Trib 
R E G J O N A L Ano: XXVI - Nº 2.058 - 06 de Julho - Terça-Feira - RS 1,00 - Fund dor: lvaldo Pereira 
Porto Murtinho - Bela Vista - Jardim - Antonio João- Bonito- Guia Lopes da Lagun 
ZECA INSTALA HOJE EM - 
DIM O GOVERNO ITINERANTE 
O Governador José 
Oreiio Miranda dos Santos, 
Zc,a do PT, insta ln hoje, dln 06, 
na unidade da UEMS em Jar­ 
di o Govemo Itinerante, onde 
ira permanecer até amanhã, 
quarta-feira, dia 07. Nesse pe­ 
riodo de dois dias estão previs­ 
tas audicncia com Prefeitos da 
região sudoeste. assinnturn, ck 
convénios, realização de semi­ 
nrios sobre aluns programas 
que vêm sendo implementados 
pelo Go cmo do Estado, como 
Bolsn E ola, Uanco cio Povo. 
Projeto Saber, Saúde c111 asa, 
entre outros eventos, que con­ 
tnrão com n participação do, 
Secretários de Estado das res­ 
pectiva pastas 
Ourante o Governo 
ltin.:rnnte cm Jnrdi111 o Go­ 
vernador também ira 
reinaugurar o Presidio local, 
fará uma vistoria técnica nas 
obra, do Hospital de Guia 
Lopes da Laguna e na cons- 
trução da Estação de Trata­ 
mento de Água. tarnbcm cm 
Guia Lopes I stá prevista 
ainda a realização de uma 
can1inhadn pela principai-, 
vias publicas do centro de 
Jardim, que deverá aconte­ 
cer na quarta-feira. por vol­ 
ta das 10 30 horas 
Iluminação do Estádio Otá­ 
vio Fontoura está em execuç ~ o 
--+-1.- 'is 	a" Cs l 
O Prefeito José Garibaldi e o Secretário de Obras Marcos Barbosa, acompanha­ 
ram o início dos serviços no Estádio 
Bela Vista - Teve mmi­ 
c10 na semana passada os 
serviços d.: implantação do 
sistema de 1luminação do 
Estádio Municipal Otavo 
Fontoura, obra executada 
com recursos do Go'erno do 
Estado e uma con1rapart1da 
da Prefeitura Municipal 
Conforme fora divul­ 
gado anteriormente pelo D1- 
áno Tnbuna da Fronteira. o 
Prcfctto José Ganbald1 re1- 
vindicou a iluminação do 
Estádio Otávio Fontoura ao 
Governador José Orcíno 
Miranda dos Santos, cm um 
encontro que mantiveram 
cm Porto Murtmho no mês 
passado P:ígina - 03 
Governador Zeca do PT, que instala o 
Governo Itinerante hoje em Jardim 
Câmara concede Títulos 
de Cidadão Belavistense 
que serão entregues no 
próximo dia 19 de Julho 
Bela Vista - Na última 
scss;io ordin:iria deste semes­ 
tre legislativo, ante do rcccs­ 
so do mês de julho, realizada 
dia 28 pp. a C:imara Munici­ 
pal provou Projetos de Reso­ 
lu õ.:s de autoria de vários Vc­ 
rcn, •e· con cdcndo títulos 
de Cidadão Belavistense à per- 
onalidades políticas. empresa­ 
riais e scrvidorc ·públicos.que 
no longo do tempo vêm pres­ 
tando relevantes serviços à 
Bela Vista e à sua população. 
O Vereador Ildefonso 
Pinheiro outorgou o título de 
Cidadão Dclnvistense ao Pre­ 
feito Municipal José Garibaldi 
e ao Deputado Estadual 
Roberto Orro: Israel 
Chamorro do Rocha indicou 
o médico veterinário Robeno 
Saraiva Branco (Beto do 
IAGRO) e o colega Nélio 
Diário; Luiz Alexandre Lou­ 
reiro Paln!icri outorgou titu­ 
lo it Srn. Aracy Moreira Men- 
des Gonçalves (fazenda Mar­ 
garida); Nélio Diário indicou 
os cmprcsarios Lincu 
Gonzales e Frandc da Silva 
Coutinho e João Kalifc indi­ 
cou o Agrônomo Antonio 
Ramos dos Santos (Chiquinho 
da EMPAER). Todos os Pro­ 
jetos de Resolução dispondo 
sobre as concessões dos títu­ 
los de Cidadiio Dclavistcnsc 
foram aprovados por unani­ 
midade. 
Antcrion:ncntc a Câmara 
Municipal também já havia 
aprovada a outorga de Título 
de Cidadão Belavistense ao Dr. 
Milton Miranda Soares, ex-Se­ 
crcuírio de Estado de Saúde. por 
indicação do Vereador José 
Ayres Cafure Todos os titulo 
serão entregues cm sessão sole­ 
ne da Ciimara Municipal a serre­ 
alizada no próximo dia 19 de 
Julho. is 19:30 horas, como 
pane da comemorações do 
aniversário da cidade. (AI) 
Estação de Captação do SAAE ece­ 
beu obra de Contenção de Enc entes 
A obra de Contenção de Enchentes na Estação de 
Captação do SAAE 110 Rio Apa 
PM apreende 4,5 quilos de en­ 
torpecentes em Antonio João 
Os policiais do Destaca­ 
mento Militar de Antonio 
João apreenderam na última 
sexta-feira, dia 02, por olta 
das 02:00 horas da manhã 4,5 
quilos de maconha. 
A PM fazia ronda os­ 
tensiva a pé pelas ruas da ci- 
dade, quando nas proximida­ 
des do Clube Barracão, 
seguno do Boletim de ocor­ 
rencia foram avistados 2 ele­ 
mentos com uma sacola nas 
mãos, os policiais focaram as 
lantemas momento em que 
os elementos empreenderam 
Bela Vista - l:ntre as 
inaugurações previstas para o 
próximo dia 20 de julho. por 
ocasião das comemorações do 
aniversiro da cidade es3 a obra 
de contenção de en hcntes na 
estação de captação do ME 
localizada as rmrgens do rio Apa, 
ao lado da fábrica de tubos da 
Prefeitura Municipal 
O obra trata-se de unu 
barragem de concreto de apro­ 
ximadamente seis metros de 
altura, que foi levantada em 
torno do companimento onde 
estão instaladas as bombas uti­ 
liza das na captação e 
fuga, endo perseguido 
mas con eguirnm e capar 
tornando rnmo ignorado e 
acabaram abandonando a 
sacola. a qual ontinhn 
aproximadamente 4.5 quilo 
de maconha. que foram en­ 
caminhados à Policia Civil 
bombeamento das águas do rio 
Apa Essa providência, além de 
facilitar a operação do: equi­ 
pamcotos irá e-.,itar a ocorrên­ 
cia de problemas no forneci­ 
mento de água à população 
sempre que houverem enchen­ 
tes. como ocorria anteriormen­ 
te. A obra também facilitará so­ 
brew.aneira a realização dos ser­ 
vios de Limpeza e manutenção 
das bombas de captação por par­ 
te dos operadores além de evi­ 
tar uma série de transtorno que 
antes eram provoca dos quando 
esse compartimento da estação 
era inundado. Pág.ina/03 
Prefeitura Municipal 
de Porto Murtinho/MS 
Relatório 
Secretaria Mu­ 
nicipal de Edu­ 
cação, Cultura e 
Esportes - Ges­ 
ao 9FERE 
Professor Pedro Silva

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j Diretora Administrativa. Maria Estela Velasquez Pere.ra 
Redator-Chefe lvaldo Pereira 
1 Departamento Comercial· Victor Hugo Velasquez Pereira 
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- Beta Visla/MS. 
Av Tnbuna da Fronteira, 564 - 439-1410- Fax 439-1544 
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Rua Coronel Alfredo Pinto, 226 
Centro - Porto Murtinho/ MS

DlártoT unadafroot Ger wo ,. 03 
Estação de Captação do SAAE rece- 
beu obra de Contenção de Enchentes 
Hela ita - Lntre as 
inaugurações prevasta pana 
e, pró 1mo d1,1 20 de Julho 
por ocasão das comemora­ 
õcs do anuversano da ada­ 
de, esta a obr.1 de cont ·:io 
de enchentes na estação de 
captação do SA E. localiza­ 
da as margens do no Apa, ao 
lado da fbna de tubos da 
Prefeitura Munic1pnl 
O ohr:i trata-se de uma 
barragem de concreto de 
aproximadamente seis 
metros de altura. que foi le­ 
 antada cm torno do com­ 
pantmcnto onde estão mnsta­ 
ladas as bombas uthzadas 
na captação e bombeamento 
das âguas do no /pa Essa 
providência, alem de facil1- 
tar a operaçüo dos equipa­ 
mentos 1ra evatar a ocorrén­ 
cia de problemas no fome- 
A obra de Contenção de Enchentes na Estação de Captação do SAAE 110 Rio Apa cimento de âgua à populaç;io 
Iluminação 
vioFontour tá em execução 
IJcla Vista - Teve imi­ 
cio na semana pa ada os 
serviços de implantaçüo do 
sistcma de iluminação do 
Estádio Municipal Otávio 
Fontourn. obrn executada 
com rccursos do Governo do 
Estado e uma contrapartida 
da Prefeitura Municipal. 
Confonm: fora divul­ 
gado antcrionncntc pelo Di­ 
ário Tribuna da fronteira, o 
Pn:feito José Garibaldi rei­ 
,indicou a iluminação do 
E tádio Ot:.ívio Fontoura ao 
Governador José Orcírio 
Miranda dos antos, cm um 
encontro que mantiveram cm 
Porto Murtinho no mês pas­ 
sado. O Govcmador atendeu 
de pronto o pedido do Pre­ 
feito belavistense e logo cm 
seguida firmou convênio 
com a Prefeitura Municipal 
para a liberação dos recur­ 
sos. na ordem de RS 
50.000.00. cabendo ao Mu­ 
nicípio uma contrapartida de 
RS 10.000,00. totalizando 
RS 60.000.00. valor em que 
·; 
J 
a obra foi orçada 
/ ilummaçiio do fat:i­ 
do Otio Fontoura tcrá qua­ 
tro postes de 20 metros de al­ 
tura com seis rcílcton:s cada. 
equipados com Himpadas dc 2 
mil Wats. num total de 24lãm­ 
padas, o que significa 48 mil 
Wats de ilummação. Os scr­ 
iços estão sendo cxccutados 
pela firn1a Elctroplan. que jâ 
efetuou a colocação dos pos­ 
tes na lateral do campo de fu­ 
tt:bol. mediante a utili.taçiio dc 
equipamentos apropriados. 
como um c:unmh:'io much com 
capacidade para até 5(
1 tonela­ 
das de carga Nesta quana-fei­ 
ra.. dia 07. ter:1 início a instala­ 
ção dos cquip.1men1os elétri­ 
cos. l titulo de informação. 
cada poste de concreto utiliza­ 
do nessa iluminação pesa cer­ 
ca de quatro toneladas e meia. 
Em contato com a re­ 
portagem o Prefeito Munici- 
pai José Garibaldi mforrnou 
que os postes do sistema de 
iluminação do Estádio tam­ 
bém serão dotados de sma­ 
hzação apropnada para se 
evitar acidentes com at:rona­ 
ves, bem como de pára-rai­ 
os. para maior segurança do 
público no fatâdio t:m dias 
de chuva ou mau tempo. A 
iluminação do Estádio Mu­ 
nicipal Otávio Fontoura de­ 
' erá estar concluída até o dia 
17, para o show do Padre 
Zezinho e será inaugurada 
oficialmente no próximo dia 
20 de Julho. por ocasião das 
festividades de aniversário 
da cdade, com a presença do 
Governador José Orcírio 
Miranda dos Santos, o Zeca 
do PT. um dos responsáveis 
por este verdadeiro presente 
:.í Bela Vista e. especialmen­ 
te. aos desportistas em geral 
da nossa cidade. (AI) 
npre que h arem cn­ 
hetos orno atonta a l­ 
tenrm nte Aobratmt m 
fa 1ht.ara sobreraans a a te­ 
alação dos servos de hm­ 
peza e manutcnsao das bom­ 
bas de captação por p.:.nc: do, 
operadores alem de evitar 
uma sene de transtornos que 
antes eram provocados 
quando esse compartimento 
da estação era inundado 
O Diretor Admmstra- 
1O do S//L, arquiteto 
/genor Manm, Junior. 1n­ 
formou que o po o de cap­ 
tação de agua no no /pa, 
tarnbcm foi ampliado recen­ 
temt:nte p,ira a 1ntalaçào de 
maus uma bomba na estação, 
com essas providências sera 
aumentada sgmuficativamen­ 
te a capacidade: de captação 
e fornecimento de água. ~,­ 
sando, principalmente, su­ 
prir algum imprevisto ou ne­ 
cessidades 1.:, entua1s que 
ocorrt:m. por exemplo, no 
pico do verão. quando natu­ 
ralmente. o consumo de agua 
na cidade aumt:nta bastante 
Inauguraç§o de mais 
um Reservatório 
Outra importante ação 
desenvolvida em pról da 
mdhona do scmço de for­ 
neci mcn to de agua em Bel a 
Vista. com apoio da FNS 
(fundação N ac1 onal de 
Saúdc) foi a construção de 
mais um reserv:itóno. com 
capacidade de -100 mil li­ 
tros, localizado na rua São 
Geraldo. ao lado do campo 
de pólo do 10° RC Mec, que 
também será inaugurado no 
próximo dia 20 de julho. 
Graças a preocupação da 
atual admini tração públi­ 
ca municipal (a qual o 
Martins Junor, ocre tmen­ 
to constante do numero de h­ 
ga de domualare realiza­ 
das pelo S, E, qu ocorre 
em  1rtude do,; .,,,1rm, 
loteamentos que vêm sendo 
Implantados em nossa ada­ 
de e do crescimento natural 
do numero de moradas, e 
outro motivo que tem leva­ 
do o órgão a se prcocupar 
com (>apnmomm ·ntoeo nu­ 
mento da sua capacidade de 
fornecimento de água, obye­ 
ti, O que certamente vêm 
sendo alcançados, ba ta d:­ 
er que hoje em Dela Vista 
o precros' quudo pratica­ 
mente n:1o falta na!i tornei­ 
ras Para se ter uma 1dé1a 
maus exata desse trabalho, na 
gestão do Prefeito José 
Ganbalc!J J:Í. foram realizadas 
expam,ões de redes num to­ 
tal de 5 448 metros e 434 
novas ligações dorn1ciliares. 
beneficiando diverws bair­ 
ros. loteamentos e boa p.:!rte 
da penfcna da cidade onde 
antes a água não chegava 
SME está diretamente su­ 
bordinado) com relação ao 
fornecimento de água aos 
municipes. tanto no que dz 
respeito a qualidade como 
a eficiência do sistema, 
Bela Vista está muito bem 
servda nesse setor e assim 
irácontmuar por vanos anos. 
Felizmente, pois trata-se de 
um ser.~ço de vital importân­ 
cia para a nossa população, 
afinal de contas, água trata­ 
da é um serviço de primeira 
necessidade e significa, aci­ 
ma de tudo, mais saúde para 
nossas famílias. (AI) 
II 
1 1 
1 1 
Prefeitura Municipal de Bela Vista/MS 
ASSESSORIA JURÍDICA 
OFÍCIO Nº 035/99 AJ/BV 
Beb Vist:i/MS., 02 de Julho de 1999 
Senhor Sccrctáno 
Em atenç.'o 30 Ofiao 1 º 004/99 expedido em data de O l de 
Julho de 1999, temos 3 mfonna r que o Mumcip10 tem por re:,unaado 
o d1mto concedido ao Sr. Carlos Roberto ltoreira p3ra exploração 
dos serviços de Moto-T:ixi, denominado 1loto-Tax1 Prim:lvera.. 
Assim, solicitamos a V S' .. que se digne mandar publicar a 
dcosão conucb no acima refendo oficio para ôs fins de chrerui. 
QLJanto :io pedido do Sr Roberto Carlos'. brtinez de Andrade, 
temos que não hi impe:lho em expedir Alvara concedendo a Con­ 
cessão de Explor:iç;io dos sen,ços de '.1oto- Tixi, desde que o mi,s­ 
mo preencha os requisitos lega:s para a exploração dos ser1ços 
Sendo so para o momento, apresentamos protestos estima e 
:ipreço Atenaosamcntc. 
Dra. Vilma da ilva - Assessora Juridica 
limo Sr. Ramão Aparicio Areco 
MD. Seretirio de Administração de Bela Vista.Ms 
O novo Reservatório do SAAE, loca/iuzdo ao /clio 
do campo de Pólo do /Oº RC Mec

a 
nicipal de Educação Cultura e Esporte - Pro 
Ilelatório -Gestão 97/99 - SEMECE 
Porto Mortinho, sua história, sua realidade ... 
Sccretaría M 
A cidade de Porto Murtmho-MS, onpmou-se, em meados 
da última década do seulo XIX em consequeeia da exporta­ 
o de erva-mate pela (Companhia Mate Laraneira que cons­ 
IFIIHI 11111 porto de embarque, o qual oca tonou uma corrente 1111- 
patina de brasileiro e povos platino 
Suriu, assim, um pequeno núcleo populacional que pas­ 
sou a ser dominado "freguesia", em 1900 Em 20 de setembro de 
[oI foi criado o municipio de Poliu lunnrho e ,ua in,tnla Jo 
definitiva ocorreu a I J de junho de 1912, com a posse do Prefei­ 
to, Vicc-l'rcfeiw e vereadores eleito, no primeiro pleito realiza­ 
do no municipio Em setembro de 1943, Porto Murtinho passa a 
i111egru1 do tcniwr io ck 1'011ta l'or.i. que foi c,tintu cm 19-16. e o 
11n111idpio foi rcincoq,orndo no htndo de Mato Grosso, com 
:ire., idê111i ·a n d,1 nutcrior do desmembramento I 111 1968, Porto 
Murtinho passa a ser municipio da Area de Segurança Nacional. 
cuja Lei Federal foi rei og:rda cm 1985. 
No decorrer de sua história, Porto Murtinho passou por 5 
(cinco) gmndcs cheia ern ICJ05, ICJ59, 1979, 1980 e 1982. 
Corn 11111a iucn de 17,789,9 Km', hoje.: o ,cgundo muni­ 
c.ipio em extensão territorial de Mato Grosso do Sul, apresen­ 
tando caracteristicas muito distintas em todo o seu lenitório. 
. endo o municipio mais ao sul do Pantanal brasileiro. apresenta 
1írens i111111dávci, temporariamente e área, de campos e cerrados. 
Ao norte do 111nnicípio encontra-se a serra de Jlodoquenn que 
fiJ.,: a divisória com os municípios de Corumbá. Jlodoqucna e 
Miranda. ao Sul aprescniando paisagens de c.ampos ele serra da 
Bocainn o município tem como limite o Paraguai através do Rio 
/pn, a leste aparecem os cenados e pastagens dividindo-as com 
os municípios de lloni10, Jardim. Bela Vista e Caracol. e a oeste, 
a mnior riquez.a nalurnl do municipio o Rio Paraguai, o qual faz. 
o limite cnlrc o Brasil e o Paraguai. 
/ distância da capital, Campo Grande. é de ~65 quilôme­ 
tros. e o município mai próximo por onde a população de Porto 
Murtinho tem aceso via rodo,i:iria e: a cidade de Jardim distante 
212 quilômetro, 
 população murtinhense é fonnada basicamente pela 
misccgenação ele povos platinos (uruguaios. argentinos e 
paraguaios) e b1a,ilciros ( 1ina, Gerais. São Paulo, Rio Grande 
do Sul e outras localidades). que participaram e contribuíram 
para clc,c1t'olvi111cnto cconomico e social do município. / po­ 
pulação aluai cio 1111111icípio, segundo lílGE. é 11.088 habitantes. 
estão inclaidos no censo a popul:tçiio indígena o total de 1040 
habitantes. cuja, aldeias se localizam ao norte do municipio numa 
área lknominada "Campos do. Índios" 
AGE T:O 97-99 
Tendo cm ,ista a fomação de um cidacliio que atue conscien­ 
temente na trnn,fom11ç;io da socic'<ladc da qual é parte integrante e 
que compreenda o homem como sujeito do procc;so histórico, e­ 
crctaria Municipal de Educação, Cultura e E~one. não tem medido 
esforços para adequar-se, em primeira instância a Lei nº 9394196 
"Lei de Diretrizes e Bases da Educação e a Lei nº 9424/96 que 
tegulamenta o "l·undo de Manutenção e Dcscm ohimcmo do En i- 
110 í-undamemal e de Valorinção do i lag.istério . FU 'DEE 
C'om esse fim realizou- e e ainda realiza-se diversas ativi­ 
dade. para que a cada dia o processo educacional das Escolas da 
Rede Municipal se tome uma ação concreta. buscando a perma­ 
nen ta do aluno na escola e propicbndo aos sujeitos da educa­ 
ção (professore,-, alunos e funcion:írios) condições para que de­ 
sem olvnm suas atividades objetivando uma educação pcrmanclllc 
e ele qualidade. 
'.'- Sccrct:1ria Municipal de Educação. Cultura e Espone. é 
organizada da ,cguiute fonna: Depanamcnto ele Educação e 
Dcpanamcnto de Esporte e Cullurn. 	· 
/o Departamento de Educação estão ,inculada a eguin­ 
tes unidades e colares: 
• Creche Mw.1icipnl Laura Vícuna: 
• Es ol:i Municipal Indigena Ejiwajegi Polo e Extensões, 
• Esco!a Municip:11 Rural Ilonifã io Gomes Polo e ExtL"ll õcs· 
- E, ola Municipal Cl:iudio de Oliveira· 	• 
- Escola Municipal Vossa Senhora de Caacup; 
- Escola Municipal Thomaz Larangeira. 
Esta sob a responsabilidade do 
. Departamento de Cultura e 'Esporte; 
- 01bhoteca Mu11icipal Amadeu antos e Silva 
• fat:idio Municipal 
- Gin:isio de ·sporte Mario Andreazza 
- Quadra Poliesporivo - Bairro Florestal 
03, DO CO:'Vi::-.IOS REALIZADOS 
Para melhor des 111 olvimeno dos trabalhos pedagógicos 
e dar ond, õc, mínirms necc,,s:irias para o corpo do ente reali­ 
zar as suas atividades com qualidad..:. e. melhor atendimento aos 
alunos da Rede Municipal de Emino. a municip:,lidade cdcbrou 
omênios, no ano de 199, om o Govemo Federa! através do 
Fundo ~aciorul do Dc,cm oi, imcnto da Educ.,ç1o-FNDE o ór­ 
gão pertencente ao Ministéio da Educação e Desporto Estes 
convemios atenderam as drrsa moda!dad de 
tema Municipal de Ensino, como 
rul (,(.',O LWH 1 I.: 
Um convemo pana aquisição de um transporte e olat 
pata atender os alunos de Salas da Educação E pecial. 
" Um convénio para aquisição de equipamentos para uso 
do alunos 
HDC ÃO DE JOVEMS E DLIOS: 
Dois convénio,para realização de curso de Capartação para 
professores que atuam na Educação de Jovem e Adulto, e aqtu-.l­ 
ão de material didático pedagógico para alunos e prof ·.or 
E SINO HUM MHAL: 
Ensino Fundamental de I à 4 série: Um convé­ 
nio do "Programa de icelcrnção dn iprcndi,nrem• para 
reali,ação de cur,o ele capacita ão de professores para 
atuarem neste programa e aquisi ao de material didatico­ 
pcdagógico para alunos e profc;sorcs; 
• Educ:,çiio Indígena: Um convénio para construção de 
uma escola com 04 (quatro) ,alas de aulas na /Ideia fomâzia. 
localinda no Campo; cios Índios e aquisi iio de equipamento e 
material permanente 
•• Os rnlorcs dos convênios encontram-se no quadro 
2,em anexo. 
Com o Govemo Estadual, também celebrou-se. cm JCJ98 
um convénio para aquisição de um veículo automotor rodo,ia­ 
rio (ônibus escolar) para o transporte de alunos das tedes muni­ 
cipal e estadual de ensino. (O valor do con'cnio encontra-se no 
quadro 2. cm anexo). 
Para o atendimento das crianças ponadoras de necessida­ 
des (alunos matriculados) especiais (alunos matriculados em sa­ 
las de Educação Especial) realizou-se. a partir do ano de 1998 ( e 
tendo continuidade neste ano) convênio com a ociedadc 
Pestalozzi de Jardint para que e sas crianç.as recebam quinzenal­ 
mente, acompanhamento e sejam a,·aliado por psicólogo. psiquia­ 
tra, fisioterapeuta e pedagogo. este com l!llio a mw1icipalidade 
destina :i Sociedade Pcstalozzi o, ator de RS 528.00 (quinhentos e 
vinte e oito reais) para o pagamento de um especialista na área de 
psiquiatria. (Relação das crianças atendidas no quadro 3). 
.t. DOS CONVÊNIO DA llERENDA ESCOI R 
E DINHEIRO DIRETO DA ESCOLA 
Todos os anos o Governo Federal realiza con,ênios de 
Merenda Escolar e de Dinheiro Direto na Escola. O convênio da 
Merenda Escolar pc11cncentc ao Programa de Merenda Escolar. 
até o 3° trimestre de 1998, era realizado por intermédio da Se­ 
crc1aria de Educação do Estado, a panir do último trimestre do 
mesmo ano o município de Pono Mu11inho foi aprovado para 
pcnencer ao Programa de Descentralização da Merenda Esco­ 
lar, o que acelerou o proces o de remessa. para o município, das 
verbas destinadas à Merenda Escolar. como vem ocorrendo nes­ 
te ano de 1999 Antes da descentralização o dinheiro enviado 
para aquisição de gêneros alimentícios era insuficiente para man­ 
ter a distribuição da merenda escolar durante os duz.cntos dias 
letivos. Para corrigir a insuficiência de verbas remetidas, a Pre­ 
feitura 1unicipal adquiria os produtos alimentares com recursos 
próprios. uma vez que o valor da verba é calculada através dos 
dados estatísticos do ano anterior. Por outro lado a merenda es­ 
colar é um grande incen.i,·o para manter o aluno na escola, evi­ 
tando-se uma das causas da evasão escolar (os valores repassa­ 
dos encontram-se no quadro 4, em anexo e a estimativa de re­ 
messa para o ano de 1999 no quadro 5 ). 
Con'ênio "Dinheiro Direto na Escola" são recur os oriun­ 
dos úo T· DE-Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa­ 
ção. os quais s.io transforidos diretamente para a escola através 
APM-/ssociação de Pais e '.1estres. O ,·ator varia de acordo 
com o número matriculados cm cada escola., assim como na me­ 
renda escolar, o mon1ante da verba repassada é baseada nas esta­ 
tístícas educacionais do anterior, e não do ano em exercício. A 
verba é destinada, basicamente, para a manutenção, conserva ão 
e pequenos reparos da escola; para aqui içiio de material de con­ 
sumo necessnrio ao funcionamento da escola; para aquisição de 
material permanente e desenvolvimento de atividades edu a io­ 
nais diversas. Este recurso é depo itado na conta das AP:'vl(s}­ 
/ ocinçõcs de Pais e Mestres de cada escob municipal nor­ 
malmente no 2° emestre de cada ano letivo. 
5. DA AQUlSIÇ,O DE :lATERUJS 
Entre o ano de 1997 ao primeiro eis moes de '. 9 9. a 
Secretaria Municipal de Edu ação adquiriu diver os materiais 
para uso da Secretaria como também para a: escolas da Rede 
Muni ipal de Ensino. 
AQUISIÇÃO DE MATERIAL! PERMANENTE 
- Para a Secretaria: 1998: 
- 01 (uma) Space Van ano 97,98 
- 02 (dois) computadores Pentium 33 (completo) 
- 02 (duas) inpresoras jato de tintas 
• OI m:iquina para fotocopia 
o Ao s- 
08/071 
. 100 (cem) ca11t1TJ e oi 
199: 
04 
Pedro Silva 
- 200 (duzentos) arteiras es olares 
. OI (um) quadro verde de g 
. 1 (quin,e) me a coru 0-1 (qua1ro) La<l<-11J, p,111 a I d 
cação Infantil 
. O 1 (qua:ro) nnnários de nço 
• 08 (oito) tapetes - para re he 
- 04(quatro) ventiladores ele parede 
. 20 (, i111e) colchõe para hen,.o 
- 04 (quatro) col hõe, de ca • 1- par,1 n Creche 
. 05 (cinco) teatro de fonto hcs e bonecos de fantoches 
. O J (um) aparelho de som para aulas de espanhol 
. OI (um) aparelho para sala de Edu a Jo especial 
1999: 
. 150 (cento cinquenta) carteira escolares 
. 04 (quatro) computadores (completos) mar ... a Pentium 233 
- 05 (cinco) irr.pre,sornsjato de tinta 
- 04 mesas para computador 
- 04 mesas para impres ora 
- O.t am1ário de a o 
- 40 (quarenta) cadeiras de estofado preto 
- O 1 parque infantil para alunos da Educação Infantil 
AQUISIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO­ 
P[l)AGÓGICO E DE CONSDIO 
1997 
- Para a Secretaria 
- Aquisição de material de consumo para escritório. 
- Para as escolas municipais 
- /quts1ção de material de matemática. 
- Aquisição de material escolar de uso dos professores e dos aluno 
• Aquisição de material de expediente 
1998 
- Para a Secretaria 
• Aquisição de material de expediente 
- Para as escolas municipais 
- Aquisição de material didático para professores 
- Aquisição de material escolar de uso do professor e do aluno. 
- Aqursrçao de matenal de expediente 
1999 
- Para a ccrelaría 
- Aqui. ição de material de expediente 
- Para se col:is municipais 
• /qui,1çiio de material e olar 
• Aquisição de material de expediente 
6. DA MELHOR QUALIDADE DO EIO 
Visando a melhor qualidade de ensino e otimizar 
O 
traba­ 
~º- pedagogico na Rede Municipal de Ensino. a Secre1aria Mu• 
mcrpal de Educa ão Cultura e Esporte :ali d · · o 
. . ' 	re 17.0U OIS pr OJetos. 
pnme1ro. o Cadastramento de Profe ores Novos 
Recada tramento dos Profes ores E" • . C d 
- - 	Ietrvos e oncursatos, € 
outro. a Avalraçao do Ensino Fundam L 
O C d • enta 
r.a a4astramento e Recadastrarnento dos Profrssores d! 
ede Municipal de Ensmo realizou- b' . 
fi 
e com o ~etrvo de retratar o 
perfil do professor que atua em sal d Ed 	. 
as e • ucaçào Infantil. Ens 
no Fundamental Educação Especial Educa _ • •J­ 
tos e Educação Indigenz AR çao de Jovens eA"' . 
. . "' a. ora os profe O d dr fe- 
vo municipal e o rofe 	res o qua o e • 
• 1· d d p ores do quadro estadual da escol 
muncrpa 17..a a. ca astrararn-se profi _ . . 
próx:itna ao nosso muni • io e~sore onundos de cidade> 
c:üni.strarcm aulas especial ctp • Os quais foram selecionados pana 
mente de5à8 3 En • F dJ· 
mcntal séries estas qup . ~, ,e o • smo un 
em anos anteriores. ar.i:11 
difi uldac!,:,, cm se lotar prof e 
50 
' sempre apr seot 
às disciplina: concem . res com habilitações especifica> 
« 	w entesaesse A 	,1 
Atualmente 
O 
quad ,"me do Ensino Fundnmei:~ 
' ro os profes . d . F ~ ,. 
meatal. com relação a fonn _ ore o .Ensmo ·un-- 
. . · açao de profr· h d: 
melhora, haja vista que há fi - ore IOU e grna • 
. . pro essor o d . 1 r:J:1 
Pedagogia e pós-graduado. mgralusção plena 
. 	satuando em a], , 1 :.e 
praticamente todo os profee >ias de à4senes 
• ·ssores que at <-8 
séries possuem fonnaçiio "Ui· uam em la de 5a . 
spe tica para l - r; 
es. Pode- e ob ervnr essa ev 
1 
- 'c'tonarem ne-as si 
' ou ao no a 
0 Pnra melhor se conbe e . ne o 6. 
ronnel de di. d u- 
nos e o desenvolvimento dos p, aprendizagem los 
• 	Planos de :. d, les 
pro,e, ores. omo também d cnsmo e!abor o pe., 
d
• • 	etectaT as d"'fi • • . d ., •~Ct- 
n2s IIersas are3: do conhe: 	·uen.1as los alu 
cimento, apli, 
1
9° 
duas avaliações, a primeirn fi:u • 
1 
ou-se no ano de 
no al do • . 	J 
egunda no final do ano leti pnmeiro semestre. - 
o. Continua na Pigina-"

p 
Secretaria Municipal de Educação Cultura e Esporte - Pro, Pedro Silva 
Porto Murtinho, sua história, sua realidade ... 
Tribuna da Fronteira 
6/01/ 
Na primeira avala,ao priorizou- a capacidada lógica do 
aluno em interpretar, ler enunciados, resolvendo questões objeti­ 
vas, o qual assinalaria alternativas corretas ou inortetas confor­ 
me o enunciado da questão Aqui detectou-se que os alunos na 
ua maioria tem baixa capacidade em ler interpretar os enuncia­ 
dos em todos os componentes curriculares, principalmente nas 
disciplinas, Historia, Geografia e Ciências Através desses dados 
solicitou-se aos professores que em suas atividades com os alu­ 
nos procurassem diminuir essa defasagem encontrada 
J,i na sepunda avaliaço, deu-se pr ioridadc rh Ili iplintl 
em que os alunos apresentaram dificiências, aplicando-e ques­ 
toes dissertativas, figuras e mapas, nas quais o aluno deveria 
interpretá-las apresentando suas idéias e localizar o que propu­ 
nha o enunciado Com o resultado tabulado da 2' Avalia,ão, per­ 
cebeu-se que a maior parte dos aluno do Ensino Fundamental 
não apresentam sentido de orientação e de localização (mapas). 
e diti uldndcs cm interpretar e analisar coerentemente ideias e 
figuras. Assim sendo, a partir do ano ele 1999, os professores do 
Ensino Fundamental devem destacar em seus planejamentos mé­ 
todos que proporcionem aos alunos o acesso ao conhecimento 
de trnhnlho com mapas, de interpretação e muita leitura de texto 
cm todas as áreas do onhecimento. 
Para que haja um ncompnnhomento direto aos professo­ 
res, a partir de 1999, a rnunicipnlidadc, através da Secretaria 
Municipal de Educação, Cu.ltura e Espone contratou 07 (sete) 
Coordenadores Pedngógi o atendendo ns 04 (quatro) e colas 
urbanas e O 1 (umo) e cola rurnl, sendo 05 (cinco) atuando no 
Ensino Fundamental e 02 (dois) Coordenadores na Educação 
Infantil, incluindo a Creche. 
Devido a ~rande distância da sede do municipio, ainda niio 
foi possível contratar um Coordenador Pedagógico para atender 
especificamente as e colas indígenas, num total de 04 (quatro) 
cscolns endo uma Escola Municipal Indígena Ejiwajegi Polo na 
/Ideia Alves de llarros e 03 (três) Ex1ensões nas seguintes loca­ 
lidades: Es ola Tomázia, na /Ideia Tomá7ja; Escola Aquidabã, 
na Aldeia Siio João e E cola Campina na Aldeia Campina, essa 
coordenação é realizada temporariamente pelo Dcpnnamcuto de 
Educação desta. ecretaria. . 
7. DO INDICE DE MATRICULA INICIAL 
/ matrícula inicial seba eia nos dados estatísticos do Mi­ 
ni tério de Educação e Despono, por série e idade. o Ensino 
Fundamental percebe-se em algumas séries urna defasagem com 
relação a idade érie, esta deficiência está sendo trabalhado no 
Programo Acelera ão da Aprendizngem, do qual panicipnm alu­ 
nos que apresentam atraso escolar com diferença de 02 (dois) 
anos/série. Pode-se observar as diferenças entre idade/série no 
quadro 7 cm anexo. /s matrículas iniciais das outras modalido­ 
des de ensino do istema Municipal de Ensino encontram-se nos 
quadros 7-A (Educação Infantil), 7-B (Educação Especial), 7-C 
(Educação de Jovens e Adultos). 
8. DO JIOVIllENTO ESCOLAR 
O movimento escolar é caracterizado pelo número de alu­ 
nos aprovados, reprovados, desistentes e transferidos em um ano 
letivo confonnc n Ata de Resultado Final, como se observa no 
quadro 8. 	. 
10. DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS, ORGA IZA­ 
DAS E/OU Q E TIVERAM A PARTICIPAÇJO DO 
DEP,JffAilENTO DE CULTURA E ESPORTES 
O Depanamcnto de Cultura e Espone realizou várias ati­ 
,·idades no ano de 1998, como: 
* Expedição às aldeias (Reserva Indígena Kndiwéu) 
• Portofolia 98 (Carnaval) 
• Expedição à Ilha Guató, observador convidado pela Fundação 
Nacional de Saúde (FNS), Corumbá. 
• Seminário Brasil 500 anos - Rede Globo Centro-Oeste (TV 
Morena). Campo Grande 
• E:1,-pcdiçiio à~ aldeias Campina e /lves de Barros 
• Semana dos lndios nas Escolas da REME (Projeto lndiorov:i) 
• 1 Torneio Municip_nl de Handebol (Escola Cláudio de Oliveira) 
·Fe tn do Dia dos lndios, aldeia Tomitzia. 
,. JEMICRO/98 -_Jogos Estaduais Microrrcgionais em Jardim: 
llrouzc nns modahdadcs Handebol Masculino e Feminino Volei­ 
bol Masculino, -1º lugar na modalidade Futsal Masculino e 7° 
lur • nn modalidade Voldbol Feminino. 
• ~t .. .in:írio: Pono Murtinho e o 3º Milênio: Problemas e Pcrspcc­ 
tiva 
• Reuniões para a reestruturação da Liga Esponiva Mu.ninhcnsc. 
·I Encontro Técnico de Educação Escolar lncligcnn de MS, Campo 
Grande 
-. /compnnbomcuto do início das rcfomus do Gmásio Munici­ 
pal de Espones "Mário David Andreazza" 
• Festh~dades do Aniversário do Município: Concurso de Reda­ 
ção, Pnmda Ch1co, Feira Tem:itica Cultural e A.miai do Pono 
• Miss Pono Muninho/98 
• JfNCO/98 • Jogos Intercolegiais: participação das Escolas José 
Boniffic.io, Cláudio de Oliveira e Thomaz Larangeira. 
• Divulgnçiio da Cultura Indígena Kndiwéu e do Município de 
Porto Murtinho no Museu do Indio da Universidade Federal de 
Uberlàudia, MG. 
• Enca-ttro de Professores da Area ld:gera de Perto Murnho -MS-Brasil 
• Desfile Civio de 7 de setembro ( colaborando com a 2CIA 
FRON) 
• lmplautação dn Escolinhas de Pr:itica Dcsponiva 
Expedição às Aldeias Alves de Barros e Campina (par­ 
ceria FN FU iJ. Prefeitura Municipal de Porto Murtinho 
e 2'CIAFRON) 	Continua na P..ígin:a-06 
CONVÊNIOS ASSI 
Ministério de Educa se Desportos - através do I 
:',orne do Comê.n,o 
I- Capacita«o de profe respara Educa,ão 
de Jovens e Adultos 
I I- Aquisição de material didstico. 
pcd.1 •ógico 
2 Aquivi io de equipamentos para 
Educação I pecial 
3 Aquisiao de transporte 
para Educação Especial 
4 apaitaão de professores para Educa,ao de 
Jovens e Adulto 
4 1Material didático pedagógico 
5. Constnição de c,cola nova 
. 1 Aquisição de equipamentos 
6 Programa de /ceiem o da Aprendizagem 
7. Aquisição de veiculo automotor rodoviário 
( ônibus escolar) 
TOTAi 
ADOS C() OMEC 
93566 98 132,70 1. D 	al 
96] 11 98 2$ 000,00 	led,·ul 
9573898 1 900,00 	1 e<l.:r, l 
95249 98 96 ]66,65 	r cd ·ui 
94988.98 2J 192,00 	ral 
13798 50 000.00 	adual 
205 94.55 
Crianças atendidas pela Sociedade Pestalozzi de Jardim Qw,d.roJ 
Crianças atendidas e suas deficiências - 1998 
• l1.S.A. mcuor- Paralisia Cerebral: afetando a sua pane fisi a. que prejudica a sua linguagem 
L.R.R. menor - Apresenta dado significativos de les.io Cerebral 
• V.B. menor - apresenta lesão Cerebral que afetou a área Cognitiva 
• C.A. 1. menor• Sindrome de Down 
E.FR.E menor- Componarnento autista 
• E.B.S. menor - paralisia cerebral afetando o seu desenvolvimento tisico e de linguagem 
t 999- Afora os alunos atendidos em 1998, o atendimento foi ampliado para as seguintes crianças: 
• z. .F.B- menor - leve deficiência mental 
·EEOS- menor- cm observação sem diagnóstico confirmado 
• ,M-menor - pnrali ia cerebral 
• M.AO. - menor - paralisia cerebral 
• E.S. - rnt.,10r- hidrocefalia 
Demonstrativo Merenda Escolar 
Quadro4 
Ano Nível de Ensino Nº de alunos :itendidos Dias Valor por aluno RS Valor recebido RS 
1996 Educação Infantil 
Ensino Fundamental 2506 	RS0,IJ -17.231,57 
1997 Educação Infantil . 
Ensino Fundamental 2531 	RS0,13 36.298,36 
1998 Educação Infantil 	203 	95 	30.409,20 
Ensino Fundamental 2099 	RS 0,IJ 
1999 Educação Infantil 	296 	15· RS 0.06 4.692,00 
Ensino Fundamental 2453 	RS0,13 
• Nos a aos de 1996 e de 1997 o Programa da Merenda Escolar não abrangia a Educação Infantil 
• • Só está computado 15 dias do mês de Fevereiro 
OBS: A previsão da remessa de recursos para Merenda Escolar para o ano de 1999 encontra-se ao quadro 5 
Previsão de Merenda Escolar para 1999 
Base de Cálculo 
Educação Infantil: 267 Alunos X RS0,06 = RS 16,02 por dia 
Ensino Fundamental: 2.283 alunos x RS 0,13 = RS 296,79 por dia 
-Quadros 
TOTAL POR DIA: RS 312,81 
MÊS 
Fevereiro 
Março 
Abril 
Maio 
Junbo 
Julho 
Agosto 
Setembro 
Outubro 
Novembro 
TOTALDEDUS 
15 dias 
22 dias 
21 dias 
21 días 
21 dias 
17 dias 
22 dias 
21 días 
20 dias 
20 dias 
VALORPORDL-- 
RS312.81 
RS312.81 
RS 312.81 
RS312,81 
RS312.81 
RS312.81 
RS312,8l 
RS312.81 
RS312.81 
RS 312.81 
TOTAL A RECEBER 
RS 4.692.J 5 
RS6.88!,82 
RS 6.758,01 
RS 6.758,01 
RS6.758,0l 
RS 5.470,77 
RS 6.881,82 
RS 6.758,01 
RS 6.436.20 
RS 6.436.20 
TOTAL DE DIJS 200 dias 	TOTALANUAL 	RS 63.831.00 
Grau de Formação dos Professores 
Qwidro-06 
Ano Modalidades de Ensino Ensino Fundamen ta 1 Ensino Medio 
1 Ensino Superior 
- 
Incompleto 1 (;ornp1eto Magistério !Outros LíceotU1turn Outros 
1,0 Educ:ição Infantil 	arar 
O' Educação Especial 	OI 
O' 
Ensino Fundamental 	03 05 47 06 10 
t 
Educ. Jovens e Adultos 	03 
r--- 
Educação lnfunril 	05 01 
O' Educação Especial 	02 
O' 
Ensino Fundamental 	04* 02° 39 07 14 02 
- 
Educ. Jovens e Adultos 	03 
00 
Educação lnfuntil 	01° 03° 11 
O' Educação Especial 	02+ OI"* 
O' Ensino Fundamental os· 04° 50 09 17 OI .... 
Educ. Jo,ense Adultos 	03 
Educação lnfimtil 	02 13 	02 
O' Educação Especial 	02· 01++ 
O' 
Ensino Fundamental 	06* os· 47 07 23 OI O' 
- 
Educ. Jovense Adulto 	03 
·Fs :s números referem-se a professo1 que atuam em escolas da zona rurnl cindigena, consderadas escolas de difcil acesso, 
... A partir do ano de ! 988. os professores que atuam em salas da Educação Especial estão cursando o Magistério e recebem acompanha­ 
mento pedagógico, quinzenalmente, na Sociedade Pestalozzi de Jardim

ra 
06/07/99 06 
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO MURTI 
Secretaria Municipal de Educação Cultura e Esporte - Proi 
'HO/MS 
Pedro Silva 
.a -· - 
~ - - - - - 
Srics 
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11 ano, .14 1 J6 J6 43 1) 
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1J no 0 IJ li 14 39 16 JI 03 
1-1 n1101 0-1 0G 14 15 lft 19 25 20 
+ 14anos 07 14 li 09 9J 99 69 76 
- 7 ano 21 
7 nnu, 224 06 
H nno• 152 97 09 
00 
9 ílllO, 88 !12 76 07 
O 
1ft nno• J8 65 76 60 
O 
11 nnn, l-1 JS 62 49 47 
p 	12 nnul 18 J2 51 54 37 38 
IJ n1101 04 21 27 37 31 2J 34 01 
14 ano 07 08 22 27 25 JJ 30 26 
+ 14 ano 06 28 38 JJ 99 89 90 97 
.. 7 nno 18 
7 no 265 08 
8 ano, 115 IJ7 05 
O 
9no 63 114 77 08 
O 
10 anos 39 75 7J 64 05 
O 
11 ano IJ J7 67 68 52 
,,.-..1 12 PJ10l 15 27 44 51 44 36 
·- 
IJ nno, 10 20 41 37 43 25 29 
'-- 	t.J nnn, 07 , 09- 2LL25 2 »« 22 27 
+ 14anos 11 13 22 92 110 107 
- 
01 
] 
f----+-----c--------1- ---~----4---+----t----1 
1a93nos 
01 
----- 
H~ t11ollnno< 
d#] »to 
.. de 4 oncs 
OI 
4a6anos 
Ol 
7a')ano 	lll 
10 :, I2 ano< 
01 OI 
OI 
+ de 1(, ano< 	OI 
O 
O 
O 
- 
02 
4a62n05 	0l 
+ de 6 anos 	OI 
7a9 lOOS 02 OI 
IO, 12 anos 	OI 	OI 0J 
1.1 l 16 anos 	01 
• V - deficiente visual 
• DM - deficiente mental 
íll 
• DA - deficiente auditivo ·DF- deficiente físico 
• DC - distúrbios comportamentais 
96 
MATRÍCULA INICIAL-EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- Qu·,elro 7 e 
MATRÍCULA IICIL POR SÉRIE E IDADE - EDUCAÇÃO INEATL. - Quaelro7-A 
-- 
ETAPAS ----- 
Ano 
Idade 
IJr,-çJrln• itnlrrnnlº .Jnnliln 1 •• .lnrcll111 11•• 
- de I ano 05 
O 
1 a.oo 	13 
O 
2 nos OI 
O 
3 ano, 	27 OI 
,..,. 4 nno 	24 
5 ano, 	56 62 
6 Jl.003 	24 
- de I ano llH 
I 
l nno 	12 
O 
2nno 
O 
3 ano 	JO 
,--( 
-l nnos 	14 
5 nnos 	55 	37 
G nno, 	91 
00 ' 
- de Inno 12 
O 
t nno 	llR 
O 
2 nnn, 	Ili 
,_.,. 
J nnos 	22 
4 ano 	04 
5 nnn, 	62 	JI 
6 nnos 	170 
- de I ano 8 
O 
1 nno 	12 
a 
2nos 	115 
O 
3 nnos 	li 
pare 
4anos 	17 ll7 
5 anos 	43 09 
6 nno, 	184 
• Corutnm somente os alunos mntnculndos nn Creche 
•• e ·tiio incluídos, lambé.m os nlunos matricubdos na Creche, nn Êscol:t Rum! e na Escola indígena 
Rcsultado Final - Movimento de Alunos- Ensino Fundamentnl-Quadro-8 
o RESULTADO 
S€RIES 
~ 
Fl!'IAL 
I' 2° 3' 4 5' 6' ,. 
8' TOTAL 
APROVADOS 219 234 199 148 138 116 91 66 1211 
± 
fU:P!tOVADOS ld6 61 5J 20 16 24 04 04 220 
Dl:SLSTENTI:S 77 42 D 24 65 49 25 11 317 
TRA.1'S ft:RIUOS 2-1 29 24 13 IS 12 09 0-4 1311 
AY'ROVAOOS 30-J 2119 2JJ 196 129 12:J 101 84 1459 
t-- 
REPROVADOS 167 127 62 J7 55 JJ 
°' 
li 08 506 
C D tS L5Tl:NTLS 6J 27 .... 	31 13 5J 39 20 13 l56 
TRAJ:Sf E RIO OS 26 2 20 09 10 I? IJ 119 ID 
- 
APROVADOS 
J.5S 285 25.S 207 131 10-I 118 85 t66J 
REPROVADOS 137 63 55 46 55 42 15 
a 
13 426 
s D ES.ISIT.1''Tl!S 70 22 40 11 57 JO 24 27 282 
TRANSFERIDOS 38 20 ?9 21 12 IJ os 09 147 
. 
- 
Ano Idade 	ETAPAS 
lª 2ª 3ª 
- de 15 anos OI 	04 
IS anos 02 03 os 
O 
16 anos OI 03 06 
~ 17 anos OI 	04 02 
- 
18 anos 03 	OI 	OI 
19 anos 01 01 
+ de 19 ano, OI 03. 09 
- de 15 nno, 01 05 04 
15 nno, 	03 04 
16 nnos 	05 06 
t"-- 
~ 
17 nnos 	04 08 
- 18 nnos l2 02 
19 nnos 02 04 
+ ele- 19 11nos 08 10 10 
- de 15 nnos 
15 nnos 	01 02 
00 
16 nnos 	01 03 
0 17 11110S OI 02 
O 
01 
- 
18 nnos 03 05 
02 
19 nnos 04 09 
06 
+ de 19 nnos 15 	11 14 
- 15 anos 01 
15 anos 02 01 
a 
16 RIIOS 0J 03 
O 17 RIIOS 04 02 
O 
-- 
18 nnos 0-1 01 
01 
19nos 02 07 
03 
de 19 anos 	09 1 
23 
1 
EDITAL DE PROCLAMAS 
Janilde Rosa dos Sanros. Oficiala do Registro Civil desta • d d • 
de Bela isa/MS FAZ SABER a todos quantos o presente tá,,,n,marca 
Virem. que apresentaram os documen10s exigidos pelo Arf 
8 
Prncl_ru:1as 
Civil Brasileiro. Incisos 1. II e IV, e prelendem se casar: tgq 
1 
O do Codigo 
ANTONIO AJALA FERNANDES e CLAUDETE NUNES D 	e 
ambos brasileiros, solteiros, naturais de Bela Vista/MS.. reside )OS SANTOS, 
• 	""o 	=: entes e domicilid 
etdade de Bela Vista/MS; ele.. assistente técnico, filho de Sal d . . 
13 
os, nesta 
Maria hina Ajala Fernandes: ela, costureira, filha de Vai va. or Lour_eiro Fern:mdes e 
Eng;r:icia Nunes dos Santos. Se alguém souber de algum. endi.tlm Pere,.ra dos S:mtos e 
. 	- 	· impe mento q h 
fonna da Lei. 	Bera Vista/:tS 
30 
d J h ue se opon a na 
• 	' ·• e un o de l 999 
-- 
Janildc Rosa dos Santos - OficÍ.tlla • 
.

a da Frootaira Agropec 
, . 
'ara 
O /01/ 7 
Moraes 
Agrinews---------- 
Por Vinicius d 
Crédito Rural 
Valorização artificial da moeda agravou o endividamento rural 
Recentemente o Presidente da República reconheceu que o 
Governo errou 1111 conduçfio da politica económica ao manter o dólar 
valorizado por 11111 longo perlodo. Em entrevista a uma revista ema­ 
nal afirmou que, "se não tivesse tido um crrn de avaliação, nós estari­ 
amos em melhor situação hoje". Também disse que "ninguém, em sã 
consciência, jamais imaginou que o real estivesse valorizado em mais 
de 25%". Fica evidente que, se o real nilo estives e artificialmente 
valorizado, o setor primário estaria menos endividado e. 
<.'01\C(Jlll!l111..·111c111i:. cm melhor condição económica e financeira. Para 
agravar ainda mais as dificuldades do produtor, as importações ex­ 
cessivas e desnecessárias penalizaram duramente a renda agricola 
durante os quatro anos do real. 
O setor agricola exportou USS 15, 7 bilhões de dólares cm 1998. 
,cndo rcspons;Ícl por 11111 supcrávit de USS 9.7 bilhões na balança 
co111crcinl. Os deninis setores da economia • indústria e serviços - 
apresentaram délicit de U$ 15,9 bilhões. Tnl desempenho demons­ 
tra clarnmcnte que a agropecuária é o setor mais competitivo da nos­ 
sa economia, tendo capacidade para produz.ir. exportar e substituir 
grande parte das atuais importações agricolas que, no último ano. 
,omara111 USS 5.<> bilhões. 
O c;imbio valorizado foi eficiente instrumento de controle da 
inllaçilo no pcriodo do real. No entanto, também causou desajustes 
na economia, com reflexos perversos sobre o setor produtivo. nível 
de emprego e geração de divisas. Hoje. nào é dificil perceber que o 
excessivo liberalismo nas importações e a valorização cambial cau­ 
saram perda anual de 10% cln renda agrícola durante o Plano Real. 
FEFA 
Fundo Emergencial de 
Febre Aftosa entra em 
operação no Estado 
Desde o d,a 1° de julho. entrou em operação o convénio de 
cooperação nnitua ,·ntrc o FEFA (Fundo Emergencial de Febre A fio a) 
e o (agro (Departamento de Inspeção e Defesa Agropecuária) de 
Mato Grosso do Sul. 
O FEFA é urna associação civil sem fins lucrativos, criada cm 
10 de maio de 1999, com sede na FAMA UL à Rua Marcino dos 
Santos.-101, Bairro Cachoeira 2, próximo ao Shopping Campo Gran­ 
de. A entidade é presidida por Joào Ayub Ferraz. com José Armando 
Amado na vice-presidência. 
O convênio tem o objetivo de arrecadar fundos para in­ 
vestimento no combate e erradicação da febre aftosa no reba­ 
nho bovino de Mato Grosso do Sul. Os pecuaristas, ão contri­ 
buir com RS 0,50 por cada animal (bovino ou bubalino) desti­ 
nado ao abate, no ato da emissão da Guia de Trânsito Animal. 
a GTA. 
J:i os frigorilicos vão contribuir com RS 0,30 por animal abati­ 
do em suas instalações, conforme estabelecido na Ata de criação do 
FEFA. 
O Fundo Emergencial de Febre Aftosa scr.i um importante 
in: mento para colocar Mato Grosso do Sul na condiçilo de Area 
Livre de Febre Aftosa. 
Com a sua criação, os pecuaristas não ficarão mais a mercê a 
burocracia do poder püblico para a liberação de verbas ncceSS.1rias 
para combater à dO<!nça. 
Chegou a hora de 
suplementar o rebanho 
A suplementação mineral no período das águas e das secas re­ 
duz, em até um ano, o tempo de abate dos bovino de corte. 
F i o que disse o professor titu!Jr da disciplina Nutrição Ani­ 
mal. da Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Ubemba (MG). em 
palestra no Sindicato Rural de Campo Gmnde. 
Segund ele, o pecuarista deve sempre trabalhar três pontos: 
qualidade do alimento, genética e manejo, priorizando em pé de igual­ 
dade e nunca em detrimento de um ou de outro. 
Fonte: Correio do Estado 
Este indice representa cerca de US: 6 bilhes por ano na ('S$ 24 
bilhões nos últimos anos, volume muito superior ao end idamente 
do setor junto aos agentes financeiros 
Embora se reconheça a culpa da politica económica como ,1 
principal causa da crise financeira e da insolvénia do setor aricola. 
os agentes financeiro continuam a cobrar, insistentemente, os deb 
tos bnncnrios dos p, dutorcs rurai,. 'ma divida que não resultou da 
incompetência gerencial de produzir, mas do erro da politia pública 
para o setor, associada à ganância dos próprios agentes financeiros 
que, não raro, usam fórmulas pouco realistas para calcular os débitos 
dos agricultores. 
A retomada do crescimento da agropecuária brasileira e, certa­ 
mente, o caminho mais curto para exportar mais e aumentar o nivel 
interno de empregos. A produção do alodi , da a do trgo, do 
milho, das frutas, das ates, do leite c sua transformado e 
comercialização poderão gerar milhares de novas ajas de trabalho 
Fixado um novo patamar para o cambio, e momento do Gover­ 
no fazer o seu mea culpa em relado ao proso de endividamento e 
sucatamento da agricultura, interferindo de maneia realista nas ne 
gocaies das dividas e no estabelecimento de politxa para a uten­ 
ação da remuneração do setor No entanto, reconhecer o erro na es­ 
ação da politrea cambial não é suficiente l prero assegurar os ins­ 
trumcntos necessários à recuperação da tenda O produtores que are­ 
ditaram no Plano Real e acabaram produzwdo «» lucratividade pr­ 
cisam sar do buraco onde foram jogados. 
Hugo Iieh - deputado federal PPR-S 
Me MEL 
-- ·- -- - . . . l 
• Uma Se,nana de Emoções 
1 
De 10 a 18 de Julho/99 
'PROGRAMAÇÃO 
DIA 09 • SEXTA-FEIRA 
Entrada dos animais de argola que irão participar do Ranking 
08h00 • Inicio da temporada llipica. Ranking anual da Federação 
Sul-matogrossense e Ili Copa Guaicurus de Hipismo no 10° RC 
Mcc. 
DIA 10 • S-BADO 
08h00 • Continuação da Temporada Hípica e da Ili Copa Guaicurus 
de Hipismo no Clube do Laço. 
08h00 • DESFILE COU TRY. saída do Ginisio de Esportes até o 
Parque de Exposições. 
10h00 • ABERTURA OFICIAL DA 28º EXPOl3EL com a presen­ 
ça de autoridade, do Brasil e do Paraguai. 
1 Oh 15 • Hastcamento dos pavilhões Nacional. Estadual. Municipal 
e do Paraguai ao som da Banda do R.C.MEC. 
11 h00 • Visita aos animais expostos no Parque 
14h00 • Pencas no Jockcy Club do Sindicato Rural de Bela Vista. 
I4h00 -Canoagem - Clube Cobra de Canoagem e Ecologia. Larga­ 
da da ponte do rio Apa até AABB. 
15h00 • TEAM ROPING. com a participação de duplas de todo o 
Estado, no Clube do Laço. 
20h00 • Leilão Gado de Corte Machos e Fêmeas. realização Por­ 
teira Leilões Rurais. 
21h00 • Show ao vivo com a dupla de cantores MARCO AURÉ­ 
LIO e PAULO SÉRGIO. 
23h00 • Baile de abertura no Clube do Laço. 
DIA 11 - DO:llNGO 
08h00 • Abertura do Parque de Exposições. 
09h00 • Super Cross 3 Etapa do Campeonato Estadual. 
14h00 • Pencas no Jockcy Club do Sindicato Rural 
14h00 • Canoagem - Clube Cobra de Canoagem e Ecologia.. Prova 
Final. 
I4h00 - Continuação do TEAM ROPING prova final das duplas. 
DIA 12 • SEGUNDA-FURA 
08h00 - Abertura do Parque de Exposições. 
09h00 - Pesagem dos animais para julgamento. 
Dia livre para negócios. 
fJIA IJ-TERÇA-FEIRA 
08h00 - Abertura do Parque de bpo,íçôc, 
09h00- Julgamento de animais Nelore Mocho e Nelore Padrão - 1 
JUIZ Al3CZ. 
RETIRADA DA LAGUNA - Marcha CJ 100 cultural promovido 
pela 4' Bgda da CMEC. - formatura alusiva ao evento nc monu­ 
mento de ~I IA!Dl:PÂ. 	1 
19h00 • LcilJo de Gado de Corte pelo Canal do Boi• Por1e1ra Lei­ 
lões Rurais. transmitido diretamente do Tatersal do Parque de E>.-1 
posições 1mprcteri,clmcntc às 19h30, 	1 
DIA I4- QUARTA-FEIRA 
08h00 - Abertura do Parque de E.,posiçõe, 
Dia Livre para negócios. 
DIA 15 - QUITA-FEIRA 
08h00 • Abertura do Parque de Exposições 
20h00- Rodeio Profissionnl ClA.DE RODEIOS IRMÃOS ORTIZ 
DIA 16 • SEXTA-FEIRA 
05h00 • Início do Torneio de Laço da Federação 
08h00 - Abertura do Parque de Expo,ições. 	1 
20h00 • Lcíl:io de Reprodutores· realização Porteira Leilões Rur:iis. 
20h00 • Rodeio Profissional CIA. D_E RODEIOS IRMÃOS OR'nZ. j 
DIA 17- ABADO 	1 
05h00 • Reinicio do Torneio de Laço da Federar;.ão. j 
08h00 • Abertura do Parque de Exposições. 
14h00 • Pencas no Jockey Club do Sindicato Rural. 
20h00 • Leilão de Gado de Corte em Geral - realização Porteira de 
Leilões Rurais. 
20h00 • Rodeio Profissional CIA.DE RODEIOS IRMÃOS ORTIZ. 
DIA 18 • DO:1U>iGO 	I 
05h00 - Final do Torneio de Laço da Federa ão. 
08h00 • Abcrtur.1 do Parque de Exposições. 
I4h00 - Pencas no Jockey Club do Sindicato Rural 
20h00 • Final do Rodeio Profissional CIA.DE RODEIOS IRMÃOS 
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EDSON MORAE: - Presidente do Sindicato Rural de Bela Ysta 
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Olãrkl Tr una d Front a oc,a 
06/07/9 
p 08 
Co 
o ························ 
Por Nancy 
As 9:30 hs 
d«da }de julho, na lute 
jaEan leal uterana do [ra­ 
l, foi realuado o enlace ma 
11111111111.tl de /J,1/i/11, lilh I d, 
f),1fl l fJILrllld,t I huh 11d, 
huarez. falho d A!ebiades e 
l ldd Ide ~11111,1 
A 9greja. 
lindamente decorada para 
receber os notos, padrinhos, 
amos tuniil.11c,. ondt• Úllr,111- 
11..• n Ltr1111ó111d fpri1m prolu1d:,, 
interessantes palras pelo P'as­ 
h1r. 111.'ic d.1 11oi, ,1. eh.. . 
No 60 t:.spor­ 
te eJube 
:11.:ontel"l.!tl ,1 .'11'-.Jllll'llli. ti· 
, i 1 110 Lili osque decorado com 
bom µo,to. 
A.os 
presentes 
foram ,1..·n ith.h bc.:hid.1,. 
gostoso almoço e suculento chur­ 
r.1-,1.:0. 
ehamou 
também 
atenção a mesa com lindo 
bolo e saborosos doces. 
A.os noivos 
(llll' dc,t"il;ir;i111 rel11e, 
entre.: 0, Cllll id.i·Jn, (...-la lin­ 
<l,1 ,.:m "ICll , ~"tido <k noi, a). 
desejamos felicidades na vida 
]Ili.' lH:t iniciar 
1/oeabéns aos 
nivesvintes 
17- Ado Iscobar e 
Aba@o A.tacar.s 
A DERl{()TA DO INFERNO 
4titia obre o inlemo uma das mais belas promesas 
de (r»to 
( 1.irrHfUc ( 11,10 IIJO JJlllílllJ 1) lin1 d..t) per lí 'Ul<,-Í•n. nl·m 
p1i>k111:io kl/.,1rnc1>10 prú,i111otl." "r11n 1,d,1 inkmo" l'or h ~,. 
,1, p,r q•u1çik, 1r.io, on111111c11, '" c_.ilur11 "p, rm,rnc<.:er,)o 11.1 or­ 
dem do dia; e as mortes violentas nunca arrio da moda 
A estação dos mártires ainda nlo fechou - e nunca ira te­ 
char A "passividade divina" na hora de cruz - ou a no-inter­ 
venço de Dcth c111 dek,,1 do lnocc,11<· lond..:ni.iuO - pode ,e 
repetir hoje também. E. de fato, está se repetindo com tantas 
pessoas crucificadas. senão no corpo, em sua dignidade huma- 
11.1 ... 
l.ntJn. o que significa o famoso "não pre alcccrJo'"! Sig- 
1111ic,1 que as fotas do mal podem derrubar o corpo, nlo o e,pl­ 
ri10 d.1 gc11k. l'o k111 ,ufo,·ar 11 ,,·r hum:mo qw: ,m,cia pela ltber­ 
da1k: 111.1, nilo pockm sufocar a libnd,1dc. 
Podem apagar o ser humano que cré, mas 11Jo podem ap:1- 
ar a k. l'odcrn de,1ruir o ser humano que ama: porém nRo po­ 
dc111 ap.tg,tr o .amor. l'ode111 erucilicar a4ude, que fola111 a er­ 
dadc; 111.1, 11.fo podem crucificar a ,·erdade. Podem ,·ntcrrar 
o ;.n hu111:1110 que• ,·,pera; mas nunca enn'Cguirào ,·111errar 
,1 esperança ... 
", fim de que a ordem ,olte a reinar cm nos,o meio é sú 
dimin,1r un, hi,pos. uns padres eabeças-11ue111e,. umas freirinha, 
sapecas, un, lideres de comunidade de ha,c". Esta frase não foi 
pronunciaJa no t,·mpo de Nero. e sim em pleno ano de 1988. 
CIJrn que nós. os crist:1os de hoje, não somos uns maso­ 
lJUi,tas: is1n ê. n:io gostamos nem um pouco de ser tort11rados e 
ir 1x1ra o c~u antes do tempo. Não lemos. pon:m. medo de cn­ 
f'renlar .r morte. L atê nos akgrariamos em ,er ::achado, dignos 
ele r,ceber o mesmo tratamento que Cristo recebeu. 
Lê bom que" saiba: nem a fome e m:111 a doença. nem o 
fogo e nem o frio. nem a vida e nem a mone ir:lo nos separar do 
arnnr Jc Cri,to ... 
Pe.Virgilio, ssp 
Dl:I -~ c,t:i por toda parte ao mesmo lcmpo. cm redor de 
, occ e' dentro de I occ. Jamais 'Oc, estará d,samparado. Nunca 
'ncc ot:1r.i sii. Não pcnnita que a lllÚ[!Oa o pcnurb.:: procure 
manter-se calmo, para poder ouvir a voz silenciosa de O.:us den­ 
tro de ,·occ. ,,sim. YOCC superará todas as Jiliculdad.:s qu<: 
pon entura aparecem em seu c:uninho. 
Minutos de Sabedoria 
{) que é Com uni nto 
Cabe a. 1r,1 n .. 1: ,r o r, ., • 
·na,1.1 popuf. r, L'O<.:mo d, p<Hl>. < J, 
verdade O comunismo se contrapõe a d ,. 1. 
que são consagrados pelo ideal dem ortico Seu 
1- Não há liberdade individual nem rup 
2 - Cancelam-se os direito de opinião ou 
3 - NJo cxi,1,· l1hcrd. d,: rdt!!ll►1. 
,1 - inguém pode s.: lornrnOH'.r Ir, remcnrc. 
S - No existe. a iniciativa pnada, 
(, • Não extste a reivindra.o de classes. 
7.Em pnmerro lugar esta o Estado e em segundo. a pe: soa humana 
R - .lo exisk ,1 lrH c,-colhJ de governantes pelo pllO l stes sdo impostos pela fora 
9 - O único ohjctlO é o eni;.rundecimemo do FIJdo. O cornuni mo contraria os pnt1pio 
básicos da democracia., porque não accita o en,1ltccimcnto e n hd(ir11-,~.h1 J,1 pc ,<
1,1 li 1111-111.1 
porque n:io Jtila em ignora-la, despreza-la. c:m p.h...i obre ela para atingir os enus fins , 
Direitos do homem'? Como respeita-los se nem teoricamente os reconhece' 
O comuni,mo km como único objcti,o o cngra.ntlecimcn1u Jo [ stado. e para tal, sacn­ 
ficu a todos e .1 wdo. inclusle com a c,<:ra 11,;,çJo do homem p.:lo h1Jtl11 ou melhor d rendo 
pelo panido. Sim. porque na pr.itica o podt:r e cxer ido por um partido unico Partido Coru­ 
nista, c,te domina o Pais através de uma nova classe, a classe dos huro.:r.tl,1' do P .. 1tido. qu~ • 
manda e dcsm,111d.1 no po , nJ produçJo. na riqueza nacional. Essa situação cria. unu ·•t:flC Je • 
privilégios; de distribuir a renda nacronal de lixar ,al:irin, e Je d1nl!1r o J.:,e111 olmento 
econômico e intelectual da nJçào. LançJndo mão de todas as técnicas de pressão. o p.1r11Jo 
comunista impõe ao Lr.lbalhador.:s um rcgimt de sem1-cscrJ1 ido, suprimindo incl ave. o 
direito de gre1e. Como se ,i:. o Comunismo. através do i'.inido l 111,11 - o l',líl1do Cnnum'i.1 
- esmaga o homem e sua liberdade e. ponanto. d.-,e ser sempre ~0111b.i11J11 ,·rn t,idJ, a, ur- · 
cunslàncias, J fim de que o po,o j..imai~ ,;eja C!>Cta Í7..Jdo. Tomem curdado povo hra,ilciro. 
vamos atacar esse regime perigoso. 
R11hica 
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Danceteria 3º Milênio 
ProJdmas Atrações: 
08/07 - A Misturo às 22 horas (promove R a.A). 
09/07 - Expodonce os 22 horas, 
l O, 11 e 12/07 - Dance Cross 
Rua 15 de }.'o,•embro (amiga Apavcl; - BL'lu 1 'i. w ,fS 
Horário: 23:00hs - Te/: 975-!i]lí6 
informação: Darley L. .faru.1 
ft' lO 
eteriria 
lildu j.!llt'u AgrujJecwí1-i.ll 
Rações - Medicamentos 
Vacinas - Sal Mineral 
Ferragens - Selaria 
Consultório Veterinário 
439-1167 l 
Rua Barão do Ladário, 1363 
• Bela Vista - MS • _ 
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1ca 
Cidades Atendidas: 
Aquídauana • 2'41-3838 - Bonito 
Bela Vista· 439-1369 • Jardim 
Guia Lopes da Laguna - Caracol 
Miranda - 242-1206 • Porto Murtinho 
Nioaque - Bodoquena 
Anastácio - Dois Irmãos 
················•!••·············· 
Paixão Nacional 
Vida - Viana 
• Distribuidora Antarctica 
. !ANA 01:-,TRl□UtDOHA 
ANTAR_CTLCA Matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição, 225 - (067) 241-3838 - Aquidauana