Prefeito de Antonio João ter a apoio do 
Secretário de Educação do Estado 
- 
O aporo do Secretano 
de Educação do btaclo. 
Pedro Kemp Gonçalves. foi 
pedido pelo Prefeito Dú 10 
Queiroz Silva para conclusão 
de alumas obras que estão 
parali,ndas ou cm atraso por 
falta de liberaçiío de rccur­ 
sos. (Uma delas é a reforma e 
ampliaçlio da Escola Estadu­ 
al /ral Mon.:ira, que se arras­ 
ta desde o governo passado e 
<:stà inacabada. D;'1cio apon- 
vtou que citou o caso de pu­ 
blico "para que a sociedade 
saiba que se a obra não sai 
não e por culpa do Pedro 
Kemp ou do Prefeito". 
l·alou d,1 emenda d,i 
senador Kamez Tebet para 
ref'orma do Clube Social 
União e garantiu que quer 
a.abar com os muros da Eis­ 
cola /ral Morcirn para cri­ 
ar um mini centro estudan- 
11I. com uma pra a para lazer, 
cultura e esportes. Dise de 
sua esperança de inaugurar 
a B1bliotcca Municipal ain­ 
da este ano e das di ficulda­ 
des que cst:'t enfrentando 
em bancar as Creches Mu­ 
nicipais O Prefeito fez. urn 
apelo veemente no sentido 
de se firmar parcerias com 
o governo para resolveres­ 
tes problemas. 
lante por cento dos reurso para hahta@ 
vão para mulheres arruo de família 
(Ufltt',t)U,ltr, a ,,u
1
t .. t li 1 sem be1a 
Lelatia, umproy to de leque de 	os 
teut os publcos adunss da hahau+o lhe 
sustentaculo de familia 0projeto loaptv tu 
tado Linho(PDI) Lleent de que apropotao de na t 
observada por oaao da drstnbuião das verbas destinadas 
à habitação, por faia de renda ou por qualquer outro entro 
1 111✓:11ho .l!ir111,1u que"" r que 1.10 - ,111 otadia - .,d­ 
quire, no Pais e no E tado, aspetos dramaticos, reveladores 
de grandes desigualdades soias que se aravam e atmpem 
em profundidade e extensão, as mulheres amimo de familia 
Segundo dados dos Instituto Brasileiro de Geografia e 
E«atistica - IHGlemtorno de vinte por cento das era de 
38 milhões de familias brasileiras são sustentadas exclusiva­ 
mente por mulheres Apesar desses cnatos, as mulheres 
sustentaculo de famiha, competem de forma igual no mercado 
habitacional que lhe-, oferece acesso testtto aos programas 
convencionais de financiamento O Deputado l uizinho lembra 
que o ro,cmo preci ... a criar mecanismos como a reserva de 
parcela das verbas habitacionais do Estado pata beneficiar 
mulheres que sejamo único ou o principal sustento da familia e 
por isso quer parantir através da lei essa parcela 
PEC para a saúde ainda não é ideal, ava • a Mo 
l 
e, 	Câmara apml'Oll v111c1ilação de recursos da Umãu. Estados e muncipos para o setor. ;á a par/Ir do ano que vem 
Pela proposta, os recursos da União ser votada cm dois turnos. 	tido de apressar a votação em segundo tut- 
para o sctorno ano que: vem scr.io acrcs- Moka diz que o valor que o go- 110 na Câmara e no, doi, 1ur111» 110 S.:na- 
cidosdc 5%. ESladosc 1mmicípios. por sua , cmo pretende gastar com o setor cm do". comc11tou 
,·e1~vãorcscrvar 12°oc 15%des.:usor- 1000. estimado em RS 22,5 bilhões. é Coma,alteraçõe,i11trod11mla,pela 
çamentosâs.1údc.resp<.'Ctivamcntc. pequeno. O deputado defende a PEC. MoJ..a cntcndcquco,problcma,en- 
"Vamos lurar por mais recursos". dcstinaçii o de RS 24 bilhões, o que re- frentados pela saúde. especialmente na rede 
avisa o deputado, que começa a mobili- presentará um aumento de 6,6%. publica, serão. emparte. amenizados "Que- 
zar a bancada de seu partido para votar Ele admite. no entanto. que dificilmente remos ver nos,a população rcndo um atc'II· 
logo a matéria cm segundo turno. Se a PEC será aprovada a tempo de ser inclu- dimcnto digno, a altura do que ela rccollle 
aprovada na Câmara. a proposta segui- ida na proposta orçamentária da União do em imposto, e conrribuir,,i,~, aos cofiL-,, do 
rá para o Seu ado, onde também deverá próximo ano. "Serão feitos esforço no scn- goemo federal. estadual e municipal. 
a 
•. ·-· O vice-líder do PMDil na Cã1n.1ra. de­ 
putado Waldcmir Moka, considera Insuficiente 
a aprovação. cm primeiro tum o, da Proposta de 
Emenda Constitucional (PEC) que prevc a 
vincubção de recursos da União, Estados e mu­ 
nicípios para aplicação na saüde a partir de 2000. 
"Embora não seja exatamente o que o 
setor considera como ideal, penso que houve 
um avanço.já que o Governo se propõe a ne­ 
gociar uma solução para os problemas da saú­ 
de", a, aliou Moka. que intcgl"J a Frente Parla­ 
mentar da Saúde dn Càmara. 
Caso Reverendo Moon 
Começa apuração de denúncias 
(ô} 
TaEMS 
Urna empresa Tele Centro Sul 
, 
t 
é 
Prefeito de Antonio João, Drício Queiro: Sifra 
Projeto de Lei do deputado 
Luizinho beneficia mulheres 
COMUNICADO 
Informamos a Interrupção Programada 
no serviço interurbano de Porto Murtinho 
em decorrência da manutenção corretíva 
emergencial em sistema de transmissão, • 
a ser executada pela 
Ramez afirma que assassina­ 
to agride a Nação inteira 
operadora de longa distância. 
O Grupo de Trabalho instalado peb 
Comissão de Defesa do Conswrndor, ilao 
Ambiente e Mmonas da Cãm.1ra Federal 
1ruaou mspcç:io na Fazenda New Hope, da 
Assooaç.io das Familias para a l..'rnfica­ 
ção e a Paz Mundial. cm Jard11n-MS O 
objetivo é verificar possíveis irregularida­ 
des na propncdade da Assooação dmgida 
pdo Reverendo i•foon 
Segundo o deputado Fl:ivio Dcrzi 
(PMDB-l'vlS), presidente da Comissão. o 
grupo irâ se reunir com o prefeito de Jar­ 
dim - uma das adades onde eustem pro­ 
pneddes do reverendo - our pessoas que 
moram n.1 região e 1Stonar pcssoalmcn1c o 
complexo onde estio as inst.:1- 
laçõcs da Assooação 
Segundo o sccra.-no de 
Mao Amb1cn1c do Mato Gros­ 
so do Sul. Egon Krakhecke, em 
entrcvist.:1 ao Jornal Folha do 
Povo, rentemente houve uma 
dmúnoa de que estana havn­ 
do dcsmat1m0110 as margens 
do Rio Perdido. dentro d:i pro­ 
pncdade do revcrmdo Moon. 
cm arca de proteç.io 
amb1mtal "E j:i csti correndo 
um mult1 diária de RS 6,8 n11I 
por dia por causa de irrcgubri­ 
dades na 1mpl:mraç.io do com­ 
plexo", dcst.:1cou 
A paralisação poderá ocorrer nos dias 
07111199 a 08/11/99, das 23h00 às 05h00. 
Para maiores informações, está à disposição dos 
cllenres 
O serviço 800-1106 da Te/ems. • 
Além de vistoriar a 
fazenda. o grupo mvest1gar:i 
as ações do reverendo no 
Est.:1do, como a quantidade 
de terras adqu1 ndas, soncg.1- 
ção de impostos. entrada ile­ 
gal de cerca de 800 estran­ 
geiros no Pais e obras cm li­ 
cença da Secretaria de ;,!ao 
Ambiente ($ema) 
A Comissão, caso 
aponte 1rrcgulandadcs, pcd1- 
râ a mtcrvenção do Mirusté­ 
no do Trabalho. Receita Fe­ 
deral. lbama e Scma. Oco­ 
ordenador do Grupo, deputa­ 
do Fernando Gabcira (PV­ 
RJ), ressaltou que as rm-esti­ 
gaçõcs não estão sendo fe­ 
tas no mtwto de tolher a liber­ 
dade reiggosa 
Ao defender a aprova· 
ção do voto e pesar pda mor• 
te da Prefeita de 1undo 
Novc>'MS , Dorcdma Falador. 
assassinada a tros na scma­ 
na passada, o Senador Ramez 
Tebet (PMDB- MS) afinnou 
qoc ela fo vrtuma de wn ·as­ 
sa.iSmato covarde" 
Na op1mão dele. o 
cnmc contra "uma prefeita 
que unha mais de 80% de 
apoio popular representa, 
também, uma agressão à 
toda a população" 
Ramcz. Tcbct prosse­ 
gwu· "H;i unia onda de o­ 
lênoa no Pais e, o que é pior, 
acompanhada de 1mpun1da­ 
dc. Na CP! do Judio à no VCJO 
casos daqueles que têm a 
rcspoosabd1dadc de smtcn­ 
ciar se omitirem e ate tirar 
CA!IINHO DE Ll'Z 
Para os meus amigos Garibaldi e Suely 
Tenho um quadro na Redução que nos momentos IT131SdJfi. 
ce,sde mmhavich, teioe releio, é um bálsamo, alva e noscbespe­ 
rança E a hsténia de um caminhante, igual a nós. p..-u:i quem Jesus 
prometeu ayudar nas hor:,s de :i.flição, cammh:lr 3untos, "Pt.~ na 
Areia.em determinado momento, o caminhante so vê uma pegada 
na are:a, reclama para Jesus. "Senhor, sua promessa ena de me ayudar 
~ ho~.s ci.;!:ó.11ç:l(). sempre esteve ccnug,o, m.1S na horamcisdi.fic1I. 
so vi :is mmhas pegad.,s, por qui me :il::!ndonasu,s? Jesus respon­ 
c:i?u: Filho, as pegadas que voce viu na areia eram mmtus nesse 
mome.nto difícil e.u te carreguei no colo" Pigina-03 
Senador Ramez Tebet 
da cadeia os que devcnam 
mandar para la" 
O Senador por Mato 
Grosso do Sul disse que teve 
a opomm1dadc de conhecer a 
prefota e acompanh.1-la a dois 
mm1ster1os em Brasil1a. 
rendcadno verbas para seu 
murucrp10 "Era uma pessoa 
de bem. que tombou pela ação 
de cn minosos covardes. a 
mando do contr.ib:mdo ou do 
tráfico de drogas que tanto 
ela comb:rteu•. md1gnou-se o 
parlamentar 
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NOTA DE 
FALECIMENTO 
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mento do jovem Gustavo 
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==::::::::::::=:::::::::::::::::::::::::::::::::::====--=-,:_· 7--- ,-----~ 
Pr unic.,pal 
de Carac ,I-MS 
, J 1 , ~ J. 
UE CITA( /.O C(:'1 
t- '/', DE 20 (VINTE) IH S 
' IJ()I I OR/ 1 f 1/ Ili 1 ! '.IC fll ff / ' 
l)J ,Jdll 110 1)/ (OMAR_A D li ' I  
f·', l <lJOJJI '1.1  IOCJ(()',',() 1) l'-I 1. ;, 1 (iftl  
Ili 111, 1.1(' 
1 //. ~ /dll I{ ,llh qtJ ll p1, l '1 c cdd . .!  11.i:1 1>11 
Lltk conhecunento tiverem, expedido nos auto»n 43/ 
<J<J tl, iC,'iO IJI il>U(, ,() qu.: JOSI 1,1)1 l, D/ 
C'O~ 1 1vl/lH)l'I.S 1: 1/C 1,1{/ f IJ/1/ JII DIN/ 
D/ ( OS J i 1/l{()UI S p1,111llll' <.:Ili l.1.:1: de 1'.1Ji{li 
111:1.1 / ( ,iRCI.  1 01'1 • /. L'lll 11,imitc por este J11i10 
l' Crn tnnu Judí<:iul. que cm seu cumprimento e atendendo 
ao mats que dos autos consta, pelo presente edital, com 
pinto d<: 2(J (,1111<:) d,a,. lic.1 ('I 1/D.< a requcml.1 
Mil{li lll.l.l:N1 G1J{C'li 1.01'1:S. p,1rn1•11ai,1. 
estando atualmente em luar incerto e nJo ,,1bi<lo. <lo, 
termos da presente ação. par J. (]lll:rcndn. cm11c,t,í-J.1110 
prazo de quinze dias, ficando advertida de que não sendo 
contestada a aio, presumir-se-ão como verdadeiros os 
fatos 11.11n1clos 1111 cxn,diul. l para que ninguém alegue 
igm11.l11cia. li,i cxpc lido o presente cd11.tl que !>l'r,1 
afixado na sede deste juizo e puhlic<1do n., lonn.1 <l.11ei. 
Dado e passado nesta cidade e Comarca de Ilda Vis1a. 
Estado de Mato Groso cio Sul. an, vintc diJ dn mê~ <lc 
011111!,ro cio ano de ml novecentos e 11Cn rnt,1 e nm e. l·u. 
Eclgmd !banhes. Escrivno Judicial" digitei. 
Elizabete nache- Juira de Direito 
Edital de Proclamas 
J:mildc Rosa dos Santns. Oliciala do Rcgislro 
Civil tkst,1 cidade c comarca de lida Vista-1'1S .. faz 
saber a todos quantos o prcscntc Edital de Proclamas 
virem. que apn:sentar.1111 os documentos c,igidos pelo 
artígn 180 do Códigll Ci'JI Brasikim. inl'i,os 1-11-IV­ 
V prctcmkm se ca,ar: 
W,NDEHLEY DUARTE t' CI.EI DE ilAIUA 
ROl>IUGUES ROCII,. :unl,o, ,olteiros. residcntes <: 
domil'iliados nesla cida,.k: de. motorista. natural de 
Con11nh,i-1'1S. filho de H,·m:mlo Duarte e d,· Livrada 
Rccaldi: ela. funcionária pública. n:nural de Bela Vista- 
1'.IS .. filha de /mando Rosa da Rocha e de Isaura 
Rodrigues Rocha. 
Se alguém souber de algum impcdimento quc sc 
oponha na fonna e.la Lei. 
Oda Vis1a-MS .. 03 de No'cmbro de 1999 
Janildc Rosa dos Santos- Oficiala 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 
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li oplnllo do Jom.d, ll'nda de ,~,.po•u.:ib!ltl!.1C!e e,, ~.a .:a.1:,re-.. 
Filiado: ADJORI e ABRAJORI 
lhe confere o aro 
I< 1 () 1  1 
l-oneder ala tamente nw pra m ueip ' 
por Id (quatorze) mees, ao funionaro Sr JRDL 
t.rll r. (;OIJ() l ,1.,.J .. lll  ,1 [1'11<,r11 ' 1 " 
continuo, a partir de I$ de outubro de 1999, om f('Ctftc, 
cm 1-1 de dc1<11,hru 1k: {1()1) 
II.Cumpra-e e publique·e 
Caracol-Ms., I5 de Outubro de 1999 
l),lrnar d.1 '1,1,., Leite- Prefeito Muni+p. ,t 
PORTA RI 
• ., 072/99 
1 () 073/99 
D!mar da Silva Leite. Preteto Municipal de 11.,,nl. 
Estado de Mato Grosso do ul, usando das atnbçees que 
lhe co11kn.: o c,,;,1rgn 
RI·', O 1 11 • 
1 · Dc1111t1r o r . .lOAQl 111 '1110'-10 JJC) 
SANTO!. dn L,1rµ,, de Â,!Cllk Jdr11111,-,1r.11,,,
1
. 11.1 '°,1,,"l ll'1,1t1J 
de I d11c:11.1o. eúdiµ,1 l';A 1 •I 05. p.,J,.h, I. l ,,t'< l,1 7. d" 
A11no 1. a p.rrlir de J Ide (Jutuhro de 19'19 
li• C"urnpra-,c e p11hl1q11c-w 
C a,ae,il-~I .. 20 de Outubro de i'l'l'J 
Dilmar d., Sih a I eile • l'rcfrrlo f,1111.ip.d 
PORTARIA Nº 074/99 
Dilmar da Silva Leite. Prefeito Munepal d ( ,,rawl. 
Estado de Mato Grosso do Sul, usando das atribuições que 
lhl.' confere o cargo ... 
R f: S O 1. V E: 
l-Conceder Férias Regulamentares aos funcionários 
nhai:o n:lacion,HJo,: 
• .JEL'1:'IIF. IH)IIEHTO li EIRICK. operador de 
iV1:lc.piina .... rctl·n:ntc 98 99: 
CARLOS .llJNIOH GODO'. i,:cnlc 
Admini,1ra11, "· rckrcnlc •)71'18. 
• IIONORIA OF. SOUZA. A1" cn C,cr.11,. 
referente 117•'18: 
. ',t.F.NIR DE .n:srs ESl'l;'l,'OS, 'EI(;,, 
111~.dc /Icónico. rcfrrcotc 97 98. 
li• Cu111pra-sc e puhlrquc-,c 
Carnwl-:..1<; .. 20 de Outubro de l<J'l'l 
Dilowr da Sih,1 1 eilc • !'refeito> 11111,c1p.,I 
i c e=is> 
1 
GELO Dt _llA_'lR" E T,un 11,,no R 2,50 
At.c 001. - R 0,68 
L 
GA~OU:--..,-R 1,38 
TROCA DE Óu:o - R 7,50 (3111os) 
LA',GE.I - RS 8,00 
f"on,fux: (ll-. 67) 439-134.1 _: BEL+IST+-MS 
, 
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he agem] 
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desobru '-"-' '-llh. !r.!I.,, , e de um ahl 1.. q t:' as placas 
originais eram G! 9749 o Paulo P. constando contra o 
culo, resta» com alattne por toubo, om ootfte1d 
registrada na dade de Si» Paulo 
2 ( ,·11Ju11dt> r.11., e te r>cr.,n.,mcldll. J,,r,.:Ju de 
oura(Chaves, afirmou que havia recebido o vexulo na manhã 
do dia 30 1099- sábado - na capital paulista. devendo entrega­ 
ln 11J uJ.,J, ,k (, rumh.1-'vl. pdo que 1c·,cJ,,11 I<' <(H).0(1 
l oi autuado em Magrante delito. incurso no Amigo 18) do 
digo Penal «keeptas±o). c colocado à disposwlo do Pode 
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rnntJr de22de Ou1ubro de I l)<Jl/. locJ!J1~1u.1 n.1 llR Ucla 
Visl,L Cara..:lll • Dstrito Nossa Senhora de E atira, no 
municipio de Bela Vista MS" 
ilcc:1nica-Torno-Plaina e Soldas em ºfral 
rv. Brasil, 120 - Centro - Ccp:79270-000 
Caracol - :IS 
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Gente que poste Ao deslero com mpresano Geores nu npano 
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·gos Gar1·- rloc11r:.:o,1,lio..se 	~~:_~_·~ •. ,q:-~J-., 
hreg emele, mdo 	'I 
o faça de trampolim• 	I 
b aldl
• e Su ely /Ili/{' as cidades 
B 
oa f)Jrtc· dJ ,,f11- 1 ir,11 .. ro 1r .. n,pol1111 p. 1.1 
ão dos brasle- ofederal Claro que 1sso 
Tenho um quadro na Redação que, nos; rosé municipal étão velho como a politi- 
momentos mais dificeis de minha vida, leio e] Eis uma verdade ca, mas aqui aparece em 
relero, é um balsamo, alva e nos da esperança frequentemente esqueci- toda sua crueza, 
E a história de um caminhante, Igual a nós, da, num pais rendido ao 
para quem Jesus prometeu ajudar nas horas de sonho (e à ilusão) fede- 
aflição, caminhar juntos. "Pegadas na Areia", ral Quase 80% dos bra- 
em determinado momento, o caminhante só vê, sileiros vivem em cada­ 
des Grande parte deles, 
em grandes cidades. E no 
entanto as questões mu­ 
nicpars, da limpeza das 
ruas i1 conservaç:1o do~ 
monumentos, das opções 
de transporte coletivo ao 
horário dos parques, pas­ 
sando pelo tr:ins1to, os 
bura os no asfalto e a co­ 
leta de lixo, para não fa­ 
lar na segurança e na po­ 
luição. questões que em 
parte também siio muni­ 
cipais, ficam rdcgadas ao 
segundo plano, 
esmagadas pela opção 
prcfcrenc1al pelos pom­ 
posos megatemas - as 
emendas con titucionais. 
as rcfonnas. as disputa­ 
das entre.: monetaristas e 
desenvolvimentistas 
Abrem-se os prin­ 
cipais jornais. e que.: se 
encontra na primeira pá­ 
gina? A dc.:cis.io de ontem 
do Congresso. A vagem 
do l'rcs1dc.:n1e. A menos 
que surja um caso de pro­ 
po rçõcs descomunais, 
como o cscândalo da Câ­ 
mara de São Paulo. os as­ 
suntos de politica muni­ 
cipal ão relegados às pá­ 
ginas 111tcmas. lá longe. O 
federal nos esmaga Resul­ 
tado. condenam-se as ci­ 
dades. o espaço ondc vcr­ 
dadetamente se vive, onde 
se come. se dom1e. se ama 
e se odeia. a afundar mais 
ainda pela desatenção, no 
processo de degradação 
uma pegada na areia, reclama para Jesus, "Se­ 
nhor, sua promessa era de me ajudar nas horas 
de :tlliç5o, sempre esteve comigo, m:is na hora 
rnai~ dil1cil, só vi as minhas pegadas, por qu2 
me abandonastes? Jesus respondeu: Filho, as 
pegadas que vocc viu na areia eram minhas, nes­ 
se momento di11cil cu te carreguei no colo" 
A história é mais ou menos assim. 
ão há explicações e nem justificati­ 
vas para os atos do "enhor da Luz, só nos 
resta compreender, a cada instante de nos­ 
sa vida, de nossa caminhada, nos depara­ 
mos com situações inusitadas, recebemos 
golpes que nos derrubam, perdemos o equi­ 
líbrio e passamos a duvidar até mesmo da 
finalidade de viver. E questionamos. 
omos como folhas ao vento, mas é pre­ 
ciso saber escutar o suave murmúrio dessas fo­ 
lhas quando vagueiam de um lugar para outro, 
até . e acomodarem na relva suave. 
A linguagem do espírito é a melodia das 
mai~ altas esferas, é silenciosa, nós a podemos 
ouvir quando quietamos a alma, quietamos os 
brados e os reclamos do mundo da maténa 
1 5o há palavras para acalmar o grito 
d'alma quando perdemos um ente querido, 
um pai, mãe ou filho. O filho, que não é o 
nosso filho, mas filho de todo um sistema, 
se assim podemos chamar, implantado pelo 
Senhor da Luz para caminharmos cm dire­ 
ção à eternidade, é carne de nossa carne, é 
sangue do nosso sangue. ós e ele, o fi­ 
lho. somos um, unos, ligados por laços cós­ 
mico que só Ele pode explicar, não nós. 
• E o Guto se foi, não há palavras, só sau­ 
dades, lembro palavras do Padre Marcelo na 
missa no Dia de Finados, "nada de tristeza, só 
audades" Repito as palavras, ADA DE 
TRISTEZA, Ó SAUDADES. 
Muitas vezes, Três? Quatro'' cm sei. Mas 
sempre cruzava com o prestativo Guto na ro­ 
dovia para Jardim, caminhantes, olha a palavra 
novamente, caminhantes, é o que somos, ele se 
foi, para uma nova caminhada, em outra dimcn- 
ão. não, não vamos perguntar por quem o 
sinos dobram, .eles dobram. nem perguntar o 
POR QUÊ, nossas mãos, nos os olhos, nos­ 
sos passo , não são meros processos mecâni­ 
cos, não, não são, nem sempre a imagem no 
espelho rcílcte a nossa imagem verdadeira, é pre­ 
ciso compreender. essa hora, meus amigos, 
façamos uma õração, não a repetitiva, mas a 
oração que o Pai vai ouvir cm silêncio. 
Eu estou orando, não o meu Eu mate­ 
ria'., passageiro, mas o Eu que sempre está 
cm contato com o Senhor da Luz, orando, 
compreendendo, perdoando e com a espe­ 
ranço de que a nova vida, a verdadeira vida, 
é o principio do entendimento. 
À Flávia, esposa do Guto, além de 
saudades, fica a missão educar, preparar 
para a vida a filha querida do casal, é sem­ 
pre assim. assim foi, assim será, fica sem­ 
pre a semente plantada pela energia cria­ 
dora de mundos. E a vida continua ... sem- 
prc continua. 
Nada de 
Shalon (PP) 
tristeza, mas de saudades. 
que ja as vitima 
Estas considera­ 
ções vêm a propósito de 
uma informação 
publicada pela competen­ 
te colunista Dora 
Kramcr. do Jornal do 
Brasil, na última 1crça­ 
fcira. Tratava-se de um 
plano do ex-governador 
Lc.:oncl Brizola. As prin­ 
cipais figuras da oposi­ 
ção, como Luís Inácio 
Lula da Silva. Ciro Go­ 
mes, Miguel Arraes, e o 
próprio Brizola, se 
candidatariam a prefeito 
no ano que vem - Lula cm 
São Paulo. Ciro em For­ 
taleza. Arraes no Recife. 
Brizola no Rio de Janei­ 
ro. Fom1ariam assim, nas 
palavras da coluni ta, tra­ 
duzindo o pensamento de 
Brizola. "uma base de po­ 
der estruturada para que. 
numa proxima etapa. a 
esqucrda pud,;. almej:ir 
com chance à Presidên­ 
cia da Republica". 
explicitado ate as visceras 
A cidade é pouca ots 
terntono das rudezas E 
o cargo de prefeito uma 
chateação a aturar enquan­ 
to não se consegue algo 
melhor a verdade 
Bnzola não esta sozinho 
Grande parte dos politi- 
cos pensa assm, e maus 
pensa assim quanto maus 
destacado e inlluente for 
Deseja-se outro 
exemplo? Fernando 
Collor de Mello Ele se 
diz candidato a prefeito de 
São Paulo. Que sabe 
Collor de São Paulo? Se 
o soltam na Avenida 
Pslista, não conseguirá 
dizer que lado vai para o 
Pacacmbu e que lado para 
o Paraíso. Que gosto, que 
paciência tem para as 
questões mumicipais? A 
má-fé começa na encena­ 
ção da suposto candidatu- 
• ra. Collor finge morar em 
São Paulo. Invoca o tes- 
tcmunho de um amigo. o 
é 1 . 
dara nem n. 
dção de morador A can- 
mo no de Collor, on- 
figura-se o desrespeito ás 
cidade lo entanto há ou 
ao menos houve, um tpo 
diferente de homem pu­ 
blco - um tpo que teve­ 
lava vova,ão para o cargo 
de prefeito Que parecia 
de outra, oport11111dadl!S 
ão por acaso, eles for­ 
mam a classe dos grandes 
prefeitos, aqueles dos 
quais as cidades não es- 
quecem l'c.:rc1ra Passos, 
no Rio, for um ddes. Pre- 
feito ao tempo do pres­ 
dente Rodn g11cs Ah es 
( I 902-1906 ). !'cm ra 
Passos fo1 quem ra!>gou a 
Avenida Central. atual 
Rio Branco. e comtruiu o 
Teatro Municipal, entre 
outras inic1a11vas que de­ 
ram nova feição a cidade 
Prestes MJJa. cm São 
Paulo. fo1 outro Prefeito 
duas vezes (1938-1945 e 
1961-1965),abnu avenidas. 
projetou monumentos e in- 
. 
E lastimável sob todos os aspcc- 
tos a situação que estamos vivendo. se 
encarannos a presença constante, fir­ 
me e irremovível até de grupos estran­ 
geiros, que vêm comprando de manei­ 
ra integral as estatais brasileiras, le­ 
vadas agora e ultimamente neste está­ 
gro a outros destinos. 
Pelo jeito que a coisa se manifesta 
teremos em breve que adotar uma políti­ 
ca nacionalista. tipo áquela que promove­ 
mos sob o lema "o petróleo é nosso". 
Estamos deixando o caminho 
aberto aos grupos estrangeiros, ampa­ 
rados pelo FMI que leva nossas divisas 
e nos compensados juros por alguns 
milhões ou bilhões de dólares, enfraque­ 
cendo de maneira brutal as economias 
dos brasileiro . cada vez mais enterra­ 
dos pelos desmandos de uma política 
sem base e sem motivo que nos condu­ 
a a melhores dias. aumentando o poder 
das forças vitais da nação. agora muito 
sacrificada por um processo corrosivo 
que arranca tudo do mais pobre e não 
estabelece esquemas de equilíbrio en­ 
tre as classes privilegiadas e as classes 
pobres e carentes. estas sempre trazidas 
para a rua da amargura .. 
Precisamos "ouvir" no Congresso 
Nacional a voz de senadores e deputa­ 
dos em defesa das classes mais sofri­ 
das. as quais precisam de amparo e de 
,igilància constante. 
Não basta a imposição de s:i.lários 
minguados que já perduram há cinco 
anos; não basta os descontos que vem ai 
de inativos e ativos, com maior carga tn­ 
butária na Pre1 idência Social? No bas­ 
ta a tolerância dos poderes públicos 
com os banco que financiam, em épo­ 
cas certas. alguns candidatos reconhe­ 
cidos eleitos para a Câmara ou Senado. 
t' ll 11 
tre os pretentos de capt. 
talvez eaknmelemr. que. 
ao longo de trés mandatos 
(1971-1975 1979.1983, 
1989-1992), 1mpnmu a 
untha a fac que ostcnt.a 
hoje Lmer vwour povmad 
mascandt argatp.amante 
"o" pretato 
Aproxima-se o ano 
de eleições munt1pais, e 
mutto se vau ler eouvr que 
em São Paulo se travar 
uma preva da eleç.ão pre­ 
sdencal. que em Belo 
Honzonte estarão em jogo 
os pi.mo, do g(lCrnndor 
ou quc cm Porto Alegre se 
vão defimr as pretensões 
de sabe-se la quem A fe­ 
bre federal atacara com 
força, cont,irmnando, di­ 
mmnumndo e talvez engolmn­ 
do o debati.: mumapal E 
pena Só marginalmente 
se falara na limpeza das 
ruas. no, õrnbus. no~ par­ 
qus, ou no problema cruaal 
e dcos1  - embora pou­ 
cos se tenham dado conta 
disso - de como embelezar 
as cidades (Veja) 
O entreguismo parece total 
afora, as altas doses de d111heiro 111jeta• 
das nas campanhas presidenciais. que 
passam de rabo erguido para o caminho 
da vitória. deixando candid..1tos pobres 
na rua da miséna e scm ~ustcntac,;:io para 
uma mínima tentat11a de ele,çào'' 
E assim. chegamos ao 13NDf.S que 
"resolveu financiar grupos l!strangc1ros 
na ,enda da cncrgéuca paulista Tietê - 
depois que a Duke Energy (Estados Uni­ 
dos) desistiu de participar do leilão. mar­ 
cado par ao ultimo dia 27 Apesar do fi­ 
nanciamento que podera at111gir 50% do 
preço mínimo (RS 721.7 milhões) a 
Duke manteve a sua decisão. Os grupos 
habilitados são a none-ameri<.-ana AES, 
a belga Tractebel e a brasileira VBC­ 
Yotorantim. Bradesco e Camargo 
Corrê:a", confonne nos infonnou a Fo­ 
lha de São Paulo do último dia 27. 
O grupo brasileiro da maior qua­ 
lificação financeira foi praticamente 
banido pela política vesga que se prati­ 
ca no Brasil atualmente. Na Votorancim 
se encontra o nacional mais rico d te 
pais; temos o Bradesco. o maior banco 
privado brasileiro e exemplo de adminis­ 
tração bancária para todo o Mundo, se 
preciso e ainda. aCamargo Corra "a nos­ 
sa querida Camargo Corra" a quem mui­ 
to deve três Lagoas e o três lagoenscs 
na área das construções notavei. com o 
erguimento de Jupiá e Ilha Solteira aqui 
nas "barbas" do nosso Município eexem1- 
plo fiisame da capacidade realizadora em 
favor da pãnia querida 
Se nem esse grupo nacional foi 
respeitado. o que dizer dos outros bra­ 
sileiros que exercem atidades meno­ 
res e em áreas. também não menos im­ 
portantes como na pecuara a agricul­ 
tura e a indústria n:i ional Por que não 
querem reconhecer o v:1!or mcenó vo ate 
do homem brasileiro

E11:--íR) ··MUN1clPAL DE CAR, coL 
t, . cxo I 
da Lei N" 325/99 dt. 22 
c
1
.! Outubro de 1999 
l'rt,.ri<l:11h ,1 ,trtm uh tn .11IJ, 11.1 
d.ilinr.,,,,,, d<, Or1,11111 nto I i,c al para 
o I•:( 1 d1 i11 1111,lllll iro til' 2000 
I- Educarão 
Elaborar programa de apoio a dstrbui, do 
de merenda esolar. 	Muni+pio 
I►) 1 n-,1111.11 11 11111(,  Ldl11.,1<. 111nal no 
1u1lh. •J•lll .1 mlu ob1 .. r .1 demanda de rians,a cm 
dade e«colar, o nmeto de analfabeto os inde 
l' l ,l'dU l 1rr1.:tlllll l, 
l l ,dul,H u•tlil pulf11<.,1 L'tilu..,n JOnJI que 
nseja a parte pado igualitária de pars, alunos, 
prole ores e a omunidade, 
h Promover a valando do mastro, atr ave 
du lll 111,11111._11111 d e doentes, tcnucos e admrstradores 
lados ao nsmno medo« fun<l.unc1t1:il. 
)Investir t4 a]ut+a tk 11M1LnJI diú.uc.u e tk 
apoio pedagogo, necessário ao êxito da alo 
educaca ale drstrbuião de módulos de materal escolar, 
1 ) Dar continuidade e ampltaç.ao d.1 n:dc 
tisica, om implantado de novas salas de aulas, 
bl.'111 u11110 rcfo111rn e rep,1ro't d.1<i tentes, 
inclusive qursião de material para reposição e 
pata novas escolas. 
li - llahil:oçiio Popular 
.1l l{cdu,ír o déficit h.ib1tJ ion,il da 
pop11l.11i,,)o com rc11d.1 de até 3 !.,il,irio, min11110, 
11H·di,111tt a con,truçao de 111orndiali c lolc> 
urbani,.1do~. mdhori.1 11.l) h:th1t1 tk" e rtpo10 ao 
uso de tecnologia habitacionais, desde que h.1ja 
111.:omp.n1hnmcnto e estudo para liher,1ç:'o de 
recursos da Comissão de Obras deste Poder. 
h) lmplnntrtr infra-etruturn e ,tn 1ços 
publicos essenciais nos conjuntos habitacionais, 
l) ltnpkmcntJr ti progrJma Lk C)lllllulo 
para :111to•con!-itruçJo com forncc11ncnto de 
l111HCrt,1 Oll telTl'II0. 
111 - Recuperação e Consolidação da 
lnírn-c,trulum llrli:111:1 
,1) D:tr !-il'quência ,,, ações di: recupcraç.1o 
de íl,l.) l' avenidJ.S. promovendo quando oportuno. 
a sua p.1, imcntaç:'lu, 
h) Conscn ar e rc,taurar a, E!-itradas 
!tunic1p.1i<i: 
, ) Inicio de obras que busquem assegurar a 
pans. ,,, urb.rna; 
d) lTo!.scguimos cm n:~ime pnor11:1rio. d.,s 
obras em Jt1d:1111L'nto; 
IV· Oulros Ohjcli,·os e iktas 
,1) Rc-.:qu1p.1mcnto da C.imara ~1un1c1p:il 
patJ a::,ilizaç;o e modcrnizaç:1o dn procc,so 
Lcgisl.11i, o: 
h) Manul-.:n~Jo. c,p.msJo e rccqu1pamcnto 
dos serços essenciais do Municipo, inclusive 
n.:ordc11.1111cnto dJ. estnitma org:111ic.1 tl.1 Prcfritura: 
Implantar o sistema de proCC)li:-tmcnto de 
d.nJo, du municlpio, inclusive rcordcn:tmc:n10 da 
e'tn1tur.1 org:.i.nic:t d.t Prcfritura: 
d) Estruturar o cadastro de imóveis do 
municipio; 
"') Oc5cn,olcr l! imph:mcntar programas 
permanentes de valorização e capacitaç:1o dos 
récu~," hma,,no~ de aumenlo da cíiciCncia dJ 
111.l4u1113 publica e de adequaçJo dos sen iços 
púhlicu" às ckmand.~ da 5ocic:dadc-. 
ANEXO li 
I'• inrid:ide~ a serem observadas na 
cl:•':>01~1çiin do Orçamento de Seguridade 
Social ara o Exercício de 2000. 
I-SI:de e saneamento 
,1) Propii:i:tr J população carente do 
II- Assistnia Social 
a) Propar alternativas pana ll1rnt n11 r J 
111011 l,t'k: Jrr1.. llllJJ.J rx,r pt I portadoras de 
needades e pt'.(1<11 
h)I qmp,H e aparelhar oficinas alteratrvas 
de IOICIJ~:"lo e tJj1 ltll.1t,.a,, µ,1111 .,,on.,I. 
~) Prorno,cr opi>rtunid.idt: p.1rJ o 
desenvolvimento de atividades ocupa1ona» 
produtivas e'ou de prestação de serviços para a 
popul.1çJo c.irrntc, n11nor,1ndo J qutsti'to de 
desemprego, gerando aumento de renda, atraves da 
1mplantaç:lo de ccouo, dt: produç!o e 
co111crc1ah,,1 Jo tk ,1ll11u.·nhh. ben1, t prcstJ ~o de: 
:.c-r,•1 º" 
d) lmplc111c11tM o ;nt.·11dm1c-11to d.1 u1J11ç,1 
de O a I O Jnos de 1d.1d<. 
A EXO Ili 
Oulrns meias e prioridades 
Ad111i11is1rnç:1o e l'l:111cj:1mc11to 
0l- Supervso c apoio a Administração. 
01 • Ampll,1çâo, rdorm:-t ~ melhoria, do 
l'aço Municipal. 
03 - Con,truç;lo de unidade d< apoio a 
adminislrnçJo. 
04 lnfonna1i1,1çJo das açôe, 
administr.llid'): 
05 - lmplanoaç;ln do cadaslro unobiliârio e 
econômico: 
06 - Aquisição de ,dculo p:ora apoio a 
adrninistraçJo: 
07 - Apoio ao clube do Servidor Municipal. 
08 • Elabornç.lo de programas de 
institucionali,açâo e: norm:itizaç~o na jrca 
administrativa. 
09 - Aqui!liç.lo de moveis e cquip . .11ncntm, 
para o Paço Municipal. 
1 O • Manulcn ;lo das a1i, idades do 
Gahmcle. 
1 1 • Cu')tc:ir despesa com assessorias; 
12 - Assist..:ncia a entidades íilan1r6picas: 
13 • Custear despesas com o cerimoniJI; 
14 - Man111cnçJo dJ~ a1ividades dimi1a1s: 
15 - Manu1ençl'o d.ss ativid:idcs com o meio 
ambkntl': 
16- Manutençilodc ª'" idades dadefosa civil: 
17 • Prolcçfo a llora e a fauna: 
18 • ;ções d~ proti: Jo ao meio :unbic:n1c. 
19 - Manutenção e apoio e ass1stênc1a 
social: 
10 - Defesa contra inundações: 
11 • Custear dc:spcs:is com preca1ória: 
22 • ManulcnçJo da As~cs.soria Jurldica: 
23 - ~1anutcnç:lo Ja cobrança da divid:i ntia. 
2.t • Manutcnç:lo de defesa do consumidor. 
25 - [laboraç3o e implcmcntaçao de 
proJelOS, 
26 - [laboraç3o de programas de 
dcscn, olvimc.:n10: 
17 - Custi:ar despesas com pc:squisas e 
estudos; 
18 - Custear despesas com projetos: 
29 - Recqu1pamen10 do CPD: 
30 • ~tanu1enç3o d.1 Divis3o de Controle 
Orçamentária: 
31 - Amortizaç:lo da divida com 
parcelamcn10 do F9I~ P~. EP. IN e outros: 
Em tempos ue real o negócio é econom,izar comprando com qualidade 
Ganhe 65% no pr_eço da gasolma (mais barato), 
e 35% no preço do óleo diesel (mais barato) 
É isso mesmo, abastecendo no Posto Dos Fronteras 
essa é a diferença do preço 
Seja inteligente, essa é a diferença 
POSTO DOS FRONTERAS 
Bella Vista-Paraguai 
J <J., ILU 
O.! "'.LtritJ!e"M!l 
lundJ' t< Ili 
li • ( < fl 1 -.1 nJc ◄ 'l tf 1 ( 
04- Aporo a festas ll-ll 1 
05. Aporo .1 Jdu n ,ult1.;r.1 
0é6 Apoio en ir 
prof aonalante 
07 • Construção implanta Ao d 
Ccniro ele I llu, ,~o ~ l ultura, 
0. Aqurção de materas ddato» 
e pedagogos 
OQ - M~nulenç.lo de Lur,u, plt,1 
C3pJllti.l !O rroJ1hlOllJl. 
1 O - Cut .ir ,fr..,ftt'h lOOI ., mtrcnJ, 
l'lUf.1r, 
1l- 1an@tenção da rede de ensino de 
1 e, gr,tU, 
12 - O~'fii.:',lli COIII ClH'iO J d1...i:ua1.1, 
13 • A1t:11d1n1rntu e,prc1,iluJdü p.ir,1 
cr1,1nç:t de Iº gr.111 
1-l • 1,tnutcnç.lo de cur'io de rn:­ 
t'!:ICul,1. 
I5 - Manutenção de curso de suplência 
16 - R<cq111par a b1~i<0lt'L.1 publocJ, 
Snúdt' e Saneamento 
Saúde 
l.!11 e 1 1 
OI • lmplc111c:n1aç.1u e ma.nu1cnç.lo d.1 
glãneia epidemiologica. 
02 - Aqu1lç:lo de ~unbul:inc1.h. 
03 - t.111111,nçJu do I undo lu111e<p.1l de 
Saüde. 
Caracol agora tem ... 
038286 
(Bella Vista-Paraguai) 
·--+ Gasolina Super e Co11111111 - Filtrado 
Oleo Diesel - Filtrado 
CLIENTE AMIGO: Vamos sei- objetivos, vale a pena abastecer no 
Posto Dos Frontcras, vocc p:igar-;i menos 65% no preço 
da gasolina e 35% no preço do óleo diesel. 
Vale" pena 110 preço ena_qualidade 
POSTO DOS FRONTERAS - No Km 1 e meio - 
Na saída para Assunção - Pertinho do centro 
lt). lnlj lnTll'•' 1 ln em 111 l!tflio 
1
1 
' ... tlJ 
l'- Treinamento e capa +ta.a 
dos teursos humanos, 
I -Oficinas de aparta.ao nstant 
r,· ... ur o, h111n.irw·, 
11- Ofc.:tL"tllnr:nto de bolas a  
profissionais de saude. vrsando o aprmotare 
kCllJl(I 
Saneamento 
0I- Drenagem de aguas pluvar» 
2 - Programa4o de construo de lo's 
:anll,líhh, 
03 - AmpltJç.lo da rede de ,,h l,l..:l1ffü:: t' 
de agua potável, 
() 1 - 1rnrl~1nlJÇ,)) de .11i:rro ,11.tnO, 
05 - Keilagem do lo 
Dtlm.ir da ta Leite- Prefeito Municipal 
Som para festa, aniversário, 
propaganda de rua 
e som em geral 
Rua ilurilo Godo) - S.i - Tcl. (0xx67) 495-1204 - C:,racol-,VIS 
FALAR COM ROBSON (DJ BOLA) 
#2f,'E5 
Fl?DNTEll?II 
Produção de rações para: 
. Bovi~os er11 semi-confinamento· 
. Vacas leiteiras; 	' 
Bezerros mamote·s e desma d • . 
Equinos; • . ma os, 
. Aves de corte e de Postura· 
Concentrado para: • . ' 
Bovinos em semi-confinamento· 
(. 
) 
Av. Brasil, 240 
Caracol-MS 
CEP 79270-000 
Fone: 
0XX67 ""495-131'7

secretaria da « 
Inspetoria da H 
DECLA'AÇÃO 
DE ISENTOS 199 
O prazo para entrega da Declara;ao de 
Isentos 1999, foi prorrogado para o dia 26 de 
0vemhro de 1999, 
QUEM ESTÁ OBRIGADO? 
- As pessoas fisicas possuidoras de nu­ 
mero de inscrição no PE que ficaram dispen­ 
sadas da Declaração de Ajuste Anual do 1m­ 
posto de rend::t de 1999. 
- O dependente de declarante do imposto 
de renda, que possui numero de PF própno; 
- O residente no exterior que deseJar m:m­ 
ter ativa o seu número de inscrição no CPF 
Q EM ÃO ESTÁ OBRIGADO? 
- /s pessoas fis1cas que ficaram obriga­ 
das a entrega da Declaraç:io de ajuste anual do 
mmposto de renda de 1999: 
- O cônjuge ou companheiro(a) cujo nú­ 
mero do CPF houver sido informado na decla­ 
ração do imposto de renda de 1999 de seu côn­ 
Juge ou companheiro(a); 
- As pessoas que fizeram a mscrição no 
CPF no ano de 1999. 
COMO? 
Pela TER ET no endereço 
www.receita.fazenda.gnv.br 
- Pelo telefone 0300 78 0300. / ligação 
custa R$ 0,27* por minuto se feita por telefo­ 
nes lixos (convencionais) e RS 0,50* por mi­ 
nuto se a chamada vier de telefones móveis (ce­ 
lular): 
- Do Exterior: 55 78 300 78 300, 
(*) mais os tributos incidentes sobre ser­ 
viços de telefonia 
- Por boleto lotérico. nas casas lotéricas 
com cniadas com a CEF, ao custo de RS 0,50, 
- Pelos Correios, através de fonnulário 
próprio, ao custo de R$ 2,00. 
ATE ÇÃO: 
- Haverá a emissão de recibo. 
- A falta de apresentação da declaração 
de isento implicará cm suspensão e posterior 
cancelamento do número de inscrição no Ca­ 
dastro de Pessoas Físicas - CPF. 
- Caso a pessoa tisica não consiga efetuar a 
entrega da declaração de isento, procure uma uni­ 
dade da Receita Federal para maiores informações. 
QUANDO? 
Prazo final - 26 de Novembro de 1999 
Receitafone: Ligue 0300-78-0300 
24 horas no ar! 
familias antoniojuanen­ 
eberão Bolsa-Escola 
mmhas carentes de /Antonio 
João. selecionadas pela E un 
dação de Promoção Social 
de Mato Grosso do Sul 
(l'tomo. IJ. rct.tbcram no 
ultimo dia 26 a cadernetas 
de cadastro credenciando­ 
as a recebe, um salario mi­ 
nimo por mês do Govemo 
do Estado para manter seus 
filhos na f sola Mais de 
duzentas pessoas acompa­ 
nharam a solenidade de lan­ 
çamento do Programa Bol­ 
sa-Escola foi realizada as 
10:00 hora . no salao paro­ 
quial da lg.,cja 0!.,'1 Sc11ho­ 
ra do Perpetuo Socorro 
Eaiv eram presentes o 
Secretario Estadual de Edu­ 
cação, Pedro César Kernp 
Gonçah e,. Prefeito Dácio 
Queiroz Silva, Presidente da 
Promo ui. Valdetc de Dar­ 
ros 1arins. Vice-Prefeito 
Juneir Marques e o Presi­ 
dente da Limara Municipal 
Era Ido Graciano. 
Prcstig.iaram ainda o 
evento os Vereadores 
Joãozinho franco, ciso 
Lozano. L.eony Ferreira 
ascimento, Wilsinho Gon­ 
çalvcs. Osvaldir unes e 
Jamir Fuch além do Presi­ 
dente do PT. Olmar Docira 
e Dr. Cario, "Carlinhos" il- 
va Direto es municipais de 
Obras, creu Dutkcvicius 
Nantes e de Educação, Pro­ 
fcs.sora Eva Luiza Echeveria 
também participaram da so­ 
lenidade. O Prefeito Dácio 
Queiroz ilva lembrou o tra­ 
balho da Promo ui em An­ 
tonio João. depois de cadas­ 
trar mais de 300 familias e 
1ambém1 o fato de o Muni­ 
cípio estar arcando com 
50% do total do programa 
para sua cidade. 
Etc infonnou ao c­ 
cretário Pedro Kcmp que o 
Municipio tem aplicado cor­ 
retamente os 25% destina­ 
dos à Educação, se propon­ 
do firmar outra parcerias 
com o Governo Popular de 
DROGARIA DANIFARMA ( LÍDER) 
-~ ~.=.i- 	"] 
Qualidade, bom atendimento 
e experiência 
Aplicações de Injeções; 
medicamentos; 
perfumaria em geral 
VOCE CLIE TE EM 1° LUGAR 
A.Brasil, 120- 495-1197 -Caracol-MS 
sortancia daquele momento na vida das 
pe o.<,ara, ,,,w:n:lllol -1 
ressaltando que o atual ind e d de n­ 
prego, "pura a comumdade pobre te di­ 
nheiro será de grande valia. pois alem do 
incentivo financeiro, vai colo ar todas as 
cnan;as nas salas de aula" 
O Vereador parabenizou Pedro 
Kemp por ver cumpridos seus compro­ 
misso e afirmou que estas aoes" o dig­ 
na de um govemante" E concluiu asse­ 
urando que, para Antonio Joio, "a Bol­ 
sa-Escola representa muito" 
Também fizeram uso da palavra a 
Presidente do Promo ul Valdete de Bar­ 
fll!.. o Presidente do Pl. O!ruar Boetrn - 
que disse se :,c1111r realtndo con1 o lan a­ 
rncnto do programa em Antonio João 
"Mas para que dê certo. e prcci o que a 
comunidade panidpe". afim10u Boerr:r, que 
elogiou a p.1r1icipaçiio da Prefeitura Muni­ 
cipal no programa. "Com todos juntos a 
coisa vai melhorar". con tuiu 
Pedro Kemp con iderou o Progra­ 
ma Dolsa-Escola como "a obra mais im­ 
portante do Governo Popular", uma vez 
que investe na pessoa humana. "Com o 
dinheiro que e tamos gastando podería­ 
mos ter construido um grande ginásio ou 
uma rodoviária cm Campo Grande. mas 
a bolsa é muito mais imponantc que 
grande obras", assegurou O objetivo, 
segundo ele. cm primeiro lugar é tirar as 
famílias da miséria 
"Enqu.1n10 exNir urm farru1ia sem ali­ 
mento para dar aos seus filhos, o governo 
vai continuar trabalhando para aumentar o 
ílolsa-Escola. pois entendemos que pobre­ 
za é sinônimo de doença. de degradação 
Paulo Rocaro/Geraldo Ferreira 
A Presidente da fundação de 
Promoção Social de Mato Grosso do 
Sul. Valdete de Darros Martins, disse 
cm Antonio Jo:io que a instituição vai 
implantar outros programas de atendi­ 
mento às famílias carentes do Município. 
dentro de parceria que pretende finnar 
com a Prefeitura Municipal Ela disse que 
no primeiro ano de governo os recursos 
ão limitados. "ma levaremo adiante 
até que todas as meta do Governo 
Geraldo Ferreira'Paulo Rocaro 
No encerramento da solerndac!e de 
implantação do Bolsa-Escola o pübltcoprc­ 
sentc pode ass1st1r à aprcsent;1ç:io do Co­ 
ral do Grupo de Jovens da Igreja Católica 
(Jl.,'l'IC) cá dança de polca paraguaia com 
a aluna Clediane, ao som da müs,ca "Pás­ 
saro Campan:i•. O jovem Eudêbcr da Sil­ 
va Oliveira. da Escola Novo lhlênio, t;1m­ 
bem fez uma apresentação musical. 
Secretario Estadual de Educação, 
Pedro César Kemp Gonçalves 
da familia" , afirmou Kemp I le derou claro que 
alem de dar condições dignas para a amilia so­ 
breviver, o programa vai tirar a cnam,a~ chs rua 
e das drogas Cada familia recebera por mês RS 
136,00 para manter os filhos na I scola "A cri­ 
ança tem o dirci10 de ser criança". ponderou 
40 MIL BOLSAS 
Pedro Kemp disse que a me1,1 é pagar 
até 40 mil bolsas até o final do atual Governo. 
lembrando que cada cri:mç.1 niio pode faltar mais 
que duas ve1..cs por mê, a aula. para não ter a 
Bolsa suspensa. "Educar e um compromisso do 
Governo Popular". afirmou. Segundo o Secre­ 
tário de Educação, Bolsa-Escola não é um fa­ 
vor ou um presente do Governo. "é um dever 
do Govemo Popular e um direito da, famílias 
carentes". concluiu 
PROMOSUL ANUNCIA OUTROS PRO­ 
GRAMAS PARA ANTONIO JOÃO 
Popular sejam concrctí1.ado,". afinnou 
Ela orientou as mães a participarem das 
reuniões do Doba-Escola para que ajudem a 
construir uma wciedadc melhor e maí justa 
O Govema dor Zeca do PT, segundo ela, "tem 
um compromis o muito grandc com, ocês e 
tenho certeza que aqui neste Município mui­ 
tas outras coisas boas no,, amo, construir 
cm parceria com a Prefeitura" Valdete de 
Darros garantiu que a equipe da Promosul 
e tará em Antonio João nos próximos dias 
implementando outros programas 
BANDA MUNICIPAL MIRIN FAZ APRE­ 
SENTAÇÃO "CIDADE MARAVILHOSA" 
r.- -- 
A Banda Meucapal Minn fez o encerramen­ 
to da solaucbde m1crprcundo as mUSJcas • Cidade 
Maralhosa" e • Arrugas para Sempre•. sob a ri> 
gnca do instrutor musical Franco Wllans dos 
Santos. O plaruão para mfonnaçõcs sobre o Bolsa­ 
Escola funaonar.i da.s 07 00 ás 17 00 horas na Es­ 
cola Estadual Pantaleio Coelho Xavier O progra­ 
ma Bolsa-Escola implantado pelo Govemo Popular 
de Mato Grosso do Su! tuaa-se de um cornpronus­ 
so de campanha do Governador 2cc:, do PT 
.' / 
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Matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição, 225 - (67) 241-3838 - Aquidauana 
,

eranças partidárias repudiam as­ 
sassinato da Prefeita de Mundo Novo 
O assas.mato da Prefeita de 
Mundo Novo D)orcelmna lolador 
(PI) foi repudiado com veemên­ 
ia pelas hderança partidaras na 
sessão da Assembléia Lerlativa no 
ultimo dia 03 Em pronunciamento 
na tnbuna, os lideres dos partidos 
com assento na Assembléia 
Lerslatva exigiram a apuração ra­ 
pida do crime A continuidade ad­ 
ministratva for defendida pelo líder 
do PMDB, Deputado Onevan de 
Matos Segundo ele, cm reunião da 
Comissão Executiva Municipal do 
PMD11 em Mundo Novo, ficou de­ 
libcrado que o vice, Klebcr Corrêa 
de Souza, deverá manter a equipe 
montada pela ex-prefeita e dar con­ 
tinuidade as ações planejadas pela 
administração petista 
O líder do governo na Assem­ 
bléia. Deputado Laerte Tetila, apre­ 
sentou Moção de Pesar pela morte 
da Prefeita e fez um pronunciamen­ 
to crnocionado. "Caiu um baluarte 
das causas populares no Mato 
Grosso <lo Sul, disse Tetila, que foi 
confortado pelo Deputado clito 
Câmara (PMDB), que r_ccordou a 
atuação da ex-prefeita quando amn­ 
da era uma líder de movimentos 
populares apoiados pela Igreja. 
"Que o exemplo dela estimule nos­ 
sas lideranças, com as mesmas idéi­ 
as", pregou {elito Câmara 
O líder <lo PPS, deputado Ge­ 
raldo Resende, também manifc tou 
indignação pelo crime, seguido pelo 
líder <lo PSDB, Deputado Waldir 
cves, pelo líder <lo PTB, Deputa­ 
do Cícero de Souza e pelo Vice­ 
Lider do PDT, José Carlos 
Monteiro. "É preciso esclarecer o 
crime e acabar com a impunidade", 
observou o líder do PSDB, Cícero 
de ouza e Onevan de Matos ad­ 
vertiram, no entanto, que os boa­ 
tos e suposições sobre as causas 
<lo crime não podem se anteceder 
as investigações. "Precisamos 
agu' d:::- :i conclusão das investi­ 
ga-_s, para que as suposições não 
exponham pessoas inocentes", dis- 
e Onevan "ara Cicero de Souza 
cabe à Policia esclarecer o ~rime ~ 
nenhuma hipótese pode ser colo­ 
cada como fato· concreto. 
/ fala mais emocionada, en­ 
tretanto, foi do líder do governo 
Laerte Tetila, observan' + no 
1
lato Grosso do Sul, "i, en- 
te, ainda existem agentes políticos 
que não se furtam cm cultivar cos­ 
tumes da velha ordem colonial. Em 
pleno limiar do terceiro milênio, ain­ 
da conserva a mentalidade insana e 
atrasada que discrimina, explora, 
oprime e humilha. A invés de pre­ 
ferir a beleza da disputa pelo dilo­ 
go, pela democracia". 
Tetila lamentou que "ao invés do 
confronto elegante e sadio no cam­ 
po <las idéias, ainda há aqueles que 
sentem na boca o gosto de sangue e 
a ,-ontade implae:ível de matar a quem 
pratica a honestidade e se coloca em 
defesa do povo, alimentando assim 
uma tradição perversa, covarde. 
Mas, o que querem os covar­ 
des que encomendam pistoleiros e 
mandam matar? Querem o nosso 
sangue, mas não querem a nossa 
dor, porque a dor de quem tem ide­ 
al humanista e cristão, a dor de 
quem ama o povo, nenhum canas­ 
trfío, nenhum canalha, nenhum as­ 
saltante dos cofres publicos, amais 
irá sentir Sua admumistração vinha 
lummnando os horizontes da polit1- 
ca em nosso Estado A Prefeitura 
de Muni.lo Novo c:,tava entre as três 
melhores de Mato Grosso do Sul 
Sua aceitação estava acima de 90%, 
notou o líder do governo. 
Para Laerte Tetila, "não é con­ 
cebivel que alguém mande crivar de 
balas e matar uma prefeita de for­ 
ma gratuita Há, sim, profundos in­ 
teresses por tr:is desse assassina­ 
to, que precisa ser esclarecido. 
Dorcclina morreu porque contrari­ 
ava interesse . imbolo de resistên­ 
cia à corrupção, à bandalheira, ao 
assalto, aos cofres públicos, 
Dorcclina nos mspira a sonhar com 
administrações éticas. sérias e ver­ 
dadeiramente honestas, embora sai­ 
bamos que cm algumas cidades de 
Mato Grosso do ui o preço da ho­ 
nestidade é a morte. 
Mas, saibam os covardes, os 
canalhas, os mandantes deste cri­ 
me, que não há calibre que possa 
matar o ideal humamsta, tal qual o 
de Dorcclina. O humanismo para 
nós é muito precioso. Bem mais 
precioso do que a nossa curta exis­ 
tência. Dorcelina recebia muitas 
ameaças. Ameaças de morte e sa­ 
bia que corria risco de vida. Ela co­ 
nhecia seus inimigo e sabia do que 
eram capazes. Mesmo assim, egu­ 
rou a barra, suportou, enfrentou e 
avançou na luta, sendo fraterna e 
companheira do povo, até o fim. 
Ela foi espelho para o seu 
povo, foi a companheira dos sem­ 
terra, das gestantes humildes, dos 
Idosos desamparados, dos doentes, 
dos deficientes fiscos, dos analfa­ 
betos das cnanças sem escola, foi 
uma prefeita companheira no verda­ 
deiro sentido da palavra Uma com­ 
panheira com deficiência fisca, que 
não cursou faculdade, mas que su­ 
perou hmites, a ponto de figurar. bem 
antes de sua morte, e por duas ve­ 
zes, na capa da Folha de São Paulo, 
como exemplo de administração mu­ 
nucpal para o Pais 
Sabia que estava fazendo his­ 
tória, e que isso poderia cw,tar-lhe 
a própria vida porque a sua ó11ca 
era a dos excluídos e o seu cami­ 
nho era o da justiça social 
Dorcelina foi morta não só pela 
quantidade de obras, programas e 
projetos que realizou, mas pela ori­ 
entação que dava ao povo, para que 
tomasse consciência de seus direi­ 
tos. Direito de se organizar, de de­ 
cidir, de viver, de progredir, de as­ 
sumir o seu próprio destino, porque 
Dorcelina sentia na alma a chaga da 
injustiça que o povo lascado sentia 
entia porque foi uma lascada tam­ 
bém, porque tinha orgulho <la sua 
origem, a qual Jamais traiu. Sabia de 
onde veio e por quem deveria lutar. 
E isso incomodava. 
Apesar de não ter cursado ne­ 
nhuma Universidade, a não ser a 
Univcrsidadc da vida, Dorcclma ti­ 
nha a persuação nos lábios Foi 
uma oradora que não perdia o fio 
da meada. Até os mais humildes en­ 
tendiam a sua mensagem E isso in­ 
comodava! Dorce foi uma líder do 
povo, tal a capacidade que tmha de 
argumentar, convencer, denunciar 
o opressores, o preconceitos. os 
desmandos, o assalto aos cofres 
públicos. E isso incomodava' 
Em nosso Estado, infelizmen­ 
te, amnda existem pessoas ou gru- 
pos de pessoas fanatcas ela vo­ 
lênca e que a todo custo buscam 
e impor pela matança, pelo terror' 
Os a iassmno da Dorce estão 
enganados ao pensar que calando a 
voz dessa lider estarão sufocando a 
luta popular Sua morte não surtira 
o efeito que os covardes assassmnos 
desejam O efeito sera contrato. Scu 
nome sera mas um referencial de 
luta, como são os de Chico Men­ 
des, Santo Dias, João das leves, 
Marganda Alves, Pe Josino, Marçal 
de Souza Sada detera esse projeto 
novo. de transfonnaçilo e bond::idc. 
O Governo Popular tudo fara 
para que aquele pistoleiro que cei­ 
fou a vida de Dorcelmna e os man­ 
dantes cruéis do crime scpm pum­ 
dos conforme o que a lei ordena, 
pois o assassinato dessa prefeita, que 
teve rcpercussiio nacional, ag.re<lru 
não só o povo mundonovense, mas 
a toda a imensa parcela dopo, o sul­ 
matogrossense e brasileiro que luta 
cm prol da honestidade na at1v1dadc 
política e contra a violência 
Sabemos que a morte de 
Dorcclma não será suficiente para 
saciar a sede de sangue e de dor 
Para os opressores, é preciso conti­ 
nuar oprimindo, aurando, matando, 
pois é assim que percebem o mun­ 
do, pois são esses os seus valores 
Assassinaram Dorcclma e, certamen­ 
te, beberam, fcstcJaram, porque con­ 
seguiram o que queriam Mundo 
ovo não terá mais a Prefeita Mas, 
será que os vagabundos que perpe­ 
traram o cnmc não pensaram que, 
mais doloroso que o povo perder a 
prefeita, é <luas crianças ficarem sem 
mãe, um esposo perder a compa­ 
nheira e um pai e uma mãe terem que 
sepultar a própria filha? Dorcelina 
está morta, e nela, cu perdi uma gran­ 
de companheira". 
Atividade de Mo n e 
er investigada esta 
As atividades do Reverendo 
Sung Myung Moon, em Mato Gros­ 
o do Sul começam a ser 
;:1 cstigadas nesta semana, quando 
a Comissão Especial da Câmara 
dos Deputados, criada para este 
fim, estará visitando o Município 
de Jardim, dardo inicio aos traba­ 
lhos de coleta de dados com o ob­ 
jetivo de conhecer os empreendi­ 
mentos na região e analisar as de­ 
núncias contra a organização co­ 
mandada pelo coreano. 
Os Deputados que integram 
a comissão - Flávio Derzi 
(PMDB-MS), Pedrossian Filho 
(PFL-MS), Ricardo Izar (PMDB­ 
SP), Jorge Tadeu Mudalen 
(PMDB./SP) e Fernando Gabeira 
(PV /RJ) - estiyeram visitando a 
Assembléia Legislativa no último 
dia 03, quando pediram ó apoio 
dos parlamentares para reforçar 
os trabalhos de investigação. 
Os deputados federais foram 
recebidos no gabinete do presiden­ 
te da Assembléia, Londres Macha­ 
do (PDB), que deixou a Casa à dis­ 
posição para auxiliar nos trabalhos 
de investigação. 
Os deputados estaduais An­ 
tonio Carlos Arroyo e Paulo 
Correa (PTB), Reginaldo Ferreira 
(PL), Antonio Braga e Celina 
Jallad (PMDB), Loester Nunes 
(PDT) e Mauricio Picarelli 
(PSD), vão acompanhar a Comis­ 
são Especial da Câmara que es­ 
tará logo mais em Jardim. 
Na parte da tarde, reuniram-se 
no Ibama com o objetivo de tratar 
de questões ambientais, já que há 
denúncias de que as propriedades 
de Moon estariam trazendo proble­ 
mas de degradação e poluição para 
a região onde a. atividade: do Re­ 
verendo estão in:taladas. 
De acordo com a programa- 
emana 
ção, o Prefeito de Jardim, Márcio 
Campos Monteiro (PMDB), 
recepcionará os parlamentares. Ain­ 
da no Município, o assunto será am­ 
plamente discutido com universitá­ 
rios., entidades ambientalistas e vári­ 
os segmentos da sociedade. 
Os deputados que integram a 
comissão especial foram unânimes 
quando disseram que primeiro é 
preciso levantar dados e detalhes 
obre as acusaçõc de que Moon 
estaria sonegando imposto, entre 
outros que estariam sendo come­ 
tidos por ele no Brasil. 
"Estamos na fase de coleta de 
infonnações. Se hou er problema 
fi cal, encaminharemos o caso 
para a Receita Federal Se houver 
problemas trabalhistas e 
ambientais, encaminharemos para 
os órgãos competentes", disse 
0 
Deputado Fernando Gabeira, co­ 
ordenador da comissão. 
J 
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E-mail: viacruz.@zaz.com.br 
·e_* 
• Jf- 
* 
- Cruzeiro do Sul

"Boi manso" e a pescaria 
lvaldo Pereira (Do livro 'Na Roda 
do ferer", Volume 2) 
) apelido surgira na 
inflei, mais precisamente 
na Escola Muni ipal Padre 
Gusmão, uma das professoras, 
'mia, carioca de Vila Izabel, 
rritada com a indiferença do 
me111no. ,1t111clcjcitocle n,ioestou 
nem aí, uma mansidão que, às 
Vl''l,l'"· R11perava o limite da calma. 
aquilo niio ern culma. até parecia 
doença, mas o menino era forte 
até demais, foi quem num 
momento de raiva gritara • voce 
até parece 11111 boi manso - a classe 
toda caira na risada. E o apelido 
pegam. A partir daquele dia o 
filho de D.Lurdes e do 
Sr.Aristimunho passara a ser 
"Boi Manso". E o cômico na 
história é que a profes ora Cinira 
só viera a ver um boi vivo na 
pequena cidade ele Riacho Verde. 
E o Luizinho, ou melhor. "l3oi 
Manso" nem aí para o apelido. Só 
ria. Só ria. A mãe não gostara 
nem um pouco, fizera queixa da 
professora para o diretor, não 
dera cm nada. Luizinho cresceu. 
tornou-se um homem. mais de 
1.80 de altura. 90 kilos. 
Sua vicia não tinha nada de 
ext rnordin(u·io, estudou. fez curso 
de mccànico no Senai, casou-se 
com a Rulinha e. depois de 
casado. muclou-se para o Mato 
Grosso do Sul. Profissional 
competente. responsável, 
progrediu, tinha carro. casa 
própria. t •·ê;; filhos, um deles com 
a sua cara. jeito e manias. 
1unca. 
mas nunca mesmo. ninguém vira 
Luiz oi Manso" sair do sério. 
ne1 • 10 quartel. soldado da 
oif':t.it:iria. suportava as gozações 
os amigos rs era querido pelos 
oficiais. calme:. sempre sereno. era 
o de melhor pontaria e o que mais 
aguentvu as marchas. Sem 
reclamar. 
ó uma vez. apenas uma vez. 
"Pi Manso" saiu do sério. 1 ·á 
vnlc"'. quem contou essa '.a 
fo, o Adão Antune , da cic1 ... 1e de 
C.,racol. ele presenciou o ocorrido, 
testemunha dos fatos. Estií lá 
para confirmar. Foi assim que 
ncont ceu. 
' 
Logo que chegrn na cidade 
de Bela Vi ta. "l3oi Manso" se 
in talou com a sua oficina e fez 
muitos amigos. Nunca havia 
participado de uma pescaria, um 
de seus amigos, o Jotacê, pescador 
de final de semana. o convidou 
para "ir pegar uns dourados e uns 
pacus" no Apa. 
- Mas e tá dando mesmo? 
perguntou. 
- Precisa ver. coisa de louco, 
é jogar a linha e puxar uns baila 
de dez. até quinze quilos, 
respondeu o Jotacê. 
Tudo cascata. O máximo que 
ele conseguira numa pescara fora 
uns piavuçu, piraputanga e touxe 
para casa dois pacus, comprados 
na boca da pescaria de uns 
ribeirinhos. Ruim <le pesca o 
,Jot aci•. 
Mas Boi Manso se 
empolgara, apesar das bronca da 
mulher, compram IH> armazém do 
Ricardo linhas, anzois, chapéu, 
bota. até uma faca, dessas de 
Rambo. Entusiasmadissimo. 
Arrumaram as traias. 
pegaram a camionete de Jotacê, 
que só pegava no tranco. nem Boi 
Manso dera jeito e se foram para 
o Apa, lá para a Cachoeira. 
A realidade era diferente da 
fantasia, mosquito à beça. até 
parecia que haviam combinado. 
formavam a esquadrilha e dá lhe 
ataque, o alvo preferido era Boi 
Manso. Ficaram lá um dia inteiro 
e uma noite. mal dormida, os 
incidentes com o mecànico 
superaram tudo o que se po sa 
imaginar. picadas de mosquito. 
um quase afogamento (ele não 
sabia nadar), o arroz queimado. 
o anzol que se enroscara no dedo, 
a térmica de estimação que caira 
no rio, o susto com a cobra (Jotacê 
garantia que era sucuri) que 
aparecera na folhagem bem perto 
da rede onde dormia. A pescaria 
do Jota cê estava se 
transformando num desa tre. E 
os peixes? Nada. Nem uma 
fisgada. 
No dia seguinte, à tarde, o 
"lucro" da pe caria eram dois 
piavuçu (cios pequenos). dois 
bagres e un lambaris que Boi 
Manso pegara quase que à unha. 
"para a frit.ada" - dizia ele. Meno 
de dois kilos de peixes. 
Levantaram acampamento. 
a camionete só pegara depois de 
Boi Manso trabalhar meia hora. 
remendando aqui e ali. 
improvisando peças e mais duas 
h-..:·a~ Pmpurrando µrá cá e prá lá. 
li.Manso sem reclamar. Nadica 
de nada. 
Pegaram a estrada. Jotacê 
explicando que era a Lua, na 
.outra semana •·nltariam. aí sim. 
pegariam peixes e dos grandes. E 
falava. Boi :llanso quieto. Só 
resmungava. 
Já perto da cidade, viram, 
numa curva. um carro amarelo, 
parado. ao lado trê homens. 
armados. Jotacê se assustou. 
Falou, quase gritando. - vamos 
atropelar, pode ser um assalto. 
Boi Manso nem aí. 
A camionete tinha freios, só 
que para funcionar era preciso 
centenas de bombadas, foi parar 
quase cem metros à frente. Um 
do homens. colete da Polícia 
Florestal se identificou. e deu a 
bronca,· por quê não pararam. 
Jotacê deu as explicações. 
• Documentos do carro. 
dentidade e desçam para a 
revista. 
Foram uns 15 minutos de 
discussão, ·Jotacé discuta. Boi 
Manso quieto. 
Os policiais apreenderam os 
peixe, os anzois, isopor. linhas, 
at'• a foca Rambo ele Bor ..'.lan<o. 
Pegaram tudo e ainda 
ameaçaram, na próxima vez. 
m ulln e apreensão do ca rro. 
Jotacê. d sconlrolado. 
poss sso. a meaçava mundos e 
fundos, até chegar a cidade. l3oi 
Manso calado e ,Jolacê 
reclamando. Mandaria uma carta 
até para o FHC, para o Zeca do 
PT. para o Presidente da 
Chcchênia. E reclamava. 
a porta da casa de Boi 
.Manso, eslava o Adão, e perando 
o mecânico para leva-lo a Caracol 
consertar um Gol que há muito 
tempo vinha dando problemas. 
Adão viu Boi Manso descer 
da camionete, pegar o resto das 
tratas. Jotace desceu Junto - 
sempre reclamando- ouviu. 
também, quando Bor Manso falou 
um palavrão - ·Jotacé, assustado 
respondeu algo, e Boi Manso, 90 
kilos de peso, acostumado a 
levantar motor de carro no 
muque, dar lhe uma porrada, 
daquelas de derrubar cavalo, uma 
só, seca, ouviu o berro de ·Jotace 
que• desabou. 'ariz quebrado, 
espirrando sangue, Adão correu 
pegou o coitado C' o levou para 
Hospital. m io desacordadr 
antes deu urna dura no mecanc 
e am1go. 
- O que é iHlO 1301 .lanso? 
- Esse cara me fez perder a 
mmha faca. 
Adão, depois. quando soube 
da história, caiu na gargalhada. 
nunca mais Boi Manso e Jotncê 
se falaram. E nunca mais o 
mecânico quis saber de pescarias. 
Quando quer comer peixes 
compra no .ferca<lo do Ricardo. 
VELHICE 
1 _Mde Medeiros -Aninolis_ Goiis- 
Velhice. página da vida onde se ,·e o desfilar das rccordaçik, mais 
queridas transformadas cm saudades; onde estão gravados os momentos que 
se foram sucedendo, formando um encadeamento de fatos. a que se dá o 
nome de vida. 
ão etapas que se sucedem num emaranhado de contrastes. os risos. 
ora lác.rimas: às vezes vitórias. outras vezes fracassos: glórias e decepções: 
akgri;s.: tristezas; colhe-se rosas. fere-se nos t:spinhos: alguns momentos 
de felicidade. quase sempre a dor. 
Mas. s,1o i:slt:S contras1es que se fundem e se equilibram na luminosa 
passarela da experiência. por onde caminha o ser humano. 
Feliz dc quem consi:gue superar os embates e desencontros da 
caminhada e. ao chegar o crepúsculo de sua existência. pode contemplar a 
bandeira de suas conquistas. tremulando. vitoriosa no altar de sua consci.:ncia. 
fazendo crer que: 
• os espinhos que lhe feriam os p.:s. i:nsinaram-lhe a prosseguir com cautela: 
• os desenganos que lhe batiam à porta, trouxeram-lhe sabedoria. 
- as lágrimas que tanlas vczc~ lhe rolavam pela face, banharam de luz 
seu espíri10; 
- com a dor que lhe dilacerava o coração. aprendeu a olhar para o alto e 
buscar cm Deus. fc.: i: consolação: 
- se injustiças causavam-lhe revolta. o discernimento lhe fcz confiar na 
Justiça Divina e crer que "as pedras atiradas voltam ao ponto de partida": 
- ingratidão e calúnia não Ih.: atingiram. por saber que o perdão é a 
mais sublim..: vingança; 
Há também o idoso que o destino inclemente atirou na sarjeta. 
Trôpego. sujo. esfarrapado. doen1c. rasteja-se pelo becos tonuosos da vida. 
São cria1uras que caem e ficam estiradas no caminho. sem tentar erguer-se. 
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a pobrcza de sua infãncia. sen1iu frio. fome. faltou-lhe carinho. escola. religião. 
a ju, cntude. não teve orientação. oportunidade. educação. nem 
trabalho e nem amor. 
E. a perambular pelas ruas. tortura-lhc a mágoa de saber-se vítima de 
uma estrutura social desumana e injusta. Cerca-se de maus companht:iros. 
Entrega-si: ao vicio. Bebe. fuma. torna-se um viciado cm droga . um 
delinquente. 
Chega a velhice. sem amigos. sem ideal. sem esperança, sem saudade 
e. sem Deus. tropeça numa sucessão de miséria e sofrimentos. 
EDITAL DE PROCLAMAS 
J:milde Rosa dos Santos. Oficiala do Registro Civil desta cidade e comarca de 
Bela Vista-MS .. faz saber a todos quantos o presente Edital de Proclamas virem. que 
apresentaram os documentos exigido pelo anigo 180 do Código Civil Brasileiro. 
incisos 1-11-III e IV prclendem se cas:ir: 
EDSON ARECO e KATLANE PEREIRA LOPES, ambos. brasileiros. 
olteiros... resiJentes e domiciliados nesta cidade; ele, militar, natural de Bela 'ista­ 
MS .. filho de José Areco e de Damiana Candia Areco: ela, lides do lar. natural de 
Bela Vista-MS. filha de Ademir Lopes e de Helena Rita Pereira Lopes. 
Se alguem souber de algum impedim.:nro que se oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-MS.. 05 de Novembro de 1999 
Janilde Rosa dos iantos - Oficial.a 
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