- Porto Murtinho [laia v,.,,a Jardim ntonlo J04o • 0unllo Guia Lope (1 Lnguna tio aque Caracol - Conclusão do asfalto Guia Lopes da Laguna/Bonito é inadiável Em expediente ao Secretario de lnl'r.1c,1rn1111,1 e Ohr.1, Públicas, Pedro leruel, com cópia ao diretor-geral do Dersul. Luis L.andes Pereira, o Deputado Flávio Kayatt reforçou a cobrança de Iodas as lideranças municipais, empresários e politicos para que seja imediatamente concluida a pavimentação ,1,ffüica da 1IS-JX2. no 1rccho Guia Lopes da l .aguna-llonitn. Faltam apena, L3km para capacitar esse que é um dos mais importantes corredores da crnnomia csladual, onde r.:pou,.1111 as expectativas de produtores ruas e cmpr.: ·.irios ela agroindústria c. principalme111c, cio turismo, jti que a rcgiào ~ atualmente uma das mais ,1trucntes para visitantes do Pais e do exterior. O custo de domar o dragão O pacote linha-dura do governo vai provocar 11111is desemprego e reces.11i11 pum evitar o pior dos males: a i11jlaç1i11 atuantes crn Porto !ilurtinho Iulhcrc e topa! d reada pelo dia I } ,_Y ~) Presidente da Republica Fernando Henrique Definiu-se na semana passada a estratégia do governo para enfrentar a crise. Quase cm silêncio. foi montado um no, o plano nntiinílasando da hora. Desde o dia 13 de janeiro, quando o go,cmo denou o cimbio flutuar, a economia brasileira ficou à dera Evaporou da noite para o dia a c:.-m,tur.i basc.1da nn quase paridade da moeda brasileira com o dó!Jr. foi ela. a iincor.i cambial, que nos últimos quatro anos e meio manteve a inflação domada e pcnnitiu que o, hr.i,ilciro· c~pcrimcnlasscm alguns do confonos do Primeiro Mundo: estabilidade monetária, imponaçõ,:s 1 ara modemizar a indústria e fonnar o estoque dns 1,,ja,. N..:s e sentido. pocbsc dizer que o l'lano Rcnl acabou no dia cm que Gustavo Franco limpou as g:lct:15 no 8Jnco Central e seu sucessor liberou o cãmbio. llcpor1agcm compktn nu Págin~t•OJ PASTELADA A ccrclllria Municipal de Promoção Social COM NICA que estará promovendo no próximo dia 14/03. uma deliciosa pastelada. para a aquisição de uma cndcina de rodas. er.i no prédio da ASPUB, a panir das 09:00 horas até às 17:00 horas. Preço: 04 pastéis por RS 1,00. Aceitamos encomenda e fnzcmos entrega. fobr com a Sra. Consuelo. De hoje (quarta-feira) até sexta-feira as encomendas poder:lo ser fci1as pelo r-o E: 439-1364. ....J Ponta Poril/Maracaju/ Guia Lopes ela Laguna O Dcrutado Flrh iu Kaynll esta insistindo junto à Secretaria de l11fraes1rutura e Obras Públicas pela pavimentação asfaltica e recapeamento da MS-164, que liga Ponta Porà e Maracaju. com acesso à Guia Lopes da Laguna. entre as fazendas Guanandi e Vista Alegre. O trecho é um opç.io cstr.itégica de interligação desses Municipios com a Rodovia BR-26 7. Kaya11 justifica a reivindicação salientando que são péssimas as condições de tráfego nos 51 km dessa Rodovia que ainda estão sem asfalto. acumulando incontú, eis prejuízos sociais e econômicos. sobretudo aos produtores. Para o parlamenrnr. essa deficiência viária inviabiliza o escoamento da safra nessa região. "Com o asfalto, o transporh: de cargas será mais seguro. assim como o setor Alunos agradecem ao Prefeito e a Secretária Municipal de Educação Em carta enviada à redação esta semana. os alunos do 1° Ano da Faculdade de Ponta Por:1. que residem cm ílela Vista, fazem um agradecimento ao Prefe110 Municipal José Garibaldi e à ecrclária Municipal de Educação. Professora Orlanda Freitas dos Santos. Os alunos agradecem por estarem sendo beneficiados com a cedência de um ônibus pela administraçiio municipal. qu.: faz o transpone diário dos mesmos até a cidade de Ponta Por.1. dando condições para que eles possam cursar a Faculdade. Os acadêmicos afinnam que Bela Vista é um dos únicos Municípios que dá esse verdadeiro presente aos alunos que estudam cm outras cidades. pois na maioria dos casos as Prefrituras cobram uma taxa para prestar esse tipo de serviço. Eles também elogiaram o motorista do ônibus. Edgar Gon:ciks. afinnando tratar-se de uma pessoa cdu ada, atenciosa e muito respons:ivel. A Instalação de duas Comissões Parlamentares de Inquérito vai movimentar o primeiro semestre deste ano na Assembléia Legislatira. Uma das CP!s. que realiza sua primeira reunião na próxima terça-feira. vai apurar possíveis irregularidades no processo de criação da Companhia MS-Gás. A outra. cuja proposta de implantação foi apresentada na sessão do dia t O. vai apurar o destino dado pelo Governo anterior a Rs 1.7 milhão. recursos repassados pelo Governo Federal no ano passado e que deveriam 1er sido Deputada Flávia Kaya/1 de turismo estará amplamente bcneficwdo. pois Guia Lopes da Laguna é um do, acessos ao Panlanal através da /l.!S-164". L .. Puf eito José Garibaldi "Fica registrado no jornal da nossa cidade. o nosso agradecimento ao Prcfrito Municipal e à ecretâria ~lunicipal de utilizados na ampliação e reforma da Santa Casa de Dourados. Página/o5 PREFElTUR MUNICIPAL DE BELA VIST A/MS Homologação Homologo o resultado d, Licitação por Tomada de Preços n 001/99. baseado na Ata da Comissão Permanente de Licitação. em confonn idade com o que detennina o Inciso V. do Ar. 24 da Lei n 8.666 de 21 de junho de 1993, desta maneira tida como desenn. fica dispensada nova Licitação, objeto d, referida Tomnda de Preços. Em OI de Março de 1999 José Coribaldi da Rosa Neto- Prefeito Municipal I + oba coord desde o dia 0? dr 0até oda ) de m ro com atrd des em todos o burros d Poro Murtiho E ta comemora,ao pelo Da das Mulheres tem como byctoca memorar discutir a prever,ão das DSFs, AIDS e prevendo do ol (termo Iambem I 111 como obyetvo discutir a discriminado, a olnia e desigualdades que as mulheres tem sofrdo por dons milénios c obyetvo mareante tem sado a dcu l sobre a poluta de y nero Com duas reuntes realuadas nos Bairros alim Cafure e florestal a repercussão a nivel municipal tem sido posta. pela quantidade ptessta de presença das mulheres e também pcl,t vontade que •. s mulheres tem demonstrado para que haja sempre cslesnontros pois somente assim staremos tos n»tentando e participando da história do nosso Municipio que administrada pela companheira !{rian Vale ressaltar neste pequeno relato que a nossa história tem sdo volntada e esrta a partir da ótica de uma soredade mahsta Nós as mulheres queremas escreet a tossa hstótia não isolada, mas junto de igual pata igual, somente assim teremos uma sociedade onde homens e mulheres tenham o mesmo deito em todos os ,ctorc, dJ soc1cdack (M.D D) Secretaria Mun. de EJucaçüo, Orlanda Freitas dos Santos Educação. pelo carinho que vêm dispensando para com os acadêmicos de Bela Vista" diz a corrcspondi:ncia en'iada à nossa redação. assinada pela turma do t• ano da Faculdade de Ponta Porà. 1 º Semestre Legislativo será movimen­ tado com a instalação de duas CP s Em sessão solene AL homenageia as Mulheres "A mulher pagou um preço muito algo na jornada para conseguir seus direitos.. enceu a escr.i,id:Jo: deITOtou a ignor.incia. filha kgitima eh submis io; superou os casamentos arranjados e os maridos impostos por interesses mercantis". disse a Deputada Celina falbd durante a sess..1o solene cm homenagem ao Dia Internacional eh Mulher. ocorrido no último dia 08. A Primeirn-Dann do Estado, Gilda d Santos, a Presidente do Tribunal Regional do Tr.ibalho. Ger:ilcb Pedro,o e a Juiza Manila Fores. repn:scnmndo o Presidente do Tribuml de Justiçn. fizeramn parte da Mesa. Página-06 Mais um traficante preso no Posto da Receita Federal Bcl:t Vista - Nesta terça-feira. dia 09, por volta das 16:20 horas. mais um individuo foi preso no Posto da Receita Federal cm I3ela Vista, quando tentava passar pela alf.imkga tran,ponando cerca de 04 quilos da ,ubstüncia entorpecente conhecida por "maconha" Dcs,J , c1: a droga foi t.lescoberta cm poder do tralicanlc li ias Gcrn:roso da Siha.18aoosdcidadc(foto J esquerda). residente a Rua DJnúb10 A✓ul, centro. na vizinha cidade de Jardim. quando ele tentou cruzar pelo Posto da Receita lcderaJ. em um táxi de Bela Vista Paraguai Página-08 Elias Generoso da Silva Respostas às perguntas quando se fala em proteção de energia Para melhor avaliação dos itcn:-. d(•,uito-. na Ediç;io pm,,aJa, ,cg11e uniu cxplicaçfin detalhada ll p.1ss 1 ü1,,' d1,ptl .. 111,o l' l11rnl.1- 1111.111.1l IHh 1H1 h11•,Ü.,"i "on•l111c' l le tem a unção de quando ocor­ tet uma falha nas batera» ou 110 rH•-hn·.1~ l'IClll.H 11lhl 11.rn,kr~n- 1,. 1.1 ,k l'lll'I 1 °1.1 de l l'lh.• .iu10111,111 • l,lllh.:llll.' p.11.1 11 ltlll'•' lCOtllJllllll· 1h,r). porem é necessario que este b pus," tenha um sensor e so­ mente deixe passat a cneria des­ de que não seja superior a +_10% f 1oll'1.in'.111 du, L0111pu1c1dur:',) O "by pas" norm,1l111c111e ,i11.,li1,1 110 p.1111cl de> cquip.11111,n• to l' t.11111)'.m toca um Jl.trnu: ,o­ nrnu p,1r.1 qut.." o u,uílno ,,1ib.1 que não é o no-break que esta alimen- 111111to o comp11t,1dnr. e sim a rede ,.:lé1ric,1 , 1i1 c,tc d1,po)1ll e, p.ir.t que possbhite, enquanto set aci­ onada a Assistência Téemca, o 11uâno coa11inu.1 trabalhando tdes- 1.k 4llL' ,1 l'nagia n.1o , .11'11..' m.1i, ún qu ·.:. lllºo). Se uhr.,p.1,,,1r e,­ ses limites ocorrerá o desligamnen­ h) p.1ra h.,,('r J p1olc·:o do, ... -qui• p,1111cnl(>s ILI 110-hre.1~, que ole• tecem este "by pass" estabilizado. Lsse "by pass" também podera ser manual, como por c,cmplo numa l'f.:nlu,11 manulcnç.io pri.:,i:nti,a ,rn, batcna,) c o usu:irio n.o prnk desligar o sistema. Neste caso pod1.."-,c d.'.tu:u o ,cn ir;o c'un i.::,~e procedimento manual. Em muitos casos o no-break é ..:olnc;-idn ..:m11 mai!I um 1..·....,1ahil11ador p.tr., .1 ,itu· ação de seu "by pass" não ser es­ t.1hili1.1do. Sina1i7:H;io dl• ,·oh~ll,!.'llt corrcntl' l' fn·qu~nch, SJo in~tnuncnto:, qu..: po • sihili1a111 obter infonn~ç(lc, dopa• mel do equipamento ,,)hrc , olt:i• gcm. ~orrcntl". potC'111:i;-i. tfl-quência. d~ cntraclJ. ~:i.ii..la. da hatcri,1 e do "b) p.1.>s". E,sas ,ina­ lit;iç.ões podem ser muito impor• 1a11tcs. pois pode-se. pm c,cmplo. iJ~ntificar se o cquip;u11cnto l...'!lotá cnvi~:,Jo uma tensão e fn:quC'nc1:1 e,1abilizndn para a carga. bem como saber se pode-se colocar mais carga. :1compJnh.rndn J po­ tC'ncia sinJlilJdJ. ~luit;ic.., l.;'te-.,. o u uário comprn outro no-break em necessidade. pensado que seu no•bn:al.. or.t in 1.,· 1 •udc estar com sua c.1r Partit.b. a I! tem a fundo de poder há-lo m 1110 l'lll Clll'JJ'l,I J11l.'.'"ll'IIIC l111di~c•111l• / l1tll•r'1t,r 1(1'>2J2 P,ir,1 l, 11k1 .. uJu l' 111u11t111n 4 por1.1111r qm.· o 11t1•hl\l~ t'J,1 111t1,,.'• lq•cnle, f"'" q11,,nd11 h.1 l.1lt.1 nu grandes variações de energia. o rH>•h1c.1... J'l•""'.1 ,1 1111111.u ,l L,H1·..1 d.l h,Hcn,t, l' CI lhll. lt) J)fl>rrJlll,l ( ",huHlm, 11" 411~ lcll ,1 l11rn.:,h1 de Ice.. h.u 1J, ,1rq111, '" .rntc, do dc,­ lig,1111t..'lll<> ,ttllOlll,tlllll do lhl­ break S11pn11h,1 que " 110-hre.1, 11:'ln :,1,,.•j,1 11111:lir..:11tê l' h:iJ,1 lllll,I gr,1mk, .ni.t.1n ele cm:q.:1.1. ,1, h,1· terias passam a suprir. porém de­ pois do lim11..: d..: ,H1tm101111.1 U1h baterias, este se deslia e caso o u,u:.no 11,)n 11,cr n ,olt,m: p.11.1 dci,:-ln 1ntcl1µ,:111l'. o 1,,u.'ir11, 1x·r• ck·r.l u, .1rqui, o, l",t,t' 11Jo c..·,11:1,1 pnl11110 do no-hr..:.1~ i ,1l.1rm1..· , 1- sual e sonoro) pra our o alarme e fl.'ch.u '" .1rqm,,1, Outr., llm· ão do sottware é gerar arquivos de eventos (falta de energia em u.,1:i l' hoi.n(h. l:IC ) Microprocessador São no-break s que utilizam um micrnpnH .. t.',,,1l.h1r inti:rno. qu~ ,1ahili,.1 um.1 d111Hlllll'•'º lk llll -brca,s que por 1a1rn.,p.1!, porem não tutao "«but-down' IHI clt:111,lh ,..:r 1do1c, l.' , .... lllll UU• ,mu1: ll\'rlr 1h.,lh.11i.lo. pofl"l"III• pln no 111d,n, nn rnomcn1n do desuarento do no-break. .',h: 11'u,ir 10 poJl' Lo111prn111..:- 1i.:r 1ud,l o ,n11,, ,ln.' d,1 cmpl.'• ,.1. h.l c..·1ulu .1 ni:lc,,1d,1dc de reinstala-lo e, teste aso po­ dem-se perder horas ou dias ('omp:11ihil11l11th• 1.:nm 1,.ttrudor 1 m locas onde e mnstalado gerador e este tor trabalhar como up-.·~1t, tk· ..:nn~1.1 .10 110-h1l',1l 11J situa ão de "black-ou!", é impor­ l.lllll.' l"íl ti .... 1, , .... O lh)•hTl."óll ..: onpativelomo gerador, pois ha 11ht.d.1,·,c, omk o 11'11,ino com• pr.1 um l:'.."1,1dur p.ir.1 .1l11nl.'nt.1r .1r• condenado, limpadas e tambem no-breaks (quando possui pouco tempo de .1utc11Hu111.11. M ,ul:111·a dl', olla!!t'll1 ."li• tr:ul:1 / ,:11d:t 1l.11111-h1..:.1k, que pcn1111..:m que essas voltagens sejam alter;1- das.as te» omum em grandes 1.:orpor.11;1li.:, u11di.: pmk h;ncr 1111· d,111.1 ~k· IH,Hlllll:l l' hJj,i llC(l'.'• ... ,d.1di: c.k r1,,.·.1p,,1, i.:it.11111.:1110 do no­ hr1.:.1l.. p.1r,1 Pt1lr,1, lu..:.d1d.1d..:, Como l.' ,.1hido no Br.l"til há di,i:r• sos tipos de voltagens (II0V. I20, I7.220V-1ase. Neutro l' l l.·rr.1 >. t" 111.:1.. l.'",1no cu1U.1Jo n., co111pr,1 de no-breaks para as r..:g1· ll1..•, omk .1 rl'd..: ! 1 ~7V .._. n;lo II0, pors o no-break devera pos­ suir claramente a inform.1,·;o qm.· J"'K>..,,u, d1.ll.' d ... • ... .._.ii:,·Jo dl..' ..:ntr.:1• d.1 p.1r,1 110 e 1~71 Prnll•ç:w 1.:ontra r:110, i lh.:111 no-hn:.,ks que .1tl.'• n11.1111 (h di.:1llh da, dc,c:1rga~ ,11· mo~fént:.b I r,1i,>s). mas podl.' n:1o ,i:r o ,ulic1l.'11tc par., prot..:ç,io to• t.tl F""' fl.'11Úmc110 pcxk fa.tl.'rcht:• ar a um., toi11adJ l.'!étnca uma cnrre111e Je 5.0llO a 8.000 ;impere, e é muito comum o u~uãrio ima• g.inar que ao comprar o no-brca1'. l.'I..: c~t.1r.i gar.mtido i.:m 100%, tan­ to o 110-hrea, quanto os equipa· mentos ligados a d,:. porém é im• portante o u,uârio cs1ar cansei• ente do nivcl de proteç.1o par3 tal li:nÓllll.!110. HuJ! tio ;ltlênio 1 ndn equip3111ento que uab.dhJ ..:0111 soft,H,.:t t micn.lprocl.'"ado) é importan• te que ,•,·~j.1 .1daptado ao Bug do Mih ·1:_,_ Como todos ,;ahcm na viraia do ,éculo o oftarc que não tiver esta previsão, o cqu,p:iml'nlo pi.!rdcr:i toda e 1 ' Via± Boutique A Rota da Moda R. Mal. Rondon, s/n - Jardim/MS p1,dq l'f r1.:krc:n .. l 1u1onn111iJ h.,tc ri., (em minutos Isto srenica o tempo 4 o no-break mantera os equparen­ tos funcionando, supondo oti I00% da potencia do no-break 1 l.'1111)0 tlc l'll":tr';!,I 1 o 1i.:lllf10 l'.111 4111,,.• O !IU· break leva para recarrear 100º ,, ., ... h.11l.'TIJ'i. supondo desata to­ i.11 d11, h.1t..:r1,1, p.1r.1 1111111.1 1111,1 queda de eneria estar pronto a .11..:m.h:r o tempo de autonomta dlCíllllll.lU1• 1'111,·uci.1 (K MK\) empte para saber a rcJI potenta de um no-break deve-se ,.1her ,l ro1ênr1.1 em K VA 1 K \. 1lU "-t:,I. 11111 t:1hr 1r.1111c po,.k ..:,pl'· ..:ifo.:.1r por l'l'lllpl,, 5 ), ' / l' li f,I· hlf lk ro1l·nt:1,1 0.6 cqlllalc .1 mui 11pl1c.1r 5 ., O.ú l K " . ..:nqu.1111,, outro pode estar nfrrcrl.'11 Caso haja l.1lt.1 de l.'nl'í!-!1,1 e as cargas na saida do ro-bre.ak c,1c1a111 ll..:,li!;.1Ja, .._. o hot.o ou disjuntor on/'off esteja ligado e tal s11u.u;.lo poss;1 p..:rm:111cc1."r por mas de -lX hllra,. 1.: bom pi:rgun• tar ,i: u 110•hrl'ak 11,)0 po p111· 11111-..- rn, l,M· ,k 1 ',( .RI '11 ', I{ 1 /1 'S (il R,I'-, 1 11),. êlll 1rjm11e por c,1,· Jt11✓11 <: ( ,lrlllfl. li.:.111d" .1d,cnidJ Je 4uc n:1o ,cnI: RS 50,00- Mensol: RS 10,00 ·E:: : ::z2-«. Filiado: ADJORI e ABRAJÓR~ ,u,o, ... Método Kumon L Estudo Gostoso de Matemática para todas as idades Prof. Edorilde V. Peixoto Rua Tenente Ary Rodrigues, 806 - (067)251-1979 _ JardimJMS O pacote tinha-dura do governo vai provocar mais desemprego e recessiío para evitar o pior tios males: a inflação O novo orima to Defimu-se na semana passada a estratéia do over­ no para enfrentar a crise. Qua­ se em silêncio, foi montado um novo plano antiintlasando da hora. Desde o dia 3 de janei- ro, quando o governo deixou o cfi111hio fluwnr, n economia brn,ilcira ficou; dc1ivu. Eva­ porou da noite pata o dia a cs­ trutura baseada na quase pari­ dade da moeda brasileira com n dólar. Foi ela. a âncora cam­ bial, que nos últimos quatro anos e meio manteve a intla­ ção domada e permitiu que os brasileiros e, pcrimentasscm alguns dos confortos do Pri­ meiro Mundo: estabilidade ruonctúria, importações para modernizar a indústria e fonnnr o estoque das lojas. esse sen­ tido, pode-se dizer que o Pla­ no Real acabou no dia cm que Gustavo Franco limpou as ga­ vetas no Banco Central e seu sucessor liberou o câmbio. Desde a semann passada, um novo projeto de estabilização esttÍ cm vigor no Pais. Ele se inicia com a posse do econo­ mista Anninio Fraga na pn.:si­ dência do Oanco Central. As medidas têm uma boa chance de estabilizar a moeda, mas o preço inicial a pagar será o aprofundamento da rcccssào e do desemprego. que vai doer no bolso e piorar o mundo dos brasileiros. A nova âncora nào é mais o càmbio. que voa livre ao sabor do mercado. Agora. toda a arquitetura se baseia no controle monetário. O gover­ no vai fixar uma meta de in­ flaçio e se compromete a per­ segui-la. As abóboras que se ajeitem em tomo dela na car­ ruagem financeira. Essa po­ lítica tem o nome técnico de "meta inllacionâria". Ela é adotada na 1 ova Zelândia e na Austrália. É ela quem ba­ liza as medidas econômicas também na Inglaterra e na uécia. Para atingir seu obje­ ti'O inflacionário. Orasilia vai manter rígido controle sobre a liquidez. Ou seja. a quantidade de dinheiro que circula na economia será en­ xugada sempre que a meta in­ flncionâria ficar mais distan­ te. Essa estratégia é recessiva por definição. Fraga quer che­ gar a dczcmbro com uma in­ flação mensal de apenas 0.6%. A chave mestra para fazer esse controle é a taxa de juro . Por isso. na semana passada ela saltou de 39% para 45% no ano. Foi o sinal que Arminio Fraga lançou de que estava no comando. Ou­ Iras medidas tomadas também apontam para a diminuição da quantidade de dinheiro cm circulação na cconomia. A mais potente delas, o aumen­ to do depósito compulsório que os bancos fazem no Ban­ co Central. retirou de uma vez 9 bilhões de reais do merca­ do. ''de agora em diante a meta inflacionária .: que vai ditar as regras da politica mo- Os juros subiram de 39% para 4$% ao ano. Isso encarece o custo dos empréstimos, o que diminui o consumo Aumento do compuloto que os bancos recolhem nos depósitos a prazo Calcula-se que a medida retire 9 bilhes de reais de circula­ ão, estriando a mntlaão e a rotura de dólares Ampliação de cobrança do imposto sobre operações financeiras e suspensão de subsídios na exportação Essas medidas aumentam a arrecadação do governo em I,2 bilhão de reais neste ano umento médio de 6,$% no preço dos combustiveis A Comissão Especial da Câmara aprova o aumento da CPME de 0,20¾ pnr,1 0.JXº• l· ln de, e vigorar a partir de junho, gerando uma , i, rnrl. • 1 • 9 resde cais estai 3 nct:ria". diz Arminio Fraga. O mercado recebeu bem o novo programa. a sexta-feira. o dólar, que esti­ vera em 2.23 reais. fechou a semana cotado a 1. 98 real O mais animatlor foram as ra­ zões da queda. Em primeiro lugar. compute-se a atuação do Banco Central no mcrca- do vendendo dólares. Em se- gundo. a fraca venda especulativa da moeda ame­ ricana. Quase todos os negó­ cios de compra foram fecha­ dos por empresas com com­ promissos a pagar no exteri­ or e não por gente que espera ganhar dinheiro entesourando moeda fortc. O melhor vem a seguir. Houve entrada de dó­ lares no pais. Só um banco. o holandês ABN-Amro. anun­ ciou a captação de 100 mi­ lhões de dólares no exterior. A filial brasileira do banco passou o pires pedindo. con­ scrvadoramentc, 40 milhões. urprecndcu-sc com a receptividade do mercado. que ofcreceu mais do que o dobro. la sexta-feira, soube­ se que o FMI deu por conclu­ ídas as ni:goc iaçõ.:s com o Brasil para o repasse de 9 bi­ lhões de dólares. segunda parti: do empréstimo negoci­ ado no ano passado. " ão boas noticias para quem acha­ va que o Brasil acabou". afir­ ma Rubens ardcnbcrg. eco­ nomista-chefc do banco. 1 Alteruativasl As propostas de quinze eco­ nomistas consultados por VEJA para recuperar a eco­ nomiu brasileira. que matou a inflação reeditada caso a em do dia uscar apoio ros l).'ll1I fi. ortnçõcs çkes poderiari lc­ . o$ pw-:i o BNDES rojetos geradores de O govemo pode reduzir despe­ sas se enquadrar as Prefeituras às mesmas regras rigorosas im­ pestas aos Estados. Ccnlrnlil:aç:io tio ~:imhio Se tudo o mais der errado, pode ser a saída, cmbor:i pro,·oque forte rcc-.:- ;Jo Não acabou. Os problc­ mas também não. A crise é gra­ ve. O Plano Real II foi lança­ do sem fanfarras, provavel­ mente por temor de que se diga que tudo foi fcito por ordem do FM 1. dada a semelhança entre o receituário da entidade inter­ nacional e as medidas adotadas pelo govero brasileiro. Virão a seguir meses de sacrificios. J combinaçào de juros altos e mais impostos vai trazer de­ semprego e aprofundar a reccssào. Vai trazer também mais pressões políticas sobre o Planalto. Na quinta-feira pas­ sada. o Presidente Fernando l lcnrique Cardoso parecia ter recobrado o humor. Numa con­ versa com VEJA. o pn.:sidcntc sustentou que as condições bá­ sicas para a retomada econô­ mica existem. As importações estão cm qucda. as exportações subindo. o que trará alivio nas contas externas. justamente as que vitimaram a âncora cam­ bial. Além disso. observou Fcmando 1 lcnrique. os inves­ tidores estrangeiros dão mos­ tras de que estão recobrando o interes e em trazer novos ne­ gócios para o Pais. Ele sequei­ xa apenas das acusações que muitos lhe fazem de que está cortando verbas para projetos sociais. "Não estamos cortan­ do nada. Estamos racionalizan­ do esses projetos. de modo que não haverá cones para educa­ ção. aúde ou para a dist.ribui­ ção de cestas básicas ou me­ renda escolar. Ao contrário". disse Fernando Henrique. Outras qu°cstões aborda­ das por ele: • Embora soubesse que o real estava sobrevalorizado desde o inicio do seu gover­ no. FHC só percebeu que ha­ via um furo no caso cm se­ tembro passado, logo depois da crise da Rússia. " essa época. comccei a tomar pro­ vidências para enfrentar a cri­ se. mas a partir do grampo do BNDES fui obrigado a modi­ ficar os planos". disse. • Diante das múltiplas versões sobre a demissão de Francisco Lopes da presidên­ cia do Banco Central. FHC diz que niio houve nada além de imperícia na sexta-feira negra. 29 de janeiro. "Eu tive de ir duas vezes :i televisão para acalmar o país. Onde estava o Banco Central?", pcrgunta ele, ressalvando seu respeito por Lopes "E um homem inte- res ante, tem uma enorme segurança interior e cora­ gem Sozinho, chamou para si a responsabilidade de en­ frent.ir o mercado. Vão é qualquer um que faz isso". • Quando soube do lu ro a,tronômico dos bancos em janeiro. o mês da desvalon­ zação do renl, o Pn:s1dentc assustou-se. "É um escinda­ lo". di7. Chegou a pedir ao Ministro da Fazenda, Pedro Malan. que estudasse uma fórmulu para cobrar imposto sobre o lucro dos bancos. Entre os que mais lucraram cstJo instituições estrangeira como o Chase Manhattan (310 milhões de reais). o Citibank (258 milhões) e o JP Morgan ( 193 milhões). Ape­ sar de achar escandaloso. o presidente mante, e o humor: "Bem que eles poderiam nos emprestar parte desse lucro". • Como é recorrente nas horas difíceis, o presi­ dente reclama que seu go­ vemo se comunica mal. Os ministros falam mal. ou fa. Iam pouco. sobrecarregando a própria Presidência. "O Pedro Malan trata alguns assuntos de interesse públi­ co como se fossem segredo de Estado". ironiza FIIC. A nova âncora monetá­ ria dá um sinal que é impor­ tante ri:ter. Fica claro, a par­ tir de agora. que a inflação é o rnimigo básico a ser derro­ tado. todo o resto é secundá­ rio. A idéia por trás disso é que a inflação é o pior dos males tanto para a economia abstrata das estatísticas, que ela desorganiza, quanto para as pessoas que precisam suportá-la. principalmente os pobres. "A sociedade brasi­ leira percebeu as vantagens da estabilidade monetária e rejeita a idéia de que a volta da inflação pode ter pontos favoráveis". diz o ex-minis­ tro Maílson da óbrega. "O prcço a pagar pela aplicação da política de juros altos é recessão e desemprego. mas a inflação é o pior dos males". Esse custo existe e já está scn• do derramado pela sociedade na forma de desaquecimento da economia e aprofundamento do desem­ prego. a semana passada. divulgou-se que a taxa de 7.7% de desemprego em ja­ neiro é a mais alta registrada nesse mês desde a abissal recessão de 1983. Analistas ouvidos por VEJA são unâ­ nimes em dizer que o núme­ ro de pessoas sem ocupaçilo no Brasil vai aumentar e pode chegar ainda neste ano a 10% ou 11 % da populaç:io econo­ micamente ativa. Vai dar certo no fim? Se o governo ficar só na eleva­ ção de juros, não. Todos os planos anti inflacionários fra­ cassaram porque o déficit nas contas públicas se manteve impávido. O Plano Real deu­ se incomparavelmente me­ lhor do que os anteriores. mantendo os pns adis por quatro an do a meda pr.:c,dcr,•, 1 de e 1.:bil11 , ,1n no Keal também capotou no mesmo obtaculo A eono­ ma orçamentaria de 2 bi­ lhes de reai obtda no ajuste feito em troca dos dólares do FMI é apenas um ajuste fiscal de emergência - jamais o definitivo. A ver­ dadeira reforma da Previ­ dência ainda esta por fazer. o que tgnlficJ que a l'niJo ter,1 um tombo anual de IX bilhões só com aposentado­ rias e pensões de servidores públicos Falta realizar a te­ forma administrativa. que adequara os quadros do go­ verno as demandas por ser­ ços públicos e as dispomibili­ dades reais de caixa para quitá-lo O hrasil ainda es­ pera pela r forma tributária p.ta desentoar os onega­ dote do que comprometem 70, K0 de ua receta no pay 1• mento de funcionários pübh­ u ,. d,11.in1110 colo d.1 l 1111, o toda vez que nido tém dinheiro pata papar o que devem Essas mudanças serão feitas finalmente' Pela pri­ mera vez, o Brasil inteiro esta consciente de que essas mudanças, são necessaras. Pela primeira vez, todas elas estão contempladas em pro­ jetos ja elaborados, alguns tramitando no Congresso. São sinais de que, afinal, des­ ta vez acirurgia poderá final­ mente ser frita Se não for, é bom preparar o espirito. 'mirra "s "mwrcsa_, QUEM GANHA 11 nncos Desvalorização cambial, inflação e baia liquidez são pedras no sapato das pessoas e das empresas. mas são o melhor dos mundos para o, bancos Em janeiro, muito deles lucraram o dobro do que em todo o ano passado A ricullorcs A desvalorização do real deve aumentar em E3% a renda dos agri­ cultores. Alguns, como os produtores de soja, vão exportar mais. Outros. como os plantadores de arroz. ganharão mais porque a im­ portação catra. faltara produto no mercado e isso forçara uma ele­ vação nos preços. As vendas de máquinas e defensivos agricolas de, em crescer na mesma proporção. Exportadores Com o real valendo menos, seus preços se tornaram mais competi­ tivos do dia para a noite. Setores que vinham enfrentando dificul­ dades no mercado externo, como o calçadista e o siderúrgico, podem se dar bem. As exportações brasileiras devem crescer 30% neste ano. m resas sem 1V1 as O Brasil e um do, países onde as empresa, têm menor nivel de endividamento. cm média. 30% do palrtmún,o liquido. 11:i muitas empresas enxutas, modernas e sem dividas. No comércio, embora grandes redes de vareJO. como Mcsbla. Mapptn. Arapull e G.Aronson, estejam apertadas. os supermercados estão bem. Fabricantes de rodutos ue substituem os im ortados A redução das importações ser:i um b:ilsarno na, ida dos fabrican­ tcs de brinquedos. perfumes. roupas. ahmen1os e, rnhos. Esses são setores que estavam na lona porque seus produtos eram mais caros e tinham qualidade ,gual à dos estrangeiros ou pior. Agora, voltam à ,clha e confortá,cl situação de ter um mercado quase cativo. Q.UEtl PERDE req·ucnns empresas _ em capital de giro nem tecnologia para proteger seu dinheiro da desvalorização, as pequenas indústrias e lojas perdem patrimônio. Uma crise nessa área tem dimensões impressionantes. O Brasil tem 4.5 milhões de micro e pequenas empresas que empregam 40 mi­ lhões de trabalhadores e representam 54% do PIB. Lojistas . A inflação provoca uma queda nas vendas do comércio. Mais atin­ gidos ser.io os que trabalham com produtos mais caros. que nor­ malmente são vendidos a prazo.j:i que os juros estar.io muito altos e inibirão o consumo. A indú tria automobilística. que tem poten­ cial para produzir 4 milhões de carros por ano. está vendendo ape­ nas l milhão. Poderá encolher ainda mais. a semana passada a Honda cortou ua produção de motocicletas. 1 mportatlorcs Trazer mercadorias de fora deixou de valer a pena. 1 a conversiío do dólar para o real. o preço dos produto importados fica muito alto. As vendas devem despencar. Importadores de eletroektrônicos. roupas. brinquedos, cosméticos e alimento poderão ser forç:,dos a mudar de ramo ou a abrir f:ibrica no Brasil. lsos últimos anos. centenas de empresas nacionais obtiveram emprés­ timos no exterior a juros mais baixos do que conseguiriam nos bancos nacionais. Desde I? de janeiro suas dividas cresceram mais de 60% O problema atinge em cheio, por exemplo, as companhias aéreas. Fa .. _ , . . vendas reduzidas. (TranscrilO da Revista EJA - /O de Março de 1999) .lorunl 'l'.-íhun:i da Fronteira - Ui;í ·ío llc•gional ;··········· ... •···Vivendo com Saúde···· .... -·· L€II- IP@@II 3 IL.ILa.1 A prevenção do câncer ainda é essencial Dados do lnc.1 111,hrn111 que o L,111ccr C(l111111un ,endo a eunda causa de morte por do­ cnça 110 p:1b • a, doença, r,11tlio1 ,, -uil,uc, aiml.1 lidcr,1111 as estatísticas- c que a fana ,·1úna com maw1 !11dtct.: ck 111nrt,ilicl,ick por ciinccr.: mire (1 60 e 90 anos. /i11d11 ,q;1111dc, o órg,1o. 111c,1110 com l» 111 nnços dn medicina, tanto no diagnósti­ co quanto no tratamento do e.inca, a, estnthtic,1, do, últi• mos cinco ano, regi,11:im que a incid~ncia e nHHl,didadc pela doença se mantém está- 1 cl no Brasil, com pequena, variaçc)cs. Conforme 1110, Gadclh,1. chdc de gabinete do Inca. 111a111n. colo do ú1cro. c,­ tómago e pulmão são as ma­ nifc,taç0c, mais l'rcqucnk, da doença. De acordo com o Inca. o, fatores de risco do câncer po­ dc111 ,er encnn11.1do, no 111c1<1 11111bic111e ou po,Jc-111 ,er hcrd,1- do,. / 111aion.1 d,,- ca,o, de dn ·cr (XO"o) esta relacionada ,111 mero ambiente, no qual se e11cnn1r;1 u111 !!r;,nde numero de,tc, f.11orc,. "I 1lll·11de-c por ,1mhic11- 1c o mciu e111 gcr<1l (.igu:1. lerr.1 e ar). n ambiente rn:upaeional (imlústria, química, e afins), o lllllhirntc de c<>n,lllllll (alimc11- 1os e mcdica111e1110,). o a111hi­ c111e ,ocial e n cuhural (cs1ilo e h:ihi10, de·, ida)". Segundo Inês, o tipo de cú11ccr 111,1i, freqUl'llle llll l1r.1- '>ll. cm hn111e11s e 111ulhercs. é o de pele. l'ltE'J•:N~·,o }pt6mago- Para o c.incer de es1úm.1gn. a mcllwr prc, en,;Jo é .i ado~·;1o de Ullla d1c1.1 hal,uu:cad:i "() idc,il •" wr .'li ,, do total d~ w/11- ra merda J - J>ro, Ili l uhnr mtio lo{,,/1110111..• fJII {11J1J/1Jr O 111x,•,1{}0 d,.: h, h, das alcoólea th homem não devem tomar mais do que dor dnnJ.., por da. enquanto as mulheres devem lmtar este con- 1110 a 11111 dn11Á Ih:,,, tli,,n 111c.u1pore o pr,í11u1 ele ct,·rchto, fiscos a tua rota diara hau etertto moderamente du­ nlllll' ,,,..,,, OldlO 30 11111111/fl ( /11(0 rc;l.' ,,11r ,e111,111,1 4-4mulher deve fazer um auto-exame das mama todo mé Com 35 anos de idade a mulher deverá hmeter-e a uma mamografia de base com 4) ano, um ou "'"'' 111,11110;:.ra/icn ,k H'J.,:ltll'JJlo l' "JJartir J,H 5n llJlfl uma mamografia anual 5 - J mulher o partir dn, ~(} ano, cll''<.'rÚ ,uhmc..'/l'r-,' ,1111ml­ mente a um <'HIIIIC JJrt'l't.''111'tJ cio e o/o ,lu útero ( P,1p,1111colu111 6 - () homem devera fazer um auto-exame do tetilo todo mt., 7 - l/0111c111 ,. 11111/hcr<'I """ 111w, de 5/J w1", cle1T111 '"/Jntllrllo ,,,,:d,cn u111 t't/1111..' lllllllll til' lJll)!IIL' ,n:u/Jo 11e1, /t.';l'. 8- (0 homens com 111uI., ele 5fJ ,1110 dt.''l'/11 JJrocurar •" 1n,;dho rq,:11/urm,·ntc pura" l'Xame c./l, '"'/'"'retal!'"' 0 pre'1..'lltr o nin­ cer de próstata 9 - Fve a eposição prolongada ao 'oi t /IH' filtro protelor olar fator l3 o superior J() - 1-ura re~ulan11c.!nll' awo-1.•tc1111t• clu hoca l' da pele Fonte:aner Free lheamprehemse aner l'reventon l'regram b Sde / aawer t /) fml:,: Slulu• f {) l'/11/ip /Ju..l:, 1111 .. I (Íd/ÚI bal Sharpe Simon & Schuter 1995) 'aner Fat& Figure+« 1u95 {mera amo otet la Exames Oftalmológicos Adaptação de Lentes de Contato Cirurgia Ocular Dr. José Maria de Calazans Ramos CR'.1-1,1S 27 53 • CPF- 017 715115-aS 251-1694 .. ~ - -- ' Rua Tenente Berardes, 608 • Centro. Jardim/MS . ~~--- ~- -- Consultório de Pediatria e Odontologia Ortodontla e Dores da Face Dr. Ellescr Luiz de Oliveira CRO 1830 Pcdi::atri::i o, Rafael Donlw Sanches Nclo CRM 2780 Odontopcdintn:t 1 Or;i, Sandra B Don/,a Sanches CRO 1589 ,...._ ... N Terapia Ocup.acional --,,-~-- Drt1 Cláudia C Oliveira Rua Dr. Ary Coelho de Oliveira, 333 - Centro (067) 251-2947 Cx. Postal 01 - Cep: 79240 - 000 - Jardim /MS @ Ultra.-Mfeã Eletrocardiograma (laudo via fax de médi a Vi st a e cos especializados) Dr. Gustavo Rafael M. Boccia Dr. Renato de Souza Rosa Ultra-Sonografia Abd . . Ultra-San · ominal. Ult S agrafia Transvaginal· ra- onografta Mamária· • Ultra-Sonografta p . 1 . • Ult S e v1ca· ra- onografia Renal· ' Ultra-Sonog ft • __ raia Obstétrica_ ±; EEEEREI Rua Guia .Lopes, 550 _ (067) 439 - 1363 . Beta Vista - MS - Cep. 792 60 - 000 Jurídica • • Artes Uma alternativa moderna para a bíblia TRATADO DE TEOLOGIA PROFANA A nova religião para o III Milênio Entrcvis1:1 {'0111 O :111tur Huáscar Terr do Valle por Jaci Dutra Sua apreensão da realidade, sua forma de encarar Deus, ba- eia-se, certamente, em 1otl,11111rn forrn,1·ao in1clc.·c111,d. ' - Sou formmlo em Direito A maioria de meus estudo tem c.,1- riter informal e auto-ddata Estudei a /Jíb/w ,· outro, /,n,H ''an­ to"e contatei que seu caráter apresentava valor apena hntúru o" lttL'rtirio /"'11,H•i a IHIC:tlr na c·i.'11dtt a t''Cplicm,·oo tio 1111,,,:,,,, do lw­ meme do universo Dediquei-me ao estudo da picanile, soetolo­ )!ICI (' untropolo)!IH. o fato ,/e m1o 1,•r-111<.' ., 11hmeticlo a e urric:1,/0, h110- luclcH pcrt,,lli11-111,• 11111a 'J1io J!_t'rol, ,,.,,, (IIHIJ'YOIIII'"" 1deoM>I,1c:o, de qualquer natureza Qual a maior proposta de ,cu li, ro'! . f." 11111a 1u·o1w.le11'.ln'llllllllt'lltl! omwla. /'°" H' propih.• u f!.· clarecer fenómeno que desafiaram os maiores tratadistas d,· todo, o. /empo.,·. por que o lwmcm crl! l'III um Deus' Vocc afirma que 11:i.o c,i!.h: um Deli, pc..:,,oal, um conceito tão , e lho quanto a humanidnde. Exi>lc algum num, tipo de Deu,·• - Certamente existe algo a que chamam De Não é necessa­ ria111t'11/e algo corporal m·m mesmno espiritual, um senhor que rema /ú do alto Essa coisa a t/llt' chama Deus ete de verdade não "'" epaços siderais mas no mais intimo recesso de WJ "" mcnll' 'tio,. maü tio Cfllt' ""' m.,1i1110. WIICIJJO<Í1'rt),'ill lllOlll'tl(Cit11/lll' ,w, ('iUIIJ1Clt' ti O)!.Ír mio como 11111 .,cr iolmlu ma., como 11111 "'' ,01.wl. m,,mhro d,· uma co11111mtlaclt' de l'rt'. .'mt•llwn1t·., " mh. '"''">' irmiio., ,.,,, "De" Deus é a voz dos genes. E os próprio gene» Deus. cn1:o. c,,ão 0!) genes? - Os genes so uma forma de energia que no leva a superar o instinto de sobrevivência do indviduo. E mumieculo ma rcprc.H'llltl o mutério da ,·,da. qm• e multiplica em todos o ere l'fl'O. .-ltnnn dos genes somo imortat. f'Ortflll' o, J.!,•m•, n,in 11wrrt'm Se não h:i Deus. qual a linalidadc da, rcli~11)e,.' - s igrejas colocam-se como porta-oze de leu t asm que conseguem a adesão de matos fiéis, corrompdas pelo poder 1'."/"1'Ct.'t11 cio amor a seu:; .H•mrllwmt!.. ,'m:11mhem ao 111111110 4.'J.!OÍ'· ta.Jormwrcln iml'll.'iCl. 1'.'lilrlll11r{L C/lh! hllH'WII U rlC/lll':a ,~·rrl'IIO olrcl· vés da cobrança do impu.,10 tio ct:u: o di:mw. Como vocc definiria a religião? . É um co1,jrmlo de preceitos que ,·erhah:am o., c:omando., tio instinto de sobrevivência da espécie e que se destinam a orientar o compor1,m11..•11to .H>cial dos lwmalltl, Di:l'm o, rt'/JJ.!W.OS que Deus é "amor". Realmente o é, pois as emoçc1t!., dos genes são sentidas em nivel consciente como impul.HJ.'J ele .,vlularit'clcull.' para com 1m.,.,o., . 'lllc!llwnfL•.,. Ess1.• ,L·ntimt!IJIO t' puro amor. É o 'flll' chamam "Deus" Então. mesmo sem haver D..:u . há de se ter um componamcn- 10 "bom"par:i com os "semelhantes"? - Embora a ciência nos leve a negar a existência de um Deus e a desconfiar das religiões. mio precu,mw., Ht'C1'.,.,11ri11111c111,• .,cr levado ao comportamento eoita, sem onderação para com o bem-estar de nossos semelhantes lo contraro, a compreensão de que somos disputados pelo tintos de sobrevtenia do indvduo ' da espécie, orienta-nos na busca da fel idade Como hu,car c,ta felicidade'' • ( 0 1)11/(J /ui 111,lt',110, 110 ('/1lll(WI "' ft/11IJ/ltl ()rlt''11Ull. O ( a­ minho «da felicidade é o do meio, da moderado do equilibro, ou ('j(I a Cfllll/JOflh,li:oç,io dos dois tintos que e dgladiam dentro de nós O caminho do mew ,mll/1..' t'fll <. 11mpr1rmo, JIOO Jeren para conosco e tambem para com nossos semelhantes Em amarmo nú, mc11111, octnlll de tudo t' ao promo tomo nós mesmo 1. ,ua ideia de alma'! - Por que o lum1,·m ,u. n•,h1t1 ser possuidor de uma substineiaeteria a olmo 1 . l crença na imortalidade da alma, nmwm o tJUtl.C toda, '" rl'll),!U>t•,. mio I"" "' da pt'rCt'/><.·cio. em nh d um,c1t•11fl•. Ju mwr/a/uladt• do, J:!1.'"'-'·'· {/11,11110 o mi,. estes corpos efémero, portadores dos gene por um 1itimo clt• rida. ,uio /Hl\cllllO d,• n1ropuça, dt•,cor1,h·c1, t/llC! .uio deadas pelo caminhos, enquanto os genes caminham triunfalmente atrm·,•,,lmdo J.!l'ruç,;, •. ,. rumo a 11m/11111ro dt•,nmh,•culo E por que as rcligiõC'-, ão c;1m inhando ,cmprc num crc:sccndo. sem parar, sem cair apesar de contestadas' - Pocl,·ro 1' motiraçik., itn11111,n se abrigam no ccr11<.' CÍO .H.'ll­ timentos religiosos. De fato, comprova-se que a religião satisfaz o 111lfl/(() hcilCO ela pn•.H·n·oçtio ela t!SJJ<.;Clt', t'III 0/HJiÇtifl Cl 011/ro UI· tinto, o de preservação do individuo As religiões alimentam o orgu­ //,o t' a ,·uhdack do hcmu•m Ela, colocum o lumu·m no centro do rmÍ'1..'r.11. que existirá em função dos humanos Até Deus parece erisr apenas para aguar uax craturas Nc,,c !Clltido. a ciência ê o dt·,con,olo? . Sim cada avanço do n•du: o homem a sua imensa insigmt­ ficcincia . .-1 cih1f.'ia comprowm qm· a Terra não é mais que uma 111.'il>f· 11ijican1,· ,,,,,.,. 1.·.,pacta/ J,:Ir,mclo ,.,,, /orno de "'"" e.,tn.·lu cü port,· médio que por .'illll n•:, ncio pauudc apcmn um tllrtJ c11cc.111dct.ffl'IIU' no., arrahu/c/t'.'i da 1'1a Lcicteo ,1111.•. por ""' 't':. f,!lranclu e11/ouq11cculcm11.•11te no t'S/UIÇO l'a:w. '-; "!"-''"-" uma comwzicladc! d,· estrelas de porte médio, dentre bilhões ou trilhões de outras galai­ as, que se estende além do que podem alcançar os mais poderoso telescópios, que atingem até mais de dez bilhões de anos-luz no epa­ ço t' 110 tcm1w Dl· fato. somo. mai'i tll.'iÍ},!tJ1{ic:a111e,· que um grão de art'ia 110 clt'.H'rto cio Saara. Dun·m d,·.,rr11111 o mito da., ('.'i[Jt~c,e., crii1• das uma a uma; o lmmt•m <.' o macaco descendem de 11111 tlflCl'Strul comum. O lmmt•m é primo cio macuco. t'III vez de uma criaçcin dfrmu O homem é cntào puro ins1in10? - Com o imenso conhecimento que o homem adquiriu nos lt­ mo., . .:culo.,. Jmtl1•rú ,npirar mais cio que simplesmente cumprir "' 111.lilllo,. /Jrocuraremo.,· e11ttio .,uh.,lftuir o in.,tmto p1.•la ra:iio. St.'rci vitória desta obre o mmstinto, do Cnll.Clt:lllt' ,uhre o mcorucit'ntt.'. elo homem obre o ,mimai. E.Ht', o destino transcendental do homem, a nova religião para o Terceiro Milénio lndicad r Indica fissional . r rro11ss1onal ~ Escritório de Advocacia Ora. Vi/ma da Silva & Ora. Lucimar P. Veiga OAB /MS 2.574-B OABIMS 7 454 Rua Culabá, 458 - Centro - (067) 439- 1290 Bela Vista - Mato Grosso.dó!Sul, -f-;>, ... ± Escritório de Advocacia Dr. Nelson Chagas OAB/MS 2491-A OAB/PR 7312 Causas: Clvcls, Criminais, Administrativa e Trabalhista Escrit.: R Dl.lque de Caxias, 679 - 43S-1173 - Bela VIS!a - MS R Tenente Bernardes. 826 - 251-1721 - Jardim - MS ResidOncla: Run campo Grande, 657 - la C..mi530 • Fcne/Fax: 251-1721 • Jardim. MS - o:; 1 º Semestre Legislativo na Assembléia será movimentado com a instalação de duas CPis A instala,ao d duas Comi só lnqu"rno ,.1 1110' nll'rl!Ur o JHIITh iro 11. ... tr 'ck. t 'nno na Assembléia Legislativa Uma das CPIs que realiza sua jlflllll'lr.J rl.'urll,10 llil prox1mJ 1c·rçt1 k1rt1 "til dJ)llfM possiveis irregulares no processo de criação da Companhia MS-Gás A outra, cuja proposta de 11npl..i11tJçJo foi apresentada na sessão do dia 10. rnl .ipurilr o cnwdo pelo Deputado Paulo Corrl'.>a (PTB). já está formada. rcstilndo apenas t1 dcfin1çiio de qucrn ira presidir us int'eSli~a õe, PJr1110 dentro de uma espécie. ê raríssimo na n:1turo.1. Claro que essa troca funciona mais cm microrganismos. funcionando como uma maneira de promovcr rccombin:içics gcnétic.is. como nos casos de fungos que não esporulam (não produzem esporos) e ficaram limit:idos cm suas diversidade biológica. Entre espêcics diferentes, então as dificuldades aumentam muito. Casos de cruzamentos entre espécies próximas. gcralm,ntc. dão origem a indivíduos estéreis. como é o caso do cruzamento de equinos com muarcs. Devemos considerar ainda que o processo de obtenção de um organismo transgênico não é nem um pouco preciso. lmagtncmos 4ue queremos obter uma planta com uma característica somente encontrada cm outra espécie. Uma vez obtido o gene desejado, ele deve ser introduzido cm uma cêlula do organismo receptor através de uma série de métodos: 1) - injeção de uma suspensão de muitas cópias do gene com uma micro-agulha: 2) - mistura da su pensão do gene com uma suspensão de células (como se trata de uma planta. devem-se usar protoplastos. que s:io as células desprovidas da pan:de celular) do organi mo a ser transfom1ado e.: passagem de uma corrente elétrica na suspensão: 3) - transfonnação dt: um vírus ou uma bactéria com o gene e uso dos mesmos como , elorcs para introdução do gene no organismo: adição do gene a minúsculas esferas d.: metal que são "disparadas" sobre uma suspensão de protoplastos ou embrião do organismo. Qu:ilqucr que seja o método utilizado. não se tem controle sobre onde os genes utilizados vão parar. A maior pane dos genes se perde. O que se espera cm um trabalho como esse é que "alguns" genes sejam introduzidos cm algum cromossomo e que possam ser detectados. Trabalhando-se com embriões ou com células com protoplastos. h:i a necessidade de e obter organismos adultos para se lCstar se os genes foram cficicnlcmentc inseridos e estiio ativos no no,·o organismo. Portanto. a plant:i que se quer trnnsfomiar deve ser regenerada a p:irtir do embrião ou do pro1oplas10 transfonnado. Muit:lS ·vezes.essa regcnerJçào não é fiicil. exi!!indo do; pesquisadores o desenvolvimento de tecnicas especiais para sua obtenção:-Como n:io se tem controle sobre o =inho qu:Cos genes utilizados seguirão, deve-se obter um arande número de pluntns regcner:idas.. que serão avaliadas para e saber se foram transfom1adas e se o ~,·n • introduzjdo está vivo no novo onanismo. Uma vez obtida a planta transgénica com a car:icterís1ica dc,ej, d.1. o que o- pode ser efetuado em bbomtórios e casas-de-vegetação devidamente licenciadas para tal. necessário que a mesma seja avaliada a campo. ovamente, é e Direito da Mulher Um Projeto de 1 u, td de" El m strou dados que apontam que em 1995 estavam no mercado de trabalho 29.820 663 brasileiras. A presença feminina. de acordo com cla, continua concentrada nos se(ores tr adicionalmente ocupados pelas mulheres o 1111ror continente. 29.X' ou cerca de X milhões, esta na prestação de serviços, outros 6 milhões de mulheres trabalhavam na agricultura. 4, milhões nas atividades sociais cerna de 3.S milhões no comer1o. segundo o IBGE. as atividades industriais ocupavam 2.5 milhões de mulheres. 1 l.r apontou t.1111ho:m o Ji,pJrJtl' existente entre os salários onde as mulheres são prejudicadas na maioria das vezes A juiza conclamou as mulheres para qualificar cada vez mais sua mJo-d..:-ohra l' t<.:r coragem de delatar todo tipo de, 101.:ncia qua ,cj,1 dom.:,tica. lhica. psrcológic,t. no trabalho.: até mesmo social e política. " . sgemca ncccssano que ,q.1111 obcdeLidas norma, de Segurança especiais e que o trabalho seja executado por pessoal habilitado e devidamente autorizado. Passada a fase de testes. entra-se na c.:tapa de uso com,rcial. que é cx.itamcnte a fase crn que está a famosa soja transgénica citada no inicio desse artigo. Novamente, é necessária autorização para c,sJ comcn:1::iliz.açào As plantJ.S tr,rnsgênica, que e,l.io n.:,s., fase (alêm da soja. pode-se citar: mamociro resistente a , irus. milho resistente à lagana. algodão n.:sistcnlt: à h,rhicid::i. algodão resistem,: à lagarta. etc). são protegidas. isto é, suas st:mcnles só podem ser comcrcialiLadas com autorização da companhia que obteve a cultivar transgênica. Segundo a lcgi,laçào brasileira. o produtor pode produzir sementes para uso próprio. sem precisar pagar royaltics por isso. Em espécies como a soja. em que não se cultivam híbridos. é possÍ cl guardar semente própria. caso o produtor tt.:nha condições tecnológicas para produLir sementes. Entr.:t.lnto. já for patenteada nos Estados Unidos uma tecnologia que impede que a semente produzida sem autorização de detentor da cultiva protegida possa ser usada. Essa tecnologia recebeu o nome de "Tcnninalor" (litcralrn,ntc. cxtem1inados). Em tem1os simples. o Terminator consiste na introdução de urn gene para produzir uma toxina que mata o embrião da semente. Mas o sistema não é assim tão simpks. pois a toxina só pode ser produzida na semente. e apenas na fase final de maturação. para não afetar a planta ou produtividade da lavoura. Além disso. a cultivar com. o. gene para a toxina precisa ser multiplicada. isto é. a companhia precisa produzir grande quantidade de scrncnt.:s viáveis, que serão vendidas aos produtores. Ponanto. 0 gene. na cultivar n:io pode atuar na.s fases antenorcs a venda. aos prod Utorcs de grilos. Assim, a tecnologia prevê que O gene fica desativado nas fases de multiplicação de sementes, permitindo que seja obtido o volume necessaro para a venda aos produtorc:s lmed1::itarn ·nte antes da venda. s - , • as sementes sao tratacbs com o antibiótico te•- •i· . racimna que "ativa" o gene. fazendo com qu.: na fase f; 1 - • • e ma de m:itumçao. a to:1.1113 seja produzid . . ·o s,or o,·o ta, Impedindo que a semente possa ser utilizada par ,q. ,e C d H a plantio. om o uso Iessa tecnologia, o d b • d pro utor fica o nga o a comprar sementc.:s lodos o e 1 • s anos. u ti vares transeênic~- • • _, ili idas :. '' as Ja estão sendo utu!zaa em diversas panes do mund " . de,·erá estar cultivnndo esse . d O " 0 Brasil fu . . tipo " plant=is em aturo proximo. Suas vantagens sgo ·- 4z. _ n:!o podemos ficar alheios ai "mnegiveis e • · progresso que pod • propiciar melhoria em uma ·, , . ra . an:u tão imporun: como e a produção de alimento C . ,., de algo novo (pelo menos - omo se trata --'- • P.'11:> no ) e ela todas as cautelas devem ser+ ~.' o que 1 . =• om:i ::is =-• . qualquer risco além do razoável. Ha cvutar Rote comercial de upermercado Frazão Sa 5a1R$1 30 ~•rJ '1RSOBO Biara par1R$ 115 Bar0a 49R$ 072 Be'o qwra'9 R0 75 8,:COl!';RS05 L_..!~::•:.,ct R~S1I 00~-.!!!!!!~] --------~ ,._ __. Av 11 de Dezembro, 6.B Vla Angelica • Jardim .MS Ga (067) 251-2733/192 251-2041 ~s Molduras ~ Rea'ça 0do Ta'enros e Decorando Arrb entes Escritório de C Tele/fax. 251-2944 Ru Ver. 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Pouco antes do fechamento da Ronda Policial, recebemos a informação extra-oficial de que a "magrela" encontrada na Banad.a Corinthiana poderia ser de propriedade de um rncrnbrn da 1on:id.1 Corinthiana, que ficou em 2 lugar no Tomei entre Torcidas promovido no último linal de semana na Praia do Apa. l"crn en1ido. dcpoi> de con4u1'1:1ri:m o 2°lugar, os corinthianos teriam comemorado o resultado na 8:ii,ad:i Cori11thi:m.1. com muita.., caias de cerveja, provavelmente o proprietário d;1 hicickt.l Jhu,1U da "rn:m ad.1" e n.:n po Jc Oli, eirn Ramo,. 51 nno,. rc"drn1e crn ltundfl No,o, ak!!,tHI que o 1.:.uninh.io i;;cria , t.:mlido 11n P.11.1g.u.1i p.ua .1plic.1ç,io do chamado "Golpe do Segum". l 1111:1 d.,, '-'l'"I'"' do DOF estava naquela terão e assumiu as investigações Desconfiados da hi,1úri,1 c,,nlad:1 por t111onio dc Oli, eira Ramo,. conhl'Cido corno Tonhao, candidato à Vereador dcrnlt,1do nas últimas eleições, os P,,fici.1i, do DOF con1ac1arnm o p1llpric1,irio da ,,.,,,, Criança atacada por cachorro Bela 'i,ta - Na m.mh.1 d,: 1cn;a-k1ra_ por volta das 09.30 horas, deu cntrJclJ no 1 !o,pll,d SJo Vicc11te de Paula. após ser atacadJ por um cachorro a menina A.M.. 1? anos de idade. residente no Distrito Nossa Srnhora ele 1 .ituna De acordo com a, inform,,ç colhida, pelos Policiai, que atenderam a ocom:nci:1. o cachorro ,cria de propriedacle do cdadão f e encaminhado a l d l' I' olie l ( 1 11. J l •11 '" r, 1 d, O l 1, , ar•r,, ndi.lJ O 1 JCH ,u11t1.11..h, e.. ru f a : lonme de trafio de drogas posteriormente rc.,dh,du .o -.,d,,., publitJ 11111111l.1p.d. onde Cllí ;, disposição da Justa umh,·tido pdu nome dt: JoJo /.unurio. ,cnclo que o animal t.1111bcr11 J,Í lt'r ia .11.ic.rclo outr,15 pessoas. pois é agressivo e fica solto na rua O medico que pre,lou atendimento a criança, atestou que a mesma teve lesões graves no braço esquerdo e nas n,iclcgJ,. 1 ocorrência foi cncJminhad..i .l Dclcg.icia de Policia CI il para a, pw, 1dência, cahh eis Prefeitura Municipal de Bela Vista/MS Decreto Nº 1.125/99- Executivo Municipal Decreto º 1.126/99 - Executivo Municipal "DiJJN;l. Jobrl! .f'umt!açcio clt! F1111cionário" José Garibaldi da Rosa Neto. Prefeito Municipal de Oda Vista, Estado de llalo Grosso do Sul. no uso de suas atribuições legais: DECRETA: Ar1. 1°- 'omear, EDGARD GO ZALES. para exercer a íunç:io de l1olorista Categoria D. Padrfo IV, Classe A, Referência OI. do Quadro Permanente da Prcíci1ura Municipal de Déla Vista, a panir de 08/03/99, cm vaga decorrcnlc de José Carlos Dias de Lirna. ,n.2º - Este Dccri:to cnlrnrá cm vigor na data de sua publicação. n:, ogada-, a-, disposições t:m contrário. Uda Vis1:t/ll ., 08 de llarço de l .999 .José GMibaldi da Rosa 'elo - Prcíei10 llunicipal Decreto Nº 1.127/99 - Executivo Municipal "Di.l'p1a. a par1ir de 0803/99, em , aga dccorrcnlc de bidita Oli,crra L,ma. An '.!º - Este Dc-c1c10 cnlrar;i cm, rgor na data de sua publicação. rl!,ogadas a, dispo:tiçtk) cm contrãno Uc-la 1lll I~ .. UM dr hrço dr J.999 Jo)t G:anbald, d:1 J.tou 'riu - Prdeito ~Juniripal An.1° - CO;-,.'VOCAR Professores para ministrar aulas na Rede Municipal de Ensino com base no lnci,o li do Artigo 19 da Lei ~tunicipal Nº 923. d,: 03 de Dacmhro de 1991. conforme rdaçào nominal cm anexo. Art.2º - E,tc Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. n:,ogadas as disposições .:m contrário. llcl> Vis1af;1S., 08 de ; ,rço de 1.999 Anexo 02 do Decreto N° 1.127. de 08/03/99 - "QUADRO DE VAGA l'l'IU" José Garibaldi da Rosa Neto - Prefrito tunicip:il NOME COllPLETO FUNÇAO NIVEL TURNO DISCIPUl'iA ESCOU. OI 13emabé de Moraes Professor llalutino 1' :i -l' Séries Princesa babel 02 Jailson Dias da Cruz Professor Leigo Ma/Vesp. 1 .1 à .p Séries Tupi Almeida Melo 03 uely Fagundes Professora : Leiga Vesper1ino 548'séries B:irr., do ltá 0-l Eva Eni G. Pereira Professora l Mat/Vcsp. 1'à4Séries Enir '.1. N. Rondào 05 Ailton de Oliveira Professor li ltJvVcsp. 1à 4Series Enir :1 N. Rondfo ---- - ------ l'ERJODO 010399a31/1299 01/03/99 à 31112 99 O 1/03 ,99 à 3 1 /1 2'99 01,03,99 â J 1/12.99 01/0399 4 31/1299 OBS rr===,,,,,--=--= ==-==~===--,,.---------------------------------=-- mi ortádos em Geral • _ .. ..,l,.....,c,b Representante: Cerveja Ouro Fino A ame Belgo Mineiro Pneus Pirelli Temos Viagra (Produto Americano) p 'é L_(8n as-1238 - 287-193» • Foro Muros y · Rot iro de Compras do Sudo ste !:=::::::.:.::-:.-:..--.:.:.:-====-- - - • • - j1ema li-,ri om a melhor omila taseira -+ Pra los fl•io, 1• q11c•1111•, R$4 00 R$ 7 00 ktua en,ado 1 t I t I t 1 '' ·' 1 li 1" 1 • ' / ' l l 1111 ,, cp ousada =====-==-== -c5onhoWeu -Chalés om aptos individuais .r condicionado ➔1 a ()1 l"i ➔(:,d<'· (:1J111plc10 Estacionamento H'ópio (067)255-1658 Esteio Agroveteri,nária , e. - Toldos; Coberturas; Fachadas e Luminosos - Qualidade: São Paulo Alpargatas S_A AMC. Atendimento Master ao Consumidor: 0800-557-166 EFETEE 1 TEEETEEO R. Imaculada Conceição, 1139 - Nova Andradina/MS João Batista do Nascimento Mecânica - Torno - Plaina e Soldas em Geral ele­ L'tte -tucdletuel aeute ·telt ERVA MATI TONJO ' Av. Brasil, 120 - Centro - Cep: 79270-000 - Caracol - M rctica ...................................... ••••••••••••••••••••••••••••••••·· Paixão acional Cidades Atendidas: Aquidauana - 241-3838 - Bonito Bela Vista - 4-39-1369 - Jardim Guia Lopes da Laguna - Caracol Miranda - 242-1206 - Porto Murtinho Nioaque - Bodoquena Anastácio - Dois Irmãos Vida - Distribuido a • 1ana ntarctica '- IA 'A LJl~TRIL,lJI lUHA ANTARCTlCA Matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição, 225 - (067) 241-3838 - Aquidauana .lon,al Trihon:1 d;, l'rou(«'ir. - IHürio IC<•l,!io,ml Nossos SE 1 TIMENTOS Aos familiares do Sr Gentil l erre+ta Leite, pelo seu falecimento ocorrido ,rn í1ltitno d1,1 0J L'lll nu ,.1 L 1d,1d..: NESTA SEGUNDA-FEIRA Dia 08 aconteceu a inauguração de abertura das novas instalaçoes do Supermercado Carandá, para melhor al<.:nckr a popttl.tç,lo lar:t<.:ok:11,c.Confiram11 Aos PHOl'IIIET,HIOS Rcn1110 Varga:, e l.ilialll: (Lila). sucessos por acreditarem no potencial de nossa cicladc: o.: além ck c,1:m.:111 gcr,melu 111.11, empregos pata nossos jovens. FELICIDADES Aos aniversariantes deste més, começando por mim. Kc1111 rLopes Leite, dia I": l'1i:,cila S. Lcitc, dia 02: Miri,u1 l)duqui. elia 03. SOBROU PRO JOCA!! Gcnto:. drn o maior forrnJobó 11a C[,111.ir.1 iVtunicipal de nossa cidade, nc'-la última t,11·,1- feira. dia de sessão. A Coluna dn JOCA. onde o assunto era relacionado aquela Casa de I e,,. nlguns pnrlamc11t11rc, n;in go,1ara111 m:111 um pouquinho e "chegou a lenha" na coluna do Joca. atl! chamou o titular da mesma de mal infonnado e outros t:11111prim.:11tos a mais1 ! NESTA SEXTA-FEIRA Na Fa1..:11sirn mais progresso para o Município. ELOGIO Digno de .:login, o Chd..: da l'Nl· RSlJI d.: Caracol, nosso amigo "Gato". pois contratou um carro de som c:--cl11,ivam<.:nlc para avisar a população caracolense que iria licar ,.:111 cn..:rgia .:tétrica 110 domingo. l'arabén, "(iato" por tão b..:111 n:pr.:,cnlar a l·.NLRSLJI. .:111 seu trabalho e o r.:sp.:ito com a população caracolcns<.:. CAPOEIRA Quem está se destacando também é o lt1:,trutord.: Capocim. J,mkl. que além de ensinar a r.1p:viada por apenas RS 5.00 por mi;s. ainda é um .:xcdcnl.: 1a1mdor qu.: diga-se IILDA DLRTF. CÁCERES, ele brasileiro. solteiro. pedreiro, natural de Caracol :IS. filho de Miguel Hoftmeister e Luzia Sil mo I loflmc1'1<:r. rcstJc111e, e Jorrnciliado, nesta ciJ::i.Jc de Caracol MS .. .:la. brasikira. ;ol1cir.1. Jo lar. natural de 1kb Vista. :VlS .. filh.1 Jc Dcmcrn, Caccre, e lkatri7 Du::i.r1c C;ic.:rcs. r.:,iJent.cs e Jum,cdiados nt:sla cidade de Caracol MS Se alguém souber de algum impcdirn.:nto. que se oponha na forma da Lei João ,mádio 'ic·ir~ - Olici:11 C:ir.icult:-.IS .. 08 de :'-1:trço de 1999 • t D ........... . . . . Lavagem : •······················ Lubrificação•·····················: Abastecimento RevendedorCopagaz Rua Dr. Corrêa A Centro - Porto Murtinho/MS Atendimento Personalizado Responsatiilidade (067) 287-1238 - Fax(067) 287-1163 ' ___,;~ _J