R E G / O N A L Ano· XXVI • ., 2.083 • 07 de Sete Porto Murt111tJo - B J V ta• J rd m - nt bro de 1999 .Terça-Feira nl<. Jo L Comitivas de Menonit visitaram Porto Mortinho o dia 20 de agosto, uma comitiva de menomtas (des­ cendentes Canaden­ ses) visitaram Porto Murt1nho e foram recepcionados pelo Pecuarista FEivro Queiroz que é tam­ bém colaobrador do ProJc:to Corredor Bioccúnieo entrai. /1. comitiva per­ correu 270 quilôme­ tros de distfocia de carro, saíram de LO 1/1. PL/1.T/ e chc- garam 11:i 'olõnia Carmelo Peralta e po,tcr1or111cntc a Por­ to Murt1nho por uma estrada de chiio. que também e um, ou sera um braço da estrada "bioceânica" /1. COllllll a fot composta pelas se­ gu111tes autoridades· Andreas eufeld (Ge­ rente Geral de Vendas para /1.ménca Latma), David Sawatzki (Ge­ rente Geral da Socie­ dade Cooperativa Chort111er Kom1tee. Striessen Wlh (Mem­ bro do Conselho Ad­ mmstratvo e Henner Tows Abraan (Mem­ bro do Conselho Ad­ mumtstratvo da referi­ da cooperatrva ). que e denom111:ida ele So­ ci cdadt• Cooperati­ va e Colonizadora Chor1i11.cr Kornitcc Ltda, também cha­ mada ou conhecida de Colônia Menonitas de Loma l'I a ta. Prír:i11a-06 25 DE AGOSTO - DIA DO SOLDADO O 10º RC Mcc realizou na data de acima, bnlhantc solcmdade com o obJetro de ..:,altar a figura do Marechal Lu1s Alves de Lima e Sih a, o Duque de Caxias - Patrono do Exército Brasileiro, alem de outras comemorações ;btéria e flagrantes na ('olun:1 "UOTAS [ COTUR:"iOS", na P:ígina - 02 Mato Grosso do Sul adentrara no novo mlêm1o marcando. de m:me,r:i. his- 1Ónca., a transformação da gc-sliio publica. cnlcrranclo o velho e esgotado mode­ lo de admmmrstração fecha­ do em sr mesmo. do tpo "caLxa-prct:1" e suscit:ll1do a Tebet g ante que e dos pela CPI serão p s O Presidente da Comissão Parlamen­ tar de Inquérito do Judiciário, enador Ramez Tebet (PMDB- ). afir- mou que a Justiça não falhará no julga­ mento do crimes que estão sendo apurados pela CP!. Em entrevista à TV enado, o enador explicou que não cabe a uma com - são parlamentar de Inquérito punir cri­ mino os ou pessoas que cometeram irre­ gularidades. Concluídos os trabalheis da CP!, no dia 05 de outubro, os resultados se­ rão envidados ao Ministério Públi­ co. Caberá ao ór­ gão fundamentar denúncias a se­ rem enviadas aos tribunais compe­ tentes, observou. P:ígina-03 Er.fim, boas notícias para os mutuários da CDHU Página-03 Vejam como é fiel comprar no Supermercado Arco lns A16n do melhor n1cnd1111cn10, do mcnor preço d:, cida­ de e do prazo de 40 dias ou 5% de descon1os nas compras a vsta, aceitamos os T,quacs ('alcok. 'Jlc Alimcmaç.io. Che­ que Cardápio Alimentação. Ticket Alimentação. Correios mentaçã0) e Caniio de Credito VISA (todos) A p:1r11r de ho;c. ,ocê e a sua familia terão mas uma facilidade a sua disposição a0 fazer suas compras, você terá a opor­ tunidade de programar o pagamento das suas com­ pras, com a d:tl!l que você recebe o seu salário. Supenncrc:ido Arco iris- c:nirbcm p:irascnirsemprc. Rua Duqu~deCa:ria.s, oq. ronrA,: TrodoroSati,·a -fi./39-/958 )s membros visitantes na Colónia arme/o Peralta: da eq. para direita: Penner Tmn Abraa11m, StrÍl.'ttll Ili/li, Ftá,io Queira:., Da,·id Smmr:/.i e Andrea eufeld G ve artici Senador Rame:. Teber Vereadores do PT preocupados com a falta de segurança em Porto Murtinho Os Vereadores Ozório Miranda dos Santos. Josê Agui!éo e Darlcy José, todos do PT. em requerimento apre.._~tado i Mesn da Câmara Municipal solicitaram que seja encaminhado ex-pcdiente ao Secretário de Segurança Publi- ca Est dunl. Franklin Rodrigues Masruha, co :ópia ao Governador Zeca do PT e ao Cmt da Policia Militar de Jardim Amguri Catelly de A!cintara, olicitando pr idéncias urae:itcs no to me J s.:gurnnp pú­ blica em Puno i urtinho. P:íg/06 o ar, ação soc·­ ovo tempo o s p:.irtic1paç:io populJr t:111 todos o, J11c1, do poder estadual, cone! ·do a sociedade a er 1 seu propra de fato. a , ,da dn ul­ matogrosznse. Lato da r­ cbdc quando do wmpo. do empresano ao trabalhador assalanado. se te>un. a a apenas produnr e pag.ar 1n­ buto<. O povo era sempre alipdo cL., dcc1'-Ôes qu.: mais lhes danam respeto Fechado, cm si mesmo,. gm crnando ele forma aulont:ina. be111 no estilo "sete haves". os go, ernos anlcrion,, n:io se apt:rccbcrarn que o "locus" do poder , cm. rapidamente. se deslo­ cando do g:ibmcl..:s para a sociedade. mcd1an1c a panicipação popular. F.:­ nômeno este que se re­ pete em tod as partes do mundo. P:Í)!Ína-03 Yendas de Bebi­ da quentes e gelada : Brahma e Skol Entrega a domicilio • • 1 -- -------·---- 25 DE AGOSTO- DIA D·O SOLI)ADO O I0° RC Mec realizou na data de acama brilhante solemdadre com o objetivo de exaltar a lura do Marechal Lurs Alves de Lima e 1la o Duque de aria- Patrono do Exército Brasileiro, além de outras comemora,Ó€s Nn fotu a esquerda, o momento em que os muh­ tarcs abaixo 11on11.:ado;, ag.rac1ados com medalhas mililares, prc;1am con11nência perante a 13andcira Nacional. Mc,lalha e Passador de Prata - Concccida como reconhecimento aos bons scrviços prcstados durante mais de 20 anos aos: - Maj Cav José Maurício Pnrrcira Codho; 1° Sgt Mauro Pompru Feiice Moreira. José Sol:rno Langcndorfcr Barbo!,; c Roberto 'iccntc da S1la, !kdalhas e Passador de Bronze - Conccd1da como rcconhccimcnto aos bom ~er iços prcstados durante mais de 1 O anos aos: 3° Sgt (s): Lecine Ma­ tos da Silva, João Carlos Cardoso Laranjeira e Lucine Pereira Leitr; Cb(s) Lurs Colins Barbosa Pinheiro. Waldimir Silva Grubert c Patrocínio iledina. lledalha da Vitória: Concedida pela Associa­ ção dos Ex-CombJtcntcs do l3rasil - Seção do Rio de Janeiro, como reconhecimento pelo rclc,·ante intercssc dos feitos de nossos ex-combatentes e pelo cxcden­ te trabalho n:alizarr.;:.dJl-tr-.J!.mA"i•rtis 2.u. 1 ~d..,.,.:üo' ~· Mensal: RS 15,00' anãs da Jorrai, senasceres,,.,'eertum nece««arame"e Esse Ao.o.e~; " Casa Veterinária Criação ·6. ±='.. _.,,. -::.---~-....... Ramez Tebet garante que crimino- Governo Popular punidos participação soei­ al, um novo tempo sos apontados pela CPI serã O Presidente da Coms ão Parlamentar de Inquérito do Judiciário., Senador Ramez Tebet (PMDB-MS), afirmou que a Justuça não falhará no julgamento dos cnmes que estão sendo apurados pela CPI. Em entrevista a l V Senado, o Senador explicou que não cabe a uma comissão parlamentar de Inquérito pu­ nir crírnínosos ou pessoas que cometeram irregularidades Concluidos os trabalhos da CPI, no dia 05 de.: outubro, os resultados serão envidados ao Ministério Público. Caberá ao órgão fun­ damentar denúncias a serem enviadas aos tri­ bunas competentes, observou. - Não temo que a Justiça seja benevolen­ te, porque a sociedade está vigilante. Ninguém está acima do bem e do mal - disse Tebct. Conforme o Senador, o desenrolardes­ sa Comissão Parlamentar de Inquérito acabou contratiando expectativas pessimistas sobre um eventual confronto entre os Poderes Legislatívo e Judiciário. Apesar dos fatos Enfim, boas n os mutuários Laerte Tetila; Joio Gran­ dão; Pedro Temei O bombardeio que fizeram par címa do Go­ verno Popular cm relação à transferência da carteira ímobiliária para a Caixa Econômica Federal, prcs- cinde de uma analise de nossa parte, até porque, é salutar que o leítor cheque as várias versões sobre o assunto. Senão, vejamos. Anunciaram que, uma vez fechado o negó­ cio, a Caíxa Econômica iria "cair de pau" em cima dos mutuários inadimplcntcs, pois os mesmos não gozariam de nenhum desconto e não poderiam quítar as suas casas. Acontece que o apocalipse não está tão pró- • ximo. Os mutuários inadimplentes também re­ ceberão propostas de des­ ' contos para quitação de suas casas, sem nenhuma discriminação. Disseram que os mutuários com "contratos de gaveta" iriam "para o vi­ nagre". porque a Caixa não iria regulariza-los jamais. Faltou o bom censo, por- • que os mutuários que tive­ rern "contratos de gaveta", , poderão regularizá-los, bastando ,rraisso que aten­ dam alguns requisitos, como: assinatura e firma reconheci eh. 1 Criaram desespero nos mutuários ao dizer que a Caixa Econômíca iria al­ terar os contratos e subir as prestações. Foram mal­ dosos. Pela lei, os contra­ tos jamais podem ser alte­ rados. Pode, sim, haver propostas para beneficiar os mutuários, tal como está acontecendo. Alegaram que a car- graves dc§vcndados pela CPI, o Presidente da Comis­ são acrcdíta que o temido confronto não ocorreu e que as investigações aconteceram em boa hora para o País. tícias para C HU teira da CDHU era como a "galinha dos ovos de ouro", que dava lucro mensal de R$ 150 míl, portanto. não deveria ser vendida Só que csronderam dos mutuários que é exatamente comes­ ses RS 150 mil que a CDHU paga as suas despe­ sas de água. luz, aluguel, combustível, telefone e. inclusive, a folha de pagametno de seus 80 fun­ cionários. Afirmaram, publica­ mente. que os mutuários da CDHU com prestações de até R$ 25,00 (e que pode­ rio quitar suas casas com o valor de apenas cinco prestações), não passam de cinco mil. Erraram, pois serão onze mil os contem­ plados. Disseram, tam­ bem, que cm Dourados não existe nenhum mutuário nessa condição. Erraram de novo. Em Dourados, só nessa condição, existem 312 famílias a serem efe­ tivamente contempladas. Alardearam que os mutuários com prestações acima de R$ 25,00 não te­ riam nenhum beneficio. Isso também foi pura enganação, pois, para esses mutuários, os descontos, para fim de quitação de suas casas, poderão atingir até 50% ou mais, dependendo do caso. E mais: o saldo de­ vedor que restar, após o des­ conto, poderá ser liquitado com o FGTS, algo que a CDHU jamais poderia fa­ zer. E para quem não dispõe de FGTS, o saldo, após o desconto, poderá ser divi­ dido em parcelas Anunciaram a de­ missão dos 8O funcionári­ os da CDHU, bem como o despejo, cm massa, de seis mil mutuários, em 90 dias. E, ainda. não satisfeitos a com tamanho absurdo, su­ geriram a i nscnição, na Cai­ xa Econômica, para quem se interessasse pelas casas desocupadas. Cabe lem­ brar que o Governo Popu­ lar Jamais pensou cm de­ mitir os funciomínos da CD!IU. e quem despejou os mutuários até agora fo. ramos governos passados.. O que precisa ficar claro é que foram feitos 521 despejos nos últimos quatro anos. Também ou­ rros 500, que já estavam programados pela CDHU, no ano passado, seriam executados ainda este ano, através de ordens judiciais. O que não vai acontecer gra­ ças a presente negociação, entre o Governo Popular e a Caixa Econômica Os despejos foram suspensos por seis meses, praz.o em que a Caixa estará renegociando com os mu­ tuários. ofcrecendo0lhes esses e outros beneficios, exatamente para evitar os despejos. Disseram ainda que o negócio feito entre o Go­ vemo Popular e aCixanão foi discutido com os mu­ tuários. Ora, quem partici­ pou do processo ou acom­ panhou pela imprensa sabe que foram feitas várias au­ diências públicas, tmto em Câmaras Municij)3is quan­ to na Assembléia Legislativa. Inclusive mui­ tas das propostas levadas a Brasília resultarnm dessas audiências e foram acata­ das pela Caixa A determinação do governador Zeca do PT para toda sua equipe foi cla­ ra: se o negócio fosse tra­ zer algum prejuizo para o mutuário não deveria ser feito. Mas, se fosse para beneficiá-los. a transferên- ·eia deveria ser concretiza­ da. A orientação do gover­ nador foi scgwda a risca, e o negócio foi fechado. Alegra-nos esclare­ cer que essas e outras van­ tagens, que já estão ao al­ cance dos mutuários, só se tornaram possíveis porque o Govemo Popular (junta­ mentc com 19 deputados estaduais) teve à coragem de transferir a carteira imo­ bi liári a da CDHU para a Caixa Econômica F edcral, tal como já o fizeram ou­ tros govemantes de outros Estados. A partir de agora, de fato, esses mutuanos re­ ceberão os beneficias que se enquadram na Medida Pro isória que trata da ha­ bitação, que por sinal, ven­ ce no próximo dia 31 de dezembro. Caso o Gover­ no Popular não tivesse agi­ do dessa forma. os mutuá­ rios con ti nuariarn abando­ nados, arrastando enormes dividas, como nos gover­ nos passados. ão sabemos como ficarão aqueles que cria­ ram pânico no mutuário, distorceram a opinião pú­ blica e praticaram o tenro­ rismo contra o Governo Popular. O que sabemos é que os mutuários ficarão bem. Aliás.. muito bem! Laerte Tetila é Mestre em geografia/ USP e deputado estadu­ al pelo PT e líder do go­ verno na Assembléia Legislativa. João Grandão é advogado, bancário e de­ putado federal pelo PT. Pedro Temei é ad­ vogado, administrador de empresa, engenheiro ruecãnico e secretário estadual de Habitação e Infra-Estrutura-MS. f.4o Gros o do au ade utr a no novomlerio my t- do, de mura hs r mm, o pubh entrando otado modelo de ai nrtrz ão f h do em a mismo, do tipo "i roa it doa partw.nu popular em todos o nwvs do r estadual, conlamando a soda!e do seu próprio destino De fato, a wda do povo ul­ matogros ense, tanto da cidade quando do campo, do empreano ao trabalhador as lanado, se resuma a ap' nas produz e pagar tributos O povo era mpre alyado das decisões que maus lhes dzamn respeito Fechados em a mesmos. governando de forma autontaria, bem no estilo "sete chaves" os governos anteriores não se aperceberam que o "locws" do poder vem, rapidamente, se deslocando dos gabinetes para a sociedade, mediante a participa ão popular lenóme­ no este que se repete em todas as partes do mundo Todavia, o ônus de décadas de exclusão de parti­ cipação politca decisora, custou muito caro a nossa sociedade A estrutura admmmtstrata ate muito recn­ temente em vigência, se valia da teora dos velhos co­ ronéis, o que equivale dizer das praticas das verbas secretas, dos superfaturamentos, dos desvios de fina­ lidade, como 110 caso dos 1,7 milhões d.1 Sanl.1 Ca,a de Dourados. dentre outros tanto, outros desmandos E o legado ai está mas de trezentas obras inacabadas e uma divida de 2,7 bilhões de rears, divida essa que sangra mês a mês o tesouro do Estado São 15 milhões, aproximadamente, a soma que o atual Governo Democrático e Popular é obngado a desembolsar para a União, todo mês, ainda por conta daqueb polít1G1. Corno se não bastasse o ônus de tamanha divida. temos que amargar a perda lamentável e 1rrep:ira cl do patrimônio público, como foi o caso da venda da Enersul, ano passado, e, ainda por cima, comi,er com C<.·nlenns de obras inacabadas, espalhadas por todo o Estado. Os RS 15 milhões que são subtraido do Estado, todo mês, por conta da divida herdada. se mul11plicam por dois quando somados aos R$ 15 milhões de lucro mensal que a Encrsul dava ao Estado Esta ,enda foi um ato arbitráno e irresponsável. Detalhe: o povo, a sociedade, não foi consultada sobre a necessidade dessas obras (inacabadas). tampouco sobre a , cda dJ Enersul. Vai daí que, em média. são JO milhõ.:, nc­ nos para o Mato Grosso do Sul imestrr. a1u:.ilm. ,te, em bolsa-Escola. Banco do Poo. Saúde. Educaçi;o. Segurança, Saneamento, Agriculrura Familiar Todavia, o novo governo. em menos de onto me­ ses, tem sinalizado com determinaç:io o c:unrnho da modernidade administrativa, ao abrir ,ános c:mais de participação social. Por exemplo. no Conselho de Gestão Financeira. em que servidores e entidades já têm assento para acompanhar o fluxo de caixa do go­ verno e para deliberar sobre a concessão dos chama­ dos Regimes Especiais para empresas. uma comissão foi criada, incluindo representantes de enlldades da sociedade civil. fato que tem eliminando os espaços de manobra desta que era tida como uma das maiores fontes de sonegação fiscal deste Estado. Pela primeira vez, prefeitos dos 77 Municípios podem acessar e obter extratos diários do repasse do ICMS para a suas prefeituras e o Governo Itinerante, mensalmente. ouve e presta contas aos prefeitos. , o­ readores e diretores de entidades do interior. Urna Ouvidoria (fone: 800-3200) foi criada para receber cri6cas, sugestões e denúncias, e "outdoors" expõem a síntese das finanças do Estado Conferências, como a realizada pela anesul, con­ sultam o povo sobre Saneamento Básico e Meio Ambi­ ente; a Constituinte da Educação consulta a comunidade escolar sobre o novo modelo de educação para o Maio Grosso do Sul e as audiências públicas (dentre elas as que trataram da avicultura, dos produtos transgénicos, da saúde mental, do trabalho infantil, da c=_.ira imobili:i­ ria, da agricultura familiar, da segurança públic:i. da cul­ tura, da barragem da CESP), jamais aconteceram com tllnt:1 freqüência e estímulo go eni::mencl Também, via Intemet, estão disponibilizadas todas as licitações feitas pelo Govemo. tanto para o Mato Gros­ so do Sul quanto para o mundo, fato inéd:1o Por fim. ima­ ginamos que o Orçamento Paricipativo, a consultar, neste primeiro ano de Governo, cerca de 38 mil-mzo2rossenses sobre o destino a ser dado aos impostos arrecadados não só chamou o povo a construir um novo modelo de astão da coisa publica, compartilhada e modera, como turbem inau­ guru a Era da Participação em nosso Es: ' " Laerte Tetdla é professor'geografo e deputado estadua! pela PT " Lula Carlos Ribeiro e arquiteto e Gr. Rg. da Sanes ul Douradas , AS (ABA } sta fruta de rara estrutura e de maravilhoso aroma procede da Amérca tropical, mas cul1- va-se também noutros paises de clima tropical e subtropical A perene ra11. do :111:.111:1, (,lna11a sativa) produz uma roseta que con,tu de un1 eixo central com numerosas florinhas isoladas, cujos frutos com as folhas de rc obr1mc11to convcr11das en1 ponta e o 111esmo eixo cons11tu­ cm a fruta amarela sem semente Composição Pode ser considerada como ali­ mento e corno remédio Possui, além disso, urna característica de grande valor cm medicina que a dis­ tingue da outras frutas Vejamos, cm prnm:iro lugar, a !.irnples :máhsc química que nos on­ cntará sobre as principais matérias que contém. Proteínas 0,5% Go~urn . l lidratos de carbono 13,9% Água.................. . 83,6% Ácidos de fruta. . .... . .. 0,67% 1 ,t.c suth: h I C'> Calonas 62 D)isto mesmo podemos dedu­ zr que orn um grande corncudo d<: agua tem, contudo, um ,alor nutrrtI­ , o munto bano e, por conseguinte, o indice de calonas é muito reduz1- do. f:ntrc os n11ncrni conhecido'> não se destaca nenhum em especial e é muito l11nitado o cxce '>0 de ba­ ,;cs produ11dos pelos elementos con,titutivos :ícidos e b::isicos. ln­ clu'il e, o ccmtcL1do de v11am1n. s co­ nhecido até agora é mínimo. Substituto do Suco Gástrico Os ananases d1st1ngucm-se das outras frutas porque possuem no seu suco e em quantidade abundante fer­ mento albuminóidc que tem a espec1alíss11na propriedade de sepa­ rar as proteinas dos alimentos faci­ litando-lhes a digest.io, o que é mo­ tio suficiente para lhes dispensar­ mos o nosso maior interesse. Pode­ mos aproveitar a característica do ananás de diferir as proteínas, tra- l , h<• i.: 'c r lCh .. os, para on t 1 '- • J .i de estômano fraco ou doente. com suo gastnco pobre ou carente de acdos, possam retirar da: prote­ nas o scu valor aliment r, ubtutu­ mdo o suco g;.1tncu pelo suco de ananás Mas há que ter sempre cm wnta que só o su1..o lro.:,w do anJ­ nás é que possui essa caractenst!­ ca, sendo portanto mnuteis todas a conservas correntes de ananas Qual­ quer emprego de calor dewo, a for­ a digestra da proteina, por esta relacionada com 05 fcrmentos ou enzimas de grande sensbthdade Além disso, diga-se a título comph.:­ mentar, que Já por s1 mc5ma :.i comi­ da e a bebida mullo quentes dificul­ tam no seu trabalho os fenncntos di­ gestivos que se encontram na sali ::i e nos sucos gastncos ou 111tcst111:.1I. reduzindo-lhes a eficac1a. o que lam­ bem acontece com mullos dos mo­ dernos remédios químicos. O cu1- dado a ter com respeito à destrur­ ção de fcnnentos pelos tratamento fannaceut1co é provavelmente mais importante do que se supõe f r l : tnas, relacionada com a f . •, de sucos ou acudos u ,,.1 1 L tricos. praticamente em todos casos de n apetência, sermo-t de suco dr ananas Ir +o, qu € mesmo tempo refresco e medi rner,to e pode substituir em todo ,, seu valor o uco gastnco, mediante urna melhor d1 v,1.10 e um m ·lhor cuidado com a mucosa do estima­ go avorece-se o fortalecimento do enfermo e com '""º 1:unbcm h1 d..: melhor,1r a -.ua ,.wde ou por, entur.1 podera rct.upcr::i-la i: cur10o notar que nem n 1 Amenca, nem na Europa se empre­ ga com frequência o ananás na al­ mcntação do lactentes A minha opmm1ão e que o ;uco de ananas fresco dluido por causa da sua força para J digestão de proteinas, resulta num al,oso :.iuxil1ar n:.i ::ihmenta­ ção do lactente, sobr<.:tudo se este snfrt·r de transtornos diges­ ti, os, podendo por isso reco­ mendar-!>e a especial atenção dos puericultores AGENDA MÉDICA Consultório Dentário Dr. José A. Alemeida Clínico Geral • Especializado em Odontologia estética - Restauração Prótese em geral -Trata{llento de canal. Ruo: Prc•ldcntc Vorgu. N" 480 Gula Lopc• da Loguna - MS CEP 79230--000 e Ultca-So,og,af;a Méd;:d~ ;! d Eletrocardiograma (laudo via fax de médicos especializados) . Dr. Gustavo Rafael ~, Boccia -Dr. Rcn ,o de Souza Rosa ~ ~ Ultra-Sonografia Abdominal, • Ultra-Sonografia Transvag1nal; l ( Ultra-Sonografia Mamária. W• f Ultra-Sonografia Pélvica, • Ultra-Sonografia Renal; • Ultra-Sonografia Obstétnca. 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Cpcc1almc111c o Sr Arno Vcrncr Filho da Fazenda Cervo, que doou uma Nov­ lha e o Sr. Valdir l'radclla, que doou u,n carnci10 /posa partido as duas cq111pc quc 11/l:­ ram a r,nal. rcal11ara111 cm co11Ju1110 uma gran­ de festa de confratermzação no rcc.:11110 da Escola Municipal João Jose Flamenguinho Campeão ·rosé Gregoro de Barros •>,lln,,·.i1 na Luca Gomes dos Santos li( 11 - 1· 1 Causas Cíveis Criminais Trabalhistas e Contratos A Duque de Cai a- 22! • Fundos Centro ·Jardim. M>. Fone 0867) 251-319' Coordenadores Raul e Joaquinzão, com o assadores Antonio, Cator e ete Colunista Ir ---:-_y- Fe1t11 de confr11terni:11ção na Escola JJLS 1-Advogada l eal Regina lopes D)utrs OAB- M$ 6440 Causas Civeis, Trabalhistas, Direto de Familia Fone/Fax (D __ 67) 251-2194 Rua Ary Coelho de Oliveira, 201 Jardim Mato Grosso do Sul -1- Escritório de Advocacia Ora Vtlmi! da Slva & Ora Luc,mar P Veiga OAO MS 2 !)7-4 O OAB .... '..S 1 454 PMDB ealizou encontro em .Jardim ~-Advocacia Dr Marcus Antômo Rurz Çausas Civeis, Criminais, Contratos (067) 251-1012 ogado Sidnei Escudero Pereira OABIMS 4 908 -1- Advogados Dr. José Atanas,o Lemos Neto Ora. Luciana Branco Vieira +tara3@oram mentor cor Jardim. MS - Rua Mal. Rondon,638 Esc. 251-1245- Res 251-187.:1986-5042 Campo Grande. MS • Av. Mato Grosso, 3283 - Sta. Fé 726-2503 / 981-6397 -1:- Escritório de Advocacia Dr Nelson Chagas O4Bv7494 0A4" Causas. Civeis, Cnminais, Administrativa o Traba!tista O MS 7025 Juan Paulo Medeiros dos Santos OAI MS 7IS! Pa ifica De Carmem Lino <Ít' ./e EEEEETE ~ Escrit~rio de Advocacia -=- Heron dos Santos Filho a Pães - Bolos - Biscoitos - Doces - Salgados Frios - SucO.' - Bebidas em Geral . Rua Dr. Corrêa, 736- Centro - Porto Murtinho/MS - (0_ _67)287-1224 OI> P:l.1I>!I r 1 .rad.,1• l 1 '. Ido ,. , ~e l J J .. 1'.J ... t U ,..1 ( [ i u fl J..ad,• Jo,O:.Collrl 1.1< (d , h ,J () l>r • J nte do Dretoro do PMD d Guia l ,,,,, da Launa, Paulo de Olr ira, informou que a hhou cota de I0O pe soas nos ultimo dia e neste cnontto de hderan .._ 011110, ,m JJII/, tesa inaram a ficha do partido q e esta preparando para as eleões de 2000 PT elegeu diretório e delegados no domingo ndré Luiz Avalo- Da Sucunnl rlcJ.,rd,m O Partido dos Trabalhadores de Jardim- PI reunru o, filiado . cerca de 200 que estiveram aptos a votat para eleger o no, o diretório e o, delcµarlo, do partido. Ili> n<1d1 • tório da Unidade da U[· MS O Presidente do Partido, iilaro I crnandc~(V,1,0) informou que duas chapas já haviam sido apresentadas pata participar da eleição Uma lidcr.,da pelo professor D)arlan IJenitc:1 Moreno e a outra pelo l 1111cmnano da anesul Chiqumho Ribeiro os bastidore do P,u<1do 101 coµ1tado a apresentação de uma terceira chapa esta formada pela ala frminina do Partido Os no, o Delegado, do Pardo esta­ rão pa11icipando no próximo dia 23 de outubro dn ,:nwlltro estadual. cm Campo Grande. para a ckiç,io do Ductono Estadual do Partido O PT que conta com um 1crcadorna Càn~1ra, ~rn,io Loiro. tem o propósito de eleger o proximo prefeito e pelo mcno;; 0-I vereadores. Segundo Ram;io l~Jiro o duetóno ti:m nos grupos, ários nomes que poderão ,er indicado, para disputar a eleiçào majoritária, dentn: ele, cst.i o Diretor do . Dersul. Orlando Damasceno, o Comerciante Sérgio ~ilJ Rosa. Dr. Celso Arruda. Albeno Cc',;lr Morai~ de (an.alho (IJataclan), e o próprio Rarnão Loiro Promulgada a lei que proíbe instalação de barreiras eletrônicas O presidente ela Assembleia Lcg1sla11, a. dcpula• do Londres Machado, promulgou a Lei nº 1 992. d.: 31 de agosto de 1999. que proíbe a ,mtalaçào de bar­ rciras eletrônicas para o controle e fiscaJ17ação do trânsito nas , ,as públicas do :'v1ato Grosso do Sul O projeto de lei, de autoria dos deputados Antônio Carlos Arroyo e Paulo Estc,ão (que não se reelegeu). ambos dos PTB, foi apro, ado pela Assembleia Lcll.islati, a e ,·ctado pelo então governador Wilson Barbos; Martins O projeto retomou ao Legisbtlo. que na semana pas­ sada derrubou o ,·eto do Executo Não tendo a no, a lei recebido sanção. coube ao deputado Londres Ma­ chado promulga-la. colocando-se em vigor Pela lei_ publicada no D1:ino Oficial do Estado. cm sua edicaçào do dia lº/9. fica proibida., no Estado de Mato Grosso do ul. a il1St:ll:içào de barreiras eletrôni­ cas. denomin:ldas fotosssensores e lombadas eletrôni­ cas, para o controle e fiscalização nas ,ias públicas. O equipamentos que se encontram cm fun ionamento de­ verao ser desativados no prazo máximo de 30 dias. O descumprimento da lei =etar:i :i ;ru,.oricbde de transito responsável pela instabçiio/ desrivaçiio. mulw de 150 Uferms por dia, por aparelho n:io des:unmlo. O dinhei­ ro achindo da multa sera recolhido ao Fundo Es:adu:lJ de Repar.ição de ln1eresses Difusos Les.,c!os. Ainda em de­ corrência da nova oonn:i, ficam anistiadas as mulI.'.IS impos­ tas por infrações flagrad.'15 atrm-és de fo: res e lom­ b:id:is eletrõnicas, com a cb oluçiio cios , -:tlores reoo!hidos pelos contribuintes., cb icla;nente corrigidos. As Duque de caiar, 6o7- ceuro - Terra (067)251-1130 __g cE7voo-rios. i&±ErssziG l Gsou-RS 1,38 TROCA DE Ou:o - RS 7,50 (3 LITRO ) Fonc/ax: (().. • 6i) 439-IHJ - BEL-1 1 /. rt. lJS --- - -------~--- --- -~~ PROMOÇÃO Com as de e o s • VI • 1 aram Porto Mur n o No dia 20 de Agosto, uma comitiva de menomitas (descendentes canadenses) visitaram Porto furtinho, eles foram recepcionados pelo pecuarista Flávio Queiroz que é também colaborador do l'rojclo 'arredor 13 iocci111ico Central. comitiva percorreu 270 kil0metros de distancia de carro, sairam de Loma l'lala e chq;,1rnm 1111 Culonia Carmelo Peralta e poslcriormcnlc u !'orlo Murtinho por uma estrada de chão. que tamben, é um. ou ~er,i um braço da estrada "biocc,inica". comitiva foi composta pelas seguintes autoridadcs: Andreas 1 culi:ld • Gerente Geral de Vendas para América Latinu: David Sawatzki - Gerentc Geral da Sociedade Coop.:rativa Chortitzcr Komitee; Striessen Willi • Membro do Conselho Administrativo e Penner Membros visitantes da Colónia Carmelo Peralta, da equerda para a direita lenner Tows Abraan, Striessen ili, Flávio Queiroz, David Sawatzi e Andreas Neufetd Tows Membro do Conselho Administrativo da referida cooperativa, que é uenominada de ocicdauc Cooperativa e Colonizadora Chortitzer Komitee Ltda, também chamada ou conhecida de Colunia ll·knonita, de Loma !'lata. / visita Cfl10, f 1l l l, O governo do Estado de Mato aro o do ul atrave de financiamento junto ao BIRD Para o pecuarsta H lavro Queroz ese intercâmbio comercial com os menontas pode trazer grandes beneficios p,HJ Porto !ur11nho e toda a região Sudoeste, porque vão se adquirir produtos de ponta e de preço. com isso o movimento comercial vai crcscc:r muito cm nossa região. • Fiá, io QuciroL tem viabilit.Jdo a vinda desses menonitas de origem canadcnsc para Porto Murtinho. com intuito de comerciali1..ar os produtos dc impnrtaçJo e exportação de matáias primas, essa política tlc intcrcâmb10 comercial regionalizado tem dado resultados satisfatórios cm todo lugar do mundo onde foi adotado. erado muitos empre o e rendas as populações pertencentes de cada regido e não tenho dúvida nenhuma qu aqui cm Pono Murunho e região não sera diferente. essa politica de comércio rcg1onaliz.Jdo, princ1p.1l111cn1c entre p.11-.c, diferentes pode ser a altcmati,,1 p.1r,1 rnin1m11.1r o desemprego que assola o pais, finalizou o pecuarista. LOMA PLATA (cicl.1dc) e a '.-.OCll· D/O[ C O O P I R , l l V A COLONIZADORA CI IORTJ'J ZER KOMHEE LTDA. está localizada no DEPARTAMENTO DE BOQUERÓN NA Rl:l'i°IIH.ICA DO PARAGl IAJ. c:,tá a 270 km dJ Colúnia Carmelo Peralw e Porto Murt1nho. se fomiho kuut VEREADORES DO PT PREOCUPADOS COM A FALTA DE SEGURANÇA EM PORTO MURTINHO Os Vereadores Ozório Miranda dos Santos, José Aguiléo e Darley José todos do PT. cm requerimento apresentado à Mesa da Cãmara llunicipal. solicitaram que seja encaminhado expediente no Secretário de cgurança P,1blica Estadual. Sr. Franklin Rodrigues Masruha. com cópia ao Govemador do Estado José Oreirio lliranda dos Santos e ao Comandante da Policia llililar de fardim Sr.Amauri Catelly de Alcântara, solicitando providências urgentes. no locante a segurança publica cm nosso município. Em suas justificativas os Vereadores do PT, disseram que: como é de conhccimcnlo de todos. o índice de criminalidade e de ,andai ismo tem sido alam1ante nos ültimos dias cm nossa cidade. As gangs agem por todos os lados d; cidade. enquanlo que a Policia Civil e Militar ficam impossibilitadas de atuarem e garantirem a segurança da comunidade. por diversas r.uõcs. / Polícia Mili1ardcsta cidade que j~ linha um quadro de cfrtivo bastanlc reduzido. sofre,; recentemente a baixa de quatro elementos da corporação, os quais fornm transferidos para outras localidades. embora pedidos insistentes desta Casa tivessem sidos diric.idos a, au1oridades compelentes. alenando sobre os problemas dessa natureza. Ocorre. que ninguém foi lransferido para esta cidade. cm conlra panida aos daqui lransfcridos. dificultando ainda mais com isso, a ação da policia. isso sem consic!crar que a Policia Militar encontra-se cm via· • 'i: mai, de dois meses. A 1 , 1· · e· ·i Em indic.içào.aprescntoda à Mesa Dirclorn. aprovada o tta 1 . por sua vez, possui .seu quadro alualmentc . por unanimidade pelo plenário. o Vereador Adolfo Aguero apenas um escrivão e dois agentes de polícia.. os quais estão de - 1 . 2 , 7 • solici1icou que o Executivo Municip:il. com expediente com P -ntao. •~-4 horas. há mais de anos. tendo ainda que cuidar de mais de 10 presos, os quais cumprem pena na Delegacia. cópia ao Sccre1:irio Municipal de.Infra-Estrutura. providencia d h no sentido de que sejam assentado os lubos de concretos n• cn . portanto, um.anamente impossivel exigir dos mesmos r o . ~b d., confluência das vias de acesso próximo a residência do uma a,;ào mais eficaz. Diante di»o e para garantia da ordem pública pc'Climos às autoridades do Es1ado. pro, idências urgenlcs REIVINDICAÇÕES DO VEREADOR ADOLFO AGUERO VESTIÁRIOS PARA A PRAÇA DE ESPORTE DO BAIRRO FLORESTAL ,tm,és de Indicação. apre,cntada à Mesa Diretora da Câmara. onde foi aprovado, o Vereador Adolfo Agucro (PMD13) solicilou ao Executivo llun,cipal com cópia a Sccrclaria de Educação, no sentido de que sejam edificados 'e li:inos na Praça de Esponc do bairro Florcs1al. valgannenlc chamado de "Parquinho". Em sua justificativa o Vereador disse que: Inspira-se nos anseio, dos moradorcs do referido e daqueles que tem anexo com essa atividade, e também pela imponância que essa obra rcpreseniar:i para o contexto ócio culturnl e csponivo dessa comunidade. Outrossim. faço saber que fica aferido o meu endosso neste pleito, pois o fluxo de usuários dessa área de lazer é volumosa. o qual ratifica que quando aderência rcvela tamanha exprcssào é porque esta fortalece a convicçilo de que é necessário impor fomcntos às pessoas que valorizam e cultivam tal ali, idade como fonna de socialização, terapia e oulros beneficies afins. TUBOS-DE CONCRETOS PARA A RUA SALIM CAFURE mili1arda rcscr.a 'illamaior Em sua justificativa o Vcrcador disse que os munícipes tem a prerrogativa Constltucional de rei indicar e de conhecer as razões que cercam a impo,sibilidade ou que dc1cnnina as projeções para o aconlecimento das proposições que estes impclram. Quero dizer com isso. que os transcunrc, que por ali trafegam. por inúmeras vc1.cs 1cm nos inquirido o .. por qu~?­ csscs tubos eslào h:i muito tempo nas proximidade; do dito local, mostrando aparência de tolhimento face demora para solucionar o mencionado clamor. MELHOR EQUIPAMENTO PARA OS TRABALHOS DA POLÍCIA MILITAR Em indicação apresentada pclÓ Vereador Adolfo Aguerro (PIIDB) aprmado pelo plcn:irio. solicitou que sej:1 enviado expediente no sentido. com cópia a Prefci1:s Municipal. que urge melhorar as estruturas de trabalho do Destacamento de Policia Militar dcslc município. principalmcnlc. no tocante a provisão de uma viatura mo, ida a óleo e pro idências que objetivem promover o aumcnlo do efcti,o policial. Em sua justificaliva o Vereador disse que é publico e notório que os detentos ,cm ganhando em nossa cidade, face a impossibilidade de implantar medidas preventivas, invcstigati,·as e de abordagens. de, ido a ausência dos meios j:í proferidos. A população est:i cm pânico. eé preciso que o Poder Público imponha celeridade à gestão que intenta fazer a emers:io de soluções concreL'.lS para o estado critico cm que se encontra a scgur:mça publica.. neste município. Entendemos plenamente o int ·ressc e o esforço desses policiais. cm desempenhar e cumprir com as suas atribuições. porém. quando os problemas superam as forças do homem. este fica impotente para san:i-los. • ACONTECENDO EAJf /ARIJJM l'er: Alldrl! 1. ·- MiDIA E VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS mensaem de 111cd11 e mseeurança, repetida com 111,hlCm:i:1. pro 1110,,: O p.ÍIIÍtll ,. j 11t.tl,1 (1 ,rn11111c1110 de que o 111111Hlo ,q,i l111:indo do n>111mk. violência dos pobres o começou a chamar a at.·11 1 ;11111,1 ,oeicdatk q11.111d,, denou de ser endoviolência, mamitestando-se além dos bairros periféricos. conseguindo alterar a lrJlllt11liJJde dn, "cid.1d.lo,". Mas quando esses fatos incomodam a vida da classe 111,'di.1. ,1 ordem legal estatal di.:L pro: ente rn111 seu poder l'rrc,,i, o. .l.i a, inlência entre'" filho, J.i- "boa," f:Jmili:1, preocupou desde o inicio. J,nc11, bra,ilie11,e, que atearam foi;,, 110 indio Ja tribo Pata:-.ú. ,oh a j11,1if1eati, a ,k ti'-1,, confundido <:l1t1Jr:1 111,lllit,lll:I p,11,1 '"·' 111111111,1 insensibilidade dante do aprofund.1111c111n d.1, desigualdades sociais , lllll·1H.'.Ll 11,l"i ..:,col.,.., p.1,,011 ., ,...:r h..'m.1 ohrl)!:llllllll p.11.i a população A 111101,1 l'tllh1.•µuiu tnrht1 uir o lllµ.1r d.1 , inlê·11ci;1 o local do co111h.t1c .1 , iolCnci.1. ":nmn se esta estivesse claramente d,:li111i1ad.1 num c,p.1çn 11.1 ,nncJ.1de. l'ohre✓a. dwga,. 111,d.1mlr.1gcm. violência,. fatores apresentados CllllH> c11cn11tro da e,c<>la puhl1c:1. tidi:1 e dei1·0e, que e11trn11i1ar:1111 por ,ei;1111da , o ao l'rc,idcntc FI ll'. ce111,c~11ira111 prml111ir 11111.1 i.·:1tri1aç:in d:t 111ohili1:1çJn do poder 1:,1:ual cm prol do cnmhatc :1 , iolé11ci.1 na, c,cnla, dn p:ii,. ta,. P·'"·tda, a, eki1·lics. pn11co n11 nada foi feito por falta de recursos para , iahili,ar o d"rnrs,, : midia. 111ee111i, ,1 .t , 1oli:nt·1a de.: uma forma oh,cura· i11ílué11c1a Jc ,cnt111H:11to, IS produzem-se programa destinados a mostrar o a0, a Malta de segurança e as 1.>lhJ, d.1 1m11p rc11,d no llr,1'd ",111t•L1Cl11 íCIIIIC p,11, sacerdotes. psicolozos, etc p.1r.1 .111.1l,,.1r :t, 1olc:nn,1 dm 1111,cr.t c1, no llr:i,,I l'ur um,a sorte de negação, antes ú,: ch,1111.1r .1 ,o, icd de para pl..'11'.1r o J10llfll.' . ..,t.: urit.1 por mats segurança e [ustça. c111cmhd.1 rn1nn pu111çJo. l'ra lllh. lr.11.11111.:nln lhiullob!it·o. p..1r.1 ,,ut,,,,. carci.:r.'tn,,. ou. ,11t: 1x·n.1 de 1111•rtc. [)m. ('fc,111ia C11111am Canto Psicóloga C'.IU' H/008-17-7 lembretes valiosos 1c f.d.1r .. 1TT1 qui: .'f._tmo, 1rm]th 1 me chamaram de ,c.-h .1 •cm Indolente, ae.abundo. bugre 1 u>1h1JerJ111-,..: Ct 1h1..iúm. ,ur,:m11 , k l.1l.1r.1111 J,· 11•upJ,. de mor.ti e rmk1p11" 1 11,io,ou~1.1111,,lhar11th'>.!.'>lilh.h ,,,,ndc 10 l<" L<'íf"'' Me falaram de paz e amizade 1 trIEi'OR PREÇO Confira nossas promoções Ésó no Supermercado Criou/a ue pode comer ot os h '-..i.:r .. n t; pnf1,i...tn,. ol , tado l embrem- da tardes na, .l ,, 11rr r.t Dos povos de abundantes ,1il' 1,1' (h (JllJICUrll. (/1,11~. C,11 t.1 l,11 .1,• Naugang, Kam±oco, K itku. os crente Und'.' c,t:iu l.',h.·, po, 11' e tu to outros ()ue ,1, ccnt,·11.i- p1 .11.1111 P"' ,. 1" 1,·rr.1' 0 ( ok ,cu OU 1Uo .to ch.)o t' Oll ILI \.k I erra gemer e clamar por eus filhos l sabera qual foi o pteso da l.llll1\.:lh.l.) Enquanto oces lut.trcm por Jt1,d11.1r Empalaras, atos ou gestos de btano 1 b, ,·r.t ;:r1111, J..: de,c,r..:111 C dor fortes. mentiras e traição Que. ceata seus coraoes por não compreenderem O porque de tanto horror Aceitar um branco é o primeiro passo P..tra o t"h.'rm1n1<1 K ADI U DEI. CII CO J la Semana do, /:.n l'J>c:umm. cl,• IJC'ia 1'1,ra-MS - Al'A F. 22 a !Yl08/'l, '""" / !,'()/ / 1 /)(){ N f/1(), Comemorando eu deeele amn a to Ili.IA P)PtU'LAR comvda voe e a famila para ma«e t e1111111. ,,,,. 1,1 <: 11t1.lr11111•1tl ,1 ()/// /JfJI /( 1/J 1 , uma festa que completa I2 anos l /,,_ /li (11,/,, tllltJ b quem esta ajudando o desenvolvimento da nossa cidade e do novo Estado Paraos /+melhores H'reteto ereadore»e aos Deputado e Senadores de Mato orowo do Sul rão e11/rl'J!II<'" - • / /(()/·Ú ll .JCll'.11 /.{ l 111r.111 rl'u//lhe, 11t1c·11111 p,·/11 tral>u/1111 .!,•,, 111 "" ulrt un f 1 ('(}nt/llflclr.Jcl<' Reservas de Mesa r7)422u10/ Dia: /8 d,· ,,·teml>m J,· ICJIJ'I 1/om: :!! 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