Trib 
R E G I O N A L Ano: XXVI - Nº 2.060 - 08 de Julho - Quinta-Feira - R$ 1,00 - Fundador: lvaldo Pereira 
Porto Murtinho • Bela Vista - Jardim - Antonio Joao - Bonito -. Guia lop 
refeito de Caracol aplaude Governo Itinerante 
'Governo Itinerante a consolidação da Democracia"' 
Dilmnr dn Silva Leite - Prefeito de Caracol 
Dizia o ex-Presidente 
Joilo Figueiredo, "A Republ­ 
ca dos meus sonhas requer que 
todos usem a hberdade de d­ 
zer verdade. A Republica dos 
meus sonhos e aquela em que 
a contribução de pobres e n­ 
cos para o bem comum, se;a 
proporconal as possabldades 
de cada um" 
O sonho presidencial de 
uma república moldada din-a­ 
dia pela contribuiçiio de um dos 
cidadãos não é uma fantasia 
distante da realidade. Ao con­ 
trário, começou a tomar fonna 
cm Mato Grosso do Sul, com 
a implantação do Orçamento 
Panicipntivo. gcstiio moderna 
e funcional, que teve a vinude 
de se constituir cm instrumen­ 
to efetivo de prática d.:mocrá­ 
tica, pois com o envolvimento 
da comunidade. com a ques­ 
toes do eu legitimo interesse, 
o povo sul matogrossense ele­ 
vou o grnu de auto e tirna em 
tela .ão a si mesma e ao E stado 
onde mora. 
Não se limitando a aten­ 
der, e bem atcudcr(poi sorno, 
testemunha disso) o povo cm 
seu gabinete, o governador 
Zeca do PT, cumprindo mais 
uma de suas promessas de carn­ 
panh a, com o "Governo 
Itinerante". consolida a tão 
sonhada república do ex-presi­ 
dcnte. Trabalhando com serie­ 
dade, conseguiu o senhor go­ 
vernador, nos 100 dias de go­ 
verno. cm Campo Grande e 
Dourados a aprovação de 75% 
da população. 
O progresso exige sa­ 
• crificios? Sim 
O povo está cansado 
de tantos impostos Sim 
Porém, não podemos em 
hipótese alguma, comparar um 
govemo que vêm de encontro 
ao povo, que moralizou a ma­ 
quina ndmmi,tr:lll n. que com­ 
bateu com austeridade a sone­ 
gas,ão e a evasão fiscal e está 
quase dobrando a arrecadação, 
com o govemo federal e o seu 
IPM!', que é o cao, 
A alternativa do go­ 
vernador /.eca do Pl. ua crt­ 
açào de um fundo para ar­ 
recadar rccur,os que ,cr,io 
usados na manutenção e re­ 
cuperação da~ rodovia, é 
indispensável e oportuna, 
levando cm consideraçiio o 
lamentável estado de coa­ 
servação de nossas rodovi­ 
as pavimentadas (se é que 
Lei de Diretrizes r 
é aprovada com oi 
ainda são consideradas), e as 
nao pavimentad, s nem se 
fala. na rodovia 1$ 384 que 
liga aracol a Bela Vista, em 
dias de chuva temos algum 
trechos (me perdoem a ex­ 
pressão), que nem tatu de 
chuteira consegue passar 
Agradecendo ao o­ 
vernador por ouvir as rei­ 
, indicações dn comunidade 
cnracolensc. manifesto meu 
apoio e meu reconhecimen­ 
to, pois com o "Governo Ci­ 
dadão" respeitando a deci­ 
<1io de que como viver me­ 
lhor depende de cada urn e 
não r11ni, de um ineficiente 
E,tado ,cntralizndor, não 
será surpresa pnra mim a 
aprovação rccord deste go­ 
verno. por parte da popula­ 
ção sul rnatogrossensc 
Dia do Bombeiro foi comemo- 
ado com festa em J ar dlim 
O 8º Sub-Grupamento de Bombeiros, 
comandado pelo 1° Ten. MB - João Sidney 
Penrabel promoveu várias atividades para 
comemorar a Semana Nacional de Preven­ 
ção Contrn Incêndio e o Dia do Bombeiro 
A Assembléia Legislativa 
aprovou no último dia 29. o 
Projeto que dispõe sobre a Lei 
de Diretrizes Orçamentárias 
(LDO). Os Deputados incluiram 
oito emendas das 24 apresenta­ 
das na Comiss..'io de Acompanha­ 
mento e Execução Orçamentá­ 
ria, duas delas suprimindo dispo­ 
sitivo em que o Governo retira­ 
va da composição da receita lí­ 
quida a pane destinada ao paga­ 
mento dos encargos da divida 
ssembléia teve semest 
Brasileiro. Durante a semana foram realizadas 
várias palestras nas escolas. vistonas cm co­ 
mércios, exposição de equipamentos, fotogra­ 
fias, demonstração de incêndio e orientações 
quanto ao uso de extintores cm veiculos Pág-04 
A Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul teve um 
semestre bastante produtivo. Desde o inicio das atividades 
legislativas. cm 15 de Fevereiro, até o último dia 30, data do 
inicio do recesso. foram registradas 1.336 proposições apresen­ 
tadas pelo 24 Deputados. Dos demais Poderes chegaram à Casa 
mnis 22 projetos. elevando para 1.358 o total geral de feitos para 
cciação pelos parlamentares. Essas proposições, quase que 
em sua totalidade. foram discutidas e votadas no semestre. 
O Presidente da Assembléia. Deputado Londres Machado, 
avaliando o desempenho verificado no periodo, considerou a atu­ 
ação dos Deputados bastante significativa. Ele destacou que ao 
iuvés de divcrg~ncias ideológicas evidenciou-se no trnbalho a 
preocupação de cada um deles em dotar o Estado dos mecanis­ 
mo legais necessários ao atendimento dos interesses gerais da 
população su1-matogrossense. Conforme preve. o segundo se­ 
mestre deverá ser ainda mais produtivo. 
egu.ndo lcvnntamentos eferuados pela Diretoria Geral 
Legislativa. no primeiro semestre deste ano foram apresentados 
77 projetos de lei; um projeto de lei complementar; sete projetos 
de resolução; 11 projetos de decreto legislativo e dois projetos 
de emenda constitucional Os deputados formularam 1.034 indi­ 
caçõe .: 82 requerimentos cobrando providências de outros Po­ 
deres. principalmente do Executivo. na execução de obras e ou­ 
tras medida nas áreas de segurança pública. saúde, educação, 
transporte. habitação e outras, em atenção :is reivindicações da 
comunidade O deputados aprcsentnrum ainda 14 moções de 
c.ong.rnrulação. repúdio, apoio e pesar. 	Deput.adoLondre_s Jfad,ado 
e 
Legislativo bastante produtivo 
( 1% da receita) e o Fundo de 
Manutenção do En ino Funda­ 
mental e Valorv.1ç:io do Magis­ 
tério (Fundcf) 
As emendas que amplia­ 
vam o índice de panicipação do 
Minislério Público. de 3.1%para 
4,5% (O0nevam de Matos) e 
5.6% (Robeno Orro ). foram re­ 
jeitadas A Assembléia também 
limitou em 20% a margem de 
suplementação do orçamento e 
manteve a data de 15 de outu­ 
bro como prazo para o governo 
enviar à Assembléia a proposta 
orçamentária para o ano 2000. 
Os critérios de distribui­ 
ção da receita foram mantidos 
pelos deputados. que aprova­ 
ram emenda fixando em 18%a 
correção do orçamento para o 
~no que vem Da receita líqui­ 
da, 620% serão destinados ao 
Poder Legislativo. 3, 10% ao 
Tribunal de Contas, 8, 10% ao 
Poder Judiciário; e, para o Mi­ 
nistério Público, J. 10%. 
Urna outra emenda inclu­ 
ída na LDO impõe ao governo 
o compromisso de direcionar o 
orçamento tanto para o desen­ 
volvimento do Estado quanto 
para ações que reduzam "as 
desigualdades regionais". O 
Governo não poderá abrir cré­ 
ditos suplementares além de 
20%, mas esse recurso deve 
obedecer. conforme outra 
emenda, o crescimento normal 
de arrecadação. 
Conama aprova moção 
favorável a criação do 
Parque da Bodoquena 
O Conselho Nacional de 
meio Ambiente (Conama). reuni­ 
do cm Brasília. aprovou no últi­ 
mo dia 30, por unanmudade uma 
moção pela cnação do Parque 
• acional da Serra Bodoqueu. A 
moção foi apresentada pelo Pre­ 
sidente do Instituto Centro Vida 
(ICV), Srg;o Guimarães, pelo ex­ 
secrctáno nacional de Meio Am­ 
biente e professor da Universida­ 
de de São P:iulo (USP), Paulo 
Nogueira Jcto, pelo Secretário de 
l!eio Ambiente de 'fato Grosso, 
Fred rico Muller e pelo Pres:dn­ 
te da Associação Brasileira de 
Meto Ambiente (Abema), Alnur 
Bressan, entidade que congrega os 
órgãos gow:mamentas ambientas 
de todo o Pnis 
Para Sérgio Guimarães, 
esta. moção v m reforç:ir o apo,o 
da sociedade ao Go mo Federal 
para a assinatura do decreto de 
cnação do !'-arque da Bodoquma, 
que está na Casa Cr~il em Brasília. 
Esta posição do Conama 
vem consolidar 2aos inúmeros ap0i­ 
os recebidos favoráveis à criação 
do Parque, como a Asse.-nbléia 
Legislat.Jva de Mato Grosso do 
Sul, que tambem aprovou por una­ 
nimudade uma moção. o Encontro 
de Conselhos Mricpas de Meo 
Ambiente, no qual 12 Mricp1os 
ap01aram1 a 1déa 
O !1tn,stro do Meio Am­ 
biente. José Samey Flho, dela­ 
rou, em sua ,,sita :?O Estado no 
inicro do mês passado, que a 
decisão de rmplantação da pri­ 
mera unidade nacional de con­ 
servação yà está tomada, antes 
porem, estava aberto a ouvir a 
populoç.io e os proprietários d:is 
terras da regão do Parque.

Trt una da F a 
Conselho T telar dos Direi os da 
Criança e do Adolescente de Bela Vista/S 
CASOS DE Dl!.NÚNCIAS E PROVIDÊNCIAS DOS 
MESES DE AJJR li,, Jt,f A/0 E .JUNIIO 
1('ÓL ~-- l O r 1 
uso Sit iwíto-Juvenil 03 
benniR," 	05 
ti0I ola 	j7 
5 01a 	os 
torno ia a 22 
/11101 i111çíiu h,olar 1.1 
tiniilnento (Renitro, 
Médio, Psicóloga) 1 
Vi,i1n, Do111il'ilinrc, 55 
Visitas a Orao e Entidades I O 
1 ei 1110 de Intrea 	03 
era 	02 
flltlllllJ,11) 	J.:1 
õfio Recebido 	02 
<ilido I pedido 	12 
Documentos Diversos (CGrt• 
Com. llcqucr.) 1cccbido, 1)5 
1n de esposa00050e 05 
Mas tratos 	02 
Rcbcldi.i 	22 
O 01rcncia l'olicinl 	UJ 
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Antonio Carlos I Guazzelli 
Fazenda Campo ege Caro ' Fone (067) 981.665 
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dos Equinos, 9 Potro. 
Quarto tlc Mil/z11, 
documentados, 
O / 7/99 02 
para corridas, 
laço e hipismo. 
Uma derirota 
de Nossa 
Senhora de 
Fátima 
não Tardei 
Eu era uma pessoa 
com problema de ,.,uck 
pots tinha uma enfer­ 
dade no meu seio que me 
111comod.l a m11Ito, unh.i 
1..tmbcm um mando 
acool.1tra qu..: Lia, J muIt.1 
tnsteza em casa 
Mas hoje só tenho 
que publicar a todos osIr- 
111;1o, de fé que recebi ;i 
maior graça de Nossa Se­ 
nhora de Fú11 ma n:io Tar­ 
dei, pois hoJc ~ou uma 
dcrnta dela, só tenho qut: 
agradecer a essa mãe ma­ 
ravilhosa, que niio aban­ 
dona seus filhos nos bons 
e maus momentos que é 
Nossa Senhora de F:itima 
niio Tardei. 
,Da devota Lconard:.i 
Medina Cristaldo 
Extravio de 
Livro de Ocorrência 
Foi extraviado o LIVRO 
DE OCORRr° Cl/ Nº O 1 
da Concessionária 
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Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 
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Redator-Chefe: lvaldo Pereira 
Departamento Comercial: Victor Hugo Velasquez Pereira 
Administração e Parque Gráfico: 
. - Bela VislaMS _ 
Av. Tnbuna da Fronteira, 564 - 439-1410-Fax4
39
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Cx. Postal 23 - Cep. 7
9
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- Porto Murtinho/MS _ 
Praça Thomás LaranJ· • ; 
eira, s_ n • 287-1239 (Sede Própria) 
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Rua Monte Castelo, s/n (Sede Própria) 
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Rua Bela Vista, 660 
. - Caraco//MS _ 
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As opiniões cmrtl:!u nas mar.g • RS 50,00- Mensal: RS 15,00 
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avida 
Rua Coronel Alfredo Pinto, 226 
Centro - Porto M~rtinho/ MS

árto T huna da f 
Pensar grande e 
acreditar no futuro 
"Bicr llaus" opção de bom gosto 
Pedro P«dr ira (da Reda ão) 
lloe, maus do que nunca, é preso reconhecer e valonzar 
os empresanos, omercaantes, mdutnais, sobretudo os mros e 
pequenos, gente que, apesar da propalada cne acrehtam na 
força do trabalho e na mana do ideal E munto fácil cntcá los 
cntucar aqueles que encaram a da como mssão, a missão, de­ 
les, é gerar emprepos, oportumdades, são eles que movem as 
cnrenagens das pequenas comunidades, onde não ha grandes 
empresas, andes mndastnas Proliferam as pequenas empresas, 
vencendo desalios e metas, com entusiasmo e talento 
Bela Vista peca por um grande defeto, se assim po­ 
demos rotular a maneira de pensar de "alguns belavstenses" 
- não se trata de inveja, nem do medo de ousar, mas de uma 
enraizada e nefasta vocação para o pessimismo 
Nós, aqu» no jornal, atravessamos "grandes crses" - 
desde 1972 - neste pri 111ci ro semestre do ano. por c,cmplo, 
vivemos momentos dificeis, alta do papel, dos materiais para 
mmpressão do jomal, juros, pagamentos de impostos, despesas 
aumentando c rcccitas diminuindo. Mas os "chefes" nunca 
dc!>.mimam. scmpre pcnsm1do forte. com entusiasmo, buscan­ 
do allcm:1tivas. superando a adversidades, o jornal passou a 
DIÁRIO. 11111 fato cxtraordi11á1io p:ira uma cidade do 111terior. 
com menos de 0 mil habitantes, agora o relançamento do 
JOR AL D/ PECUÁRlJ. TURISMO E /GRICUUU­ 
R/. Isto é acreditar 110 SUDOESTE e na FRONTEIRA 
Nos últimos meses v:1rias empresas foram implanta­ 
das cm nossa c1dadc. outras ampliaram as instalações, re­ 
formaram ou construiram novas sedes, algumas cm fasc de 
implantação. Lutam. seus propriet:inos. contra a maré ad­ 
versa, é uma luta fecunda porque é travada no cnmpo das 
idéias, o EU POS O deve superar todos os pensamentos 
11cg,ativos. a torcida CO TR/. 
Qualquer pessoa de bom senso. e a TRIUUN/ vem 
batendo nesta tecla há muito tempo. sabe que o TURISMO 
é o caminho que levará o Sudoeste ao dcspert:ir pleno. com 
mais gernç.io d.: empregos. riquezas e oportunidades. Tudo 
que é feito visando beneficiar o setor m.:rcce o nosso apbuso 
e nosso inccnuvo. ós sempre acreditamos no turismo no 
Sudoeste e da fronteira 
/os empreendedores. aos que ahm:jam uma comuni­ 
dade mai pró~paa e mais justa, aos qu.: acreditam. a nossa 
grntidào. 
1
ossa gratidão co nosso incentio, principalmente. 
:i jovem cmpr.:sária DA 
1
1ELA SANT'/ N/ V/RG/S. 
idealiz.udora da BlER 11/US. nova opç.io de lazer na fronte1m 
O bclavistcnse. o frontóriço. tido e hmido como pessoa de 
bom g,osto saberá nprcciar esta nova casa pra a familia passar 
bons momentos saboreando finas iguarias. o vmho e o quei­ 
jo de qualidade, o chopp amigo. num :unbirntc n:finado. 
Para D/NIEL/ o incentivo e os parabéns. neta do 
saudoso amig,o. rotariano. AD/LBERTO S/NT'/NNA 
V/RGAS. colaborador deste jornnl. homem que sempre 
acreditou em Bela Vista.. a DA l também está vencendo 
desafios. na sua aparente fragilidade esta a força para trans­ 
formar ob táculos cm trampolim para o sucesso. 
S:ibc D:iniela.. quando. cm 1986. 1111ciáv:imos a cons­ 
trução do prédio do jom:il e instalávamos as máquinas e 
equipamentos. com a cara e a coragem. numa noite muito 
fria, i11Y.:mo rigoroso, por volta <las 22 horas. recebemos 
cm nossa casa a visita do seu a,·ô. Ele tinha esse costume. de 
nos visit.,r :i noi ti: e ficávamos. até a madrugada, falando de 
jomal, de empresas. de lutas e de esperança Naquela noite. 
e pccialmentc_ qu::tndo lutávamos contra tudo e contr:i todos 
para implantar definitivamente a TR113U / ele. com :1 sua 
sensibilidade, veio para nos mostrar um CAMINHO. Parece 
qu 'oi ontem, lembramos de suas palavras. "não se incomo­ 
d.:m com as criticas. às vezes s:io ncccs.,árias. scncm de e ti­ 
mulo, de motivação, se vocês ::icrcdit::t111 no que estão fazendo, 
com ccncza. o sucesso será garantido./ Tribuna ,'ai longe". 
T,unbém o meu a'Õ, Adolfo Jo é Pereira. falava para o 
neto de calças cu nas, na Fazenda Barra Grand •. p.:rto de Ihuru. 
"aprendemo com a term e com as pe soas, a terra nos t:nsina a 
rcspe.itar a natureza, as pessoas a compreender a ,i<b". 
Você del'e ter observado como no últimos dias surn.i­ 
ram novo desafios. nuvens negras ·urgiram nos céus anun­ 
ci::mdo tempestades, o mt:do ::tllorou. mas depois. a LUZ se 
fez. as nuvcn passar:un., o SOL surgiu. anunci:mdo que na 
vida nõs pas amos momentos. bons e ruins. mas são mo­ 
mento E o que é o momento perante a etemidade? ADA 
Sucesso, jovem empresiria, viver é um processo de apren­ 
dzagem, aprenda com a terra a respeitar o meio e ma pessoas. 
:iprend:! a saber diferenciar homens e homúnuscu!o Nem todo 
ão anjo de bondade. se assim fo ' porqu~ c.<tmi:uno aqui? 
Sua empresa é parte de você. C RESÇ (..>M F! .  UCESSO. 
ADESG - 50 anos ajudando 
a co struir o destino do Brasil 
/ />, Ot;l,l,'1O <l 1 
D,plum 1do,d.1 l cola!->u
1 
- 
nor de Guerra - ADESG, sob 
a predena do Mapor Hng 
E.mio Russo e Delegacia 
ADESG Rio sob o comando 
do Delegado - Vice Almran- 
l ! 
nho. for fund 
dezembro de 
a sua funda,ao, cumpre a 
mrsão de congre .. tr 
Diplomados da .cola Supe­ 
nor dr Gu Ta - 1 SC, e do 
Afinal, de quem é o Petróleo? 
lomeado pelo sogro 
l erando Henrique Cardoso 
para o ca,go de dlJ'l:tor-geral 
da /gê11c1a Nacional do l'c­ 
trolco - / 'I'. o rng-:nhc11u 
David /ylberstajn decla­ 
rou, na solemdade de posse, 
dinmndo-se a um auditório 
repleto de representantes de 
empresas multinactonus que 
"v petróleo agora é vosso" 
A frase, que pro, ocou 
indignação em amplos seg­ 
mentos da sociedade bras1- 
lc1ra. foi 111tcrprctada por al­ 
guns como um prcnú11c10 da 
oricntaç:io cntregu1sta que o 
genro do presidente da Re­ 
pública prett;11de 1111pn1111r :i 
autarquia, recentemente cn­ 
ada para conduzir a politica 
pctroli fera 11ac1011al 
Para outros. a mamfes­ 
taçiio do Sr. ZylbcrsLta,1n c,­ 
plica-se pelo seu dc,conhe­ 
eimcnto do setor petróleo. 
por preconceito e até mesmo 
por certa má vontade cm rc- 
1:ição :i PETROBRÁS 
/ sociedade brasik1r;,i 
sabe e o Dr. David 
Zylbersztajn também deve­ 
ria saber que o nosso petró­ 
leo niio pode ser entregue :is 
multinacionais E as razões 
e moti, os ,:io v:irios 
Prim.:iro porque o pe­ 
tróleo é bem de uso colcn­ 
rn. não renovável e estraté­ 
gico. Bem mineral que. 
como dzia Arthur 
Bemardes. "não dá duas sa­ 
fras". Depois. porque elas. 
as multinacionais. nada fize­ 
ram para merecC:.~lo ,o con­ 
trário. Durante anos aprego­ 
aram a inexistência de pctró­ 
leo no Brasil. Por 111::iis de 80 
anos sua exploração este­ 
ve totalmcntc liberada 
para os cstr::ingciros cm 
nos o Pais. que só se inte­ 
ressaram pelo scgmcnto da 
distri buiçào. .:gm.:nto. 
como abemo , lucrativo, 
que exige pouco inve. ti­ 
mento e sem nenhum ris o. 
De obeno o petróleo 
pelos bra ile1ros. em janeiro 
de 1939, na Bahia. não era 
mais po ivcl negar a su:i 
c'(i tên i:i.. O di cur o mu­ 
doLL Era preciso entreg:í-lo 
:.?o "tmst • ". designação das 
multinneionai n::i épo ::i. 
pois nó brasileiros cramo . 
segundo eles. inc. pazes ie 
mobilizar rerursos humanos. 
O / 7/99 
Jetuvas [s 	cS 
1 Ull 1 1..1ll. 
m fins lucrativos, e reco­ 
nhecada de uthdade publi a 
financeiros e tecnologycolo por!mnteno da Justa para 
p.11.1 explora-lo efeitos fisau: de acordo com 
ão aceitamos os ar- o Decreto n" 36351 de 2l de 
!.'.umcnto~ f'al,:uoso·, A po- ouiubro dc 1954 e atona d,1 
pulação se mobilizou na a captar recursos pela Ler 
campanha do "petróleo é Rouanet - porLJna nº 215 de 
nosso" e a PETROBRAS 29de unho de 1998 
nasceu, imposto da von- Durante toda sua his- 
tadc nacwnal 	tonJ t1aJctun:i. J /DESG 
Prucurar:rn1 Jbotá-1::i tem buscado 
de todas as formas e ela, cada 
ve mats forte. chegou ao 
seleto e restrito grupo das 
grandes empresas de petró­ 
leo, incluida entre as quinze 
maiores do mundo. pos1c,;iio 
conquistada cm apenas qua­ 
tro décadas, numa indústria 
que. no e'(tenor. JÚ complt;­ 
tou um século e meio de :lll­ 
ndadcs 
Entre 1975 e 1988. 
port::into durante I3 anos. os 
estrangeiros tuveram outra 
oportumdadc Os 243 con­ 
tratos de nsco. cobnndo uma 
úrea de mais de 1.5 milhão 
de quilômetros q~a<lra<los de 
bacias sedimentares. cck­ 
brados com as 35 maiores 
cmpr.:sas pctrol i feras do 
mundo. foram um fiasco 
Um fracasso total 
O Sr. Zylbersztajn não 
de, cria desconhecer estes fa­ 
tos. Por acaso ele não sabe 
que nos seus 45 anos de ::111- 
idades a PETROBRÁS ja­ 
mais pcrniitiu que o País fos­ 
se desab::istcc1do? Isto apc- 
1<:r.thllbs inúmeras crist:s e 
conflitos. internos e exter­ 
nos. como o suicídio. a dc­ 
posiç.io e a renúncia de pre­ 
sidentes e as guerras de 
uez. dos eis di::is. do Yom 
Kippur. Irã-Iraque. do Gol­ 
fo. a revolução iraniana, p:ir;,i 
citar ai gu 11 . 
E o que dizer da entre­ 
g:i. pel::i PETROBRÁS. á so­ 
c11:dad.: br:is1le1ra dos dcri­ 
vados de petroleo empre a 
preços infcrior.:s ao interna­ 
cionais? E os 220 bilhões de 
dólares em ciÍ isas ec01 mi­ 
udo d· de ,1 implanta iio 
da Companhia em 1963? E 
a lidcranç::1. reconhecida in­ 
tem:i ion::ilmcntc:. n:i produ- 
:io em águ. profundas? 
Dante destes fatos e 
argumt:ntos. Dr. David, des- 
ulp~~no m. . quein ou não 
queira o senhor, O PETRÓ­ 
LEO E NO SO! (Ricardo 
Maranhão, engenheiro e de­ 
pumc!o Fcdcrnl p lo PSB-RJ) 
Construir e preservar 
a Cidadania projetando os 
valores moras e esprtuars 
da nacionalidade, através de 
suas Delegacias Regionas 
cm todo o Hrad. 
* lnccnt1 'ar a comu­ 
nhão de 111tcre,scs e a soh­ 
danedade crstà entre seus 
membros Adesguranos, 
• D,sfundH conceitos 
doutr1n::1nos da ESG e 
/DESG sobre estudos 
conJunturn1s rei ac1 onados 
com a Segurança Pública e 
o Descnvoh 1mento. a partir 
dos métodos de trnb::ilho e 
dos etudos condu,1dos na 
Escola Superior dt: Guerra. 
Pensamento do :"l,laj. Ilrig. 
Enio Russo 
"ri .-1 DESG não é 11111 
clube d<! sen-1ços. nem uma 
sociedade recreativa, mas 
uma 1ns111u1ção 'su1-genens', 
sem smlar no mundo mnte­ 
ro, cu;o básico pensar é o 
des1tno do Brasil". 
Com iniciativas de or­ 
dem técnic::i e cultura. a 
ADESG abre esp::iço ao de­ 
b::ite e á elaboração de novas 
propost::is 
Com tal pro pó si to. 
mantém estreita vinculação 
com a ESG, promovendo 
curso . confen;nc1as. pesqui­ 
sas. comcnções e ciclos de 
estudos. penncando com suas 
ati,idadcs todo tecido soaal 
e. enfim. levando a cabo ini­ 
ciativas de ordem técnica e 
cultural que visam a Wll:l c:ons­ 
truç.'io do futuro do Brasil. 
A ADESG abrange 
todo o território nacional 
endo dirigid::i por uma Di­ 
retoria Executiva. sediada no 
Rio de Janeiro. Delegacias 
em todas :is capirai dos Es­ 
tados do Br::i. il e Repr en­ 
ta :õ em ci<bdes importan­ 
tes do interior. Os ciclo de 
Estudos de Polírica e Estra­ 
tégia • CEPE - constituem 
a prncpal atividade da 
ADESG. Re. li:c los à noi­ 
te. com duração de + meses. 
03 
os HPI ya diplomaram 
cera de 70000 par, n­ 
te matnulados após ele- 
ão entre a chutes mnteletu­ 
ais e hdranças locas án­ 
as Universidades concedem 
o titulo d· poygr,1du,1 ·.:io, 
"latu sensu" aos parti1pan­ 
tes dos CEPEs, mediante 
complementa ao de estudos 
na area pedayogca Entre­ 
tanto, para nós esta aros do 
EPE turma de 1999 - a 
ADESG nos surpreendeu 
ainda maus, todos 1mayna­ 
amos que. ante, de ermos 
Introduzdos no estudo da 
Doutnn:i que a Politu .as de 
De-,elloh,1mento NacioníllS 
refendas no Programa tc.n­ 
am um es voltado somen­ 
te p:1ra a tcon:i da guerra. 
Para nossa satisfação, tal 
pensamento não passa de um 
ledo engano. ::1 realidade a 
Doutnna da /DESG repre­ 
senta um somatório de prin­ 
cipros que onenta a ação do 
homem, com VJStas a alcan­ 
çar seus melhores objetivos. 
Um dos temas proposta no 
CEPE deste ano • "'-10 DE­ 
SENVOLVIMENTO DO 
PODER N/CTONAL, 
COMO ATUAM AS POLÍ­ 
TIC/S E ESTRATEGIAS". 
é um dos temas mais impor­ 
tantes em tennos de chama­ 
mento a reflexão e tomada 
de consciência de nosso pa­ 
pel na sociedade nacional, 
visando o aperfeiçoamento 
da fonnação da consciência 
nacional. Todavia somente a 
conscientização não repre­ 
senta um caminho concreto 
e seguro para a solução dos 
problemas nacionais. Desta 
fonna. toma-se indispensá­ 
,·cl o estudo e a conjugação 
da atuação das Políticas e Es-­ 
tratégias no Desenvolvimen­ 
to do Poder Nacional. A PO­ 
LÍTICA estudada pela Doutri­ 
na uI tr<1pa553 as fronteiras da 
fria definição cncidopédia e 
de sua contrapesição, que é es­ 
tudada em nível superior ao do 
simples conceito clássico e de 
possíveis aplicações de estra· 
tagemas de guerra. No campo 
da Doutrina. o estudo das 
Estragégias é aprofundado 
nas cinco expressões do Po­ 
der Nacional. contrapondo­ 
se. inclusi·e. à estratificação 
social tácita. porém rígida. 
que deve-se superar visando 
o bem comum, pela 
integração e interação soci­ 
al. entre os povos. 
consub tanciados pelas Di­ 
retrizes Doutrinárias da ESG 
e ADESG. que há 50 anos 
'em ajudando a construir os 
destinos do Brasil. 
(Jlio Moura- Jornalista, escri­ 
tor, cm1giá:rio da ADESG)

' 
a da Front 8 
l'or _ 
Novo Point 
No arty conta com um novo pomt, a nos a lapetera da dade 
rindo oquetep, +rapes, larainhas, ores, wmik, efe]a. 
are«daud sem suos, reIterante, poroes, lanches e ainda o ambiente 
é otumo Uma boa alterattva pata a galera antenada O Bar kok, fia 
na rua I de tio, em rente ao Palae Hotel· Fone 2$1-3501 
upmpa é conferir. 
O casal Valdetário Magalhães e Luciana. proprietário da Loja 
A Triunfal que inaugurou nesta última segunda-feira, alias, voltou 
com tudo em Jardim apresentando um montão de promoções. 
Destaque 
A socialite. Odülia Dias Rodrigues. proprict:iria do Doutiquc 
Drops D anis. 
O Se11ador Ramcz Tcbct ao lado do Prefeito Elizcu dos Santos 
e do 'ereador Ney Marçal na inauguração da Unidade D:sica de 
aüde em Guia Lopes da Laguna. 
Aniversariou 
'ossos otosde muitas felicidades ao amigo. Vnlmir Rodrigues 
Leandro. nosso companheiro Agente Valmir. que trocou idade no 
i1ltimo dia 03 de Julho. Parabéns... 
1 
li 
1 
PERFORMANCE 
Nome: lula de Melo Ferreira 
Idade. 17 anos 
Siuno: Peixe; 
llobby: Dançar 
Íclolo: Paulo Autran, Monstro sagrado do teatro brasileiro 
Sonho: realizar-me profis iorrnlmcntc 
l'roliss5o: 1 inda sou estudante 
Curso: Contabilidade 
Escola: Cel. Rufino 
~lúsica: Sozinho (Caetano Vclozo) 
Livro: Laços !'terno, ( Zibia Gasparcno) 
Filme: Donnindo com o inimigo 
l'rnto: Comid:, da nos a cozinha sul - Matogrosscnsc 
Bebida: Refrigerantes , sucos 
Esporte: Voley 
Um grnndc arnor: Ainda não encontrei 
Uma Yiagcm: Fernando de oronha 
Cantor: Caetano Veloso 
Programa de TV: Jó Soares 
Pessoa especial: Miic 
Um homem lindo: 11,ingo Lacerda 
Crença: Deus 
Droga: Nada a ver 
Família: A base de tudo 
Deus: O todo Poderoso, não tem definição . é tudo. 
Superstição: Nenhum:. 
Um momcn to que marcou cm sua vida: Meu primeiro dia de trabalho 
Quais seus planos para o futuro?: Fazer curso superior. e 
ser independente 
O que e mais gratificante em seu trabalho?: Reconhecimento 
dos amigos de trabalho 
O que faz no final de semana?: Dcscanso 
Você acha importante o jovem participar do processo político?: 
Sim. a juventude precisa desde já buscar seus direitos e lutar por 
um amanhã melhor. 
Qual a sua avaliação da Administração atual, o que você 
gostaria que fosse feito para melhorar a qualidade de vida da 
Juventude? : Acredito que a juventude clama por mais empregos 
ma Mensagem: Ame a vida e os verdadeiros amigos. pois a 
vida é curta e os verdadeiros amigos silo poucos. 
NCS!."'l últimá terça-feira. 06. o Govemador Zeca do PT. instalou o 
chamado Govemo Itinerante, na cidade de Jardim paro atender as rcivindic:içõ.:s 
da comunidade da região. Os Sartiios de Estado atenderam virias audiências 
com Pn:fcit~, Vén.-:,don:s e lideranças comunitárias. 
• Baile de Férias 
Acontece nesta sábado- dia 10.07.99. o sensacional Baile de 
férias. 110 Gin:i,i0 de Esportes Máximo Romero. cm Guia Lopes da 
Laguna. O evento será animado pela fabulosa Danda UNS & OUTROS. 
Reservas de mesas e ingressos poderão ser adquiridos no Taffarel 
Lanches. Droga Centro (Ri Ido). e no Pastel Rancho (Jardim). 
• Segundo o, organizadores do evento já restam poucos convites 
e mesas... A festa promete ... O Baile de Férias conta com o apoio 
Cultural do Prefeito Elizcu dos Santos e Lucas Cosme Barbosa. 
Governo Itinerante 
O /01/8 
Dia do Bombeiro 
foi comemorado 
com festa 
04 
D Sr d/ André Laos a 
Jardim -- O $.", Grupamento , , 
f , 4p Joio »dney fnrad 
comandado pelo 1. en me a q 
A. e u r! ra rnd si 
promoveu várias trv ides pana O U " 	" 
de Prevenço Conta Incêndio e o Da do bombeiro Hrasile 
, A dovi ias pah stra nas ol 
Durante a mana It tea!zaa 	- 
C ios exposi« de equipamento, fotografi 
vtonas em omerc1os. 	a, Ses quanto ao uso de 
demonstração de incêndio e orienta, 4 
extintores em veiculos 
, y di 
0
2, data em que comemora-se em todo o 
.o utimo 1a • « ,. 	• 
1
, • 1 1) d B ..... o onte eu louo pcl.1 m.inh?t.. ' 6 (lfl 
1rasto ia lo om ito,e 	"F, d d rrl 
horas, uma alvorada festiva nas principais avenidas a t k 
Depois foi celebrado a Missa de Ação de Graças, cermoma que 
acontece todos os anos nas fc tivid, des alusivas ao Dia do 
Bombeiro. 
A solenidade alusiva a dat: foi realizada na sede do 
SGM. às 9: 00 horas d:i ültim:i sexw-feím e contou com a pi. n n 
das autoridades civis, militares e convidados. Na oasilo os 
Bombeiro, do Amanhã participaram do desfile, juntamente com 
o efetivo daquela comp. nhia. 
A Semana 'acional do Bombeiro encerrou 110 Dornin •o 
com atividades esportivas. Foi realizado o Tomeio "'J !ornem do 
Fogo". com participaçflo de várias equipes da cidade 
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Bombeiro Brasileiro 
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02 de julho comemora-se o Dia do Bombeiro Brasileiro 
Em 02 de: Julho de 1856. o Imperador D. Pedro li, a~sinaa o 
Decreto Imperial n.º 1.775. que regulamentava. pela primeira 
vez no Brasil. o serviço de extinção de incêndio. époc.i em que. 
após o repicar dos sinos. homens. mulheres e crianças ficavam 
em fila e. do poço mais próximo. iam os baldes passando de 
mão cm mão. até chegarem ao local do incêndio. Então, por 
decreto do Presidenk da República. desde 1.954. todo 02 de 
julho deve ser dedicado a homenagear esses profissionais. 
Não é uma data para homenagear a instituição Corpo dé 
Bombeiros. mas sim seu integrante - Bombeiro- que hoje realiz.a 
inúmeras missões que não se restringem apenas à extinção de 
incêndios. Ele atua. também. na prevenção de sinistros em geral. 
serviços de guarda - vidas. resgate de acidentadós e executa 
atividades de defesa civil, auxiliando a população na preservação 
de vidas e bens. É evocado pelos adultos e pelas crianças como 
sim bolo de destemor e de solidariedade. misto de herói e irmão. 
um tanto semideus. Por tudo isso. o Bombeiro deve ser 
homenageado e lembrado em todo o momento. Será que existe 
algum Corpo de Bombeiros que não homenageie e valorize seu 
principal recurso. ainda mais no dia 2 de Julho? Se existe. por 
favor, vamos reconsiderar e prestar as homenagens àquele que. 
mesmo sem contar com equipamentos adequados e sofisticados. 
está sempre disponível para socorrer. 
Bombeiros em Emergências. nesta oportunidade. 
homenageia os Bombeiros Brasileiros - homens e mulheres -­ 
seres sensíveis à necessidades do próximo e a servir bem a 
comunidade. Esse profissional, por trás de sua proteção - 
capacete. capas e botas é um ser vivo. com coração pulsante. 
Todos nós temos ciência de nossas limitações. Incorremos 
em erros que devemos corrigir. Com a participação de todos 
certamente conseguiremos uma melhoria gradual e efetiva de 
nossos propósitos que visam. principalmente. a valorização do 
profiss_iona! de emergências. para dar-lhe 
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Depressão' ansiedade? E ercite-se 
pr, tica regular de atividade fisica mostram vd­ 
rios estudos, pode ajudar a abrandar os sinto­ 
mas dos distúrbios da mente. Os beneficios são 
alcançados com caminhadas de vinte a ssenta 
minutos. três vezes por semana. 
l'-Leite fresco, niio! 
Evite alimentar o bebé com leite de vaca 
até que ele complete um ano. Se nJo for possi­ 
vel amamentá-lo, o ideal é usar leite em pó es­ 
pcclfico p::ua crianças. O produto fres ·n pode 
impedir a absorçilo de feno pelo oq;anismo e 
deflagrar um qu.,dro de anemia. Eu anemia cau­ 
sada pela deficiência do mineral é urna ameaça 
ao descnvolvim<.:nlo cerebral do bebê. 
r segurança gnrantidn 
Cientístas do governo americano conclu­ 
íram: as mulheres submetidas ao implante de 
silicone nas mamas nào estilo mais sujeitas a 
sofrer de câncer ou outras doenças do que o n:s­ 
rnnte da população feminina. 
l'-Cuidado com a boca 
Mais um motivo para redobrar os cuida­ 
dos com a higiene bucal. As inflamações da 
gengiva duplicam os riscos de derrame cerebral. 
roos protegidos 
1csmo se o dia nilo for daqueles de sol 
de rachar, use á<:ulos escuros. Midicos da Uni­ 
,·crsidadc Johns l lopkins notaram que mesmo os 
mais fracos dos raios solares expõem os olhos 
aos maleficios da radiação, entre eles a catarata. 
!'-os grandes assassinos 
A Organização Mundial de Saúde adver­ 
te: metade dos 11 milhões de óbitos registrados 
cm 1998 entre pessoas com menos de 44 anos 
foi causada por apenas seis doenças infeccio­ 
sas. cm todas ti:m cura. mas podem ser evita­ 
das. ão elas: Aids. malária. tuberculose. saram­ 
po. infecções intestinais e respiratórias. 
Grêmio Pedro Rufino 
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E A PURA VERDADE 
Morte na cruz 
A crucificaç:lo ainda é uma fonna de execução 
praticada oficialmente cm alguns países. o ud:lo, 
por exemplo, é comum a condcnaçào de assassinos a 
esse suplicio mona 1. típico da A111iguidade. 
Esperando a cegonha 
A cegonha foi escolhida como a ave da ma­ 
ternidade porque. segundo os estudiosos do assun­ 
to, é a mais fiel de todas as companheiras: ela ja­ 
mais aceita outro macho depois de acasalar com o 
seu escolhido e, quando este morre, nos anos se­ 
guintes. durante o periodo de migração, volta sem- 
Ternos e costumes-I 'vem 
cidos quentes e pe ado. Là e mur 
boas opções 
Gravata - Podem er de qualquer tret­ 
do. Se for de 1 . melhor Só não use aquelas 
com fundo claro e estampas de verão 
Pulôver - Ate estilista e desentendem 
sobre usá-lo ou não sob o lcmo L olha eu 
time e vá em frente. Mas nunca deixe as pontas 
do colarinho sobre a ola do pulôver quando 
estiver usando gravata 
Suéter- Ongm !ment<.: em manas. hoje 
pode ser encontrado com ou sem elas. l • m todo 
caso, é outra peça polémica, e algun, 
desaconselham o seu uso com ternos e costu­ 
mes. Se resolver usa-lo, saiba que. na versão 
com mangas, elas não devem ultrapassar as do 
paletó. 
Camisa pá/o e KOla ru/ê - Modenu., e 
casuais, podem ser usadas em qualqu.:r figurino. 
ft1eias de !ti - Lcmbr...--se: elas devem 
combinar com as calças ou com os sapatos. 
Meias brancas use so para dormir. 
Bota - Podem e devem ser usadas com 
lemos e costumes. Mas cuidado com o, exage­ 
ros. Dotas de caubói. ck alp1111sta ou de esqui 
têm utilidade específica. 
Sobretudos e capotes - Use e abuse. 
desde que o frio do lado de fora da peça 
corresponde ao calor <lo lado de dentro. 
Luvas- ão use as de lã - que e tão com­ 
pletamente foro de moda e não den:m sair do 
armário cm hipótese nenhuma. O pt:nnitido s.lo , 
as de couro, que ficam bem tanto com roupas 
ociais quamo com as infom1ais. 
Cachecol - Use sem mcdo com temo e 
costumes. Podem ser enrolado ao pescoço ou 
não. Quanto à cor. fique à vontade. O cachecol 
é uma peça indepcndcnt<.: e não precisa combi- 
nar com calças ou sapatos. (PlayBoy) 
A melhor programação 
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cunindo a ausência do par por longos e penosos 
dias. até panir. Segundo Homeyer, um ob;crvador 
naturalista. ele te, e de registrar o fato por doze anos 
con ecutivos com a mesma cegonha. 
A fricoteira mais rápida 
A inglesa Gwen Matthewman, de Featherstone. 
atingiu a velocidade recorde de 111 pontos por minu­ 
to num concurso de rapidez no tricô. 
A façanha acomeceu em 29 de setembro de 
1980. na Inglaterra. 
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I 
10 a 18 
Julho/ 99 
Realização: 
Sindicato Rural 
de Bela Vista 
Sete Estre!as 
Embriões Ltila. 
TECNOLOGIA OE RAÇA 
Com Aparelho de 
Última Geração 
Serviços 
- Comercialização de receptoras 
prenhes 
- Comercialização de embriões 
congelados 
- Comercialização de produtos nascidos 
de transferência de embriões (bezerros, 
garrotes. touros e nOVJ1has) 
- Prestação de serviços 
- Coleta. manipulação e transferência de 
embriões em doadoras de terceiros 
• Descongelamento, transferência de 
embriões e produção de prenhezes, a 
partir do fornecimento de embnões 
congelados pelo criador 
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Acasalamento Dirigido. com a 
utilização d_os melhores reprodutores 
das Centrais de Inseminação, a Sete 
Estrelas tem buscado cada vez mais 
o perfil do Nelore do futuro. 
Raça, fertilidade, Precocióade e 
ganho de peso são os alicerces do 
Programa Nelore Sete Estrelas. 
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' 
a da Frootlira A 
• , 
I 7 
Moracs 
Agrinews------------ 
Por Vinicius d 
Plano de Safra 99/2000 
Pesquisa da CNA revela que os produtores 
não acreditam no Plano de Safra 99/2000 
A Confederação aci­ 
onal da Agricultura divulga 
nesta segunda-feira o resul­ 
tado de uma pesquisa sobre 
o plano de.: safra para o vc­ 
rJo 1999/2000. / CNA con­ 
,11!1ou cerca de.: 500 produ­ 
tores. dentre.: um grupo que 
a entidade qualificou como 
"de porte rnmncial". Os cn­ 
trcl"istados foram quase 
11n:111imcs, 91 °,u informaram 
que é preciso fazer modifi­ 
cnções profundos no crédi­ 
to rural. 
Só 9% dos produtores 
rurais entrevistados acrcdi­ 
tnm que o governo vai mes­ 
mo libernr RS 13.1 bilhões 
para o finani.:iamento da 
próxima safra agricolu. Para 
eles. do total anunciado. dia 
18. c.:m 13rnsília. somente RS 
'J bilhões (kvcrào chegar às 
mãos dos produtores rurais. 
Incluem-se nesse valor os 
recursos destinados à agri- 
cultura fnrniliar e ao finan­ 
ciamento de máquinas e 
implemento,. Mesmo as­ 
sim, caso i,,o se concreti- 
7C, alguns agricultores con­ 
sideram que será dado gran­ 
de impulso il produção. Le­ 
vam em conta. nesse pro­ 
nóstico. o c.:~íguo apoio re­ 
cebido nas safras antc.:riores. 
como na de 1998/99, que.: 
não chegou a receber R$ 5 
bilhões. 
O prc.:sidcntc da C A. 
Antônio de Salvo. lembra 
que o volume de recursos 
disponíveis para financiar a 
produção agrícola há 20 
anos era o equivalente a R 
26 bilhões. 
O descrédito dos pro­ 
dutores cm relação à real 
disposição cio governo de 
incentivar a produção no 
campo é fruto do desalento 
dos últimos anos. cm re­ 
cursos oficiais. a maioria 
Contribuição 
Contribuição Sindical/99 
A Confederação Nacional da Agricultura está emi­ 
tindo as guias de Contribuição Rural de 1999, tomando 
como base de cálculo o Valor da Terra ua Tributada· 
VTNT. da última listagem fornecida pela Secretaria da • 
Receita Federal. A postagem nos correios começou no 
dia 9 de junho e o prazo de pagamento vence no dia 21 
de julho. 
Crédito Rural gera desconten­ 
tamento diz a pesquisa 
O crédito rural. no seu modelo atual. não atende às 
mínimas necessidades dos produtores agrícolas. segundo 
a, squisa da e A. ! lá burocracia em excesso e a manei­ 
ra scktiva. discriminatória e arbitrária com que os recur­ 
as são oferecidos aos agricultores e são apontados como 
problemas crônicos do setor. 
Esse diagnóstico também aparece como o principal 
problema da atividade em pesquisa n:alizada pela Confe­ 
d~raçào Nacional da Agricultura (CNA). 
Para os poucos produtores que obtiveram crédito nos 
últimos anos. foram feitas exigências inaceitáveis, a cha­ 
mada reciprocidade, que em alguns casos chegou à impo­ 
ição de depósitos de até 30% do total do crédito em titu­ 
lo das instituições que concederam o financiamento. 
Os produtores rurais desejam ver ampliado o valor 
dos recursos d ·stinados ao crédito rural. isto e. acesso a 
dinheiro a cu ~o compativel com a rentabilidade e o nível 
de risco da atividade. 	. 
Para eles. a oferta de crédito tem de ser ~ompat1vel 
com 
O tamanho da auricultura brasileira. que e rcspons:í­ 
el por entre 10%e 12% do PIB, ou até 40% do PIB. se 
forem consideradas todas as atividades envolvidas com o 
campo. Fonte: CNA. 
foi obrigada a endividar-se. 
pagando juros de mercado. 
Os poucos agricultores que 
tiveram acessos aos recur­ 
sos oficiais foram obrigados 
a se contentar com p,·quenas 
quantias. suficientes para fi­ 
nanciar. por exemplo. o 
plantio de apenas 8 hecta­ 
res de.: soja (R$ -l0 mil). 
este ano. se o governo 
cumprir ao menos parcial­ 
mente o promc.:tido. cada 
produtor de soja teri direi­ 
to a RS 100 mil e o de mi­ 
lho. R 200 mil. O privilé­ 
gio dado aos produtores de 
milho é justificado pelo fato 
de.: o Pais não ter ainda con­ 
seguido livrar-se.: da depen­ 
dência extc.:rna. 
O dirc.:tor da Socieda­ 
de Rural llrasilc.:irn. !'!áudio 
Braga. disse que os agricul­ 
torcs dc.:vem c.:star atentos à 
produti'idadc. sem o que 
terão dificuldade até para 
pagar os financiamentos 
depois da colhc.:ita. 
Os produtores de soja 
deverão enfrrntar diliculda­ 
des adversas de mercado. 
uma vez que o governo dos 
Estados Unidos subsidia­ 
ram pesadamente a produ­ 
ção neste.: ano. o que con­ 
tribuiu para ampliar a área 
de planti,,. 
Pesquisa 
Pesquisa da CNA: Produtores 
preferem investir em real 
Os agricultores dis­ 
pensam recursos externos. a 
julgar pelos resultados da 
pesqu1s,1 dc1 ConfcdcraçJo 
Nacional d,1 Agricultur,1. 
divulgada 111:sta scgund,1- 
feira. A maioria propõe a 
extinção da chamada 63 
Caipira. a linha de crédito 
com capi t,il ex terno 
mantida para atender a to­ 
das as atividaJc.:s ligadas ao 
setor agricola, o 
agribusincss. Esses recur­ 
sos. sujeitos" risco cambi­ 
al, raramente chegam às 
mãos dos agricultores. 
Grande parte desse capital 
ficou nas mão, das grandes 
empresas. especialmente as 
agro-indústrias. 
Essa dificuldade de 
acesso à 63 Caipira. para o 
prc,identc da CMA. Antô­ 
nio Ernesto de Salvo. aca­ 
bou sc.:ndo providencial 
Com a mudança da política 
cambial. os agricultores 
acabaram não sendo preju­ 
dicados pela desvalorização 
do rc.:al. o que levaria a uma 
elevação das dividas cm 
pelo menos -10%. 
O raeiocinio não se 
aplica a todos os agriculto­ 
res. afirma o diretor da So­ 
ciedade Rural Brasileira 
(SRB). Cláudio Draga. em 
Seguro 
Seguro privado chega ao MS 
Os agricultor..:s de.: Mato Grosso do ui já poderão 
contar com o seguro agrícola para as lavouras da safra 
99/2000, através da Companhia de Seguros de São Paulo 
(Cosesp). 
A atuação da seguradora paulista no Estado foi 
acertada com o governo e a Famasul. 
Para garantir o reembolso das dcspesas de cus­ 
teio da lavoura. em caso de incêndio. o agricultor vai 
pagar 5% sobrc o valor do projeto agricola para a área 
plantada. 
A Cosesp trabalha h:i 32 anos no setor de seguro agrícola. 
recursos do credito rural. 
mutos produtores rurais lo­ 
ram obrados a se subme. 
ter aos financiamentos ote­ 
reidos pelos fabricantes de 
insumos agricolas, a maio­ 
ria indexada ao dólar Braga 
afirma que. como os preços 
das commodties cairam 
muitos produtores não on­ 
seguiram pagar suas diva­ 
da, () CIKÍmcntn Jc grJll­ 
de parte dos contratos foi no 
fim de maio e. diante das di­ 
ficuldade,. muitas empre­ 
sas negociaram com seus 
cliente, e fixar.im o càm­ 
bio c.:ntrc RS 1.55 e RS 
1.65 por Jo!Jr. cmhor,1 :i, 
entidade, de classe tenham 
pleiteado a redução para 
RS 1.35 por dólar 
Segundo Braga. boa 
parte dos agricultores pa- 
ESCRITÓRIO DE AGRIMENSURA 
[1] 
- ftletliçtio de áreas rurais e urbanas 
- Loteamento, Desmembramento, etc.,_ 
levandre Pketro 9lascarenbas (andco) 
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Nelore 18/24 220.00 220 210 
Nelorc 2-1/36 240.00 240 230 
Piirid, 	300,00 :;oo 300 00 
Boiadeira 220,00 220 200 2- 
P:w.1 cria 	280.00 J.&O 260 2 . 
SIMA: SISTEMA DE INFORMAÇÃO DO MERCADO AGRICOLA 
(TEL. i5I 3~-'l). PREÇO PAGOS AO PRODUTOR.. 
Produtos 
Arroz Longo fino 
Arroz Tipo Longo 
Soja 
Farelo de Soja 
Fdj5o Carioquir.bJ 
Milho 
Arroba da Vaca 
Arroba do boi 
Kz 
60 
60 
60 
1000 
60 
60 
ou. mas le informa que 
esses produtores não estào 
obrigado a quitar seu de­ 
bitos "Vendas feitas em re­ 
as nào podem ser 
ndeadas a vata.ao de mo­ 
eda estrangefa e por isso a 
correção de cr contesta­ 
da judtealnente " 
O pre adente da CNA 
rc.:ss.dl.1. 11<• cnt,11111,, que ,1 
oferta de redito cxtrema­ 
mente.: h.ir.it<1 1,1111bt'.:n pr,ju­ 
drea a atrdade "O crédito 
subsidiado expulsa o di­ 
nherro bom da atividade", 
diz de alo 
1 111 , e1 de aplicar rc­ 
cursos proprios na ativada­ 
de, muitos dos agricultores 
vão preferir aplicar seu ca­ 
pital e buscar crédito subsi­ 
diado nas instituições finan­ 
ceras oficias. 
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rio Trlbun da Frootelra 
08/01/99 o 
Edír Tavares Em: 
L r a 
Porto Murtinh 
PURITANAS 
l 111 1'111 to 1 lurtinhoe ta uma onde de purita­ 
n.,,. llll lllll,h que se dizem de familia dar em una 
de homens comprometidos, filhas que os pars pen- 
1111 l prn 111 ,1 rn,iu no fogo preparando até o andor, 
d,· repente revelam o outro lado monstro, 
(diabinhas) é o por das que os que vivem na vda 
noturna (damas da noite). Isto é falta de diálogo, é 
11111110 lwtm 1tar1,11H> da p.trtc dó ... p.1i.s e sim empur- 
1.11ido-a, a icbcldi,i e revelar suas falcatruas 
ELOGIOS 
Seguem os nossos sinceros elogios a 
empresaria Carmen Melo que ju111umcn1c con1 ,cu, 
li lho,, c111 se destacando em nossa cidade cada e, 
mais: com 11iui10 1rahalho poi< com 1oda criw o ,c11 
c,1:ihckd111en10 comcrcinl é um dos melhore,, com 
bom atendimento: Parabéns ... 
DEST/Q E 
Nota 1000 
,ll 1rnh,dho da Sccrclílria de Educação de 
hportc e Cultura de Porto Murtinho prof" Pedro 
Silva ao 1,inçar na cdiçilo do dia 06/07199 o rcl111ó­ 
rio da ge,1:u 97/lJ9. de lodos os seus 1rahalho, na 
administração democrática popular tendo frenle a 
ú111:i111ic,i 1.1) ria11 do, Santos. Valeu.. 
CONSULADO 
A tidade de Porto Murtinho cs1il com 110,0 
con,ulado do Pnr.1guai. 
A Consulc,a Jacquclinc Rondon que assu­ 
miu no més de julh() do lugar do Consul Rafael 
A)ala. i nova c,m,ulesa as nossas boa,, 111da, a 
ci,lade nalurc,a ... 
CRISE 
Nem é bom tocar neste assunto. 
F:11cr o que? Ê a realidade, o dinheiro 
cada dia que passa fica mais excasso. E o nú­ 
mero th: turista, diminui cada vez mais, quem 
perde é toda populaçào murt,nhcnsc do mais 
allo empres:írio a1é as famílias mais carcnlc,. 
que começam a se dependurar nos órgão< pú­ 
blicos, dificul1ando mais ainda o trabalho ad­ 
ministrativo. 
Eu acredi10 que 1/t na hora de se f:v.er algo 
Rio de Janeiro 
,_. . .., 
para a1rairo tu­ 
rismo a Porto 
Murtrnho. ob­ 
servando man­ 
chelc de jornais 
e 1clcvisào. as 
cidades de 
Seguem os novos elogios ao gerente do 
/J1111c11 tia Br<11il e atual Presidente do Rotary 
lub de Porto Murtinho, Matheus Corte 
Favaretto e sua eposa ilma Teixeira 
f'flltlf(
11ftJ. 
Corurnb:1. Miranda e Aq111d,11ii111a ,emprc c,fcr,·ccm 
condiçõc ... e atraçôc'.' alh tur1,ta"· p.1ra h:ntar amc­ 
ni,ar a elita e rt:al cri'-lc linanccirJ. 
AMOR SEl1 FIM 
Major A1banir Rocha 
Filho e sua esposa Ana Paula 
Rocha, que e.Hfio c11rti11flo 
juntamente com seus filhos as 
férias 110 seu sitio nn Rio de 
Janeiro. 
AMOR 100 FIM 
O progr.una te, ado ao ar das 21,00 h, a 00 00 
hs na 106.7 F:--1 P,in1anal 
Que mexe com 111:11 profundo scnt11ncnto de 
um cr humano. real i,.a nc-..11: mê, J 1" no1h: do Amor 
cm Fim. ludo 111dica que ,er:i um , erdadciro su­ 
cesso, a produc5o c dc,t,.: colu111,1a e apn:'icntador 
do programa. 
PERSONALIDADEl 
D , 
Fabio Rogé­ 
rio, (Dcfrn­ 
.rn, l'úblico 
da Cnnwrca 
tle Por/o 
M11rli11/w), 
untamente 
com a .'ilia 
namorada 
Dra. Andreia . 
Ctzs/ro de 
Souz,a, 
momenlosde 
d1.!sco11traçtin 
"" Baile C,,­ 
memnrnlfrn fl(l'í Xi ano 
o 
©@ 
As veres e «hhiel dizer que 
te: MnO J,;, é./,c;: t· 1 ... 1.v rutuz.11 
As czes quando os 011 ...... 
t c:nc('lr;tram ,: th Cl,r f>cs. 'it' 
<.:n1.,;.ontrarr1 
. As pala r as não sãa 
necessárias. (Edir Tr,v:trl"l) 
Oraçiio do Idoso 
Hem-aventurados aqueles 
(/li<' /omph'LlkÍ, m mt IL {lilWf hJ­ 
lantes e mnha mãos tremulas 
bem-aventurados os que 
lt.· am t'IIJ l 011111 ,,m· fftt.·1u 0:1 ulrn 
captam as palavras com dficulda­ 
de, por /.O pruc urum fa/ur mua 
ulto I..' pclUútÍ,Jnh lt' 
Bem-aventrados os que per­ 
cehem que meus olhos ja estão rahla­ 
Jo'í t.' mmlu..t rt'U.,. 'f ,·, "'-kJ h·ru.J.J 
llcm•ll't.'ntllrudu., U.'i que? 
l
i Se ra1, .. para o mundo, carnp;Hl,rc-tt• te ampara nànu 
revolvas ferida que j/i for.,m cur:id,t<. ',),. .q1011tt:, 111.11,·· 
las, nem defeitos dos outros, Os homens [a lonhl'll'llt º' 
l
i males que t·arrel(um, Ac~mle a lu, ,lo hem nJ for.i ,1., "· 
11 
peronça. Deus nos rede a palavra para as bençãos do ,uur,r. 
r. 
nw1 .. ·u me dizem "Você ta me contou 1.uo tunta, t·:,.'f .. 
IJu11-t1h·nt11ruJvJ os Cjllt' derv,wn o ulhur H· 
mudando não ter do nto o ca(J que por , ezes der- 
ramou sobre a mna 
Bt.•m•cJn·nr11rado.'i O. qut .tvrr1t.'m e cwn t•num 
comugo 
Bem-aventuradas as que sabem drg:r a comera e 
u, rt..·rurJ,.içi°ic:J {JI"•' 41. cm .. as dos tempos pasadas 
Bem-aventurados todos uqut!f,•_r. que mt' Jedt­ 
cam uf,:to t' curmlw. f...ct!11do-mt! tJS'ilm p,..'mur em 
DEl..,'S Quumlo l'11/rar na Eti.:rmdude. !t'mhrur•ml!• 
,., Jdes.;u1110 "" SE.'HOR 
1Jem--<1h'1t/llru.Jos os qu._• mt' u;udwn CJ uJr.;rL~J• 
t,u- a rua e não lamentam o lt·mpo que me: dt·du..:um 
8t"11J·Ul l'IIIUruJo.'i os qur! me fazem sentr qw: 
OU vmu:lo e não estou abandonado, tratundo-mt' com 
ft!.'fi/Jt'Jln 
Bem-aventurados os qu._• comprt"t·nJ._•m qu.mto 
nlt' custa encontrar foras para carregar nwúu.1 cru:: 
Bt.•111-u·c.•11111rt.1dos os quL• umem:.am of 111t!LL'C 
ulwnos a1wJ .tol-rt.· u ft•rru 
(Tt!xlo c.·:ctra1Jo d.1 rc.•,·uta cutdhca Fumí/,a Crntci 11" 
75/-pig 3) 
Dr. Ahel 1111,,, Prot'fl("fl <' Sru J utinw 
idotte, que dentro em breve vetarão de mudan­ 
çu a Porto .Hurtinlw par,1 t!ar iníc u, u 'i/1.t e ,111-,.. 
1
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1 ca11diclalo ti Prefl'ito. e 11111 11ât•'i do futuro, 
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Tun!:l;mO ~t"íJ bcnc:ficcntt .. • D.:1o1J1 •. :o n..:, 1.,. >ur.L­ 
nJç.Jo rc-sol,c:u dc-'ttn,tr o lOtll ur-.c• !lt'l n1c-rio, t.1 ,un, 
dos. lembrando que J prn,t11i,.ll1 ::rJ d .. ,h.: c..u!.rn1,r.1 
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