REGIONAL ................. s - e ' 13 do Junho - Porto Murtinho - Bela Vista - Jardim - Antonio Jóao - Bonito - Guia Lopes da Laguna - Nioaque - Caracol Nossa homenagem aos murtlnhenses Um dia, não era um dia qualquer, era um dia multo especlíll, Porto Murtlnho comemorava aniversário de fundação, o prefeito naquela oportunidade era o senhor Alcyr Nogueira Coelho, produtor rural, homem ílffivel, sereno, equlll­ brado, um amigão o Alcyr. Naqueles tempos os jornalistas que visitam a cidade eram apenas dois, visitas periódicas, lva!do Pereira e Dupré Giurcla Coelho. Não era fiicll, tempos bicudos, mas valia a pena vencer os quase 400 km de terra e chegar no Portal do Paraíso. Tudo era diferente. Pois foi num dia desses, aniversário de Murtinho, que ouvimos de Alcyr o comentário, ou melhor, a resposta para a pergunta: ' • - Qual a malor riqueza de Porto Murtinho? 'íj - Nossa maior riqueza, filho, é o 'nosso povo. Temos fibra e garra, aliadas à senslbllldade e alegria de viver. ' ' Ouvimos em silêncio. O tempo, Julz dos atos, se encarregaria de provas as palavras do então prefeito. . E chegaram as enchentes. As Inundações da cidade. Nós mesmos, do Dlá­ rio da Tribuna da Fronteira, tivemos o escritório destruido, por três vezes, pois foi nessa época, nesse tempo, que confirmamos as palavras do prefeito, não que duvidássemos, queríamos ver o povo, sua reação, em tempos de pressão e crise, Quer maior crise e pressão ver sua casa, seu comércio, destruldo, perder tudo? E o povo murtinhense demonstrou GARRA em lutar para manter a cidade no mesmo lugar, queriam mudar Murtlnho para o Km 8. FIBRA para vencer os desafios da reconstrução. SENSIBILIDADE para captar' dos Incidentes, lições de vida e despertar a solidariedade. E ALEGRIA DE VIVER, demonstrada nos acampamentos, nos barracos de lona, cantando, sorrindo, vivendo, com a esperança de dias melhores. E com a esperança a certeza da futura constru­ ção do DIQUE. Eo DIQUE foi construido. O povo, fellz, como sempre, voltou para suas casas, multo mais fortalecldo, com mais garra, mais libra, para continuar a luta. É um povo que supera em tempos de crise. Esse povo merece mesmo ser feliz. Gostaria, hoje, de lembrar de alguns amigos, mas poderia cometer Injusti­ ças ao citar nomes, tivemos e temos tantos amigos em Murtlnho, mas é preciso lembrar de Jonas Amarage, Alcyr Idelfonso, D. Osvalda, Sr. Beto (pal do Emesto - Vaca Preta), Nelson Feres, Ramão Vitorio, Dr. Everaldo, D. Pabla, Bidu, Salvador, DI Piero, D. Irene, Dr. Cezar Fróes, Marcionil, seo Orcírio, meu Deus, eram tantos, hoje a cidade, como um todo, é de amigos. Com o tempo Porto Murtlnho foi se modificando, chegaram os turistas, a nossa maior riqueza • o povo- soube se adaptar aos novos tempos. Todos os anos, são milhares, a todos os murtinhenses recebem de braços abertos. Nadá fala mais profundo n'alma e no coração, do que o texto do Jornalista e escritor lvaldo Pereira, em um de seus livros. Els a transcrição: . _ • .•. não há palavras para descrever a beleza do pôr do sol às margens do rio s Paraguai em Porto Murtinho, às vezes o silêncio contemplativo expressa melhor os nossos sentimentos do que verbo, a palavra ... ... Nem todos que visitam Porto Murtlnho sabem captar o espírito mágico da cidade, do seu povo. Existe mesmo, sou testemunha disso, cidadão murtlnhense por graça e cortesia do então vereador Sandro Maldonado, da familla Maldonado. E me orgulho disso. Essa vibração, esse não sei o que de mágico é que faz de Porto Murtlnho uma cidade diferente. Anjos e demônios convivem, quem tem olhos para ver que veja, é preciso não se guiar pelas aparências, talvez seja aqui o local onde as almas se encontrarão para o grande acerto de contas ... Não concordo plenamente com o escritor, só em parte, entendo que aqui as almas se encontrarão, no grande ajuste, para viver, eternamente, no para­ iso, pois, para nós Porto Murtlnho é o Portal do Paraíso. Falar das belezas naturais, da nossa riqueza cultural, dos prédios tomba­ dos pelo patrimônio histórico, do rio e dos peixes, do terminal portuário recen­ temente Inaugurado, das obras da prefeita Mlrlan (primeira mulher a se eleger prefeita no Sudoeste), das perspectivas de progresso, tudo Isto é multo im- , ) portante, mas o mais Importante, HOJE, é homenagear todos os murtinhenses, • naturais ou adotivos, pois SER murtinhense é mais um estado de espirito. Com a chama do EU Imortal Iluminando o nosso caminho, com o espírito se abrindo para o Ili Milênio, nossa saudação é mais um chamamento à luta na conquista dos melhores dias preconizado por nossos antepassados quando '~ • SONHAR era preciso. ' .. -) - 7' 4 v %% PARABÉNS PORTO MURTINHO Todos nós do Dlárlo Trbuna da Fronteira 2 Cid::sdc.r.'Pcrto ~urtmho - 12 dt-Jur.ho'93 • Tnbun il d Front Ira Parabéns d d · f r j • / '1' / ·1,/.1./,• ,, c/.1 O t 1:,c1m.:11to de 11,nu u a ,, u o.111.CJ (.., , .. - /, I ' 1' o }''º '!<'..,() 1 tadade realizadora de sua geri • , . / 1 • • , • 11cmulha /''-' o funtipo vem pela cnatividade e ,, . desprendimento, por suas autondades. Porto MAurtnho com seus :/ , li . -i[1-t1111 1ila11f,1m t rno ' • la é exemplo disso. Onde trabaham e te'@ - • 1 • J 1 ', ,- li' 11()1' I.! /ildl.l , 11,. J·. esse caminho, Porto Murtnho, sera casa - 'i , 1 • ,. , • ., º·' v- 0//(), S 11/( (' 11 r . : ,,,, no contexto estaduaL ,1o co1,.emorc11111 • ' F ,, ih, d, do vo, tomesmo tempo Porto Murinho pelo espinto realizador de seu povo... Ti q d d Muns po peto em que cumprmento a autondades construi(a O ' cf prendmentos como conduzem os destinos da terra Sccr~tino de Infra Estrutura Homenagear Porto Murtinho é tarefa do dia-a-dia, folar de snua importância, seu real ralor, o que r11preseuta aos filhos desta terra e aos , 1 _ l f ] mitos que a amam não basta. E lrabalhaudo, ajudando no seu ....is.,desenrohimento, produzindo riquezas, e lutando por sua grade, que melhor podemos home11ageá-la. Isto temos feito, incessantemente, como filhos de 11mrtinho interessado em seu progresso. Estamos satiifeitos e conscientes do dever cumprido mmos persistir neste ideal para que a cada dia. que pare, qm a cidade cresça e desenrola-se ocupando lugar de destaq11e uo ce11ârio estadual. i ( - ! Ao completar mais um ano de Emancipação polírico­ admini.ttÍ-atÍl•o, nós, Hi/hertp e Efi-:.ahe(e, queremo., desejar o: atodos.os martinhensese as autoridade.constituída5 ' nossos cumprimentos.pelas realizações que estão sendo promovida pelo município, com o trabalho de um povo .- , ,, I / # / "d < ardei ro e consciente dos deveres cumpri os, Pa{ahé,;:,- P,.orto Murtinho pelo 87 anos de exémplo de dignidade _ Expediente it. al ie e.et e dit e ir.. dt.. age alie FJndado em 20 de Fevereiro de 1972 Propriedade de: Maria Estela Velasquez Pereira CGC 03.201.266/0001-90 Registro no Cartório de Titulos e Documentos n• 1.066 Diretora Administrativa: Maria Estela Velasquez Pereira Redator-Chefe: lvaldo Pereira Departamento Comercial: Victor Hugo Velasquez Pereira Administração o Parque Gráfico: • Bela Vlsta(MS - Av. Tribuna da Fronteira, 564 - 439-1410 • Fax: 439-1544 ex. Postal 23 • Cep. 79.260-000 • Jardlm/MS - Rua 14 de Maio, 342 • (067) 251-1669 (Sede Própria) - Porto Murtinho/MS • !>raça Thomás Laranjeira, s/n • 287-1239 (Sede Própria) - Bonlto/MS - Rua Monte Castelo, s/n (Sede Própria) • Antonio João/MS - Rua Bela Vista, 660 - Caracol/MS - Av. Brasil, s/n - (067) 495-1198 (Sede Própria) Assinaturas: Anual: RS 100,00 • Semestral: RS 50,00 - Mensal: R$ l.5.00 As opiniões emitidas nas matérias assinadas não Tepresentam necessariamente a opinião do Jornal, sendo de responsabilidade de seus autores. Filiado: ADJ0RI e ABRAJORI NOS 8 7 ANOS OE: NOSSO MUNICÍPIO VAMOS ORMAR UM· LAÇO DE: UNIÃO P~RA .JUNTOS MEAR E ALAVANAR DESENVOLVIMENTO SOCIAL E: ECONÔMICO DE: NS5A QUERIDA PORTO MURTINHC. Não é hora de propostas, mas é hom de trabalho, de ação, hora de condamar todos os mu.rtínhenses a lutar. a batall1ar. por conquistas que se fazem necessárias. Muito já foi feito, rendemos homenagens aos que trabalham por Porto .lurtinho. dando sua parcela. É hora de continuarmos nesse tmbalho. com desafios novos. COI IOYaS alternativos. • O potendal de nossa cidade é imenso._ seu povo consciente dos den:n:s e • das obngaçoes inerentes ao trabalho de comunidade ~ uu.a Diário Tribuna da Fronteira Porto Murtinho - É mais cio que notório, um dos maiores problemas do Ira­ sil, hoje, é o desemprego, isto ocorre em São Paulo, Rio de Janeiro. Campo Grande, Manaus e, também, cm Porto Murtinho. O pro­ blema do desemprego ocor­ re nas pequenas, médias e nas grandes cidades. O que precisa ser va­ lorizado, incentivado, moti­ vado, é o pequeno e médio empresário, são eles os mai­ ores geradores de empregos no Brasil; cm Porto Mortinho, então, nem é pre­ ciso lembrar, são os peque­ nos e médios empresários os maiores responsáveis pelos Geral GENTE QUE É NOTÍCIA Nota de Repúdio à E , • M • • D 1 · Rádio FM Fronteira In presar1o aurIcIo 'aVOlI ....» ± jovem Alex Ferreira leite Aruelho, falecido o dia 0l d Junho pp em um acidente de moto, de que a HM fronteira divulgara através de seu puogramas que houve omissão de «oonro a vti­ ma por parte do Hospital São Vicente de Paula e que foi solita­ da a ambulância ao Centro de Saúde e ninuem soube responder qual era o destino da ambulância, fiquei constranpido e ofendi­ do. Não como Diretor de Saúde ou Secretário do Conselho Municipal de Saúde, mas acima de tudo porque se tratava da pessoa do meu melhor amigo Resumindo. quero esclarecer que na referida data (das 17 00 à 20.30 horas) estávamos com o Conselho Municipal de Saúde reunidos no Centro de Saúde, com a presença dos senhores (as) Dra Maria Cláudia L. P. Lino - Secretária Municipal de Saúde, Dr Carlos Alberto Oeiriz (Cachito) - Diretor Clinico do Hopi­ tal São Vicente de Paula; Vlmar da Silva Santos - Inspetor da FNS; Maria Aparecida Arguelho - Representante dos Trabalha­ dores em Saúde no Conselho, Leda Loureiro Palmiéti e Adio Florentino - Representantes dos Usuários, Laura Cortez Szczypior - Assistente Social Agentes Comunitários do PACS e convidados. Também havia um médico fazendo atendimento. Dr. Rodrigo Nascimento Coelho, chefe da SSRUIO RC Mec, que presta serviço no Centro de Saúde no período notumo, além dos três motoristas que dispomos e as respectivas, i.,turas (incluindo a ambulância). Todos os citados presentes podem testemunhar que não recebemos telefonema algum solicitando socorro ao jo­ vem Alex e que ninguém nos procurou neste período. Acompanhei o ocorrido de perto e me deparei com várias contradições, uns dizendo que quem socorreu a vitima foi a viatu­ ra da Polícia Militar, outros dizendo que foi um carro de terceiro que passava na hora do acidente, quando na verdade a vítima foi socorida pelo Sr Amadio atumino Rodrigues Quintana (Nenê), seu filho Amarildo e o Sub-Tenente da reserva Anilton José Fari­ as, os quais possuem telefone mas não fizeram nenhuma ligação pedindo socorro, pois o caso urgia emergência e tomaram provi­ dências encaminhando imediatamente a vítima ao Hospital o outro dia (02/06) ouvi uma gravação do Programa Flá­ vio Godoy, que histericamente perguntava onde estava a ambu­ lância no momento do acidente. di1endo ainda que o jovem fale­ ciclo morreu num "racha" (disputa em alta velocidade), fiquei mais constrangido ainda. Primeiro porque não temos que dar satistação a nenhum locutor de rádio, principalmente de emisso­ ra do Paraguai; Segundo, se tivéssemos que prestar algum escla­ recimento seria ao Prefeito, ao nosso Conselho Municipal de aüde, ou à algum requerimento judicial. Outra coisa, quando procurados nunca medimos esforços ou escolhemos pessoas, religião, partido, dia ou horário para aten­ dermos. ossos motoristas viajam tanto aos dias normais como nas datas festivas, feriados, final de semana, enfrentando chuvas, frio, noites e madrugadas, não havendo qualquer distinção com quer que seja. Aqueles que já se serviram de nossos préstimos que o digam. Para se ter uma idéia, neste primeiro semestre do ano de 1999 (incompleto) já transladamos mais de 400 pacientes cm busca de recursos em outros mun.icipios do Estado e fora (inclusive parente bem próximo do locutor). Agora, imagine se eu me omitiria em socorrer um amigo, que inclusive havia almo­ çado em minha casa naquela data! Quanto a afirmaçãodo referido locutor, de que o jovem Alex Ferreira Leite Arguelho morreu num "racha", considero um absurdo e uma grande inverdade. Talvez isso se deva a empolgação ou a falta de cultura do locutor, que não respeitou a tragédia do jovem e muito menos os sentimentos dos seus fami­ liares e amigos. São esses os motivos que me fizeram repudiar a Ridio FM Fronteira. Sempre digo e repito que o bom repór­ ter é aquele que vai em busca da notícia, acompanha os fatos e se certifica da sua veracidade, não aquele que inventa ou vai na conversa de terceiros. Escrevi esta matéria, não no intuito de me confrontar com a Rádio, mas sim para chamar a atenção da sua Direção (se é que tem), para que seus programas deixem de ser menos sensaciona­ listas e sim mais realistas, deixem de ser menos fictícios e sim mais culturais e verdadeiros, deixem de ser menos infantis e sim mais idôneos e respeitosos, principalmente com nós brasileiros e com as familias abaladas por tragédias como essa. Isto porque até agora a Rádio FM Fronteira está parecendo o grupo "Café com Bobagem", fazendo tudo na base da imitação, pois é um tentando imitar o Padre Marcelo Rossi, outro imitando o Asa Branca, outro tentando imitar o Ratinho do SBTe assim sucessivamente. Espero que a minha observação receba o apoio e a atenção dos seus pa­ trocinadores e da sociedade organizada do nosso Município. Tenho respeito e consideração por todos da Rádio FM Fron­ teira, como pessoas, mas não posso dizer o mesmo com relaçã a suas atitudes, a exemplo do lamentável episódio ocorrido. Nós humanos todos estamos sujeitos a erros, mas podemos nos redimir com humildade e inteligência. É o que espero da FM Fronteira 92.5e que esta Rádio tenha muito sucesso no futuro. Flivio Henrique (Pistonbo) empregos existentes. Quando se fala em em­ presários, entre outros, DES­ TAQUE ESPECIAL para o jo­ vem MAURICIO DAVOLI, proprietário de dois postos de gasolina. barco e participação em outras empresas. benefici­ ando mais de 50 familias, dire­ ta e indiretamente, i to implica num universo de, aproximada­ mente, 300 pessoas Mas, MAURICIO DAVOLI não é apenas um empre ária preocupado com o lucro de suns empresas, fato normal, vai além, pos­ sui sensibilidade social, pre- ocupa se com os problemas sociais de sua cidade, de sua gente, nunca nega o seu apoio às iniciativas de cunho social. Em quase todos o eventos MAURÍCIO está presente, participando, in­ centivando e patrocinando. Um homem que acredita cm Porto Murtinho, investe na cidade, é um amigo de seus funcionários, do. carentes que sempre encontraram as portas de seus estabeleci­ mentos abertas, por menor que seja a ajuda, MAURI­ CIO sempre colabora. Semana passada, quan­ do surgiu o problema do gás, da distribuição, ele que repre­ senta urna empresa, disse que faria o passivei e o impossi­ vel para manter o fomecimen­ to e a tabela, não concordan­ do com as regras do jogo dos cartéis. Amigo do povo. Em sua mensagem no dia do aniversário de Porto Murtinho, ele que é um gran­ de incentivador do turismo. disse o seguinte: "Sonho grandes sonhos para Porto Mortinho, quero ver nossas ruas pavimentadas, nossas crianças nas escolas. lojas com movimento, aúde para todos, parques e jardins, tu- ristas, muitos turistas nas ruas, nos hotéis, quero ver a Empresário Maurício Davoli e Esposa nossa juventude praticando esportes. quero ver o nosso povo feliz. Tudo isto quero ver. e, com certeza, para que isto se tome realidade, darei tudo de mim". E SE É O MAURICIO. GE' 'TE QUE É OTÍCI/. (PP) Mensagem O Governo Popular do E tado de Mato Grosso do parabeniza Porto Murtinho pelo eu aniversário. Que sejam sempre marcas de desenvol- vimento e justiça social; o maior motivo que leve os murtinhense a acreditar que uma cidade se desenvolve com a1 rça e contribuição de cada um de seus habitantes. Parabéns Porto 87 anos JOSÉ ORCÍRIO MIRANDA DOS SANTOS Zeca do PT- Governador ui, Ramez elo­ gia proteção de rios na fronteira com o Paraguai Para o Senador, acordo assinado entre os dois Países preserva a natureza e o sustento econômico das populações ribeirinhas Desde o dia 20 de Mio, o Brasil e o Paraguu tm legislação comum destinada a proteger da pesca predona os nos localizados na fron­ tora entre os das países A assmnatu­ ra do acordo blatera! for atada como um fato a'tamente promissor para a preservação do meo ambiente pedi0 Se nadar R.amcz Tcbtt (PMDB-tv!S), cm discurso feito no plnano Segundo o Senador, o esta­ belec1 mento das novas normas aconteceu dos anos depos de mn­ tensa mobilização d1 população de Poro Murunho, em Mato Grosso do Sul e de gestões que ele própno fez Junto ao Miru stério das Rrlações Extenores - Estão proibidas agora as redes, tarafas, explosivos e outros cqu,parnaitos danosos. Esta é mais uma vitória da dtplomaaa brasilei­ na- destacou Em consequnaa do acordo, ficam protegidos a natureza e o sus­ tento econômuco das populações ri­ beninhas, dependentes de pequenas quantidades de pescado, asseguran­ do-se condições minimas de sobre­ vvhaa para os indios paraguaios, afirmou Tebct Ele lembrou que a nova legislação ajudará também a indústria do runsmo, já que os po tenciais visitantes se sentirão atrai­ dos pela eisthaa de cardumes ca­ pazes de viabilizar a pesca amadora. O Senado: por Mato Gros­ so do Sul rcfenu-se por fim à reinauguração rente das instala­ çes portuinas de Poro Murinho, is margens do Rio Paraguai, pelo Ministro dos Transpores, Eliseu Padilha Conforme Ramez Tebe. a navegação naquela área está sendo feita de forma ecologycamente coar­ nu. inclusive com o uso de em­ barcações apr0nadas.. 13/06/99 03 Wárjo Tribuna da Front ÍI Prefeitl a uoono e 04 Prefeitura Municipa ADM As pala, rns silo rnúgkas. com po­ der de construir e destruir. foi através da palavra que Deus se manifestou (o VERBO) e o mundo (a LUZ) foi criado. A Luz se manifestou através da PALA­ VRA. O homem (o ser humano) antes de existir jà existia na MENTE de DEUS, a palavra o materializou. does­ pirito à carne. veste temporária. Quando o homem não sabe utilizar a força múgica das palavras de gera guerras, atritns. desuniões ... A história é pródiga cm exemplos nada dignificantes de como o homem pode se perder através da palavra. Mas ... quan­ do, desperto. consciente da força. o ho­ mem numa simbiose perfeita une PA­ LAVRA e AÇÃO, adquire potencial para avançar. no tempo e no espaço, pas­ sa a conjugar o VERBO CO SIRUIR PALAVRA e AÇÃO. mente livre. homem livre. Mas o que tem a ver todas essas di­ vagações filosóficas com o aniversúrio ,., ISI_RAÇAO DEN de Muninho. corn a Administração da D. Myrian Silvestre do, Santos. mulher guerreira do Sudoeste'? Muito. Primeiro. porque, alegam os críticos. que o PT. os petistas, têm o po­ der da palavra, o tlom de falar manipu­ lando massas e pensamentos. Quando 11111a mulher. petist.1. fala. fala também com o coração, coração de esposa. de mãe. é o lado feminino do universo se mani fcstando. é a emoçào aliada a razão. Forjada nas trincheiras do respeito à cidadania. a Prefeita de Porto Murtinho sempre priorizou o ser huma­ no. a formação do ci/., ''"ª· ,,; . ,m,t J,m,,,.,., 'J'A' tl•,r, J, 11ulo a /ou, ,,r., 11 .1,. r;;•," rcn, tarifo mt etes fatais para agt dane or ,·ui flfJ1 pr,,a~,ro1 Jl11t11 ,~ 1i.-11t1 ,nde,1(f'tU ,011.11,Jtrlllt, Pf'for ''')! ,Jr, J!J"!, o pauero Furto ktuo de ttalra amarem Í)1(m/(.tJ,I 11..., R,o Paraguai, portoque e desnnaao+banque reporta,oda no uwate Honramos tahen tlljll<'lt'J rpw /fl•,,1,,1 /w,I 1/1.lu.fl itt,110 polmca Jt1•mpw pro11Ja1 pnmnhtr»; s,jr,gnm11li11doaru.rnfitmt,Jm ,ept irr /11/egrnçllo Jcx/nJ. fxlpldo, rkp1ú,iJapt!JJ0rvrl,imr, IIJ11tmiodrli jw1/0J rnldau 1/n cidade, e de ,, jtlJ'•/h1• . mrt.JJO mj1hu'O, mrl,,, totlo,a1/"mfi//ios, bnu/1,·•Íro.J qu,.- Jomo.1, pu.ur111ur11'),re /i•f motivos de orlho Pnrabhu, J>orto/lblJ'tliúw! Albanir Hortêncio Rocha Filho MílJ. lnt. Cumt J! Cm fron ,,,11, ,, J, /1 {l'rh, hu. dc(.;wnus d IJ)JJr Wl l • umi,-o'r, 11 to.lo o,Jifl:o.~ d:1 t. ,r,1, 11 todos que escolheram }. Murtnho nm:'J I nu adotva, votos d feledades e m11ito âmmu para c1.>n/;1111.,1111ot t!1l,1 ,wninhaJu r:,111,1 ao terceiro mr/21110, na e rteza de que Porto Murtho, d.:vpnn/,1,:do coJJ .ve: muIs 110 cl'núrid r<'gwnal, d/,1Jua/ I! 111,; n,,1'[11I0 brasde11u, s.:mph! .raú 11:otiw de orgulho para !odor 116.s. Pedro Secrotm10' ele r •!•J 1 1 1 1 1 t ,, . " r .... ~-; e.stLnnos constrnittilo 1-1111 novo 1111-111icípio_ O f ut.uro -----r·l CllOO ilia é 111elbor,_ É 11a crença_ É 110 trabafbo- É 1111 1 colabomçilo e a partici11açilo ile toilos nós que tere1os um {futuro certo e seguro. Tenho a certeza, que conto arrojo e o •• '{ 'õ11iam1s11id õ'est.a ail111inistraçi10 irem'àí iilé.ançâr' as metas ! por toilos 11ós al111ejailas e transporemos toõos os obst.ácuÍos i ,1ue por ve11t11ra surgirem_ Que Porto Murtinbo cresça e j be.senvolva ocup@ilo o seu lugar tto cenário õe.stti 11C1çilo. 1 Parabéns Porto Murtin.bo_ Parabéns as autoriõaões constituíilas_ Glvanlldo Viana Sec. do Governo 'Administração Democratca e Popldar" • PT - • - - - • , 1 Ü notro p1-etenle à Pol"tô l"]ul"bnho a tua gente. é o e,empb •11vo e d,ncimico, que-à·: união e capa: de vencei- detaÍiot e akançaT' metas que à vezec nos parecem impos-tí-.:eit;. ·s A foi-c;a da un;ào e o pnatenla 9ua damot à Pol"tô Murtinho no teu d;c:i. juntot • conttruii-emot um tutvro de 9T'c:inde::c:i e de oporl:un;dode, a lodot a 9 uebt 9 ua acreditam nc:i fº''iª dc:i união e do ti''.lbalho. Nelson Feres, Maria GI s F••s • Famllla E)ir Tavares @e Personalidades o urtirho Comemoração ao dia da lnf antaria Flagrante do Baile da Boina O ar. Luiz Augusto Miranda Codorniz, vlco-prefelto recebendo das mãos do SdEv Wagner os agasalhos coletados duranto o Somono do Infantaria 0 2sgt. Molo o o 2° Sgt Eliseu recebendo o diplomo do 1 9 lugar da Orientação, dos mãos do Sr. Francisco Souza Noto, presidente do Sindicato Rural O Sd. Ev Além, recebendo o, cumprimentos do Cmt da Cla, MaJor Albanlr, por sagrar-se o Melhor Combatento Básico t 1 Mafor Albanlr e esposo, Sub OI Josó Leonilton Salvino e esposa, Srt. Conceição Montanheri e sobrinha 0 3Sgt Luzimar recebendo das mãos da Srt. Prefeita, Mlryan Silvestre dos Santos, o diploma da 1• lugar do Futebol Society 1 Tenente Rodrigues e esposa, 2" Tenente Gláuclo e esposa, 2° Sargento Ellseu e esposa Core aso Zdd, 4tn4 {l4«do a É4l6a. P on4lo» S )4,e w{o {otlo dnawlt, 4+-o «+{wwl lodo4 4 a+clalw, 4+ 4l 446 +«le 4kcL { wó Quanta emoção neste seus 8 7 anos, neste dia quero te home­ nagear. Quantas lutas ... Quantas derrotas... Quantas vitórias ... Vitórias que só você saberia contá-los, Um sonho ... O Progresso Dias melhores virão à você Por­ to Murtinho:.. ns Edir Tavares Diário Tribuna da Fronteira Hi tórico IiIe fronteira 13/06/99 01 ---------------- Diário Tribuna da Fronteira Porto M urtinho poderá ser Porto de Exportação de Çaf é PROJETO DE LEI DO SENADO Declaram portos de exportação do cafe produzdo e co111ercrnli1.mlo no Estado do Mato Grosso, Porto Esperança, Mumuci­ p10 de Coru111b:i e de Porto Mortinho O Congresso Nnc,onal Dccrcta. Art. l º - São declarados portos de cxportnç.io do c.,fó produzido e comercializado no Estado de Mato Grosso, do Porto Esperança, Mwucipio de Corumb:i e Porto MurUnho § Úmco - O lnsutulo Brasileiro do Café (TBC) manterâ nas loca­ hdades refendas neste Artigo, armazéns reguladores podendo uuhz.ar, para tal fim prôpno federal ali disponível. 1 Art 2° - Esta La não prejudicará os demais portos que operam na ex- portaçio do café produzdo e comercializado no Estado de Mato Grosso. Art 3°- Esta Lei entrn cm vigor na data de sua publicação. Art 4°- Revogam-se as disposições cm contr:irias. Justificar ão O presente Pro;cto objetiva declarar como portos de exportaç.io l de café produzido e comerciahz.ado cm Mato Grosso, os de Porto Es­ perança, Municipio de Corwnb:i e de Porto Murtinho As razões que ;ustificam essa iniciativa assentam na necessida­ de de se defender a economia matogrosscnsc que, de longa data se vem l ressentindo de uma mclhorpolitica de controle e incentivo a sua expor- taçio cafeeira. De fato a produção matogrosscnsc nesse setor é total­ mente encaminhada aos portos exportadores de São Paulo fato que não i deixa de constituir prc;uiz.os pennanentes para a economia desse Esta­ ' do produtor. : , medida sugenda no presente Proyco, além do mais, rcpresen­ i tana uma scnsivcl economia de fretes, pois o transporte fluvial revela­ i se bem mais acessível do que os meios de transporte convaiciona,s Dga-se, ainda, que !criamos uma redução de tempo nas escalas da exportação verificando-se, que o café de Mato Grosso, para alcançar as praças de Assunç.io, Montevidéo e Buenos Ayres, teriam de seguir via Santos. Enquanto pelos acessos fluviais Paraguai e Prata chegaria ao dest1110 por mmto menos tempo o que tange ils alegações de que a abertura de portos de fron­ tcira esumulana o contrabando vale aduzr que cm verdade o Porto Esperança acha-se cm particular cercado de extrema garantia, po1s os acessos a essa localidade se faz.cm ou pela estrada de ferro 1 orocstc do Brasil ou pelos Rios São Lourenço e Paraguai, restando além desses o grande pantanal matogrosscnse. , presente 1ruc1ativa reproduz cm parte, outra apresentada pelo ex-Senador Bezerra Neto, cm 1970 aquela oportunidade o represen­ tante matogrossense apresentou estatística fornecida pela estrada de ferro Noroeste do Brasil, onde se comprova o extraordin.írio volume de exportação do café matogrosscnsc pela referida Rodovia. É o scgumte teor a citada informação Em /965: DtsmllllÍo ao /BC 011 a exportação q11anridade em sa­ cru, de Campo Grande para Ba11ni - /BC /9.268; de Douradas paro Bauri - 1BC 110 .423, de Douradas pama Santas - exportação 2./10; de Ponta Porá para Bauru - 1BC 1800; de Ponta Por para Santos - Expor­ raçiio I 097. Destados à firmas particulares: de Campo Grande para Andradna 3797; de Campo Grande para Lins 54,de Campo Grande para Siio Manuel 500; } Em 1966: Destada ao /BC ou a exportação. De Campo Grande para Baur - 1BC 1244; de Campo Grande 'para Promissão - IBC 200; de Ponta Porii para Santos - Exportação • 700; dr Dourados para Santos - Exportação J.l.400; de Dourados para Promissão- IBC 9143. Destunado a firmas particulares: De Campo Grande para Andradina - 1468 Atenciosas saudações a) General de Ex. R. I Ramiro Gorrcta Junior Superintendente A proposiç:io do ilustre ex-Senador Bezerra 'cto, que esteve sob a apreciação da Doura Comissão de Caistituição de Justiça desta Casa, onde rcccbeu parecer favorável encarados os aspectos de ccnstiruàonalidade e junsdadade, não chegou a ser examinada em plcn:irio, por ter sido arquiva­ da em consequhnia do disposto no Artigo 37" do Regimento Interno Continuando no entanto extremamente oportuna a matéria, to­ mamos a iniciativa de submetê-la ao exame do Congresso Nacional, convencido de que o assunto scnsibiliz.ar.i a opinião geral cm favor da solução que preconiz.a. Sala das Sessões, cm 18 de Maio de 1977. Senador Italivio Coelho (Jornal Tribuna Murtinhense - 13 de Junho de 1.977) Governo do Mato Grosso rei­ vindica ao Gover­ no Federal em fun­ ção das enchentes Consubstancado em le­ vantamentos continuos e s1ste­ maticos realizados por equipes e órg;1os guvcmmncntais atll.llldo cLrctamcnlc nas áreas de enhn­ tcs, princ,palmenlc, dos nos ' Aquidauana, Miranda, Pau ana, Paraguai e Tnbutános - o úlumo afetando vánas regiões do Pan­ tanal matogrosscnse onde as preVJsõcs ate agora deternuna­ das indicam provável agrava­ mento da smmçào ampliando as atuais eonsequênc,as de ordem social e econõm,ea - o Gover­ nador Garcia Neto dante do quadro apurado reivindicou junto aos Ministérios do Planc­ Jamento, Fazenda Transportes. Interior e da Agncuhura. me­ dadas saneadoras e preventivas contidas na sua mensaem, cujo teor é o scgumte De acordo com os ltmos dados o Pantanal matogrossense tera pro,·m·el­ mente uma enchente igual ou maor que a de I 974. Os dados pluviomemrcos observados de toda a Baca do Alo Paraguai neste mês revela niveis supeno­ res ao de I 97./, ano da lma grande enchente. Ponderaveis preyuizos ja se verifica na ala economca e socal em tolo o centro rn/ do Pantanal. O Go­ vemo do Estado não tem 111cd1- do esforços em socorrer as po­ pulações atngdas tendo já ds­ mnbido sessenta e uma tonela­ das de alentos e Oitenta e cm­ coml doses de vacmas além de provdncas quanto a morada, vestuano e outras para mas de três ml e cem desabngados, mn- clusrve populações a11ng1das pe­ las enchentes do Parana. Men­ c,oao também que tenho auto­ nzado auxilos financeiros para da·ersas Preje1111ras alcançadas pelas enchentes. ale salientar que a região pantaneira ainda se recente dos ónus econõ1111cos e prejuízos da grande enchente de 1974. Ante o quadro desalentador que se apresenta venho so/icuar o valoso empe­ nho de Vossa Excelência no sen­ tido das segumtes providências em caráter de e111ergênc1a: a possibldade de aprovar finan­ ciamento em condições especi­ ais independentes de outros f­ nanciamentos dos mutuários in­ teressados para incentivar efa­ vorecer a comerciali::ação do gado do Pantanal. (Jornal Tri­ buna Murinhense - 20/02/1977) CD Sete Estrelas Embriões @swald@o Pessari SEIEESTRELAS EB RüõEs Discurso pronunciado pelo Sr. Marcionil Marques dos Santos O dia de hoje nos dera realmente emocaona­ dos por ser a data que prestamos uma singela home­ nagem, àquela que nos pôs no mundo A campanha ferta por mum, tem por base a implantação da televisão de Porto Murunho, que será sem sombra de dúvidas um veiculo de progresso. comunicação e pnncrpalmente, a participação do povo no dcsaivolvimento da nação Para por cm prá­ trca este pro;cto conte, com a colaboração do Exmo. Sr. Ildefonso Soares da Silva, Prefeito Mwuopal de Porto Murunho, bem como a presença do povo paulista, nesta campanha bem representado pela Capital de Araraquara (São José do Rio Preto) e do­ mais adades que partiaparam desta Campanha Para que Porto Mortinho venha a ser a Caprtal da Fronteira é ncccss:ino que o povo partuape, corno cu, que venho paruapando através ele promoções e campanhas e que colaboram com o Prcfato Muruo­ pal, que prcasa do nosso ap010, para que dê cont:mw­ dade a atual fase de dcsenvolvimaito de nossa adade. As criucas destruuvas levam :i nada., muito pelo conu:ino toma tudo ma,s d,liol de ser realiza­ do, dificultando uma adnnrustração sadia. O Gencra I Ernesto G cisei van dando total ap01 o à agncultura e à Pccuana desde o miao de sru gover­ no, incxnuvando aos pecuaristas e agncultorcs Faço um apelo ao Sr Presidente Gal Ernesto Gersel no senudo de que sejam abertas mais estra­ das, pois, segundo estatistucas feata por rrum, até o ano POR FORA, TUDO AZUL , um observador perspicaz não passa despercebido a tendên­ c1a, em Porto Murunho, de cada­ dãos, dcterminarem sejam pinta­ dos prédios de Serviço Publico de azul ou de outra cor simular Esses cidadãos não 1gno­ ram que o branco é a mais convc­ mente em zona tropical, ou sub tropical, por ser a "menos quen­ te", desde que absorve menor quantidade de calor solar Apesar disso o Vereador Jonas Amaragc, Presidente do 1 Hospital Armando Bordalo ;ulgou monótona, talvez, a cor branca (a mais adequada para nosocõmios) faz.cndo com que o azul apareces­ se, tão impropriamente no caso, para faz.er dueto com o céu. Comenta-se que o Sr. 'inito (que de Hospital entende muito pouco) tomou-se na Asso­ ciaçã0 Beneficente uma espécie de "g:iuleiter", tomando decisões à revelia de membros da Diretoria e agindo como se estivesse no seu "Supermercado" por assim diz.cr. E que a Diretoria do Hospital, se : ainda existe, não dà o ar da sua raça, por omiss:io ou ainivência. H:i mais: É indispmsávcl que o Sr. Amarage comprenda ser tão importante a dotação de pessoal • para a assistência médica quanto à dotação de material, e que aquela merce um tratamento digno no que conceme a vencimentos, como jus­ ta compcsnaç:ão pc!o desgaste fisi- • ai e mental, ônus pernunctne de scncad profissão de enfermeiro. (Joral THbuna Murtinbense 28 de Aposto de 1977 de 1980 teremos em Porto furtnho na reggio do pan­ tanal 100 000 (em mul bos) em condoes de abate, o que to r a necessano estradas pata o co ar n to O atual Prefeito fumipal deve transmitir ao Presidente este apelo, que faço a0ma pata que possamos em futuro próximo participar do atual estaggo de desenvolvimento. proporcionado pelo atual Presidente O nosso Presidente, para mm, e um promotor do desavolmento, pos vem traçan­ do no,os rumos ao Brasll Assim de parabéns estão todos aqueles que de alguma forma contnbunram para o bnlhantismo desta campanha Ao encerramento deste lelio estu­ veram presente varas autondades, Munucpars, Es­ taduas e Federais, além da presenç simpática de nossos irmãos Paraguaios Não sou Vereador r:e:n polí!lco do 1'lun1óp10, sou apcn:is um líder do povo Murunhense e meu objetivo proxumo e fundar neste torrão um Sindicato Rural e Ulll.1 coopcrauva dos Fazendeiros. isto por­ que a minha maior preocupação é garantr estradas canas aos meus amigos pecuanstas e também a classe menos favoreoda que h.,b1ta Porto Murt1nho que em sua ma,ona, isto é., 70%. quase não tem nem o que comer, por falta de serviço e mais apoio do Governo Federal Faço um aplo ao SR PRESIDEN­ TE ERNESTO GEISEL. para que dê mais cobertu­ ra à esta Fronterra csqucoda que é Poro Murunho (Jornal Tribuna Murtinhense - 22 de Maio de 1977) Como é Sr. Prefeito. E Cu:rvelo? Dizem os entendidos que quem quiser vencer na vida, não se mete com gente de saia: mulher. Juiz e Padre. Mas muitas vezes, é a saia que se mete me nossa vida. Porto Murtinho ai progredindo devagar e sempre, e, atu­ almente, para alegria de todos, passou a dispor de uma pujante zona agrícola e cafeeira: Curvelo. eu progresso é visível, não só quanto à lavoura bran­ ca: arroz, feijão e núlho. Entretanto,como nem tudo são rosas, eis que, de repente, surgiram espinhos ou melhor, olhos cobiçosos daqueles que a Igreja condena, como iocursos num dos 7 pecados veniais e que estão a serviço de uma ambição que começou a preocupar o. povo e autoridades de Porto Murtioho. Listas de adesões e outras earaminholas estão sendo sub­ metidas, intermitentemente, à apreciação dos Curvelenses, além da ação subreptícia de insinuações de um futuro mais promissor se Curvelo passasse à outra esfera administrativa, etc. e tal O Sr. íldefonso Soares da Silva, Prefeito murtinhense, hoje, tão às voltas com TV que já tomou uns ares de galã de novela, está se esquecendo, ou se onútiodo, de dar a devida assistência à Curvelo. De fato, a Escola (há necessidade de mais uma), por exemplo, precisa de reforma de insta.lações d'água e sani­ tários. E que dizer das estradas vicioais, que são estradas de escoamento de produção? Uma visita do Sr. Alcaide àquela localidade seria de grande interesse, pois, destarte, essa Autoridade. poderá "in )oco"; assenhorar-se dos problemas e tol'Ill!r decisões com pleno conhecimento de causa. Por que não criar, em Curvelo, uma Administração Regional? Há mais. Olho vivo no !CM, Sr. Prefeito, senão outros Municípios vão levar vantagem à nssa custa. Essa, não! (Jornal Tribuna lIurtinhense - 28 de Agosto de 1977) Viação Cruzeiro do Sul . - . ... @saldo' • rueiro do Sul ·cesar- .. Possari CARGAS o·os Mensagem "" " li = ' - d..-l Deputado Estadual Londres Machado Presidente da Assembléia Legislativa/M r, Deputado Estadual Flávio Kayatt !· 1 A Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul associa-se com jí­ bilo às manifestações que são transmitidas ao povo de Porto Murtinho pelo transcurso da data máxima do Município. Expressa, nesta oportuni­ dade, sua total confiança de que os esforços de todos visando a construção de uma comunidade mais próspera serão recompen­ sados no amanhã com a concretização desse objetivo, que é a grandeza do Estado e da nação Brasileira. Ao transmitir sua mensagem de saudação ao povo e autoridades do Histórico Município, renova seu constante propósito de continuar dando sua parcela para . . que o porvr seja o resultado de todos. . . Parabéns Murtinho pelos 87 anos Diário Tribuna da Fronteira Cidade 2ª Companhia de Fronteira comemora Semana da Infantaria A 2' Companhia de Fron­ teira esteve comemorando en­ tre os dias 24e 28 a Semana da Infantaria, com diversas ativi­ dadcs alusivas :i data. A semana foi aberta ofi­ ialmente no dia 24, como iní­ cio da Campanha do Agasalho, cm solcnicladc rcaliz:ula no Paço Municipal. sendo a 2' Cia hon representada pelo 1 º Teu. Paulino. Esta campanha foi re­ alizada em conjunto com o Departamento de Promoção Sucinl, objetivando a coleta de agasalhos para as familias ca­ rentes de Porto Murtinho. Evidcnciou•se com essa campanha a solidariedade do povo muninhense, para corn o seu próximo, visto que a cam­ panhn alcançou pleno êxito, arrecadando um grande núme­ ro de ngasnlhos. Aindn neste din teve iní­ cio o Torneio de Futebol Society entre os pelotões da Companhia, no campo de fute­ bol socicty no Grêmio dos Subt. e Sgts, sagrando-secam­ peã a equipe do 1 ° Pelotão de 1:uzilciros (PELOPES). O Torneio de Voleibol teve inicio às 19:30 horas. hou­ ve a Corrida do Infante com largada cm frente à 2' Cia 1:ron e chegada cm frente ao "Casa­ rão", ficando com o 1 ° lugar o Sd. Il cdir de Souza Paula, o 2° lugar o d. EV Jaime Rnmão Ilcnites Alvarcz e o 3° lugar o reservista Ronaldo Vareiro. o dia 26 às 08:00 ho­ ras, teve inicio a Prova de Ori­ entação na erra da Ilocaiaa, entre Oficiais e Sargentos. ngrou-sc campeã a dupla composta pelo 2° gt. Adroaldo Chaves Maia e 2º Sgt Eliscu Manins Viana. o dia 28, às 08:00 ho­ ras. aconteceu a Fonnatura da Semana dn Infantaria, onde fo. mm premiados os vencedores das diversa competições. Foi entregue pelas m,iosdo Sd. EV Wagner ao Vice-Prefeito, Luiz Augusto Miranda Codorniz, os agasalhos coletados pela Cam• panha do Agasalho. Além do Vice-Prefeito, estiveram pre­ sentes na fonnatura a Prefeita Myrian C. ilvcstTC dos Santos; ,til ·i,co de Souza eto- Pre­ sidcrnc do indicato Rural; Rafael Ayala • Cón ui do Paraguai, Escolas José Ionificio, Thomaz Laranjeira. Cláudio de Oliveira e os fami­ liares dos militares da 2 Com­ panhia de J'ronteira. Neste mesmo dia às 11.J0 horas.. aconteceu o :rimo• ço de confraternização, ofere­ cido aos militares da 2' Ci.1 fron e amigos da Cornpauhia. cm comemoração à Semana da Infantaria e aos aniversariante do mês de abril e maio, À noite aconteceu no Grêmio dos Subt. e Sgt. o Ilai­ lc da Boina, que marcou o fi. • nal do período básico dos Sol­ dados incorporados no ano de 1999. O ponto alto do baile aconteceu corn a entrega das boinas feita pelas madrinhas aos soldados, endo destaque o Sd. EV, como melhor Com­ batente Ilásico. Estiveram presentes no baile; Mnj. Albanir • Cmt. da 2' Cia fron e esposa; Prefeita Myrian dos Santos e esposo Heitor Miranda dos Santos (Coordenador deAçõe Estra­ tégicas de Assuntos Internaci­ onais do Governo do Estado): Vice-Prefeito Luiz Augusto Miranda Codorniz: ub. Of. José Lconilton Salvino Amorin • Representando o Comando da Capitania dos Portos de Porto Murtinho (Marinha do Ilrasil); Antonio Carlos Dias Ilarrcto • Proprietârio do Hotel aladcro Cuê; Conceição Montanhcri • Presidente do Rortary Club; Vereador Aguiléo anábria; Fcnniano Yarz.on • Cap. Teu. da Rc erva e Advogado; Feliciano Marcos de Brito • Gerente do Hotel dos Camalotcs; Mathcu Cortês Favarctto • Gerente do Ilanco do Ilrasil e Antonio Ramón Ruiz • Rcpóner fotogrâfico do Jornal Tn'buna da Fronteira. Agradecimentos A família cntinela do Pantanal agradece à todos que de alguma forma contribuiram para a realização da emana da Infantaria. data esta, que para uma Companhia da anna de In­ fantaria é muito imponante e de fonua alguma deve ser pas­ sada cm branco. Guather Gomes Duarte• 2° Ten. lnf. Temp. Oficial de Relações Públicas l'elot1l do, qu~ u,Man, a p.11.n r.1 r,·cur ,, fj. n.,nn·iro njo ,crà pr<1blc111.1. torn,,r.1 O homens publicos de maior peo PlrH unt pre:H 111te1e1111/urtíulu,, depurmlor t1li11/1111it Paula C,1r,;il,Arroy11. l'rehlentc! ,t,, A.t'111hléia I ,7-:i,{atira úu11/rer 1fttchm/11, D,·p111111/11 Ft•dual F/úl'Ía /),•r.J, G,wernmlor Zeca r II JU11i,rro l:lil, 111 Pm/J//u1 Prefâtt1 Myrit111 acompanhada pelo Ministro Eliseu Pnt!illu1., o nU!lllHJ e111i11u('l1N>t/1i11111111mr,:,rr pdo Rio Paro;:u11.i u bordo tio ernpurrurlor tlu t'ntpn'H C111c11 "mm g] •. · ~ -~ > -~ , , 1"# --;· ~g ""> , '. I_ Vtirins ,·i1it11111rs i!uJ.fre-. <." fi:i..·n11n pn.•..,e11tn ( 1JII Mfurinho, mas destaque vai para os irmãos Ribas, nes­ lil foto acompanhados pelo deputado estadual Paulo Corrm. G,wu1111tl11r Zea1 e o MinL,rru Elún1 Pm/illw A loja Amiga do Homem do Campo ,___ -·--- -··· Produtos Agropecuários em Geral Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria IMPORTADORA E EXPORTADORA m ,l . PROMOÇÃO NA TRocA DE FILTRO QLééo -CHEQu PARA 2Q DAS Você ão PoDE FcAR D FoRA? L1uE AaoRA 287 1238 - 287 1163 REVENDEDOR COPAGAz PROMOGAz é AQUI. si:O o ' ~ r««. --- - . 1 . • l ' ..-o --r! -~- . .., F TANEIF O Poro Muriiaho - S - Brasil 1 llárto Tribuna da Fronteira Prefeit Prefeitura Municipal de Antonio João - Balancete Financeiro do Mês de Abril de 1999 RECHIAS Ili '-1'1 ',A.', ---- iL.os Antriur Do ms Auml ado 1 it,.!os Amenor 1)., . Acurralado - --·----- J{rcritu Orçamrnt:íria 933 687,70 272 07J,97 1 20S 761 ,67 De pesas Orçamentária 645 227,36 425607,42 1070834 7x OI- Legyslatva 0,00 (1 ()) 0,00 Hitas orrentes 733 6'Kl,70 272 073.97 l 005 761.67 02- Jud:sana 0.00 0 00 (l ()O Rita 'Tributária JS 5.U,65 14318,09 49 861,74 03 - Adumstração e Planejamento :uJ 913.07 7 00257 2328404 , lluriln J>:arrimuuiW 1 461,03 702,17 2 16),20 0-1 - Ay,culrur.1 3 03001 146544 J l•l'í 15 Iransferninas Correntes 695 593,72 253 677,86 049 271,58 08 • Educaç3o r Cultura 169 302,8 64627.97 233930.86 ()utr:1' ltrrritu, C'orn,ntes 1 089,30 3 J75,!l5 4465,15 09 - Energga e Recursos Minerais 0.00 0011 º·ºº I0- Habitação e Urbanismo 83 973,6 6 322 06 O() NS,72 Htrritas dr Cupitnl .200000,00 º·ºº 200 000,00 11 - Idüstna, Comércio e Servços 0,00 º·ºº º·ºº Transferênias de Capital 200 ººº·ºº 0,00 200 ººº·ºº 13 • Saúde e Saneamento 111 756,47 2$0 45888 362 215,35 15- Assistnca e Predcia 54817.7) 19151.10 73 068,8 Receita Extra-Orçamentária 689 366,16 439 371,48 1 128 737.,64 16 • Tra.nsporte 18 -I03,5J 4 679,40 23082,93 99 • Reserva de Contpgénc1a 0,00 0,00 O 00 Drspna :i l'ngar 620 934,78 411 662,18 1 032 596,96 Despesas Extra-Orçamentana 870 755,J l )47 257.35 121801.,66 Despesa a Pagar (Contrapartida) 620 934,78 •l ll 662. 18 1 032 596,96 Pagamentos de Despesas 736 130,78 287 401.10 1 02., 5J L.88 l'ag;,mcnto de Despesas 517 444,35 285 698,04 801 12,39 Pagamentos Antecipados 4,987,90 2 862,76 7 850,66 Pagamento de Restos a Pagar 218 686.43 1 703,0ó 220 389.49 Salario Familia 4.987,90 2 862,76 7 850,66 Pagamentos Antecipados 69 822, 18 31 244,47 10 • 066,65 Câmara Municipal (Duodécimo) 65 765,16 J0 400,00 96 165,16 Strviço dn Dlvidn n Pngnr 24 292,58 lJ 945,24 38 237,82 Saláno Familia 4 057,02 844,47 4 901,49 Amortiz. da Divida (Contrapartida) 24 292,58 13 945,24 38 237,82 Servço da Dida a Pagar 24 292.58 10 707, 14 J4 99'1.72 Consignações 15.251,19 J 511,19 18 762,38 Amort da DíV1da (Do Exercioo) 24 292.58 10 707,1-1 J4 999,72 Desconto de I.N.S.S 2 044,32 º·ºº 2 044,32 Consignações 16 610,06 IO 514,53 27 124,59 Desc. Fumps 12 899,95 3 415,83 1(,3)5,78 Pagamento de IS S 581,72 0,00 581,72 Desr. Simdmaj 205,13 43,01 248,14 Pagamento Fump5 15 846.51 10 514,53 26 361,04 Desc. Simted 101,79 52,35 154,14 Pag;amento S1mdmnj 128,82 0,00 128,82 Crtdores Diversos 23 899,71 7 390,11 31 289,82 Pagamento Smted 53,01 0,00 53,01 Dtsconto Lei Complementar 91/97 23 899,71 7 390,11 31 289,82 Devedores Da versos 23 899,71 7 390,11 J 1 289,82 Saldo do Exercido Anterior Pagto Redutor Let Comp 91/97 23 899,71 7 390,11 31 289,82 Disponfvcl 156 707,00 Demonstrauvo do Saldo Cníxa l'n,friturn 5 289,30 Dasponivel 202 358.87 Disponi,·cl Câmara 0,17 Caixa Prcfettura 9 640,69 Bancos C/ ilo,·imcnto 79 865.02 Disponível Câmara 0.17 inculndo cm C/C Banciíriru. 71 552.51 Bancos C/ MoV1111ento 87 007,02 . Vinculado cm C/ C Bancánas l05 7I0,99 TOTAL GERAL 1 623 053,86 868 152,45 2 491 206.JI TOTAL GERAL 1515982,67 975 223.64 2 491 206,JI Antonio Joio-M , 30 de Abril de 1999 Dácio Quciróz ilva- Prefeito Municipal José Altair Gomes - Dir. Financeiro - CR 4919 -Antonio Jorge de Souza • Contador CRC-M OOS684/0-9 Dr. Gustavo Rafael M. Boccia Dr. Renato de Souza Rosa Ultra-Sonografia Abdominal; Ultra-Sonografia Transvaginal; Ultra-Sonografia Mamária; Ultra-Sonografia Pélvica; Ultra-Sonografia Renal; Ultra-Sonografia Obstétrica. 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Esteta Mary m 1 / 6/99 » ' -----. -- ·- . ~'- Os anos ensinam muitas coisas que os dias desconhecem. À todos aqueles que de uma forma ou de outra contribuiram para o êxito da jornada nestes 87 anos de Porto Murtinho, . nossos desejos de paz, saúde e progresso!! Osório Miranda dos Santos e 'Família HOTEL CANAà Porto Murtinho ~-------------------~ r,;=====- ._,z_-_ =-=--=-= -'--"=-,,_:'I C-- 1 ::; O triunfo é um:1 conquista lenta, .r • • f: continua e progressova como o crescimento de ..,ma árvore. Faças·de nossas ações o adubo que torne mais ffrtil o solo para o florescimento da árvore do triunfo da humanidade. 1 a Félix Alves Empresário - Porto Murtinho Feliz Aniver-i sário Porto Murtinlw,: afinal, 87 anos são lon­ gos anos di!lutase vitórias • ~ -=:::a.::J..a:..W=: íi e- ·, • É dia de festa. ·' ~ • ., .,. -~·- .:.._e"',,,. ,", Que a alegria transborde > s no coração de todos (J11<' • ..,,- conosco f'Sfil'eru111 ir111u11aclos P. que o futuro .r;e)n furto de reuli:::uç<><'S c•spil'Ít11ait,;, corn muilu saúde