Administração José Garibald' da Rosa Neto 
A mais ef 1ci do Sudoeste 
Escreve Pedro l'cdn·irn 
A barra está pesada. 
Pesada 111!0, pesudissfrnu. 
Nem é preciso falar n 
respeito do sufoco que os 
Prefeitos dos Municípios do 
Sudoeste passaram nestes 
dois últimos anos. Tarnbérn 
o comércio. a indústria. os 
produtores rum is e ... t.11nbém. 
a IMPRENSA Mas, comoo pés 
no chão, aproveitando 
equipamentos e "gente da casa", 
a on:lem é U'lll1<,-<"lr na tiragem, 
• 
r 
110 cootcúdo e na co111L11ç:.1o de 
despesas, Tudo para manter os 
jornais circulando. 
lnteressa11tc, com a 
Administraçiiu de José 
Garibaldi ocorreu o 
mesmo, aproveitando os 
"prntas da casa", muita 
austeridade, controle, 
criatividade com os 
próprios equipamentos e 
recursos, colocou a casa cm 
ordem. pagando salários 
cm dia. fornecedores. 
cuid:rn<lo com carinho da 
saúde e da educação. 
Resultado, hoje, no 
Sudoeste elegem o prefeito de 
Bela Vista o MI:LI fOR DA 
IU:.OIÀO. com a Adinini.')(r,11,:;"10 
MAIS FllCIEfJT .. 
Prá falar a verdade de 
veL cm quando no, 
desentendemos com 11 
prefeito, nada a vn eo111 
seus métodos. que d..:ram 
r..:sultado. mas com a no,,a 
pressa em ver os problemas 
Vista/M 2 
Fundador - lvaldo Pereira 
0 PI FIINTI@ Pt t.90- Pi ,%0 
de Bela Vista solucionados. 
ás vezes, culpando o prefeito 
pela "oscilação do dólar". A 
cidade somos todos nós, 
precisa haver pareceria do 
poder público com J 
iniciativa privada. 
lk111, pd s:1hcr o que 
foi feito, como foi feito e 
qual o "mil,1grc". 
procuramos o prell:ito 
Garihal<li para uma 
entrevista. 
Leia na próxima edição. 
Londres Machado assume pela 
veza Presidência do Poder Legisla 
o 
Prefeito José Garibaldi ria Rola Neto 
Deputado Londres Machado, reconduzido à Presidência tia 
Assembléia Legislativa. pela quinta vez 
Reconduzido nesta 
segunda-feira ( 1° de fevereiro) 
à presidência da Assembléia 
Legisbtiva pela quinta vez. o 
deputado Londres Machado 
{P D8) ressal•ou "a forma 
democrática como foi 
conduzido o processo 
ekitoral". ao mesmo tempo em 
que cont.:stou a manifestação 
de alguns segmentos políticos. 
que classificaram com 
"continuismo" a sua eleição. 
A decisão dos deputados é 
soberana e democrática", 
argumentou. ao comentar a sua 
recondução à presidência 
através do voto de 22 dos 24 
parl:u.nentarcs que compõem o 
Lcg.islativo Estadual 
A composição da Mesa 
para o biênio 99/2000 ficou da 
s.:guintc forma: Londres 
Machado (PSDB). pn.:sidentc. 
Nclito Câmara (PMDB). 1º 
vice-presidente: Maurício 
Picarelli (PFL). 2° vice­ 
prcsidente; Antônio Carlos 
Arroyo (PTB). 3° vice­ 
prcsidente: Ary Rigo (PTB). lº 
secretário: Sandro Fabi (PPS). 
2° secretário: e krson 
Domingos (P DB). 3° 
S<.."Cret:irio. Dos 24 deputados, 
um votou em branco e um 
votou contra a chapa eleita. 
" ão considero 
continuísmo a nossa 
recondução à prcsidi'ncia pois 
cada eleição é uma história". 
disse Londres lfachado. ao 
lembrar que "para que 
chegassemos a esse resultado 
intensas 
conversações com os colegas 
e com os paniJos. dialogando 
com todas as correntes no mais 
elevado espirito dcmocr:itico". 
Secundo ele. o exercicio 
da democracia cst:i espelhado 
no fino de que "todos os atos 
da Mcsa ser.lo acompanhados 
pelo Plenário, qu.: possui 
autononüa para clcger e 
também para fiscalizar o nosso 
trabalho", Ainda na scssilo de 
hoje. Londrcs Machado 
solicitou às autoridades· 
nrcsentes "o apoio e a 
cornpJ"c-ensào para a tarefa que 
agora iniciamos e que 
pretendemos. .:m união com os 
demais poderes do Estado. 
concluir positivamente em 
favor do bcm estar e da 
tranqüilidade da gente de Mato 
Grosso do Sul". 
í· lc 
Prefeitura /,unicipal 
de Belo Vista// 
Portaria Nº OQ.2/99 
O Sccrct:irio 
Municipal dc 
Administraçfo. no uso de 
suas atribuições. torna 
público a cxisti'ncia de O 1 
( uma) , aga para concessilo 
de c:1.ploração dos serviços 
dc moto-t:ixi ncsta cidade. 
Bela Vista-i!S, 
25 de .l:.tnciro de 1.999. 
lbm:io Aparicio Arco 
Se-e.. 1lun. de Administração 
11111 
agradecimento especial a ' 
imprensa, "responsável pelo 
registro histórico da, 
atividad.:s do Parlamcnto". 
cuja crítica co11s1rut1,a. 
conforme argumentou, "há de 
continuar ::i nos oferecer 
valiosa contribuição com vistas 
ao aperfeiçoamento do 
proccsso dcmocr.ítico". 
O Go,·emador determina a formação de uma Comissão, com entidades da sociedade cívil, 
para analisar as conceções de regime especial e outra para eltudar af acu.sações de nepotisnw 
I= do I' 1 se defendeu no último dia 1 º, cm 
coletiva a imprensa, das acusações que vem sofrendo. 
O Governador alega que todos os nomes citados pela 
1mpr"""'1 corno nc-po1ismo têm uma história de luta 
politica e de envolvimento com movimentos sociais, 
sendo que dez deles pencncem ao quadro efetivo 
do Estado de Maio Grosso do Sul. "Nepotismo prá 
mim e empregar mulher, pai. rnk. fiho e amante 
para ganhar dinheiro público e ficar em casa. Quem 
eu nomeio trabalha. porque se Não trabalhar vai 
c-mbora". desabafou. Página--08 
V 
/ 
I 
Zeca do PT - Go,·ernador de ft1S 
Polícia Militar 11preendeu 14 kg 
de "Maconha" no final de semana 
Em Caracol, Florestal apree 
. 	, 
peles, arma e um ve:cu .o 
e eac sações 
de 
t:1ot21 l!!lo Govcarno l!!lo 
E s t a d o 	d e ato Grosso d o 	S1	:1 
1 • A situação económica do Estado de Mato 
Grosso do Sul e muito dificil. Essa dificulcbde está 
sendo enfrentada com dcterminaçJo e coragem 
pelo atual governo, que nào lem medido esforços 
para buscar a moralidade e a transpari:ncia no 
traio da corsa publica. 
1. O Go,erno de Maio Grosso do Sul. 
desde a sua pos,e. nJo abriu m:lo de procurar o 
diálogo e o cnlcndimcmo que busque soluções 
para a crise e que seja eficaz no combale à 
corrupç.1o e a moralil.'.lçào da rmquina pública. 
E não usa desta bandeira de forma oportunista e 
com fins inconfessáveis. 
J. A conduta do então deputado estadual 
do PT. e hoje govcrrodor. José Orcirio Mirnnd.:l 
dos Santos - o Zt:ea do PT - sempre se pautou na 
defesa da transparência. da ética e da 
democrati,açào cbs instituições. sendo inclusive 
autor de projetos como o da extinção do Fundo 
de Aposentadoria dos Deputados. e legitimo 
aniculador da Emenda Constitucional que acaba 
com o chamado nt-potismo. 
4. Considerando os fatos noticiudos pcb 
lmpn.-nsa sobre a pni1ica de nepotismo no governo 
do Estado distorcem a realid.:!de aclu por bem; 
O govemo resolve delegar a seu li der na 
Assembléia Legislativa, Deputado Lac:ne Tcrila. e 
ao Deputado Federal Ben-Hur Ferreira. para que 
coordenem urn Fórum de Entidades 
Representativas da Sociedade Civil para que 
apresente estudo e conceitue fornulmeme o que é 
nepotismo, e apreent Projeto de Lei a ser t:11,1ado 
com mensagem do Poder Executivo à As>anbléi:i 
L--g.islaü-,~ na abertura dos trabalhos legisl::tivos. 
no próximo dia 18 de fevereiro, ao mesmo tempo 
que o go erno corr-igirá erros ou excessos 
eventualmente cometidos .. Por fim o governo 
reafirma a transparência como principio e o 
di:ilogo enquanto instrumento para alcançá-lo. 
(Governo do Estudo de Mato Grosso do Sul)

oral Trih 	02 A 'J1 
Contratos em dólar: Desequihbrio 
contratual e revisão de contratos 
À repentina mudança do iovero no que 
pweune à hbera ão do cimhio trouxe para todos 
um brutal de equilibro na rela e contratuais 
11 t , ·•• 1111 q11c n III il ,.,dor .ul11L1J11 cst,,va 
trelado a atiço do dólar americano no 
meteado flutuante 
l preciso lembrar de inicio que os 
contratos celebrados, principalmente com as 
1n,t1t111'ilc, l'ina11c1:11:I, de l,•,/11I).! 011 de 
empréstimos com o tepase de capital extero 
foram firmados num periodo de estabilidade da 
ecnnnmi.1 e principalmente de uma politica 
cambial de riido controle do Hanco Central do 
[rasil. pelo sistema de bandas, de modo que a 
llu111oçílo 1i11h,1 um leio m.hi1110. 
lanto assim é que as partes podiam fazer 
uma previsão de contratos indexados à moei.la 
americana porque a própria politica cconúmica 
era centrada no controle da inflação que era 
arantido pela estabilidade da taxa de cambio, 
u 11111:i•fio ,nharia t.lc imediato. contrariando 
toda a politica governamental. 
Prova disso é que us instituições 
!inanccira, contrata,am taxas de juros. sobre 
dólar. em patamares superiores a 12%, ao ano, 
quando se sabe que estas taxas no mercado 
internacional no miimo chegam a 8% ao ano. 
Assim. pn,1e~i.u11-<t' 110 conlrato eslipulando 
uma taxa anual bem superior à pralicada no 
merendo in1,·rn:1ri1111:1I. 
Por tudo isso a crise instalada em janeiro 
de 1999, com a liberação do câmbio. produziu 
para os contratantes um Jescquilihrio contratual. 
Un.s ganhando 11111ito. nagera,bmcnle; 011tms 
pedendo quase tudo, vendo uma divida crescer 
60% em apenas 15 dia.s. quamh, a inllaçào i.' 
7ero no periodo. Essa a razão da possibiliJade 
de revisão contratual, que se impõe diante do 
11, o quaJm que , i, e a economia do l'aís. 
, jl>rnalisla Suely CalJas no artigo 
"V'amos sair desta", publicado no Jnrnal "O 
btado ,k Sào l'aulo". de 24.01 .99, C:mkmo de 
Fconomia. pág. ll:!. üplicou com propricdaJe 
que a partir de 1995 ;1Jotou-se no l'ais o timn.110 
Je um llllO regime camhial baseado no sistcnu 
de bandas. que seria comandado e controlado 
ps,lu llanc" Crnlral. C1111 i, iam. por proposta 
de l iu,ta,o I ranw. Jua, hanJas - a larga c a 
C!--ln.:itJ. 
I:,pli,·a a jnrnalisla que: 
"Para o mercado. porém, a oscibção do 
real ,cria mínima. limitaJa a estrcite7a dn 
lxmdinhn. Trata-se de um sistema de câmbio 
adiministrado e comandado pelo Banco Central 
com o propósito de gar:ml ir estabilidade da tax..,. 
Por lr:is J:Ls duas O{)'iks eslava a escolha da 
prioridade da ec1>nnmia: a cslahilidadc a 
qualquer preço ou crescimento econômico com 
mrnr , 11lncr:1hiliJaJe e inllaçJo m.,ior. 
Esse monopólio do BC na politica cambial 
tamhem, foi analisado no mesmo jornal pro 
William Salasar (pg. B3 ): 
.. , mudanç:i Ul re~ime cambial brasileiro 
- antes engessado pelo monopólio do Banco 
Cc11tr.il tllC) e pela politica de 
minidesvalorizações, isto é. de correções de taxa 
le cimbio a intervalos frequentes- é mais 
portante que a maidesvalorização do real, 
l,: .. 11:orJ1 Cl'm tb,:h:rminaJ,>s inJic:idon:s de 
paridxde cambial. 
O Brasil passou, agora, ao regime de livre 
flutuação da taa de câmbio, no qual é a nuior 
ou menor demanda c oferta por dólar no 
mercado que determing seu valor em reais. 
( ... ) 
Ni1u 1cra o tux,1 de r:unbio p.ir.1 colllrobr 
a inflação, valorizando a moeda para permitir 
que aumentem as importações de forma a 
reprimir nltas de preços, como foi íl'itu na época 
do Plano Cruzado, em 1986 e ll{'llí:t novnn11::111e. 
co1110 lica patente ao M: ol=rvar o gráfico que 
11105tra n rclaçilo entre taxa de infla ·ão e saldo 
da babnçu comercial". 
A verdade é que ninguém esperava uma 
desvalorização cambial, o que veio a 
surpreender o próprio FMI e o presidente 
l·emando I knriquc Cardoso. 
Com efl!ito. di,,; u jorn:ilislfl Monica 
Ymml.uiew. soh o IÍlulo "Desvalorização abala 
imagem externa do l'ab", 110 mc,mo peri6dico. 
pág. 15: 
"Puru muitos. a imprcssno de que n 
Go,emo perdera o controle da economia se 
confirmou no dia 13. quando o Brasil mudou a 
politica cambial que tanto defendera e obrigara 
o Fundo Monetário Internacional II apoiar 
publicamente. sem quulquc aviso prévio. 
O secretário do Tesouro, Robert Rubin. 
estava furioso por só ter sido inform:.ido, uma 
vez que a decisão jú tinha sido tomada. dbse 
um banqueiro. 
"Ele fez papel de hobo: com o FMI, ele 
obteve para o Brasil um pacote de ajuda 
financeira muito que o espcrndo, partindo da 
premissa de que u politica cambial seria 
mantida". 
No mesmo sentido noticiou a Revista 
desproporcionais ou stua reio em razão de 
fatos upervenientes que as tornem 
excessivamente onerosa" 
A .CU ll,íllU. ü arti,:o 51. ~ l".1.11 e Ili. 
d1·,püc. 
"Art. 51. SJo nul 1., de ph:no <l1m10. entre 
outras. as clausulas contratuais relati as ao 
furnccimenlu de produtos e serviços que. 
$ I. Presume-se exagerada, entre outros 
casos, a antaem que. 
I- ofende os principios fundamentais do 
sistema juridico a que pertence: 
11 - restrine direitos ou obrigações 
fmd.sentis inerentes à natureza do contrato. 
de ta! modo a ameaçar seu objeto ou o equilibrio 
contratual. 
111 - se mostra excessivamente onerosa 
para o consumidor, considerando-se a natureza 
e conteudo <lu contrato, o interesse das partes e 
outra, circun,1:incia., peculi.1re, ao caso." 
A 1111li,bde Je uma cl:iusuln contratu:il n:1o 
a,alida o contrato. desde que seja possivela sua 
inlcgraçJ,,. na fonna do $ 2° do Código do 
Cnn,urniJor. de modo 4uc i: cahi,d a rc,i.s;1o 
da d:i11s11la c11m hase no artigo 6". VI. do mesmo 
dipl11ma kgal. 
,s,irn pode o contratante pleitear cm 
juizo a substituição do indexador cm dólar pelo 
J(il'II ou INl'C. conforme já ,êm admitindo 
jui,cs cm lod,, ,, l'ais. olc-sc dc,tartc que as 
prcinria, taxas de juros praticadas nas 
Epoca. nº 36. de 25 de janeiro de 1999. soh titulo 
"O Real Balança". pág. 23: 
"Fcrnado I knriquc ensaiava comemorar 
unu tensa trégua enlrl! as partes. 5o estava 
tranquilo. "E tudo diferente do qu.: tínhamos 
progra111:1do", desab..,fou. 
O ministro da Fazenda. Pedro Malan. 
passou a scman., cm Washi111:1nn explicancln 
para o Fundo Monetário Internacional e para 
rcpresenla.ntes dos governos dos sete países mais 
ricos Jo mundo - Estados Unidos. Inglaterra. 
Japào. Frnnça. 11:ilia. Canadá e Alemanha - a 
mudança na polilica cambial brasileira. Até o 
dia 13 Jc janeiro a cotação do real cm relação 
ao Jóbr era regidamentc cnnlrnlad:.t pelo llanco 
Cen1ral brasileiro e estava em RS 1.21 por dólar. 
Passou a RS 1.32 naquele dia. e esle deveria ser 
seu leio. a sexta-feira 15 o governo perdeu o 
controle sobr.: essa flutuação e foi obrigado a 
cc<ler às pressões. ( ... ) Com o càmbio li,'TC. a 
cotnçilo do dólar diante do real oscilou ao ritmo 
de um cle1rocardiograma." 
Ora. diante d.:stc quadro e do conhecido 
objctivo maior. da estabilidade da economia a 
qualquer Pf'C'O, que era uma obscrss:1o da equipe 
econômica. quem poderia imagin.-ir a mudança 
Jo regime cambial brasileiro'! 
Tr..lla-se portanto de uma situação nova 
que até padeira s.:r enquadrada na tese já 
admitida na jurisprudência de r.:vi'sào dos 
contratos com base na teoria da imprevisão. 
Mas. com o advento do Códil!O do 
C<>nsumidor. nlo hi mais necessidade do evento 
futurn ser imprevisível. llasta que hnja o 
desequilíbrio contratual. 
Com efeito, dispõe o artigo 6º. V. da Lei 
8.078190 (Código do Consumidor): 
"Art. 6°. Silo direitos básicos do 
consumidor: 
V - a modificação das cláusulas 
contratuais que estabeleçam prestações 
A Receila Federal ir:i 
cxduir cm 1:.110 Grosso do Sul 
por vedação. 2.007 empresas 
q uc nào poderiam ter se 
enquadrado no Sistema 
1 nlcgrado de Pagamento de 
Impostos e Con1ribuições das 
l 1icrocmprcsas e Empresas de 
Pequeno Porto lSimplcs). 
Além dessas. estão ro lista de 
exclusào nuis 38 empn:sasque 
nào teri:im recnlhido impostos. 
como o INSS. ou que estariam 
inscritas na Procuradoria de 
Fa7cnd:i 'acinnal nn Esiado. 
O cnrtc dessas empresas 
faz parte de um trabalho 
iniciado cm janeiro pela 
Receita Federal. que visa 
reordenar o Simpks .. e verir.car 
a situação real das empresas 
que aderiram ao si..s1enu. Em 
11:itll Grosso do Sul cerca de 
14 .:!9:! micro e pequenas 
empresas estão inscritas no 
Simples. 
Segundo o delegado da 
Receita Fedéral cm Campo 
Grande. Jnrgc Aníbal David. a 
medida es1;i sendo tnmada 
para que haja um saneamento 
no Sistema. que unifica os 
tributos fcdcr;iis. facilitando o 
recolhimento para as micro e 
pequenas empresas. 
Jorge !)avida explica 
sendo feita através de ato 
declarallirios cm ia dos pelo 
Correio. inform:indo que as 
empresas serão excluidas. 
En1 rel:indo. ,i:gunJo o 
delegado da Receita Federal. :i.s 
institui financeiras ão superiores a l2 ao 
ano, ainda mais sobre o dl ir, o que contraria a 
legisla;a , p.ilfl.J 
lá que se ver, por fim, que é facultado ao 
interessado pleitcar a lutei 1 .:nrcc1p:1J.1 111> 
sentido de u-J.:i.r a rr.tll<J r.l e J lL 11nu...,d,l ,Hh, 
tais como a inserção de seu nome nos cadastros 
de protc Jo .:io t:rc<l1to (~1-RJSA. CADIN. 
lfrH . Sl'C. etc.) e ,1lc fTh.,mo pJr.l 11111 lir 11 
protesto ou hu u e apreens o Jc hcn,. 
A Consignação em papemento, que 
tamhém pode ter feita. é f,1 uldadc do 
interessado. Isso porque existindo 11111 contr.110. 
há necessidade de um prévio conserto 
jurisdicional a propósito da cláu,ul.i especifica 
de correção pela vari ;ão camh1,il pelo dó!Jr 
americano. ls.so sig.nifica di,..:r que não estaria 
caracterit.Jda a justa recusa <lo crc..lür. o que 
recomenda o ajuinmento da açJo revisionai. 
fazendo-se o depósito, se for o caso e 
facultativamenle. pela viaa cautelar ou nos 
próprios autos da revisional, com o pedido de 
tutelJ antecipada. 
A imprensa tem noticiado com frequência 
a existência de decisões judiciais concedendo 
liminarcs nc o;e i.entidn. A polêmica será grande 
e se nlo houver consenso ou uma medida 
governamental forte. regulando a matliru_ o foro 
judicial é o caminho adequado para a solução 
do conflito dt: i.ntcrcsscs. 
(Correio du Estado) 
o imples 
pr 
empresas que nilo estiverem 
devendo os tributos.. ou que se 
sentirem lesadas pela 
notificação e no direito de 
reclamar. poderão fazer uma 
rei ificaçào na agência da 
Receita Federal em Campo 
Grande do ato declaratório. 
trazendo documentos que 
comprovem que a empresa 
está regularizada nas suas 
obrigações e se enquadra nas 
exigências do Simples. 
Mudança 
Anles para se enquadrar 
no Simples. as empresas de 
pequeno porte deveriam ter 
faturamento ali: RS 720 mil ao 
, ano. Agora.. a Receita Federal 
sas 
mudou a.s exigências e o limite 
subiu para R$ 1.200.000 ao ano 
para a adesão das pcq uenas 
empresas. 
As regras para as 
microempresa.,. por sua veL. 
cominuam as mesmas. ou seja 
para aderire ao Simples elas 
devem ter faturamento de até 
RS 120 mil ao ano. 
A Receita Federal deverá 
excluir no Brasil. cerca de 186 
mil empresas do Simples. O 
pí:17..o parn ad<.,sõcs ao Sis1ema. 
para empresas constituídas 
tenninou em dezembro. Mas as 
linnas que estão sendo abertas 
agora poderão fa7.er a adesão 
ro Receita Federal. 
hXPEDHENTE 
Jornal Tribuna da fronteira~, ,ó• 
«".... 
RJNDA00 EM 20 DE ffimBRO DE 1972 •••,'' 
Propriedade da Grâfica & Editora Apa n 
6 03.201.26/0001-90- l É± 28.059232.9 
Diretora: Mana Estela Velásquez Pereira 
Editor: h'aldo Pereira 
Redação e Administração e Parque Gráfic·o: 
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39
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. . "'ªº o or11a1, sendo 
de responsabilidade de seus autores 
REGISTRO NO CARTÓRJO DF. TÍTULOS E 
Tos N"' I.066 	• nocu:,,1r.N-I 
ASSINATU'!'A AIIUAL: RS 
60000 
. ~ILIADO A AD]ORI _e ABRAJORI 
Regi Iro no J CE:1S 3-t.l000.15306002

........ Trtlte■• •••• ,.... ..... - .... , ••••• - ws 	02 e OJ oo fev 
••ENIJAS. SIEXVAl"ENTE ...... ",ssiwus o Rotary. na o NU 
Perigos do SEXO · · · 
sem preservativo 
, /li>~ e a pior de todas as doenças transmitidas por relação 
se,ual. 111;1s e,isle111 v:·1ria:-; outras. la111hé111 muito graves, como a 
hepatite IL llsar camisinha ain<la é a m.:llwr maneira úe preveni-las. 
O );!.i1tecnl11g.ista Carlos /lhcrtn Pctla, da llnivcrsicladc de Campinas 
( ll11ic:1111p). k111hrn que é importante e:-;tcndcr o tratamento :io 
parceiro para e,·itar nova c<111ta111i11a<,::io. 
l atamento 
•••••••••••••••••••• j •••••••••••••••••• i,. ••••••••••••••••• 
Cl:1111iilia l"urri111cnt11 e E a 111 e ,11tihio1ieos Não hi1 
dor durante as e I i n i o- ua oral. Em 
sintomas sangue injeções 
••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••····· ( 111util11111:1 
pode se 111.'rt .'fllll 
1r.111st.,rmar cm uma knlc llc m e s e s 
iner de colo aumento e durante dois 
de utero biopsia anos 
•••••••••••••••••••• , ••••••••••••••••••►••··············· 
Trico­ 
muniast: 
J lll,l~l.'.'il111..'ll{1,.l, 
di.ur.'i.1'-·,1n,t:111tl' 
e infecções 
11p,1rt1111i,1.1..:.. 
.' " 111 ,, 
tuberculose e 
l'lh.'ll11hllll:t 
relações sexuais 
1 111 algun, 
casos, nlo hi 
< ·.,11,a,la r,·ln 
paril .. 111:1 , irus. 
,, 111''. a dnl·n,·;i 
J' r ,, , ,, 1,.· a 
etruas na 
região genital 
tquando elas lo 
muitas, surge o 
i:,,rrimi.:ntn) '-' 
1 Jlllc' d.: 
sangue para 
dc1,·crar a 
presença do 
lru, Ili V 
analisa•:-.1,.• o 
colo do 
111,·w .: Jc 
l'apani,·,1b11. 
teste de 
s,·hillcr. 
uloscopia 
colpos0pua, 
,·,ame d:1 
n,hJ.: Jn 
du 
tem cura. 
F , i, 1 ,. 111 
''-'l1k.'diu, qui.: 
,·n111ron1a a 
ai i, idad.: dn 
'ir u, 
graves 
111 ili,am-s.: 
( ·:uucri,a,·:ln 
das leses e 
remédios de 
1 
" 
i111r.a,agi11al. 
lkrui, d" 
tr:.il;.111;lllll i_: 
pn.·dso ir ao 
ginecologista 
a 'ada q11:11m 
Conlato l'Ulll ~ªºt!º'-' 1..· 
,c,cr.:,·<'lc, <:on1ami11allJ., 
(: difkil. mas o eon1:igin 
rnll.: nenrr,·r ror cnnt:lln 
com toalhas ou roupa" 
í111im:1:,, i11ll·l·taJa.._, l'or Í:,,:,,u 
l· 1'4.1111 li.:r n1idadn 
l',,rrimcn1n Fxam.: 
c'Sl'rJ.:aJ,, ,·<>111 l:ib<>ra1,,rial 
consisténeia da secreção 
bolhosa e cheiro 
rnrh .. • 
·······································~················· 
mpr acompanhou a historia Nu 
tguid.ade, os lmpettos constituiram-se 
nessas sociedades. O Impero Romano toi 
"'·' ' 
I I o IHtle 
Sífilis 
lkqH'S 
(;,•ni1at 
l Hrim..:ntn l' F x ~ 1n e 
ardor ao urin;tr. lahnratorial 
Mas. em 70" da secreção 
'"'" ."a.,;n .... 11;1,, 
grandes lábios. 
"-1"'-' r...-grid;111 
ar<>s Jc, dias. 
Depois surgem 
111 :1 n e h a s 
raspagem 
Jas l..:sh.'"· 
;XJlllt.: ,k 
s:mguc ..: 1..k· 
1 i 4 u u r 
'leeraçóes E a m e 
dolorosas na dink,, 
11ll.l-..;.I ':l~ltl) l".. 
em alguns t«o, 
um corrimento 
aqlh•,,, () 
contato so 
an,11h.'..' qu:1rn.h1 
as leses estão 
,i:-.ivcis 
,nl ibi,i1 ieus 
,·ia oral ou 
lo.:al 
N:1o há 
,111ihiú1icos N:1o há 
, ia oral i:. cn, 
ca-..os gr.1'l'S .. 
injetáveis 
h.1 ,inir,m:ts 
•••••••••••••••••••• , ••••••••••••••••••►·•··············· 
, I' a r e e.: 111 1: :-. a m e, ,111ibiú1i,ns Nào h,i 
uki:ra,·li.::,: llt.'S ,· 1 i n i e n.. ,·iu llral ou 
in_i,:tÜ'i.:is. 
Casos graves 
.' X j g l' l1l 
i111.:rnaç:1o 
,t1·r11t...·lh;1dasnn t rctir:t-s,· 
corpo.lmasos liquido Ja 
,;r." cs. a cln.:11':t m e J u I a 
I' r ,, ,. ,, e a csrinhal) llll 
ahu:in:..i,·,11..·s c t-.·rc..:.irn 
r r " t, 1 ,: m a s ,·stági<> 
~·ar<l1ac-us 
·········~········••◄•••••••••••••••••• 
l ',,111primidos 
que inibem a 
11111hiplica,:lo 
.J,,  irus nu 
mhicmnntos 
d,: u<o l<>cal. 
O h.:rp.:s 
genital não 
tem cura 
................. 
Nilo há 
o qu.: se destacou na listaria. .:011H1 ,, '"' 
,:u,.-r1111 d1qw11do :io ,,rnti11, d.1 l'uropa 
,. ,..-11, kl,'.adn, i111r.ri,1i, dcudi11du .:111 
11<1111,· do Império. l iaram famosos. por 
estarem relacionados com a historia de 
l'rist ... " lcgad11 i111p.:ríul d.1 iria. 
<.>11i1 i11i11, l'11hli11,. ,: o pri1,·urad11r da 
l11dci:1. j•,.11,·i,1 l'ila10, .la, o lq:adn 
imperial tinha todos os poderes, para 
d..·l·ulir ,·111 IHH111,.• llt1 i111pl'r:id.,r l>ur.111t~ 
,l.•..'tilo, n l111p'-~rio l{o111anu. ,.,,,n ,ua 
,·,1n1111ra p,diti..:o-;11J111111i,1ra1i1a. ,IIU<HJ 
,nbrl' "' ptl u, l'OlllJUi,t:td,1-.. por suas 
lc;:ii•,·, -..:.1 ld.11k te«dia. até a ketorma. foi 
papado a sociedade de nações. Basta o 
'i''"'di,, d:1 par1i,;:i11 d,, 111u11d11 Jc:"·obcr10 
j'Pf t • "'"'''""· ,·111rc: 1. ,pa11ha ,. l'11r1ug:d. pelo 
1 ra1adn d,· 1 ord.:,ilha, . .: a 1>11/,1 Inter 
e·.,,.,,.,..,. d.: · k·:1111lr.: 111. para ,.: t.:r, ish el 
;a ,n1..·i,·d:hk tk 11.1't'°ll.º' tjll.' ;T;.J O rapado. 
(',.111 a l{dor111a e a R.:, olu,:io 
l rance.A or :r:1r:1111-,1,,.• no mundo grandes 
ranstrma+es. mas. depois que as 
:..:11"·rr:1, n tpPl.·«·•nÍ.'a, (;rlllÍ11ara111. o 
Congresso de iena. reunião das 
potencias vencedoras do grande 
guerreiro, istalou-se e funcionou como 
11111:i 11.:i,·llaJ,· de, Na,;i•.:,. l .:r111i11at.la a 
c°llc'lf:I ,1,• l')j.J.j<IIX. <> i'r,•,iJ.:nl<: 
Woodrow Wilson criou a Sociedade de 
aics. para ruir sob uma so institui.io 
as na0es que haviam feito a guerra ou 
que a h:l i:1111 ,urrillo. llalng.ruu ,cu 
intelll<>. c,a1a111.:n1.: por ln-Ih.: r:dlJdo o 
apoio dos l:staJns Unidos. o ,cu Pais ou 
a sua na,·:1o. / So..:icdaJc llas :1i,:ô.:s foi 
101:tlml."Ull· ÍtHH.:ua rara i:,,nh.:r a a~cc11-;:io 
do" tn1:1li1ari-..1nn, do ,i:....-uln XX. 
l'alhar:1111 .. la111ht.:1n. tudt1-.. O!'- Pal.'tns 
.:i.:khr.ulo, '-' -..ok11;1tl...:11h: a,.._i,w<los ...:ntrc 
na,·,·11,,.-..__ para impedir no a, guerras. o 
de+nadava a mans terrel de todas as 
,·11111.1,•r,1,o,·, que J, nrru111.1r.1111 e 
J,,f•ra,·.11,1111 ,,IJ 1wh1,· t .:rr.1. l)ur.1111.: 
'" ano, lor:1rn hrnnh,JJdc.JdJ, 11,1~úe, d~ 
1 11ror:1. dn /lri,a e d.1 /,i:i. ,h<.'f•,rndo 11 
.n1J,u:1 do, t,,•l,gn.1111.:, ,tl1: j, pratas do 
llr,1,il. l'ar1ic:ip.1n11" J.1 t!u,·rra. e 1..:11111'> 1 
no"ll q11i11h~o de: ,.:n,cdcir,:,_ Ma, o 
niundo qnc ,111.:q.!Íu d.1 Ulll ll:11trn,· .ln foi 
n111ro. totalmente diferente do r1111erior. 
Namente. for111011-,e 11111;1 
·········~·····························~················· llr11:11i1.- U l'd,· :111L11daJJ c 1 :11111: ll.: lh·puuso e Cnn1:i10 C<>III sangue 
fraqueza Ao se sangue alimentação contaminado fpor tr:.ut.'if1.t.;.;;1,, 
torar tem.L o a k·qua<la ou nt.mipula·Uo) 
fiz do pke par.u 
t: Mm -1-___.:. __ .J._~ _._ 	--L. ......J 	__j 
Qual é o papel do rotariano? 
1 111 meio aos problemas de ,nm1p,·Jo.: 
111,·:ip:1,·idad.: aliadns :'t .:nmnclid:id.:. qu.: 
abalam a S<>ci.:d:id.:. d.:n.:grindo. 
prin"·ip:tlrncnt"-·· ª" irnJgl.-n.._ do, po<l..:rt:s 
1 ..:;!i,l;11i,o '-' l:,1,.•t:1.1ti,o .. .IUl.' papi.:I 
desempenham os rotarianos que segundo a 
filosofia «da instituição têm o seu embasamento 
nas wtro lrases: E a verdade' E justo para 
hltl1" '" i111l·r,•,,:1cl1),._, Criar:i ht.1 ont:iLle e: 
m_-!h.,r.·, a111i1:1d.:,·> S.:r.i t,,•ndieu par:1 todos 
,,.,. int~n.-,,a<lns'.' 
Sah.:11u,, ljlh.' !t11110..; urn g.rupo_ ou urna 
unidade social, composto por lidcrc5 com 
conta interativa baseada em cxpc:cl.:.itiva.s 
.:P111t1r1-.. d-..· .'l'mponarn..:n1,1 onde: a r.:uiio de: 
,ua ,·,i,1,'nci.1 ~ a forp :1glu1inador.:1 ch:unalla 
interesse Interesse no companheirismo e nos 
problemvs de nossa sociedade. 
D)os rotarianos, 90 ou mais, estão no 
carro +!o ngóios, segmento em que Pau] 
l larri, ·e baseou para a criação d . .t i1htituii.;:in .. 
na certeza de que era a ferramenta que 
pcnni1iri:i I:! ·ililar as rnml.-tnç:is COlu1ivas que 
ocorrem em tudo, inclusive nos procedimentos 
sociais coreriais. 
l'ur qui.: .. c111;1t'4 11:in i:nnS;!.!uirnos 
inl111.:nciar a nossa sociedade. aiudanllo a 
purµ:u '-' purificar aquelas impurezas i: 
lr.m,n1111:1-la" par:-t 111111.,1adn lh:nlro daqudas 
4uatro frase.·~'"! 
Acomodação? Falta de liderança? Ou 
,o.:i,·dnd.: d,: 11.1,·ü,·,. por 111i,i:tll:i d, 
1 r:11d,li11 Ddann l{oo,l.'.'cli. pn:sidcnl.: 
Ju, 1 ,1.1dn, llnido,. Con,.:,·uu con1 m.:111,s 
J,· ,11 na,ôc, e lioj.: acolhe quase 200, 
lkntr.: a, rq•r,·scnlaçiic:~. !vi t1dmi1ido o 
Rotar lub. como instituição 
in1crna,io11al. ,olrnda para o ideal d,: 
,cn ir. de agr.:111iar ..:111 torno desse ideal 
tnllo, os homens - e mu lhcrcs • d, hoa 
, nnladc. que,.: di,p11nh:1111 a , er o próximo 
,omn ir111.l,1. e: procurar idc111ifiear-sc cni11 
.:k e com todo os demais. para a pa,. a 
,uprc111a a,pira,.lo da l111111a11idad,. 
t l11ic:a c111idall,: rri,uda cnrn asscnln 
lla ON 11. o lotar esta no augusto cenário 
para contribuir com sua eperiéneia quase 
,·cnl.:naria. ,ua glnbalidad.: hoje 
pralic:a111c:111.: ,011,agralla. com seu 
programa de:  .:r 110 ho111crn 11 
,nmranh.:irn. Jigr111. ,..:rnprc. de apoio Jc 
rc,iprnciJad.: na, 111a11ifr~1açõcs llos 
,,n1i1111.:11111, de: ;1111i,adc,. l{,conhl·,eu a 
li li '" ,cn iço, que o l{ulary prt:sla. 
rnunlli:ilmenl.:. dcrois qu.: caiu o Muro d.: 
lkrlirn e outros ohs1:iculos for:im 
afas1ados a todas as socicdad.:s. corno o 
superior ohjclivo de concorrer para a paz. 
O Ro1ary é uma ONG. a mais destacada . 
,ont a rnaiur soma d.: serviços prcslado, 
it pa,. essa 111s1:incia pela qual tanto 
<lc:-.cj:..111111', (.fu:Ju dr S,·~1llimhur:;:o. aulor. 
mrmhru cb Ac-:.ull'mi:..a Jlr~udldnt d~ l..efr:n l" 
.. ·,cio Ju Hutary Cluh ,1,• :-i~o l'uulo/SI'- l>A61 O) 
r.:,.:iu u.: urna partieipai,:ilo d~1i,:i? 
D.:vcmos ,onscicrlli7.ar-no d:t 
pnssihilid:Hk de cri:trl·nndiçci~-.; par.:i atuações 
crn açc'..:~ inh:n.-cntor.:i...-; ,,;:;~•gur;is_ ..:m todas as 
a1i, idad.:s: é nnssa missão inspirar. guiar e 
ajudar a ou1rc:m com a akgria de um sc:rvÍ'O 
rrcs1:1do. 
J>do .:,,·mplo. nos diversos segm.:nlus 
proli'5ion:iis uc:vem os rotarianos criar 
,nnlliçiks d.: ajuJar a sociedade brasileir..t . 
unindo-s.: c:111 progrJmas cnm realizações 
fisi..:as ..: i111elcc1uais. fixando-se na rocha 
cxi.s1cneiJtista do nn111c do Rn1ary. lentanuo 
mndilicaro <jllc: :1chamos e comrrovamns que 
é mal~íico à nossa 
área. pdn menos à terrilOrial. 
Ern nns~:ts rcunil>«:~ muito, ão n_<; 
~onlCr..:m:i-..1as cem, ida tios .... e a.· <lt'monstr;u;tt(.."li:i 
d,· conhc:ci111,·n10 ro1:irio. d.: fri1os no p:1.-.s.Jdo: 
parce,: que n:io nos lll ·amo, de que uma 
rcol11ç:i11 ~'<l:io scndn tkscnc:n.l..:.1d:i ..: que o 
mundo. cm conscqü~ncia. ncccssil:i da ajuda 
de grupos especiais. como os ro1:irianos. para 
mudar a <11.1 face e prrorlu,ir novas id.:ias. 
nm ns rrincipios e no,n  ida. 
l~ preciso conscicn1i1-annc>-nos de que 
a1ravcssamo.-;.. agora. um período de grande 
rnud:1nça.s .: .:ahc :t c::tcb um llc nós for,;ar 
aJaplaç;io l" uniJo dos nossos clubes, do nosso 
l>is1ri10.. a ludo isso. (Jo<r AnllDill F,,.. .. ., 
>Ócio do Rotuy Clubdt S.,!im-NZTart. PA (P .. 47!0)

t 
Orro: "Não basta encarara 
,.f11f,'J.V" do duro r/11 
J),p11ft11fo /(11/,,·rtn Orro, 
1/lll' {lft//11//11 Íllll·l' 1111 
fllll l', t/11 h11111·111la1: 
PSOJJ/l'MJ>IJ <' J>l." 
De antemo quero aptad 
,,r ., 1,r, 1,a ,J, h 1,,, <iJ hvy 
qut ompat t ,li f I' r ndo t I l 
,o 11 Pud ·r I t.:,'1 l.111,11. 1111,  
1 1,11111 1,1 • p,,r ' .tw 11 u nl1 
,ln lt.1,j,, 111 t111i...m11.i1 tlt, 1. llu 
,h 11hH,,1,tliu, 
()Uc!ll l'~ Ili Ir l.1111, Ili l' 
íl 11hort1d rn11..111c. 4.l 11f'{11u e ,1 1 lf 
11up.l1lo d.t "'tlt edade que foi as 
111n.1" p.iri1 l.t...1.:olh1..r dh ll:pr 11 
1 tllh.,, A k,
111im.1, to d,· l, ,011 
t.llh.· n 10 \' 1.: ·l•o1(111110 ,,., d vo 
lar Viemos tum pro ' th 
L.I ~l.'lilt, lllj  1,.lllhlll.l!lt.l 
h tl11.1d.1 pela ampla partieip+40 
popular, é que • ,li 1111t11! ) dt.1111. 
rata almeja«d por te«dos 
 tnJ ,-. ,,.,, 1,.. 1! i-,  t 11h 1 
1..:111..·1.tr l lt fllt.lP ck 1m1.11..1 'l· 
llllll t l'it'l11.·
11 i. 11.1 quales I 1 
t, ú .... ,tt1111 d~''-= 1......,lh.'ll,H Ili prn• 
flC''I 1111.ll!C, il"- '(li "Pil I ú'I 
11.'/,I d- ljl!I.' tUl..1..lt.ill 
. li11i,
1 
1L.., e di ·rn+sr p!a- 
1 i.:1t',ll 1 !  d.1'~·h li li
1
1.. •,111 
' » 11.l•lli.l 1 1, r I l 11 i..:11 
f li ,1 • r 1 1 :• 1 OI h' .. 1 ' 
Hhco htime oltv 
,t-r,i.k" t 11t1b..:1•1 .111 Ih' 
hrc---. i111t:~r.1111c ... d.1, h 11i..:,1,! , ,1, 
PSD, ± qual pertenço, PMD e 
PI... qui.: 1111: ctmli.ir:1111 a hu11n",1 
- e: nJ" r....:i ,e: 1111.:n..".'iLl.t - in~lllH· 
hênc:i.1 Jc fJ7cr t:"111.! pronum:i - 
111L1110. l.,1cj.1111 c1.-rhh: ,.;o p.1 1 ra, 
que sintetizam o grande sentvnen­ 
to popu.r que l!Ui1..,u fhh,'' ..::,,m­ 
promi.,"ilh de palanque, n. r1111,trt1· 
ç.Jo d: 111U poah.: ~t,111i;ld t..:11
1rc ,, 
rw<lcr púhlk·o C ,1 Ul Únh.', b.1,c 
d~ ~U'.lClll.ilçJO: ll P,0 , 
Sr. Pn .. °"idc111c: 
Srs. Deput.1d," 
O ultimo ,111;, d,"c-.:ul,1  >­ 
i:~t:i kg.ando :h pró,im.,, gi:r:i­ 
t.;Õt......, o, mais angustiantes desafi­ 
'" da hi<tória d.1 hununid.1d.:. ,, 
pona, do terceiro milênin. ckpJ• 
r.Hmh com alguma~ c,..'ntr.1J1çlk-... 
corossais., A maior dt.:la,. 4ucro 
crc:r~ n:pous3 n:t. incapacidade do 
homem cm fa,cr dl.! !-.UJ ndt.h d 
intcligêncL1 um esteio pata a 
cdilicaç:lo de ,oci,,J.id,-; j11,1a, e 
ig.u:ilítâria~. omk a p:u e a qu.ali­ 
dade de vida ,ejam ekmenw, 
comuns t.k todo, º" p..wo,. 
Convivemos, assim, com 
imprc~sionantcs mil.ig.rc:s 
tccnológ.icos e obsurJos tetre 'es­ 
o, no p.1drào de , ida d.ts b'.ran­ 
dcs m:tss:is. Perduram bo1'õcs d.: 
miséria e dcscmpn:go. fom~ e dC'­ 
cnç..1s. g.oodnci:i e ceticismo. num 
tempo ,:m que o ,impks apertar de 
um tio é c:ip.1z de n:unir too.1., 
I~':'> .: ini' 11 .~ J., pi.ui.:- 
"-la" 
Deputado Roberto Orro 
l 1 1111,11 11,!1,,(l .1111h1..:11tc: 
l+e hi tum camnho seguro 
, ,, 1 u , , • h (111.1r.1d1,·1.I(.·, l.' 
ttonto» arvoredo d.a 
•1 }, l,P.l.l !rlll•'' jl,ll,I 1, 
tias,todos osrds, tod1s 
e ! ocammhs dr dm - 
- 1.1 1 
11 , j 1,.: 11,. ">.li ,t,."l,.'f r
1
l'/1 I• 
use is aquilo que de Aristoteles a 
Ronsit, de Gmndi a /utb, de 
 1  ,l l h11.,'  k1.J .. ,. i: de tolo 
1..-...k l
1
.1rl.11111,.·nh1. ,i: c,,m l1ll'.hl!IOll 
l'.h .. 1111.,r dl· J11,t1,·.1 ,lx:i:d 
1 c .... l.' o 1111pc:1 .lltO do J1~1- 
.?-d,. d.: l,,,!,h l'"I dl.'llhl(r.11;,.,. l.,tL' 
1.. li '-l·11 n1..·th•. 11:11.1 L·unli,..,Jo Lh:­ 
fi11i1 , ;1 J1..· ,..:u 1..'1.'i11PlllllÍ\,) l:(.lll 
1,.l ~CllH:,1.tr l.t "1'l:l1..-<l.1Jt.! ..:m que 
,1,c. !'..:11hum llncrno. lll.'nhum 
P.1rl.1mi:11!l1. ni:11hu111 1 rib1111al 
.1111pl1.1r.1 1.1, lh'íl/lllc", di: <,UJ 
randea sem conterur absoluta 
1id.:1d .. d.: ,H1, c"t.1tullh J.1 i:t1c.1. 
da probidade, de n.:,pcito , 
plur..11J.1di: ,1.xi.1I. 
() Jl."!llOCíJl,1 J,1111,li:... ig.no­ 
r.t .1 (1.1mprl':ll'à1., <li: que e um 
in,:ru11h::1t1.1 colctiH1. atc.:nlo :i: rc­ 
p1.1n,;1hil1tLldc: de.: combater as 
atrs±s dos abismos sócio-econó- 
1111clb 1..· c.:nfn:nt:u ; inju~tiças. 
<lcnutKi;111do-a, e procurando 
erradica-la, na esteira de posturas 
serens, mas lirm'-""· intr.1nsigcn- 
1e, na guarda das a,piraçik, co­ 
muns de seu povo. 
Sr. Prc,idcntc.: 
Sr,. lkplllado, 
A dimcns:lo da crise que 
fu-.tiga 0 Pai, e cria C:.pcctati,as 
prl'tlcupanl('" n:io po<li.: ser des­ 
pre,ada. Mas o pessimismo é par­ 
ceiro d:i ..::,curidjo, Nosso Estad,> 
di, nJo ,lll p<..-...sinw .. mo. Rcpudi:i 
a leia dos tatos consumados. 
1 c.111tJ-,I..' LP11tr.1 n d1.:rn111lllll e 
 C: 11,1 1mh1krn:1.1 dt1.., ce1icoi.. um 
.... i11tom.1 J~ ifh.'.(llllprtência 4ut: é 
p.1r.1 ,cr l'purµ.1do. 
O pn1.1 ... u1-m.1h,g.ro"cn"l1.' 
n,11 ,1.·r,1 1..·umplil'l' Jll ,k,.1k11tn. 
Pt...'1'1l d.1 lll:licil11ci:1. lllllllll nll'll<h 
1,.t, thrn , ... up..:rli(1.d 1.k 111l'.Í,1"I ,)., 
hi,·i..-... P1ljljl)I.: . .... l tll.~·11 ... , . .-11 (,tltll­ 
nll- q111..-r íllllh> ,1..1,:ur1, .1111J.1 qul' 
"-l.'.j,1 !1,111,!.1 .1 ...:.1111inh,hl.i 1.t.. 11.io 
;1hrir.1 111.lo dl
1 11h_i1.."i.Íll m.1Íl'r que 
(· o desenvolvmento, a tr,1du;ir-,c 
cm tod.1 conqt11,t<1"i m.ii, ~
1
l'111l.'n­ 
taí.·:,,, p.1r.1 , i, cr Cl'r11 Jii.!nÜl.i<lc:. 
'-:jo b.1,1.1 cnl.'.1rar a cri,c 
E prt.:c1~0, cnc(·-la. o qt1c n.io cd 
pll"IÍH'i c11qt1J!ltl1 u produtor pa- 
111J111..':cr 1.k"ia"l,1,t1do. º" municí­ 
pio, e,hulh:idn,. a, elr.1d.is 
dc,trui<las. º" rl.'cur ... os naturai"i 
degradados, os doente sem aten­ 
dimc.:nto qualitkatlo. o, L-..,tutbn­ 
h .. ...., 't.:111 l..'"ICOLl. ,cm professor, o 
profess or s..:m ,aláno,. o 1rab.1lh..1- 
dor sem trabalho. 
'ir. l'r,--.idenlc 
Srs. OepuiJdos 
lodos sabemo, que njo 
teremos dias tran11üilos na nossa 
economia. A c-stat,ilidade do Pla­ 
no Rl!:11 produLiu 'cridas profun­ 
da, na popula.;:io. porconla do alto 
custo ,ocial do moddo ,-.;:onômico 
cm , ig.or. A cota de sacri fici05. C 
imc:nsa. inJU!,lJ :.itC. Nào se p,.:nnitc 
mais dar Ol e Cl apcn.,~ a urn 
praw da balança. A estabilid:idc d.1 
m0<.-da é tão prioritária quamo a 
c':>labilidadc da cidadania. durJ­ 
m,'111C golp..:acb pelo dcs,mprc-go 
e pela falta de pt.'f'SP,..':ti, a. 
Democracia. Sr. l'rcsiden­ 
lC. Sr,. Dcpulados. de,e contem­ 
plar o intL'TCSSc soci:il e o intcrcs­ 
!loC cconüm1co. 11..:ndo comtJ 
mimos. E um contexto m que 
digmidade e ctia n4o sejam pala­ 
 r.t, para adornar o OL,1h1Jl,in .. 1. 
111.h qi1.: ,c..:J,rn1 .1 fi11n.1 l.t.:<'llhl·­ 
ud1 de.: tod,K ,~ podi:r..."' "-" 111 11- 
1111d(1"1, ;:11h:lltH..:..1d t pd.1 u1111i.111- 
a€ ,1 p.trlk IP 1 ·'º J l ,01..IL'tl 1Jr..· 
1.1ld t,ro,,, l,i ui J ... 1 .. • 
dar sua proprta teto La a @te 
() turismo, nas 
d.1liJ.1 k ,J -111 a, 
e de lazer, e a cxpler 
s m ' 
cultura+s 
«lo e 
,t. l•J;.nll.' dt.: ,uJ--. r 1qut:11,. '" n1 
prcJUI/ 1 t! , r, . .-1..Ur-.u, r,4t, f,lh, 
1.. ,n,111u em tambm imp, rt..tr,t.._ 
lk,1lio·, 111h.lH!l·r r..1.t t.' J ln­ 
tade d que representam os 
p krc.:.., f ,blu .. o, 1.· ,1 in:CI.JIIJ 
m,l Ir :,H.1 
a. segundo, pela renovada d 
p{, 
1
.,.. 0 ,k "º 1ntc: r,u1tc.:, Je 
,r:h.rprt.: H ,h 1r.J1 dr 11
1
11.h ,>­ 
,r.:, que brotam do grande e a­ 
grado patrão do poder o povo 
Muito obrado 
.., 
• 
, rr b , 
241- 3838 
439-1368 
255 1161 
2511&41 
242,1206 
2g7-1000

PM anreendeu14Qde • 
Considerando as notas de que houve um 
aumento simiticativo na produlo da ubwtinia 
entorpecente Canabis Nativa, popularmente 
conhecida por "maconha", na repilo de fronteira 
co111 o Irasil, no lado patayuato. a l'olill.1 
;»lilit.ir de lkl.1  ,,1o1 i111t.:,ilirn11 no, ultimos dias 
o poli ·ia11,-·ntn p1e,cntiH1 ,i1,.1ndn o comh.nc 
ao lr{llku e111 ['.er.1I. 
lsse trabalho, segundo informações do 
Cu111and.111ll' do Pelotão PM. Tenente lkrn.1I. 
c111hi,1,· 1t11,.1li1:ii;ào de up.:raçilcs de fi<c.dvn 5o 
111:11mnen1c 11~,, i.r de t:nl1ad,1 e •,ah.l.1 da cidade. 
1111 l',,si,1 d.1 Hc,·cita l'e,kral e 11.i- R11do,1:t, que 
do cesso o funicipios vizinhos, abrangendo 
nlo «os eienhs, com automeise caminhões, 
mrstambém motocicletas, ciclistas e até pedestres 
em atitude suspeita 
l.<<.:1 i11ici:iti,,1 da l'oli..:i.i :-.1,1i1ar de lida 
Vta vêm apresentando resultado h 1,t,11111.: 
povotivos, a exemplos da preensão de l2 quuls 
de maconha realizada na ultima sexta feira. d:a 
29. no l'o· to d.1 1(.-u•íta l nh.ral de lkl.1 V1 1 ,. 
em poder do individuo /sauri Avalos Varas. 
33 :1110. 1ni1.k11lc m l(u,1 Ccno Lcào. 11" 1 K7ú. 
na cidade paraguaia de Pedro Juan Cah.ilkrn. 
Segundo as inform:u;õc,. /~~,111ri foi 
abord,1dn e pre,o c111 l1.1i;ran1e quando 1cn1.n,1 
cruzar a pé pda ulf:imkga d,1 Rcccil:i l'cdc1 :,1. 
os policiai-, que fa1i,1m policinmcnto de rotin.1 
no local suspeitaram do mesmo e rc-,ohcr.1111 
rt' i,tar urn:i 11 rhilo1 que estava em seu pmkr. 
onde acnlv.u.1n1.l:11co111ra11dn n.1cl:1 mcn,i- que I '.! 
kg da drona. Assauri foi conduzido à l kkgaci.1 
de Policia Civil sendo autuado em flagrante 
1wlo crime dc,~1.iticu de entorpecente. n,1 
lkkg,1cia c.ll' aindn alegou que n~o •·r.1 
EmCaraco 
o 
peIXe 
:S:a noite do último 
,:ib.Hln. di:1 30. apis ,, 
recebimento de denúncia 
:1111,r11ma. pnli,iais do 
l)e,tac:m1,·11tn l'i'>l l'lnrestal de 
llcla 'ista. n,m:1111.lad,,s 
pessoalmente pelo Sub- 
i cncnte S,n11l1. se dcslncara111 
a,, , i,inh,; :'>lunicipio de 
Caracol onde, após diligénei.as. 
efetuaram as apreensões de 
apn1'i111ad:1111e11te 1 '.!0 quilos 
de pescado, uma arma de il>go 
e uma camionete E-M)) 
De acordo com as 
111i'nrn1a~•,1,•, nbtidas pela 
reportagem da Ronda l'olicbl. 
a denúncia k,ou os Policiais :i 
Caracol. onde o l)cstacamenlo 
da Policia tlilitar t:1111hé111 
h.l ia recebido infnr111a~iks 
,obrc a pr.it ic:1 de pesca ilq;al 
no Rio Apa, logo em seguida 
os florestais levantaram 
informa~·õ,·s dc que os 
rcli:rid,1s pc~cadorcs ha, iam ,e 
deslocado para a cidade tlc 
Caracol. Em dilig~ncias pela 
.:idade os policiais locali1auam 
a camionete F-1000. cor 
,em,clha. placas /Pi 0010. 
:me, 93, cegada com cerca de 
1 :w quilos de peixes.. a maioria 
das espécies l'acú e llour.11.Jn. 
O Ciculo era condu,.ido 
por feron Elizio 1111111111ski. 
c11mcrcian1c. 35 anos. que 
estava acompanhado de Cario, 
Lopes Santos. foncionúrio 
púhlicn. 3 7 anos e de F valdo 
l l11li11.111 Jtminr. /dl,gado. 32 
anos, todos rc,idcntcs na 
cidade de l'rudcntópolis. 
E,tad,, do l'aran:i. /lém do 
pcscad11. também foram 
arrccndidns o ,ciculo u1ili1:1do 
existe uma série de restrições. 
previstas cm l.ci. que dcvc111 
ser ohscn adas pelos 
pescadores. a exemplo dos 
locais onde a pesca é permit id:1 
e a limita,~" tl:1 quantidadc por 
pessoa. Peixe malhado então. 
ncm pensar. afinal de contas. 
r,-dcs. tarrafo..<. a,v.óis de galho. 
espinhéis e oulros petrcchos 
ptopretiro da dora li , ~lt 	1 
lt: lk!i.Hlf1•!;t( .. t':.'.'f fJJt.k.l 
Grande e que deveria recber a qu 
500.0) pelo serio 
no transporte dos peiese uma 
arma de fogo. tipo Pistola. Secretaria de biado 
marca Taurus. calibre 380, de. de Meio /mbicntc 111:1111cve o 
proprkdad..: de Mcron Elizio- ·11timo dia 31 como a <laia de 
l'nmousl.i. que esta'a com 0·{ ~nccrramcnto do períod_o de 
documento da amu ,cncido c.,.Jlckso dos peixes. 
também foi autuado pelo crim.:; ~ opulam1cntc conhecida como 
de pone ilegal de anm de fogo, Piracema. com isso a pesca cst,í 
"p, 1d.- 1, I 
Os pescadores foram .era a nos nos.. agos e agoas 
c·ondu/idos pelos policiais• ,do Estado. com exceçêio J;Ls 
tloresais até a Delegacia de arenas consideradas como de 
Polícia Civil de Bela Vista. reservas de recursos 
onde r,,ram autuados cm 
flagrante por dcsobcdcccrcm o 
/ri. 34 da 1.ci 9.605/98 e os 
/n. 18 e 33 da Lei 1.826/98. Ê 
1mm ressaltar que o fim da 
Piracema no Estado ocorrido 
no último dia 31. nêio significa 
a liberação geral da pesca. 
Criança de dois anos 
morta ilOi @nvenenamento 
No ultimo dia ::>.5. na Colünia ·gt Josi: Félix Lopes. 
1<,,ali,aJa,k tamb.:rn c,rnhccida como l'uentc7inha.. no vizinho 
Pai,; Paraguai, foi registrada a morte de uma criança J..: apenas 
02 anos de idade. de nome 1.uci Marilene Gonzales Maidana, 
qu1..· ,..._·ri., .,.jd~, vitima c.b ingestão de substância lôxica~ 
: ,1<·t1rr~11cia foi atendida por Policiais da 15' Comiss.,ria 
a··no 
1)1111,1 JJ'fl'l.'ll'JI ((1111 ,1 l,1< fll 
caratertias for realizada no ultimo hia ?$ 
«unda- luta, quando ficais da lep tora d.a 
Receita l ederal tluraramo adolescente R ' ll. 
Ili nn,". 11,11,,p<11t:rnd11 rcrca de 12011 ~1.,1. ,h 
d,· "111.1ln11h.i''. o qual foi detido e ent.111:int ,J., 
a Delegacia de Policia Civil e posteriormente 
c1H:.1111111h:1do ., l'ru111olor1.1 de Justua da 
Infância e Juventude para as provdénias 
cabieis O menor é residente na cidade de 
q11id.111111.1 1'-. a 1<111 lkr11.1r.!11111 1 ,,p,· . 
bairro Santa lereinha e. segundo as 
i11lnri11.1,,ie,. rr,·ll'lllli.1 tr.rn,p,•rt.ir 11 
entrr·vente ate aquela cidade 
/gcnt..:s da Polícia 
F..:dcrJI apreenderam semana 
passada mais 900 quilos da 
s11hs1~ncia cntorpeccnle 
conhecida por Maconha. na 
região· da grnndc Dourados. a 
droga estava adicionada no 
fundo falso do caminhão 
tkrccdcz Dc,v __ pbcas KSQ 
6495. de Umuarama/l'R. / 
aprcc1t«ào deu-se por volta das 
17:00 horn.< da última quana­ 
fcira. dia 27. na 13R-376. no 
utilizado m pesca predatória, 
ão tot/rente proibidos. em 
qualquer perido, e quem for 
tlagrado fazendo uso desses 
materiais pode ir se preparando 
para arcar com ª' 
consequências, que hoje são 
bastante pesadas, abrangendo 
multas. processo na Justiça e 
detenção. 
de Policia e conforme os levantamentos, a mcni1K1 foi intoxicaJa 
trc'O que liga esta Rodovia ao 
com veneno que seria usada para matar formigas. Os pais da, pistrito de Culturama. 
criança, o chegarem em casa, encontraram as duas li lhas.. Enilcc 
Município de Fátima do Sul. 
bc-ir~
11
a ( ;,,n,aks t--laidana. de 03 anos e Luci Marilcnc.: . / • 
• • · d, oi . . 1 
1 
• ... 
1 
• • ntenormentc os 
Gonzales Maidana. le vg anos. passanto ma, _polS J:l _,:1uim olici:iis Fcdcrnis haviam 
i,,., erido o ,cncno. :unhas as meninas ainda forain atendidas noz "'· b'd • r _ _, 
=- . .. •· -. , _. 1 ·b · . B ~·t L tu.."CI..' 1 o a m1onn.:1ç-Jo uc que 
Hospital S.o Vicente de Paula. em Bel 'sta rasil. mas uT,pyrande qu:mtid:1dc d,· ,n.,eonh:1 
1arikru: n:1n n sstiu e veio a óbito. 	• ·stava saindo da frontcirJ e 
Ac
idente de trânsito·.• p:i.<&,r-:m a vigiar as Rodovias 
,da rc-g1ão. '"' opcrnção tor.im 
i-;
0 
último 1fü '.:6. foi n:gistrndo um acidente de tr.insito • 'nresosdois homcrts moradores 
en,olwndo os ,eiculos F-4000 de Dclla Vista Paraguai e urna cm Coronel Supucaia. que 
l.lotociclcta t londa CG Titran cor ,crmclha.. pl:ica HRB 9955. ocupavam O caminhi!n 
condwid:i por Claudcmir Dcniz Orosco. O ocidente d..:u-sc no carregado com u droga.. a qu:il 
cru1.amcnto das ruas Euzébia Martins dos Santos e Marinho tinha como destino os g.randes 
Fernandes. nn l.l;iirro J:is Prima, ·ras. Do acidcntt: não rcsuharnm centros cort<umidorcs do País. 
, itima.s. apcn:is danos materiais cm arnhos os 'CÍculos. Toda a maconha aprcendid:i foi 
e 
pesqueiros. onde a proibição da 
pesca s termina no proxtmo 
ha 28 de fevereiro. 
SJn consideradas áreas 
de: rw.:st:r'JS c.h: r...:cursns 
pesqueiros. os trechos de até 
200 m,·tros acima e abaixo das 
barrJgcns dos rios. corredeiras. 
cachoeiras. cscad:i.s de peixes 
e embocaduras de riose ' +hias. 
, partir de agora a Polícia 
i 
o 
o 
k 
encaminhada à Ddcgaci:i da 
l'olicn r,•,.kr.,I de L)ouralos. 01>.k 
<'S dois pnos foramn autuados em 
flagr.mtc pelo crime de tráfico 
irncrrocion:,I de drogns. 
Esta C.,i a terceira grande 
aprecns:1u de maconha oriunda 
tio Pais , i✓inho l'::i1Jgu~i. nos 
último< dias '.!2 e '.!3 próximo 
passados. no Posto da Policia 
R,,d,n i:iria l'ederal cm (iuia 
l.11pes da I agun:1. j:i haviam 
sido apreendidos dois 
carregamentos da droga. 
1ambi:111 1r:insportados cm 
funde>< falsos nas carrocerias 
de cami11hiks.. o primeiro com 
R(,2 1.g <' o sc-gundo com 897 J 
k,;. sendo amhos os 
condutores dos , c-iculos 
residentes na cidade fronteiriça 
de Coronel S:apucaia. de onde 
l:1mlx'm tcrb s:iido o terceiro 
cam,gan1en1,, aprc:cn<liúo. No 
mesmo período. cm outras 
Rodm ias do Est:ido. a Police 
1'1.xk-r.tl apreendeu ncis 189 quibs 
da droga. que cst:i':u:n sendo 
trnn,pon:idos cm , ciculos de 
('l.'"'-'icl. 
Mais dois quilos 
apreendidos pc a PlI 
n,
1 
• 1, • t , 1 e li,.. 1 ti,, 1r,1[, Ih• 
que vem endo desenvolvido p la Poli ia 
M+ttar de h ta Vi ta, no ultimo sabado, da 
3lemrevrta de rotina em um óniba q 
l.11 .1 lrnli.1 ll,-1., , t.t
1
l .inlJl<l (,r 111 lc. 
1 º'" 1,11, dn ,. Peloto PM surpreender Ili 
11 ,,J.1d,io H 11111111,.Jo 1 <'fll,!lld , 1k '-0,11:i • 
11 ;1: '"· rc,11lc111c ,1 ru J // "· 11" 07. c111 
lu 11.1 i'>I l. transportando cerca de 02 quilos 
da era maldita karmundo foi pr,· 11 l' 
encaminhado à Delegacia de Policia Civil. 
para ser autuado em tarante Vale lembrar 
que o crime de trafico de entorpecente é 
IIJ ti.111~ J  d 
ate 
acabo e 
a dona e 
ts:;1 ui111n.1 q11.1n.1-kir:Ltl1.1 '.!7. por ,nh:i d . .s 21 ,IIJ hora,. :1111i, 
solicita,i» ia telefone 19), foi preo pela Policia Militar o cidadão 
Inicio Vieira Jara. 37anos de idade, residente no Bairro Itaborai 
Ili: acordo com informações. populares comunicaram a 
Policia qu" ln.i,i11 ,·,t,la aµredindo ,1 sua esposa. Sra Scrja 
/h e,. rc,idcntc nJ Rua Cario, Doht·,. loµn cm "'!!"ida. :1 
~uarni·:in J,1 l''.l luc.11111111 o marido violento. que após dar 
um passeio de camburão. foi "guardado" em um dos 
apartamentos da pensão do governo. A ,i11111a foi cnndu✓ida 
ao l lo,rital So Vente de 1'.1ul:1. onde rnd1Cu a1cnd11ncn10 
111é·dirn e posteriormente orientada a procurar a Dckgacía de 
Policia Civil para registrar a ocorrência. 
lililar rlorc,1al pa«ar:i a 
concentrar a fiscalização 
nesses locais para evitar que 
os cardumes sejam ah os dos 
pescadores inescrupulosos. 
os quais estão sujeitos a 
apreensão de Lodo o material 
de pesca e ao pagamento de 
pesadas multas. 
Vale ressaltar qu.: 
mesmo com o enct:rramcnto 
do período da Piracema. a 
lcgi,laçào c,tahckce paro os 
pc::.coJorc°' um;1Jorc5 o limite 
de 30 quilos de pescado mais 
um exemplar por pessoa. bem 
como a proibição da 
u1ili1.ação d.: redes. wrrafas. 
an7óis de galhos e outros 
pctrcchos de utiliação não 
permitido no Estado. cm 
qualquer época. 
nha 
·a Federal 
De acordo com 
kvantamcntos da Policia 
Í'l-dcrnl atu:illllCnle o lunicíp;., 
de noior produção de rnaconlu 
no Par:iE_:uai ,êm sendo Capitan 
Bado. cidade qut: faz divisa com 
Coronel Sapucaia. no lado 
hr.isibro. Só no prírreiro m.:s do 
aro :is aprct.--rm:s de n-oconl,a no 
Estado 1otalÍT.lm mais de duas 
toncl:xbs. simt de qu: houve um 
aurren:o signific:11ivo d., produç;'!o 
da dmg_a ro 'ÍZinho Pais. alcru'Tl 
as autorru!::s. 
!mp1nndência ao volante 
leva adolescente à morte 
Um acidente na estrada vicin:il que dá acesso à um 
balneário no Município de Bodoquema causou a morte da 
adolescente Simone Frajdo de Oliveira. 17 anos de idade e 
deixou outro pessoa ferida. • 
Por volta das 16:00 horas de domingo. db 24. Denis Luiz 
Rodrigues dos Santos. 23 anos.. residente em Bodoquena/MS .. 
conduzia o ,·ci u!o Sa,ciro. placa.< HFL 8935. de Campo Gr.i.nde. 
cm dircç;io ao n:ilne:rio. transportando seu irmão n:, cnhinc. a 
irm:1 e um c:1s:t1 de amigos estavam na carroceria. Em 
determinado trecho da estrnda. quando 1cn1a, :i ultrnpa- r outro 
veiculo. a roda dianteira do Saveiro bateu cm um buraco e 0 
,eículo rodopiou no cas :,!ho vindo a capotar virias ,e7.cs.. 
atirando par.1 for.1 os trés ocupantes da carroceria. 
A vítima. que era amip do condutor do ciculo. morreu 
no locul do :icidcnte, outro rnpaz. identificado por Odair. foi 
lev:ido par:i o Hos;,itnl de Aquidau..,ni onde rccehcu atendimento 
médico. Detalhe. o condutor do ,cículo aeid ·nt:ido n:10 po· ui :i 
Carteira Na ional de l lahilit:ição.

e lt) fÍl), f 
d r,. , • ., 111< p, ra a retirada 
do Seguidores do fl ver ndo 
Moon, da cidade de J. rdim 
e, Hui de Direito da omarca de 
l;trd1111. Ah adre Antunes da Silva. 
concedeu o prazo tina de uma ,,111,111:i p.1r,1 
a reurada dos seui«dores do keverendo 
Moon, da lazenda ova Esperança, na 
De acordo com o 1'10111otor ck Meio 
Ambiente, também da Comarca de Jardim. 
Roério Auusto Calábria de Araújo, que 
deu parecer lavorável. n pra10 lhi concedido 
1 
.:111 l1111ç:10 1h1 dilic11ld.11k de dc,rn;11paç:1o da 
/área ate a data de 28 de J:111dro. jü que 
seundo a Administração da Fazenda as 
1
1 
p,·,,0.1~ que c,t.11> no local 11:111 retomo a~rco 
previsto para a d:11a ck OJ a04 de feve reiro e 
que seria difieil a acomodação das mesmas 
..:111 outm lo,al. "l cmln cm vista, ainda, que 
o problema principal que era o despejo do 
esgoto nos Rios t-.liranda e Prata. cst:í 
1110111cntanca1m:ntc rc,uh ido. conforme 
i11fom1aç(k, do DOI'". rc,,altnu o Promotor. 
1 
Laudo do Departamento de 
1 
Obras Públicas de Mato Grosso 
do Sul constatou que não há mais 
1 
despejo de esgoto no Rio Miranda 
itcmkndu a uma solicitação do Jui,. 
ide l)in:itu da Comarca de Jardim. Ak:1.andn: 
/nune. da Silva. o DOI' • Depar1amcnto 
de Obras Públicas do Estado rcali,ou uma 
, i,ita de in,peç;1n às instalações prediais da 
, A,sociaçàn da, himili:t~ para Unilkaç,1o e 
 Pa, Mundial· a ,cita do Rc<:rcndo Monn. 
 Segundo o laudo apresentado pelo 
cng.cnhcirn. l lélio Loureiro Banilani. está 
1 ,endo pro, idcneiada urna medida pakatÍ'a. 
que é a construção de uma barra. cm (aterro) 
oh,truindn o canal de esgoto o que impedirá 
que o, dcjctos escoem diretamente para o 
rio. E,t:i ,cmlo pro, idenciad,, t:1111hé111. uma 
ha<:ia de dcc:mtaçào onde se ocomodaria este 
 c,g.oto. prn, i,oriamentc. Encontra-se já cm 
i c~l·cuçào uma Fstaçào dc Tr:tlarncnto de 
E ·goto. modelo RAI.F (Reator Anaeróhíco 
Ide Lcito Flutu'.111tc). que ir:í climinar os 
problemas existentes ou pelo mcnos 
l
minimi,:i-los cm mais de 90%. 
, Encontro Internacional em 
Hav,ma, Cuba, irá discutir 
"Gerência Agrária, Transferência 
e Inovações Tecnológicas" 
De 6 a 09 de abril. dcstc ano. acontccc 
na cidade da l la, :ma, cm Cub:i. o Encontro 
'--- 
l111crn lclllll li 'º(icrc11,11 1-1r,111,,•· 
lranslerena e Inova'os lecnolora 
(om o objetivo de aprofundar e 
oferecer uma panorâmica atualizada das 
tendências sobre a oereneia Ariria e a 
l ransleteneia e Inovações c ainda promover 
<> 1111,-rc:unbio 1k 1:,pcrkncia, e wnL!lc.r, entre 
os interessados, o encontro será direcionado a 
profissionais, cientificos. técnicos e instituições 
que desenvolvem e aplicam a estão 
empresarial e a tecnologia agrária. 
J>,,rn maion:~ infi,nnaçt)c. co11talu, 
com o Dr. Rafael Ojeda Su:irt:1 • Sccre1:írio 1 
1~xcc1ní,o pelo, telefone,: 53-64-6 OI :l ext 
21.J: fax 537-2-10
1
1.J:! 011 pelo l·niaíl:
1 
rojcda
111 main.i,ch.c:du.cu 
Crea do Rio de Janeiro' 
Contesta Relatório de Impacto I 
Ambiental da Unidade li da 
Usina Nuclear de Angra 
1 
O CREA - Conselho Regional de 
Engenharia e /rquitctur.t do Rio de Jan.:iru ,~ti 
apn:scntarao lh:una-ln<,1i1u1013milcirodc Meio 
/mbkrllc e dos Recursos Naturais Renováveis 
de Brasília. na próxima quar1a-feira. uma 
eontcswç:1o con1ra o Relatório de Impacto 
Arnhkntal • RIMA da Unidade II dt CcntrJJ 
l.ll.:lcar Almir,mtc Ál,aro Allx:no (Angra 11). 
A decisão foi tornada pcla Cumi,-.,1o 1 
de Meio Ambiente do CREA/RJ que 
par1ícipou no último dia 16 de janeiro. da 1 
scgunda Audiência Pública. n:ali1ada pdo 1 
lbama. ixua discu1ir o RIMA e a OpcrJçào 
da Usina uclcar de Angra 11. 	1 
'egundo a 3 Tesoureira e mcmhro da 
comissão de meio ambiente do CRENIU. I 
engenheira civil. Regina Muniz Ribeiro. a 
pnnc1p10. a co111,-s~ç:111 se b:t,ear:i cm_ tcnnos 1 
de sq;ur:.mça e registro d: profissionais. 
A cngcnhcir.t afim1ou que além de o, 
projeto de evacuação da obra apresentar virias 
lalhas - falhas baseadas cm procedimentu,' 
milizados pela cngc·nharia dc segurança. ainda 
não for:1111 rcali, .. adas análises de n:siduos 1 
(como por exemplo. ton.:is de ese~rcl 
localizados em galpôes no interior da Usina). de: 
cllucntcs jogados sem trmamcnlo no mar 1 
(cílucn1,-;; compostos por amónia) e de solo 1 
(acomodações de solo com falhas para o projcto). 1 
1 a contcstação o CREA/RJ também 1 
cr:1 solicitar uma relação dos profissionais 
que trnbalhar:im tanto na elaboração do EW 
RIM/. quanto na obra. j::i que alguns não 1 
possuíam ncm regi,tros. nem vistos no 
rcl'crido órgão. o que para a engenharia 1 
impossibilitaria responsabilizar qualquer 1 
profissional par.i futuros d:mos. 
Senador Ramez Tebet buscou a 
redução das desigualdades regionais 
/{ elator-geral da lei orçamen ir, f tÍr'fl.C /1 rm rtou ri,1 (1 / rt/1:ti1 ,/ dt "/glt l,.f f  cidad ,, 
hr,Hilelfll '', 11111 1, 11111111'/lfll tlu, , trhu, ,Je,111111tÍu ,w ~i<r,·,.,,J I ni, ,, de Sade 
 J cJ 11, l 
de.a, ualdades reionan for 
UJ:<.l d.,, prmnepats metas ll'll' 
nurtc r,1111 J ef:tbor.1~.111 tln 
Orçamento da Iniio para e ta 
ano, disse o senador Ramez 
1 chcl (f' IDH-1SJ. rc!J!llr­ 
t'cr.d d,1 lt:i or,;amcnt.iri,1. 
Dclcndrndu seu relatorio da 
tnburu. dur,.mtc J ,,:,,io do 
Congrc,,o que aprt)OU J lc1. 
l ebet afirmou que, na tentativa 
de "igu,d,,r os cidadãos 
br.1-.ilciro,". aumentou as 
verbas destinada, ao Sten 
l 'mco d.: S,,údc (Sl 'S;. 
1 tC e O 
Orpmcnto que, pela primeira 
, ct. tC e ,1 coragem de injetar 
RS 350 1111lhô" no !'>l 'S -· 
di,-.c. acrcscc:nlandn que: ,:~,a 
medida beneficiou 2I estados. 
Ele ressaltou que o 
presidente do Senado e do 
Congresso acional. senador 
Antonio Cario, 7 lagaJliX-;,. te, l'. 
um "dcci,iH1 papel" para 
pos,ihilitar a alocação desses 
rccursos. O relator destacou 
turnb.:rn outr.is wrlu:, dc-stin:tdas 
à área ~ocial. como RS 70 
rnilhõcs para as uni, cr..idadcs 
fedcrJis e R 100 milhõL"!> parJ 
o projeto de garantia de n:nela 
mínima. Para o senador. o 
governo federal não de, era 
prorno, er eonc, ncs,c, 
dispositivos. "porque c.·or1ar seria 
eor1ar a própria carne ... 
Esforço - Tdxt lcmbmu llllC o 
ürç:un.'lltn d.-ste an.> lui apru, a.lo 
cm tcmpo n.-coRle. cm WTI c.t,,ryo 
tal CL nunca obeservado no 
Congn::sso Nacional. Disse {eL 
procurado. na elaboração do 
n.:btório. OUÍr os plci1os dc todos 
os parlamentares. bancad:1s' e 
govema dores - incluindo os reem 
cmposs:idns. 
O relator dcfcndeu a 
inclusão. no Orçamento. dÓ 
imposto sobre combusthcis. 
ainda nào apro,ado pelo 
Congres,o. quc acrescénta 
r,-;:citas dc RS :!. I hilhõcs. Para 
ck. trat::i-sc de preservar a 
participação do Conl.!rcsso 
Nacional na dcstinaç:lo das 
'crtias. pois a c:1.clusão do 
to t 
A mator inovação no 
)namrento de te ano, porem foi 
a inclusão da obratonedade de 
(l governo pte ntar te toro 
trimestrat de suas contas. 
afirmou karez eh t ssim, 
ob,,:r, l>U. o l ,n J'."' .. , • .>e1<11 1 
pod.:r,1 mclhor fi çJIJ1,1r o1 
eu,ao do Orçamento. 
Arma • 1 m pntlllllKl,llllCnlO 
feito logo depois da 
ll rllk ,,u;. o de: fume, f e: ·l. 
o pn.:,ídcntc Ja ComL,-,.10  fi,1.1 
Je l'Llik>"- On,.,un.·mn, l'uhli.:u, 
L l«.lza,ão ((CMO de , . .k• 
1 cl '.ucli PH-MG 
lembrou a obstas.lo de 
1'11111: •I 11 ·u. p u., q:,l.'111 ,, 
()1,,111 111(1 C un l podLllh,I 
arn11 de controle do Poder 
Executivo pelo Poder 
Legislativo, Ele destacou 
taml em o alto nivel do, d 1-..,t,.._ 
n.t colllr .10. f<c,-..1ltut1 aind.1 
que ,> presença do senador 
ntomo Carlos Magalhães na 
preside na do Congresso da a 
t.cno..:i Je que:: a j11-.ti,,..1 poJc -..:r 
encontrada em todas as decisões 
do kgi L1tlo kdcr.,I. 
Orçamento prevê saldo 
primário de R$ 16,3 bi 
proposta nrça111e11t/ÍrÍII aprovad,,- ffflo CongreH11 
ontem fixa um superavit nas contas do governo 
(excluídos os pagamentos com juros), estima queda 
do PIB em 1%e a inflação anual abaixa de 2% 
O Congresso Nacional apru,ou no uhim., diJ 27. n<l'> tcJTTY.1' 
de substitutivo da Comis.'>iio lc,ta. a pro(Jllsta orçamcnt.:ri:J p;i.r:t 
1999. rrontcndo a prc'Í.~o de um super.hit prim.irio (que exclui os 
gastos com jum, da divida publica) dt: RS 16.3 hilhôcs. fixado l1J 
><.:gun<l.1 ,cr..iio do pmjc::to dc lei do OrçamcnCl para 1999. 
Na Cãmara dos D.:putado,. o suhstituti,o do relator-geral. 
s.:nadnr Ramc✓T cbct ( 1'7lOfl--lS ). rt:cdx-u 301 votos favoraver 
e 81 contrários. além de uma absenção. Entre os senadores. a lci 
on;amcn1ária foi aprmada com 59 ,o tos fa,ora, ci., c 9 C<intr.irio~. 
 primeira ,er ão. cm iada ao Congrc,so no prazo 
con,titucional. no linal de agosto de 1998.•coincidiu com 
o anúncio da moratória russa e a consequência das taxa, 
tlc juro, no Brasil. que levaram a ahruplo aumento du 
dclicit nominal da, conta, púhfica, (c:,1imado cm 7.7% 
J, 1'1 ll cm 1998) e ao programJ dc aJu,tc foc.., 1. 
 an,n t'i, • Por outro lado. o próprio su~tiluti,o do Congrc,,,o. 
con1 .. t'e O rda1ório final do senador Rama I dx:t. nàll integrou 
as !X'""º''' rcpcrcu,-,.ôc~ dJ elcs,alori1.ação cambial sobre os 
prcço, e.,, r,·cclla> orçamcntarias. ,h,irn. o rclator apon;a quc. 
cm contrap,"1çào a, hipótc,es quc su,tcntam as principais 
e>timat i, ~ n: .. ,. tinancciras do Orçamento para 1999 • queda de 
1 ° o no PIB e mt!Jç:1o anual media de 1.57° o-. '"alguns anali,1a., 
a,aliam quc a inílaçàu pndcr:i alcançar 7% nn ano de 1999". 1:-.m 
relação ao índice de crescimento da produção nacional l chet 
acrcdita que clc scr:i maior do que o prc, isto no próprio 
sub,tituti,o. dada .. a queda mais pronunci:1da dos juros e a 
gcraçJo de cxccssos de arrecadação". 
O Orçamento para 1999 pre, ê receitas e despesa:, de:: RS 
5-15.9 bilhõ.:s. dos quais RS 255..J bilhões scrJo obtidos com a 
emissão de títulos de responsabilidade do rcsouro Nacional e 
com r,-cursos oriundos do Orçamento ela Sc!.!uridadc Social 
Jcstinaelos à rolagcm da di,itla pública inl.:~ e cxcma U 
encargos financeiros da l ;ni:Jo somarão RS 91. / 1-,ilh,,c,. 
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Zeca se defende de acus ç ~ es 
0governador determinou a formação de uma Comissão, com ·ntidades da sociedade 
civil, para analisar as concessões de regime especial e outra para estudar as acusa@es de nepotismo 
Zeca do PT we de­ 
fendeu ontem (01), em 
coletiva: 1111prc•n111l, da 
acusações que vem so­ 
frcndo. O Governador 
al<.'gu que totloB os no­ 
mes itados pela im. 
prensa como nepotismo 
têm uma história de luta 
política e do 
envolvimento com movi­ 
mntos sociais, sendo 
que dez deles p •rt nccm 
ao quadro efetivo do Es­ 
tado de Mato Grosso cio 
Sul. "Nepotismo pra 
mim é empregar mulher, 
pai, müe, filho e amante 
pura ganhar dinh iro pú­ 
blico e ficar em casa. Quem 
eu nomeio trabalha, por- 
. que se niio trabalhar vai 
embora", desabafou. 
O Governador dele­ 
gou a seu líder na Assem­ 
bléia Legislativa, deputa­ 
do Luerte Tetila, e ao de­ 
putado federal, Ben Hur 
Ferreira, para que coorde­ 
nem um fórum de debate 
co111 rr•prl'F, ntnnL<'l4 cio 
C B, OAB, Fetems, 
CLT, MST e outras en­ 
tidades representativa 
da sociedade civil paro 
que apresentem um es­ 
tudo e conceitue fornrnl­ 
mnte o que é 
ncpol ismo. O estudo d • 
verá se tornar um Pro­ 
jeto de Lei a ser encami­ 
nhado à Assembléia 
Legislativa, na abertura 
dos trabalhos, no próxi­ 
mo dia 18. 
O objetivo é fazer com 
que toda a sociedade par­ 
ticipe e conceitue o que re­ 
almente venha n ser 
nepotismo. "É fundamen­ 
tal que o governo tenha 
tranqüilidade nas suas 
ações. Não cometemos ne­ 
nhum equívoco, mas ao 
contrário estamos sendo 
vítimas daqueles que 
Deputados tomam posse pregan 
ação em favor do MSe da população 
o 
Os representantes das 
Coligações "Muda MS". 
"Pela Vontade do Povo" e 
"Frente pela Renovação" 
reafirmaram a necessidade 
de uma ação conjunta entre 
Poder Legislativo. as de­ 
mais instituições e a popu­ 
lação para que a democra­ 
Ícia se fortaleça e haja o ver- 
dadeiro desenvolvimento 
para o Estado. Os deputados 
Maurício Picarelli (PFL), 
José Laertc Tctila (PT) e 
Roberto Orro (PSDB) usa­ 
ram a tribuna logo após a 
posse dos parlamentares 
ocorrida na manhã do dia 
O l /02. para a 6ª Legislatura. 
O deputado Maurício 
Picarclli, falando cm nome 
da Coligação '~Pela Vonta­ 
de do Povo" afirmou que a 
missão do Parlamento é 
muito mais difícil de exer­ 
cer. Isto porque ao Execu­ 
tivo, que embora cumpra 
importante missão. cabe 
apenas cumprir a lei. seguir 
o que está estabelecido no 
orçamento e na lei de dire­ 
trizes orçamentárias. Ao 
Judiciário. poder sobre o 
qual está a n:sponsabilida­ 
de de sanar e resolver os con­ 
flitos sociais, basta também 
seguir o bom senso, frisou. 
Aos parlamentares. 
segundo afirmou. cabe a 
mais difícil das tarefas, ou 
seja. "interpretar a vontade 
do povo e traduzi-la cm leis 
que serão aplicadas. sem 
discussão. pelo Ex.:cutivo e 
pelo Judici:irio". Picarclli se 
utilizou de passagens 
bíblicas para ressaltar apre­ 
ocupação de um parlamen­ 
tar visando ofere.cer leis que 
realmente venham a atender 
as necessidades, cm sua to­ 
talidade, da populaçào. 
O deputado José 
Lacrtc Tctiln. que discursou 
representando a coligação 
"Movimento Muda MS" 
afirmou que o Legislativo é 
a maior conquista de demo­ 
cracia. "E por isso aqui 
estamos para respeitá-lo e 
buscar formas de qualific:i­ 
lo e aperfeiçoá-lo. Aqui 
estamos para dar provas de 
que a verdadeira grandeza 
de um parlamentar consiste 
cm reafirmar sempn.: o seu 
compromisso com os inte­ 
resses sociais e com a dig­ 
nidade da pessoa humana". 
Disse que, como ban­ 
cada governista. "entende­ 
mos que a regra básica de 
um parlamento é a de não 
pedir a ninguém que abjure 
de suas convicções ideoló­ 
gicas, de sua forma de pen­ 
sar". Afirmou que as criti­ 
cas bem formuladas que 
"nos tornam mais sensíveis 
e humanos e lembrou que "é 
sempre manipularam o 
interees do E tado", 
afirma. Ele acredita que 
as per voas não podem fa­ 
zer de fatos como e e um 
Instrumento de luta poli. 
tica. "Nesse momento é 
um equívoco e má fé, se 
priorizar essa questões 
porque de,,viarn a atençiio 
da opinião pública sobre 
ll prec:'tria bituucuo ('COIIÓ· 
mica e financeira do Es­ 
tado", conclui. 
Regime Especiais - 
Na entrevista coletiva o 
Governador também 
11111:nciou u publicação rle 
um rlecreto que dispõe so­ 
bre a competência para o 
deferimento dos regimes 
especiais e dá outras pro­ 
vidências. A partir de ago­ 
ra passa ser compctêncin 
do Secretário de Estado de 
Fazendu e do Superinten­ 
dente de Administração 
Tributária o deferimento 
da tensão e do conflito fra­ 
terno que brota o novo, a 
criação. como bem disse o 
mestre Paulo Freire. A opo­ 
sição é algo imprescindívc.:l. 
É como o ar que respiramos". 
J:i o deputado Roberto 
Orro. cm nome da coligação 
"Frente Pela Renovação" 
disse que a ligitimação con­ 
quistada nas urnas não se 
esgotou no alo de votar. 
"Vivemos um processo 
mais exigente. cuja consis­ 
tência. balizada pela ampla 
participação popular. é que 
vai nutrir a democracia al­ 
mejada por lodos". Salien­ 
tou que o último ano do sé­ 
culo XX está legando. às 
próximas gerações os "mais 
angustiantes desafios da 
história da humanidade des­ 
tacando que há um caminho 
seguro para corrigir as con­ 
tradições: o da democracia. 
pedregoso. sem atalho. 
"mas o único· capaz de res­ 
tabelecer. plenamente. aqui­ 
lo que. de Aristótcks e 
ou aroatvaço de reuni 
( j,Ct li 
O pro 
vos a pedido 
e.pai+ ou d 
çao devem er ubmeti 
dos a apreciação de um 
Con elho Con ulti o. 
composto de represen­ 
tanto de entidades eco­ 
nomicas e de órgãos pu­ 
blicos ligada a ativida­ 
des do contribuinte. O 
conselho será composto 
por um representante 
das seguintes entidades: 
S •cn•tanrs de Fazc>nda. 
Federação da Agricultu­ 
ra, Associações dos M u­ 
nicí p ius, Sind,caws dos 
Frigoríficos e Jcri ul. Os 
representantes são os res­ 
ponsáveis para dar um pa­ 
recer a respeito da conces­ 
são de regime especial no 
Estado, acabando com toda 
forma de especulação sobre 
o assunto. 
>;; Ate,uüm,en,to Veterwuirü, e. 
pequenos e grandes animais; . 
3 4sistêcic Técnica e Fazenda±» 
Grande estoque de sal mineral; 
,J:.inha completa 
de rzações 
• Rua Uarão do Ladário. 1363 
Tele/Fax(067) 439-1167 
- - --- - ------ 
Rousseau. de üandi a lum­ 
bi. de Marçal a Chico Men­ 
des. e de: todo este Parla­ 
mento. se convencionou 
charror de justiça social". 
Posse - A sessão de pos­ 
se dos 24 deputados cll!ilos cm 
outubro de 98 contou com a 
presença do governador José 
Orcírio dos Santos, do presi­ 
dente do Tribunal de Justiça, 
ildo de Carvalho. e outras au­ 
toridades. Os parlamentares fi. 
zeram o compromisso solene: 
de trabalhar em beneficio do 
Estado e da população. O 
deputado Londres Machado 
(PSDB) presidiu os traba­ 
lhos. Ás 11 horas ocorreu 
nova sessão des1a feita pre­ 
sidida pelo deputado mais 
idoso. Akira Otsubo 
(l'SDl3). para eleição da 
nova Mesa. Londres Macha­ 
do ·foi eleito para presidir a 
AL no biénio 1999/2001. 
Escritório 
t: A 
Dra. V!ma da lva 
OAll/M 2.:i74 li 
• 
a 
e 
D)ra. Lunar I'.Vesga 
OAB/MS 7.454 
Rua Cuiabá, 458- Centro - (067) 439-1290 
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tô t>OV ,m• nte,ne mo qur 
romete er int aquecível para 
todoo nó», por er o último do 
mléruo. 
v 11 p,1r a os policiais de 
C.1rJr.ol !'tio e,ulc11t1 t• •l•,1 
lho que vem prestando à toda 
população, fazendo as mo 
quc nt, J rn. ti, I,~ ~ tJ,I,, •, 
Avov• 1 •FiJ' 1lcr1 1! 
"Entr Aspas" 
tlunca julqu para não 
er julgado. O julgamento só 1 
cJl• ,1 urn,1 forç,1 !iuptr wr e,11,t 1 
moda Deu ,. ri 11• ,. 11it "º· i 1 
Quebra-cabeça 
É o aur acvcria ser a 
vidiJ, onde c;Dd.:I prç11 pudc,,,;e 
se cnciJt><ar 110 r,cu ocvido lu- 1 
gur, tnD!> infelizmente ,1;Jo é 
assim porque cxistem certas 
pccinlwr. que insistcm em não 
ficar no seu devido lu1lar e 
adentrar ao nosso cpaço. Cara 
de pau imitem-etmtaranh 
tt;:i 1V br;:,silcirJ (Globo) 
D nov.:i m,nissséric C/1/ctuí,;/1.1 
Gonz..1rp, pra quem gosta de 
cultura brasíleir;i vale a pca 
ar.sist ir todos os c..ipít.ulo!i. 
oa.n.d.rzo cR_odr:z.ig_ue~ 
Ir lf)) li r~ 
.//etque da emana 
I' r 
Que perf un,e usar 
(Todos são um luxo) 
Jurgle Tger-Kenzo (fem); 
Angel - Thierry Mugler (fcm.); 
J;nz Live - llcs St. L..iurcnt 
(masc.); Bluc Jeans • Gianni 
Vc:wce (masc.); Blond - Gianri 
Vc:wce (fcm.); Chancl nº 5 - 
Chancl (fem.); Scapc. - Calvin 
Klein (m.:tsc .. fem.); Fantasmc - 
Ted L.:ipidus (fom.); Tocade - 
M.ruson Rochas (fem.); Dolcc 
li . 
ll""""" F·tire manices taco. que reside cm teta Vista 
1·,ra -Cnsti.in [',or (fcm.): Ounc 
• Crisuan Dior (masc., fcm.). 
Os homens nunca vila 
dt.:ix.1r ck ur,ar te, no. Nem a~ 
mulheres. (B.,/ 131.1,:;;; c,ci/ista 
corr.cmror,lnco. Americano) 
visit;,ndo a nossa cida­ 
de foi o jovem Marcelo Godoy, 
o mesmo foi llrrovado cm dois 
C"t.irul,1rc,:, 11,l cid..idc de C.:im· 
po Grande. UCDB e UFMS. À 
vocc parabéns e boa bortc!! 
quem se deu bem cm dois 
,cstibularcs fo, a minha amiga 
Fernanda Ocampos Godoy. 
Fela Fcdecral aprovada no cur­ 
so de Letr.is e pela UCDB no 
cuso de Psicologia. Parabén&, 
vocc mcrec:cll 
a Noite do Pijama. uma 
no,t<: para vcc se divertir mui­ 
to. com um chiquérrimo desfile 
de langcrie. Aguardem! 
l;,tiqueta 
Não cmprcst<: nada con­ 
tra sua vontade. Se voce é do 
tipo que fica aflita até o momen­ 
to de receber o objeto de volta, 
dê um.a desculpa gentil e encer­ 
re o ,:issunto. ( Célia Ribeiro • 
A1.1to;.:1 de Etiqueta na fi-ár.;ca). 
Aconteceu 
No dia 19 pp. ra faz 
da 5lo Manoel de propriedade 
do Sr. Ho ac o Godoy u--1.a 
4rande es! par comemorar 
a pa6agem de eu aniversá­ 
no, onoc mu Lot> om r.ios e /,.1- 
m,liarc!:> !JC f,u.r.::J>T1 pre&tntco. 
Ao ad,t.rião d, fota muita 
Paquera Dance 
Acont<:ccu nor, úli..mo& 
doi9 finais de c.cm;ma,, na L,1n· 
zhonete 3ky Lanches onde 
,nwt;is pc!'>'.,oas curtiram boas 
mú!:>icilb c ui too rec:,JO r1h0<.; pr;i 
l!i de apD1<or1..idos. 
Manga mais resistência 
Manga-rosa, Haden, 
Coquinho ou Espada. Não im­ 
porta o tipo. os benefícios p.ar.i 
a saúde são os mesmos c mui­ 
tos; alta concent.ração de vi· 
taminas A e C que aument-am 
a rcsi5t.ência do or,ianismo e 
têm efeito antioxidante, rctar­ 
d ando o envelhecimento 
cutâneo. e de cálcio e fó5foro. 
UM CLICK 
, Pam o tndo lorridente paroti11ho Jolio Viror, filho do tJ­ 
wl JIÍ11ínr Goáay e KellJ·. 
forialecedore-5 de dent.ee e 
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possui fibras auc ajudam a 
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