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Porto Murtinho
[laia v,.,,a
Jardim
ntonlo J04o
• 0unllo
Guia Lope (1 Lnguna
tio aque
Caracol
-
Conclusão do asfalto Guia Lopes
da Laguna/Bonito é inadiável
Em expediente ao Secretario de
lnl'r.1c,1rn1111,1 e Ohr.1, Públicas, Pedro leruel,
com cópia ao diretor-geral do Dersul. Luis
L.andes Pereira, o Deputado Flávio Kayatt
reforçou a cobrança de Iodas as lideranças
municipais, empresários e politicos para que
seja imediatamente concluida a pavimentação
,1,ffüica da 1IS-JX2. no 1rccho Guia Lopes
da l .aguna-llonitn.
Faltam apena, L3km para capacitar esse
que é um dos mais importantes corredores da
crnnomia csladual, onde r.:pou,.1111 as
expectativas de produtores ruas e cmpr.: ·.irios
ela agroindústria c. principalme111c, cio turismo,
jti que a rcgiào ~ atualmente uma das mais
,1trucntes para visitantes do Pais e do exterior.
O custo de
domar o dragão
O pacote linha-dura do governo vai
provocar 11111is desemprego e reces.11i11
pum evitar o pior dos males: a i11jlaç1i11
atuantes
crn Porto !ilurtinho
Iulhcrc
e topa! d
reada pelo dia
I
}
,_Y
~)
Presidente da Republica Fernando Henrique
Definiu-se na semana passada a estratégia do
governo para enfrentar a crise. Quase cm silêncio.
foi montado um no, o plano nntiinílasando da hora.
Desde o dia 13 de janeiro, quando o go,cmo
denou o cimbio flutuar, a economia brasileira ficou à
dera Evaporou da noite para o dia a c:.-m,tur.i basc.1da
nn quase paridade da moeda brasileira com o dó!Jr.
foi ela. a iincor.i cambial, que nos últimos quatro anos
e meio manteve a inflação domada e pcnnitiu que o,
hr.i,ilciro· c~pcrimcnlasscm alguns do confonos do
Primeiro Mundo: estabilidade monetária, imponaçõ,:s
1 ara modemizar a indústria e fonnar o estoque dns
1,,ja,. N..:s e sentido. pocbsc dizer que o l'lano Rcnl
acabou no dia cm que Gustavo Franco limpou as
g:lct:15 no 8Jnco Central e seu sucessor liberou o
cãmbio. llcpor1agcm compktn nu Págin~t•OJ
PASTELADA
A ccrclllria Municipal de Promoção
Social COM NICA que estará promovendo
no próximo dia 14/03. uma deliciosa
pastelada. para a aquisição de uma cndcina
de rodas. er.i no prédio da ASPUB, a panir
das 09:00 horas até às 17:00 horas.
Preço: 04 pastéis por RS 1,00.
Aceitamos encomenda e fnzcmos
entrega. fobr com a Sra. Consuelo. De hoje
(quarta-feira) até sexta-feira as encomendas
poder:lo ser fci1as pelo r-o E: 439-1364.
....J
Ponta Poril/Maracaju/
Guia Lopes ela Laguna
O Dcrutado Flrh iu Kaynll esta
insistindo junto à Secretaria de
l11fraes1rutura e Obras Públicas pela
pavimentação asfaltica e recapeamento da
MS-164, que liga Ponta Porà e Maracaju.
com acesso à Guia Lopes da Laguna. entre
as fazendas Guanandi e Vista Alegre. O
trecho é um opç.io cstr.itégica de
interligação desses Municipios com a
Rodovia BR-26 7.
Kaya11 justifica a reivindicação
salientando que são péssimas as condições
de tráfego nos 51 km dessa Rodovia que
ainda estão sem asfalto. acumulando
incontú, eis prejuízos sociais e econômicos.
sobretudo aos produtores. Para o
parlamenrnr. essa deficiência viária
inviabiliza o escoamento da safra nessa
região. "Com o asfalto, o transporh: de
cargas será mais seguro. assim como o setor
Alunos agradecem ao Prefeito e a
Secretária Municipal de Educação
Em carta enviada à redação esta semana.
os alunos do 1° Ano da Faculdade de Ponta Por:1.
que residem cm ílela Vista, fazem um
agradecimento ao Prefe110 Municipal José
Garibaldi e à ecrclária Municipal de Educação.
Professora Orlanda Freitas dos Santos.
Os alunos agradecem por estarem sendo
beneficiados com a cedência de um ônibus pela
administraçiio municipal. qu.: faz o transpone
diário dos mesmos até a cidade de Ponta Por.1.
dando condições para que eles possam cursar a
Faculdade.
Os acadêmicos afinnam que Bela Vista é
um dos únicos Municípios que dá esse
verdadeiro presente aos alunos que estudam cm
outras cidades. pois na maioria dos casos as
Prefrituras cobram uma taxa para prestar esse
tipo de serviço. Eles também elogiaram o
motorista do ônibus. Edgar Gon:ciks. afinnando
tratar-se de uma pessoa cdu ada, atenciosa e
muito respons:ivel.
A Instalação de duas
Comissões Parlamentares de
Inquérito vai movimentar o
primeiro semestre deste ano
na Assembléia Legislatira.
Uma das CP!s. que realiza
sua primeira reunião na
próxima terça-feira. vai
apurar possíveis
irregularidades no processo
de criação da Companhia
MS-Gás. A outra. cuja
proposta de implantação foi
apresentada na sessão do dia
t O. vai apurar o destino dado
pelo Governo anterior a Rs
1.7 milhão. recursos
repassados pelo Governo
Federal no ano passado e
que deveriam 1er sido
Deputada Flávia Kaya/1
de turismo estará amplamente bcneficwdo.
pois Guia Lopes da Laguna é um do,
acessos ao Panlanal através da /l.!S-164".
L ..
Puf eito José Garibaldi
"Fica registrado no
jornal da nossa cidade. o
nosso agradecimento ao
Prcfrito Municipal e à
ecretâria ~lunicipal de
utilizados na ampliação e
reforma da Santa Casa de
Dourados. Página/o5
PREFElTUR MUNICIPAL
DE BELA VIST A/MS
Homologação
Homologo o resultado d,
Licitação por Tomada de Preços
n 001/99. baseado na Ata da
Comissão Permanente de
Licitação. em confonn idade com
o que detennina o Inciso V. do
Ar. 24 da Lei n 8.666 de 21 de
junho de 1993, desta maneira tida
como desenn. fica dispensada
nova Licitação, objeto d, referida
Tomnda de Preços.
Em OI de Março de 1999
José Coribaldi da Rosa Neto-
Prefeito Municipal
I +
oba coord
desde o dia 0? dr 0até oda ) de m ro com
atrd des em todos o burros d Poro Murtiho
E ta comemora,ao pelo Da das Mulheres tem como
byctoca memorar discutir a prever,ão das DSFs,
AIDS e prevendo do ol (termo Iambem I 111
como obyetvo discutir a discriminado, a olnia
e desigualdades que as mulheres tem sofrdo por dons
milénios c obyetvo mareante tem sado a dcu l
sobre a poluta de y nero
Com duas reuntes realuadas nos Bairros
alim Cafure e florestal a repercussão a nivel
municipal tem sido posta. pela quantidade
ptessta de presença das mulheres e também
pcl,t vontade que •. s mulheres tem demonstrado
para que haja sempre cslesnontros pois somente
assim staremos tos n»tentando e
participando da história do nosso Municipio que
administrada pela companheira !{rian
Vale ressaltar neste pequeno relato que a
nossa história tem sdo volntada e esrta a partir
da ótica de uma soredade mahsta Nós as
mulheres queremas escreet a tossa hstótia não
isolada, mas junto de igual pata igual, somente
assim teremos uma sociedade onde homens e
mulheres tenham o mesmo deito em todos os
,ctorc, dJ soc1cdack (M.D D)
Secretaria Mun. de EJucaçüo,
Orlanda Freitas dos Santos
Educação. pelo carinho que
vêm dispensando para com
os acadêmicos de Bela
Vista" diz a
corrcspondi:ncia en'iada à
nossa redação. assinada
pela turma do t• ano da
Faculdade de Ponta Porà.
1 º Semestre Legislativo será movimen
tado com a instalação de duas CP s
Em sessão solene
AL homenageia
as Mulheres
"A mulher pagou um preço muito algo na
jornada para conseguir seus direitos.. enceu a
escr.i,id:Jo: deITOtou a ignor.incia. filha kgitima eh
submis io; superou os casamentos arranjados e os
maridos impostos por interesses mercantis". disse a
Deputada Celina falbd durante a sess..1o solene cm
homenagem ao Dia Internacional eh Mulher. ocorrido
no último dia 08. A Primeirn-Dann do Estado, Gilda
d Santos, a Presidente do Tribunal Regional do
Tr.ibalho. Ger:ilcb Pedro,o e a Juiza Manila Fores.
repn:scnmndo o Presidente do Tribuml de Justiçn.
fizeramn parte da Mesa. Página-06
Mais um
traficante preso
no Posto da
Receita Federal
Bcl:t Vista - Nesta
terça-feira. dia 09, por volta
das 16:20 horas. mais um
individuo foi preso no Posto
da Receita Federal cm I3ela
Vista, quando tentava passar
pela alf.imkga tran,ponando
cerca de 04 quilos da
,ubstüncia entorpecente
conhecida por "maconha"
Dcs,J , c1: a droga foi
t.lescoberta cm poder do
tralicanlc li ias Gcrn:roso da
Siha.18aoosdcidadc(foto
J esquerda). residente a Rua
DJnúb10 A✓ul, centro. na
vizinha cidade de Jardim.
quando ele tentou cruzar
pelo Posto da Receita
lcderaJ. em um táxi de Bela
Vista Paraguai Página-08
Elias Generoso da Silva
Respostas às perguntas quando
se fala em proteção de energia
Para melhor avaliação dos itcn:-. d(•,uito-. na Ediç;io pm,,aJa, ,cg11e uniu cxplicaçfin detalhada
ll p.1ss
1 ü1,,' d1,ptl .. 111,o l' l11rnl.1-
1111.111.1l IHh 1H1 h11•,Ü.,"i "on•l111c'
l le tem a unção de quando ocor
tet uma falha nas batera» ou 110
rH•-hn·.1~ l'IClll.H 11lhl 11.rn,kr~n-
1,. 1.1 ,k l'lll'I
1
°1.1 de l l'lh.• .iu10111,111 •
l,lllh.:llll.' p.11.1 11 ltlll'•' lCOtllJllllll·
1h,r). porem é necessario que este
b pus," tenha um sensor e so
mente deixe passat a cneria des
de que não seja superior a +_10%
f 1oll'1.in'.111 du, L0111pu1c1dur:',)
O "by pas" norm,1l111c111e
,i11.,li1,1 110 p.1111cl de> cquip.11111,n•
to l' t.11111)'.m toca um Jl.trnu: ,o
nrnu p,1r.1 qut.." o u,uílno ,,1ib.1 que
não é o no-break que esta alimen-
111111to o comp11t,1dnr. e sim a rede
,.:lé1ric,1 , 1i1 c,tc d1,po)1ll e, p.ir.t
que possbhite, enquanto set aci
onada a Assistência Téemca, o
11uâno coa11inu.1 trabalhando tdes-
1.k 4llL' ,1 l'nagia n.1o , .11'11..' m.1i,
ún qu ·.:. lllºo). Se uhr.,p.1,,,1r e,
ses limites ocorrerá o desligamnen
h) p.1ra h.,,('r J p1olc·:o do, ... -qui•
p,1111cnl(>s ILI 110-hre.1~, que ole•
tecem este "by pass" estabilizado.
Lsse "by pass" também podera ser
manual, como por c,cmplo numa
l'f.:nlu,11 manulcnç.io pri.:,i:nti,a
,rn, batcna,) c o usu:irio n.o prnk
desligar o sistema. Neste caso
pod1.."-,c d.'.tu:u o ,cn ir;o c'un i.::,~e
procedimento manual. Em muitos
casos o no-break é ..:olnc;-idn ..:m11
mai!I um 1..·....,1ahil11ador p.tr., .1 ,itu·
ação de seu "by pass" não ser es
t.1hili1.1do.
Sina1i7:H;io dl• ,·oh~ll,!.'llt
corrcntl' l' fn·qu~nch,
SJo in~tnuncnto:, qu..: po •
sihili1a111 obter infonn~ç(lc, dopa•
mel do equipamento ,,)hrc , olt:i•
gcm. ~orrcntl". potC'111:i;-i.
tfl-quência. d~ cntraclJ. ~:i.ii..la. da
hatcri,1 e do "b) p.1.>s". E,sas ,ina
lit;iç.ões podem ser muito impor•
1a11tcs. pois pode-se. pm c,cmplo.
iJ~ntificar se o cquip;u11cnto l...'!lotá
cnvi~:,Jo uma tensão e fn:quC'nc1:1
e,1abilizndn para a carga. bem
como saber se pode-se colocar
mais carga. :1compJnh.rndn J po
tC'ncia sinJlilJdJ. ~luit;ic.., l.;'te-.,. o
u uário comprn outro no-break
em necessidade. pensado que
seu no•bn:al.. or.t in 1.,·
1
•udc
estar com sua c.1r
Partit.b. a I!
tem a fundo de poder há-lo m
1110 l'lll Clll'JJ'l,I J11l.'.'"ll'IIIC
l111di~c•111l• / l1tll•r'1t,r 1(1'>2J2
P,ir,1 l, 11k1 .. uJu l' 111u11t111n
4
por1.1111r qm.· o 11t1•hl\l~ t'J,1 111t1,,.'•
lq•cnle, f"'" q11,,nd11 h.1 l.1lt.1 nu
grandes variações de energia. o
rH>•h1c.1... J'l•""'.1 ,1 1111111.u ,l L,H1·..1
d.l h,Hcn,t, l' CI lhll.lt) J)fl>rrJlll,l
( ",huHlm, 11" 411~ lcll ,1 l11rn.:,h1
de Ice.. h.u 1J, ,1rq111, '" .rntc, do dc,
lig,1111t..'lll<> ,ttllOlll,tlllll do lhl
break
S11pn11h,1 que " 110-hre.1,
11:'ln :,1,,.•j,1 11111:lir..:11tê l' h:iJ,1 lllll,I
gr,1mk, .ni.t.1n ele cm:q.:1.1. ,1, h,1·
terias passam a suprir. porém de
pois do lim11..: d..: ,H1tm101111.1 U1h
baterias, este se deslia e caso o
u,u:.no 11,)n 11,cr n ,olt,m: p.11.1
dci,:-ln 1ntcl1µ,:111l'. o 1,,u.'ir11, 1x·r•
ck·r.l u, .1rqui, o, l",t,t' 11Jo c..·,11:1,1
pnl11110 do no-hr..:.1~ i ,1l.1rm1..· , 1-
sual e sonoro) pra our o alarme
e fl.'ch.u '" .1rqm,,1, Outr., llm·
ão do sottware é gerar arquivos
de eventos (falta de energia em
u.,1:i l' hoi.n(h. l:IC )
Microprocessador
São no-break s que utilizam
um micrnpnH .. t.',,,1l.h1r inti:rno. qu~
,1ahili,.1 um.1 d111Hlllll'•'º lk llll
-brca,s que por 1a1rn.,p.1!,
porem não tutao "«but-down'
IHI clt:111,lh ,..:r 1do1c, l.' , .... lllll UU•
,mu1: ll\'rlr 1h.,lh.11i.lo. pofl"l"III•
pln no 111d,n, nn rnomcn1n
do desuarento do no-break.
.',h: 11'u,ir 10 poJl' Lo111prn111..:-
1i.:r 1ud,l o ,n11,, ,ln.' d,1 cmpl.'•
,.1. h.l c..·1ulu .1 ni:lc,,1d,1dc de
reinstala-lo e, teste aso po
dem-se perder horas ou dias
('omp:11ihil11l11th• 1.:nm 1,.ttrudor
1 m locas onde e mnstalado
gerador e este tor trabalhar como
up-.·~1t, tk· ..:nn~1.1 .10 110-h1l',1l 11J
situa ão de "black-ou!", é impor
l.lllll.' l"íl ti .... 1, , .... O lh)•hTl."óll ..:
onpativelomo gerador, pois ha
11ht.d.1,·,c, omk o 11'11,ino com•
pr.1 um l:'.."1,1dur p.ir.1 .1l11nl.'nt.1r .1r•
condenado, limpadas e tambem
no-breaks (quando possui pouco
tempo de .1utc11Hu111.11.
M ,ul:111·a dl', olla!!t'll1 ."li•
tr:ul:1 / ,:11d:t
1l.11111-h1..:.1k, que pcn1111..:m
que essas voltagens sejam alter;1-
das.as te» omum em grandes
1.:orpor.11;1li.:, u11di.: pmk h;ncr 1111·
d,111.1 ~k· IH,Hlllll:l l' hJj,i llC(l'.'•
... ,d.1di: c.k r1,,.·.1p,,1, i.:it.11111.:1110 do no
hr1.:.1l.. p.1r,1 Pt1lr,1, lu..:.d1d.1d..:,
Como l.' ,.1hido no Br.l"til há di,i:r•
sos tipos de voltagens (II0V.
I20, I7.220V-1ase. Neutro
l' l l.·rr.1 >. t" 111.:1.. l.'",1no cu1U.1Jo n.,
co111pr,1 de no-breaks para as r..:g1·
ll1..•, omk .1 rl'd..: ! 1 ~7V .._. n;lo
II0, pors o no-break devera pos
suir claramente a inform.1,·;o qm.·
J"'K>..,,u, d1.ll.' d ... • ... .._.ii:,·Jo dl..' ..:ntr.:1•
d.1 p.1r,1 110 e 1~71
Prnll•ç:w 1.:ontra r:110,
i lh.:111 no-hn:.,ks que .1tl.'•
n11.1111 (h di.:1llh da, dc,c:1rga~ ,11·
mo~fént:.b I r,1i,>s). mas podl.' n:1o
,i:r o ,ulic1l.'11tc par., prot..:ç,io to•
t.tl F""' fl.'11Úmc110 pcxk fa.tl.'rcht:•
ar a um., toi11adJ l.'!étnca uma
cnrre111e Je 5.0llO a 8.000 ;impere,
e é muito comum o u~uãrio ima•
g.inar que ao comprar o no-brca1'.
l.'I..: c~t.1r.i gar.mtido i.:m 100%, tan
to o 110-hrea, quanto os equipa·
mentos ligados a d,:. porém é im•
portante o u,uârio cs1ar cansei•
ente do nivcl de proteç.1o par3 tal
li:nÓllll.!110.
HuJ! tio ;ltlênio
1 ndn equip3111ento que
uab.dhJ ..:0111 soft,H,.:t
t micn.lprocl.'"ado) é importan•
te que ,•,·~j.1 .1daptado ao Bug
do Mih ·1:_,_ Como todos ,;ahcm
na viraia do ,éculo o oftarc
que não tiver esta previsão, o
cqu,p:iml'nlo pi.!rdcr:i toda e
1
'
Via±
Boutique
A Rota da Moda
R. Mal. Rondon, s/n - Jardim/MS
p1,dq l'f r1.:krc:n .. l
1u1onn111iJ h.,tc ri.,
(em minutos
Isto srenica o tempo 4
o no-break mantera os equparen
tos funcionando, supondo oti
I00% da potencia do no-break
1 l.'1111)0 tlc l'll":tr';!,I
1 o 1i.:lllf10 l'.111 4111,,.• O !IU·
break leva para recarrear 100º ,,
., ... h.11l.'TIJ'i. supondo desata to
i.11 d11, h.1t..:r1,1, p.1r.1 1111111.1 1111,1
queda de eneria estar pronto a
.11..:m.h:r o tempo de autonomta
dlCíllllll.lU1•
1'111,·uci.1 (K MK\)
empte para saber a rcJI
potenta de um no-break deve-se
,.1her ,l ro1ênr1.1 em K VA 1 K \.
1lU "-t:,I. 11111 t:1hr 1r.1111c po,.k ..:,pl'·
..:ifo.:.1r por l'l'lllpl,, 5 ), ' / l' li f,I·
hlf lk ro1l·nt:1,1 0.6 cqlllalc .1 mui
11pl1c.1r 5 ., O.ú l K " . ..:nqu.1111,,
outro pode estar nfrrcrl.'11
Caso haja l.1lt.1 de l.'nl'í!-!1,1
e as cargas na saida do ro-bre.ak
c,1c1a111 ll..:,li!;.1Ja, .._. o hot.o ou
disjuntor on/'off esteja ligado e tal
s11u.u;.lo poss;1 p..:rm:111cc1."r por
mas de -lX hllra,. 1.: bom pi:rgun•
tar ,i: u 110•hrl'ak 11,)0 po p111·
11111-..- rn, l,M· ,k 1 ',( .RI '11 ', I{ 1 /1 'S (il R,I'-,
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O pacote tinha-dura do governo vai provocar mais desemprego e recessiío para evitar o pior tios males: a inflação
O novo
orima to
Defimu-se na semana
passada a estratéia do over
no para enfrentar a crise. Qua
se em silêncio, foi montado um
novo plano antiintlasando da
hora. Desde o dia 3 de janei-
ro, quando o governo deixou o
cfi111hio fluwnr, n economia
brn,ilcira ficou; dc1ivu. Eva
porou da noite pata o dia a cs
trutura baseada na quase pari
dade da moeda brasileira com
n dólar. Foi ela. a âncora cam
bial, que nos últimos quatro
anos e meio manteve a intla
ção domada e permitiu que os
brasileiros e, pcrimentasscm
alguns dos confortos do Pri
meiro Mundo: estabilidade
ruonctúria, importações para
modernizar a indústria e fonnnr
o estoque das lojas. esse sen
tido, pode-se dizer que o Pla
no Real acabou no dia cm que
Gustavo Franco limpou as ga
vetas no Banco Central e seu
sucessor liberou o câmbio.
Desde a semann passada, um
novo projeto de estabilização
esttÍ cm vigor no Pais. Ele se
inicia com a posse do econo
mista Anninio Fraga na pn.:si
dência do Oanco Central. As
medidas têm uma boa chance
de estabilizar a moeda, mas o
preço inicial a pagar será o
aprofundamento da rcccssào e
do desemprego. que vai doer
no bolso e piorar o mundo dos
brasileiros.
A nova âncora nào é
mais o càmbio. que voa livre
ao sabor do mercado. Agora.
toda a arquitetura se baseia no
controle monetário. O gover
no vai fixar uma meta de in
flaçio e se compromete a per
segui-la. As abóboras que se
ajeitem em tomo dela na car
ruagem financeira. Essa po
lítica tem o nome técnico de
"meta inllacionâria". Ela é
adotada na
1
ova Zelândia e
na Austrália. É ela quem ba
liza as medidas econômicas
também na Inglaterra e na
uécia. Para atingir seu obje
ti'O inflacionário. Orasilia
vai manter rígido controle
sobre a liquidez. Ou seja. a
quantidade de dinheiro que
circula na economia será en
xugada sempre que a meta in
flncionâria ficar mais distan
te. Essa estratégia é recessiva
por definição. Fraga quer che
gar a dczcmbro com uma in
flação mensal de apenas
0.6%. A chave mestra para
fazer esse controle é a taxa de
juro . Por isso. na semana
passada ela saltou de 39%
para 45% no ano. Foi o sinal
que Arminio Fraga lançou de
que estava no comando. Ou
Iras medidas tomadas também
apontam para a diminuição da
quantidade de dinheiro cm
circulação na cconomia. A
mais potente delas, o aumen
to do depósito compulsório
que os bancos fazem no Ban
co Central. retirou de uma vez
9 bilhões de reais do merca
do. ''de agora em diante a
meta inflacionária .: que vai
ditar as regras da politica mo-
Os juros subiram de 39% para 4$% ao ano. Isso encarece o custo
dos empréstimos, o que diminui o consumo
Aumento do compuloto que os bancos recolhem nos depósitos a
prazo Calcula-se que a medida retire 9 bilhes de reais de circula
ão, estriando a mntlaão e a rotura de dólares
Ampliação de cobrança do imposto sobre operações financeiras e
suspensão de subsídios na exportação Essas medidas aumentam a
arrecadação do governo em I,2 bilhão de reais neste ano
umento médio de 6,$% no preço dos combustiveis
A Comissão Especial da Câmara aprova o aumento da CPME de
0,20¾ pnr,1 0.JXº• l· ln de, e vigorar a partir de junho, gerando uma
, i, rnrl. • 1 • 9 resde cais estai 3
nct:ria". diz Arminio Fraga.
O mercado recebeu
bem o novo programa. a
sexta-feira. o dólar, que esti
vera em 2.23 reais. fechou a
semana cotado a 1. 98 real O
mais animatlor foram as ra
zões da queda. Em primeiro
lugar. compute-se a atuação
do Banco Central no mcrca-
do vendendo dólares. Em se-
gundo. a fraca venda
especulativa da moeda ame
ricana. Quase todos os negó
cios de compra foram fecha
dos por empresas com com
promissos a pagar no exteri
or e não por gente que espera
ganhar dinheiro entesourando
moeda fortc. O melhor vem a
seguir. Houve entrada de dó
lares no pais. Só um banco. o
holandês ABN-Amro. anun
ciou a captação de 100 mi
lhões de dólares no exterior.
A filial brasileira do banco
passou o pires pedindo. con
scrvadoramentc, 40 milhões.
urprecndcu-sc com a
receptividade do mercado.
que ofcreceu mais do que o
dobro. la sexta-feira, soube
se que o FMI deu por conclu
ídas as ni:goc iaçõ.:s com o
Brasil para o repasse de 9 bi
lhões de dólares. segunda
parti: do empréstimo negoci
ado no ano passado. " ão
boas noticias para quem acha
va que o Brasil acabou". afir
ma Rubens ardcnbcrg. eco
nomista-chefc do banco.
1 Alteruativasl
As propostas de quinze eco
nomistas consultados por
VEJA para recuperar a eco
nomiu brasileira.
que matou a inflação
reeditada caso a
em do dia
uscar apoio
ros l).'ll1I fi.
ortnçõcs
çkes poderiari lc
. o$ pw-:i o BNDES
rojetos geradores de
O govemo pode reduzir despe
sas se enquadrar as Prefeituras
às mesmas regras rigorosas im
pestas aos Estados.
Ccnlrnlil:aç:io tio ~:imhio
Se tudo o mais der errado, pode
ser a saída, cmbor:i pro,·oque
forte rcc-.:- ;Jo
Não acabou. Os problc
mas também não. A crise é gra
ve. O Plano Real II foi lança
do sem fanfarras, provavel
mente por temor de que se diga
que tudo foi fcito por ordem do
FM 1. dada a semelhança entre
o receituário da entidade inter
nacional e as medidas adotadas
pelo govero brasileiro. Virão
a seguir meses de sacrificios.
J combinaçào de juros altos e
mais impostos vai trazer de
semprego e aprofundar a
reccssào. Vai trazer também
mais pressões políticas sobre o
Planalto. Na quinta-feira pas
sada. o Presidente Fernando
l lcnrique Cardoso parecia ter
recobrado o humor. Numa con
versa com VEJA. o pn.:sidcntc
sustentou que as condições bá
sicas para a retomada econô
mica existem. As importações
estão cm qucda. as exportações
subindo. o que trará alivio nas
contas externas. justamente as
que vitimaram a âncora cam
bial. Além disso. observou
Fcmando 1 lcnrique. os inves
tidores estrangeiros dão mos
tras de que estão recobrando o
interes e em trazer novos ne
gócios para o Pais. Ele sequei
xa apenas das acusações que
muitos lhe fazem de que está
cortando verbas para projetos
sociais. "Não estamos cortan
do nada. Estamos racionalizan
do esses projetos. de modo que
não haverá cones para educa
ção. aúde ou para a dist.ribui
ção de cestas básicas ou me
renda escolar. Ao contrário".
disse Fernando Henrique.
Outras qu°cstões aborda
das por ele:
• Embora soubesse que
o real estava sobrevalorizado
desde o inicio do seu gover
no. FHC só percebeu que ha
via um furo no caso cm se
tembro passado, logo depois
da crise da Rússia. " essa
época. comccei a tomar pro
vidências para enfrentar a cri
se. mas a partir do grampo do
BNDES fui obrigado a modi
ficar os planos". disse.
• Diante das múltiplas
versões sobre a demissão de
Francisco Lopes da presidên
cia do Banco Central. FHC diz
que niio houve nada além de
imperícia na sexta-feira negra.
29 de janeiro. "Eu tive de ir
duas vezes :i televisão para
acalmar o país. Onde estava o
Banco Central?", pcrgunta ele,
ressalvando seu respeito por
Lopes "E um homem inte-
res ante, tem uma enorme
segurança interior e cora
gem Sozinho, chamou para
si a responsabilidade de en
frent.ir o mercado. Vão é
qualquer um que faz isso".
• Quando soube do lu ro
a,tronômico dos bancos em
janeiro. o mês da desvalon
zação do renl, o Pn:s1dentc
assustou-se. "É um escinda
lo". di7. Chegou a pedir ao
Ministro da Fazenda, Pedro
Malan. que estudasse uma
fórmulu para cobrar imposto
sobre o lucro dos bancos.
Entre os que mais lucraram
cstJo instituições estrangeira
como o Chase Manhattan
(310 milhões de reais). o
Citibank (258 milhões) e o JP
Morgan ( 193 milhões). Ape
sar de achar escandaloso. o
presidente mante, e o humor:
"Bem que eles poderiam nos
emprestar parte desse lucro".
• Como é recorrente
nas horas difíceis, o presi
dente reclama que seu go
vemo se comunica mal. Os
ministros falam mal. ou fa.
Iam pouco. sobrecarregando
a própria Presidência. "O
Pedro Malan trata alguns
assuntos de interesse públi
co como se fossem segredo
de Estado". ironiza FIIC.
A nova âncora monetá
ria dá um sinal que é impor
tante ri:ter. Fica claro, a par
tir de agora. que a inflação é
o rnimigo básico a ser derro
tado. todo o resto é secundá
rio. A idéia por trás disso é
que a inflação é o pior dos
males tanto para a economia
abstrata das estatísticas, que
ela desorganiza, quanto para
as pessoas que precisam
suportá-la. principalmente os
pobres. "A sociedade brasi
leira percebeu as vantagens
da estabilidade monetária e
rejeita a idéia de que a volta
da inflação pode ter pontos
favoráveis". diz o ex-minis
tro Maílson da óbrega. "O
prcço a pagar pela aplicação
da política de juros altos é
recessão e desemprego. mas
a inflação é o pior dos males".
Esse custo existe e já está scn•
do derramado pela sociedade
na forma de desaquecimento
da economia e
aprofundamento do desem
prego. a semana passada.
divulgou-se que a taxa de
7.7% de desemprego em ja
neiro é a mais alta registrada
nesse mês desde a abissal
recessão de 1983. Analistas
ouvidos por VEJA são unâ
nimes em dizer que o núme
ro de pessoas sem ocupaçilo
no Brasil vai aumentar e pode
chegar ainda neste ano a 10%
ou 11 % da populaç:io econo
micamente ativa.
Vai dar certo no fim? Se
o governo ficar só na eleva
ção de juros, não. Todos os
planos anti inflacionários fra
cassaram porque o déficit nas
contas públicas se manteve
impávido. O Plano Real deu
se incomparavelmente me
lhor do que os anteriores.
mantendo os pns adis
por quatro an
do a meda
pr.:c,dcr,•, 1
de e 1.:bil11 , ,1n
no Keal também capotou no
mesmo obtaculo A eono
ma orçamentaria de 2 bi
lhes de reai obtda no
ajuste feito em troca dos
dólares do FMI é apenas um
ajuste fiscal de emergência
- jamais o definitivo. A ver
dadeira reforma da Previ
dência ainda esta por fazer.
o que tgnlficJ que a l'niJo
ter,1 um tombo anual de IX
bilhões só com aposentado
rias e pensões de servidores
públicos Falta realizar a te
forma administrativa. que
adequara os quadros do go
verno as demandas por ser
ços públicos e as dispomibili
dades reais de caixa para
quitá-lo O hrasil ainda es
pera pela r forma tributária
p.ta desentoar os onega
dote
do que comprometem 70,
K0 de ua receta no pay 1•
mento de funcionários pübh
u ,. d,11.in1110 colo d.1 l 1111, o
toda vez que nido tém dinheiro
pata papar o que devem
Essas mudanças serão
feitas finalmente' Pela pri
mera vez, o Brasil inteiro
esta consciente de que essas
mudanças, são necessaras.
Pela primeira vez, todas elas
estão contempladas em pro
jetos ja elaborados, alguns
tramitando no Congresso.
São sinais de que, afinal, des
ta vez acirurgia poderá final
mente ser frita Se não for, é
bom preparar o espirito.
'mirra "s "mwrcsa_,
QUEM GANHA 11
nncos
Desvalorização cambial, inflação e baia liquidez são pedras no
sapato das pessoas e das empresas. mas são o melhor dos mundos
para o, bancos Em janeiro, muito deles lucraram o dobro do que
em todo o ano passado
A ricullorcs
A desvalorização do real deve aumentar em E3% a renda dos agri
cultores. Alguns, como os produtores de soja, vão exportar mais.
Outros. como os plantadores de arroz. ganharão mais porque a im
portação catra. faltara produto no mercado e isso forçara uma ele
vação nos preços. As vendas de máquinas e defensivos agricolas
de, em crescer na mesma proporção.
Exportadores
Com o real valendo menos, seus preços se tornaram mais competi
tivos do dia para a noite. Setores que vinham enfrentando dificul
dades no mercado externo, como o calçadista e o siderúrgico, podem
se dar bem. As exportações brasileiras devem crescer 30% neste ano.
m resas sem 1V1 as
O Brasil e um do, países onde as empresa, têm menor nivel de
endividamento. cm média. 30% do palrtmún,o liquido. 11:i muitas
empresas enxutas, modernas e sem dividas. No comércio, embora
grandes redes de vareJO. como Mcsbla. Mapptn. Arapull e
G.Aronson, estejam apertadas. os supermercados estão bem.
Fabricantes de rodutos ue substituem os im ortados
A redução das importações ser:i um b:ilsarno na, ida dos fabrican
tcs de brinquedos. perfumes. roupas. ahmen1os e, rnhos. Esses são
setores que estavam na lona porque seus produtos eram mais caros
e tinham qualidade ,gual à dos estrangeiros ou pior. Agora, voltam
à ,clha e confortá,cl situação de ter um mercado quase cativo.
Q.UEtl PERDE
req·ucnns empresas _
em capital de giro nem tecnologia para proteger seu dinheiro da
desvalorização, as pequenas indústrias e lojas perdem patrimônio.
Uma crise nessa área tem dimensões impressionantes. O Brasil tem
4.5 milhões de micro e pequenas empresas que empregam 40 mi
lhões de trabalhadores e representam 54% do PIB.
Lojistas .
A inflação provoca uma queda nas vendas do comércio. Mais atin
gidos ser.io os que trabalham com produtos mais caros. que nor
malmente são vendidos a prazo.j:i que os juros estar.io muito altos
e inibirão o consumo. A indú tria automobilística. que tem poten
cial para produzir 4 milhões de carros por ano. está vendendo ape
nas l milhão. Poderá encolher ainda mais. a semana passada a
Honda cortou ua produção de motocicletas.
1 mportatlorcs
Trazer mercadorias de fora deixou de valer a pena.
1
a conversiío
do dólar para o real. o preço dos produto importados fica muito
alto. As vendas devem despencar. Importadores de eletroektrônicos.
roupas. brinquedos, cosméticos e alimento poderão ser forç:,dos a
mudar de ramo ou a abrir f:ibrica no Brasil.
lsos últimos anos. centenas de empresas nacionais obtiveram emprés
timos no exterior a juros mais baixos do que conseguiriam nos bancos
nacionais. Desde I? de janeiro suas dividas cresceram mais de 60%
O problema atinge em cheio, por exemplo, as companhias aéreas.
Fa .. _ , . .
vendas reduzidas.
(TranscrilO da Revista EJA - /O de Março de 1999)
.lorunl 'l'.-íhun:i da Fronteira - Ui;í ·ío llc•gional
;··········· ... •···Vivendo com Saúde···· .... -··
L€II- IP@@II 3 IL.ILa.1
A prevenção do câncer ainda é essencial
Dados do lnc.1 111,hrn111
que o L,111ccr C(l111111un ,endo a
eunda causa de morte por do
cnça 110 p:1b • a, doença,
r,11tlio1 ,, -uil,uc, aiml.1 lidcr,1111
as estatísticas- c que a fana
,·1úna com maw1 !11dtct.: ck
111nrt,ilicl,ick por ciinccr.: mire
(1 60 e 90 anos.
/i11d11 ,q;1111dc, o órg,1o.
111c,1110 com l» 111 nnços dn
medicina, tanto no diagnósti
co quanto no tratamento do
e.inca, a, estnthtic,1, do, últi•
mos cinco ano, regi,11:im que
a incid~ncia e nHHl,didadc
pela doença se mantém está-
1 cl no Brasil, com pequena,
variaçc)cs.
Conforme 1110,
Gadclh,1. chdc de gabinete do
Inca. 111a111n. colo do ú1cro. c,
tómago e pulmão são as ma
nifc,taç0c, mais l'rcqucnk,
da doença.
De acordo com o Inca. o,
fatores de risco do câncer po
dc111 ,er encnn11.1do, no 111c1<1
11111bic111e ou po,Jc-111 ,er hcrd,1-
do,. / 111aion.1 d,,- ca,o, de
dn ·cr (XO"o) esta relacionada
,111 mero ambiente, no qual se
e11cnn1r;1 u111 !!r;,nde numero
de,tc, f.11orc,.
"I 1lll·11de-c por ,1mhic11-
1c o mciu e111 gcr<1l (.igu:1. lerr.1
e ar). n ambiente rn:upaeional
(imlústria, química, e afins), o
lllllhirntc de c<>n,lllllll (alimc11-
1os e mcdica111e1110,). o a111hi
c111e ,ocial e n cuhural (cs1ilo
e h:ihi10, de·, ida)".
Segundo Inês, o tipo de
cú11ccr 111,1i, freqUl'llle llll l1r.1-
'>ll. cm hn111e11s e 111ulhercs. é
o de pele.
l'ltE'J•:N~·,o
}pt6mago- Para o
c.incer de es1úm.1gn. a mcllwr
prc, en,;Jo é .i ado~·;1o de Ullla
d1c1.1 hal,uu:cad:i "() idc,il •" wr .'li ,, do total d~ w/11-
ra merda
J - J>ro, Ili l uhnr mtio lo{,,/1110111..• fJII {11J1J/1Jr O 111x,•,1{}0 d,.: h, h,
das alcoólea th homem não devem tomar mais do que dor
dnnJ.., por da. enquanto as mulheres devem lmtar este con-
1110 a 11111 dn11Á Ih:,,, tli,,n 111c.u1pore o pr,í11u1 ele ct,·rchto,
fiscos a tua rota diara hau etertto moderamente du
nlllll' ,,,..,,, OldlO 30 11111111/fl ( /11(0 rc;l.' ,,11r ,e111,111,1
4-4mulher deve fazer um auto-exame das mama todo mé
Com 35 anos de idade a mulher deverá hmeter-e a uma
mamografia de base com 4) ano, um ou "'"'' 111,11110;:.ra/icn ,k
H'J.,:ltll'JJlo l' "JJartir J,H 5n llJlfl uma mamografia anual
5 - J mulher o partir dn, ~(} ano, cll''<.'rÚ ,uhmc..'/l'r-,' ,1111ml
mente a um <'HIIIIC JJrt'l't.''111'tJ cio e o/o ,lu útero ( P,1p,1111colu111
6 - () homem devera fazer um auto-exame do tetilo todo mt.,
7 - l/0111c111 ,. 11111/hcr<'I """ 111w, de 5/J w1", cle1T111 '"/Jntllrllo
,,,,:d,cn u111 t't/1111..' lllllllll til' lJll)!IIL' ,n:u/Jo 11e1, /t.';l'.
8- (0 homens com 111uI., ele 5fJ ,1110 dt.''l'/11 JJrocurar •" 1n,;dho
rq,:11/urm,·ntc pura" l'Xame c./l, '"'/'"'retal!'"' 0 pre'1..'lltr o nin
cer de próstata
9 - Fve a eposição prolongada ao 'oi t /IH' filtro protelor
olar fator l3 o superior
J() - 1-ura re~ulan11c.!nll' awo-1.•tc1111t• clu hoca l' da pele
Fonte:aner Free lheamprehemse aner l'reventon l'regram
b Sde / aawer t /) fml:,: Slulu• f {) l'/11/ip /Ju..l:, 1111 .. I (Íd/ÚI
bal Sharpe Simon & Schuter 1995) 'aner Fat& Figure+« 1u95
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1363
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Jurídica • • Artes
Uma alternativa moderna para a bíblia
TRATADO DE TEOLOGIA PROFANA
A nova religião para o III Milênio
Entrcvis1:1 {'0111 O :111tur Huáscar Terr do Valle
por Jaci Dutra
Sua apreensão da realidade, sua forma de encarar Deus, ba-
eia-se, certamente, em 1otl,11111rn forrn,1·ao in1clc.·c111,d. '
- Sou formmlo em Direito A maioria de meus estudo tem c.,1-
riter informal e auto-ddata Estudei a /Jíb/w ,· outro, /,n,H ''an
to"e contatei que seu caráter apresentava valor apena hntúru o"
lttL'rtirio /"'11,H•i a IHIC:tlr na c·i.'11dtt a t''Cplicm,·oo tio 1111,,,:,,,, do lw
meme do universo Dediquei-me ao estudo da picanile, soetolo
)!ICI (' untropolo)!IH. o fato ,/e m1o 1,•r-111<.' ., 11hmeticlo a e urric:1,/0, h110-
luclcH pcrt,,lli11-111,• 11111a 'J1io J!_t'rol, ,,.,,, (IIHIJ'YOIIII'"" 1deoM>I,1c:o,
de qualquer natureza
Qual a maior proposta de ,cu li, ro'!
. f." 11111a 1u·o1w.le11'.ln'llllllllt'lltl! omwla. /'°" H' propih.• u f!.·
clarecer fenómeno que desafiaram os maiores tratadistas d,· todo,
o. /empo.,·. por que o lwmcm crl! l'III um Deus'
Vocc afirma que 11:i.o c,i!.h: um Deli, pc..:,,oal, um conceito tão
, e lho quanto a humanidnde. Exi>lc algum num, tipo de Deu,·•
- Certamente existe algo a que chamam De Não é necessa
ria111t'11/e algo corporal m·m mesmno espiritual, um senhor que rema
/ú do alto Essa coisa a t/llt' chama Deus ete de verdade não "'"
epaços siderais mas no mais intimo recesso de WJ "" mcnll' 'tio,.
maü tio Cfllt' ""' m.,1i1110. WIICIJJO<Í1'rt),'ill lllOlll'tl(Cit11/lll' ,w, ('iUIIJ1Clt' ti
O)!.Ír mio como 11111 .,cr iolmlu ma., como 11111 "'' ,01.wl. m,,mhro d,·
uma co11111mtlaclt' de l'rt'. .'mt•llwn1t·., " mh. '"''">' irmiio., ,.,,,
"De" Deus é a voz dos genes. E os próprio gene»
Deus. cn1:o. c,,ão 0!) genes?
- Os genes so uma forma de energia que no leva a superar o
instinto de sobrevivência do indviduo. E mumieculo ma rcprc.H'llltl
o mutério da ,·,da. qm• e multiplica em todos o ere l'fl'O. .-ltnnn
dos genes somo imortat. f'Ortflll' o, J.!,•m•, n,in 11wrrt'm
Se não h:i Deus. qual a linalidadc da, rcli~11)e,.'
- s igrejas colocam-se como porta-oze de leu t asm
que conseguem a adesão de matos fiéis, corrompdas pelo poder
1'."/"1'Ct.'t11 cio amor a seu:; .H•mrllwmt!.. ,'m:11mhem ao 111111110 4.'J.!OÍ'·
ta.Jormwrcln iml'll.'iCl. 1'.'lilrlll11r{L C/lh! hllH'WII U rlC/lll':a ,~·rrl'IIO olrcl·
vés da cobrança do impu.,10 tio ct:u: o di:mw.
Como vocc definiria a religião?
. É um co1,jrmlo de preceitos que ,·erhah:am o., c:omando., tio
instinto de sobrevivência da espécie e que se destinam a orientar o
compor1,m11..•11to .H>cial dos lwmalltl, Di:l'm o, rt'/JJ.!W.OS que Deus é
"amor". Realmente o é, pois as emoçc1t!., dos genes são sentidas em
nivel consciente como impul.HJ.'J ele .,vlularit'clcull.' para com 1m.,.,o.,
. 'lllc!llwnfL•.,. Ess1.• ,L·ntimt!IJIO t' puro amor. É o 'flll' chamam "Deus"
Então. mesmo sem haver D..:u . há de se ter um componamcn-
10 "bom"par:i com os "semelhantes"?
- Embora a ciência nos leve a negar a existência de um Deus
e a desconfiar das religiões. mio precu,mw., Ht'C1'.,.,11ri11111c111,• .,cr
levado ao comportamento eoita, sem onderação para com o
bem-estar de nossos semelhantes lo contraro, a compreensão de
que somos disputados pelo tintos de sobrevtenia do indvduo '
da espécie, orienta-nos na busca da fel idade
Como hu,car c,ta felicidade''
• (
0
1)11/(J /ui 111,lt',110, 110 ('/1lll(WI "' ft/11IJ/ltl ()rlt''11Ull. O ( a
minho «da felicidade é o do meio, da moderado do equilibro, ou
('j(I a Cfllll/JOflh,li:oç,io dos dois tintos que e dgladiam dentro
de nós O caminho do mew ,mll/1..' t'fll <. 11mpr1rmo, JIOO Jeren
para conosco e tambem para com nossos semelhantes Em amarmo
nú, mc11111, octnlll de tudo t' ao promo tomo nós mesmo
1. ,ua ideia de alma'!
- Por que o lum1,·m ,u. n•,h1t1 ser possuidor de uma substineiaeteria
a olmo 1 . l crença na imortalidade da alma, nmwm o tJUtl.C toda, '"
rl'll),!U>t•,. mio I"" "' da pt'rCt'/><.·cio. em nh d um,c1t•11fl•. Ju mwr/a/uladt•
do, J:!1.'"'-'·'· {/11,11110 o mi,. estes corpos efémero, portadores dos gene
por um 1itimo clt• rida. ,uio /Hl\cllllO d,• n1ropuça, dt•,cor1,h·c1, t/llC! .uio
deadas pelo caminhos, enquanto os genes caminham triunfalmente
atrm·,•,,lmdo J.!l'ruç,;, •. ,. rumo a 11m/11111ro dt•,nmh,•culo
E por que as rcligiõC'-, ão c;1m inhando ,cmprc num crc:sccndo.
sem parar, sem cair apesar de contestadas'
- Pocl,·ro 1' motiraçik., itn11111,n se abrigam no ccr11<.' CÍO .H.'ll
timentos religiosos. De fato, comprova-se que a religião satisfaz o
111lfl/(() hcilCO ela pn•.H·n·oçtio ela t!SJJ<.;Clt', t'III 0/HJiÇtifl Cl 011/ro UI·
tinto, o de preservação do individuo As religiões alimentam o orgu
//,o t' a ,·uhdack do hcmu•m Ela, colocum o lumu·m no centro do
rmÍ'1..'r.11. que existirá em função dos humanos Até Deus parece erisr
apenas para aguar uax craturas
Nc,,c !Clltido. a ciência ê o dt·,con,olo?
. Sim cada avanço do n•du: o homem a sua imensa insigmt
ficcincia . .-1 cih1f.'ia comprowm qm· a Terra não é mais que uma 111.'il>f·
11ijican1,· ,,,,,.,. 1.·.,pacta/ J,:Ir,mclo ,.,,, /orno de "'"" e.,tn.·lu cü port,·
médio que por .'illll n•:, ncio pauudc apcmn um tllrtJ c11cc.111dct.ffl'IIU'
no., arrahu/c/t'.'i da 1'1a Lcicteo ,1111.•. por ""' 't':. f,!lranclu
e11/ouq11cculcm11.•11te no t'S/UIÇO l'a:w. '-; "!"-''"-" uma comwzicladc! d,·
estrelas de porte médio, dentre bilhões ou trilhões de outras galai
as, que se estende além do que podem alcançar os mais poderoso
telescópios, que atingem até mais de dez bilhões de anos-luz no epa
ço t' 110 tcm1w Dl· fato. somo. mai'i tll.'iÍ},!tJ1{ic:a111e,· que um grão de
art'ia 110 clt'.H'rto cio Saara. Dun·m d,·.,rr11111 o mito da., ('.'i[Jt~c,e., crii1•
das uma a uma; o lmmt•m <.' o macaco descendem de 11111 tlflCl'Strul
comum. O lmmt•m é primo cio macuco. t'III vez de uma criaçcin dfrmu
O homem é cntào puro ins1in10?
- Com o imenso conhecimento que o homem adquiriu nos lt
mo., ..:culo.,. Jmtl1•rú ,npirar mais cio que simplesmente cumprir "'
111.lilllo,. /Jrocuraremo.,· e11ttio .,uh.,lftuir o in.,tmto p1.•la ra:iio. St.'rci
vitória desta obre o mmstinto, do Cnll.Clt:lllt' ,uhre o mcorucit'ntt.'. elo
homem obre o ,mimai. E.Ht', o destino transcendental do homem, a
nova religião para o Terceiro Milénio
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1 º Semestre Legislativo
na Assembléia será
movimentado com a
instalação de duas CPis
A instala,ao d duas Comi só
lnqu"rno ,.1 1110' nll'rl!Ur o JHIITh iro 11. ... tr 'ck. t 'nno
na Assembléia Legislativa Uma das CPIs que realiza sua
jlflllll'lr.J rl.'urll,10 llil prox1mJ 1c·rçt1 k1rt1 "til dJ)llfM
possiveis irregulares no processo de criação da
Companhia MS-Gás A outra, cuja proposta de
11npl..i11tJçJo foi apresentada na sessão do dia 10. rnl
.ipurilr o cnwdo pelo Deputado Paulo
Corrl'.>a (PTB). já está formada. rcstilndo apenas t1
dcfin1çiio de qucrn ira presidir us int'eSli~a õe, PJr1110
dentro de uma espécie. ê raríssimo na n:1turo.1.
Claro que essa troca funciona mais cm
microrganismos. funcionando como uma
maneira de promovcr rccombin:içics gcnétic.is.
como nos casos de fungos que não esporulam
(não produzem esporos) e ficaram limit:idos cm
suas diversidade biológica. Entre espêcics
diferentes, então as dificuldades aumentam
muito. Casos de cruzamentos entre espécies
próximas. gcralm,ntc. dão origem a indivíduos
estéreis. como é o caso do cruzamento de
equinos com muarcs.
Devemos considerar ainda que o processo
de obtenção de um organismo transgênico não
é nem um pouco preciso. lmagtncmos 4ue
queremos obter uma planta com uma
característica somente encontrada cm outra
espécie. Uma vez obtido o gene desejado, ele
deve ser introduzido cm uma cêlula do
organismo receptor através de uma série de
métodos: 1) - injeção de uma suspensão de
muitas cópias do gene com uma micro-agulha:
2) - mistura da su pensão do gene com uma
suspensão de células (como se trata de uma
planta. devem-se usar protoplastos. que s:io as
células desprovidas da pan:de celular) do
organi mo a ser transfom1ado e.: passagem de
uma corrente elétrica na suspensão: 3) -
transfonnação dt: um vírus ou uma bactéria com
o gene e uso dos mesmos como , elorcs para
introdução do gene no organismo: adição do
gene a minúsculas esferas d.: metal que são
"disparadas" sobre uma suspensão de
protoplastos ou embrião do organismo.
Qu:ilqucr que seja o método utilizado. não se
tem controle sobre onde os genes utilizados vão
parar. A maior pane dos genes se perde. O que
se espera cm um trabalho como esse é que
"alguns" genes sejam introduzidos cm algum
cromossomo e que possam ser detectados.
Trabalhando-se com embriões ou com células
com protoplastos. h:i a necessidade de e obter
organismos adultos para se lCstar se os genes foram
cficicnlcmentc inseridos e estiio ativos no no,·o
organismo. Portanto. a plant:i que se quer
trnnsfomiar deve ser regenerada a p:irtir do
embrião ou do pro1oplas10 transfonnado. Muit:lS
·vezes.essa regcnerJçào não é fiicil. exi!!indo do;
pesquisadores o desenvolvimento de tecnicas
especiais para sua obtenção:-Como n:io se tem
controle sobre o =inho qu:Cos genes utilizados
seguirão, deve-se obter um arande número de
pluntns regcner:idas.. que serão avaliadas para e
saber se foram transfom1adas e se o ~,·n •
introduzjdo está vivo no novo onanismo.
Uma vez obtida a planta transgénica com
a car:icterís1ica dc,ej, d.1. o que o- pode ser
efetuado em bbomtórios e casas-de-vegetação
devidamente licenciadas para tal. necessário que
a mesma seja avaliada a campo. ovamente, é
e Direito da Mulher Um Projeto de
1 u, td de" El m strou dados que apontam
que em 1995 estavam no mercado de
trabalho 29.820 663 brasileiras.
A presença feminina. de acordo com
cla, continua concentrada nos se(ores
tr adicionalmente ocupados pelas mulheres
o 1111ror continente. 29.X' ou cerca de X
milhões, esta na prestação de serviços, outros
6 milhões de mulheres trabalhavam na
agricultura. 4, milhões nas atividades
sociais cerna de 3.S milhões no comer1o.
segundo o IBGE. as atividades industriais
ocupavam 2.5 milhões de mulheres.
1 l.r apontou t.1111ho:m o Ji,pJrJtl'
existente entre os salários onde as
mulheres são prejudicadas na maioria
das vezes A juiza conclamou as
mulheres para qualificar cada vez mais
sua mJo-d..:-ohra l' t<.:r coragem de
delatar todo tipo de, 101.:ncia qua ,cj,1
dom.:,tica. lhica. psrcológic,t. no
trabalho.: até mesmo social e política.
" .
sgemca
ncccssano que ,q.1111 obcdeLidas norma, de
Segurança especiais e que o trabalho seja
executado por pessoal habilitado e devidamente
autorizado. Passada a fase de testes. entra-se na
c.:tapa de uso com,rcial. que é cx.itamcnte a fase
crn que está a famosa soja transgénica citada no
inicio desse artigo. Novamente, é necessária
autorização para c,sJ comcn:1::iliz.açào
As plantJ.S tr,rnsgênica, que e,l.io n.:,s.,
fase (alêm da soja. pode-se citar: mamociro
resistente a , irus. milho resistente à lagana.
algodão n.:sistcnlt: à h,rhicid::i. algodão resistem,:
à lagarta. etc). são protegidas. isto é, suas
st:mcnles só podem ser comcrcialiLadas com
autorização da companhia que obteve a cultivar
transgênica. Segundo a lcgi,laçào brasileira. o
produtor pode produzir sementes para uso
próprio. sem precisar pagar royaltics por isso.
Em espécies como a soja. em que não se
cultivam híbridos. é possÍ cl guardar semente
própria. caso o produtor tt.:nha condições
tecnológicas para produLir sementes. Entr.:t.lnto.
já for patenteada nos Estados Unidos uma
tecnologia que impede que a semente produzida
sem autorização de detentor da cultiva protegida
possa ser usada. Essa tecnologia recebeu o nome
de "Tcnninalor" (litcralrn,ntc. cxtem1inados).
Em tem1os simples. o Terminator consiste na
introdução de urn gene para produzir uma toxina
que mata o embrião da semente. Mas o sistema
não é assim tão simpks. pois a toxina só pode
ser produzida na semente. e apenas na fase final
de maturação. para não afetar a planta ou
produtividade da lavoura. Além disso. a cultivar
com. o. gene para a toxina precisa ser
multiplicada. isto é. a companhia precisa
produzir grande quantidade de scrncnt.:s viáveis,
que serão vendidas aos produtores. Ponanto.
0
gene. na cultivar n:io pode atuar na.s fases
antenorcs a venda. aos prod Utorcs de grilos.
Assim, a tecnologia prevê que
O
gene fica
desativado nas fases de multiplicação de
sementes, permitindo que seja obtido o volume
necessaro para a venda aos produtorc:s
lmed1::itarn ·nte antes da venda. s -
, • as sementes sao
tratacbs com o antibiótico te•- •i· .
racimna que "ativa"
o gene. fazendo com qu.: na fase f;
1 - • • e ma de
m:itumçao. a to:1.1113 seja produzid . .
·o s,or o,·o ta, Impedindo
que a semente possa ser utilizada par ,q. ,e
C d H a plantio.
om o uso Iessa tecnologia, o d
b • d pro utor fica
o nga o a comprar sementc.:s lodos o
e 1
• s anos.
u ti vares transeênic~- • • _,
ili idas :. '' as Ja estão sendo
utu!zaa em diversas panes do mund " .
de,·erá estar cultivnndo esse . d
O
"
0
Brasil
fu . . tipo " plant=is em
aturo proximo. Suas vantagens sgo ·- 4z. _
n:!o podemos ficar alheios ai "mnegiveis e
• · progresso que pod •
propiciar melhoria em uma ·, , . ra
. an:u tão imporun:
como e a produção de alimento C . ,.,
de algo novo (pelo menos - omo se trata
--'- • P.'11:> no ) e ela
todas as cautelas devem ser+ ~.' o que
1
. =• om:i ::is =-• .
qualquer risco além do razoável. Ha cvutar
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onda Policial-- Ronda Policial
Mais um traficante preso no Posto da Receita Federal
Bicicleta Abandonada
llrla 'is1a - , Pnlici.,
Militar comunicou ontem que foi
cnco11tr,1da .:,bandonaJit. uma
bickkrn m:uca Calni. cor azul, em
frente ao "orclh:,o" d., llai,;1d.,
Corinthiuna, a qual se encontra
recolhida no 3 Pelotão PM. à
disposição do proprietário. E claro
qm.· de, cm :,t:r ,1pn::,,.L·nt.1do, lh
documcn1l>'- da "bike" ou
testemunhas idôneas para que a
mesma scja c11trcg111..· ;w cll
legitimo proprietário.
Pouco antes do fechamento
da Ronda Policial, recebemos a
informação extra-oficial de que a
"magrela" encontrada na Banad.a
Corinthiana poderia ser de
propriedade de um rncrnbrn da
1on:id.1 Corinthiana, que ficou em
2 lugar no Tomei entre Torcidas
promovido no último linal de
semana na Praia do Apa. l"crn
en1ido. dcpoi> de con4u1'1:1ri:m o
2°lugar, os corinthianos teriam
comemorado o resultado na
8:ii,ad:i Cori11thi:m.1. com muita..,
caias de cerveja, provavelmente
o proprietário d;1 hicickt.l Jhu,1U
da "rn:m ad.1" e n.:n po Jc Oli, eirn Ramo,.
51 nno,. rc"drn1e crn ltundfl
No,o, ak!!,tHI que o 1.:.uninh.io i;;cria
, t.:mlido 11n P.11.1g.u.1i p.ua .1plic.1ç,io
do chamado "Golpe do Segum".
l 1111:1 d.,, '-'l'"I'"' do DOF
estava naquela terão e assumiu as
investigações Desconfiados da
hi,1úri,1 c,,nlad:1 por t111onio dc
Oli, eira Ramo,. conhl'Cido corno
Tonhao, candidato à Vereador
dcrnlt,1do nas últimas eleições, os
P,,fici.1i, do DOF con1ac1arnm o
p1llpric1,irio da ,,.,,,,
Criança atacada por cachorro
Bela 'i,ta - Na m.mh.1 d,:
1cn;a-k1ra_ por volta das 09.30
horas, deu cntrJclJ no 1 !o,pll,d
SJo Vicc11te de Paula. após ser
atacadJ por um cachorro a
menina A.M.. 1? anos de idade.
residente no Distrito Nossa
Srnhora ele 1 .ituna
De acordo com a,
inform,,ç colhida, pelos
Policiai, que atenderam a
ocom:nci:1. o cachorro ,cria de
propriedacle do cdadão
f e encaminhado a
l d l' I' olie l ( 1 11.
J l •11 '" r, 1 d, O l
1, , ar•r,, ndi.lJ O
1
JCH ,u11t1.11..h, e.. ru
f a : lonme de trafio
de drogas posteriormente
rc.,dh,du .o -.,d,,., publitJ
11111111l.1p.d. onde Cllí ;,
disposição da Justa
umh,·tido pdu nome dt: JoJo
/.unurio. ,cnclo que o animal
t.1111bcr11 J,Í lt'r ia .11.ic.rclo outr,15
pessoas. pois é agressivo e fica
solto na rua
O medico que pre,lou
atendimento a criança, atestou
que a mesma teve lesões graves
no braço esquerdo e nas
n,iclcgJ,. 1 ocorrência foi
cncJminhad..i .l Dclcg.icia de
Policia CI il para a,
pw, 1dência, cahh eis
Prefeitura Municipal de Bela Vista/MS
Decreto Nº 1.125/99- Executivo Municipal Decreto º 1.126/99 - Executivo Municipal
"DiJJN;l. Jobrl! .f'umt!açcio clt! F1111cionário"
José Garibaldi da Rosa Neto. Prefeito Municipal de Oda
Vista, Estado de llalo Grosso do Sul. no uso de suas atribuições
legais:
DECRETA:
Ar1. 1°- 'omear, EDGARD GO ZALES. para exercer a íunç:io
de l1olorista Categoria D. Padrfo IV, Classe A, Referência OI. do
Quadro Permanente da Prcíci1ura Municipal de Déla Vista, a panir
de 08/03/99, cm vaga decorrcnlc de José Carlos Dias de Lirna.
,n.2º - Este Dccri:to cnlrnrá cm vigor na data de sua publicação.
n:, ogada-, a-, disposições t:m contrário.
Uda Vis1:t/ll ., 08 de llarço de l .999
.José GMibaldi da Rosa 'elo - Prcíei10 llunicipal
Decreto Nº 1.127/99 - Executivo Municipal
"Di.l'p1a. a par1ir de 0803/99, em , aga
dccorrcnlc de bidita Oli,crra L,ma.
An '.!º - Este Dc-c1c10 cnlrar;i cm, rgor na data de sua publicação.
rl!,ogadas a, dispo:tiçtk) cm contrãno
Uc-la 1lll I~ .. UM dr hrço dr J.999
Jo)t G:anbald, d:1 J.tou 'riu - Prdeito ~Juniripal
An.1° - CO;-,.'VOCAR Professores para ministrar aulas na
Rede Municipal de Ensino com base no lnci,o li do Artigo 19
da Lei ~tunicipal Nº 923. d,: 03 de Dacmhro de 1991. conforme
rdaçào nominal cm anexo.
Art.2º - E,tc Decreto entrará em vigor na data de sua
publicação. n:,ogadas as disposições .:m contrário.
llcl> Vis1af;1S., 08 de ; ,rço de 1.999
Anexo 02 do Decreto N° 1.127. de 08/03/99 - "QUADRO DE VAGA l'l'IU"
José Garibaldi da Rosa Neto - Prefrito tunicip:il
NOME COllPLETO FUNÇAO NIVEL TURNO DISCIPUl'iA ESCOU.
OI 13emabé de Moraes Professor llalutino 1' :i -l' Séries Princesa babel
02 Jailson Dias da Cruz Professor Leigo Ma/Vesp. 1 .1 à .p Séries Tupi Almeida Melo
03 uely Fagundes Professora : Leiga Vesper1ino 548'séries B:irr., do ltá
0-l Eva Eni G. Pereira Professora l Mat/Vcsp. 1'à4Séries Enir '.1. N. Rondào
05 Ailton de Oliveira Professor li ltJvVcsp. 1à 4Series Enir :1 N. Rondfo
---- - ------
l'ERJODO
010399a31/1299
01/03/99 à 31112 99
O 1/03 ,99 à 3 1 /1 2'99
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.lon,al Trihon:1 d;, l'rou(«'ir. - IHürio IC<•l,!io,ml
Nossos SE
1
TIMENTOS
Aos familiares do Sr Gentil l erre+ta
Leite, pelo seu falecimento ocorrido ,rn
í1ltitno d1,1 0J L'lll nu ,.1 L 1d,1d..:
NESTA SEGUNDA-FEIRA
Dia 08 aconteceu a inauguração de
abertura das novas instalaçoes do
Supermercado Carandá, para melhor al<.:nckr
a popttl.tç,lo lar:t<.:ok:11,c.Confiram11
Aos PHOl'IIIET,HIOS
Rcn1110 Varga:, e l.ilialll: (Lila).
sucessos por acreditarem no potencial de
nossa cicladc: o.: além ck c,1:m.:111 gcr,melu 111.11,
empregos pata nossos jovens.
FELICIDADES
Aos aniversariantes deste més, começando
por mim. Kc1111 rLopes Leite, dia I": l'1i:,cila S.
Lcitc, dia 02: Miri,u1 l)duqui. elia 03.
SOBROU PRO JOCA!!
Gcnto:. drn o maior forrnJobó 11a C[,111.ir.1
iVtunicipal de nossa cidade, nc'-la última t,11·,1-
feira. dia de sessão. A Coluna dn JOCA. onde
o assunto era relacionado aquela Casa de I e,,.
nlguns pnrlamc11t11rc, n;in go,1ara111 m:111 um
pouquinho e "chegou a lenha" na coluna do
Joca. atl! chamou o titular da mesma de mal
infonnado e outros t:11111prim.:11tos a mais1 !
NESTA SEXTA-FEIRA
Na Fa1..:11sirn
mais progresso para o Município.
ELOGIO
Digno de .:login, o Chd..: da
l'Nl· RSlJI d.: Caracol, nosso amigo "Gato".
pois contratou um carro de som
c:--cl11,ivam<.:nlc para avisar a população
caracolense que iria licar ,.:111 cn..:rgia .:tétrica
110 domingo.
l'arabén, "(iato" por tão b..:111
n:pr.:,cnlar a l·.NLRSLJI. .:111 seu trabalho e
o r.:sp.:ito com a população caracolcns<.:.
CAPOEIRA
Quem está se destacando também é o
lt1:,trutord.: Capocim. J,mkl. que além de ensinar
a r.1p:viada por apenas RS 5.00 por mi;s. ainda é
um .:xcdcnl.: 1a1mdor qu.: diga-se IILDA
DLRTF. CÁCERES, ele brasileiro.
solteiro. pedreiro, natural de Caracol :IS.
filho de Miguel Hoftmeister e Luzia Sil mo
I loflmc1'1<:r. rcstJc111e, e Jorrnciliado, nesta
ciJ::i.Jc de Caracol MS .. .:la. brasikira.
;ol1cir.1. Jo lar. natural de 1kb Vista. :VlS ..
filh.1 Jc Dcmcrn, Caccre, e lkatri7 Du::i.r1c
C;ic.:rcs. r.:,iJent.cs e Jum,cdiados nt:sla
cidade de Caracol MS Se alguém souber de
algum impcdirn.:nto. que se oponha na forma
da Lei
João ,mádio 'ic·ir~ - Olici:11
C:ir.icult:-.IS .. 08 de :'-1:trço de 1999
•
t
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Lavagem :
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