CU'I A ÀS 3· I '» HADOS - ANO:XXVII- N. I9?0- BELA VISI 	fHUL OI~ l.fl'II! • .SI. f-1 f.lllJ ',.IIAOO· 1 l'."l1101<: 1 l IH) l'I Hl.lll  • IH O, ,O 
moka dá demonstração de torça oolírca 
Deputados, Prefeitos e lideranças garantem aJJoio à candidatura à Câ111ara Fe,leral 
No dia dt1 fcslU politlcu 
de lançamento da pré-candi­ 
datura de Ricardo bacha ao 
Gm-crno do l:.swdo. o Dcpu­ 
tudo 7.ilclemlr Mol?u deu urna 
dcmonsrraçúo de força poli­ 
rica. reunindo para um almo­ 
ço cm sua resldêncln, liclcrnn­ 
ças esrc1dual.s e muni !pais. do 
PMDB e de outros pnrtldos. 
que npólam o seu projeto ele!· 
torai de disputar uma eudelrn 
na Cílrnma f-cderal 
O encontro que con­ 
tou com a presença do tuca­ 
no Ricardo l.lacha. reuniu o 
Prefeito de Campo Grande, 
André Pucclnelll. o ex-Prefei­ 
to Juvênclo César da Fonse­ 
cu e os deputados estaduais 
losne Esgaib, Moisés Nery. 
Jcrsé Euzéblo e Cellna litllad. 
todos aliados de Mola na 
próxima eleição. 
O Presidente da Câ- 
mora iunlclpal de Campo 
Grande, Antonio l.lraÇ?a. e 
candiduro a deputado tam- 
bém marcou presença 
O Prcfl'lto de 
M.ir..ic,1j11. íkirrnldo 
Azambuja (PMDI) reuniu-se 
aos colegas peemedebtstas 
dos municiptos que também 
vão colaborar com a candida­ 
tura de Mol?J. Júnior iochl 
(Coxim). José de Oliveira San­ 
tos (Rio Verde). Ialdo 
Medeiros ([lanclelr.inres). 
Dllmar Lclre (Cm<1col), Dlbon 
Deguti (Fátima do Sul). Jun 
!latiu (lloc!oque11<1) e Dàcio 
Queiroz (Antonio Jotio). 
Lideranças munlci· 
puis, vlce-Prcteitos. ex-Pre­ 
teitos e -Vereadores de l.lclu 
Vista. Nova Alvoraclíl do Sul. 
l.lüla?Uélssu, Jardim. Guia 
Lopes da LaÇ?unil. Porto 
iurrlnho complcrarum o 
grupo de lideranças que sus­ 
tentarão a candidatura de 
Walclemlr Mol?,1 à Cãrnara 
federal na próxlrnil eleição 
"Com o Mol?a cm 
Brasília não ganham ape- 
rfeito Dilmar 
2.. e. ao·t 
d G I b 
~ 1 e sobrcludo num forte espírito 
a O O em J ar a e()) de positividade vive: hoje a 
populaçfio de Caracol. um 
Municipio que evolui a cada 
dia. na batalha e no csforço de: 
um Prefeito cm , cr o 
dcsenvolvimcnto de seu 
Município. cm sua gestão o 
Prcfcito Dilmar Leite. vem 
trazcndo ao po, o um 
crcscimcnto dcntro de muita 
ordem e gigantescas soluçõcs. 
Estreante na vida política. o 
Prefeito tcm dcmonstrado a 
cada dia 11111 amadun:cimcnto 
administrativo muito grande. 
possuíndo entre seus inúmeros 
atributos. a força de vontade e 
a dedicação para com a 
popubçào cspecialmentc para 
com os mais carentes, 
participando de todos os 
movimentos de caráter 
assistencial bcncn:nte cm sua 
cidade. sempre empenhado cm 
mitigar o sofrimento de cus 
semelhantes. com uma atenção 
cspccial às c:imadas mais 
dcspossuidas da população 
local. Por outro lado a ação do 
Prcfcito articulada com o 
Governo Estadual através do 
atuante Deputado Valdcmir 
Moka. tcm trazido conquistas 
import:mtcs para o Município. 
;luiore_s detalhes nu P:ii:ina/07 
Deputado Estadual Roberto Orro 
Visando a importância do acompanhamento da 
propaganda eleitoral gratuita do Estado, que possibilita 
melhor ,vali:ição do desempenho dos candidatos às 
próxim.ts eleições, o Deputado Roberro Orro 
cnominhou no início da semana expediente para o 
gereme comerei.d da TV Morena. Ni omedcs. ih·J Filho, 
solicitando a viabilização de um convénio da Rede Sul­ 
Matogrossense de Rádio e_Televisão com o tunicipio de 
Caracol, para que a população re eb., o sin.d "'i.1 S.uélite" 
d.t Rede Globo. 	P.igin:i-02 
Deputado Moka, Kicarda Bacha, André Puccinellie Juvéncio 
éar da Froneca 
na; o; seus aliados e com­ 
punhciro,. mas o próprio 
Estado que terá eleito um 
parlamentar Jovem. 
briÇ?õdor. que conhece os 
problemas do Estado e 
pode ujudar a resolvê-los". 
observou o Prefeito da Ca­ 
pital. Andre Pucc1nelll 
Farmácia de Planeio 
0-1 e 05 • Farm:icia 
Moderna Dr. Solirnan 
(ao lado do Supermercado 
Rorn Gosto) 
Para o Prefeito de Ca­ 
racol. Dilmar Leite. se hoje o 
deputado Molw "colabora 
multo com a nossa adminb­ 
rração. maior será a sua con­ 
tribuição cm Brasília. atuan­ 
do junto aos ministérios que 
distribuem maiores recursos 
e gerenciam projetos de rnai- 
Caminhão/Pá Carregadeira (adquiridos 
com recursos próprios) e 02 veiculos escolares 
CONVITE 
! A Liga Esportiva· 
liBclavistcnsc e a 
Prefeitura Municipal de 
Bela Vista tem a honr.i de 
·convidar V. , e distinta 
familia a participar da 
solenidade de abcmrra do 
!campeonato Bdavisrcnsc 
Ide Futebol/98. 
/[Prggraagáí, 
!Local: Estádio 
Municipal Otávio 
'Fontoura 
Data: os de Abril de 
1998 
Horàrlo: t3:30 horas 
1 
• Solenidade de abertura 
l t-1:00 horas 
1".Jogo: Caracol X 21 de 
Abril 
* 2º Jogo: AABB X 
Palmeiras 
Realização: Prefeitura 
Municipal de Bela Vista 
Adm. José Garibaldi da 
Rosa i'icto 
Flagrante das varias autoridade preventes no Encontro para 
o lançamento da pré-candidatura de Kicardo Bacha 
or r.:kv.'.inc 1,i" 
Eleger Moa deputa­ 
do tederal sera uma vitória 
do rnun:-:1p<1!Ismo porqul: 
esru e a marca registrada 
deste deputado lutador efi­ 
cIenre e qu,: fldO se c.ontor­ 
ma cm discursur <.1penas 
mas quer rru:..:r pura asco- 
munidades os meros para 
vencer as diticuldades e 
melhornr a vida" atesta 
Reinaldo Azambuja. de 
Maracaju, assinalando que 
quem conhcc.e " ,ituüç.ío 
de ,loka "torce pelo seu 
sucesso porque é uma ação 
construtira e realizadora" 
Secretâri11 de Etlucaçà11 rrcehe chave do:r 
veiculos escolares. 
Caracol terá atendimento 
alternativo do Banco do Brasil 
O Depurado Orro recebeu. no último dia Jº. a 
confirmação do Superintendente do Banco do Brasil/MS. 
Lui.: Carlos Felipe. da abertura de um ponto de a rendimento 
altemmivo do Banco do Brasil. em Caracol. in ulado à 
Agência de Bela Vista. 	Página -02 
secretaria de obras termina 
Hmneza do canal de Drenagem 
Com apoio do competente En_:. J::úlson de Azambuja Diretor 
Regional da 3A. E!SUL. a Secretaria Mun. de Obras pode zon luir 
Inicio du Trabalho: l 'ala rotalml!llte atulhada 
esta :mn±, o 
seni o de 
limpeza da 
Vala de 
Drenagem 
e istente no 
Centro de 
C':i.rJ oi. que 
x t::i c,r.t:-n,·n 
totalmente 
:itulh:irlo. 
Pigina -07

l()') ) )'-l'l ()'l ( J" [''l I>I.·
1.t•«1•.n'(,l""·O-' JONAL I H JIHí. ', J), FHO. '1 LIH.J - MA GR SS D -, . • , ~ ) , >..  ,1 	a l E f 
Prefeitura Municipal 
de Caracol/MS 
Portaria Nº 025/98 
Dilmar da Silva Leite, Prefeito Municipal de Caracol. 
Estado de Mato Grosso do Sul, usando da atribuições 
qu • lhe conkrc o G1l')!O ... 
Hl·SOLVI:: 
í • DI.Sl(iN/H a Servidora l 1.LN/ LOPl·S. 
Auxiliar de Enfermagem na Secretaria de Saúde, para 
exercer o cargo de Professora na Secretaria de Educação, 
Ci:I\C /, Padr, o l, com carga horária de 20(cinte) horas 
semanais, de acordo com o Estatuto do Magistério de 
Caracol/MS (Lei Complementar N° 301 de 08 de Junho 
de I '198). 
II- 'UMPRA-SE E PUBLIQUE-SE. 
laço Municipal, em 23 de Março de 1998 
Dilmar da Silva Leite - !'refrito lunicipal 
o ii 
0 
026/ 
Dilmar ela Sih a Leite, !'refeito Municipal de Caracol. 
Estado de Mato Grosso do Sul, usando das atribuições 
que lhe confere o cargo ... 
RFSOl.VE: 
1 - DESIG AR a Savidorn M/RI/ DO CARMO 
GU1 !ERRES GODOY, Tclcfoni~ta na SL-crctaria Geral. 
para exercer a Funçào de:: Profcssora na Secretaria de 
Educn~.io. Cl,1sse A, Padrão PL 1. com carga horária de 
0horas semanais, de acordo com o Estatuto do Magistério 
de Caracol/MS, (Lei Complcmcntar N" 301 de 08/06/95). 
li - CllMl'RA-SE E PUBLIQUE-SE. 
Paço Municipal, cm 23 de ilarço de 1.998 
Dilmar da Silva Leite - !'refrito ;lunicipal 
EXPEDIENTE 
Jornal lribuno do Fronteira ;" 
1 rtJ~O,DO t:M 20 OE FI.IIDElllO DE 1972 _ 'ºi 
1 
Propriedade da Gr.ífica & Editora Apa 
(GC· 03.201.266/0001-90 • lnic. Eil 28.059.232-9 
, Diretora: iluria Estela Vcl:ísquez l'crcir:1 
Editor: lntldo l'crcirn 
1 
{ Redator: Ubaldino Rodrigues 
] Reportagens: André Árnlus, Toninho Ruiz, Nelson Fe­ 
res .Júnior e .loiio Carlos Vcltísqucz 
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1
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Assinatura Semestral: RS 50,00 Assinatur:i Anual:RS 90.00 
, I FlllADO À ADJORI e ABRAJORI 
1 
Orro intercede junto a TV 
Morena pela transm·ssão 
da Globo em Caracol 
'Viso nclo il 
lrnportúnciu úo 
acompanhamento da 
propaganda eleitoral 
qratuítd do Estado. que 
possibilltn m ,111or il1tllloçúo 
do desempenho dos 
condidntos às proxlmus 
eleições. o Deputado 
Roberto Orro encurntnhou 
no início do scmanu 
expedlenre pum o gerente 
comercial da TV Morena. 
Nicomedcs Silva filho. 
solicitando a viabilização de 
um convênio da Rede Sul­ 
Matogrossense de Rádio e 
Televisão com o Município 
de Caracol. para que a 
população receba o sinal 
"ia Satélite" da Rede 
Globo. 
Com 
reivindicaçJo. 
essa 
Orro 
ilssocia-se as intervenções 
das Vereadoras Magaly da 
Silva Godoy e Doralina 
Rodrigues Leite. que 
levantarnm a bandeira 
pelo ampliaç.'.lo da 
comunicação d· seu 
Município. P,m1 que1n se 
dedica à vida pública, diz 
Orro. o acesso o 
informncão de assuntos 
regionais e de Interesse 
nacional é um priviléQio 
cxtr.iordlnárlo. "Primeiro 
porque permite chegar 
rapidamente í.lté os 
formadores de opinião e a 
milhares de telespectadores 
e. segundo. porque obriga à 
reflexão sistemática sobre 
temas relevantes e Induz à 
consignação e à clareza na 
exposição das idéias". Orro 
louvou a iniciativa das 
arac 
O Deputudo Orro 
recebeu. no último dia 1 º. a 
ESTRELA DO CEU 
Eslrela do Céu que cm seu peilo amamenlou o Senhor. 
libcnando os homens do pecado que começou já desde /dão e os 
primeiros homens. Digne-se agora a mesma Estrela dominar as 
forças do mal, que por suas disposições malignas costumam ferir o 
povo com doenças e miséria. Atendei-nos, senhora, porque o 'osso 
filho que Vos honra. nada nos nega. E Vós. Senhor Jesus salvai-nos 
alendendo os pedidos de Vossa l'vlãc Virgem. Rogai por nós. Santa 
Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. 
Oremos: Deus de misericórdia. Deus de piedade e amor, Deus de 
perdão que sempre Vos compadeceis da aflição de Vosso povo 
disseste ao anjo Castigador: "Suspende lua" por amor daquela Es1n:b 
Gloriosa. ~1iie puríssima de Jesus, no,so irmão, grande Salvador e 
Libcnadordo mundo inteiro, que nos livra de iodo o mal. concedei­ 
nos o auxilio da Vossa Graça para sermos com certeza livres c 
misericordiosnmcntc salvos de toda a peste. miséri:,, morte rcpcntin:i 
e de lodo o perigo de condenação eterna. por Je,us Cnslo, Rei da 
Glória que vive ressuscitada e n:ina por todo sempre. Amém. Oh 
doce eterna Maria dai-nos de Jesus doce companhia. ( .N.A) 
Não apenas uma LUZ . '/ [SCUI/IIJAO. e multo 
m<Jts é um l,'CllO que vai llumlnur corninhos 
indicando. compreendendo. é reflexo de esperança 
Deputado Estadual Rober/0 Orro 
Vereadoras pela 
sensibilidade em bem 
/T 
e 
[)) 
confirmação do 
Supcnntend.:nte do Banco 
do Brasil/;•IS. Luiz Carlos 
Felipe. da abertura de um 
ponto de atendimento 
altcrnati,o do Banco do 
Brasil. em Caracol. 
,inculado à ~ência de Bela 
Vista. 
Este é o rcsulrado 
positivo de inúmeras gestões 
do Deputado Robeno Orro 
junto àquela 
Superintendência. depois 
do fechamento da Agência 
do HSBC "Bamerindus". 
naquele Município. 
Segundo Orro. o 
Gerente da Agência do 
Banco do Brasil de Bela Vista 
Informar o comunidade 
.. 
caracolensc. 
imento 
o Brasil 
deu a garantia para o 
tunLionamen10 do Ponto 
Altemaun) de Atendimento. 
tão logo o poder público 
caracolense de1ermine um 
espaço físico para o ~eu 
deido funcionamento. que 
será diariamente. no horário 
das 09,00 as 1 1.00 hors 
Segundo Orro. "es.sa é 
uma conquista da 
comunidade caracolense. 
que atra,és dos 'Çereadores 
Toninho e Dudu. ambos do 
PSDB. não mediaram 
esforços para rei,indicar 
Jun10 ao seu çabinete. a 
solução desta questão que 
tanto atligia os cidadãos 
caraco!enscs". 
T an«lo com rapidez por São Paulo, Paraná e 
deles eieu&ides ue 
Mato Grosso do Sul 
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - MATO GROSSO DO SUL- O3 E O4 DE ABRIL DE 10O8- PÁGINA-03 
LUZ· NA ESCURIDÃO 
(Homenagem aos Diretores, Médicos, 
Funclonárlos e à todos aqueles que colaboram com 
o Hospital Sdo Viente de P'aula, de Bela Vista) 
Escreve Pedro Pedreira / 
Tenho o costume de dizer, na roda de tereré ou da 
cerveja, aos sábados. pel manha, na porto do Jornol 1 
uns denominam de "Roda da TE", que Dela Vsta uma 
cidade com uma herança. divida. hármica, não no: cabe 
dizer o por quê. pois os misteriosos cuminlios da 
/espiritualldade nem sempre se utilizam da lógica. Essa 
divida hármtca ou herança coletiva só será extinta. Pílllíl. 
resgatada, através de vibrações positivas, de gestos de 
tolerância e compreensão, do estender as miios de todos 
cm benefício de todos. 
Assim como todo ser humano tem o seu "anjo da 
guarda", o seu guia, também as cidades possuem o, seus 
"protetores", Bela Vista não foge à regra. é por isto que 
sempre nos tempos de crises. nos momentos difíceis. 
quando a escuridão ameaça cobrir as atividades do 
llospiial São Vicente de Paula, surge uma LUZ N/ 
ESCURIDÃO. 
É só observar a história do llospltal. prá falar él 
verdade não me sinto bem nem cm llosplwls nem cm 
cemitérios. Interessante. ambos são porlills da vida e da 
morte. o nascer e o morrer e o morrer e o nascer. no 
ciclo ditado pelas Leis do Cosmos que ao ser humano 
não foi permitido conhecer na totallctude. !lá apenos 
resquícios. hipóteses. mas como Interpretar os misteriosos 
caminhos dos Senhores da Luz? 
Tenho uma admiração toda especial pelos 
rnédlcos(as) e enfermelros(as). nem todos. mas aqueles 
que conseguiram compreender a profissão (que para 
mim é missão). que souberam ouvir os suaves acordes 
da música do coração e d'alma. 
E. às vezes. apenas às vezes. nos esquecemos de que 
eles. os médicos(as). os enfermelros(as) são gente como 
a gente, são seres humanos, não divinos. são Instrumentos 
nas mãos de Deus. 
Sou grande pecador. não fuço o bem que eu quero. 
mas acredito que os grandes pecadores podem se tornar 
grandes santos. Esse dilema que existe nos recônditos de 
minha consciência. é a luta que todos combatem. é um 
bom combate. 
E pecado maior é o da omissão. Isto é para mim. 
para você, para todos nós em Bela Vista. Sim. urna das 
causas de nossos problemas é a OMISSÃO. se vibrações 
positivas. o pensar grande, pode ajudar Belo Vista. a 
participação de todos na solução dos problemas. é o 
princípio das mudanças que o resqate i:lármlco exiqe. 
Às vezes ando pela cidade. observando. nesse 
caminhar vislumbro entre os jovens a inquietude de uma 
geração. E conheço pessoas. Jovens e Crianças. Acredito 
nessa geração que aí está. São generosos. Se possuem 
defeitos é culpa exclusiva da sociedade. nós somos 
fabricantes de anjos e demônios. VOCÊ cria o seu anjo. 
E hoje. essa homena1iem. que não é minha. é de 
uma criança à todos aqueles que trabalham DIA e NOITE 
no Hospital São Vicente de Paula. 
Não é apenas uma LUZ NA ESCURIDÃO. é multo 
mais. é um FACHO que vai Iluminar caminhos. indicando. 
compreendendo. é reflexo de esperança. 
Uma menina-criança. quase adolescente. jovem com 
os olhos da Sabedoria própria das crianças. soube VER. 
SENTIR. E 'TE, DER e com um pequeno bilhete MOTIVAR. 
MINHA VIDA 
1 
Eu me chamo IZABEL ESCOBAR B.4LTA. nasci em 
Bela Vista. no f/osplta/ São·íJicente de Paula. Bem. eu não 
estou aqui para falar de minha vida. mas sim. para falar 
do ffospltal São ílicente de Paula. onde eu nasci. 
O ffosplra! é ótjmo. ainda mais com essa direção 
que está trabalhando. bem. eu sei que mio sou nlnf?uém. 
mas cu acho que é ótimo mesmo. e essa direção merece 
parabéns. O Hospital estara para fechar mas aflora não 
vai fechar mais. Bem. é Isso. tchau. 
lzabel Escobar Bala 
lzabel. um homem. na Galiléia. caminhava pelas 
estradas, pregando o bem. o perdão e a tolerãn'cia. para 
os poderosos de então Ele era NINGUÉM. Com'o tempo 
o: homens compreenderam a Sua mensagem e de 
NINGUEM. Ele passou a ser o CRISTO. o Salvador. 
O seu pequeno bilhete. em•lado aos seus pais. 
{lzabel é filha do Celso Baita e da Mary) - minha amiga. 
liderança tipo tratar de esteira. luwdora. ao pessoal do 
lfospital é um fACliO DE LUZ. é a proa inconteste de 
que o caminho para Bela Vista é o da VIBRAÇÃO 
Sabe NINGUEM. quero ver Bela vi.ta inundada com 
as águas da sabedoria que só vocês. crianças, com 
simplicidade e ingenuidade, sabem transmitir, você é a 
/semente do bosque das realizações que quero ver 
l amanhã SHALON. Eu e o EU que mora comigo. 
/aprendemo: comn VOCÊ. Deus te proteia 
e pevedor emocional 
nossas 
vidas e 
tamítias? 
Elias Mattar Assad 
Todos os 
comportamentos humanos 
aceitos por unta sociedade 
pa,sam a i11tegrar um 
arcabouço denominado "usos e 
costumes". Todas as Leis devem 
estar ai assoalhadas. O Código 
de Direito C,u,ônico c5tabclece 
no Càn. 27: "Consuetudo est 
optima lepgum interpres" (o 
costume é o mdhor intérprete da 
Lei). Se Leis que contrariam 
"usos e costumes" anulam-se na 
pratica, podemos afirmar que o 
costume é mais forte, estando 
para a Lei como o esqueleto 
está para o corpo humano. 
Violar a Lei é uma 
grande preocupação, mas 
devemos voltar atenção maior 
para o rompimento com os 
costumes de nosso povo. pela 
gravidade. Preocupamo-nos 
com a "desobediência civil" 
enquanto a "desobediência 
moral" e a violação dos nossos 
costumes contém real. 
trogloditas ou primitivos. 
Invasão bárbara inquietava­ 
lhes o sono, aliás realizada e 
derrubando aquele império. 
Estremeço e temo ante a 
intocada questão envolvendo 
aqueles que a nossa sociedade 
está se encarregando de 
"barbarizar". Essi.:s 
excluídos absolutos que 
habitam as ruas e as prisões ... 
Enquanto nossos 
costumcs impõem respeito a 
vida de nossos semelhantes e 
Se um débito tnancetro 
pego. muito mais penoso é adis tonal 
Principalmente numa econos ·no 
nossa. na qual a cada 
"desembrulhado, as surpre sr para 
o devedor são enormes Pior ainda p ira o 
devedor rural 
O produtor rural vem arrastando há 
algum tempo um ónus financl'trO u11 
grande parte ilegal Isso indica um futuro 
pouco esperançoso, Irmão gémeo do eu 
próprio passado A illlrlculturn po:;t,1 na 
condição de autêntico vlão. vem endo 
oçoltadél pelo ,crduqo dos plano; 
econômicos é como se ela fosse um 
segmento responsável por maus-tratos 
causados à Nação. Sem ir longa na história. 
basta trazer à memória o problemáuco Pluno 
Collor para mostrar urna da; multas 
ilegalidades dos débitos rurais. 
O Tribunal de /Içada do Paraná. em 
1993. sob forte prova documental e sólida 
base legal. decidiu por unanimidade que a 
correção de 8,l.32% niio poderia lnlcldrr 
sobre os mútuos rurais lastreados em 
recursos da caderneta de poupança A 
'decisão foi lançada porque a resolução do 
Conselho Monetário Nacional (CMN). que 
Instituiu essa fonte de recursos para a 
a11ricultura. exiqla que o tratamento 
dispensado à produção fosse igualmente 
• aplicado ao financiamento rural A despeito 
disso. vê-se que até hoje o setor vem sendo 
molestado com esse acréscimo inde,tdo no 
saldo devedor dos contratos 
Para amenizar o desespero. e que para 
isso não se disseminasse. fazendo com que 
infinitamcntc maior e um desânimo incontrolável tomasse conta 
incontornável potencial lesivo. dos mais fones. foram lançados alguns 
. Os _antigos romanos~- paliativos. É o caso da securitização Mas 
;em iam os barbaros que dicida ilegal não se resolve com simples 
abitavam "fora dos muros" prorrogação. pois ninguém está obrigado a 
tendo-os corno rudes 
pagar o que a Lei não determina 
As soluções buscadas em tempos de 
desespero são bem menos civilizadas do que 
aquelas tecidas ao longo de urna reflexão 
ordeira. A política a11rícola. em suas muitas 
faces. vem sendo mudada nos últimos 
tempos. Mas a questão do crédito rural. que 
está inserida nesse contexto. ,em resistindo 
a qualquer alteração. 
O sistema financeiro nacional não 
pode mais subtrarir do setor aquilo que ele 
mesmo não vem produzindo. Cumpre-lhe. 
isso sim. sob as ordens da Constituição 
Federal (artigo 192). contribuir para 
"promover o desenvolvimento equilibrado 
de suas famílias. que respeito 
podemos exigir daquelas 
pessoas que perderam o 
respeito pelas próprias vidas? 
Exigir que um homem nos 
respeite, ou a nossos filhos. 
quando já abandonou os seus 
próprios. nas ruas, ou querer. em 
verdade, obrigar alguém a 
valorizar outras vidas. quando 
nenhum valor atribui para sua 
própria, não é uma contradição? 
Sequer ousaria 
argumentar cm exigir desse 
"nosso bárbaro" valorizar bens 
alheios quando sequer pos ui 
algum, ou sonha possuir ... 
Estéril discutir 
"cidJd:u1b" ant.:s de superar o 
verdadeiro desafio, do próximo 
milênio. de previamente 
resgatnresses im1:!os. civiliz.á­ 
los. catequiz:i-los. fazer com 
que resgatem a auto-e tim::i. 
amor aos seus familiares. aos 
seus scmdh::int.:s. enfim. 
reprojetar luz cm seus 
caminhos ... 
Recordemo-nos que com 
"coutradiçõc,s internas" 
semelhantes. o 1mper10 
soçobrou a rúo rest:ir pedra 
sobre pedra ... 
do 	amy oa postura de 
m 	do u o d a 
emnp 	s 
Com 1 opr blema ainda 
!rendo a idn ade duast a de Juros 
Os encargos financeiros do: contrato são 
hoje cobrados mediante a Incidência de 
uma taxa txa e outra variawl que é a T 
No entanto tomando-se varios pontos da Let 
que res o crédito rural do Código de Defesa 
do Consumidor e do Códli:o CJ 11, 
depreende-se com facilidade que a TR nao 
tem amparo legal como taxa de juros para 
incidir nesses financiamentos 
Mos o drama do setor nào reside 
somente ai Há. ainda. a vara,do cambial 
que apareceu sob as normas da conhecida 
"63 Caipira". que é totalmente ilegal Esse e 
outros pontos presentes nos financiamentos 
rurais há multo tem corroido os recursos 
patrimoniais de grande parte do setor 
Lamentavelmente. o produtor rural 
não é somente um devedor patrimonial l.:le 
é também um devedor crnoclonül S<io 
aqueles que. de alguma forma. vendendo 
bens de produçiio ou a própria produç<io 
para honrar compromissos. devotam uma 
dose excessiva de 11ratld.ío para com o 
financiador Têm o banco como o único e 
maior responsável pelo seu pequeno 
sucesso patnmonlal. Chcqam a pensar que 
o financiador ganhou pouco quando lhes 
emprestou com taxas de Juros menores. 
A agricultura está às voltas com uma 
nova rodada de negociação dos seus débitos 
No entanto. a boa prudência recomenda um 
grau elevado de desconfiança /final. para 
uma boa solução da dívida patrimonial é 
necessária uma solução da dí11lda 
emocional 
Uma neqoclilção é um ato 
eminentemente racional. comercial e não 
emocional. É também um aio Jurídico com 
enormes consequências. Asslnaruras de 
novas cédulas e. principalmente. das 
problemáticas escrituras de confissão de 
dívida. sempre prejudicam a pane devedora 
Assim. recomenda-se que. primeiramente. 
os documentos apresentados para 
recomposição dos débitos passem pelo 
crivo de quem detém conhecimento da 
matéria. Não logra êxito na solução do 
problema aquele que desesperadamente 
procura por ela. Se aprendemos com a 
história e tivemos multas lições dela. 
escrevamos urna nova história. 
A Terra não Prometida 
Deram terra a um "sem terra". Mataram-no e 
enterraram-no! Talvez Chico Buarque, na sua 
descomunal visão de mundo e de sociedade, tenha 
incluído em um de seus discos e interpretado a cantiga 
fúnebre dos lavradores, augurando incontáveis.funerais 
na antiga luta pela terra. Eis a letra: 
"Esta cova em que estás 
com palmos medida 
É a conta menor que tiraste em vida ... 
É de bom tamanho. nem largo nem fundo 
É a parte que te cabe deste latifúndio ... 
Não é cova grande. é cova medida 
É a terra que querias ver dividida ... 
É urna cova grande 
Para teu pouco defunto 
Mas estarás mais ancho que estavas no 
mundo ... 
É uma cova grande 
Prá teu defunto parco 
Porém mais que no mundo te sentirás largo 
E urna cova grande prá tua carne pouca 
Mas terra dada não se abre a boca ... " 
(João Cabral de Mello Netto- Autor de Natal "Morte e Vida Severina") 
Nilo foi terra para mortos 
ou lotes cm cemitérios que a 
Constituição prometeu e sim 
uma reforma agrária. para 
pessoas viverem sobre, a terra. 
com suas familias e tirar dela 
seu sustento. Disto toda a 
sociedade brasileira est5 ciente. 
O movimento sem-terra foi 
eficientíssimo no de cortinar. 
no enfrentamento e na cobrança 
da ~,errn prometida". Nilo se 
pode. por outro lado. tirar a 
razão do proprietário de tem! 
invadida qu ndo diz não poder 
arcar. sozinho. com e> ônu.s d:1 
reforma agriria protestando e 
buscando solução judicial para 
ser reintegrado na posse. Essa 
é a questão politica mais 
sensivel deste fina! de sé ulo 
no Brasil. inclusive com 
mártires. Justiça seja feita, não 
fosse o movimento sem-terra, 
jamais seria colocado esse 
tema na agenda das prioridades 
de nossa n ç:!o. estnri:i 
"descansando em paz..." 
(Elias Matar As«ad - Vi-Presidente 
da OAB subselo Curitiba)

Pará iiõiã, ir áit 
ma111ém o emprego baixo" 
Deputado diz que o Governo deve começar a investir na produção nacional 
EDITAL 
Enquanto o Brasil adotar como política de sustentação 
do Real uma das mores taxas de juros do mundo (28% 210 
no), a produção nacional não conseguirá ser eficiente para e­ 
ar os milhares de empregos/ano necewsários para dar, especial­ 
mente aos mais jovens, oportunidades no mercado de trabalho. 
O comentário foi feito esta semana pelo deputado Waldemir 
Moka, candidato a deputado federal nas próximas eleições, a 
respeito da taxa de desemprego m Jid,1 pelo IBGE que j:í chr­ 
l-1 aoi 7,40 por cento, indice mais alto dos últimos .32 .rnm. 
O deputado reconhece que o governo 11:io 111.111tém os 
juros altos simplesmente porque quer, mas assinala que está na 
hor.1 de correções urgentes no rumo d,1 politic.1 cconômic,1 p.1r,1 
evitar que o agravamento das desigualdades sociais provocadas 
pelo desemprego "aumeme a tx.ade injustiça social no P+is". 
Moka assinala que o déficit nas contas públic.is é que dc­ 
termina a manutenção das taxas elevadas de juros, atraindo com 
isso invc tidores estrangeiros, complicando a pro<luç:io da 
agropccu.riJ e cb indú.stri., n.1cion.1Í1 que, p.,g.mdo os juros m.1is 
altos do mundo, não conseguem se modernizar no tempo e nas 
mesmas condições que exige .1 compctiç:io intrnucio1ul. 
A abertura dos mcrc.1dos, saud.ívrl e positiva para um país 
que deseja se candidatar a participar da economia globalizada 
deste fim de século, gerou grJndcs v.ícuos n.1 produç:io indus­ 
trial nacional, cujos produtos foram substituídos por importa· 
dos. Esse fato t.m,bém .,gravou o desemprego. 
" :ia se pode querer gerar empregos sem criar as condi­ 
ções ncccss.rias par.1 que .1 produç:io crcsç.1 e ganhe o mercado 
externo", avisa Moka, assinal.mdo que conhece as dificuldades 
dos empresários, urbanos e rurais, que se hoje naveam em uma 
economia estável, com regras daras e sem inflação, precisam 
arcar com o alto custo do financiamento de suas atividades, si­ 
tu.ação muitas vezes inviável e que determina as demissões. 
!EQUILÍBRIO DAS CONTAS 
O Deputado Moka acha razoável o apoio do Governo 
FHCaos Estados, estabelecendo a rolagem das dívidas dentro 
de critérios rígidos, ajustados à capacidade de pagamento de 
cada unidade. Vê um e,forço semelhante :i nível nKion.11 que 
cons1tlcr.1 positivo t.unbém. 
Insiste, cmrctamo, que o ritmo do crescimcmo econômi­ 
co t.'ld lento dcm.1is, t,11110 que • todas as boas notíci,11 na áre.1 
vem, de investidores externos isoladamente ou associados a gnu­ 
pos n.1cionais. 
O cmpres.írio brasileiro viu sua margem de lucro minguar 
e sua capacidade de competir esmagada pelos juros altos·, ob­ 
serv.,. 
., outr.1 pom.1 dessa situ,1çfo, quem pag.1 o preço maior 
é o tr.1ball1.1dor que vai para o olho da ru.1. O deputado observa 
que ,IS est.uísticas regi,tr.1m o fim de 750mil postos de trabalho 
na indústri.1 cm tr~s .mos, num P.,ís que cresce anualmente 1,3% 
ou 2 milhões de habit.1ntcs. 
Para Moka, o Congresso nacional precisa votar ur­ 
gentemente as reformas que forem necess.írias e "mexer 
logo na ferida, Jo.1 a quem doer, para estancar esse pro• 
cesso de desenvolvimento avesso, retomar de fato o cres• 
cimento que se mede pelo aumento dos empregos e da 
tranqüilidade das famílias brasileiras". 
o mnarad Jard. Ms 	- 
EDITAL DE CITAÇAO COMI 
PRAZO DE VINTE DIAS 
1 
O [X)l lr lR l l 1/ ( ,Ili 0'> LJL '-Ol /, ' l Ail>I. ll 1/ 
IJI Dllll 11 O 1). I VARA I 1 1 1)  OMAR A DL JARDIM 
1'>1 DOJJEilAlOGKO,O!Xl'>ll.,,IOR'vtADAl[J 
U( 
• (11 ANDO JORJAO l'I TRÚI I o I MAGAZINL.IDA. p« 
soa jurídica e GRA! FACTORING FOMENTO COMERCIL 
LI)A. pessoa juridia, com endereço à Rua Barão do Kio [rano, 
1 538. Centro, Campo Grande-MS, (EP 79002-171, inserto no CGC 
sob n 33141 300/0002-40, atualmente em lugar incerto e não sabi­ 
do OBJETIVO para responder a presente, e acompanhá-la em t 
dos os trâmites OBJETO Referente uma Duplicata Mercantil de n' 
3503/01, de emissão 241194e vencimento 2212.94, emitida em 
nome do 1cquerwrc, nu, alor de R$ 25640 (duzentos e cinquenta e 
seis reais e quarenta centavos), a qual foi protestada em 12 01 9$, 
couf 111,trumentn 11 76 95 PROC N' 004/98 - AÇÃO. MEDIDA 
CAU I ELAR INOMINADA COM SLUS rA(,'ÀO DL PRO I Lli 10. 
AUlOR· IIOSPJ 1/L IARLC.IIAL KO'<IJO . RÉU JORJO 
Pl:TRÓLLO E MAGAZINLTDA e úRA. f Al'I OKING f O1.1(.'I­ 
I O COMf.KCl/1. LTDA f JN/1 JfMIJI.· Par,1 querendo contesta­ 
rcm a presente ação, no pra,o de quinze dias, cujo prazo começaria 
íluir apó, c,got.idu o pruu do edital, não sendo contestada a a J,>, 
presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos narrados pelo au­ 
tor E para que chegue ao conhecirncnlt> de todos e ninguém p0s4 
alegar ignorância mandou expedir o presente Edital que será publica­ 
do ua fonna da lei e afixado no local publico de co,turne. Jardim. 
Estado de Mato Grosso do Sul. aos 11 dé março de 1998 Eu. (Orlando 
Jorge Damasceno, Escrevente Judicial) que digitei 
GISI.ENL J,R, :S:F.VES • bcmJ da 1' Varaª'""ª por de• 
terminação judicial 
~osne quer Polo Turístico 
Cultural em Ponta Porã 
Em indicação aprovada pela Assem­ 
bléia Legishtiva, o Deputado Estadual 
Hosne Esgaib, com apoio do seu colega 
Waldemir Moka, pede que a ecrctaria de 
Cultura e S-pones do Estado proceda os 
estudos necessários para instalar um polo 
turÍStico cultural na cidade de Ponta Pori, 
no prédio onde funcionava o antigo qu.ar­ 
tel do 4 ° B:llalh:io de Polícia Militar. 
A proposição de Hosne confirm:1 
solicitação neste sentido d.1 Cânura Mu­ 
nicipal da cidade, uma vez que uma insti­ 
ui;ão semelhante servirá para resgatar a 
memóri.1 cultural, artística e histórica da 
cid:ide que faz fronteira com o Paraguai e, 
por i o mesmo, sofre a influência e inílu­ 
enci.1 a comunid:ide inn:i. 
o expediente dirigido à Secretária 
Idara Duncan, os deputados Hosne e 
Mok:i assinalam a importância deste pro­ 
jeto para o turismo na fronteira, tornan­ 
do-se um centro de visitação, de pesquisa 
e apresentação do folclore e da arte religi­ 
os:1. 
A valorização do :inesanato regi­ 
onal acabaria criando mais uma fonte 
de trabalho para :i populaç:io, desta· 
cou o deputado Hosne, salientando 
que hoje o prédio do antigo quartel 
está t!esativado, sem cumprir uma fun­ 
ç:io social. A criaç:io do Centro Turís­ 
tico Cultural criaria um espaço novo 
para a arte e a cultura de Ponta Por:i e 
da fronteir:i, afirmam os deputados. 
na 
deba 
A participação igualitária da mulher nas 
instâncias decisóri:is nos municípios brasilei­ 
ros é o tema do seminário par J Prefeit:is e 
Vereadoras dos Estados de Rondônia, 
T ocamins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul 
e Distrito Federal, que vai acontecer nos dia 
03,0-l e 05 deste mês no Hotel Janchia. A aber­ 
tura é no dia 03 :is 19 horas, no s:tlào P.iiagu:í.s, 
e contJr:i com a presença das deputadas fede­ 
rais air Lobo (GO), Maria Vabd:io (GO), 
Lidia Quinam (GO), Marisa Serrano, M.trilu 
Guimarães e da cmdu:tl Celina J :tlbd. 
o Estado, a participação feminina no 
poder público soma 99 vereadoras, cinco 
Prefeitas e cinco ,·ice-Prefeitas. "Estamos re­ 
lativamente bem representadas", analisa Ma­ 
ria lrma Frazeto, presidente do Coruelho Es­ 
tadual da Mulher. Segundo ela, o maior nú­ 
mero de irucrições feitas até agora, depois d.is 
representantes do Estado, s:io de Prefeitas e 
Vereadoras de Mato Grosso. 
Este é o primeiro de uma série de semi- 
ulher 
será 
apital 
nários que serão promovidos pelo Instituto 
Br.1sileiro de Administração Municipal 
(IBAM) e patrocinados pelo Banco 
lnteramericano de Desenvolvimento (BID), 
com apoio do Conselho Estadual dos Direi· 
OS da Mulher. Os próximos serão realizados 
em Belém (PA), Belo Horizonte (MG), 
Florianópolis (SC) e Recife (PE). 
As palestras abordarão temas ligados :i 
representação feminina nas instâncias de Po' 
der: principais desafios da gestão democráti­ 
ca, aruculação entre o Executivo e LegislaÚ'O 
e apresentação de experiências inovadoras. 
, . Também serão discutidas questões 
praucas relacionadas à participação da 
mulher na sociedade, como abertura de 
linhas de financiamento específicas e cap-­ 
taçao de recursos para a solução de pro· 
blemas sociais. A socióloga Delaine 
Martms, diretora de Políticas Pública 
para a Mulher do IBAYI, é uma das 
palestrantes. 
Loja Anisa ão Fone ão Cão] 
~ "" .. ..,,,.- 
Produtos Agropecuários em Geral ia.;_:i:.--~-.~ --:-:­ 
Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria 
Veterinário de Plantão. 
IMPO 'ADORA E EXPORTADORA 
,... 
- . - 
•

JORNAL TRIBUNA DA FROTEIR MATO GROSSO DO SUL- 03 E O D' ABRIL DE 1.008 - PAGINA-O 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BEi A. VISTA/11S 
DE €HEYO M 96/9 
GAHINEIE DO PREFEITO EM O2 DE ABRIL DE 1.99 
l>ISCll'LINA A (HHIIRAÇ1ÍO DL' C<JlVJlf;N/0.S OU 
./MllAHF S QUE E! VOLAMA TRANSFERÊNCIA DERE­ 
CURSOS FINANCEIROS DESTINADOS À EXECUÇÃO DES­ 
EN IRALIADA DE PROGRAMAS MUNICll'A IS Dl'A 7 L . 
I>IMF:Nro DIHlifOAO f'ÚIILICO, NA ;ÍUEA DL'ASSIS1 ÍN­ 
CIA SOCIAL 
O Prefeito Municipal de Dela Vista-MS, no uso de suas atri­ 
buiçes legais. 
DL REIA 
Art. 1° - A execução de ventralizada dos programas munici­ 
pais de assistência social de atendimento direto ao público, de natureza 
contimmla, que cnvolvant a transferência de recursos financeiros oriun­ 
clo de dotai es municipais e elos Fundos acional e Estadual de Assis­ 
tência Social, caracterizadas como serviços a sistenciais, será efetivada 
111ccfüu11c a cclcbr:1çilo de oonvênins ou instrumentos similares, nos ter­ 
mos deste Decreto e observando a Lei Org;inica eh Assistência Social - 
LOAS (Lei n' 874293) e II lcgisloç!lo pertinente. 
P.1rógmfo 1" - Parn fins dete Decreto, considcm•!>C: 
I-Convênio ou similar - o instrumento que tenha como par­ 
tes, de um lado, a administração municipal direta e de outro, entida­ 
dcs pública ou organizações particulares; e porobjctivo. a cxccuçl1o 
descentralizada de programas de atendimento ao público na área de 
assistêncin social. crn regime de cooperação técnica e financ.:irn: 
2 • Concedente - O Órgi.lo Municipal de Assistência Social. 
gestor do Fundo Municipal de AssiS1ência Social. fMAS. rcspon­ 
s.ivcl pelo comando único das ações da Politica Municipal de Assis­ 
tência Social e pela transferência ou descentralização dos créditos 
orçamentários, destinados à cxecuç;io de convênios na área de as­ 
sistência social: 
3 - Convcncntc - A pessoa jurídica de direi lo público ou pri­ 
vado com II qual o órgào ou entidade concedente pactua a execução 
de programa social de atendimento ao público·. na án:a de assistên­ 
cia social; 
4- Interveniente- Pessoa jurídica de direito público ou priva­ 
do que participa do convênio ou similar para mani fcstar seu consen­ 
timento ou P,'lr:l assumir obrigações cm nome próprio: 
5 - Execu1or • Pessoa Jurídica rcsponsáwl direta pela execu­ 
ão do programa. caso o órgão ou entidade conveniente niio dete­ 
nha tal atribuiçào. 
Par:ígmfo 2º - O Órgão concedente estabcll-ccr:I os respecti­ 
vos regulamentos dos programas de assistência social de natureza 
continuadn fixando: 
1 - Os padrões mínimos de eficiência dos serviços, com indi­ 
cadores de qualidade que pennitam a supervisJo e o controle de 
execução: 
2- Participação financeira do Fundo Municipal de Assistência 
Social na cobcnum dos serviços prcstados ou colocados à disposi• 
çJo. sob a forma de unidade de serviços ou de valorcs "per capita", 
bem como a sistcmática de atualização desses valores. 
Dos Requisitos para a Cclcbraçào 
An. 2º • O convcnio scr:í proposto pelo interessado à Secrc­ 
taria Municipal de Assistência ocial. mediante a apn:sentação do 
Plano de At.:ndimento. que contera as seguintes infonnaçõcs: 
1 • Cadastro do solicitante junto a Secretaria Municipal de 
Assistência ocial: 
2- Justificativa da solicitação; 
3 - Identificação dos serviços a sercm prestados e dos dcstina­ 
t:irios desses serviços: 
4- fetas a serem atingidas, especificando-se quantitativamente 
os serviços colocados à disposição, por força do con'cnio ou simi­ 
lar. por atividade desenvolvida; 
5 - Capacidade instabda. entendendo-se como tal. os rcur­ 
sos humanos devidamente qualificados. bem como instalações. re­ 
cursos materiais e tecnológicos necessários à fiel execução do obje­ 
to do convênio ou similar. 
6 - Cronogmma de desembolso: 
7 - ContrJpartida do convenente (financeira ou de recursos 
materiaias e humanos) quando for o caso: 
S - Previsão de início e fim de cx~-cuçào: 
9 • Declaração do inlcrcssado de que não está cm situação de 
mora ou de inadimplência junto a qualquer órgão ou entidad.: de 
administração pública mun.icipal direta e indireta 
Art. 3º - Atendidas as exigências previstas no artigo anterior. 
o setor técnico do órgão concedente e o seu órgão de advocacia 
consultiva. segundo as su:.S n.'SJJ<-'Cti,
0
.is compe11:nc-i:is.. apn.-ci:irlo 
0 
texto do convênio ou instrumento similar e rcsp<.-ctivos aditivos, os 
quais poderio ser celebrados após a regular aprovação pela autori- . 
cladc competente. que levará em considcmçJo os pareceres lias uni­ 
dades referidas ne te artigo. acompanhudo de: 
1 - Documentos comprob:ttórios d capacidade juridica do pro­ 
ponente e de seus representantes legais; :l. capocid:tdc técnica. qu..111do for 
o caso: e :l. n.-gularidadc fiscal. nos termos d:i lcgislnçfu) especifica; 
2 - Declaração ou relatório pcrtinente à pe quisa do 
concedente, nos seus arquivos e demais cadastros a que tiver accs­ 
"°· demonstrando que Não há quaisquer pendências do interessado 
junto ao órgão ou entidade do govemo municipal. 
Parigrato 1"- As entid:ldes filantrópicas dewr:lo aprcscntar. 
além dos documentos citados nos incisos I e 2deste artigo, cópia de 
atestados de registros. fomecidos pelo Conselho Municipal de is­ 
sisténcia Social -CMAS, Conselho Municipal do Direito da Criança 
e Adoksccnte - CMDCA e Conselho N:icionnl de ,ssistencia Soei- 
a! - CNAS e documer to comproh 
devidas ao Ima itao de Se 
to, prove onamente, o com­ 
to cone ·lhos, acompanh 1- 
dos de cópia da documentação ei, pelos cit os cons lhos, sob 
condição express de que a indeferimento em caráter defenitivo 
ensejará a rescisão imediata do convênio. 
An 4.É vedada a celebração dos instrumentos reidos por 
este Decreto com quaisquer interessados que estejam em situação 
de mora ou inadimplência perante qualquer órgão da Administração 
Municipal direta ou indircta. 
Da Formalização 
Arl. 5º - O preâmbulo do termo conterá a numera o 
sequencial, o nome e o G . dos órgãos ou entidades que estejam 
firmando o instrumento; o nome, cndero, numero da carteira de 
idmticlade e o PF dos respectivos representantes indicando- rundJ.. 
os dispositivos kg;:ti5 de cn:xki inmento, e a li mi idade eu sujciç;'!o dos 
convenentes ás normas especifica que n.--gulamcnt.llll o programa 
An. 6º • O convênio conterá, obrignlóriamente, cl. usulas 
que cst.1beleçam: 
I-O objeto e seus elementos característicos, com a descrição 
~ucinta. clar,1 e precisa do que pretende realizar ou obter; 
2 - A participação dos oonvcn.:ntcs; 
3 -A vigcncia que deve ser fixada de acordo com o prazo previsto 
JXU1l a execução do objeto expresso no pbno de atendimento; 
4 - Que o plano de atendimento foça parte integrante do ter­ 
mo, independentemente de transcrição; 
5 - A prerrogntiva elo Municipio, através da Secretaria Muni­ 
cipal de Assistência Social e do Conselho Municipal de Assistência 
Social. de conservar a autoridade nonnativa a exercer controle e 
fiscalização sobre a cxecuç:io; 
6 - A classificaç;lo funcional• progr.:unática e econômica da 
despes.a; 
7 • A liberação de recursos, obc.'<lcccndo cronograma de de­ 
sembolso, em compatibilidade com o Plano d.: Atendimento· 
8 - A responsabilidade do executor por todos os encargos 
de-correntes da execuç:io dos serviços, não podendo ser atribuídas 
ao órgão concedente quaisquer obrigações, tais corno as de nature­ 
za trabalhista, previdcnci:iria ou fiscal: 
9 • A obrigatoriedade do ex~-cutor de manter cadastro dos 
usuários do programa. assim como prontuários e/ou relatórios indi­ 
vidualizados por tipo de atendimento que pcnnitarn o acomp:unento. 
supervisão c controle dos serviços; 
1 O- O compromisso do órgão ou entidade executora de apre­ 
sentar na periodicidade ajustada. relatório de atendimento e docu­ 
mentos comprobatórios da execução dos serviços efetivamente pres­ 
tados ou colocados a disposição do convênio ou similar, mediante 
os quais se procedera transferência dos n.-cursos na fonna pactuada; 
11 - A possibilidade de atualização dos valores (unidades de 
serviços ou o per-capita) por ato de administraç;io: 
12 - A obrigatorit'<lade, do órgão ou entidade executora. de 
manter registros contábeis especificos, para fins de acompanhamen­ 
to e avaliação dos resultados com o programa; 
IJ ·/faculdade aos participantes para denunciá-lo ou rcscindí­ 
lo. à qualquer tempo, imputando-se-lhes as responsabilidades das 
obrigações decorrentes do prazo e que tenham vigido e crcditando­ 
sc-lhcs. igualmente. os beneficios adquiridos no mesmo período; 
• 14 - O compromisso do convcnente de rcstituir o valor trans­ 
ferido atualizado monetariamente, acrescido de juros legais, na for­ 
ma da legislação aplicável aos débitos para com a Fazenda Munici­ 
pal a panir da data do seu rt.'Cebimcnto. aos seguintes casos: 
a - Quando não for executado o objeto de avença 
. b- Quando não for apn.-scntada. no prazo exigido, a compro­ 
vaçao de atendimento ou a prestação de contas. quando couber. e 
c -Quando os n.--cursos forem utilizados em finalidade diversa 
da estabelecida no convênio ou similar. 
15 - A possibilid:idc de rcscisJo quando os serviços roo forem 
e.xccutados na conformidade com as normas que regem o programa ou 
pelo descumprimento de qualquer cláusula ou oondiçJo paclll:lda; 
16: A in?icaç:io. quando for o caso, de cada parecia da des­ 
pesa relativa a pane a ser executada cm exercícios futuros. com a 
declaração de que cm tcnnos aditivos. ser.lo indicados os créditos 
orç:uncnt:irios para sua cobenura: 
17 - As obrigações do interveniente, quando houver. 
. . . l 8 _- :' indicação do foro do Município de Bela Vista para 
dirimir dúvidas decorrentes de sua execução. 
Paragrafo 2º - Excepcionalmente. admitir-sc-:i a entidade exe­ 
cutora propor a reformulação do Plano de Atendimento. que sera 
prevuamente apreciado pelo setor técnico e submetido à aprovação 
da autoridade competente da Secretaria Municipald e Assistência 
Soem! e vedada. porém a mudança do objeto. 
Da Publicação 
Art. 7°-": eficácia dos convênios ou similares e seus aditivos. 
qualquer que SCJa seu valor. fica condicionada à publicação do rcs­ 
pectuvo extrato no Jomal de circulação no Municipio até o 5 (quin­ 
to) dia utd do mes seguinte ao de sua assinatura, contendo os se­ 
gumtes elementos; 
I-Espécie, numero, valor do instrumento, nome e CGCCPF 
dos participes e dos signatários; 
2 - Resumo do objeto; . 
3 • C:r!dito pelo qual COITCr.i n de:-ix-=: 
4- Valor a ser transferido; 
5- Prazo de vigência e data da assinatura. 
de dre con 
J> T • 
que orados 
a sol 
Par rafo2" -Noca 	rato a tenor a pe cela 
de recursos sera prcpo.to ao nhren o no ultimo período 
Art Ir -O epasse dos recur s d tinados ao cumprimento 
do objeto patudo obedecerá rigorosamente ao cronograma de de­ 
sembol o constante no plano de atendimento, vinculando se a hbe­ 
ra« o do Fundo ·acional de As@ténia bocal 
Ar.I1° As liberações :rão suspensas 
I - Definitivamente na hipótese de rescisão, 
2-Provisoriamente, em caso de inadimplemento de qualquer cláu­ 
sub ou corll11 ·;io, ali: o cumprimento da obri ç.lo 
Da Compro ção do A trndirncnlo 
Ar.1? - A comprovação do atendimento será feta mediante 
a apresenta ão do Rcla1ório de Atendimento, bem como dos docu­ 
mentm fi'M ais. quando for o ca.so. e por ti lir.w,..lo no I J. qu..utli 
a Secretaria Municipal de Assistência Social entender convemente. 
Art. 13° • os convenentes e executores deverão manter todos 
os documentos relativos ao convénio ou similar, em arquivo à dis­ 
posiçàc da Secretaria Municipal de Assistência Social para os cxa­ 
me. de sua competência, pelo prazo de 5 (cinco) anos, contados da 
ap• o, ação das contas do órgão ou entidade conccdl..'nte ,1S.1m cn­ 
tc.ididos corno documentos o cadastro dos usuínos do progr.una. 
s.."US prontuários de atendimento. gwas de encaminhamento. ficlus 
de inscrição ou matricula e demais regü,tros indi,1dtuli1Jdo'i.. mclu- 
siH: os cont:íbc1s. com a indefinição dos progr.:unas e respectivo 
convênio ou similar 
Ar.I4- A unidade técnica da Secretaria Municipal de Assis­ 
cência Soci:tl. respons.h el pelo progrJJ1iadcver.í :mali=05docwn.:ntos 
de axnprov:Jçào do att:nduncnto. qwndo a efetiva execução e atingimento 
dos objetivos propostos e: emitir parecer conclusivo 
Art.'15º • O ordrnador de despesas, com base no parecer emi­ 
tido. orclcnar:í ou não J liberação dos recursos. 
Art.16º • Na hipotcse de impugnação dos documentos de corn­ 
provaçilo do atendimento ou de constatação de irregulancbde na 
sua-execução. será susl:lda a parcela a ser transferida. dilig<.:nciando­ 
se junto ao executor no sentido de sanar omissões ou improprieda­ 
des, no prazo máximo de 30 (trinta) dias. 
Art.17" • Esgotado o prazo referido ao artigo antt:rior e n:lo 
cumpridas as cxigc:ncias. ou ainda se existirem evidência de desvios 
de finalidade que resultem em prejuízo para o erário. a Secretaria 
Municipal de Assistência Social procederá a Tornada de Contas Es­ 
p,..-cial. comunicando o fato â Procuradoria Jurídica do Município 
para as providências de sua competência 
An.18º • O setor de contabilidade analítica do Fundo Murici­ 
pal de Assistência Social examinará. formalmente. os documentos de 
oomprovaçfu) do atendimento e adotar.í as seguintes provid.::ncius: 
1 - Constatada a regularidade. procederá aos registros de sua com­ 
peténcia, 
2 - Diligenciará no sentido de sanar omissões ou impropriedades 
formais. quando for o caso; e 
3 • 1 a hipótese de existirem evidC'llcia de desvios de valores. desvios 
de finalidade ou qualquer outra irregularidade que resulte em preju­ 
iw para o erário, encaminhará â autoricbde competente a recomen­ 
dação para a instauração de Tomadas de Contas Especial. 
Art.19" - em prejuízo da prerrogativa da Secretaria Munici­ 
pal de Assistência ocial mencionada no J nciso V do Art. 6º, deste 
Decreto, o ordenador de despesas do Fundo Municipal de Assistên­ 
cia oc1al podem delegar competência para acompanhamento da 
cxecu~o do ~-mfoio. a dirigentes de órgãos ou entidades peren­ 
centes a Adrru111stração Municipal. 
Art.20"-Constitui motivo para rescisão do convênio ou simi­ 
lar. o inadimplemento de qualque.rdas cláusulas p:ictioms. p;!rticu- 
1:umcnte quando consmtadas as seguintes situações: 
l - Descumprimento de qualquer das exigências fi.udas nas normas 
que regulam o programa especialmente quanto aos p;idrõcs de qua­ 
lidade de atendimento· 
2 - Cobrança de usuários do programa de quaisquer valores pelo 
atendimento e objeto do convênio. ou similar: 
3 • Fale de apresentaçiio dos comprovantes de atendimento e ouan- 
• do for o caso. dos Relatórios de Execução Físico-Financeira e da 
Prest:iç:io de Contas nos casos estabelecidos.. 
DAS DISPOSIÇÕES FINAfS 
Art.21º - Não se aplica as exigências dt.'St.c D<~ reto aos ins­ 
trumentos: 
l - Celebrado anteriormente à dara de sua publicação. que dever3o 
observar as prescrições normativas vigentes à época de sua celebração; 
Art22"- Ficam npro dos os fonnul:irios que constituem os 
Anexos I e íll. da lnstruçiio Nonnat:i'a- SNT nº03. de 19 de Abril 
de 1993, que serio utilizados pelos oonvenentes para fomuliz;ição 
do Pbno de Jrcndrmento e Rcbtôrio de ;rendimento. 
Ar.23-Este Decreto entra em vigor ra data de sua publicação. 
Ar24" - Revogam-se as disposições em contrário. 
Bela Vista/Ms., 02 de Abril de 1998 
Josc' Garibaldi da Rosa Neto - Pn:fcito Municipal

ra e ortom 
e Educação mbienta 
J1(•111 dP lllÚIJJl'Td 
atividades que vem sendo 
d• , mo!, lei,, cIn Porw 
Murtunho pela atual 
A!yi! traao em todas as 
orcas, a Prefeita Myrian 
Concelc;no Sllvcs1rl' dm 
Santos (PT), preocupa-se 
com as questes ambtentais 
Pesa Predatória na baia 
do AltCJ PMll!llill pr,1llrndo, 
por pescadores 
1111 sei upulosm onde süo 
l< Ili Mio, mllhnrt·s de 
toneladas de pescado tem 
dllicultado o 
desenvolvimento do 
Tu!sino na reglão 
A Preteita f)C'tist.1 tem 
l
1
cllllnCl,1do junI0 ílO 
Ministério do Meio JrnliirnIe, 
bem como. junlO ao 
Itamaraty e outros órgãos, 
p, r que seja coibido a pesca 
irregular do lado paraguaio na 
la-:<1lidllde do Nabileque. 
Neste mcs de ilbrll. do 
dia 06 ao dia 08, a Bióloga 
Simone Mil mede. 
contrntada pela Prcteitura 
Munlcipnl de Porto 
Murnnho. estar ó 
minbtrando Curso de 
Educação Ambiental através 
do Lúdico, tendo como local 
.i Cimdrn ,\unli.:lpal de 
Porto Munlnho 
Envolvimento 
da Sociedade 
JIu,1!i, JI. !l'CIJ rnulorl das 
pe soas, tem-se preocupado 
COTl1 () avanço tecnológico 
ewnrn1du produç,mlndu:trial. 
esquecendo-se de algo 
luncl,111 cnt,1I pMíl qu,1lqucr 
desenvolvimento. "a natureza" 
J preocupncJ10 com o 
avanço tecnológico deve ser 
UlllCOmlt1llllC n 
prcocupt1ÇJO com d 
prc,er1:,1cao do i\clo 
Jmblente. pois o; dois 
se(!u,·m linha, c,otut1,·as 
dite rentes e que não devem 
,cr intl'rrompid.:is 
Podemos dizer que 
para obtermos bons 
resultados tecnológicos 
clc1:cmos lntcrtcrlr nil 
naturcw. ,cm cInrc1ctn10 
molestá-la. entendendo os 
111cc<111 i,mos e procc,so, 
naturais de sua c,·oluç,io. 
A Tecnologia. segundo 
a Bióloga Simone Mamede. 
vem superando alguns 
llmi1.::s. enquu1110 11 
educ.:11çóo pl'rln<llll.'.(C 
enrolida ainda com 
procedimentos arcaicos 
Cada vez mais. na educação. 
o ensino é tratado com 
indiferença e com pouco 
lllll'rlliH> flM<I O CU 
d, l'm·ol1:11ncr:10, ton,uu••~ 
desacreditado, estático e o 
,1prrndlz.ido resumiu-se 
basicamente à memorização 
e n lnforrnuçuo 
Atividades 
Lúdicas 
/1 partir destas 
observações surgiu a idéia 
de drsen1:ol1:lme1110 de 
atl1:iclacles lúdica,. 
l'<iU(ill lOílill' 1:0lt<1d<.JS <lO 
melo <1mblente. onde os 
p11rticlrantcs professores. 
alunos e até mesmo a 
comunidade poderiam 
,ipren<lcr de o.:orclo com a 
vivência em prática de 
campo através das 
experiências que os 
Protessores serão 
submetidos nas aundades 
de con,ultoria. de c,unro e 
no jogo de paciência. 
inteli11ência. educação/ 
ecologia. denominado 
"Tnllw cio Conhecimento". 
111formaçóes e atiridades 
que posteriormente poderc.io 
ser aplkadas pelos 
Prote,,or.::s e /lunos. explica 
a Biólogia. 
Objetivo 
do Curso 
Para a Prdc11, pct1>liJ. 
promover e apoiar ações de 
preservação e conservação, 
defesa e recuµernr,5o 
,lntblent,ll com prlorldildt· 
aos recursos naturais da 
regido. é de vital 
lrnpor1Jrn:1a, pois wrnente 
assim poderemos realizar 
um trabalho nesta área que 
n curto prazo proporclonarú 
resultados positivos. 
Promo1:er at11:1dadc, 
lúdicas. ,isando o bem-eswr 
ela populaçc.io do Munlcírlo. 
elevando o ní,el de 
qualidade de ida. através de 
práticas que contemplem o 
uso racional e sustentado 
dos Recursos Naturais. 
Comunicação 
eOrganização 
O Curso a ser 
ministrado. irá contribuir no 
processo educacional. 
o 
Prefeita Municipal Myrian Silvestre dos Santo 
desenvolvendo cursos de importância da conservação 
Educação Ambrcnral e' do desen,ol1:1mer110 da 
direciona dos Educação Ambiental 
exclusivamente para os 
Professore, ele 1" e'.:'" Gr..:u,. 
para lapidar e c1prirnorar ,ua 
,l;.:io i.llllbiental. u11ll:ando• 
se técnicas alternam;a, de 
ensino Despertar a 
comunidade para a 
, <.l I U d 1 
,dmrn1,traçao quer 
prror1zar a d1scu,,ão dos 
di,cr,o, problemas 
ambientais da região e 
desperrar o I111eresse para a 
comer,acão do meio (A.C) 
f Tarifcs Pra:azia2is "Sen:ara! 
º filuus de Senuu,,a, 
✓Con,sulte preços tl"re11,Sai,s 
✓fa,tu.,re,m,er.,to pa,ra, e1,-i,presM 
✓fltüi.ze seu CfU'tM d.e cridito 
✓oculte scu cgerte de viagens 
✓forifa,s fS(JUÜU.S ~ra, nu;1-Mistas e.xeC4dwt,s e óüút,giies 
'--------1 
CRUZEIRO 
DO-SUL 
nt?ll A CAn 
grupo 
A 
B 
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l) 
1-: 
F 
G 
H 
" F1e.sh, " F:.ilio .. Uno 
• Corsa ind • Gol t000 i 
• Uno (ur) 
• corsa GI • Gol CL 
• Su1 ciru CL 
• Tipo • Palio (Ar) 
• Tempra " Santana (Ar) 
"'SilvtrJt.lO 
• Kombi 
• Bluzcr 
siris: 0e/97 
diária 
ROTEçÃO TOTAL 
km 150km 
rodado Livres i.írias por A e n IS 
35 U,Jl 50 
Grupo 
C.D.E.F,G e li 20 
45 0,45 55 
52 0,45 77 Telefone/Fax 
65 0,55 125 (067) 721-8797 
130 0,85 155 
130 u,ss 155 
6.5 0,60 100 
160 0,96 215 
Governo concede abono de 
RS 50,00 a Servidores Estad 
• 
ans 
O Governador Wilson Martins 
determinou um reajuste salarial linear. em 
forma ele abono. no valor de RS 50.00 à 
todos os ser,ldores públicos estaduais. a 
rartlr ela data de publicação da Lei no 
Diário Oficial. prevista para o inicio ela 
próxima semana. O Projeto ele Lei 
instituindo o acréscimo no vencimento foi 
en,lado no último dia 02 à Assembléia 
Le11lslatl,a. com pedido püru ser ,otado 
em regime de urgência. 
Os principais beneficiados são 32.ó9 I 
scr1:idores que recebem até quatro salários 
mínimos. Eles terão um reajuste entre 
41,õôó para os funcionários que 11anham Rs 
120.00 e 10.4% para aqueles que recebem 
RS 480.00. 
"Seria muito cômodo para o 
Governo, num ano político a atípico. 
conceder um aumento e depois não ter 
condlçôe.s de pa1iar·. afirmou o Secretário 
de Administração. O Go1:ernador. 
~ecrctários. car1ios equi,alentes a de 
Secretário,. Defensores Publ1cos. 
Procuradores Gerais cio Estado e os 
Policiais Militares não receberão o i.lbono 
O Goerno tomou a decrs.ío no 
último dia 02. após urna reunião entre a 
comissão nomeada pelo Gon.:rno e 
representantes do Fórum cios Senndores 
O abono vai representar um aumento de 
cerca de RS-: milhões mensais nos cofres 
estaduais e a folha liquida do pagamento 
do funcionalismo passa de RS 24 milhões 
para 28 milhões. aproximadamente 
De acordo com o Secretório de 
Administração. Jor11e Martins. o ,ator 
repassado não poderia ser superior a Rs 
50.00 porque comprometeria o 
pagamento em dia dos salários "Não é 
o ideal. Não é o que o ser,tdor 11ostaria 
de receber e nem é o que o Go1:erno 
gostaria de oferecer. Estamos dentro da 
dispombilidade financeira do tesouro e 
ainda saindo dessa disponibilidade". 
explicou Jorge Martins. 
e 
Produtos Agropecuários em Geral 
Vacinas .. men e$ Q Ferragéns .. Selaria 
Veterinário de Plantão 
IMPO T D E EXPORTADORA

JOHNAL TRIUN DA IRO TEIR A LATO GROSSO DO SUL- O3 E O4 DE AR DI 
Prefeito ilmar da Silva ite 
Semeando o Fu•uro de Carac 1 
Por Godoy 
Num clima de 
confiança e sobretudo num 
forte espírito de 
positividade vivem hoje a 
população de Caracol. um 
Município que evolui a cada 
dia, na batalha e no esforço 
de um Prefeito em ver o 
desenvolvimento de seu 
Município. em sua gestão o 
Prefeito Dilmar Leite. vem 
trazendo ao povo um 
crescimento dentro de 
muita ordem e gigantescas 
soluções. Estreante na vida 
política. o Prefeito tem 
demonstrado a cada dia um 
amadurecimento 
administrativo muito 
grande, possuindo entre 
seus inúmeros atributos. a 
força de vontade e a 
dedicação para com a 
população especialmente 
para com os mais carentes. 
participando de todos os 
movimentos de caráter 
assistencial benerente cm 
sua cidade. sempre empenhado em mitigar 
o sofrimento de seus semelhantes. com 
uma atenção especial às camadas mais 
despossuídas da população local. Por outro 
lado a ação do Prefeito articulada com o 
Governo Estadual através do atuante 
Deputado aldemir Moka, tem trazido 
conquistas importantes para o Município 
onde podemos destrcar: 
Secretaria de Segurança Pública • Ern 
recente visita à esta Secretaria. o Prefeito 
Dilmar Leite sensibilizou o Secretário de 
Segurança Pública Dr Joaquim de Assunção 
"Souza", conseguindo a assinatura de 
convênio para a construção de um IML 
(Instituto Médico Legal) que já se encontra 
em acelerado estado de construção. 
Secretaria Estadual de Educação - A 
Prefeito Dilmar da Silva Leite 
Secretária de Estado de Educação Maria 
de Lurdes Maciel. reconhece no Prefeito 
Dilmar Leite um homem ptblio 
empenhado numa luta árdua à valorização 
da Educação. tendo cm vista que esta é 
uma das prioridades do governo do 
Prefeito, junto a esta Secretaria o Prefeito 
Dilmar Leite conseguiu a assinatura de 
convênio, que possibiliwu a compra de dóis 
veículos escolares do tipo Besta. com 
capacidade de transporte de doze alunos, 
além da assinatura de convênio para a 
compra de Merenda Escolar. ainda não 
liberada devido a inadimplência do 
Município ocasionada com a falta de 
prestação de contas de convênio. 
semelhante na gestão anterior. 
Recursos Próprios • Cumprindo 
Caminhão/Pi Carregadeira (adquirido 
com recursos próprios) e 02 veiculas ecolares 
Secretário de Educação João italba, 
Prefeito Dilmar Leite e o Secretário de Obras 
Eyde Leite. 
promessa feita em Janeiro de 98. o Prefeito 
Dilmar Leite adquiriu semana próxima 
passada, uma Pá Carregadeira que junto com 
o Caminhão Basculante também adquirido com 
recursos próprios. dará condições para o 
competente Secretário de Obras Eyde Leite. 
demonstrar sua enome capacidade de trabalho. 
Esse é mais um compromisso 
cumprido do Prefeito Dilmar. que corno 
diria Jonatan Barbosa "Mata a Cobra e 
Mostra o Pau", os próximos compromissos 
do Prefeito assumidos publicamente são: 
Secretaria obra: termina 
limpeza do Gana] de Drenagem 
Com apoio do 
competente Engenheiro 
Jailson de Azambuja 
Diretor Regional da 
SANESUL, a Secretaria 
Municipal de Obras 
Pode concluir esta 
semana, o serviço de 
limpeza da Vala· de 
Drenagem existente no 
Centro da Cidade, que se 
encontrava totalmente 
atulhado tendo em vista 
que o mesmo não 
recebe serviço de 
limpeza desde 1.992, a 
parceria Sanes ui/ 
Prefeitura segundo 
0 
Inicio do Trabalho: Vala totalmente 
atulhada. 
Secretário de Obras Eyde Leite 
possibilitará aos moradores da Rua 
Maurilio Godoy entre as ruas Pnncesa 
Izabel e Ponta Porâ, segurança e 
tranquilidade tendo em vista que as 
residências eram alagadas pelas 
enxurradas em dia de chuvas. 
Canal de Drenagem novamente limpo. 
Prefeito Dilmar Leite, entrega ao Secretario 
de Obras Eyde Leite, a chave do Caminhão e Pá 
Secretário de Educação recebe chave dos 
veiculo ecolares. 
1 
1 
( 
Deputado Mfoka sempre ao lado do povo de Caracol. 
• Construção de uma Quadra Coberta 
com Parceria da Secretaria Estadual de 
Educação. 
- Juntamente com o Deputado Moka. 
Iluminar o Estádio ,\unicipal. 
A saúde é direito do cidadão 
e um dever do Estado 
A saúde anda não representa, de fato, um dreto da 
socedade brasilera, mesmo com a mplantação do SUS, que 
pareca ser a solucção, mhões de brasileros tm pouco cu nenhum 
acesso ao a:end men:o med:co e Caracol não é excecão. Hã 
muto sabemos que o a,end.men o méd co com o Dr. Arastáoo 
é cobrado da população, porém 'inhamos esperança que com a 
cnacão do Conselho Municipal de Saúde esse quadro podera 
mudar, podera, mas Não mudou, de repente, quando a nca 
saida para garantr atendimento médco para os carentes, sena a 
cração de un Fundo Assstencal sob a coordenação do Conselho 
de Saúde, cuos recursos vnam da promocão de eventos como 
ales, bingos, leilões, etc. surge uma luz no fm do tne!, umn 
exemplo a ser seguido, umn exemplo que não vem do extenor 
não, mas srm da nha cidade de ela Vista, onde um grupo de 
aguemndas mulheres, com muta Ata e sabedora, t ou em pouco 
tempo o Hospital Beneficente São Vicente de Paula do caos em 
que se encontrava colocando-o em pouco tempo como Hiosptal 
mode,o em a:end.men:o, e o que e rn:eressanre sem cotxar 
consulta medica, mas u exemplo de Saúde e a drecão do 
Hospital de Caracol, que analisem a possibilidade de mplantar 
atendimento semelhante ao do Hospital de Bela Vista, dretone 
nova, novo a end1mento, novas esperanças, sabemos das 
enormes despesas que Sdo necessarras para o bom 
funcionamento de um Hosp tal, por ISSO reco:r.endJ:nos o 
Hospital de Bela Vista, cujo atendimento é o mesrno de um 
Hospital modelo da cidade de Santos-S

.JOHNAL 'J HTBt';'-lt DA FH()''TJ~Jlt, 
,,,,,.. o 
º@lJ11 
Desfile fashion 
No <lia I de abnl, acontece na danceteria 
H lash Dance, da cidade de Antonio foào, 11111 
sensacional Desfile Fa,hion com a participaç,1o 
,k 1na1s de 20 modelos pr,lla dn casa e também 
de outras localidades. 
Na ocasião será escolhida a Garota Fla,h 
l)Jnce e logo após acontcccrú uma super di,co­ 
teca. 
Os organizadores contam com o apoio da 
Mity Propaganda e do Deputado l losne Esgaib. 
O apoio jomnllstico é do grupo Tribuna, 
a1ravés dos seus vc!culos de comunicação. • 
lmpcrdivcl! 
Deputado Hosne Esgaib recebe 
lideranças de Bela Vista 
• 
8 
e 
D 
E 
I' 
e 
1 ·,.,,cador l~rael Clwmorro, empr!'.tÍrto 
Moacir Paredes (proprietário do Supermerca­ 
do Arco-lris). ,·x-l'reft'ito de Bda l 'i.Ha .-l hrwio 
Zacarias. D,·p111ado l los11-,, 1 ·,.,,eador ,'J/w 
Diório, ,larcdo Ca/1'11110 e o Sr Paulo Melo 
No ~ia 31 de março, o parlamentar Esgaib. 
recebeu cm seu gabinete o ex-Prcli:ito de !leia 
Vista ibrJ:io Zacarias. juntamenlc com as de­ 
mais lideranças expressivas do nrnnicipio. 
Abraão foi l'rcti:ito por dois mandatos. 
onde desempenhou com afinco a.s suas funções. 
sempre, oltado para a classe dos menns fa, ore­ 
cidos pela sone. 
Deputado l losnc foi muito feliz por esco­ 
lher ..:ssc grande líder político. Abraão 7...acarias. 
para liderar sua campanha cm Bela Vista. 
·Abraão~ o único politico que é capaz de 
fazer o povo andar a pé levando sua handeim. 
como .1contcceu na sua última campanha. onde 
, t:nct.:u o ::ilivcr.cirio com uma vantagem esma­ 
gadora. 
.,J, f O C,HO',',() IH) Sl L - 03 E 04 D 
j 
l)cputado ~oldir l'(evcG reúne 
lideranças de todo parte do 
tado para apresentar aba 
No dia J Ide 111t1n,;o do corr,·ntc """ o Depu­ 
tado Estadual Waldir Neves, reuntem sua residen­ 
cia, várias lideranças de grande parte do l tado, pata 
declarar o seu apoio a candidatura do Dr Rrardo 
IJncha, parn o governo do Estado 
Para Waldir, Bacha é o ,imlmlu d.1 rcllll a,Jn 
potitica, que poder.'! fatcr do IS. o orgulho do, 
Dr Ricardo acha. Deputado aldir Neves, 
Prefeito de luatemi, Sr Darn Hui/, L' o S,·c:retúrw 
de Sade, Nelson Tavares 
l't!rl'mÍOr .'ahatt'I c!t• ( 'orwnhú l 'ert.•ador 
4dolo de Corumba. Dr Reardo Bacha t.' o Depu­ 
tado aldr Neves 
n 
Do di:icono 
da éomunida­ 
de E angéli­ 
ca ·am Nossa 
Terra. Marcos 
Pcrci m. pro­ 
pri c t j ri o da 
13 la D.11a (cur- 
sos !.! Sl!r• 
viços de 
informática). 
uo lado do Dr. 
Ricardo Bacha. 
Marcos 
é o r!.!spons:i• 
vel pelo de­ 
p:irtam ·nto de inform:ítica da Mity Propa­ 
ganda. :i qual assessora o Deputado Hosnc 
Esgaib no Sudoeste. 
Para Pereira, Ricardo Bnch:i ê o nome 
de maior expressi!o politica para adminis­ 
trar o Estaco. 
Deputado aldr Prefeito de laporã Sr Se­ 
bastião. Dr Ricardo Bacha e o empresário Datar 
D..:purado ll'a/J,r t' sua nova Alesandra, o vice­ 
Prefeito de Mranda Pedro Masud.a e L'.5pruu Kcirw 
Grondc p:utc dJS mai ri:, lidcr:tnça, politicn., 
do Est:tdo, reuniram-se com Waldir 'c,cs. que 
mostrou- e um -Crd:tdciro :1nfi1rião •. a ocasião 
foi servido um suculento churrasco. acompa­ 
nhado de saladas. regado a wiky e cerveja. 
rn::i bo:1 mú_sicn foi o que n:'10 faltou om ani­ 
ma :lo de uma duplo pr ta da cas 
Dakota Elite 
Model 
Neste s.íb.1do, di.1 -t 
de abril, acontece em 
Dourados, o t.'io npera­ 
<lo Concurso de BelezJ 
da Dakota Elite Model, 
onde as classific:i<las ido 
participar do Concurso 
na Capital do fata<lo, em 
maio deste ano. 
Modelos de Bei.l 
Vista, Antonio João e 
Ponta Porã estado mar­ 
cando presença neste 
evento, com o apoio da 
Mity Propaganda e do 
Deputado Hosne Esgaib. 
ENSAIO FOTOGRÁFICO 
-. - 
na é a modelo 1 
Gislaynnc l 
Moreira, que j 
cstar,i p.1r11c1- 
pando do curso 
de Manequim e 
Modelo, na 
Casting Agén­ 
cia. cm Ponta. 
1 Porà. 
1 
Também foi COl1 idada para fazer J Jberlura d,, Dc,tik 
Fashron, na Flash Dance, no P"'""'º dia IS de abnl. onde estarão 
c,colhcndo a Garota I la,h Dance 
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cidade de Bela Vista. 
o da u de abrl a 
Sra rler telma. Secretara 
do Deputado Hone Fgab, e­ 
tara colhendo mas uma rosa 
no jardun da eténa Deve­ 
jamo muta fel idades e que 
esta data e repita por longo 
UIJO }llf/((} t/(I t'll parcnlL' l' 
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