- 
Porto Murtinho 
[laia v,.,,a 
Jardim 
ntonlo J04o 
• 0unllo 
Guia Lope (1 Lnguna 
tio aque 
Caracol 
- 
Conclusão do asfalto Guia Lopes 
da Laguna/Bonito é inadiável 
Em expediente ao Secretario de 
lnl'r.1c,1rn1111,1 e Ohr.1, Públicas, Pedro leruel, 
com cópia ao diretor-geral do Dersul. Luis 
L.andes Pereira, o Deputado Flávio Kayatt 
reforçou a cobrança de Iodas as lideranças 
municipais, empresários e politicos para que 
seja imediatamente concluida a pavimentação 
,1,ffüica da 1IS-JX2. no 1rccho Guia Lopes 
da l .aguna-llonitn. 
Faltam apena, L3km para capacitar esse 
que é um dos mais importantes corredores da 
crnnomia csladual, onde r.:pou,.1111 as 
expectativas de produtores ruas e cmpr.: ·.irios 
ela agroindústria c. principalme111c, cio turismo, 
jti que a rcgiào ~ atualmente uma das mais 
,1trucntes para visitantes do Pais e do exterior. 
O custo de 
domar o dragão 
O pacote linha-dura do governo vai 
provocar 11111is desemprego e reces.11i11 
pum evitar o pior dos males: a i11jlaç1i11 
atuantes 
crn Porto !ilurtinho 
Iulhcrc 
e topa! d 
reada pelo dia 
I 
} 
,_Y 
~) 
Presidente da Republica Fernando Henrique 
Definiu-se na semana passada a estratégia do 
governo para enfrentar a crise. Quase cm silêncio. 
foi montado um no, o plano nntiinílasando da hora. 
Desde o dia 13 de janeiro, quando o go,cmo 
denou o cimbio flutuar, a economia brasileira ficou à 
dera Evaporou da noite para o dia a c:.-m,tur.i basc.1da 
nn quase paridade da moeda brasileira com o dó!Jr. 
foi ela. a iincor.i cambial, que nos últimos quatro anos 
e meio manteve a inflação domada e pcnnitiu que o, 
hr.i,ilciro· c~pcrimcnlasscm alguns do confonos do 
Primeiro Mundo: estabilidade monetária, imponaçõ,:s 
1 ara modemizar a indústria e fonnar o estoque dns 
1,,ja,. N..:s e sentido. pocbsc dizer que o l'lano Rcnl 
acabou no dia cm que Gustavo Franco limpou as 
g:lct:15 no 8Jnco Central e seu sucessor liberou o 
cãmbio. llcpor1agcm compktn nu Págin~t•OJ 
PASTELADA 
A ccrclllria Municipal de Promoção 
Social COM NICA que estará promovendo 
no próximo dia 14/03. uma deliciosa 
pastelada. para a aquisição de uma cndcina 
de rodas. er.i no prédio da ASPUB, a panir 
das 09:00 horas até às 17:00 horas. 
Preço: 04 pastéis por RS 1,00. 
Aceitamos encomenda e fnzcmos 
entrega. fobr com a Sra. Consuelo. De hoje 
(quarta-feira) até sexta-feira as encomendas 
poder:lo ser fci1as pelo r-o E: 439-1364. 
....J 
Ponta Poril/Maracaju/ 
Guia Lopes ela Laguna 
O Dcrutado Flrh iu Kaynll esta 
insistindo junto à Secretaria de 
l11fraes1rutura e Obras Públicas pela 
pavimentação asfaltica e recapeamento da 
MS-164, que liga Ponta Porà e Maracaju. 
com acesso à Guia Lopes da Laguna. entre 
as fazendas Guanandi e Vista Alegre. O 
trecho é um opç.io cstr.itégica de 
interligação desses Municipios com a 
Rodovia BR-26 7. 
Kaya11 justifica a reivindicação 
salientando que são péssimas as condições 
de tráfego nos 51 km dessa Rodovia que 
ainda estão sem asfalto. acumulando 
incontú, eis prejuízos sociais e econômicos. 
sobretudo aos produtores. Para o 
parlamenrnr. essa deficiência viária 
inviabiliza o escoamento da safra nessa 
região. "Com o asfalto, o transporh: de 
cargas será mais seguro. assim como o setor 
Alunos agradecem ao Prefeito e a 
Secretária Municipal de Educação 
Em carta enviada à redação esta semana. 
os alunos do 1° Ano da Faculdade de Ponta Por:1. 
que residem cm ílela Vista, fazem um 
agradecimento ao Prefe110 Municipal José 
Garibaldi e à ecrclária Municipal de Educação. 
Professora Orlanda Freitas dos Santos. 
Os alunos agradecem por estarem sendo 
beneficiados com a cedência de um ônibus pela 
administraçiio municipal. qu.: faz o transpone 
diário dos mesmos até a cidade de Ponta Por.1. 
dando condições para que eles possam cursar a 
Faculdade. 
Os acadêmicos afinnam que Bela Vista é 
um dos únicos Municípios que dá esse 
verdadeiro presente aos alunos que estudam cm 
outras cidades. pois na maioria dos casos as 
Prefrituras cobram uma taxa para prestar esse 
tipo de serviço. Eles também elogiaram o 
motorista do ônibus. Edgar Gon:ciks. afinnando 
tratar-se de uma pessoa cdu ada, atenciosa e 
muito respons:ivel. 
A Instalação de duas 
Comissões Parlamentares de 
Inquérito vai movimentar o 
primeiro semestre deste ano 
na Assembléia Legislatira. 
Uma das CP!s. que realiza 
sua primeira reunião na 
próxima terça-feira. vai 
apurar possíveis 
irregularidades no processo 
de criação da Companhia 
MS-Gás. A outra. cuja 
proposta de implantação foi 
apresentada na sessão do dia 
t O. vai apurar o destino dado 
pelo Governo anterior a Rs 
1.7 milhão. recursos 
repassados pelo Governo 
Federal no ano passado e 
que deveriam 1er sido 
Deputada Flávia Kaya/1 
de turismo estará amplamente bcneficwdo. 
pois Guia Lopes da Laguna é um do, 
acessos ao Panlanal através da /l.!S-164". 
L .. 
Puf eito José Garibaldi 
"Fica registrado no 
jornal da nossa cidade. o 
nosso agradecimento ao 
Prcfrito Municipal e à 
ecretâria ~lunicipal de 
utilizados na ampliação e 
reforma da Santa Casa de 
Dourados. Página/o5 
PREFElTUR MUNICIPAL 
DE BELA VIST A/MS 
Homologação 
Homologo o resultado d, 
Licitação por Tomada de Preços 
n 001/99. baseado na Ata da 
Comissão Permanente de 
Licitação. em confonn idade com 
o que detennina o Inciso V. do 
Ar. 24 da Lei n 8.666 de 21 de 
junho de 1993, desta maneira tida 
como desenn. fica dispensada 
nova Licitação, objeto d, referida 
Tomnda de Preços. 
Em OI de Março de 1999 
José Coribaldi da Rosa Neto- 
Prefeito Municipal 
I + 
oba coord 
desde o dia 0? dr 0até oda ) de m ro com 
atrd des em todos o burros d Poro Murtiho 
E ta comemora,ao pelo Da das Mulheres tem como 
byctoca memorar discutir a prever,ão das DSFs, 
AIDS e prevendo do ol (termo Iambem I 111 
como obyetvo discutir a discriminado, a olnia 
e desigualdades que as mulheres tem sofrdo por dons 
milénios c obyetvo mareante tem sado a dcu l 
sobre a poluta de y nero 
Com duas reuntes realuadas nos Bairros 
alim Cafure e florestal a repercussão a nivel 
municipal tem sido posta. pela quantidade 
ptessta de presença das mulheres e também 
pcl,t vontade que •. s mulheres tem demonstrado 
para que haja sempre cslesnontros pois somente 
assim staremos tos n»tentando e 
participando da história do nosso Municipio que 
administrada pela companheira !{rian 
Vale ressaltar neste pequeno relato que a 
nossa história tem sdo volntada e esrta a partir 
da ótica de uma soredade mahsta Nós as 
mulheres queremas escreet a tossa hstótia não 
isolada, mas junto de igual pata igual, somente 
assim teremos uma sociedade onde homens e 
mulheres tenham o mesmo deito em todos os 
,ctorc, dJ soc1cdack (M.D D) 
Secretaria Mun. de EJucaçüo, 
Orlanda Freitas dos Santos 
Educação. pelo carinho que 
vêm dispensando para com 
os acadêmicos de Bela 
Vista" diz a 
corrcspondi:ncia en'iada à 
nossa redação. assinada 
pela turma do t• ano da 
Faculdade de Ponta Porà. 
1 º Semestre Legislativo será movimen­ 
tado com a instalação de duas CP s 
Em sessão solene 
AL homenageia 
as Mulheres 
"A mulher pagou um preço muito algo na 
jornada para conseguir seus direitos.. enceu a 
escr.i,id:Jo: deITOtou a ignor.incia. filha kgitima eh 
submis io; superou os casamentos arranjados e os 
maridos impostos por interesses mercantis". disse a 
Deputada Celina falbd durante a sess..1o solene cm 
homenagem ao Dia Internacional eh Mulher. ocorrido 
no último dia 08. A Primeirn-Dann do Estado, Gilda 
d Santos, a Presidente do Tribunal Regional do 
Tr.ibalho. Ger:ilcb Pedro,o e a Juiza Manila Fores. 
repn:scnmndo o Presidente do Tribuml de Justiçn. 
fizeramn parte da Mesa. Página-06 
Mais um 
traficante preso 
no Posto da 
Receita Federal 
Bcl:t Vista - Nesta 
terça-feira. dia 09, por volta 
das 16:20 horas. mais um 
individuo foi preso no Posto 
da Receita Federal cm I3ela 
Vista, quando tentava passar 
pela alf.imkga tran,ponando 
cerca de 04 quilos da 
,ubstüncia entorpecente 
conhecida por "maconha" 
Dcs,J , c1: a droga foi 
t.lescoberta cm poder do 
tralicanlc li ias Gcrn:roso da 
Siha.18aoosdcidadc(foto 
J esquerda). residente a Rua 
DJnúb10 A✓ul, centro. na 
vizinha cidade de Jardim. 
quando ele tentou cruzar 
pelo Posto da Receita 
lcderaJ. em um táxi de Bela 
Vista Paraguai Página-08 
Elias Generoso da Silva

Respostas às perguntas quando 
se fala em proteção de energia 
Para melhor avaliação dos itcn:-. d(•,uito-. na Ediç;io pm,,aJa, ,cg11e uniu cxplicaçfin detalhada 
ll p.1ss 
1 ü1,,' d1,ptl .. 111,o l' l11rnl.1- 
1111.111.1l IHh 1H1 h11•,Ü.,"i "on•l111c' 
l le tem a unção de quando ocor­ 
tet uma falha nas batera» ou 110 
rH•-hn·.1~ l'IClll.H 11lhl 11.rn,kr~n- 
1,. 1.1 ,k l'lll'I 
1
°1.1 de l l'lh.• .iu10111,111 • 
l,lllh.:llll.' p.11.1 11 ltlll'•' lCOtllJllllll· 
1h,r). porem é necessario que este 
b pus," tenha um sensor e so­ 
mente deixe passat a cneria des­ 
de que não seja superior a +_10% 
f 1oll'1.in'.111 du, L0111pu1c1dur:',) 
O "by pas" norm,1l111c111e 
,i11.,li1,1 110 p.1111cl de> cquip.11111,n• 
to l' t.11111)'.m toca um Jl.trnu: ,o­ 
nrnu p,1r.1 qut.." o u,uílno ,,1ib.1 que 
não é o no-break que esta alimen- 
111111to o comp11t,1dnr. e sim a rede 
,.:lé1ric,1 , 1i1 c,tc d1,po)1ll e, p.ir.t 
que possbhite, enquanto set aci­ 
onada a Assistência Téemca, o 
11uâno coa11inu.1 trabalhando tdes- 
1.k 4llL' ,1 l'nagia n.1o , .11'11..' m.1i, 
ún qu ·.:. lllºo). Se uhr.,p.1,,,1r e,­ 
ses limites ocorrerá o desligamnen­ 
h) p.1ra h.,,('r J p1olc·:o do, ... -qui• 
p,1111cnl(>s ILI 110-hre.1~, que ole• 
tecem este "by pass" estabilizado. 
Lsse "by pass" também podera ser 
manual, como por c,cmplo numa 
l'f.:nlu,11 manulcnç.io pri.:,i:nti,a 
,rn, batcna,) c o usu:irio n.o prnk 
desligar o sistema. Neste caso 
pod1.."-,c d.'.tu:u o ,cn ir;o c'un i.::,~e 
procedimento manual. Em muitos 
casos o no-break é ..:olnc;-idn ..:m11 
mai!I um 1..·....,1ahil11ador p.tr., .1 ,itu· 
ação de seu "by pass" não ser es­ 
t.1hili1.1do. 
Sina1i7:H;io dl• ,·oh~ll,!.'llt 
corrcntl' l' fn·qu~nch, 
SJo in~tnuncnto:, qu..: po • 
sihili1a111 obter infonn~ç(lc, dopa• 
mel do equipamento ,,)hrc , olt:i• 
gcm. ~orrcntl". potC'111:i;-i. 
tfl-quência. d~ cntraclJ. ~:i.ii..la. da 
hatcri,1 e do "b) p.1.>s". E,sas ,ina­ 
lit;iç.ões podem ser muito impor• 
1a11tcs. pois pode-se. pm c,cmplo. 
iJ~ntificar se o cquip;u11cnto l...'!lotá 
cnvi~:,Jo uma tensão e fn:quC'nc1:1 
e,1abilizndn para a carga. bem 
como saber se pode-se colocar 
mais carga. :1compJnh.rndn J po­ 
tC'ncia sinJlilJdJ. ~luit;ic.., l.;'te-.,. o 
u uário comprn outro no-break 
em necessidade. pensado que 
seu no•bn:al.. or.t in 1.,· 
1
•udc 
estar com sua c.1r 
Partit.b. a I! 
tem a fundo de poder há-lo m 
1110 l'lll Clll'JJ'l,I J11l.'.'"ll'IIIC 
l111di~c•111l• / l1tll•r'1t,r 1(1'>2J2 
P,ir,1 l, 11k1 .. uJu l' 111u11t111n
4 
por1.1111r qm.· o 11t1•hl\l~ t'J,1 111t1,,.'• 
lq•cnle, f"'" q11,,nd11 h.1 l.1lt.1 nu 
grandes variações de energia. o 
rH>•h1c.1... J'l•""'.1 ,1 1111111.u ,l L,H1·..1 
d.l h,Hcn,t, l' CI lhll.lt) J)fl>rrJlll,l 
( ",huHlm, 11" 411~ lcll ,1 l11rn.:,h1 
de Ice.. h.u 1J, ,1rq111, '" .rntc, do dc,­ 
lig,1111t..'lll<> ,ttllOlll,tlllll do lhl­ 
break 
S11pn11h,1 que " 110-hre.1, 
11:'ln :,1,,.•j,1 11111:lir..:11tê l' h:iJ,1 lllll,I 
gr,1mk, .ni.t.1n ele cm:q.:1.1. ,1, h,1· 
terias passam a suprir. porém de­ 
pois do lim11..: d..: ,H1tm101111.1 U1h 
baterias, este se deslia e caso o 
u,u:.no 11,)n 11,cr n ,olt,m: p.11.1 
dci,:-ln 1ntcl1µ,:111l'. o 1,,u.'ir11, 1x·r• 
ck·r.l u, .1rqui, o, l",t,t' 11Jo c..·,11:1,1 
pnl11110 do no-hr..:.1~ i ,1l.1rm1..· , 1- 
sual e sonoro) pra our o alarme 
e fl.'ch.u '" .1rqm,,1, Outr., llm· 
ão do sottware é gerar arquivos 
de eventos (falta de energia em 
u.,1:i l' hoi.n(h. l:IC ) 
Microprocessador 
São no-break s que utilizam 
um micrnpnH .. t.',,,1l.h1r inti:rno. qu~ 
,1ahili,.1 um.1 d111Hlllll'•'º lk llll 
<li.: COltlíl(HlClllC, I.:' consequente atu- 
11enO UC 117111 1proh.1hilidaJede 
tempo i.:11tr.' u111dcfi:1101..' ou11u) ,_. 
também uma 111.1ior pn cislo em 
todos os ontroles 
Conl'Cladn,, ia mnclL·m 
lste tipo«de dispositivo per­ 
mite controlar todos os dados do 
no•hrl.',11' , 1.1 mndcm em locas 
rcmo!th 
Cht·t·~11,!t•111 :·11110111:iti,·a 
dt· hah.'ri:1 
Ocorre em alguns no• 
breaks que esto instalados em 
locJi, 01H.k· n.)o h.l ~r;11Hk!::I , an.1- 
0es de energia a "black-outs".e 
conscqücntl.'mc111t: ,e a., batcri.,, 
ficar..:m sem serem acionadas pelo 
menos de 3 ..:m 3 mi: ses, poderá 
ocorn:r de que ao precisar que as 
mcsma~ lum:10111.:m. c:,la.., n.io cn­ 
trJrcm cm opcr.1ç:o pcl(l moti,o 
que ,e descarregaram p.:la n:'lo uti­ 
lizaç.10 
11:1 m>-brca,s que po<S11e111 
ch~"Cagcm au10111ãtica que cm ai• 
guns fJhricanh.:!-, pode ser progra­ 
mado um auto•ll"!,lC das bati:riJs. l.' 
essas informações são armazena­ 
dos no sofi:trc que cn, ia um alar• 
íl'll. ,onoro. ca...,o as baterias nlo C)· 
lojJm adquirindo carga. 
"Shut-<.hi n" p:ir.1 totlos 
1 la situações em que o tusu­ 
.rio chega na 1..·1n
1 
,.'. .... l p..1r.11r.1h.J.• 
lh:ir e poJe c.:,lar 't'l11 rncrgi:t. !'O· 
rém esse usuário pd: precisar de 
um arqul o im," ,11ll." e nJo pn:­ 
tende esperar o r. ··o da enu. gia 
p:ir.:i li!::!,Jr o no-h ' ~ im• 
f){'n,mtc pcrgm· •1l.. 
os servidores 
É mui10 comum atu.,hnl'n• 
te um U.)uário possuir un, ...... .-n idnr 
principal l' outros di, cr , ·,JJ· 
Ih hh , l'd 1 .. tt pn I, l. nt ter 1m1 
no-break mntehcnt que tara o 
",l1u1-il1h 1)·· IH' ,t..1  u.h>r 1a1rn.,p.1!, 
porem não tutao "«but-down' 
IHI clt:111,lh ,..:r  1do1c, l.' , .... lllll UU• 
,mu1: ll\'rlr 1h.,lh.11i.lo. pofl"l"III• 
pln no  111d,n,  nn rnomcn1n 
do desuarento do no-break. 
.',h: 11'u,ir 10 poJl' Lo111prn111..:- 
1i.:r 1ud,l o ,n11,, ,ln.' d,1 cmpl.'• 
,.1. h.l c..·1ulu .1 ni:lc,,1d,1dc de 
reinstala-lo e, teste aso po­ 
dem-se perder horas ou dias 
('omp:11ihil11l11th• 1.:nm 1,.ttrudor 
1 m locas onde e mnstalado 
gerador e este tor trabalhar como 
up-.·~1t, tk· ..:nn~1.1 .10 110-h1l',1l 11J 
situa ão de "black-ou!", é impor­ 
l.lllll.'  l"íl ti .... 1, , .... O lh)•hTl."óll ..: 
onpativelomo gerador, pois ha 
11ht.d.1,·,c, omk o 11'11,ino com• 
pr.1 um l:'.."1,1dur p.ir.1 .1l11nl.'nt.1r .1r• 
condenado, limpadas e tambem 
no-breaks (quando possui pouco 
tempo de .1utc11Hu111.11. 
M ,ul:111·a dl', olla!!t'll1 ."li• 
tr:ul:1 / ,:11d:t 
1l.11111-h1..:.1k, que pcn1111..:m 
que essas voltagens sejam alter;1- 
das.as te» omum em grandes 
1.:orpor.11;1li.:, u11di.: pmk h;ncr 1111· 
d,111.1 ~k· IH,Hlllll:l l' hJj,i llC(l'.'• 
... ,d.1di: c.k r1,,.·.1p,,1, i.:it.11111.:1110 do no­ 
hr1.:.1l.. p.1r,1 Pt1lr,1, lu..:.d1d.1d..:, 
Como l.' ,.1hido no Br.l"til há di,i:r• 
sos tipos de voltagens (II0V. 
I20, I7.220V-1ase. Neutro 
l' l l.·rr.1 >. t" 111.:1.. l.'",1no cu1U.1Jo n., 
co111pr,1 de no-breaks para as r..:g1· 
ll1..•, omk .1 rl'd..: ! 1 ~7V .._. n;lo 
II0, pors o no-break devera pos­ 
suir claramente a inform.1,·;o qm.· 
J"'K>..,,u, d1.ll.' d ... • ... .._.ii:,·Jo dl..' ..:ntr.:1• 
d.1 p.1r,1 110 e 1~71 
Prnll•ç:w 1.:ontra r:110, 
i lh.:111 no-hn:.,ks que .1tl.'• 
n11.1111 (h di.:1llh da, dc,c:1rga~ ,11· 
mo~fént:.b I r,1i,>s). mas podl.' n:1o 
,i:r o ,ulic1l.'11tc par., prot..:ç,io to• 
t.tl F""' fl.'11Úmc110 pcxk fa.tl.'rcht:• 
ar a um., toi11adJ l.'!étnca uma 
cnrre111e Je 5.0llO a 8.000 ;impere, 
e é muito comum o u~uãrio ima• 
g.inar que ao comprar o no-brca1'. 
l.'I..: c~t.1r.i gar.mtido i.:m 100%, tan­ 
to o 110-hrea, quanto os equipa· 
mentos ligados a d,:. porém é im• 
portante o u,uârio cs1ar cansei• 
ente do nivcl de proteç.1o par3 tal 
li:nÓllll.!110. 
HuJ! tio ;ltlênio 
1 ndn equip3111ento que 
uab.dhJ ..:0111 soft,H,.:t 
t micn.lprocl.'"ado) é importan• 
te que ,•,·~j.1 .1daptado ao Bug 
do Mih ·1:_,_ Como todos ,;ahcm 
na viraia do ,éculo o oftarc 
que não tiver esta previsão, o 
cqu,p:iml'nlo pi.!rdcr:i toda e 
1 
'  
Via± 
Boutique 
A Rota da Moda 
R. Mal. Rondon, s/n - Jardim/MS 
p1,dq l'f r1.:krc:n .. l 
1u1onn111iJ h.,tc ri., 
(em minutos 
Isto srenica o tempo 4 
o no-break mantera os equparen­ 
tos funcionando, supondo oti 
I00% da potencia do no-break 
1 l.'1111)0 tlc l'll":tr';!,I 
1 o 1i.:lllf10 l'.111 4111,,.• O !IU· 
break leva para recarrear 100º ,, 
., ... h.11l.'TIJ'i. supondo desata to­ 
i.11 d11, h.1t..:r1,1, p.1r.1 1111111.1 1111,1 
queda de eneria estar pronto a 
.11..:m.h:r o tempo de autonomta 
dlCíllllll.lU1• 
1'111,·uci.1 (K MK\) 
empte para saber a rcJI 
potenta de um no-break deve-se 
,.1her ,l ro1ênr1.1 em K VA 1 K \. 
1lU "-t:,I. 11111 t:1hr 1r.1111c po,.k ..:,pl'· 
..:ifo.:.1r por l'l'lllpl,, 5 ), ' / l' li f,I· 
hlf lk ro1l·nt:1,1 0.6 cqlllalc .1 mui 
11pl1c.1r 5 ., O.ú l K " . ..:nqu.1111,, 
outro pode estar nfrrcrl.'11<!11 " 
),V, com fator de potneia 0,À8 
equivale a 5 O.X -1 K  1 111:1., 
1111 ,.._.µumlo c,cmph,. c,1i.: p(h,111 
1 K W a mais do que ta pnml.'1r., 
situação 
~..:,li." l,lll. ll'.Oíl(,11111.'.fllC h,1 
25% 11Jh dl.' potCnc1.1 qul.' rcrrc­ 
senta a possibilidade de ligar mas 
c..·qu1p.1mc111th ao nu-hr..:.ik 
Ga r.111tia dl' n~rn th~,c:1rn·e,ar :,, 
hatcrias l'lll erro tlt• opt•raç:-H> 
Caso haja l.1lt.1 de l.'nl'í!-!1,1 
e as cargas na saida do ro-bre.ak 
c,1c1a111 ll..:,li!;.1Ja, .._. o hot.o ou 
disjuntor on/'off esteja ligado e tal 
s11u.u;.lo poss;1 p..:rm:111cc1."r por 
mas de -lX hllra,. 1.: bom pi:rgun• 
tar ,i: u 110•hrl'ak 11,)0 po<lcr;1 ,.ks• 
carregar as baterias e se pode ocor­ 
n:r. por c,cmplo t: o guarda da 
empresa desligar o disjuntor geral 
nJ fr' l.·ir:1 no linal do c..pt:dicntc 
l.' , oltar :1 ligâ•lo somente n 2 
frira. Sl.' o no•brcak n.1o dl''iG1rre­ 
gar as hati:ria.s. con,cqih:ntcmi:n• 
le nào lü coh<cnur:i de i;;ir3ntia por 
uma m~ u1ili1.1ç;o. poi!-1 nc,tc 
aso, normalmente as. batc:rias. n:1o 
con.lcguc:m ri.:cupcrJr a carga, sem 
necessário substitui-las. 
Supressores de Surto/ Anti•r.1io 
Os supressores de surto 
s~o compont:ntes conlrJ descar­ 
gas atmosfêricas. t imponantc: 
4u1.; o u~u;irio vcriliquc si: na in• 
dicaç.io esta descrito que proti:­ 
gc acima de IU KA t 10.000 /). 
hã que um í3ÍO nas tomada ele­ 
trica chega de 5.000 , à 8.000 
, (dados do INPE - fmlituto 
Nacional de Pesquisas E,paci­ 
ai s ). pois a 111aiori:1 do, 
~uprcssorcs :-iomcntc diminuem 
a intensidade do ml.'smo. Para as 
dl.'scaq;as atmosfCricas n:io adi­ 
anta atenuar. como por c:xcm• 
pio um supressor pode ati.:nuar 
11111 raio de S.000 , para ~.600 
,. logo qualquer clc1ro-ektrÔ• 
nico que estiver ligado nessa 
1001:ida ser:i Jani licadll. , so• 
luç.o para descargas atmosfé­ 
rh::as é o anti•raio qut: g:trantc 
prnteç:lo acima de 10 KA. 
Quanto maior t:St.l indic::iç3o 
mais c1icicn1c ..:k :,i,: torn:i. 
. 1 
cios Populares 
11 
( f1.h J,! , 1 
reiro peolone (07) 439-1076. 
Ve11tl~ se 
C:,r<,lanXI-X2-(,r-t'L1 ·~• 
emotim»e tad. lerreno-a Mal puto .d 
J.1 f ·c.. Jlllfl I l."•11 f 1
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439-10141hra wersh,430254 14
1 
J • 
Edital de Citação com 
Prazo de 20 Dias 
 i)1111tnr.1 1 111,11,:1.: ,11.Jl.h,·. Ju1/,1 de Dreto da 0111-1<1; .. 1 d.: 
11.:1.1  tsll l tudo de 1 ato oro -.., ,k, .._,d. 1~1 lnntl.1 d.1 l .-:1. l'.h: 
1 / ._, Ili R aos que o presente edtal , 11c·111 11u Jde 
conhecimento tiverem. epedido nos autos n 3099 ,k (, ( 1 
( ()'1)1 '  1 ORI  qu.: .1 .1)) 1 '-< OI I{ 'l ''I '> p111· 
11111-..- rn, l,M· ,k 1 ',( .RI '11 ', I{ 1 /1 'S (il R,I'-, 
1 11),. êlll 1rjm11e por c,1,· Jt11✓11 <: ( ,lrlllfl<l J11J1,1JI. c1u,· l'.111 
,1,,,'IJ 1.'.Umrr11nt..·nto l.' atendendo ao tuat que dos auto c..·un,L! 
p.:hi pr<:,.:11tc· cJ1t.d. ,n,n pr.1/t1 d<: 20(mterdias. fica CI 1 . 
ll  .1 rcqu,·11J,1 1 ',C RI 'li', l{1 /1 'S (,1 R,I'-, 
1 1 D.. 111scnt.11111 ( (,( -.,h ,, 11 l){I(,.; 12 301-87. r.:pr.:,.:11!.1· 
J.1 p.:I," ,u,·in, proprictJr,o,. '- li)' 1 Y I()' 11· 11(0 
I S(",RI '11,S. hr .. i-1k1r11. ,.h,1dt1. <:IIJ.!,·11h.:1ro .ii;rún1111111. 
pur1Jdnr d.1 ( ·.1rt.:ir.1 J.: ld,·n11,l.1J, I{(, 330(092-$SP-MI e de 
1 I IS 10 11 IRO 1 SC RI 'li'-, hr.l'-1k1rn. cJ,Jd11. 
p.:,u.1mt.1 por1.1JnrJJ CJrt.:irJ J.: IJ.:1111J.1J.: I{(, 
1
1-l -lX7-SSI'• 
 11 . ..-,1.111d" ,11t1i1l111.:n1.: c111 lu;ar 111,.:rto .: 11)0 ,Jh1Jn. J"' 
ll'.fllllh J, J<;Jll. CIIJO r.:su1110 <." o ,q!Ut.:· "Ou111rgJr .:,cri111ra 
d..-1in1ti, .1 J11 111ll" d c,in,1.1nt.: d.: l 111 hll.: d..- t.:ncno ,11h11rh.1· 
no 1.kt<:rn1111Jdo ,oh o num.:ro ; 1-1. ,,tu.1Jo na pm11.:1r.1 cir· 
,un,criç:i,, desta Cidade com a atea de 15 h25m2. n111fron• 
tando-e ao '.:orll:. com lote 315. JP t.;ul, ~om,, lotc 313. d L es- 
11..·. com o lote 333e aOeste com o lote 296, matrcu .. tdo nu 
R(il Jc,tJ -,d.1d.: ,oh o nu1111:r11 1 -l-14°' p:ir.1. qu.:r.:ndo. cmt· 
tc,1Jr .1 .1i;,111 no prJ10 J.: qu111/<: J1.1>. li.:.111d" .1d,cnidJ Je 4uc 
n:1o ,cn<lo contt::-it;.1d;1 a ~:u;Jo pn..:,um1r-,.,c·,1u cnmo t:n.l,1de1ro ... 
os ÍJtn, narrados 11.1 .:,orJ1JI. 1. p .. 1ra qu.: 11111gu~m Jkgue 1i:- 
1wrà11c1a. l,11 .:,p.:JiJo o pre,c11te .:J11al. qu.: s.:ra ali,.1do na 
,,·d.: J.:st<: ;ui10 <: publicado na forma da lei. Bela Vi,t:i. 2-l J,: 
li:, er.:im Je J l)<J<J. 1-.u. Samira Lopes. Escrevente Judicial. o digitei 
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Rua Tenente Ary Rodrigues, 806 - (067)251-1979 _ JardimJMS

O pacote tinha-dura do governo vai provocar mais desemprego e recessiío para evitar o pior tios males: a inflação 
O novo 
orima to 
Defimu-se na semana 
passada a estratéia do over­ 
no para enfrentar a crise. Qua­ 
se em silêncio, foi montado um 
novo plano antiintlasando da 
hora. Desde o dia 3 de janei- 
ro, quando o governo deixou o 
cfi111hio fluwnr, n economia 
brn,ilcira ficou; dc1ivu. Eva­ 
porou da noite pata o dia a cs­ 
trutura baseada na quase pari­ 
dade da moeda brasileira com 
n dólar. Foi ela. a âncora cam­ 
bial, que nos últimos quatro 
anos e meio manteve a intla­ 
ção domada e permitiu que os 
brasileiros e, pcrimentasscm 
alguns dos confortos do Pri­ 
meiro Mundo: estabilidade 
ruonctúria, importações para 
modernizar a indústria e fonnnr 
o estoque das lojas. esse sen­ 
tido, pode-se dizer que o Pla­ 
no Real acabou no dia cm que 
Gustavo Franco limpou as ga­ 
vetas no Banco Central e seu 
sucessor liberou o câmbio. 
Desde a semann passada, um 
novo projeto de estabilização 
esttÍ cm vigor no Pais. Ele se 
inicia com a posse do econo­ 
mista Anninio Fraga na pn.:si­ 
dência do Oanco Central. As 
medidas têm uma boa chance 
de estabilizar a moeda, mas o 
preço inicial a pagar será o 
aprofundamento da rcccssào e 
do desemprego. que vai doer 
no bolso e piorar o mundo dos 
brasileiros. 
A nova âncora nào é 
mais o càmbio. que voa livre 
ao sabor do mercado. Agora. 
toda a arquitetura se baseia no 
controle monetário. O gover­ 
no vai fixar uma meta de in­ 
flaçio e se compromete a per­ 
segui-la. As abóboras que se 
ajeitem em tomo dela na car­ 
ruagem financeira. Essa po­ 
lítica tem o nome técnico de 
"meta inllacionâria". Ela é 
adotada na 
1
ova Zelândia e 
na Austrália. É ela quem ba­ 
liza as medidas econômicas 
também na Inglaterra e na 
uécia. Para atingir seu obje­ 
ti'O inflacionário. Orasilia 
vai manter rígido controle 
sobre a liquidez. Ou seja. a 
quantidade de dinheiro que 
circula na economia será en­ 
xugada sempre que a meta in­ 
flncionâria ficar mais distan­ 
te. Essa estratégia é recessiva 
por definição. Fraga quer che­ 
gar a dczcmbro com uma in­ 
flação mensal de apenas 
0.6%. A chave mestra para 
fazer esse controle é a taxa de 
juro . Por isso. na semana 
passada ela saltou de 39% 
para 45% no ano. Foi o sinal 
que Arminio Fraga lançou de 
que estava no comando. Ou­ 
Iras medidas tomadas também 
apontam para a diminuição da 
quantidade de dinheiro cm 
circulação na cconomia. A 
mais potente delas, o aumen­ 
to do depósito compulsório 
que os bancos fazem no Ban­ 
co Central. retirou de uma vez 
9 bilhões de reais do merca­ 
do. ''de agora em diante a 
meta inflacionária .: que vai 
ditar as regras da politica mo- 
Os juros subiram de 39% para 4$% ao ano. Isso encarece o custo 
dos empréstimos, o que diminui o consumo 
Aumento do compuloto que os bancos recolhem nos depósitos a 
prazo Calcula-se que a medida retire 9 bilhes de reais de circula­ 
ão, estriando a mntlaão e a rotura de dólares 
Ampliação de cobrança do imposto sobre operações financeiras e 
suspensão de subsídios na exportação Essas medidas aumentam a 
arrecadação do governo em I,2 bilhão de reais neste ano 
umento médio de 6,$% no preço dos combustiveis 
A Comissão Especial da Câmara aprova o aumento da CPME de 
0,20¾ pnr,1 0.JXº• l· ln de, e vigorar a partir de junho, gerando uma 
, i, rnrl. • 1 • 9 resde cais estai 3 
nct:ria". diz Arminio Fraga. 
O mercado recebeu 
bem o novo programa. a 
sexta-feira. o dólar, que esti­ 
vera em 2.23 reais. fechou a 
semana cotado a 1. 98 real O 
mais animatlor foram as ra­ 
zões da queda. Em primeiro 
lugar. compute-se a atuação 
do Banco Central no mcrca- 
do vendendo dólares. Em se- 
gundo. a fraca venda 
especulativa da moeda ame­ 
ricana. Quase todos os negó­ 
cios de compra foram fecha­ 
dos por empresas com com­ 
promissos a pagar no exteri­ 
or e não por gente que espera 
ganhar dinheiro entesourando 
moeda fortc. O melhor vem a 
seguir. Houve entrada de dó­ 
lares no pais. Só um banco. o 
holandês ABN-Amro. anun­ 
ciou a captação de 100 mi­ 
lhões de dólares no exterior. 
A filial brasileira do banco 
passou o pires pedindo. con­ 
scrvadoramentc, 40 milhões. 
urprecndcu-sc com a 
receptividade do mercado. 
que ofcreceu mais do que o 
dobro. la sexta-feira, soube­ 
se que o FMI deu por conclu­ 
ídas as ni:goc iaçõ.:s com o 
Brasil para o repasse de 9 bi­ 
lhões de dólares. segunda 
parti: do empréstimo negoci­ 
ado no ano passado. " ão 
boas noticias para quem acha­ 
va que o Brasil acabou". afir­ 
ma Rubens ardcnbcrg. eco­ 
nomista-chefc do banco. 
1 Alteruativasl 
As propostas de quinze eco­ 
nomistas consultados por 
VEJA para recuperar a eco­ 
nomiu brasileira. 
que matou a inflação 
reeditada caso a 
em do dia 
uscar apoio 
ros l).'ll1I fi. 
ortnçõcs 
çkes poderiari lc­ 
. o$ pw-:i o BNDES 
rojetos geradores de 
O govemo pode reduzir despe­ 
sas se enquadrar as Prefeituras 
às mesmas regras rigorosas im­ 
pestas aos Estados. 
Ccnlrnlil:aç:io tio ~:imhio 
Se tudo o mais der errado, pode 
ser a saída, cmbor:i pro,·oque 
forte rcc-.:- ;Jo 
Não acabou. Os problc­ 
mas também não. A crise é gra­ 
ve. O Plano Real II foi lança­ 
do sem fanfarras, provavel­ 
mente por temor de que se diga 
que tudo foi fcito por ordem do 
FM 1. dada a semelhança entre 
o receituário da entidade inter­ 
nacional e as medidas adotadas 
pelo govero brasileiro. Virão 
a seguir meses de sacrificios. 
J combinaçào de juros altos e 
mais impostos vai trazer de­ 
semprego e aprofundar a 
reccssào. Vai trazer também 
mais pressões políticas sobre o 
Planalto. Na quinta-feira pas­ 
sada. o Presidente Fernando 
l lcnrique Cardoso parecia ter 
recobrado o humor. Numa con­ 
versa com VEJA. o pn.:sidcntc 
sustentou que as condições bá­ 
sicas para a retomada econô­ 
mica existem. As importações 
estão cm qucda. as exportações 
subindo. o que trará alivio nas 
contas externas. justamente as 
que vitimaram a âncora cam­ 
bial. Além disso. observou 
Fcmando 1 lcnrique. os inves­ 
tidores estrangeiros dão mos­ 
tras de que estão recobrando o 
interes e em trazer novos ne­ 
gócios para o Pais. Ele sequei­ 
xa apenas das acusações que 
muitos lhe fazem de que está 
cortando verbas para projetos 
sociais. "Não estamos cortan­ 
do nada. Estamos racionalizan­ 
do esses projetos. de modo que 
não haverá cones para educa­ 
ção. aúde ou para a dist.ribui­ 
ção de cestas básicas ou me­ 
renda escolar. Ao contrário". 
disse Fernando Henrique. 
Outras qu°cstões aborda­ 
das por ele: 
• Embora soubesse que 
o real estava sobrevalorizado 
desde o inicio do seu gover­ 
no. FHC só percebeu que ha­ 
via um furo no caso cm se­ 
tembro passado, logo depois 
da crise da Rússia. " essa 
época. comccei a tomar pro­ 
vidências para enfrentar a cri­ 
se. mas a partir do grampo do 
BNDES fui obrigado a modi­ 
ficar os planos". disse. 
• Diante das múltiplas 
versões sobre a demissão de 
Francisco Lopes da presidên­ 
cia do Banco Central. FHC diz 
que niio houve nada além de 
imperícia na sexta-feira negra. 
29 de janeiro. "Eu tive de ir 
duas vezes :i televisão para 
acalmar o país. Onde estava o 
Banco Central?", pcrgunta ele, 
ressalvando seu respeito por 
Lopes "E um homem inte- 
res ante, tem uma enorme 
segurança interior e cora­ 
gem Sozinho, chamou para 
si a responsabilidade de en­ 
frent.ir o mercado. Vão é 
qualquer um que faz isso". 
• Quando soube do lu ro 
a,tronômico dos bancos em 
janeiro. o mês da desvalon­ 
zação do renl, o Pn:s1dentc 
assustou-se. "É um escinda­ 
lo". di7. Chegou a pedir ao 
Ministro da Fazenda, Pedro 
Malan. que estudasse uma 
fórmulu para cobrar imposto 
sobre o lucro dos bancos. 
Entre os que mais lucraram 
cstJo instituições estrangeira 
como o Chase Manhattan 
(310 milhões de reais). o 
Citibank (258 milhões) e o JP 
Morgan ( 193 milhões). Ape­ 
sar de achar escandaloso. o 
presidente mante, e o humor: 
"Bem que eles poderiam nos 
emprestar parte desse lucro". 
• Como é recorrente 
nas horas difíceis, o presi­ 
dente reclama que seu go­ 
vemo se comunica mal. Os 
ministros falam mal. ou fa. 
Iam pouco. sobrecarregando 
a própria Presidência. "O 
Pedro Malan trata alguns 
assuntos de interesse públi­ 
co como se fossem segredo 
de Estado". ironiza FIIC. 
A nova âncora monetá­ 
ria dá um sinal que é impor­ 
tante ri:ter. Fica claro, a par­ 
tir de agora. que a inflação é 
o rnimigo básico a ser derro­ 
tado. todo o resto é secundá­ 
rio. A idéia por trás disso é 
que a inflação é o pior dos 
males tanto para a economia 
abstrata das estatísticas, que 
ela desorganiza, quanto para 
as pessoas que precisam 
suportá-la. principalmente os 
pobres. "A sociedade brasi­ 
leira percebeu as vantagens 
da estabilidade monetária e 
rejeita a idéia de que a volta 
da inflação pode ter pontos 
favoráveis". diz o ex-minis­ 
tro Maílson da óbrega. "O 
prcço a pagar pela aplicação 
da política de juros altos é 
recessão e desemprego. mas 
a inflação é o pior dos males". 
Esse custo existe e já está scn• 
do derramado pela sociedade 
na forma de desaquecimento 
da economia e 
aprofundamento do desem­ 
prego. a semana passada. 
divulgou-se que a taxa de 
7.7% de desemprego em ja­ 
neiro é a mais alta registrada 
nesse mês desde a abissal 
recessão de 1983. Analistas 
ouvidos por VEJA são unâ­ 
nimes em dizer que o núme­ 
ro de pessoas sem ocupaçilo 
no Brasil vai aumentar e pode 
chegar ainda neste ano a 10% 
ou 11 % da populaç:io econo­ 
micamente ativa. 
Vai dar certo no fim? Se 
o governo ficar só na eleva­ 
ção de juros, não. Todos os 
planos anti inflacionários fra­ 
cassaram porque o déficit nas 
contas públicas se manteve 
impávido. O Plano Real deu­ 
se incomparavelmente me­ 
lhor do que os anteriores. 
mantendo os pns adis 
por quatro an 
do a meda 
pr.:c,dcr,•, 1 
de e 1.:bil11 , ,1n 
no Keal também capotou no 
mesmo obtaculo A eono­ 
ma orçamentaria de 2 bi­ 
lhes de reai obtda no 
ajuste feito em troca dos 
dólares do FMI é apenas um 
ajuste fiscal de emergência 
- jamais o definitivo. A ver­ 
dadeira reforma da Previ­ 
dência ainda esta por fazer. 
o que tgnlficJ que a l'niJo 
ter,1 um tombo anual de IX 
bilhões só com aposentado­ 
rias e pensões de servidores 
públicos Falta realizar a te­ 
forma administrativa. que 
adequara os quadros do go­ 
verno as demandas por ser­ 
ços públicos e as dispomibili­ 
dades reais de caixa para 
quitá-lo O hrasil ainda es­ 
pera pela r forma tributária 
p.ta desentoar os onega­ 
dote 
do que comprometem 70, 
K0 de ua receta no pay 1• 
mento de funcionários pübh­ 
u ,. d,11.in1110 colo d.1 l 1111, o 
toda vez que nido tém dinheiro 
pata papar o que devem 
Essas mudanças serão 
feitas finalmente' Pela pri­ 
mera vez, o Brasil inteiro 
esta consciente de que essas 
mudanças, são necessaras. 
Pela primeira vez, todas elas 
estão contempladas em pro­ 
jetos ja elaborados, alguns 
tramitando no Congresso. 
São sinais de que, afinal, des­ 
ta vez acirurgia poderá final­ 
mente ser frita Se não for, é 
bom preparar o espirito. 
'mirra "s "mwrcsa_, 
QUEM GANHA 	11 
nncos 
Desvalorização cambial, inflação e baia liquidez são pedras no 
sapato das pessoas e das empresas. mas são o melhor dos mundos 
para o, bancos Em janeiro, muito deles lucraram o dobro do que 
em todo o ano passado 
A ricullorcs 
A desvalorização do real deve aumentar em E3% a renda dos agri­ 
cultores. Alguns, como os produtores de soja, vão exportar mais. 
Outros. como os plantadores de arroz. ganharão mais porque a im­ 
portação catra. faltara produto no mercado e isso forçara uma ele­ 
vação nos preços. As vendas de máquinas e defensivos agricolas 
de, em crescer na mesma proporção. 
Exportadores 
Com o real valendo menos, seus preços se tornaram mais competi­ 
tivos do dia para a noite. Setores que vinham enfrentando dificul­ 
dades no mercado externo, como o calçadista e o siderúrgico, podem 
se dar bem. As exportações brasileiras devem crescer 30% neste ano. 
m resas sem 1V1 as 
O Brasil e um do, países onde as empresa, têm menor nivel de 
endividamento. cm média. 30% do palrtmún,o liquido. 11:i muitas 
empresas enxutas, modernas e sem dividas. No comércio, embora 
grandes redes de vareJO. como Mcsbla. Mapptn. Arapull e 
G.Aronson, estejam apertadas. os supermercados estão bem. 
Fabricantes de rodutos ue substituem os im ortados 
A redução das importações ser:i um b:ilsarno na, ida dos fabrican­ 
tcs de brinquedos. perfumes. roupas. ahmen1os e, rnhos. Esses são 
setores que estavam na lona porque seus produtos eram mais caros 
e tinham qualidade ,gual à dos estrangeiros ou pior. Agora, voltam 
à ,clha e confortá,cl situação de ter um mercado quase cativo. 
Q.UEtl PERDE 
req·ucnns empresas _ 
em capital de giro nem tecnologia para proteger seu dinheiro da 
desvalorização, as pequenas indústrias e lojas perdem patrimônio. 
Uma crise nessa área tem dimensões impressionantes. O Brasil tem 
4.5 milhões de micro e pequenas empresas que empregam 40 mi­ 
lhões de trabalhadores e representam 54% do PIB. 
Lojistas . 
A inflação provoca uma queda nas vendas do comércio. Mais atin­ 
gidos ser.io os que trabalham com produtos mais caros. que nor­ 
malmente são vendidos a prazo.j:i que os juros estar.io muito altos 
e inibirão o consumo. A indú tria automobilística. que tem poten­ 
cial para produzir 4 milhões de carros por ano. está vendendo ape­ 
nas l milhão. Poderá encolher ainda mais. a semana passada a 
Honda cortou ua produção de motocicletas. 
1 mportatlorcs 
Trazer mercadorias de fora deixou de valer a pena. 
1
a conversiío 
do dólar para o real. o preço dos produto importados fica muito 
alto. As vendas devem despencar. Importadores de eletroektrônicos. 
roupas. brinquedos, cosméticos e alimento poderão ser forç:,dos a 
mudar de ramo ou a abrir f:ibrica no Brasil. 
lsos últimos anos. centenas de empresas nacionais obtiveram emprés­ 
timos no exterior a juros mais baixos do que conseguiriam nos bancos 
nacionais. Desde I? de janeiro suas dividas cresceram mais de 60% 
O problema atinge em cheio, por exemplo, as companhias aéreas. 
Fa .. _ , . . 
vendas reduzidas. 
(TranscrilO da Revista EJA - /O de Março de 1999)

.lorunl 'l'.-íhun:i da Fronteira - Ui;í ·ío llc•gional 
;··········· ... •···Vivendo com Saúde···· .... -·· 
L€II- IP@@II 3 IL.ILa.1 
A prevenção do câncer ainda é essencial 
Dados do lnc.1 111,hrn111 
que o L,111ccr C(l111111un ,endo a 
eunda causa de morte por do­ 
cnça 110 p:1b • a, doença, 
r,11tlio1 ,, -uil,uc, aiml.1 lidcr,1111 
as estatísticas- c que a fana 
,·1úna com maw1 !11dtct.: ck 
111nrt,ilicl,ick por ciinccr.: mire 
(1 60 e 90 anos. 
/i11d11 ,q;1111dc, o órg,1o. 
111c,1110 com l» 111 nnços dn 
medicina, tanto no diagnósti­ 
co quanto no tratamento do 
e.inca, a, estnthtic,1, do, últi• 
mos cinco ano, regi,11:im que 
a incid~ncia e nHHl,didadc 
pela doença se mantém está- 
1 cl no Brasil, com pequena, 
variaçc)cs. 
Conforme 1110, 
Gadclh,1. chdc de gabinete do 
Inca. 111a111n. colo do ú1cro. c,­ 
tómago e pulmão são as ma­ 
nifc,taç0c, mais l'rcqucnk, 
da doença. 
De acordo com o Inca. o, 
fatores de risco do câncer po­ 
dc111 ,er encnn11.1do, no 111c1<1 
11111bic111e ou po,Jc-111 ,er hcrd,1- 
do,. / 111aion.1 d,,- ca,o, de 
dn ·cr (XO"o) esta relacionada 
,111 mero ambiente, no qual se 
e11cnn1r;1 u111 !!r;,nde numero 
de,tc, f.11orc,. 
"I 1lll·11de-c por ,1mhic11- 
1c o mciu e111 gcr<1l (.igu:1. lerr.1 
e ar). n ambiente rn:upaeional 
(imlústria, química, e afins), o 
lllllhirntc de c<>n,lllllll (alimc11- 
1os e mcdica111e1110,). o a111hi­ 
c111e ,ocial e n cuhural (cs1ilo 
e h:ihi10, de·, ida)". 
Segundo Inês, o tipo de 
cú11ccr 111,1i, freqUl'llle llll l1r.1- 
'>ll. cm hn111e11s e 111ulhercs. é 
o de pele. 
l'ltE'J•:N~·,o 
}pt6mago- Para o 
c.incer de es1úm.1gn. a mcllwr 
prc, en,;Jo é .i ado~·;1o de Ullla 
d1c1.1 hal,uu:cad:i "() idc,il <i 
111g,·rir alin1cn10, !rc,co,. hem 
conservados em gdadcira. e 
,, i1,11 Ch dcliunado,. pidc, e 
carnes conservadas em sal", 
CIIÍllJ 1111:, 1 la SJlicntJ IJUC ()', 
la1111c, e,temos que cx:alOn.Jm 
o d11ccr k, ,llll a110, p.1ra rc­ 
suh,1r 11.1 doença. c de,dc lJUC 
,cj,1111 "'lllalÍ/ados de forma 
co111i11ua ()c,lionallllcntc não 
1.10 p101ucar o dnccr. 
►l'ul111Jo • Na opini5o 
de 1110,. ,e ,1 hum:midadc p:1- 
1.isse de rumar hoje. c111 !Orno 
de Je1 ,1 15 .um~ o numero de 
morl..-s por csle tipo de ci'111cer 
,cria redu11do cm 30°0. "De 
tnJas ,,, morh.'" por Ct°lm:..:r. cc:r­ 
ca de 5" podem ser atribui­ 
J.is ao tabagismo. Lembrando 
que o c,111cer Je hoca. de bext­ 
ga e de p:·111neas c,tJo rclacio- 
11ados .u, cig.1rrn". J médica 
inliirma que 1150 h:i como pn.:- 
venir câncer de pulmão em 
11,10-furn.,111e,. "l. prüt,o ob­ 
servar se a pessoa não l' um 
flllllJlllC p.1c1fiu1 ou'~ O c:in­ 
u:r pode estar associado a fa­ 
lllrc, prulÍ\1011.11, O COIIIJltl 
t.orn o ,11111nnto. por exem­ 
plo". l-r1t1ctc11110. 9H"u da, 
111irna, de dnccr Je pul­ 
lll,1o ,io i'umanlc,. 
►:'lla111a • A mulher 
dei e 1:1.1c·r .111hl•c:1.a111,·, Indo, 
os meses, uma semana apos o 
fim da menstruação. E, após os 
30 ano,. e,.11ne, clínicos a c.1d.1 
três anos. "A mamografia só 
e indicada a p,1r11r dos 50 
,mos de idade". fri,a .t mé­ 
dica. O histórico l:tlllil1,1r 
1.imbélll e r.,tor 1111pnr1.1r11~ 
,1 ,cr co11")1dcrado. 
►culu du ,·11rro. As 
lllaiorcs I ítillla~ ,ão mulh,res 
de hai ~a renda. co111 pouco 
acesso ao ,istellla de saúde. 
D 
1 
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Dr. Gerardo Boccia 
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Ora. Rita de Cássia Reis Aranha 
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UNIMED - Saúde Bradesco • Top Saúde 
"Geralmente elas tem nt 1to 
filhos ou infecções repetu­ 
J.h () p.1p.11llttll,111, l'ílll<.: 
todos os ames lnio, 
ll ,O.li < 1 lc, / 1 li lllll 
metodo q .. • JII 11 lic.1 um pr,. 
p,11111 ,k controle de cant 
no pai, pondera Inês. 
/ - Jla,ar d ... · /uma, / ,ra e ,1 rq:r,1 m11I, llllf'"''"llh' /Jtlftt /Ut ,,,. 
rir o ante 
2-lma dieta alimentar saudável pode reduzir as chances d 
incer em pelo menos 40 Coma mas frutas legume ter 
ai mero carne e almentos gorduroso a dieta devera 
conter duramente pelo menos '3 ramas de fibras, e a quanta­ 
dade de 1;111 .lura ,:iio deveria ultr li/>•" wr .'li ,, do total d~ w/11- 
ra merda 
J - J>ro, Ili l uhnr mtio lo{,,/1110111..• fJII {11J1J/1Jr O 111x,•,1{}0 d,.: h, h, 
das alcoólea th homem não devem tomar mais do que dor 
dnnJ.., por da. enquanto as mulheres devem lmtar este con- 
1110 a 11111 dn11Á Ih:,,, tli,,n 111c.u1pore o pr,í11u1 ele ct,·rchto, 
fiscos a tua rota diara hau etertto moderamente du­ 
nlllll' ,,,..,,, OldlO 30 11111111/fl ( /11(0 rc;l.' ,,11r ,e111,111,1 
4-4mulher deve fazer um auto-exame das mama todo mé 
Com 35 anos de idade a mulher deverá hmeter-e a uma 
mamografia de base com 4) ano, um ou "'"'' 111,11110;:.ra/icn ,k 
H'J.,:ltll'JJlo l' "JJartir J,H 5n llJlfl uma mamografia anual 
5 - J mulher o partir dn, ~(} ano, cll''<.'rÚ ,uhmc..'/l'r-,' ,1111ml­ 
mente a um <'HIIIIC JJrt'l't.''111'tJ cio e o/o ,lu útero ( P,1p,1111colu111 
6 - () homem devera fazer um auto-exame do tetilo todo mt., 
7 - l/0111c111 ,. 11111/hcr<'I """ 111w, de 5/J w1", cle1T111 '"/Jntllrllo 
,,,,:d,cn u111 t't/1111..' lllllllll til' lJll)!IIL' ,n:u/Jo 11e1, /t.';l'. 
8- (0 homens com 111uI., ele 5fJ ,1110 dt.''l'/11 JJrocurar •" 1n,;dho 
rq,:11/urm,·ntc pura" l'Xame c./l, '"'/'"'retal!'"' 0 pre'1..'lltr o nin­ 
cer de próstata 
9 - Fve a eposição prolongada ao 'oi t /IH' filtro protelor 
olar fator l3 o superior 
J() - 1-ura re~ulan11c.!nll' awo-1.•tc1111t• clu hoca l' da pele 
Fonte:aner Free lheamprehemse aner l'reventon l'regram 
b Sde / aawer t /) fml:,: Slulu• f {) l'/11/ip /Ju..l:, 1111 .. I (Íd/ÚI 
bal Sharpe Simon & Schuter 1995) 'aner Fat& Figure+« 1u95 
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Jurídica • • Artes 
Uma alternativa moderna para a bíblia 
TRATADO DE TEOLOGIA PROFANA 
A nova religião para o III Milênio 
Entrcvis1:1 {'0111 O :111tur Huáscar Terr do Valle 
por Jaci Dutra 
Sua apreensão da realidade, sua forma de encarar Deus, ba- 
eia-se, certamente, em 1otl,11111rn forrn,1·ao in1clc.·c111,d. ' 
- Sou formmlo em Direito A maioria de meus estudo tem c.,1- 
riter informal e auto-ddata Estudei a /Jíb/w ,· outro, /,n,H ''an­ 
to"e contatei que seu caráter apresentava valor apena hntúru o" 
lttL'rtirio /"'11,H•i a IHIC:tlr na c·i.'11dtt a t''Cplicm,·oo tio 1111,,,:,,,, do lw­ 
meme do universo Dediquei-me ao estudo da picanile, soetolo­ 
)!ICI (' untropolo)!IH. o fato ,/e m1o 1,•r-111<.' ., 11hmeticlo a e urric:1,/0, h110- 
luclcH pcrt,,lli11-111,• 11111a 'J1io J!_t'rol, ,,.,,, (IIHIJ'YOIIII'"" 1deoM>I,1c:o, 
de qualquer natureza 
Qual a maior proposta de ,cu li, ro'! 
. f." 11111a 1u·o1w.le11'.ln'llllllllt'lltl! omwla. /'°" H' propih.• u f!.· 
clarecer fenómeno que desafiaram os maiores tratadistas d,· todo, 
o. /empo.,·. por que o lwmcm crl! l'III um Deus' 
Vocc afirma que 11:i.o c,i!.h: um Deli, pc..:,,oal, um conceito tão 
, e lho quanto a humanidnde. Exi>lc algum num, tipo de Deu,·• 
- Certamente existe algo a que chamam De Não é necessa­ 
ria111t'11/e algo corporal m·m mesmno espiritual, um senhor que rema 
/ú do alto Essa coisa a t/llt' chama Deus ete de verdade não "'" 
epaços siderais mas no mais intimo recesso de WJ "" mcnll' 'tio,. 
maü tio Cfllt' ""' m.,1i1110. WIICIJJO<Í1'rt),'ill lllOlll'tl(Cit11/lll' ,w, ('iUIIJ1Clt' ti 
O)!.Ír mio como 11111 .,cr iolmlu ma., como 11111 "'' ,01.wl. m,,mhro d,· 
uma co11111mtlaclt' de l'rt'. .'mt•llwn1t·., " mh. '"''">' irmiio., ,.,,, 
"De" Deus é a voz dos genes. E os próprio gene» 
Deus. cn1:o. c,,ão 0!) genes? 
- Os genes so uma forma de energia que no leva a superar o 
instinto de sobrevivência do indviduo. E mumieculo ma rcprc.H'llltl 
o mutério da ,·,da. qm• e multiplica em todos o ere l'fl'O. .-ltnnn 
dos genes somo imortat. f'Ortflll' o, J.!,•m•, n,in 11wrrt'm 
Se não h:i Deus. qual a linalidadc da, rcli~11)e,.' 
- s igrejas colocam-se como porta-oze de leu t asm 
que conseguem a adesão de matos fiéis, corrompdas pelo poder 
1'."/"1'Ct.'t11 cio amor a seu:; .H•mrllwmt!.. ,'m:11mhem ao 111111110 4.'J.!OÍ'· 
ta.Jormwrcln iml'll.'iCl. 1'.'lilrlll11r{L C/lh! hllH'WII U rlC/lll':a ,~·rrl'IIO olrcl· 
vés da cobrança do impu.,10 tio ct:u: o di:mw. 
Como vocc definiria a religião? 
. É um co1,jrmlo de preceitos que ,·erhah:am o., c:omando., tio 
instinto de sobrevivência da espécie e que se destinam a orientar o 
compor1,m11..•11to .H>cial dos lwmalltl, Di:l'm o, rt'/JJ.!W.OS que Deus é 
"amor". Realmente o é, pois as emoçc1t!., dos genes são sentidas em 
nivel consciente como impul.HJ.'J ele .,vlularit'clcull.' para com 1m.,.,o., 
.  'lllc!llwnfL•.,. Ess1.• ,L·ntimt!IJIO t' puro amor. É o 'flll' chamam "Deus" 
Então. mesmo sem haver D..:u . há de se ter um componamcn- 
10 "bom"par:i com os "semelhantes"? 
- Embora a ciência nos leve a negar a existência de um Deus 
e a desconfiar das religiões. mio precu,mw., Ht'C1'.,.,11ri11111c111,• .,cr 
levado ao comportamento eoita, sem onderação para com o 
bem-estar de nossos semelhantes lo contraro, a compreensão de 
que somos disputados pelo tintos de sobrevtenia do indvduo ' 
da espécie, orienta-nos na busca da fel idade 
Como hu,car c,ta felicidade'' 
• ( 
0
1)11/(J /ui 111,lt',110, 110 ('/1lll(WI "' ft/11IJ/ltl ()rlt''11Ull. O ( a­ 
minho «da felicidade é o do meio, da moderado do equilibro, ou 
('j(I a Cfllll/JOflh,li:oç,io dos dois tintos que e dgladiam dentro 
de nós O caminho do mew ,mll/1..' t'fll <. 11mpr1rmo, JIOO Jeren  
para conosco e tambem para com nossos semelhantes Em amarmo 
nú, mc11111, octnlll de tudo t' ao promo tomo nós mesmo 
1. ,ua ideia de alma'! 
- Por que o lum1,·m ,u. n•,h1t1 ser possuidor de uma substineiaeteria 
a olmo 1 . l crença na imortalidade da alma, nmwm o tJUtl.C toda, '" 
rl'll),!U>t•,. mio I"" "' da pt'rCt'/><.·cio. em nh d um,c1t•11fl•. Ju mwr/a/uladt• 
do, J:!1.'"'-'·'· {/11,11110 o mi,. estes corpos efémero, portadores dos gene 
por um 1itimo clt• rida. ,uio /Hl\cllllO d,• n1ropuça, dt•,cor1,h·c1, t/llC! .uio 
deadas pelo caminhos, enquanto os genes caminham triunfalmente 
atrm·,•,,lmdo J.!l'ruç,;, •. ,. rumo a 11m/11111ro dt•,nmh,•culo 
E por que as rcligiõC'-, ão c;1m inhando ,cmprc num crc:sccndo. 
sem parar, sem cair apesar de contestadas' 
- Pocl,·ro 1' motiraçik., itn11111,n se abrigam no ccr11<.' CÍO .H.'ll­ 
timentos religiosos. De fato, comprova-se que a religião satisfaz o 
111lfl/(() hcilCO ela pn•.H·n·oçtio ela t!SJJ<.;Clt', t'III 0/HJiÇtifl Cl 011/ro UI· 
tinto, o de preservação do individuo As religiões alimentam o orgu­ 
//,o t' a ,·uhdack do hcmu•m Ela, colocum o lumu·m no centro do 
rmÍ'1..'r.11. que existirá em função dos humanos Até Deus parece erisr 
apenas para aguar uax craturas 
Nc,,c !Clltido. a ciência ê o dt·,con,olo? 
. Sim cada avanço do n•du: o homem a sua imensa insigmt­ 
ficcincia . .-1 cih1f.'ia comprowm qm· a Terra não é mais que uma 111.'il>f· 
11ijican1,· ,,,,,.,. 1.·.,pacta/ J,:Ir,mclo ,.,,, /orno de "'"" e.,tn.·lu cü port,· 
médio que por .'illll n•:, ncio pauudc apcmn um tllrtJ c11cc.111dct.ffl'IIU' 
no., arrahu/c/t'.'i da 1'1a Lcicteo ,1111.•. por ""' 't':. f,!lranclu 
e11/ouq11cculcm11.•11te no t'S/UIÇO l'a:w. '-; "!"-''"-" uma comwzicladc! d,· 
estrelas de porte médio, dentre bilhões ou trilhões de outras galai­ 
as, que se estende além do que podem alcançar os mais poderoso 
telescópios, que atingem até mais de dez bilhões de anos-luz no epa­ 
ço t' 110 tcm1w Dl· fato. somo. mai'i tll.'iÍ},!tJ1{ic:a111e,· que um grão de 
art'ia 110 clt'.H'rto cio Saara. Dun·m d,·.,rr11111 o mito da., ('.'i[Jt~c,e., crii1• 
das uma a uma; o lmmt•m <.' o macaco descendem de 11111 tlflCl'Strul 
comum. O lmmt•m é primo cio macuco. t'III vez de uma criaçcin dfrmu 
O homem é cntào puro ins1in10? 
- Com o imenso conhecimento que o homem adquiriu nos lt­ 
mo., ..:culo.,. Jmtl1•rú ,npirar mais cio que simplesmente cumprir "' 
111.lilllo,. /Jrocuraremo.,· e11ttio .,uh.,lftuir o in.,tmto p1.•la ra:iio. St.'rci 
vitória desta obre o mmstinto, do Cnll.Clt:lllt' ,uhre o mcorucit'ntt.'. elo 
homem obre o ,mimai. E.Ht', o destino transcendental do homem, a 
nova religião para o Terceiro Milénio 
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Indica 
fissional . 
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ResidOncla: Run campo Grande, 657 - la C..mi530 
• Fcne/Fax: 251-1721 • Jardim. MS 
- o:; 
1 º Semestre Legislativo 
na Assembléia será 
movimentado com a 
instalação de duas CPis 
A instala,ao d duas Comi só 
lnqu"rno  ,.1 1110' nll'rl!Ur o JHIITh iro 11. ... tr 'ck. t 'nno 
na Assembléia Legislativa Uma das CPIs que realiza sua 
jlflllll'lr.J rl.'urll,10 llil prox1mJ 1c·rçt1 k1rt1 "til dJ)llfM 
possiveis irregulares no processo de criação da 
Companhia MS-Gás A outra, cuja proposta de 
11npl..i11tJçJo foi apresentada na sessão do dia 10. rnl 
.ipurilr o <J...~11110 d<1do pelo Gocl'mo .intt:nor ,1 Rs 1. 7 
milhão. recursos repassados pelo Governo Federal no 
ano passado e que deveriam ter sido utilizados na 
,J111pllaç<10 e rdormc1 da Santa Casa de Dourado3. 
A CP! do Gás. criada ni.l Sl!ITI<.líld púS5<ldi.l l)(fd,;' ·s 
dl.' requenmcnio dprl.'!>cnwdo pelo Deputado Paulo 
Corrl'.>a (PTB). já está formada. rcstilndo apenas t1 
dcfin1çiio de qucrn ira presidir us int'eSli~a õe, PJr<l 
ocupcH o cargo de relator foi confirmado o Deputado 
Munlo Zau1th (PSDB) Os demais integrantes são o, 
Dl.'putudm Jose Carlos Monteiro (PDT). Onettan de 
Matos (PMDB) e Jerson DominQ05 (PSDB) 
A CPI do Gás foi criada por C<lllSil de diversos 
dúv1dil, let'.:inrndas pelos Dl.'puwdos com relação ao 
consórcio firmado pelo Gon:rno do fatado e a BR 
Distribuidora Segundo Murilo Zauith. existem 
"pontos obscuros" no processo. dentre os quais o foto 
de o Gottcrno ilntenor. sem qualquer jus1ificativa. ter 
convidauo a BR paru assoaciar-se á eswrnl. 
"Não hou,e concorrência pública. situação que 
consideramos estranha. É difícil acreditar que outras 
grandes empresas não se intcressanam em se associar 
a urna estatal corno a MS-Gós. que Ji.Í no ato de criação 
estava attaliada em cerca de R$ 20 milhões. e que ho;l 
com a d1sponibilizaçéio do gás boliviano. está attallada 
em mais de RS 100 milhões". ressaltou Murilo Zauith. 
Para 11arantir a parceria que lhe rendeu 49% das 
ações da empresa. a BR Distribuidora desembolsou R.$ 
-1-1.2 mil para integralizar 10% do capital inicial. "É 
negócio de pai para filho". ironizou Murilo. A CPI tem 
prazo inicial de 120 dias para concluir as investiQações. 
Por força de liminar concedida esta semana pela Justiça 
numa ação ajuizada pelo Deputado Paulo Corrêa. 
enquanto os trabalhos da comissão não forem 
concluídos fica proibido a rnteQralização do capital 
social da MS-Gás. bem como a realização de qualquer 
operação financeira e administrati,a. 
"Estamos montando uma equipe de advoQados 
especialistas em Direito Constitucional e Público e 
iremos apurar todos os de1alhes da operação". ressaltou 
Murilo. que na Legislatura passada aluou como relator 
da CP! do Prel.'isul. cujos ex-diretores. por força dos 
resultados das in'esti~ações. são hoje alvo de processos 
judiciais instaurados por inicia titia do Ministério Público. 
SANTA CASA 
O destino dado a recursos da ordem de RS 1.7 
milhões. que deveriam ter sido utilizados na reforma e 
ampliação da Sama Casa de Dourados. também será 
investi~ado pelos Deputados. A criação da CPI foi 
proposta pelo Deputado Laene Tetilla (PTI. tendo como 
co-autor o Deputado Geraldo Rezende (PPS). com apoio l'. 
de outros 12 parlamentares. O dinheiro foi depositado 
numa conta/convênio no final do ano passado. 
o entanto. por motittos que a CP! buscará J 
esclarecer. os recursos acabaram sendo repassados 
para o Tesouro Estadual. ''Queremos saber onde foi 
gasto o dinheiro". justificou Tetilla. O total dde RS 1. 7 
milhões era parte da verba orçamentária de RS 7. 7 
milhões destinada especificamente para aplicação na 
reforma e ampliação da Santa Casa de Dourados. 
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.

da Fronteira - Diário Regional 
áginn - 06 
AL faz sessão solene para homenagear as Mulheres 
"A mulher pagou um preço muito alo 
na jornada para concuir seus direitos. 
Venceu a escravidão; derrotou a inorán+a. 
filha legitima da submissão; superou os 
casamentos arranjados e os maridos impostos 
por interesses mercantis", disse a Deputada 
celina Jallad (l'MUI I) <lur ,inlc a sc,,ao soklll: 
em homenagem ao Dia Internacional da 
Mulher, ocrn I ido no último di,1 OH. 
A Primeira-Dama do hiado, Gilda dos 
Santos, a P'residente do Tribunal Regional 
do rralJ11ll10, Ci,r,dtla l'.:dro,o <.: a Juí,a 
Marilza l ortes, representando o P'residente do 
Tribunal de Justiça, fizeram parte da Mesa. 
(h lideres dos partidos também 
pronunciaram-se, destacando a importância. 
luta e participação feminina em todos os 
setores de atividudc,. As ex-primeiras damas 
do Estado, Mariita Cançado Soan: •. Nclly 
Martin· e Fairt<.: Nasser 'l:bet, foram 
homenageadas, recebendo flores e a mais 
tecente obra do poeta sul-matogrossense 
Manoel de Barros. I louve a ausência ap,nas 
de Dona Marin /parecida l'cdrossian. 
As primeiras-damas dos Municípios 
Bancada vai ao IVlii­ 
nistro Clóvis Carvalho 
para manter órgãos 
federais no Estado 
foram representadas, na solenidade, por Dona 
Ehzabeth Puccinelhi, de (Campo arande. As 
homenagens foram extensivas às mulheres que 
s e destacam cm áreas diversas, c o m o a Ir	à 
Jandita Luvizon, Sueli Jorge, Amélia de 
Araújo, Nilce Baruthe e Lucimar Rosa Dias. 
Participação - A Deputada Celina Jallad. 
em seu pronunciamento, lembrou as 
dificuldades que as mulheres ainda 
cnfrcnHtrn. Como a questão salarial ondc. 
segundo análise do DIEESE, a defasagem 
entre homem e mulher varia <.:111 tomo de 45%. 
A representativa feminina nos cargos de 
decisão no Pais. de acordo com a parlamentar, 
é ainda pequena. embora representando 5l % 
do clcitomdo e 43% da força de trabalho, as 
mulheres ocupam apenas 14% das posições 
de liderança na socicd,Hk. 
"Por isso. a gente lula por direitos n:io 
pode parar", disse Celina enfatizando que as 
mulheres fazem parte de.: uma agenda 
internacional. "Os prohlc.:mns mundiais 
pa,saram a sc.:r lidos tamhérn através dos 
A manutenção da estrutura dos órgãos 
federais cm Mnto Grosso cio Sul foi um cios 
principais pontos tratados durante.: a 
~·Jdiência rc.:nliz;1da no dia 09 entre a bancada 
federal sul-matogrosscnsc no Congn:s,n 
acional e o Ministro Clóvis Cnrvalho. chck 
da Casa Civil da l'n.:sidência da República. 
Segundo o coorcknador da bancada, scnador 
Ramcz Tc.:bct (PMDR-MS). os 
parlamentares fizeram um apelo ao Ministro 
para que fosse.: cnccrrndo o movimênto de 
tran: feréncia de dckgacias e órgãos fcdcrais 
para outros Estados. 
"Mostramos ao Ministro Clóvis. 
continua T c.:bct. que Mato Grosso cio Sul já 
deu sua cotu neste assunto. cnxugnndo as 
suas c.:struturas e rnlaborando com a União 
nesse seu esforço pela busca de mais 
eficiência da máquina administrativa". 
declarou o cnador. 
Ao lembrar da lrnnsfcrência de tn:s 
órgãos da receita federal e um da âr,a de 
comw1icuçào, Ramez disse que ir além dc-stas 
transferências significaria um 
desmantelamento dos serviços públicos no 
Estado. "com resultado inverso ao prc.:tcndido 
simplesmente por redundar na piora do 
atendimento ao cidadilo". enfatizou o Senador. 
Com o Go crno Fcdcral modilicou 
apenas o poder de decisão dos órgãos 
transferidos. manlcndo toda a estrutura tisica 
e de pessoal. a medida tão somente 
rcprc cnta um atravancamento 110 
andamento do proccs ·os que. cm sua 
maioria . ..:ram d,cididos no próprio Estado. 
lembrou Ramez. Ele citou o exemplo da 
p11bhcaç;io de um edital no D.O.U quc nilo 
demorava mais do que -l ou 5 dias c. om a 
mudança, agora demora mais de 30 dias. 
Embora aceitando a colocações do 
Ministro Clóvis Carvalho 110 sentido de que 
cs.sas mcdid:is atinjam indistintamente todos 
os E. Lados brasileiros e visam a· 
mod.:rnit..i, ão e,total. os parlamentares sul­ 
matogrossens ·s lembraram ao Ministro o 
dc,·ado nível técnico ostentado pelos órgãos 
f.:dcrais em Mato Gros. o do Sul. equ, 
pi::riodicamcnte, n:cc.:bcm para cstâgio, 
~
funcionários de outras unidades da 
cd,rJçií_o. ~k citaram. como excmpln. a 
elegacia Estadual d, Agncultura qu.:. por 
anos. é considerada mo !cio para o 13rasil. 
reasojatra 
O noticiúrio da mídia hrasilcira dedicou 
rccentcrne11te amplo espaço ú "soja transgcnica". 
pesar de toda a discussào. persist,lll dúvidas 
sobn: o que são os organismos lmnsgênicos. Isso 
se deve à polêmica que a no'idade suscita. pois 
cxbtcm grupos qu..: se opõem ao uso de tais 
organismos, colocando dúvidas sobre a 
segurança. ou os perigos. de se introduzir essa 
!.:enologia sem os devidos estudos de impacto 
sobre o homem e o meio ambicnt,. Polêmica à 
parte. vamos tentar esclarecer o que são 
organismos tr.111sgênicos. 
Em primeiro lugar. é necessário saber 
como as características de cada ser vivo passa à 
sua descendência. É comum hoje falar cm teste 
de DN/ para determinar a paternidade de 
alguém. Pois hem. é através do DA que as 
car.1ctcristicas dos seres vivos são perpetuadas 
de gcmçào cm geração. Então. pn:cisamos saber 
primeiro que D A é uma sigla formada pdas 
1n1cra1s (cm inglês) de "Ácido 
DcsoxirriboNuckico". O D A é que os 
químicos (ou bioquímicos) chamam de 
macromoléculas. devido ao fato de serem muito 
gmndcs e complexas. É composto de uma série 
de moléculas formadas por um açúcar 
(dcsxirribosc). um ácido (fosfórico) e uma base 
org:i.nica que pode ser uma de quatro opções 
(adcnina. guanina. citosina e timina). (Ver 
figum). Essa cadeia (muito longa) apresenta-se 
cm uma estrutura chamada "fita dupla". por ser 
fonnada por duas moléculas. mantidas juntas 
por ligações quirnicamenle fracas, entre as bases. 
O mais importame é que a combinação das bases. 
três a três. forma o código genético que é 
pralic:uncnte idêntico cm todos os scrc.:s vivos. 
O falo desse código genético ser o mesmo 
cm todos os seres ivos é que pennitc que um 
gene (pedaço de DN/ que codifica para urna 
proteína) possa ser retirado de um organismo. 
inserido no D / dc outro e funcion:u- como se 
estivesse no organismo original. O organismo que 
l:ccbcu o gene '.'Stranho" é o qu.: chamamos de 
lransgênico. Um dos primeiros organismos 
tr:111Sgénicos úteis ao homem foi uma bactéria que 
recebeu o gene humano para a produção de 
insulin:i. O gene funciona na b:ictéria que passou 
a produzir insuli11:1 human:i. ixnnitindoa produç:'io 
em larga escala desse produto tlo útil e que em 
:UllCS extraido dt.: c1dá'Crcs. 
Dito dessa maneira. pan:cc f:icil a 
obtcnçiio de um organismo transgénico: seria 
apenas isolar o gene desejado e "introduzi-lo" 
no organismo que se quer transfonnar. Só que 
:i.,, coisas n:io funcionarn. t.io facilmente. A 
n:tturcza tem mecanismos que impedem que 
infom1:içõcs genéticas de um organismo passe 
a outro com facilidade. Assim, na natureza. a 
tr:msfcréncia de material genético se dá com 
fncilid:idc apen;:is, cnicalmentc. isto.:. de uma 
g.:ra,;:lo a ouLra. dentro da mesma espt.'cie. Troca 
ollro, da mulher que incorpor rn u 
a»pwt40es de iyualdade. de senvolvimento c 
paz as grande s questões de g tão planetara" 
A parlamentar abordou ainda o trabalho das 
ex-Primeiras Damas do Esado no processo d, 
consolidação de politicas publicas, bem como 
de Don,1 l:li,..abcth Put:dnclli 
A l'rimeira-lJJnia do r:~tado <.: 
coordenadora especial <le polrtÍLJs púhlrc,I 
para mulher, Gilda dos Santo,. aprc,entllll 
os programas que estão sendo colocados em 
prática pelo Governo Popular de Mato 
irosso do Sul. Ela destacou a Campanha de 
Documentação, Plantão 24 horas na 
Dckgacia da Aulher em Campo Grande. 
ações na área da Justiça, Programa para 
redução da transmissão vertical do irus 
I IIV. Projeto dc /lfohcti1,1çfü1 ck Mulhcre, 
Adultas. Aula da Cidadania. apoio à mulher 
da árc.:a rural, trabalho. cmpn:go <.: n.:nd.1. 
respaldo à cultura <.: habitaçiio. 
Violência - A Juiza Geralda Pedroso. do 
TRT. abordou o terna "Violência IJnméstrc:r 
de material g,nético cntn: os indi, iduos. m<.:>1110 
dentro de uma espécie. ê raríssimo na n:1turo.1. 
Claro que essa troca funciona mais cm 
microrganismos. funcionando como uma 
maneira de promovcr rccombin:içics gcnétic.is. 
como nos casos de fungos que não esporulam 
(não produzem esporos) e ficaram limit:idos cm 
suas diversidade biológica. Entre espêcics 
diferentes, então as dificuldades aumentam 
muito. Casos de cruzamentos entre espécies 
próximas. gcralm,ntc. dão origem a indivíduos 
estéreis. como é o caso do cruzamento de 
equinos com muarcs. 
Devemos considerar ainda que o processo 
de obtenção de um organismo transgênico não 
é nem um pouco preciso. lmagtncmos 4ue 
queremos obter uma planta com uma 
característica somente encontrada cm outra 
espécie. Uma vez obtido o gene desejado, ele 
deve ser introduzido cm uma cêlula do 
organismo receptor através de uma série de 
métodos: 1) - injeção de uma suspensão de 
muitas cópias do gene com uma micro-agulha: 
2) - mistura da su pensão do gene com uma 
suspensão de células (como se trata de uma 
planta. devem-se usar protoplastos. que s:io as 
células desprovidas da pan:de celular) do 
organi mo a ser transfom1ado e.: passagem de 
uma corrente elétrica na suspensão: 3) - 
transfonnação dt: um vírus ou uma bactéria com 
o gene e uso dos mesmos como , elorcs para 
introdução do gene no organismo: adição do 
gene a minúsculas esferas d.: metal que são 
"disparadas" sobre uma suspensão de 
protoplastos ou embrião do organismo. 
Qu:ilqucr que seja o método utilizado. não se 
tem controle sobre onde os genes utilizados vão 
parar. A maior pane dos genes se perde. O que 
se espera cm um trabalho como esse é que 
"alguns" genes sejam introduzidos cm algum 
cromossomo e que possam ser detectados. 
Trabalhando-se com embriões ou com células 
com protoplastos. h:i a necessidade de e obter 
organismos adultos para se lCstar se os genes foram 
cficicnlcmentc inseridos e estiio ativos no no,·o 
organismo. Portanto. a plant:i que se quer 
trnnsfomiar deve ser regenerada a p:irtir do 
embrião ou do pro1oplas10 transfonnado. Muit:lS 
·vezes.essa regcnerJçào não é fiicil. exi!!indo do; 
pesquisadores o desenvolvimento de tecnicas 
especiais para sua obtenção:-Como n:io se tem 
controle sobre o =inho qu:Cos genes utilizados 
seguirão, deve-se obter um arande número de 
pluntns regcner:idas.. que serão avaliadas para e 
saber se foram transfom1adas e se o ~,·n • 
introduzjdo está vivo no novo onanismo. 
Uma vez obtida a planta transgénica com 
a car:icterís1ica dc,ej, d.1. o que o- pode ser 
efetuado em bbomtórios e casas-de-vegetação 
devidamente licenciadas para tal. necessário que 
a mesma seja avaliada a campo. ovamente, é 
e Direito da Mulher Um Projeto de 
1 u, td de" El m strou dados que apontam 
que em 1995 estavam no mercado de 
trabalho 29.820 663 brasileiras. 
A presença feminina. de acordo com 
cla, continua concentrada nos se(ores 
tr adicionalmente ocupados pelas mulheres 
o 1111ror continente. 29.X' ou cerca de X 
milhões, esta na prestação de serviços, outros 
6 milhões de mulheres trabalhavam na 
agricultura. 4, milhões nas atividades 
sociais cerna de 3.S milhões no comer1o. 
segundo o IBGE. as atividades industriais 
ocupavam 2.5 milhões de mulheres. 
1 l.r apontou t.1111ho:m o Ji,pJrJtl' 
existente entre os salários onde as 
mulheres são prejudicadas na maioria 
das vezes A juiza conclamou as 
mulheres para qualificar cada vez mais 
sua mJo-d..:-ohra l' t<.:r coragem de 
delatar todo tipo de, 101.:ncia qua ,cj,1 
dom.:,tica. lhica. psrcológic,t. no 
trabalho.: até mesmo social e política. 
" . 
sgemca 
ncccssano que ,q.1111 obcdeLidas norma, de 
Segurança especiais e que o trabalho seja 
executado por pessoal habilitado e devidamente 
autorizado. Passada a fase de testes. entra-se na 
c.:tapa de uso com,rcial. que é cx.itamcnte a fase 
crn que está a famosa soja transgénica citada no 
inicio desse artigo. Novamente, é necessária 
autorização para c,sJ comcn:1::iliz.açào 
As plantJ.S tr,rnsgênica, que e,l.io n.:,s., 
fase (alêm da soja. pode-se citar: mamociro 
resistente a , irus. milho resistente à lagana. 
algodão n.:sistcnlt: à h,rhicid::i. algodão resistem,: 
à lagarta. etc). são protegidas. isto é, suas 
st:mcnles só podem ser comcrcialiLadas com 
autorização da companhia que obteve a cultivar 
transgênica. Segundo a lcgi,laçào brasileira. o 
produtor pode produzir sementes para uso 
próprio. sem precisar pagar royaltics por isso. 
Em espécies como a soja. em que não se 
cultivam híbridos. é possÍ cl guardar semente 
própria. caso o produtor tt.:nha condições 
tecnológicas para produLir sementes. Entr.:t.lnto. 
já for patenteada nos Estados Unidos uma 
tecnologia que impede que a semente produzida 
sem autorização de detentor da cultiva protegida 
possa ser usada. Essa tecnologia recebeu o nome 
de "Tcnninalor" (litcralrn,ntc. cxtem1inados). 
Em tem1os simples. o Terminator consiste na 
introdução de urn gene para produzir uma toxina 
que mata o embrião da semente. Mas o sistema 
não é assim tão simpks. pois a toxina só pode 
ser produzida na semente. e apenas na fase final 
de maturação. para não afetar a planta ou 
produtividade da lavoura. Além disso. a cultivar 
com. o. gene para a toxina precisa ser 
multiplicada. isto é. a companhia precisa 
produzir grande quantidade de scrncnt.:s viáveis, 
que serão vendidas aos produtores. Ponanto. 
0 
gene. na cultivar n:io pode atuar na.s fases 
antenorcs a venda. aos prod Utorcs de grilos. 
Assim, a tecnologia prevê que 
O 
gene fica 
desativado nas fases de multiplicação de 
sementes, permitindo que seja obtido o volume 
necessaro para a venda aos produtorc:s 
lmed1::itarn ·nte antes da venda. s 	- 
, • as sementes sao 
tratacbs com o antibiótico te•- •i· . 
racimna que "ativa" 
o gene. fazendo com qu.: na fase f; 
1 - • • e ma de 
m:itumçao. a to:1.1113 seja produzid . . 
·o s,or o,·o 	ta, Impedindo 
que a semente possa ser utilizada par ,q. ,e 
C d 	H a plantio. 
om o uso Iessa tecnologia, o d 
b • d 	pro utor fica 
o nga o a comprar sementc.:s lodos o 
e 1 
• 	s anos. 
u ti vares transeênic~- • • _, 
ili idas :. '' as Ja estão sendo 
utu!zaa em diversas panes do mund " . 
de,·erá estar cultivnndo esse . d 
O
" 
0 
Brasil 
fu . . tipo " plant=is em 
aturo proximo. Suas vantagens sgo ·- 4z. _ 
n:!o podemos ficar alheios ai "mnegiveis e 
• · 	progresso que pod • 
propiciar melhoria em uma ·, , . ra 
. 	an:u tão imporun: 
como e a produção de alimento C . ,., 
de algo novo (pelo menos - omo se trata 
--'- 	• P.'11:> no ) e ela 
todas as cautelas devem ser+ ~.' o que 
1 
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qualquer risco além do razoável. Ha cvutar

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.Jo1·w,I 'l'ritu.1 •• e :i 1-'nu,fc•irn - Ui/trio IC◄•J;!ion11I 	P,ícina - 08 
onda Policial-- Ronda Policial 
Mais um traficante preso no Posto da Receita Federal 
Bicicleta Abandonada 
llrla 'is1a - , Pnlici., 
Militar comunicou ontem que foi 
cnco11tr,1da .:,bandonaJit. uma 
bickkrn m:uca Calni. cor azul, em 
frente ao "orclh:,o" d., llai,;1d., 
Corinthiuna, a qual se encontra 
recolhida no 3 Pelotão PM. à 
disposição do proprietário. E claro 
qm.· de, cm :,t:r ,1pn::,,.L·nt.1do, lh 
documcn1l>'- da "bike" ou 
testemunhas idôneas para que a 
mesma scja c11trcg111..· ;w cll 
legitimo proprietário. 
Pouco antes do fechamento 
da Ronda Policial, recebemos a 
informação extra-oficial de que a 
"magrela" encontrada na Banad.a 
Corinthiana poderia ser de 
propriedade de um rncrnbrn da 
1on:id.1 Corinthiana, que ficou em 
2 lugar no Tomei entre Torcidas 
promovido no último linal de 
semana na Praia do Apa. l"crn 
en1ido. dcpoi> de con4u1'1:1ri:m o 
2°lugar, os corinthianos teriam 
comemorado o resultado na 
8:ii,ad:i Cori11thi:m.1. com muita.., 
caias de cerveja, provavelmente 
o proprietário d;1 hicickt.l Jhu,1U 
da "rn:m ad.1" e n.:n po<l, la, a-la 
para casa, pr isso resolveu deixá­ 
la encostada no "orelhão" do h±ir. 
Tudo pelo Corinthian,• 1 
Mela Vista- Sesta ter,a­ 
!u1.1. d1.1 0'1 p,tr ,,,11.1 d,I 16·'.!0 
horas. mais um mndiduo foi 
p, eonoPoto da keceta l edcr.tl 
"'" IJcl.1 Vr-1.,. q11,111do lcnl:l a 
pa .,.,r pc!.r alr:,ndc~a 
DOF recupera 
caminhão roubado 
N.1 rn,111h,1 do dia 09. o~ 
1'1'111.1111, l1ih1.rrc, de ll'J" iço no 
1',1,101 1...:JI Ido cl., I ron1err.,. crn 
Mundo Novo, abordaram um 
l.aminhão ~ltn:c<lc, Bcn1, ann 
1'197, plal," llWl'-(,551, Ribeir,o 
l'rclui',i', que estava sendo 
conduzido rumo ao Para!uai. () 
111u1omla do l.Hnmh,lo idcnlificndn 
wum ,ulfllli<> Jc Oli, eirn Ramo,. 
51 nno,. rc"drn1e crn ltundfl 
No,o, ak!!,tHI que o 1.:.uninh.io i;;cria 
, t.:mlido 11n P.11.1g.u.1i p.ua .1plic.1ç,io 
do chamado "Golpe do Segum". 
l 1111:1 d.,, '-'l'"I'"' do DOF 
estava naquela terão e assumiu as 
investigações Desconfiados da 
hi,1úri,1 c,,nlad:1 por t111onio dc 
Oli, eira Ramo,. conhl'Cido corno 
Tonhao, candidato à Vereador 
dcrnlt,1do nas últimas eleições, os 
P,,fici.1i, do DOF con1ac1arnm o 
p1llpric1,irio <lo can1inh:io e fornn1 
informados de que o ,ciculo fora 
tomado de assalto por volta das 
I4:30horas do dia 08 na região de 
Marilia SP e o motorista fora 
hhcrlado pelos ladres somente no 
l.,1.1dn cio l'.uan.-i. na rcgi:i,, d..: 
Porecatu Constatado o roubo, 
7 ,mh:1n toi n:11h1 1<lo para a ,cde 
do DOF e autuado em flagrante por 
ri:ccptiçào de ciculo mub.1do. 
Em seu interrogatório 
Antonio de Oliveira alegou ter sido 
contratado por dois elementos 
desconhecidos, na cidade de 
~laring,i PR. para dirigir o 
c,uninh:<1 até Sailo Dd Guairá/PY 
e ali cntrq; .. i-lo a uma pessoa que o 
l.~taria agu:ud.1ndo. Feita a entrega 
,nlonio n.-cchcria R 500,00 pelo 
"serviço". Alegou que fora 
contratado para conduzir um 
c.1minh:i,,de golpe do seguro e que 
não sabia que o mesmo era 
mubado. Apó, a au1uaçlo Antonio 
de Oli, eira Ramos. que fora 
processado anteriormente por 
..:rime deitor.1'. foi cncaminh:-ido à 
Cadeia Publ" , dd,lundo No,o. à 
disposiçà .a Justiça 
1r,rnspor1.mclo 1.crcn de OI qudos 
d,, ,ub,1.1ru:1a tntorpecer11~ 
... onhc.. 1dJ rx,r "mn<:.orthJ". 'o d,a 
,1111erior J~ h,,v,a ,ido prc,o 
naquele posto de fis :ili,aç.1o o 
traficante Luis Carlos Peres, com 
lf"d mald,t,1. 
Dessa vez a droga foi 
dt,wben.1 trn pockrdo 1raft,Jnic 
Lhas oneroso da S1la. I anos 
de rdade (foto a csqucrdJ), 
res1den1e a Rua D,inúhio Anrl, 
aproximadamente 07 quilos da centro, na vizinha cidade de 
Arrobamento e Furto 
Bela ista- No último dia OJ. por, oil.1 d,LS 06:50 horu,. 
o Sr. Justino Vilhalva. rc,icknte na Chácara ~.1o GJhnel. no 
Bairro lwbomí, comp.1.rcccu : ~e do J" Pelot,1o PM e comuniwu 
que J re,idência da propriedade tinha sido arrombada na noite 
an1crior, de onde foram funaclas uma roçacleira de grama, um rádio 
toca-ti1a, mnrca ilW 1. uma reclc de don11ir e uma colchJ de casal 
1 gu,1miç:)o ele ,crviço clcslocou-,c ao local, no próprio 
veiculo da ili ma. visto que a viatura da PN 1 encontra-se parada por 
problemas mccúnicos. scnclo constatacla a , craciclaclc: dos fatos. foi 
l.ivracla a ocorrência policial e encaminhada à Ddcgacia ele Policia 
Civil. para providências. 
As auloriclades policiais pedem a quem suspeitar ele alguma 
coisa que comunique o fato pelo 1clcfonc 190, a exemplo de 
casos cm que surgirem pessoas suspeitas lentando 'cnclcr ou 
passar acliantc produtos como esses acima citados. Seu nome 
ser: manticlo cm sigilo. 
J_,,.J1 n qt .. rnJu ele: h. n 11..ru, tr 
pelo P l•l J., Hc,ll' , 1, 1 r ti 
crn '"" 1.11 eh llelu , 1.1 
JJ..t.r,H•U,ll Ju J.1/..r lltlt 1  z,,.• 11,I 
no veiculo, o a nte ro 
descobriu a droga em poder do 
passageiro e procedeu a saa 
detencão, comuntando 
1med1.11,1rncn1c ., l',1!1e1a llrl,1,11 
1 Ir," (,cncr,h<> da ,,.,,,, 
Criança atacada por cachorro 
Bela 'i,ta - Na m.mh.1 d,: 
1cn;a-k1ra_ por volta das 09.30 
horas, deu cntrJclJ no 1 !o,pll,d 
SJo Vicc11te de Paula. após ser 
atacadJ por um cachorro a 
menina A.M.. 1? anos de idade. 
residente no Distrito Nossa 
Srnhora ele 1 .ituna 
De acordo com a, 
inform,,ç<k> colhida, pelos 
Policiai, que atenderam a 
ocom:nci:1. o cachorro ,cria de 
propriedacle do cdadão 
f e encaminhado a 
l d l' I' olie l ( 1 11. 
J 	l •11 '" r, 1 d, O l 
1, , ar•r,, ndi.lJ O 
1 
JCH ,u11t1.11..h, e.. ru 
f a : lonme de trafio 
de drogas posteriormente 
rc.,dh,du .o -.,d,,., publitJ 
11111111l.1p.d. onde Cllí ;, 
disposição da Justa 
umh,·tido pdu nome dt: JoJo 
/.unurio. ,cnclo que o animal 
t.1111bcr11 J,Í lt'r ia .11.ic.rclo outr,15 
pessoas. pois é agressivo e fica 
solto na rua 
O medico que pre,lou 
atendimento a criança, atestou 
que a mesma teve lesões graves 
no braço esquerdo e nas 
n,iclcgJ,. 1 ocorrência foi 
cncJminhad..i .l Dclcg.icia de 
Policia CI il para a, 
pw, 1dência, cahh eis 
Prefeitura Municipal de Bela Vista/MS 
Decreto Nº 1.125/99- Executivo Municipal Decreto º 1.126/99 - Executivo Municipal 
"DiJJN;l. Jobrl! .f'umt!açcio clt! F1111cionário" 
José Garibaldi da Rosa Neto. Prefeito Municipal de Oda 
Vista, Estado de llalo Grosso do Sul. no uso de suas atribuições 
legais: 
DECRETA: 
Ar1. 1°- 'omear, EDGARD GO ZALES. para exercer a íunç:io 
de l1olorista Categoria D. Padrfo IV, Classe A, Referência OI. do 
Quadro Permanente da Prcíci1ura Municipal de Déla Vista, a panir 
de 08/03/99, cm vaga decorrcnlc de José Carlos Dias de Lirna. 
,n.2º - Este Dccri:to cnlrnrá cm vigor na data de sua publicação. 
n:, ogada-, a-, disposições t:m contrário. 
Uda Vis1:t/ll ., 08 de llarço de l .999 
.José GMibaldi da Rosa 'elo - Prcíei10 llunicipal 
Decreto Nº 1.127/99 - Executivo Municipal 
"Di.l'p<ic• sobre Co11mcaçcio de Professon:s". 
O Prefeito Municipal ele l3cla Vista. Estado de Mato Grosso 
Jo Sul, no uso de suas atribuições k~ais, tendo cm vista o disposto 
no Inciso VII cio Parágrafo Úni,o Jo Anigo 99 da Lei Orgânica 
do Municipio: 
DECRETA: 
"Dispõe sobre Nomeação de Funcionário" 
José Ganbaldi da Ro,J 'cio. Prdc110 '.lunicipJI de Bela Vista. 
b1aJn de Maio Gro»o do Sul. no uso de sua, atrrbuiçõc, lcg.ars: 
DECRLTA. 
An 1°-1'-orncar. RA IÃO R[:-SLI 00'-ÇALVL', BARBOSA. 
para exercer o cargo efeti o de Agente Fiscal de Inspeção e rgiláncia 
Sanitária. Padrão IV. Cla.s,c ,_ Rcforéncia O 1. do Quadro Permanente 
da Prcíeilura !lunicipal de 13cla Vi>1a. a par1ir de 0803/99, em , aga 
dccorrcnlc de bidita Oli,crra L,ma. 
An '.!º - Este Dc-c1c10 cnlrar;i cm, rgor na data de sua publicação. 
rl!,ogadas a, dispo:tiçtk) cm contrãno 
Uc-la  1lll I~ .. UM dr hrço dr J.999 
Jo)t G:anbald, d:1 J.tou 'riu - Prdeito ~Juniripal 
An.1° - CO;-,.'VOCAR Professores para ministrar aulas na 
Rede Municipal de Ensino com base no lnci,o li do Artigo 19 
da Lei ~tunicipal Nº 923. d,: 03 de Dacmhro de 1991. conforme 
rdaçào nominal cm anexo. 
Art.2º - E,tc Decreto entrará em vigor na data de sua 
publicação. n:,ogadas as disposições .:m contrário. 
llcl> Vis1af;1S., 08 de ; ,rço de 1.999 
Anexo 02 do Decreto N° 1.127. de 08/03/99 - "QUADRO DE VAGA l'l'IU" 
José Garibaldi da Rosa Neto - Prefrito tunicip:il 
NOME COllPLETO FUNÇAO NIVEL TURNO DISCIPUl'iA ESCOU. 
OI 13emabé de Moraes Professor llalutino 1' :i -l' Séries Princesa babel 
02 Jailson Dias da Cruz Professor Leigo Ma/Vesp. 1 .1 à .p Séries Tupi Almeida Melo 
03 uely Fagundes Professora : Leiga Vesper1ino 548'séries B:irr., do ltá 
0-l Eva Eni G. Pereira Professora l Mat/Vcsp. 1'à4Séries Enir '.1. N. Rondào 
05 Ailton de Oliveira Professor li ltJvVcsp. 1à 4Series Enir :1 N. Rondfo 
---- - ------ 
l'ERJODO 
010399a31/1299 
01/03/99 à 31112 99 
O 1/03 ,99 à 3 1 /1 2'99 
01,03,99 â J 1/12.99 
01/0399 4 31/1299 
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Bela Vista - 4-39-1369 - Jardim 
Guia Lopes da Laguna - Caracol 
Miranda - 242-1206 - Porto Murtinho 
Nioaque - Bodoquena 
Anastácio - Dois Irmãos 
Vida - 
Distribuido a 
• 
1ana 
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ANTARCTlCA 
Matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição, 225 - (067) 241-3838 - Aquidauana

.lon,al Trihon:1 d;, l'rou(«'ir. - IHürio IC<•l,!io,ml 
Nossos SE 
1
TIMENTOS 
Aos familiares do Sr Gentil l erre+ta 
Leite, pelo seu falecimento ocorrido ,rn 
í1ltitno d1,1 0J L'lll nu ,.1 L 1d,1d..: 
NESTA SEGUNDA-FEIRA 
Dia 08 aconteceu a inauguração de 
abertura das novas instalaçoes do 
Supermercado Carandá, para melhor al<.:nckr 
a popttl.tç,lo lar:t<.:ok:11,c.Confiram11 
Aos PHOl'IIIET,HIOS 
Rcn1110 Varga:, e l.ilialll: (Lila). 
sucessos por acreditarem no potencial de 
nossa cicladc: o.: além ck c,1:m.:111 gcr,melu 111.11, 
empregos pata nossos jovens. 
FELICIDADES 
Aos aniversariantes deste més, começando 
por mim. Kc1111 rLopes Leite, dia I": l'1i:,cila S. 
Lcitc, dia 02: Miri,u1 l)duqui. elia 03. 
SOBROU PRO JOCA!! 
Gcnto:. drn o maior forrnJobó 11a C[,111.ir.1 
iVtunicipal de nossa cidade, nc'-la última t,11·,1- 
feira. dia de sessão. A Coluna dn JOCA. onde 
o assunto era relacionado aquela Casa de I e,,. 
nlguns pnrlamc11t11rc, n;in go,1ara111 m:111 um 
pouquinho e "chegou a lenha" na coluna do 
Joca. atl! chamou o titular da mesma de mal 
infonnado e outros t:11111prim.:11tos a mais1 ! 
NESTA SEXTA-FEIRA 
Na Fa1..:11<lo do Sr. João Quintana Bley 
(Nenê Bley) aconteceu ao 111.:io-dia 11111 
delicioso churr.1srn em comemoração a o ] 
aninho de sua filha caçula ]'vlail..cl~ Bk~ ! 
Os papais N.:11<: Bley e Cleuza e 
maninha 1 taiara. receberam à todos seus 
convidados cum muita akgria! 1 
VIAIKELY 
Quc cssa data si: r.:pita por muito, ,llllls 
e que o osso S.:nlwr ksus Cristo, encha o 
seu orado com a luz dina do l pinto 
Santo!! Parabéns'!! 
ENCONTRA-SE 
1 m pil:110 fu111.:1011,in1cJ110 ., P,,d.tri.1 d.: 
propriedade da Sra. Suely Losekan, visite e 
rnnfi1.1 as delicias que a mesma pode lhe 
oferecer. Fica em sua própria r.:,idi'.:ncia. cm 
rn:ntc a casa do Sr. 'eco l',,gliosa. 
ICMS 
Aqui em Carõlcol que vem de pc,caelor 
de outro Estado pescar em nosso rio não esta 
escrito. Está na hora de nossos govemantes 
cnlocar,1rn1 um posto da i'ulicia l· lorc,1al pam 
fiscalizarem melhor a (ll't:.1 e t,11nbém é claro. 
dci,.u·o ICMS aqui l'lll Caracol traz . ..:11<lo iL'>sirn 
mais progresso para o Município. 
ELOGIO 
Digno de .:login, o Chd..: da 
l'Nl· RSlJI d.: Caracol, nosso amigo "Gato". 
pois contratou um carro de som 
c:--cl11,ivam<.:nlc para avisar a população 
caracolense que iria licar ,.:111 cn..:rgia .:tétrica 
110 domingo. 
l'arabén, "(iato" por tão b..:111 
n:pr.:,cnlar a l·.NLRSLJI. .:111 seu trabalho e 
o r.:sp.:ito com a população caracolcns<.:. 
CAPOEIRA 
Quem está se destacando também é o 
lt1:,trutord.: Capocim. J,mkl. que além de ensinar 
a r.1p:viada por apenas RS 5.00 por mi;s. ainda é 
um .:xcdcnl.: 1a1mdor qu.: diga-se <lc p:issag.:m. 
mm muita criatiYiacl.:.: higi.:n.:. 
DIA DA 1ULHER 
Dia 01' co111.:111oruu-sc o Dia 
lnt,macional da Mulh.:r..: nós aqui ela Redação 
nJo pod..:riamos elcixar d.: dita PARJ13É S 
par.1 todas as MlJI.I IERl:S d..: Caracol. 
E POR FALAR 
PnOOçà 3 ANO EN!MINO MÉDIO NOTumNO A rCLO DnANO 
LOCAL: RC~IOêNCIA ATRÁ!...i 00 HOTCL POUSADA DA FR□NTCIRA • BCLA VISTA/MS 
DATA: 20103/99 • SÁ□AOC 
Honro: 22:00+, 
INORCGGO: R$ 2,00 
J m mulher, ó r,c lc ,1110 ,?q111 m 
C <1r,.col a Policia foi solicitada para pre d 1 
e encaminhar duas pe soas ate a cade1a de 
Bela Vista por não pagarem a chamada 
"i'.:n,,1o /li1111.:111íci.1". P.ira quem n"io, .b,. 
110 Jlo da separação o marido tem por 
obrigação pagar a pcn,,io ali111c1ll1C1,, .1 
mulher. p.1ra que clJ tcnhJ c.:ondi,,;ôn J.: ui.,r 
,cu, filho, ,u,inha e 411and,111,in o f".it.:rn o 
Juiz manda prender mesmo. 
A mulher que estiver com este 
pruhkm.1 de separação é só ir no I orum de 
ela Vista e marcar hora com o Defensor 
l'libltco. O 1..:kfo11.: do I órum é -B9-13SJ. 
AINDA FALANDO 
Sohrc 11111llu.:r. a ",r,1. /u,111ir .. 1 "(jrinµ.1'. 
esta de parabéns pelo trilha lho que I t.:111 
realizando a frente da Assisténca oral de 
Caracol. Ficamos sahcndo qu.: domingo 
passado ao chegar em uma residência para 
a1criguar uma criança que .:,tJ1 ..i dcx:Jllc ,.: 
surpr.:.:n<lcu cm , cr dua, crianças em um so 
h.:rço. Conclw,;io: além d.: darorkntaçô<-.., ao, 
p,ti, da criança sobr.: su,1 saúdc. ainela d.:u ck 
pr.:scntc urn bcn;o parJ a outra criança. Parabéns 
"Gringa" pois 111.:smo sem 'CÍculo conwgu.: 
realizar um cxc.:knt.: trabalho as.<.istcnc1,1I. 
PASSEANDO 
Em nossa city. a sra. Carm.:n . .:spo,a 
do Cabo Fcrr..:ira. Comandante <la Policia 
Militar do Boqucir.io. 
MUITAS PESSOAS 
Prestigiaram o batismo nas aguas do Rio 
Caracol frito pela Igreja Quaelrangular. 
Pastor.:aela p<:la Pa,tora i':dna. qu.: , ,·tn da 
cielad.: de São Paulo. dir.:tarn.:ntc para 
pa,ton:ar a lgn:ja Qu:1Clr.lllgular d..: CarJcol. qu..: 
por sinal c.:stá conscguinelo scmpn: com Ssuts 
(XIIC.:SlrJs. n:unir muita., pcssoos. inclt1:,i1 c jO L'lb 
que anelavam s.:m rumo na vida. Nossas hoas 
1 indas à Pas1orJ E<lna.: r-,unilia e quc da pro,,.siga 
c.:st..: trabalho t.1o.:xc.:knt.: que v.:m r.:ali,_ando. 
QUEM TROCOU 
De idad.: ncstc último dia 03 foi a Sra. 
/lmiria Dcluqui. Parab.:ns. 
VO llE DESPEDI DO 
Com que OUÍ no l lospital neste último 
domingo da Enli..1rncirJ ao Cabo Deluqui. quando 
o mesmo p.:rguntou do acidentado que caiu d..: 
moto. se de esta,-a bem. "Olha seu Caho. a linic:1 
coisa qu.: não ;:irr.lllhou foi o SL'll coto'do. pois ao 
cair o cap;:tci:t.: estava cm seu bmço". 
RI() 
, tho h atlles 
te omenotando o cu 
1 , , •,1 o'  lc ta aconteu no da 20, 1111 
lube Mocidade. ondre recebeu patentes e 
ami unho pata aborearem deliciosos 
sal adinhos e o tradicional bolo de 
,1111 li rio P'araben Charlles e que essa 
d .. 1.1,.:1,1 :LI p II l11lliLl i: lllllllh IC/l' "·'" 
) fofo harlles Critilan Alvares que 
eteve c o m p l e t a n d o eu I" aninho d e v i d a . 
Beijo, ... 
Edital de Proclamas 
J11:lo m.,J,n '1c1r.1. Olit.:t:tl Jn Car16rio 
de Registro Civil de aracol MS.. FA	Z 
SABER que pretendem se casar .: 
apresentaram os documentos exigidos pelo 
,nico I lW do CúJig11 Ci, 11 llra,,ilciro· 
- . 1 A l' RI:'- li O SER' I.' 
IIOFF:IEISTF.R e C'RI•:S:'>IILDA 
DLRTF. CÁCERES, ele brasileiro. 
solteiro. pedreiro, natural de Caracol :IS. 
filho de Miguel Hoftmeister e Luzia Sil mo 
I loflmc1'1<:r. rcstJc111e, e Jorrnciliado, nesta 
ciJ::i.Jc de Caracol MS .. .:la. brasikira. 
;ol1cir.1. Jo lar. natural de 1kb Vista. :VlS .. 
filh.1 Jc Dcmcrn, Caccre, e lkatri7 Du::i.r1c 
C;ic.:rcs. r.:,iJent.cs e Jum,cdiados nt:sla 
cidade de Caracol MS Se alguém souber de 
algum impcdirn.:nto. que se oponha na forma 
da Lei 
João ,mádio 'ic·ir~ - Olici:11 
C:ir.icult:-.IS .. 08 de :'-1:trço de 1999 
 
• 
t 
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