• 
Ano. XXVI • N" 2 095 - 25 e 2G 
Bela Vista sedia es,a semana o E 
tro de Integração Brasil/Pa 
o 
gu 
vos próximos dias 
)0/0'1 e 01/10. qui11ta e 
sexta-leira, Hela Vista 
c,1.11.í ,cdi.1ndo 11 l:ncon1ru 
de Iteração Brasil' 
Paraguai, oportunidade em 
que II Prefeito Mun1cip.d 
Jo,~ Garib,tldi e o 
Governador do Estado 
Jose Oreirio Miranda dos 
Santos estatào 
ri:ccpdonando v.iria, 
au101 idade, do, 
Governos Feckrais do 
11rasil e do l'ar.,guai. 
Os ilinistros 
brasi kiros Jusc.: Snrncy 
Filho Meio Ambiente) e 
Rafael oreca (Esporte e 
lutl1110). ,1 1'1c,1dcnlc 
do ili :1, :larllia 
Ccrqut"1r,1. IJcrnJrdo 
Perieas (Embaixador do 
llr.1,il no PMaguai, l.u11- 
Gonales Aras 
(1 111h.1ix,1dnr do 
Paraguai no Brasil) e os 
li111stro, de 
Comunicação, Obras e 
de Agricultura do 
Paraguai, sàn a!--·• 
au1orid,1dc, que 1.kverJn 
p,1rticipar do Encontro. a 
ser realitadn no (irêmiu 
l'cdrn Ruíinu. 
Fntrc os assuntos a 
serem tratados nessa 
reuni.lo i111crn,ll1llnJI ..:111 
llcl.1 11t,1. e,tiío a, 
reivindicações do 
asfaltamento da rodovia 
Bela Vista Norte ao 
Cruce. abertura de um., 
estrada ligando Porto 
'.V1urt111hn .i f·iladclfi,1110 
1'.,ragu.11 e a preservação 
ambiental na reião de 
fronteira cncre os dn1, 
pJíse,. ,ncluindo-,t' ,, 
polémico projeto de 
reforma araria as 
margen, do rio ipn. m• 
lad,1 paraguaio, Como a 
própria denominação do 
encontro dz, es a 
importante reumlo bi­ 
nacional certamente ira 
promover uma Ol,IIOr 
1ntq;r.iç,io entre o, 
Governos do Paraguai e 
de Mato oroso do Sul. 
especialmente entre o, 
111unicirio, d.i regi.ln de 
fronteira dos dos países 
a foto ao lado o 
.linistrn do Esporte e 
Turi,11111 do Bra,il, 
lbíarl Greeca, que 
estará em Belu Vi,ta 
participando do Encontro 
de Integração Brasil/ 
Paraguai. 
Major Villasanti a 
o Comando da 3ª CIPM 
• 
UIDIU 
Capittio rllirio Vil/as(l11ti Romero(atual Sub­ 
Comandante do 3" Batalhão P,1/ de Dourados). Major 
Galicia (Comandante da 4" Cin.Eng.Comb. do Exército. 
setfitu/(1 em Jardim), Ct!I.Fra11ciffo Carlos da Sifra ,foreira 
(Cmt. Geral da PMMS) e o Major Hilto11 Vil/asa11ti Romero. 
agora Comandante da 3 CIPM de Aquidauana 
PANTANAL: Orro é favo­ 
rável e apoia mudança 
do nome do Estado 
O deputado Roberto Orro cm entrevista a um 
jornal da Capital. voltou a defender a mudança do 
nome de Mato Grosso do Sul para Estado do 
Pantanal. P:igina. 03 
No último s:ibado. 
dia 25. c111 iquidauana. 11 
Major l'11 lilton Villasa1111 
Romero assumiu o 
Comando da 3' Companhia 
1 ndcpcnd.:ntc de Policia 
lilitar. cm solc111dadc 
presidida pelo Comandante 
Geral da Policia :lilitar no 
Estado. Cel. Francisco 
Carlos da Silva i!orcira. 
, solenidade. 
realizada no quartel da 3° 
Cll'M. foi bastante 
concorrida. várias 
autoridades civis e militarc, 
se tizcra111 pr.:scntes. al~m 
de di,crsos familiar.:s e 
amigos do Major Villasant1. 
4uc residem 1111, mun11:ipios 
da reg1Jo Sud .. e,te. como 
Ilda Vista. J.,rdim. Guia 
1 ores da Laguna e Porto 
ilurtinho. 
, trtulo de 
infomwç;io. o lajor l lilton 
Vilbsanti Romero é im,iio 
do Capitão Jlirn• Villasanti 
Romero. que comandou com 
brilhantismo o 3 Pelotão PM 
de Ilda Visw pelo pcriododte 
cim:o anos. e do Capitão 
Mareio Villasanti Romero. 
atualmente lotado na 7' 
Cl!'il de Jard1111. Ao Major 
Villasanti desejamos 
sucessos cm sua nova 
miss,io. 
Semana Nacional do Trânsito 
RETIFIC ( .O 
'-·• matera entalada "[4Slo t II J'-. J 1< r >. 
C,11','-11 '>I Ili C., 11 ', 1 '>I 11' in< l I IH 1 
, ~L 1 '-  '-,( 10'- 1 l!<J IR \.I Jr 1 1 I Ili l , 
VISTA" veiculada na cdção d. u t na eta ara da 
Tribuna da Fronteira. pagma 04, het 1.' crr,, ,. • hto le 
uma<l,1' h1lth.nnc.k ,c lê "Prl'lt...1h• t.d.1 ta'rtur'± cmn,ata 
da Pátria" o correto e "Pretento tala :aabtr I en una 
Nacional do Iransto" 
a referida ateria tambem e-quem s de tez+strar 
a presença do Vereador Pedra Martins P'ires n o!midade 
de abcrturJ d,1 ',c:111.111.1 '.J!.'.1011.il J,1 1 r.-:. 11 , : ... , 111 111.1 11.1 
sede do Rotary Club sábado passad Nossa nus» ao 
ilustre edil. que na ocasião represent.as Poder Lcgrslato 
Mumtcipal, do qual ele e o I "'- ..... h.:'.ir1, 
Dácio Queiroz lança projeto de Consulta Popular 
em sua administração no município de Anton:o João 
Gcr.tldo f·crrcir:,, 'P:tulo Roe aro 
O Pref.:ito d.: Antonio 
João. D:icio Qu.:iroz Silva. 
instituiu no 5mhito do 
município o projeto 
Consulta Popular. para 
ou, ir a população e manter 
os trabalhos da Pr.:fteilUra 
direcionado; aos anseio 
popular. O Prefeito e sua 
cq ui pc vão aos bairros. se 
n.:üncm cnm mor.:idon.:s e 
pro mo, em debates abertos 
com :i comunidade sobr.: 
o problemas do local. 
colhendo ,ugcstõc~. 
Pá;!ina - Oi 
CONSULTA POPULAR 
Faleceu Tigernack Godoy 
Faleceu neste domingo. dia 
26. cm ampo Grande. o 
jornalisca TIGERN1CK 
GODOY. redator~ colunist,1 Jo 
Jornal Tribuna Popular. 
liodoy morou c.:m Rela 
Vist:1. foi S..:crc.:túrio do 
Sindi.:'110 Rur:il e um de ,eus 
funcl,1dorcs. colaboraJor cio 
Jorn:il TRIBU A DA 
FRONTEIRA. onde iniciou 
suas :itividad.:s de jornalista. 
S.:mprc inccnti, 011 a 
impr.:ns:i do interior. homem1 
ponderado, inteligente, amigo 
d.:di ado. deixa centena de 
amigos e J'amilian:s. a irnpr,·th,l 
d,1 interior e,1:i de luto. 
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r C 1 1 lira 
Mu111ei­ 
pal de 
!leia Vis­ 
ta reahza­ 
ra m nos 
dias 23 e 
24 de 
Agosto 
d o e o r­ 
r e n I e 
ano. uma ",çiio Cívico Social" (ACISO) 
no / ,sen1amc1110 da Fazenda Caracol, foram 
dois dias de rntenso trabalho. onde a popula­ 
ção menos favorecida daquela localidade, foi 
assistida gratuitamente, por profissionais 
da :irea de saúde. 
Foram realizados mais de 200 procedi­ 
mentos odontológicos, aplicadas cerca de 
150, acinas cm crianças e atualizadas as car­ 
teira de vacinaç:io. ! louve, tambi:m, a coleta 
de m:llerial para exame preventivo do cân­ 
cer do colo do útero, e atendimento médi­ 
co com uistrihuição de medicamentos. 
Campa a Estadual de 
Vacinação Anti-Rábica 
O I Oº RC Mec apoiou. 110 dia 19 d..: se­ 
tembro próximo pass:1do. :i Secretaria .. • u­ 
nicipal de Saúde. 11:1 execução da Campanha 
E. tadual de Vacinação /nti-R:ibica. 
Naquele sábado. foram vacinados, gr:11ui­ 
tarne11tc, uma infinidade de cães. gatos e maca­ 
cos, trazidos pela população nos quinze pos­ 
tos montados nas escolas do Município. sen­ 
do 8 na zona urbana e 7 na zona rural. 
 1-,.1 
1a 
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10 SAJVA". to!f"l)ICcndcuclo RI A 1.0111), 
11/ 673.00rn'. Si",11 MA l)f 1 //1 ll ! 0IIUlfh 1 
ARRUAMl·N I O. 10 559.00m'. u,•1!o1m, ;o d,· ,lf11· 
, .,ç.10 c"p d ido pch Pr~ÍC11Ur,1 lfo 11, p I d t 1 d d 
cm I de Setembro de 1 999 
Havendo impugnações estis deverão rate ata­ 
das dentro do prazo de I5 dia contados da ultima pubh a­ 
ão, neste Keistro Imobilino. dur ,intc o epedente 
L>udo e passado nesta tidad.: e Comarca de Bela 
Vi,tn. do E,1ado de Mato Gro,,o do Sul. ,1<>- doe ...:i, 
dia~ do 111ês de setembro do ano de hum mil nm c~cnlt» v 
11O,cnta e 11O1c. [u, (JOSÉ AV[· l.!NO [: SILVA). Oficial 
do Rqjstro de Imóveis. a digitei e a,,iao 
EM TESTEMUNHO DA VI:RUAfl[ 
O Oficial do Registro de Imóvei 
José Avelino e Silva 
Planta da Situação do Loteamento 
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..... , ""'"ª ,..,. / 
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mudança do o 
o 'vele 
1o Esta o 
l>l'plllut/,, Holurfo Urro 
( l <kpu<ado l<oberto Orro cm 
entrevsta a um jornal da Capital. , ol1ou .t 
defender a mudança do nome de Mato 
Grosso do Sul para Estado do l'.1111,111:11 
Segundo ele. "uma das consequências de 
:1lt.11111por1,i11ci:r é que, cnrn 1111 nu, o 11on1e· 
poderemos juntos, numa tarefa coletiva de 
todo,,,., que h.,bii.11111:,IL' q11,· h,Jjc é li. 1:itu 
Grosso do Sul. reescrever :1 própria história. 
• cm dc,mcrceer o passado, ao contrftrio. 
rcsgat.rndo-o e preservando o que sobrou". 
Orro aeredita que a mudança cio 11u111c d:i 
o c11scjn para :1cabar com as práticas 
demo! itloms da história e da rnnfu,:1o com 
ed. 
,~inplu lil.11 e.: t: e: o a 
1uc 1.•o do «I, li 1111 o h tórco- 
ultura . e. p.ir ., o . !mente:. u m.11, 
•rn ,,110 - e .i qu 111 d de de produto, 
Jr<jUlli:tlÍ11u;o, litcr,líllh C J.: UUILI, p..:Ç.! 
memoriats que e detentam 
-"Quera que o mesmo furor verbal 
que eu respeito- das pessoas que 
manejam "razões históricas" para atender 
o Estado do Pantanal fosse também 
u1ili,.11lo P-V·' p101c,1,ir rnn1r.i J fJl1,1 de 
prio11d.1Jc 11a rcrnpcr.1:l1 ,. por cli:mplo. do 
C'a,ano do l'orw. cm Cornmb:i. hoJc. 
infelizmente. bastante descaracterizado. 
E alta de dinheiro porque falta uma politica 
cultural densa. Isso vale para o poder 
público e a inici.111.1 pri,ad.i". Portanto. 
dit Orro. "di~c111ir nu1<lançn do nome do 
Estado é discutir nosso grau di.: 
compromi,so com nossa própria 
pcrsonali1fadc hi~tórica. é e clarcccr 
dúvidas num nmbic11tc sereno e 
dcmocr:'itico. é assumir. de forma 
rcspon~:i .:1. o d..:, ..:r d..- forjar nossa 
ser Cei 
depois da l 
l U 1ii11t cOt 
1 t ,do. hc.111111, u 1110111 
l,onit1nh11. 111.: mf:lo e élll JXr-,on.d:J 1,! • 
que sabia andar e desaprendeu para 
continuar engatinhando. mesmo com 22 
anos de idade" 
ANTAGENS-Intreas van' vens 
que o Estado do Pantanal proporcionar J. 
n, , i~O do dqn11JJ0 J<olxno Ono. "e o 
ganho conjuntural". as alerta 
"precisamos prestar bastante atenção no 
aspecto do marketing, csta mola que 
impulsiona a economia e onde se encana. 
n:ío como r.:•ndulo. nns como fl"-.;J n1J, l.-.,r. 
o jargfto 'qmlid.,dc de vida', que é a geração 
de i:mprego. é e. goto. é habit.'.lçJo . é ensino, 
enfim. tudo que depende de inH' timcnto". 
Orro disse, ainda. que "o item 
emblemático di, o tudo é o turismo. Na 
l'll i.: .:1 
uge toes 
que era lav 
retornar mas tarde n im 
tavoravel para o amplo debat 
condições de inteiro esl reem 
tora, cyo que a dea volta 1 1 
tun u cu 1.11 or I J ,, 111r,1 lirr 1, de um 
Governo, as manfetasões. tanto pro 
quanto contra, ganham as tua ,· de enha­ 
,..: o méllH r 1,;,11111nho .• 1 1,.il11.!~ju dc 11rn 
pkbtscito. f>rc~,·d1<lo. uh,,.,, 1u .: J.: um 
debate popular. o mais amplo L 
esclarecedor posivel" (A.IP') 
Arroyo quer informações sobre o 
multas registradas pela !fiscaliz·ação e etrô 
, 
mero de 
o 
ca 
O ,kputado inlonio 
Cario, iroyo (!YrB). autor 
do pro1cto que deu origem il 
lei qu, pr,Jibe a in,talnç~o e 
manda desativar os 
lotos,-11,orc. e lombadas 
ektr(micas nas vias publicas 
de Mato Grosso cio Sul. quer 
ljUC o Departamento E.-.tnduul 
d,· Tr,in,ito (Dctran) informe 
a As,, . ·mbléia Legislativa. 
qual ,, número t.lc multas 
impo,tas através da 
fisc.1li1aç:lo eletrônica. desde 
a sua implatanção, em 1997. 
O parlamentar requereu a 
Mesa Dirclllra do Legislativo 
que s,·ja encaminhado ao 
diretor-geral da rcpartiç,io de 
1r:insi111. Dagoberto Nogueira 
Filho. cm car{llcr de 
uq;r:ncia. um p..:clido d..: 
informações sobre o 
funcionamento do sistema de 
harreiras eletrónicas. O 
requerimento foi aprovado na 
,essào do dia 22/09 e as 
respostas .dcvcrào er dadns 
no prazo legal de 30 dias. sob 
pena de responsabilidade. 
J lém de querer 
conhccer o volume de 
infrações registradas atravé 
do fotosscnsorcs e 
lombadas. mesmo porque a 
nova lei estadual (Lei nº 
1992/99) manda devolver 
aos propriet:irios de veículos 
o dinheiro das multas. 
Jrroyo vê como neccss:iria 
a individualização desses 
rq;is1ros. por sistema de 
tiscalizaçào. ou seja. quantas 
foram lançadas atra és dos 
Deputados pedem empenho do governo 
para desocupação de fazendas invadjdas 
(), ckp111ados Cícero de 011z.1. líder do 
PTB. ,. Zé Tci"'ir:1. líder do PFL. voltaram a 
cobr.1r lo governo ação mais enérgi ·a p:ir.i 
garnnl rr a dcsocup.1ç:io de :ireas prod111ivas que 
foram m adidas por familias ele sem-terra. Este 
un<' s,gunclo Cícero de Souza. até julho, 
ocorram 68 invasões. "Ou ::,e cumpre a 
legi lai,:ilo. garnntindo o e tado de direito, 011 
e a,ai::,lha. Se o gtlcrno n:io cumpre a lei é 
melhor nós irmos embora". disse Cicero de 
ouza, ao criticar, nn sess:io de quarta-feira. a 
indiferença do governo cm rcbç;io às ordcn 
de rci111egraçJo de posse. 
) dcpu1ado Zé Teixeira infonnou que 
n:-, noite de terça-feira sem-terra sequestraram 
o adminis1rador da Fa1enda Aus1r.ilia. de 2 111 il 
hcct::tn .. ·,. 110 município de DcodáJ><lli~. Di~c 
qui: ph_1curou ;,. ccrct;uia de Segurança 
Púhlif.:'_1 nt.15' :1 próprin Policia Militar avisou 
o-,. <cm-1crr.1 do pedido de dc::,pcjo. A seu ver. 
h.1 um ccrt1.> temor da própria polida cm 
C1't:eUl.lf ordens de despejo de sem-terra, em 
função da posição do govemo em relação a 
rcfor111.1 :i.g.r.iria. !':.i F:1..rt·ncb .rntu Jntü!ti,,. 
em ltaquirai, j foram ab 1tit.b-, 11,ll s de 400 
fo1osscnsorcs e quantas pelas 
lomhada,. 
/rro) o quer. também. 
que a rcp:1rtiçào de 1ránsi10 
informe. oíicialmcntc. se 
existe isenção a 
determinados tipos de 
veículos no registro das 
infru,õcs. como por 
c:cmplo. as motos. Para 
1anto. ,olicitou que 
Dagoberto Nogueira aponte 
se das 111ul1as impostas pdo 
sistema de fiscalizaç:io 
eletrônica. nos ano de 1997. 
1998 e 1999. quantas foram 
aplic:ida, cm motocicletas. A 
rc,posla do órgão deverá 
conter o numero de veículos 
desse tipo que estilo 
licenciado. no Estado. 
Ao justificar o seu 
reses. scgundo Tcixcir.1. 
O deputado Jerson Domingos (PSDB) 
apre·cnlou oficio do jui1 Jo é Couro Vieira 
Pontes. da Comarca de Bandeirante . que pede 
ao go,crno apoin policinl para fazer 
cumprir mandado de dc,pejo dos sem­ 
terra que invadiram a Fazendo S:io Jorge. 
em Rochedo: "é incon1cst:ivcl a 
periculosidadc dos invasores". observa o 
juiz no despacho. alicnlando a 
rêincidCncia dos Sêm•l~rr:1. "Se o 
governador quer manter a ordem e ser 
c:111didatõ a prc idc111c ela República. é 
prc:ciso obedecer e fazer cumprir as 
ordcn, judiciais". obscf ou Domingos. 
O depurado An1onio Cario Arroyo 
iambêm cri1icou o que chamou de 
"inêrci:i" do governo, lembrando que a 
própria policia tem recomendado aos 
motoristas de caminhões com cargas para 
que e, iti:m pa:,:,:lr n:is :lreas de 
concc:ntraç.Jo de ~cm-ti:rr:i. p:iru e, it.:1r os 
saques. "Ao invés de coibir o: saques a 
polkia orienta para mudar o c:iminho. 
pasmem, estamos retens 
pedido de informações. o 
deputado do P l'B destacou 
que. com a edição da Lei 
1.992/99. mui1a polêmica 
tem surgido. principalmcrllc. 
através do próprio diretor­ 
geral do departamento. 
Dagoberto vogueira, que 
inicinlmcntc dcu "desastro as 
dcclaraçôcs" a impren,a 
obr, a que tão "Sabe-se lá 
por que razões. ao que tudo 
indica. o inconformismo 
ainda cst:i aflt•rando. pois 
técnicos do Dctran insistem 
cm dcílagrar insidiosa 
campanha contra a lei 
E tadual. afirmando que 
houve aumento de acidentes. 
etc ... ". disse irroyo. 
No entender do 
deputado. é fundamental que 
a crítica seja c,ercida.. mas 
com fundamcn1os f:i1icos e 
não mera supo,ições. eéo 
que moti ou o seu 
requerimento, através do qual 
e pretende obter. de forma 
oficbl. número, que possam 
1 
-----  
Deputado .-t11to11io ('arfo, ,.frroyo 
alicen;arumaanáliscprofumla r•'" nJ, ,e .idmilt: cm 
e, também, verificar se não qualquer tipo de fiscalização 
ocorre.. por fa!hJ. do ,i,tr..:m:i Jtc.: de trimsito, que certos tup 
1
'.:t c.k 
então utilizado, isenção a eiulos este;am imunes. prs 
detennin.Jdos ,dculo,. o duc. as n rmas sa as mesmas 
por si só,é umJ. mcongruCm.:1.1. pJr.1 1,,J, ,, 
RAMEZ TEBET PROMETE RIGOR 
NA APURAÇÃO DE DENÚNCIAS 
Brasília - A CPI que invcsliga 
denuncias de rrrcgularidadcs no Poder 
Judici:irio vai apurar com o rigor ncct..~S3rio 
as denúncias do juiz as assinado Leopoldino 
/<.!arques do Amaral contra o Tribunal de 
Justiça de Mato Grosso. A promessa fo, feria 
pel pnsidenlc da comissão. Senador Rame, 
Tebe1 (P 1D8-1 ). ao chegar em Brn,dra 
depoi de passar dois dra.,, cm Cu,:ih.i ( 1 I") 
A comi ti a da CPI do Judrcrarrll. que 
e te, e em Cuiaba desde a noite da segunda­ 
feira. chegou a 1arde cm Brasilla Alem de 
T ebct, p:irticiparJm dos trabalhos cm Cu,aha 
o vice-presidente Carlos 'rl,on (,cm part,d,>­ 
PE). o rela1or Paulo Soutü (PFL-B-) e,,, 
enadores Jose Eduardo Ou1ra t PT-SI 1 
l>bguito Vrlela PMDB-GO) e Amur Lando 
(PMDB-RO). 
Nos dons das de trabalho em (urab2. a 
comitiva daCPl onerou com representantes 
da sociedade e recolheu diersos documentos. 
que serão analisados detalhadamente pelos 
senadores e assessores da omiss.± Ramez 
Tebet testemunhou que a população de Mato ; 
Grosso esta dignada pedindo a.spurasa das 
denuncias contra o Irtunal de Justiça do 
Estado e a eluda± do assas>mate do juiz 
Leopoldino Marques do Amaral 
O senador mnformos que no ultimo 
compromisso da PI em urata, a sita ao 
Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, 
todos os desembargadores disseram estar 
dispostos a colaborar com os trabalhos da 
comissão O e-presidente do tribunal, Emnam 
Verra de Souza, entregou documentes aos 
senadores, sando faltar as investigações.

Advogado 
.:J;. E..,u·itót io de Advocacia 
Heron dos $unto I d/,,, 
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Juan Paulo Medeiros dos Santo 
!ll: I',, 11'' 
,. IINq, .. d, t:.U.lu, 6111· o,n.tro. r;t;,n.i cll411ZJ1-1 I ,a 
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l licro e pe e a 
presas ganham es 
Ecoturis o 
' 
Plenário do Senado apro (I (' ('li 1(1 d san@o presidenciaw projeto d José 
Sarney que dará tratamento jurídico diferenciado, simplificado e facili­ 
talo aos cerca de quatro milhões de pequenos empreendedores do País 
Vau a sanção predental o 
projeto de ler aprovado pelo ple- 
11,1110 de autoria do senador 
'º'l' ',,IJIIL (l'MDll-/1') 1.11;111- 
do o l statuto da Microempresa 
,· d,1 1 111prt.:a dt.: l',.;qu1:nn i'or­ 
te Referindo-se a rapidez com 
q111.: ,1 tlllCl:tll,1 for ;1 C':1111ara C 
1011011 p:ir:i 1olat;i'io no St.:nado. 
em forma de substitutvo, o pre­ 
ltil:111t.: da Casa, senador Anto­ 
nio Carlos Magalhães, disse que 
essa e uma demonstração de que 
o Congresso trabalha e produz 
t!ÍICÍL'lllClllClllt.! 
lJl111110 a falar nos debate, 
que antecederam a vot:iç:io. 
Sarnt.:1 foi clog,i ado por quase to­ 
dos os senadores que se mamtfes- 
1ara111 na trihuna (ver mr11rnn 
nbn/, o). St.:u projt.:to 11om1a111a 
princr pios constitucionais e dá ils 
micro e pequenas empresas tra­ 
tami.:1110 jurídico difercnci:ido. 
simplr ficado e favorecido. Com 
isso. -1 milhões dcsscs emprt.:cn­ 
chmc1110s. rcsponsávcis por 60% 
da oforta de emprego no 13rasi 1. 
podcr;'io ter trnt:imento difrrcnc1- 
ado no pagamento de imposto. 
contr1bu1ções. tax:is públicas e 
lmpo,to de Renda. 
/ lei aprovada consider:i 
microempresas as firmas indivi­ 
duais ou pessoas juridicas com 
faturamcnto anual de até R$ 244 
mil Ja para t.:nquadramcnto como 
fl CJUUI 1 <:fllJtlc ,1 li f •l•JI 1 1 n: 1 
11.10 podera ultrapas ar R$ I 111- 
Ihão Alem de aumentar os valores 
para enquadramento de mero e p ,. 
qucnas empresas, o c tatuto sim­ 
pld1c;i O rrncccl1111ull<l hurOlf,1· 
os patd o ICf'J!lll dt.: ,.;, t.:,t l· 
belecmmentos, assim como as c 1- 
génc1as para seu enquadramento 
no repume de declaração de tnbu­ 
tos denominado Simples 
Ao comentar o momento de 
alera vvido pelo Senado. Jose 
Sarne fez um apt.:lo par.1 que o 
Mrmsteno do Desenvolvimento 
cric logo o torum permanente 
das micro e pequenas empresas. 
em sua op1mão. de extrema im­ 
portanca para o atendimento das 
demandas que vão surnr fam­ 
bem disse que espera ter ayuda­ 
do o 13rasil a mel hor:ir a ,t1uaç,io 
dos pequenos cmpri.:endt.:dores. E 
lembrou que duranli.: st.:11 govt.:r­ 
no o país teve o menor indrce de 
dcscmpri.:gn: 2.75% 
Conforme Sarncy. sua 1n1ci­ 
ativa não consistiu num gesto 1so­ 
lado. mas traduzia uma vsão que 
resume toda sua carreira política. 
scmpre preocupada com o proble­ 
ma social. "Eu tcnho sido um gran­ 
de critico da Constituiç,io cm vi­ 
gor. mas no que se refere ao soci­ 
al reconheço que ela tem grandes 
e necessários avanços". observou 
o ex-presidente. 
• Quando o ministro Alc1rle,- T;ípia;:. do 
De si' n,·ol vi men to, diz que d i mi n 11 tr o 
desemprego através ria recuperação das 
pequenas empresas é uma prioridade do 
Gov<'rno. que acredita que o setor é o que 
maior número rle pessoas pode empregar (em 
épon1 normal. 70% da popul:ição 
economicamente ativa estava empregada na:a 
micrn e pequenas). anunciando até linhas 
e pe.-iais de crédito cio B DES. esquece-se 
de que os juros altos e a retração rio mercaclo 
provocaram no segmento. Era o efei10 
casc:,ta: para cobrir um banco. a pequena 
recon-ia a outro e assim por diante. até se 
esgo.,lar e ir parar na Serasa, engessando 
suas atividades. 
• Penduradas na lista negra da Serasa. 
as pequenas não conseguiam nem mesmo 
desconto de duplicatas. Quebradeira geral. 
demi;;sões em massa e o que sobrou dessas 
pequenas. certamente quando for se 
candidatar a um empréstimo no BNDES para 
tentar se recuperar. sofrprá dos males rle 
estr na Serasa. mesmo que esteja tentando 
renP<>ociar suas dívidas com os bancos 
crerlo~·es. Para se ter melhor idéia: metade 
das 1.5 milhões de micro e pequenas que 
ndenram ao Simple;: esrüo hoje 
inacl1mplentes. segundo a própria Receita 
Federal. E ninguém tem mais nada: quem 
tinha carro. 'endeu. Quem tinha imóvel. 
vendeu. Ficou com um único. que ninguém 
pode tomar. egunclo :i l.e1. 
• Homem de banco. Tápias imag111a que 
pos::-::, criar saída-extra em meio ao imbróglio. 
uma espécie de anistia temporária da 
Sern,;a. para as pequenas concorrerem aos 
empréstimos do BNDES. :las, há aincla o 
lnclo dos impostos: as pequenas que não 
pagaram bancos. não recolheram imposto~ 
Sarney pediu qwe governo crie loto o 
forum permanente das microempresa 
Sarney lembrou que na 
mensagem em que, como prest­ 
d..:ntc ela Rcpúblic:1. rn111 ceou a 
Assembleia Nacional Constttu- 
11111:. salicnl:lí que :i 11:ição pre­ 
cisava de uma Carta que ofere­ 
c..:ssc ma1, cliri.:ilo poliltCOS e 
sociais Também rt.:cordou que. 
no governo, preocupou-se com 
as micro e pcquert:i empresas. 
ressalvando contudo qm: o csta­ 
tuto não é obra ..:xclu,i amc111c 
sua. "Agradeço as rckri:ncia a 
meu nome. mas quero fixar que 
muito devemos a /fi í Domingos 
c ao Scbrac. que dedicaram 
grande apoio a cssa iniciativa". 
informou o senador. Elt.: elogiou 
tambim o trabalho do deputado 
Custório Mattos. relator da ma­ 
téria n:i Câmara 
Tápias vs.Serasa e impostos atrasados 
([NSS rio Indo da empresa. PIS. Cofim e nas 
ciclacles. ISS. além rle outro,;). E todos esses 
blocos taxativos estão Lenlnndo e-obrar a,;: 
pequenas asfixiadas. GItt - OH00k 
NsIos l.'1 lh.n.11f.,1 1 P 1111111 nE 
.IULIIO OI A 15 21.09.1999 
16 , 31 23.09.1999 
,GOSTO OI, 15 28.09.1999 
16 A 31 1-U0.1999 
SF.TF.MBRO 01 , 15 19.10.1999 
16 , 30 21.111.1999 
OUTUBRO 01 A 15 26.111.1999 
16 A 31 18.t 1.1999 
NOVE:IBRO 01 A 15 22.11.1999 
16 A 30 2-U 1.1999 
DEZE:IBRO OI , 15 l-U2.1999 
16,31 16.12.1999 
.JANEIRO OI A 15 21.12.1999 
16 r31 28.12.1999 
FEVEREIRO OI, 15 13.01.2000 
16 A 29 18.01.2000 
ilARÇO OI A 15 20.01.20011 
16 A31 2-t.01.2000 
ABRIL OI A 15 26.01.::?000 
16 A JU 10.02.200IJ 
'.!AIO OI A 15 15.0::?.2000 
16 A 31 17.02.::?000 
JU.'1-1O OI , 15 22.02.2000 
16 A 30 2-t.02.2000 
J 
'omo afirmou ·Joio M 
Pre·dente do ln tatutode Eco ur mo do 
Br.1 .qj (J EB). "rn cotur mo a álula de 
escape na grande me ropole. o da 
cidade de São Paulo calcula- e qu 
fuyam, em um fnal de emana norm il. 
mas de 500 mil pe ou. em bu ca do 
lazr e do relaxamento junto a na ureza 
oferecido no mero rural. 
A Associaçao Braslera da Indústria 
<lc llot«:•1,: (/htd). ai l'lll a ,O l ~unto, 
n1u-:Lou com o Hotels Envronmental 
1 n i l Ia I v e•. p rt•,: i dida p c· 1 u p I i IH' 1 pe 
Charles, um programa para sensbhzar 
os que trabalham no setor turístico em 
relação às questões de meio ambiente 
No Rio Grande> elo Sul. a Secrt>lnrrn 
de 'Turismo promoveu. na cidade do Ho 
Grande, de 26 a 28 de maio. um 
scminá.no sobre o ma. Em 
in eressantes painéis. os expositores 
rev,,laram as bel zas de suas cidades e o 
que ,·cm sendo feito para incentivar essa 
nova fonte de renda. 
No P a r agu a i . o M t n ist é r i o da 
Educação e 'ultur:1 1ncremcnt:1 o 
turismo ambiental interno. com a 
divulgação dos alrntivos de cada uma d 
sua,; rcgiõe:<. por meto da publicação 
Repor/age ai Pais. 
É preciso não esquecer que essas 
boas iniciativas exi~l•m muito e:, udo. 
Não se admite mais que o meio ambiente 
seja sacrificado em nome de um suposto 
pro:!re so econômico. 
Os novos empreendimento,, têm de 
ser absoluto pela n..ilureza. conciliando 
o progresso à preservação. ,té porque. 
se assim não for feito. o turismo 
sucumbirá. 
A lei 6.513/77. da C'onstituiçfto 
Federal. prevê Areas de Especial 
Interesse Turí. tico. que merecem 
proteção e reconhecimento da Ünt:io e 
dos Estados. 
:-.Jo Paraná. a Lei Estadual 7.91918·1 
reconhece a zona da Serra do :lar. entre 
Curitiba e o litoral. como Area Especial 
de Interesse Turístico 
A construção de um complexo 
turístico exige que se faça um prévio 
Estudo de Impacto ,m h1ental ( EIA). 
Caso os efeitos do empre!'nd1mento ~l' 
revPlem nocivos. a autorização t!'ra d,, 
ser negada. 
A ausência desse estudo ou qualquer 
dano causado ao meio ambiente podC'r.Í 
sujeitar o infrator a sançoes 
administrativas. c1 ,·1,- ou a ti· mesmo 
cr1muna1s. 
Os agentes de tun:,;mo ecológico 
devPm conscientizar-se ria necessidade 
de preservar os recur:;o:; natura1~ 
ho ·tóricos e culturais. Qualquer ofensa 
a esses bens, que são patnmómo comum 
de todos os brastle1ro,;. denir:í ,-er 
comunicada aos órgão,- ambientais. como 
o lhama e a Policia Flor,•,;tal. ou ao 
l1111sténo Público 
Afrnal. segundo a C'on,;tttu1ção. 
somos todos responsáveis pela 
pre,-,ervação do meto ambiente. para esta 
nos,:;a e para as futura,- gerações.

o 
r a 
d 
R, ,.,.,dd11 
apre ntou mndaça0 a 
IJH'' J Dlll ltlf,I li / 
emblema Ierslata 
ne da ão de quinta 
tera soltando o t.:.11· 
amnhamento d pe­ 
dente ao Mmistro da 
ade Joe Serra e o- 
111,1 ,, 1/Jta• 1 t'lfLJJ,1 dc 
Castro. Seretano de 
Estado de Saude sole1- 
1,1ndn 11111.•di:1!.1 pro,,. 
d·nas no sentido de 
feajustar os valores atu­ 
ars da tabela de procedi­ 
mentos do SUS - S1ste­ 
ma Umco de Saudc. 
Segundo o Depu­ 
tado Remaldo, a área 
de saúde dos Mumeip1- 
m,. do Estndo e do l'ni, 
cst.i 1111mn c.tlnmidadc 
públ11:a h:i muitos :mos 
e nada melhorado. prin- 
tes na tab 
pula ao br alera d 
um atendimento efi.rente 
na arca de aude. vendo 
1 1 ,11de :,n , ,o de aparce- 
l mats carente que tem na 
tede publa o uruo meio 
de recorrer as nesstda­ 
d..:, ha,1La, c urgc111,-., 11.1 
oluao aos problemas da 
aude da sua famiha, pro­ 
idade numero um de qual­ 
quer "Chefe de Familia" 
'1 cmo, :1 111íorn1a­ 
ç:io que a tabela de pro- 
edmmento do SUS, so­ 
frcu 11111 1111111c1110 ,omen­ 
te de 2 %. dcstc julho/ 
9-1. e 110 período do pla­ 
no rc.il. 01/07/9-1 ii 30/ 
06/99 a m!lação acumu­ 
bda pelo índice I PC/ 
FGV foi de 76,7%. por- 
níl 
l< ti l :ou (Jt. 
r ro d,· 
1
19 o 11 d1u: 1.he­ 
ou a 109.742% 
Ainda, e enficou 
que quando houve a con­ 
, u,:io dc lJIW/Rc:il cm 
O 1 /1)(,J') , houve uma de­ 
fasagem de 9,56% no se­ 
lur de <audc. proport10- 
n.111do pon.:m uma dcfa a­ 
gem de l 99.302%. que 
,ubtramdo o, 25% cone­ 
hdos temos 11111.1 111ílaç,1o 
liquda no setor de saúde 
de 91,302% até fever uo 
deste ano ( 1999). 
Fica provado e cla­ 
ro que os recursos deve­ 
riam ser repassados ao 
setor nrnis carente do 
Pais. porém, o governo 
fcdcral c,tá 111scnsivel. 
rcduLindo imensamente 
a quantidade de recursos, 
Som para festa, aniversário, 
propaganda de rua 
e som em geral 
Rua Murilo Godoy - S.:", - Ttl. (Oxx67) -195-120-1 • Curucol-MS 
FALAR COM ROBSON (DJ BOLA) 
Produção de rações para: 
. Bovinos em semi-confinamento; 
. Vacas leiteiras; 
. Bezerros mal otes e desmamados; 
. Equinos; 	.. ~ ~ 
. Aves <. -:orte e de Postura; 
Concentrado para: 
. Bovinos em semi-confinamento 
 1,.._. 
( m lOrn l 
rea) por d, 1. 011 ..:p 1 •n 
, ~,daJ.110 . Ir ,r lo 1 -.:e 
a se d ompa so ta ta­ 
bela, vem propeando a 
matona dos hosptars 
com enados a uma ave 
obra financeira dr que os 
1 
hospitars 
po to o Depu 
dual Reginaldo 
J'cr1cir.1, ,nl14.J1,1 ,10 
Minstro Jose Serra 
Dia 13109. nesta segunda-feira compl>­ 
tnm 25 nno, que C<;IOll SCIII IIICU pai. tcnbo íl 
sorte de lembrar dele todo, osdias n es anos 
todo Fiz em sua prc cnça e do pai celeste 
no PRONCOR 'clho" de José Antônio um 
juramento que pertence a nós três e que te­ 
nho a HONRA de ter cumprido 
Penso hoje. quase com sua idade. como 
meu querido pai rcngjria as "noti ias" que pi n­ 
tam sobre nós. produtores rurais, todos o clia, 
na midia e na média das con.crsa do nosso 
Brasil ultrajado, vendido e barganhado por mi­ 
galhas de "30 dinheiros" n.-ccbidos pelos "ini­ 
Jnigos" do capital internacional 
Desafetos se unem, viajam juntos. vi­ 
sitam pantanais da Disneyl:india. aprendem 
o significado de "is up to you" e negociam 
nossas capivaras. matas, crianças, futuros de 
nossos rios e suor de nossos cidadãos. Vol­ 
tam felizes e de lumbrados.. porém sem pro­ 
jeto, sem fomm. sem e pcrança. Hoje meu 
velho pai. vale mais o que os "gringos" pen­ 
sam do que a palavra empenhada. a digni­ 
dade e a liberdade dos que trabalham. 
Se fez seca e o fogo aparece. são os 
produtores rurais os culpados.. n:io a incom­ 
petência dos órgãos respon :,·eis pdo meio 
ambiente. Daqui alguns meses seremos res­ 
ponsáveis pelas enchentes.. 011 pela estiagem 
"e voccs produtores rurais perderam suas 
safras; quebraram o comércio. a prestação 
dos serviços, a inadimplência da sociedade. 
a arrecadação dos impostos e taxas". 
Porém. sabemos dos produtores que 
aos milhares se unirnm para apagar os mui­ 
tos focos de incêndio do nosso Estado e no 
braço ena fé, pela chuva. conscg.uiram
1 
fllll l 
r., ou,rrtr, podcrcn,u 
ter um colapso dentro 
de pouco tempo 
25 anos sem meu pai 
"Por que você ac:Jw que está errado. Fui eu quefiz".' 
Av. Brasil, 240 
Caracol-MS 
CEP 79270-000 
A notes mal dormidas, os prejuízos 
incontáveis, o clarões das madrugadas mn­ 
teipadas pelo fogo das pastagens, e das 
1t1Jta, em agosto e setembro conente. do 
maior Estado produtor de ame do Urn,il 
re,:peirndo por no, 
li.! notícia,, meu amigo pai sio ''dirig,id.1,'' 
wbre nó!>. que a:pc r de tudo. n,iu deixamo, 
de produzir com dificuldade e oragemos a!i­ 
mcmos que o brnsi.leú o, con --ornem. 
Vamo tentar contar a ''noti ·in;," pnra 
"estimul, r" os homcn, e mulheres que lotam 
no campo! 
1 Faixa de fronteira ( 150 Krn)" 
2 Produtos Tran.gê.nico : 
J. fondersul, 
4. Invasões por indio, 
5. Invasões por "Trabalhadores": 
6. Serra da Bodoquena. 
i. Parque do 'a bileque. 
8. Reintegração de posse: 
9. Endividamento Rural; 
l O. falta de renda n.a agropecuária. 
Lembro boje e sempre de você, meu 
amigo. quando mostrava seu trab:ifüo e sua luta 
para sua primeira nora em sua fazenda e dizi:i. 
"O que rncê adiar que está errado foi cu quem 
fiz". e a • m justificava seu esforço em tom de 
brincadeira. Porém pai. srus amigo seu pa'.rio­ 
tismo. seu trabafüo. sua honradez e sua índign..­ 
ç ão aos desmandos audaciosos dos 
"governante " permanecem no coraç.io do, 
seus filhos Sinto muito sua ausência., mas re­ 
conheço que se entre nós fisicamente estives­ 
se_ nósoveriarnoscom tudo isso e correríamo, 
o risco de você morrer outra vez.e de desgosto 
oqueniioqucro. LeiinciodeSouz:i Brito filho 
1 Lp 
OSTO DOS 
FR NTERAS 
1 
Fone: 
OXX67 495-131'7 
Em tempos de real o negócio é economizar comprando com qualidade 
Ganhe 65% no pr_eço da gasolina (mais barato) 
e 35% no preço do óleo diesel (mais barato) 
É isso mesmo, abastecendo no Posto Dos Fronteras 
essa é a diferença do preço 
Seja inteligente, essa é a diferença 
POSTO DOS FRONTERAS 
Bella Vista-Paraguai 
~ 038286 
(Bella Vista-Paraguai) 
-+ Gasolina Super e Comum - Filtrado 
-+ Óleo Diesel - Filtrado 
CLIENTE AllGO: Vamos ser objetirns, vale a pena abastecer no 
Po. to Dos Fronteras. ,·oce pagará menos 65% no preço 
da gasolina e 35% no preço do óleo diesel. 
1 ":ife a pena 110 preço e na qualidade 
POSTO DOS FRONTERAS - No Km 1 e meio - 
Na saída para Assunçãr, - Pertinho do centro

- 
Lácio Queiroz lança roi eto de consulta popular n 
sua administração no município de Antonio João 
lodo os moradores da Vila Arabela Freire, ouvindo a 
propostas do prefeito municipal bicio Queiroz Silva 
Geraldo Ferreira/Paulo Rocaro 
O prefeito de /rrtorrio 
Joio, Dácio Queiroz Silva 
instituiu no âmbito do muni­ 
cipio o projeto Consulta Po­ 
pular, para ouvir a popula­ 
ção e manter os trabalhos da 
prefeitura direcionados ao 
anseios popular O prefeito 
e srra equipe vão ao hair­ 
tos, se reunem com morado­ 
rcs e promovem debates 
abertos com a comunidade 
sobre os problemas do lo­ 
cal, colhendo sugestões A 
maioria das reivindicações 
apresentadas são soluciona­ 
rln, 11a hora 
O lançamento do pro­ 
jcto foi feito 110 corrjurrw 
habitacional "Arabela 
Freire". !r(j, 191 L com a pte­ 
sença de todos os diretores 
- inclu ivc a secrc.'11Íri:r-gcrnl. 
Dr Vem /lba Peixoto 
Martinez - dos creadores 
Wilson M:'11io Gorrçalvcs.. 
Jamir Fuchs e :r esposa do 
vereador Lcony Nascimento. 
Toninha Nascimento, que 
Suspensão de distribuição de cestas bási­ 
cas em Antonio João provoca problemas 
Assessoria de Imprensa Municipal- Pau­ 
lo Rocarol Geraldo Ferreira 
A Comissão Municipal de Alimenta­ 
ão de Antonio João. o prefeito Dácio 
Quein,7_ lidcrn11ças comunitária. e represen­ 
tantes de organismo. assistenciais estão se 
mobilizando na tentativa de sensibilizar o go­ 
verno federal sobre as conseqüências da in­ 
terrupção da distribuição de cestas básicas 
do programa Prodea cm Antonio João, que 
há três meses foi suspenso em praticamente 
todo e, Mato Grosso do Sul. Antonio João 
atendia 580 familias carentes com as cestas 
básicas, de11tro de um cadastramento 
criterioso feito pela Coordenadoria Geral de 
Ação Social. 
Desde a interrupção a cidade passou 
a sofrer os efeitos da falta de alimentos. re­ 
gistrando um aumento considerável de pes­ 
soas que procuram os órgãos de assistência 
do município cm busca de alimentos. As au­ 
toridades policiais vêm regi Irando um au­ 
mento no número de pequenos funos na ci­ 
dade. e temem que isso possa ser um dos 
reflexos negativos da intemupção do progra­ 
ma. "Estamos tentando reativar o programa 
antes que coisas mais graves aconteçam", 
disse o presidente da Comissão Municipal 
de Alimentação, Nereu Butskeicius Nantes 
A fome é a preocupação de todos os 
segmentos do municipio, por que pode levar 
muitas famílias ao desespero. o prefeito D:icio 
Genldo Ferreira/Paulo Roa1ro 
O atleta Rosenilclo 
Leite Riquclme. um dos 
destaques cio 
pedestrianismo de Antonio 
João, venceu terça-feira a 
tradicional Corrida Rústica 
da Independência. uma 
mini-maratona preparatória 
para as elimi.natórias da 
Olimpíada Estadual. Com o 
tempo de 46 minutos e 26 
segundos, o atleta percor­ 
reu o~ dez quilómetros da 
prova. depois de sair da en­ 
trada principal do Parque 
Hisionco ColõniJ rnilitnr dos 
"sgamos somando esfor0 
busando ideias".t ktou 
[aio Outros banos vão 
tecber ar 'ada com" a da 
prck,tur,1 nodccmrcrdo rn: 
cnt,,:d,: oJardnn l'ion.:,ro. 
la Penso Vla Nova o en­ 
troe o ditnto do (Campestre 
pos os nonttos a comunt 
dade sera convidada a dsu­ 
tiro or.,.,11rrm10 do 111tmic..1pio 
Jogos Estudantis em Antonio João 
tiveram número recorde de atletas 
Cerca de 420 atle­ 
ta . divididos em 80 equi­ 
pes, partkipararn dos Jo- 
Presidente da Comissão Municipal 
de Alimentação, Nereu Nantes 
-Queiroz está providenciando um documento 
assinado que será enviado à Companhia 
Nacio11al de Abas1ccimc1110 (CO AB) cm 
Mato Grosso do Sul e às esferas superiores 
do programa, apontando as consequências da 
suspcns.'io do fomccimemo de cestas básicas 
a população mais pobre. "O que podemos 
fazer estamos fazendo, mas só com a retoma­ 
da da distnbuiçào poderemos atenderos ca­ 
rentes":, fiisou Dácio Queiroz. 
Prefeito Ddcio Queiroz em uma das reuniões na Hla trabela Freire da e­ 
querda para direita; presidente do Diretório do PMD Ailon de Matos, vereador 
Jamir Fuhs, vereador Selon Lozano e a presidente da Vila Aurore Oliveira 
o 
E scolares da Inde- 
pen ência. realiLados 
pela Prefeitura Municipal 
de Antonio João. Se­ 
gundo o prefeito Dácio 
Queiroz Silva. trata- e 
de um recorde na hi tó­ 
ria dos jogos e tudanti. 
do município. Além dos 
alunos das Rede Muni­ 
cipai . Estadual e Parti­ 
cular de Antonio João. 
representantes da E co­ 
la do Di trito de Cabe­ 
ceira do Apa - municipio 
de 1'0111a Porà. partici­ 
param das disputas de 
futebol de salão. volei­ 
bol, pedestrianismo. en­ 
tre outros. 
Por causa da forte 
ventania, as di putas do 
voleibol de areia e pipas 
foi transferido para o fi. 
nal de semana que passou 
e os resultados oficiais 
não foram divulgados a 
imprensa pelo Departa­ 
mento Municipal de Edu­ 
cação e Cultura. No fu­ 
tebol de salão o campeão 
foi o time do 3° Ano da 
Escola Pantalcão Coelho 
Xavier, que jogou com 
Jackson, Welton. Vagner, 
Alfredo, Wellington e 
Márcio. Com a inclusão 
do jogador Laucidio. a 
equipe também conquis­ 
tou o primeiro lugar no 
Atleta de Antonio João Rosenildo 
vence corrida de dez quilômetros 
Dourados, localizada na MS- 
384, entre Antonio João e 
Ponta Por:i. Os vencedores 
recebem troféus, medalhas e 
prêmios cm dinheiro. 
Q tiro de largada foi 
dado pelo prefeito D:icio 
Queiroz Silva, que acom­ 
panhou a luta dos atletas 
pelas melhores posições. 
Veiculo batedores dos De­ 
panamcntos de Saúde e 
Educação deram seguran­ 
ça aos corredores, que ti­ 
vernm postos de apoio ao 
longo do percurso O tre­ 
cho incluiu. alem da rodo- 
vill MS-38-1, a avenida Eu­ 
gênio Penzo - passando 
pelo centro da cidade - Vtla 
Guarani e retomo até o Gi­ 
násio de Esportes "João 
Frere de OIvera" A che­ 
gada teve o acompanha­ 
mento do médico Dr. 
Ribamar da Cruz e Silva 
Em egundo lugar, 
com o tempo de 
42mim06Seg, chegou o 
ant 011 iojoanense Jenn 
Carlos Silvestre de Olivei­ 
ra. A disputa mais acirrada 
ficou pelo terceiro lugar. 
levando a melhor Marinho 
fernandes Roa (-1-lmin) 
sobre Jo é Mário dos San­ 
to (-1-lmin02Seg). Entre os 
dez melhores classificados, 
também cru.znrnm a linha de 
chegada os corredores 
Paulo Preto - com tempo 
de -15min l 5Scg (5º), 
Emerson Soares Duane - 
-l 7min 13 Seg ( 6º), Valdccí 
Gomes dos Santos -47mim 
1 7 Scg ( 7°). Alfredo 
Lescano - 47mim 37Scg 
(8°). Emerson Almirón 
Duane- 50min 16Seg (9°) 
e Jorge Cavalheiro Filho - 
52mim 07 eg ( 10°). 
A equipe da Escola Pantaleão feminina de 
,·õlei, recebe11do o troféu das miios do prefeito 
Dácio Queiroz Silva 
Prefeito Ddcio fazendo entrega do troféu para 
a equipe de salão, 110 Gi11ti,io de E5porte 
voleibol. 
Em egundo lugar 
do fut ai ficou a 6' Série 
da E cola Maika 
Sanábria Pinheiro, forma­ 
d a por Alexandre. 
Jorcileu. Gilberto Valdir, 
Valderi. Sebastião. 
Edmar. Luís Carlos. 
Rudiney e Pablo. O vice­ 
campeão do vólei mascu­ 
lino foi a Escola Polo 
Rachid Saldanha Deri 
que lutou com Marinho 
Alan. Roberto. Francisco. 
Gabriel e Alex. o volei­ 
bol feminino o troféu de 
campeão foi para o 2'' 
Ano da Escola Pantalcão 
Coelho Xavier. que jogou 
com Ana Lúcia, Josiane. 
Raquel, Camila, Érica. 
Simone e Carla. 
Em segundo ficou a 
7' Série da mesma escola. 
formada com Julisandra. 
Antõnia, Helenir. Clcidinnc 
e equipe. O futal categoria 
7 a 12 ano te,·e como cam­ 
peão a 7' Série A da Esco­ 
la Aral Moreira, que jogou 
e ,·enceu com Dcn is, Diego. 
Robson, Lincoln. Rodrigo. 
Tiago e Leandro. O ice­ 
campeão foi o Distrito de 
Carnpc::st,c.qucte-.e cmSéu 
elenco os garoto, Anrsio. 
Antônio. Vandcrki. Comclio. 
Mariano. Ehis e Valdecir 
i 5' Serie da l·scola /rnl 
Moreira ficou em terceiro 
com Magno. Dalmo. 
Rodrigo. Cinian. Sérg.io. 
Jo,irnar. Edgar e Wanderlci. 
; entrega da 
premiação (troféus e me­ 
dalhas) foi frita pelo pre­ 
fr,to de ,rrtonio João. 
Dacro Queitor Silva. pela 
chefe dos programas Hra­ 
sl Criança dada Vale­ 
Cidadama e rehes lu­ 
c1a Regina da ruz 
utkevius pela diretora 
do Departamento de fdu­ 
cação e Cultura, professo­ 
ra Eva Luza Penzo J2que 
Echeerra. vereadores 
Jamir Fuchs e Wilson Gon­ 
çales.ainda os direto­ 
res do Departamento de 
Saude. Dr Jose Ribamar 
Cru/ e Sih a e da 'igilãn­ 
cia Sanitaria, Dr Henrique 
Komi, ama A coordena­ 
ção geral do e, ::nto foi do 
professor Ari liguei de 
Souza e na chefia do Ce­ 
rimoniul atuou e-vereador 
Paulo Rodrigues (Paulo

l 
JVROS 
A Dama do Cachorrinho e outros contos 
A. I'. 1. llhtklJo, 
Esta nova cdão dos contos de 
lchekhov é uma versão refenta do volu­ 
me mural de 1959 O lvro anda teve 
mars duas cdres, de 1985e 1986, mas 
esta quarta é uma nova tradução de Dons 
Shnatderman, provdénca mnhspensa­ 
vel, segundo cle, após um periodo tão 
rande entre uma c outra edição O pre­ 
fico foi substituido por uma nota bio­ 
ráfica e anexados um posfácio e um 
apêndice escntos pelo tradutor 
Os contos do rande escritor rus­ 
so incluídos nesta coletânea procuram 
refletir as diversas caracteristcas de sua 
obra e as diferentes facetas de sua per­ 
sonahdade. Alguns textos foram elimi­ 
nados pelo próprio autor da cdiç;io de 
suas obras completas, como "Nos ba­ 
nhos". "Pamonha", "Fantasiados" e "Um 
dia no campo", mas para o professor 
Doris. "o colorido e a vivacidade de suas 
estórias da primeira fase. quando 
Tchekhov era ainda Antocha Tchekhonté, 
têm um lugar importante no conjunto de 
contos tchekhovianos" 
"Pamonha", por exemplo, traduzi­ 
do para árias línguas, teve considerá­ 
vel percussão e "Um dia no campo" e cer­ 
tamente um dos contos cm que aparece 
de modo mais evidente o impacto das 
1déas tol toanas na obra de Thkhov 
Uma pequena obra-pnma, que por s 
vale o volume. da titulo a alet a"A dama 
do c...;t<.hornnho'' nK> tia iodo o otdano 
da mntehguéntza russa. que se sufocava 
sob o peso dos preconceitos e da falsa 
moralidade. Sobre ele Gorki escreveu 
"Li sua 'Dama" Ninguém pode es­ 
crever com tamanha s1mphcidade sobre 
coisas tão simples Depois do mais mn­ 
significante dos seus contos, tudo o mau 
parece grosseiro e escnto não com 
pena, mas com um pedaço de pau E, pnn­ 
cipalmente, tudo parece não simples, isto 
e, 111vcrid1co. ( .. ) Você realiza uma obra 
colossal. com seus pequenos ontos. 
despertando nas pessoas uma repulsa por 
esta da sonolenta, me1o mona. A sua 
'dama' causou-me tamanha impressão 
que. apenas a conheci. quis trair minha 
mulher, sofrer, brigar etc". 
As melhores obras de Tchekhov. 
tanto na literatura quanto no teatro, es­ 
tão impregnadas de compreensão e com­ 
paixão pelos humilhados e ofendidos da 
vida. Tchekhov, no entanto, jamais se 
pennitiu qualquer upo de pieguice ou 
sentimentalismos. Atento a tudo que 
acontecia com o homem e com a soci­ 
edade, ele nunca foi um homem politi­ 
co mas sim um humanista. 
dor 
so, nem mnd ferente" dra ele "quero 
apenas dizer aos homens com hon t1- 
dade e franqueza observar-vos, vede 
como e detestável a vda que levais' O 
mais importante é fazer com que o ho­ 
mens compreendeam 1 to, pos aso 1sso 
aconteva hão de cnar, necessanamente, 
uma vda d terente, uma da melhor " 
Sobre Thkho.p Tatiana Behnky 
(extraido do livro O homem no estoyo) 
Antón Pavlovtch Tchekhov nasceu 
em Taganrog, sobre o Mar de Azov. em 
17 de Janeiro de 1860. o tcrc<!1 ro do~ 
seis filhos de 11111 pequeno comercan­ 
te. cu,10 pai fora servo de gleba 
Observador arguto da Ida e de 
ludo o que é humano, Tchekhov foi um 
homem de muitas vencias A mnfãncra 
penosa, a adolescência dificl, as duras 
neces,1dades e a realidade urbana em 
Moscou e a doença- ele foi tuberculoso 
desde: a juventude; o período como mé­ 
drco rural e a experiência adqumda em 
diversas viagens, tanto pela Europa quan­ 
to pela própria Rússia. tal qual a que ele 
empreendeu em 1890 para a IIha 
Sakhalína- uma long;ijomada através do 
país. de carro na ida. por mar na volta - e 
o quede pre eneiou e sentiu naquele 1u- 
Racismo e Anti­ 
Racismo no Brasil Bancos 
funda 	does- 
ntor e mpnmu a marca da e de na 
suas obra mas importante 
[chekhov deou obra cten a cn­ 
tenas de contos, vartas novelas muntas 
cartas, uma imensa coleção de autent­ 
cas óas hteránas E a sua obra como 
dramaturgo não e menos importante 
muitas peças curtas, de um ato, a maioria 
com.as e satinw.as, e ano obras-pnmas 
da dramaturya /vanoy A Garvota, To 
Vima, Três rmàs e O erejal, verdade1- 
ros lássi s constantemente represen­ 
tados no mundo 1n1eiro. 
Em 1989, quando sua saude piorou. 
Tchel.hov for vver na Cnmeia numa casa 
que adquunu em lalta, com a mulher. ajo­ 
vem atnz Olga Kmppcr. 011dcc..onnnuo11 .i 
trabalhare onde se cn ntrm:i c..om fob:01. 
Górlo, Bunin, Krupmn e outros grandes es­ 
cntores seus contemporâneos. Mas a tu­ 
berculose recrudesceu. e cm Julho de 
1904 ele foi-se tratar em fü1clen\C1lcr. na 
Alemanha, onde veio a falecer em 15 de 
julho desse ano, aos4-I, em plena floração 
do talento e da cnatidade 
Centrais: 
Antonio Sérgio Alfredo Guimarães 	• p t e 
Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo 
"i Teoria e ra 1ca 
ais. sociais e culturais a partir de diferenças tomadas= 
como naturais. A atitude na qual se baseia o racismo Alan S. Blinder - Apre­ 
esta presente quando se considera que alguém, porta- sentacão de Pérsio Arida 
dor de uma certa identidade racial ou regional (como Tradução de Maria 
um baiano. por exemplo), deve reagir a condições cli- Abramo Caldeira Brant 
máticas ou sociais de uma certa maneira predita: ou ainda "As conferências 
quando se acha que um Estado ou Federação é menos do professor Blinder 
desenvolvida que outro porque o pnme,ro e povoado demonstram exata­ 
por mestiços; ou quando se considera os naturais de um 
Estado mais musicais que os de outro Estado. em razão 
do sangue negro que corre cm maior quantidade cm sua 
veias. Em todos esses exemplos. encontra-se presente, 
de modo explícito, a idéia de urna natureza geral que 
detemina aspectos individuais ou socioculturais", escre 
o sociólogo Antonio Sérgio na introdução do livro. 
A partir disso, podemos concluir que cada racis­ 
mo é diferente do outro e só pode ser compreendido a 
parir de sua própria história Panindo •
1cssa premissa, 
Racismo e anti-racismo no Rras1/ procura, cm primei­ 
ro lugar, desvendar o concei açac de racismo para, 
depois, entender a lógica maus geral do racismo brasi­ 
leiro e parir da formação de nossa identidade nacional • 
e regional. Assim, o autorincursiona pelas diferenças e 
interesses culturais regionais que ajudaram a formar a 
identidade brasileira neste século. Faz urna analise cri­ 
úc.a da interpretação que as ciências sociais desenvol­ 
veram sobre as relações raciais no Brasil, demorstran­ 
do que a 'cor' é um conceito racial. 
"A ordem hierárquica sobre a qual se fundou a 
sociedade escravocrata no Brasil não foi inteiramente 
rompida. nem com a Abolição, nem com a República., 
nem com a restauração democrática do pós-guerra. 
tampouco com a República Nova. O racismo brasilei­ 
ro está umbilicalmente ligado a uma estrutura 
estamental e as de igualdades de classe se legitimam 
atrave: dessa ordem estamental. O combate ao racis­ 
mo começa pelo combate à institucionalização das de­ 
sigualdades de direitos individuais. Ainda que ora­ 
cismo não e esgote com a conquista das igualda­ 
des de tratamento e de oportunidades, esta é a 
precondição para extirpar as suas consequências 
mais nocivas", diz Antonio Sérgio. 
tária é o principal ins­ 
trumento da estabiliza- 
ção macroeconômica 
. e, em um número cada 
vez maior de países, 
ela está nas mãos de 
um banco central 
mente de que manei- independete. Daí a 
ra a clareza intelectu- premência deste título. 
ai pode melhorar a Saber como os bancos 
ação prática". centrais operam é uma 
Richard Layard questão oportuna, prin- 
Bancos centrais: cipalmente nos dias de 
teoria e prática é o se- hoje, quando, no Bra­ 
gundo volume da Co- sil, a importância das 
leção Economia Políti- atitudes cotidianas do 
ca Internacional, inici- Banco Central tem-se 
ada pela Editora 34 em evidenciado e cada vez 
1998 com o título A mais se discute o grau 
primeira crise da divi- de independência con­ 
da /atino-americana: veniente do BC. 
a City de Londres e a o 
bolha especulativa de macroeconomista Alan 
1822-25. Tendo em BindleréprofessrdaUni­ 
seu conselho editorial versidade de Princeton. 
André Lara Resende, '-presidente do Fede­ 
Edmar Bacha, Luiz ral Reserve Board, o 
Carlos Bresser Pereira, Banco Central America­ 
Pedro Malan e Pérsio no, de 1994 a 1996, in­ 
Arida, a coleção preten- clicado por Clinton, foi 
de trazer a público o braço direito de 
obras relevantes para a Alan Greenspan, pre­ 
compreensão de perí- sidente do banco cen­ 
odos históricos marca- trai mais influente em 
dos por importantes todo o mundo. 
transfonnações econô- Os três ensaios 
micas e sociais. aqui apresentados - 
A política mone- produzidos original- 
mente para as Confe­ 
rências Lionel Robbins, 
em 1996, profendas na 
London School of 
Economcs - constitu­ 
em uma reflexão sobre 
sua experiência no Fe­ 
deral Reserve Board 
e, combinando sua emi­ 
nência acadêmica com 
a prática. provocam 
um diálogo entre a te- 
oria macroeconômica 
e a prática dos ban- 
cos centrais. 
O primeiro texto 
apresenta a clássica 
abordagem de metas e 
instrumentos, ensaian­ 
do a definição da poli- 
tica monetária a ser 
adotada. O segundo, 
deslocando a análise 
para as questões con­ 
cretas da escolha do 
instrumento monetário, 
conclui que esta dever 
ser a taxa de juros, em 
vez de qualquer outro 
agregado monetário; 
coloca também em 
pauta o debate regras 
versus discernimento, 
isto é. se é possivel 
adotar uma politica ba­ 
seada cm regras ou se, 
ao contrano, deve-se 
proceder de modo 
mats flexível. atentando 
para as constantes 
mudanças no cenano 
econômico E. no ter­ 
ceiro, finalmente, dis­ 
corre sobre a questão 
da independência dos 
bancos centrais nos 
dias de hoJC. Blmder 
esclarece as razões e 
vantagens de se ter um 
banco central inde- 
pendente e como. nes­ 
se caso, deve ser sua 
relação com o poder 
público e com os 
mercados financeiros 
obre o autor: 
Alan S Blmder 
nasceu no Broo·lm 
Y, em 194. Gradua­ 
do em Pnnceton cm 
1967, com mestrado na 
London chool of 
Economcs em l 96 e 
Ph.D no M I T em 
1971. Em 1993 e 94 
pertenceu ao Councl 
of Economc Advsers 
do presidente Clmton. e 
entre 1994e 96 assumiu 
o cargo do vce­ 
chairman do Federal 
Reserve Board amcnca­ 
no. É titular da cadeira 
Gordon S Rentschler 
na Universidade de 
Pnnceton de de 1982