TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1979_19_02_1999 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1979_19_02_1999Número da edição1979Data de publicação19 de fevereiro de 1999Número de páginas12GeoCoordenada -22.103951113758047 , -56.53050013816121 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1979_19_02_1999 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Cfrc■I• às !J■• lálaa••s • AWe:JCXYJI -. Me 1.970 Mela Vista/Ps • 19 Fundador~ lvaldo Pereiri 2.,0, •I[ Fl:YUIIUJll• ltr ••••• • 11.J ••J'• rtaxa de 9/umlnação Pública Rase Avenidas de Bela Vista mais iluminadas Pedro Pedreira (Redação) Não há o que discutir nem polemizar, a verdade está dara, limpida, é só querer emerar. ••~ui ,111 llcln 1'1,1 110 11,ca111c n I R (cnx'crµ.,r) 111do íico11 111,1i, r,icil· ª' ruJ ~ aC11id,1S C11l) 111.,i, Iluminadas ludo é questão de bom senso, Ver os pros e os contras. l m algumas cidades os Prefeitos antveram a taxa de iluminação com aval dos Vereadores. À respeito do assunto, ttanrevemos otiia publicada em um jornal de Dourados falando ,ut,, e,, 1.,xa e n dcrruhad.1 de urnn lirnin,tr. Derrubada a liminar da iluminação pública O l'rcfcito de N1la Andradin.1. l.ui, Carlos Ortega, em defesa dos interesses da maioria da popula,·:tl notadamente dos estudantes que frequentam aulas noturnas e para dar maior segurança, ordem e tranquilidade. desde o inicio de se u manJ,110 Clll pr...-,tanJu um ande eriço no setor de iluminação pblia. J..:i,..indn n ciJ.1J..: tod.1 iluminuJ.1. Para que isto fosse possivel, o Prefeito com o aval dos Vereadores manteve a cobrança de tarif,t <k il11mi11:i,i11 puhlica. fotcnJo uma , crJadcirJ parccri.1 com toJos os consumidores de energia elétrica, para custear as despesas decorrentes destes serviços. Cnm ,t o,hr.111',t dn tarif.1. a Prefeitura além de ter recursos pata o pagamento do consumo de energia eletriea da ilumina.ao publica pode realizar o serviço de troca de lâmpadas, reles queimados, colocação de novas luminarias. luminação de praças, ampliação de rede de drstrbuiç±o, manutençao do sistema eletrico de todos os estabelecimentos de ensino do Municipio e outros serviços essenciais para dar mais 1ra11quilidadc a populaçào eoscrtço aprc,entaJ,, tem respaldo da maioria da população, pela sua eficiência e agilidade. Pnrém. ds pessoas menos a, i,aJa, e incentivadas por aluem, que ao longo dos anos nlo provou que quer o desenvolvimento do Municipio, muito pdo c, 1111r.iril). pcn,a apena, cm atrJp:ilh:u. entraram na justiça solicitando a imediata p.1rali,a,io da cc,brJ1tÇJ da tarira de ilurninaçào púhlica. cau,anJ,, um inh:n,u prcjui,n para o Municipio de Nova Andradina. que se sentiu lesado l..'.,,m a pn,ihiç.ào na c,1hran,·a J.1 1arit:i. Sem os recursos a Prefeitura no poderia prestar esse importante serviço a comunidade. Mas o Prefeito Luiz Carlos Ortega, comeuiu junto ao 1 ribunal de Ju,ti,;a Je ~1atn (iro"" Jn Sul. a re,oi;aç:o da liminar. conforme despacho feito pdo Presidente do 1 ribunal, proferido nos auto, Jc pc-dido de suspensão de liminar número 63 781-0. em que é requerente o Município de Noa ndradina e r,-querido o Jui, de Direito <b 1• Vara da Comarca. F.m outro trecho do dc,pachc,. o J,-,emharg.ador Os,aldo Rodriguc, de Mello. afirma necessária, portanto, e faz a manutenção da cobrança em referéneia sendo certo, que há hipótese J "cr prl iJ,1 o recurso. n:1o te-r:i o rc...-qucrt:ntt.: meio para se ressarcir dos valores arrecadados nesse periodo, por outro lado, tem o Municipio a seu favor mcdiJ;i 1.!Spccilica para reaver os ,alares desembolsados". Com essa deciso do Tribunal de Ju,tiça. a cobrança da tarifo de iluminn,fo continua, para que a Prefeitura possa prosseguir oferXcndo ,~urança. tranquilidade : sua população através JJ iluminaç:lo publica. ( O Progresso) EDITAI, DE COl'VOCAÇÁO Assembléia Geral Ordinária O CLUBE DO LAÇO BELA VISTA. nos termos dos ans.31. de seu estatuto. convoca todos "IC:US a socindos e cobborJdores para rcunircme e em Assembléia Ger:il Ordinária cm sun se-de ,ocial "S/LAO DE rEST AS". no dia 06 de março de 1999, às 19:00 hor:IS em primeira rom•ocaçjo ,.: .h 2000 hora em sc.-gund.1 convoc.Jçilo. p3ru ckiçfo do Patrlll e Conselho Fi cal. gestão 99. lkb "bta .. 19 dt Fntrt-iro de 1999 O:aniri dt Melo Godoy - Presidente Governador quer fim da pesea no Rio Apa José Orcirio também deve reduzir a quantidade de peixe retirada dos rios, estipulada ('/// 25 quilos mais um exemplar ) Governador José Oreirio dos Santos pretende diminuir a qua11tid.1d.: de peixe retira du do, rio, - atualmente estipulada em 25 qui lo, 111:ii, um cxernpl.tr para cad,t pc,cador • e proibir a pesca no Rio ipa - que' fica na dvisa rnrn o l'arnguai. , dcdaraç:lo !ui dada c,ta ,c mana na i,,cmbléia Lcgi,lati,a. l>ncr:í ,cr l'.:ito debate corn a parti• cipaçàn do Pre,idcnlt: do l'araguai. Cuba, para discutir a pc,ea prcdatúria no rio ipa. O Prefeito de ílela Vi,1a, Jo,..: (iaribalcli da Ro,a Neto. di,sc que o, pe,cadorc, n:io elln lrihuern cm nada para o lllunieipio. dci,ando ap..:rtJS a d.:prt:d,1ç:1,>. "Ek, llt'nl rnntpra111 g.,. ,olina aqui". destacou o aJmini,lrJdllr. apoi:mdo a inici:ni,a do (nlcm:tdor. "Nú, ti-.·1111" que· 1:t· er duas limpezas no Apa nurn:i .:xtcns:io de..:,,., ~O q11ilôrn.:1m,". alinmu. Fui l.',-_,ahado que,, Rio ,pa c·m toda a ,ua extcr1,;üo.: muito piscoso. A As,essoria de Cornuniea,:io da Sl:111, ( Secretaria de E,tado de 11 leio Amhierllcl in fonnou haver dcnúnçias de que e,teja ocorren do a pesca em larga e,cala mm a utili/.açJo de r.:clc, pcsquc·1.r:1s. pon:m n.)o o.:orn:u n co11íimi1- çJo aind.,. O St.·..:rct..1rio 1 )!Oll Kr,ú-ltcüc. '><:gun do a a-'>-..CWJri.1. ,olici!Ou íi.,.;:111✓,1(,Jo cm tod_, J e,11.:n.-.Ju do rio p.1r.1 , er 'K .t d.:11u1)(.i..t prou..Jc. 1 111 ,ua dtt·!Jr,1,:)0. o C,o,cmador d,,,_. que cxi,tir.í "açJo riµoro.'>J" no Rio Apa para coibir a prática 1kgal d.: p.:.,.;a. de,endo ocor n:r rcuniJo com autoridades relacionadas ao meio ambiente. Comando Militar do Oeste (C'/lt<)). hem como dchJle que devera ter c1 rm: ,ença do prc,idente do Paraguai. O obJdi,o é d..:linir kgi,bçào e li,cali/~lçào comuns ..: e, i lar a dcpredação. Para ikidc, Faria. da organitJçJo nào go,crnamcntal H.'0/. (l·.culogia e ,çào ). a dccis:1o do Go, crno .: ,tpropriJd:i por atender reivindicação de rnoradore, e arnhi..:ntalista, da região. r,..,..,altando ,.:r nccc,,ário h;I ..:r c,tudo detalhado. 1· k .:-.. plicou quc o, pescadores paraguaios e mes- 1110 hrasikiru, p..:,cam no rio u,ando rcdc, e ate bomhas. Dcpoi,. k,·am lodo o p..:sca do ao Paraguai e c,portam parn o l3ra,il ENERSUL entrega nova Usin Termelétrica em Porto Murtinh USINA llRMIÚTIUCA PORTO MURTINHO Governador Zeca do PT t! Prt!fl'itu ,fr Porto Murtinho, Myrian dos Sa11tos,fa:em o descerram,:1110 da placa de inauguração da g Termelétrica de Porto Murtinho <;) /. E 1 ERSlJL inaugu rou no dia 11 de fanciro cm Porto Murtinho uma no,a llsin:i Tcm1cl~triea. com ca pacidade inicial de -1.700 k'a (kilovolts amperes) c com h:nsào cm 13.8 1.. ,. (kilovolts). /. nova Usina vai triplicar :i capacidade d.: ofcna de .:ni:r gia na n.:giào i: pockr.i ser am pliada de acordo com a nc-ccs sidade de ..:xp:msào do mcr- 'cado local. Página/OS EDITAL AUXILIO EGÍDIO FOLLETO. torna público que l'l.'qUcrc,i a SEMADES-MS a autllrizaç:1o amhicntal para d.:smal:lmento e 50.0000 ha.. na Fazenda SARIEMA. no Município de Guia Lop.:s da Lnguna-MS. Não r,,i determinado o estudo de imp::icto Jmbientnl. ZECA: "Temos uma dívida aproximada de R$ seiscentos milhões de Reais" O gowm:Jdor eleito. Josê On.:írio Miranda dos Santos. cm entn:vista ao neprer J aio Carlos Vd:isq11<.-z. ,,111'1110 Muninho.. no dia. 12 P-P- falou •1:t divida a curto prazo do Estado. ,'Orno dobrou a arrecadação em um mês aproximadamente e suas expectativas para o desenvolvimento du região Sudoeste e da P~sca Predatória. Página-07 Governador Zeca do PT Garibaldi: "to preadore nao omtrbuem em nada para n lunídpio, dâxllm uptna, u r!epredaçdo" AC'OH0O - Lm 1995 foi assinado acordo en tre Brasil e !'Jraguai para a con,c•n açilo da f·auna Aquatica dn, cur,o, no, nos limitrC1l.:,. :--:o te.lo. e prop<ht,> que devera ocorra a pre sração dos recursos pesqueiros, € i1:indo a de gradação ambiental c polu1ç:io da., :igua., do,; rio, limit rofes através da regulamentação da pes ca d..:,te, cur..o, d'igua. (h paíSt:, podem c,ercer o direito de pes ca nos limites de ,ua á,!UJS territoriais. dc'>dc que haja e,tudo, conjuntos p;ira u ordc-namcnto e conservação da p..:,c:i. com fortakcim..:nto da colahoraçào técnica e cientifica e troea de in formações. (Correio do Estado) Geração de fmpregos, Pequenos fmpresas, Bancos e fornecedores Qual o maior prohkma do l3ra,il no momento? Não h:i dúida. todos r,-,.ponuerJo que é a dívida .:xterna. osjurus e o DL:Sl:MPRl::GO. T n:s fatores. três prohlt:mas. Não apenas um. Todos interligados e não é preciso ser economista p:ira entender L'>io. O problcnu (um problcm:io) para ser rc-sohido de imediato é o de>t:mprego. tão grave que é o 11:rro principal da CAM1' AN ! IA DJ FRATERNID/.DE. o DE EMPREGO. Antes de mais roda é pr.:ciso manter a infbção sob controle. a alta dos preços e a.,, PEQUE AS EMPRESAS. Sim.. JS pequenru empresas pois s:io elas JS responsáveis pc:b maior parte da geração de empn.-gos. Acontece que a nuioria dessas empresas também estão demitindo. outras fecham as ponas e outras penduradas nos BAJCOS. o q:,z.. in ensiveis ao problema não ofrrecem altemati'as e sufoc:im os emprn:ndedores. O assunto. em BELA VI TA. sobretudo .:m BELA VISTA. é muito mais complexo. por isto voltaremos ao assunto com ampla reportagem. lernbr:indo que é preciso REPE1 SAR o relacionamento cmre EMPRESAS. BANCOS. FORNECEDORES e EMPRESAS. E tá n3 hora. rnnis do que na hora. de uni:lo. d.: PARCERIA sob pena de vermos proliferarem os marginais. roubos e gnngs em noss:i cidade. LULA: E Hora de Sentarem e com Maturidade e Serenidade Encontrarem Juntos uma Soluça-o" Plig/10 IS l),p,ll,d,· 11111111111•0 IUl!JlO ,111 , llil',llll ,11l<i<k 1k ,kl1110 • comi noo principal otecedor (laboratório fotogralico) e»amos de volta muitos foram o boato obre nos a auehit, inclusive, qu: não vol!atamos a ccrever por não concordarmos com acordo politiv.o 1.:,·rm realindo, estamos e 1'!' llllC <iL'lllllll,IIÍlll, tc1110, u d,r,·1tt, "de cn11c-ord,1r 011 <liHord.,r. 11n 1·11ta11tu J,lll1,11s deixatiamos de cumprir com nosso dever", Assumidamente .,,111u contrato a esse acordo. por entendermos que é chegada a hora de valorização do companherismo, pois jamais ,e ,i11 n.1 h1,t11ri,, puli1ic11 de ('111.icul, tantos valorosos cabos clciwr.ti~ ,,1l unt.'it io ,. ,·,11110 na La111p,mlt.1 l>il111.1r,01c,tc,. e huJc c,t.10 por ,11 .. ,,q11ccido, (tum,1r,1 q11e te111pot,lfl,H111·11tc). l'orém 110 mundo da polilica é assim mesmo, quem pode mais. chora menos. l tllljhll 1.1ntc porc111 ressaltar, que não estou 1:01111<1 o l'rcki10 ;l1111ic1p,1I. 111uito pdo rn111rjrio. o considcrn o 111ais acc"Íel chek o.:rnti10 de ll>do, "~ 1c111po, eu '-flllldo 111dhor p1eli.:ito d..:,te lvlunidpio c·111 libr.,s e ,.:n iços nkrccido, :'t pop11la~Jl). pois dizer que c,1,1 ou .,qucla ohr.1 é do t•o,crno estadual 1111 1cdc1.1I. é 111uih, focil. ,ú q11c c,t,ts nhr.1•, 11~10 ,iio culucml,1s cm u111 globo ~ig.tntc c ,ortcadas (c.,da município concorrendo com 1111111ú111ern) tipo 11111 bi11g110. é ncccssúrio que o prefeito ou os •,c11hu1cs wr,·.1dorc,. cm ra111 atr:1~ p,1ra que c,tas obras venham ., ,.:u 11n111kipio. 2aocaci ?aicipativa, Agorat l) Governo l'opular chq;ou, e com ele vé111 a ad111ini,traçiio participativn, quc ac,cditcm o, ,cnhnre, lcilorc,. l'ni implanltlda c111 Siio l'aulo 110 p1 imeiro mandato do overador Paulo '.1,iluf t!c111111n iJq S/l' 1':,, e: 1 dr A e soriae Participação), de constitui o cLI l,t , ú<> 411 ,,~ l.111.:111 p ,rlc e tu l.;nl . d11n,1 -de-,., ,. or-rar111 . ,•111prc~.lfll>', (nlllelLl,llllL ., 111du tri,11~. J,11.·ui~o,. ,111•,·11hcirn ,. Lc1111111111,t,, .. J,ir11.il1,t 1~. aJ,ug,1J11 . prok,,uic, e u1111v ,, .ip1c cnt,111Jo ,d!Cfll,tlla, planos de as ão, suestõcs, propostas que a administração aceita se Jlll)',lf (llltClllClltC. ('ad,1 Ulll na sua função, oferece a sua ,· >. pc riênc i,1 ( }' 1 ,lt ui l,11nc n te·) ., ,u., JHJ t te a. o ,eu prol",ionali,1110. c .1 cri.,ti, 1J.1Jc Jc .,;,1d,1 um. 11.1 ,111,d1sc u,h idc1,1, e progr,una, Je c,,J,, uma J.1, in,1i1u11,;(k, .1s qu.,b t:,t.iu ,is,c,,ura11du. :1." h:1 outro ,ignific,1do <los GAls que pouco se discute e que a meu ,er. c,tar,1 cnln: o, m.ds 11nportantes. il(ttclc que podera ter as mas p1ol'unda, c duradouras consequências sobre a sociedade hr,1,dc11a, u li111 do p.1tcrn.ili,1110 nas rela,i>c, cntn: 11<.lcrc, e lider.tdos. Não queremos designar rumos J ,crcm tomados, nesta ou aquela .id111ini,tra,·;10 111unicipal. csla111os lllll>lritlldo n.1 pr,'tliea de no"ª' funções e responsabilidades, que a pk11a ahcrtur.t Jus caminhos à p.irticipaçjo logo ,c 1ran,forn1a 11.1 a11lo-mohil11.,1ç:10 popular p,tra p.1r1icq1,1r. hto e: eadJ cidad,w Jc qu.1lq11cr nil:I e prnlis,Jo e um ,olunt:'irio ctn potencial p,tra u traballw que~ neccs,Mio p.1ra a conqui,la do hem-estar s,11:i.1I. l'c11ho ccrtc,a de que a 1.1n:',1 Jc ,cr membro J, um (irupo uc Asscssor1.1 e Participação é um desalio an mc,mo 1c1npu l'asci11.1nh.:. i11~dito.: Jil'icil. - l-.1>cltlanlc purque se cst,1 perto do poder 11Jo sc 1:i✓• parte. l'orque ,c 10111a c,mhccimc11to Jns prnhlcm.,s da ad111i11i,traçJo Chalés com aptos individuais Ar condicionado 4> TV à cores -» Café Completo - Estacionamento Próprio IE§'I1 U ·r lE OTnES ]D)IE § nico 11 ~§sstema self-service Com a melhor Comida ca§eira ~!?raios frios e quentes R$ , (Q) (Q) --> Peixada Completa apenas IR?.$ ti /Q)(Q) Ruo Sunodor Filia&o Müller, 570 C<intro A ctt.tnd. 1,:i.t1t>n d 11 ,1p111,. d:i pdu ( . , l 11 ,'e 91, "'',, ,1 Lh,ir,1 .. do otfc o Da1oi 'i ·« fundao, que mud u 1 rolund . .r1tc J ,!1 lr 1 <li 11 d· .. d f d, ·ntalt, oito éries do lfllJ)l511JS fl lí.l U li Ul,l, II Ul.uJI ,< pnrncin, •r.rnJ. S ndo onhe ida inicialment lllllll "I 111c11J.1 !(uhin I ood" porque tira dos ricos € d.t , 11 1 polHL,. Sn ,i11e caJ,, ,.,,11.: 11111 CJ o, conforme o caso. .1 c1dadc poder,, r,11,!, 11 ou 1,rd.r r,c,·11.1, p,11,_•c t• 111,in,l lpw ICIIJ unta r..:1:1:1IJ p,q111·11.l C ,1 rnh: 1111111Clj' ti d.: Clll)l(J possut um grande numero J,: ,!lu1,n, 11'1 r_r11111:1ro rr,1u. 0111110, ,t c111c11J.1 1-l, .11 d.,r 111111,0, ,1 lokl o J111.111ccir11 P lfJ o ensino dessas cranas. Atraves de um derelo prcs1dc11L1JI. o l'rc,1Jc111<.: dJ l{q1uhl1cJ irJ fix.ir um pi,o .,nu.ti por ,1l1111,,. que 11uncJ p111h:r,1 ser 111krior do que n piso do ano antenor. u•nt 1 ,o c.tdJ 111u111cipin tcr.t. n,1 11d11i111n. co11dt'1>0 de JpltL,1r ,1nu.il111c111c por :tl11110 um valor definido para todo o pats e' lido cn11w suficiente pata se .1ting1r 11111 bom ui, el de cJu..:.,~Jn. A,:or,1 se o município tem Ulll,I rcccit.t 1rtl1ut.1rt.l c,prcSJ a,mas a rcuc 11111111c1pal de primeiro ,:rJu é- pc,111..:na (Lomo é o nosso caso) o municipio deixa de rccch,·r um u.:rla qu.1111iJudc Jc repasses tributários estaduais e federais. Ai você pergunta, e o que ,1c1111teccr.1 c<>m c,w Ji11!tciro'? l:lc ir;i para as escolas c,tauuJi, e p;ir., ,1, 111un1cipin, 111.11s carentes. cn, quc n,in h.1 rccur,ns suliuenlc, p.1rJ que seja dado um bom cns1no de 1mn1eirn ~ruu. l·ss.1 e J essência do l·untlo de Manutcnçiio e Dc,c11,ohim<.:11to do Ensino Fundamental e Valor11.aç:10 do Magistério ( l·undJu), uma emenda criuti,a e barJ!J (11:io criou 11c11hu111 impo)IU). sendo ,cus recursos, rclirado~ dos 25%a dos recursos estaduais e 111u11icipais quej:1 eram legalmente destinados a ctlucaçJo. l'râ cmi.:11J.1 1 ·L 11l1-. 111 .11t1P"I u i.:h:ipcu! EXPEDtE.NTE Jornal Tribuna da fronteira FUNDADO EM 20 DE FEVEREIRO DE 1972 Propriedade da Gráfica & Editora Apa CGC: 01201166/0001-90 • lntc E1l 28.059132-9 Diretora: i aria Estela Velásquez Percir.i Editor: lvaldo PcrcirJ Redação e Administração e Parque Gráfico: AHnida Tribuna da Fronlcira,564 - 8(067)439- 1410 - FAX .09-1544 - Caixa Postal 23 - CEP: 79.260-000 - Bela Vista/,tS As opiniões emitidas nas matérias assinadas não representam necessariamente a opinião do Jornal, sendo de responsabilidade de_seus awor~s 1 REGISfRO NO GJUORIO DE TITULOS E OOCUME:-1- , TO 1.066 A$$DCJA'il'0~ At31:DAL: lilS 150,00 FILIADO A ADJORI e ABRAJORI Registro no .ll'CEilS 34.1000.15306002 @ @fr@ ®tr@sso do Sul. (.:[(!.l!(!.:l:: !l1:tLl!.Ll!.1!!:: lLl'. sso Sul - -- - --· .......... 1.-.-.0-~• kroi'a da tbd t,e dn - ... ~ L'bigela bl...~ .• ttposuo bl.V::,t. ti;sra ' tbge '"""- fped - at, Leria tuba .............. ..... llu, as2t. ....,,... ......... ._ ...... ..... ,....._,6.hr)I - - - e.... ......... feia de tl ............. .... ._ .. ._ - - (i71.mm7 CU-lt:.s 4;..'-IN7 2.1171 c.a-u:a !,i;,S..11H SQ.111' 4u1.137% J.u . .:u., • 21.11% .-13 (!-f,.1(1J &al.:'4 13-144 iu.1w .... lID ??4-1124 W.lUl Q).lln !ll-t:U 54%-10, 10-UW %19 43-1714 Cll..s:.)41 &IJ.lt:.11 4Q..U10 &n.Ult 11&-110, 467-IIIJ .... , ... Js:1-:sa cn.11,w 451-ntt • 11cst.a .w...s s emersa .,... __ .,.... -· »1:7 ........ "=>' ....,._ «o-lU7 ,,,.._ !51-UlJ - '"" MI -- ..,,.., 111-U.U lirsela '4- ....... 1.tJ-10'0 .......... 04-1'41 ta tbra U.-IJIJ - :z:a.1114 .... .....,,., "-'1•1UI - 4)J.1r..a ....... ""-'.'-a (17)44-351 ..... ._. :»,.tln -· ............. 711.111 ......... 42141z3 ........ ..... ,,. M111 tia tente u:.ntt O..t.tl.hrt. 713-11:3 ISo m-111' .,,.,... 17%-17 Lisiadl te fl.S.lfM """'""" .,.., ... .. ,_ ,.,..,,.. .._. 134-1139 f.balada 11?-le:l - ,....,.,, ...... Ul-1171 -- Jll->:S7 ---· - o~ eco"' l!S • º"· on.. .. p;:,9 edbebe de Preta ejs ta17 - ._.,..,_, .... - - - - - -- - ---- - - te - .. -- ::::-- -~ ... - - - - -- --- -- -- --·- --- ~- i. boie d ... _.., __ .......... --·- -- -- - .._ - - - lebre ._ -- -- ::-..::-- .. ........... . r . ruzetro do Sul a de Senta ade e cão'' > Joao Carlos Velasqu4 O l'rc:.iJ.:11tc J.: 1 lonra dn l',trl id11 du, l rabalh.adores (PI) - Iacio "Lula" da Silva, esteve 110 tl1:i 11 p.p. 11:0 c1u.Hlc J,.., 1'111111 tuninho. 111Hk C:llCllllllOll-,C Clllll a l'rckil:t i-lyri:111 l'1Hh.ci1,.1u Silv,••,lrl! Jo, Santo, ,· 1.1H11 o Uuv.:111.idor J11 l;,t:nlo J,,,1: Ordriu Mira11d.1 do, :,,anln•,. 1 11 ot:a,ili1> l:0111: ·d1.:111.:11trc, "'ª a11 lü:pórtt'r Ju:111 Carlos Velásquez, onde falou do seu posicionamento c,,111 r..:1:1,·:lu a C:111la do llin Cir:11Hk do Sul. du n..:ga1iva do l'ri.:sidcntc Fcrna11Jo I knriquc Cardo,o cm ri:ccber os Governadores e da desvalorização do Real em n:lai,::111 ao Dólar. .IC - 01110 l'rcsitlcntc tlc llonra do l'artirlo tios Tralrnlliaclorcs (l'T), como vê II po,i~·:o du l'rcsidc11tc Fcrna11tl11 llc11riq11c Cardoso (Fll ) c111 não querer receber os ~ovcr11adores da opo,i·ào, upós a Carta do llio Crandc do Sul'! I.Ul.,1 - A Carl// cio /(io (ira11cle cio ul, representa aquilo que é rl'alitlade de cada Estado Cada ~r/·er11aclor que I,111,r,11 l"'-"S<' 1111 tlia I" de• .l1111c•iro. encontrou o EstC1do. com 1111/tJ /'l!Cl!iclwle Ji11,mceir11 lll'CI/ ica/11<' /Ili! i /IS/IS/('/// rÍ I'<' /. 1 t!/1/1/1/11 ~(}'l'/'/1(/(/()/', ll/f!S/110 //{l/1/{I/' ,../'{li/Cri, IICICI ,•.l'/<Í cli=e11tlo </lll' 11<io quer pagar. " t/11<' ,1.1 .i:u1•er111ulores esteio </llt'/'<!11</o é si111ples111e11I<' te11tar estabelecer um processo de negocia@o onde vé se cl/11.H'gll<' Jicor com 11111 pouco mais de di11heiro 110s /.;.'stwlus. poro f1udcrc111 c111111irfr com CIS 11eces.1icloele., de i11vesli111e11t"s de Ohrus Sociais. ,!dw </lll' o.filio do l'r<'sicle111t· tio Re111í/Jlico. 11110 1I11!'/'l.!I" receber os governadores é uma intransigência por parte dele. () Jiito dele querer fazer uma re1111i,io no dia 2ó e não querer colocar na pauta a divida dos /;'stuclos. tlr.!111011stra aIIr.!11<1s </Ih! o l'resid<.'11/e </li<'/' fazer uma reunião para tirar .fotugrajias e Jl/111 l.!.1Iá a/I111 d,• sentar. com serenidade e serietlwlr.! e tlisc11tir o q11estüu dos Estados. 011 " Presiden/1!, 11<iu 11ecessuria111ente. preci.1<1 atender /(/()% dos fJleitos dos gover11odores, mas ele também não pode negar os / 00%. 011 S<'jo ent,io. é /ll'l!CÍso se11Iar em torno de 111110 mesa e começar um processo de negociação para ver 11 possibilielade ele chegarem u 11111 acordu. até porque, cada Estudo tem 11111a rl'alidade. ..t ri!ulidade tio Zecu aqui 110 Maw Grosso do Sul. wiu é a mesma de amar. 11iio é a 111es11w de U/friu D11tr11: da Rusea11a Sarney 011 t!u A/ario Cm·os. 011 seja coletivumcntc 011 individ11a/111c11te. É pnulente que o l'rcside111e da Repúh/ica sente-se com os governadores, independentemente se cldtos por partidos de oposição "li não, porque os gover11adores Ie111 o compromisso com a população de cada Estado I! precisam reali=arem ohras que pro111e/era111 d11ra11Ie o processo eleitoral. Portem/o agora é colocar a cabeça 110 lugar. é o momento de 111aI11ridwle, de sere11idade e de se11Iur e j1111tos t'11co11trure111 uma solução .JC - FHC pcuc a sua aproxima::10 através tla imprensa 11acional, para a govcrnal>iliuauc uo país, o que estú faltanllo para que isso aconteça tlc fato? E a respeito ua llcsvalorização uo Real o que tem a 110s llizer'! /,1//.1 - l,·1r1 l•,•111, r/111 /.? ,1,, /),•.,11,/110. 1· /n, reunido por duas horas e meia com o Presidente da Republica, na conversa coloquei·me a dispo ao dizendo que e quuzesemos ,/,,, 11/1t ,, .. enda para o brasil, com a opo»ao, dependa exclusivamente dele, marcar a data, horário e propor uma pauta de r/1.H'll.(l(J fl(/lt/ 1/IIL' IIÚ /1/lc/t'.,'LIIIIJ< ltllllhl'III 0/Jl'l',('///UI' ///1111 f}(J//({I llllt' 11//,'rl'.\thl' li Cl/ltl/('1111. mas ate agora, /lfl{) (IV!' IH'lll/111//1/ /1/(11//(L'.lll("//(/ 1•<1r parte do P'residente portanto a "coisa" está parada Eu tenho feito questão de dizer, sempre que' 1101.,i,·,·I. que a 0/111.IÇClfJ está disposta d um debate /ll/i'/lJl/1,/, /I//rll ('/IC'//lllf'tll'//10. uma soluço a c'rl.1' •'C'IJll(Í//IÍCil f/111' O brasil vive, já que é muito rase t:· tao grol'<' lflH' o /Jru.,d. I1<w tem dinheiro para 111'e.1/Jr 110 setor de f1rucl11(·tio. ta,110 110 /11rl1111riu cr1111rI na Agricultura. E grave porque está levando os Estados a um estado de insolvência e levando /ll'lll<'ll'"l111,·11te r/11//.!' todo., 01 11111111c·i1110.1 do f"''' ti ja/J11cia. porque não sobra dinheiro para os 1111111icípio.1· e 11,•111 fl""ª os Estados /'ortu11to .,e o l're.,ide11te c/11 H,·11úbfic11 11111.,,,,. disc11Iir e'ses assuntos com seriedade, por parte "" Partido dos Trabalhadores ( l'T; eslar<.'11HI.I tota/1111'11/c a di.,posi(ÚO e aí ,·ai def!t!lltler excf11.1i1·a111e11te tf,,fr Vocês devem lembrar que em Agosto de 98 na Ca11111i111/w Eleitoral. fui à Televisão dizer que aa fll'<'Ciso fa=er 111110 111111/011(·<1 1111 1111litic11 cambial de forma paulatina, para que a gente pudesse levar 11 Real ao seu valor efetivamente com relação ao tlrílar. 0 Governo Federal não teve competência, não teve coragem e não fez a desvalorização. pensada e articular/a. Jl<'l'llliti11tlo 'flll! o mercado .fi=c.1.1e () mercado faz com que o dólar saísse de RS ! . :!O para RS :!. t/0 011 RS I. 90, q11e/Jra11tl1111111i1a gente neste JICIÍ.1 ()/,via111e11/c que ,·11 .,011 .fo1·orci1•el ti t!esvC1!ori:a{'âo, mas acho que possivelmente ela 11ucleria/icar e1ilrl! RS /,50 <' RS l.61I. II11e esIurio ele fw111 /111111111/w. para </IH' u Brasil pudesse retomar a L'Xporlaç1io. fllll'a 1/11<' // L'CU/101/1/{/ '""'•'.l.lt' crl'.Ct'r. para 11110.: a 11gnc11//11ra fllltll'ssc crescer e cu111eçús."t.'IIII/S a gerar o que mais /Jl'L'CÍ.{111/U.I' neste I110I111!11/o Iw /Jrasil que é o elllfll'l!Jl.u. para homens e 11111/heres. q1i.! fllldessem trabalhar e suire111 ela 111C1rgi11afidatle. .JC - E as crílicas feitas do Governador Zeca, pelo 1 cpoti ·1110 cm sua admi11istração, cumo vê as 1lcna',ncias pela imprensa, visto que quando era Deputado Estadual combatia issu, apesar de que alguns j:í seriam funcion:"irios uo Estado. como o PT vê isso'! LULA - ti dw que fui 111110 crm/11.Hio enorme sobre isso. Em primeiro lugar. P""IJII<! o f'T. sempre /111011 co11Ira 11epoti.rnw. Agora 'l'ja: 11epolis111t1 é 11111 fato de você pegar alguém que não tenha nenhum vinculo com o par/ido 011 com a campanha, com o 11101·i111e11tu social e colocá-lo fiara truballwr. Agora wja bem, as pessoas iflll! foram colocadas paru trabalharem. 110 Esta.do de MS. süo pessoas que tem mais de /O anos de história dentro tio PT. sá pessoas que trabalharam na campanha do Zecu. stio pessoas que foram colllratadas em cargos i11sig11iflca11tes. acho que esliio pegando isso para blllt!rf!III 110 l'T. para balt!r 110 próprio discurso do l'T d11ra111e esses úliimos anos. Presidente de Honra do PI Luiz lácio Lula da Silva e Gm·t'm11tlor d<' li.',', Jo,é Orcírio do, S1111to1 (Z<'CII rio PJ) eja o o caso do Heitor é Procurador do Estado e se o governador fo. se do PFL, PSD ou /',/1)/f. " /!i-11,11 co11I1111"11"1,I" _,,.,. l'roc11rotfor do Estado Ora L' 11111<1110.1110 da maw alta crec/i/,,lidatle l (I 1/lll..' {) /.t.'!"tl _/~ = //"(}l/'f., -o /}(Jr{I (} e;,) t!rllV, .l!/11 aumentar um centavo para o Estado, porque já ganha da l'rocuraduno e colocou para lr<1ba/lwr com rl'laç·ti11 au fl'rc11.,11/ Tentar vender como Nepotismo é exagero. 0 l'under. ele é um companheiro, que nem eu 111es1110 .ubio t/llL' ,·ra 11ri11111 tio /.<!ca. 1110., desde (jUI! ,·t.'io paru C1 E.11111/o Jo.: fS. <!lc JÚ 1raba/l,u1·a tle111ro do l'T, inclusive coordenava campanha do leca e que portanto se fosse eu o Governador do MS, não teria dú1·ida 111!11!11t1110 cm colucá-lo no governo, visto que l'und<!r é 111110 pessoa de grande ,,u,J/idade e trabalharia comigo sem problema nenhum Eu acho que está havendo uma confusão, onde 11ÜC1 dl!l'e/11(/. I11111co l'.fh'rur que 110:.sos adversários fole111 h<.'111 rle nú., T1!11w., t/11<' s111ierá-los. temos que c:011·i,·c!r co111 i.,.,o. A., pt!ssoa., que estão no governo ac/,u </li<' tl1!1'l!J11 .,..,,. 111011tit!a1. o </lle precisamos saber e' se as pessoas estão ganhando sem /rubullwr ou se estão trabalhando Para se ter uma idéia. a Dollll Ruth. espusa do Pri1sid,•111e. "'io /e: co11c1ir.w paro trahullwr como /" Dama do /'ui.,. 11cm cH 11111//1t'J'<'S dus gm·ernodores não fizeram concurso para serem as /" Damos dos Estados. l.,s" é ho111 pura " PT. visto que hoje somos a grande alternativa de poda. 11esIe país. É importante que sejamos vitimas de todos o.s tipos de criticas que queiram fazer, porque significa que o f'T incomoda". ji,wli:011 LULA - Produtos de (lua,tido,d,e ; ()s metlt,ores Preço~ - Ef'uiênei~ e lite,r,di-m,en,to PersoiUdtzfMÚ - Al:aftdcan ô toda regio Sudoeste ( Atacado e Varejo Avenida 11 de Dezembro, 74 - ~(067) 251-1161 - 251-1251 - Jardim - Mato Grosso do Sul Pun.nl,,r . ti..: 11110111,1, ., .t1t,!t1t,l1 ui.> t ~lr,d,i-.1nn t uhlriif dfunoes vi ais, desde que nào sejam problemas provocado p,,r 11 1 , 111rhn, urr,miu, ,110.0 111111 ,1 ,, d 'J' IIC'fl ,,t.:11Li.1 d I ft trn.i. ,l,, lhf 1 optH•I w1 d,h utto, J11111 do l.t;1ch10, puch111 lar lvres suo de oculos 1 n lOlll ln 11u.: 1 1t l·-1 lílll' ,1111ph •• lil,I ijllt' l," ., 1111111.1 dt·,l.ljllll,I l' 1,H .. a de vontade afumado é do quitopata Matheus de Souza .. ,tlqnu e.· divuldor do Atea Bates no Basal l 11.ulu 11!0 1 -..:1,1 l ·rn,..-,~11) ui 1' Hur .d 11, .11111' ,,11,. ,l • 1 )"11 n. 11 alitotnia (EUA) e com pecialzaao pela lhian lstitule ol f1,1;-1ll. 1otlh t.ip), ,k• Nu-...1 1 )dh1 h,1 l!ll.li.t '°Mlll/,1 !1111111 tjll ·om toado on ,'J'II~ ri.:. 111 r.n L 11Lml .. 1 ,1 lkl ,1,.1t11-.. 1 lx I IJ.llk ,L1 ,1d.1 • "A ténia de Mates ter coo objetivo ptin .. ip.1I h:,1,1ll.'ll.u·r u, h 11hi1u, ounn.1i, d,1 h,lü q11.indo ._. .,.._., llH,1111 fk·rd1do ,k·,1do ,t 11111 c,lor,·u t·~1.l.'~'>1,o uu .t 111111.:,1,ulo dl' kn,,u1", l·,plH.,1 * Sou,.1 •li, h.r t.:n11h1.., id,1 u ~i,11.·111,1 B:1h, n.1 .1ddk tt.:n ... 1.1 '-'· lo111u u:1o podia suportar a ideia de usar 1x.11lu-.., 1.PJU,,"