
Republica Domcana, nos conflitos Arabes-Israelenses, na Penin­ 
sula do Smna e recentemente em Angola A coragem, a determinação, 
o espmto de sarn.fic,o e a capacidade de dumr na ação do nosso 
soldado de Infamana se fez: presente em todas estas oportumdades. 
Apresentando caracteristcas distas, a "Ramha das Armas" 
esta preseme em iodo o terntóno nac1011al. A I,,falllana de Seh-a. 
represemad_a por quatro Bngadas na Região A111n=ô111ca, onde 1a111bém 
se encontra o Centro de /nsm,çiio de Guerra na Seva (!,,fANA US-AA/), 
13/06/99 03 
No palanqtu ftfaj. A/banir, recebendo li npresentaç<io da 2 
Cia Fron e a Prefeita /1/yrian Conceição Sih-e.rtre da Santos 
visa o aperfeiçoamento técmuco e tanco do mfante de selva, torando-se 
apto a cumprr mssoes no ambente hostl da floresta ama.omuca 
No Nordeste, aformaçiio do Combatente de Caatna e reah­ 
::nda no 71º Batalhiiode I,,famanaA!oton:;ada rPETROUNA-PE) Este 
combatente toma--st apto a ,,,f,.,ntar ru d,jiculdades do sertão, uma das 
are as maus mos ptas do mundo, cuja vegetação agressra e esphosa, o 
calor escaldante, o relevo modesto e ondulado e a escassez de água 
erigem 11111 trrmamento esp,c,al para suplantar tas d,jiculdatf,s. 
A I,,fantana de Montanha esta apta a operar nas mas difíceis 
vias de acesso que as regues acdete·'· oferecem A mportinca 
desse combatente ficou comprornda , Guerra ,lmubal. quando 
11111dades da FEB lutaram ao lado de uvpas de montanha norte-ame­ 
ncana. O 11 º Batalhão de Ifantara de Montanha, Umda'e de For­ 
mação destes combatentes no Exército Braslero, situa-se em S4O 
JOAO DEL REY-MG, na Serra do Espinhaço e se dechca a,, estudo e 
aperjeiçoame/1/o de técmcas de combate em iireas mo111a11hosas. 
A mob,/1dnde da I,,fantana e co11S1derin e/mente n11111e111ada com 
o emprego de meos aéreos, motonzados e blindados. Desta forma 
venfica-se a ensténca dos Infantes Para-quedistas, Moronzados, 
Blmdados t dos combatentes da J,,fantana ln e. 
Com a fi11a/1dade de ser empregaria 110 complero amb1tnte 
operac1onal do Pantanal Mato-grosse11Se ou rvg1ão de caracterisll• 
cas umel/,antes, regrstm•st a prrsmçn do rece/lle h,jante Pantane,ro, 
forjado na 18 Brgada de Infantana de Fronteira Anualmente, Está­ 
gios de Operações 110 Pantanal são condcdos pelo I 7º Batalhão de 
Fronteira. 011de se sobrvssatm as operações nbemnlras. Os arma. 
mentos, eqwpnmentos e a arte da gr,erm ern·olwn~ mas para a I­ 
fantana sempre o homem será o fator detennmante do sucesso ou 
fracasso, po,s com sua dscplmna, mmucatva, liderança e mn:'elgénca 
Jn= brotar e florescer as v11ônas 110 campo de batalha.. 
Reverenciamos hoje, com todo carnho e admuração, os nfan­ 
tes de todos os tempos: de GUARARAPES, TUJUTI, MONTE CAS­ 
TEL0 e todos que. l11stóncame11te, imolaram suas ,·idas no mas sa­ 
grado cumpnmento da missão. Seu sacnjic,o mmca sern esquecido. 
a Pátria Ire e soberana renubla-se e agradece Infantes do Brasil, 
da mnosptas sehvas à solidão dos pampas, estejam alertas, não se 
dee abater sejam firmes em suas corações. Inspirem-se no valor 
moral e feitos de seu patrono e contmuem a lutar sempr, pelo en- 
grandecmento do nosso Pais. FRONTEIRA! BRASIL 
a Margarita 
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Diário Trihuna da Fronteira 	13/06/19 04 
ho 
1 'ere11dor Ailto11 Sm1cl11!. (PSDB) - Preside11te 
. i 91 Câmara de CVereadores 
de CfJorlo WurHnho -- ---- 
parabeníw o 
pooo murHnhense, 
na data magna 
do Wuníápio. 
9 ddade engalando 
comemora o seu 
87° t1níoerstirío. 
() pooo es/6 em fesft1. 
%dos pt1rHdpt1m. 
OWuníápío 
es/6. em franco progresso. 
, é t1 noot1 f rue. 
e CfJorlo WurHnho 
em ri/mo de 
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• A 
ador Anderson Alvarenga (PL 
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Vere11dor Agrwl Garcia Neto 
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Verl!11dor Adolfo Aguero 
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1 'erendor Joel Alderde 
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' -- -- - -- - 
' 
~ Vereador Dar/ey José dos Santos Loubet 
Ve.reador Femn11do A. Crista/do de .Uattos (PSDB).

Diário Tribuna da Fronir Men 
13/06/9 05 
f, Myrian Conceição Silvestre dos .Santos 
Prefeita de Porto Murtinho 
. ..J 
• 1 
·1 
1 
Dúcio Queiroz Sifra 
Prefeito de Antonio João 
O trabalho foi 
nosso ponto 
comum e 
característico. 
lssia crescemos, 
aprendemos e construimos. 
t:.speramos continuar 
sempoe juntos, 
estreitando laços 
de Amizade e 
trabalhado aida ais, 
sempre com base 
na harmonia. e 
cooperação, 
com muita Saúde e Paz. 
Oue 13 de ']unho seja 
uma data.
1 com motivo 
de 37esta e llegia!! 
r 
.. 
_....__~ 
,1/úrcio Ct1111pos 1llo11teiro 
Preft!ito de Jardim 
Dilmar da Sifra Leite 
Prefeito de Caracol 
José Garibaldi da Rosa Neto 
Prefeito de Bela Vista 
Nercy Soares dos Santos 
• Prefeito de Bonito 
Eli:eu dos Santos 
Prefeito de Guia Lopes da Laguna I

Diário Tribuna da Fronteira 
1 / /99 06 
Esclarecimento a população 
murtinhense sobre a polêmica 
falta de gás de cozinha e o boi­ 
cote dos revendedores do produto 
A população se iniciou o boicote por 
murtinhense neste mo- parte dos revendedores do 
mento está vivendo uma produto na cidade, os 
situação complicada com mesmos não fizeram mais 
a falta de gás de cozinha, o pedido para adquirir o 
esse episódio iniciou a par- produto, por que não que­ 
tir cio momento cm que o riam cumprir a determina­ 
Vereador Adolfo Aguero ção de vender por 12,56, 
(PMDB), em cumprimento ora o que estranha mais 
legal que lhe é permitido ainda é que a portaria 
por Lei, cm indicação à interministerial é clara, só 
Mesa Diretora que foi apro- não entende quem nilo quer. 
vada por unnnimidaclc o Agora estamos viven­ 
cumprimcnto da Portaria do o momento mais dificil e 
Interministerial n" 79, de 14 tem gente ainda que não en­ 
dc Abril de 1999 (publica- tendeu o espirito da coisa, 
do no DO nº 71 de 15/04/ • hoje o preço do gás de cozi- 
99), onde cm seu preâmbu- nhu cobrado em Murtinho 
lo diz o seguinte: TA BELA representa 10% do salário 
DE PREÇOS MAXIMOS mínimo, isso é muito para 
DE VENDA DE GLP um trabalhador que nilo tem 
(G/S) AO CONSUMI- seus salários reajustados há 
DOR. essa Portaria foi ane- mais de quatro anos, portan­ 
xada juntamente com a in- to a indicação dos Vereado­ 
dicação do Vereador e foi res foi aprovada pela popu­ 
encaminhado ao Promotor lação murtinhense, a atitu­ 
Público de Porto Murtinho, de dos Vereadores com re­ 
o qual acatou a indicação e lação a essa questão foi 
em seguida baixou uma muito bem aceita, mas in- 
Portaria de nº 001/99 para felizmente se formou em 
que os revendedores do Murtinho um verdadeiro 
produto cumpra a determi- cartel no preço do produto, 
nação da tabela, isto é, a todos os revendedores prati­ 
ta bela indica que em cam o mesmo preço. 
Murtinho o preço máximo esta segunda-feira a 
a ser cobrado é de R 12.56 falta de gás de cozinha foi o 
(doze reais e cinqüenta e tema principal da Radio Co­ 
seis centavos), só outro fa- munitária, induzindo que o 
tor importante a esclarecer, povo compareça à Câmara 
cidade onde não tem o Municipal para protestar 
PR OCO a Promotoria Pü- contra a falta do produto, ora 
blica é a responsável pelo gente. os Vereadores estão 
cumprimento do Código de tentando ajudar os consumi­ 
Defesa do Consumidor. dores a pagarem menos pelo 
O que mais estranha a produto, teve um empresário 
população murtinhcnsc é do setor que usou o micro­ 
que a partir de se momento fone da rádio para chamar os 
Vereadores de "fábrica de 
demagogia". eu não sabia 
que demagogia é você aju­ 
dar o povo a economizar o 
pouco salário que ganha, ain­ 
da quis induzir o povo a se 
manifestar contra os Edis, 
mas o povo murtinhense sa­ 
biamente não acatou essa 
convocação. 
Em sessão realizada 
nesta segunda-feira, na 
Câmara Municipal, os Ve­ 
readores repudiaram esse 
comentário. todos os Ve­ 
readores, inclusive o co­ 
mentário do Presidente da 
Câmara Municipal, Ailton 
Sanches foi claro: "co­ 
mentários desse tipo não 
aceitamos". O Presidente 
ressaltou, que "a opinião 
deste cidadão pouco ou 
nada influi na opinião pú­ 
blica, mesmo porque é um 
individuo inútil aos inte­ 
resses da comunidade 
murtinhense é isso vamos 
fazer e defender com 
unhas e dentes, doa a 
quem doer", finalizou o 
Presidente. 
Outro fator a ressaltar 
é que tem cidadão usando a 
Rádio Comunitária como 
trampolim para a política 
murtinhense, dessa forma a 
Rádio está deixando de ser 
comunitária e sim está a ser­ 
viço de políticos CUJO setor 
detém a Direção daquele 
veiculo de Comunicação. 
Imprensa escrita, falada e 
televisada se faz com impar­ 
cial idade. com ética e crité­ 
rios esses são os ·preceitos 
legais da imprensa em ge- 
ral, mas em Murtinho a situ­ 
aço é diferente a Rádio Co­ 
munitária t'Stá somente a ser­ 
viço de uma facção da poli­ 
tica murtinhense e não acata 
a opinião da maioria da po­ 
pulação murtinhense, que 
está insatisfeita com muita 
coisa errada, exemplo dis­ 
so é essa determinação do 
cumprimento da tabela de 
preço de gás de cozinha, os 
vereadores murtinhenses 
fizeram sua parte com mui­ 
ta propriedade. que é defen­ 
der o povo carente, porque 
três reais a mais pago pelo 
produto representa muito 
para o seu sustento. 
Não poderia deixar de 
elogiar a decisão da Prefeita 
que até um certo ponto de­ 
morou a enfrentar a situação, 
mas ela, junto com o Gover­ 
nador e sua equipe interviu 
junto as Distribuidoras do 
produto para abastecer a ci­ 
dade, em caráter 
emergencial mas com o pre­ 
ço da tabela de RS 12,56. só 
para lembrar à comunidade 
é que o Executivo Munici­ 
pal tem o poder de Polícia e 
numa situação como essa, a 
Prefeitura teria que acionar 
a Defesa Civil Municipal e 
tentar resolver a situação, 
mas com muitas conversas, 
entre o Executivo e o 
Legislativo está se chegan­ 
do a uma conclusão favorá­ 
vel à comunidade 
murtinhense. 
(Porto Murtinho, 08 de Ju­ 
nho de 1999- Assessoria de 
Imprensa da Câmara Muni­ 
cipal de Porto fortinho/M ) 
FPM registra queda de 38% em Junho 
Diferença a menos preocupa maioria dos Prefeitos de Mato Grosso do Sul 
A previsão de repasse 
do Fundo de Participação dos 
Municípios (Fl'M) para este 
mês assustou a maioria dos 
Prefeitos do Estado terão de 
ratear entre si 38% a menos 
com relação ao mês de maio. 
Segundo a Associação 
dos Municípios de Mato 
Grosso do Sul (Assomasul), 
o repasse no mês passado 
totalizou RS 16.878.413,30 
contra os R$ 10.450.880,44 
previstos para este mês, uma 
diferença considerada signi­ 
ficativa, considerando as 
perspectivas de uma transfe­ 
rência superior a divulgada 
pela União, conforme avali­ 
ação do presidente da enti­ 
dade, Enelvo Felini (PDT). 
O FPM é repassado a 
cada dez dias de cada mês e 
é constituído por 22,5% de 
tudo que o país arrecada do 
Imposto de Renda e do Im- 
posto sobre Produtos Indus­ 
trializados (IPI). 
O Ministério da Fazen­ 
da atribui a queda ao proces­ 
so de restituição do Imposto 
de Renda - Pessoas Físicas 
(IRPF98), com data de início 
em 15 de junho deste ano e 
também em razão da previsão 
de uma menor arrecadação do 
IR no terceiro repasse efetu- 
ado em maio deste ano. . 
Para se ter uma idéia do 
prejuízo, se as previses forem 
confirmadas, na primeira se­ 
mana de maio, os municípios 
do Estado dividiram RS 
9.184.922,73, contra os RS 
5.619.777,13 que devem ser 
creditados ainda esta semana. 
Por causa disso, o pre­ 
feito de Campo Grande, 
André Puccinelli (PMDB), 
terá este mês apenas RS 
1.367.440,74 do FPM. No· 
mês passado, o repasse à pre- 
feitura da Capital totalizou 
RS 2.208.444,39. 
. A prefeitura de Doura­ 
dos - a segunda do Estado 
em arrecadação -, recebeu 
RS 1.054.232,39 em maio 
contra apenas RS 652.785,95 
disponíveis para este mês. 
Da mesma forma, Três La- : 
goas terá um repasse inferi­ 
or agora. O prefeito Jssam 
Fares (PMDB) pôde contar 
com RS 457.323,68 em maio 
e deverá administrar apenas 
os RS 283.167,50 que virão 
do governo federal. 
O prefeito de Coxim, 
Oswaldo Mochi Junior 
(PMDB) foi um dos que mais 
reclamaram das informações 
fornecidas pela União, já que 
a sua prefeitura irá receber este 
més RS 197.965,27, quando o 
repasse de maio foi de RS 
319.718,5L"Assim fica dif­ 
cil de projetar uma adminis- 
tração", reclamou ele, mesmo • 
com as finanças em dia. 
O prefeito de Eldorado, 
Pedro Luiz Balan (PMDB). 
disse que será obrigado a 
transferir 38% a menos à Câ­ 
mara de Vereadores este mês 
em razão da queda do FPM. 
a avaliação do prefei­ 
to de Maracaju, Reinaldo 
Azambuja (PSDB), são essas 
surpresas que têm atrapalha­ 
do a administração pública, 
uma vez que a maioria das 
prefeituras do pais depen­ 
dem dos repasses constituci­ 
onais para sobreviver. 
. Segundo ele.. o governo 
federal sempre tem dado des­ 
culpas na hora de repartir o bolo, 
mas as obrigações dos munici­ 
pios têm de ser cumpridas de· 
qualquer maneira sob pena de 
haver retaliações como retenção 
de recursos e bloqueio das co­ 
tas· do próprio FPM. 
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Fone/Fax (067) 251-2194 
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Causas Cíveís, Criminais, Contratos 
(067) 251-1012 
ARRAIÁ DA ESCOLA MUNICIPAL 
CARACOL - Nums promoçlo da conceituada Associação de] 
Pais e Mestres da Escola Municipal João José Leite da Silva, acontece 
neste final de semana da referida escola a tão aguardada festa junina. ' 
A APM convida a comunidade caracolense em geral para pari­ 
cipar, lembramos que além das tradicionais danças e bebidas, bingos,' 
etc, acontecerá uma grande apresentação da Associação de Capoeira 
Bahiana e a inauguração do muro da escola municipal. promcs.sa que 
esta sendo cumprida pelo Presidente Joaquinzão. 
No domingo tem prosseguimento da Festa Junina com um gran­ 
de churrasco ao meio-dia. e venda de espetos avulso. além da noite con­ 
tar com a queima da fogueira. pau-de-sebo, casamento caipira e muito 
mais. NJo percam!!! 	- 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA/MS 
Decreto N" 1.159/99 - Executivo Municipal 
"Dispõe sobre Exoneração de Funciondno" 
José Ganibaldi da Rosa Neto, Prefeito Municipal de Bela 
Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribui­ 
ções lega.is; DECRETA:. 
Ar!° - Exonerar à pedido, a Ser1dora ELIANA MENDON­ 
ÇA, do cargo efetivo de Pagem, lotada na Seretana de Pror.oção Soi­ 
al, Padrão I, Classe A, do Quadro Peranere da Prefeitura Mriapl de 
Bela Vista-MS,a parir de 21 de Miode 1999, de acordo com o dispos­ 
to no Artigo 48 da Lei Municipal n 948, de 19,04/93, do Estatuto 
Art2" - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publica­ 
ção, revogadas as disposições em contrário 
Bela Vista/MS.. 24 de Maio de 1.999 
José Garibaldi da Rosa Neto - Prefeito Municipal 
l

llárlo Trllula da Fronteira Men a 
13/06/99 p 07 
:tt v· ~	-Acredito na ·!t· ~ f:·;, _. 
a 	gente jovem " 
's desta terra, que busca inspiração na experiência 
dos mais idosos, que almejam e acreditam 
em dias melhores para sua gente. 
Congratulo-me com esforço de cada um. 
com o intuito de fazer desta, 
a cidade sonhada por todos. 
Parte ativa desta engrenagem. 
sinto-me a vontade para crer 
nos projetos, no bom senso administrativo 
dos nossos governantes 
e na capacidade de crescimento de cada um. 
Somos uma família composta por 
diversas raças, todas elas comungando 
hoje em um só pensamento: 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
relacionamento de toda sua comunidade, 
um entroncamento coroado de êxito, pois 
1 sempre perseguem o ideal de bem servir. 
Portanto, ao comemorar os 87 anos 
1 de Emancipação Político-Administrativa 
1 
do Município, homenageamos a garra 
t 
e dedicação de todos aqueles que, 
0 
1 
com muita luta, transformaram 	~ 1 
Porto Murtinho numa cidade onde é possível viver feliz. .: 
V d 
Port~ Murtinho - 1 	.: 1 
l., ·era«dor Job Ab1 ·< t +li: ° 
Aso car«s «oco " ±..%..-.2!o.g!%!l.%! 
Parabéns Murtinhenses 
1 
O único meio de realizar grandes coisas 
. neste mundo é pensar 
também em Termos grandiosos. 
Pra.fraseando Disraeli, a vida 
é curta demais para ser pequena. 
Os mrtinhenses acreditam • 
na força do pensamento. 
O pensamento otimista é criador e 
gera condições de sucesso. 
Pensar com grandeza é o primeiro caminho 
para realizações grandiosas. 
o desejo de que o 
progresso 
alcançando nestes 
87 anos de vida 
de Porto Murtinho, 
seja apenas um es­ 
boço do muito que 
ainda está por vir. 
------------------ I 
I 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
I 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
1 
Homenagem 
Acreditamos no progresso e desenvolvimento 
de Porto Murtinho e sempre procuramos contribuir 
com a vida econômica e social do Município. 
Sua história de sucesso 
D 
deve-se antes de tudo, ao ótimo 
A marca indelével de um povo 
é o seu poder de realização; é a sua vontade de criar e 
desenvolver idéias é conceitos: é a sua 
obstinação salutar em construir; 
é a chama do patriotismo que desperta 
entimentos profundos e induz a feitos grandiosos. 
Parabéns Povo de Porto Murtinho!! 
1 
87A o 
• 
José Francisco da Silva Filho (Zé Preto) 
Presidente da Câmara de Jardim 
f 
7 Jardim 
Empresário Paulinho Benites e Familia, com o 
Governador Zeca do PT e Deputado Kayatt 
ISI R a. n

Diário Tlibuna da Fronteira Cid a d 13/0 /99 Págin , 08 
Informe TM 
Porto Murtinho 
............................. Toninho Ruiz 
ÁNIVERSÁRIO DE 
ÂLISSON MIRANDA 
DESTAQUES 
Quem 
íl'CCbcu us 
, amiµos para 
comemorar o 
anivcrsi'1rit1 
de seu filho 
,l//Js1111 
Gomes 
Jllra111ln, foi 
o nosso ami- 
Zé /.é 1llra111/,1 (,/,• hflnéJ, n111 e;pom S11ef)•, s11ll 
ji/1111, Sm. Mercedes Vi<'im, O/mes Fare/m G11- 
111,•s, Fam/111111 Yarzon e o 1•/ce-Prefei/11 l11/11rn 
go 
Miranda 
sua esposa 
Sucly Go­ 
mes. que ofe­ 
receram um 
suculento 
churrasco 
servido com 
ccrvcj inha 
gelada. 
Por l:i se 
fizeram prc­ 
sentes os ami­ 
gos do casal 
I 
___j_ __ t 
O., amigos Henrique Pavesi e Willinn Tem/e 
foram c:01111Jt1rril/111r nn,r o z,: 1Hir1111cl11 afestn tlt! 
1/i.lrnn 
Talita recebe os amiguinhos 
para comemorar mais um ano 
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. ~I m1ii-ermrir1111e TAL/TA MEDINA. aqui ,u:0111pn11ftntlapcln 
pr1111111ho. ela toda sorrith·nte por co111pletar mais 
11111 
ano de vida 
A TALITA, filha do casal. José Alberto Medina e Ma­ 
na 'atalie Cha,·es. recebeu os amiguinhos para comemorar 
mais um ano de vida. Na oportunidade foi servido um sucu 
lento bolo e muitos n:frigcrantcs. ela .:stava toda feliz pr 
completar mais um aninho de vida. Para Talita muitas fclici­ 
dad.:s, scguc carinho especial desta coluna pdo anive.rsário. 
da quc tt:m um pai competente e dedicado. hoje José Alberto 
.: o Gerente da Comercial lsla Margarita. que está localizada 
nu vizinha Ilha Margarida. Ao casal José Alberto e Maria 
Natalic seguem muitas considerações deste jornal c felicida­ 
des pelo ani'cr,-:irio da sua lilha. 
Aniversário de 15 anos dajove111 
Maria Dei Cannen Garay 
.......,. ,. 
O, p::11~ <lc Jo11ar/11111 rccc­ 
hcrJm lh amigo para comemora­ 
rem o segundo aniversario do fi­ 
lho ClaudH, e: ~1arim l:',ta, am ra­ 
diantes de fel ,c,dadc, por mais um.1 
pas'iagcm <lc :inivcrsãrio de seu 
pimpolho Ao, amiguinhos foram 
servidos saborosos salgados. Desta 
coluna ,;;cgucm os nosso~ parabCn'i
1 
Nafow II r:ati11/w JOATHA 
('011111., pais Maria e Clawlin 
Na oportunidade da vsita de iistre drs 
Iransportes, Elieu [ah/ta., pinçares atuns I 
irantes no embarque de ausar no Porto de 
Martinho, pessoas que se dtata.aram e te 
r.Hil Jl1H ... ia nesse dia tdo unporate pata a t 
g i.1u Sudo~·,:t:. 
Que não fique somente nesse p. peta 
de In v e s tim e n to s na ordem de ,n .ll ... orno .. '-. .. 1, 
milhões para terminar a estrutura do H'orto, o 
111cnk dcv-d lotnl,l o embarque era totalmentt 
mecanizado com sistema hdriulo, mas pels 
di,cul">1l do, qu~ u,Man, a p.11.n r.1 r,·cur ,, fj. 
n.,nn·iro njo ,crà pr<1blc111.1. torn,,r.1 
O homens publicos de maior peo PlrH unt 
pre:H
111te1e1111/urtíulu,, depurmlor t1li11/1111it Paula 
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Mfurinho, mas destaque vai para os irmãos Ribas, nes­ 
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llárto Tribuna da Fronteira Prefeit 
Prefeitura Municipal de Antonio João - Balancete Financeiro do Mês de Abril de 1999 
RECHIAS 
Ili '-1'1 ',A.', 
---- 
iL.os 	Antriur Do ms Auml ado 1 it,.!os 	Amenor 	1)., 
. 
 Acurralado 
- 
--·----- 
J{rcritu Orçamrnt:íria 	933 687,70 272 07J,97 1 20S 761 ,67 De pesas Orçamentária 	645 227,36 425607,42 1070834 7x 
OI- Legyslatva 	0,00 	(1 ()) 	0,00 
Hitas orrentes 	733 6'Kl,70 272 073.97 l 005 761.67 02- Jud:sana 	0.00 	0 00 
(l ()O 
Rita 'Tributária 	JS 5.U,65 14318,09 49 861,74 03 - Adumstração e Planejamento :uJ 913.07 7 00257 2328404 
, lluriln J>:arrimuuiW 	1 461,03 702,17 2 16),20 0-1 - Ay,culrur.1 	3 03001 146544 J l•l'í 15 
Iransferninas Correntes 	695 593,72 253 677,86 049 271,58 08 • Educaç3o r Cultura 	169 302,8 64627.97 233930.86 
()utr:1' ltrrritu, C'orn,ntes 	1 089,30 3 J75,!l5 4465,15 09 - Energga e Recursos Minerais 	0.00 	0011 º·ºº 
I0- Habitação e Urbanismo 83 973,6 6 322 06 O() NS,72 
Htrritas dr Cupitnl 	.200000,00 
º·ºº 
200 000,00 11 - Idüstna, Comércio e Servços 0,00 
º·ºº º·ºº 
Transferênias de Capital 
200 ººº·ºº 
0,00 
200 ººº·ºº 
13 • Saúde e Saneamento 	111 756,47 2$0 45888 362 215,35 
15- Assistnca e Predcia 54817.7) 19151.10 73 068,8 
Receita Extra-Orçamentária 	689 366,16 439 371,48 1 128 737.,64 16 • Tra.nsporte 	18 -I03,5J 4 679,40 23082,93 
99 • Reserva de Contpgénc1a 	0,00 	0,00 	O 00 
Drspna :i l'ngar 	620 934,78 411 662,18 1 032 596,96 Despesas Extra-Orçamentana 870 755,J l )47 257.35 121801.,66 
Despesa a Pagar (Contrapartida) 620 934,78 •l ll 662. 18 1 032 596,96 Pagamentos de Despesas 	736 130,78 287 401.10 1 02., 5J L.88 
l'ag;,mcnto de Despesas 	517 444,35 285 698,04 801 12,39 
Pagamentos Antecipados 	4,987,90 2 862,76 7 850,66 Pagamento de Restos a Pagar 218 686.43 1 703,0ó 220 389.49 
Salario Familia 	4.987,90 2 862,76 7 850,66 Pagamentos Antecipados 	69 822, 18 31 244,47 10 • 066,65 
Câmara Municipal (Duodécimo) 65 765,16 J0 400,00 96 165,16 
Strviço dn Dlvidn n Pngnr 	24 292,58 lJ 945,24 38 237,82 Saláno Familia 	4 057,02 844,47 4 901,49 
Amortiz. da Divida (Contrapartida) 24 292,58 13 945,24 38 237,82 Servço da Dida a Pagar 	24 292.58 10 707, 14 J4 99'1.72 
Consignações 	15.251,19 J 511,19 18 762,38 Amort da DíV1da (Do Exercioo) 24 292.58 10 707,1-1 J4 999,72 
Desconto de I.N.S.S 	2 044,32 
º·ºº 
2 044,32 Consignações 	16 610,06 IO 514,53 27 124,59 
Desc. Fumps 	12 899,95 3 415,83 1(,3)5,78 Pagamento de IS S 	581,72 	0,00 581,72 
Desr. Simdmaj 	205,13 43,01 248,14 Pagamento Fump5 	15 846.51 10 514,53 26 361,04 
Desc. Simted 	101,79 52,35 154,14 Pag;amento S1mdmnj 	128,82 	0,00 128,82 
Crtdores Diversos 	23 899,71 7 390,11 31 289,82 Pagamento Smted 	53,01 	0,00 53,01 
Dtsconto Lei Complementar 91/97 23 899,71 7 390,11 31 289,82 Devedores Da versos 	23 899,71 7 390,11 J 1 289,82 
Saldo do Exercido Anterior 	Pagto Redutor Let Comp 91/97 23 899,71 7 390,11 31 289,82 
Disponfvcl 	156 707,00 Demonstrauvo do Saldo 
Cníxa l'n,friturn 	5 289,30 	Dasponivel 	202 358.87 
Disponi,·cl Câmara 	0,17 	Caixa Prcfettura 	9 640,69 
Bancos C/ ilo,·imcnto 	79 865.02 	Disponível Câmara 	0.17 
 inculndo cm C/C Banciíriru. 	71 552.51 	Bancos C/ MoV1111ento 	87 007,02 
. 
Vinculado cm C/ C Bancánas 	l05 7I0,99 
TOTAL GERAL 	1 623 053,86 868 152,45 2 491 206.JI TOTAL GERAL 	1515982,67 975 223.64 2 491 206,JI 
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llárla Trllllna da Fronteira Men g 
fio que se meterílir 
perna ou dor. 
o vxio que pulso, reclama o todo 
i:, vitórin por quem i;uspir11. 
] verdade de quem se orrisco 
.,Sun busco é n maior de todas. 
/)s ospirnões do ser humano 
encontro, tiio difícil, qunnto;lí co. 
1'Jois é o contro 
em 'l m nuncn 
se sePiu do fato. 
Zfm encopro tno lírico 
qunn tl'mpestuoso, 
A. . 
IS 1fJtl'IJSAnJl'fJtl', 
j umn dildivn. 
1Jorque o nmor 
é o mnior dom de 
qul'm tem nlmn. 
O mnior prêmio 
' , de quem tem fé. 
Esteta Mary 
m 
1 / 6/99 
» 
' -----. -- ·- . ~'- 
Os anos ensinam muitas coisas 
que os dias desconhecem. 
À todos aqueles 
que de uma forma ou de outra 
contribuiram para o 
êxito da jornada 
nestes 87 anos de Porto Murtinho, 
. nossos desejos 
de paz, saúde e progresso!! 
Osório Miranda dos Santos e 'Família 
HOTEL CANAÃ Porto Murtinho 
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r,;=====- 	._,z_-_ =-=--=-= -'--"=-,,_:'I 
C--
1
::; O triunfo é um:1 conquista lenta, .r • • 
f: continua e progressova como o crescimento de ..,ma árvore. 
Faças·de nossas ações o adubo que torne mais ffrtil o solo 
para o florescimento da árvore do triunfo da humanidade. 
1 
a 
Félix Alves 
Empresário - Porto Murtinho 
Feliz 
Aniver-i 
sário 
Porto 
Murtinlw,: 
afinal, 
87 anos 
são lon­ 
gos anos 
di!lutase 
vitórias 
• ~ -=:::a.::J..a:..W=: íi e- 
·, • É dia de festa. ·' 
~ • ., .,. -~·- 	.:.._e"',,,. 
,", Que a alegria transborde > 
s no coração de todos (J11<' 
• ..,,- conosco f'Sfil'eru111 ir111u11aclos 
P. que o futuro .r;e)n 
furto de reuli:::uç<><'S c•spil'Ít11ait,;, 
corn muilu saúde<! forçu para 
a conquista de novas metas que 
movem nossa capacidade de trabalho 
1 o 
... ,. 
,», . .. - ., .. 
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'lo.', 
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%- 
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: 
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,, 
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' 
: 
' _,. ... 
: 
No ensejo das festas V' , __ ...,, .. ,.._ 
dos 87 anos de Porto Murtinho, 
agradecemos à Deus por tudo que nos 
permitiu realizar e rogamos para que 110s 
dê forças para continuarmos 
a trabalhar por uma cidade mais 
justa e solidária. 
1 
t 
1 • 
1,. 
A CONVERSA_, 
Até que enfim 
resolvemos falar 
-,, , Trocar algumas 
Ernandes Maidana 
Presidente do PTB de Porto Murtinho 
O AMOR Que interessante Sua boca sedenta de 
Por um olhar... Temos algo em comum. amor 
De repente n~ti,mos ! ,. De...encontro / 
alguém 	O _f&IMEIRO com a minha. 
Um jeito,especial de se fNCOITTRO ... 
Algo diferente _j /Emocionant~, UM BEIJO ... 
Coração bate-mais rore '-éstnvamos sem graça, Gostoso, suave, 
Quer viver, quer am r. Tinúdos, às vezes simplesmente, 
- sorríamos, indesci:itfrel. 
A PAQUERA... «--- Lembramos o passaoo _ 
Noto que meu olhar - ratamos do presente. ' O NAMORO... 
• Está 	O futuro esta ali, Chegamos a • 
sendo correspondido em nossas mãos. conclusão de-que, 
,· -Falta coragem 	Realmente 
' O coração quer . AS MÃOS... estávamos apaixonados. 
O pensamento não deixa. Seus dedos sua,·es, Até hoje estamos juntos 
.Suas mãos macias Não sei o quanto vai durar. 
Tocarnm de le,·e Hoje sei que TE AMO e 
o meu rosto. que ME AMAS também. 
A BOCA ... 
Amanhã ser.i 
um novo dia!!