uno t 1.0os-s o.o Fundador - lvaldo Pereira 
Ministério da Fazenda 
1 
Sccrct11rh1 du Hcnita Federal 
Inspetoria da Receita Federal em Bela Vista/MS 
Nos Rns PARA COMPRAS NO PARAGUAI 
lnslruçAo Normativa SRF Nº 117 do 06 do 0utuhro do 1998 
A Secretaria da Receita Federal publicou novas 
regras para o controle aduaneiro aplicável aos bens de 
viajantes, com efeitos a partir de I de ovembro de 
l 99R. dos quais. destacamos: 
! 
- Limite USS I so.00 
- Imposto de Importação: 50% do que exceder 
1
o llml1e de Isenção, 
- Multa: 50% do valor excedente ao imite de 
Isenção. sem prejuízo do pagamento do imposto devido. 
por apresentação de declaração falsa ou Inexata. 
- Apresentação obrigatória da DIA - Declaracão 
de Bagagem Acompanhada. No caso de menores de 
dezesseis anos. prestará a declaração o pai ou 
responsável; (OI de Janeiro de 1999) 
- Estão excluídos do conceito de bagagem e não 
podem ser trazidos uo Brasil. sob pena de perdimento. 
os clQarros e bebidas de fabrlcaçiio brnsllelrn. de;tinadm 
a venda exclusivamente no exterior; e bebidas alcoólicas. 
fumos e seus sucedâneos munufaturados. quando se 
tratar de viajante menor de 18 anos 
- Estõo rnmbém excluídos do conceito de 
bagagem, os bens cuja quantidade natureza ou 
1 variedade contigure importação ou exportação com 
1 
fim comercial ou industrial 
Para maiores esclarecimentos sobre este e outros 
(assuntos relacionados a compras do Paraguai, consultar 
l:' RECEITA FEDERAL. 
ENCERRADO COM CHAVE DE OURO O 3° f ESílVAl DA CANÇÃO 
E DESFILE DE MODAS DO SUPERMERCADO ÃRCO ÍRIS 
O Supermercado Arco f·oi encerrado também 
lris. do Fmprcsário Moa ir o Desfile de Modas das lojas 
Paredes. juntamente com a da cidade onde foram 
Cordil e Bela Dara escolhidas as três melhores 
Computação, sob a modelos. com os quesitos: 
coordenação de Joilo maneira que desfilou e 
Lduardo Lino. encerrou com desenvoltura na passarela. 
muito sucesso o P Festival coordenado pelo produtor 
da Cançilo de [kla Vista. Marco Lóris. Pí1gin:1-02 
0 POVO NÃO TEM DONO 
f complicado 
encontrar num sistema 
eleitoral e partidário 
absurdo como o brasileiro 
alguma lógica. mas é 
preciso reconhecer que. 
quando pode. o eleitor 
consegue ultrapassar os 
nbstúeulns impostos pelos 
políticos e se manifestar 
com um mínimo de 
,oerência. Considerando a 
José éumanne 
variedade geográfica e 
econômica do País e uma 
legislação eleitoral fiel à 
máxima de Chacrinha "cu 
vim aqui para confundir. 
não para explicar", é 
possível achar indícios do 
que o analista político 
paulista Mauro Guimarães 
chama de "pré­ 
racionalidade" coletiva da 
sociedade votante. Pág/03 
Renato volta a condenar velhas práticas políticas, 
como a compra de votos e outros favorecimentos 
Empresários Moacir e José Milton com as vencedoras: 
Kelly, Maria e Jean Carla 
Vereador Renato de Souza Rosa 
° Ees&ia l Cmço/Elo& 
Por um lapso da cf.-gitação, na reportagem da página 02 desta Edição, sobre 
o 3' F1!stival da Canção, promovido pelo Supermercado Arco lris. esquecemos o 
nome da 2' colocada no Desfile de Modas realuado durante o evento. que foi a boruta 
Débora Vaneska Gimenes, ela recebeu o prêmio de AS 150.00. Fica o registro. 
"FUI eleito para 
defender o real" 
Leia na Púginn-03 u íntegra do 
pronunciamento do Presidente Fernando I lenriquc 
Cardoso: "Como é a primeira vez que falo à Nação 
depois de concluíd:is as eleições, quero agradecer 
maus uma vez o apoio que recebi dos brasileiros e 
das brasileiras. Neste momento cm que o Brasil 
enfrenta. com determinação, uma séria crise 
financeira internacional, temos de estar unidos e 
pensar nos interesses mais altos do País. Quero 
falar sobre Orçamento, wn assunto que cada um 
de voces conhece bem. sobretudo as donas de= 
Todos sabemos que é preciso equilibrar aqui lo que 
gastamos com o que recebemos. 
Presidente Fernando Henrique Cardoso (foto) 
Em pronunciamento 
na tribuna da Câmara 
Municipal. na sessilo 
ordinária da última segunda­ 
feira. dia 26. o Vereador 
Renato de Souza Rosa 
(PTl3). que também é 
Presidente: da Executiva 
Municipal do Panido. voltou 
a condenar as tradicionais 
formas de se fazer política 
que. segundo ele. há muito 
tempo vem sendo praticadas 
por nossos políticos. 
O Vereador lembrou 
que sempre pregou a ética e 
a correção de princípios na 
política. condenando as 
práticas eleitorais nefastas, 
como a compra de votos. 
pn:ssões. ameaças. etc .... 
Página-OS 
Getúlio agradece a militância do 
PT e à todos que encamparam 
a candidatura d.e Zeca 
conhecimento de toda a 
população de Bela Vista. 
desde o inicio do processo 
eleitoral com vistas as' 
deições para o Governo do 
Estado. este ano, o 
Vereador Ge1úlio Lino 
Filho. mesmo estando filiado 
ao PFL. declarou apoio ao 
então pré-candidato a 
Governador pelo Partido dos 
Trabalhadores. José Orcírio 
Miranda dos Santos. o Zeca 
do PT. Página/OS 
Ramez anuncia aprovação de U$ 60 
milhões para o gasoduto Brasil-Bolívia 
Vereador Getúlio Lino Filho 
"O gasoduto Brasil­ 
Bolívia é uma das obras 
mais importantes de 
infra-estrutura do País e 
precisa ser concluída". A 
afirmação é do Senador 
Ramez Tebet (PMDB-MS) 
logo após a Comissão de 
Assun10.s Econômicos do 
Senado Federal autorizar 
a • contratação de 
operação de crédito 
•s; -·c 
·,,.. ......... I' .. 
externo no valor de 60 
milhões de dólares para 
financiar pane do projeto 
de construção do 
gasoduto Brasil-Boliia. A 
matéria seque para 
votação no Plenário já 
com pedido de urqência 
aprovado. 
Como 
Igreja Evangélica Luteraaa de 
DIA DA REFORMA 
é do

E 
JOHN L 'J HlBU ', IM HH). ''I UH/ - BELA VISTA - MS- 30 SI 
o 
CERRADO COM CHAVE DE OURO O 
D:, Ol''l l'HHO l>L t.
1PI • 1' (;J.. -0? 
f ES VAL DA CANCÃO ,, 
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DESFILE DE .MODAS DO SUPERMERCADO ARCO IRIS 
() Suprnncreado Arco 
lris, do Empresário Moacir 
1'111 edes, juntamente com ,1 
Conli I e Ilda J).rta 
l'omp111aç1 o, sob 11 
l.0(1rdc1111çflo de foilo 
1 rl11,1rdo l .ino, c11ccrro11 co111 
muito sucesso a P'Festival da 
('ançilo de Hela Vista. 
Foi encerrado também 
o Desfile de Modas das lojas 
da cidade onde foram 
e colhidas as tré 1111.:lh<Jn.:, 
modelos, com os quesitos. 
11111nc1ra qnc dc:-.lilou c 
d.:,cn  oltura na p,1'1arcl,1, 
coordenudo pclo prodntor 
Marco l,úri,. 
A fcst:i foi cnccrradn 
com o majestoso conjunto 
Mensageiros IYOestc. onde 
Cl1Cfll110ll a platéia 
./ 
, .,;,-- ' 
Multidão que prestigiou o evento 
bel:1-i,tcn,e 1 oram mais 
de 4000 pessoas que 
pr<!Sttpiararn o evento. 
visto que todas as 
rca I i ,açõc, coordenadas 
pdo ernpn:sfirio Moaeir 
Paredes sempre fornm de 
grande sucesso. 
/ prc111iaçilo parn o 
l·cstival de alouros foi n 
seguinte: 
1 "Iugar uma moto 
/fonda Bis. pnra n 
garotinha /(c/ly Larlssn 
Mendes Cnslro. 
Em 2" lugar. 11111 
órgão eletrônico. pam 
A1nrln Veir,1. 
Em 3° lugar. 11ma 
G11llarr,1. pnra 
Jean Carla Barbosa 
Viclm. 
DESFILE 
DE l1IODAS 
Já no dcslih: de modas 
as manequins que melhores 
se apresentaram foram: 
, Produtor Jarco Lâris e as 1111I11et:af 
1º 
300.00 
illgar. RS 
para 
Ros/mclrc Rnrfr/f!ucs. 
. 
E111prt11/río ,/oacir e a vencedora Kelly 
cmpre,:'irio sempre 
preocupado com a áren 
cultural de.: nossa cidade. 
Cordil (Coc.1 Col.) 
Erva M r Tup 
Suptrruerca<lo Ano Íris 
e.e.a v. kforntá . 
Empresário ft1oacir Paredes entregando a chal't! à premiada 
C cnto. com chJ e dc ouro. 
MoJcir, hoje. 'l'.nl 
reali,an<lo 'ário~ ccnto,. 
corno os Dia da, Mães. 
dos Pais e muito, outro'>. 
sempre contribuindo com 
a área de lazer e.: cultura 
para Bt:la Vista, 
mostrando-se um 
. 
r:-------=-------. ~EXPEDIENTE- - T 
[ft,<4,/ti4l /»+ tore s « .%% 
(3,«ti4 e 6z "l Ises DE FEVERfJRO DE 1972 ~ •• , ... ,.- 
l,t• l'' li 
1
PropriedadedaGráfica&E.diloiaApa J' l 
'tt 11 CG~: 03.201.266/00_0l-90 • ln1c. E.1l 28.059132-9 
• r-'--- . ......1 .. jVÃo hii u .. oblem"'S Diretora: Maria Estela Vel:bquez Pereira 
!-" l' )' [ Editor: Ivaldo Pereira 
O 	Redaçao e Administração e Parque Gráí' • 
tnetkcrn-egócto, ÚUrocertoegtua,n,ti.a,. 
1
,-cnid:1 Tr:buna d_:1 Fronteira,564 _ ir(0G7);~:~ 
i ~Ó ti,oa,rff 	11410 • FAX 439.1:,44 • Caixa Postal 23 - CEP: 1 
,7 	79.260-000 • Ilcla Vista/:1S 	• 1 
(067) 986 	1 As opi11iões emitidas nas matérias as • d • / 
E -5440 	representam necessariamente a opina a,, ,"" ""° 
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-

JORNAL TRIBA DA FRO.ILI A- BELA VISTA - MS-30 E 31 DI O TUBRO DE 1.00 
''Fui elei 
defend 
Esta é a intera do pronunciamento do 
prcsidcnlc Fernando Henrique Cardoso 
"Como é a primeira vez que falo a Nação 
depois de concluídas as eleições, quero 
agradecer mais uma vez o apoio que recebi dos 
brasileiros e das brasileiras. 
Neste momento cm que o Brasil enfrenta, 
com determinação, uma séria crise financeira 
internacional, temos de estar unidos e pensar 
nos inlcrcsscs mais altos do Pais. 
Quero falar sobre Orçamento, um assunto 
qw.: cuda um dc voccs conhece bem, sobretudo 
as donas de casa. Todos sabemos que é preciso 
equilibrur aquilo quc gaswmos com o que 
recebemos. 
Com os países não é muito diferente. Se 
gnslnrrnos mais do que arrecadamos com 
impostos, vamos nos endividar. Quanto maior 
for divida. maiores serão os juros. 
A Previdência Social é a ürca 0111.k 
gaslarnos mais e arrecadamos menos. E uma 
dns principais causas do déficil público. Eu 
quero mostrar a voces essas contas. 
O prejuizo global da Previdência é de RS 
42 bilhões. 7,8 bilhões são do setor privado, 
que atende a 18 milhões de beneficiários. 
Agora, no se1or público. só no governo 
federal, há um prejuízo de RS 18 bilhões parJ 
beneficiar 905 mil pessoas. Então, está se vendo 
que o grande problema que nós temos é o da 
Previdência Pública. 
o real'.' 
Presidente Fernando Henrique Cardoso 
o 
Não tem sentido o Brasil continuar com 
um rombo dc -1:! bilhões na Previdência Social. 
crescendo a cada ano. l'rccisamos dar reforma 
da Previdência. 
N:io h.i .1us1ilicativa para que alguns 
Estados gastem 80" da sua receita em salário 
para fu11c1onarios públicos. corno ainda 
ac,,n1cce. Por is,o I amos implan1ar a rcforrna 
administra111 a. 
vamos topot ao onisso um 
Programa de Es1abilidade Fiscal. que deverá 
ser um compromisso de lodos os brasileiros 
para cortar o mal pela raiz. 
Vou cxplicur agora o que nós vamos fazer. 
Como voce sabe. o governo não pode 
mexer em cerca de 1rês quar1os do orçamcnlo. / 
constituição não permite alterar os gastos com a 
Previdência. nem com o funcionamenlo. As 
trJ!lS!erências para Estados e Municipios também 
são definid. .. ~ na Constituiç;io e ali:is vêm crescendo 
de modo cxpn::ssivo. Por isso. o governo n.io pode 
mexer cm três quartos do Orçamcn10. 
. Assim. o Executivo só pode rcduzir 
despesas cm menos de um quarto do 
Orçamento, o chamado cus1cio. e a metade 
desses recursos refere-se à saúde. educação e 
assistência social. que sào necessidades lxisicas 
da população. 
Por isso. o essencial nessa árca tcrj de 
ser mantido. 
Estamos propondo ao Congresso um 
corte de 8.7 bilhões para 1.999. lr além disso 
significaria paralisar a1ividades essenciais do 
Estado. 
É um corte sem precedentes. Ele deixa 
clara a delenninaçào do governo em alcançar 
o equilíbrio fiscal no mais curto prazo. 
Mas isso nilo é suficiente para equilibrar 
as con1as do País. 
Teremos de aumentar um pouco da 
rnntribuição dos servidores públicos par.ia sua 
Previdência. Eujá expliquei porque. rn pouco 
do CPMF. Um pouco do Cofins. E oulras 
medidas que vão ser anunciadas. 
Mas nào autorizei qualquer rnodificaçfio 
no lmpos10 de Renda da Pessoa Fisicn. no 
INSS, nem nos impostos que acabam rc.--caindo 
sobre os mais pobres. Vamos adotar medidas 
equilibradas, um pouco em cada área. e sempre 
com a preocupação de proteger os mais pobres. • 
A maioria dos cortes e do aumcn10 da 
arrecadação sào medid.'lS transitórias. para atender 
uma situação de cmergênci:i.. Elas serio suspensas 
assim que consigamos rcsmurar maior equilíbrio 
em nossas cont:is. Mas a soluç:io definitiva nilo 
csti nessas medidas. O que vai equilibrar nossas 
contás são as refonnas. 
O caminho mais r.í.pido e de menor custo 
para a população cstá cm concluir as reformas 
e com toda a urgência. 
para O povo não tem dono 
E comol do encontrar lo o e undo urno m a • 	que, no 
num itema eleitoral e tomo n uma vez fiou 	ampanha, n/lo 
partidário absurdo como o compro 	Aquer como poo do 
hra ileiro lguma lica, mas para ul 	a pardo No Mato 
e preci. reconhecer que, final. Po 	Grosso do Sul, Pedro 
quando pode, o eleitor 	Pedro ssan caiu fora logo no 
consegue ultrapassar os 	pmero turno e foi obriy do 
obstáculos impostos pelo: 	a eenay r na ampunha de 
politicos e se manifestar com caracteriv le e Zeca do PT O eleitor 
um mínimo de coerência. obras tm ociv pernambucano nem deu a 
Considerando a variedade pouco empenhado em Myul Arraes esse gosto de 
geográfica e económica do como e quando a conta apoiar aluem no segundo 
Pais e uma legislação eleitoral paga E ate memo se o era turno 
fiel a máxima de Chacrnha "eu Areeleição do ranzinza Em todos esses :aos. a 
vim aqui para confundir, não Covas em São Paulo foi um voz rouca das ruas berrou alto 
para explicar",é possivel achar exemplo entre muitos de que 
indícios do que o analista auterdade na administração 
politico paulistas Mauro das finanças não é mais 
Guimarães chama de "pré- impccdhc• p,Hcl um 
racionalidade" coletiva da administrador publico vencer 
sociedade votante. uma disputa eleitoral E não 
Cada Estado tem uma se trata de uma exclusividade 
história diferente e é arriscado paulista lasso Jereissati 
busca alguma coerência ganhou a quar1a clc1çJo 
nacional num clci1orado que seguida no pnhrc hlado 
derrolou Crislovam 13uarquc nordesllno do Ceará pela 
no Distrilo Federal e elegeu excelência de ua gestão. e não 
Olivio Dutra do Rio Grande pelas concessões à demagogia 
do Sul. /inda assim. tentando Em outro biado mais pobr, 
evitar o risco da gcneralit.açào ainda. a Paraiba. José 
grosseira. é possível encontrar Maranhão teve mais de 80% 
alguns ponlos em comum lanto dos I otus Ia lidos e elegeu l 
no ortc como no Sul. O que dos I2 Deputados da bancada Sul. muito distante de A lagoa, 
ocorreu com o escândalo dos sem dc,cumprir a I ei Camata. 
precalórios foi exemplar. Os que proibe gastar mais de 60% 
políticos agiram de forma do orçamento no pagamento da 
corporaliva ao se eximirem de folha fun,iunal. cm hora o 
punir gestores que Estado seja praticamcnle o 
adlincalharam a Com1i1uiçào único empregador. 
o eNericio de seus mandatos. Num Estado mas rco. 
sistema tributário que desincentiva quem Os ekitores. cni:io. não mas nem por isso mal' 
produz. Da a reforma tributária, que d esperaram o segundo turno desenvolvido poli1icamcntc. 
urgrnlissima. 	para cxlinguiresscs mandatos. o Paraná. Jaime Lerner. que 
l·. por úl!imo. com a Lei dei esmagando Miguel Arraes. em tem reconhecida dificuldade de 
Responsabilidade Fiscal. queremos assegurar Pcrnarnbuco e Paulo Afonso 
que a União, os Estados e os li lunicíptos vivam Vieira. em anta Catarina. sob 
dentro dos seus limites. 
Não podemos mais continuar com um 
Faço um apelo ao Congresso: vote as 
reformas e o programa de estabilidade fiscal, 
em regime de urgência. Quanlo antes essas 
mudanças forem fci1a,. mcnor scr.í o seu cuslo 
e mais rapidamente baixarão as taxas de juros. 
aumentarão os investimentos. serão gerados 
mais empregos e o Pais rclomar.i sua trajetória 
de crcsci111c1110. 
Não existe nada pior para o País do que 
as taxas de juros em vigor desde que a crise 
in1cmacional começou. 
Elas prejudicam a produção e as contas 
públicas. Quanto mais dcprcssa vocc vohar a 
comprar a prazo, com juros mais baixos. melhor 
para l'OCC e para o Pais. As medidas que 
estamos propondo são para acabar com o 
llagclo dos juros ahos. 
Elas foram desenhadas com a 
preocupação de preservar, tanto quanto 
possil cl. o setor produlivo. A agricultura. as 
cxplor.,çõcs. o setor de bens de capi1al serão 
menos afetados. 
O programa cobrará mais de quem pode 
mais. E menos. de quem tem menos. 
e implantarmos o programa de 
estabilidade fiscal com urgência, já no inicio do 
próximo ano viveremos novamente sob clima dc 
tr.mquilidadc e de confiança na economia. 
O 8rasil sair:i fortalecido da crise 
i111<:rn:1cional. Continuar.i scr. um mercado 
atraente para investimento. Retomará o 
crcscimcnto e a geração de empregos de que 
tanto precisamo . 
Fui eleito para defender o real. preservar 
o poder de compra dos assalariados e pro1egcr 
nossa economia da ameaça dos capitais 
c,pc'Cubti,·o;;. ParJ prosseguir nas rcforrnas quc 
os brasileiros querem e o Pais precisa. E para 
ampliar os programa sociais que estão 
construindo um Brasil mais jus10. 
Não abro mão desses compromissos. 
No vacilarei cm cumprir a vontade do 
povo brasileiro". 
uma avalanche de votos. Em 
Alagoas. Divaldo Surugay não 
conseguiu urna cadeira na 
Câmara dos Depu1ados. 
O ex-Prcfcilo Paulo 
Maluf podia ter sido a 
exceção. pois passou pelo 
primeiro 1urno com razoál'cl 
folga sobre o scgundo 
colocado, Mário Covas. que 
quase não chegou. 
ultrapassando Maria uplicy 
por pouco. Maluf é um caso 
à parte. pois seu eleitor 
admira sua capacidade de 
empreender. i rn portando-se 
pouco com as I ide ranças que 
ele pratica no campo da ética. 
Essa torcida cativa tem 
número suficic:n1c para levá- 
se cxprc;,ar. pas,ou corno um 
lrJtor sobre Roberto Rl'quião. 
que fala muito hem. mas não 
dispõe du mesmos currículo 
administrJt11 o do adi cr,:ino. 
Pdo visto. a lab1a ainda i.: urna 
boa arma. mas não resolve 
mais eleição nenhuma. 
Tahcz mais importante 
do que isso tudo tenha dilo a 
desmis1ificação de muitos 
politicos tidos corno 
irnbatilcis. os "bons dr urna··. 
Em São Paulo. Orestes 
Qui.:rcia. que se orgulhava de 
ganhar todas. rccebcu um 
passaporte para a 
aposentadoria com uma 
votação humilhante. Em 
Goiás. Íris Rczcndc foi 
despachado por um deputado 
pralicamcnlc dcsconhccido. 
e bom som a boa nova de que 
ninguém se pode considerar 
dono da vontade majoritária do 
eleitorado brasileiro. A 
ohgarquia de Palmeira, Collor 
e Suruagy. que levou a penúria 
a extremos em Alagoas, foi 
varria do mapa com a eleição 
de um socialista, Ronaldo 
L.essa. cuja gestão municipal 
em Maceró foi a faisca de 
ignição para o triunfo do 
LIJdo. ldên1ico raciocínio 
pode explicar a apertada, mas 
significa. 11tôria do P r de 
Oliio Dutra. Tarso Genro e 
Raul Ponte no Rio Grande do 
cm riquc,:a económica e 
tradiçJo política. 
É verdade que o grupo de 
Tasso Jereissati se prepara para 
rnmplc1ar 16 anos no poder. 
mas, em seu caso, o voto não é 
de conwn ação. e. sim. de 
gratidàn: a qualidade da gestão 
1ucana no Ceara é pública e 
notoria. / reafirmação da 
dinastia carlista na Bahia com 
Cesar Uurges. apôs a morte do 
herdeiro Luiz Eduardo. da 
mesma forma resul1a da 
transferência de poder e de 
prt:sligiu dc Anlônio Carlos 
para o E>tado. O eleitor baiano 
não discute os métodos 
he1erodoxos do soba. 
simplesmente por ser deles o 
maior b.:ncficiário. 
O atraso polílico largo 
seus filholcs em pontos 
estr..ité-gicos como Minas(] lamaf 
Franco). Rio (Anthony 
Garotinho) e 13rasilia (Joaquim 
Roriz). Essas exceções 
confirmam a regra geral da 
eleição saneadora e austera e 
dei cm scrYir como argumentos 
na luta contra o sistema eleitoral 
e a legislação partidária arcaicos 
que as produziram. 
Ramez anuncia aprovação de US$ 60 
milhões para o gasoduto Brasil-Bolívia 
"O gasoduto Brasil-Boliviaé uma das obras 
mais importantes de infr.1-cstrutura do Pais e 
pn..-cisa ser concluída". / afinnaçilo é do Senador 
RamezTebet(PMDB-M )logoapô aCorniss5o 
de Assuntos Econômico do en:ido Feder::tl 
autorizar a contratação de operação de crt.'di10 
ex1emo no valor de 60 milhões de dólares par.i 
financiar pane do projeto de construçiio do !!:ISOduto 
Brasil-Bolívia. A matéria segue para votação no 
Plcn:írio j:í oorn pedido de urgi:n ia aprovado. 
De acordo com Ramez TcbeL a opera ão 
de crédito aprovada esta semana pelos 
Senadores ser:i feita entre a Transportadora 
Brasileira Gasoduto Brasil-Bolívia ~ o Banco 
Europeu de Investimento (BEI. O prazo do 
financiamento é de _o :inos. com período de 
dcsérnbolso de cinco anos após a ay in lura do 
contato. O pagamento do principal. de acordo 
com a proposta aprol'ad:i. seni fei10 cm 'O 
parcelas semestrais, segundo que a primeira 
vence no dia 15 de dezembro de 2003 e a última 
no dia 15 de Junho de :!018. 
egundo lbrnez. o gasoduto ira propiciar o 
desenvolvimento de um mercado intemo para o 
gas na1urol. "uma fome de energia limp:i e 
ccológ ica". diversificar a rrotriz energética brasileira. 
além de ;uender it crescente demanda de energia eh<; 
regiões Centro-Oeste e Sudoeste do País. 
"Com energia forta e de bom preço. 
E tndos corno o meu Mato Grosso do Sul 
finalmente irão deslanchar o seu 
desenvolvimento pois será possivel beneficiar 
'"in loco" as nossas matérias-primas que s.'!o 
industrializadas em outros centro. Com a 
:igroinduslrializ.açào, estaremos gerando 
empregos no próprio Estado ao invés de 
"exponannos" essas vagas para outras unidades 
da Federação", enfatizou Ramez.

, l)  1 I J.JH  - HLL 'IS f  - MS- 30E SI DE OI l'.mo f) 
ú 
tncf J@lffl 
 1 .11111.11.1,1 l>r11l,!,d111c 
em aumentando sua clentela, 
'ta4s ao olmo atendimento 
dos proprietartos e 
tunonaros E ta localizada a 
Rua Bato do E adario, 1rente ao 
Ficou para o Garoto Primnvuo do A. Joao. Ju/1a11a Sique,ro Afonso  ci., (,
111111
,
11
;
10
, l<1urciro 
ESTÓRIAS QUE JS 
UE GAS CONTAl:l 
Em breve estar:'! circulando pela 
cid:idc, o livro do Diretor de,tc, cirnlo 
d e e o m u II i e a ç ii o, E ser i to r lald 11 
Pereira, que jú , en,leu qua,c 1000 
livros, antes ela noite de a11t11:.:rafo,. 
vivremasseevkcoe 
Quem c11111pleto11 111ai., 11111 11110 
de 1•ida, 110 dia 23 pp.,foi" l 'crcador 
11 a II rio Pc reira, ti a cidade d e 
A11/011io Joiio. Parabéns!! 
II /J CJ IJ GAROTA EST 
~ AI olRl _) ilua 
Cheando em Antonio 
Jp:10. hn,pcd.:-,.: no 11() II· I 
li ' 1 ( )tllllll píêll',, 
comida caseira ' 
t·,t.1c·11111.1111, nto p1úpr1<1 O 
atendimento é personalizado!' 
DROGALIWE 
ep1U1tadio Orro 
l{'ri11·c11,1111"' e,te "'f"'I'" para 
parabeniar o /)cp11tudo Roberto Orro pda 
"'" r,·<'l<'Í'1io. Orro ,c111pn· traha/111111 por 
H,•/,1 r 'i,tu, rt'l11 Rc;;i1i11 S111/11e.,t<'. Que Deli 
lhe ilumine nessa nova jornada politica! ! 
O Diretor deste 
Jornnl, lv:ildo Pcrcir:1, criou 
v:irias folhinh:is com a, 
beleza da noss:1 rcgi:10: 
Porto Murtinho. Bela 'ist:1, 
0onito, Jardim, etc ... 
Aguarde um rcprcscnt:rnk 
comercial cin su:1 residência 
e v:1lorize o que é no,,o. 
Estão lindas!! 
D,a l 4 1k ''" ,·mhru acontcccr:í no 
Ginásio de E sportes de Antonio .Jo:í.o, um 
,c11,:1c11111:1I ll:iilc com o Grupo Zingaro 
11un1a pn,moç;111 do .f' ,no do Magistério do 
r.il lnreir:1. !arque cm sua agenda. 
Prefeito Gariba d· j o 
- :,. 
• 
Zeca é eleito Governador __________ ___, 
l 
- J 
O companheiro José Orcirio do, Su11tt>r, 
foi eleito Governador do Estado, com u111a 
,·a11tage111 cs111agadora dt! ,·oto5, inclIHll't.' e111 
Bttla 1 'tlta. O po,·o entendeu a mensagem do 
Zeca e optou pela e/rapa ,JUDA ,IS. A e/rda 
do PT bril/rou e esta1110s torcendo, que II p11rtir 
de 99 o Estado de ,JS possa começar a hrillwr 
110 cenário político do nosso querido Bra,il. 
Ao Zeca deseja1110s sucesHH, 
discenrim<'11lo e que Jesl/S o abençoe llt!He 
---- 
-0 
taria o 
1 ,1 ,. ,, , t f I 11 l l J I J / I f/
11
1
11 ª" 
lado), fui eseothulo u Garota É audantil de 
, ,n ,/ ,r //Ili f•IC/111" < flt'( //1/ 
•• AGRANTE 
/ 
/J,, J l fL 1 'ar t !,,, lhono ,, do ice- 
/'re/c'tl,1 /Jr <1t·r.
1l,lo lf11ro1rr1, lltl t:tll11JJ(lllftll 
{JtJ/,/Í( 11 f1l1' / ,Íi/ 
Ell/!' DESTAQUE 
Sc:te 
Rcf.:>.o 
ovz 
Te!era 
 !.u:c:t. 
L.ltlcc. 
grande desafio! 
I 
Q11en111:ilitou <.t111110,/11 Uforç-,H llc:"\t! 5'1,!111:tÍo 
turno foi o Dr. Carlinhos de Antonio João, que 
trabalhou incansavelmente f ·[ei . d 
< flt! li t' elÇUO /J 
companheiro Zeca do PT, pa G +d 
• • 'ara aoverntt 'or ... 
o 
• .YJ ll!J/-, 
OvTs 
ll 4Qf:ÃO 
Fones: 439-1176 / 1803 / 1495 fflli uit·•oa".; 
rijifrn lfiil'ffi'ffl TTIETTTEEE r.r. r:il :f:iffll'ffilt-M • 
::>i'> Repraun,tc..,..te Moto Sasuky; Mo!Jiútes Tas 
>>Vertas de RepU-UÜJ$ pa,ra, litckút(I.$, m.ctoi: 
y r.ui.toc/.c/.etO,$ 
zs:i . oa - epresen ante ger 
Lummas VaJentina - WO38-l01 
• Caic,:as rangler; 
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,~ " ,
1 
Par~ ~rngucl e Da La. u'nha 
1 • C ngcr e Marcyn 
, a_mloas Hr. Vig Serau 
Cuec !l Lurnbre

JOH , L l I lHI 
Getúlio 
dosque 
K') ILlH - BFI 
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· HI L ·s I DE OI l BHO DL l .CIC) 
pa ama candidatura 
ilitânc a do Yf e à to- 
( omo e do conhwcmen 
11, d 1t,J 1 .i popul "• 111 dL lh l.t 
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1 ,. d lt u 1111c 111 d11 pro• 
li.. dlkÍlld,d(llfllllll,.i"I 
~·h.1111.'., p1r-J o (111"1.JllO tio 
1 ,, ... 1c,. e 1c .111". ,,  tador 
<,.iul10 1 11111 1 lho, mestno 
,· .1.,nJu I ii1.111t, ,111 l'I 1 dela 
tou apoio ao então pre-cand1- 
1
1.,111,1 t11l crn,,tl,u pclll l',1rli­ 
d,1 ,li" 11.,h.tlh,tdorc,, lo,c 
o,, 11111 11rand.1 dll, 'iJIIIO, 
0 ll•tJ d<1 I' 1 
No mes de ,JhJ il p.1·.,,1- 
do. c111 uma 1cu11i:10 11:1 < ,i111.i- 
a Municipal, com a presença 
úc /ccJJ th> I' 1. ,, Vereador 
C,c111lio 1 11H> l·tlho dccl,11011: 
".'il'I ,•/ li/Ili 11111 ,o/rfor/fl 1'//1 
eu exército, precisamos de 
mudanças e de renova@o 
'" ''"' r,r{lc/U, ocrcdttlJ l/lH' (I 
/'1'11/Jll'((I /,OJ(' tltflll ll/Jl'L',l'II· 
{oda, por Íl'('(I "" J' f ,Cio rt'- 
11lme1tl4' ,li.: m11dt111ç,i, CJIH' ,ú 
d1t.'Jl11r,io com .,w1110.,.u· como 
C,o'i'' nador de Mato (iro., ,o 
''" ul Pode ter certeza teca. 
eZeca 
R Il1l 
em 
hn pn.Hninci:unf..'ntn ll,l u1- 
b1111:1d,,C;i11wra fll1nicip.1l.11a ~,­ 
são ordinária da ultima segunda- 
1Cirn. d1:t Jó. tl Vcrc,H.lor Hcnato d1.: 
uz.1 Rosa (I' 1 O). que 1.1111l><:m é 
prc,ide111c da Ewrn1i, a~ lunicipal 
do Partido, voltou a condenar as tra­ 
di io11a1> fonnas de ,e fa,cr p-1l11i­ 
c:1 qu,:. 'tl'gumlocl1..-. h:l m1111n tem­ 
po ,..:m ,i:mh, prauc.ul., p,,r IH1'- 
1 ·,,rc111/t1r <,~111/111 / 11111 I 1/1111 - l'I I. 
/'11..'CltJIIJIJ. d,· (Jll,1!1t1· wn·,, 110 
f'Ullflt.'11 dt• llll'CI 1dt:/c/ f",r 
to pode contar comigo ot1 
llllll ""' 'tJJl/f'olllh1•1rn t'/11 /111 
jornada" 
Na sessão ordinaria d.a 
Ci111.ir.1 ~l11111cip.il rc•.il11,1d.1 
no ültimo da 2o, o Vereador 
C,dúlio l.i110 hlh,, c111l>1<111 
que depois do surpreendente 
2 lugar obtido no primeiro 
1uri111 d.1, i.:lt..·1l(1i:"-. pelo l'..Hl­ 
did.1111 /cc,1d111' 1, 1111111.1 !!Cll· 
lt..' , ... 1111.urpu1,1u .1 mil1t;iw.:i.1 
dn P.11 tido. t.jll! P·""ºº :l 'il.'f 
li.li llldd,1 por p1uh:-,..,1,rc,. alu­ 
Jh,. (Ollll'H.'1,11111.':-.. tUlll.lOlhl­ 
tios publos munt14is. cs- 
sos polittos 
O Vereador lembrou que 
,cmpn.: prq;llll ~l d 11,:,l .'. ,1 Lf'II 1..· 
ção de prineipos na polittç.a, úlll· 
denando as praticas eleittr» ne­ 
fastas, como a compra de votos, 
preses, ameaças. etc.. "Disso 
o, comp.111111..·11(1-..  t.:rl.';utt11c, ,.H, 
testemunhas, como tambem são 
,,1hcdon:, ck q11t.: nada te .1 et 
Ir V 
com supostas compras de votos 
Ih' ;11111'.!,, ( ·,h-.tlll Jc lkll,1 'i,1.1 
l'.11.1~u;11. dui.1111~ ,, 1 lllfllll d.1-.. 
eleições proma» passadas, mn 
entanto, estou sendo processado 
soba atuação de ser o chefe ou 
o coordenador mor dessa aludida 
compra de votos, atitude que, 
como todos sabem, não taz parle 
da minha mdale ressaltou lena- 
----- 
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ti 1os de e pie nenhuma. 
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a hdat to reconhecida­ 
"''l ,_ ., ,n,11, llumJIJc. ,1m­ 
plc, e pr,llll,]Oll'HIC Slnl nc- 
11lrn111J c,1rutur,1 IÍllJnccir-1 
' l cttl,I essas pessoas podem 
a cons,dcr,1d,I verdade1ros 
1111l11,rn1c,. porque huCMJm 
um ide.d. 111depcndcn1nncn1c 
de hcnd icio, ou , ,int:igcn, 
1111ed1,11.1,. ma, ,im por c'l,I• 
rem i11,.11i,fci1,1s com o rno­ 
mcnlo poli11co que c,1av,1m 
, J c11do" cnf'.,ti/OU Gc1úlio 
1 1110 1 ilho. arontando o rc,ul- 
1,,Ju Ja, urn,1' como o m.,ior 
exemplo desse fator. 
O Vereador aprm c11ou 
para rcgllrar seu, agradeci- 
íl 
r .. ·: 
, , 
d ti- fa 
/n, d, 
lo d, e o 
,úd,Jr1~ l• e 
<,.1nh.ild1, 411:. ,e •unJo t,c:u- 
1:o, apc .,r d." r1c,,<'>c, que 
rc,ch ·u d,1 ,,utrJ coli • ,jo, 
abraçou a candidatura de Zeca 
do I' r "1 udo "'º com lcrlc- 
s 
Ili de Souza Rosa 
"Venho aqui pedir que nó,. 
L011Hl ' crf..',t<Jorc~. faç.1111os. algu• 
111.1 cn,,a par..1 mudar as formas 
Jc se fazer politica cm Bel., Vi,- 
1:i. porque ma" uma , l.'L , imo 
.,contt:ci:r tudo aquilo que condc- 
11.mw, e que ferem frontalmente 
a legislação eleitoral do no,,o 
Pais. como compra de , otos. 
ameaças, brigas, intrigas. enfim . 
. 1 m;iion:i dns Vcrc:idon! -,ão sa­ 
hcJorc; do que aconlcccu no úl­ 
lllllO d,a 25 de Ou1ubro", afirmou 
Renato. Segu1Jdoo Vereador. que 
é médico. mesmo estando de 
plantão no úilimo dia 25. no l los­ 
p,1.11 S:io Vicente PauiJ. ,ó tendo 
saido para votar e visitar seu ir­ 
mJo que foi preso sob a acusa­ 
ç-:10 <lc c:,tar tr:rn~portando dci- 
1nr. apc,ar d,, eleitor ser da ci&.1dt.: 
de Oour.1dos. ficou ;;;ibcndo d'1S fal­ 
c;,trn:is e da coisas tcrrh eis que 
aconteceram nessas eleições. "Gra­ 
ças a Deu,. como dis e o Senador 
1 údio Coelho. procurando a paz 
,tx:ial. ajustiça e o dcscn, oh imcn­ 
lll. mudou-se alguma coisa no Es~ 
lado, cm n:bçào as disputas elei­ 
torais". obscnou Ren:ito. 
"Nesse sentido, conclamo 
/,11r,1 lt1rt,1k<.:cr ,.und.l m,ll o, 
<.:ompron11 ,,o, do (1ll cmJdor 
eleito, para com o nosso Mu­ 
nicipio" afirmou Cic1ulio O 
Vereador pefelista também 
pediu o apoio dos demais Vc­ 
readores, da bancada do 
l'.1Dll. "p,irJ que possamos 
trabalhar juntos. em beneficio 
da no-....i c1dJdc. da no55a gcn­ 
lC e: do nosso Estado, po,, en­ 
tendo que devemos fazer po- 
r o 
' 
r,l ., 
J ! Ili [I, 
frtnk o 
novo lderes e os rHl os poli­ 
tuo que lo urir, certa- 
111 111c I< r.10 de ler c11111<111<1flc 
._l Cl!Ll e a conduta e,emplar 
nn lrJIO d! u,i,,t 1wbl1c,l, ror­ 
<JUC '"" o r,>,o Chi.! c,1d.1 ,e, 
m,11, poli111,1do e 111.11, con,­ 
c1cn1c d.1 1rnpor1.111c1J de ,cu 
p.1pcl IIJ pol111cJ. l rnho ccr- 
1c,,, qul.' J clc1~Jn cnccrr.,<l.1 
no último d1.1 25. t'r.1 um 
marco hi,tóm:o cm nos:o Es­ 
tado. prin 1pal111e11tc pJ1.t os 
politico, .11u.11,. rnu110, do, 
quats certamente tcr:lo ck rc­ 
, a pnnc 1pio,. po,1çõcs ccrn­ 
du1.i, e 111,wc1ra, de se fo1✓er 
poli11ca" cnlJIJ/011 Gelulinho. 
lUI rr V 
s políticas, 
o 
ec1mentos 
Vereador Rena/o de Sou:,i1 Rma - PTB 
os companhe1ros Vereadores a ma honc,ia. denlro de principias 
buscar no,a.; lideranças e no,a~ d1cos i: morai:... sempre prcser- 
formas de ,e fazer poli1ica_ sem >ando a paz social. Daqui para 
as práticas condená, eis do "toma frcnlc vou lutar com Iodas as mi- 
lá dá cá" e de fa'orccimento, em nha, forças. para que isso acon- 
troca de votos, temos nomes hon- tc-ça realmc111<: cm no,sa.cidade", 
rados dentro de todos os partidos assinalou o Vereador Renato de 
de Bela Vi la. temo, nomes ma- Souza Rosa, que r<.-cebeu os cum- 
ra'ilho,o, no meio de muitas fa. primemos do Vereador Ge1úlio 
mil ias bela, is1enscs. com condi- Lino Filho. do PFL. "por seu 
ções de fazerem política de for- oportuno pronunciamento". 
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, "'' I J J' ll'l , 1·). l·HO, "f J·,IJL - BELA VISTA- MS- 3O E 3I DE OUTUBRO DF 1.098- PAGINA-O6 
J) «. { » 
feitura Municipal de Bela Vista-MS 
ecreto N 1046/98 
Pr fito mm 29/09/98 
losé Garib ldi da Roa Neto, prefeito municipal de Bela 
Vista. f tado de Mato oro o do Su! u ando de sua: atribui 
{0e qu lh lo contendas e de acordo com o dtsposto no Aru 
o 43 da lei Federal n 4320/64. 
íhcn 1.,· 
t }) Nos termos d I lu 1tllllllp.il ll 10 IO de 18/I ~ 
97.fica aberto um credito adicional suplementar conforme Inciso 
II do par&prato I do Aro 43 da Lei n 4320/64 no valor de 
J{ ~ 1 0íJ0.00 t l um Mil Reais), do orçamento programa do muni- 
e1pio para 199ka saber: 	0307021.2.012 - Atendimento ao cerimonial e eventos 
02.llll- J.XJ. t 1110 	3.1.3.I- Remuneração de serviços pessoais R$ 900.00 
o 4.12-Fundo Municipal de Assistncia Social J 1.2.0 - Material de consumo 	R$ 2.900 00 
158147.2.610 - Manutenção do fundo municipal de as- 0307023.2.013 - Divulgação Geral do Municipio 
sisténeia Social 	31.2.0- Material de consumo 	RS 1.000.00 
3.1.3.2-Outros serviçose encargos........................R. 1.000,00 J.1.3.1 - Rcrnuncrnçio de serviço pessoal............... R$ 2.400.00 
,il. 2 )· O, recursos para cobertura do crédito adicional 0309040.2.014 - Manutenção da assessoria de planejamen10 
suplementar do que se trata este Decreto. correrão à coma da J.1.3.1 - Rcnnmcraçào de serviço pessoal RS 900.00 
,q·ui111c Jot.1,~o mç,1111cnt.iri,1. 	1.1.3.2 • Outros serviços t: cncargo;.. R$ 900.00 
02.00-EXEU IVO 	·07.01 - Secretaria Municipal de Fazenda 
0412- Fundo Municipal de Assistência Social llJ0702 l .2.030 - Mamllcnçilo e opc:racionalilaçilo da secretaria 
15& 14~7 .-.6 l O - 4anutenção do fundo municipal de a,- 3.1.2.0- M,1teri,ll de con umo 	RS 5.000.00 
,is1fnc1.l Social 
).1.2.0 - Material de consumo...........«......................R 1.000,00 
/lrt. 3º) - Este lkcre10 cntrar:1 cm vig,1r na data ck sua 
publicação, revogando as disposições em contrária. 
ela Vista Ms, 29 de Setembro de 19911 
.JOSÉ GAIHIIALDI DA ROSA NETO· !'refrito ilunicip:tl 
º1048/98 
Gabinete do Prefeito em 30/09/98 
José ,aribaldi da Rosa Neto, prel'eilo municipal de Bela 
Vista. Estado de Mato Grosso do Sul. usando de suas atribui­ 
ções que lhe s:io conferidas e de arnrdo com disposto no Artigo 
43 d1 Lei Federal nº 4320'6.. 
DECRETA: 
Art. )- Nos termos da Lei Municipal n I0.  de 18
1
12' 
97e d,1 1 ei llunicipal nº 1061 de 18
108198. lica aberto um 
rédito adietonal suplementar conforme inciso:I do parágrafo 
1 º lo ,rlil,tO .3 da l ei n 4320.64 no , alor de RS 258.000.00 
(Duzentos e Cinquenta e Oito Mil Reais), do orçamento progra­ 
m.1 do municipio para 1998 it saber· 
02.00 - t::'.EC'l'Tl"O 
• 07.Ul - Secretaria Municipal de Fazenda 
0308021.2.030 - Manutenção e operacionalização da secretaria 
3.1.3.2 - Outros serviços e encargos......................... RS 5.000.00 
• 09.0 l - . ecretaria Municipal de Saúde 
1375021.2.040 - Manutenção e operacionalização da secretaria 
3.1.1.1 • J'eç,0.11 ci, il.. 	RS 30.000.00 
• l l.l11 • Secretaria ;lunicip:tl de l'rumu,~n Social 
1 07021.2.050 - l.muten,;:in e operacionali1.1,;ào da secretaria 
1.1.l-Pessoal civil 	RS 25.000.00 
. 1581476.2.054- Programa de assistência social geral 
, 1.2.5.9 • Auxílio carenlc 	RS 1.000.00 
. • 13.01 - secretaria Mun. de Educação, Cultura e Desporto 
0807021.2.060 - Manutenção e operacionalização da secretaria 
:: 1.1. 1 • Pessoal ci'il.. 	RS 25.000.00 
31.2.0- btcrial de con,umo 	RS 10.000.00 
3.1.3.2 • Outros serviços e encargos RS 10.000.00 
0842188.2.06 - Manutenção e desenvolvimento do ensino fun­ 
damental e valorização do magistério 
3.1.1. 1 • Pc,.soal civil.. ~ 	RS 60.000.00 
0847427.2065 - Programa de merenda escolar 
Praça Rlos 
(@67) 
3120.Material de coramo 	R$20 000.00 
• 1501 -Secretaria Municipal de iuão, Obras Serviços 
Públicos 
1O070212 070- Manutenção e operacionalização da eretara 
3132-Outrosservwose encargos....... ...... R$2.000,00 
• 17,01-Encargos Gerai do Município 
0307021.2.080 - Encargo com pessoal 
l 1 1 1 • l'l 0.11 (:J il .. . . 	R.$ 70.úO0.O0 
rt. 2)-Os recursos para cobertura do u«hto ad:cion.11 
,upk 111cntnr do que se trata este Decreto, correrão à conta da 
seumnte dotação orçamentária 
112.0ll - EXt-:CtJTlVO 
• 0J.01 - Gabinete do Prl'fcito 
• 0IJ.01 - Secretaria Municipal de Saúde 
1375215.2.041 - Curso de aperfeiçoamento ele pessoal 
3.1.2.0- Material de consumo 	RS 900.00 
3.1.3.1 - Renumeração de serviço pessoal RS 900.00 
3.1.3.2 - Outros serviços e encargos RS 900.00 
1375428.2.0. 1 - Aquisição de farmácia bisica 
3.1.2.0 • Material de consumo 	R$ 1.900.00 
4.1.2.0 - Material pcm1ante 	RS 900,00 
1376•129.2.0.2 - Campanha de vacinaç:lo. saneamento básico e 
vigilincia sanit:íria 
3.1.2.0 - Material de consumo 	RS 
3.1.3.1 - Remuneração de serviço pcssoal RS 
3.1.3.2 - Outros serviços e cncargos RS 
..1.1.0 - Obras e instalaçõcs 	RS 
-1.1.2.0 - t-latcrial pcrmancntc 	RS 
• 11.01 - Secretaria Municipal clc Promoção Social 
1507021.2.050 Manutenção e operacionalização da secretaria 
3.1 1 . . - Diária 	RS 3.000.00 
3.25.3- Salúrio familia 	RS 1.000.00 
.J. l .1.0 - Obras e instalações 	R$ 116.600.00 
900.00 
900.00 
900,00 
900.00 
900,00 
158147..2.052 - Programa de assistência ao Indígena 
, 1.2.0 - laterial de consumo RS 
, 1.3.1 - Remuneração de sen•iço pessoal RS 
3.1.3.2-Outros serviços e encargos RS 
1581-185 2.053 - Programa de assistência ao idoso 
:;. 1.3.1 - Remuneração de sen·iço Pessoal R 
3.1.3.::' - Outros sen•iços e encargos RS 
1581.86.2.05. - Programa de assistência social geral 
3 .1.2.0 - 1-.1:rtcrial de consumo R 11.000.00 
3.1.3.2 - Outros scn·iços e cncargos R$ 3.900.00 
• 13.01 • Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Des­ 
porto 
0807021.2.060 - lanutcnçào e operacionalização da secretaria 
3.1.1.3 - obrigações patronais RS l 0.000.00 
3.1.9.2- Despesas do exercício anterior RS 900.00 
08.J 1190.1.060 - Programa de educação infantil 
3.1. 1 .3- Obrigações patronais 	RS 5.000.00 
3.1.1.-1 - Diárias 	RS 900.00 
3. 1 .2.0 - Material de consumo 	RS 
3.1.3.1 • Remuneração de serviço pcssoal.. RS 
3.1.3.2 - Outros ser.•iços e cncargos RS 
-1.1.1.0 - Obras e instaJações 	RS 
RS 900,O0 
1 
• 
Distribuidor Antárc:tica 
PAI#Ão NA.IófL 
CIDADES ATl:NôlôAss 
«etgcuaua, attcet&e, uttc@, 
tl.!.l.!.1.!.t.l!.l:[/i,. tutt, uuu, te ut&de 
l.!.1.!. t.l!.,f;:Lt, e li.l..:l!.lli, e!te L @ GEL@, = 
te ta, tteL , V LLLLIC 
o! 1ceiçãe,225 
UIDAUAIIA/NS 
1.900.00 
900.00 
-100.00 
900.00 
1.900.00 
3.000.00 
2.000.00 
900,00 
900.00 
41.2 /J - M d 
O lJ 199 2 i 
120-M 
08462242.061- 4 
lll HlllÍJ'IO 
3120-Mtenal de con uno 
3 1 J. l - Remuneração de servi 
313.2-0Outros rvi,os e encargos.. 
-l.1.1 O - Obras e in ·ai u,.ik, 
-l. L.20-Material permanente........... 
0847427.2.065 - Programa de merenda escolar 
3.1.3 2-Outros !>efiço,crnu1rgo, ... .RS 2 900.00 
08.J8247 2.06J - Manutenção das atividades cultuar ... , do rurucipio 
J 1.1.1 -Pesoalcrvl.... 	R$ 900.00 
3.1.2.0 - Mntcri,tl de con,umo . . .. . . . RS 900.00 
3.1.3.l -Rcrnuner,L Jod!!~cr.11,,0 pe, /),ti ......... R.$ 900.()(J 
3.1.J.2 - Outros serviços e encargos.................... R$ 900,00 
-l. 1. 10-0bra., e 1r1~1.1laçõe~ 	R$ J.900,00 
4.1.2.0 - Material permanente... .. .. . R$ 100.00 
0849252.2.064 - bnutcnçào do cn ino .:,pe 1Jf 
3.1.1.1-Pe,soalcitl 	R$ 
3.1.1.3 - Obri, 1 ões p.11ronais 	R$ 
3.1.1.4 - Oi.irias 	R$ 
J. l .2.0 - Material de comumo 	RS 
•• p 1 ººº·ºº 
R. 900.00 
.. RS 1.000.00 
... RS 900,O0 
. RS 9)().00 
3.900.00 
1.900.00 
900.00 
4.900.00 
• IS.OI· Secn'tnria Mun. de Víação, Obras e Serviços Públicos 
1007021.2.070 - Manutenç:lo e opcracionaliQçio da secretaria 
3.1.9.2 - Despesas do exercícios antcrior R$ 900,00 
4.2.1.0 - Aquisição de imóveis 	R$ 900.00 , 
1057316.1.070 - Constru i!o de casas populares. fornecimento 
de cestas básicas e material de construção e de lotes urlxmi:z.ados. 
3.1.3.1 • Renumeração de serviço pessoal RS 900,00 
J.1.3.2 - Outros ser.•iço e cncargos R$ 900,00 
4.1.1.0 - Obras e instalações 	R$ 900,00 
4.2.1.0 • Aquisição de imó, c:is 	RS 900.00 
1058021.2.071 - Manu1cnçào dos sen·iço urbanos 
3 .1.3 .1 • Remuneração de serviço pessoal RS 
4.1.1.0 • Obras e instalaçõcs 	RS 
4.1.2.0 - Material Permanenlc.. 	RS 
1058575.1.071- Pavimentação e drenagem 
3.1.2.0 • Material de con;umo 	R(; 900.00 
3.1.3.1 - Remuneração de serviço pessoal lü 900.00 . 
3. 1 .3.2 - Outros serviços e cncarg.os RS 900.00 
1058575.1.072 - Iluminação e urbanização de vias urbanas 
..1.1.0 - Obras e instalaçõcs 	R$ 900.00 
16885534.1.073 - Manutenção d.: estradas vicinais 
3.1.2.0 - Material de consumo 	R$ 
3.1.3.1 - Renumeração de scn·iço pcssoal RS 
3.1.3.2 - Outros scn·iços e cncargos RS 
-1.1.1.0 - Obras e instalaçõcs 	R$ 
4.1.2.0 - Material pcrmancnte 	RS 
• 17.01 - Encargos Gerais do Município. SAD 
0307021.2.080 - Encargos com pessoal 
3.2.5.3 • Salário família 	RS 15.000,00 
• 19.01 - Encargos Gerais do Município - SEF 
0308021.2.090 • Encargos com dcspesas de c:xcrcícios anterior 
3.1.9.2 - Despesas de exercícios anteriores RS 900.00 
3.2.9.2 - Despesas de exercícios an1criores R$ 900.00 
4.1.9.2 • Dcspesas de exercícios anteriores RS 900.00 
0308033.2.091 - Encargos com a divida municipal 
3.2.6.1 • Juros de dívidas contratada RS 900.00 
3.2.6.2 • Outros encargos da dívida contratada RS 900,00 
3.2.6.5 • Juros dc outras dívidas R$ 900,00 
3.2.6. 7 • Correçilo monetária sobre operação de crédito.RS 900.00 
Art.3º) - Este Decreto entrar:í em vigor na data de sua 
publicação. revolg::mdo as disposições em contraria 
<&uaraná íntarctica 
Csfe é o sabor CZJief 
900,00 
900.00 
900.00 
900.00 
900,00 
900.00 
900.00 
900.00 
Bela Vista-MS, 30 de Setembro de 1998 
. .IQSF, GARIRAf.,OI OA ROSA NF.TO - Prefeito Municipal 
<

DA 1· HO'.'.TElH, • BELA VIS 
- MS- 30 E 3I DE OUTUBRO DE 1.098 - PAGI A-O? 
Cidadania 
mdosran objetivo de 
educar, buscar a transformado 
do educando de agente social 
passivo, para um cidadão 
consciente, ético e equilibrado. 
Pensando nisso a Escola 
Municipal João José Leite da 
S1/va mais precisamente o 
curw de Geografia da 8' série 
vcspcr11110, aproveitou o 
pcriodo dn dcíçr o para 
promover debates a respeito do 
que poderia ser melhor para a 
vid,1 do idadão brasileiro. 
l'robknws como segurança. 
saúde, cducnçllo e moradia 
foram dcba1idos com 
prcocupnçio <.: seriedade pelo, 
nlunos em clirnn de rcspcilo ts 
mais diversas proposta. 
O resultado, no ponto de 
vista dos próprios alunos foi ele 
que a polilica é imponantc para • 
todos. promove e contribui 
para a intcgraçào da pessoa ao 
convivio social e 
principalmente, a acào política 
consciente do cidadão é força 
da existencia da democracia. 
Nossas condolências à 
familia unes pelos falccimcn10 
do Senhor Plácido unes 
(Ncnito), ocorrido na cidade de 
Bela Vista no dia 25 pp. Qu.: a 
familia enlutada aceite 
sentimentos de profundo pesar. 
iftradecemo§ 
A todos os fazendeiros da 
região do Alegre Y que 
contribuíram para o 
patrolamcnto d:iqucla csu-ada. / 
mesma encontrava-se cm 
péssimo estudo dc conservação. 
Aniversariou e comemorou com uma bonita 
esta surpresa, com a presença de amigos e parentes, 
a bonita Elismara unes Quintana que completou 
seus I S anos, no limo dia 02. Parabéns!! 
Farmácia de Pfantf o- t1ê.· de . 'ovembro de 19 
02-DROG RfA DRO(, 'l J'í 	5-r-. arlos 
Rua Barfio do Lad.írio e ntro 
• • 1 
11, 
i 
I 
1: 
11 
11 
.Bela Vista~ 
. ta 
- r 
. I 
;, 
1
1
1
~ 111rá <'lllllt'll!Oram/o o l"c111Í'erstirio neste dia /ºli/ 
la l>onita Simone Gomes da ,fota, na foro com o papai co­ 
ruja .-lbtlias Soares da Mota Filho, que também anÍl'ersa­ 
, ria 110 próximo dia 051/ /. Aos tinis, 11 esposa Rosana Go­ 
mes da Mota eu filluio Adalberto Gomes da ,Jota (Betin/,o) 
desejam toda a felicidade do 1111111<10. Parabé11s!!!! 
h com 
aro • 
1 
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U,J2 50 
0,45 55 
0.45 77 
0.55 125 
0.85 155 
0.85 155 
0,60 100 
0.96 215 
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Centro CEP: 7 	Av.Brasil , 5/N - Caracol • Naco Grosso do Sul

.JOHNJL THIHlJNA 1>. f·HOYTLIH. - BELA VISTA - MS- 30 E 3I DL Ol' J UBRO D' 
d., <)(,,,11111 111111,,,, rom n 
preena de mulas amlas e famt 
lares que foram abraça·la pela 
data 'Teladade// 
Festejou 
com omitas e familiares.us 
06 ans de ida com mula saide 
,, /1,c/,ÍPI. 11'1 tÍw '20 pp. 11 .lfll 
GentsDst O· Deus a coser­ 
e asim' 
já r,o dia 
'2& /OI om /nm//i()l/'. e om,,_ 
morou mais um mm de da a e 5,n 
hhe de ôouea Pereira. mae do 
jomalsto holdoP·reira 'Para­ 
bnsll 
Nossos sentimentos 
no., /nmih'nrm dn Ôrn êl?fl 
randa das )antas pelo seu fa­ 
lecimenlo ocorrido na semana pp 
0oa pane do povo e da 
cultura contcmpor:inca faz 
questão de assumir o fariseu 
da parábola como seu santo 
padroeiro. Santo padroeiro 
cuja moral malabnrista é La­ 
paz de trnnsfom1ar o pecado 
cm virtude e a virtude cm bo­ 
bagem. 
1111 dia I9 pp, a gatinha harina filha do mlm­ 
gado Jorge de Souza Rosa e Romia 
Os aJeptos de seme­ 
lhante cultura vão Jccantan­ 
do sua honestidade. mcsnw 
quanJo deveriam narrar 
suas ladroe iras 
scmikgali✓adas. Vão pro­ 
clamando sua justiça, mes­ 
mo quando ficam 
pisoteando os direitos alhei­ 
os. Ficam fazendo propa­ 
ganda de sua "caridaJc". 
mesmo se omitindo cm mo­ 
dificar as situações erradas. 
Ficam Jurando que não são 
.1Jultcw,. ia que o adulté­ 
rio não conste em sua lista 
Jc peeaJn, 
Desonestos. 1nju,tos e 
adúlteros s;io apenas os ladrcks 
de galinhas. os invasores de 
terras incultas. os vadios sem 
lar e sem endereços. os 
frequcntaJnrcs das sarjetas .. 
Mas esta é a civiliza­ 
çào do rouho impune. a cul­ 
tura da esperteza. a moral da 
scm-,er!,!crnhicc. a era do 
massacre dos Mandamentos 
ck lku,. ~ t:pot:1 c111 que os 
respeitadores do Evangelho 
nJo P·" ,1111 rk in •ênuo~ e 
,,tc de ,ub e, ,iv,,s 
l stamo, ,1sistindo às 
mais aradas tentativas, 
,!Os mJis patctico~ ,ubteríu- 
1os a fim de enterrar de 
urn.i ve/ o fanta,mJ do pc­ 
c,,do. tido mais como ,clho 
tabu imaginá rio. do que 
como mal capaz de 
Jcscstahi lizar a convivénc1a 
hurn:111n Fé por causa dis­ 
so que o sJcramcntn da Rc­ 
..:onc1 ilJç.lo foi po,to na ge­ 
leira, enquanto o di,:l do 
psicanalista estú cad,1 vc,. 
mais congestionado ... 
Ah. sim: o psicanalis­ 
ta! Contar a ele nossas an­ 
gústias de pecadores impe­ 
nitentes nào é humilhante. 
humilhante seria confiar 
nossa história a Cristo ... 
Confiar ao doutor nossos 
desejos de libertaç:io não é 
alienante: alienante seria 
conlíar cm Cristo ... 
De qualquer forma. csse 
tipo de moral farisaica precisa 
ser cvangclizaJo. Pois. é só 
introJuLindo na sociedade a 
mensagem de Cristo que pode­ 
rá nascer o homem , erdadci­ 
rarnentc livre ... 
Pc. Viq:ilio, ssp 
Igreja fvang~lica do Brasil 
Dia da Reforma 
"Fo Custo quem nos tu ne pa assa te pi/aa graça de Deus' 
Rm 5 1 (!JLHJ 
O Da310e Outubro é um da!top 'a 
lg' 	edevera et para cada nstA + e corrermo 
481 anos da#,+ ·a da I r !.ad pot li •~ w· 'O 
Po< tJ d0 ao de , 500 a ó ./ J .ç!to moral e tual da lgrea era 
muto grande A lgrea estava afastada da Palavra de Deus e mutas d0t 1as h» 
nas t,•han lor'lado o lugar dos ensnar»tos de Deus N e enano, $surgiu » ri 
padre chamado Martnho Lutero (1483.1546) que ao tu0ar a B bt,J PII blolJ os 
muitos erros eutentes e começou a combatê los For assim que no da 31 de outu­ 
brode1517 e'C0<,b.:odi51~sesoupor
1osprnc ,em J11aPa ,radeOl!t;s 
nAo cooco,ja,a com as doi.tr,ia5 c,,sw --s Aswn co<T•OÇOO a R~•vma da ~· • J 
Lu:1:10 la, ~ uodo e exp..lso da sua lgreya surg ndo enllo a lgre,a lu' ana 
Um dcs princ,pJ,s proo1emas cue se havia inl,11,aoo na lgre1a d,, a 
respeilo ao percao dos pecados A lgre1a pre1a,a que para cada pecado 
comet.do. o pecador prec,sa«1 lazer boas obras até pagá-lo Alé,n d 1so 
concebeu-se a poss,b,!,dade de pa;ar pelos pecaaos com é nhe,ro E 
esse pagarren10 era compro,ado com rec,bos do perdAo. chamados 1n­ 
dulgénc,as 
Nesse tempo Lutero descobtu na Palavra de Deus a palavra "te' E3tu. 
dando o 1.ro de R/anos Lutero leu que 'ojusto vvera por te· (Rm 1 17). Oesco­ 
br,u que e pea re que nos 1, mos operd~o p31a os nossos pecados Nào preosamos 
pagar mas r.aoa ~ cs •·ossos pecaaos re-n e-n é nre.ro ne-n em tas esmo 
porque nao cossegu111aMOs boas obras sur,c,eo!es para coem os mu tns pecadcs 
que co-ne!er,,ns e la· amos de Deus vn mer,t.roso Já que Ele d z ·peta graça sos 
salvos med:ar:e a 'e e sto não vem de vós e dom (presente) de Deus· EJ 2 8 
Quanto voce paga Q.aodo rec,;be preser:es? 
Pe'.a !e ace,tarros qoe Jesus so!•eu e ,r.orreu em nosso lugar par a pagar po, 
todos os nossos pecaacs A un,ca corsa q.e Deus espe•a de nos é que arrepernMos 
dos nossos e•ros. peça..-,os perda<> a Deus e acre".l.lemos que Ele é am01oso o 
sufioente para nos per::Joar e a1.rnar a urra ,,0:1 no,a t-..ormarmenle fa
1
amcs "Mu·to 
Obngado' quando ganhamos presentes O "Muto Obr·gado' que Oeus deseyi rece­ 
ber de nos e o s,ncero aese,o oe ag•adar a Deus com nossas palavras. ges'.O'S 
attudes enfm uma v.da onenlada pe'a Pa'a "ª de Deus 
Preosamos açadecer a Deus pc, ler co'ocado a lgreya no cam,nno certo, na 
Pala•,ra de Deus que é~ da·a e t;ue nos consola com a certeza de que. peta lé na 
obra de Jesus todos os ecssos peca1os sao pe•doados e fica ga,antda a salvaça<) 
eterna Somente pela te Arem' 
CZJra. êhsahele 91/calde Cfórres 
Fisiocerapcula 
CRE FITO 1-1003 - CPF 935200-129-91 
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1Co111·é11ios: Fl.,'SEX - Banco du Brasil; 
~ _:_Saúde Brade'!:._º - Top Saúde) 
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,) 9mportadora e Exportadora !tda 
-<.11,C;',Jll',:';~ 
>: Att'11tfi111t'11lo J'eteriutirio "pequenos 
e grandes animais; 
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