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068-I+vis/Ms- IA+ I4DE NOVEMINO DE 10.R o,Fundador - 
ADMINISTRAÇÃO JOSÉ GARIBALDI 
AUSTERIDADE E RESPONSABILIDADE 
O Estilo Zeca do 
A última palavra é a do Governador 
t.~,c comentfirlo !oi motivado pela noticia 
publicada no Jornal "O Progresso" de Dourados. 
011d • o Prclelto llraz Melo. diz que .ipenas o, 
Munlclplos 11,1 cll11ls11 com o l:sttJ<lo de São Paulo pedro Pedreira (da 11edaç,1ol 
·stao com as tolhas de pagamento em dia. graças Todos nós sabemos 
aos dividendos pagos pela CESP Não verdade. aqui que o "modo petblil de 
no Sudoeste temos dois Municípios cujas Governar e democrático. 
administrações são exemplos para as demais - BELA com liberdade para talar e 
VISTA e JARDIM 	pt1rt1 01mr. pMtlc1p<.1ç,io ela 
O, Pref ltos d• ela Vista - JOSÉ GARIIAL.D! DA sociccl,Hk. ela, bases. dos 
ROS/ !.:TO. e de Jardim. MARCIO MONTEIRO. estão companheiros. todos nós. 
provando, na prático. não no discurso. que com aqui 11<1 fronteira. tumbém 
amtcrlcladc e rcsponsabllldade pode se QCrcnc!ar um conhecemos o "estilo" dos 
Município sem que haja distorções entre as Receitas Miranda dos Santos. 
e as Despesas. 	Respeitam e gostam de ser 
lloje. vamos falnr de José Garibuldl • depois. nns respeltaclm Sem 
próximas edições. falaremos do Márcio. Sem dúo;-lda do1, unpo~ições 
nomes que souberam ajustar as tinanças de seus l!tl muita gente "por 
Municípios. apesar dos Incidentes de pcrcur;m (dividas ai". que apoiou o Zeca. hoje 
herdadas. diminuição de arrecadação. cobranças do povo batem as portas do futuro 
no tocante as obras. etc). 	Go-;-erno ex111lndo carQm e 
Garibaldl está Impondo. ou melhor. implantando um posições. Alguns até 
ESTILO sereno de administrar. o mais Importante. 11erando pressionam 
confiança e otimismo. fatores hoje necessários pílra se / verdade e multa 
atravessar os furacões das crises 	gente não vai QOStar. até 
Por principio. Gnrlbaldl tem como objetivo mesmooluturoGo-;-crnador 
primordial o pagamento da !olha cm dia. depois os _ um homem de parndo - é 
fornecedores. tlldo sob o controle rigoroso de sua "Pedro que O povo. os milhares de 
Ma Iam" de salas D. Ccllna Laranjeira Gonçah·cs. Secretária rotos que Zeeu recebeu. a 
de Fazenda. umo mulher equilibrada e que soube rnptar Qrande m,1ioria. não foram 
as vibrações clus mudanças. 	rotos dados ao PT nem aos 
Saúde e Educação. em Bela Vista. Já mereceram -:omunis1a, e demais 
elogios até dos opositores. !alando em oposição. esta na aliado; mas sim ao 
hora de &la Vista despertar para a novo realidade politica. candidato ZEC/. Josc 
não só no Munlciplo como no Estado O Go-;-ernador Orcino Miranda dos Santos. 
eleito é do PT. do qual Garlbaldl !oi e é aliado. E o estilo foi um fenômeno 
Garlbaldl se assemelha ao "modo petlsta" de governar. A Concordumos 
verdade e que hoje a cidade está no trilho. o trem moderno l.enclo os jornais da 
do progresso esta se aproximando. 56 é preciso wdos se capital. todos. 0 assumo é 
""" +	m o s soo» 4o 
CiclisMo M Bla isrA 
Entrada de Bonito 
Zeca do PT pede 
afastamento da 
assembléia legislativa 
Pedindo coragem a 
Deus para superar todos os 
desafios, o governador 
eleito. Zeca do PT. cm 
pronunciamento na 
Asscmbléi:i Legislativa. 
solicitou afastamento até dia 
31 dez.embro. do mand:ito de 
deputado estadual. primeiro 
e único deputado eleito há 
anos pelo partido dos 
trabalhadores _disse qu.: a 
experic:ncia na Assembléia 
Legislativa lhe trouxe 
maturidade por isso cspcr.1 
contar com a colaboração do 
pod.:r, de uma r.:lação de 
parceria e companhcirismo. 
O ciclismo apesar de não 
ser um esporte muito 
incentivado em nossa cidade. 
tem i'nrtcs adcptos. são os 
integrant.:s do Grupo 
Pedalando. 
:o último dia 'O o grupo 
com 4 atletas. Robson d.: Souza 
Cordeiro. David Sanchc 
 !arques. Luís Carlos Rahal 
Junior. lid.:rados por Moisés 
Sanches Marques. realizou uma 
viag.:m abr.mg.:ndo o ixrcurso 
Ilda Vista :i 13onito. com 
paradas cm Jardim e Guia 
Lopes da Laguna. Páginu-0-l 
Rua Eduardo Peixoto - 
Centro • Trutur pelo 
FONE: 975-8207 
Bclu Vistu/MS 
Secretariado Estão redondamente 
enganados os "ex-comunistas (não sao 
111ols'1) e ,1llado) a respeito do rcsulrndo 
da) urnas 11o10 lor<.1111 eles que receberam 
os t'Oto). foi PUR/ SOTE estarem 
navegando na Cíll10íl do Zeca 
/ disputa dos t1hados qunn10 JU) 
(arV,t>S no futuro Gocerno é m,11s do que 
ridiculu. 170U muls lonQc. dcccnam delxm o 
futuro Gucerundor escolher. ele mesmo o, 
lnte11ran1es do seu Governo A ul11ma 
pulavra é e dece ser do Goçernador. pois a 
ele caberá comandar o na 1110. no mar revolto 
do MS. cm busca do seu destino 
Fica upenas uma deixa. n<10 
apertem demais o homem. ele pode 
explodir. não confundam humildade. 
,crenldade. com fraqueza. o passado é 
pródlQO em lições. E não esquecer. 
também. dos 17010s dos pedrosslanistas. 
sem eles Zeca não seria eleito. 
ÜEPUlhDO ZÉ l EIXEIRÂ hPRESENlÂ 
tMENDÂS ÂÜ ÜR(ÃMENTO / 99 
'{ 
._ 
Deputado Zé Teixeira 
Estagiário 
O Banco do Brasil de 
13cla Vista/MS.. está 
cadastrando Univ.:rsitários 
para um eventual 
aprov.:it:imcnto como 
Estagi:irio(:i). É imprcscindivd 
que os postulantes .:stcjam 
cursando nível sup,.--rior e nas 
seguinte situ:içõcs: 
a) Estejam no segundo 011 
terceiro anu. caso o curso 
seja de trés anos, 
b) Estejam 110 terceiro. 
quarto ou quinto. 0110 caso 
o curso seja de cinco anos. 
A TENÇÃO: Os alunos 
que se enquadrarem 
fineza entregar no Banco 
do Brsil local, envelope 
contendo NOME, 
ENDEREÇO e 
TELEFONE para possivel 
contato, mencionando a 
palavra ESTÁGIO na 
frente do mesmo. 
O Deputado Estadual 
Ze Teixeira do PFL (loto) 
apresentou emendas ao 
orçamento de 1999 que 
beneficiam d117ersos 
setores que ão desde a 
área social até melhorias 
da malha iaria Entre as 
propostas. destacam-se 
aumento nas verbas 
destinadas à construção 
de pontes. prédios 
próprios e sistema de 
esgotamento sanitário. 
bem como casas 
populares. pavimentação 
asfáltica e recuperação de 
vias urbanas e Rodovias do 
Estado. manutenção ~ 
operacionalização de 
órgãos e aquisição de 
equipamentos. Páglna/03 
T 
Gm·er11ador deito ifrc111/o PT 
Vf:RBA Of R) 48.000,00 1 
o Hospital São' 
Vicente de Paulo r.:cchcu 
, ,rhci con,cguida pcla 
1 
Deputada Federal Marina 
Serrano no , alor do.: R$ 
48.000.00 fquJrcnta e oJln 1 
mil n:a1,J quc sc.:r.i 
1 
destinada a manutenção c 
aquisição de equipamentos. 
A verba veio através 
da Prefeitura que após os 
trâmites legais repassara 
integralmente ao l lo,p1tal. , 
D1ri:tor1J do l losp11al. n.i 
pessoa de sua Presidente Sra. 
, :-Vlar) Escnh.u. comumcou 
quc em breve publicará neste 
jornal detalhadamente item 
por item c ,.,:u.,, alol'L-:. ondc 
será aplicada essa verba que 
em muito ajudará o Hospital 
graças ao empenho e 
dedicação da Deputada 
Marza Serrano. A 
1 comunidadc hcl:ivistc'llSC lhe 1 
/agradece de coração. 
Senado aprova limite de 
gastos com Vereadores 
Com 63 rotos tarorareis e nenhum contrario. plenar1o 
acolhe a proposta original do Senador Espiridão Amun. 
que vincula o total do custeio dus <1tirldades do Pod,u 
Leislatiro Municipal a percentuais da receita 
Todas as C:imarJS lluni ipais podcrjo ler limite, em seu~ 
gastos. in luindo s.:il.:irio de Vereadores. de fun tonarios e dr cu.:.tcio. 
O plenário do Senado aprovou. p r 63 Olo, f;1 r:neis e nenhum 
contrário. cm primeiro 111mo. propost:1 de emenda onstir.u ion:d do 
cnador E,piridi5o Amin (PPB-:C) que fia percentuais maximos 
das receitas municipais para os gastos das Câmaras. Quanto mais 
populo o o :V,unicipio. menor er:i o percentual. - A pr posta é 
moralizadora e oportuna, Moralizadora por existirem Câmara 
gastando excessivamente. Oportuna porque é aprovada num momento 
cm que o governo federal toma providências para reduzir as despesas 
püblicas - Jfirmou o autor. Espiridião Amin. Para ele. com a npro ::iç....:o. 
o Senado, por iniciativa própria, dá sua :ontribação o ajuste fiscal 
A , otaçjo de segundo tur esta marcada para o dia 1 ~ 1 ~. Plii:J02 
Arroyo quer a desativação imediata dos Fotossensores 
Matéria na Página-03

.IJ 1 - I' (,1 
Senado aprova limite de ga e 
Com 63 votos.fovorcíveis e nenhum co111rcírio. plenário acolhe o proposto origino/ do Senador Espiridião lmin. 
que inc11/u o total do custeio das atividades do Poder Legislativo Municipal o percl'nlzwi., dane cita 
Todas as Câmaras 
Munlrlp,,h poder,10 ter 
limites em Seus gastos. 
111clulndo ,dli'lrlos dv 
ere,1do1c,. cl' 
llltll.'.i('llÚriO e ck (lt<'IO () 
pi •n.irlo do ScnMlo 
d!)íO'OU, por 63 VOI05 
ldVOf(l'CIS (' nenhum 
contrário. e111 primeiro 
turno. propn,1,1 ele' emendo 
constitucional do _ cndclor 
Esplridl[10 /min (PPl,-SC) 
que fixa percent11,11s 
múxlrnos clils receitas 
municipais para os !dSto, 
das .amaras. Quanto mais 
populoso o Munlc1pto. 
menor seni o percentual. 
/ propostd é 
mor,lllzadora e oportuna. 
Mornlt:adorn por 
existirem Cflmtlfc15 
11,1stando cxce,si,amcnte. 
Oportunü porque é 
t1pro,add num momento 
cm que o 110,·crno tedcr,11 
tomil pro,idências parn 
reduzir as despesa, 
publicas - ul!rmou o autor, 
í:spirldli!O Amtn. Pdra ele. 
com a aprovação. o 
Senado. por inh.:iatl,t.1 
próprln, clii suu 
contrlbulçiio ao ajuste 
fbcal. A ,OtílÇdO de 
segundo turno esi.Í 
marcada pi.lra o próximo 
dia 12. 
'ir [E 11..lfü 
Conforme a tabela 
aprovada pelos Senadores. 
as câmaras de ,crcadorc:s 
dos pequenos i\uniciplos. 
com até I o mil IJJú)ita!J.Le~ 
Roderão 2asti.lf 8'0 da receita 
municipa_l __ L1_n_çlu111do 
1 eceitas próprias e 
transferências) Nos 
Munllipimrlc• 10111ii,1,50m1l 
habitantes, o limite será de 
7 ,. C'ílln<lo pMc1 .Pr o, 
Munlciplm com pnpul<1ç;10 
1lCll11d de 50 mil (' lnferiQLc! 
109 mil pc,soa;, Pclí,1 as 
cidades que 1ê111 rlc 100 mil 
dlé 500 mil habitantes. o 
pcrccntu<1i liCêlrá em 5% De 
500 mil a um milhão ele 
hahlrnntes .• 1°:, O percentual 
muls baixo. de 3%, se apllcar,í 
à, CâmMas dos Municípios 
com mílis de I milhão de 
lwbltante,. 
O rclíltor da matéria na 
Comi;,s,"10 de Com1l1utç,io, 
Ju;,tlça e Cidddunl<l (CCJ). 
senador Jeiterson Péres 
(PSD6-/il). defendeu cm 
plcnóno a nprornção ele 
cm.:nd,1 de suc1 autoria. que 
ob1e,·.: concordância ela CCJ. 
pela manhã. que dava um 
prclzo ele l '2 mcsc,. apos a 
prornull?ílÇdO da emenda 
1.:onstilllClonal. para que os 
Municípios :,e adílptassem ,)s 
normíl5 O plenário. no 
.::n1anto re1.::1tou a emenda 
por 3 7 ,-o tos a 25. Jefferson 
ponderou que muitos 
i\llnicipio, que hoje gastam 
d.:: 1 Oº, íl l '2', terá de se 
adclptar abrupli.lmentc ao 
liml!e de 6'ó. 
Durante n discussão. 
o Senador Roberto 
Rcqu1ilO (PMDB-PR) 
afirmou que o projeto era 
necessário e oportuno 
mas. se tosse apro,ada a 
emenda com o prazo de 
12 meses e a Câmara dos 
Deputados só ,otasse a 
lll!.l!l!.i.:!:: dl.:lll!.ll!.l!!:: lll! 
M o Grosso do Sul 
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heisa do te 
174-119 - 
1'4-1177 
Carias la perdes 
w.un ta 	m..u,o 
ai L a Las 
Uà-lt,J:: M,Lcp,a 21.3:7 
tl.,t;:, 
Yl::tclk;T•· 
- 
471.-11 latia 
-· 
.Gl-r.?t 
teus idades es emendes 
Oddi;aC::tl .. MJttt7,PCat.por. 
teres retiradas o delta 
•dl!.f.l. ........ cs$.aCC:,•I17' 
mutU!cl dqmh de JUl1110 ou 
1ulho do dllCJ que l:'em " 
medlcla ,Kclbclfid c111r<1ntlu 
m 11111or ,omcn!l' no uno 
2001 lkpendt'11<lo dc1 
rcloc1clc1til' da, C',im,irc1, ,,., 
aprovado de seus 
orçamentos. a vigência 
podena OL(Jrrer ape11cJ, no 
ano 2002 disse "Os imites 
propostos nao $ao 
estreitos opinou 
:'U'IE !llAC:ÃO 
Jó o Senador Jntonlo 
Carlos aladares (PSB-SE) 
prex-iu que a cmendc1 
(011!,tltUCIOllill podera ~er 
.ilterilcl..i pelos Dcput.ido, 
feder,1i,. rctornilndo dO 
Senado para no,a 
df>reClélÇdO "/las eSld é 
uma resposta do Congresso 
ao estorço nacion.il pnr<l 
coibir abu,os dos poderes 
públicos" 
Eduardo Suplic, (PT­ 
SP). l1dcr do BIOLO 
Opostcao tambem 
ctc!c:ndeu il .:riaç.io do, 
i1mítc:, /dcm1r Andrade 
(PStl-P1). por sua ,cz. 
lamentou que multi.lS 
decisõc, 1mportan1es do 
<;cnadc1r ,. h Jc.111 p,,rnd,1$ n,, 
-:,lllldr,t Ú<J> DccpUt,lllOS l 111 
c;pcu,d c1 em1.:11d<1 
onstutu tonal que txa novas 
r,·11r,1, p.ir.t qu,• o Pr,. dente 
dil l~cpui>IIL.i a ,me mccf:dcl 
pro,1,or1,1> Llc pediu i!O 
residente do Senado 
/ntonro Cario, M,111.ilh.it:; 
Populações semelhantes e despesas diferentes 
Como exemplo du 
diflculdddc de adoção de 
regra que tenha a 
popul,1çiio 1.:omo 
pariimctro. o rclt.1tor do 
projeto que define limites 
piHcl l?dStos com as 
Ciim.ir.i, .luniLlpa1s. 
Senador Jc!tcrson Péres 
((PSDtl-A,l). citou as 
clcludes de Olindil (PE) e 
Joinvile (SC) que. apesar de 
terem números pdíccidos 
de halJ1tanto. ca,tdm 
percentuai, diferentes de 
,ua ,irrecaclaçiio com o 
Legislativo 
situam-se na taixa de 300 ll,;D. 0 EM 20 DE fEl:R[JRO DE 1972 
mil il .100 mil hul>11,rntcs Propriedade dd Gralica & [ditora Apa 
rele: ' .	.uh_ (C 0320266/000190 h És+ 23.059232.9 
e a U N T Ry 
; ~~;;~;;~: ~l~:~:~•c~:it:,'." 'd:i,quc✓, Pmir:1 
1 
Redação e Administração e Parque Gráfico: 
., , .Hnid:1_Tr'.hun:1 úa Fronlcira,56-l _ '8'(067)➔39- 
• 	• 	1-110. l·AX -IJ'J-15-l-l - C:oixa l'o,tal ZJ - CF:I': 
C,ntos,· Ca.tça.do 11,fa.rtt,t,· Botas e fJotittM,· 
7
').260-000 - Bela  i,1at:IS 
e • t e, t ,I ? UI t 	As opi11iõe1 ,:111itida.1 lllll 11/atériaf llÍlllldt11 11ão 
oiuseos; itços do ooitp, otglet, Ettus. ri:prt'Jt!l//{l/l/ l/('('t!SSarill1111111/e" opi11itio du Jon,11/, l'lldU 
d,: r<'S/)(IJISflbilidad,: de .1eus li li/orei 
REGISTRO :O CRTORIO DE TÍTl'LOS F IH)( t ME- 
TOS:-;• 1.066 	• • •• 
A	S S I ! A	U RA IAL: 	S 	G0,00 
_ FADO A ADJOR! e ABRAJORI 
duas 
Presentes em geral 
.:idades 
~ua Eduardo Peixoto, 
s 429-1618 
1450 - Centro 
m rapidez para São Paul 
Bela Vista/MS- , 
Gdades ctendidas em Londrina 
,_ (043)32.7-1 20/ID-250& 
- Eramunh rei e 
dl e ur o om 1 l "ú 
cnclo ,o d C,1m 11,1 dn 
llcplllddO po1 , rr 'd d, 
bpiritl1<10 Jm1n (PPl1-SC) 
port,111IO podt:íldrT1 Jd<i,lí 
dte 5 cfc .-lld r.:..:e1t<1~ 
liqu1clc1, .:0111 :,u,i> 
Camaras Municipais Com 
bcJsc cm dado, ck I QU6. 
porem a situa,ao das 
duas .. 1dJde, c muito 
dite re nte 
Olinclu :<l>tu RS I t, 
milhões com o Legislato 
local o que corresponde 
il 13º, dos orcamen to do 
c'T!ll'l!d 
. l l r 
do do 
1 qtliJI 
pado por 
1111 dld,1 
t, c•:1 1 qu, taosend • 
cd1t ,e!,. '" rn,ilou o 
1 r, 1,k11t,· cfll Se 11.iclo 
,111111.:1p10 A C.im.iru de 
Vereadores de Jomnvile. 
ror outro l,HlO (OllSOrllt: 
RS i I milhóe,. 
u,rrc,pPncfcntc, <1 4, I 
da arrecadaçao da cidade 
- Se ,1 propo,ta do 
Senador Amin tor 
cl p 1 1<. a d c1 il C ;, m ar a d.: 
Vereadores de OI inda tera 
que reduzir seus gasto a 
$ 1 75 milhão - drS5C 
Jetterson Pcrc;. 
- - 
EXPEDIENTE 
Jornal Tribuna da fronteira 
" hosta 
ir-­ ... 
......... 
ladgnat 
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krtaegel.. 
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EI AVISTA-MS- I3E I4DE NOVEMBRO DE 1.996 - P AGI A-O.3 
Zeca pede afastamento da asembleia legislativa 
hte do executivo federal que os reursos 
ljlll' verem para Mato (,ro o J., ui. 
u:r.l 1, o por u.:lll.1 ll.  ,ili "ª , pl1~,:,J1» 11 1 
finalidade destinada Contou ainda que 1111 
dia seguinte. o Ministro da ketorma A rara. 
l{,iul Jun!!rn,in. , cnldou ,1 possibhdade de 
1111pkrnrn1Jr pWJCllh rmxklth d.: rdorrHJ, 
.il!râr1,1 do l·~tado. "O Mini,tro /irou 
impressionado com o apoio que tivemos dos 
trabalhadores. grandes e pequenos 
produtor.:,". 
() pedido d..: ala,1am..:nw d.: IL·c,1. e 
para cumprir uma extensa agenda que visa 
.11r:11r rn:ur,o, t: i11vt:,timcn1u, para 11 
1 tado. esta quarta-feira.visitou o prc:li:ilt> 
d..: Dourado,. onck tratou da que,tJo 
anesul. Ainda esta semana ira se reumur com 
a hJncada federal do l:,tado com objetivo 
de: introd111ir ..:m..:ndas de: intcrnC da 
populaç;io no orçam.:nto da União. 
Depois tem audi1:nc1a com o 
ministro do Meio /mbi.:ntc Ciusta,o 
Krau,c para tratar sobr<.: a, 
compensações económicas pela 
inundação do lago da usina de Porto 
!'rima, era. /inda tcm compromisso 
ag..:ndado com a din:toria da l'ctrobr.i,. 
['e«hmdo coraem a Deus para uperat 
todos osde alio o '(I líll,Hl•lf l ll Ih), /«,I 
d11 l' 1 <;Ili 111111111111.1 IIIIU!l(I lld /, 1.11,hk-1,1 
l etslala, olttotu afastamento :lll' d1,1 J 1 
dezembro, do mandato de deputado estadual. 
prunetroe unto deputado eleto ha anos pelo 
pardo dos trabalhadores drsse que ia 
pertencia na Assembléia l etslatia lhe 
I111IIl' lll:1111111l.1dt.: por l\1 ,,pera l'lllll:Ir 
u1111 ;i u1l.1hm,11·,10 do podl'r. d, 11I11.i r.:!,11,,ln 
dt.: pdl'll'íld <,; llllllp,111h.:i1 i,11111. 
1 :11c11tlo uma breve retrospeHva do 
mandato., /eca do PI disse que aprendeu a 
conhecer individualmente cada um dos 
d,·pu1,1d1" d.i ...,,111hl.:ia I q!i,lati, J ':l.:s 
(lllll c.:noa  :lo nos ajudar a Clllllruir 11111 
novo momento de respeito e valorização das 
instituições", Apresentando um mandato 
inovador e polémico lembrou que trouxe 
p;Ira o kgi,!;111, 11 ,,tadual a luta 11 
movimento social dos servidores públicos 
.: dos setores marginalizados da ,n.:1cdad.: 
"tvemos a coragem tk aqui d,nu11,iar ,1 
trahulhn c,cra, o. quc oht.: l' r,p,rcu>~ll 
11,1cio11al.: r..:sultou ..:111 açi'>c, para amenizar 
a situação de centenas de familias". 
() go,·cmador eleito revelou também 
que pretende estabelecer uma nova r.:l .. Ili 
de respeito e de autoridade com os prefeito 
e vereadores do muni1pio, de siglas 
po1r11d,111.1 . 11:10 podu111> ,cr L'f'lll ,l.l p,11.1 
quTet a demota1d o par.a nos, ate potqtu 
p.,r.i li I' 1 ,1 ll'lll tllllll  .ilur lHll l:í. ,d. 1111 
1:111.11110. prc·lnl<ll' aLrn11p.1nh:ir de pcr1P lodo, 
11, Ili i.:stIrni:11111, . .; ..:111 conlr.1p,1rlld,1 .1r,1 
,,p..:r.1r 11,1111.iqu111,1 an·..:l·.itl,1dnr.1. p..:rr1111111d11 
,lll 11111111.:ip"'' ,, Jc11111pa11ha111,nto l' 
distribuição antia da Assomasul " Todos 
p.:d.:111 um governo de justiça nó, n,in 
, amos frustrar esse onho". enfatizou. Para 
conter os boatos de isolamento do governo 
pt:11lol. /,·..:a IIIClll'llllllll IJII<.: 11,1 ,,111a11,1 
passada recebeu em eu gabinete a lação 
de Fernando Henrique Cardoso lhe 
klki1:1nd11 pda , 1111ri:1 l' d1.:111011'trando 
interesse em conhece-lo pessoalmente ia 
n asiào /. l' e a d 1 ".: q u, <.:,ta ri a l' m 
Brasilia de forma constante com ,ua 
..:quip..: de governo e secretariado. 
, iltando gahin,tt:-., ministérios. para 
apr,s..:111:,r prni..:to, Jlt..:rnatl o, e 
criativo, para 111<.:lhnrar a qualidade de 
,·ida do po,·n sul- matogross..:n,..:. 
Dura11t.: a .:nn.:r,a. /...:c:.i garantiu ,10 
(,'rJ1't'n1111/or l'll't/11 Lt'CII t/11 PT 
momcntn cm quc ,1 cInpri:,.1 Ir,1 an1111uar 
os investimentos que pretende 
desenvolver em M,1to (iro,,o do ~ui 
Para a, pr<i,i11w, ,.:111J11J,. ir,, , iJjur 
para Cur1tiha. ond.: , ,11 ,1pre,cnt.ir a, 
pot1.:neialid,1tlc, do l stado para os cem 
maiores empresários do Paraná." ( /1 l 
O Deputado Estadual J11101110 Carlos 
rroyo (PT!}), que desde o inicio ela 
1mplamdçào do ,isrema "OL!IO 7170"em 
C,unpo Grande rem questionando a sua 
k11ahdad..:.ped1u no ultimo dia 1 1 a mesa da 
Assembleia Legislativa. enio de expediente 
,.10 QOt'Crn<1 lor Wilson Barbosa iarrlns. 
solicitando medidas urgentes para a suspensão 
do sistema de tiscalização de trateos através 
dos foros.cmores. a&.im como da, multa, 
O DE IM0 [Jguw {é [«MM 1nu 
EM Is [T06%-"ê fsaks o 0uw«no/99 
,,rin,Ip1C>, ·n11,111. :11111<11, d.i moralll.ladc 
} legalidade e publicidade 
O parlamentar petebrsta aderiu que 
d conrinu1dadc do slstl'mil ele fiscalização 
atrares de totossensores representa uma 
nolaç.io ao d1rc:110 do 1.1cl.iclão e tendo cm 
Isto os robusto Indícios de 
r regularidade.uma admumrstracao ser:d 
dere suspender prorrsoriamente a 
uul1:aç.io cio >l>ll'ma ,11..: que Iodos o, taro, 
,cIam det'1dam.:nt<' c,.:larc.:1dm" 
Ao justificar a sua indicação Arroo 
kmbrou que ha muII0 tempo t'em 
hu,canclo mcdid<1s ,dpd:c, de rcsolçcr o 
problema orI1?111<1do pclu uulizaçào do, 
1010,scmorc, na C<1p1wl O deputado 101 
mnclusre, autor de proprostçoes reterentes 
,10 tempo de cxpo. 1ção do loco amarelo nos 
,,miiforo, com foto,sl'nsores. a11ora 
comprm·.icto come-, in,uficicnre para qu,· 
um ,;eiculo no tluxo de 1ráfe110 normal 
pO:,.'d tr.inspor um cru:amcnro sem ?Cídt 
multa, indc,·1dds '.!a ,essão desta seman<1 
o depurado do pTB tambem apresentou 
rndi.:açiio para que" 1h,cmbléta Le1?1slat1t'd 
enç,c expecl1..:111t· a promotoria de 1ustiça dcl 
-.:1dadan1a ri:quis11ando copia do pericrn 
realizado pelo Crca-MS.a lim de que todo, 
os deputados po:,:,;in, 1omar conhectmen10. 
t.le torm<1 detalhada. das irregularidades 
'"c-rlfirnrl,1, 11" ''"<'mil "01.liO 7170" 
, 
MSCJS DEFINE PREÇO DO GÁS NO ESTADO 
..:11111,da, ,1tra,·e, dc,scs equipamemo.! A no,;a 
1nchcaçaodo p..1rlumc111ar cleçc-se ao resultado 
da pcrí la reah:acla no sis1ema. pelo Comclho 
lie?ional ck E1111cnharla. irqultetura e 
,(ronom1<1 de ,\aio Gro.<o do Sul (Crca-,\$). 
que co11. rnIou ·una inrrel?ulandadc,, que 
-.:ompromctem a lisurn ela lc(?alidadl' e 
e11 'i<!n ia tio, totO.'->ensorcs pura T'C;i iro de 
1nfraçõc, e 1mp0:,i ão cl.: muhas. 
c11undo ,rroyo. aso il'cladc c1'"1I nao 
acena que um sisremn de liscaliz.:i <'10 de 
tratego tenha como objetivo principal a 
.irrecada ·ao de recur o, . .1111da mnls quando 
~,~e s..:rn. o e e110 por cmpre,J príçada que 
lucrd com o mn,or numero de multas 
Impo,1J, O deputado lembrou que o 
1111,terin Publico ,~mbcm que,uonJ ,1 
..:011,Iru..:ao d,1 emprc,.J r,•,pons.ivel pdo 
O cás natural da Boli'ctn será vendido 
no E.<rado a um preço máximo de Rs 4.96 por 
MM5TU. O t'dlor estabclc- ido esta semana 
pela Companhia de G,is ele Mato Grosso do 
Sul (MSGAS). rcsponsáçd pclcl distribuição cio 
produto. A empresa dee inrestir na tasc 
inicial de operação Rs 8.4 milhões. que serão 
empregados na construção do sistema de 
sisrema ele clistrlbuiçiio do gás em Campo 
Grande e Trés Lagoas 
O preço será aplicado cm cascara. de 
acordo com o coo umo das indústrias. 
podendo variar entre Rs -1 9NMMBTU para o 
consumo minimo de are 1'00 metro cúbico, 
O Do::putado Estadual 
Zé Teixeira do PFL (foto). 
apresentou emendas ao 
orçamento de 1999 qu1.. 
beneficiam diverso, 
setores que vão desde a 
área social até melhoria:. 
ela malha ,iária. Entre as 
propostas. destacam-se 
aumento nas verba, 
des11nadas à construção de 
pontes. prédios próprios e 
sistema de esgotamento 
:.dnitário. bem como casa:. 
populares. pavimentaçáu 
asfáltica e recuperação de 
vias urbanas e Rodovias do Estado. 
manutenção e operacionalização de 
orgãos e aquisição de equipamenws. 
Casas Populares 
De acordem com as emendas 
apresentadas para fins 
específicos.fica estabelecido um 
aumento em Rs100.ooo.oo(Cem Mil 
Reais )para a construção de moradias 
na área do assentamento do Incra. no 
de 150.000 metros cúbicos diários. Os çalores 
serão empregados em contrato de 
tomecimemo firme. isto é. para empresas que 
consomem o l<ás ininrerruptameote duranre 
todo o dia. Segundo Gilberto Pcpe. diretor 
comercial da /vSGÂS. a tabela de preços só 
foi po55ivel ser estabelecida após serem 
concluídos os projetos bàsic05 da rede de 
distribuição do 11âs. "Os ramais devem 
começar a er consrruidos em janeiro do 
prôximo ano para em março já iniciar o 
fornecimento de gás à termelétrica de 
Campo Grande". prevê Pepe. 
Nesta primeira fase de 
mun1CIpI0 ck Aral .'vloro::ira 
Alem disso. algumas meta 
>oram 111clwclas no programa 
do:: Desen,olv1mento da 
111tracstrutur<.1 Urbana e da 
habitação que pro::veêm casas 
µopul,m:s no municipio de 
Jatei.Selnria.llélqu1rar l' 
Corono::I Sapuca,a 
Pavimentação 
No que se relaciona ao 
astaltamento de rodo,1as e 
<.1:, ,,as urbanas. o 
parlamentdr Ze Teixeira 
assegura através de emenda 
aditiva.rec•Jrsos para pa,imentação 
asfáltica nos rrechos que ligam Caarapó a 
Amambai. Caarapó a LéJQuna Caarapã. 
Campinho ao Distrito de Cristalina.ao 
Distrito de ossa Senhora de Guadalupe 
ao Alto Paraná e Jateí ao distrito de Nova 
Esperança .. além da recuperação da rodovia 
que interlilla ltaporã/Douradina e llaporã/ 
Dourados. As çerbas serão destinadas 
também para a pa,imcntação e drenagem 
em várias vias urbanas de Laguna Carapã. 
Aral Moreira. Porto Muninho e Bela Vista. 
previstos invesrimenros em Campo Grande 
e Três La11oas Na Célpiral o sistema de 
distribuição terá 44 quilômetros de extensão 
A rede pane do ciry gate. junto a esra ão de 
compressão e segue o trajeto da MS--050 are 
a ro1arórla para Sidrolãndia. onde se diide 
em dois ramais um segue para o núcleo 
industrial e o outro acompanha a Avenida 
Guaicurus ate o anel aro. Dentro do 
traçado da rede esrdo Is mdús1rias do sewr 
alimentício. re n11eranrcs. bebidas. couro e 
ceri!micu. que s ,undo Giloer:o P~pc: sJo a.;; 
possíveis clientes dil MSGAS "Agora que jcl 
temos o preço defmtdo ramos ler -lo ao

J()H. • 1, J IUBl •. ', D. 1 RO.TEIA - BELA VISTA - ,IS - I3E I4 DE NOVEMBRO DE 1.998 - PAGINA-O+ 
ic:lismo em Bela Vist 
O rlsmo apesar de 
11,111 ":r 11111 C ,J)lll IC lllllilll 
nado em Jllhol 
cidade, tem fortes adeptos, 
são os Iterantes do (irupo 
Pedalando. 
o ulumo da 30 o 
rupo com + atletas, Robson 
de Souza Cordeiro, David 
Sanches Marques. I uis 
(carlos Rahal Jumor. 
hderados por Mo@ses 
Sanches Marques, realizou 
11111c1 aem abranendo o 
J)Cl'(:111(1 lh:l.t Vi l.t .i 
Honito, com patadas em 
Jardim e (,ui,1 1 opes da 
L apun.a 
th 
Lagoa Misteriosa - estrada de Porto Murtinho à Bonito 
como o Hurao das Araras. 
1 ª"º Misteriosa e parada 
,lll ll,1l11,,tr10 1un,upal un 
llo11it1> pcr111,rncLct1do 11,1 
dade por um dia e me1o. 
() rcrorrw :i J,,rdim fu, 
marcado por estradas 
boiadeiras e rios sem pontes 
o que não é impecilio para 
esse esporte. Após muitos 
terrenos arenosos e 1otalmcn1e contra as drogas. 
1-.ili>mctro, pela !'renle o O grupo garante que 
crttpn li:1 nova parada cm lunLÍona e m:on,clha o quem 
Jardim e consecutivamente a quiser que o esporle vnk 
,1d:1tk de orig.crn. mesmo. 
,1>111pktando um pcn:ur,o 
lota! dc -1 • X km e cinco dias 
Oriente e Mato Grosso do Sul mais 
próximos via Portos Chilenos 
Maio Grosso do Sul 
!'oi a porta dc cntrada. no 
llrasil. para a I·' Caravana dc 
Integração do Corredor 
n iot:..:.in i,o. / caravana 
,rnnposta por Empresaros e 
autoridades do Chile. 
irgcntina.13olí, ia. Paraguai 
e Brasil passou pelo Estado 
110 úhimo dia 08 c dcmonstra 
na prútica a, , antagcn, da 
o 	• 1 
1 
ente· 
, 
re. 
de vaiem 
A finhdade desse tipo 
de atividade é aproximar os 
integrantes do grupo 
parantindo distância dos males 
dJ a1u.il Lhamad.1 ocíccwdc. 
/ pro imidadc com a 
natureza e o csporte 
garantem o afastamcnlO de 
1óxico~. dil o grupo que é 
utilização de um caminho 
11:rrestrc ahcrnati vo para se 
t:hegar aos Oceanos Pacifico 
e /tlàn1ico. Para os produtos 
do Ccnlro Oeslc. pode ser 
mais barato c rápido o 
caminho aos mercados 
asiáticos. 
Integrado por 20 carros 
e dois ônihus. o comboio 
saiu da cidade de lquique. no 
litoral chilcno (Oceano 
l'aci!ico). no 
uhimo dia 03. com dcstino a 
Florianópolis. na costa 
brasileira (Oceano 
/tlántico). passando pela 
Bolívia. /rgcntina e 
Paraguai. 
o Mato Grosso do 
Sul a caravann foi recebida 
nas cidndc de Ponta Porà. 
Dourados e Campo Grande 
por autoridades municipais e 
regionais. 
De acordo com os 
coordenadorcs da caravana. 
a rota bioceânica é uma 
alternativa viável para o 
intercâmbio comercial e 
turislico na América do Sul. 
Para Mato Grosso do Sul, 
uma rota desse tipo ligando 
os dois oceanos por terra 
também traz beneficios. 
"Mato Grosso do Sul tem 
uma grande possibilidade de 
saida de mercadorias e 
produtos por esse caminho". 
afirma o Scnador argentino. 
Roberto Augusto Ulloa. 
Para o representante 
boi iviano Mário Cossio 
Cortcz. a nova rota é de 
extrema importància não só 
para os cinco paiscs 
din:tamente envolvidos mas 
uma oportunidade para toda 
a América do Sul. "Trata-se 
dc i:ncurtar. em pdo menos 
1.500 kms. o caminho e 
baratcar os ·tr:msporte de 
mcrcadorias e matéria-prima 
com destino à Asia. 
principalmente. Ê a 
"VALORIZE SUA SAÚDE.. PRATIQUE ESPORTE". 
possibilidade concreta de 
dest:nvolvimcnto da 
América do Sul". n:ssalta. 
Para o Superintendente 
dc lndúslria. Comércio e 
Turismo dc MS. Marco 
Antonio !..:mos. a integração 
comacial pn:tendia com a 
utilização da rota bioceânica 
é de c:xtrcma importância 
para os paises sul­ 
americanos e. sobretudo. 
para o Estado. "Esse 
caminho é um passo para o 
fortalccimcn10 dos pai ses da 
América Latina frcnto: ao 
mercado mundial. No caso 
de MS, que utiliza os portos 
do Paraná e São Paulo para 
a comercialização de scus 
produtos. surge uma nova 
opção para alcançar a Ásia. 
através dos portos da Arica 
e lquiquc. no Chile.:". 
complementa. 
Sobre aspectos 
ccõmicos. de acordo com 
0 
Secrctário do Meio 
Ambicnle. Atanásio 
Chaves de Olivt:ira. 
0 
trajeto bioccânico "é uma 
grande possibilidadc 
comercial para o Brasil e 
para Mato Grosso do Sul 
que c,1.i ,endo co11fir111.id,1 
poi,. na verdade. Ja 
sabiamos de sua existência 
l'on:m. ale: hoje nada havia 
sido realizado para que ,1 
utilizaç;io dcsse t::1minh11 
fosse concreta". afirma 
Chaves salenta anda a 
necessidade de melhoria 
nas Rodovias e Ferroa. 
além dc uma 111tc.:gr.i1jn 
c.:orn as I lidrovias. 
Scgundo o 
representante brasileiro na 
cara, ana o Vereador de 
Florianópolis. Mich..:I Cun. 
essa viagem cstá sc.:rv1ndu 
para mo,trar quc a rota r 
possivcl. " ós entramo, 
por Mato (irosso do . ui 
provando iJ todos qur 
estamos rcalmcnt,· 
integrados. Após o tárnino 
do trajeto. ,amo, 
encaminhar no Presido:n1,· 
de cada uma das naçô~­ 
cnvoh idas um documenlO 
pedindo a melhoria das 
estradas e a divulgação de 
caminho ao emp~..:sürio,. 
para que todos possam 
saber que é totalmente 
viávcl". salicnta 
0 
Vert:ador. 
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e [i @T@e 1 
- 
e111 ntJtíc·i11 
Comandante do VI dbtrito Naval, 
no Pantanal, defende hidrovia e 
diz que não há danos na 
navegação. ONG's são acusadas. 
Matél'ia de TV foi apresentada no 
Mato Grosso mostrando problemas. 
CON/MA debateu o assunto. 
O co1111111d11n1<.: do di,1ri10 naval de 
Corumbá, contra-almirante Sérgio Loesch 
Soares, distribuiu nota esta semana, divulgando 
que determinou vistorias no rio Paraguai. 110 
trecho c111re ',kerc~ e Doculvadu. para 
verificação de eventuais danos causados pela 
passagem de barcaças, de acordo co111 rel,11ório 
divulgndo pelo Instituto Centro de Vida de 
Cuiabá. O contra-almirante afirma que nàu 
constatou danos e promoveu 11111 nlaquc 
generalizado às organizações não 
govenamentais, afirmando que atendem a 
i111crcs~es ''nntinacio11,1is". dos que nUo desejam 
que a soja brasileira chegue ao mercado 
in1cmacional a preços competitivos. A primeira 
informação sobn: os danos causados pela 
na,·egação foi vcirnlada pcla Rede 
Matogrosscnsse de televisão. da Rede.Globo cm 
Cuinb:i. e pelo Mini,tério Público de Mato 
Grosso. / partir destas informaçô,s o 
engenheiro Sérgio l lcnriquc Guimarães. 
membro do Conselho Nacional do Meio 
/mbicnlc (Conama). foi a região e preparou 11111 
rclntório apresentado na última rcuniào do 
Conselho. Estú sendo preparado dos~1ê 
compkto. com , idco e fotos. 
/mbicntali>tas consultados, lembram que 
esta postura do Comandante do VI Distrito 
Naval nào é nova .11;'1 alguns anos. defensores 
da hidrovia Paraná Paraguai estão atacando as 
ONG's com base numa teoria dc "co11spir.1çào 
intemacional". A fonte é a revista Executive 
lntcligen,c Rc'iew. editada nos Estado, Umdo,. 
rsta publicação foi usada pelo candidato a 
l'resideme da República. Ené:is Carneiro (dd.:n;,or 
da bomba atômica) pam tentar "comprovar" que 
Fernando I knrique Cardoso. Lula e Ciro Gomes 
cstào a serviço de in1cresses "antinacionais" e 
,criam "farinha do mesmo saco". 
Acordo entre Ministério 
Alguns atingidos classificam o acordo ur 
verdadeiro golpe. pois o prazo para entrega das 
uas reivindicações não foi respeitado. Ele 
querem o compromisso de que serão assentados 
em áreas definitivas e não provisórias, como está 
acordado. A Colónia dos Pescadores também 
nJo foi consultada, o que era um compromisw 
d.1 CLSI' Os atingidos ainda esperam que o 
acordo não seja homologado e que suas 
rei indrcaçõc, ,cJJJl1 at.:ndid.i~ 
Acordo com a CESP é ruim 
para MS, afirma 
ambientalistas de São Paulo. 
pies t 
diminuiu popul 
<,cty., .,_ • 11 d..J! ·, ele ; ·u 1 ; .1 
de pes que vivem na Florida 
Se •uudo ,1 n><,:... r,1 t.t e' 1cc f/f , 
ECOA e çao, Luiza sicodemo, é preno s 
estabele r paralelos entre Everlades e o Pantana 
pois as conseqüências previstas pana a dr 
do rio Paraguai slo, Justamente, o qu- 
tentand reverter em Everglades 
ECOA-Ecologia em açfío, vai 
Mineiros, Goiás participar do 
Workshop sobre Plantas Medicinai, 
Saber mais sobre os trabalhos 
descnvol,idos com plantas medicinais em cada 
regiUo de cerrndo e também de que form.1 
contnbuir paru o melhoramento desses trabalhos 
foram os principais objetivos Workshop 
realizados em Mineiros-Goiás, no periodo de 
29 de Outubro a OI de no, cmhro 
Comunidades de hJsc. qut' tém 
conhecimento popular na área de plantas 
medicinais. técnicos e cientistas esti,eran1 Junto, 
uns complemcnt:lndo os trabalho dos outro,. 
Representantes dos mais diverso, sctorc,. 
como a ECOA. a Associação de moradnrc, d,1 
O ucord,> com a ESP, para compensar 
as perdas causnd,1 pela con,truçào da Usina de 
Porto Primavera. é ruim para Mato Grosso Do 
Sul. (: o que pensou DJalma Wcffort. 
amhicntalistas de Presidente Eptásio. Ele 
considera o acordo péssimo para MS, cm função 
do Estado ser o mais atingido pelos impactos 
ambientais. sociais e econômicos cu usados pela. 
As cornp.:nsaçiks propostas estariam longe de 
compensar realmente o estado está perdendo cm 
tennos de terras. fauna, flora e ecossistemas 
que serão impactados ou mesnno destruídos 
com enchimento do lago corno exemplos 
importantes do ponto de , isla ambiental. e que 
de,criam ser completadas pelo acordo. ele 
cita os baixos cursos dos rios Pardo e 
Taquaruçú. Ele alirma que essas regiões tem 
grande imponància ambiental pois são corredores 
de fuga da fauna e de migraçàn dos peixes. Os 
ambientalistas rei, indicam uma revisão do acordo 
para que sejam mcluídas medidas que compensem 
os graves danos que a construção da usina trar:1 
para l lato Grosso do Sul. 
EUA se dispõe a gastar U$7,8 Bilhões para 
ressuscitar Everglades-28 mil km 
quadrados de Orlando a Flórida Keys-onde 
foram drenadas Áreas Pantanosas. 
O exército amencano planeja gastar lJ 7.8 
bilhões nas próximas dc'cad:is. no que é chamado 
de maior projeto de recuperaçào ambiental. 
l.'Cupcmçào da antiga glória dos Evcrgladcs. Muito 
do dinheiro v,11 ser gasto 110 desmantelamento do 
sistema de canais e "le, ces" (banco construido 
para evitar que o rio transborde diques) 
construidos pelo exército. 50 anos. com o 
objetivo de drenar áreas panlanosas e toma-las 
inúteis pam agricultura e construção. 
Numa área de 28 000 km quadrados. indo 
de Orlando a Flórida Kcys. incluindo também 
o lago Okeechobce. o terceiro maior lago de 
água doce inteiramente dentro dos EUA. o rio 
kissmmc. sistemas de canais e kvccs canalizam 
água para fora das 1crras úmidas. interrompendo 
todo o ciclo hidrológico da região 
'o úhimo meio século, o rio kissmmce 
foi convertido dc rio mcadranlc. que alimentava 
milhares de hectares de áreas úmidas a um canal 
relo. O lago Okccchobcc foi ligada por canais 
de drenagem ao Oceano A1lãn1ic.., para a este e 
ao Golfo do México. a oeste. 
Como conseqüência. essas in1crvençõcs. 
Destacando atra és da fotografia, 
os padrões da natureza. 
O biólogo e prole sor da (HM»- 
LU 	Mato tiros odo Sul 
p 	1 , 1 r expotudo, o 
p 	novembro, no '3e» 
A{mut: 	n tampo orande A 
1,· ,p, 1 	til p< r 
11) 1 o 1 ' ' '~ '· • • 
folhas cogumelos rochas, es umas serpentes 
e outros, aborda questões relacionadas 4os 
p.1drõc.:, .:,trn1111.1ts d.1 11,J1tr1,1 , ""· , 
intenção da exposição que reune alem de 
fotos, textos e desenhos, é buscar um enfoque 
interdisciplinar e didatieo 
/ .11q111ld,1 1 lu11,1 l!urlnlullll (,h11J1. o 
artista plástico Darwin Antro Longo de Oliveira 
e a botânica birazil Maria Resende (UFMS) 
contribuem com seu olhar para imagens 
produzindo os textos e desenhos esquematico. 
afim de despertar o olhar publico para algumas 
de suas inumeras possibilidades de interpreta,d 
Público e Cespe não agrada 
os atingido pela construção 
da usina de Porto Primavera 
O acordo entre o Ministério Público e a 
CESP (Companhia Energética de São Paulo). 
divulgado no dia 23 de Outubro. nào agradou 
os atingidos pela cons1ruçào de Usinas de Porto 
Primavera .O Movimento dos iting.idos por 
Barragens (MAB) se opõe ao acordo por 
considerá-lo insulicic111e para compensar as 
perdas causadas pelas obras. O Ministério 
Público sequer teria aguardado as Propostas dos 
Jtingidos. para levá-las cm consideraçiio. O 
 1,ll considera o acordo ruim e está fazendo 
uma campanha para que não seja efetivado. 
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Tetos municipais 
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mero turno de voto o no « 
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!'•' .10· 1111, 1 no, d, l "lln 11 ,1, d,: 
vereadores, o enadot 
) ',JlllllitdO 111111 Ulllll Ili IIJ 
"<)11.tnd,1 ,t u11l od , uH1h.: 1111 1 
1r,,11111.1r. clll IIIJIÇO. l'l,1 n.i 
moralizadora. Agora, num 
rno111,111odc aju .le li,nl eu111• 
tenção de astos, é também 
11por11111,l", l 11111<1111.11' op<lllll• 
11.1 qu.11110. 11,1 q11.1r1,1-k1r.i cm 
que a emenda foi aprovada, n, 
cc1c.1 de 1.2 11111 l'rcfrll1h 1cll• 
nidos em Brasília pela Confe­ 
dc1,1ino Nacion,11 de :'vl1111idp1- 
os rei tndic:t rttll lr,11.11nc1110 
nad., condi1c111<: co111 .i nccc,­ 
d.ade de auste- 
ncL1Je fisrn 1 • 
rcncgodaç:lo 
da, dil id,,s 111u- 
11icipais. calcu­ 
l.1 b; num mon- 
1:inle de cerca 
de R IR hi- 
pra para banar o gasto 
da prefeitura e amara 
Ili 1111 lf li 
l'd 1 , 11, enda, aprovad l 
l Ili jlllldl'lf,I Ili ••lO p<lr llll I· 
11:1111d., '" ( , t',I tn·s IJJll.f!IO"i 
d 1 111,tl.hlllllrlKlj',lh(íllllll· 
11 ',1 10 do" Vl"H.'.tdorc"' l: , 1• 
l,11Hh1k ,u func11,n:iric"/ fj. 
l"ilr110 1111111.H..llh 11 u,n 
porcentual da arrecadação ti­ 
butária mais a oma das trans­ 
ferenetas constitucionais l sse 
porcentual esta escalonado en­ 
tre o máximo de , para mu- 
11,.-ip11i- de populaç,io inferior 
.t 10 mil habitantes e o 111111i­ 
mo de 1" "· p.1r,1 o, de popul.i­ 
•1o 1g11,1I 1111,upcnor .1 f 111ilh.1o. 
A Constituição ja previa 
qu,: o total da 
despesa com a 
remuneração 
dn, , ere.1dore, 
n:in poderia ul­ 
tra passar o 
1110111,lllte 1k 5°~ 
da recc ita do 
O Senado deu o 
primeiro onsso 
uara Impedir os 
abusos das 
Cfimaras Municipais 
lhes, aumento de 50% nos rc­ 
passes do Fundo de l'anicipaçãn 
dos Municipio, (Fl'M) e repas­ 
se de ·o% d.1 ;1m:cadaçào da 
CPME entre outras exigências. 
A a11s1eridadc fiscal fi. 
.:ou co111ple1:1111cn1c fora de co­ 
gitaçào na orgia de criação e 
dcsmemhr.unenlo de municípi­ 
os de,cnc,1deada pela Cons1i- 
1uiçào de 1988. E kl'ar;i bom 
1e111po para se tmnsformar em 
vinudc .1dminis1r,11i, a. mesmo 
depois que a emend,1 de setem­ 
bro de 1996 condicionou 
emancipações a c,111dns de vi­ 
abilidade. Porque 1udo que se 
acentuou. tksde entàn. foi o 
ape1i1c pelos repasses do Fl'~I. 
CUJO 111on1.1111e diminuía na 
mesma proporção em que au­ 
n1e11ta'a o número dos que de­ 
, en.1111 rcceoc-los. Os i111crcs­ 
sados na multiplicação de mu- 
111etpiosse111pn: .:s1iver.1m. ali­ 
as, mais de olho no ,urgi111cnto 
de """" agenle, politieo, • 
prdi:1to., icc-prdi:i10. s,-crc1á­ 
rio~ munil'.ip.ti~ e um mínimo 
de no, e, e readores•. que lhes 
fortakccriam as ba,es dei10- 
rais. qw: na capacid:1dc local de 
gerar n:ct:ita. 
E assim chegamos :i si­ 
tuJçào atml. atcs1:11.b pdo lns- 
1i1uto Brnsikiro de Geol.!rnfia 
e Estatística (IRGE): 111;is da 
metade dos municípios brnsi­ 
. k,ros car~cc de recei1a pró- 
município. 7' 1.1, e,se di,positi- 
, o não csta'a imune :i burla 
dos que aprm amo orçamenlo 
111u111cipal. quer por não ,er cla­ 
ro quanln ao que se de, e e11- 
1cnder por ri:ceita do municí­ 
pio - ,e a receita 1rib111:iria pró­ 
pria, ou se, além dela, os repas­ 
ses constitucionais -, quer pelo 
costume de se tomar como base 
o que a lei estipula como leio. 
DJi a generosidade de vcrea­ 
dores consigo mesmos com 
seus auxiliares. Eis por que o 
1 CF Jo Estado d,, Rio enco11- 
trnu. no munidpio de 
Guapimirnn. na Baixada 
Fluminense. a C.imara a con­ 
!'-Umir l 5° o da n:ct:ila. mais tio 
que o, 1 -l" o dc,1in,1dos :i edu­ 
cação e cultur.1. Quando não se 
chegou ao uhraje da C:imarJ de 
Belim (7'1G). que aumcn10u 
seu on;amentu it custa do pre­ 
visto para limpeza urbana • a 
que f:Slar.1111 ,ó RS 100 mil. 
p.1ra lodo o ano. de verba pre­ 
vi,ta Jc R 1.7 milhão. 
Si111ubç:io feita pelo Mi­ 
nistério do P:i11ejamen10. com 
valores f:Íercnles a 1996 e so­ 
bre -1.630 municipios, permite 
CSll111JT cm l ·ss 530 milhões a 
c-conomia anual proporcionada 
pda emendJ Espiridiàn Amin. 
É número apreci:i'cl para 
quem quer que se preocupe 
com disciplina orçamen1,1ria . 
((} E.,1wlo ck• •"'"' Pa11lu1 
Fiat Pálio furtado 
Osaseo/SP (). em 
euperado 
1 (l'­ 
D01 
N:1 JloJtc• do ultimo dia ), Equipe d j uor qu,, 
1r·al111vn 11pi•r,",il' • 110rnun111p10 il, ('r I S 1puc,11.1! 
:IS .. 1p11·1•1Hi<•u ll Fi.11 P,tlt(J l· DX. 1111(1 1r,:J7/!JH. pl.1- 
c:i• ('LL O 1 C!J/SI' rnub,1cl" 1111 últ111111 cita O.l, • m 
0asco/SP ) veiculo no momento da apreendo era 
conduzido por uma menor re adente em Captan 
Dado/PY 
Motocicleta roubada 
111 oto t.:'"l.Xi s ta 
dos/MS 
de 
e111 Doura­ 
é rec1111erada e 
nnennor assaltan e é p ·eso 
1'11r '11lt11 ela,- l•lh cio dontrni.:o clia J;"i, u moto 
taxista Antomo F'abano Alves Olverra, :w ano,-, 
foi eontra1ado na run l·lay,·l Bem Fak,·r para tr:111:-­ 
porlar o 1111•nor E.S.R. cl1• ](i nnos. att• uma fa1.t•nd:1 
na:< prox11ntrl:tcll',- do rio cluuraclo,-, na roclo'ia cio 
Porto Cambra. Como já hva trafegado mas do 
que c:omlnnaclo com o mP11ur. o moto tax1,-ta come­ 
çou a desconfiar de sua 11111,nç:io. pnnctpalmenle 
pt•las ,·ar:1ct1•rísticas ela,- 1•,-,1raclas por oncll' e:-l:t· 
vam pas:<anclo. o que levou-o a interromper a corri­ 
da l' pPtltr pnrn o pas,;:q!t•tri, qul' o pai.:a,-,-e, pois J:Í 
havia trafPi.:aclo mais cio que o combinado l' nunca 
chegavam na fazenda. Apear de ter tnterromptdo 
a vinJ.!l'lll o pa~:-:ageiro con:--<'gu1u convencer o 1noto 
taxista a ront inuar, pois somente na fazenda pode­ 
ria pai.:ar-lhr-. Quando Pª"'•:t'am próximo a uma 
mata. o passageiro com umn faca tePtou dC'sÍl'rir 
um golpe no peito cio molo lax1sta. quC' perc.:ebeu a 
nlitucl!' atra'P:< do espelho l'l'lrOV1:-or e con,-ei.:utu 
,-pgurar a m:·10 1l0 menor ant,.,.. que a lúmrna ela faca 
,, attni.:1:-:..1•. Com a alttuel1· a moto V('IO ao solo oncle 
manti'l'ram luta corpor:11. con,.;1•i.:u1ndo o mo10 
1ax1:..ra fugir. enquanto o ;i,.;,.;altante com a motue1- 
cle1a rumou para estn c1daclc. ,pós o as,-alto o 
motoqueiro conseguiu socorro e chegou até o d1s­ 
trito tnc!11s1nal d1• onclt• L•lcfnnou para :-l'U 1rm:io 
que trabalha na mesma proft:-s:iu. o qual ac10nou :1 
Poltcta P-tiutro,.; colegas que realizaram uma gran­ 
de busca na regi:io. Torla,- a,.; saídas ck Dourado,.; e 
C'lltraela ,la,- cidades vzin as foram fechadas pelas 
poltcia,-, l' uma ela,- equtpc:s cio DOF qut• efetuava 
dilii.:éneia,.; com o moto t:ni,.;ta a:-:-altaclo n·cebeu a 
111formaç;io de que o a;.,.;altante poderia e,.;tar com 
a motocickta na rua Hu11ait:i. n" (iS. e rumando 
para o locnl inclicaclo encc,ntraram um poltctal mi­ 
lttar que também é molo taxista nas horas de fol­ 
a, que já havia recuperado a moto e prendido o 
a:;!'altante. Com a chei::ael.1 ela ,•quiJH' do DOF a mo­ 
tociclt'la e o menor assahante foram removHlo:- para 
sede deste Departamento. onde o a,.;,-altante por ,.;er 
menor elt• 1eladc foi ouvido e C'ncaminhado para a 
Promotoria ela lnfitncia 1• da ,cloleset•ncia. O me­ 
nor n:io confc.,;sou outro, :,,-.alto,- na ctdac!e, e a 
motocicleta apreendida uma Honrla CG :l5 Titan, 
cor vereie. ano 199Gl97. placa,- HT\" -IGG1/Caarapó/ 
:IS. aguarela documento" elo propnet.:irio para ser 
devolvida. 
Policial P, 
preso pelo 
veículo roubado 
pistolas em Ponta Porá 
l' ,li 
111 
do DOF que realavam 11.i!,.dh11 
J
, 
1
, ]<.; /itull 11,1 ., ptl ,111 por volta d 
ont 1 111 1 . , 	! I' 
LOh d,, Sub Ofrc 1l da Poli 1 1 :-,: ' 1 ,11.il' ", .,, '• u ,i 
J 1/1 /J 
- f oJJ('. LO .Ili<• d, ( 01111""'"' 1 
t e J( I {(> Ot • , 	• [> 
d·1 PolHll ,".,,,rin ti,! !', d,,,.J11 ,n l tli,il• ru 't,q 
f l 1 1 ru 1 1
, d, ~1•11·1nl,111 n.1q111 l.1 e 11 
UIH)Ol(.IIClfld ,, • 
de <l1ttdunnclo um !'lllllo  \:... ,n1.11H1 11110 l!l!11 
96, +le, 137691 de Ibyeu/PY roubado em l2 
J , JJ l( .1. l ,J I ,. 
09/98 em São Pulo/SP. e portando legalmente tre 
pistolas. duas cahbre )mm e uma calibre 2Z O p 
leal paragunio ao er interpelado. antes mesm 
da noticia oficial sobre a proced·neta lenta do 1 
iculo, d--e a equipe do [OF que se tratava d lll 
cnhrtln (v1•írulo rouh;idn). o 1pH· p11-.1,•n11nr1t•1H1 (. 
confirmado. Considerando a procedencma licita d 
v(•íntlo ,, o porte legal das armas o pol1i-1.d 
paraguaio recebeu voz de prisão e for removido para 
!'~l.t :..Prll'. ondP fot autuado em flagrante por r,·c, 1· 
tação e porte legal de armas Em eu interrogató­ 
rw dt-.<<' qul' h;iv1,1 c:c11nprad,, o "\"/Santnnn )Jf,r 
volta rio mi-- de ago-.to p:,,,-:,rlo. cl,· uma peso qu 
11;10 cunhc·c<'. por e;~ í 000.000.01) (Sl'tt· 111ilhí>t•<I, 
guaranis), o que equivala na i•poea :, HS :l.000.(J/J 
(Tré,- mil rea), em Pedro ,Juan Cab.t!ern/PY. Cl!ll· 
te: ele que pra ele· procPcléncw tlínt:1. ;unto ao, rlocu­ 
mento;, do Vl'Ícul11 "\'/Santana foram loc:1111.arlr,, 
outro, documento-. parai.:uaw,- ri,· um "\"/Paratt 
ano l!J9(i/!Hi, em nome do Suh.Ofin:il da Políc1.1 
:S:ac10nal. e pe,aqut,anclo a JHon•di·nna rio aurom<Í· 
vel. con,atatou-,-e que o mc.-.1110 i· produto d!' rouht 
ocorrido cm 28.0,í.!18 em 0,-a,.,co/SP. lnqutrido •!J· 
bre a origem de tas documentos. o policial 
paraguaio esclareceu que antes de ter comprado o 
"\"/Santana aprPenrhrlo. po,,uia o "\"/J':1rat 1. q ur c•,nl· 
prou também de uma pessoa que não conhece. por apro· 
xtmadamt•ntr R$3.250.00tre- mil duzento- v cmquent+ 
reas). e =aba que tratava--e de veiculo roubado, toda­ 
v1a o revt•nclc-u t•m :,-,-unç;·1oil'Y Sohn• ;1, arma• apre· 
endidas d1sse que eram todas de seu uso pe-0al, e qu 
uma delas é da carga da Polina :a,·wn:tl do 1';11 aJ!u:11. 
:pó:.. a autuação em flagrante o polemal foi encaminha­ 
cio para o Estabelecimento Penal de Ponta Por/MS. A 
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INAL TRIBUNA DA I t 4 ? 
Câmara Municipal de Çaracol/MS 
-0 l 
Tirson lerreira Leite, bra leiro, casado, Vereador. 
port,,dor d., Cédula de ldentdade RG 976#58 5SP/MI. e 
ad. trado no PÉ/MI 062.070 491-7, doneilado na cidade 
de (aracol, onde rede a l(u.1 Duque de C.1x1,is. 11 '. vêm ,1 
presença de Vossa Excelência, apresentar DENUNCIA DE 
t:,.11 l!/(ÃO 1'01.Íl 1{'0-Al)MtNISl 1! TI A, capitulada no 
ri 4. 1. VI do Decreto Lei 201/67. do Excelentíssimo Senhor 
Prefeito Municipal de Caracol/MS. Sr. l)ilmar <ln Silva Leite 
residente e domiciliado nesta cidade de Caracol/MS.. pelos 
seguintes fatos a seuir expostos. 
O denunciado tem descumprido o disposto no ArtI da 
Ler de Diretrizes Orçamentárias, que determina o repasse do 
duodécimo ao Poder Legislativo Municipal no Percentual de 13% 
treze por cento) sobre as receitas correntes do Municipio. 
O, ,dor que o !'refeito tem repassado ao Poder Legislativo 
está abaixo do percentual, conforme se tlemon,tra os valore, 
abano relacionados. 
Receita De Diroito Repassado 
2H.502.49 J0AR5J2 2!1. t'IJ.·11 
163.768,70 21.289,93 19 2-1-1.79 
210.387,76 27.350.-W 25.CJH.6-I 1.-116.76 
l 111 h11cirul'IR 
l,111 Fc,crcim/'JX 
l III Mnrço/CJR 
1.,11 hril/98 
lm Mai0/98 
l 111 Junho
19!1 
i,111 Jiillm/98 
l.111 igo,tnl9K 
1'111 Sctc111brn/9X 
TOTAL R 
Diferença 
2.292.0X 
2.0-15.1,l 
198.639,16 25.823.09 23246.64 2.576,45 
207.204.21 26.936.54 24.119,97 2816.57 
l 7!L56 l.66 23.213.ll l 19.637.51 3.5 '5.50 
1 X6.585. 77 24.256.15 21.869.59 2.JXl>.51> 
192.-108.47 25.013.62 21.33!1.62 J.674,48 
11.illl!..11 2.2..1.úfi..2.:! 17,500.00 5.266.94 
1.7-17.1 RR.59 227.13-1.48 201.0R,I.I 7 26.050.48 
Caracnl/ilS., 04 de NoHmhru de 1.998 
CO VOCA(fO 
Convoco os Senhores Vereadores abaixo relacionados. 
para uma Sessão Extrn-Ortlin:iria. a ser n:alizada no dia 06/ 
11/98. ils 20:00 horas. no Prédio deste Poder Legislativo. 
Assunto: Denúncia de Infração l'olitirn-Administrativa. 
capitulada no Art.4. 1 do Decreto-Lei 201/67. 
Tir,;nn Ferreira Leite - !'residente do Poder Legislativo 
CIENTES: Fátima R<·,:i11a Afres, ,t11to11io Dinis Ferreira 
dos Santos, Prudêncio Montiel, Hordonés José Alves, Moisés 
de Souza, Doralina Rodrigues leite, Ma,:aly da Silw, Godoy, 
Jolé Cnrlo.1 Bnrcclos. 
/té a data da presente DENt°INCíA. não foi 
informado através de Oficio ou do Financeiro o valor 
exato do mcs de Sctembro/98. 	. 
Segundu o c.lisposto no Artigo 15. Parágrafo Unico. 
da Lei Org{mica. o duodécimo deve ser repassado até o 
dia 20 de cada mês. no scu valor integral e isto não vem 
(1correndo por parte do Executivo. 
Como se vé, o Sr. Prefeito lunicipal nilo tem cumpndo 
a Lei de Diretrizes Orçamentárias e ass1111 agindo está 
impedindo o regular funcionamento da Cãmara. está 
dcscumrrindo a Lei Orçamentária que foi dahorada de acordo 
com 
O 
percentual da LDO. e tamb.:m está pr.llicando ato contra 
expressa disposição de Lei. na medida que de cumpre a Lei 
Orgânica. Anigo 15 antes mencionado e Artigo I da LDO. 
A falta de repasse do duodécimo integral, implicou no 
pagamento parcial dos Vercadon:s e despesas elementares, tipo 
material Je escritôrio e semelhantes. 
O Poder Legislativo. segundo 1> Artigo 2°, da 
Constituição Estadual e Artigo 2" da Lei Orgânica d_o 
Município de Caracol é independente_ e tem autonom1_a 
administr:itiva e financeira_ o que nào esta acontecendo. pois 
o Poder Lcl!islativo. composto de legítimos representantes do 
povo. responsáveis pela elaboração das Leis, tendo 
reprcscntaçào popular tào legitima quando ao do Sr. Prefeno 
e està sendo sufocada pelo detentor das verbas. 
Para evitar que um Poder impeça o funcionamento do outro. 
é que existem Leis como o Decreto Lei 20197. onde através de 
um controle politico e Legislativo pode afastar povsonamente e ao 
cabo do processo ca.'iS:1.1' o mand.1to do Prefeito ou dirigente relapso. 
o Poder Lec.islativo nào pode onuur-se c pcn11111r a 
continuação desta ilegalidade, deve preservar sua autonomia 
e independência par:i bem cumpnr os dcs1g111os a s1 cometidos 
pelo povo que o clcgeu. 	. . 
Posto isto .éa presente para requerer seja submetida a 
presente DENÉ'NCIA ao plenário dessa Casa de Leis e. em sendo 
recebida pela maioria absoluta, seja dado o pr.izo de I O (dez) dias 
para 
O 
Sr. Prefeito Dilmar da Silva Leite, efetuar o pagamento da 
dili:rcnça do rc(XISSC dêtuado a menor. ou ainda, apresentar sua 
dcfcs., eis que ser. cassado seu mandato em vrude da presente 
denúncia, assumindo o cargo de Prefeito o Sr. Vice-Prefeito. 
Ao final cabe salientar. quc por ser o Poder Legislativo 
detentor de tal prerrogativa. nào deve olvidar que foi eleito 
p:irn representar os interesses de seus consrnurntes~ do povo 
que lhe elegeu, sem a independência desse Poder. não haverá 
fiel desempenho do manda10 outorgado. e o l oder Jud1c_1ano. 
tomada a decisão pelo Legislativo, quanto maior a 
representação, maior segurança terá em manter a decisão, pois 
certamente h:l'cr.i questionamento iud1c1al a rcspe110. 
Nc tcs T cmloS.. Pede Deferimento. 
Caracol/Ms., 04 de Novembro de 1.998 
Tirson Ferreira Leite - Denunciante 
1-SIO ... C-lt... 
I rata-se de mandado de segurança preventivo impetrado 
pelo Prefeito Municipal de Caracol S contra ato d Presidente 
a Câmara Municipal de Caracol que. ao receber denunca d 
infração politico-adminstrativa. designou sdo extraordinária 
1 ser realizada na data de hoje, as 20 00 hor,h 
Pede o impetrnnte a conet:-.s.io de medida liminar. para fim 
de que seja suspensa a realização da referida sessão, bem como a 
tr.Jmit,1ç;'lo do processo por infração politico-administrativa e 11 
eventual afastamento do Prefeito Municipal de seu cargo 
Feito esse breve relato. considerando a documenw,._J., 
aco~todn à inicial. bem como os orgumcntos c>-pend1dos. é ti,· 
se conceder ;1peas cm pane a liminar postul da. 
Com efeito. a rcaliwçilo da sessão o:x1raordin ria es1,1 
.11111provad.1 por meio da dccbraçilo firm:xb por um dos Vm.."'ldore--. 
,lo Municip,ode Caracol. que afirma tersidocon,ocido (Xlt"JO refendo 
.110. que versará a respeito de denúncia fundamentada em infração ao 
IÃ..'<.TCto-Lci 201/67. instaurada contra o i111pc.1.r.1111e. 
Contudo. o impelrantc não trouxe pro, a preconstituida 
Ja impossibilidade de rcali:wçilo de se~~õe, extr.iordinária,. 
como alega na inicial. deixando de juntar aos autos copa da 
l .ei Orgânica ou do Regimento Interno d:i C.irnam. 
Assim. a realiwçilo do /to nilo deve ser impedida. 
Igualmente não h:i como impc..-dir a instauração de processo 
para apuraçàu de eventual infração politico-ad111inistr.1ti'a. sendo 
pe te opode ru 
pela propna mara Munepl en opelo Poder Jah sano. que 
cu mina os pct {ma dope edn nt 
Por fim, impô :, entretentes, a one o de mhda 
lm11n .r, p.,1.1 u lim de J ·-r .. , r, r ., ( : .. 1. ra Mumep 1 de atas ,,1 
que se bstenha de pratear atos que importem atast, mento do St 
Prefeito Municipal de »u o sem a obsenv na do devdo 
processo legal, oportunizando-lhe o exereto do direto de ampla 
dck!>-l prcwnr,.,Jo pcl 1 ( ,n t,1111,.io 
Assim, qualquer ato que venha a ser pratado pela amuara 
Municipal de Caracol em eventual procedimento por intra,ão 
politico-administrativa deverá observar teuamente o ordenamento 
,igente, •,(:ndo rntokr,1 ·I o afastamento umano a exemplo do 
que ocom:u hj pouco, dr,1,. en ..... ·pndo J <OJllc,-..l,i ti' 111111!11rtm 
mandado de segurança que tramita por este Juiz 
Posto isso, concedo em parte a limiar pleiteada. para o fim 
de determinar a Câmara Municipal de Caracol que se ab tenh.J J,· 
praticar atos que importem afastamento ti • impetrante de seu caro. 
sem a pré ia observância do ordenamento yurido vigente e t.0111 
ofensa aos principios da ampla detesa e do devido proeeso legal 
Soliulem-se as inforr11,1çtics de estilo. em dez das 
Decorrido o prazo acima, ao MP 
ela Vista/Ms. 06 de Novembro cJe 199ii 
Eli,..ahetr Anache •. lui,a cJe Direito 
Prefeitura Municipal de Caracol/MS 
LEI Nº :519/90 
De 19 de Outubro de 1.998 
Di.1pck sobre! as diretrizes para elahoruçüa e execução Ju 
l<!i Orram<!11/Úriu A1111al de! /999 <! Jú 1111/ru.,· pro'idi:11ciur 
O Presidente da Câmara Municipal de Car:icol/MS. Tirson 
Ferreira Leite. faço saber que a CâmarJ Municipal decreta e eu 
sanciono a seguinte Lei: 
Disposições Preliminares 
Art. l º - Ficam estabelecidas. para o exercício de 1999. 
conforme disposições contidas nesta Lei. as Diretrize, 
Orçamentárias do Município. compreendendo: 
1 - As propriedades e metas da Administração Municipal: 
11 - A organização e estrutura do Orçamento: 
Ili - As diretrizes especificas parn o Poder Lcgislatirn: 
IV -As diretrizes gerais para elaboração do On,:am.:nto do 
:vlunicipio e suas alterações: 
V - /s diretrizes do on;amento Fiscal e da Seguridadc 'ocial: 
VI - ;s diretrizes do Orçamento de Investimentos: 
Vll - /s disposições n:lativas as despesas do Município 
com pcssoal e encargos sociais: 
VI li - /s disposições sobre alterações na Legislação T ributària: 
IX - As disposições de caráter supletivo sobre execução 
dos orçamentos; 
X - /s disposições finais. 
CAPÍTULO 1 - Das Propriedades e Metas 
da Administr.içào Municipal 
/t.2"- Constirucm propriedades da Administração Municipal: 
1 - Educação e Saúde. com ênfase para: 
a - educação fundamental: 
b- melhoria do a!cndimcnto à área de saúde e ades preventivas. 
c - proteção a criança e ao adolescente: 
d - assistência alimentar e nutricional: 
e- saneamento 
11 - Habitaçilo popular: 
III- Recuperação e Consolidação da infra-estrutura urbana: 
1 V- Outros objetivos e metas. 
Ar.3"-As propriedades definidas do Artigo anterior terJo 
precedência na alocação dos recursos de 1998. observadas as 
metas destacadas nos /nexos I e 11 desta Lei. 
CAPÍTULO 11 - Da Organização e 
Estrutura do Orçamento 
Art.4° - O Projeto de Lei a ser encaminhado ao Poder 
Legislativo compreenderá: 
I- Os orçamentos fiscais referentes aos poderes do 
Município. seus Fundos e Óri;iios da Administração Direta e 
Indireta. que discriminar.lo as Depesas do Poder. por Unidade.: 
Orçamentária. por Órgãos da administraç:io Indireta e por seu. 
Fundos. segundo exigências da Lei Nº 4320/64; 
II- Os Orçamentos da Seguridade Social. abrangendo o, 
Órgãos da Administração Direta. lndincta e Fundos de 'aturcza 
Social. que discriminarao as Despesas por Órg:lo. por unidade 
orçamentária e por Fundo. segundo exigências da Lei 4320/6-1. 
Parágrafo Unico - Integrarão os Anexos a que se refere 
este Artigo. além dos componentes refencncindos no Art. 2° 
Purágr:ifo Iº. Inciso Ia Ili e Parágrafo Único do Anigo 22 da 
Lei N" 4320 de 17 de Março de 1964 e no Anigo 6ª desta Lei. os 
seguintes dcmonstr:itivos: 
1 - Quadro Indicativo da Legislação que norteia a 
Arrecndaç:1o da Receita: 
II - Demonstrativo que e, idcn ·ie a progr.unaçiio no 
Orçnmcnto Fiscal. dos recursos destinados a Manutenção e ao 
Dcscmoh imen10 do Ensino. tlc fonna a caractcn1,1ro cumprimento 
do disposto no Anigo 157 da Lei Org:1mc;1 tio/ lunrcip10 
/rt.5° - Para efeito do disposto no Artigo 4" desta Lei. o 
Poder Legislativo encaminhará ao Executivo sua l'roposta 
Orçamentária para fins de consolidação, até o final do mé, de 
/gosto do corrente ano 
An.6" - O, Orçamento, 1 i,cJi, e da Seguridade Social. 
discriminarão a Despes.! por Unid.idc Orc;amcntJna. segundo J 
classificação funcional-programática. expressa por categoria de 
programação identificada por í'ro1c111, e •ti, itladcs e por 
Categoria Económica, observarão a seguinte classificação. 
1 - Pcsso:tl e Encargos Sociais: 
í í • Juros e Encargos da Divida. 
1 í l - Outras Despesas Correntes. 
IV - lmcstimcntos: 
V - ln, crsõc.:s F1n:mcc1ras: 
VI- Amortização da Divida. 
VII - Outras Dcspesas de Capital 
Art.7° - O enquadramento dos Projetos e Atividades na 
classificação funcional-programai ica. de, c.:rá ob,c.:r, ar '" 
objetivos específicos de cada aplicação indqJCndcntc da L'111d:1de 
Orçamentária a que estiverem vinculados. 
Art.8° - As despesas e as rcccit:is do, Orçamentos Fiscais 
e da Seguridade ocial. bem como do conjunto dos dois 
Orçamentos. ser.lo aprc,cntados de forma smntetca e agregada. 
evidenciando o Deficit ou o Superavit corrente e o total de cada 
um dos Orçamentos. 
Art.9º - i Lei Orçamentaria conterá dispositlo, 
autorizando o Exccutivo: 
1-A abrir Créditos Suplementares até o hmittc nda esp,.:cificado: 
11- A realizar Operaçàoes de Crê.ditos por Antecipação da 
Receita. conforrne perrnissào contida no Parugrafo 8° do Artigo 
165 e dcntro dos limites cstabdccidos no Inciso Ili. do An.igo 
167. ambos da Constituição Federal. 
111 - ,promovera concc-ssào de auxílios e sub,c:ições á 
entidades da Administração Federal e Estadual e com outros 
Municípios. no interesse e col1e11iências deste Município. 
Art.1 0- A mensagem que encaminh.ir o Projeto de Lei 
Orçamentária Anual. conterá: 
I- Resumo da Política Econômica e ocial do Município: 
II - Demonstrativo da estim:u.iva da Receita do Orçameni.os 
Fiscais e da Seguridade Social. incluindo as pn.:m1ssas básicas de 
comportamento dos principais itens da arrecadação prevista; 
111- Demonstr:itÍo dane essidade de tin:mciamentos para 
investimentos em obras e servi os que busqUt:m assegurar o 
desenvolvimento sôcio-econõmico do Município: 
IV - De.monstratÍ·o das estimJtivas de gastos com pessoal 
e encargos sociais para o excreício de 1999. 
CAPÍTULO 111 - Das Diretrizes Especificas 
pnra o Poder Legislati1 o 
Art.11 - A scmelhanp de que cont.:m no Art. 56. da 
Constituição Estadual e por inexistên i:1 de disposições ani!ogas 
na Lei Orgànic:t do llunicípio. fica estipulado o limite de 14% 
por cento da Recc:_ita Corrente do Munícipio. p. ra elaboração d 
propo ta do Poder legisbti'O :-.1uni ipJI. 
Parágrafo U'nico - No transcurso da Execução Orçamentária 
do Exerci cio de 1999. o perccntu:tl de que trata do C:t;,ut deste 
Artigo seri repas do com base na Receita Corrente efetivamente 
arrcc;idndn. tendo como base de cikulo :1 Receim d mês anterior. 
CaracoVMS., 19 de Ou1ubro de l.998 
classifidiriofroh±lptdrenPresitere da ftataoria de

CCJR acolhe 237 Emendas Juros caem de 49%"" ' 
1 
±:. - 
Ao Orçamento para 99 
0 
Edital de Prime ra 
para 42,21/o ao ano e Segunda Praça 
ommt ào de on Hui+o 
luta e redação sobre o 
de 99 foi of«ameno 
apre entalo na se .do desta 
qu.111.1 lt!tr.1 ( 1 1/11) pelo ,,·u 
presidente e relator aldent 
Machado (PDI)que anuncou 
o recebimento de 279 emendas 
ao projeto de ki de autoria do 
J WLUI 1 ti lJlll' Cl,1hci<'CC i( ~ 
I bulho como dotação 
financetta pata o próximo ano 
l)c"c 101.il.1'11,1111 :11•,J1,11J.1 '.! 17 
e rejeitada, 37 proposições 
llu.,, delas (uma do dcpu1.1tlo 
1',11,!11 Com1 e II ou11,1 <ln I' 1) 
1 i,.1111111 prcjudirnda, pelo 
acolhimento de emenda do 
p.trl11111<·n1a1 ikiru 01who 
11111dilic,111do o artigo I0 do 
prnjcw de lei, enquanto que 
uu1r,1 (~ ,k 11º 81 .cio, 
p.1rl,1mc111.irc, Valdir 'e, e,. 
Jerson Domingos, Akira 
Otsubn e l(nhcrlo Orro) rui 
1..:1ir,1d,1 pelo, .,u1me,. 
lJma outra crne11d.1. 
apresentada pelo deputado 
\'aldir '<'I e, , er,ando ,obre 
distribuição dos recursos 
orçamentários (30% a critério 
do l'mlcr 1 eeutivo, 40% de 
.1cnrdn com o índice 
popubc,on.11 e 30% levando - 
se em conta a extensão 
territorial) l'oi cou,idcr,1d.1 
"vbi,clmenle i11con,1i1U1:innal" 
pela CTJR. No rclatôrio. 
Valdcnir 1'--1:lchado dc,1acada 
que a proposl:l lamhém "fere os 
prtri. ipios da programação, do 
q111ltl,rio orç.11n.n1Jr111, .!e 
unidade e. principalmente. oh4 
lealdade. pela qual a 
Administra4o curva-se 
pcr.1111c .1 k1. 'io h.1vc11do 
permissivo legal anterior n.lo 
p1•ck o lcf'llador lllrtllllll 
alterar principios 
cnrhlilUCl()ll l tlll l'ltlJelll de 
Lei Orçamentaria" 
Valdemr 
c,d,m;ccu que " lr.th,tlho d,1 
IR foi verificado a legalidade 
e constitucionalidade das 
emenda, e que o proje10 ,crá 
,,gora c11carninh11do para a 
rnrni,-..lo de a 0111p.mhomcn10 da 
cxccuçno Orç,1111entária para 
an:lisc do 111fri10 do projeto das 
proposiç<k, bcrn corno da 
di,ponihili(bdc de recur~o,, alé 
o dia I5 de Dezembro o 
Orçamento terá de estar aprovado 
pela Assembléia Legislati a. 
iodiência púhlica por 
,olici1.1ç,1o do deputado Akir,1 
01subo (PSDB)que recebeu a ai 
das lideranças das hancad.1,. 
O Prc,idcntc da 
/,semhléia l.cgi,lati, a. 
Londres Machado, de,tinou a 
manhã da próxima quinta-feira 
( 18/11 ). para a rcalinçào de 
audiência pública , i,andn 
debater :L, quc,Hic, c111 oh endo 
o !'orlo Primavera com os 
segmentos interessados. 
principalmente sobre as 
rnmpcn,açôcs econômicas ao 
Estado pela inumlaçàn do lago. 
Ramez: "Cortes de recursos feitos 
pela equipe econômica deixam 
a classe média hem sacrificada 
O reblnr da propo,ta do 
Orçamento da (União do próximo 
ano. • cuador RamcL Tehct. 
PilDl1-1'-IS. Ji~e c,1a scmnna 
que "o, cone, feito, pela equipe 
econômica. deixam a classe 
mc'dia lx:rn ,acri!icada". 
Segundo ele. rcstn aos 
parl:..tnh:ntan.:!-1 rcm:incjar uma 
verba ou outra para atender às 
areas mais carentes, sem 
submclcr a propo,ta a nenhum 
outro tipo de cn~ugamc1110. "J:i 
i:stâ m:,grn, vamos cortar o 
que"?. perguntou. depois de 
reconhecer que o Congresso 
lerá pouco e,paço p:1r:1 ntu:1r. "É 
um orçamento reccssÍ o. 
porque 11:  pre,c crcscimento". 
T chct lembrou que. anlcs 
dos cortes no orçamento 
encaminhado ao Lcgislati,o no 
último dia ck ago,to. a prcvis:lo 
i:r:i de o Pais crc,ccr-1% cm 99. 
O rda10r pcJiu aos lideres que 
indiquem os sete relatores 
adjuntos que vão ajudá-lo a 
preparar final da proposta do 
E,c uti, o. Etc, s:lo escolhidos 
cmre o, membro, da Comi ,:lo 
~lista <ln Orçamento. formada 
por 6.3 Deputado, e 2 1 
Senadnrc,. Para o cnador. 
,omi:nte se o calcndjrio de 
tramitação do orpmcn10 
"funcion:1r como um relógio" 
,er.i pos i, cl aprod-lo ainda 
este ano. A intenção do 
l'rc,idcnlc do Senndo. /nhmio 
Cario~ ~'1agnlh:les (PFL-OiJ. e 
do, lideres governi tns é n de 
apro,.,r,, IC),10 cm plcn:írio dia 
l de ílacrnhro. ültimo dia de 
lr:ib~lho Ja ;um! legi;btur:i. 
, meta impôc sacrilicios. 
inclusive para os gráficos do 
Senado. Eles deram plantão 
para que no dia 11 cada um dos 
596 parlamentares tivessem cm 
màos seu exemplar do 
orçamento. Nesta semana os 
~ongrc.:ssistas aprovaram o 
projclo de rcsoluçilo que cria o 
rito sumário para a aprcciaçilo 
do Orç:uncn10 Geral da Uni:lo 
pura 1999. Governistas e 
orosições concordar:im que o 
melhor caminho é suprimir 
prazos de tramitação da 
proposta orçamentária que sô 
chegou ao Legislativo na última 
segunda-feira. por conta dos 
gastos impostos pela crise 
linnnceir:i mundial. 
O relator anunciou a 
realização da primeira 
audiência pública. que 
acontecer: na próxima tcrça­ 
leira. quando o Ministro do 
Planejamento, Paulo l'niva, 
cxplicar:i os motivos dos cones 
para os membros da Comissão. 
Outrns autoridades também 
er:'io convoc.adas. no período 
de oito dias cm que os 
parlamentares poderão 
ap~escntar emendas. O limite é 
o de 20 emendas por 
t arbmcnlar. no valor mi~imo 
de RS 1.5 milhào. a exemplo do 
que ocorreu no ano passado. 
Js bancadas estaduais 
podcriio apresentar até I O 
emendas. enquanto que as 
comi,sões especiais que 
e tudam projetos públicos 
federais de irrigação 1crJo que 
se limi1ar a cinco emendas. 
,de A 
1 rc xi I o ,J 11 1 1 q , , ~ ~ ., 
o mercado ned 1 qu rta leira A am adet anurt 
redução smihicatva dos juros, uma vet q« letra ]a 
estava em 42,75. Secundo fontes do B.é posável que. a partir 
de hoje, o H comece a operar com a nova taxa 
Ou ,q,1. di; JIIILIO ,, uma trajetória de queda até chegar 
ao patamar desejado para os juros A decisão do Copom de 
baixar os juros ja era esperada por todo e, 111cr~.t.10 e pelo, 
políticos. Principalmente depois da decla 1,1çJo do l't<" idênlc 
l·cma11do I knriqu.: C,udos(>, 11,1 úhim.11e1,J-fr1r.1 ,.11l,·n1,111dll 
que a aprovação da reforma da Previdência Social e as 
negociações finais do acordo com o l undo Monetarto 
ln1,·rn..1cio11al (I· 11) pcrmi11r,rn1 uma rcdu,:io d.h 1.1> .. .h. 
Analistas de mcrc.1do, no entanto, no descartam que o 
Copo111 1.rnci: mJu d.: 11u1r.1 .1hc111,11ih1 p.,r., .1 qucd,, d,· Juro, 
1:lcs admitem que, tão logo o acordo com o 1 11 scj.1 kclui.lo.: 
a votaç,1o do pacote fiscal tenha andamento no Congresso 
acional. o comité faça uma reunião extraordinária e promova 
uma redução mais drástica as 1u,a,. l'.ir.1 o tin,1I do ano. cs1c:, 
analistas pre êc111 que u, juro, c,1ar.io i:111 torno de 30% 
1 ontcs do gm crno. i:nlldanlo. ad11111c111 que o, Juro, podem 
chegar a 25% em dezembro. I ste ano. o Copom 1cm 111.1r,·ad.1 
mas uma reunião ordinária para o dia lo do próximo més. 
EXCLUSIVIDADE 
1 ambé111 na reunião desta semana. o Copom man1c1 e ,, 
exclusividade da Tban nas operações de assistência financeira até a 
pró~Ílll,l rcumJo. quando o corrn1ê 1ohar.i .1 discutir o .1-s.,urllo. 
Isso significa que a significa que as Instituições 
inlcrc»Jda, i:111 tomar recurso, do Banco Central terão de 
pagar juros seguindo a 1 han. Ou ,cja. "' 42.25% decididos 
hojc e niio a 1axa efetiva praticada 11:1s npcraçucs di:írias , 
l'axa B,isica do Banco Central (TBC) continua suspensa. Ou 
seja. scrn 11cnht1m,1 funç5o nas operações do BC. 
Puder .ludici:írio do Escado de ilato Gro,so do Sul 
Comarca de Bela Vista 
1 Ooulora Elizabctc inachc. Ju11.a de Direito da 
Comarca dc 13cla Vista. Estado de Mato Grosso do Sul. 
na forma da Lei. etc ... 
FiZ SAl3ER aos que o prcsenlc l:dit,1I , irem ou dele 
conhecimento tiverem. expedido no, auws n'' .387
1
95 <li: 
EXECUÇÃO POR QUA 'TI/ CERTA CONTRA 
DEVEDOR SOL VENTE requerida por ílA CO DO OR/SIL 
S// rnn1r.1 CÊLIO iL VES 00. SiNTOS. cm trâmite por 
este Juizo e Cartório Judicial. que nos dias 01/12/98 · I0/12/ 
2.8.....Ill;pcctiv;nnçntc, ~s I S:00 horas no Edificio do Fórum 
local. será levado :i público prcg:1o de ,cnd.1 e arrcmataç,io. a 
quem mais der e maior lanço oferecer. aos si:guin1cs imovcis: 
l'.!5.0000 has (cento e vinte e cinco hectares) de terras pastais 
e lavr:idias. parte da Fazenda Cosia Pcron. mm dcnominaçJo 
atual de Fazenda l'ornngaba. deste ·I unicipio, objeto da 
ma1ricula nº 8.270. do RGI di:sta cid:1dc. avaliada cm RS 
1.050.00 o hcctari:. no total de RS 131.250.00 (cento e trinta e 
um mil. duzentos e cinquenta reais): 89.9-172 has (oitenta e 
nove hectares, noventa e qua1ro arcs e sc1cn1a e dois centiarcs) 
de !erras pasl:iis e lavradias. no lugar denominado "Machorra". 
partc da antiga Fazenda Costa Peron. deste ~lunicipio. objeto 
da malricula nº 8.79-l. do RGI dcsta Comarca. avaliada cm RS 
1.050.00 o hcctare no total de R 225.69-1.56 (duzentos e vinte 
e cinco mil. seiscentos e no, cn1a c quatro reais e cinquenta e 
seis ccnlavos). cm data de 20/05/96. e ser::i corrigido 
monc1ariamcn1e 05 (cinco) dias antes da primcim praça. Con ta 
dos autos que os imóveis encontram-se hipotecados cm favor 
dc ELETi l'iEL NOGUEIRA. LI EU ílORGE e ROQCE 
ALVE DO / TO . 
1
a primeira praça o imóvel n:lo 
poderá ser alienado por preço inferior ao da avaliação. sendo 
que na segunda que só tt:r.i oportunidade se rc ultar negn11va a 
primeira. o imóvel será vendido a quem mais d -r e maior lanço 
ofcreccr. ainda que por preço abaixo ao da avaliação. Nilo 
ha,cndo cxpcdientc cm qualquer das datas acima designadas_ 
cstns rcalizar-sc-ilo no mésmo horário e local do dia útil 
imcdiatumcn1c seguintes. Caso os executados n:lo sejam 
intirnado, pessoalmente para as praças. ficam desde j~ 
intimados. através deste Edi1al. das datas e horários designado 
para os pr.1ccamcntos. E para que ninguém aleguc ignorán i:i. 
foi expedido o prescnle Edi1:il. que scr-.i :ifo,:ido n:i s.;dc desa: 
Juízo e publicado na forma da Lei. com antcccdcncia mínima 
de cinco dias antes da primeira praça. Dado e pus ido nc t:i 
eid.,dc e Comarca de Bela Vista. Estado de Mato Grosso do 
Sul. aos dezes ele dias do mê de outubro do ano de riil 
novecentos e 1101 cn<a e oito. Eu. Sumira Lopes. Escrevente 
Judicial o digitci. Eliz.ahclc Anache - Juiza de Direito 
1 
pf 
I X.IH Jl l>IC I, 	-.o 
1 ro1P1H I,,; l ri J t: 
li LJI IIH)',t)I 	, por este Juiz.e arta 
Judicial, que n 	10/1298, respetivamente, 
;1, IJ:JO J!rir,1, r , Ldil ~ , .J,, 1 , n,m 1 ,. 1. 1" 1 ' J,, •
1 
l"
1
t>I ,· ' 
pregão de venda e arrematado, a que n mar der e maior lanço 
oferecer, o seguinte imóvel. 50% do imóvel com area total de 
L23hectares e 768 metros quadrados ou seja bl.X/ 4(sessenta e 
um hectares e ottoccntos e oitenta quatro metros quadrados) 
de krrJ p.,,u,, e I JHJJ11,. d.11 .li.mi., ,k 1,om111. d.1 .,:,ulmenk 
de "Dona Ilda", situada neste Munteipio e Comarca de Bela 
Vista. confrontando. 4o Norte, com o ( 111rc," ,.,! ,b1nh., e 
tetras de 1 ,11.1rn J.1 ti,.,. An ul. com tet 1 .1, d..- 1 111i:u ( ,oru.i!o 
e João Fernandes Cano, Aol i: h: . ..:,>1111,·rr.h d, 1 eu oonzales 
e Joio l ernandesano e a Oeste, com terras de lo@o l ernande 
( ,rno e I inc11 ( 11 nales devidamente matriculado sob o n'''.!.85X 
do IH ,1. ,k u ( 11rn.uu  rcknd.1 .1re,1,·nn111!1 ,1-,.: l11>JC 1111.1,i.1 
dc111111 Jc uma arca maior, completamente formada e cetead.a 
com postes e fios de arame hso, bem situada a qual avalio com 
o valor de RS 250,00 (duzentos e cinquenta teats) por hccl.Jr<'. 
no 101.tl de R S :10 76'1.:20 (trinta mil. setecentos e sessenta e 
nove reais e Inte ent± o,) , .11 Jl1,1, h> 0 d,11.1d.1 de I4 de 
,hnl de 191/X e seta corrigida monetariamente cinco dias antes 
do praceamento. Dos autos consta débito com a larenda 
.Jc11>n.li.rcfcrelllcJn,ann,dc 19'J-l. 1995. ll/'1(1cornl,oco111 
,1 Dccl.,r:içào uc 11 R 1 997 Na primera praça o 1mc',,cl n.1n 
poderá ser alienado por preço i11fcnor ,111 d.1 J:dtaç.-,o. si:nd,, 
que na segunda que so terá oportunidade se resultar negativa a 
primctrJ. o imóvel sera vendido a quem mais .. kr e 111.1ior IJnçn 
oferecer, ainda que por rrcçn ahai,o ,10 ú.1 a,,,!1aç;io. 1':io 
havendo expediente em qualquer das datas acima designadas. 
estas realizar-se-ão 11n mesmo horaro e loc,tl do cl1..1 ultl 
mediatamente seguinte. aso os executados nio sejam 
intimados pessoalmente para as prap,. ficam dc,di: ,., tnlimaun, . 
através deste Edital, das datas e horarios designados para os 
pr:.H.:c.1rncnto .... 1 parJ. que ninguém alegue ignor.incra. foi 
c~r,·Jtd" n pre,cnlc I J11.tl. que ,crá ali,:ido na ,edc deste Ju110 
e puhlicado na forma da Lei. com anlcccdênci.1 mi11im.1 de cinco 
dia.s ante, da primeira praça. Dado e passado nesta cidade e 
Comarca de Bela Vista. Estado de Mato Grosso do Sul. ao, 
cinco dias do mês de :--membro do :mo de mil nmcccnHh i: 
nm cnla e oito. Lu. Samir:i Lopes. E,cre,i:nlc Judicial o dig11ei. 
EliLahete Anache - .Jui,:i de Direito 
l'odcr Judiciário do Eslado de :',lato Grosso do Sul 
Comarca de IJcla Vista 
B E rl 
i Doulor:i Eliz.1bc1c Anache. Juiza de Oir.:i1o da Comarca 
de [kla Vi 1:i_ Estado de Mato Grosso do Sul. na foma da Lei. ctc ... 
FAZ SAílER aos que o presente Edital , ir.::m ou dele 
conhccim:nto ti,ercm. cxpcdido nos auios oº 35189 de 
EXECUÇAO requerida pelo 0,NCO DO BR,SIL S'i 
promove em face de 
0
1GROPECU,Rli ZLCA'S '"º· C011. 
IP. EXP. e _rRANSI'. L TOA. em trãmirt: por este Juizo .: 
Cartório Judicial, que cm seu cumr,rime1110 e atendendo aos 
mais que dos autos consta, pelo presente Edit4] 
. . 	• e 1 '1 . com pra,,o de 
20 (, 1111<:) dias. lic:1 INTl:'vliDO O requerido JO É FLÍI VIO 
CAMPOS UNES. brasileiro casado ;iurop.. · 
. . • • "' ccu:1n,1a. estando 
cm lucar rncerto e não sabido da pt:nho r d 
• 	• r:i c,c1ua a no ro;to 
dos aulos cons1an1c do crédito do executado depositados em 
caderneta de poupança nº 1 1-1-1.00.l 908 &07 , 
-, 
0 
• • -~ com saldo de 
RS -1.911.8_ e conta n l l-l-l.OO-l.90& 
808
_, -· 
• 9'>0 07 d  - • . • - saldo de RS 
.>. - • a I genc,a da Caixa Econômica F ·d 
I 
d . 
. 	cer:i eJard,m' 
1 . , 1nculados a este Juizo. E para e • • 
• 	• • 	• 	• 	da que ninguém alegue 
ignorância, foi expedido o presente Edital. . - . "' 
. . ~ • que sera alix:ido na 
sede deste Juizo e pubhc:1do na forma d L .· 
8 
. • 
- + 	ta e. ela Vista/M 
O., de No, cmbro de 1998. Eu.. Edoard I'-- h" . . . • •• 
:.. -- ' lanhes, o digitei. 
Elirabete Anache -Juiza dp, rei to - 
:- Rua Ten. Bernardes _ Sala 
01 
---W251-2509 - Res.a2s1-19g
7 
J d" MS 
- ar Im-

BELA VISTA -IS - 13 E 
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nos géneros alimentice1os 
em geral. bebidas, refrige­ 
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 Q11e111 nttÍ de idade nova, no dia 17 de 1101•embro. é 
1 a garotinha Gisele Diana Serena, filha do casal Ary e 
E. Antonina Serena. proprietários do Açougue São Miguel. 
, /)c1<'J'"'"" 1111111111 ft·ltculrull!.1 e lfll<' l!Sto data se re- 
[os"""c"trocos osr 
Quem complc-tou 
mais um nno de irlnele, 
no rlia 6 ele novembro 
pu;;;;ado. fói u gatinho 
g ue 
o Mig el 
Carne Bovina, Suine, 
m,i,udos d.e fra,n,go 
Rtfri9e1anttS, md, póo casti10, 
EnaJ1atf ( <reraé, ovos caipira 
,.nclt•r,.on. qu' comemo­ 
rou aniversario junto 
com -cus coleguinhas do 
FUNLEC 
Par1bens' 
Compotleirosg 
lnfoeo 
Quem militou clura­ 
mente nessas eleições 
passadas foram a:.: profc:.:­ 
:.:ora:.: (es) Dalm1a Rel!ina. 
Kikinha. Gilca. E:.:ter. 
Custódio. Valdrzinho. 
etc ... 
Também é válido 
lembrar o np010 rio Joel da 
Tapeçaria nessa atuaçiio 
polít.ica, as qua1:- abraça­ 
ram a cancliclatura ele Zeca 
ao governo do Estaclo. 
Rua lariD dt ladárlo.1899 
Bela Vista-MS _ 
 
"O que é- impo;.sívcl 
pra os homens, é possivel 
para Deu,-". (L11cos / 8.31) 
' -----------J 
rllifil_lfili'fJ !JJJ/-, 
/ 
Alf//.OVS:lfC A 
l'aO,ICOfÃO 00 
fones: 439-11761 1803 / 1495 c:ntQut "º""s 
n=G110tü-iUM@ t51#:tt@+l-t: b=tMl!ffl 
Bela Data 
Cursos e Serviços 
lIJ (!J DíJ (D Q 
Psi uiatrn Doido 
O p:.:iquiatra chega 
para um amigo e desaba­ 
fa: 
- Acho que estou fi. 
canelo doido. sofrendo dos 
nervos .. PrC'ciso ele um psi­ 
quatra! 
• Ué ... Por que voce 
mesmo não se trata? 
- É que cobro muito 
caro! 
Caetano 
- Como . erá o Caeta­ 
no claqui uns trinta anos? 
• ºcioso ... 
Pensamento 
Se queres ser "fe­ 
li=" por um momento, 
vinga-te. klas se queres 
ser feli= para sempre, 
perdoa.' 
(desconhecido) 
Co111 a boca 
11as orelhas 
DE NOVEMBRO DE 1.9O8 - P AGIN A-0O 
Rio Apa, 
santuário 
ecoló9ico 
O Dr. Sady ahraçou a campanha 
do Zeca do PT, por acreditar que :lato 
Grosso do Sul merece mudanças de 
verdade e porque Zeca 1110.,tra muita 
seriedade e competência para adm1- 
11i. lrar o Estado. 
Mili1ou duramente de banclc1n­ 
nha e tudo. Hoje encontra-se com a 
boca nas orelhas! 
Bonito servido por 
vôo internacional 
Com o funcionamento dos vôos dl' 
carreira semanais Campo Grande-Bo­ 
nito. a cidade das grutas e dos rios de 
água límpidas pa:.:sa 111tegrar a rota 
do turismo internacional. que além de 
aumentar o fluxo eleve diver,-1ficar o 
perfil dos visitantes estrangeiros. 
mais exigentes cm rclaçlio it quahcla­ 
de do serviços oferecido:.:. 
A expectativa do incremento no 
setor é de empresários e autoridades. 
após a Pantanal Lanhas Aéreas Sul­ 
matogrossense. inaugurar a sua nova 
rota. 
Inicialmente, a companhia aérC'a 
irá oferecer partidas de Campo Gran­ 
de com destino a Bonito (ida e volta). 
Segundo o gerente comercial ria em­ 
presa. a expectativa é de que a rota 
passe a fazer parte de uma linha fixa. 
O avião EMB 100 Bandeirantes. que 
fará o trajeto, tem capacidade para 18 
lugarc mas só transportará apenas 1-L 
"Eu sou o caminho. a verdade 
e a vida". 
(Jesus) 
A Abipan Associação 
Bina ional de De ea do P.wtrn,il 
está propondo que os 2 quilôme­ 
tro: de extensão do Rio pa se] m 
transformados em um santuário eco­ 
lógico, efetivando entre outras coi­ 
sas, a proibi .1o J,1 f)Cl.t predJtÓ1 i.1 
nesse rio Essa propos 1 é 11l!egr,111- 
te d.1 C.1rt..t do l" Se111i11 írio Sobn· 
Hidrovia, Portos e Pesca Predatória 
no Pant.inal, rc.tlindo cm Pono 
Murt1nho 
O rio nasce próximo a Bela Vi,­ 
ta e deságua no Rio Paraguai, abai­ 
xo d.1 cidade de Porto 1uninho e 
tem uma peculiaridade, em grande 
faixa do seu leito. ele marca a divisJ 
entre o Brasil e o Paraguai. A qu:rn­ 
tidadc de peixes que procuram suas 
águas para desovarem represent.1m 
uma significativa parcela da fauna 
conforme sustentam o~ ccologisras e 
proibindo .1 pesca um dos rmion:s 
beneficiados seria o rio Paraguai, qul' 
recuperaria sua grande:' c.ipacidade de 
piscosidacle. 
Essa proposta, no entanto, não 
agradou o presidente da Comissão de 
Meio Ambiente da Assembléia, de­ 
putado Paulo Corréa que afirma que 
a imolantaçjo da proposta seria 
1nvi;Ível uma vez deixaria muitas fa­ 
mílias ribeirinhas sem sustento. Por 
outro lado, para rlc, a fiscalização de­ 
veria ser rígida por parte da Polícia 
Florestal, que tem apenas seis ho­ 
mens na região. algo "humanamen­ 
te impossível". 
FLAGRANTE 
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111r~r Pinheiro t' 1/defomu Pit1heiruJ 
f-!ropaganc!;a 
·se crY 
aio, jorna' 
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1
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ll>&,(u 	_,, ~ u_ 
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Calle Cerro Corá. 653 - 'a038•314 
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. 1..c.,, •. ,
1 
()r•l'111:'1ria d<, cli:1 09 Ili' 110 cmhru tlc 1 ,')98 	J 1 
.-, ' ' 	lndit,ll,ll' ,
111 f'n·kil11 '!uni q>,il, r, ,:,r"n 11 1rH 1 ,,. 
l'rabalhos Apresenta dos: (,IO, ond,· ,,,liut,1 p,11rol,1111 ntt•. l,l ,,1lh,1m1 n!,> ,. u,lo<.,>· 
,,
10 
dl' bu,·iro, n.1 Ru,1 qu<' d,1 ,1u, o ,1 Ch, .ir,1 du <,r 
Austmnho Avelar no Dtrit.+ Nossa Senhora de Fátima 
4 . Vereador Ernando Francisco Gasco- 
lrnlll,l~•111 ., 1 l'r,·kit11 M11111up,1l. p,1r,1 qUL' ,IL-h•r11111w 
,
1 
,ontinuiJ,ide ,Hl gr,1nd,· •• erviço ja executado na Rua 
M.ir,·rh.il (.J11J1dn MJrl,ll"'· com lt-v.1n1,1men10 b,·m 
" 1111,1 dn ,•:1,1,t.-1111• 
lndi ,1
t;,1t1 ,1<1 Pr •Íl'1to, luniC1p,1I, ~olic1t,111dll n c,liç.1- 
mento em todo o emitero da Agua Doce, em seu ter+- 
11
r, 
11
,
1 
p,
1
rtl' ,1n1,g,1. ,,11ç,1JJp ,·,te com om..-nto ou lajotdo 
as pessoas que procuraram este Vereador, se prontificaram 
,,
111 
.,,udJr r11m O ímen111, r• "" ,·1r,1 bt.:nl'ÍJC1,ir íutur,1, lim­ 
pei.,,~, como t,1ml:x'm pmn1111c,1-111L' ,1 ,111unc1,ir 'i.J r.:idio, 
d,,.,p,·rt,mJo ,1 p,1rn•r1,1 om partes interessadas. 
lnJic,1 ,io ;w Prd,•,to Municipal, solicitando 
p.ir;:i que tl'ntl'm ,1 parn·ri.1 com os moradores da RuJ 
15 dl' N,n•,•mbro n•m ,1 Ru,1 oronel Camisao, para 
que seja teta calçada com lajotão, na tentativa de se 
resolver de uma vez esse desafio. 
fh,.;,iu de Aplausos ao Sr. !'refeito Municip,11,_ com 
wpi,1 ao Secretario Municipal de Obras, parabenizan­ 
dn-o~. qu,· ,om ,1 p,1rcl!n<1 Jns 111or,1dore!> locais, arris­ 
cou resolver o séril> problern,1 onde várias tentativas fo­ 
r,1111 l'l11 v,in, n,1 Ru,1 15 J..- :'i11vembro após ;:i Ru.:i Coro­ 
nel Camisão até o Rio /p.1. 
lndica~ões Verbais 
't'rt'ador lltkfonso Pinhdro - Indicação ..:m forma d.: 
sul.!,st:io ;10 Pn:1<:i10 ~luniciral. qu, ,:stnu v.:mlo a construção 
da-llibliot,,a 1unicipal, gostaria qu.: nós aqui s,: pud.:ssc,: 
s, 11àn for ..:sculhido o 110111, da llihliot,:ca. qu,: s..:ja o nom.: do 
I" l'rl'li:ito d.: l.lda Vísta. pois noto que cm nossa cidad.: não 
.:xist, nenhum logradouro púl:,i1co i;om seu nom, Sr. 1/RI­ 
NI IO TICO. 
Vereador Renato de Souza Rosa - lndit:açào a MM 
Jui1.a d.: Dir.:ito Dra. Elizabete Anache. para que d.:1.:rmin.: o 
r.:,;adastram.:1110 dos .:kitrn,s qu.: .:sla solicitação s.:ja cm 
nrnn.: da Cimara Municip,1I. 
Vereador GetÍllio 1.ino Filho. Moção ck Aplausos, ao 
l'r.:kito 1uni,ipal. qu.: pd.1 matcria (JIIL' li ,·m jornal 1111Jc 
dos 77 Municípios do Estudo. ap.:nas 7 ,:st:io com a folha dos 
s.:n idorcs .:111 dia l' Ikla Vis1:1 cs1ú induida n.:ssl's 7 Munic,­ 
pios, isto d.:11rnns1ra que o nu,so Pn:li:ito .:stá aplicando ho­ 
ncstam.:111.: o dinh.:im púhli,,,. valori.1.ando a pessoa humana. 
1!oçàn d.: Cnndnl.:n.:ia.~ cm nome d:i Câmara Munici­ 
pal ao Sr. Jntnnio Marial 'rhi.:ta l.avala. pdo falecimento de 
sua esposa. ornrrido no dia OH p. passado. que a familia enlu­ 
tada accill' as nossas sinc.:ras .: profundas condo!.:ncias. 
Vereadora lsabella de Moraes Pinheiro Murano - 
Moção de Cqndoli:nci;is. :in '.r. Ram:io Parcd.:s.: familia. pdn 
falecimento d.: sua sogra Sra. CI DA. ocorrido no dia 07 p. 
passado. quc a familia ~nlutat!.1 Jl't:it,: as nossas condolêncías. 
Sala das Scssõe~. 09 dt· '.'lonmbro de 1998 
y 1994-P AGIA-MO 
1 - Vereador lldefon_soj'j_n_bc:iro_ - Idra­ 
«ao saro Municipal de Obras. soltando 
pata que determine a passaem do ,,111111111,u, do l1x<1 
, 
11
111 111,11, {rl'qllt'nt 1,1 11,1 l{u,1 /ln·b1,1dvs lluh,1dilh,1 d,1 
unha, pois segundo os moradores da mesma, rela- 
111
,11
11 q1ll' ,1 ,nll'l.i do lixo passa muito pouco na ata­ 
da rua 
2..:._Y._{_!__n'il_!-Lor N •lio Oi6rio - lndic,,ç.io ,111 
l'r,•l,·1111 1'!11n11·1p,1I. p,1r,1 lJlll' d,•ll'rn111a1 •
1 
p,11 r,11,1111•1110 d.1 ,•,lr,lll.1 que demanda a s.,nt.1 
Leopoldina e demais usuários da mesma estrada, poi 
n, propr1l'l,l1 ll"- ,•,t,111 n1111 o proposto de ajudar nos 
'<'r'IÇlls, visto que já possuem o cascalho e na ll1l''-· 
ma estão quase sem acesso as suas propriedades 
lndic,1ç,H1 ,1t1 l'rt•IL'itn !unirap,tl, p,ir,1 qul' J,,. 
1,•rniilll' ,Hl úrg,Hl competente, que combata '" f11rmi­ 
i:u,•il'l" q11l' ,. i,tl'm no emiterio da ua Doce, v,.,. 
to que, em alum luar estão tomando conta dos 
tumulos e familias clamam por providencias. 
3 - Vereador Israel Chamorro • lndic,1ç,10 
,10 l'n•f,:ilo Mumipal, para que Jl'lermine o 
p.1trol:1nwntn e cascalhamento com cnloc,1c;io de 
bueiros nas partes qu,• forem 1H:n•,s,1n,1, d,1 Ru,1 que 
da acesso à hacara do Sr. Ivo Godov. 
l11dic,1çiin ,111 Presidenk d,1 l'EI.EMS, ,oli(it,111- 
dn ,1 rnlnc,1ç;i11 de um klelone publico em !rente ,10 
Restaurante do Trevo, no B,1irrn /gu,1 Doe,•. 
lndic,1ç,io ao Presidente da 1 EL.H,!S, ~nlicit,1n­ 
do a n1lor.1ç,ill d,• um telefone publico em irente ,1 
E~c<>l,1 S.i11 Clenwntl', no Distrito Nllss,1 Senh11r.1 Je 
1'.it1111,1. 
l11dic,1ç,io ,1n 51:'crl't,rio 1!unicipal Je Obr,1s, so­ 
licit,111do a cohic,1ç.in de bueiros, .1bertur,1 de valas 
dos dois lados da Rua que d,i ;,cesso a Chiic.ira d,1 
Sr,1. FiJl:'lin.1 Gn11ç,1h·cs 1111 Distrito ossa Senhora de 
F,1tim,1. 
lndic,1ç:in ,Hl Pr,•il'it<, 1'1unicipal. r,·itcr,1nd11 in­ 
dicaçao, onde solicita drenagem, cascalhamento e 
patrolamento da Rua que passa em trente a Chacara 
dn Sr. BugrL' e c,,lnc,1ç,i<• de· buc•in> com c.11>.:c;.1 n,, lei­ 
l<' do pl'quenn Cúrregn qul' 1 ic.i ,111 norte da mesma 
Autor: Comissão de Finanças e Orçamento 
Os 'crc;,dme, que ahai:-.n ,uhsl'rc,cm. in1c~ran­ 
lcs da Comi,sào de Finanç,1s e Orçamento desta Casa 
Legislativa, reunidos cm l'lcn:irin para analisarem o 
llalancctc 1-.knsa! da Prefeitura -lunil'ipal dc Bela Vis- 
A Comi,sào. apús analise l>pin:1 r:I nravc!mcntc 
pela sua aprovaçã,1. 
Sala de S,·"i'"'· 09 ,k :-ionmhro ,k 1l<JI!. 
Ildefonso Pinheiro• Prr,idcntr .. lo~n h:alife • Vereador/ 
l''.IDB: Getúlio Lino Filho· '.lcmhru 
o 
41/08 
Autor: Comissão de Finanças e Orçamento 
Os Vereadores que ::iha,xo ,uh,crc,cm. intcgr:rn­ 
lc'S da Comissào de Finanças e l)rçam.:nlo desta Casa 
Lcc1,l:it1'a. rcuuido, cm l'kn:inn para analisarem o 
l'r~1c11> dc Lei Nº 014 ll8 de aut11ri:1 do Vcrcador 
lrnando Francisco iasco, que dispõe sobre denomina­ 
do de Praça Prihlicu. <.' dú 111t1ra., proridl'nc:ias. 
, 111111,sào. após an,ilisc opin:i fo1r.l d111c111c pela 
sua Tramitação. 
Sala das S,•._,.ii,•,. O<J d,· ~nnmhrn de 1998 
lld,·íomn l'inhl'irn - !'residente; .ln:in h:alik • Vereador/ 
l';lllH: Cetúlin l.inn Filho - lcmhm 
.losé Ayrcs Cafurc • Presidente 
EDITAL 
i Associação de lllradorcs do Bairro Baixada 
Corinthian:t. COMU 'ICi ., ,.:us associados. que hawr:i clci­ 
ç:io para nova Din:toria. par:, u biênio 1999/2000. 
Outrossim . .:omunic,, "''' intcn:ssados quc quc1r.1m par­ 
ti.:ipar e cnm:orrcr a dc1ç:i<>. Jc, cr:lo apresentar suas chapas 
110 pr.1211 de três dias antes 
, Elciçào scr:i r.::ili1:1l.,1 cm 06 de D.:zcmbro d,: 1998. 
Inicio i1s OX:00 horas - Tén11i110 .is 17:00 horas 
Bela Vi.sta/:'1S .. 11 de Novembro de 1998 
Hemerson Rodrigues - Prl'sidcntc 
ººº 
A reabertura da lmn hon tt l1n l 11 '1'" ' tJ f'" 1 
, 1 1) l 111.JÍl t111t'hl' 111 .ut!1 
acontecer no da l < < 
1
1 , " 
Je,. Ao casal pr i'' t l.H I• u,,, "• pr ~'• 
Rir é o Melhor Remédio 
Uni ,n.m1to Jn nutro 
- e você adivinhar quantas aas eu tenho na minha 
fazenda, dou uma para você e to om a utra 
Estará no dia 15 de Novembro realizando um super 
show nJ c1d.1dc dC" C.11npo ( ,r.,nd,· 
Du.dhc: O ,h,"' J<:<>ntn.r.i no .lh,no l·r.111<0 
INFORMAMOS 
Jm comcrci.1ntn J,1 l idade que estamosa sua dis­ 
posição para fazer propaganda de seu estabelecimento. 
Precisando é só ligar para nosso Escritório, 
'B-195-1198. 
MOMEATO CULTURE 
1'!.,i, u111.1 ,.l'/ o C1r1c111.1 's.K1011.il nt.Í 11.1 {d., p.1r.1 
1 d_isput.ir cm l lollywooJ .1 ,._,t.11uct.1 do l ),, .ir 9') dt· mc_lhor 
filme estr.rnge1ro, com o idnw C.cn, r.d do Brasil, tendo 
como .11ri7 pnnnp.1I .1 !;lonrn.1 FL"rn.111JJ lontL·nq~ro. 
os D' Mi 
Que estão chegando no mercado Lançamento») 
B.rnd.1 F..-.1 tC.irro 'dhnl: < l11co 8u.1rq11,·: l.J,t.tnn 'elo,o: 
ÜJ.t'Jn: <;l...111k, l',t.i,. zl'/1' l l, ( .. 1111.11 ).;ll ,. l.uu.1110. /.,·l1J 
É o novo programa do Clodn, ,1 nJ Rt'd,· Ban­ 
i dc1r.1n1,·s. É um h.1r,1to. ,upa or1~1<1.,I ,. H'r p.HJ crer. 
Todas as tardes mas ou rnc.·no, .1, 15:CO hor.1'i. 
Se você não acha que cada dia é um 
dia bom. experimente perder um deles. 
Minh.1 m.ie tinha acabado de aprender a dirigir" h.i 
pouco tempo teve problemas com um.1 ,·.,;.:.1 pequ,·11,1. Por 
sorte um homem p.1rou pJr.1 JJud.1r ,·. cnm .1 ont•ntJç.io 
1 
dele, ela entrou na vaga cerunho. Mamãe agradeceu ao ho­ 
mem, porém não teve coragem de der que. nJ ,.,.,d.,de, 
estav.1 tent~tnto s.ur da v:ig.t. (Bcnj:.tmm ,unn. Gr:l-Bet:1nha) 
?açam.04 de (3M.acct çu.ua, 
ddade <U&de tcd<J.4 ftcd-4.am.04 
e9e: a caca c dgc que ca cada± 
de: f}oão 93nlisla do :l'tascimen!o . 
jVl.ecânica - ([orno - Plaina 
e Soldas em (Jeral 
Telefax: (067) lt95-1163 
( Ef'üülulo, e Serwço classe n AH - f0,f~-IUJ$ IUIU&, PÜ/:t:o, e C()ll,;u-o,!) 
495-1146

. "Jl'IJ{  BFl VISTA - .1 • 13 L l 
JOIL • L 'J JlllH'i 'A J>. l·HO'.'i , • -.: • 
Prefeitura Municipal de 
DL 
DECRETO Nº 1055 
Gabinete do Pre# 11:0 
loe Ganbaldr d 1 1 o 1 ~.t10. l'rcl 1111 lun,up.rl 1k lld 1 
Vista.l «tado de Mato oiro o do Sul. u ando d« suas atnbuiço 
que lhe sio conferidas e de acordo com o disposto no Artigo 43 
da Lei lederal 4320/64 
Ili l HI 1/· 
'()' ~ li I{() l)J ,!Jll 
4l .' JJ. 1 11 .. : ., nl nr ,. .r ! P RS 
11.1.10. (;.1l1111tll do l'nftsf, • ~ n!Jd "'' 
[$814862410.Contntui ao Fu o lde A 
1 ' 1 1 - C'rn11rsh111 ,1 :io lu 'o I< 
158 l 1486.2.440-ontnbu,ão ao I umlo Mu 1-i['l I J 
da rança do Adole «ente 
J 2. 1 ,t. (Contribuição do fundo RS 
4313.ontnburção à fundo . R 
* 115.()1. :-iecrc ta ria .1unicip.tl ele cl111i11i<trac;.io 
OJ(J702 I .~ O:!O - Manutenção das Atidades da Secreta! 1.1 
3.19.2-Despesa de exereicios anteriores.....RS 900,00 
-l.1.2.0 - IÃ1u1pJmcn10~ e matcri.il p.:rm:m nte . RS 00.IJO 
4.2.1.0- iqu1s1ç:1odc 1m11,c1, .R '100.00 
• 07.01 - ',,cn-tnria llunicip:d de F:11~11d.1 
1)'0X02 l .2.0JO - Manutcnç,1o e op.:rJLio11.1l11.1.lo d.1 :-,,:.rc!Jr1,1 
-l.1.2.0 - í,quip,1111cntu e material permanente .. R 3 000.00 
• 09.01 - ~rereta ria llunicip:tl de Saútfr 
11375021.2.040 - Manutenção e operacionalização da Secretar.a 
,.1.2.0-1lakt i,ll tle Consu1110 lti '000.(Jtl 
•. )()(J f)(J 
An l"- os termos da Lei Municipal N 1040de 1/1297 
e da Lei N" I Oh I dc I K'lJXl98. lrLd .1hn10 um créJ1t11 udicional 
,upk111c11tilr ,·onl<11111c lm.tso Ili d,, l'M,11•1,1l0 I '<lo /rtlf'º .,11 
da Lei V'4320/64 no valo dc R'!> 5 ()0(1.00 (cincn mil reais). do 
Orçamento Programa do Município para 199k8 a saber 
02.00-EXECUI .IVO 
1!-Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto 
(l)l.t_ l l!X 2.0úl! - 1 lanutcnç~IO e d.:,<:11 oh i111cntt1 do cnsi110 
fundamental e valoração do Maistério 
31.3.2-Outros serviços e encargos... R 5 000.0() 
/rl 2". Os recursos para cobertura do crédito adicional 
suplementar do que se trata este Decreto, correrão a conta da 
,cguintc Jol,1çil11 mç.1111c11tari,1. 
02.011 - EXl•:CUTIVO 
·1301 -Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto 
0$45188.2.068 - Manutenção e desenvolvimento do ensino 
1und,1111c11tnl e valorização do :'-lagr,t,riu 
3.2.5.4- Auxilio a Estudante.... R 5.000.00 
/rt.3" . l·,tc Dccn:ln cntrar,i .:m , igor na d.na de sua 
puhlkação. rc'ogan<ln as di,pn,içoe, cm contrúrio. 
lida Vi~ta/;IS., 22 de Outuhrn de 1.'l'JX 
.los(• Garihaldi da Ro,a Neto• l'reícito llunicipal 
DIEC?: IE'ii'@ 
0 
057/98 
Cabilllefl:C mlc Ullt?eO:csiifl:C (21/il"I :29/1l0/98 
José (iarihaldi da Rosa Neto. l'rckito :lunicipal de !leia 
listn. Est,
1
do de i'vlatll Gro,,n do Sul. u,.mdo de suas atribuiçõc, 
que lhe são conferidas e de arnrdo com o disposto no Artigo 43 
da Lei Fetkral 
1
" -1320 6-1. 
Dl:CRET/: 
,rt.1". Nos termos da Lei :'-lunicipal N'' 1040 de IR' 12
1
'>7 
e dn Lei Municipal N" 1061 de 18108198. tica aberto um credito 
udicional supkrncntar confonm: Inciso Ili do Parágrafo Iº do 31.20-Material de consumo _. :· : RS 
'd I ·N" ,,,0/(. 1,rd·RS l'i-1 IOOOO(Ccntn .>.I.J.I-Re111uncr:1çàodescrv1çopcssoa.. RS 
rugo 43 la ei i b- no varo e " • • , . . . .. 	RS 
· 	·1 . . . . ·) li,, ()rc unenlo l'rol!rama -l.1.1.0 • Obr.is" lnst,tbçocs 	.. 
e c111qu,111a e quatro nu e c<:rn r<:,IIS • ,. _ '1 , • • • •. • . • • 
. . . 
1 
<Jt)
8 
: . 1 . . 	.J. I ·-·º - Equipamento e material permanente........ RS 
do Muneipio para • ,1 ,., ,cr. 	? ? 
65 
, d d 1 
y FRCUTvo 	847427.2.0 - l rograma e rncrcn a csco ar 
y, F 	- : R d s • r I l'S 1 00.00 
• b.01. Secretaria '1 unicipal dl' Educaç:io, Cullura e Oc,por1o • 1 ,.1 • emuncr:içào e erviço 'essoai........ ' .) • 
0807021.2.060- Manutenção e operacionalização da Secretaria irl.3" • Este Decreto entrará cm vigor na data de >UJ 
..1. t. t . Pe:--snal Ci, il... 	R 28.600,UO puhli,.1,.10. revogadas as dispu,içõc, cm contrário. 
3.1.1.3. Ohrigaçôes patrnnais 	RS 5.000.00 Ucla 'i,ta/;IS., 2'J de Outubro de 1.998 
3.1.2.0. llaterial de Consumo 	RS 24.000.00 .José Garibaltfi da Rosa Neto· Prefeito ;lunicipal 
CIDCEII:El!IEV@ 
0 
'12060/98 
3.2.5.9- Auxilio à pessoas............. ...... ..... RS 
-l 1.2.0 - l·qu1p,1mcn11, e m.11crr,1l pcr111.111cntc RS 
• 09.10 - Secretaria Municipal de ',aúdc 
Supervisionadas 
1375428.2.-130 - Transferência uo fundo 
-1 900.0(J 
2.700.Ull 
::!.000.1111 
Entitladr, 
-1J.1 J. Contrib11içôcs ú fundos 	RS 7.900.00 
• l 1.01 - Sccretariu Municipal dl' Pro111oç:i11 Sol'ial 
1507021.2.050. Manutenção e opcr.1cionali1..içào d,1 '-;ccn:1.in.1 
.J.1.1.0. Obr.1s e instalação 	RS 8.000.00 
.J.1.2.0. Equipamento e material permanente R$ 900.00 
1581185.2.051 - Manu1cnçào das Creches 
:;.1.3.1 - Remuneração de ,crviços pessoais !{$ 1.-100.00 
• 13.01 - Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Dr,por1o 
0807021.2.060 - Manutcnçào e opcracio11alit.:1çào d,1 SccrctariJ 
3.1.3.2 - Outros serviços e encargos RS 5.000.00 
OR-12188.2.068 • Manutenção e dcscmolvimcnlo do cn,ino 
!'undnmcntal de valorização do Magistério 
].1.1.3 • Obrigações patronais 	RS 
3.1.1 .4 - Diárias 	RS 
5.000.00 
5.000.00 
.J0.000.00 
25.000.00 
12.000.00 
2.000.00 
3.1.3.1 - Remuneração de serviços pcssoais RS 5 .000.00 
08-12188.2.068 . ~1anutcnçào e dcscn'olvirncnto do ensino 
l'untbmental e , alori1aç:io do Magis1ério. 
3.1.1.1- Pl'"''·,! ,1,tl 	RS 60.000.00 
08474272 ,,. . < Prorama de !krcnda Escobr. 
3.120-Material de Consumo............................. RS 1.500.0U 
• 17.01 - Encargos Gerais do ltunicípio • SAI) 
0'07021.2.080. Encarl!OS com pessoal 
3.1.1.1 - Pes.,,al Ci'il..~ 	RS 30.000.00 
irt.2º . Os recursos para cobertura do cn:dito adicional 
suplementar tio que se trata este Decreto. correrão à conta da 
sq;ui111c dolaç:lo orça111en1:iria: 
02.00 • EXECUTIVO 
• 03.01 - Gabinete do !'refeito 
020-1013.2.010 - l1anutenç5o da asscssoriajuridica 
3.1.2.0 - Material de Consumo 	R 2.800.00 
3.1.3.1 . Rcmuncr:iç:lo de sen iços cspc-ciais RS 900.00 
0307020.2.011 . Coord,naç:lo das atividades do gabinelc 
'. 1.3. I . Rcmuncr:içào de sen•iços pessoais RS 5.000.0U 
1 1.9.2 - lkspcsas de e~ercicio an1erior,s RS 900.00 
tcxe CCUD1t Ü O t,';! llD 1111 i CC i llHll O 
"Düpõe sohre abertura ele Crédito Adicional Suplementar 
pura o SAAE - Serviço A 11tci11011111 de Aguae Esgoto no m/or de 
RS 15.000,00". 	• ,... 
Jos.: Garibaldi da Rosa 
1
c10. Prcfcit6';Vlunicip:1l ik !leia Vista. 
1:stado de lato Grosso do ui. no uso de suas atribuiçõ":· Jcgais: 
DECRETA: 
/rt. lº • Fica aprovado no Orçamento do Municipiodc Bela Vista 
o Cn.'dito /dicioml Supkrnmtar para o SiAE - Scn iço Autônomo de 
gua e Esgoto de !leia VistalMS .. no valor de RS 25.000.00 (vinte e 
cinco mil =is). observadas as seguintes proporções: 
13070212.01 	(. 
3111.02.00 • Despesas variáveis• diárias RS 2.000.00 
3132.00.00 • Ou1ros serviços de tcrcciros RS 8.000.00 
13 76-l-l 72.0J 
3120.00.00 • Materiais de Consumo RS 
Distribuidor Antarc:tica 
AIO MIL. 
CIDADES JãENOlOASt 
autua!ctu, uuaet&te, ttcu@, 
l:.l!.L!.1!.l!,1!.l!t.:.li.·, l:.1!.i.11.ll/l!.1 Gll!.íill.!]lll!,, ~l!.Cé lli:G.c'i:'1!:f:5 
t LuL, !attlu, ULa L ta LcG 
Ll!L(i. l! l':.'(;., l!:'(;.l.:ú.l!:'1!.L:. l! L;il!.li!l!. Lil!,lil:LtLW(!; 
Praga lessa Senhora da Conceição,225 
W(067) 241-3838 • AQUIDAUAHA/NS 
15.000.00 
/rt.2º • O Cn:dito Adicional Suplementar de HUI! trata este 
Decreto scr:i cobcno com l'!cursos resultantes de anulaçõ..:s de 
igual valo: ob cn•adas as seguin1es discriminações: 
p (rl - l 1 
Bel 1 
tribuiç0e o conferidas e de acordo com o 
11 ·[11 Ili r 	1 1 ,., Hed rat N 4 l 'O(, I 
DI C RI 1  
rI- Nos termo da Lei Municipal IH40 de II2 
97edaLeiN 106l de I80k.94. fica bento um credito desonal 
suplementar onforme Inio ll do Pars rato l' do Arno 43 da 
1 CI;,.. .n::o 1, t 1111 , alor de R 1000000 (Do 11111 r.:.li,). tl11 
Orçamento Programa J,, h:n pio para [99 .. , .lx-r. 
O 1.00 - 1.1-.C, l',L, l l'O 
0101 -Câmara Mune1pai 
OIOIOIJI ::!.011I • ( tH•1,k11.,,..,., d.h ,IIHl,1,!,, 1 e· 'I l..ti.t, 
.1 ::!.5 1 - ln.sliH>s 	lt'b l O 000.0() 
Ar.2 - Os recursos pata cobertura do crédito adicional 
,uplcmcnt.tr do que e trala cote IJccrcll>. 1.orrcr.io J ,u1,w u,1 
'-l")!.ll!Ol.' Jot.1:Jt.1 nn;.111h.ill.lri l 
01.00-LEGISLA IVO 
0101-amara Municipal 
0101025.1 001 -Construção, Reforma e Ampliação de Imóveis 
4.1.1 o - Obras e Instalações... .....RS 10.000.00 
,ct l' - lste Decreto entrara em tgor na dal.1 de su.a 
publicação., revogadas as disposições em contrário 
lkla Vista/.lS., 06 de Novembro de l.'J'II! 
José Garibaldi da Hosa Neto - l'rl'fcitu .1unicipal 
E 
O 063/98 
acir.iicip B 
"D;põe sobre a remoção do membro do Magistério da 
kede Municipal de Ensino" 
José Garibaldi da Rosa Neto. P'refeito Municipal de Dela Vista. 
Estado de Mato Grosso do '>ui. no lN> d, ,ua, Jtrrhuiçik.., lcg;ii : 
DECRI L· 
,rt. l" • R,mnçJo , o dc,lol:1111c1110 tio mcmhro Jo grupo 
do Magistério entre as E scolas Municipais e o órgão central. 
1
rt 2'. , r,moç[lll do membro do grupo do l.,g1,1..:no 
dar-se-a da seguinte forma. 
1 . a pedido. quando convier ao servidor e a 1unicip,1lid.id..:: 
II- EX-OFICIO". por ato do Prefeito e conveniência da 
,dmini,traçJo luntcipal 
,rt.]". ,s inscrrçôc, para remoção se darão de I O a 30 de 
novembro de caua ano. na '>ccrctaria lu11i-:1pal d,: Educação. 
Cuhura e Desportos. mediante rcqu..:rimcnlo. 
,n..J" . , relação tias vagas de cada unidade escolar. a 
da1a de c,colha e a classificação do, in,cri1os ,cr.i UI ulgada 
entre O.J OI e 15 Ul de cada ano. 
,rt.5º. /s rcmoçôcs .i pedido at,nd,r.i JO disposto contido 
no Artigo 37 do Estalulo do :'-lagi,t~rio 1u111cipal. 
P;rál!r:tfo ('nico . , rcmoç.1o "l·.X-OFf'ÍCI()" e por 
permuta dar-se-a em qualquer época do ano. desde que haja aga 
na unidad, escolar pkit,ad.1. 
/rt.6º. A classificação dos candidatos a rcmoç:io dar-se· 
:i pela ordem d, prioridadc contida, no, lnc,..,,s 1. 11.111 c IV do 
/nigo 37 do Estatuto do Magistcrio >lumcrp.1I. 
/rt.7º . , SE:VIECD di,·ulgar:i ..1 relação da nova 
classificação no dia 19 OI , a pos,,c na ílO a unidade escolar 
scr:i após a rcrnoçJo e ant<:s do inicio do ano letivo. 
Art.8º - Este Dc:cn:to c:ntrarâ t.:rn , ígor na dnta de sua 
publicação. re,·ogadas as dispo içõcs cm contrf1rio. 
IJcb 'i,ta/:'1S., 06 de :ovcrnbro de 1.998 
.José Guribaldi da Ro a 'eto- Prefeito :'vlunicip:1I 
<&uaraná Antarctica 
Csfe é o stJ.bor <JJiel

o os senumentos 
VIVER PARA 
SEMPRE 
Sou pana acanua 
lu ll,l p.11.1 lJ1.1ni;,1, 
hiperatrvas' A sugestão e d I p,io.:oln• 
a Vera de Souza. da Universidade 
Estadual Paulista. Numa pesqutsa re­ 
aliada com estudantes de oito a de 
anos, ela descobnu que uma mtstd 	• 
suave pode ser usada como uma terapia Vera observou que o 
som diminuta movimentação e«esta dessas ranças na sala 
de aula e aumenta sua concentra,ao 
Em tempos não muito re­ 
motos, n5o ra dficil ver pendu­ 
rndo nalguma parede o aviso 
rnacnbro: 'Lembro-se de que 
voco morrera!" E eu nom sei 
quantas vezas rnorn de horror 
ao defrontar-me com o terroris­ 
ta cartaz ... 
Ora, é bem verdade que 
o cristão celebra e cultua a mor­ 
te de Jesus como prova de seu 
amor por nós; e é também ver­ 
dade que o mistério da morte é 
para nós como sentença cruel, 
definitiva e sem apelação; corno 
conclusão de tudo, corno cance­ 
lamento de urna bela existência 
a ser engolida pela terra. 
Esse insistir em funda­ 
mentar a vida no medo da mor­ 
te, não passa de terrorismo reli­ 
gioso, a tirar do cristão a alegria 
de viver; paralisa o entusiasmo 
pelo trabalho, mata a coragem 
de lutar contra a iniustiça ... 
De outro lado, nem vale­ 
ria a pena crer em Deus Pai e 
passar a vida no terror da morte 
e do juizo final. Pois, a verdade 
é que Deus nos criou para vi­ 
vermos eternamente; e já pro­ 
nunciou sua condenação contra 
a morte, ao mandar seu Filho 
para derrotá-la. 
A partir disso, para o cris­ 
tão a morte passou a ser ape­ 
nas ponto de referência, mo­ 
mento a marcar nossa· páscoa· - 
ou nossa passagem para a vida 
verdadeira. E está claro que 
aquele terrorista cartaz tem que 
sofrer mudança radical: "Lem­ 
bre-se de que voce viverá eter­ 
namente". 
De modo que não preci­ 
samos ter medo da morte, bem 
sabendo que ela nada pode con­ 
tra nós. Nem precisamos 
desprezá-la, e sim entregar-nos 
a ela escudados pela esperan­ 
ça de que, atrás dela, o rosto de 
Cristo brilhara para nós e a ale­ 
gria invadirá nosso coração. Ale­ 
gria que será eterna ... 
Como um poeta escreveu, 
a morte do cristão não tem nada 
de trágico nem precisa de condo­ 
lências, uma vez que dela já ema­ 
na o perfume da ressurreição ... 
Pe. Virgílio, ssp 
» 
ti 
, 1 
l " ..... O cinema representa a compreendo mai profunda e IH 
mais altas apira@e de eu crimlor. Eu fWihilidml,, de ,·01111111i­ 
r.nr a concepção de mundo, O ser humano tem a importante /un­ 
fÜ" dl! 11rrh·11{ª"'" de• Cfi'II<'"' co11t111t ". 
iveneiur e conhecer a História da evolução cultural é cres- 
cer e cotrulr parte do aprendizado. 
A cultura deve er encarada como parte da formação huma- 
1111, 11 opor11111idmlt• de imaginar e deeobrir um mundo novo e fasci­ 
nante: Um sonho. 
Colaho ando pura a aproximação com a cultura e visando a 
informação e conhecimento o lEB.V. carinhosamente apresenta: 
! IOO C I N E 
Ili :'Uonwnto Ci(•ntífit•o Cultural 
O enfoque a ser apresentado sera a evolução tecnológica 
dncmnlogrúfica na ron,truçtw da apn·ruli,a_f!t·111. 
1, PROGRAMAÇAO 
19/11/90 As 19h 30m Sessão lle abertura 
• Um ron, il ao 1111111,lo do 1110 Cl:--E - Vilrine 'h a 
A c,·oluç:'tu
1 
da llistúri:i tio cincm:, 
~ ;lúsir:1 -TJ1e Filinstnnt:s 
+Teatro- Aventuras de Scoobidu 
• Music:11 - Bnil:uln do F:.T. 
• Te:l1l"o - 0-11pog.cu tio cinema nacional 
Dana - Rap do Didi 
Musica- Tque de encanto 
comédia - O ditador 
t oml·dh, • narbdro 
Musical- Cantando na chuva 
20/11/98 • 8 h às 17 h 
Assim aconl hre o 111tmdo do cinema 
, tXPO:IÇÔt: DIURI.JM: 
F.t1uc:u;üo ln nntil 
l"nrdim 1,11 )li "Fred e Liame - F:mlasia" 
'1 
1 
ENSINO FUNDAMENTAL 
t• Si•ric - "O Rei Le:io"; 2" Süie - "l>i<nc, () l':uu nbnal,t"; 
3' Série - "Afequcna Sereia"; 4" Si-ri<; • ;,St•ouhidu"'-; 
~• Série - "Ch.:,rk-s Ch:,plin ": 6ª Sl·riL• - "f...T. - O Extraterrestre"; 
7º Si•ric -"o Trapalhões"; 8' St:rit:.• - "A Lagoa Azul" 
ENSINO MÉDIO • Curso Lei 7.0H 
t• Cicntifiro- "11i.•rallria do Cinema Nacional" 
,. 
( 
2• Cicnlifico .. "Cinema ('m Ul·la 'i.'it:1" 
3º Cituti.fico .... "Cinema e Tele, isào" 
0/11/98 - 1sn às 22h - Encerramento 
CINE CULTURA 
"ilthira - Em cada !'IOnho: "Coml·din - Mazaroppi 
Musical- IU.OUU anos ntr:is; • Te:ilro • fl'y:1il:1do dos bichos 
Musica - No fundo do coração; • Poesia- ou criança; 
Musical-O pato; " E,prcs.<:io Corpor:il; • Filme - Ter Cinc; 
• Coral - Pais e Filhos; ·Poesia- Livre para voar. 
Perfume certo 
Pingar gotas de pu!urr, .. 
no pulso ou no pescoço, como 
de hóbito, nao e uma boa 
1dé10. Sõo luqare~ quo es!oo 
sempre em fricção e expos os 
6 su1e:1ro. As mc,hores portes do 
corpo poro fixar o chc,ro do 
per!ume são atrás dos JOC 'hos 
nas dobras dos colovclos ou 
nos cabelos. 
CONTRA 
, sovo 
Excrcíciof po­ 
dem atenunr os 
efeito;; do jet lag 
(de:;conforto cau;;ado dcpoi:; 
de viagem longas). Pesquisa­ 
dores americnnos constata­ 
ram que quem se exercita 
reage melhor ao problema. 
Eles não sabem o porquê do 
benefício, mas recomendam 
atividades moderadas. 
IGREJA EVM
I
GÜICfl lUf fRANA DO BRA~ll 
·- 
pio de vda m to 
pessoas se m 	a 
, m éf 1 no pouco !r1~,bém e 
, tamtem é injusto no mu •o· E1. 
s:.ça ou o rrro em poqu, 1:l'i coi 
d0s ser e antes em corsas maiores • ' 
r,,en' •a d.i Cesoll<'(llÉIIClJ ou de quaktuter outra cosa feta =·•a a 
vontade de Deus e que nos julgamos sugnt«cante 
Jesus t,;n•t,E,m nos ensa que a teazacao de grandes CO- 
1 
sas a fa,or dP. Deus e do semelhante começa omn a prtca de pe- ' 
quenas csas. Que passam desapercebidas p ,. J rnu ::i, 
O~ser,ando o D/Opno Ser,l10r Jtsus vamos perebet tue ele 
se o·eocupou com pequenas cosas E e tnscu o ' da l 1 flJI 5 18) 
t:en corno desta-..ou o t3'·nto uno recebdo pelo 5(:!'IO nJ 01ràbol1 
1 dos Ir aba hadOIL-S (W 25 15) 
Tanlo é ,e1dJáe Quü Jes;s se P'c'()Cl,l)(JS ::om l)eCccO:JS ~•­ 
sas aue ohau com amor para o nsuqntcante ser humano pecador ' 
'/afastado de Deus +a grandes corsas o ara faz, r mas Jesus S<, p•~ 
oct..;:a com ·,cce e comigo Por causa deste aparente pe ... -!'.!rio ges:o 
1, de amor. uma grande o!lra 'o, rea· zaóa o perdão e a s~•,aç~ foram 1 
conqu.s:aoos pa·a Inda a rumandade, para todo aquele que se a<re- 
1 
p,;nde de seus p,:<:ac!os e S.: a;-,eça cor'111e ;;o perd~ de Jesus 
Perdoados e transtommads pores!e gesto de amor. eue voe 
podem0s reetar as tustças e ser feis nas pequenas c0Isas, [os 
'qce:n é ::el no po..co. tar:bém é fel no muito queri é 1n1us10 no 
- -=- ..:.=.J 
·l:i.JAmostr-a~C.utiural....Oive.r:sificada 
-dasJEscola S-Mun i cipa is 
ORGANIZA_O: Setor de Coordenação E'edagora Setor de Rede e 
1 "ida E,u,lur e .lpow uu /: ,1udu111<· 
A Prefeitura Municipal de Bela Vista e a SccrelJria :-.tunicipal ,k h.luc;1ç5o. CullurJ t: 
Despono. l~m a gra1a satisfação de con, i,b-los a participarem da "II ,mostra Cultural 
Diversilicada das Escolas !lunicipais". a rcali;.ar-,.: nos dias 19e 20 11 98 
Contamos com a sua presença. 
/1.tcnciosamcntc 
JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO. Pr~fci10 lurnc1pal 
ORLANDA FREITAS 0OS SA1"TOS • Scc. :'-lunic1[1JI de l·duc.Cult. e Dc,pono 
PROGRAMAÇÃO 
DIA 19/11/98 - QUINTA-FEIRA 
19:00 horas - Rctr<:ta cm comemoração ao Dia da Bandeira 
Local: Praça Alvaro Masc:m:nhas 
DIA 20/11/98 - SEXTA-FEIRA 
08:00 horas - ,bcnura da 11 Amostrn Cullural Di, crsilicada das Escol.i, lunicipais 
08:30 horas - Apresentações Cullurais 
16:00 horas - Enccrramcnlo 
Local: Gr~mio Pedro Rulino 
CfJrd. êlisabele 9-llcalde cron-es 
Fisioterapeuta 
CIU: FITO 14003 • CPF 935200429-91 
Dr.(Jerardo rJoccia 
Clntrglo 
CRO-IIS 1255 
Membro da Sociedade Brasileira 
de Reabilitação·oral 
(Q67) 439-1087 - Res: (067) 439-1624 
Celular: 9758160 
Internet: gerardobocda@uol.com.br. 
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CEP: 79260 •000 - Bela Vista/HS 
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~ Produ.tos Agropeeaá,rios em. Gerol. 
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- tinha completa' 
Ls de rzacãe» 
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