R E G / O N A L Ano· XXVI • ., 2.083 • 07 de Sete 
Porto Murt111tJo - B J V ta• J rd m - nt 
bro de 1999 .Terça-Feira 
nl<. Jo 	L 
Comitivas de Menonit 
visitaram Porto Mortinho 
o dia 20 de 
agosto, uma comitiva 
de menomtas (des­ 
cendentes Canaden­ 
ses) visitaram Porto 
Murt1nho e foram 
recepcionados pelo 
Pecuarista FEivro 
Queiroz que é tam­ 
bém colaobrador do 
ProJc:to Corredor 
Bioccúnieo entrai. 
/1. comitiva per­ 
correu 270 quilôme­ 
tros de distfocia de 
carro, saíram de 
LO 1/1. PL/1.T/ e chc- 
garam 11:i 'olõnia 
Carmelo Peralta e 
po,tcr1or111cntc a Por­ 
to Murt1nho por uma 
estrada de chiio. que 
também e um, ou sera 
um braço da estrada 
"bioceânica" 
/1. COllllll a fot 
composta pelas se­ 
gu111tes autoridades· 
Andreas eufeld (Ge­ 
rente Geral de Vendas 
para /1.ménca Latma), 
David Sawatzki (Ge­ 
rente Geral da Socie­ 
dade Cooperativa 
Chort111er Kom1tee. 
Striessen Wlh (Mem­ 
bro do Conselho Ad­ 
mmstratvo e Henner 
Tows Abraan (Mem­ 
bro do Conselho Ad­ 
mumtstratvo da referi­ 
da cooperatrva ). que 
e denom111:ida ele So­ 
ci cdadt• Cooperati­ 
va e Colonizadora 
Chor1i11.cr Kornitcc 
Ltda, também cha­ 
mada ou conhecida 
de Colônia 
Menonitas de Loma 
l'I a ta. Prír:i11a-06 
25 DE AGOSTO - DIA DO SOLDADO 
O 10º RC Mcc realizou na data de acima, bnlhantc solcmdade com o obJetro de 
..:,altar a figura do Marechal Lu1s Alves de Lima e Sih a, o Duque de Caxias - Patrono do 
Exército Brasileiro, alem de outras comemorações 
;btéria e flagrantes na ('olun:1 "UOTAS [ COTUR:"iOS", na P:ígina - 02 
Mato Grosso do Sul 
adentrara no novo mlêm1o 
marcando. de m:me,r:i. his- 
1Ónca., a transformação da 
gc-sliio publica. cnlcrranclo 
o velho e esgotado mode­ 
lo de admmmrstração fecha­ 
do em sr mesmo. do tpo 
"caLxa-prct:1" e suscit:ll1do a 
Tebet g ante que e 
dos pela CPI serão p s 
O Presidente da 
Comissão Parlamen­ 
tar de Inquérito do 
Judiciário, enador 
Ramez Tebet 
(PMDB- ). afir- 
mou que a Justiça 
não falhará no julga­ 
mento do crimes 
que estão sendo 
apurados pela CP!. 
Em entrevista à TV 
enado, o enador 
explicou que não 
cabe a uma com - 
são parlamentar de 
Inquérito punir cri­ 
mino os ou pessoas 
que cometeram irre­ 
gularidades. 
Concluídos os 
trabalheis da CP!, no 
dia 05 de outubro, 
os resultados se­ 
rão envidados ao 
Ministério Públi­ 
co. Caberá ao ór­ 
gão fundamentar 
denúncias a se­ 
rem enviadas aos 
tribunais compe­ 
tentes, observou. 
P:ígina-03 
Er.fim, boas notícias para 
os mutuários da CDHU 
Página-03 
Vejam como é fiel comprar no Supermercado Arco 
lns A16n do melhor n1cnd1111cn10, do mcnor preço d:, cida­ 
de e do prazo de 40 dias ou 5% de descon1os nas compras a 
vsta, aceitamos os T,quacs ('alcok. 'Jlc Alimcmaç.io. Che­ 
que Cardápio Alimentação. Ticket Alimentação. Correios 
mentaçã0) e Caniio de Credito VISA (todos) A p:1r11r 
de ho;c. ,ocê e a sua familia terão mas uma facilidade a 
sua disposição a0 fazer suas compras, você terá a opor­ 
tunidade de programar o pagamento das suas com­ 
pras, com a d:tl!l que você recebe o seu salário. 
Supenncrc:ido Arco iris- c:nirbcm p:irascnirsemprc. 
Rua Duqu~deCa:ria.s, oq. ronrA,: TrodoroSati,·a -fi./39-/958 
)s membros visitantes na Colónia arme/o Peralta: da eq. para direita: Penner 
Tmn Abraa11m, StrÍl.'ttll Ili/li, Ftá,io Queira:., Da,·id Smmr:/.i e Andrea eufeld 
G ve 
artici 
Senador Rame:. Teber 
Vereadores do PT preocupados com a 
falta de segurança em Porto Murtinho 
Os Vereadores Ozório 
Miranda dos Santos. Josê Agui!éo 
e Darlcy José, todos do PT. em 
requerimento apre.._~tado i Mesn 
da Câmara Municipal solicitaram 
que seja encaminhado ex-pcdiente 
ao Secretário de Segurança Publi- 
ca Est dunl. Franklin Rodrigues 
Masruha, co :ópia ao Governador 
Zeca do PT e ao Cmt da Policia 
Militar de Jardim Amguri Catelly de 
A!cintara, olicitando pr idéncias 
urae:itcs no to me J s.:gurnnp pú­ 
blica em Puno i urtinho. P:íg/06 
o ar, 
ação soc·­ 
ovo tempo 
o 
s 
p:.irtic1paç:io populJr t:111 
todos o, J11c1, do poder 
estadual, cone! ·do a 
sociedade a er 1 
seu propra de 
fato. a , ,da dn ul­ 
matogrosznse. Lato da r­ 
cbdc quando do wmpo. do 
empresano ao trabalhador 
assalanado. se te>un. a a 
apenas produnr e pag.ar 1n­ 
buto<. O povo era sempre 
alipdo cL., dcc1'-Ôes qu.: 
mais lhes danam respeto 
Fechado, cm si 
mesmo,. gm crnando ele 
forma aulont:ina. be111 
no estilo "sete haves". 
os go, ernos anlcrion,, 
n:io se apt:rccbcrarn que 
o "locus" do poder , cm. 
rapidamente. se deslo­ 
cando do g:ibmcl..:s para 
a sociedade. mcd1an1c a 
panicipação popular. F.:­ 
nômeno este que se re­ 
pete em tod as partes 
do mundo. P:Í)!Ína-03 
Yendas de Bebi­ 
da quentes e 
gelada : 
Brahma e Skol 
Entrega a domicilio 
• • 1

-- -------·---- 
25 DE AGOSTO- DIA D·O SOLI)ADO 
O I0° RC Mec realizou na data de acama brilhante solemdadre com o objetivo de 
exaltar a lura do Marechal Lurs Alves de Lima e 1la o Duque de aria- Patrono do 
Exército Brasileiro, além de outras comemora,Ó€s 
Nn fotu a esquerda, o momento em que os muh­ 
tarcs abaixo 11on11.:ado;, ag.rac1ados com medalhas 
mililares, prc;1am con11nência perante a 13andcira 
Nacional. 
Mc,lalha e Passador de Prata - Concccida 
como reconhecimento aos bons scrviços prcstados 
durante mais de 20 anos aos: 
- Maj Cav José Maurício Pnrrcira Codho; 1° 
Sgt Mauro Pompru Feiice Moreira. José Sol:rno 
Langcndorfcr Barbo!,; c Roberto 'iccntc da S1la, 
!kdalhas e Passador de Bronze - Conccd1da 
como rcconhccimcnto aos bom ~er iços prcstados 
durante mais de 1 O anos aos: 3° Sgt (s): Lecine Ma­ 
tos da Silva, João Carlos Cardoso Laranjeira e Lucine 
Pereira Leitr; Cb(s) Lurs Colins Barbosa Pinheiro. 
Waldimir Silva Grubert c Patrocínio iledina. 
lledalha da Vitória: Concedida pela Associa­ 
ção dos Ex-CombJtcntcs do l3rasil - Seção do Rio de 
Janeiro, como reconhecimento pelo rclc,·ante intercssc 
dos feitos de nossos ex-combatentes e pelo cxcden­ 
te trabalho n:aliza<lo por ocasião da "Marcha Civi- 
Logo após. foi rcalizado garboso desfile da tro­ 
pa cm homenagem ao "Dia cio oldado". 
Os 111tcg.rantcs da AP/E de l3cla Vista. tveram 
local de destaque à frente do Remmento e for,un acom­ 
panhados por equipe especial de recepção. que o. as­ 
sistiu em várias ati,idadcs (passeio no carro blÍndado 
llRliTl' e passeio a cavalo). 
Outros e, entos realzados, como com da c1clis11ca 
de revezamento e o tradicional "Cabo de Guerra". 
co-Cultural Retirada da Laguna" ao ap Ca 
Aclebon Benjarn1111 (:r o 
Medalha de Praça Mais_Distinta: Concedida 
pelo Exmo S, Gcn Crnt. da 4' Bda C Mcc. ao Sd 
Lourival Carvalho, do Jº hqu:idr;io C Mec 
Diploma ,lc ,klhor A1irador Co111bate111e: 
Concedida pelo Exmo Sr Gcn Cmt da..' Bda C Mec. 
ao Sd. Ivan do Carmo l'cmrn. do Jº bqd C Mcc 
Diplonm de Cornbatentl" de lclhnr ,.ptid:io Fí­ 
sica - Conw . .Lcb pelo Emo Sr Gen Cmt da 4' 1kb C 
Mec ao S<.l Oiom:ir Ah L'S do, Santo~. do Lsqd CmJo /p 
Diploma de C'olahnrador - Conccd1do 
pclo Crnt. do I Oº RC Mcc - Ccl Car Paulo 
Roberto Ferreira Vianna, em reconhecimento ao 
apoio prestado à ".larcha Cí'ico-Cultural 
Retirada da Laguna". rcali,.ada de 13 a 21 de 
Julho de 1999. a Sra. Patrícia Costa Coelho. 
Dando sequência à solemidade. procedeu-se 
a cerimônia de "Cornpromisso :i Bandeira". 
pelos 123 recrutas 111corporados no prescntc ano 
de instrução (foto à direita) 
/o final. a efic1entt: equipe do rancho. sob a chc­ 
fia do gt- Solano. scriu um gostoso lanche à todos 
os presentes. 
O Cmdo do Regimento agradece a presença das 
autondadcs e parentes dus militarcs. prescnti:~ a ,o• 
lcmd::ide. bem como. das representaçõt:s t:nladas pc­ 
las diversas escolas do municipio e. especialmente aos 
integrantes da /P/E. 
,todos.os nossos agradccimcnto, 
Palácio doe Sorvetes 
e ,, . 
Metorpeças 
Mecânica-Torno-Plaina e Soldas em geral 
Tele/fax: (0__67) 495-1163 
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1972 
Propecace de ''ara Estela Velasçuez Perera 
CGC 03 2c· 266 O:J01-9'.J 
Registro no Ca·lcr,o ée Ti!ulos e Documertcs n' 
1 
06 
Dre:ora Admnis:ata Mania ste'a Velas;u; Porra 
Redato·-Cree lalco Perera 
De0ararer:o Comerca Vctr Hugo Ve as@e: Pe·era 
Administração e Parque Gráfico: 
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A Tnbuna ca Fronteira. 551- 439.1410.Fa,4
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239 
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Ramez Tebet garante que crimino- Governo Popular 
punidos participação soei­ 
al, um novo tempo 
sos apontados pela CPI serã 
O Presidente da Coms ão Parlamentar 
de Inquérito do Judiciário., Senador Ramez 
Tebet (PMDB-MS), afirmou que a Justuça não 
falhará no julgamento dos cnmes que estão 
sendo apurados pela CPI. Em entrevista a l V 
Senado, o Senador explicou que não cabe a 
uma comissão parlamentar de Inquérito pu­ 
nir crírnínosos ou pessoas que cometeram 
irregularidades 
Concluidos os trabalhos da CPI, no dia 
05 de.: outubro, os resultados serão envidados 
ao Ministério Público. Caberá ao órgão fun­ 
damentar denúncias a serem enviadas aos tri­ 
bunas competentes, observou. 
- Não temo que a Justiça seja benevolen­ 
te, porque a sociedade está vigilante. Ninguém 
está acima do bem e do mal - disse Tebct. 
Conforme o Senador, o desenrolardes­ 
sa Comissão Parlamentar de Inquérito acabou 
contratiando expectativas pessimistas sobre 
um eventual confronto entre os Poderes 
Legislatívo e Judiciário. Apesar dos fatos 
Enfim, boas n 
os mutuários 
Laerte Tetila; Joio Gran­ 
dão; Pedro Temei 
O bombardeio que 
fizeram par címa do Go­ 
verno Popular cm relação 
à transferência da carteira 
ímobiliária para a Caixa 
Econômica Federal, prcs- 
cinde de uma analise de 
nossa parte, até porque, é 
salutar que o leítor cheque 
as várias versões sobre o 
assunto. Senão, vejamos. 
Anunciaram que, 
uma vez fechado o negó­ 
cio, a Caíxa Econômica 
iria "cair de pau" em cima 
dos mutuários 
inadimplcntcs, pois os 
mesmos não gozariam de 
nenhum desconto e não 
poderiam quítar as suas 
casas. 
Acontece que o 
apocalipse não está tão pró- 
• ximo. Os mutuários 
inadimplentes também re­ 
ceberão propostas de des­ 
' contos para quitação de 
suas casas, sem nenhuma 
discriminação. 
Disseram que os 
mutuários com "contratos 
de gaveta" iriam "para o vi­ 
nagre". porque a Caixa não 
iria regulariza-los jamais. 
Faltou o bom censo, por- • 
que os mutuários que tive­ 
 rern "contratos de gaveta", 
, poderão regularizá-los, 
bastando ,rraisso que aten­ 
dam alguns requisitos, 
como: assinatura e firma 
reconheci eh. 
1 
Criaram desespero 
nos mutuários ao dizer que 
a Caixa Econômíca iria al­ 
terar os contratos e subir 
as prestações. Foram mal­ 
dosos. Pela lei, os contra­ 
tos jamais podem ser alte­ 
rados. Pode, sim, haver 
propostas para beneficiar 
os mutuários, tal como 
está acontecendo. 
Alegaram que a car- 
graves dc§vcndados pela CPI, o Presidente da Comis­ 
são acrcdíta que o temido confronto não ocorreu e que 
as investigações aconteceram em boa hora para o País. 
tícias para 
C HU 
teira da CDHU era como a 
"galinha dos ovos de ouro", 
que dava lucro mensal de 
R$ 150 míl, portanto. não 
deveria ser vendida Só que 
csronderam dos mutuários 
que é exatamente comes­ 
ses RS 150 mil que a 
CDHU paga as suas despe­ 
sas de água. luz, aluguel, 
combustível, telefone e. 
inclusive, a folha de 
pagametno de seus 80 fun­ 
cionários. 
Afirmaram, publica­ 
mente. que os mutuários da 
CDHU com prestações de 
até R$ 25,00 (e que pode­ 
rio quitar suas casas com 
o valor de apenas cinco 
prestações), não passam de 
cinco mil. Erraram, pois 
serão onze mil os contem­ 
plados. Disseram, tam­ 
bem, que cm Dourados não 
existe nenhum mutuário 
nessa condição. Erraram 
de novo. Em Dourados, só 
nessa condição, existem 
312 famílias a serem efe­ 
tivamente contempladas. 
Alardearam que os 
mutuários com prestações 
acima de R$ 25,00 não te­ 
riam nenhum beneficio. 
Isso também foi pura 
enganação, pois, para esses 
mutuários, os descontos, 
para fim de quitação de suas 
casas, poderão atingir até 
50% ou mais, dependendo 
do caso. E mais: o saldo de­ 
vedor que restar, após o des­ 
conto, poderá ser liquitado 
com o FGTS, algo que a 
CDHU jamais poderia fa­ 
zer. E para quem não dispõe 
de FGTS, o saldo, após o 
desconto, poderá ser divi­ 
dido em parcelas 
Anunciaram a de­ 
missão dos 8O funcionári­ 
os da CDHU, bem como o 
despejo, cm massa, de seis 
mil mutuários, em 90 dias. 
E, ainda. não satisfeitos 
a 
com tamanho absurdo, su­ 
geriram a i nscnição, na Cai­ 
xa Econômica, para quem 
se interessasse pelas casas 
desocupadas. Cabe lem­ 
brar que o Governo Popu­ 
lar Jamais pensou cm de­ 
mitir os funciomínos da 
CD!IU. e quem despejou 
os mutuários até agora fo. 
ramos governos passados.. 
O que precisa ficar 
claro é que foram feitos 
521 despejos nos últimos 
quatro anos. Também ou­ 
rros 500, que já estavam 
programados pela CDHU, 
no ano passado, seriam 
executados ainda este ano, 
através de ordens judiciais. 
O que não vai acontecer gra­ 
ças a presente negociação, 
entre o Governo Popular 
e a Caixa Econômica Os 
despejos foram suspensos 
por seis meses, praz.o em 
que a Caixa estará 
renegociando com os mu­ 
tuários. ofcrecendo0lhes 
esses e outros beneficios, 
exatamente para evitar os 
despejos. 
Disseram ainda que 
o negócio feito entre o Go­ 
vemo Popular e aCixanão 
foi discutido com os mu­ 
tuários. Ora, quem partici­ 
pou do processo ou acom­ 
panhou pela imprensa sabe 
que foram feitas várias au­ 
diências públicas, tmto em 
Câmaras Municij)3is quan­ 
to na Assembléia 
Legislativa. Inclusive mui­ 
tas das propostas levadas a 
Brasília resultarnm dessas 
audiências e foram acata­ 
das pela Caixa 
A determinação do 
governador Zeca do PT 
para toda sua equipe foi cla­ 
ra: se o negócio fosse tra­ 
zer algum prejuizo para o 
mutuário não deveria ser 
feito. Mas, se fosse para 
beneficiá-los. a transferên- 
·eia deveria ser concretiza­ 
da. A orientação do gover­ 
nador foi scgwda a risca, e 
o negócio foi fechado. 
Alegra-nos esclare­ 
cer que essas e outras van­ 
tagens, que já estão ao al­ 
cance dos mutuários, só se 
tornaram possíveis porque 
o Govemo Popular (junta­ 
mentc com 19 deputados 
estaduais) teve à coragem 
de transferir a carteira imo­ 
bi liári a da CDHU para a 
Caixa Econômica F edcral, 
tal como já o fizeram ou­ 
tros govemantes de outros 
Estados. 
A partir de agora, de 
fato, esses mutuanos re­ 
ceberão os beneficias que 
se enquadram na Medida 
Pro isória que trata da ha­ 
bitação, que por sinal, ven­ 
ce no próximo dia 31 de 
dezembro. Caso o Gover­ 
no Popular não tivesse agi­ 
do dessa forma. os mutuá­ 
rios con ti nuariarn abando­ 
nados, arrastando enormes 
dividas, como nos gover­ 
nos passados. 
ão sabemos como 
ficarão aqueles que cria­ 
ram pânico no mutuário, 
distorceram a opinião pú­ 
blica e praticaram o tenro­ 
rismo contra o Governo 
Popular. O que sabemos é 
que os mutuários ficarão 
bem. Aliás.. muito bem! 
Laerte Tetila é 
Mestre em geografia/ 
USP e deputado estadu­ 
al pelo PT e líder do go­ 
verno na Assembléia 
Legislativa. 
João Grandão é 
advogado, bancário e de­ 
putado federal pelo PT. 
Pedro Temei é ad­ 
vogado, administrador 
de empresa, engenheiro 
ruecãnico e secretário 
estadual de Habitação e 
Infra-Estrutura-MS. 
f.4o Gros o do au ade utr a no novomlerio my t- 
do, de mura hs r mm, o 
pubh entrando otado modelo de ai 
nrtrz ão f h do em a mismo, do tipo "i roa 
it doa partw.nu popular em todos o nwvs do 
r estadual, conlamando a soda!e 
do seu próprio destino De fato, a wda do povo ul­ 
matogros ense, tanto da cidade quando do campo, do 
empreano ao trabalhador as lanado, se resuma a ap' 
nas produz e pagar tributos O povo era mpre alyado 
das decisões que maus lhes dzamn respeito 
Fechados em a mesmos. governando de forma 
autontaria, bem no estilo "sete chaves" os governos 
anteriores não se aperceberam que o "locws" do poder 
vem, rapidamente, se deslocando dos gabinetes para a 
sociedade, mediante a participa ão popular lenóme­ 
no este que se repete em todas as partes do mundo 
Todavia, o ônus de décadas de exclusão de parti­ 
cipação politca decisora, custou muito caro a nossa 
sociedade A estrutura admmmtstrata ate muito recn­ 
temente em vigência, se valia da teora dos velhos co­ 
ronéis, o que equivale dizer das praticas das verbas 
secretas, dos superfaturamentos, dos desvios de fina­ 
lidade, como 110 caso dos 1,7 milhões d.1 Sanl.1 Ca,a 
de Dourados. dentre outros tanto, outros desmandos 
E o legado ai está mas de trezentas obras 
inacabadas e uma divida de 2,7 bilhões de rears, divida 
essa que sangra mês a mês o tesouro do Estado São 15 
milhões, aproximadamente, a soma que o atual Governo 
Democrático e Popular é obngado a desembolsar para a 
União, todo mês, ainda por conta daqueb polít1G1. 
Corno se não bastasse o ônus de tamanha divida. 
temos que amargar a perda lamentável e 1rrep:ira cl do 
patrimônio público, como foi o caso da venda da Enersul, 
ano passado, e, ainda por cima, comi,er com C<.·nlenns 
de obras inacabadas, espalhadas por todo o Estado. 
Os RS 15 milhões que são subtraido do Estado, 
todo mês, por conta da divida herdada. se mul11plicam 
por dois quando somados aos R$ 15 milhões de lucro 
mensal que a Encrsul dava ao Estado Esta ,enda foi 
um ato arbitráno e irresponsável. Detalhe: o povo, a 
sociedade, não foi consultada sobre a necessidade 
dessas obras (inacabadas). tampouco sobre a , cda dJ 
Enersul. Vai daí que, em média. são JO milhõ.:, nc­ 
nos para o Mato Grosso do Sul imestrr. a1u:.ilm. ,te, 
em bolsa-Escola. Banco do Poo. Saúde. Educaçi;o. 
Segurança, Saneamento, Agriculrura Familiar 
Todavia, o novo governo. em menos de onto me­ 
ses, tem sinalizado com determinaç:io o c:unrnho da 
modernidade administrativa, ao abrir ,ános c:mais de 
participação social. Por exemplo. no Conselho de 
Gestão Financeira. em que servidores e entidades já 
têm assento para acompanhar o fluxo de caixa do go­ 
verno e para deliberar sobre a concessão dos chama­ 
dos Regimes Especiais para empresas. uma comissão 
foi criada, incluindo representantes de enlldades da 
sociedade civil. fato que tem eliminando os espaços 
de manobra desta que era tida como uma das maiores 
fontes de sonegação fiscal deste Estado. 
Pela primeira vez, prefeitos dos 77 Municípios 
podem acessar e obter extratos diários do repasse do 
ICMS para a suas prefeituras e o Governo Itinerante, 
mensalmente. ouve e presta contas aos prefeitos. , o­ 
readores e diretores de entidades do interior. Urna 
Ouvidoria (fone: 800-3200) foi criada para receber 
cri6cas, sugestões e denúncias, e "outdoors" expõem 
a síntese das finanças do Estado 
Conferências, como a realizada pela anesul, con­ 
sultam o povo sobre Saneamento Básico e Meio Ambi­ 
ente; a Constituinte da Educação consulta a comunidade 
escolar sobre o novo modelo de educação para o Maio 
Grosso do Sul e as audiências públicas (dentre elas as 
que trataram da avicultura, dos produtos transgénicos, da 
saúde mental, do trabalho infantil, da c=_.ira imobili:i­ 
ria, da agricultura familiar, da segurança públic:i. da cul­ 
tura, da barragem da CESP), jamais aconteceram com 
tllnt:1 freqüência e estímulo go eni::mencl 
Também, via Intemet, estão disponibilizadas todas 
as licitações feitas pelo Govemo. tanto para o Mato Gros­ 
so do Sul quanto para o mundo, fato inéd:1o Por fim. ima­ 
ginamos que o Orçamento Paricipativo, a consultar, neste 
primeiro ano de Governo, cerca de 38 mil-mzo2rossenses 
sobre o destino a ser dado aos impostos arrecadados não só 
chamou o povo a construir um novo modelo de astão da 
coisa publica, compartilhada e modera, como turbem inau­ 
guru a Era da Participação em nosso Es: ' 
" Laerte Tetdla é professor'geografo e deputado estadua! pela PT 
" Lula Carlos Ribeiro e arquiteto e Gr. Rg. da Sanes ul Douradas

, 
AS (ABA 
} sta fruta de rara estrutura 
e de maravilhoso aroma procede 
da Amérca tropical, mas cul1- 
va-se também noutros paises de 
clima tropical e subtropical A 
perene ra11. do :111:.111:1, (,lna11a 
sativa) produz uma roseta que 
con,tu de un1 eixo central com 
numerosas florinhas isoladas, 
cujos frutos com as folhas de 
rc obr1mc11to convcr11das en1 
ponta e o 111esmo eixo cons11tu­ 
cm a fruta amarela sem semente 
Composição 
Pode ser considerada como ali­ 
mento e corno remédio Possui, 
além disso, urna característica de 
grande valor cm medicina que a dis­ 
tingue da outras frutas 
Vejamos, cm prnm:iro lugar, a 
!.irnples :máhsc química que nos on­ 
cntará sobre as principais matérias 
que contém. 
Proteínas 	0,5% 
Go~urn 	. 
l lidratos de carbono 13,9% 
Água.................. . 83,6% 
Ácidos de fruta. . .... . .. 0,67% 
1 ,t.c suth: h I C'> 
Calonas 	62 
D)isto mesmo podemos dedu­ 
zr que orn um grande corncudo d<: 
agua tem, contudo, um ,alor nutrrtI­ 
, o munto bano e, por conseguinte, 
o indice de calonas é muito reduz1- 
do. f:ntrc os n11ncrni conhecido'> 
não se destaca nenhum em especial 
e é muito l11nitado o cxce '>0 de ba­ 
,;cs produ11dos pelos elementos 
con,titutivos :ícidos e b::isicos. ln­ 
clu'il e, o ccmtcL1do de v11am1n. s co­ 
nhecido até agora é mínimo. 
Substituto do 
Suco Gástrico 
Os ananases d1st1ngucm-se das 
outras frutas porque possuem no seu 
suco e em quantidade abundante fer­ 
mento albuminóidc que tem a 
espec1alíss11na propriedade de sepa­ 
rar as proteinas dos alimentos faci­ 
litando-lhes a digest.io, o que é mo­ 
tio suficiente para lhes dispensar­ 
mos o nosso maior interesse. Pode­ 
mos aproveitar a característica do 
ananás de diferir as proteínas, tra- 
l , h<• i.: 'c r 
lCh .. os, para on t 1 '- • J 
.i de estômano fraco ou doente. 
com suo gastnco pobre ou carente 
de acdos, possam retirar da: prote­ 
nas o scu valor aliment r, ubtutu­ 
mdo o suco g;.1tncu pelo suco de 
ananás Mas há que ter sempre cm 
wnta que só o su1..o lro.:,w do anJ­ 
nás é que possui essa caractenst!­ 
ca, sendo portanto mnuteis todas a 
conservas correntes de ananas Qual­ 
quer emprego de calor dewo, a for­ 
a digestra da proteina, por esta 
relacionada com 05 fcrmentos ou 
enzimas de grande sensbthdade 
Além disso, diga-se a título comph.:­ 
mentar, que Já por s1 mc5ma :.i comi­ 
da e a bebida mullo quentes dificul­ 
tam no seu trabalho os fenncntos di­ 
gestivos que se encontram na sali ::i 
e nos sucos gastncos ou 111tcst111:.1I. 
reduzindo-lhes a eficac1a. o que lam­ 
bem acontece com mullos dos mo­ 
dernos remédios químicos. O cu1- 
dado a ter com respeito à destrur­ 
ção de fcnnentos pelos tratamento 
fannaceut1co é provavelmente mais 
importante do que se supõe 
f r l :  
tnas, relacionada com a 
f 
. •, de sucos ou acudos 
u ,,.1 1 L 
tricos. praticamente em todos 
casos de n apetência, sermo-t 
de suco dr ananas Ir +o, qu € 
mesmo tempo refresco e medi 
rner,to e pode substituir em todo ,, 
seu valor o uco gastnco, mediante 
urna melhor d1 v,1.10 e um m ·lhor 
cuidado com a mucosa do estima­ 
go avorece-se o fortalecimento do 
enfermo e com '""º 1:unbcm h1 d..: 
melhor,1r a -.ua ,.wde ou por, entur.1 
podera rct.upcr::i-la 
i: cur10o notar que nem n 1 
Amenca, nem na Europa se empre­ 
ga com frequência o ananás na al­ 
mcntação do lactentes 
A minha opmm1ão e que o 
;uco de ananas fresco dluido 
por causa da sua força para J 
digestão de proteinas, resulta 
num al,oso :.iuxil1ar n:.i ::ihmenta­ 
ção do lactente, sobr<.:tudo se 
este snfrt·r de transtornos diges­ 
ti, os, podendo por isso reco­ 
mendar-!>e a especial atenção 
dos puericultores 
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···········Car 
FLAMENGUINIIO CAMI 
l'arabenzamos a bnosa equipe do l lamengumnho 
do (Capitão, Iremadot e Presidente Maradona, pela 
conqursta do Campeonato Municipal de 99, que teve a 
wortlcn,1çiio do Departamento Municipal de Espor­ 
tes (Raul e.: Joaq111111iio) 
Cu111pn1111.:111a1110 tambcm todo o pessoal que 
colaborou coma 1nc111wç:io. Cpcc1almc111c o Sr Arno 
Vcrncr Filho da Fazenda Cervo, que doou uma Nov­ 
lha e o Sr. Valdir l'radclla, que doou u,n carnci10 
/posa partido as duas cq111pc quc 11/l:­ 
ram a r,nal. rcal11ara111 cm co11Ju1110 uma gran­ 
de festa de confratermzação no rcc.:11110 da 
Escola Municipal João Jose 
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·rosé Gregoro de Barros 
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OI> 
P:l.1I>!I r 
1 .rad.,1• 
l 1 '. Ido ,. , 
~e l J J .. 1'.J ... t U ,..1 ( 
[ i u fl 
J..ad,• Jo,O:.Collrl 1.1< 
(d , h ,J 
() l>r • J nte do Dretoro do PMD d Guia l ,,,,, 
da Launa, Paulo de Olr ira, informou que a hhou cota de 
I0O pe soas nos ultimo dia e neste cnontto de hderan .._ 
011110, ,m JJII/, tesa inaram a ficha do partido q e esta 
preparando para as eleões de 2000 
PT elegeu diretório e 
delegados no domingo 
ndré Luiz Avalo- Da Sucunnl rlcJ.,rd,m 
O Partido dos Trabalhadores de Jardim- PI reunru 
o, filiado . cerca de 200 que estiveram aptos a votat para 
eleger o no, o diretório e o, delcµarlo, do partido. Ili> n<1d1 • 
tório da Unidade da U[· MS 
O Presidente do Partido, iilaro I crnandc~(V,1,0) 
informou que duas chapas já haviam sido apresentadas pata 
participar da eleição Uma lidcr.,da pelo professor D)arlan 
IJenitc:1 Moreno e a outra pelo l 1111cmnano da anesul 
Chiqumho Ribeiro os bastidore do P,u<1do 101 coµ1tado a 
apresentação de uma terceira chapa esta formada pela ala 
frminina do Partido Os no, o Delegado, do Pardo esta­ 
rão pa11icipando no próximo dia 23 de outubro dn ,:nwlltro 
estadual. cm Campo Grande. para a ckiç,io do Ductono 
Estadual do Partido 
O PT que conta com um 1crcadorna Càn~1ra, ~rn,io 
Loiro. tem o propósito de eleger o proximo prefeito e pelo 
mcno;; 0-I vereadores. Segundo Ram;io l~Jiro o duetóno ti:m 
nos grupos, ários nomes que poderão ,er indicado, para 
disputar a eleiçào majoritária, dentn: ele, cst.i o Diretor do 
. Dersul. Orlando Damasceno, o Comerciante Sérgio ~ilJ 
Rosa. Dr. Celso Arruda. Albeno Cc',;lr Morai~ de (an.alho 
(IJataclan), e o próprio Rarnão Loiro 
Promulgada a lei que 
proíbe instalação de 
barreiras eletrônicas 
O presidente ela Assembleia Lcg1sla11, a. dcpula• 
do Londres Machado, promulgou a Lei nº 1 992. d.: 
31 de agosto de 1999. que proíbe a ,mtalaçào de bar­ 
rciras eletrônicas para o controle e fiscaJ17ação do 
trânsito nas , ,as públicas do :'v1ato Grosso do Sul O 
projeto de lei, de autoria dos deputados Antônio Carlos 
Arroyo e Paulo Estc,ão (que não se reelegeu). ambos 
dos PTB, foi apro, ado pela Assembleia Lcll.islati, a e 
,·ctado pelo então governador Wilson Barbos; Martins 
O projeto retomou ao Legisbtlo. que na semana pas­ 
sada derrubou o ,·eto do Executo Não tendo a no, a 
lei recebido sanção. coube ao deputado Londres Ma­ 
chado promulga-la. colocando-se em vigor 
Pela lei_ publicada no D1:ino Oficial do Estado. 
cm sua edicaçào do dia lº/9. fica proibida., no Estado de 
Mato Grosso do ul. a il1St:ll:içào de barreiras eletrôni­ 
cas. denomin:ldas fotosssensores e lombadas eletrôni­ 
cas, para o controle e fiscalização nas ,ias públicas. O 
equipamentos que se encontram cm fun ionamento de­ 
verao ser desativados no prazo máximo de 30 dias. 
O descumprimento da lei =etar:i :i ;ru,.oricbde de 
transito responsável pela instabçiio/ desrivaçiio. mulw de 
150 Uferms por dia, por aparelho n:io des:unmlo. O dinhei­ 
ro achindo da multa sera recolhido ao Fundo Es:adu:lJ de 
Repar.ição de ln1eresses Difusos Les.,c!os. Ainda em de­ 
corrência da nova oonn:i, ficam anistiadas as mulI.'.IS impos­ 
tas por infrações flagrad.'15 atrm-és de fo: res e lom­ 
b:id:is eletrõnicas, com a cb oluçiio cios , -:tlores reoo!hidos 
pelos contribuintes., cb icla;nente corrigidos. 
As Duque de caiar, 6o7- ceuro - Terra (067)251-1130 
__g cE7voo-rios. 
i&±ErssziG 
l Gsou-RS 1,38 
TROCA DE Ou:o - RS 7,50 (3 LITRO ) 
Fonc/ax: (().. • 6i) 439-IHJ - BEL-1 1 /. rt. lJS 
--- - -------~--- --- -~~ 
PROMOÇÃO

Com as de e o s 
• 
VI 
• 
1 aram Porto Mur n o 
No dia 20 de Agosto, 
uma comitiva de 
menomitas (descendentes 
canadenses) visitaram 
Porto furtinho, eles 
foram recepcionados 
pelo pecuarista Flávio 
Queiroz que é também 
colaborador do l'rojclo 
'arredor 13 iocci111ico 
Central. comitiva 
percorreu 270 kil0metros 
de distancia de carro, 
sairam de Loma l'lala e 
chq;,1rnm 1111 Culonia 
Carmelo Peralta e 
poslcriormcnlc u !'orlo 
Murtinho por uma 
estrada de chão. que 
tamben, é um. ou ~er,i 
um braço da estrada 
"biocc,inica". 
 comitiva foi 
composta pelas seguintes 
autoridadcs: Andreas 
1 culi:ld • Gerente Geral de 
Vendas para América 
Latinu: David Sawatzki - 
Gerentc Geral da Sociedade 
Coop.:rativa Chortitzcr 
Komitee; Striessen Willi • 
Membro do Conselho 
Administrativo e Penner 
Membros visitantes da Colónia Carmelo Peralta, da 
equerda para a direita lenner Tows Abraan, Striessen 
ili, Flávio Queiroz, David Sawatzi e Andreas Neufetd 
Tows Membro do 
Conselho Administrativo 
da referida cooperativa, que 
é uenominada de ocicdauc 
Cooperativa e 
Colonizadora Chortitzer 
Komitee Ltda, também 
chamada ou conhecida de 
Colunia ll·knonita, de 
Loma !'lata. 
/ visita <lesses 
membros de cooperativa 
se deve ao convite do 
pecuarista Flávio Queiroz. 
pois acha que a produção 
uns menonitas uc 
derivados de laticínios e 
de carnes pode ser 
comcrc ializada no luJo 
brasileiro. Realmente ,l 
principJI meta ou projetos 
deles é um intercâmbio 
comercial porque a 
produção dessa culônia é 
55% absorvida pelo 
mercado paraguaio e a 
intenção deles, além dos 
270km. percorrer mais de 
200 1-.m para alcançar mais 
de hum milhão de 
consumiuorcs, alcançai 
um mercado de grande 
proporcionaliuade. Dessa 
forma a partir dessa data 
da visita a Lâclco Trcbol 
como é conhecida a 
fabrica de Loma Plata, 
fincou sua bandeira no 
Brasil através de Porto 
Murtinho, sendo que essa 
mpresa ou cooperativa 
úomin::i !17°,,do mcr._.JoJc 
laticinios no Paraguai A 
produção dessa cooperativa 
de origem canadense. que 
f111LOU ,u,1 h,111ucirJ no 
território pataguaio em 
1927. hoje é d.: 400 111d 
litros de leite por dia e 
também de produtos 
derivados de bovinos. 
l'rodu,cm 46 itens ela linha 
lúctc.i e uc carne bovina. 
Na verdade o 
objetivo principal dele, é 
de expandir a venda de 
origem menonitas, cssc 
intcrdmbio ,cm dúvida 
ncnhuma vai bcncficiar os 
dois países; 13rasil e 
Paraguai. inclusive hoje 
com a política do 
Mercosul e o 13rasil 
sempre foi n grandc 
mercado de qualquer 
produto, desde quc tenha 
preço e qualidade. O fator 
distãncia parece não ser 
problema, porque os 270 
e 
10 
g<>Cfl10, f 1l l l, O 
governo do Estado de 
Mato aro o do ul 
atrave de financiamento 
junto ao BIRD 
Para o pecuarsta 
H lavro Queroz ese 
intercâmbio comercial 
com os menontas pode 
trazer grandes beneficios 
p,HJ Porto !ur11nho e 
toda a região Sudoeste, 
porque vão se adquirir 
produtos de ponta e de 
preço. com isso o 
movimento comercial 
vai crcscc:r muito cm 
nossa região. 
• Fiá, io QuciroL tem 
viabilit.Jdo a vinda desses 
menonitas de origem 
canadcnsc para Porto 
Murtinho. com intuito de 
comerciali1..ar os produtos 
dc impnrtaçJo e exportação 
de matáias primas, essa 
política tlc intcrcâmb10 
comercial regionalizado 
tem dado resultados 
satisfatórios cm todo lugar 
do mundo onde foi adotado. 
erado muitos empre o e 
rendas as populações 
pertencentes de cada regido 
e não tenho dúvida 
nenhuma qu aqui cm Pono 
Murunho e região não sera 
diferente. essa politica de 
comércio rcg1onaliz.Jdo, 
princ1p.1l111cn1c entre p.11-.c, 
diferentes pode ser a 
altcmati,,1 p.1r,1 rnin1m11.1r 
o desemprego que assola o 
pais, finalizou o pecuarista. 
LOMA PLATA 
(cicl.1dc) e a '.-.OCll· D/O[ 
C O O P I R , l l V A 
COLONIZADORA 
CI IORTJ'J ZER KOMHEE 
LTDA. está localizada no 
DEPARTAMENTO DE 
BOQUERÓN NA 
Rl:l'i°IIH.ICA DO 
PARAGl IAJ. c:,tá a 270 km 
dJ Colúnia Carmelo Peralw 
e Porto Murt1nho. 
se 
fomiho kuut 
VEREADORES DO PT PREOCUPADOS 
COM A FALTA DE SEGURANÇA EM 
PORTO MURTINHO 
Os Vereadores Ozório Miranda dos Santos, José Aguiléo 
e Darley José todos do PT. cm requerimento apresentado à 
Mesa da Cãmara llunicipal. solicitaram que seja encaminhado 
expediente no Secretário de cgurança P,1blica Estadual. Sr. 
Franklin Rodrigues Masruha. com cópia ao Govemador do 
Estado José Oreirio lliranda dos Santos e ao Comandante da 
Policia llililar de fardim Sr.Amauri Catelly de Alcântara, 
solicitando providências urgentes. no locante a segurança 
publica cm nosso município. 
Em suas justificativas os Vereadores do PT, disseram 
que: como é de conhccimcnlo de todos. o índice de 
criminalidade e de ,andai ismo tem sido alam1ante nos ültimos 
dias cm nossa cidade. As gangs agem por todos os lados d; 
cidade. enquanlo que a Policia Civil e Militar ficam 
impossibilitadas de atuarem e garantirem a segurança da 
comunidade. por diversas r.uõcs. / Polícia Mili1ardcsta cidade 
que j~ linha um quadro de cfrtivo bastanlc reduzido. sofre,; 
recentemente a baixa de quatro elementos da corporação, os 
quais fornm transferidos para outras localidades. embora 
pedidos insistentes desta Casa tivessem sidos diric.idos a, 
au1oridades compelentes. alenando sobre os problemas dessa 
natureza. Ocorre. que ninguém foi lransferido para esta cidade. 
cm conlra panida aos daqui lransfcridos. dificultando ainda 
mais com isso, a ação da policia. isso sem consic!crar que a 
Policia Militar encontra-se cm via· • 'i: mai, de dois meses. 
A 1
, 1· · e· ·i 	Em indic.içào.aprescntoda à Mesa Dirclorn. aprovada 
o tta 1 . por sua vez, possui .seu quadro alualmentc 
. 	por unanimidade pelo plenário. o Vereador Adolfo Aguero 
apenas um escrivão e dois agentes de polícia.. os quais estão de 	- 
1 
. 
2
, 
7 
• solici1icou que o Executivo Municip:il. com expediente com 
P -ntao. •~-4 horas. há mais de anos. tendo ainda que cuidar 
de mais de 10 presos, os quais cumprem pena na Delegacia. cópia ao Sccre1:irio Municipal de.Infra-Estrutura. providencia 
d h 
no sentido de que sejam assentado os lubos de concretos n• 
cn . portanto, um.anamente impossivel exigir dos mesmos 	r 	o 
. ~b d., confluência das vias de acesso próximo a residência do 
uma a,;ào mais eficaz. Diante di»o e para garantia da ordem 
pública pc'Climos às autoridades do Es1ado. pro, idências urgenlcs 
REIVINDICAÇÕES DO 
VEREADOR ADOLFO AGUERO 
VESTIÁRIOS PARA A PRAÇA DE 
ESPORTE DO BAIRRO FLORESTAL 
,tm,és de Indicação. apre,cntada à Mesa Diretora da 
Câmara. onde foi aprovado, o Vereador Adolfo Agucro 
(PMD13) solicilou ao Executivo llun,cipal com cópia a 
Sccrclaria de Educação, no sentido de que sejam edificados 
'e li:inos na Praça de Esponc do bairro Florcs1al. valgannenlc 
chamado de "Parquinho". 
Em sua justificativa o Vereador disse que: Inspira-se nos 
anseio, dos moradorcs do referido e daqueles que tem anexo 
com essa atividade, e também pela imponância que essa obra 
rcpreseniar:i para o contexto ócio culturnl e csponivo dessa 
comunidade. 
Outrossim. faço saber que fica aferido o meu endosso 
neste pleito, pois o fluxo de usuários dessa área de lazer é 
volumosa. o qual ratifica que quando aderência rcvela tamanha 
exprcssào é porque esta fortalece a convicçilo de que é 
necessário impor fomcntos às pessoas que valorizam e cultivam 
tal ali, idade como fonna de socialização, terapia e oulros 
beneficies afins. 
TUBOS-DE CONCRETOS PARA 
A RUA SALIM CAFURE 
mili1arda rcscr.a 'illamaior 
Em sua justificativa o Vcrcador disse que os munícipes 
tem a prerrogativa Constltucional de rei indicar e de conhecer 
as razões que cercam a impo,sibilidade ou que dc1cnnina as 
projeções para o aconlecimento das proposições que estes 
impclram. 
Quero dizer com isso. que os transcunrc, que por ali 
trafegam. por inúmeras vc1.cs 1cm nos inquirido o .. por qu~?­ 
csscs tubos eslào h:i muito tempo nas proximidade; do dito 
local, mostrando aparência de tolhimento face demora para 
solucionar o mencionado clamor. 
MELHOR EQUIPAMENTO PARA OS 
TRABALHOS DA POLÍCIA MILITAR 
Em indicação apresentada pclÓ Vereador Adolfo Aguerro 
(PIIDB) aprmado pelo plcn:irio. solicitou que sej:1 enviado 
expediente no sentido. com cópia a Prefci1:s Municipal. que 
urge melhorar as estruturas de trabalho do Destacamento de 
Policia Militar dcslc município. principalmcnlc. no tocante a 
provisão de uma viatura mo, ida a óleo e pro idências que 
objetivem promover o aumcnlo do efcti,o policial. 
Em sua justificaliva o Vereador disse que é publico e 
notório que os detentos ,cm ganhando em nossa cidade, face a 
impossibilidade de implantar medidas preventivas, 
invcstigati,·as e de abordagens. de, ido a ausência dos meios j:í 
proferidos. 
A população est:i cm pânico. eé preciso que o Poder 
Público imponha celeridade à gestão que intenta fazer a emers:io 
de soluções concreL'.lS para o estado critico cm que se encontra 
a scgur:mça publica.. neste município. 
Entendemos plenamente o int ·ressc e o esforço desses 
policiais. cm desempenhar e cumprir com as suas atribuições. 
porém. quando os problemas superam as forças do homem. 
este fica impotente para san:i-los.

• ACONTECENDO EAJf /ARIJJM 
l'er: Alldrl! 1. 
·- 
MiDIA E VIOLÊNCIA 
NAS ESCOLAS 
mensaem de 111cd11 
e mseeurança, repetida com 
111,hlCm:i:1. pro 1110,,: O 
p.ÍIIÍtll ,. j 11t.tl,1 (1 
,rn11111c1110 de que o 111111Hlo 
,q,i l111:indo do n>111mk. 
violência dos pobres 
o começou a chamar a 
at.·11
1
;11111,1 ,oeicdatk q11.111d,, 
denou de ser endoviolência, 
mamitestando-se além dos 
bairros periféricos. 
conseguindo alterar a 
lrJlllt11liJJde dn, "cid.1d.lo,". 
Mas quando esses fatos 
incomodam a vida da classe 
111,'di.1. ,1 ordem legal estatal 
di.:L pro: ente rn111 seu poder 
l'rrc,,i, o. 
.l.i a, inlência entre'" 
filho, J.i- "boa," f:Jmili:1, 
preocupou desde o inicio. 
J,nc11, bra,ilie11,e, que 
atearam foi;,, 110 indio Ja 
tribo Pata:-.ú. ,oh a 
j11,1if1eati, a ,k ti'-1,, 
confundido <:<lll1 11111 
mrnd,gn. .lo, i.:ns 
uni,c1,i1úriu~ que num tnllr: 
.11:ab.11 am n1111 a , ida de um 
rnmpa11hcim. 
P'.'rantc ..:,1c,..: lllltrn, 
fatos, todos os profissionais 
1,,r.1111 ch:.1111:ido, a rcllctir 
,obr,· o que c,taria 
,H..·onh..·1..·cndo rnm 1111.:ninn, 
hem ali111en1aJo, e 
-i1idad11,. q11c acham graça 
y11ci111:111dn mendigo, :O- 1:11, 
uma ,..:/ a !\'H.:icd:,dc 
Cl1l'(>l1t1Jr:1 111,lllit,lll:I 
p,11,1 '"·' 111111111,1 
insensibilidade dante do 
aprofund.1111c111n d.1, 
desigualdades sociais 
, lllll·1H.'.Ll 11,l"i 
..:,col.,.., p.1,,011 ., ,...:r h..'m.1 
ohrl)!:llllllll p.11.i a 
população A 111101,1 
l'tllh1.•µuiu tnrht1 uir o lllµ.1r 
d.1 , inlê·11ci;1 o local do 
co111h.t1c .1 , iolCnci.1. ":nmn 
se esta estivesse claramente 
d,:li111i1ad.1 num c,p.1çn 11.1 
,nncJ.1de. l'ohre✓a. dwga,. 
111,d.1mlr.1gcm. violência,. 
fatores apresentados CllllH> 
c11cn11tro da e,c<>la puhl1c:1. 
tidi:1 e dei1·0e, que 
e11trn11i1ar:1111 por ,ei;1111da 
, o ao l'rc,idcntc FI ll'. 
ce111,c~11ira111 prml111ir 11111.1 
i.·:1tri1aç:in d:t 111ohili1:1çJn 
do poder 1:,1:ual cm prol do 
cnmhatc :1 , iolé11ci.1 na, 
c,cnla, dn p:ii,. ta,. 
P·'"·tda, a, eki1·lics. pn11co 
n11 nada foi feito por falta de 
recursos para , iahili,ar o 
d"rnrs,, : midia. 111ee111i, ,1 
.t , 1oli:nt·1a de.: uma forma 
oh,cura· i11ílué11c1a Jc 
,cnt111H:11to, <lc , ing.1114r;J e 
oferece a violt:ncia 1.:ulllll 
ml..'n .. ·.,dori,1 a ,..:r ...:011,umid., 
110 di., .1 dia. tudo 1,,0 
ll11'111r.1do a 11111 f:tbn 
<li,cur,n critico ,nhr..: a 
, 1olê11cia. Ja. cm L1cc da 
oléneia dos mas pobres. 
r 
Mo Teçay (Correr Agua dos ()lhos 
 !e f.,I 1,1e:1 J.: 11111 [kt.., Jc .1n "r 
e mostraram-me um homwm zant 
lk f.11endo-, • m dors nt 1111, ru, 
IJ, t1 n:d1t,111 wn Deus vendo' 
l'111J c111rrcsa hem c,111<:ci111.1da rei<, 
amigo l 'amfafl!i .•l.tfa Sifrn 
'E11trega com rapidei!,o 
L e eficiê11cia __, 
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sacerdotes. psicolozos, etc 
p.1r.1 .111.1l,,.1r :t, 1olc:nn,1 dm 
1111,cr.t c1, no llr:i,,I l'ur 
um,a sorte de negação, antes 
ú,: ch,1111.1r .1 ,o, icd de para 
pl..'11'.1r o J10llfll.' . ..,t.: urit.1 por 
mats segurança e [ustça. 
c111cmhd.1 rn1nn pu111çJo. l'ra 
lllh. lr.11.11111.:nln lhiullob!it·o. 
p..1r.1 ,,ut,,,,. carci.:r.'tn,,. ou. ,11t: 
1x·n.1 de 1111•rtc. 
[)m. ('fc,111ia C11111am 
Canto 
Psicóloga 
C'.IU' H/008-17-7 
lembretes 
valiosos 
1c f.d.1r .. 1TT1 qui: .'f._tmo, 1rm]th 
1 me chamaram de ,c.-h .1 •cm 
Indolente, ae.abundo. bugre 
1 u>1h1JerJ111-,..: Ct 1h1..iúm. ,ur,:m11 , 
k l.1l.1r.1111 J,· 11•upJ,. de mor.ti e rmk1p11" 
1 11,io,ou~1.1111,,lhar11th'>.!.'>lilh.h ,,,,ndc 10 
l<c,pc11.1r ""'"-" 111ulhcre, e mJc, 
()u.indn ·" , 1r.11n t'm ,cu, lr'1jX" 
1 u1hmam .1 w., , crronha cm no,'><" L<'íf"'' 
Me falaram de paz e amizade 
1 tr<Hlt'r,1111 doença, que não podemos 
curar 
Roupas infectadas. rapadur.i, com , cncno 
1 ,o, elétrico, .armas de fogn. dc,lolhJntc, 
e bebrdas 
Di,scmin:mdo ,1 d,-,,!:(r:.tç:i. a ,eri;onha e ,1 dor 
entre nos 
k í.il:1r:im de 1cspc1to e iguJldJdc 
1 li1cr:1m lei, que no, reprime. di,crim111;i 
"io, 1r:1ta111 como scrc, de pc,qui,a 
'o, tir:im o, direitos e k-gali7anl em decretos 
, 1111,,a e.11nç,111 como pmo e cultura 
1 u 1:i c,tnu ,..:lho e can,ado de ou, 1r 
promessas. 
Mentiras jamais cumpridas. enganação 
Por isso afirmo com os anos que me pesam 
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0 
( ok ,cu OU 1Uo .to ch.)o t' Oll ILI 
 \.k I erra gemer e clamar por eus filhos 
l sabera qual foi o pteso da l.llll1\.:lh.l.) 
Enquanto oces lut.trcm por Jt1,d11.1r 
Empalaras, atos ou gestos de btano 
1 b, ,·r.t ;:r1111, J..: de,c,r..:111 C dor 
fortes. mentiras e traição 
Que. ceata seus coraoes por não 
compreenderem 
O porque de tanto horror 
Aceitar um branco é o primeiro passo 
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.................. 1 ••••••• Por Nancy 
l"III 111Jtl 1111!1110 
ivian filha de João 
.i1.d1t10 tlc 011cir,1 e 
1101,n 1 (Jo,n.rl d.1 1'1,1~·,1. 
Ponta Por) e Alexi 
Junior, filho de Alexis 
Ci.1111111 e ('l,111le. 1l d1.1 •I 
de ~c1c111bro. ;, l 9.45 hs na 
lgreia Presbiteriana Betânia 
Clll S:1 1'.11110. 
Amigos e 
familiares de Vivian 
rc,idc.:11tc, 110 MS fizeram­ 
se presentes. 
Ao Jexis 
e Víviar, 
desejamos mil 
rei icid.1tks! ! 
Casa do 
Artesão 
/ Sr.i ll,,d.dc11.i 
P11Jell<,..t Lcllc'. ,uhc1IJ u, 
artesãos da cidade que 
dc,CJ,1rc111 mns1r.ir ,cu, 
11Jh,ilho, que a procurem 
em sua residência ou pelo 
fone 439- J 238. Madalena 
pretende abrir uma C,1S.1 de 
,1r1csan.llo c anexo unin • 
oficina de aprendizes do 
oficio. 1~ 11111:i nportuniJadc 
para yoce ganhar dinheiro 
com sua habilidade. ,1o 
pcrcn c,sa or or1unid,1dc! 
Parabéns 
à J11/i111111 R1111dn11 
pelo ,cu ani'cr:-.irio que foi 
no dia 04 pp. 
AGRADECIMENTOS 
A f,1111ilia Al'AE de Dela Vi,1,1. agradece a todos que 
de uma formJ ou outra colahoraram para o sucesso da 
Semana do F,ccpcional. 
Festa- J>a Semana do, /:.n l'J>c:umm. cl,• 
IJC'ia 1'1,ra-MS - Al'A F. 22 a !Yl08/'l<J 
Receita - Despc,a 
Filme 	80.00 
Carne 	96,00 
Chun:t,quinho 30.0ll 
[khida, no almoço 353.49 
Limpc,a do Clnhe B.V 50.00 
flllni:rafo. .. 15.0ll 
ro I AL. DE GASTO ....... 624.49 
Vendas 
IJebidas 	142.50 
Jogo, (l'on.Giná,io) 187.00 
Almoço (1'.Fro11tcira) 749.50 
Noite Cultural (B.V) 121.00 
Pastel(Rotary)................... 15.00 
Bazar (IJ.V) 314.00 
TOTAL VENDAS 1.529.00 
TOTAL GERAL 904.51 
AI'AF. de /3clu sta 
Casa Veterinária ,~. 
Criacão ., 
cr.1 realizado cm Ocla Vi,ta um Cu~o de ln,cminac;ào 
Artificial. cm hm ino, dê 22 a 26 de crcmbro. com aula, 
teóricas á noite e aulas práticas nos dias 24.25 e 26. 
lnforma·ôcs pelo fone -B9-1533 ou 
na Casa Vctcrin:iria Cri:i·ào 
O poder que Deus nos deu 
Ioda, ,1, nc" .1 
comunidades cristã 
podem - e. dn·cm - 
f' lJa r d a r a , 1 l I d .1 
sociedade em que 
convvem, desde que tais 
leis sejam justas e 
1µu,il11.ir1,1. C'on1udo. e 
bom lembrar que ·ais leis 
11. o ,:io o , alor, Jprcmo 
do 1111111d,,. 
O , .dor supremo dn 
mundo. depois de Deu,. 
é a da humana De tal 
for111u que todas as lei, 
precisam se situar a 
se:, 1c;o da vida. nJo 
'ltl'·"Cf~ .. I ... 
Doutro lado. é bem 
, cr<ladc que u caminhada 
da, ..:0111u11idades cri,1à, 
11ào cs1:i escorada nas 
leis da ,ociedadc; e sim 
na lei do amo· e do 
perdão. 1: quem vive o 
amor e pratica n perdào. 
esta cumprindo t,Jdas .1, 
ki,. sejam elas humana, 
ou di, ina, ... 
Foi justamente;: o 
Cri,tn n:ssuscitado que 
no, concedeu uma <lê 
suas perroativas 
messiânicas. o poder de 
perdoar o irmão a irmã 
que pecaram. Quer dizer 
que quem perdoa .: 
sempre Ocus: mas Deus 
quer repartir cnnosco 
eslê seu poder. a fim de 
que. através de nosso 
perdão. visivclmenlc 
apareça n 'perdão por ele 
dispensando. 
Este é o único e 
verdadeiro "poder" que 
temos no mundo: 
extinguir a dívid.1 que o 
irmão contraiu conosco 
na hora cm que nos 
ofendeu: soltá-lo das 
amarras da inimizade: 
conceder-lhe a akgria de 
ser livre e a coragem de 
levantar a cabeça para o 
céu ... 
É claro. porl!m. que 
Pensou em construir, re' ""'"lar 
Pense N.M. Materiais 1--~ra 
Construções Nossa Senhora 
Aparecida do Sr.Nivaldo 
·r.nta;; l'lalcriai; Elélncos; 
BraÍ,.isos; Fcn-amcnL:"l.5; 
Cerâmicas; Ferragens em Geral 
.,...-. 
·------ - ·- 
r---------~------- -~---,,---~ 
Av.[ aranjeiras, 369 - Centro - 
Fone 287-1466 - Porto Murtinho/MS 
11 p<:1c.! o 1,.01 e J1do lt 
tmào para ttmao n 
pode er conf ndido com 
o perdio sacramental O 
rrnne1111. J'< rtm, pr.p r., 
e plenifca o segundo 
l'nrtJU<' J 111.11, po<lcn., 
ser completa ,1 alegri de 
quem l01 pc1Jo.1d,, por 
Deus. se ele n,1o lor 
tambem perdoado pelo 
prúpr,o 1rmJo de 
t:illlllllh.1d.1. 
[ muito fácil. na 
hora cm que ufcndc!llO) 
alguém, corrermos para 
Deus e implorar seu 
perdão. Difieil é pedir ao 
oft:ndido: "Perdoe. 
irm.'io, porque pequei 
contr.i o cé11 e contra 
 OCl'.!". 
Sim. ( risto nos 
entregou o poder de 
perdoar o irn1jo que nos 
ofendeu. I· .: só 
exercendo este poder que 
poderemos experimentar 
a alegria de scrmo, 
também perdoados pelo 
próprio Deus .. 
l'c. Virj!ílio, ssp 
CONVITE 
(IYH2- /999) 
I7 nos - Gazeta Popular 
12ª Noite 
Dourada 
Empresas, Emprearo Palite+» 
Profisaonan Hberas de maior destoqu em ' 
as Ir enhora do E tado e as ô atinha de Dourados 
li/UI d, ,',li//(' /uc·i>, '""" / !,'()/ / 1 /)(){ N f/1(), 
Comemorando eu deeele amn a to Ili.IA 
P)PtU'LAR comvda voe e a famila para ma«e t 
e1111111. ,,,,. 1,1 <: 11t1.lr11111•1tl ,1 ()/// /JfJI /( 1/J 1 , 
uma festa que completa I2 anos l /,,_ /li (11,/,, tllltJ b 
quem esta ajudando o desenvolvimento da nossa 
cidade e do novo Estado 
Paraos /+melhores H'reteto ereadore»e aos 
Deputado e Senadores de Mato orowo do Sul rão 
e11/rl'J!II<'" - • / /(()/·Ú ll .JCll'.11 /.{ l 111r.111 
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Lp 
POSTO DOS 
FRO TERAS 
l . 
Em tempos de real o negócio é cconorniD1r comprando com qualidade 
Ganhe 65% no preço da gasohna (mais barato) 
e 35% no preço do óleo die el (mais barato) 
É isso mesmo, abastecendo no Posto Dos Fronteras 
essa é a diferença do preço 
Seja inteligente, essa é a diferença 
POSTO DOS FRONTERAS 
Bella Vista-Paraguai • 
Gasolina Super e Comum - Filtrado 
Oleo Diesel - Filtrado 
CLIENTE AMIGO: Vamos ser objetivos, vale a pena ab:1stecer no 
Posto Dos Fronteras, Yoce pagar:i menos 65% no preço 
da gasolin:1 e 35% no preço do óleo diesel. 
Vale a pena 110 preço e 11a qualidade 
; 
1 
11038286 
(Bella Vista-Paraguai) 
POSTO DOS FRONTERAS - No Km 1 e meio - 
Na saída para Assunção - Pertinho do centro 
t)((fil> 
> CID> 
~ NlfTTC;> 
1> N».'7<12> 
Abastecimento - Troca de Filtro e Oleo - Lavagem e Lubrifica;ao _V-u> 
Completa de Carro, Caminhão e· Lanchas - Conveniência 24 horas 
Porto Murtinho/MS - Brasil 
1