- 
Porto Martinho 
4, Vita 
.J r,Jlrrl 
Ant,,nlo J,, ,, 
l}c;n,t<'> 
Gula Lopo da Lagunu 
Nlonquo 
Caracol 
- 
 O.,., li '' 1.9H2 
02 d Maro de 1999 - Jtli - 1,1111 
710 quilos de peixes foram apreendidos 
pela Florestal em Murtinho 
lkp<ll', <k 11111i10 c,!mço 
da reportagem, conseguimos 
alums informações sobre a 
apreensão de 
aproximadamente 70 k de 
peixes, efetuada no último dia 
2(,. pela l'olicia ilil1tar 
Florestal de Porto Murtinho, 
que é comandada pelo Sub­ 
rcurnte (h dar. 
De acordo com as 
inforn1,1ç<ics. a aprccn,ilo 
ocorreu na madrugad,, dn 
último dia 26, sexta-feira, na 
UR-267. que liga o Municipio 
de Porto i luniuho it Ja1dim. O 
pocado malhado. além de 
vários sacos com filés de peixe 
da espécie l'intadn, estava 
,endo tra11spurtado por 
Ademar Alves Caetano e 
ilson Peixoto, em um liat 
l iorino e tinha como destino a 
c,,pit,d C'mnpo (jrandc. 
A reportagem do Diário 
llcgi011.,l rrilJL111,, d,1 Frnntciru 
apurou que os Policiais 
Florestais montavam barreira 
na llR-267, .n,darem ordem d, 
parada ao condutor do 1 1,ll 
l· i11ri1111 ele 11:it> oheclcccu e 
furou o bloqueio policial. .1 
dupla então passou a ser 
perseguida pela viatura d,, 
Florc,tal e acabou se rendendo, 
na altura do 1-.m I0 daquela 
Rodm,a. 
to procederem a revista 
do 'CÍculo. pl,te,1s ! IRC 2303. 
dc Campo Urandc. os 
Florcstais encontraram grande 
quantidadc de peixes. das 
espécies Pacü. Pintado e 
Dour,1do. totali,ando 71 O 
quilos, além de vários sacos 
mm til6 de Pintado. Segundo 
as informações, Ademar Alves 
Caetano é residente 11.1 Rua 
Antonio Jo,o hcohar. n" '.!30. 
hairro Oli,eira li e Nibon 
Robc·rto l'e1xot11 ê lllllt,1d111 11.1 
Ru,, Jorgc. n" :!K. bairro 
Couphatrahallw. ambos n., 
capital do E,tado. 
O Comandante do 
De,tacamento l'M Flore,tal de 
Porto Mur1111ho. Sub-Tenente 
O, clar. di,,e à um jornal da 
capital, que uma qu.idrilha 
pode estar por trás do 
lrnnsportc ilegal de pescado de 
Porto Murtinho para Campo 
Cirande. onde o mesmo é 
comercializado nas penarias, 
tendo em vsta que essa pratica 
vem ocomendo jahi algum tempo 
Agora, com a proximidade da 
Semana Santa, o consumo de 
penes normalmente começa 
a aumentar, gerando uma 
111.11or 111cidêni:ia de aç,k, 
Imosas como essa. 
0s dos indriduos 
presos foram entregues na 
Delcg,teia de l'olic1a Ci, il de 
l'or1<1 111urtinho. onde foram 
autu.,do, cm llai;rante. porém. 
,cgundo as 1nli.,m1açi>es. des 
devem pagar 111ulta c 
re,ponJercm ao pnKcsso cm 
liberdade. Todo o pc,cado 
apreendido foi di,trihuido para 
a população mai, humilde de 
orto Murtinho. 
M 
o 
e 
e eco 
PMDB 
ido Vice-Líder 
a Câmara 
:.i 
Em ,ua estréia cm 
Brasilia. o Deputado Federal 
Waldcmir lloka ( P111DU l. 
eleto com mais de 60 mil 
, otos, recehcu uma 
incumbência que c. 
normalmente. entregue ao, 
políticos ..:om mais de um 
mandato no Congresso 
:--lacional. Ele ,erâ o , icc-1 idcr 
do PMDB na C:imara d,,, 
Deputado,. cuj:, escolha partiu 
do líder do p.1rtido. lkputaJn 
Geddcl Vieira l.1111a. com 
quem Moka vem se reunindo 
quase que hat tamente. 
Como, ice-lidcr. caberá 
a Moka a missão de 
reorganizar o PMDB no Mato 
<.,rosso do Sul e e, tar novas 
baixas dentro da kgcnda. como 
a que ocorreu na semana 
passaJa com ,l sa,da do 
Senador Juveneio César da 
l·onseca - talvez uma Jas 
lideranças mais expressivas do 
P:'-.tDB 110 btado an lado do 
Scnadnr Ramc, Tebet. do 
Prefeito Andre Pu..:cindli e do 
próprio 'aldemir Mok:t. 
Jm êneio assinou licha de 
tiliaçjn ao l'FL o partido com 
Deputado Federal atdemir Moka 
1 'íc<'-Líder do l',/DH 1111 Cd11:11r, 
mator numero de 
parlamentare, no Congresso 
, acional. j;i de olho na 
sucessão de José Oreirio do, 
Santos. o Zeca do Pl . 
Some-se a missão de 
ilol-.a. a de evitar no a, 
di,sidências no PMDB 
sulmatngrosscnsc. as 
art1culaçôcs cm torno das 
'Otaçôc, de.: projetos de 
interesse do Executivo. como 
as relonna, tiscal e política. 
que devem ser enviadas ainda 
este ano ao Congresso. O 
l':'-. IOl3. assim como o l'FL. são 
o, dois maiores partidos que 
dilo sustentação ao gowmo de.: 
Fernando l lcnriquc Cardoso. 
Prefeitura Municipal 
de Bela Vista/MS 
Extrato de Rescisão 
c_ontratuat Amtgáuel 
CONTRATANTE: Prcfcilura 
Municipal de Bela Vista MS 
CO, TRATADO: E:>.GESL'L - 
Engenharia de Mato orosso 
do ui. 
O13JETO: Rc,cisào Contr-Jtual 
ao Contrato n" 008198, para 
execução tlc ri:s1auraçio dn 
pnvimcntaç:io das ruas e 
a,cnid:a, urhana. de Bela 
Vi. tanlS .. com base no 
contid<> nu Inciso XVII do 
Anigo 78. com Inciso I e li da 
Lc, N" 8.666 de 21 ck Junho 
Jc 1.993 
S l'ORTE LEGAL: L,·i Nª 
8.666/93 e su:is aller:içiles 
posteriores 
1 IN/:11: ,José Garibaldi da 
Rosa Ncln - !'refeito Municipal 
pela Contrntlntc, Filbcrtv 
Miglioli - pela Contratada. 
lklaVi,1:IIM. 111 d•M•rçode 1999 
Fá limo Trindadc- Mc-ndcs 
' Ui«dente- CPL 
Po/íciaiç Florl'llais com parle tio pe,cado apreendirlo 
Ramez Tebet pede gás mais barato para MS 
-=e° 
O scn:ulur R:amc,. Tcbct /PMDB-M 
(foto) peJiu ao governo federal que oferc-ça gás 
holi, iano às indústrias de :'-.fato Grosso do Sul 
a prcçus mais baixos. para incentivar o 
desenvolvimento da reciào. Para ele. nada 
justifica que o g:is comprado a U 0,90 o metro 
cub,co na lloli, ia '>CJJ, cndido poucos qu1lõmctros 
adiante. em Mato Grosso. a (U$S 2. 70 
r ehct afinnou qw.: preços mcnure, para 
rcgiJo intenor.JJn, de,enam -,cr uma p0lílicado 
go, cmo li:dcral. o cntamo. ohscr,,ou. n.io há por 
pane das autoridades federas qualquer pl:mo de 
desenvolvimento regional. a seu ver o único 
caminho para e, 11.J.r que continue a conccntr.Jção 
populacional nas grandes cidades do país. A 
inauguração. no més passado. do gasoduto Brasil- 
13olÍ ia a da usina hidrddnca de Corumb.í fo, 
saudada por RamCL r dxL "S.1o xontccimc:ntos da 
maior importância pa!"J o Pais. mas os meios de 
comunicaçJo pratic:um:nte ignorJJTI es,c;, fatos" 
O senador ,oltou a pedir compcn,-ação ao 
Estado de 11 lato Grosso úo Sul pela inundação 
de 200 mil hectares após o fechamento das 
comportas da hidrelétrica de Poro Prim3'era., 
construida pela Centrais Ektricas de São Paulo 
m, io Par:in:i. Para de. nem a promessa da 
empresa de con truir uma estrada asfaltada de 
150 Km p:ir:i henctici:ir alguns municípios da 
ire:i inundada foi cumprida. "As obras p:i.raram 
e n:lo cxis1em explicações plausÍ·eis". disse. 
Portadores de Deficiências de ~ntonio João 
são beneficiados com casas populares 
os portadores de 
deficiências tisicas 
serão bencf1ciaclos 
com trcs casas 
populares no soncio 
que foi rcalizaclo no 
ultimo domingo no 
Ginas,o ele Esportes 
João Freire de Oliveira. 
em Antonio João. o 
saneio foi feito pela 
Pr 'í '1tura :tunicipal e 
pelo CDII •. 
Págin -09 
DEPUTADO ARROYO e 
REQUER A REGULAMEN­ 
TAÇÃO DA LEI DA PESCA 
Edital de Convocação 
Assembléia Gemi OrdiaArfa 
O Clube do Lnço Beta 
Vista. nos tennos dos Artigos 
31. de seu estatuto, 
CONVOCA todos seus 
nssocindos e cobboradores 
p::srJ reunirem-se em 
Assembléia Geral Ordinirio 
em sua sede social "SALÃO 
DE FESTA ". no dia 06 de 
;Jurço de 1999, às 19:00 
horas cm suo primeira 
con,o aç:io e às 20:00 horas 
em scgund:i e nvocn ªo. p;:,r~ 
clciçiio do Pntriio e Conselho 
Fi cal. gest.1o 99. 
BelJ Y:m.'MS,. 19d: feerir de 1.599 
Donitl de Melo Godoy 
presidente

,JoniaI 'l'rilurnn ,ln l'rou(c•ira - Ui;írio llt•j!ioual 
Quadro requer recessão e dólar menor 
f:'umomislo diz que inflação ahuixo de J 5% e quadro de não indexação exigem recuo do dólar a RS /. 70 até abril 
A Oll( l('ll/,d(,', (J (lc 
ui cario de I!tato 
; ii )dlXO ( ll' I ;,'%, (' C lc • 11;"1c J 
it H it'>-cl(, :10 clo1 l 'í rn lC li l lld 
'XI!' teces5do 
jllClfl 1111 id l' () rc·c li() (i,i 
1 (11,1 i10 do (iol,1r .i 11111 
J)dldlll,lr dl', j)l'IO 
llh'lll!-,,I<', l,1Cl:1l('.ll<l 
11 ld:S.11I10, 1111('10 cit' di>riJ. 
lld OJ)lllii°IO, cio 
('('OI l( )1 lll'-,l,1 l' Jll Ol('S',llf 
da I 'l11lill<'IC' 
l 't lÍ'('fSi( ade Catolica 
do Iio PUC». Luiz 
IWIH'rlO Cunha. Ele 
l'Xplicou quC' cs1as clu<1s 
variaveis se!uraro os 
prcc;os e criam uma 
pc·rspcTliv.i ele' rc·vcrsc"10 
do cil 'S,JCjlll'( 'Ílll( '1)1() de· 
mercado a partir do 
sq~lll li lo Sl'l1ll'S([('. 
l'ilr<I O l'COl10llli!'>lil. 
() risco ele- ,KOIILTC'r 
1 m:ssôcs iníl,Kion;'niés 
insustcntúvcis e a volta 
da indexação da 
(.'('0110111i<l ('SI[ atrt'léldO 
;'1 clcrnora cio recuo cio 
prc-c;o cio cl6lc1r, corno 
i1COl1tt'C'Cll nos jliÍSl'S 
cio sudeste asiatico 
CL111i1<1 ressaltou que se 
il cotação da moeda 
nortc-arncric,mél l'ic,H 
d(lllhl til' i<'> 1 ')() f)OI' 
II'altotec r 
lt1l''1I, l'C'I, 1 11 H lt •x;ic,;10 l' 
ll'IOft)O Cid Íllllrl :10 C'll 
J)dl,lllldl lllllilO ,( 1111,t 
do'-. 1 ;;·1 .. 11rn • ll'l1 l ..... ,,10 
JlrC''i'-,l<J J)Cií lllllltO'-, 
(':SJ)('('ldli:--1,h. 
Est<' <,q.(u11Clo 
l'l'lhll'IIJ 11:10 (' O J11di'-, 
provavcl para o 
('( OICJllliSl,l, ilj)''-,élr clt· 
haver un ílS( () 
COI l('íC'ICJ. ()'-,Juros rc'ill!'> 
altos já criam, para 
Cunha, a I l<lSC jldíél Cl 
CC'n.'1rio clt· rCCC'SS[lO 
profunda, que treia a 
pressão por aumento 
ele prcc;os. Ele leml>rou 
(Jlll' " r('('l'SSiH} (. um 
S,ll'rilíl'io ll1C'IOí cio (Jlll' 
a volta da intlaão c 
incl('Xél(,"é"lO. (jll(' 
j)rO'OC,1111 l))UÍICJ 11 li1ÍS 
raves para él 
SOl'il'cléH ll'. ('01110 il 
pcrclil cl.i noc,·;"10 ele 
valores reais. 
l'ilri O CSj)C'l'i,lliSlé. 
existem argumentos 
que favorc-n·m ,10 
l'Ontrolc cl.is prcssf>cs 
so!Jrc i cot,1CJ10 cio 
clc'>l,lr corno. por 
exemplo o fato de estar 
EXPE.DIENTE. ~ 
1 
Jornal lribuna da f rontei.ra ~~ 
FU'DAD0 EM 20 DE FEVERBll0 DE 1972 "  
Propriedade da Gráfica & Editora Apa 
CGC: 03.20.26/000190· I«. Ét 28.059232.9 	y 
REGISTRO NO CAHTORIO DE TITULOS E DOCllilf.N-j I 
l OS N 1.066 - Rq:istro no J UCEMS 34.1000. 153060021 1 
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EDITOR CHEFE: lvatdo Pereira 
REDAÇÃO: Ubaldins Rodrigues - João Carlos Velásquez (Bela 
Vtsta}; Toninho Rui, (Porto Murtinho ); André A, ai,,, 
(Jardim); Kcncr Lope, Leite (Caracol); Geraldo Ferreira 
(Antonio João); Fim,ino ck 13:irrns (Bonito) 
Administração e Parque Gráfico: ,\'cni<la Trihu- 
11:1 1la Frontdrn.S6-l -fl(067)H9-t-H O - F AX-139-15-l-l 
Caia Postal 23-CEP: 79.260-0UO - llcla Vista/;IS 
JARDIM- R11a 14 de ibio.342- fi 251-1669 (Sede Própria) 
PORTO MURTINHO- Praça Thomas Lar,rnjeira - 
S/N" - 'B' 287-1239 (Sede Própria) 
BONITO- Rua ~lunt1· Ca,telo - S/N" (Sede Própria) 
ANTONIO )OAO - Rua Bela Vist:i, 660 
CARACOL-A,. llra.,il. S .... - 'ê':-195-1 t 98 (Sede Própria) 
• UnAS: 
AN AL: ,ls. t· UU SF.;IESTRAL: RS 80,00 
TRliJ~ TlvL: R~ ::,,, U ilENS,L: RS 20.110 
ls pães emitdas nas naatr, assinadas não representam nceara- 
mente a opino doou endo de resporsabhdade de eu autores 
____ FIL~ADO ADJORI e ABRAJORI 
f)íl''I'-.11 l O fel I klfll '1110 
cio cil ()!CIO cio lir,1<,tl 
COI t l < > l 't 111clo 1' !01 lC'lilílU 
l!lll'rllilCi011,1l fl'MI), Cjlll' 
deve arantr a entrada 
<IC' l'rt a de 'sS D 
Ilhe no Pars Este 
acordo promove 
tambem um lua da 
maior tranquilidade nos 
111t·rcaclus. sc~unclo 
Cha 
() C'('O!H>lll(Sl<l 
ll'llli>rClll c1i11Clil que (• 
t'Spl'r,ulo t> retorno ele 
linhas de n(·clilo l>é11lCOS 
estrangeiros para o 
refinanciamento de 
t'l1lj>rl'Slitl10S clt' 
i m Jl o r t ;i cl o r (' s 
l>rnsilC'iros. qu<' 1t'·m 
't'llC'lll1l'lllCJS }lrl''iSICJ<, 
par;i o cll'corrcr clcstC' 
ano. Cunha lembrou 
(Ili' d rol;igcrn clcSll'S 
O ..-alor médio do 
dólar em fevereiro vai ficar 
em torno de RS 1.89. de 
acordo com o Boletim de 
Câmbio da Fundação 
Comércio Exterior 
(Funcexl. cuja ediç&o de 
janeiro e 1evereiro foi 
divulílada Assim. a 
desvalorização real da 
moeda domés1ica 
acumulada nos dois 
primeiros meses do ano 
;ubia para cerca de 50%. e 
d taxa de ccJmbio. para as 
,·xponaçõcs brasileirus. 
t.cm1a 2_0',· 111aior do que a 
llr1,llll lclllll'JIICJ'> Cjlll' 
ci(''l'I ll SOi l l<1r llldtS clt' 
U'ss o Ilhes 
SOJ11l'lll(' (.'til 
dJlllHtiZt1C,fH'S. l' 
IL11Hl,1t1l('llléil p.tr.i (''llclr 
prt''-,SÚl''-, solHl' () 
cambio A liquidação 
clC'-,ICS l'llljJrCSIÍlllO'.'. 
dificultara o recuo da 
moeda 
americana, secundo o 
C'SJ lt'CiélliStil. 
!'cio l,1clo cl,,..., 
CXj)Orté(,ºÚC.'S, él 
tcrnlC:·nci,1 (· ele que os 
rcsult.1<1os posilivos 11.1 
balança comercial 
apareçam a partir de 
1rn·,1clos (ll' lllélrc,·o ('Olll 
a venda cios proclutos 
agricolas. Outro fato 
positivo ci1c1clo pelo 
CTOllO!lliSl,1 é él n[JO 
c-xistC:·nci,1 ele prolJlt•müS 
dos anos 1991 e 1992. e 32% 
acima do primeiro 
semestre de 1994. A 
rentabilidade média das 
exponaçôes brasileiras em 
1998 foi 3.33% inferior à de 
1997. de acordo com o 
boletim. A redução foi 
causada pela queda de 6.8% 
dos preços de produtos 
exportados em média. que 
anulou o impacto da 
desvalorização às moedas 
dos principais parceiros 
comerciais do País. 
O boletim chama a 
atenção para que a 
( OI li 
fll)dllC (·tr,1<.., ll<) l',ll._, (' 
( 0111 d '>dltll(' ele 1 '-,( ·tor 
pro<lt 11IVO ( ' ( 11j)I tl. 
cl1Í('íl'?ll('l1)C'llH' cio (Jtl(' 
oc orrcu IH> po1,...,c • .., cio 
'-,lt(ll'<..,I(' rlSl,ltll () (' 
chf1nlll(H I d fl'IC/ll 1,1cl,1 
da estalidade c retuo 
cio e lol; 1r. 
() l'C'IJllOtlll'-,(rl 
C ll'!'>ldl <11 t 1,11 lli >('! l (Jlll' 
atuação firme do Bato 
CC'lllrdl. dtléllHIO rn!r.i<. 
j),lrél o lllt'rc ,lllO Ct 11l1,1 
lembrou que cria-sc d 
partir dai tu e lt111i1 ele 
tranquilidade. Outra 
((llCSt,-lO IC'illltrtcl,> pC'io 
especialista ' 
perspectiva de 
rctCJlllilCl,l elas 
priv,ttizilc,·f>cs. 1:IC' 
lcrni>rott C(llt' C'Slt'S 
negocios 
II)UH ÓC 
illrill'lll 
Ili l '-,lllll('II{)'-, 
(''-,(ldll)(( lfl)'-, por 
li li J'-,t q1 l('I H d. c!cl!.iJC '> 
, 1111,1111 1itl l'.1!'> 
!ltJlltlll/,11:do jlft ._,_...,oc ._, 
1 H > < .li 111 » 
. < 11Jltll IJ/.rl( ,li)(!., 
pior l1q><1lt'<.< ...,_ 1H1 
e 111,11110 11.10 <ic·,·c· ~(·r 
Ita oro o tt do 
poc.,·u jlrll d O Hratl 
'-,('~lll<itl C.1111llil "() 
f !r, , ..... it I i,-,u ,·.11 qu< br<1r''. 
cfC-',ldC !li t () (Jll' jlOclC' 
rl( ()lllC'( c·r (' d  oll.t Cid 
teca». para 'vtar 
quebra de contratos. ' 
o COITrlllC' ele llltld 
li l tlao ben l lllclh 
elevada "Ja teto 
1.<,10 ,1111e·..., ... IC'1l1l>rott 
":-,.:,-10 e· ;1 lllt'IIOr 
;1JIC'nhllt'il. lllcS, _'-,{' lt'CT 
de i1C011tc·n·r. ele,·(· :-,c·r 
feito". ('Olll'llllll. 
E1n t=evereiro 1nédia do 
dólar t=ica ern R$ 1,89 
previsão de 
desvalorização do real em 
20%. ao fim do processo de 
liberação do câmbio. é 
feita pelos analistas de 
"uma forma baseante 
apriorística". ou seja. sem 
que tenham ocorrido fatos 
que apoiem a previsão. A 
Funcex definiu dois 
cenários principais. 
otimista e pessim•sta. para 
a evolução do câmbio. de 
acordo com as opiniões de 
especialistas. 
o cenário mais 
otimislél. ha,eria uma 
queda rápida da taXil de 
câmbio nominal. com• o 
dólar passando a ,aler RS 
1.60. e uma inflaçiio entre 
109:i e 12 O cena no mais 
pessimista admite que a 
sobrevalorização da taxa 
de câmbio venha a ser 
"mais durndoura" Nesse 
caso. lembra odocumenio. 
a inflação ficaria enire 20::,, 
ou mais. os juros 
permanecerão altos por um 
prazo mais longo. a 
recessão ~crá maior ~ o 
impacto sobre as con1a; 
publicas mais duro (C' E) 
criria @n, 
Contab.Escrituração Fiscaf l/ 
=+Imposto d~ lle 
1 ,- nc: a: 
=+ Abertura e Enc • 
erramento de Firma ... : 
=+Deelaração de p . 
ecuarasta 
Cimar :Rost1 Corrêa 
CRC 2798/MS 
FONE/FAX: (067) 251-1590 
EM EREO, 
2. 
. p 
SÁO JOSÉ 
,, 
'I 
"( 
' 
 
I 
• 
- Produto: de f/11,Q,ti4de . 
O: m.etlt,ore: Preço: - , 
fciêreio e Atea; 
'tteno 
Per:ono,ttzruto _ 
Atendtndo à t • 
[=. ode 
ree ao Sudoeste 
1

.Jornl 'Trihuna da Fronteira - Diário Regional 	l',1 ·u .1 - O.l 
Ministério dos Transportes 
recursos para a recuperação de 
n 
() an,í11ciofoifC'ilo em w1di{,11cio com o deputado federal aldemir Moka, li quem o finistro Padilha assegurou 
apressar o /iberoçtío dos recursos para os ohrct. de recuperação das BRs 267 e 262, num loto/ de 330km de estradas 
t) Amnistro dos Iransportes. I seu 
'adilha. garantiu esta semana. em 
audiência com o deputado federal 
Waldemir Mola (PMDE), que vai apresat 
a liberação dos recursos para as obras de 
teeuperação de I30 quilómetros da BR- 
2(,2, quc liga Campo (irn11dc a (.'or11111h:'1. 
110 trcdw ..:ntrc Mira11da e llurai:o da, 
Piranhas. .: d.: 200 K111 da IIR-267. c111rc 
llio llrilha111i: c .lardi111. 110 ,udoc,tc do 
htadn. 11111 total de 3 0 Km de estradas 
l'arte de recursos deve ser liberada 
por programas desenvolvidos pelo Banco 
l11t.:ramcrica110 d, Dc:..-11, olvimcnto 
(IIIRD) e l1a11co llundial (BII>). (l 
restante está garantido no Orça1m:ntl)­ 
Geral da União deste ano, sancionado pelo 
presidente Fernando Henrique Cardoso. 
Segundo Vald,mir Mok:.i. a 
recuperação do trecho é uma rci, in<liraç.in 
dos produturi::.. da rcgi:1o c da, ,mpn.:,a, 
dc tran,pon, dc pas,agcirn,. s..:gundo a, 
quais "a má conservação das estradas vem 
a11mcntando os custos <lc mamn..:nç:io da 
Deputado Haldemir Moka 
frota qu..: opera no Estado". 
Para o pr,,idcnti: do Sindicato das 
Fmpr,sas ck I ran,p11rtc, de l'as~agciro:.. 
dc lato Gro,,o <lo Sul (Rodosul). 
Deputa00 APTO Fe ]Ir a Te­ 
gulamenta;ãt da Lei la 'sca 
Deputado Luizinho Tenório alerta Zeca das possibilidades 
de conflitos entre o Governo e o Movimento Sindical 
O <lcputudu Antonio Carlos Arroyo 
l'TB (foto), autor do projeto que foi aprovudo 
pela is embkia Legislativa. denominado Lei 
da Pesca, solicitou ao Governador do Estado 
e ao Sccrct:írio de 11..:io mbient..:. a 
n:gulam<Cntaç,1o da rdcrida lei. para que pos a 
ser a1 licada cm todo o falado de lbto Gro. so 
do Sul. inclusive com n instalação do 
Con,dho Estadual da Pesca. que ter.i como 
responsabilidade ddinir as ações para 
normatizar todas a formas de pesca 
permitidas pela kgislaç5o. 
O projeto de irroyo. havia sido 
aprovado pelo Legislativo. antrctamlo o 
Go,crnador 'ibon Barbosa Manins e vetou. 
A As ·cmblfr1 Legislativa n:jeitou o veto. fato 
quas, que in0dito na gestão passada, 
transformando-o cm lei. Mas. para sua 
, igência plena. é preciso qu.: seja 
reguiamento. e me,mo que obrigado pda 
própria ki. o Governador Wilson Barbosa 
llartins n:io tomou as mcdid.1s nect=,s~rias 
para tal. o que motiva no parlnment.ir 
pctcbi,ta u .olicitar ao Go'ernador Zeca do 
PT. que foç:i com urgcnci:i. 
Ano) o. apõ aprescntnr a prnro. iç:lo 
pedindo a regulamentação da Lei da Pesca, fez 
um loni;u pronu11<.:iamen111 apr..:s..:ntando a, 
ratões da ncc..:s~idade da urgcncia na 
implantação do Conselho Estadual da Pesca e 
da nccc,sidade que :".. tato ( ,rn"n do Sul tem de 
possuir uma legislação moderna e abmngente 
par.1 o setor pesqueiro. objetivando a 
presavaçJo das ..:spcc1cs. o combat..: a pesca 
prcdaiõria e a proleç:in J,, pescador anesanal. 
muitas vc~cs c:,.plnrad11 por grupos 
Jescompromissadn, c11m a prcsen ação 
ambiental eo desenvol imentn do Estado. 
Arroyo afirma "que a atividade 
pesqueira é de um ,urna 11nport,incia para 
Mfato Grosso do Sul. ,eja a artesanal. a 
esportiva e a cientifica e todos nos que 
temos a respnn,ahilidade de zelar p..:lo 
património público. lie.1mo, ansio,o, para 
que o descaso não possa comprometer essa 
atividade que é 11111 verdadeiro cartão postal 
de nosso Estado". 
Com a regulamentaç:io da Lei da 
Pesca. a atividade artesanal será realmente 
ddinida e. também. a pesca desportiva. que 
incrementa a indústria do tµrismo. serão 
cxtrcmamcnle bencticiadas. 
ARROYO PEDE AO GOVERNADOR 
SOLUÇÃO PARA OS SALÁRIOS 
O deput:idu Antonio Carlos Arroyo 
(l'TB). n:i primeira seção ordinária do 
Parl:imcnto Estadual. apresentou 
proposiç;io dirigida ao Governador do 
Estado. solicitando urgc111c providi'nci3. no 
sentido de se encontrar uma fórmula para se 
resolver o problema do pagamento do 
funcionalismo. que a administração passada 
deixou de honr.ir desde outubro de 98. 
Arroyo s:ili..:ntou. a situação dos 
servidores comissionados que for:im demitido 
no início do Governo Popular. que se cncontr:un 
na mais absoluta penúria passando por 
diiicukbdcs e que. pr,..:isam urgcntementt: de 
terem suas situações rcgulari7.;idas. 
O parlamentar petebista entende qu.: "o 
pagamento dos . Lírios .é obrigaç5o do Poder 
Público. pois é a contmprestação dos serviços 
executados e. que o Estado é impesso:tl. dcv.:ndo 
im priorizar a regularização dos salartos. 
CJ ,ild,, Po, .,n. a pe ima conserva do 
das rodovias estaduais e federats cola 
em risco o equilíbrio financeiro das 
c:mprl.'.sa,. q11, J1J(I C:l1Clllltr.11n lllll,1 llllll,I 
,.uda ,c11:1o a de rcdu,ir custo,. p111,, 
segundo ele, o aumento das tarifas esta 
prJtic,1111cutc <lcs<.:artado pelo setor " 
sttll,1<,::'10 ,,ta clifictl". <lc,ab.dou l'o,,.1rt 
em oficio enviado ao deputado Moka. 
O dirctor do Departamento Nacional 
de Estradas de Rodagem de Mato Grosso 
do Sul (DNI .. R). Luiz Antonio do.: 
Carvalho. dit que a recuperação do 
,uhtr,cho <la BR-267 de, ,r:1 scr acclcr.1d..1. 
já que a empresa responsável pela obra ,·,t,1 
rcforçando as cquipcs de trabalho com a 
contrataç:1o di;: opcr,írio,. "Noso ohjcti, o 
..: r..:cup..:rar. no 111,:nor curto t,mpo. a, 
estradas federais que cortam o l·.,tado". 
oh-...:n ou l.ui1 intonio. 
ilém das BRs 262 c 267. o DNl·.R 
d..:v, iniciar na semana que em a, obra, 
de rcc11pcraçüo da MS-060, no trccho 
urbano dc Guia Lopes da Laguna. cujo 
O Deputado Lui7inho 
1 enório ( l'D'I ). iniciou s.:u 
primeiro pronunciamento na 
1 ribuna da Assembléia 
l.cgisla11va, no dia 25 de 
li:, ..:reiro. lembrando de seu 
pai. o incsqucci,el 
"Pernambuco". lidcr político 
da r..:gião do Bolsão. "l 'm 
homem que di, idiu com o 
Pº"º de Cassil:,ndia o s..:u 
património lisico. político e 
moral. cup simplicidade e 
,abcdoria formei minha 
conduta de cidadão". dis,..: 
l.uiLinho. 
O parlamentar 
agradeceu aindJ a conquist:i de 
uma cadeira no Legislativo 
Estadual. aos seus familiares. 
amigos e is 1 1 mil pessoas que 
confiaram ncl..: o seu voto. 
Luizinho, reconhecendo 
que o estado vive dias de grande 
dificulcbdcs.1:irncntou :i batalh:l 
iniciada no dia 19 último. 
qu:indo o Secretário de 
1dministrnção intõnio Carlos 
Biffi. S<.'Cund:ido pela Fetems. 
afirmou que o Grupo T JF - que 
são os fiscais de n:nda eagentes 
tributários estaduais - goza de 
benesses que d.:vcm acabar. 
Em seu pronunciamento. 
o d<."put.ndo condenou a atitude 
do ccri:t:írio de 
Administr:iç:io. por considerar 
que da não é compativel com 
postura que se espe,ra de um 
representante do Governo. "Ele 
está pn.'StJndo um des-serviço 
ao Estado. ao deixar de 
p:itrocin:u- :içõcs concilintõrias 
e cstimul:u- a Ci.cini:l cmre as 
diferentes categori:i.s 
pr,>fissionais que servem o 
est:ido". disse Luizinbo. 
O Deputado Luizinho 
preocupado com essa nota 
disson:int.: do governo 
democrático e popular, vai 
ie ar sius opo- 
Emprevário e Iie-Prefeito de Campo 
(ir1111de, (h 1t'ald11 ,,,,, wri 
pedido faz parte na serie de 
reivindicações levada esta semana pelo 
deputado Waldemir Moka ao 1nini,1ro 
l:li,cu l',1dilha 
Go,crnador /i:cJ do I' 1 c p.1r., 
isso pediu a ajuda do lkput.,d,, 
Laerte I etilla. lider do 
Governo na Assembleia l le 
dcfcndc urn.1 llll J r,>1111e.1 
salarial para o funcionalismo, 
"porem, este objetivo não pode 
ser prejudicial a qualquer 
categoria. nivelando por baixo. 
situações profissionais 
extremamente diferenciadas" 
1.emhrou a,nda 4ue o, 
scn idor.:, da Sccretan.1 de 
Fa1enda. s.:mprcs 
concentraram forças para 
aumentar a receita, ão sendo 
este o momento de desavenças 
porque coincide com o 
·oamento da safra c as 
negociações para superação do 
Jelic,1 linJncc,rn <lo htad0. 
O D.:p1!1Jdo encerrou sc:u 
prnnunc,arnento. rc11.:rando 
apelo ao govemador para que 
seus auxilares observem os 
l11ni1e, de atu.1çJo. e o, prc,eito, 
e constitucionais vigentes no 
Estado 
Aprov a1 
• o , 
1nvest1gar 
J • - 
Com wn lot:JI d<.' 16 as.,irutur.is. foi aprovada pelos dt:putados 
csudu:ús a instalação da CPI - Comi,;.Jo P.1rla111c:niar de lnqu.:rito 
- n:i Assemblt'ia L.:gislativa.. que pn:lendc apur:1r as circunstJncia 
cm que ocorreu a criação J:, Companhia de: Gás de Mato Grosso do 
Sul - M -G:is. Confom1c explicou o autor do n.-qu<erimento da CPI. 
deputado Paulo Corra, a panir dt: agora. cada p:trtido com assemo 
no Legislaúvo vai indicar um mt:mbro p:ira formara a Comissão 
Parlarnent:Jr de Inquérito. g.:i.rantindo o inicio dos lr.lbalhos e su:i 
exccu :lo. com pr:izo p:ira sua conclll5:1o. 
AC:ÃO PÚBLICA 
O depur:ido também informou que emrou com uma ação civil 
pública solicilillldo quê a Petrobr:is Distribuidora (BR-Distribuidora) 
cmpn:s:.1 que dt:t~m 4~o d:1S ações cb :.1 -G.is sej:t afastarl:i d:i 
soci<!Cbde que m:int.i:m com o Estndo. ou que pelo meno pagu:: 
pela concessão recebida. No requerim ·mo cb CP! o p;lflamen!.:!r 
diz que "a outorga d:t con :ssJo dos serviços públicos estaduais de 
g:is camli:z:ido. que penénce :'i  t -G:is.. implicou. com a sub.,crição 
de 49% de seu capital social pcb Petrobrás Distribuidora. na 
transfen:nci:i indireta, pura, simples e gr-tuiu p:irJ ::i L'niJo Federal 
de um dos mais rendosos t: promissores emp ·ndim~nt • que se 
1.em notici:i n:i :itualicbde. em detrimento. por ób, io, do patrimônio 
público cst:idll.'.11. que deixou de recolher ao Te uro Estadual o 
cxpn.-ssho ,alord:i con:::css:io". 
Rcpres<:nt:llldo a opiniJ de cmonsirio, loc:ii,. liJ,·-:iJ0.-, r,e~. 
dirctori:i d:i Agfoci:i de Desenvolvimento de Mato Gros.,o ,'.,J 5ul - 
AD IS - o parlamentar acredita que a Petrobrás Distribuidora_g 
pag:u- pela concessão ou t:ntJ ser afastada da so :iedade. par± que 
outras cmprtcsas.. espe,cialrncnt • as privadas. possam pagar a 
oncessão e depois cotas das ações da empresa. C nsic!cr::m. 
im:lusi,· , que :i BR-Distribuidor.i possa ficar na sociedade,

ública o Brasil 
'Jlírhi Vlll,1•,u111l Hn1111 "' 
/ '-l'!llr II11,d p11l•ll,  
cm nosso pai tem sido 
1,•11'J,ICl,1 ti 11111 ,, )llll lu 
1 lano Potco ou 11,ld 1 
tez de concreto para d t, r 
o avanço à passos lar 'o 
d.i ,ri111111<1lldi1d, t > q 1, 
se ê sào medidas 
m..:rnmtllll' paliativas 
que rdorç.i ,1 t,·,, tk q11, 
<IÇÕl'S poli, 1 1. 
esporádtas e bas ada 
em experiências Ire 
r..:sullildn, p,I, il!C:iro 
É bom que se 
mencione que em teIi1os 
de apoio tecnológicos os 
organismos policiais 
csIüo aindi! no tempo d,1 
pedra lascada 
Rc.:rntcmcntL' ll1111,1 
.:ntr..:,;,l,w L'II llllld 
emissora ele 1i.:1c,·Isc10. il 
jUÍZü Denise Frossard. 
e 'o n h e e I d .i 
nücionnlmcnti.: pela sua 
lutü colllra o jogo do 
bicho do Rio ck lün, irt,. 
disse tCXtlldlllClll,: que 
cm Ulllü Oltli.:il 
contund.:nt.: da, Pulii.:ia,. 
lllü como no, últi1m1, 
tempos tinha viajado 
mitto pelo Brasil 
r 1lzando palestras e 
 t ,11!,, l, ll(l(l ,1 '. l'í l,tdelrd 
1, ,:l1d Hh-<
1
1 111',llllli<ll'. 
1111u', ll d, ,iptntwo pol, 
eti+ i1ta lalta dos 
.. 11• l ' i' ,11. ldl> (lll!k ,,. 
total! d pessftds 
, "' ,lll <,.,d 1r,:h.ilho 
( )tiro dplO a SI 
iln>1d,,d<1 qu•· ,, 
ti 11111, 11 t, da 
ritnmalidade e Iruto do 
que os oiologo> 
dvlltJlllllldlll ele 
,_,._,!,11dllll'lll dn IL(IUll 
,ll, I,ll. ,0111 ,1 111béri,1. o 
d ·apre'o o aranço 
's drogas e um acesso 
cada vez maior as armas 
de togo Pessaltando que 
grande parte da 
poptultio, teimada por 
.1pr,,,i111.i,l II "111,· -10 
milhe de pessoas. ainda 
·1,·, 11 1 p,,brc::,1. ,.1111 
renda interior a US5 50 
meTsd1 
No aso da violencia 
juvenil pode se dizer que a 
 ,H ,.li d<1d e e onsumista 
lll(c'llll dc!,1 p,·!a mícli.i e d 
impossibilidade de realizar 
tais desejos, leram os 
Cap. -1/írio l 'il/1111111/i 
jon:m il 111,lllllil ele' que "se 
no posso obter os be115 
por lh:111. obtenho-os por 
mal". E l lq/L'i j<l d1:ia que o 
desejo.; o mal infinito. 
No L'llt,111to wdos os 
5C\111Cllllo cio Sb!Cllld 
l nmi11al (Ju,ti, a Criminal. 
Ministério publico. 
advocacia criminal. pohc1il 
judiciária policia 
pre,entl'd SISté!Oíl 
pellltL'rll(ldflO e legislação 
pcníll e pro.:cssuill pcn.i!) 
devem estar cm·ol,idos e 
e.ida um dc,e bem 
desempenhar as suas 
<11rlbu1çoes L ri' suma 
1mpOrliÍllLIJ l,ll!lllClll que 
se busque ITll'Cd n!smos 
pctril se ,JLul><1r de un1<1 n:z 
por todas com o famoso 
"1ctt1nho" . .i que o brasileiro 
esta acostumado Deve se 
ter Clll meme que él Lei é 
para todos e 11.ío de'C 
privilegiar uma camada 
soci,11 cm detrimento elas 
ele• lllu is. 
Outro Célt11lnho é o 
m,.:,tim..:nto nt1 cducaçüo. 
pob como nos .:nsInc1 com 
muitJ proprkdücle o 
frnncês Jean Claude 
Chesnais <l escola é o 
melhor cJminho de 
pr..:,ençüo. pois modelü os 
espíritm. as mentalidades e 
<1s percepçõe;. 
É preciso tümbém 
umm esforço clu sociedade 
para aceitar a políciil. 
criando dessü torma uma 
relaçüo positiva. Nos países 
cl..: primeiro mundo üS 
ações pollcials süo 
respaldadas pela 
credibilidade que a 
populaç.io deposita na 
Policia. fruw da 
consciênciü de que o órgão 
poh..1,11 existe cm prol do 
bem comum Intelizmente 
no nosso Pais essa relação 
ainda se encontra no 
campo d<.1 dcsconflunçc1. 
leva cio t,llvcz pelo 
desconilcclm..:nto do que 
reulmente LOrnpctc il 
polídu e <l t,illü de urnil 
melhor cstrutur.içuo paru 
prcswr um serviço de 
quuhd<1de 
Mas paulatinamente 
a populdção vai 
percebendo que a funçüo 
policiül é linda quando 
cumprida com 
honestidade. eticiência e às 
vezes. martino E que em 
centenas de lugares. os 
policiais indormidos velam 
pela profissão maldita e ao 
mesmo tempo. sublime. 
Essa profissão infelizmente 
maculada inevilüvelmenre 
por minorias clesleais. 
Para finalizar. 
acrescento que é 
necessário urgentemente 
fazermos uma reflexão 
profunda sobre a 
se1;urança pública no Brasil 
para buscarmos soluções 
exequíveis. sem idéias. pré- 
conc.eb1das. sem pre­ 
Julgamentos. sem 
<li. torções ~em fJl<1cl,1s / 
~c1;uranç.J publica é um 
laror de esrnbllldade e!.:'. 
um.i sociedade orQanlzada 
e como wl deve ser mnada, 
sendo que a atividade 
pohc1<1I eleve emir voltada 
para a criaçiio de um clima 
de convivência 
hürmoniosil e p<lctflca. 
reprcsentc11tva de umo 
situação de bem-estar social 
* AI/rio Vlflasa11tl 
Romero é Capitão PM. 
/orado no Jº BPM de 
Dourados. foi 
Comandante do 3° 
Pelotão de Polícia Mf//rar 
de Bela V/sra. onde se 
notabilizou por suas 
qualidades pessoais, e 
profissionais. colaborando 
sobremaneira para a 
melhor/a e o 
aprimorc1menro da PM e 
também por suas 
reafiz ações. a exemplo da 
participação decisiva na 
reforma total do antl[!O 
prédio da instituição em 
nossa cidade. 
1 
s·anei Escudero Pereira 
E.r lail escudero@jardim.menthor.com.br 
Dr. Nelson ehagas (Adrn~ado) 
OAB-MS • 2491-A OAB-PR 7312 
CAUSAS: Cil·eis, Criminais, 
Administrati,·n <' Trnba!bist:1 
ESCRITÓRIOS: Ruo Duque de (a,:ia1, 679. 'B439-1l73. Belo li!a/rl'ú: 
Ruo lcnenlc_Seincrdc1, 826 • S251-1721 • Jc,d,m/MS 
RES!DENCIA: Rua Campo Grande. 657 Vdo (cmi1iio • 
fone/rax 251-1721 Jardim Mofo Gro110 do lul 
'.:: U.., .. S: 
Civeis, Criminais, Contratos 
Dr. Mlirio Migno de Souza, lope~ 
OAB-MS 3219 
ti(067) 251-1615 
AV. CT. Stuck, 26"- Jardim7ãS 
. . -- - .. 
.I ADVOCACIA 
Dr.Sidney tscuct 
· ero Pereira 
ir 251-1501/1685

Jornal 'Tribuna da Fronteira - Diário Regional 
Mato Grosso do Sul terá 
Ouvidoria de Polícia 
A experiência positiva da Ouvidoria de 
Policia paulista poderá servir de modelo para 
Mato Grosso do Sul. Em visita ao 
ovemador Zeca do l'T. na í1l1ima sex1a­ 
feira, 19, o ouvidor geral da Polícia de Silo 
Paulo. Benedito Domingos Mariano. 
acompanhado do secretário de Segurança 
Pública. Franklin MasnJha. explicou 1:0111n 
funciona o projeto naquele Estado. 
A idéia. disse Mariano. nasceu em 
novembro de 95 e se lomou lei cm junho de 
97. tornando a policia paulista mais 
transparente e abrindo espaço para a 
participaçio direta da sociedade. 
Em lrês anos. foram ouvidas 20 mil 
pessoas e inslaurados 10 mil procedimentos 
de irregularidade cometidas por policiais 
civis e militares. como crime de tortura. 
narcotrafico. homicídio. abuso de autoridade 
e outros relacionados com a intrcgridade 
tisica do cidadão. Dois mil policiais foram 
punidos. garantiu o ouvidor. 
Em Mato Grosso do ui. adiantou 
Benedito Mariano. a experiência pod.:rá dar 
Escola de Saúde 
Pública David Nasser 
completa dez anos 
Criada através do Decreto n 4 993 
cm 20 de tcvcrelro de 1.989. a Escola de 
Saúde Pública "Dr Jorge Daid asser". 
completou neste último domlnqo. dez anos 
de existência. Para comemorar a passagem 
do anl'ersârio. a Secretaria de Estado de 
Saúde elaborou uma programação que 
de'erâ ser realizada a longo do ano. Na 
pr01?ramação estâ a realização do Seminário 
comemorativo. seio. concurso de logomarca 
e homc-paqe. entre outras atividades. 
Hoje com dez anos de existência. a 
Escola Pública demonstra muita experiência 
na execu ão dos cursos de especialização 
em Saúde Pública. fornecendo aos 
protissionais aprofundamento teórico­ 
técnico nas diversas âreas do campo da 
saúde e. ilinda possibilitando a oportunidade 
de aplicação dos conhecimentos 
metodológicos e conceituais aprendidos nos 
:ursos através da elaboração de 
monoqraflas. num total de 124 lâ realizados 
cm sete cursos promovidos. 
Além da elaboração das monografias. 
a Escola de Saúde Pública. "Dr. ·1orqe David 
Nasser" em consonância com o seu 
regimento e visando atendimento de seus 
objetivos voltados para as funções básicas 
do ensino. pesquisa e extensão. a mesma 
vem desenvolvendo all!umas atividades 
essenciais como o curso de pos-graduação. 
visando a formação de especialistas no 
campo de saúde pública. das três estâncias 
administrativas. para organizar. dirigir e 
executar serviços da área. 
Existem também outros cursos e entre 
eles destacam-se os de Gerência e 
Planejamento. Epldemloloqla. odontolollia 
social e Gerência de unidades básicas da 
saúde: or11anização e oferecimento de cursos 
de aperfeiçoamento voltadas a profissionais 
de niel superior como de Capacitação 
Técnica em Epidemlolol!ia. saúde mental. 
vi11ilãncia sanitária. cursos em sáude do 
rrabalhodor. aperfeiçoamento em políticas 
e administração de medicamentos. além de 
diversos rreinamentos em áreas específicas 
como, Imunização. hanseniase. atenção à 
saúde da mulher e da criança. hemaologia. 
DST/AIDS entre outros. 
certo. caso envolva realmente a sociedade 
como parceira. corno j:1 v<:111 acontecendo 
nos Estados do Pará. Mina, Gerais. Rio de 
Janeiro e, mais recentemente, no Espinto 
Santo. 
"A Ouvidoria corurihui para que se 
forje um novo modelo de Policia. que seja 
democrática e transparente. Este é um setor 
que tem o monopólio do uso da força. e esse 
monopólio tem limitações legais". disse. 
O sccrctúrio l·ranl..lin Masruha 
destacou que a idéia da Ouvidora em Mato 
Grosso do Sul é coerente com a proposta do 
governador Zeca do l' r dc transparência do, 
seus órgãos e. principalmente. de 
dcmocrntizaçào. 1:0111 participação maior da 
sociedade. "Isto não era só rctóricu. Estamo, 
transformando em pratica, ao buscar a 
cxperic:ncia dc Silo Paulo para a criação da 
nossa Ouvidoria aqui". 
Projeto de Lei cria defesa 
sanitária animal no Estado 
O deputado Paulo Corrêa (PTB3) 
apresentou na sessão do último dia 23. a I' 
ordinária do ano. um projeto de lei que institui 
a defesa sanitária animal no Estado. O projeto 
estabelece um conjunto de medida, 
neccssárias à manutenção da saúde animal e 
da saúdc pública. obscrvando as políticas de 
conservação do meio ambiente. 
Essa poliuca. segundo o dcputado. será 
fomentada através de programas especificos pra 
cada tipo ou grupo de doenças dos animais. 
transmissiveis ou n:lo. e infestações parasitarias que 
pn:judiqucm a produção da pecuaria ou coloquem 
cm risco a süde pública ou o meio ambiente. 
Compete à Secretaria de Estado de Meio 
Governo analisa pedido de 
II menor para taxista 
Os servidores do Previsul. que ficaram 
cm greve dois dias. resolveram acabar o 
movimento e retornaram ao trabalho na 
segunda-feira (22). Segundo o diretor do 
Instituto de Previdência Social de Mato Grosso 
do Sul (Previsul). Volnei Ávila. a greve fez 
com que mais de l .600 pessoas ficasscm sem 
atendimento médico. 
Volnei Ávila afirmou que o govemo não 
tem nenhuma previsão de pagamento dos salàrios 
atrasados. que será feito de acordo com a 
arrecadação do Estado. mas disse que pretende 
conter as despesas para que. com a sobra do 
repasse mensal feita ao Previsul todo mês. 
consiga pagar o mês de dezembro. cujo montante 
e de RS 194.989.00 e o décimo terceiro salário 
dos funcionários que é de RS 184.484,00. 
O presidente do Sindicato dos 
Trabalhadores do Poder Executivo (Simcsp). 
Alexandre Júnior Costa. reconhece que a 
categoria não conseguiu avançar nas 
reivindicações. "Voltamos ao trabalho porque 
entendemos que precisamos dar um crédito a 
mais para o governo. mas na quarta-feira a 
categoria voltou a se reunir e a discutir as 
propostas apresentadas pela direção do 
Previsul", comenta. 
Ficou acertado que a produtividade 
dos funcionários será mantida até a 
regularização dos salârios. Na assembléia 
de quarta-feira deve ser montada uma 
comissão de servidores para discutirem a 
implantação da prod!hi,'idade de uma fonna 
justa que não prejudique nenhum servidor. 
Masruha lembrou que a intativa é do 
Governo, com a implantação através de lei. 
mas depois o controle passa a ser da 
sociedade civil. "Nesse aspecto. a Ouvidora 
fica liberta. O ouvidor tem mandato. não 
precisa se subjugar a ninguém; por isso, atua 
realmente em defesa da sociedade, dando 
transparência aos trabalhos executados pelos 
órg:1os público,". 
/ idéia jú ,omcçou a ser colocada 
em prática nesta ultima sexta-feira. 19. 
com uma palestra que o ouvidor paulista 
fez na /cadcmia de Policia de Mato 
Grosso do Sul. para oficiais e delegados. 
Logo após. outra palestra na 0/U MS 
reforça o inicio do processo. que parte 
para a fase de lcgaliLaçào. adequada uo 
Estado. Num prazo de 90 dias. acredita 
o secretário. a Ouvidoria da Policia sul­ 
mato grossense ja estara instalada. 
Ambiente e Dcsenvolvimcnto Sustcnt;h d 
(SEMADES), através do Departamento de 
Inspeção e Dcfcsa Agropecuária (1/GROJ. a 
elaboração. execução e fiscalização dos 
trabalhos de defesa animal. podendo celebrar 
convênios com instituiçõcs públicas ou 
privadas para capacitação. realilaçào d.: 
cvcntos culturais. participação cm projetos de 
pcsquisas. aperfl!içoamcnto t.:cnico. 
arrecadação de fundos na realização de 
atividades. cstabdccer calendário para 
comercialização e utilização de produtos 
veterinários. além de exigir limpeza e 
desinfecção de estabclccimcnto. 
O projeto cria também o Conselho de 
aüde Animal. que será composto por 
n.--pn:sentantcs dos diversos segmentos do setor 
agropecuário e presidido por um dos diretores 
do IAGRO, além de permitir a criação de 
Conselhos Municipais de inspeção e defesa 
agropecuiria para apoiar o conselho. "O que está 
incluído no bojo desse projeto debatido e 
aprovado p,:los scgmcntos interess:idos". dissc 
o parlamentar. ao pedir à Casa a aprovação do 
projeto. Participaram das discussões do plano a 
/crisut. indicatos Rurais e Técnicos do lagro. 
Terrasul inicia 
levantamento 
para entrega 
de títulos das 
Furnas do 
Dionísio 
A diretoria do Ierrasul 
Departamento de Terras e Colonização do 
l stado de Mato Grosso do Sul. através do 
seu direto geral. o agrónomo Luiz Carlos 
Honelli, promoveu neste ultimo domingo 
(21/0299) o inicio da regularização das 
terras. "Furnas do Dionísio", localizada 
a 42 quilométros da Capital do Estado. 
Essa iniciativa faz parte das 
propostas de campanha por parte do 
governador José Oreirlo dos Santos- Zeca 
do PI - que prometeu. rever esse que e 
um do, mJis antigo, prnhlemu, do 
Estado. 
Localizada a 42 quilômetros de 
Campo Grande. as "Furnas do Dionísio" 
é formada pelos descendentes do escravo 
que tinha o m.:smo nomc quando chegou 
aqui no Estado há mais de cem anos e que 
se chama,a Dionísio António Vieira. Ele 
veio para o Estado com a sua mulher 
Luiza Joana de Jesus. l lojc 101ali1.am mais 
de 400 pessoas que moram no local e que 
até então, não tinham ainda. a posse 
definitiva da terra. 
Neste domingo. os técnicos do 
TERR/SlJL. iniciaram estudos para que 
se tenham conhecimento de quantos 
hectares serão destinados a cada uma das 
familias. No total. serão distribuídas I 33 
hi:ctares. das quais l 00 hectares eram 
terra devolutas. enquanto que o restante 
pertenciam aos fazendeiros da região. 
No entanto. os moradores da 
comunidade reconhecem que essa iniciativa 
por parte do governador José Oreirio dos 
Santos - Zeca do PT - é o primeiro passo 
para a resolução de muitos problemas 
enfrentados no dia-a-dia. entre eles. a falta 
de um agrônomo para dar a orientaç:io 
técnica no plantio que serve como a base de 
sustento para todos do local. 
A solenidade teve inicio as l 0:U0 hs. 
na Escola Estadual Zumbi dos Palmares. e 
constou na programação a realização de um 
ato público. cerimónia religiosa. atividades 
culturais (com oito batizados de capoeira) e 
ainda um almoço aos participantes. 
Servidores do Previsul 
voltam ao trabalho 
O Governo de Mato 
Grosso do Sul. por meio 
da Secrataria de Fazenda. 
vai analisar a 
possibilidade de reduzir a 
base de cálculo do ICMS 
nas operações realizadas 
com combustíveis para o 
Sindicato dos Taxistas do 
Estado. A proposta foi 
apresentada na 
Assembléia Legislatia 
pelo deputado Flávio 
Kayatt. na sessão de 
terça-feira. 23. e depois 
de protocolada será 
enviada à Sefaz. 
Kayatt atendeu 
reivindicações da 
categoria. que foi 
beneficiada com a 
medida no çioverno 
anterior. quando vigorou 
por seis meses (de julho 
a dezembro de 98) um 
mesmo tempo. as 
necessidades de 
fortalecimento da receita 
e a disponibilidade dos 
convênio que asse11urava contribuintes. "Nossa 
isenção de 50% do economia precisa 
imposto. Os taxistas crescer. mas antes de 
garantem que dependem tudo é indispensável 
muito desse beneficio estimular os meios 
para que o Sindicato produtivos. que geram 
possa dar acesso e serviços e renda. 
condições de custeio mantendo um nível 
menor aos usuãriosde:.!,e mínimo de atividade 
tipo de transporte. econômica". disse Kayatt 
Na opinião do "Creio que o Go'C'erno 
parlamentar. o Estado terá sensibilidade para 
precisa usar ao máximo a solucionar esse desafio. 
sua criatividade para até porque o trabalhador 
encontrar soluções depende de incenti'os 
eficazes e equilibradas solides". 
que contemplem. ao

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Ninhe ao se dvd n tu, !to 
1 • O lflulo nrdc e coça: 
2 • Jnlcln-sc um pequeno lnclrnço. 
formnnclo bolh.:is írcqucntcmente 
dolorosns: 
3 • As bolhas rompem-se e Juntam-se 
ocnstorlilnrto ferida com ~cncçuo. 
Neste estiÍIIO, o vírus pode ser 
transmitido a outrns pessoas com 
ntult, fncllld1>1fe, 
-1. / ferldn ncn e aarn: formam-se 
cascas e ocorre o clcntrlznçiio. 
J ttJ k,(h.., fl 1puh:l l'IJ1 c<,nt Ir quenclél 
arável de individuo para individuo O viru 
p,,ch Infectar outras partes do corpo. se tocada 
111 ,., upo o u>1i> >I<> «1111 ,, kricl,1 lubl.il S, f>0r 
exemplo. após tocar a tenda do herpes labial, a 
'" ,,11,1 1o~r r,~ olho, pod,· provocM u1110 
intecçdo grave como a tormação de ulceras 
n.1 p11rh .. ' transparente do olho tcornea)_ 
t: 
fJur,1111c· .i 1nlccç;lo pcl1> hnpc, l,1b1JI. o 
l1<:110 e 11111 1111ror1,1111c 111cio <k IIJll1111\Jo do 
virus. Se uma pessoa infectada beija outr.1 
durante episódio de inlecdo, a transmissão 
to111o1-,c P""'"·I 1 ""lnt qui: gc1,il111c111c a, 
,11a11ç;" ,1dq111rc:111 .i p11mc1r,1 i11kc,;:o pdo 
ltcrpc, ,o wr h~rpd.1 pl'i,1 111Jc ou qu.ilqucr 
011tro1 pessoa que apresente a inlcc,;Jo 
(pr111up,il11rc111c· 111> ., 'c,1.1gio1. a ni.111,;a pode 
contrair o vinus. Assim, e necessário identificar 
corrctamcutc o hcrpc,. que con111mc11tc 
l<Htfund •• • com outr .. tr1Lm11d 1<ln 
uidado -Oscurd.ido,wm 
o herpes são importantes tanto para quem o 
1cm quanto p..ir,1 nutra, pc,so ~.afim de e, ll.ir 
.i tr,i11,m1,s.'10. Ao identificar infecção. lave 
Cmprc a, m~o,. ,1pos 1od-la. l':ilo toque seu, 
olho~. nJo bc1jc. r., 1tt: furar as bolhas e 
atrancar as crostas das feridas. 
esgenital 
( l hcqw~ 11,·n1tal I! ou1ro npo de inkcç..io 
Causada pelos vrus do herpes simples e e 
considerado dentre as doenças sexualmente 
transmtssiveis o de mais rap1do crescimento 
,,umc:rrn, llm numero consideravel de pessoas 
no brasil têm herpes genital e. a cada ano 
mu11os ltornens e mulher.:, il nwlorlu l'lllrc 1~ 
e 35 uno,. podcr,11> con1ru1r .:stu 1nkcç<io 
f.tt? ãssão 
, forma inicial de tran;,mls~:lo e utravc~ 
de rda,·;n ~cxual com pessoa que estcJa mm 
hcrrc, gcniial cm ativ1dadi:. is ma111ie1aç<ic~ 
S .l O 
111 
J 
1 
, lt r :J ._ Jl,t Í . 1111 < 1 r.t I rli C l' 5 O C 
r llt'Ct.:'nt poucos dias apo o contato sexual 
ln1c1 .. lmt>nlc l<• t11rn ir,1 ()1.< rr,r 1.,· ti ,11. kl r 
aumento de iinglios. Aravam-se por volta 
do tcrcc:in, d1.i. 1, rrn.inJ,,. •C h,tlh.i-, que l'. 
transformam em ulceras munto dolorosa A 
docnç.a agud.i poJe Jur r J,• 2 a 4 seman ' 
ipo, e,t,t rnmeir.i 1111<:c·çJo. <• h,rpc:, poJc 
rc.tparc,cr nos ór~•,:h" gc1111.i1'. 
Cuidados. o suspeitar de bcrp1:1 
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Fisioterapeuta 
. 	CREFITO 22.38S F 
COLVÊMOS: LI 'IMED. Tor SAÚDE 
3. aos7 
'1:19-1985 
:A.na. J(JaVJla !jittencourt 9be 
• Ciruq:"iã Deniista

Falta de transparência nos 
trabalhos da comissão 
mundial de barragens 
preocupa MAB 
lti::p1c-.cnt,U1tc•, do IAII • Mo,,11,wnto tio, 
Atingidos por Barragens e entidades ligadas ou 
preocupadas com o tema estiveram reunidos no 
1rl1imo rnés de fcvcrc,ro. crn llrir,i11:i. com 
membros da Comissão Mundial de Barragens. 
Criada ha cerca de um ano, a Comissão é 
formada por pessoas liadas à problemática dos 
impactos e benefícios causados pelas grandes 
bar ragcns. e é co111posta por 12 membro,. 
irL'>-11i,rcito.o M/11 !>Olicitou lllllJexpm,çJo 
dos trabalhos que a Comissão vem desenvolvendo 
e também apresentou questionamentos quanto a 
falta de tmnsp .. m:ncia cm ,ua., ações e ao nivel de 
i:omunicaçi1o no /rnérica Latina. 
A Comissão, por sua vez, alega ser a foltn 
de recursos a causa de todos esses prohkrna, e 
nuo obre 111~0 de seu carúter independente. n que 
a isenta de maiores explicações. 
Para Glen Switkcs. din:tor do IRN - 
lntemational Netwok (Rede Internacional de 
Rins). a rcuniào funcionou como pane de uma 
iniciativa para levantar debates a nÍ cl 
continental sobre barragens mas a atitude da 
Comissão de não responda aos 
questionamentos do MAl3 .: não responder as 
reais necessidades das comunidades atingidas. 
MS 
Criação da área de pro­ 
teção ambiental em 
Bonito, concilia 
preservação e uso 
adequado das potencia­ 
lidades no Município 
Bonito. cidade turistiea localizada a 257 
quilômetro, de Campo Cirande, tornuu-,c 
famosa por suas grutas pré-históricas. 
cachoeiras. com quedas de até 50 metros. lagoas. 
baias, nascentes, monumentos, stios 
arqucológicn,. folclnn:, e .,r11:,an.1to 
Seu potencial turbtrco em fase de 
expansão e desc11 olvimento tem garantido ao 
munidpio e a seus moradores o crescimento 
económico associado a geração de empregos. 
aumento de renda e o 111elhoramento da 
qualidade de vida da comunidade. 
Pesquisadores do Dcpart.1111ento de 
l lidn·1ulica e Transporte, do Centro de Ci~ncias 
Exatas e Tecnologias da UEMS - Universidade 
• federal dd,lato (irosso do Sul. preocupados com 
o equilibro desta evolução turística desenvolveram 
uma propo,1a de l'rcscn ação da Bacia do Rio 
hinno.,oem llomto.:,tr.lL's tltcn.iç.ioda AI'/ (An:J 
de Proteção Ambiental) e monitoramento de sua., 
úguas supcrlkiais e subtcrr,inea,. 
O Projeto 
A Bacia I lidrogr:ilica do Rio Formoso 
situa-,c na rccião ccntrn-sudue,te do E,tado de 
tlato Grosso .. do Sul. na margem esquerda do 
Rio Miranda. com :irca total aproximada de 
1.33-1 quilô111ctros quadrados e sua nascente 
constitui parte do ressurgimento do Rio l'crdido. 
Em dc-corrência da límpida e abund:incia 
de bicarhonato de cálcio em suas aguas. a ílacia 
do Rio Formoso s.: destaca pela presença de 
inúmeras fonnaçõcs de tufas calcinas (depósitos 
de carbonato de água doce. ainda cm formaçào. 
,om crescimento associado à atividade de algas e 
muscos) aó kml!o da drenaccm. 
O aumento acelerado da atividade turística 
cm íloni10. aliada à degradação das margens de 
seus nos. em grande parte desmatadas. coloca 
também em nsco as turascalc:irias e a continuidade 
do crescimentos destes dcposuo~. que constituem 
os principais alrativos turísticos de ílonito. 
Visando sua prcscn ação é que os 
pesquisadores Paulo CL~1r Boggiani. Jorge Gonda 
e Carlos Nobuyoslu Ide desenvolveram o projeto 
de criação de urna ,rea de l'm1cção Ambiental 
(AI' A l. com abrangência da 13acia do rio Formoso 
e da pane alia da Bacia do Rio Perdido. através da 
rcgulamcntaçilo das atividades ali presentes. 
jun1amcntc com o monitorJJ11ento da qualidade 
de suas :iguas superficiais e subterrâneas. 
Com o estabelecimento da APA. nas 
bacias dos rios Formoso e Perdido. e através da 
lbama envia à 
Presidente da Comissão de 
Processos Administrativos 
Disciplinares. O objetivo 
ê esclarecer o caso da 
exploração ilegal de 
madeira em Bodoquena 
O 113/MA - Instituto Brasileiro de Meio 
Ambiente e dos Recursos Naturais 
Renováveis. cm 13rasília. enviou :i tlato 
Grosso do ui o presidente da Comissão de 
Processos Administrativos Disciplinares. 
Petrônio Martins de Arruda Junior. 
O Instituto quer que sejam csclan.-cidas as 
denúncias de exploração ilegal de madeira no 
municipio de Bcxloqucn.1-cid.1de do intL'tÍordc Mato 
Grosso do Sul. E tarnlxm que Lysias Campanltl de 
Souza. superintendente do órg;o no fatado. comete 
crime funcional ao autorizar a exploração ilegal 
mediante expedição de autori.raçõcs ilegais. 
O proprietário da Fazenda Campo fundo 
de onde foi retirada a madeira. Ari Ricardo 
Brandão Delvallcs também foi ouvido pelo 
presidente da Comissão. A audiência acontL'CCU 
no último dia 18. no setor de fauna. na sede do 
• 113AM/ cm Campo Grande. 
+, 
Lixão e ferro velho se 
transformam cm uma 
comunidade com 1 JS 
familias indígenas 
e uma escola 
Em uma área de aproximadamente cio 
h<'Ll,trc,. onde .. ntc, c~t.1,,un 11:n li ao e 1 11 l,rro 
, dito. chegaram na madrugada do dr J 09 de junho 
de 1995, vinte familias de indos Ierena 
Liderados pela indiaEnir Ierena, nascida 
na aldea I mão Verde - localizada a I JIJ 
quilómetros de Campo Grande, na cidade de 
Aquidauana - e que veio para Campo arande 
corn apenas sete anos de id.tdc. 
Três dias depois já eram quarenta 
familias, acampadas em uma área que for doada 
para a l·una1 cm 1973. e que .ti<! cntjo n.1o t111h,1 
nenhuma benfeitoria. l oram trés anos de muita 
luta. sofrimento e riscos. O local não possui4 
nenhuma infra-estrutura e .,, l~nníha, eram 
obrigadas a viver em barracos de lona. com 
gambiarras de água e luz. sem coleta de lixo. 
Não bastando toda, a, dificuld:idc,. Fmr. 
que é da coordcnaçJo do 11 C - Com11~ dc 
Memória e Ciência Indigena (organização 
membro da Coalizão Rios Vivos). tambem 
,nfrcu discriminaçào por parte das litlcrança, 
indígenas. Eles a acusavam de estar tirando o, 
índios da aldeia e tra,.endo-os para enfrentarem 
dili,uldades 0J cidade. Hoje eles a querem de 
'olta para ajudar os que ficaram nJs aldeias. 
O trabalho começa a dar frutos ... 
Depois de muitos abJixo-ass1natlo,. 
passeatas e manifestações. cm 1997 começaram 
as negociações locais e nacionais. 
1
o final deste mesmo ano o então presidente 
da Fun:11. Suli,an Silvestre devolveu a ra ocupada 
pelos indigenas :i Prefeitura Municipal de Campo 
Gr.mck. com as SL-guintcs condições:• 4uc :t, família, 
indígenas fossem assentadas: que a situação do 
loteamento fosse n.-gubrir.ida e quc os mdios rudJ 
pagariam pela tcn-J e sim pela infra..:struturJ. 
Em 1998. Prefciturn de Campo Grande. 
através do Programa Habitar Brasil. conseguiu 
recursos do Govemo Federal para a con,truçào 
do loteamento. O projeto <lesem oh ido pela 
Prcrcitura possui umJ arquitetura especial. 
lembrando umJ oca cm alvenaria. Cada familia 
paga apenas pelo Kit construção. que foi parcelado 
cm 120 mes<.-s. Para Enir Tcrena. "o orgulho de 
hoje é fruto de muita luta e sofrimento". 
Reconhecida a nível nacionJI como o 
primeiro loteam.:nto indígena urbano do Pais. a 
comunidade recebeu também um escola 
municipJI. O cstabck-cimcnto de ensino que tem 
capacidade para -170 alunos. atendcr:i nos 
períodos matutino e ,·cspenino aos alunos de 1' 
a -1' séries do ensino fundamental. 
Enir. que também é Coordenadora de 
assuntos indígenas do município. dia que "as 
 .,, i 
Projeto Ler: 
e pres rvaç o 
mbient 
ção 
do Mio 
p, menos d 
em e mpa­ 
Sem Tcrr. 
lt. .r .. , 	.th.n1U,, 
nento lo adade da 
. .,. 1,1 f Ul m .o 
1 , n •~•, 1 1f rt,rJ.1 
inuatrva de ad&micos interdisciplinares das 
t'niverdades lederal de Mato Groo do Sul. 
atóhea Dom Do o·UMD! RP-{Universidade 
para o Desenvolvimento da Região do Pantanal, 
em patena com a ( l • I Rural- Cn.un IJr::i:J do, 
Trabalhadores. O projeto é composto por d ts 
prnepars fases o ptoco de alfabetizas,do e o 
lllLCllll n à kmtr .1. e J,1 u,111.J n•mo um , hihh, cc..1 
com mais de mil volumes As aulas serão 
ministradas por I$ academuos e o método que 
sera uthzado foi desenvolvido pelo Padre 
Orn.rldo Scolli • Pn>-Rcitor Je Lxtensão da 
'niversdade Católica Dom Doso. 
Para as mulheres serão oferecidos cursos 
pr.iticos n.1 atea domestica e para os homens 
cursos sobre cooperativismo, associativismo, 
técnicas de manejo aropeeuario e ecologia. 
Segundo o académico do curso de 
Comunicação Social-Jornal mo d,1 l 'F;-.IS. 
Fernando Marcelino, um dos coordenadores do 
projeto, ainda faltam ser definidos alguns pomos 
como o caráter de atuação (formal ou informal) e 
o primeiros acampamentos a serem beneficiados. 
Conselho Municipal de 
Meio Ambiente quer 
explicações da Secretária 
Estadual de Meio Ambiente 
sobre 21 realização de 
eventos no Parque das 
Nações Indígenas 
O Conselho Municipal de Meio Ambiente 
solicitou a Secretara Estadual de :-.1t:io /mbienk 
que sejam esclarecidos quais os critirios 
estabelecidos para autorizar a realização de eventos 
no Parque das Nações Indigenas. 
A preocupaç:1o gir..t cm lllmo tios impacto, 
causados ao Parque em funçJo do grande número 
de pessoas que cnrnpan.-ccr.un ness<.'!> e, cotos ~ 
também com a poluição sonora causada pelo som 
alto. colocando cm risco os .lllimais que vi,cm na 
reserva florestal do l'arqut: dos Po<lcn.-s e ainda 
trazendo tr .. Jbtomos aos morJdores da n:gi:io. 
Os esclarecimentos foram prestados ao 
C;-lllA durante rcundo ordin.iria que aconteceu 
no último dia 18 de fevereiro. Na pauta da reunião 
também cst:io a apro, ação da Agenda Ambienml 
do Cl'v!MA par.1 1999 e a indicação de Entid::ides 
Órgãos e nomes de conselheiros para compor a., 
Câmaras T.:cnicas do C1:VIA <J9. 
A 
1 :	8	)	'	1 3 l . 
veículo 
ELzger 
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AOS 00§§0§ eu os 
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P,h!.i,rn - 08 
B Yai liberar RS 25 
milhões para safra 
Recursos serfío destinados uo plantio de lavouras de milho 
safrin/w, trigo e demais culturas de inverno em MS 
O ll.inw do ll1,hil ,unc- 
1,1,1111>.r.ir I{ :'i 1111ll11'>.:, p.,r,, 
Llhtcio da salta de inverno c 
alinha em lato orosso do 
Sul 0 volume de recursos e 
superior ao disponibilizado na 
,.ti,,, Jl•"'·"l.1. l(I!' l't>i de lt 
1$ milhões No Brasil estão 
,cndn liberados R 200 111i­ 
lhes pat ,1 o pré-custeio das 
Ll'lltll,I de 111,11111. /, i1i-,• 
truoes normativas pata o 
custeio da salta de inverno e 
,,li, inh,1. j.'1 c11co11tr,11n-,c di,­ 
pn111 ei, na, agfnci,,~ Ju IJB. 
O a11ú11cio foi feito pelo dm.:­ 
wr de Crédito Aricola dn 1113. 
Rt ardo /h e, Lia Cn11cciçfüi. 
l· k c,te e n.1 C.1pital 
p.tr,1 particip.,r d,1.i.,s111,1tur.1 de 
um pmlocolo de intençüc, cum 
o go'cm:u.Jor José Orc,riu dos 
Santos. Desde o ano passado 
que o 1113 p.1,suu a opcr.tr a 
w aez. 'T llet er 'ieza «listri 
reursos «lo E 
Hr.isili,1 - /o come111:1r o 
prejeto que autoriza o [Manco 
i'!.11.:inn;tl <lc Dc'>cn, oh im1.:nto 
1 (Onúmico e Social a (lllHrat.lr 
cunt.1 d11 (111c1110. Segundo 
Conceção o encontro teve 
tambem po ohJCllll dit.:tllir a 
ltnh,1 de 11.1b.1IIH1 do Banco e 
ações voltadas parta o investi­ 
mento de 1 1 '>. 
"Assumimos o papel de 
h, ,tçu 1i11.1ncc1rn do Governo. 
e agora vtemos reafirmar a in­ 
tcnç,1u de apoiar o desenvol i- 
111cn1<1 do l·,1,1do". dc,tncou. 
nJSTl•:IO 
l.1111 do, ponto, mab im­ 
portante, da , euni:10 com o 
gm ern,1dor fot o anúncio dos 
recursos de R$ 25 milhões para 
a safra de 11ncrno e safrinha 
nc,te ano. O 111l adiantou este 
ano a lihcr,1çJo da vaba de 
custeio, visando facilitar o 
inicio do plantio de culturas 
como o milho safrinha e tri­ 
go. que ter: grande apoio para 
expansão do llinistcrio da 
empréstimos no valor de até 
l 1S 1.1 hilhào junto ao ll.111rn 
lntcramcric:ino de Dc,elloh t· 
mcnto (ülD). n Senador Rame, 
'ebet (P:',1DB-~IS) protcstllu 
contra a fonn:1 como são distri- 
buido, os financiamentos do 
ll:S:DE •. Elcalinnnuqucomai­ 
r o lume dos recursos ê <lL'!'lti- 
ado ás regiões Sul e Sudoeste. 
ão endo aplicado quase nada no 
ordeste, Norte e Cc111n>-Oc,1e. 
- No vou  tar mJis ne­ 
nhum pedido de empré,t:1110 
agroindústrias capaL de a pro, ei­ 
t:tr a matéria-pnma prod11Lid:1 
110, municipios. Dessa forma, 
dis;e. a produção é exponada 
para biado, mats avançados in­ 
du,1rialmcn1e. que fazem o 
beneficiamento e dcscm oh cm 
o produto industrializado 
Falando como urn dos re­ 
presentantes da região Sudoes­ 
te. o Senador Eduardo Suplic) 
(PT-SI') concordou que têm si­ 
dos mais recursos para J sua rc• 
giiio do que para as demais. Ele 
comentou que. cm nome de uma 
melhor distribuição de renda. 
de, ena ha, er um esforço par-J 
rcdu,ir este descquilibrio. 
Resende qLler que Procurador aponte quem lesou o Estado 
desse tipo. a não ser que o 
llNDl·.S apresente 11111 programa 
explicando detalhadamente 
onde o d1nheir,> scr:i aplicado. 
lnfdi,mcnh:. C'.')CS financiJ­ 
mcnlns hoje não beneficiam a, 
pequenas comunidades e os cs­ 
tado, 111:ii, neccssitndos. quer 
prcci,am modc:rni,ar ~cu ~istc­ 
ma produtivo - reclamu Tcbct. 
Apc,:tr ,.k criticar a m:i 
Ji,1rih11içào d,,, fin,tnciamento, 
pelo IINDES. l cbct concordou 
c • apnl aç;io <lt1 cmpn.!stí- 
Arnrnlt111.1 nc,tc .1110 .1µrlco­ 
la "/ntcdp,11110, o linancu­ 
mento para o plantio de trio 
e milho ,,ilrntha neste .1110. 
aumentando inclusive o vo­ 
l11111c de recurso,". f'r1,011 o 
diretor do ll.111co. 
l:lc kmhrou que alinhJ 
de custeio para a safra de mn­ 
Clllo tel,IJllíOSdC X.75"o p,tr.t 
gr,1ndc, produtores e 5. 75 p.tr.1 
pcqu,·rw, pmdutorc,. 
Na salta de verão o Ban­ 
co do Brasil dispomibilzou um 
total de lt, 170 mtlhtk,. e ne,­ 
tc ,mo o 1111>11t11111e podera che­ 
gar ,1 ltS :!,O mtlhiie,. 
FCO 
l) 1 1111d,, t ·on,111uc1011.tl 
Lio Centro-Oeste (FCO) ialll· 
bem íot d1,c111ido na reunião 
entre Ricardo Concciçào e 
7eca do I' r , linha de credito 
para in, cstimentos ter-.í neste 
n Observou que e importante 
,:rnco Ji:-.por th:: rcCUP,)O!I para 
Jplicar no Programa Global de 
l· in:mci.11nento l-.1ul1isse1orial. 
as demais nações. 
O Senador citou a eperi­ 
éncia do seu l ,ta<lo. que.· n~n 
di,plle <.h: númcro ~uticicntc dc 
Minisll·rio Público terá de explicar destino dado ao relatório da CPI do Previsul 
encaminhado pela Assembléia Legislativa há dois anos 
O dcpu1ad,, e 1.,uual Geral­ 
do Rc,cnde. lider do Pps na A,­ 
sembléia, deseja saber, realmen­ 
tc. quem k,ou o p.11nmlnin do, 
Estado no governo passado, on­ 
forme as denuncias apuradas du­ 
ante os trabalhos de investigai0 
da PI do Prevsul 
l:.k 4l1cr 4u.' o Pnxur.u.ior 
eral de Justiça do Estado, Carlos 
Bobadilha Garcia. compareça à 
Casa para esclarecer qual o des­ 
fecho final sobre as acusações de 
desvio de dinheiro publico do Is­ 
ttuto de Previdência oral de 
Mato Grosso do ul (Previsul). 
contorme relatório da comissão 
.'ll 1.1d.1 ;n, ur~Jo hl Joi:-. i.!110 
O que mais intriga o depu­ 
tado é que, ao longo desse perio­ 
do, nada de concn:to foi c,cl.:m:­ 
cido, apesar das graves acusações 
feitas contra os diretor do ins­ 
titull..l. J. <'.·po :i H.cwndc ,e di1 
interessado no caso para saber se 
h.i. na, crd,tdc. culpados pela fa. 
lência do instituto previdenciário 
Ele deseja saber ainda que 
fim levou o destino das investi­ 
gabes sobre desvio de tcurso 
da Secretaria de Estado de Fdu­ 
caça e se o Mmister Publico 
Ele lembrou que durante sua 
, id.1 p,1blic:1 ,emprc tem ddi:n­ 
dido a necessidade de o Pais in- 
vestir em rrograma, voltado!-. 
para o setor produtivo. 
Na opinião dele. vestin­ 
do no setor produtivo, o Pais tera 
cnndiçôc, tlc abastecer o mt!'r­ 
cado inti:rno e exportar t.l c,cc­ 
dente. redu1i11do o dc,cquilibrio 
da balança comercial Sem tn· 
tem algum processo em anda­ 
mento com rctnç.lo a c:,,"ic ca,o 
De acordo com as acusações 
frita, pdo cnt.lo titubr d .. pas­ 
ta, Aleio Paraguassu Neto, fo­ 
tam desviados em torno de R 
100 1nilhõc, do setor no gover­ 
lH) \'1bun ;l:irt111,. 
e for mesmo con ocado. 
onforme requerimento apresen­ 
tado por Rc,cndc. na ,e, ão da 
última quarta-fcirn. B,,badillrn 
terá de c~plicnr aos parl:1111cnta­ 
tes se houve alguma iniciativa 
Jud1ci.1l contra o, :.icu-.:1dos ncS!tl." 
c:iso ..:- ~..:- o l·1ini tério Público n: - 
ponsablizou alguma autoridade 
pelo n.lc, ri:p. ;;,.:1Jo :!O ins1itutú 
prc, idcnc ifmo. 
O líder do PP nílo nchn 
justo que a situação do Previsul 
continue- a 1111.!',::.ma depois dl." !>én­ 
os indicios de desvio de condutas 
de altas autoridades publicas do 
E-,1:1do. ~cgundo ele. o, funcio­ 
nirio:, cont111l1J.m ~t..·m :l sistência 
c :-.c:m n.:.ccbl."r os ~,Lino~ i:0ll'to 
d" c.'1ÍJm. mclumdo o decmo ter­ 
ceiro sal1rio, o que motivou a pri­ 
me ir., gr.l e no atual governo 
" :,1lu'. .rn 1üo e: dít'.:rc11• 
te em relação a crntC"nJ de pro- 
vestimentos, completou,o Bra­ 
sil a<la  e, mais, l'. ... ua m<lll!-1- 
lria licar defasada com relação 
jJtO 1c1:ur--<1 dl! ll ')() milhõc, 
cm M,,tu Gro..-o do Sul. Jlc!m 
dos R 'ii 30 milht)t:s que sobra­ 
r,1111 du cn:dito cm 1991!. 
O llll pretende estimu­ 
lar os projetos du f·CO. que 
teve 111udilicações nu fin:tl do 
ano passado como a rnud,tn· 
a na ta,a de juros que cr,1 
indcx,,d., pl'l,1 1 JLP e agora 
Pª"ª ,1 ser medida pelo l(,p. 
1)1 mai, juro, lixo, de 8%. 
Além disso. a ;li' permitiu a 
renegociação das dividas an­ 
tiga, do FCO. Contudo. p.ira 
ampliar o, in'cstimentos. os 
prnL1111orcs rur,1is pedem al­ 
guma, mudanças no rebate <' 
o desconto da tahlita. O Ban­ 
co devera iniciar em 30 dia, 
reuniões 110 intcnor do Esta­ 
do reuniiic, no inkrior dn 
Estado para discutir o FCO 
mm os produtores. (C.E) 
fissionas da arca de ,audc. 
hu:,pitai.., e l:ibor::itóru,, 
C011Cl1i:H.hl', COlll U ôrgào", 
queia se o deputado. 
Distorções- Entre as 
di,türç,)c, c11..:,ntr.1d;l-. p...:l:l CPI 
do Previsl esta a constatação de 
casos de supertaturamento na 
cort-.trrn;:m da, ca~:i, dc:-,t111ad:1:, 
30, ~i:n idorl." .... ,-lém di,so. a Ui­ 
n .. ,·i10 do órgão também cnn:,truiu 
o dobro de unidades habitacionais 
para bcndici:1r pcs oas que nada 
tinham a , cr cnm o sei" i o pll­ 
hlico. como hu o ca.,o do murn­ 
cipio de Pont;i PorJ. Li.~ foram 
cdi!icadJ, 600 casas em 1982. 
embora o numero de servidores 
era apenas 3O0 
No período de t 984 n 
1986. hou, e, cnd:i de imóveis 
para Sl.'í idon.:s com :1crP.! ci­ 
rno de 100% no ,alar de cu:.­ 
to da construção, Indicando 
quc o cncli, 1J.1111cnto da cnr- 
1cirn in1obilt.1ri.1 fni :11nplindo 
em razão dessa politica - a do 
"lucro íín:in ·caro e n:io do lu­ 
cro social' 
De acordo com levanta­ 
mcnlo feito pela comissão, o 
Previsul arrecada mensalmente 
i:::::i 
do, mutuários RS 90.667.67. re­ 
lati, os ao pagamento das presta­ 
~1k,. sendo que é obrigado a pa­ 
ar a CEF um valor de RS 
325.668.41.0 que rcprc,cn1a um 
dCficit mcn,al de mais de RS :!35 
mil para cobrir o financiamento 
do, t11hnci:,. 
Const:itou-se nind:i que um 
do, t':uorcs que lc, nr.un o org.:i> 
a esse estado de caos financeiro. 
foi o rC:ebimcnto de imó, eis ao 
invés de dinhdro. na maioria d:i~ 
,c,c~ c111 valores :ibai.,o do que 
tinhn direito. 011 ,cja. o T c·ouro 
alcgav3 qul." n:1o tinha recursos 
para quitar sua divida e pagava 
com parte de seu patrimônio. 
Entri: o imóveis recebi­ 
dos como pagamento estão 1 J 
hccinrcs do Clube dos a,,. 
dores. localizado no Parque 
do, Podéres. 12.362 hcciarcs 
da :irca do Qunncl da Pl-.t. no 
J:tr lim do; Estados. 9 ApartJ· 
mcntos no Residencial B:111- 
ckirantcs. 1.2 hectare em 
Apare ida do Taboado, +.. , 
hectares em Maracaju, I0 lo­ 
tc, cm 1drnl:mdia e 14 7 hec­ 
tares da Fa.zcnd3 Buritiz=il cm 
Aquidauana. (A.1.P) 
Pagamentos de Abono e 
Rendimentos do PASEP e 
PIS estão sendo realizados 
•'º ull11110 dia 22/09 te inti o paramento de 
abono salarial e rendimentos relativos ao exercício h 
99. à participantes do Programa de Formaço do 
Patrimônio do Servidor Publico - PASIP' e dn l'ro r:
111
1.
1 
de lntq•rJçjo octal • PI. 
1 era dirc11l> JO abono anual. correspondente •
1 
O 1 
~ .i Ia ri o m 1111 rn o. o p. rt i e lf' J n 1 e que ,1 te n d,, 
concomitantemente as seguintes condições. 
1 - Estar cadastrado ha pelo menos cinco anos (até 3101/94). 
'.! • 1-:nha ganho no ano-base 1997 (soma das 
rcmuncr .içck, aufcridJs cm um,1 ou mais entidades) uma 
média mensal de até dois s.il:lrio, m1nimos: 
3 . 1 cr tr,1b.1lhado pelo meno 30 dias e ter sido com:t.irncnlc 
informado na RAIS - Rclaç:lo 1nu ri de Informações Sociais. 
Caso as crnprc:is nJo tcnh.1rn entrqwc J RAIS em 
tempo h:hil ou necessitem efetuar correção das informações 
de seus servidores. deverá encaminhar à Dclei_!JCiJ Regional 
cio lr..tbalho um.1 nova R/IS. impn:tt"rlclrnentc Jté o dia 
31/12198. a lim de que o abono salarial seja disponibilizado 
aos participantes dct<'ntores do direito :t cs,c beneficio. Veja 
na, tabelas abaixo. os cronograma, de paga,m:ntos elo 
PJSEP e l'IS (Rendimentos e Abono Salarial). referentes 
ao exercício 9ll/<J9: 
.. Nas Agências 
co do Brasil 
FI /L DE I SCRIÇÃO 
O ou 1 
2 ou 3 
4 ou 5 
6 ou 7 
8 ou 9 
Final dos Pagamentos: 
INÍCIO 
22/09/98 
l-t/10/98 
11/11/98 
16/12/98 
15/01/99 
30/0-t/99 
Condições que permitem o 
saque total da Conta P ASEP 
• Aposentadoria 
• ln'alidcz permanente 
• Reforma .lilitar ou 
lntnsfcrência para 
rescrYa rcmuncr:1da 
• C:inccr (Ncoplasia 
Maligna) do lilular ou 
de seus dcpendcnlcs 
• Porlador do Vírus 
Ili' (AIDS) 
• Amparo social ao idoso, 
concedido pelo INSS, espécie 
Nº 88 • Lei 8.7.U/93 
• Amparo assisrencial a 
portadores de deficiência, 
concedido pelo INSS. espécie 
nº 87 • Lei 8.7.H/93 
• Falecimento 
Programa de Integração Social - PIS 
1 - Nas Agências da CEF - 
._~~C.aJxa.lconômica Federal 
' . . 
a partir de: 
JULHO OI a 15 
16 :i 31 
22/09/98 
29/09/98 
AGOSTO OI a 15 
16 a 31 
30/04/99 
14/10/98 
20/10/98 
SETEMBRO 01 a 15 
16a 30 
22/10/98 
27/10/98 
30/04/99 
O T BRO 01 a 15 
16 a 30 
29/10/98 
17/11/98 
30/04/99 
NOVEMBR OI a 15 
16 a 30 
19/11/98 
24/11/98 
30/04/99 
DEZEilBRO OI a 15 
16 a 31 
27/11/98 
15/12/98 
30/04/99 
JA EIRO OI a 15 
16 a 31 
17/12/98 
22/12/98 
30/04/99 
FEVEREIR OI a 15 
16 a 29 
14/01/99 
19/01/99 
30/04/99 
MARÇO 01 a 15 
16 a 31 
21/01/99 
26/01/99 
30/04/99 
ABRIL OI a 15 
26 a 31 
30/04/99 
MAlO 01 a 15 
16 a 31 
28/01/99 
18/02/99 
30/04/99 
JUNHO 
23/02/99 
16/03/99 
30/04/99 
01 a IS 
16 a 30 
18/03/99 
23/03/99 
30/04199 
....

Jornal 'Trihuna d Fronteira - Diário Hetional 
Portadores de Deficiências de Anto io 
são beneficiados com casas popular s 
,.,, 
RAIws o "Gct" 
Lqislrivo M Crise 
O Presidente da :imJr.1 Municipal 
de Antonio Jojo, Er.1ldo Gr.1ci.1110, nlo 
sabe o que fazer rn.,is. A CJs.1 ele Lei cst.Í 
numa sit11Jç:io prcc.íria. "Ternos tantas 
coisas para arrumar, fossa sanitária 
desmoronando, rachaduras pelos cantos, falta 
dar uma pintura geral e salários atrasados". 
MoroAsA 
Duas jovens pegaram uma motocicleta 
que pos ui duas asas e foram dar umas voltas 
na cidade e acab.1ram sendo arr.is1ad.1s pela 
motoasa, porque ultrapassaram 2Ckm/h, 
imaginem a Maninha e., Elis.1ndra fr.111cci a 
60km/h? Que queda!! 
AMi,os pARA SEMpE 
Em uma conversa com uma am,ga, 
da me contou que outra pessoa disse à ela 
que vai embora para outra cidade. Mas na 
minha opinião se for a pessoa que estou 
pensando, dou um conselho: não arrede o 
pé de nossa cidade. Por que aqui temos 
amigos para sempre. 
PenqUNIARAM, Aí vAi 
Me perguntaram quem está na 
oposição na Câmara. Bom, pelo que estou 
sabendo se uniram para trabalhar: Leony 
Ferreira do ascimento, Wilsinho 
Gonçalves, Jamir Fuchs, Selso Loz..rno, 
Osvaldir unes (Dico). E o Presidente 
Eraldo Graciano teria ao seu bdo Joloz.inho 
Franco e o Sérgio Mohr. esse caso o 
V credor M:íurio Pereira estaria sozinho. 
TROCA TROCA 
Os associados compan:ccram das 13 às 17 
horas para 'Otar e elegaram por maioria simples a 
chapa de Eberson Moreira 
A posse da nova Diretoria está marcada 
para esta semana. oportunidade que Nery 
Augustu de M:ntos Ancel estará entregando o 
cargo ao seu sucessor. Além de Eberson 
Moreira. compõem a nova Diretoria os 
produtores Arlindo Floriano Acosta 
(Secretário): Benedito Barbosa (2° Secretário) 
César Soares Filho (Tesoureiro): Luis Antonio 
Santos. José Carlos da Silva e Lourenço Vieira 
(Conselheiros Fiscais). Astrogildo Lima, 
Osvaldo Figuein.-do e José Bonifácio Zanchet 
('uplentes). 	Paulo Rocaro 
i--------~------ ........ -------------!" ....... __ ...;_ y 
Segundo comentários pela cidade, 
a Boate Studio 2009, estaria de novo 
proprietário novamente. e for 
realidade tomara que o novo 
proprietário faça do lugar um point!!! 
AVEIRO AURUALT1PS 
21/02 
23/02 
23/02 
25/02 
29/02 
Jacquellne A. e Silva 
Nelga 
lzan 
Adelar Kuhn (Nenl) 
Rosely Maria Ortega 
Geraldo Ferreira (Geg) 
Os portadores de 
dcficlC'nclclS físiccls serão 
beneficiados com tr·s casas 
populares no sorteio que toi 
realizado no último domingo no 
Ginásio d • Esportes J0o Frir • 
d· Oliveira. cm Antonio Joêlo. o 
sorteio foi feito pela Prefeitura 
Municipal e pelo CDI IU. 
os deficientes participam do 
sorteio !raças a Lei 622/97, de 
autoria cio Vereador Leony 
Ferreira do Nascimento. que 
prevê a reserva ele 10% das 
unidades dos conjuntos 
habitacionais construídos cm 
regime ele mutir{lo à famílias que 
tenham portadores etc deficiência 
de qualqur Iipo. de cndo '>n 
adaptadas aos seus usuários. 
o Vereador justificou a Lei 
tcnclo em vista as dificuldades 
financeiras que as familias dos 
portadores de deficiência 
enfrentam na ompra de 
medicamentos. o fato de que 
rnulrns não possuern C'é.l!'>é.l 
própria, tendo que pa{ar aluguel. 
com a conccssC:10 elo 
benefício. além de serem 
ajuclaclas flné.lncciramcnte. nC:io 
precisarão ficar mudando de 
residência e terão casas 
aclaptadas às suas necessidades 
físicas. 
(Geraldo r-errciraJ 
Câmara Municipal de Ant 
João começa os Trabalh 
A abertura cio ano Legislativo 
ele 1ntonio Jo[10 tmnscorreu num 
clima bastante tranquilo. / 
Cé)mara Municipal retomou. no 
úlIimo dia 22. os Trallalhos 
L.egisaltivos para o terceiro 
periodo da atual Legislatura. 
Várias autoridades. 
secretários Municipais, lideranças 
ele classe e comunitárias 
participaram. O Prefeito Dácia 
Queiroz Silva (PMDB) fez um 
discurso concilíaclor e a maioria 
cios Veraclores clíscursaram. 
O que mais chamou a atenção 
cio plenário foi o pronunciamento 
do Vereador Leony Ferreira do 
na cimento. que falou da 
importância do projeto que cria a 
Tribuna Livre na Cúmara Municipal 
e pediu apoio a todos os colegas 
para aprová-lo. Falou também a 
respeiI0 da emenda 19. que trata 
ela regulamentação dos salários 
cios Governadores. Deputados. 
secretários. Prefeitos, Vicc­ 
Prc(eitos. Vereadores e Diretores. 
Pequenos produtores de tomate e 
granjeiros se reuniram cm assembléia geral 
extraordinária na tarde do último dia 25. na sede 
da EMPAER e elegeram a nova Diretoria da 
Associação dos Hortifrutigranjeiros de Antonio 
João, para o biênio 1999noo 1. Duas chapas 
foram inscritas: uma encabeçada pelo Produtor 
Ebcrson Rodrigues Moreira. o Tico e outra por 
João ilva de ouz.a. o João Bala. 
O Diretor-Secretário do Sindicato Rural 
de Antonio João, Eng. Paulo Márcio Vieira 
da Silva, Ramào dos Reis Pereira e Rosãngela 
Siqueira da Rosa Silva. membros da 
Comissão Eleitoral, coordenaram os 
trabalhos. que trancorreram sem incidentes. 
que dcvc:rn !->cr enquddrados de 
acordo com a realidade da rcceila 
cio :--1urncipio Geraldo Ferreira 
Tomateiros de An 
elegeram nova 
PRODUTOS 
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EM GERAL 
Temos 
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Produto Americano 
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'1Ã1 'S>,pMUtO 
~~- - ,•,_ :'" .. ~ -¼ác-- - - - 
lodo 
~ ,'./11 ,1'111 li~ 1 
a coluna registra 
o aniversário de uma 
bonita jardinense que atua 
em Sr1o Palo, mostrando 
que a mulher sul­ 
matogrossense além de 
beleza tem muito 
tale1110 à mostrar. 
l'wri's.rn Ajula, 
<'StrJio idade nova neste 
dia 07 de mw·ro. 
Nestl! espaço a 
coluna ressalta que 
o ,ínico objetivo da foto de 
Va11esso Aja/o é registrar 
o a11ivcrsário do cwrtom. 
Também está 
nesta semana, 
os co111C'11târios e fotus de: 
Mateus Rocha, Thiago 
Lacerda, Thierry Figut'Íra, 
jovens atores globais. 
A inda a foto do bispo Erlir 
Macedo com wn artigo 
com sua direção. 
lr,vestimeoto 
da Record 
Neste mês de mar­ 
ço a Rede Record esta­ 
rá com um novo segmen­ 
to televisivo com o pro­ 
pósito de elevar o indice 
de audiência. 
A emissora tenta 
atrair o público com os 
animadores dos domin­ 
gos das suas duas mai­ 
ores concorrentes, quer 
contratar Fausto Silva 
/:NESSA A.JALLA, ilw,tra :t rnlun:1 e ,·,1n·:1ra ""' :t 
idade neste din 07 de marco. Desejamos felicidades e 
,uccsso, co111 muito destaque. Foto: Bolar Porto 
(Globo) e o Guqu (SBT). 
Assessores da alt;J 
direção c:ia lqr·cja Univer·­ 
sal do Reino oe Deus. 
que adminrstra a 
Record, revelam que o 
bispo Edir Macedo está 
t:mpenhado na 
contratação de Faustão 
ou do Guqu e rn5truiu 
seus funcionários a não 
discutrrem preço desoe 
que levassem um do,; 
animadores para sua 
emissora. 
Tran 
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I' .1 
<-----' 1r 
EDIR ACEDO.N 
pe.uoa/111t!11te t!.,tu t!lnpt!- j 
11/tado 1111 co11rrat11çrio tio [I 
Faustão ou Gugu J 
----=-====- --=- ---- 
Os don,ir,gos Gu,,. 
Ford, durante 
O!; rJ'lrn,n,~".l.,, o ,;,,, tooo 
,:-,t,í com a proorama 
ça basa0a apena em 
1e6renho h mio9ora 
pretende atingir o públi- 
n e 010 ,u,oo ,rn•,, pro· 
3ramação de auditório 
TIILGO LCEIW, 
o nore 
cr; J 1>t.:,: 1o C' r'?'I '10✓' r­ 
trabs'ho ra carre ra t 
'anam um CD 
... Mau Fa a a 
Thiago 
Laccrd:1 (o 
11cent<:) <: 
J u 1 1 J n ., 
Silve1 r., < :i 
Dagmar am­ 
hos no cknc<1 
da novela "Pe­ 
ca<ln C:,pit:tl". 
estão apaixo­ 
nado, e com 
sérias inten­ 
,;iks p.,r .1 o IÜ· 
turo. 
;IATEl'S ROC'IIA 
ovos Cs 
1 j,:, / I 
,rr de rir 
TIIIF.IWY Fl(;t EIRA 
Thicrr) Fii,:ucira. c um <lo, nome, 
confirmados para entrar na próxima nove­ 
la das 6, nu (ilnh<•. que ,uhstituid Pecado 
Capital em meados de thril 
;!ateu, Rocha lo [..:o). de Suave Ve­ 
neno se dedica a carreira musical. Ele e o, 
demais componente, da band:i 
"Infinitissimo" querem gr:i, Jr um disc,> 
ainda neste :inu. 
dedee etetudices ue 
lic! Grosso do u! 
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