CI LA 
1 !) l 1.0 DL. Jo E 1.»o8- HDADoR: IvAI po PENE1A • R 
R e 
ga antia 
Deputado Roberto Orro 
Orro vê aliança como 
eleitoral 
ideranças municipalistas 
garantem apoio ao projeto 
do /eputado Waldemir [oka 
Lideranças municipalistas de diversas regiões do Estado 
confirmar.1111 neste final de semana o c,tabekcimento de uma 
aliança de trabalho com o deputado Valdcmir l!oka. pré­ 
candidato :i C:imara Federal n::L~ próximas eleições. "O nosso 
compromisso com os Municipios e a presença pcnnanentc nas 
comunidades tende a fortalecer os laços políticos com aquelas 
pessoas que tem responsabilidades em ndmmistrar o patrimônio 
púhlico e buscar a melhoria da qualidade de vida da populaç:1o", 
observou Moka, salientando que esse ()hjetivo scrá mais 
focilmcntc atingido se puder trabalhar em Brasilia junto aos 
diversos ministérios e órgãos federais. Página - 03 
Arroyo mobiliza tolo o Estado contra 
a faxa le Iluminação Pública ° 
A batalha contra a cobrança da taxa de 
iluminação pública. considerada 
inconstitucional pelo Supremo Tribunal 
Federal, agora será levada a todo o interior 
do Estado, a fim de que os consumidores de 
energia elétrica de todos os Municípios 
também deixem de pagá-la. Esse foi o 
principal resultado da audiência pública 
realizada no plenário da Assembléia 
Legislativa. à requerimento do depmado 
rntõnio Carlos trroyo (foto). vice-líder do 
P'fB. t audiência contou com a panicipação 
ativa de representantes do ~,inistfoo Público, 
D ft:nsoria Pública. Procon. prefeitur;is, 
presidentes de Câmaras, Vereadores e 
Lideranças Comunitárias, interessados na 
solução do problema. Página - 03 
. 
. - . - 
'{' ld'Nld'1i/ ! 
: . . 
política 
A aliança PSD 
PMDB-PPíl é a grande arantiá 
política p,1m o de-.em olvimcnto 
de Mato Grosso do Sul. além de 
constituir alicerce para os 
prnjetos cleiwrais dos p.trtidos", 
afirmou o vice-presidente 
regional tucano, deputado 
estadual Roberto Orro. Para ele,: 
as dificuldades para um 
"O caminho para o 
desenvolvimento dc Mato 
Grosso do Sul têm como base 
:i produção de alimentos. Par i 
isso. acredito que investindo na 
agricultura familiar, ,. 
princip.dmentc naqueles 
municípios onde não existem 
ainda nutras opções 
a 
econonue:is, aumentarem06- 
significativamentc a produção· 
e conseguiremos reflexos 
muito positivos nas economias 
desses municípios com a 
geração de renda, de impostos 
e de empregos". A análise e do 
ex-secretario de Meio 
Ambiente e Dcsenvolvimcnto
7 
Sustentável. Celso Martins, 
no Dia Especial do Pronaf - 
Programa Nacional de 
Fortalecimento da Agricultura 
Familiar, comcmorado no 
s:íbado, dia 20 de Junho em, 
todos os lunicípios d~· 
Estado. Página/04 
e 
entendimento totalmente 
consensual eram previsíveis. "O 
quadromudoude9-1 par.1 '1.As 
força, aliadas prec, un de uma 
nova acomodação e, ainda que 
não se tenham dispersado, o 
processo sucessório hoje impõe 
novo encaminhamento" 
Roberto Orro acredita que 
a aliança entre os três partidos 
seja consumada em toro da 
cand1cLrur., de Riortlo Bxha, 
indicando que o caminho d.l 
renovação politica e 
admini atrativa agora m trace 
solução. "Somos o bloco de: 
melhor posicionamento político 
e eleitoral. Nossas chapas para 
as eleições proporcionais 
reúnem a grande maioria das 
Pronaf é o caminho para que MS 
llpliquesua produção de grãos 
Celso Martins diz que o caminho para o desenvolvimento 
passa pela produção cada dia maior de alimentos 
i 
1 
Celso Martins, ex-Secntário da SEMADES 
cOyJr 
A Empaer, o B:lnco do Brasil e o Sindicato dos Tralxilhadores Rur,lis, 
objetivando abranger o maior número de interessados quanto ao 
financiamento junto ao Banco do Brasil A. pelo Crédito "Pronar", 
convidam :i todos os interessados, para que comp:,.roç=un a sede da Empaa 
neste M unicipio. a fim de obterem maiores informações e coleL'l!' propostns 
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D..wlmenlll.Ulmuátlo.s; Carteira de Identidade; CPF: Certidão/Cópia de 
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liderança municipais. Nlo ha 
porque não selr um amplo 
entendimento. Quem post no 
contrário tá rccor.hcccnJo o 
poder de fc, •o de tré pi:rtiJo, 
da alan "", afirmou. 
"A Construç.'lo de » 
prognuna racional e realista de 
desenvolvimento passa pela 
conjunção de for as da 
sociedade. cm torno de 
propostas cxequiveis que, o meu 
ver, só se implemcnt.un com 
essa coalisão que viabilizo4 
administração de Wilson 
Martins", r.aciocina. "O PMDíl, 
estou certo, nJo estará 
dissociado desse processo, aliás, 
a maior parte do partido j:í está 
cngapJJ", comcntou. 
PSD realio 
Convenção no dia 
30 de Junho 
A Executiva Regional do 
l'SDB decidiu no último dia 
18. em reunião ocorrida no 
período da tarde. marcar p;itl: 
o próximo dia 30, terça-feirá, 
a rcaliz.açfo da col1 enção na 
qual serão escolhidos os 
candidatos a governador, vice­ 
governador, deputados federais 
e estaduais. No encontro. ficou 
decidido ainda que amanh.ljl. 
partido encaminha ao PMCffi • 
e PPB documento com a 
proposta de coligação. 
De acordo com o vice­ 
presidente do PSDB, deputado 
Roberto Orro. o local onde será 
realizada a convenç:lo aind~ 
não foi definido, o que devt!Ól : 
. ocorre: provavelmente ainda 
nesta semana. Ele explicou que 
amanhã será encaminhado 
docwnemo ao PMDB. no qual 
scrá reafirmado caber ao partido 
indicar o nome do candidato no 
Senado na coligação. Tamb?­ 
o PPB receberá oficialmente 'a 
proposta de coligação. No 
docwncnto. o PSDB reafirma.'1 
a c:andicbrura de Ricardo B;icl,.a 
ao governo e de Humberto 
Teixeira a vice-govc:mador. 
Roberto Orro informuu 
que m:iis panidos seiJo • 
convid:idos a compor a frente 
da renovuç:!o. Citou. entre 
outros, o Punido Liber:il (PL). 
Partido de Mobilizaçl!o 
Nacional (PMN). Partido 
Socin!ist'.l Br:isileiro (PSB) ~ 
Partido Verdi: (PV). ; 
Orro esclareceu que a 
definiç:!o do ingresso dessas 
ag.remi:ições n:i colig3Ç.!O cor:, 
o PMDB e o PPB ci.'J<b es:Jo 
sendo ::.-ricul:.cbs. "E=os em 
fose de negociação", ressaltou.

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I lW ,' I>  J H O. ' 1 LI H 
1 1 111h. ll.1.IUt 1 
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,,1111.J 11<111:11 l il,ti'til(l-l111c11tl.1S/'.J,IIJ II 1t11.1d11,l t Muneipo de Bel V+ta' 
M objeto das matricula+7 70e7
1
5] do(RIde ta Comarca A retenda area encontra e 
1 111 1111 d I pi> UI ,·lt111l1c •~·"' 1111,1' P"~" 111. , 1 n cnc. il neto d li I ulllli leto, po ui 
como de uma ca a construida de alvenaria, om aproximadamente I20 metros quadt dos de 
atea construida, com ei dres, toda forrada. coberta com telhas, pro de cerâmica, com 
varanda Ema casa construida de alvenaria, coberta com telhas. piso cimentado, com três divisões, 
lm barracão, um paiol, umt construção de madenta própna para empreado, de aproximadamente 
/0' d,· ·,11·a l1111n.1d I u1111 br 11111 111.1 "' ,tl1.1d.1 ., tl'krJd 1 ;,r..: 1 tt>r: 1,k,.mdo ,111 lorm 11,J,1 l' ~u.is 
l>,111<-1I,111.1,. 110 ,.11111 dl' I{'!, 5
1
1IJl) pu1 hLt1,1i..:,.11111111.1I J,· lt 117 -lll7.MS (L,'lllU e dac" ·1, 
1111I. q11.111,1u.:11lt> ' t>llt:lll,! l' •l'I' ll,lh l' ,',l'lll,1 l' Oll) tt:lll,110 ) Aa ,.11t.1,·,h) L t.L,ud..i ,k 281 
)97e sera corrida monetariamente cinco dias antes do praceamento. (Consta dos autos que o 
1111t'n el encontra-se em debito como] 'RA referente ao 11 R d, 1
1
l'J 1. 1 'J') • , 1 <>W,. j,,m cu 1110, 
rnu,111I.i-,, hipt1lc,,1do rn1 t.1,01 dl' l'OI.IN ,10ll IRO l)J. ,1 li li), /},A NI IIJF 
1 ,( i I·. NO IJI: 1I 1  UD,. ,1 primeira praça os 1móveis nJll pn,kr.o ,c, ,d1,11.1Jos por pn:ço 
interior ao da avaliação, sendo que na segunda que só tera nportuuid,ll.k ,, 1c,ul1ar 1wgati,,1 a 
p11111,i1.1. ,,s imt'lci, sc1.io wndid,i, .i quem mais der e maior i:in,·o ofcrt:Lt'I. ainJ:i que por 
preço abaixo ao da avaliação. Não havendo expediente em qualquer das datas acima 
designadas, estas realizar-se-ão no mesmo horario e local do dia útil imediatamente seguinte. 
('.1-0 os L')Cc111:1d1" n:io ,,ja111 i111i111,1do, pessoalmente para as praç.1,. litJm ,ks<l.: j~1 
i111ini,1dn,. através deste cllital. elas <l:11as e horjrios ue,ig11.1dos p.1r.1 os praceamentos. E 
p,1r,1 que ninguém alegue ignor,1m:ia. foi expc<li<lo o presente Edital. qu, sed afixado na 
sede deste Juizo ,. publicado 11a lorrn:1 ela Lei. com a111,ccd~11cia 111i11im:1 uc ,inrn dias antes 
dn pri111,ir,1 praça. Dado e pass3t!o nesta cid:1dc e Coman:a de 13t:la list,1. Estado de lla10 
Grnss11 do Sul, nos, i1lll· e ,.::is uias do Més de maio do ano de mil no1 ccrnlOS e novc:nta, 
0ito. 1'11. Edg.irJ lb.111h,·s. Escril':lo Juuicial. o digitei. Eli1ahc1c Anad1c - .Juiz.a de Direito 
,.•------------------------------..:...---, 
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r • I(;. ,. ~ • , 
PROGRAMA 
24 de Junho - quarta-feira 
J9h00 A,t)t'ftlJ."d tom,, r•·· '±dar a d,d .... 
Mauro Mottil Durante• D e' P, "![El;,'.l:,',A 
Lmb..1Ixadore1 do-s P-'•:es do r-.1erco1ul 
Sc..-aet~",o AJex Gl .. "lcome!!I nu 'n; ., d s .• 1.aç, '!. e.,·, 
20h00Plt. ..... tra 'O papei das tedetaena ng +,e 
Jo,é carlos Gomes carvalho. p, -:,;0t-i,, íf P ,. ,,-:i:;;.o e..• 
21no ta: 
21 hJ0 Coq,;•·lfl 
1,,) r-. ·•, lJj 
25 de Junho - quinta-feira 
09h00 Pa·esU,1 ,APEX ~ 0 c.amr:ho para d IJ('"1i..;'2!"'it: er;.1 S--l. •,o r?ado retarar 
José Fredet1co Alvares - Gerente APEX !li.']· rn:A ce- f--31' -.1, ~ .. E);JC't O,.:J 
09h40 Pa'e1tta ·Procc-,so de /r.tegraç.lo fld /Vi ffiúl L,,:n-,' 
Mtônfo Antunes• St'aetâ'IO Ge!~l ALADI (A!.>O(;.,"(kJ Li:' ,..,o A- , r 1,,1 e D--Y"f ,,<.,." r.n ·o,_, 
lntt'(J'aç.lol 
l 0h20 Deoa«: 
l 0h40 lntt'fJIO 
1 Oh55 Palestra 'Mero! - Os avanços atua 1os"' 
Mtónlo GIiberto dtl Costa • M!.t')'..Of bf)(·rul d3 Reetà Federai para as.unto d ... M• ·rcsi.i: 
l 1 h40 D<;Da,e 
12h20 Nrnoço h:e 
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Jornal Tribuna da fronteira b 
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9
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1 
Lo~ CD . 
TOS:-;• 1.066 	~ on ~lE'- 
ASSIIIATURA AIIIUAL: R~ 60 00 
FILIADO A ADYoR e ARAjoii'

JOR AL III 'A D I no 
Arroyo 
contra a 
A batalha contra ad 
cobrança da taxa de 
iluminação pública, 
considerada inconstitucional 
pelo Supremo Tribunal 
Federal, agora será levada a 
todo o interior do Estado, a 
fm de que os consumidores 
de energia elétrica de todos 
os Municípios também 
deixem de paga la. Esse foi o 
principal resultado da 
audiência pública realizada 
no plenário da Assembléia 
kgi:,lativa., IcqueI iincnto do 
deputado António Carlos 
/royo. vire-líder do P'I B. A 
audiência contou com a 
participação ativa de 
1cprcscmantc~ elo Ministério 
Público. Defensoria Pública. 
Procon, prefeituras. 
presidentes de Câmaras. 
Vércadores e Lideranças 
ornunitárias, interessados 
na solução do problema. 
Ao presidir a audiência 
pública, rrroyo destacou que 
a decisão do STF declarando· 
a taxa Inconstitucional. 
beneficiou somente a 
população de Campo Grande, 
exigindo ajuizamcnto de 
ações por município ou então 
que os 'crcadores ou mesmo 
os prefeitos tomem a 
iniciativa de cancelamento da 
cobrança e até a devolução 
das importâncias até agora 
exigidas abusivamente. Vale 
ressallar que por meio de 
empenho semelhante, o 
deputado conseguiu com que 
a Enersul devolvesse aos 
consumidores de todo o 
Estado. valores também 
cobrados ilegalmente nas 
contas de energia 
Segundo o parlamentar. 
o 1-inistério Público. centro 
de sua competência 
constitucional, ajuizou uma 
aão objetivando a 
declaração de 
inconstitucionalidade da 
cobrança da taxa de 
iluminação pública pelo 
Município de Campo Grande. 
obtendo senten a favorável 
da l" 'ara de Fazenda Pública 
e Registros Públicos da 
Capital. A sentença foi 
mantida I cio Tribunal de 
JusIiça e. mesmo assim. a 
Prefeitura recorreu ao 
Supremo Tribunal Federal, 
que também manteve a 
t!ecisão. considerando ilegal 
a taxa de iluminação. e. 
ponanto, indevida. 
O deputado explicou. 
ainda. que o Poder Judiciário 
somente ama através de 
provocação, ou seja. a busca 
da prestação jurisdicional 
somente se dá em decorrência 
de pedido da parte 
111teressada. não podendo 
agir de oficio. Desta forma, 
nos demais municípios 
sulmatogrossenses, para se 
obter idêntico tratamento da 
Ju_uça. l! necessário ingressar 
em juízo rontr :i taxa. t 
declaração da 
inconstituci nalidade da 
Deputado Antônio Carlos Arroyo 
cobrança. agora reconhecida /royo ressaltou que a. 
em sentença, teve como iluminação pública, d 
amparo a infração ao artigo destinação geral, não pode 
145. inciso li. da Constituição ser objeto de instituição de 
Federal. e ao artigo 83, do taxa. da forma que é feita. 
Código de Defesa do pois até mesmo contribuintes 
Consumidor. 	que residem em locais onde 
' 
V 
axa de llumi 
Lideranças 
municipalistas de diversas 
regiões do Estado 
confirmaram neste final de 
semana o estabelecimento 
de uma aliança de trabalho 
com o deputado Waldemir 
Moka, pré-candidato à 
Câmara Federal nas 
próximas eleições. "O 
nosso compromisso com 
os Municípios e a presença 
permanente nas 
comunidades tende a 
fortalecer os laços políticos 
com aquelas pessoas que 
tem responsabilidades em 
administrar o património 
público e buscar a melhoria 
da qualidade de vida da 
população", observou 
Moka, salientando que esse 
objetivo será mais 
facilmente atingido se 
puder trabalhar em Brasília 
junto aos diversos 
ministérios e órgãos 
federais. 
O deputado Moka 
percorreu na úl ·md semana 
diveJ"SêS ,egiões do Estado, 
participando atvamente da 
vida das comunidades que 
representa. Esteve no 
aniversário de MaracaJu, 
juntamente com o Prefeito 
Reinaldo AzambuJa e 
l:dercnçàS locais. Na cidade 
o deoutado viSitou 
do 
parlamentar petebita 
lembrou que existem dois 
aspectos a serem 
on aderados. O primeiro 
deles é obre a ce a1o da 
cobrança pelas dem. is 
Prefeituras, o que já deveria 
ter ocordo, e o segundo, é a 
possibilidade que tem os 
t0nrnbu1ntts que tfetuar.U!1 
os pagamentos, de serem 
, re~sJ rctdos pcl cobrança "O 
melhor seria que os 
contribuintes. vez que a 
inconstitucionalidade é 
flagrante e já declarada pelo 
STF. não precisassem ir à 
Justiça para receberem o que 
lhes foi cobrado 
indevidamente, mas para isto 
seria preciso a sensibilidade 
dos devedores. o que eu 
particularmente duvido 
muito", disse troyo. 
O novo empenho do 
Expomara, tradicional 
mostra da força da 
agropecuária da região. ., 
Moka foi à Coxim pafci 
as comemorações do 
centenário da cidade, 
partiopou da 6/J Expoxim e 
discutJu metas de trabalho 
com o Prefeito Júnior 
Mochi, liderançç,'õ~ 
peemedebistas e aliados 
do norte. De Coxim, 
deputado Moka foi a Porto 
Murtinho, prestigiar o 
aniversário da cidade e 
representar o governador 
do Estado na assinatura oé 
convênios nas áreas da 
saúde e educação. 
Um dos principais 
defensores da implantação 
do corredor de 
exportoção do Sudoestç 
via pav1mentoção asfál ·êa· 
até Jardim e privatização 
do por o fluvial, Moka 
reafirmou este 
t 
V V 
» DI J 
' 
Degutti, do candidato 
Vanderle1 Cabeludo e do 
Prefeito de Campo Grande, 
André Puccinelli, que tem 
sua base política na região. 
Moka esteve em Culturama 
e Fátima do Sul. 
Um casamento 
comunitário promovido 
pela Prefeitura Municipal de 
Antônio João levou o 
deputado Moka para a 
fronteira, onde se reuniu 
com o Prefeito Dácio 
Queiroz, seu aliado e 
amigo, com 
peemedebistas locais e 
produtores que estão 
associados ao seu projeto 
político de reeleição. 
"António João agora terá 
dois operosos 
representãntes", anunciou o 
Prefeito, ao se referir a Moka 
em Brasília e à deputada 
Celtna Jallad em Campo 
Grande. 
10 1>I 
,,,.,,, 
o 
t 
Tomaram 
na mesa juiu 
irroyo, o procurador d 
Justiça Afonso Nunes da 
Cunha, representando o 
Ministério Público, a 
defensora Júla Gonda da 
Dcft:nsorl,1 l'ul•lkd, ,l 
defensora lienada Livia 
Si moes de I rcllJ5. , 11cc!o 
Matos, pelo Procon e o 
Vereador Raufi Marques. 
presidente da Associaão de 
Vereadores de Mato Grosso 
do Sul. 
A decbão de estender a 
mobilização contra a taxa de 
compromisso com a No domingo e na 
cidade, prevendo que a segunda-fei@, /vo'<c foi à Três 
ligação C?m o Mercosur' Lagoas, juntamente com o permanen;_e é dec,sivo para 
trará a maioridade governador W:lson Mcrtns q ·e o homem público 
econômica daquela que conduziu as Acões d.:: possa interpretar com 
comunidade. Govemnono Bolsão. fd dade os ~::rmen:os de 
Outra região visitada 'Esta éa nossa ronna de St;õS bases. 
pelo depurado Moka na c o m p o r ta m e n to Mo. a disse que o 
sequência foi a Grande parla:nen:.ar, não apenas em Pais e travessa momentos 
Dourcdos, onde tem ena e'eitoral como es·e", difíceis na caminhada 
respa
1do do Prefe1:o de afirmou o deputado, rumo a sua estab !idade 
a Fat:ma do Sul, Dilson fsando cue este contato econômica, sendo 
Depurado IVa/demir Moka 
1 
IV0s 
? 
u pena r ime 	te a 
cobr,lllÇ,J d<l l IXJ Os 
participantes dos debates 
elabor ram um ab. Ixo 
assinado contra a taxa de 
iluminação documento esse 
que será enviado ag 
vereadores de C mpo 
Grande, que deverão votar 
llfllJ prop SlJ do prtft1to 
André Pucinelli de dar uma 
nova denominação taxa, 
numa tentativa de escapar 
da ilegalidade declarada 
pela Justiça •• 
{O 
essencial que c.S pessoas 
que tem responsabilidadgs 
públ:cas oermaneçam 
a en,as aos anse:os da 
sociedade e saibam 
represenci-!as no traba.!"io 
cot1d.ano conq ,stc:1do 
mas infra-estrutura, mais 
empregos e rr.elhoris • 
co:id ções de v:oa.

1 . 
Realmente 
' 
T.11 
1 (J P• ,•t,JI (tlJI' '8 'I[( IJ •,ll 1, 1,1 í"< 1 ti. 
0tdb '1r, qu em duvd fo um sucesso E4 
l,,c p1,,1Irno', ,111c 11,i out,, , 
1
,11 . :11 • d 
1 
"O Brasil" 
[tá a caminho as quartas de finas, e e ! 1 no r,r·m,:,ro 
<Jrupo V,111)()', torcer juntos om força e Cor l'Jl'íll, Pl'<l 
que os no,,o, rm•n,nu cfr ouro cllC'quern 1 <' tr,1g,1r11 º1 
Denta' para o Brasil 
Os Parabéns 
A Sra. Nlda, pela passa9em de seu u111v rsá110 que 
ocorreu no dra 13/06/98 pp [la que reside na fazenda 
Água lurva DeseJurnos d voce to d fehcrdclcJe do mundo, 1 
ninguém mais do que voce merece ser feliz 
E também 
A jovem Rosalba Qu,ntctnJ que neste ult,mo d a 12/06/ 
98, completou mais um ano de vida DeseJdíllOS muitas 
fcl,ocJJd~, que essil dJta se repita por mui os e mu, os anos j 
Frase j 
'Creio em fidelidade a rnim 111esmo F1d hdade está 
1 
li:, ldJ ºº 1ndtvidual, não dl1pla
I 
. (Desconhecido) 
Estamos Tristes 
Devido à saúde do Cantor Leandro que pelo visto 
ndo está nada boa. Estdmos mwto confiantes, que ele sãI 
assa 'amos rezar juntos com fé e esperança Que se 
Deus quiser, vai melhorar 
. Alô Pessoal 
1 
Responsável pel transmissão da Rede Globo de 
l'-lev1sao, se encontra íora do ar. Tomem prov1dénc1as 
1 
q..iJnto a isso. As pessoas nec sItam muito da imagem, 
po:s só assim poderá tece.ber noticias do que está 
~contecendo, pelo .S 
Em breve 
1 Vai acontecer a í ta junina da Sk Lanches, com vanas 1 
!atrações. Sem dúvidas será uma animada festa Ass,m que' 
!tivermos a d:ita certa iremo- d,vu!gar. 
1 
1 
Mensagem 
Não sinta medo, p;;ra n:o atra,r cm,cos. 
1 
. Se tem ccrtJ ma eira de comportar- e que abe que 
, .::sra ccrtJ, mas os urros ;u!gam errada, não tenha medo. 
1 Se tiver, a1ra1rá uma . onda de críticas e 
maledcéncias. 
1 
Se não 1/'.'0" n>.: -Jq nng.Ján taa cvra.gan de falT de v.xe 
1 
1 O medo irrada forças neatvas, que atraem cm.-cas. 1 
1 Se voe.:: não teme, paralisa a cnoca nos outros,, 
que se sentem CO!h1dos e dominados por sua forçai 
,m.:m.1/ posm, .:i. 	1 
- -- - 	- ___,J 
Al formo e 
aso dos demi • dos 
da A embleia Lei/dativa. 
pata tratar do problema 
, nlr,·11tJdo porn.-func1<11 l<h 
d IS, 1 SI 'I. que, demitidos, 
tcnt m ser indenizados pel 1 
empresa As horas destá 
Pronaf é o caminho para que M 
duplique sua produção de rãos 
Celso Martins diz que o caminho para o desenvolvi1nento 
passa pela produção cada dia 1naior de a/iluentos ,. 
"O t:aminho para ~. 
de:envolvimento de Mato 
Gro,so do Sul têm como 
has..: a produç:1o de 
:liimo:ntos. Por isso, :icr.:dito 
que invo:stindo na 
agricultura familiar. 
principalmente naqui.:lcs 
municípios ond..: nâJ: 
existem ainda outras opções 
o:conó111icas. ::iumentar.:mos 
1 
1 ) 
O DJ 
1 
.. jl) pc.: lJ ITlC'JlO) .., 
am por um 
t ,.rr r. 
juda-los :-- 1 
sessão o ta I606, o 
desenvolvimento e o 
progro:. o do fatado. "Só com 
os celeiros e armazéns cheios 
de grãos, com um competent<! 
sistc·mu de comcrcializ:ição e 
exportação da nossa carnt:, 
com nossas cidades abrigando 
indústrias,: r.:cebcndo turist.:is 
d.: fora do Estado o: do Pais. :i 
noss:1 economiu vai estar 
hipcrativa. e com is ·o v:io 
signi t'icativamcntc a ..:star entre nôs os meios para 
produção e conseguiremos uma qualidade de vida 111dhor 
rellt:X,>~ muito po ·itivos nas para o povo 
eco 110111 ias ckss.:i· sulm:itogrossense". avaliou 
municipi,,.- com a geração Celso Martins. 
de renda, de impo,tus e de Quando Secr.:tário d:i 
empregos". / :rn~1lise.: do So:madcs. foi Cdso qu.:m 
cx-so:net:·1rio do: Meio .:oord..:nou. d..:sd.: :i sua 
Amhicnt..: e impbntaçiio. o Pronaf. E 
Desen ,. o I vim e n ta., com gr::md..: satisfação de 
Sustentável. Celso Martin'?? vê. hoje. ser anunciado que. 
no Dia Especial do Pronaf. para esto: ano. estão 
Programa Nacional de destinados recurso do: RS 30 
Fnrt:tlecimi.:nto dp milhões para os pequenos 
A gricu lt ura Famil iar. agriculton:s de Mato Grosso 
comemorando no s:ibado. do Sul dentro do programa. 
dia20do:Junhoerntodoso~ "Em 96. quando 
1'1unicipios do Estado. •
5
; impl:int:i111os o Pronaf no 
C dso deixou u Est:ido foi pouco mais de RS 
S..:cr..:taria do Govo:rno 1.8 milhão. para atender 
Wilson 1:i.rtins para menos do: 500 familias. Em 
trabalhar. desta feita em 97 j:i conseguimos um 
Br:.isilia. com9 deputado gr:mdc salto. com n:cursos 
federal. para viabiliza;.. de mais de RS 19 milhões 
programas que promovam à para atender 3.500 famili.:is. 
agricultura. a pi.:cu:iri:i. a E agor:i.j:i for:i d:i. Sem:ide.s. 
industrializ:iç:io. o turismo. mas vendo qu.: nosso 
enfim todas as atividades trabalho à frente do 
c..:onômi..:as quc gen:m o programa deu grandt:s 
resultados. tenho a satista4o 
de , n o ,,núncio d, que R 
30 milhões scr.io <.k,tin:!<l<h 
pelo Pronaf para atender mais 
de 4,500 familias do Estado. 
/cho que este é o caminho. 
que tenho a honra de tcr 
iniciado aqui no Estado". 
afirrnou Celso Martins. 
É um trabalho de base. 
na sua a, aliaçào. J1endcndo 
os pcqurnos. gradu.ilmento:. é 
lJlH! s..:r:i po,sh cl tom, -los 
médios. i.: dcpoi, gr.rndc, 
produtori.:s. E com o 
cn:s imi.:nto dcsso: po:qurn1h 
agricultores. que hoje 
dor 
desempenham sua atividade 
cm 111cl I.,rnil1.1r. é que 
crescera a produção de 
J!imcnlo, <lo:. !Jto (ir.i,so do 
Sul e do Brasil. Por iss0 o 
Pronaf é um programa 
revolucionário, de grande 
importância, salienta o ex­ 
secretário. "T é por programas 
eficientes. como este, que 
pretendo estar lutando na 
Câmara Federal a partir do 
pró:-..imo ,1110. ·1 <.:nho 
experiência e vislumbro um 
grande futuro para o Mato 
Grosso do Sul e o Pais". diz 
Cebo lartin:.. 
CAR ElDAÇÃO 
Bela 'i,t:11:--1s., 17 Jc.lunbo de 1.998 
Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Crist<tt 
É com imensa alegria que venho através desta 
lauda apresentarii çocê e sua familia Ioda a minha 
estima de Pai e Pastor. 
Do Cora_ção de Jesus Jorraram o sangue 
redentor e a Agua Via do Espírito San10. para a 
santlflcaç&o dos homens. "Se alguém tiver sede, 
venhil a mim e beba". Quem crê em mim. como dit ~ 
Escritura: do seu Interior emunurão rios de água 
vl-ça··. (Jo 7.37). 
Através desta quero externur minha 11ratldão 
ii todos que nos ajudaram para o grande êxito de 
nossa festa Junlna em nossa Paróquia. Um e...-en1o 
que trouxe em meu coração e do Conselho d.::i 
Paróquia muita alegria. A Unidade será sempre o 
sinal entre o Pároco e todos os paroquianos. • 
Recebe meu abraço de Pai e Pastor. 
Um em Jesus e !t1ilria. aquele que sene. 
Pc. 'illbm Fmnci,rn GonçnlC~ - P:roco 
ElRA 
JYlomocl J'?odriques dos Santos úYlaneco) 
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Telefax: (067) lt95-li63 
...,_ ~

Prefeitura Mo 
Decreto Nº 1.003/98 
(;,1h111tft• do J>rr feito em 04/05/9 
J,, é e, r,l, ,lr!i d l Hn, 1 ~ 1(), l'r~k,lu 
Mur, -ir ,1 d,· ll• 1,, Vi l,l, l Wdo dt 1.itu (Jf() 1 
do Sul, ,., ,ndn das atribuições que lhe sdo 
, 1·11 ,rid , •. e <.lc .icordo com o disposto no Artigo 
43d 1 1 fl f°l'dcr.11 N • '1320/(,4. 
DUIU·.1/. 
/rt I" - Nos tenos d Lei Municipal n" 1()10 
de 1/12/97, fica aberto um cr:dito udicion3I 
suplementar conforme Inciso III, do Parágrafo 1 do 
Auto43d+Lei+' 4320/64no valor de R$ 210.000,00 
(l)uwlhh e da mil reais), do orçamento programa 
do Município para 1998 à saber. 
112.0 - EXl(C TIVO 
0II0l- Secretaria Municipal de Promoção Social 
15010212 050- M11nu1.11çaod.tS/IÍvidJCle<. d1Sem.'l.1ri~ 
J.1.2 O, ln1crinl de omumo R1, 10.000,00 
• IS.OI - Scc1(·tarin Municip,il de Viação, Obras e 
Serviços Puhlicos 
l()(l70212.070- t, lnnutcnç.'lodas/tivirl;idco; la SecreL.1rÜ 
J. l J.2 • Outros Scrv. e Encargos ..... R~ 200.000,00 
/rl.2° - Os recursos para cobcnura do 
rédito adicional suplementar ele que se !mia este 
Decreto, corrcrio :'I conta da seguinte clotaç11o 
orçamcntnria: 
02.0 • EXECUTIVO 
•03.01 • Gabinete do Prefeito 
03070202.011. Coord. d'IS ntividadcs do gnb. do pn:f: 
J. l .2.0 - Material de Consumo R$ 15.000,00 
3.1.3.2 - Outros Serviços e Encargos. RS 25.000,00 
,1.12.0 • &1ui~11ncntos e mnL permanente ... RS 10.000,00 
03090·l02.0 l 4 - Man. da as essoria de pl111ejrunento 
J.1.3.2 - Outros Serviços e Encargos.. RS 5.000,00 
•OS.OI • Secretaria Municipal de /dministr:içào 
030702 I 2.020 - Manutenção das ,nividndes da 
Secretaria de /dministrnçilo 
3. IJ. I - Remuneração de serviços p;:sso:ús ... RS20.000,00 
4.1.20- Equipamento e mat. permanente.. RS 20.000,00 
•07.0 I - Secretaria Mu11icipnl de Fazenda 
03080212.0JO - Manutenção ds atividades da Secretaria 
J. l .2.0 - Material de consumo RS 35.000,00 
•II .O 1 • Sccrcwia l'-tunicipal de PrOJno,,ão Social 
15070212.050- Mrututcnç:1od'ISativid'ldcsda &·cn:taria 
J.1.1.4- Di:irins 	RS 10.000,00 
•IS.OI- oc. Mun.dcViaç:10,0br.lseScrviçosPúblicos 
I 0070212.070- M:u11111:nç:10 d'IS ativid,dcs da Secretaria 
4.2.1.0. /quisiçilo de imóvcis RS 15.000,00 
I 0573161.070 - Construção de casas populares e 
fornecimento de cestas 
J.IJ.1- Remw1er.:i:;:àodcscn·içosp...-=iis. .. RS 10.000,00 
4.1.1.0 - Obrns e instalações RS 15.000,00 
4.2.1.0 - Aquisição de imóveis RS 15.000,00 
10580212.071 - Manulcnçào dos serviços urbanos 
4.1.1.0 - Obr:,..s e instalações RS 5.000,00 
4.1.2.0 - Equip:uncnto e mal pem1:inmtc .. RS 5.000,00 
I 05857 51.072 - llum in:1ç:io e urbanizaç:io de vias urtan.as 
4.1.1.0 - Obrns e Instala õcs RS 5.000,00 
Art.3º - Este Decreto entrará cm vigor na 
datn ele sua publicação, revogando as 
disposições cm contrário. 
Bela Vist,~1 ., 04 de llnio de 1-998 
José Garibaldi da Rosa Neto 
Prefeito !llunicipul 
Decreto Nº 1.004/98 
Gabinete do Prefeito cm 18/05/98 
José Garibaldi da Rosa Neto, Prefeito 
Jl. lunicipal de Bela Vi ta, Estado de fato Grosso 
- BELA VI TA­ 
• • 
ICI 
do Sul, 
cnf nd 
4 l J I J,c, t , 
D!<lO.!A 
/rt 1° - os t 111, 1 d I Ln Mui n" 
104(J de 1IR/12/97, fica ah rto um crédito 
adicional suplementar conforme Inciso II, do 
Parágrafo 1" do Artigo 43 da Lei rf4 20 64 tlO 
valor de ll 11.700,(JO (0110 mil e <:teu:•, o, 
rcais), do orçamento programa do M'untdpiu 
para 199k a saber: 
02.00 - rxE ·11vo 
•O 4.12- Fundo Municipal de Assistência Social 
I 5H 1487.2.61 0- Manutenção ao Fundo Municipal 
de /ssi ténca Social 
).1.2.0 • 1 fo1cn,il de Con,umo . . .... R$ 8 700,00 
/rt 2º • O, recurso, p:1r,1 cohcrt1m1 do 
crédito adicional suplementar do que se trata, 
este Decreto, correrão à conta da ,cguinte. 
dotJçJo otçamcn1.lria: 
02.00 • EXEC TIVO 
o0412-Fundo Municipal de Assistência Social 
1581487.2.61 O - Manu1ençtlo no l·undo Municipal 
de Assistência Socinl 
).1 J. l - Rent1111emç.1o de Serviços Pessoais.. H$400.00 
).1.).2. Outros Serviços e Encargos RS 4.000,00. 
3.2.5.9. Transferência: Pessons RS 2.900,00 
4.11.0 - Equip. e Mat. Penn:tnentc RS 1.400,00 
An.3° - Este Decreto entrará cm vigor na 
data ele sua publicação, revogando as 
disposições em contrário. 
Bela Vista/MS, 18 de Maio de 1.998 
José Garibaldi ela Hosa Neto 
Prefeito Municipal 
Decreto Nº 1.005/98 
Gabinete do Prefeito cm 21/05/98 
José Garibalcli ela Rosa Neto, Prefeito 
Municip:il de Bela Vista. Estado de Mato Grosso 
do Sul, usando das atribuições que lhe são 
conferidas e de acordo com o disposto no Artigo 
43 da Lei Fedem! º 4320/6-1. 
DECRETA: 
Art. 1 ° - 'os termos ela Lei Municipal nº 
1040 de 18/12197. fica aberto um crédito adicional 
suplementar conforme Inciso III. do Parágrafo 1} 
do Artigo 43 da Lei nº -1320/6-1 no valor R 
20.000,00 (Vinte mil reais). cio orçamento 
programa cio Município para 1998 à s:ibcr: 
02.00 • EXEC TIVO 
003.01 - Gabinete do Prefeito 
02040132.0 I O - Manutenção da Assessoria Jurídica 
3.1.9.1 - Sentenças Judiciais RS 20.000,00 
An.2º - Os recursos para cobertura d' 
crédito adicional suplementar do que se trata 
este Decreto, correrão à conta da seguinte 
dotação orçamentária: 
02.00 - EXECUTIVO 
005.01 - Secretaria Municipal de /dministrnçilo 
03070212.020 - i1anutcnçào das atividades da 
Secretaria 	. •. 
J.1.2.0 - l',latcrial de consumo RS 20.000.00 
Art.3° - Este: Dc:cn:to entrará cn1 vigor na 
data de sua publicação. revogando as 
disposições cm contrário. 
Bela Vist:i/MS, 21 de llaio de 1.998 
José Garibaldi da Rosa Neto 
Prefeito Municipal 
Paixão 11ac1ona1 
S • l •J i- 7 O 1> 
' 1 
Jl)J(Jdc IK/12. 
suplementa 
do Aruso 43 da Le 
20 000,00 (Vinte mi 
programa do M l,.n:df "' J' ., , 
02.00-EXE HO 
O 01.1 O - oabinete d» l'rdc1t.1 1 1,11 ! ,d 
'°)UJ'k,:í'VblOr,. J.1 
1$81472.420 -Contribuição ai l undo Muni pal 
de A sisténa Notal 
321.4-Contnbuses a tundo R 20 000 
Ant. 2' -Os reuros para cobertura docredto correi 
adicional suplementar do que e trata€te Decreto, 02.00.FIXEI IO 
correrão à conta da guunte dotas40 otamn!ar a 
02.00- EXECU fl'O 
1501- Secretaria Munipal de V«ação, Obras 
Scn iços l'úhlico, 
10070212 070- Manutenção das atrvdakesda Ser.n. 1 
41.10-0brase Instalações. R$20000.00 
Ar.3- Este Decreto entrara em or n.a 
data de sua publicação, revogando as 
disposições em contrario 
Ucla Vhta/:IS., 28 de :laio 1k l.'>'>8 
Jn,é G:1rib:1ldi da Ho,a ;'cio- Prefeilu .lunidp.il 
Janilde Rosa dos Santos, Ofieiala do Registro Cil desta cidade e otarea de Hela Vista MS., 
FAZ SABER à todos quantos o presente Edital de Prwela:nas rm, que apresentaram os documentos 
c:igido~ pcln /nign 1 XO ,h, Clldig,1 Ct il Br.1,1krr,,. lnc,, .. 1 11. 111 ....: 1 ' c r:-..:tt:11d .. m ,.._. t..::1 1r· 
RAilÂO VEIGA e ELOIR:'IIA RODRIGL'.ES CARDOSO .. 11:ih,., hr.1 dwo,. 
,oltc:iros. rc,idcnh:~ nc-,1.1 i.:1<bdc:. clc. n.1tur.1l <l,: [h.:l.1 '1 ... t..1 1'1. Mti.ar filho de Vicente Veia e 
Fr:rncisc:1 Valdc::,., ela, natural de Caracol MS.. t:,tmLi:Jtc: filha de Joao ano arduso e onstantmna 
Rodrigul.'s. Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na t r111.1 d,l e 
Bela Vist:1/;JS., 12 de .Junho de 1.9911 	.bnilde Hosa dos antos- Olirilll.i 
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rt. i - 1 t Decreto en!tara cm vigor na 
data de ua publicação revogando as 
di ·r· ,;il,..., l.'!ll UIJ ir :JlO 
lld.1 sta Ms.,29de Maio ,Ic 1.1.Jl/X 
Jose Garibaldi da Hosa to- Prefeito luníupp1 
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73s le S{-dlo, 6 c/4et-

-4halo. 2 
r& v- 
l2 aninhos om um 
j,1111.11 p,11,1 ,l(J', 111,IIS Íllllll10 
a jovem Claudia Seus pais. 
Dr Iispoe Sucly receberam 
os convidados no C)HA] 
Mais uma vez par abens!! 
O CEMA 
11':1111011 no di., 1 !l pp., 
às 15 horas uma sensacio­ 
nal Festa Junina. Além das 
dclí ias q11t· foi ,1111 vcncJidas 
o que t h.1111ou a1cnç,1o foi a 
graciosidade dos trajes dos 
pcqucn 11chos. U 111 show a 
p,111c! 
Nossos 
sentimentos 
aos íamiliarcs da Sra. 
lrone Azevedo Baez, pelo 
seu íakcimcnto ocorrido no 
di,, 17 pp. 
Tenho tempo 
poro tudo 
Trata-se de educação lgca 
par; nós, a cada cnme tem de seguf 
um w~ ,go Alguém errou. trm lle pa­ 
gar Desobedeceu, tem de ser preso 
Roubou. tnm de ser condenado Fot 
ap nh:'.ldo m flagrante adu~ério, lem 
do ser apedrejado Matou, tem da mor· 
rer. Olho por olho, dente por dente 
Mas o ponto de vlstn de Deus, 
com relação ao pCC<'ldor. é dterente 
do nosso. É o seguinte· O ser huma­ 
no c11ou, lem de ser COftigldo. Malou, 
mas se arrependeu. tem de encontrar 
misericórdia, Transgrediu qualquer 
outra lei, mas se emendou, lem de ser 
absolvido ... 
Para Deus. o que importa não 
é aplicar castigos, e sim apontar ca­ 
minhos de arrepend,menlo e de con­ 
versão. A pessoa humana não lol le1- 
1a para as algemas, e sim para a liber­ 
dade: não é objeto de perdição, e sim 
de salvação. E nós, o que devemos 
buscar nllo é a eliminação do peca­ 
dor, e s,m do pecado 
Portanto, é necessário nao 
apenas evangelizar o ser humano, 
como lambém as leis e as insllluições 
humanas. Fazer com que elas se ins­ 
pirem no Evangelho e tenham o sa­ 
bor do Evangelho. o sabor da 
misericord,a e do perdoo, da correçao 
fraterna, da compreensao e do amor ... 
Mas é passivei fazer lei humanas 
insp.rajas no Evangelho? A uma só voz, 
governantes, leg,sladores e sociólogos 
respondem nao Pois o Evangelho é 
uma coisa; a administração da socieda­ 
de cavl é outra. É o que eles dzem 
E ai está o engano. reduzir o 
Evangelho a um livro para almas pie­ 
dosas e d1Ssociâ-lo da vida pública. só 
apostando em nossas leis repressivas. 
em nossas prisões e no espantalho da 
pena de morte. Com os resultados que 
estamos vendo .. 
Mas, se apostássemos na al­ 
ternativa da Lei do Amor, apontada por 
Cnsto em seu Evangelho, quem sabe. 
as coisas mudariam. 
Pe.Virgilio, wp 
Vcllra cxorlaçiio inglesa 
Reserve tempo para rir, 
é esta a música da alma. 
Reserve tempo para ler, 
é esta a base da sabedoria. 
Reserve tempo para pensar, 
é esta a fonte do poder. 
Reserve tempo para trabalhar, 
é este o preço do êi..i to. 
Reserve tempo para divenir-sc, 
é este o segredo da j uven­ 
tudc eterna. 
Reserve tempo para ser amigo, 
é este o caminho da felici­ 
dade. 
Reserve tempo paru sonhar, 
é este o meio de ligar a 
uma estrela o carro cm que 
viaja na terra. 
Reserve tempo para amar e 
ser amado, 
é este o privilégio dos deuses. 
Reserve tempo para ser útil 
aos outros, 
esta vida é demasiada cur­ 
ta para que sejamos egoístas. 
Crime e 
Castigo Pequeno dicioná­ 
rio da cor 
American Colors - urn 
look de rncch.c. que U'>.l de tr; 
a cinco tons, acompanhando o 
mo, irncnto dos fios. 
Halay age - técnica que 
reproduz os reflexos do sol, 
clareando alguns fios com o 
auxilio do pente. O efeito é mais 
acentuado do que as luzes. 
Coloração permanente 
- 1e111 amllni,l, que abre as es­ 
camas dos fios, e água oxige­ 
nada, que clareia os pigmentos 
naturais, revelando os corantes 
que peneiram na fibra, substi­ 
tuindo os pigmentos naturais. 
Poder de cobertura de 100~ 
do· brancos. ão sai com a la­ 
vag.:m e só pode ser revertida 
via descolomçào, corte ou nova 
tintura. 
Sugestões: /média e 
,/ajirrl, de l 'Oréal: Kolesro11. 
Création e Color l'crfect, der, 
ll'ella: /klle Color, Ji 
Garnier lgora Royal de 
Schwartzkopf 
Coloração 
scmipcrm:rncnlc - com ou 
sem amônia. baixo ou nenhum 
teor de agua oxigenada. Os 
corantcs vão sendo deposita­ 
dos entre as camadas da 
cutícula (parte externa do fio);: 
sem abri-la totalmente. Pode 
colorir uma cabeça com 50% 
de fios brancos e clarear cabe­ 
los virgens. 
S11gest1ies: Soft Co/or, 
Calor Touch, sem amónia;, 
xampu 'ellaton, com amóntd, 
todos da ella. 
Coloração tom so- 
1 
Dr.d Feltro DE {flte 
'ir. • Dentista 
CRO-MS 2277 
Estágio em Endodontia 
e Odontopediatria 
na Universidade 
'Jederal de Pelotas 
Co1wêtu0: {IN/MEO, 
lstituto Eu2pão, 
Plano de Saúde uel- 
Sorrio, com Soiuú. 
Colora,ao vegetal­ 
plant: que colorem são a herna 
e a camomib. A vegetal indus­ 
trialada é a l· picé.i Color 
Coloru o temporária - 
conhecid como rinsagem ou 
tonoli,.antc natural. Jo tem 
amônia e nem água oxigenada. 
O corante se fixa sobre a 
rntícula ~cm penetr;í-l:L I cm o 
poder de cobrir 30% dos fios 
brancos e sai com as lavagens. 
S11 effries- Colar 
Charm, da ella; Soin Rejlets 
Colorants, de Lazartigue 
Decapagem - é a retira­ 
da dos pigmentos artificiais co­ 
locados no cabelo. 
Dcscolornçiio - é a reti­ 
rada do pigmento natural com 
descolorante. 
Degrade - técnica que 
abre mais a tonalidade junto ao 
rosto, escurecendo à medida 
que atinge a nuca. 
Fia ·hes - quando sô as 
pontinhas são clareadas, para 
dinamizar o corte. 
Limpeza da cor - reti­ 
rada de pigmentos crn que a 
ação do oxidante é reduz.ida 
com um produto emoliente. 
Luz.cs - técnica para cla­ 
rear alguns fios ou mechas 
finíssimas. usando o pente ou 
o papel. Ef.:ito kvíssimo em 
certos locais, acompanhando 
os movimentos do corte. 
Mechas - clan:amcnto 
de mechas (pouco mais lorgas 
que as luzes), espalhadas por 
toda a cabeça, feito com o au­ 
xilio do papel laminado. 
Reflexos - tons com pig­ 
mentos dourados, acobreados 
e acinzentados, que refletem as 
variações da luz ambiente so­ 
bre os cabelos. 
(Transe. da Revista Desfile) 
:coNSULTORIO: Duque de Caxias entre o salão 
do Pol6 e Marruá Jeans - Bela Vista/MS 
AGRADE 
;;, 
ao c. 
Que no 
tarmos unidos en is 
MOIMENTO DA FESTA DO ARRAI li 
[)0 110 J EL POUSAD I I JI FRONTEIRA 
RIHIA 
Venda de Cartelas . 
Venda da Barraca da APAI 
Total das Recetas 
DI SPLSAS 
Dom Gosto 
Açougue Serve [em 
Casa das Ferragens 
Total das Despesas... 
Total Liquido 
Atcnc10,amenti:, 
Arccni.1 CJni,.1 1-cm.uu!.:, 
Presidente da APAE 
·> 
126.30 
85.00 
46.7% 
218.08 
1.121.50 
., 
lytoara9la 
9Jra. êhsabele 9!/calde %rres 
Fisioterapeuta 
CRE FITO I003 -CPF 935200429.-91 
Dr.gerado iJoccia 
CRO-M-; 1255 
Membro da Sociedade Brasileira 
de Reabilitação Oral 
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