r REGIONAL ribuna da 'ronteir'a Ano: XXVI - Nº 2.070 - 26 e Julho - Terça eira - R$ 1,00 • Fundador; lvntdo PcroírJ -+ Porto Murtinho • Bela Vi,ta • Jardim - ntonlo Joio • Bonito. Gula lopns da Laguna • Rtqu + Conselho Tutelar dos Direitos da Criança e do Adolescente de Porto Murtinho Nota do Conselho Tutelar Tem esta a finalidade de esclarecer e elucidar fatos relacionados a matena publicada no Jornal Diáno Tribuna da l ronteira, na coluna Personalida­ des, estrita pelo Colunista Social Edir Tavares Vigora em Porto Murtinho a Portana 11/97, datada de 1 () de Julho do ano de 1997, que diz cm seu artigo 1". "O acesso e a permanência em bailes dançantes, cm clubes, boates e congéneres, realiza­ do no período noturno, à partir das 23:30 horas, é privativo dos maiores de 18 anos" Isto posto, informamos ao referido colunista, que NO ÉO CONSELI 10 TUTELAR quem auto­ riza, ou proibe a entrada de adolescentes em Dance­ terias ou Congêneres. Que os Conselheiros foram investidos nos cargos com o objetivo de fazer cumprir as nonnas e o ECA(ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLES­ CENTE-LEI FEDERAL 8069/90), e ajudar as au­ toridades constituídas desta cidade no combate à Exploração Sexual lnfanto-Juvenil nas diversas ma­ neiras que ela se apresenta. Assim, continunremos exercendo ativamente nossas funções, obedecendo rigoros::uncnte a legis­ lação vigente, custe o que custar. doe a quem dot:r, principalmente àqudns pessoas que se envolvem cm "falcatruas" e tropeçam na própria mediocridade. !'orlo lurtinho/ilS., 22 de Julho de 1999 Membros do Conselho Tutelnr de Porto ilurtinho/il • Antonio .lo:io • O Prefeito de Antonio João, b:ício Queiroz Silvn, pediu ao Secretário de Estado de Habitação e Infra-Estrutura, Pedro Luis Teruel, a libera­ ção de recursos para a con­ clusão da Usina de Reciclagem e Compostagem de Lixo no · Município, que está cm fase final de construção. A obra faz parte de um projeto de geração de empregos da Prefeitura Municipal de An­ tonio João e vai beneficiar dezenas de fanulias carentes da cidade, que poderão melhorar a renda mensal Dácia fez uma visita às instalações da usina acompanhado do ecretá­ rio Pedro Teruel e lideran­ ças do PT, PDT e P.DB, Dilmar DISK Gás 39- 130 Prefeito Dácio pede a 1 rio Pedro Teruel a e ''UsinàdeLixo'' de intensifica Governo exige eco­ no mia doméstica O Governo do com quem discutiu a viabili­ dade e imporu1ncia da obra. "A partir do funcionamento da usina de lixo teremos condições de melhorar in­ clusive o sistema de coleta na cidade", explicou Dácio, que lembrou o trabalho que já vem sendo feito nas es­ colas no sentido de ensinar as crianças a manterem a cidade limpa. Além da consciência ecológica, os estabeleci­ mentos de ensino da Rede Municipal têm despertado nos estudantes a irnportàn­ cia da seleção do lixo do­ méstico (separação de materiais recicláveis como alumínio, plásticos, pape­ lão e vidros) antes dele ser colocado nas lixeiras para ser recolhido pelos funci­ onários do Departamento de Obras e Serviços Ur­ banos. Todos estes deta­ lhes foram passados ao ecretário Teruel, durante a visita ao canteiro de obras cm Antonio João. (Geraldo Ferreira -Gegê) Estado inicia., em bre­ ve, campanha de economia domésti­ ca onde, com auxilio de cartazes, selos e adesivos, pretende conscientizar o servi­ dor público da neces­ sidade de auxiliar a administração na di­ minuição com osgas­ tos de custeio da má­ quina pública. Prefeito Di/mar da Sifra Leite O que o go- Administrado por vela uma preocupação vemador José Oreinio Dilmar da Silva Leite, imensa cm melhorar as dos antos(PT)pre- Caracol, t6m sido condições de vida da te nd e é que os marcada por realiza- população quanto à 48 .613 funcion:irios çõcs cm todos os se- saúde, demonstrando estaduais se engajem to e: que visam pro- • 1 . . . d nessa campanha, isso ogo no 1mc10 e "Vamos cuidar das porconar o engrande- sua administração, coisaspúblicascomo - cimento e o sucesso quando promoveu a re- Governador Zeca do PT tratamos os bens da do Município. É de cuperação do Centro ,+ parar toda a campanha visual da nossn casa , exp 1ca. grande i mportiincia de Saúde (hoje Unida- A economia de água, huz, telefone, com- para o Prefeito ver o de Básica de Saüde) Coordenadoria de bustivel José Orcirio tem pretensão bem-estar de seu que se encontrava Comunicação Social ainda de que esse contingente de ser- • (C ) ,. . vidon:scoatribunparaa mudança da povo. e para isso, re- desativado. Pág/06 ogecom ,01 J · , ""==:::==~:::::;;;;----:;:;-:-----, • cultura no que se refere a preserva- li p convocada para pre- =.a ,, : ·4Bli ara SU3 . _ , . -Ç:tOwsSCOISaSpu cas, comodidade , S;i;úfftf, • 'Resultndos-Oarrochodom6.1:i- , +.,r. .r co, pelas previsões do Governa- · corta dor, vai intensificar ainda mais. Ele atenane E.E: • lhões na manutenção da máquina administrativa e que, no mesmo p­ riodo de seu Govemo. reduziu RS 20 milhões de custeio. José Orcrio quer ainda mais e está convocando a companherada para auxilii-lo. arão se n a- id suple de recurso ris$ r .. , I Sec - s - Prefeito de Antonio João, Dácia Queira:. Sifra provocam confusão Os fiscais não aceitaram licenças de pes­ ca emitidas pela Sema e aplicaram multas A Operação Panta­ nal realizada pelo Ibarna (lnsntuto Brasileiro 'de Meio Ambiente e Recur­ sos Naturais Renováveis) promoveu confusão em Pono Murtinho. Os fis­ cais procedentes de Goiás, Brasília e Mato Grosso do Sul rejeitaram licença de pesca forneci d:! pela Sema (Sc­ cret ari a Estadual de Meio Ambiente) e mul­ taram os pescadores que portavam o documento. Eles exigiram a li­ cença nacional de pesca, alegando que estavam fis­ calizando as pescarias em um rio de domínio ela União. Dezenas de pes­ soas procuraram a sede do Batalhão de Polícia Militar Florestal de Por­ to Murtinho para sequei­ xar. Segundo o Coman­ dante do b:mtlh:io: Sub­ Tenente Emido Ovelar. a confusão durou iodo o d.ia de sábado (24). A supenntcndente regional do Ibama no Es­ tado, Natalina da Rocha Vieira. disse que o pro­ blema todo aconteceu porque os fiscais são de outros Estados e desco­ nheciam a existência de convênio. que permite a utilização das licenças dentro de MS. O rnal-en­ tcnd.ido foi desfeito no fi­ nal da tarde, quando os fis­ cais foram avisados sobre a existência do acordo en­ tre o Ibarna e a Sema A Operação Panta­ nal começou dia I4e ter­ minou dia 24, quando o trabalho foi explicado através de rela1órios. Na­ talina Vieira explicou que a iniciativa de deflagrar a operação foi de Brasilia. A presidência do órgão estava acumulando deze- • nas de denúncias graves, feitas d de o inicio do ano. Sut'r: ·, .,reda­ tória na -_o' Poro Murtinhc. (CE) lfrl 1 , 1 1 1 de Ju!ho te {jr9-D,no lrtuna d+ l 1 Ia Associação (Comercial e Industrial de l'orl:11 : o elas do que o seu alimento. Elas passar@o 1111'1/wr í' se recuperarão mais depr<'., ,u. quando privadas de ali111e1110, do que quanto privadas de ar" calcanhares no rodapé da parede; depor8, 0» quadris, os ombros e a cabeça ara ca parede as im ereto. Faça então seu exerzicio de respiração. Levantando os braços, inspire tanto ar 4u.rntn lhi: .-,cj.1 pov,Í 1.·I. ~cgurc•t' por urn lctttpll 110> pulm()c,: 15. J(I llll mais segundos. Entao , abaixando lentamente os braços, d soltando esse ar. Inspire de ovo, UH ,olu:. e a,sirn por diante. Hi livros no com,rcio que c.:nc..innnt tod..i um,l ,!rh: cl~ r11ovi1nl·n l)',. al!m dos indicados .. ,qui t.1n h.:-,umid~uncnh.'. No importa tanto se você pmk ou nf'lo fazer uma >éric comph:1,l de rnovimc:nto, respiratórro,. Cinco 111inu10, dinríar,1e111c ,k cxercicios simpk, para ajudar o, pulmie,. ri:pn:scntam maí, cio qw.: o 11.,J, que ocê l!St.Í praticando agora. Vamos, comece hoje mesmo. e você vcni quanto i,to lhi: vale Mantt:nha-,1.! crt:1u: ,111 Isto lhe ,•ará uma aparência melhor, de mais juventude Por que desenvolver urna corcund.,·> Por qne andar curvado? P,m:cc qul!' and,mdo crdos. temos mais facilidade pam olhar para cima, para o ,cu. para Deus. para o otimismo. T l.!nho a imptc:~sào de que aquele qw: an. O Jr 111.na 1111llt J,,queks lcmpo,. n:lo cr., 1. importante ter camas arrumadinhas o dia todo para exibir beleza e ordem: a !>aúde de ,cu, f.uniliJrJúd~ e fel ,cod,1de .. Encorajai os pacientes a viver fora das porU.• lrnJ.,irui pl.tn! ,k Julho d..: [999[uno Ir;tuna dai ront+ta Raça e Racismo na l" ntegraç ~, O ~ij'J1ifil:ado da palavra raça não i,.c restrinpe a aparência fisica, é também concetual de comunidade de diferente grnus ,lc ,lc~cnvolvimento, umas 11~11frnin­ do dt: todas as vantapens de uma civiliza­ çfio, outras subdesenvolvidas e preteridas de toclo tipo de acesso. Nesse contexto, os norte americanos ideuliZJJm a integração hemisferica com objetivo único de de,o­ var seu, produtos. Impõem as barreiras que lhes convém rc,tringir preterindo de accs­ s0 a livre circulaçilo de pe,soas cm seu tcrritódn, c,1iio infiingíndo flagrnntcmcmtc as lds morais e elevando seu povo a seres su­ periores do restante do continente. Os grego con~idernvam que todos os homens que não fossem de sun raça eram h1írbm os: houve época que os persas tnm• hém equipararam-se a seres superiores. Darwin elaborou uma teoria dos mais capa­ zes como fonna de legitimar n agressão nos povos inferiores nn implerncntnçiio da cxpan• s;io dos que se considcmvnm superiores. a política intcmacionnl o racismo serve de des­ culpa it agres.~iio e à exclus;io cquiparnm as comunidade subdesenvolvidas num pouco acima da comunidade dos animais irracionais Somos dignos parn comerciar a distância e indignos de relações pessoais definitivas. A doutrina racista é usada de diferen­ tes formas dependendo do interesse que a motiva. E muitas vezes reiterada, propalada para separar grupos étnicos, classes socai dentro de uma me,ma cornuuidadc Ades,­ tnuição de bairros pobres no si.:io de urna mesma sociedade é forma de purificação nos moldes dos ideais racistas Na maioria dos casos de exclusão e,lfio intrinsecos antago­ nismo~ sócio-ecoaúmicos. A discriminação dos EUA proibindo o. mexicanos de livre­ mcntc adentrarem em seu espaço territorial deve ser questionado e contestada pelos mcxic:mos que atualmente exercem o poder. pelo partido "quase único" (Plll) ou seus opositores podem levantar-se frente esta clá­ usula restritiva do NAFrA ( orth /1.mcrican Frcc 'frade /1.grcement). a Área de Livre Comércio da América do Norte, que envol­ ve o Canadá, os Estados Unido e o Méxi­ co e exigir revisão dos parâmetros de te acordo comercial pondo fim à discriminação social que conceitualmente engloba tl signifi­ cado de discriminação racial. Os Arf,entinos podem pennitir um avanço no MERCOSUL e retomarmos as discussões cm llono da noção de cidadão comunitário. Caso o ALCA avance este aspecto deve estar pre­ sente nas mesas de negociação. Algunsautorcscomo .Kllumphrey, M.Grnnt, L toddard, além de outrns advo­ gama tese de que a miscigenação do povo norte americano est:i levando à perda do seu SM Materiais de Construção Comércio Varejista de Material de Construção em gemi Veio para vender mais barato 2 51 - 10 1 Venha conferir: ... 1 erm ã·oJ caráter estável e harmónico. Os mais rad:­ cais heam a afirmar que estas perturba­ çúc, sJo capa.t.e, de proclul'.Ír um:i !>éri: d,: mia, ociais e li.:ndénciíls imorni Culpar o cruzamento de raças como criador dessa enfermidades mentais no seio de sua socie­ dadc é raci mo. levantar bancirns contra pessoas de povos subdesenvolvidos é racis­ mo, é imoral e vexatório aos cousiderndo, inferiores. Oxalá continuem exhtindo mesti­ ços proeminente. com mérito,; indi~iduai.5 ro­ conhccidos para desba.ncar o ideais racis­ tas. Uma certa época iniciei criação de chinchila, fiz um estudo biológico para saber como proceder no sentido de sempre bus­ car estar melhorando a qualidade do pêlo dos anirn.,i ; um princípio basibr estava cm sem­ pre infundir "sangue novo" para aumentar a vitalidade do grupo, o que comprova a total inveracidade daqueles ideais da raça pura. A título de curiosidade, não abati os animais, abomino casacos de pele. Toda fonna de racismo merece repú- dio, ma sdevemos tar om i tes d 4tu éumfat oncretora soied«de.s.as! . o BrJ J o r.d,o; do 11 !:o .li .iJr f ~º" L::n 1 coletânea de ler» l erans, ltaduai c Municipais que visaronbater as pratas1+- is as Da edoa Oinv eira Mendes Opie,eto teve inspiração na administração de Patrus Ananias na Hefetu:a de belo Horizonte Os legisladores que tiverem acesso a este mai­ feto e convergirem a ideais anti-apartheide anti gregaonitas poderão uthuar cte ivro como fonte de inspiração para na itunn­ ç;io de sua questão é muito mais oal ética e mornl do que legal A vantagem da ormalua­ ção programática destas proposiões não eli­ minam a discriminação, mas constitui-e uma 1:nha a= implcmentacL1 pelo L ~ado I:..ie per­ curso de conscientização social vis mdo e ta­ bclcccruma sociedade C olwda. fiatera onde a igualdade de tratamento impere e todo tipo de discriminação social seja de forma consci­ ente, abolida. (Fernando ;lnrrey ferreira - Advogado) Continua 1111 Práx/mt1 E,liç.iio [s] Liaqurigás ACENDA E CONFIE Agora em Jardim tem Revendedora Liquigós Produtos de ualidade Os melhores preços Eficiência e Atendimento Personalizado Atacado e Varejo e o se#±ss a Atendendo à toda região Sudoeste 251-1161/ 251-1251 ' -- ~ Avenida 11 de Dezembro, 74 - Jardim - MS - (067) Compras, vendas e trocas de veículos em geral Carros novos de todas as marcas Ford Chevrolet Volkswa_gerri, Fiat 251-1282 / 423-4101 e 971-1262 Av. Duque de Caxias, 653 - Jardim - MS Casa Veterinária Criação 77-= ,m = • ,e .e.. e .., - ·.,. ,,., -= . . ,_,.- 1 ........ .. Abessclmeno-Troca de Fllro e a6o-Lavagem e Lubrificacdo Completa de Carro Cem'nhlo e Lanches - Convenlêncala Dela Vi.ta. )8 de Julho de I999 .D»iri Ir±una d± l rateia a Cérebro menor, com mais saúde Os pesquisadores já sabiam que o cérebro encolhe ao longo da vida por causa da perda constante de células nervosas. Mas agora cientistas americanos constataram um fato curioso: quanto maior a escolaridade, menor o volume do cérebro em idosos e melhor a capacidade cognitiva em relação aos que não tiveram o mesmo nível educacional. A pesquisa foi feita com 320 homens e mulheres saudáveis entre 66 e. 90 anos e coordenada por Edward Coffey, do departamento de psiquiatria do Instituto de Saúde Henry Ford. CARBONO EXÓTICO Dois países unidos numa só voz! MOMENTO Por um momento que se eterniza alguém eornpôc uma canção por uma alma que se afiniza a outra alma se abre um coração Por um momento que se agiganta o poeta escreve. sua poesia por um grito preso na garganta de um amante com sua fantasia Por um momento que não se esquece chora o seresteiro com seu violão por um amor que no peito cresce acendendo no corpo a chama da paixão O fullercno, uma das tn:s formas puras do carbono (as outras são o diamante e o grafite), existe também na natureza. Sob essa forma, semelhante a uma bola de futebol, o carbono havia sido sintetizado cm laboratório cm 1985 pelos americanos Roberto Curl Jr, e Riegard Smalley e pelo britânico Harold Kroto, prêmio Nobel de Por um m_omcnto de magia 1996, A descoberta foi feita pela alguém quer viver eternamente pesquisadora Luann Becker. da por um sorriso que contagia Universidade do llawaí, que extraiu o fullcn:no de um fragmento do meteorito ' e uma lembrança presa na mente, Allcnde. encontrado no México. ! A melhor proi(ramação Por um momento que fica na história emociona a todos o cantor por urna saudade viva na memória a vida exibe o seu valor LVCIAN,I Cosr,1 ÜLJl'EIRA luiutaba - Minas Gerais PERSPECTIVA Deserto de apenas 4 mil anos O projeto TRILOGIA DO PATRIMÓNIO IIISTÓRJCO f· CUU UR/L .'lJL­ MATOGROSSENSE de autoria do Arquiteto Rubens Moraes da Costa Marques, foi aprovado esta semana após extensa análise