"Nunca-Te-Vi"', Cancha, 
nho começam a ter o sonho da energia 
elétrica transformado em realida,de 
L 
Dezenas de moradores do "Nunca-Te.Mi" receberam com alegria a che­ 
ada dos 11111/eriafa para II detrificaçiio do f>i,trito 
O Preto Munu­ 
cipol de Caracol, 1 
Dtmar da Sla Lente, 
tr:111 a ho11ra de co111·1-1 
dar, ossafamilia para 
part,npar dn solem da-. 
de de auguração do 
Busto em homenagem 
ao p1011t'11·0 João 
Martins, deste pro­ 
gres.11s111 11111111cip10, a 
reah;ar-se 110 d111 11 de 
O11111bro de I 999, às 
08:J0 horas, em praça 
prib/,ca, nesta cidade 
de Caracol/AIS. 
Familia Leite 
ROO 
indcato das Empesas de Transportes de Passa3etos no Estado d Mato Grosso d0 Sul 
Governo par­ 
cela dívidas fis­ 
cais e com INSS 
As empresas poderão 
compromeur no máx,. 
mo 2 do faturamento 
com os pngnmentos 
O governo lançou o 
Programa de Recuperação 
Fiscal (Refis). que envolve 
a rcncgocraç:io de dividas 
das empresas com a Rece1- 
ta Federal e o Instituto Na­ 
cronal do Seguro Social 
(INSS) O programa cons­ 
ta de uma medida prov,só­ 
na (ilPJ e faz parte dopa­ 
cote anunciado pelo Prcsr­ 
dcntc Fernando Henrique 
para beneficiar mucro-em­ 
prcs:is. Página-OS 
Regulariz.ação 
de dívida é 
pré-condição 
llr:isilia - O Governo redu­ 
zu pela metade a mulL1 e os 
Jun,_ '.lc mora para csumular 
as empresas a coloc:irem cm 
dia as contnbuiçõcs devtdas 
ao FundodcGar:muado Tem­ 
po de Serviço (FGTS) A rc­ 
gula rr zaçào 
dos debitas 
Uma grande mnyus­ 
ti,a que vinha sendo co­ 
rn.:nda ao lonrn de da~­ 
na, d· ano, <.<101 O mo­ 
radores do Dmnto o - 
!-,t Scnhor.1 dí' l· a11111a o 
popular "Nunca-Te-Vi" e 
t.:Olll o, h,11rrtH t.la 
Cancha e Snradrnho, 
esta começando a ser 
corida pelo Prefeito 
Mu111c1pal Jo,é 
(ianhald1, Jllntam..:nti.: 
com o Go i:1 nador do 
Estado Jose Oreir1o 
Miranda do~ Santo,, o 
Zeca do PT l':Íf!/03 
$05 
Parabéns Riato Grosso do Sul 
Junto ao 
FGTS é pré­ 
condicão para 
que as crnprc­ 
sas possam 
rcncgoc, ar 
suas dividas 
dentro do 
Programa de 
Rccupcraç_io 
Fsea! (Refis) 
Pigina 08 
l!ú 11111 télllf)0 para tudo 
Tempo de arar, tempo de vemear, 
tempo de cuidar e só então chega 
o tempo de colher. 
.'ri., do ROi)( )SI '/.. </li<' <"IICUII· 
trw11,n nu /:".,tudo de .loto Groo do 
Sui uma terra fértil para e plantar a 
emente do progresso e do desenvolvi­ 
meto retribuimova tanta generoida­ 
de trabalhando na união, orientado e 
conscientiza@o de todos, que por ete 
Estado afora lutam arduamente em 
e'em_ar tempo nem eoro. pra 
transportar empve com mtarepon­ 
a/wlidade e carinho, o enu mar 
património. "I sua gente" 
]arabenizamos a eta ''gente' que, como nós, sonha. trabalha luta, desanima 
chora, sorri, conquista vibra. perde. ganha. porém faria tudo de novo só para ter 
o 111·.v,11/ho e/<.• cli::.c:r t/llt' hà 2? ano estamos aqui no luto Grosso lo Sul sempre 
cu/ltc11clo o., melhore., fruto., </llc.' 11111u terra pode dar 
OSVALDO CÉSAR POSSA RI - (l'mirkntl' do IH>IJOSl'L) 
~-------------------~ 
Vereador Getúlio inicia Cam- 
panha de Limpeza do Rio Apa 
.e;z• 
» s!là 
Vereador Getúlio, seu fil/ro, Cabo Câ11dia e mais 11111 ,·olunrário, du- 
rante a operação de limpe:a do Rio ripa :1:ttéria na P:íginn-03 
PARA SUA COMODIDADE 
' 
. Vejam como é f:icrl comprar no Supcnnerc.,do Arco 
lns. Além do melhor atcndrmcnto, do menor preço da cda­ 
de e do prazo de 40 dias ou Sºó de descontos nas compras a 
vsta, acetamos os Tiques (Valcuk, Vale Alnnmt.1ç_io. Che­ 
que Cardjpio Alrmcmação. Ticket Alimentação, Corrc,os 
Alrmcntação) e Canào de Crêdrto VISA (todos) , pamr 
de hoJe, voei: e a sua famiha terão mais uma faahdade j 
sua d1spos1ç_10 ao fazer suas compras, 'OC.ê tcr:í li opor­ 
tunidade de programar o pagamento das suas com­ 
pras, com a d:1ta que você recebe o seu snl:írio. 
Supermercado Arco Íris- senir bem p:im servir scrnprc_ 
Rua Duque de Caxias, es4. com: A Teodoro Sativa .z439-1958 
Vendas de Bebi­ 
das quentes e 
geladas: 
Br:thma e Skol 
Secretária Municipal 
de Saúde presta infor­ 
ma ções na Câmara 
Secretária {fruía Clríudla fula "º' l ,•reador,,, 
Atc-nckndo a omn.­ 
cb Cim.11a ftmrapal. fo,mu· 
lado a pu:lrdo do c,c::rdor ts­ 
rad Charnorrocb Rocha, a Se­ 
crctana  fur.,opal de Saudc. 
Ora :Vfana C!aud,a Lourara 
Pinheiro Lmno, compareceu 
aquda Casa de LC!s na úluma 
Segunda-ferra, dia 04, para 
prcst.Jr mfom,açix.-s sobre o 
suor de saudc l'TT nosso  lu­ 
nropro. cspcaalmcntc com n~ 
lação ao tcto finaOCélro d1..1cr­ 
mnado pelo SLS p;,ra o Hos­ 
p1L1l São ía:ntedc Paula, con- 
11dcrado ,.,_trcmamcntc ba, xo, 
tendo em .ista que J Secre­ 
taria fu111c1pal tambem e 
Presidente do Conselho lu­ 
ntcrpal d~ Saude e gestora do 
SLS no murcpo 
O, 'ncadorcs 
bela vstenses fizeram mnume­ 
ras out,as J1<f>UJl1!Js J Secrc­ 
tara Mara lauda L P 
Lmo. t.anco a resperto dos tra­ 
balhos desenvo! dos peda pas­ 
ta que dr ng,, como em rcbç.io 
as responsabilidades c ações 
do lt1111op10 p.,ra com o I fos­ 
ptal São Viente de Paula, 
que e parte tnl<'grantc do pre>­ 
cesso de mmnuapahzação de 
saude 1111plcrnu,t:rdo os ult­ 
mos anos pdo Govemo Fede­ 
ral 'ª st..·quC:nc1:1 rlcsL1c.1• 
mos os ponto, 111:111., impor­ 
tantes da rcurnfo dos 'erl'­ 
adorcs com a Secretaria 
Municipal de Saude Pág/06 
Final da Copa Mo­ 
rena Juvenil de 
FutSal em Be a Tista 
'este sábado. domingo e segunda. di.1 : 11, no 
Ginásio de Esportes Mwricipal Bela /i<;ta csia1. do rnai,, 
wn., imponante competição csportÍa de Ili ele adual. a etapa 
final da Copa Morcna de 1-'utSal JUcnil. ..:um a pani.:ipação 
das equipe,; de Ladário. Cortc-/ço d~ Dourado,. ltiu hde. 
Rio Negro. Comercial O;J,iro (Dourado,) e a ....:k,.io local 
A abertura dos jogos será no 5-ihado. a, 19 00 horas. 
no domingo e segunda as partidas serão disputadas de ma­ 
nhã e à noite_ ás 09:00 horas e 1 '-1 00 hora,. a rcaliJ:1.;ãu do 
evento é da TV Morena e do Conselho Municipal de Ix-s­ 
portos- CMD. Digno de registro o grande trabalho que vêm 
sendo rcaliz.,do na área do esporte cm nosso Município por 
parte da atual administração, na pes oa do Prefeito Jo,é 
Garibaldi_ através da Secretaria Municipal de Educação. 
Cultura e E portes e Conselho Municipal de De,portos. 
Vale lembrar que além de inúmeras atividades es­ 
portivas e recreativas desenvolvidas periodicamente. há 
pouco mais de 30 dias llela Vista também sediou a final 
do Campeonato Estadual Especial de Futebol /mador. 
promovido pela TV Morena, competição da qual nos a 
seleção sagrou-se bi-campeà. 1 loje, na área de esportes. 
por méritos da atual administração, temos também o Es­ 
tádio Municipal Otá,io Fontoura totalmente iluminado e 
o Ginásio de Esportes Municipal refonnado e com piso 
dos mais modernos. sendo considerado um dos melhores 
entre todos os municípios do interior do Estado. 
Agora é a vez do aficcionados pelo futebol de salão 
darem seu apoio à nossa seleção juvenil que irá. com força 
total tentar conquistar o título de mais a competição de nível 
estadual que Bela Vista tem o privilégio de sediar, graças ao 
mcenuvo e ao apoio que o Esporte recebe em nosso Município 
por pane do Prefeito Municipal José Garibaldi da Rosa Neto. 
MENSAGE 
1-lá 22 anos 11ascia o Mato Grosso do Sul, 
resultado de 111110 luta travada durante 
décadas por 11111 povo que aspirava 111110 
nova identidade. Mato Grosso do ul, 
próspero e hospitaleiro, conta co111 cidadãos 
trabalhadores, muitos oriundos de outros t 
Estados e paises vizinhos, que aqui encon- 
traram o respaldo em suas den1i11cias e 
reit:indicaç.ões 11esta Casa de Leis. onde se 
pratica ativamente a democracia 
Es!J é uma hnmenagem da Assembleia .egs/3vaa'0d0s os 
sutmatogrossenses por ocasião das testvdades de anwersano 3e MS

I I 
Nas repartições públicas 
) funronato pubro lote ri f- 
ce do tre Poderes de qualquer Na,ao 
lato eutivo e Jdi rio $o ele as 
,:111 r, n., ·,1, d.1 s rand maquina administrativa 
entrosada no rés poderes. das quat dependem 
;i lio.1 marcha dos interesses de qualquer pais ( /', 
Interesses do povo se acham leados ao {une1o­ 
nalsmo publico, attavé das diversas tcpat!iões 
Federais Estaduais Munte1pause Reronars, pe­ 
los impostos e ta:ts papas, pata manutenção dos 
citados poderes e também das classes armadas 
(, colll o dmnheo provindo do respeitável pu­ 
blico, que os governos sustentam dnem, ora­ 
nzam, transformam te nam tudo o qu,· l'.llC C 
tudo o que executam dentro e fora de qualquer 
nac;.i,> Logo e facl dcd11111 (jlll: :, vida dc 11111,1 na­ 
ao qualquer depende do sacrifico do povo. quer 
seja um pais de repmme totalitano, que seja lmpe­ 
no, ou Republica, é sempre sustentado pelo Povo 
Então concluímos, que o Povo é verdadeiro pa­ 
tão. dos que trabalham e ganham para a prúpria 
manutenção, no desempenho de funções, nas or­ 
anações que constituem os trés poderes. 
Fo1ço,o é concluir que o funcionúno público 
~ um c1d:id:io pago pelo J)(JO, para serr ao povo 
Assim sendo, o funcionanio publico e também, como 
qualquer eidatl:io civil ou militar. pane 1nteg.ra11lc 
desse mesmo povo. Os patrões gostam que seus 
empregados sejam cu111pritlorcs de seus deveres, Isto 
é. o tratem co111 o devido respeito e consitli:rações. 
que sejam assíduos, pontuais, honestos, leais, curda­ 
dosos, atenciosos, dedicados e ddicados. Os i111c­ 
rcssc do patrõi:s (os pmos) dentro da 1 ei e da JUS· 
tiça, devem pairar acima dos interesses dos t:mprc­ 
g,:1do~ (func1011ários). 
Tudo isso é m:ccssúrio, mt:us mnàos cm D..:us. 
para que a múquma func1011c bi:111. ,~10 é, para qu..: 
tudo liqn..: bc111 engrenado..: o pais 111archc firme na 
i.:strada do progresso A moral ad111inis1rati1a e a 
moral funcional d..:vi:111 estar sempre na pri:ocupa­ 
çiio dc todas os que c:-crçam qualquer funç,1o cm 
qualquer setor, de qnalqucr Naç:io (Rubica Almeida) 
r-fl ,.1opvr1vtot, mo do D·• 
que era cor utudo de 2$ (unte e cmno) M 
(oto) Suplentes 
H • J lrn;,10. por C>IO rh11to ,. c-creo. ll.· Cli (1 n) 
Delegado e respectivo suplente a Convenção Estadual 
- Eleu:ão por voto dteto e secreto, da Cor são de 
Etca e Dscuplina e seus Suplentes 
D- Eleição, por voto drto e secreto da omissão 
Executiva e seus Suplentes plo Dretono Mumcapa! eleito, 
1111cclra1amc,11c a C'onvcnç;io 
C:irncol-ilS, 07 de Outubro de 1999 
Enilberto Lino Gari - Presidente 
*ilcsa Gcmini 7024 *CD Play Sony 
*Tape Deck ,lwa *Potência 200 PKS 
Interessados entrar cm contato pelo 
FONE: 439-2458 - Bela Vista/;I 
Panido do ilovi11ien10 Dtmocríilico llra~ilriro-P1 Dl:I 
CONVENÇÃO MUNICIPAL 
Nos termos da lgyslação estatutana e leal em vot, 
ficam convocados, por este Edital, lodos os datares filiados ao 
Partido do Movuncnlo Danocra!Jco Dras1lc~10 -P:1Dll. neste 
munucip1o, para a Convenção Municipal que sera realizada no 
d1:i 17 de mnub10 de 1999, com uuco as X 00 ho,as e mcerra- 
1110110 às 17 00 horns, 110 prédio d.1 C:irnar.1 i·lu111cpal. sito a 
no, Noco Manoel flores nº 1 S0, nesta cidade, com a seguinte 
ORDF.1I DO DIA 
a) Elc,ç.io, por voto drrcto e secrl1o. do D11ctono 
1urnc1pal. que sera co11st1tuido de 25 (v111tc e onco) lcm­ 
bros e de 8 (0110) Suplen1cs. 
b) Eleição, por vo10 direto e sccrclo. O 1 (um) Dck-g.1- 
do e respectivo Suplente ii Convenção Estadual. 
e) Elc1çào. por voto direto e secrc10. da Co1111s­ 
sào de Ética e D1sc1plina conS11tu1da de 5 (cinco) mem­ 
bros e 5 (c111co) Suplentes. 
d) Elc,çào. pelo Orrctóno Mumopat cleuo, por voto 
drreto e secreto. da Conussào Exccu11va e seus Suplentes. 
do Conselho Fiscal e seus Suplentes. 1mcd1a1amente apos a 
Convenção ou nos 5 dias subsequentes 
A111011io João, 05 de outubro dr 1999 
Ailton Pcrrirn de ihtos • Prcs_ da Comissão Liecutiva 1unicipat 
EDITAL DE PROCLAMAS 
famlde Rosa dos Sanios, Ofic1ala do Registro Civil 
desta cidade e comarc.1 de Bela V,sta-MS . faz saber a to­ 
dos quan1os o prescnle Edital de Proclamas ,1rcrn. que aprt'­ 
smtaram os documentos exigidos pelo ar11go 180 do Código 
Cml Drasdciro, 111c1sos 1-11 e IV e prc1cndcm se casar 
LF.ONAHDO GOME e EVA D0:11NGUF. 
COLilA:'11, ambos. brasileiros. sohc,ros. na1ura1s de Bela 
Vista-tS. donuc,hados e residentes nesta cidade, ele. 
comeroiino. filho de Estamslau Gomes e ·laroana Peralta. 
ela, hdes do lar, filha de Elad10 Oommgucs Colman e Brauha 
Escobar Colman Se alguém souber de algum 1rt1pcd1111ento 
que se oponha na forma da le, 
Bela Vista-MS, 04 de outubro de 1999 
Janildc Ros, dos Santos - Oficial a 
Produtos Agropecuários em Geral 
Vacinas - Sementes - FcrrngMs - S 'aia 
IMPORTADORA E EXruiHADORA 
. . . - . ' 
:- -·--·-· _ _:_,~~ 
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Caracol - il 
~- __ Expediente •. 
Fundado em 20 de Fevere1'0 de 1972 
Propnedade de Maria Estela Velasquez Pere ra 
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Redator-Chefe. lvaldo Perc1,a 
Dcpartall'cnto Comerc,al· Victor Hugo Ve!asquez Pereira 
Administração e Parque Gráfico· 
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- Porto Murt,nho,1,15 . 
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Anastácio • Dois Irmãos 
Caracol· Porto Murtinho 
Matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição, 225 . (67) 2
41
-3
8 
. 
38 
- Aquidauana

ter o 
s(;nho da energia elétric~ t 
rratf inho começan1 a 
ado em rcalidadr ans o 
1 JII, ,,.,,,d 
t41 empoo4n 
te )atua. o populr 
anchae Snr !unho, e 
l'r<-kllo M1in1t1p.,I J, 
rotador do l tado h 
11 / ,._e I do i' 1 
1 1.11110·, J.1I 111d11 d., Lj ,n ,o <.' rd, tl,1111 ·111!• J, 
redes de energia eletricane sr tres comunidade s. ha mutt 
sonhada por todos os seus moradores que apora 
r111.d111<.'lil<.', depois de muttos e muitos anos.  at ar do 
plano dos discursos e das promessas e se transformar. 
finalmente, numa feliz realidade. Semana passada, por 
ocas1ao da vmnda do ooverador Jose Oreirio para o 
1 11,11111m ck l11tcpraç,1,1 ,m lkl.t Vi,t.J. chçg;ir,1111 o, 
primeiros caminhões trazendo uma parte tf,., poste·,,· 
matemais para o inicio dos serviços no Distrito rsa 
:-..:11ho1 ., d,· 1 :,ti111.1 
O primeiro lote do /JtJ/t'l 'fllt' ,._,ttio H'nt!o t!,•11tlil111/o· 110 
Di,t.f ,.S",le F,ítima pt1rt1 iuicio do, H'rdpH tf,, El,•trJJic:11rli,, 
Co11limnc ~ do rn11hcci111cnto da maioria da nossa 
popul.içiio. por ocasião do ani, rr,;irio da cidade. dia 20 
de julho pp .. o Govemador /eca do I' r ha'Ía anunciado a 
cxccu,:1o d.1 obra. bcn.:licianc.lo o "Nunca-T.:-Vi" e os 
bairro, ela Cancha e Scrr.idinhn. atcmknc.lo a um pc:dido 
que c.A t 
uma ande 1 
45n1+mtto 
lc>,-!O '-' dol iJo e ~t.... ,i.. 	., 
pequenos produtores possam proes de 
111Jljllll1;1' e l'jUIJl llll,fll< Cri! ,u.,, pmpr..:-1 .,1. .... " º" 
tonlor ,., que ..1 uu:r21.1 r,rri: CJ.l,1 
Por ocasião da chegada do potes e materans. no 
11l11111" J1.1 lll. O l'refeito Jose Ganibalhi, acompanhado do 
Secretário de Estado de Habita,ao e Infra-Estrutura l,lrc, 
!cruel. do C'hc·k d 1 (.'.,,;, l1il1t.1r. l.111>r 1 out--,·t. qu,· 
representaram o ioverador / ,.,., do l' 1. ' Ul.',1Jor,:, e: 
Sccr..:1.1rio, ,l11111e1pa". ,:,ll<:r.1111 110 Di,tíllll ·' :-,• Ji: 
E átim.a, onde reuniram-se com dezenas de moradores para 
I.11cI .1 cntr..:g_J dos materiais e anunciar o inicio dos 
wr, ,,·,,, de eletrificação dentro dos próximos d1as 
Pri!Jeifo J,né Garllwldi a;.:r,1tl,·n·11 ª" tovernaulo fe 11 
do PT pelo importante beneficio au» mnr,,r/ore do '101( a­ 
Te-i, Cancha e Serradinh 
C raribaldi ressaltou que a tlo sonhada LIICl)'la 
clélric.t c:crtJmcntc trar.1 11Utnl'!Ch hc1H:lic10, ,1, 
centenas de familias de pequenos produtores 
beneficiados. a exemplo da instalação de maquinas 
para o beneficiamento J.ts ,u.,, prot.luç,,:,. ou Jllt',1110 
J impiJlltJt;,ill de pi:quc11,1S 1mlu,lr1.1,. ·"'im u,m,, c1 
pos,inilidJd..: do, 111or.1dor,, d..:-frut.ircm do ,onforto 
d, urn.1 t,·I..: i,J,, ..:rn suas casas e de outros aparelho 
eletrodomésticos. que nos dias de hoje oferecem 
conlPrto e comodidade. principalmente as donas de 
.'c,·n·1,irio Prtfr11 Trn1t'lf11l11 '"". 111ormlort' do ,'1111n1-Te-l 'i ca~ .. 1-.. ( A.l.l-'. 1.1 - lotos: Iomhu oura 
Vereador Getúlio inicia cam­ 
panha de lilllpeza do 
'io lim de semana passado o Vcrcador Getúlio Lino 
ti lho: do PFL. que é ambientalista e defensor ferrenho e.la 
naturc'/.a, deu inicio a uma campanha dc limpcz:.i e.lo Rio 
ipa denominada "SOS ,l'i • Projeto Rio Limpo". 
Contando com o apoio cios colaboradores 
Yolunt;írios FlúYio Lour.:iro e.la Rosa. Cabo da R.:scrva do 
Exc'rcito ,kxanc.lrc C5ndia. Soldado e.lo Exército 13albucna 
e sua <.:sposa. Rodrigo. Jacques e Pedro. além de s..:us dois 
!ilho,. o V.:n:ac.lor coordenou a retirada do lixo nas 
m.trgens do Rio ipa desde a Praia do l'ornpilio até a séde 
da ABB e da Pontl'. na sai da para Antonio João, até a 
praia do l'ompilio. 
Na realização dessa operação de: limpeza das 
rnargcns do Rio Apa. dos dois lados. fornm utilizadas tn:s 
canoa,. s<.'nc.lo que as ..:quipcs tÍ'erum de atracar ,·árias 
vezes para efetuar a descarga dos mat..:riais. tamanha foi a 
quantidade: de detritos retirado nesse trecho do rio . .-lém 
e.la quantidade. t;imbt:m surpre..:nJ..:u a espécie dos 
materrais c.l..:scan;idos encontrados. como sacos plásticos 
cm gr,mc.le quantidade. pneus. latas. g;irr;ifas. baldes. 
pandas. peças de 'CÍculos . .:te. 
Li.w, .H,jicie11te pura cnrber a cnrrocl!ria de 11111a cnmio11e1t; 
)oi rerirada uo trecho eu, 1111efoifeito a /il11petn 
Em pronunciam..:nto na tribun;i da C:im;ira 
Municipal. onde falou a n:spcito d.:ss:1 operJçào de limpeza 
e.lo Rin Ap;i, o Vereador G..:túlio Lino Filho disse que é 
tcrriwl a situa ·:io <.'111 que se cncornrn o nosso rio.1:iundo­ 
se c'ltrcmamcnte ncccs ·:írin uma campanha de 
conscientização envolvendo os di'crsos cgm..:ntos da 
nossa ,-ocicdade e t;in,bém d:i vizinha cidade: de 13clla Vis,a 
Paraguai. com o objetivo de chamnr a atenção para a 
neccs.sic.lad.: de todos ajud:irem e colabor:irem par.1 acabar 
com o dc-spcjo de li,,o no Rio Apa. assim como do esgoto que 
.:m ,-:rios pontos~ Ú6 ·j:1do dirct:1111cntc no kito do Rio. 
' 
- -- . r~ ,--- ---:- 
ln±r" 
1 
ia 
J'erearlor Getúlio e" f!ljllipe Cflll .. ' o ajudou 1111 oper11çtio 
de limpeza de tlltt trecho cio Ria Apu 
"Se nós belavi:tenses não tomarmos as pro ic.l.:ncia, 
que se· fazem necessárias. cm pouco tempo tl.'r<.'mos aqui 
um rio semelhante ao Ti..:t.:. t:111 São Paulo. que .: 
totalmcnt.: poluído". salientou Getulinho. O Vereador 
também pediu aos morJc.lon:s ribc:irinhos que atentem para 
essa situação e procurem e.lar um d.:stino correto ao lixo. 
coloc;mdo-o para ser recolhido pela Prc:fcitura t::. nos locais 
,,nc.lc a coleta não é feita. que o mesmo seja incinerado. 
nunca jogado nas margens do rio ou nas sua, 
proximidades. "porque de uma forma ou de outra.. s,:ja 
atr,1,·é·s do Yento ou das chuvas. .:ssc lixo ,ai acabar caindo 
no nosso Rio Apa. que é tão impon::mte para nós,: para as 
nossas futuras gcraçõ~s. Faço ,:sse apelo à nossa 
·população. vamos salvar o nos o rio. mt::smo porque todos 
nós gost.:imos .: prccis:imos da naturcu. do ar puro. da 
água limp::i. que bebemos e usamos no nosso dia-a-dia". 
enfati/.ou o Vereador Getúlio Lino Filho. 
Geraldo Ferreira (Geeé» 
O empres.irio da Panilic:,dor:i Flor d::i erra d • rn1onio 
Jo:io. Dirl n lfnn Vcron.dc,cr.i ><:rum d, c:,ndid,to.sa Ve=dor 
do PFI. cm Antonio Jo:io. Ek fi!iou-,c no p:1nido. com a, Jl!J de 
condid:ito gnr.1n1id1. Ele conta que dc-cidiu andidatir-se a pedido 
dos :unig e p:1.rentes - qur: querem cfei! rum Vere.Jdor nmic.o 
nas horas diíiceis e tenham mais apoio nas fiscalizações. - 
O emprr::,..'Írio é nascido e riJd cm Antonio JoJo. tu 
c,po-a é de familia tradi ional na cid.1de. Tem ainda ba I ntc 
cont:-thl com os evangClico5. Conforme alguns analista 
Prefeitura de Antonio 
João lança projeto 
de auxílio-moradia 
PROCASl 
Paulo Ro aro Geraldo Ferr 
Facil1t.1r o acesso das familias de me1 
1 , 1l1.0 
a casa própria, envolvendo a comunidade· ·unua das 
moradias. Esse é o objetivo do programa suplantado em 
:ntonio Jo;io pelo !'refeito [),1cio í)uL"ir,11 ",11 .1. d1..·,1111aJo a 
ajudar pessoas carentes que não tém onde mos• lula de 
att.:ndimc:nlo do Prog.r.una de Ajud,1 J t':1,,1 J'1upr1..1 (Proc,ha) 
é o Departamento de Obras. Viação e Serios{Urbanos. que 
 ai fucr o r..;ccbimcnto. conlrolc e dhtnhu1çJ1J Jo-.. matt:riai..,, 
de construção que serão utilizados no programa 
Para o dirt'lor do Departamento de Obra>. "-ereu 
Butkevieius Nantes. o programa esta diretamente relacionado as 
C...fX"Clati, a.-. da. rx,pubçi"!o ~ principiil111c111c dJ pcnkri.1 ck /ntonio 
João - e foi inr,tituido a partir Jc t.·on,11lta-.. L' rl·~•~tro de 
rei indicaçlk::io de: morJ<lorc, úa ud.1dc. qut." tl1,1r1Jmt:ntt r{:rn 
procurado os órgãos públicos do mumicipo em busca de ayuda para 
constrnir. e<mscnar. ampliar. n.-curx-rJr ou n:fonn.ir rt.-....iJc;"nci;_1___'-- 
Dian1e do número de ped ,do,. o Prdc111, [)jc 10 QuetroL 
decidiu implantar o Proca,a. que prc, ê ajuda i1> pessoa, 
carentes que não têm casa ou que estão com suas moradias 
for.1 dos padreie, norrnais de hah,ralrdJdc Com au,il,o da 
Coordenadoria Geral de ,ção Soci:il. que e,tá cada,trando e 
idc.:ntificando os interessados para comprtH ,H c:;uas 
necessidades. a prefeitura fomt:et: urna CL~t:.t bi-.ica de: mmeriai.> 
par.icon truçào. dandn tantbém acnmp..1nh:i:mc:nto tt..'.:nico na obr.:1... 
"Não basta dar os materiais. é preciso também ajudar e 
ensinar a fazer. fazcnd,1 ~nm qu~ o cidJd:1o valorze o que cstã 
recebendo e saiba o tWIJnho da rt'spon,abilidadc que tem em 
aproveitar bem a ce~t.a b:i. ic.:i e garantir moradi. para sua 
família". c.,plicou D:icio Qu.:iroL A cesta de materiais p::ira 
construção contém tijolos. telhas, cimento. areia, ferro. entre 
outros .. qu::rndo necessários. 
D!RL 
VE 
SAI CANDIDATO À 
EADOR PELO PFL 
político . Dirlon se apre: c.:nta como um fone candid:!to e re:n 
gr • .mde.s chances de ser eleito, pois tem o in emi, o do ntu:!I 
Prefeito de Anionio João D io Queiroz ila. Senador 
JUêncioCc,nrdn Fon~eca(PFL-M ·).e;,.-'en-~rlorecx-vi e­ 
Prefeito Jo é Eloy dos Somos e Jporado pelos mprt<1rios lone 
de Oli,eim dos SJnlOS.. Jucenir ilnnin$. rm r .. • Coinete. 
Claudio Brech. Só entre familiares, ai or • 1r ,,rn mai, de 100 
.0to que pro1netem e nquistar. cada Ui'l'L n • l(:!, tos_ 
Dirlon afirm:l que o su maior inter ·-.. ... 1.: tom ser Vereador. 
é p.1ra trab:dhnr pelo nos o muni ipie>.

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f1 Ali )OI{ 
llr,,_lt1,1 I) 
l't I 'I 1 <i i(_. 1 fXI 
qtu resolve at n o 
.. H1flh l l,.ftlll ,1 1
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1.,:lLll.1 1 
' "li 11.11 "" ..,, "1111• ... ,.,, ti 
Jllil 1, l.ll1l1 l.1tk 1111,1 li ,,L.l 11•i.1., t ri 1 
1 ll'l l.v p,111<' d .. p.Ju,1,• amado pelo 
'res+d nte l erandollentque (ardo+pura 
'11..111..•lt 1.11 1111,.IH tpf«,ts No entanto, o 
!{'li· "" 11 ·lil 11 ,t IPd.h ,1, d.·11111, '1Hp11.. 1 
,ndl.:p 111k11h.11h.'lllt· dn I"'' 11..· - 1..·1..t. 111 
ll,IIU-ÍL·, lill,111..t..lr,I, .' l.h.'ltHlll''' 'f 11111 
fHiH'I, 111.1 Vl,.°t,il L',1hri11h
1
l· qu,dljllU ,,:111p1l',.1 
do l',11 • '. dh'4.' o 11tini,11n d.11 .1/l nd.1~ l'..:dr,, 
IJl.11 
'1 l(di, pwurr., ,nn,<•lrdJr tnll,1, •" 
d1, 1d.1, d.i, p1..·,,o.hjurid11.:,1, uun ._i R.'l'.l..'11,1 
I.' li I '. ' llltJI 1 ,d.1, :Jll' 11 d..' 11:;!llltt t.k· )l) 
, .. 1.·mp11:,.,, u1111pro1111.·kr,in th, 111111i1110 ~" º 
,11.· ,i.:1
1 l.1111r.111h .. ·1110 l'11111 o p~1!;_!,1111i:n1<, d.h 
p'aves. de modo que não havera um 
,.!101 xo para elas, nem um rr.1/l 
pr ,·,kl, 1111111.1,!11 p.11 ,1 ;r qu11,11·;)p d.r d 1 id,r 
h..·111 11,,,1. u, jtllll li,r.1111111.11, h.11,u,  
corre todas preações era kit., pd.r i ,l',1 
,k 1111, '' J,: Longo Prazo( J J J .J' ). ,1111.lirlll'III, 
em 1.5"° 11, l la, l'I (1 dc"çu111n ,k -lO" 11 11.1, 
11111lt., ,. uutru, bcn,licio,. 
1 lll ln.H:a 1.k·,,a,, anl.tb!cll,. pt11l~lll. a 
empresa tera uma série de obrigações 
l
1
rc,i•.1r.1. por c·,cmpl11. dar ,1 l(eccila 
l'c.kr.rl acc"" irrc,1ri10 a ,cu, dadt1'. 
,,, d.11Hln a1,· 111c,mu a 1110, im..-111.11·:lo 
ha11d1 ra e oulr.1' i111<1rn1:1.;ik, 111dic.1d .. r:i­ 
dc n.:nda. l'llrno c111humo d~ energia ~k1rh.:;1 
,. emh.dagcm. D...- erá. al~m lli'"'· r.,1er 11111a 
,onti,,,io irrc·, og:i, d e irrelrat:i, d de """ 
I 
1-IIC: H,•fi, d,i ,ltrl'ito o 1wr,1it11 ,h· Jo~• .• 
,t,n mnltrl , 0111 ,, Ji,, 11 
d idas com os dor orgos, tluste 
.. 1qudJ, 11.11 1.·nuu111.hLi-. p...:h,, li,l,11, 1 l.1 
,1.•r,1 Phr 1~.1d.1. .1111d.1 .. 1 111.111h:r 1.·111 ,11,1 '"-'t" 
pt!atentos.a lecttteo[, hem oro 
.h, ... l..'11.11 ,u,1 e.li 1d.11.·1•tu 1• 1 udo de t 1.1r.11111.1 
dn 1 ,·rnpn d,· ,,." 1~•• 11 (, I  1 (_l11,tllj11,·1 
111!111111.11·,1" l'.11'.1 1111pl1,.11,1 ., ,·,d1i-.it• .l.1 
e111prc,.1 d,, lt,li- 
"()w.:111 1.·111r.11 11<' prngr.1111.1 tera de 
jogJr limpn". a1Tr111n11 P ,t..:l.'h:l aro da 
lt,1:,il.1 1 nkr.d. 1 ,..-r.11Jo l.1,r.:I .u, 
pró,irnn, di.1'i. o ~u1.:1110 dl·,cr.1 i.:onduir 
uma regulamentaio mais especifica do 
l{di,. 1;,d.m.:l.'l.'11tlo po111t" qul.' 11J1, IÍG1r .. 1m 
definidos a tempo ,k ,c·r,·111 ,1111111.:radll, 1 
n ca,n. p,,r 1.·,i:111pl11. d11 porl.'"-'11lu.tl cio 
faturamento a ser evgdo das pessoas 
juridicas que ingressarem no Retis. O 
 li' JI i:I' J,1 
pl ,., l'" .~th,· CI I U, 1 J' H ,l lfl'l II Jo 
ll•' J<, .. :11, l1.ri1 111.1 t..:rn 11 d. .. d ... 11..1 d 1 • 
Pfll1111(1 
1 , erarde drvse qu n li t1..-rn :J, 1.i de..· 
qu.1111.1, ~lllflh: h 111;11,,.•, . r.ln 11c1 prll~J, tn.1 
llll q11.rl c·r.> ,, 11nrJd1) d11 lkti, ,oh,,· ,1 
(1 fllllllnlO. 4l11 .. ·1n ~nlr I lhl 
.il·•ur11.1 1.·,11111.1 1 a sobre qual o total das 
drd,as ptss rs de reneta,ào 
1 ,111n.111,.1, • '"''l.'lrJ, ,lp,,nt.un r.11.1 
-t,·d11," ., tl'lr xr.,r d.1 ,,,J.:111 d,· lt, 11111 
f->rlhP,·, 11,1 f(.,·.-11;1, nul"" R'!, 5(, hrll1ii.:, 
1111 I.,." q1i.· k,.1n.1 .1 um 101.rl li, 1( 
156 hilhi,,, 
Apnrpri,11·:io in,llhit:1 • lk .1urrdn 
,·.,,11 n 1.:,11, u.1 li'. po<l,111 ,cr renq:ocr.1.l.1, 
·" d" rd.,, rnu lfrt·.:11.1, I',,\. q11.1lq11cr 
que ,,1,1 ,u.1 .,111.1,511 l,tlern ui, rd.,, 
111',rrt,1' na D da ,ti .1 nu n,io. a,1u11.1J.i­ 
Pt1 ,1 :11u1/.1r () 1,rngr.1111.1 .. 1dm te até drrd.as 
Ri 
11ll(IOOJI 
H/IIIIHI< 
h:h.1.,fl 
,1,,.f1t a 1,. 11.t l ,1 .ltl 
prepunros. propnos ou de ter«eito 
l m troa dos h elo ±mpne 
ptnt'l.llll.1 11.··,t.lh.·k.1..· o p.1.._!JIH1.lll11 ,l,·,1..1.1. .1k111 Ji... /t.• 
1
1,...I ,1 1.lnhl.l  
l•'lft•lllt..·" O 111..."íflll. t.11npt•u1..n 11..·m 1 '-·r111111r ., ... '- ,,, ,J.1 l<'-\.11 1 1..11 d.ah 
t..nn,unl,1 ll'lll tun ,11.t1n1pu ,1 1.,1lfn tal 
~,pr..,:ulic..:o I l.1 111111, rn prl"'-' .11.11•r'' 
1r f''- 1 
t»tema de tributm .1., d., p,. p4! 1 .llll b l\..
1 
1111 
ltl. fll Pf.' Ullllt.hl 
1 ~r .. 1. ,1111J.1. d1..· q111t.u ,,, ,h:h11,, 
lºlllll tl I C,l'i 1,.' ltl,1111.1 th. ,,, ,1111..llltl-. 
em dta com a Re ·11.1. ,, I'"'' " ,1 
1 e, 1-.. l .1111" .1 1•r, ,,." '" d,· 
informes talas omo a mn.a' pln 
1111pl1L"Jr.io ,1 '-''-t:!L1',h' d,1 pr,
1 r .111.1 
lh:,,.1 l1Hm~1. :ll,th.1 11 11 .. ,1.,m1..·111,1 
,·,pccral 1 in.1drnrrl~11, ,., 
lt1nf1t!ur.1Ll,1 qu.1ndn h.1 p 1~.1111'.'llft" 
,k-1.·,,rn:nll.·, lk. prnpn.11,;.in u1tkh1t.1. ou seta. aras.ad o, d 111 .11111.· t 1 ... , 111 '' 
Aqueles recurses recolhidos pela empresa onsoutos 11111ün li 1 1 .. 1_ .• •• l, , ,, l'.ud,•1 
CONJUNTURA 
Microempresa pagará 0,5% de IOF 
Col'jicie11te, antes de 1,5%. l'llfr 
para as novas operações de crédito 
ão as seguintes as prin .. :ipai~ mcdiJa, 
. 111unuada, pelo presidente Fernando 
llenriquc Cardoso para a, peljuena, e 
rnicro,:rnpresa 
Criaçio do Rdis • Programa de 
lkcup,·raçàn Fiscal (Rdi,). que prevê a 
ncgo,·,aç:lo da, dividas com a Re,ei1a 
l'edcr.d. a Previdência ocial e multa, para 
toda, a, cmpn:sas. não só pequena, emiros. 
Os MhitCl, ,erào consolidad,., e '" jurn, 
,ubstituidos pela Ta:-.a de Jurn, de l.,111!!" 
l
1
r.1w, rJI.I'). de 12.5% ao ano. io h.1',r:i 
prazo para o pagamento e a:-. t:mpn..·,a, 11.·rãn 
de a11i.,rti1ar o Jéhito comprornetenll,1. 1111 
minimo, 2% do faturamento mensal 
Fat - 1mpliaç5o do prazo dos 
linanci:uncnltl Ja, linha, d,, 1 ,1l•Pr11,:!l.."t e do 
E ampe-ebrac, com recuros do odetat. de 
dnco para oito ;1111,-.. 
IOF • Red111;:lt1 da .rliqurta li" lt li ,k 
1.5º~ par;i O.)ºn para n,n11, lin.rnl.'i.1mi.:nto, 
com valor igual ,n1 i11kr1111 .1 R~ ~o mil 
.Juro! - l>iminu,...,,·;1,, J1.· c11,1,,, 
opcr~u.:ionai:-.. com reduão de 2 J'hlllt," 
r,<uccntuai, 11a taa de juros das linhas com 
recursos do P-Pasep Os juros eram 
compostos pela IR mar 12a, agora serão 
.7ompü:--h1, pela ( ({ mais 10. 
Cl·rritli,c~ 11q!_:11i,;1, - l>i,pc11'.1 J.1 
apn:,c111a...,,·:l(1 de certidões negativas para os 
que n;1o c,l;ln l.'.ad;htr..1d11, 1h1 l '.1di11 
Crl·dito~ - uh1ri/.11,:,,, p.1r.1 Phh:11...,,:1" 
de novos reditos para os que estão 
cada!-.tra<.Jn, 11n Cadastro Informativo dos 
( r,Jill" 11;)0 1.lttitall," do ctnr l'uhlico 
l ,JcrJI (l .1Jrnl e<1111 Ji,idJ, de at.: RS 5 mrl 
t l1111itc ainda podera ser revisto pelos bancos 
que vão operar s créditos). 
C'ri:u;:1u do Funprogt.·r - rundtl Jc 
,.11 p.tra a (,.·,J,·.io llc 1-rnrrq:o e Renda. 
p.1r,1 lal'.ilitar .. 1 ,•hh:rn;;1o de linh.i., d~ cr.:d11,,, 
as empreendedores de baixa rcn<.Ja. 
Crédito Disponibilidade de RS X 
bulhes. a partvr de :; J..:- runcmhro. p.1r:i 
llpcrai;l1c, ptlr 111cll1 ,k programas de linha 
dl..' ,:redito l''fh;('ífica, <.to, a~cntc, 
1111.,n~l.'iro, llticiai,: Banco do Brasil. 
Bane,, da i111.1/lrnia. CJi,a Ecnnúmka 
1 ederal e Banco Nacional d, 
lk,<:rn,,hirn,111" Sleial (BNDl·1. O, 
Í.
0
.'llí .. ll n;1p ão no ll e jã c~ta, Jl11 
<.Ji,p~llÍci, 11,,, rundu.'.'I con~titucionai,. 
bancos federa "· 1 unJ,, J, , .d 1 chr J, J. 
1 (;P(' (B:--.J>I·). 1'1, l'J,,f' ,· I Jt 
F,,t:1J,!i:irio, - 1 1bi.:1.11,.it1 dl..' RS 255 
milhões do Fundo de m:paro ao 
1 r.rhJlhador (1,111 p.1r.1 ,, r l>.1llw J, 
i.:..1paci1aç;ll, Jc 2. ~ rntlh,·,i.:, d, 
c:mprccm.h:dl,rt:,. i:rJ,1 r1.·, ru1Ji.J1,, 5 mil 
agente, c:mprc,ari .. 1i, c11lrt:' c,111JJntc, 
uniYcr:-.itârio,. cujJ pdrli1,..q1.1,;.i,
1 h.:r,1 car:it'-·1 
de estagio oficial e remunerado. além de 
pc:,-..uJI c,pcciali/.td,1 I..' dr11, .. •n1.1J11,. (J, 
Jg_cntc, ,.ln c..1p.i,..,:1t,1r o, i.:111prc1..·m.kJ1)rl..', 
em aspectos gerencias e tenalegro 
Pricntar na cl:.ihor .. 1·;Jt1 d1..: um PI.mo Ll1.· 
Negócios necessário para a aprova±o de 
1.150 milhôi:, de ,1pt:rJ~t, .... , Jc ..:r1.:J11l1. O, 
cmprccnd~dorc, h:rJ,, llin,ult11nJ gr.11u1t.1 
apó, a lihcraçJ,1 dt> ,reJrh• 
Um programa de crescimento 
1) 
beneficio, para pequenas .: 
micn1,:rnpre,as. lançado pelo 
l'n:,id,·1110 da Rcp,rblica. po<k 
,cr un1,1 da:-- inici:uivas mais 
mporantes do go, crno cm 
l!J9Q. ,~ l0r co11d11zido corn 
algum.1 ."0111pctência. poder; 
con~ti1111r fort..:- estimulo ao 
c cimciuu cco11lH11icl.', e it 
criaçà,, de cmpn:g.o:,,,. Se o 
govemo, além di'-!,Cl, ti,cr di: 
f:t10 p,·rcchido o potencial 
dcs,a, cmprc:-.a:.. ,crá 
po:,,,Í el envolé-las. .:m 
pouc-,, 11.;mpo, 11a ..'.l)111pctiç:'to 
í1111:n,.11o:"iu11al. 
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\:,, E:--tadt" 
l 'nid·,. ,, crcscimcnht da 
'-'JX'rt.,.,·;io c dn cmpn:go. m,, 
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1)1). foi tktL·nninadn. cm 
grande parte. pelo desempenho 
de milhões de pequenas 
tlnitLtd..·, prnduhlra,. 
-...:l Br:1:.-.il. o Si:hr.1i.: 
'cm h:111:111dn a1r:1ir ..' 
rganzar industrias como 
programa 
i11t1..·r11al..'11.H1al111cntc. ~ta,. 
cnquantn ,, Schrac :11u~, 111..::,,-.;1 
dir'-·ç;)tl. a, pulitii:.1, de 
financiamento e de impostos 
,;i,, dirigii.J:i... em geral. para 
a c,1a~11a...,,:t , t.1;1' cmprc,:h 
111cm,n..·, ..' p.ar.1 ;i lfl.btraç;1l, de 
l'illlh prny.:hh. 
l rn dia 
a111c, dn 
lanç:11111.:ntü. 
um l.'.anal d~ 
tele isào 
Bancos oficiais t~m 
recusado crédito a 
pequenas empresas 
de bom potenci:11 apr..'!'oC:lllllU. 
dur:i11t1.· u 
lhHi..:i:ino. cntrc,·i:-.tas. cnm 
dors pequenos ..:1npn::,,:1ri<h. 
l 11, tkk, ha, i:t dcst:n, oi, idn 
um di,p<"-iti,,1 poup:1dnr dt: 
energia, premiado por um 
orgamismo federal O mesmo 
governo, contudo., foi incapaz 
<.k· ti11:im.:1ar:i :--11:1 cmpn.....,, ~,r 
1111.:in Lk um ti:rnco oficial. 
J outr:1 hi,tnria. 
11111 p1.·q111..·11.1 i1u.l11,tr ia. era 
1g11.tlmi.:1II.' p:111.'.1ica. O han..·,, 
oficial. segundo contou, 
chegou a dar-lhe esperança de 
receber o mpresumo, Com 
h.hl..' ll..",,.1 1..".f11.'..:l.1ti, ª· 11111 
imóvel to comprado, mas o 
fin:tlh.:l:llll.'ll(ll foj ,tbll.:'lh1 
r,pli1.:aç:iw ., 
diretoria do 
banco haa 
mudado e a 
politiea estava 
:-01..·ndo n:, i,ta. 
lli:,,túri:h 
,1.·nh:lh:1111·, ...;in ín:qui:1111.·,. 
ma, ,1..·n.1111 111:ti, 1111111i.:r,1-..1, 
Ctl111 l..'.'111..."/:L '..' lllllÍt:1, 
pequenas e microempresas 
pwk·,,Lm pelo 1111..·1hh pcJir 
fina tamento oficial  
gr:tndc 111.1111ri.1 J,·l:i, ftn 
inscrita no .1d:1 Iro 
l111Í)fl11.1l11ld"' n.·dlli.h ,.-10 
(J1111.1d," de Orgos do !'-,C'tnr 
1'11hlil.:ll(('adin) poratr.bodc 
1111plhhh. Lm p, 11H:ipio. tudn 
indica. ,cu, t.lirigc111c, 
:!l1,1ariam ck l1quid.1r !<>CU:-. 
i.khthh cnm ,, 1 .. ·,ouro e: cnm 
.1 Pn.:, id~m.:ia. 
O goe 11t1. agora. 
finalmente s dispôs a 
renegociar os debitos desses 
cmprc!.iri1.h. n 1llC:!!ol1Hl 
h.:mpn. 111ilh~1n.:, c..h:k:. tcrào 
llllallh.."llh: :1cc,,tl ao credito 
oficial- a parur de ag.nrn. 
,i.:gundo ,1.: a111111cinu. c,>m 
111i..·11<1r...:, ..:ntra ~:, 
b11ro..:rritil..'.1lS. 1) tt:mpo de 
.111:ili!'>...: Ja:- ,u1,..:i1a ·Ucs de 
1..rcdi1t,. de ac rdo com tl 
pnl~r.am:t. d.:, cni c.,ir di.: 
,·111co n11..·,c-.. ( 1 '0 dia•..) p.1r.1 
: 1 cfo,. ilém ,Ir ")· n IOF 
.:l,hrn<lo n:i:,,, ,,pt..:r::içêl~~ de 
cn:dilt' p .. )der;l ,1,.·r r1..·d1uido t." 
alguns financiamentos 
poderão ser alongados. 
A renegociação dos 
<.Jéhih" ti,i.:;11,. 11:"')lt'.' Câ',4.l. é 
intl'iramc..·n1~ 111,tificada. O 
prngr:tma dccrã criar 
condi.;t>e, r~.1r.1 o pag:i111c11to 
do:,,, impu"l<" c ,.:011tnhu1çfü:-, 
cm atra,tl. c,,m , ;rntagcm 
p:ira o I c,;,un,. parJ a, 
cm pn.:,a, ..: para os 
tr:ib3lh:1d11r..-s O L,ccuti,o 
decidiu i.:,h:rakr 1..·,,n 
facilidade tarnh.:m ;, 
cm prc~b gr~1 n<h:.... Pode: ser 
uma ho.1 iniciatÍa. m:h há o 
rbco. se .. 1 tH:gn iaçàn for 
condulill., ,c:m prudência. de 
estar•'."!oe e'--"' edendo mais um 
inci.:nti, o i1 '('lll.."e!-:tç;1o. 
O govemo podera ter 
adotJ lo programas de apoio 
à produç:it, muito :u11e,_ No 
últimt1:-. cinco :mn.:-. pnrêm. 
houve poucas ini iativas 
,ultndoh par:i n 
comp-et it i, 1d:it.h: - cm !!t.·r.:il. 
condtuida, com h:ii,a 
diciên ia e quase nenhuma 
etk.1nk11:11,;..111 1 l11111.1111c:J1tc. n 
g_ll1.."rlhl ,11111111.'.IPll J 
dispostào de apoiar a 
rcc,trutur:1i;.111 de ~ranclc, 
gruptll" Opcr.u;út.:.", com,1 
c,::,,a,. nn t.:nt::nitn. '>Út• 
fr:u.:ilmcnh.· fi11J11;:1.1da-:-. pd::i.... 
i11">tituiçôc, dr.: mcr ... •;uJo. ~th 
E,tadth l ndhl'. ,, 11H:rc.;.1do 
tem :-.id, c.1p:u 1:1mbt·111 d· 
apoiar 1.·mpn:,:lrm, c,,m bom 
polcn ial e pouco dinheiro, 
Cflllh) foi Bill G.tlc, ,u, ini ·10 
de carri.:ir .. 1 :o Bra,d. c,'."!oil 
tarefa deve amda caber, em 
grande pJrt1..· . .:H
1 ...:rCditl' 
oficial O setor ban ·aro 
prado e pouco aleito ao 
lado criativo do aptal1smo 
Mas nem o szstema oficial 
t.:umprira i.;,,a 1.1rt.'fa. t...c.· 
f:ilrnr um,1 clJra 
determinação de quem 
man 1:1 11.1 polir, :t 
COllÔ!l'll ·:, 
(O ! st:ado d • P.1ulo)

resta informaçõe na Cama 
Secretária Maria Cláudia l. E Lino na mara, 
ao lado dos Wereadores Ernando Gaoe Renato S Koa 
• llt,I A 'I~ IA -Jtuulcmln a cote da ( amara Mu­ 
niipal. fornlado a pedido do Vereador laaelhamorro da 
Rocha a Secretaria Municipal de aude Da Maria lauda 
L oureno Pinheiro I ino, compareceu aquela asa de Leis na uli­ 
ma secunda-feira, dia0l, para prestar informações obre o setor 
de ade emosso Municipio, especialmente com relação ao tto 
financeiro determinado pelo SUS para o Hospital São Viente de 
Paula, considerado extremamente bano, tendo em vista que a 
Secretaria Municipal também e Presidente do Conselho u­ 
ni ipul de Sade e gc-.torn cln S  no 111uni1,1pio 
A respeito do assunto o Vereador Israel Chamono fe 
a lcit111a ele 11111 oficio dn Secretaria l tadual de Saúde, onde 
foi informado á Camara Municipal que a competência para a 
distribuição de teto financeiro do SI JS para as unidades de 
S;1údt 110 1111111iripiu é cio Con,dho Municipal de Saúde Di· 
ante do exposto, o Vereador perguntou à Secretária Maria 
Cliludia Lourci10 l'inheiro Lino se a rccluçiio na, colas do 
SUS para o I lospitnl Sao Vicente de 1',1111:r é de responsabi­ 
lidade do Conselho Municipal de Sallde. 
Sccrctitria rc,pondcu nlirrunndo que o ª'"rnto niio 
foi bem esclarecido no oficio cn1 rdcrência. ,cgunda ela. o 
teto, 011 scjn. os recursos do S(US disponiveis ao muni,ipio. 
é informado pela Secretaria de Estado de Saúdc. que é o 
ôrgüo gestor do SlJS no Estado, cabendo a s~'Cn:tnria lu­ 
nicipal de Saúde.juntamente com a Bcneficcnda l lo,pital11r 
São Vicente de Paula, que s.'o as unidades que prestam aten­ 
dimento de saúde no nmnicipio. apenas a elaboração de 
uma planilha para definir a distribuição desse teto, ou seja, 
como e onde os recursos disponiveis serão aplicados "O 
SUS nos dá um teto de RS -1.86-1,01 mensais e nós, 110 
municipio, temos que distribuir e~se vnlor conforme :ts 
nossas necessidades, sendo que o llospitnl recebe me­ 
tnrlc desses rccorsos e :r Secretaria :lunicipal de Saú­ 
de fica com :r outrn p:1rte" informou a Secretária, 
Maria Clándia foi cnfãtica no dizer que não tem funda­ 
mento a alinnaçiio de que é nece,sária uma reprogramação 
na aplicação dos recorsos do SUS no 1111111icipio. ou mesmo 
de que é o Conselho Municipal de Saudc quem detcnnina 
quantas consultas, quamo procedimentos ou quais os procx~ 
dimentos que deverão ser realizados pelo I lospitnl ão Vicente 
de Paula. "ls.so não é verdade, o valor do teto do SlJS para o 
município nos é infonnado pela Secretaria de Estado de Saú­ 
de, cahcndo tanto ao I lospital São Vicente de Paula como a 
Secretaria Municipal de Saúde apenas a distribuição dc,sc 
valor de acordo com as suas necessidades e da maneira que 
achar mais interessante", enfatizou a Secretária. 
Os Vereadores bclavisten,cs fi,cram ini1111crns outras 
perguntas à Secretária llaria Cl:iudia L P. Lino, tanto ares­ 
pdto do trabalhos dcsetl'ol-.idos pela paa que dirige como 
cm relação as responsabilidades e ações do llunicipio para 
com o I lospital ão Vicente de Paula. que é parte integrante 
do processo de municipalização de saúde implementado nos 
últimos :mos pi:lo Governo Federal 'a ;,cqucncia destaca­ 
mos o;; pontos mais importantes da reunião dos Vereadores 
com a ccrctária Municipal de Saúde. 
O Vereador Israel Chamoro da Rocha pediu à Secreta­ 
rin que infonn,,ssc qual o sistema de trabalho dos m,'dicos que 
atendem nn Ccntro de aúdc Mw1i1.:ipal se destem Wl enci­ 
mento mensal ou se recebem por produção e qual o horário que 
ele dc'cmcumprir. aproveitando par:r ÍJ.u'ruui;r n:,:bmacio 
com relação ao horário de chegada dos mctlirn, no Cc :iro de 
Saúde, afimando que algumas socorrem!rasos 
A Secret:irin infom1ou qL, "' médicos do rmmi.ipio 
recebem um salário mensal por quntrn horas de serviço. ha­ 
vendo um deles que recebe por produç.'io (número de con­ 
sultas e procedimento rc.1liz.1dos); Com relação a 'n.-clama­ 
çiio a respeito de alguns atrasos dos médicos_ a Dra. Maria 
Cláudia a.finnou que eles ocorrem porque muitas vezes os 
médico são chamados para prestar atendimentos de emer­ 
gência no Hospital como nos casos de cirurgias_ ou às, i:7.c, 
eles tem pacientes intcn. idos e prcci am atender. enfim. fa­ 
tores que justificam os ntmsos e impedem o c,unprimcnto de 
um horário cs.pecífico no Centro de Saúde. 
O Vereador Nélio Diôrio perguntou à Secretária se 
existe o interesse da Prefeitura na contratação de mais mdi- 
cos para o Mw1i ipio. • 
"A tenção é a de se conrrarar mars alguns médr­ 
cas, principalmente para fazer o atendimento na área 
n,ra/, porque atualmente o 11111111cip10 está s~m 11111111éd1- 
co para dese111·olwr esse trabalho nns co11111111dades 111a1s 
distantes e realmeme existe essa rrecess1dade", foi ares­ 
postll da Sccrct.JÍria. 
Nlo perguntou ainda a que a Sccretiiri.1 ntnbuia a atual 
situaç:io financeira (precária) do Hospital S.'io Vica1tc de P:iub. 
"A proble111á11ca do Hospual deve-se ao faro dele ter 
que suhststJr apenas com os n•cursos do SUS. o que é pra11- 
camente upasivel por ISSO e preciso que a comnudade se 
das mula or 
' '-.1..: ... rt.t,,nJ e : ou • IJ r 
mentos do Hospital para o(Mda 
ca de muniempahza,ao da saude do ao rol qus 
tem omo prioridade a prevença0. ou seja hoje, ao o trano 
do que ocorreu durante muitos ano os1euros do S(/ a 
mas direcionados a impedir que a do na ocorra, porque ai 
muito mais har,110 do que ter de cura-la d pois. "w o tahwe: 
tenha dmmudo os recurso que antes eram dreconado 
aos hoptas" Maria Cláudia lembrou que e na unidade de 
aude do municipio que sdo desenvolvidos os diversos pro­ 
ramas que visam a prevenção, deixando claro que tanto a 
Secretaria Municipal de Saude como o ( onselho Mumipal 
de Saude não podem intervir no direcionamento desses pro­ 
rama porque eles fazem parte da poltia nacional de aude 
l'or ;ua Ct u crcador Jo:,n Kaliíc 11Hl,1po11 o,c ,llh 
-.:ihado,. domingo, e feriados o Centro de Saúde Municipal 
possui médico pata prestar atendimento as pessoas que nc­ 
cessitam de uma consulta simples tendo em vista que o los­ 
pitnl 11,10 pode fazer esse atendimento porque ele apora e de 
rc,po11-.:1bilidndc rio 111u11icipio. 
Secretiiria re-.pondeu ali1111a11do que a consulta sim­ 
pb(ambubtorinl) de 1e51,on,abilidadc do (C1111odc ':,aúdc do 
munietpio s.'in aquelas consultas que podem ser agcndnda ou 
seja, que podem esperar para o outro cfü. "as casas de uryen­ 
cm 1• r'1111•1xé11cra siio de 11'.l'{XJI &1htlrdnrll! do 1 !ruprlol. 011.w;a, 
a pessoa que estver com uma febre alta, por exemplo, ou 
qualquer ourroprohle111n que HIJO armdm1,•11101111crlraro, dell' 
ser prontamente medicada no Hospital", destacou ela 
O Vereador Ildefonso Pinheiro usou da palavra para 
di,.cr que dias atr:is. cm contato com o l'rcfi:110 Mu11icipal. 
ri:cchcu a infonnaçào que fora feita uma pcS(1ui,-1 na cidade 
e a Secretaria Municipal de aüde foi apontada como amai, 
atuante. por isso parnbcnizou a s~'Crctária llaria Clnudin 1. 
P Lino pelo trabalho quc ela 'êm dc,cll ohcmlo 
l .isongenda. :r Secretária agradeceu os elogios e ressal­ 
tou que os m1iorcs rc~>ons.ivcis ,;io os funcionitrios da pasta, 
desde os médicos até os enfermeiros, assistentes sociais, agen­ 
tes comu11itârios de s.1údc. au,ilinres. motorista,;, etc .. "por­ 
que são eles que colocam em prirtrm ns ações cferrms da 
Secrerarra /l./r1111crpal de Sade e fazem com que noassa 
pasta tenha o reconhecimento da nossa comumdade Isso 
nos fortalece 11111110. mesmo porque a sade e uma das pn­ 
ordades da atal admmstração" enfatizou 1 la ria Claudia 
í 
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l Mana lauda for ntat+ 
a. par ntu que a heetara esta fane no que 
tange yo Hospital São Ver te d, p ue llé'- 
nhuma outra adm mtnaão teror vetante 
atual 
mensal equrv alente ao que em sn 
administra, io, "basta dser que no prmero ano o Ire feto 
Ganbald ja havwa repassado mas recurvo ao Hoputa! 
Um hom puhlico pre.ligiou ,n explonações da 
Secretâri11 na Câ111arn 
O Vcn:ador G..'!ulio Lino lill10 mdaguu a ca l't:rri:r como 
está sendo feito o atcndimcrito medico e atra és dos Agentes 
Comunit:irios_ que a toam na prevenção de doença nos As­ 
sentamentos e também no Distrito ossa Senhora de Fátima. 
, ecrctária informou que nos Assentamentos Barra 
do lt:í e Tupãccrctà, assim como no Distrito 'S' de Fátima 
e no Uairro Água Doce, existem Agentes Comunitários de 
aúdc dando assi tência aos moradores. faltando apenas o 
atendimento no Assentamento Caracol que é recente e ain­ 
da niio dispõe de um agente Comunitário 
Com relação ao atcr1dimcnto médico para essas locali­ 
dades. a Sccrctári., cscbrcccu que até o inicio do ano havia wn 
ml!dico que se deslocava à essas comunidades da área rural 
aos domingos_ o que deixou de ser feito por falta de um médico 
que tenha essa disponibilidade. Segundo ela. do inicio do ano 
parn c:í o atendimento aos moradores da área rural e dos asscn­ 
ta.nx:ntos vêm sendo feito no Centro de aúdc M unicipnl onde. 
cm di.1scspccificos_ são reservadas vagas para essas pessoas. 
coincidindo com os dias em que elas vêm à cidade para faz­ 
rcm compras ou cuidarem de seus negócios. Maria Claudia 
garantiu. porém, que a Prefeitura está tentando a contratação 
de wn médi o para voltar a fazer o atendime:1110 dirctamC!lte. 
nas dr. crs:is comunidades da zona rural do município. 
Repanando-se ao repasse de recursos da Prefeitura 
para o 1 lospitnl São Vicente de Paula. que é de RS 15.000.00 
mens:,i a Vereadora lsabclla de Moracs Pinheiro Murano 
pergtmtou se não existe a possibilidade do Prefeito aumentar 
o valor desse repasse. considerando que o município é res­ 
ponsável pela saúde da população e que o Hospital passa 
por um momento de e>.1.remas dificuldades. 
A Sccretâria respondeu que cena.mente o Prefoito • 
• gostaria de ajudar mais o HSVP. mns. afirmou ela. "n Pre­ 
fe1t11rn não tem recursas suficientes, para fazer sso tera 
de rrrnr dmherro de outra árra da saridi!, que 110 fim va 
acabar fazendo falta do mesmo ;cuo. romprome:rudo 
Secretária M lauda e a Mesa Dretora da Cmar a Muni ipal, com­ 
posta pelos Vereadores 6aso, Renato, Pedro Feio e Luiz Alexandre 
Re,ponclcndo a indagaçõc, do Vereador Jose Ayres 
Cafure, a rc,pcitu da drf.:renciaçào dos atendimento do 
IISVJ> e do Centro de Saúde Municipal. atra é, cio S S. a 
Secretaria enfatizou que as pessoas precisam se conscientizar 
definitivamente que o I lospital deve atender apena, as ur­ 
gências e emergências e que os demais casos como consul­ 
tas simples e ambulatoriais, devem ser atendidos no Centro 
de Sairdc Municipal !· la observou que e comum as pessoas 
procurarem o l lospital nos finais de semana ou mesmo du­ 
rante a noite. quando o movimento esta bastante reduzido. 
para fazerem consultas. o que é errado, "essar p<'ssons de­ 
vem procurar o Centro de Saude do muncpo para 
agendarem suas comulras" fri,ou a Secretaria 
Em sua,con,idcraçõcso Presidente da Câmara Mu­ 
nicipal Vereador Retrato de Sou,.11 Rosa. que e médico. pon­ 
derou que realmente nenhuma outra administração publica 
municipal se prontificou a ajudar o I ISVJ> da forma que a 
atual admini;.tração  êm ajudando Por outro lado. Renato 
perguntou por que há mais ou menos cinco mesc,. quando 
começaram os problemas na gestão da Beneficência I lospi­ 
talar São Vicente de Paula, a Secretaria Municipal de Saúde 
não tomou a iniciati, a de infonnar e conscientizar a popula­ 
ção de que o I lo pital não mais poderia fa,.cr esse atendi­ 
mento de con ultas ambulatoriais, observando que isso dei­ 
xou o ho ;pital. o, funcionários e principalmente o, médico 
ex-postos ás criticas da população. como se ele, não quises­ 
sem prestar esse atendimento. 
/1. Secretária respondeu afirmando que em todas as 
entrevistas que deu e nos programas de rádio que panicipou 
,cmpre chamou a responsabilidade pelas consultas 
ambulatoriais para o Centro de aúde Municipal. além dis­ 
so. segundo ela. nas conversa com os /gentes Comunitári­ 
os de Saúde. que hoje s.10 28. cmprc pede a ele; para dci­ 
,arcm bastante claro nas comunidades cm que atuam que as 
pessoas de cm procurar o C M para a rcali,.ação de con­ 
sultas e de outros proccdimC!ltos qoc passaram para ares­ 
ponsabilidade do município 
Complementando suas infonnaçõe ao Prcsideme da 
Câmara Municipal, a Dr. Maria Claudia L P. Lino esclare­ 
ceu que o Centro de aúde Municipal dispõe de três médicos 
que atendem no período ela manbã. dois no perodo da tarde e 
mais dois no período notumo, os quais atendem cm média 20 
consultas cada um. totaliz.ando. por baixo. aproximadamente 
140 consuhas ambulatoriais rcaliz.idas diariamente. Incluídos 
os demais procedimento: e programa desem ohidos a Se­ 
cretária informou que aproximadamente 250 pessoas são 
atendidas por dia no Centro de Saúde Municipal. 
Com base na planilha mensal que estipula o nº de con­ 
sultas que podem ser realizadas por mês no HSVP. através 
do SU . que é de RS 1.152,00, representando 5ó - consul­ 
tas_ o Vereador Renato de ouza Rosa explicou que e e 
valor na verdade significa que o Hospital só pode fazer 16 
consultas por dia, ou seja. para uma população de aproxi­ 
madamente 25 mil habitantes são apenas 08 consulta a cnda 
12 boras que podem ser realizadas pelo SU , 
0 
que, no 
entender do Vereador. e uma grande aberração do a1ual sis­ 
temn de saúdi:,igcnte em no o Pais fazendo-se necessária 
ª. i:nobilr.aição das autoridnde muni ipais pnra que essa po- 
lru do S para os Hospitais seja totalmcr1te revista_ 
. Ao final dos di ersos esclarecimentos que prestou na 
C:mura Municipal, a Dr' Maria Claudia L P. Lino recebeu 
0 
agradecimentos do Presidente Renato de Souza Rosa. em nome 
dos demais Vereadores, por ter atendido ao convite daquel 
Casa de Lei e também colocou-se à inteira dispo_ 'ção do: 
membro- do Poder Legislativo M,micipal para todo e quais­ 
quer outro .:scbreomt"lltos que se fizerem nt..·cessários ares­ 
peito do setor de SllÚdc cm nosso município. (A.1.C.M)

.. 
PREFEITURA MUNICIPAL 
DE CARACOL/MS 
P()RTARIA Nº 069/99 
Dlmar da Salva Leue. Prefeno Murpal de Caracol. E ado 
(Grosso do Sul, uwando das aurhuães que lhe confere o cargo 
RESOLVE 
1 • C 'onu:tkr aíal,11ncn1u <.c111 ,cmunu,u,,10 fllH 1 o(cento e otnta) d 
aos funcronanos abarxo relacionados, 
- Eunice Morena Vea, auxiliar de servos peras a partur d 22 de setem- 
111 o dt.: l ')'JCJ. COJll I clo1110 L m 22 de 111.,rç.o dt.: 1000 
- D)onza Qumntana Rolon, auxilar de servos erans. a partir de 06 de 
setembro de 1999, com rc101 no cn, 06 de 111arç.o de :moo 
11 • C11111pra-,e e 1'11hliquc-,t.: 
Caracol-Ms, 22 de etembro de 199') 
Dilmar da Sih·:, l.l'itr - Prdeito lu11ic1pal 
PORTARIA Nº 070/99 
Dil 111ar d:i Silva Le11c. Prcft::110 Muni ipal de Caracol. l .,tado de !lato 
Grosso do Sul. usando da, a1ribuiç<ics q11c lhe confere o caro 
RESOLVE 
1- Conceder Licença Prê11110 de 90 (no enla) ch:1, por ,l,1du1dade ao fun­ 
cion.,no Sr. Castor Alves, lotado na Sccrel,tria de Educaç,1o, no Circo de profes­ 
sor. n:fcrcrHe ao q11i11q11c1110 IJ--1/99, a pnr1ir de 15 de seu.:mbro de 1909 com 
retomo cm 1 S de dacmbro de 1999. 
li - Cumpra-se e Publique-se 
Caracol-1lS, 22 de setc111 hro de 1999 
Dilmar dn Silva Leite - Prefeito ilunicipal 
PORTARIA Nº 071/99 
Dtlmar da Salva Lete, Prefeno Munepal de Caracol. t:srado de Maio 
Grosso do Sul, usando dm a1nh111ções q11e lhe confere o cargo 
RESOLVE: 
1 - Conceder Férias regulamentares aos funcionários abaixo relacionado,. 
- Genice Lopes lb:rnhi.:s. professora. rcf. 96/97 
- í-elix /rguclho, 7clador ref. 97/98 
- Tertuliano Outra, diretor a<ljunlo <li.: d.:rnnamcnto, ref. 96/97 
li - Cumpra-se e Publique-si.: 
C:irarol-ilS- 22 de setembro de J 999 
Dilmar da Silva Leite - !'refeito ;lunicipal 
PODER JUDICl,RIO DO E TADO DE MATO GROS O DO Sl'I. 
COilARCA DE BELA VISTA 
EDITAL DE PRIMEIRA 
E SEGUNDA PRAÇA 
O Doutor Geraldo de Almeida Santiago, Juiz de Direito cm sub!'lituiçào legal da 
Comarca de Dela Vista. Estado de Mato Grosso do ui. na fom,a da Lei. etc. 
FAZ SAD ER aos que o presente Edital virem ou dele conhecimento tiverem, epe­ 
dido nos autos nº 276/97 de EXECUÇÃO POR QUANTIA CERTA que ZULEMA 
DUARTE DA SILVA promove em face de EUCLIDES LINDOLFO DECKER E SIM 
MARGARETE VACARI DECKER, cm trâmite por este Juízo e Cartório Judicial que nos 
dias 25/ 10/99 e 04/11/99, rcs~.tiY,1111e111ej_ 15:00 hora. no Edilicio do fónm, local será 
levado à público pregão de venda e arre,mtação, a quem mais der e maior lanço oferecer. 
o seguinte imóvel: IMÓVEL: -18,0000 hcc. (quarenta e oito hectares) de terras pastais e 
lavrndias, parte da Fazenda Flor da Mata. ituada no 1unicipio de (aracol-MS. Comarca 
de Dela Vista. dentro dos seguimcs limites e confrontações: - NORTE, com área n. 0-1. de 
Severa Jsmar Dcckcr; SUL. com área de Orestes Godoy; LE TE, com área n. 0-l. de 
Severa lsmar Dccker e a OE TE. com ibila Deckcr. Devidamente matriculado sob o n. 
7028 no RGI desta Comarca. A referida área não possui benfeitorias a especificar. sem 
aramado, possui formnção de pastos cm apro:,.;mdamcntc 80% (oitenta por cento) da 
àrea. distante m.,is ou meno 6 (seis) quilómetro da estrada principal Considerando sua 
localil.'lçào e formação, avaliada cm RS-100.00 (quatrocentos reais) por hectare. no total 
de RS 19.200.00 (dezenove mil e duzentos reais). A presente avaliação é datada de 03 de 
maio de 1999 e ser:i confo.ida monctariamcntc 05 dias antes da primeira praça. Consta dos 
autos que 
O 
imóvel apresenta débitos cm relação ao ITil. referente aos exercício de 199-l. 
1995 e 1996. Na primeira praça o imó'cl não poderá ser alienado por preço inferior ao da 
avaliação. sendo que na segunda que só terá oportunidade se resultar negativa a primeira. 
o imóvel será vendido a quem mais clcrc maior lanço oferecer. ainda que por preço abaixo 
ao da avaliação. ão havendo c:1.1>cdiemc em qualquer das datas acima designadas, estas 
realizar-se-ão no mesmo horário e local do dia útil imcdiatamcme seguinte. Pelo presente, 
ficam INTIMADOS 
O executados EUCLIDES LINDOLFO BECKER E SIM 
MARGARETE VACA RI BECKER. cbsdaus e horários designados para os pracc.,mento 
Era que ninguém alegue ignorância, foi expedido o presente edital, que será afiado na 
sede deste juízo e publicado na forma da lei, com antecedência minima de cmco dias antes 
da primeira praça. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso do Sul. aos trinta e um dias domes de agosto do ano de nul novccento e 
noventa e nove. Eu. Edgard Ibanhes Escrivão Judicial o digitei. 
[doard lbnnhcs. Escrivão (a) p/ determin:1ção do ili1. Juizdé Direito 
"' 
DROGARIA DANIFARMA ( LÍDER) 
~·.., • ' '] 
Qualidade, bom atendimento 
e experiência 
Aplicações de Injeções; 
medicamentos; 
perfumaria em geral 
Voa CLIENTE EM I'' LUGAR 
A,.RrJsil. 1211 .1if 495-1197 • Carucol-'.I~ 
,. 
ã 
1 
ao Dedamente ma 
tta- situada no l sar 
espec ficar avaliado n RS 
tnt e sers ml, setecentos e trata 
corryda montaram te c.nco c.!1::1 
não consta cadastrado de ITR a 
mnfenor ao da avahação, sendo que 1 
:, pril'1.HJ o mmovd sena vendido a 
pteço abarxo ao da avaliação ão havend 	' , 
nadas estas realizar-se-ão no mesmo horanoe zal do aut/ im a unte Caso 
os ecutados não seyam intimados pessoalmente das datas de sugadas pata os pracearnt+s 
ficam desde ja, devdamente intimados das datas e horanos desanados para os pracearertos 
E pa, 1 que "'":.ULJ!l alegue ignorância for expedido o presente edital que sera afiado na 
i,cdl• eh. te JlllZO e publicador.a fcmu d.1 lu, com a1tdena muna de caco dias ate d .. , 
pnmrna praça Dado e passado nesta cidade e Corara de Ela  .1., tado de M 10 
Gro:.c.o do Sul, aos vnte e quatro dias do mes de agosto do ao de ml nos«etos nonta e 
ove Eu, Edg..1rd banhes, Escnvão Jud:cal o dgyte Hlrabte ah lura de U,nito 
P,lffJUO DO MOVIE IODE MOR II O Bit ~11 1 lllO - l''ll>B 
EDITAL DE CONVOCAÇÃO 
os termos da legislação estatutara e legal em vwgot ficam convocados por 
este I dual, todos os leitores filiados 2o Partido do Momento Daoctatco Eras1- 
leira P108, neste municipro, para Convenção Mfamcapai que a realizada no 
da 17 de outubro de 1999 Om ImIc1o as 08 00 horas e cerramento as 16 00 
horas na Câmara Municipal desta cidade. com1 a HC!.tt111r,· 
OIUH. ,1 IJO OI 
.) Eleição por ,oto d11c10 e sccr,10 do D»retoro Mumucpal que sera onstutdo de 21 
:' kml>ros e de 8 Suplentes 
B) Elerçã0 por voto direto e sccruo de I Dclcl.(:t1lo e "'l"'CIO Suplente a 
Corn cnção Estadual 
(') Ek,ç;io por voto dm.10 e sccrc10 da Corussão de I r:ca e l),s.;,pl,r .1 ,· l>IS S11jJlmtC'> 
D) Eleição por voto direto e secreto da Conuss:io l """"'-~ , '"" Suplmtcs do 
Conselho Fscal e Suplentes pelo D11L1ono h.mc,pal ele:tos mediatamente apos a Conven­ 
ç:io 011 nos 5 dias subsequentes 	Porto Murtinho, o de outubro de 19')9 
José Fl:i,io da Costa QueiroL - Presidrntr da ( omi"iiu l'rn,i"íria 
EDITAL DE PROCLAMAS 
Jamldc Rosa dos Santos. Ofiaala do Rl":_!Jsrro C, nl dssta cidade e comarc.1 de BclJ 
Vista-MS, FAZ SABER a todos quanros o presente Edital de Proclamas varem que apre­ 
sentaram os documentos egydos pelo amgo 180 do (od1,;,.o (',,. d llr.,sdu,o 11,c"º' 1-11 e IV 
e pre1cndem se casar 
ADE:lllt PALACIO r !.RI, ERG,IA LOPES, ambos brasileiros solte­ 
ros, do1111c,ltados e rcsidentc'S ncsu cidade. de c.1mpc110. 11atur.1I d, Caracol-1S filho de 
Smnezo Palacro e Judrtc Luccro, ela, hdes do lar. natural de Porto lurtmho-1S. filha de 
Cam,c,n Lopes Se alguem souber de algum impedimento que se oponha na forma da ler 
Bela  ist:1-;IS. 07 de outubro de 1999 .Janildr !tosa d11, """"" • OliciaJa 
,-,,, 
Fl?ONTEll?II 
Produção de rações para: 
. Bovinos em semi-confinamento; 
. Vacas lerteiras; 
. Bezerros mamotes e desmamados; 
. Equinos; • 
. Aves de corte e de Pos-tura; 
Concentrado para: 
Bovinos em semi-confinamento 
Av. Brasil, 240 
Caracol-MS 
CEP 79270-000 
Fone: 
0XX67 - 495-1317

S( {11 ~: 
1 A. EMC)(J() 
1.1' 
l r1 
b.tfJ;lJl,I l p 
mando.a 
)ueto agradet a 
soldaredsd do braletos 
de D!i Vt raol An 
tonto João Jarhm e Bela 
ta Norte que trouxeram 
dOJ ()-. 111U lt.l l' ()1.1~0.  ., 
todos nos" de +arou uma en­ 
fermenta moradora do stot 
} (11,11,n 110 colt> ., lilh.1 
Mord,1) e 111 ,,, de quatro f­ 
lhos, "osso povo e trabalha­ 
dor" fatzou 
'ara chiar a Arroyto 
samdo de Blla Vista sorte 
per one-se 75 kms ri,• l ,11.1• 
da de chão, passando por 
Cruce de Bella Vistan do 
por astalto ate Ybe Yhu e 
mas I0 kms de estrada de 
ICfl:l :llc O :tSSC'flt:lllll..1 O 
ale a pu1., 11s1wr os 
"c.1,npl11101", s.'io pL-sso.,s de 
fisionomias sofndas pelo ttato 
com :-i ltrrJ. m.1s ll~,, um:, :tle­ 
gna tenor que comove Pos­ 
sucm 8 11111 hcctar,-s de tenas. 
d,whclos mi 7 setores. sendo 
que cerca de 600 paus de fa. 
nulas trabalham do nascer ao 
pôr do sol, contando com a sor- 
A Ffl(). "I'EI­ 
PESI T()S'' 
le l .1 ,li L1tl ·D"' p.,r 1 • u, 
erem as adversidades da n 
treza e do Governo 
"Ftamos esquecidos 
aqui" declarou um campesano 
lamentando que contam aperas 
c:0111 1m1 nHxlic.o p;:uJ o._rc-.a de 
o mu! pessoas Impossvel de 
calcular quantas canas 
estao nos setores, passam 
da casa do mlhai 
Nesta semana um a­ 
mnhio da Fundação Jasmm 
esll'(' 11:1 R adro Manscal 
Lopez1480 Khz e Fronteira 
I·  I <•2,5 k,ando ate os colo­ 
no, ,oupas. :1l1111mtos, bnn­ 
quo:lo, e calçados arrecadados 
pelas ,·nnssoras que fazem 
pan.,doG,upo lul1111ud.J, 111- 
tegrando também a Radio 
La,1.•1 Radio Lno. D,ano Po­ 
pular e D,nno EI D,n 
Começamos agora a 
segunda parte da campanha 
EDITAL DE PROCLAMAS 
Janildé Rosa dos Santos. Ofrerala do Registro Crvl desta cidade e Comarca 
de Beb V1sta/:>-IS, FAZ SABER a lodos quantos o presente Edital de Proclamas 
virc111. que apresentaram os documentos cx1g1dos pdo ,1t1go 180 do (od,go C1v1l 
Braslero, Icsos 1. li. 111 l' 1 ' e pretendem se casar . 
rAlJLO VAI.MIR DE SIQUEIRA e ANDREIA FLORE DA ROSA, am­ 
bos braslentos, solteiros, domuchados e residentes nesta cidade, ele, mhitar, nalural de 
F:ít1111a do Sul-'.IS. filho de Pa11lmo ,11101110 de Siqueira c .-11gd111a Gomes de Siqueira, 
ela. estudante, natural de Bela Vista-MS filha de Isa1as da Rosa e Scbast,ana Inês 
Flores Se alguem souber de algum 1111pcd1111cnto, que se oponha na forma da Le, 
Ilda Cista/i1S., 08 de Outubro de 1999 Janilde Rosa dos Santos - Oficial:, 
Som para festa, aniversário, 
propaganda de rua 
e som em geral 
Rua :'>lurilo Godoy • S.:'1 • Te!. (0n67) -195-120-1 - Caracol-MS 
FALAR COM ROBSON (DJ BOLA) 
1 
Em tempos de rc:~1
0
0 ncgóci~ é economi_Lar com~ com qualidade 
Ganhe 65% no pr_cço da gasolina (mai ba to) 
1 
e 35% no preço do óleo diesel (mais barato) 
É isso mesmo, abastecendo no Posto Dos rronteras 
essa é a diferença do preço 
l or ol:danedade" ao vao 
p,IIJ ,u ¼f'1d.J. 11'1, liilll p.1r,1 
erwr" parafraseando São Fran 
casco de Assis, estamos rea 
bendo doaes de roupas para 
, naças brquedos e Jluncn­ 
to, to perecvens As doo.,ôc 
pock111 ,l·r ft,1,1, t1111bcm po, 
telefone 075.21054 com Alem 
knl011ç;1 <>Xó-OHú-1 com flJ. 
'1oGoclos 1Xl2 l 505J8317 com 
Juan Esquive4, 002159538309 
com L,k (0112! 
.. Quero rtg.1 .:idccc1 :1 
Deus pelo bom cora 5o que 
o povo brasilero e paraguaio 
ter pois neste momento de 
dcscpcro para os nossos 1r­ 
mãos campesinos todos estão 
colnbor.rndo, Drus lhes pa­ 
gue por tudo que tem doado", 
cnfot,zou Ciabnd Coronel • 
Chefe do Grupo '.lultnrnd,a 
(Do enviado da TF especial da 
TFii Arroyi10) 
Seja inteligente. essa é a diferença 
POSTO DOS FRONTERAS 
Bella Vista-Paraguai 
.- 1f 038286 
(Bella Vista-Paraguai) 
Gasolina Super e Comum - Filtrado 
➔Óleo Diesel - Filtrado 
CLIENTE AMIGO: Vamos ser objetivos, vale a pena abastecer no 
Posto Dos fronteras, voce pagará menos 65% no preço 
d:1 gasolina e 35% no preço do óleo diesel. 
l'ale a pena 110 prl!ço e na qualidpde 
POSTO DOS FRONTERAS - No Km 1 e meio - 
Na saída para Assunçãc, - Pertinho do centro 
Zeca do PT: ''Mo - 
lizamos este Estado'' 
teceu em ela Via 
11 - ()uJI f o rnul- A 
tado posto que saiu do 
r,110111ro fltl llel.l  111.,. 
onde estavam presentes 
diversas autoridades e 
Ministros paraguaios.' 
11-.C. I - Fot a o­ 
tl/1tW, o tl,•1dobrw11< tifo 
da 1e1011"0 t/lli! lllt'IIJtH 
quando fomos a Capital 
do Paragua Assuncon 
onde ereamanhamos e ds­ 
cutmos a respeito da pesa 
p,, •tlmvrm. tia preservaao 
ambiental da Hoceanca 
das questões da febre aftosa 
na regi@o fronteira, da 
hdrova do Ro Paraguai 
e das alternatvas de fac­ 
l11ar a vda das pessoas 
que 'l•c•m na fro1Jlf!1ra 
Eu acho que o En­ 
ontro em Belo I ista, teve 
11111 marco hstoro de 
co11stn11r 111110 expecrat1m 
cv11c1'o'ta do oss111a111ra de 
11111 protocolo, de um ,kx:11- 
mento, que aponte no SI'//· 
11du da g,•111e fnctlllar a 
ndo das pessoas. de em­ 
prr'.Úrtos. trabolhadores, 
de todas aquelas pessoas 
que moram na região de 
fahte a da das me mas, 
, ob es ' arpcc ltH I o,o 
interagirmos mnterlgar 
mos as tpectanwas d de- 
emvoh nerto do Brasa! e 
/',ll,1/11( >I, fltifCI {ftlc.' fa­ 
mo dos dos pases, a par­ 
trooEs ado de Mato Gros­ 
socl,1.Si1l1•ila, O.par1am.i1- 
tos rzmn os, que posam efe­ 
tva nenue desenvolver-se 
TF - Ouais 11s rx­ 
pectativas do seu Gover­ 
no para o no, o milênio? 
Zl CA E a 
1110,al1d,,tle, pois 11ós ,110- 
ralt;amos este Estado, au­ 
mentando a arrecadação, 
sem a11111e11tar tnbutos. 
Pagamos os salános 
atrasados que foram de a­ 
dos pela bandalheira que 
teve no COI emoa11tenor de 
Hílso11 &rbasa -~ far1111s. do 
l',IDB. O pagamento dar 
prr?jetn1rns que 111111ca rece­ 
herom tm11od111he1ro. como 
l'stão rl'cebendo neste Go­ 
'í'r110. 
Para encerrar quero 
Garibaldi: "Reeleicão , 
tem que fluir.do povo" 
João Carlos Velásque-.t 
O Pn:fr:ito José Ganbaldi fãlou ~o JomalTnbuna da Fron­ 
teira, que o "Enrnntro de Integração ocorrido dia 30pp . foi 
positivo. onde in~iort.mtcs autoridades brasileiras e paraguaias, 
visando o a fahamenlo e aberturas de estradas. a preservação 
do mcio-ambicmc e o descm·olvimento de nossa regi:io. 
Isso é fimdamental. Bela Vista teve um dia histórico e 
espero que isso traga de fato rcsuhado posili..-o. para a nossa 
população, onde o objetivo maior é de facilitar a vida de nossa 
gente e conscguinnos n .'canismos para que haja oportwudadcs 
de emprego e trnbaOio para o nossos jovens e a noSs.1 popula­ 
ç.'io, pois., hoje muito estão em situação dificil e não conS<."gUem 
um trabalho. onde possam dar dignidade it sua familia. 
Foi uma ,-,1isfa ão muito grande para nós, e é através 
de es cncontm,quc buscamos meios e oluçõcs para me­ 
lhorar a vida do nosso povo". 
O Prefeito José Ganbaldi falou ainda da Eletrificação 
nos bairros Cancha. erradinho, Vila Serrasul e o Distrito 
Nossa Senhora de F:i1ima ( unca-Te-Vi). "O Nunca-Te-Vi 
faz 60 anos que ali está e não tem energia elétrica. acho que 
foi uma irtjustiça. a exemplo do que ocorre com os assenta­ 
mentos. que são novos e jit tem energia elétrica. água. enfim, 
uma infra-estrutura necessária para o seu fun ionamento. O 
Nunca-Te-Vi niio tinha nada disso e nós. após a eleição do 
ZL-ca, cstivemo, com ele e fiz essa solici1açào. para que pos­ 
samos atendcn:sses irmãos. poisj:í era hora de justiça. Zeca 
como uma pessoa senSÍ el simples., que conhece muito bem o 
Nunca-Te-Vi,já que O pai dele. Orcírio dosSanlos morou lá. 
O Govemador Zeca do PT. veio no dia 20 de Julho, 
aniversàrio de Bela Vista e nos deu isso de presente, lançan­ 
do a energia elétrica no Nw1ca-Te-V1. Cancha. Serr:idinho e 
na Vila Serrasul e neste encontro já trouxe os materiais com 
os caminhões e arretas e j:i deixamos no local e dentro de 
I O ou 15 dias jà inici:irã as obras e terá um prazo de conclu­ 
são de 60 dias e os nossos bairros beneficiados terão ai sua 
tão onhada energia elétrica. pois eles tem depositado toda 
sua confiança neste Govemo. 
O Prefeito José Garibaldi folou também da sua pos­ 
sivel candidatura à Reeleição. onde afirmou que "a cnn­ 
dida1ura é urna coisa que tem que fluir do povo. Hoje 
sou o atual Prefeito. mas tenho que ter uma política de 
resultado e e ·onseguir os objeti, os que me propus e a 
população ent.:nder. alra,·és de pesquisa!.. que possa 
sufmgar novamente O meu nome, estaremos ni sim. à dis­ 
posição e dizer que temos um projeto que hoje está em 
fa e de geração. para que essa decisão seja concreta". 
Regulari1.ação 
de dí ida é 
pré-condição 
rala - O Gover­ 
no rcd,uiu pdJ Pktidc d 
multa e o,juro, d,• llK>r J pJ1 1 
e ,timular as emnpreas a co­ 
locarem em dia as lP11trthto1- 
1,,õe, d.:- ida, no f u11do d~ 
Garantia do Tempo de Ser­ 
, iço ( I (, P.-.) r l1'lll mL.t~,l() 
dosdebito,junto no 1 (, J ", e 
pré-1..onrlic. o patd que a, 
empresas possam t neocar 
;ua dr,ida dcn110 do Pro­ 
grama ele Rccuper a,..~o r i.,_ 
cal (Refis) lançado esta se­ 
rnan a pelo Presidente 
Fcmando l lt::11riq11~ Cardo.,o 
O Mini,téno do Tra­ 
balho reconheceu que o, en­ 
cargos sobre a, con1nbui­ 
çõc, cm atraso do r- ,1 S 
eram 111uito pc,ado,. o que 
dilic:ulta,a a regulariLaçfo 
dosdébi10s pelas empresas 
O Secrctârio-h.e ·uti,o do 
M'mistériodo Trab:1Il10. Paulo 
Jobim, explicou que os débi­ 
tos em atraso ate 31 de agos­ 
to poderão. na rencgcx..-iaç:1o. 
ser beneficiados com a redu­ 
ção da multa de 10% para 
5°0. com os juros de mora 
caindo de 1% para 0.5% 
Este é o, alor da multa para 
o débi10 que é pago dentro 
do próprio mês de ago,to. 
Para as dividas antiga 
ou para as obrigações que só 
s.iio pag.as pelas empresas a 
panir do més seguinte ao do 
vencimento, a muta, atualmnen 
te em 30%. cairá para 10% 
a medida prO isória que 
será publicada ainda esta se­ 
mana. o Govemo 1ambém 
pemútiu a redução em 50% 
sobre o encargo incidem es 
nas cobranças judiciais de 
créditosdoFGTS. O parla­ 
mento da divida de contribui­ 
ção do FGTS poderâ ser fei­ 
to em att: 180 me es. 
o ca o da empresa 
arpar pelo pagamento do dé­ 
bito em atraso à vista até 31 
de janeiro do pró,;mo ano. 
a multa será reduzida para 
5% e os juros de mora para 
0.25% por mês de atraso. 
Jobim também anunciou que 
faz parte do programa a anis­ 
tia de multas trnbaD1 i.stas até o 
valor de R 1.000 deum mes­ 
mo devedor. A medida., se­ 
gundo ele. ,isa o saneamento 
do passivo e elim:nação da 
obrigaçõesquepo magra­ 
vara situação finan-cei_ro das 
micro e pequenas empresas. 
A Caixa Econômica 
Federal informou que niio tem 
com:, preci5ar o rnom:mte das 
contribuições de,~das ao 
FGTS pebs empresas. O db, 
bito jâ renegociado no ano 
passado e no,amente em 
atraso junto ao FGTS é de RS 
1.38 bi!h:io, dosqu:i.i,; RS 590 
nn1hões do setor privado