Tribuna da Fronteirà 
Bel tu, 02 da Junho de 2001 
E L A V 1 :J T A 
Moka garante recursos para 
I 
recuperar via em Bela Vista 
O Departamento Nacional de Estradas e: Rodag..:m 
(NER) em Mato Grosso do Sul assinou semana passada 
ordem de serviço autorizando o início das obras de 
recupcraçüo da Avenida Teodoro Sativa, cm Bela Vista, 
numa extensão aproximada de 2 quilómetros. Além dos 
serviços de tapa-buracos, a via receberá lama a5f.iltica 
pum aumentar seu tempo de vida útil. 
Os recursos foram liberndos pelo minbtro dos 
Transportes, Eliseu Padilha, a partir de solicitação feita 
pelo deputado federal Waldcmir Moka, vice-líder do 
PMDB nu Cúmara Federal. Este ano, o parlamentar 
integra pela terceira vez seguida a Comissão de 
Orçamento da União no Congresso acional. pela qual os 
deputados propõem emendas para investimentos cm seus 
' Estudos. 
Segundo o diretor-geral do D ER cm MS. Luiz 
Antônio Ferreira de Carvalho, a conservação da avenida 
central de Dela Vista faz parte de um contrato de gestão 
firmndo entre o Governo Federal e o munidpio. "Cabc ao 
DNER dar manutenção e fazer as correções necessárias 
na via",acrescenta o diretor. 
Os recursos para a recuperação da avenida estão 
previstos cm emendas apresentadas pelo deputado Moka 
para a pavimentação da 13R-060. no trecho entre Jardim e 
Bela Vista. Para o parlamentar. a liberação da verba vai 
permitir que o DNER execute os serviços cm 20 dias. no 
máximo. 	PAG.-09 
Dcp. Fcdcr:11 Wuldcmir)loka (P,IDII) 
AJ:,LLO_tL!....Q_J_O___.Ã_Q 
- 	- -- ~ - -· - 
o s.e 
Município pede eio agro-industrial 
z 
4+ 
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Geraldo Ferreira 
Da Sucursal de António,João-MS 
A Prefeitura Municipal de Antõnio João vai 
pkitea.r através de seus representantes na Assembléia 
Legislativa. na Cãrnara Federal e no enado. que um dos 
três pólos estaduais de agroindústria familiar que serão 
implantados até o final do próximo ano cm Mato Grosso 
do Sul contemple o município para geração de 
empregos. 
O a.núncio foi feito pelo diretor do Departamento 
de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente. 
engenheiro Edgar Martins Peixoto. responsável pelo 
projeto de geração de emprego e renda no âmbito de sua 
Pasta. Ele disse que o projeto nesse sentido já foi 
encaminhado ao Governo do Estado pelo Prefeito Dácia i1 t· '- ' ·, 
Queiroz Silva. 	l t 
O projeto será colocado em prática pelo Instituto • ~,, 
de Dcs_cnvolvirnento Agrário, Assistê~cia Técnica e ;-- ~,-- ~~-- ;-- 
Extcnsao Rural (ldaterra.). com apoio da Aprove 3, , 	E 
(Assoc~çào d~ ~poio-a Pro_gr~as de Ve_rticaliza~ão da \'1,1•' l//i ·: :;,,-,.;;,§ 
Produsçaó Familiar. e revé a implantas;ao de mais 350 }'''/4j 1) " 
agroindústrias., totalizando 450 unidades no Mato f;;'fifi,'- 
Grosso dosal. 	PG-o3 li'}h 
,., 
BE LA V I S T A 
Aniversário de Bela 
Vista terá comemoração 
especial na 30% Epobel 
B8 EH VISTA 
líderes do PMDB 
A Prefeitura de Bela Vista e: o Sindicato Rural da 
cidade se umram para apoiar os organizadores da Expobel 
e transformá-la num g.randc: acont,c1mcnto. A 30" edição 
da Exposição acontecerá no pc:nodo de I4 a 22 de Julho. 
semana do aniversário da cidade. que este ano comemora 
83 anos de emancipação polit1ca 
O apoio destas instituições possibilitou a 
contratação de artistas e bandas para os shows e bailes que 
acontecerão durante o evento, principalmente para a 
programação especial do dia 20, data do aniversário da 
cidade. Neste dia acontcccrá o maior show da exposição, 
com a. dupla João Ha.roldo e B~tmho. e um grande baile de 
comemoração. com o Grupo Tradição 
No mesmo dia acontecerá também um mega Leilão 
de Corte, t.rarlsmitido pdo Canal do Boi. e a grande Penca 
d.: Fórmula I GERALDO PINHEIRO ~IURAi/O. em 
homenagem ao prefeito da cidade. 
Para evitar problcrnas de energia. a 30 Expobel 
terá Grupos Geradores de Energia que atenderão 
exclusiva.mente a feira. Estima-se que mais de: cem mil 
. pessoas comparecerão ao Parque de Exposições de Bela, 
---,-- Vista na. maior Expobel de todos os tempos. ' 
,--- 
! 
estarão em Bela Vista 
Neste domingo, Bela Vista. vai receber um time de 
primeira. uma verdadeira seleção de líderes do PMDB. O 
prefeito de Campo Grande. o "trator de esteira" André 
Puccinclli. o sempre deputado do Sudoeste e Fronteira. 
Waldemir Moka, o Senador Ramez Tebet, prefeitos. 
vereadores. líderes cornúnitários. enfim. o partido de 
Nélio. Kalife, Lico. Abrão. estará recebéndo novas 
filiações e abrindo o "caminho" para a disputa do Governo 
do Estado no próximo ano. 
• PAG.-08 
Triuna 
Novas Mudanças: 
FESTA JUNINA 
Vanderley dos Santos Andrade, Diretor da Escola 
Ester Silva comunica que a Festança Junina do ester 
será no dia 08O6/2001 a parir das 16 hs. A presença. 
de todos é indispensável. 
BAILE COUNTRY 
Em comemoração ao Aniversário da Cidade • 
• 19 / Julho às 23hs 
ANIMAÇÃO: Grupo Canto da Terra 
LOCAL: Grêmio Pedro Rufino 
MESA: 40,00 reais 
INGRESSO: 10,00 reais (geral) 
• A necessidade de editar um Jornal mais encorpado,' 
com mais páginas. com maior pc:riodicidade. exigência 
dos leitores, dos anunêiant.:s. nos lcYarn. novamente, a'. 
efetuar algumas mudanças. Além dessas cxig~ncias. a' 
também de aumentar a tiragem. premidos pelo aumento do 
número de assinantes e ãreas de circubç5o. 
A partir de hoje os Jornais de Murtinho e Bonito. 
assim corno os encartes de Jartlirn. Guia Lopes. Antõnio, 
Jo:lo. Car:icol e Nioaquc (páginas com notícias dessas 
cidades) serão inceridos em a TRIBUNA DA 
FRONTEIRA o carro chefe da Rede. 
Você terá agora em suas mãos. no inicio duas ezes 
por semana, posteriormente três vezes, uma TRIBUNA 
DA FRONTEIRA rn:ii ágil. din:irnic:i. com melhor 
oberura regional. tudo para manter a liderança na região. 
isto hi mais de 30anos.

(ámara Municipal d lha V+ta 
Parecer MM,' 0082.001 
Autor ( omisso de Lgilaao.Justiça}darão l mal 
o« Vereador»que abano ubrevem, inteirantes da(Comi oP'erra nI'- 
d1: Lq11 ,l 11; .. o. Jwtiçacke«d t, 10 ! 1n il 1c•1r:1(!•,, I' ,,, anal atemo Projeto de Ln • 
l)(J,1/()1. ,h; :1111,,111 d,i Vu, ... 1,,r J ,1r l!i,po q1,~ "ln,111,,i ,, <11' ,., 1, ,.__,p..l J., 
N,1~110.: ,. ~ d 'i 11llll .n pi oda". 
A Comi,são após anil e.apteentaa guinte emenda modifiativa 
An. 2" .. . ... .. .. 11!> ;,11ilu10 t1,>1111u11cípio. 
Art x· 	Jll'lllllllil0(12(d11,)J!l',t'"k.inlc ,<l(11c1J .. 
A1. 9 . . .. . ·,.,li o ·L .1p1m ,11!<1 . 
l concluiu qu' (l 11/1. ·mo é Consutatonal, Juridico e tem concordância 
1;1.ir11.1t11 ,11. up1n.111tlo pd 1 ,11 111 ,llllllJÇJU. 
E oParecer 
Sala das Sesse.07 de m.iode 2.00 I. 
Cica Li11ll- l'r,·,idc11te 
H11111õt• 1',11'dr, - 11kmbru 
Is.abelha de Moraes-Relatora AD HO 
Parecer N," 007/2.O01 
Autor Comissão de Legislação, .Justiça e Redação Final 
Os Vereadores que abaixo subscrevem. integrantes da Comissão Permanente 
de Legislação. Justiça e Redação Final, reunidos para analisarem o Projeto de Lei n 
006/01, Executivo Municipal. que "Institui o Programa de Garantia de Renda 
Minima Associado a içilcs Sócio-Educatil'aS. ecl.l 0111ras pr,l id~ncias". 
A Comiss;1o. apo, un:'ili,e. apresenta a, ,cguintcs cmcm.la,: 
Emrndn Modilicati,:;,: 
Art. Iº . 
§ 1º 	cri.111ças com idade entre 06 (sei,) ; 12 (doze) anos e 
adolescentes d.: 12(do7.e)á 15 (quin,c)anos . 
Emenda Aditiva: 
li - para enquadramento na faixa ct:lria. a idade da cri.tnça c do adolescente. 
cm número dc anos completo, até o primeiro dia do ano no qual se dará a participação 
financeira da uniào. 
Art. 2" : O J>rogr.una instituído por esta Lei tem como objetivo incentivar e 
viabilizar a permam:ncia da.s criança, e adolescentes bendiciárias na rede escolar de 
ensino fundamental. por meio de ações socio-educativas e apoio aos trabalhos 
escolares, de alimentação e de práticas desportivas e culturais cm horário 
complementar das aulas. 
E concluiu que o mesmo é Constitucional. Jurídico e cm concordância 
Gramatical. opinando pda sua ramitnçào. 
Éo Parecer. 
Sala das Sessões. 07 de maiode 2.001. 
Jair Bispo- Presidente 
Ramão Paredes- Membro 
Libernci L.13anilani- Rclator.i 
0 ~ l 1 A () 
Será que 
renunciar 
é opção 
Muito, do, 1C:'1~, decid,rarn dd,1:d,-r o 
inquérito do Irasl apesar do Jader Barbalho depor. se14 
apenas um educativo fazedor. Viver as contravenções de' 
um l!alinlmro AC:'1 nJo! Uc é o úl1imo de,lm,11.1nu d., 
fobia da Colónia, ACMé o últi111<n.los oronéi, d.1 Ciu.1rd.; 
Nacional é uma ração da , clh.1 RepúblicJ ele e o 
verdadeiro defensor do poder pessoal privado. 
Pelos interesses coletividade sobre in,ociabilidJde 
d;1 República 111oden1.1 Fcmando Henrique achou que 
podia envoh c-lu. mas toda modcrnizuçfo que prc1cnc..l.: 
fazer, esbarrou nesta figura politica Jadcr Barb.,lho a 
opu ição também sempre que precisou se uniu a AC: l 
parJ inviabilizar o projeto do go, emo. 
A força devassJ da ACM pode se medir p.:lo, 
últimos meses da vida brn~ikirR quando tudo ficou parado 
foram reduzidas as despesas do ano foram sed1uido, 
junto com ele. o seu vizinho pessoJI. No futuro os 
cstudanles morreram nas aulas de história. 1822! 
Independência. 1879! República. 2001. Renúncia d.t 
ACM. pode ser que o Brasil agora possa entrar no século 
21. Saravá. 
Geraldo Ferreira é repórter e colunista social escreve 
regularmente neste espaço e é representante do Jornal 
Tribuna da Fronteira cm Ant3nio João. 
1> l ! 
PRO 5+AS 
+!1t 
dad 
 1 1 ! 
santo ore em l ditai 
te Ptelmn os 4s 
apresenta«ta Ili O • 
doun ente cedos 
I !- 11 ,l.• 
I':.. !,
1 
.ti il•'ii 
Coto r +! Hra ti+n 
incisos I I e I 
pretendem a.st 
1 , IZ ( 1 O 
Pf RI IR A D O 
I; 
1
 ~ < l  1 1 '"- 1 O <.: 
RISIINA Gl l /!li 
ambos. brasileiros, 
domichadose residente 
neste mumtipo de Dela 
'il,!•!I',, ele. 1r,11<Jn,1.1 
n,11ur,il ck lt,1por.1-1<i. 
tilho de }1>.10 1'ac1r.1 dn 
Na~c..:imc11l(l e l.111,1 
A p a r e ..: 1 d J d ,, 
Nascimento, ela ldes do 
!,ir. nJtur,il de.: l'r.1nd1il-i­ 
l'R. lílh.1 de [:du.mlu c.k 
Oliveira Gularte e Ivanir 
Rodrigues. 
Se alguem souber 
de algum imp..:dimcnlü 
que se oponha na form.l 
dJLci. 
Dda Vi,t.11:'IS .. 
29 de Mao de 2.00l 
JANILUDI ROSA 
DOS SANl OS - Oficial.a 
Pn recer N.º 006/2.001 
AutorComissio de Finanças e Orçamento 
Os Vacadores que abaixo subscreem. in1c.:grnntc.:s da Comissão Pcnnancnte 
de Finanças e Orçamento dc!>ta Ca,;.1 Legislati, a. rc.:unidos em Plenário para 
aprccinn:m o Projeto de Lei n'' 006101. Executivo ;fonicipal. que "Institui o 
Programa de.: Garantia de Hc.:nda 111inima issociado a ações ócio-educativas. e dá 
outras provid.:ncias". 
O Relator :1pós análise. opina íavornvclmc111c pela sua Tramitação. com as 
EMENDAS apresentadas pela Comissão de Legislação. Justiça e Redação Final. 
E o Parecer. 
ala das cssões. 25 de maio de 2001. 
ls::ibclladc Moraes P. lV!urano - Prc.:sidcnc 
Ramão Paredes - Relator. 
Valdir Cardoso• Membro. 
Parecer N.º 007/2.00 l 
AutorComissiio de Finanças e Orçamento 
Os Vereadores que.: abaixo subscre, cm. inlcgrnntes da Comissão Permanente 
de Finanças e Orçamc.:no desta Casa LcgislatiYa, n:unidos cm Plenário. para 
apreciarem o Projeto de Lei n" 004101. de autoria do Vereador Jair Dispo, Institui a 
emana Municipal "das Nações. e dá ou1ras provido:ncias. O Relator após anâlise. 
opina favoravelmente peb Tramitação do Projeto de Lei na sua fonna original. isto é, 
s_emas Emendas apresentadas pela Comissão de Legislação. Justiça e Redação Final. 
Eo Parecer. 
Sala das Sessões. 25 de maio de.: 200 l. 
lsabclla de iforncs P.:,. !urano• Presidente 
Romão Paredes• Relator 
Waldir Cardoso - l kmbro. 
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1 
1 
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Fundado em 20 de fevereiro de 1972 
Fundador: Ivaldo Pereira 
Diretora-Administrativa: Maria E.tela V. Pereira 
Diretor Comercial: Victor Hugo Velasqucz Pereira 
Dirtor-Edltor-Chete: lvaldo Ptreir> 
Redator: Ubaldino Rodrigues 
COLABORADORES 
Toninho Rui1 - Porto Murtinho 
Edir Tavares• Porto Murtinho 
João Carlos Velasque.z • Porto Murtinho 
K,nner Leite - Caratol 
Sandro Rodrigues - Coracol 
André A valo - Jordim 
Paschoat Mitidiôri - Bonito 
Geraldo ferreira (Gegé). Antônio Joio 
Redação, Administração e Porque Gráfico 
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Fone: (0 .. 67) 439-1410-FAX (0 .. 67) 439•1544 
SUCURSAIS 
Porto Murtinho, Jardim, Caracol, Aptônio João e Bonito 
ASSINATURA ANUAL: RS 100 00 
Parwdce d2 #ceeosese e4me±-C r t3$11201222% 
eçtoneCentasc 'te Docentas do teci.ate5 toste8-4roê 
Filiado: ADJORI e ABRAJORI 
cpesr:aramra a.ara3xn3r .r'2recega.a 
C;C' :::C- 323;40 ' 
, . 
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e.. sd] 
Saiba quanto.custará,sua conta de luz- - 
Consumi,lor Residencial 
O :t 100 KW-São 128.-U0 consumidores 
Em Campo Grande são 45.3i3 consumidon:s ncslll 
faixa· Rcprcsentnndo 28% dos consumidores da Encrsul. 'ão 
cst:io obrigados a reduzir o consumo em 10%. 
Para cada um RS. 1.00 que consig.,m cconom izar 1er:'io 
RS 2.00 de bônus, dc,comados sobre o valor da coma. Em tese_ 
imaginando-o se alguém que tenha uma conta de RS 18.00. Se 
consc:guir economizar RS 3,00 vai garantir desconto de RS 6.00 
na sua conta. 
Ou seja. a conta cair:'i para RS 15.00. mas com o bõnu, 
de RS-6.00. o consumidor pagar.í RS 9.00. Também em lcorin 
quem economizasse 34~ó. ou seja r.:duzisse seu consumo de 
1 OOk w para 64 k" não vai pagar mdi. Para atingir um:1 
<:conomia desta proporção o consumidor rüo poderia manter 
funcionando nem a geladeira que consome sozinh:i 75 k ;m~- 
0 consumidor residencial desta faia não paga 
sobreta.xn mas se aumentu st!U consumo 10%, t:unb~m e:st:1rJ 
sujeito aos cortes no fomc:cimcnto de trc!s <lias. com :seis di:is 
-:m caso de reinc idCncia. 
!Ola 200 h.'W .São 179, 765consumidon-s 
. O con,umidor dc. ta faia não paga sobretaxa mas é 
obnpdo u reduzirem 1 o~. seu consumo. sob peru de ficar sem 
energia. Para cada RS 1.00 de economia pede 1er bõm,s de ate 
RS 1.00. 
* 
201 :1500 i.,v. J19.655consumidores 
Na faixa o consumidor terá de reduzir seu consumo cm 
10% e o que exceder a 200 kw vai pagar com sobret:i.u de 50' : .. 
Ou seja.. será obrigado a usar menos energia e sua contn de lul 
fiea mais cara . E o caso de um consum idr de 300 1w. que lrojc 
paga RS 1 ).00. Com ás novas regras seu consumo kr:i de c~ir 
p;,ra 270 KW. Sua conta será de RS i8.19. 5% mais all:l. (), 
primeiros 200 K V vão cust:ir RS 50.00 - RS 0.25 x 200 ~" _ RS 
50.00. J:i os 69 k" restames vão custar RS 26.60-RS 0.38 69 
KW-RS78.19. 	- .J 
Acima de SOO l.,,·-25.171 consumidores 
O consumidor tcr-.i de reduzir seu consumo cm 
10
., : 
começa pagar sobretaa de 50%entre 201 e 500 KW e de 200" 
acima de 501 KW. Nesta faixa de consumo, que comprcenJ: 
familia de classe média, o aumento na conta de luz od.: chc~:1: .i 
200%ou mais. 	p 
- Veja-se o caso de quem consome 600 KW H,>;c p.,.:.., 
RS I50.00 de energia. A parir de agora seu consumo tera de ser 
rt-duz,do para , .. o KW vai p.1gar RS 192.8 . Ele ,·•i pac,' i{' 
50.00 pelos primeiros 200 KW. porque a cne , - . • ~ ~ 
1 
cust:i.RS0.25okw. 	rg,a nc,t- 
1
-"· 
J. pelos 299 KW seguinte; (entre 201 . "OO) ... r 
R
- 11" 61 k 	e• UI P··-·· 
:i, ~. -· porque o w nesta faixa custa RS O '8 . R. '<l. ,.; 
pelos 39 KW finais qul:c custam RS o 75 U .J " .. ) • ·j 
28.72%. ' ' m aumento +

Município pede eixo 
(;t
1
lttld11J·,·)1( /111 
D)Sucursal de ntowo.hui@o !' 
A P'refertuta Municipal de Antro João vai 
pk,k,11 ,Jll.lL'> de seu tepreventantes na A sembleta 
lelatia, na amara l edetal e no Senado que um dos 
tte polos estaduat de agromhutra 1amhar que sef4 
plantados ate o tin.il do ptóimo ano em Mato Gréso 
do Sul contemple o muni1pro p.11 .1 !,!L'I :11,,111 de ,·mpri:!:!"" 
O ,11111111:io foi kiw pelo d11t111r ,Jo l>qi,1rt.JJ11cn(u 
de Desenvolvimento I conimco e Mio Ambiente. 
engenheiro Ldar Martins Peroto. responsável pelo 
projeto de gera.ao de emprego e 11:ncl.1 110 .1111bito de su.a 
Pasta. Ele disse que o projeto nesse sentido já foi 
encaminhado ao iovero do Estado pdn l'rdi:110 D.iciCl 
Quéiroz Silva. 
O prnjl'lu wr: coloc.11.Jo l'lll pratica pelo Instituto 
de Desenvolvimento grario, Assistência Técnica e 
I· ~kn,fo Rurnl (ld.tti:rr,1). com :1poiC1 d,1 /pro, 1: 
(J;~ocia·:1u di: ipoiu a l'rogr,1m,1s ck '1:rttc.ili1aç:io da 
Produção Familiar). e prevê a implantação de 111,ii, 350 
agroindú~trin,. tot:ili1,111d(> -150 unidade, nu 7latn Gro,,o 
do Sul. 
l .dgar Martins explicou que os municipios onde 
serão instalados os pólos não foram definidos ainda pelo 
ldaterra. mas ressalta que· /ntônio Jo:i,, e um ,áio 
rnnuitlatn ao beneficio, considerado que tem as mesmas 
ttr:IL'll'ri,ticas do nn111i,ipio de Sidrolindia. escolhido 
pda pn,:-.imidaue mm u mercado consumidor de Campo 
Gr,111de. 
lambém temos facilidade para escoamento dos 
C_ 1 O E M. A 
Foi realiza a 
n m 
- li' 
e 
<icr<1/t!o bm'ir!J 
Da.Sucursal 
Na semana passada 
foi a , e, º" munic ipio ,k 
Sidroliimlia receber a L'l]llipc 
<lo Con,úrl"in 
l111erm1111icipal para o 
Desenvolvimento Integrado 
da, lbcia,do, Rios Miranda 
e 1pa (Cidema). para 
deh:11er a imponüncia do 
turi,mu como fa,c <lc 
<lc,cn1 oi, imento 
, u , t e 11 t ,i I e 1 . N a 
oportunidade o Cidcma fez o 
lançamento de cur-os <lc 
capacitação para o turismo. 
O e, en1,, t:., pane 
<lo cicln de p:tk-trn, 
organizada pelo consórcio 
dcnlrn de um contrato 
a,,inaUu c.:ntn: o CiJc.:rnJ e a 
L.rnhratur. A abertura da 
rnnl'crc:m:i:t foi feita pelo 
prefeito de Sidrolãndia e. 
logo apó,. o economi~ta 
D:iein Qui:iro, Sih a - 
prefeito de Jntô11io João e 
pn:,i<lcntc do Cidcma 
proferiu palc,tra sobn: o 
tr:,halho do consórcio. 
Na mc.:srna 
ro-industrial 
l'rl'f. Diício Queiroz Sill'a 
pmuutos e podemos consolidar o assentamento Quero­ 
Quero cm parceria com o Ci011:rno l'upul..tr. garantiu 
l:d~ar l'ci,uto. 1, 1.:011,truçik, da, unidad1:s dc 
processamento do Prove-Pantanal serão finalizadas pelo 
l'undo d1: 11111:,tim1:1110 Sucial-1· IS. 
a e nr Ci 
idrolã dia 
oportunidadc e Clll!Cllhcirn 
Jo;io I raneisco Leite Vieira. 
pós -graduado em Turismo e 
professor da Universidade 
Federal de Mato Grosso do 
Sul. que falou ,ohrc a 
11npnrtânc1a do 1 Lirl' .. mo. 
como fator <li: 
lk,e111ohimcnto I iscai 
Sl1strnt:í1 ..:1. Coube ao 
assessor temo do ( rdema. 
Lori1 al<ln A11tú11io de Paula. 
especialista em 
pla11ejamc1110 c 
atlrmn1StrJçào pública. laluu 
sobre as ações de órgão. 
,tu a I me n t c e,> 
munil'ípio, integram o 
Cidcm:i e outros dois de "' 
associar nos próximos dias. 
quidauana e Campo 
Grande Ourante a I i,it:1 do 
1'lin1,tro de:', leio Ambicn1c. 
Jo,é <;arnn !·ilho a 
Corurnb:í l)j~io Quciro, 
Sih a :ipnn eitou para relatar 
ao Ministro as ações do 
Cidcma. oportunidade cm 
que agendou ,cu encontro 
• com 'iarnc) 1· ilho cm 
llrall1a para tra1ar do 
a,,uruo 
bem do nosso 
Em maio, vacine todo o rebanho 
Estamos vivendo um grande momento: nossa Pecuária está 
retomando o seu lugar de destaque, com a .classificação do Brasil 
entre os países de menor risco de ocorJência da Vaca Louca. 
0 
que nos 
dá umJ excelente chance de ampliar nosso me1cado e ainda 
conquistar ouuos. Mas. para aproveitai esse momento. é preciso 
combater a Febre Aftosa. Vacine todos os bezerros. noVllhas e 
garrows cem até dois anos. Faça a sua parte. Mato Grosso do Sul não 
pede deixar escapai esta oportunidade. 
Mao se esqueca é briton a devoiuca0 
das !ascos a:e ' dius as a vacnacão. 
DFA-MS CNA 
tesouro. 
com até 2 anos. 
Planalto; atê 31 de maio. 
Pan1anal: até 15 de junho. 
s 
Serrana 
rsr11ADAS 
"Bloqueio. reflete. 
insatisfaçãoº, diz Dácio 
tor ,, / Frr rd 
/ J ,, " 
1 d 1, 1 , ,, , /, • ,  
1
, 
O bto aio ds BR 46 per motores e 
l] podutore tu dlautaCatapa. por mais de quatro 
horas na manhã da semana passada, reflete a 
insatrs1a4o do setor produto mm a falta de 
111 .. lllllh ... O H) d h l tr.uLt, t.' tadusts e de pavimenta à 
pra escoamento da atra A avalia o é do prefeito de 
António João. D)aio Queiroz S1la. presidente do 
Cidem±. Vice-presidente da Famaeul. Vice-presidente 
d.1 l{ed,; Br.i-11 JL' Or,•..;lll lllt>,dt: n., ld RLllOll 
Ele não pode participar da manifestação devido 
a compromissos assumidos com a vsita do Ministro do 
k111 /n:h1rnlc. Ju,é· .imq 1-tlh.:i. 1e111 Corurnb.1_ n,,1 
i:m 1uu rcpri.:,,;:11untc, par,1 acomp:111h.ir o fn(I 11111.:nlo 
do, produtor<:, cm Laguna Carapà. que interrompeu 
uma das principais rodovias da região sul do Estado. em 
protesto pela más condições da via 
/ BR--163 foi bloqu<:ad:i cm doi, pontos ru 
.. 1tura d,,, quilúm.:tros l O L' 76 - oportumdJdc .:m que o 
tr.ín,ito foi desviado e O'> motori,ta.s ti1cr,1111 de p..1~:ir 
por dentro do município UL' I.Jguna Car:ip:1, 
pcrl'orrc11do 70 <.p1dô111c1ros de e-tra<l:i de chfo. Cerca 
de 250 pessoas utilizaram tratores no bloqueio. 
Si:gundo D.iuo QueiroL que também é vice­ 
pri:"dcnti: r1:ginn:il d.i I L-dcruçào d,1 Jg.ricultura de 
!Jlo (irus,o do Sul (Famasul) para a região de 
fronteira. •·o prnhkma que L1gu11.1 Carap:1 está 
entrentando não e diferente de outro, município~ do 
! ,t.1do c poJc l'0mprometer o re,ulw<lo da ,af'ra deste 
ano" Queiroz teve contato com o governo para reforçar 
.1 rosiçJo dos produtores rur..1is de fronteira. 
Anttmio .lo:io-: IS 
O brasileiro 110 escuro- Um:iLc:i que foi apro1ada 
rap1da pelo prc,identt: da Ri:pública. Fernando Henrique 
Cardoso que deu ,o, ao povo brasileiro. uma Lei rigorosa 
contra o tempo. !Js finalmenll.: seremos ohrigados a 
ohcdcccr .i es-,a IL'i se não ohcde<:crmos sert:mos 
penalizados com multas e. além dis,o. a não termos 
,uci:ssn, 1.:111 no"a.,, economias sociais. O brasikiro não 
terá mais aquela liberdade de ir a uma boate_ a.s,i,tir 
1c.:k1 i,Ju. ou, ir um som em 5ua ca~a. tu~r uma k,ta como 
ca,a1111:nto. anl cr,áno. passar no,..as roupas c.:tc. 
"Acabando o mundo". 
Criticar - Um certo vereador da oposição só sabe criticar 
:t 1mpn:n...a ..:ada vezele que tem o <l1n:i10 Jc.: criticar os outros. 
o I cf"l!ador não aceita criticar. /final dt: conta> estamos em 
um paisdemocráticory 
Sabe o que é imprensa - Existe outro ,ereador da 
oposição que ele mesmo me diL:"Gc.,l!i: cu aceito critica 
porque faz pane da minha carreira politica. e ajuda abrir mais 
idéias. Mas cu tenho certeza· que I ocê aceita as minhas 
criticas". Esse vereador do qual estou falando. manja e não é 
pouco da democracia. 	• 
i'vf as- Fulano medisse: "Vocêcara
1 P:ira de falar bobeira no 
tc.:uj_omal hein" p.:los fatos noticiados observados na prática 
por isso confirmam se o que Dico fala é bobeira ou não. Mas 
fazer cortesia com o ch:ipéu alheio é no mínimo muito 
.:squisito. 
CP I - Parc-cc que ato: estou , cndo c.,ssa CPI o "Das Diárias" 
aqui no município de Antônio Jo5o na C5mara Municipal. vai 
1 irar cm pizzas_ cu não boto minha fé que existam esses 
csc:indal~!i· Algo de surpresa I cm por ai. Eu quero assistir de· 
camarote_ 
Imagem do mwzicípio - o 'Cn.::idor Elimar Brum 
(PPS). pensou junto comigo quando ek diz na tribuna que 
esses c.:sc:indalos todos que a-stão sendo manch.:tcs por um 
certo jornal de Dourados. csti sujando a imagem de nossa 
c,cbdc.:, Antônio Jo:io cm prJ ser exemplo para os outros 
municípios. 
Outra vez? - Ej:i que o G01emador Zecu declaruu que 
n:io ,ai a reeleição. nào l!SÚ ligando muito em quest:io'd:i 
scgu,Jnça aqui cm Antônio Jo:io. a•viarura da Policia Militar 
continua .:ncostada no Destacamento por falta de 
manuten Jo~ i~ o é uma pouc:i, ergonha. 
Novo Presidente - ,gora o Sindicato dos 
Tr:iblh:id.:>n: Rurais de Antônio João elegeu um no,o 
presidente Valdete Franco com 162 'Otos. f. p;rece que esse 
1110,:t•...,s:i com muitas i l.éia., p;ira os a;..sociados e eh: 'Ji 
k•ngc.

C Â M A J A M lJ N I r; 1 i' A 1 
Reivindicações do Vere dor Ramão 
Paredes são atendid elo Executivo 
No decorrer dos quatro primeiros meses desse 
primeiro ano de leµi,l.11u1 a n lei ..:,11lur l<,m1.1,1 1',ir<"1ks ( l'I 1 ) 
arir..:,cn1011 d1vcr,ri- i11dicnik, 11,1 C.1111.ir.1 MunicipJI 
hu.<,rando benefiios para a população blavistnse em [TJ,tl. 
R,·ccn1cme111i: l<a111~0 r.::ivinclrwu oo 1 ,eurl<HJ ,1uni ip.11 a 
dc,igna,iin de 11111 Juxili.irdc E11l.::rm,1~..:rn p.11 ,1 ai, nJ..:r. pt'lo 
menos três vezes por emana, o, in1,·n11h d,> /,tio dn, 
Desamparados de Bela Vista. os quais enfrenta .1111 
dificuldade, paro ,crcm transportados até a 11111d.1Jc de ,.111,k 
Jo munic!pio. m..:"no porqu..: aqu1:l.1 cn1,d,1d1: b,·ndicc:nlc 
nilo di,põc di: u111 veiculo adc:qu.lli<> p.,r., o 11.111,porl..: Jo, 
mcmws. 
J rcivindic:aç:10 do Vereador Ramo Paredes 
oncançou rcsul1ado positivo, através de ,ili..:in rnvi.1Jo J 
Cn111ara Municipal o l.xccu1ivo inflmtllll< qu,· ,, ·u,ili.,r d..: 
cnfcrrnogcm Jna1alído Jara foi designado para atender n, 
idosos do /silo dos Desamparados de Bela Vi,1.1. lrê, 1 ""' 
por semana. com cura1i1m. inalaçôe,. 11i..:diçJo de pre>S,i<l e 
ou1ros proccdimc1110, pcnincnl<:S a :ire., tk e11frrm.1gem. qu,· 
se fizerem necessários. 
Preocupado com o problema da escassez de ,ncrgia 
clé1rica no Pais e con,cienti: d,111ecc,sid.1dc de iodo, r.11crcm 
sua parte para que o IJo ind..:,ejado "Jp.1g:io" 11:i,1 1 enli:i a 
ocorn:r, há alguns dias alrá, o Vi:readllr lbrnJo 1':1r1:dc, 
lambém encaminhou indic;içào ao l'rcfi:ito lunicip.11 
soliciiando a adoção de mi:dida, cfi:1i, "' de r.11:ion.1111cn1,, ,k 
cnc,rgia, a55im como a con,cicnti,açJo do, i'uncio11,írio, 
públicos municipais sobre a necessidade de ,e econom Íl,>r 
energia cm todas a~ repartiçôes públic.1, d,, munidpio. 'a 
ocasião o Vereador n:ssallou qne cm alguma, [cola~ do 
Municlpio as luzes permaneciam acesas nos hor,írio, em que 
não ha i.1m aul,1,. 
Pro, idênci;,., n,·;,c scnlido 1ambémj.i foram tomadas 
pelo Executivo Municipal. si:nw1,1 paS>ada u Prdci1,1 b,1i,ou 
Decreto estabelecendo um., série de mcdid,,, di: c,111tc11çJn J,, 
con"11110 de energia elétrica no âmbito da administração 
públio municipal. que abrange 111clu,i, e o ,i,1rn1.1 de 
iluminação pública d.1 cidJdc. /lgum,1> repaniçôc,. rnmo o 
Paço 1'1unicipal por exemplo, passaram a atender somente em 
meio periodo, apenas os serviços considerados essenciais não 
;ofrcram redução no pcriodu de a1cndimi:n1,,. 
'erc.ulor Ramio Paredes (PFL.) _ 
(omwoe do onheimento da nossa população, o 
'crc.,Jor R.,111J11 J'.,rcoc, é um jovem atuante, dmjn,ico e 
wmpclcnt..:. que sn,la ,k 1r ..balhar pela comunidade i: 11:rn su.1 
atcnçJo ,nlt.1dJ c,pcciJlmcnlc para a, :iri:,t, da ,,,údc. 
educa~.io. e,pon~ e ,1s;i,tênciJ ,ocial. O atendimento de 
rc1vmJicJ,;õe, como c»J,. por pJrlc do lOccuti,o .1u11ícip.1l. 
Jcrnon,tram que a, quc,1ôe, polilicd, não e,Llo prc, al.:.:rndo 
quando '" lrJl.1 do hem comum e do inlcrcc maior c.Ja 
c,irnunidJdc. n que e fnmj,cl ,obre todos os aspetos. 
(,'-'""o ria de Imprensa do Parlamentar). 
Presidente «da ssociação tio Erva late repr lia matéria 
ten d e n C ~ ® $ m1 []D llil ílD íl ica (II] m) Il1HID $®mm ml [TI] #rio"0Esta rril@ (tl) (IJ) fPl aurn ta na 1" 
1 O Prcsidcnt.: da Associação de: l'vloradon:s do 
;conjunlo Erva Mal.:. Flavio I knriquc "Pi,lonho" cm 
Nota enviada à redação da Tribuna da Fron1cir:1. repudia 
as afirmações impu1ad:1s à t:k cm mméria publicada no 
scmanàrio "O Es1ado do Panianal". i:diçJo nº 69. de 21 <lc 
. Maio de 2001, página 06. sob o 1í1Ulo "Projeto ílul:i e 
1 
Viola". a integra. ahoixo. a Nota do Prcsidcn1c da 
1 
Associ~~ã_o de .Moradores éo Conjun10 Erva l late: 
, Fiquei cslarn.,-ctdo quando um amigo procurou­ 
, me para mos1r.1r m;!léria publicada no semanário "O 
'Estado do Pnnlanal" sobre o Projctn "ílola e Viola" 
realizado pela Prcí<!itura Municipal no último dia 05 de. 
faio • no Ccnlro Comuni1ârio "Roda do Ti:rcr~" do 
Conjunto Habitacional Ena Mate. Também os amigos 
dos bairros vizinhos (ltaborai. Cerrai.linho. JoGo de n:~rro 
e Vila São Domingos) que panicipar.un conosco do 
referido Projeto, !ornaram conhi:cimen10 d:i rcfi:rida 
matena e me indagaram a ri:spcilo de uma upos1a 
dec laraçilo que cu leria dado. 
Todos as pessoas que p.1r1icip,1ram cono,co 
. daquele sâbado agradál'el cs1ão cicn1cs do que eu dis..-;e 
: quando agradeci e elogiei o Prcli:ito .: a Secrc1:iria 
Municipal de Educação pda inicimiq do l'roje10 ''13ola e 
iola" e Por terem nos dado o pri, ilégio de fazer o 
["lnn~ento ao refendo l'roje10 cni nossa comÜnidade. o 
mais estranho é que assim como cu. nenhum membro da 
minha diretoria se lembra de ter visto algum repórter do 
referido semanário (O Es1ado do l'J.nl:m:il) akm do que 
nilo dei entn:v1sta à ninguém. 
Quero deixar claro que qu:indo preciso divulgar 
alguma coisa a respeito da entidade que presido, sempre .. ~~-----..L_:_ 	..:_;!:!'!!!!!!! 
pro.curo os Jornais locais (Tribuna da Fronteira e r:-, .... , .. /1 • 
T b P 1 
. 	~ e11riq111! "Pistonlto" -Pr~it!,!lltt:t!arlssociaçiiod,: 1foradoresdo C011j·w,toHab,·1ac,·o,r,,/En·a,fald 
ri .una opu ar) dirigido pelos meus ami!.!os haldo 	~ 
Pereira e Alvaro Pereira. rcspcclil'amcn1e: que s:io 
p1one1~ na tmprcnsa local e regional. ger.1111 cmprccos e 
pagam impostos em nosso municipio. além de serem 
pessoas idJnco.s e n:sponsávcis. Par,1 ~cr mai sincero. 
costumo valorizar o ,;u:: .: nosso. ao rn111r.írio daqueles 
que presugam fc-r.151eiros. a'entur..:iros e os tilhos 
prod1gos. Quando /CH necessária alguma divul!!:iç:io mais 
amplo.. a nÍle) de Estado. IOU procurar o Com:io do 
Es1:ido, onde tan1l1cm lenho amigos. 
O quz me deixou indignado e o que repudio 
totalmente é a seguinte frase, publicacb como si: fosse de 
minha uuteria: "E armeira vez que recebemos atenção 
especial do poderp1íhlico,proporcio11rmdo la:aú nossa 
conwnidad('. !ão devo nada :i ninguém e n:,o tenho 
. nada a temer (somente :i Deus). sou li, rc. inckpenJi.:n1i.: e 
responsável pelos meus atos. Certas pessoas me 
~onst~eram pokm,co; r:1dical. entre outros adietivos. mas 
iss~ _ c um i.:quil'Oco. Por exeemplo: tenho tido uma 
p:u:1i:ncia ~- monge. com_ o S,•cr~t.'rio ;lurncipal ck 
Obras. pois desde fevereiro estamos no aguardo da 
execução das melhorias solicitadas para nosso birro. 
 J 
• ~ 
·--<- l ~ 
.= 
• u. 
. . - .- 
t .. __ , .... .---~·· 
através de oficio. 
. Lembro que d.:ssc periodo para cá foram 
realizados dois mutirões em outro, haim>s dJ cidade. 
confom1e denúncia.do Vereador Lui7. kx:mdn: Loureiro 
Palmiéri. Prcsidc111c da C:im:ira :-.1unicipal. as cstr,1das 
das. Fazendas do Sccn:tário de Obra, e dos paren1cs dde 
c,1.1 un_i !apele. enquanto isso nó,. que inl,)!r:lmo, umJ 
co.mumdadc com mais de 100 f:imilb:. em menos de 300 
m - cstamo_s a ver navios. nem o lixeiro tem passado pelo 
nos:.,o ConJu1110. mesmo assim :i1é o 1m>m..:nt0 ..iinJ.1 n:1o 
me manifestei. mc;nlll ,ofrcnJn "pr.:-s:1o" d,,, 
moradores. 
. O qu<:: dctc to c realmen1.· n:io tolcr,,. ,J,1 .1., 
inverdades, sep 	li 
- scnstctonal1smos barato. provocações 
ml.',qumhas. ou. pior ainda. que cole quem palavras na 
minha boca, a exemplo da frase ima citada. 
mascarada" pelo articulista, no referido sera:rio. 
Jamais diria uma bobaee . 
1 • 'em como essa pelo tespio qtus' 
tenho aos cx-Prefc·itos que ,cmpr,· ~,,l.tl•,1r.,r:1m .:,,:11 :, 
nosa Associação. principalmente o Sr. José Garibld: d.± 
Rosa Neto. que muito nos ajudou pura a conclusão do 
nosso C_cnlro ~omuni1ário e impbn1ação da Área de Lazer 
do Conjunto Erva Mate. com todo o rcspeito as dcmais_ 
posso dizer que e a maior e m.lhor da nossa cidade. Falos 
cstc:s mu!'º rcccnlcs. ocorridos em agos10 do ano pas.s:ido_ 
qt1ando inauguramo;. o Ü,ntro Comunilirio com um::i 
grande festa, a qual tunbém teve total apoio do poder 
publico rnumc1pal. 
O atual Prefeito tem sido democrático conosco " 
t~m .º nosso resperto. aqui ningu 'm .: d:il!ônico.. como 
l'residente da As.,o ·,aç:.io lenho m.: componado como um 
Juiz, mesmo pertencendo a um partido politico e a uma 
religião,Cono sempre digo. não tenho dono. - 
e _ -- ~ "' • , . o que: n:.i 
aceto são a inverdades. corno a que citei e qu:1ndo tTro 
(ou humano) assumo com responsabilidade meu erro. 
em minhas reações foram imediatas. munição e 
recursos para 1sso não me faltam. portanto. espero que esse 
scm.nano se retrate com o que escreveu ou í.:nt.:lo quL" 
prove que eu tenha dado essa declaração que publicou de 
f<,rm.1 tJ<l trr.:,r_ 011>.1,1:I. 10~:i.ndo a rninhJ p··r , . r 
• t .. . . • - e .~0.1 c:n.11 .. , 
c1uJ.i,1n:; qu': mull.,> !1h:r:im peb comunidJde do En. 
!atee.ali.cênias

Gente & Notíci 
, 
.·lh 1ai.:leal 
f' M P H f· r N O I M 1: N T O 
(iuia I op,,d.1 I .1;•1111.1 
() c11111nL1all(C 
Osmar Porto da Silva. 
prnpridúrio d.1 Miquia de 
Jrrn, 1 at1111a do '-;ui. 
h,c11li1.1d.1 11.1 ru,1 fassias 
lbrho,.1. c111 Guia l.opc, d.1 
1 aguna ,·,ta ,e pr,·p:11 .111Jo 
para ,llcr1<.kr wd.1 ., rc~i.1n 
Sudoc,k. 
O c111prcc11di111cn1,1 
i11a111!ur:ulo c111 ah, il deste 
ano já está produzindo 
suficientemente p.1ra 
atc11dcr toda ,1 rq!Íill>. O 
irrn, F.itim.1 Jn 'iul j:1 c,t;1 
1111, pratckir.1, de , :irio, • 
,upcrrncrcado, de J.,nlim e 
Guia l opes da Laguna. "Nos 
primamos pelo bom 
.11c11di111cnto e. ainda. tcrm,, 
produto, Jc qualiJ.1dc e 
pr,·,,1 contpctiti,o ao 
mercado atacadista e 
, arcjtsta". cnfati,.1 O,m:ir 
i ccrcali,ta c'1:i 
pmdu,indo am,,. fcij.io 
r 
AlillOZ FATI ,IA DO GUL 
lista parcial da cerealista Fátima do Sul, <'Ili 
Guia Lopes da Laguna 
D 
milhll ,. r.,,:m p.1ra a111111;1I  
cmprc,a. ta111bé111 esta 
col.1bora11tlo com a gcraçàn 
de emprego no rnunic.:1pio. 
Pelo menos, trés empregos 
dirct<h c,t:i gerando". 
gara11ll· o prnpnct;1rio 
( onh> a maqu111;1 Jc 
am11 ,·,1,i trab.tlhanJ,, a todn 
, apor. O,mar prclcntlc 
amplicir o ,cu 11cgóc10. 
.HITITII 
fornc<"cndo a produção aos 
,iutros município, J.1 região. 
i ccrcali,tJ F:tima 
do ',ui c;tj local11,,da nJ n,a 
Massias Barbosa. 1971. na 
, il.1 l'l;111alto cm Guia l.opc, 
Ja 1 aguna. Pedido, podcr.io 
ser feitos pelo t.:lcfonc 
()<)5}-9056. 
O p, ~•3l'ntc ilh.·.1l 
p.tr.1 o {•u 11:m10r;1do. 
ou n:nnor.ub. 
CD com foro 
E_ s P O RTE 
Final do Campeonato MuniciKrn& acontece no Domingo 
Quatro equipes estarão 
:.1brilh:rnca11Uu ~ J!randc final 
do ..-ampcon:.110 municip:.1I t.k 
, cltrl·anos de ioaque 
marcada para 0306, domingo 
as 13hs, no t)t;h.lio municipal 
Mauro Hestel. O campeonato, 
que inic-iou no dia 4 de m.1rço. 
conlou com u partici11aç 
ão ele 10 1.·quipt.s. 
A, equipe, ~luntr 
Allo < SE~IED. <<l>riio 
dbpurando o 1erreiro lue,Jr e 
Saltinho e Pnlicb. Milil.sr ,:io 
hri;!Jr p,:to trofl·u dt c.:-1111pt~o. 
O ttntn é n.-!SH1udo 
pela Comissão Municipal de 
r~porfr·"- e tem o ::ipoio d:a 
prch·i1ura municipal de 
ioaque. ontarme o 
11rc:-,.1dc·11k J:i Cumi,,:iu. Luiz_ 
Duque !e' 
02.pw« ey 
GADO 
SR realiza 4"Leilãt de 1a lecorte 
E o primeiro evento reali-;,ado na sede do SR. ainda em co11struçtio _ 
JRD f !.:} IS 
, d1rctona do Sind,cJto 
Rural Jc JJrdim , .11 rc.1h,ar 
no d,a 1 ~ de Junho. a., 1-lh,. o 
primeiro leilão de gado de 
rnnc cm ,eJ.: propr1a 
fesmo em fase de 
construção, a ,ctk: J,l cont.l 
com e,trutura nt .. -ccv-,Jr1..1 pJfi] 
a realização do evento, A 
c,pc,1.1II,:i é de cont.:ir com J 
prcwnça Jc pro<lu1orc, de 
varias regres 
Conforme o presidente 
da cntichdc. Gcr">Oll V.Ií'c!,i.lS, 
c""'c -,crá o quarto lcd.1o 
prnmo, ido pelo S111d1cato 
RurJI A renda ,era rc, enída 
ao pmJd0 d.: con,truç.i,, da 
wdc da entidade. que 1.:r.1 
Tatcr,al de Lcdoc, l! o Parque 
de l.:-.p,1-1ções 
, ,cde do Sindicato 
Rural c,t:i tocaliz.1da na DR 
267. rodo, ia que liga Jardim a 
Porto :'.lurtínho. a doi, 
qu,lúmctrosda cidade 
lnformaçõ~, poderào 
,er obt 1d.ts pelo fone 2 5 1 - 
1907 
' 
m,Ti7Ee EEi 
±2· 
- • ,., .. 
-· ... 
1 i1111 parcwl do mangueiro do SR, onde' serú palco 
do friJ,io, d ia I .J 116. 
A diretora do S1d1cato 
Rural de Janlun ,:11 rcal11.1r 
no di;1 1-1 de J'"''"'· ,h 1 111, o 
primeiro leilão de gado de 
corte em sede proprua 
Mfesmo em fase de 
con,trw.;jo_ ;i '.'-t.:th.: ;:i conta 
com c.:,trutur.i nc:~c.:,,:ú1.1 p:irJ. 
a n.::tl11 ação do evento. A 
petata e Jc.: 1.unt.1r 1..om J 
presença de produtores de 
varas regiões 
Conforme o presidente 
da entidade, Gerson Varga. 
V l'r.1i-ito de 
Guia l.oF., du J.a:.:ra:a. 
Curl:l R,,h.rto Sarm)" 
,/e Sou~u. 111 fc:tfo tio, 
reoras, Marlan 
(cuordc·,:ur!
11ra 
Pedagógis 
Professara Flwee, 
Se retirin de Educa&a. 
Coimhr;1 lh: f;1ri:h,. o pn-fcito 
:'oi· ='ioc,udr:t Filho. que 
,cmprt: inccnti,·ou a 
realização de proramas 
L'.Sporlh U!,,.,, ai ~l!lr UJ t,:r3ndc 
final, para dar o pont:1 pl· 
inicial na partida e 
posteriormente entregar uma 
d:.t.!o nnion:s pn·miaç,jc-s j:i 
, U1n, cm toUa a regijo, ,:m 
uma campeonato municipal 
A L·quipe C'::lm11e:1 ,ai 
n.••tl'l1cr, ah:m °i.Jc 1rufl·u, um 
pr~nuo -.·m dinheiro no ,alnr 
de R SU0,00. O )t,!untlo lut!Jr 
g:tnhur:.i u111 prêmio d4,.· 
RSS00.IJU e o terceiro, RS 
300,UIJ. 
O atkl:.1 lbininho. d:t 
equipe Saltinho, esta 
disputando a artilharia, 
cnqu;:anto u jo~.Jdor P.JuUo ,.b 
Pt, de, -.·r:1 f1c::a r rom :i 
mt--d::alha de goleiro menos 
:JL;Jdo. 
O a1Jc1:.a m.li.s idoso, 
Anlõnin Carlos. 60 anos, da 
L'<1uipc ll:ihia, tJmbérn scr.i 
homenageado. A comis.s:io 
Ol",.!:JniL.,dor:i,. aini..la, õColhcu 
o :ull'ta r·e, claç-:lo. cuj:1 
homc:-naJ:!_cm será feita ao 
advogado Herbert Lima, da 
,·quip,·. E:'IED. 
A arbi1r-:1~·em tic:-.irj a 
cargo dos :irhitros Crut!I, 
,dcmirc fi.J,!ucn.·do. 
N:.1 opini:io de Luiz, o 
C.>l.idio Mauro Restel de e 
receber, no Domingo, um 
e,r<-11Hle púh1ico,j:i queº" times 
h.·m nh el ti·cnico ha,t;inte 
(•quilihr:.ulo c t·st:lo 
apresentando um íutehol 
espetacular. 
rJ!JrimJ ~ 
a#e. 
• •I>- 
;:;-,.;:' 
/%!'-. 
- 
n. 
c.:,,c ,1.:r;J o quarto leilão 
promovido pelo Sindicato 
H11r.1I , renda será re'Cnida 
.,o pro1cto Jc contrução da 
,i.:Jc d.1 entidade. que krà 
l.11<-r-..11 de l.c,lüc, e o Parque 
de 1. ,p,h!ÇÚt:. 
, ,cdc do Sindicato 
Rural cst.i lucaliz..ada na BR 
267 rodovia que liga Jardim a 
!'llrto .1urtinho. a dois 
4udmnctro, dJ cidade. 
1 nfonnaçõcs podcrJo ser 
llh11J.1, pelo for.e 251-1907. 
O jo,·.-111 l'aldinei Vil.-Ja, 
um dos diretores da 
<'mpresa VCI· Seguros, 
estahela:ida C'lll Jardim. 
11a m·e11ida II d,• 
tfr:11111bro - antro.

e 
Moka garante recursos para 
p 
recuperarv 
----·- --------- 
DNER começa os ser11iços de tana-buracos e aplicação de lama asfállica 1m principal avanítla d, ciá tlc. 
( l 1 >< p.111.1111.:1110 /acional de I tradas e Hoda'em 
([' IR)em Mato oroso do Sul assou emana passada 
ordem de serviço autorizando o inicio das obras de 
reeupeta ao da Avenida Teodoro Sativa, em Dela Vista. 
numa extensão aproximud.t de 2 quilómetros, Além do, 
Serviços de Lapa-buracos,a va receberá lama a,f.tltka p.tr.1 
aumentar seu tempo de vida útil. 
O, r,<.ttr"" forJ111 liba:1du, pelo 111111i,tro do, 
Transportes. Lliseu Padilha. a partir de solicitação feita 
pelo deputado federal Waldemir Moka, , in:-lidcr do 
l'MDIJ na l':imara f'cdi.:r.11. L,tc ano. o parlamentar integra 
pela terceira vez seguida a Comi,,Ju de Orçamento da 
União no (Congresso acional, pela qual os deputados 
propõem emenda, para invcsti111cnto, cm ,c1h l.,t,Hln,. 
Segundo o diretor-gemi do DNL:R cm IIS. Luiz 
Antônio Fcm:i<,1 de Carvalho .. conservação da tl i.:nida 
ccntr.11 de Bela Vi,ta fa, parle de um contr.110 de gc,tilo 
firmado entre o Go1crno Federal e o m11nicipio. "Cabe ao 
DNER dar manutenção e fazer as correções necessarias na 
, ia",acrescenta o diretor. . 
Os recur,o, para a recuperação da avenida cstJo 
previstos em emendas apresentadas pelo deputado Moka 
par.1 a pavimentação da BR-060. no trecho cnlrc J.ird1111 e 
llcla Vista. Para o parlamentar. a liberação da crh., , ai 
pcnnitir que o DNER execute os scí iços cm 20 J1a,. no 
máximo. 
"A via c,t;i intr,.111Ítá, cl e ncccs,IIJ de reparos 1 
urgentes para permitir o tr,in,1to de , ciculo,". llhscn a , 
i'vlob. certo de que os imcstimcntos do (,O crnll li:dcr,11. 
por meio de suas emendas. do tr.11<:r proµrc,"' e hcrn­ 
cstar:i população hclavistcnsc. 
o 
Dcp. Fcdcr.1I  :ildcmir Jok:1 (l'IIHIJ 
900 em regos diretos e indiretos 
e , .,.... 
3 s- 
.-.. ' 
'-- 
:c.c-~ 
L--~ 
.z 
e:..:, • L 
'"'- -t.s ~--~ .. _ 
'"'V,._, 
r % 
~ ,._«:(__,'*...__.....:., 
Emprc903 e D:icenvoMmcnto Econ6mlco: 
É asslm que ztzmcs mudando Mato Grosso do Sul, 
con:;trulndo umJ cconomin torto para um Estado mais Justo. 
100 
/ 
L· 
roindústrias instaladas 
Em Sidrolândia foi lançado o primeiro Pólo 
EstldU&l d3 Agrolndúm:rla Familiar· PROVE 
Pantanal. 
~ Agroindustrial vai gerar 100 novas 
agroindústrias até setembro de 2001, beneficiando mais 
de 100 famílias de assentados na região. 
Grande parte da mão de obra dos 
assentamentos será utirtzada, gerando 600 empregos 
diretos e 300 indiretos para nossa gente. 
Os recursos são do Fundo de Investimento 
Social - FIS. 
Com a implantação do Pólo Agroindustrial 
PROVE· PANTANAL em Sidrolándia, a produção 
ganha maior valor agregado, aumE)nlando a circulêção 
de dinheiro no comércio de toda a região e criando 
renda e emprego para quem produz_

---------·-- ----- 
'' 
Por Sandro Rodrigues 
, llldll, <" <lll',11111.1<lu1 ,·,. bç:tdor.·,. , i sit.111tc·, l' :.t 
l'nh,i.1 ltli1c1r pela festa realizada no dub, de L.1,·11 
ll."liru C.11.i,,1I. 
A todas as clientes a minha auseneia no perodo de 
11111a emana devido a 11111.1 rc..:ida~,111 prnlis_,ional á qual 
cu pa,-..:1rd. 1 Ll!_!ll apú, c,t:tr,·i retorando com as últi111a, 
tendências em corte e colorimetria. 
1 r.irci 11,1 hagagc111 a minha 11m a linha de 
tratamento (hidratação) prol1ssronual pata cabelos secos. 
tintos e extremamente ressecados. 
Quem levou o título de garoto R.:tiro Caracol foi o 
111o<ldo Dingn li areia e a modelo foi a exuberante Letícia. 
A, oc2s meu, ,inc,ros parabéns. 
um ata€o 
A alguém muito espcciul que se fcz prescnt.: n.:ssa 
cidalk no, último, dias. 
Que»o asa4tece» 
A participação e o esforço de todos os outro, 
modelos que também esta, am lin<los. 
Todas as roupas mostra<las pela Charm íloutique 
Je Uda Vi,ta. A, oc.: Sr'. Ma<lalcna um bcijão e um supa 
abraço. 
.,cn111p.111h.tdo,<l,· 11m ~l,h. J..- 1i,.1dor 
as passarelas nacionais e mnteratona1s " c,,rt,· 
hoh ui! , 1ro11 1111animid;1 lc. Super muúcrno. o corte de 
n1mp11111cnto médio fll'fl1lih.: mil ,.iri:1~·1)n. 11,0 1111 
ondulado, é o look do momento, como se viu nos de files 
Uu ~I' 1 ·.1,hiu11 'ccJ... 
4solos4a 
:-,aib:i mai, a n:,pcito do ,cu ,igno. 
(i~mco,' Planeta Regente: Mercúrio 
• f·.lcmcnto: ar 
,s coleções apresentadas na semana de muda do 
Fashion mall. no Rio. mostraram que deco1<:s e saias vão 
continuar a fazer pane <lo guarda-roupa de inverno. Para 
combinar com os estilo. cabelos soltos. médios. e 
volunrn,os. J;i o make-up com olhos esfumaçados e lábios 
cor-de-ro,a. 
ieas pecá06as 
Em geral a maquiagcm com múltiplas funções 
realça olhos. faces. lábios. 1'-las é importante pr.:parar a 
pde com uma base pó de e frito translúcido. 
Quem já não i: tão jovem ou ll:m poros dilatados 
<lc, e preferir produtos sem óleo .: evitar os hidratantes 
tonali,.ados. 
O, lúpis - batons apresentam uma textura mais 
seca e <'paca. Podem ser usados sozinhos ou 
Aries Planeta Rcgrnte: Marte. 
• Flcmcnto: Fogo. 
l"uuru· PI anda Regente. Vênu,. 
l'tinccr• Planeta Regente: Lua. 
'!:!emento: Jgua 
Ldo • Planeta Rcg.:nte: Sol. 
•[kmcnto: Fogo. 
Virgem• l'bncla Rcgentc: Mcrcutio. 
• Elemento: Terra. 
Libra• Plan.:ta Rcgcntc: V.:nus 
• Elemento: Ar. 
Escorpião• Planeta Regente: Plutão 
• Elemento: Jgua. - 
Sagitário• Planda Reg,ntc: Júpiter. 
•Elemcnto:l'ogo. 
Capricórnio• Planeta Rcgcntc: Saturno. 
• Elemento: Terra. 
Aquário• Planeta R.:gentc: Urano. 
• Elemento: Ar. 
Peixes• Planeta Regente: Netuno. 
Ekmento: Água. 
n±d+mer qu- 
1: 11 , .• k 	1" 
reta PI.aby para n ar 
c..1'.l. 
ta feitt pela 
t ta edis2o de 
Peterloda ata(arpo(ate d Mor ater.atue 
l.:mn,,, p,:in Ji!11i-..· 1 .1 "-"I l'Hi ... r p .. 1 ttd moto nHn 01,ll)o 
de 4./#0motoqueiro»ta nossa(apta! 
ade xW«reta;ão 
" til" n11.:-1·11, .. 1-t r mito de alimentos hipercalórcos 
por alimentos versão ltht 
Arx.1-..1 u,n1b111.1 c11m t.l!r;,· 1 ,·1111111.1 brc,m.:lin-1 
tanlitJ a dgestio 
',.1bc.:llqu tuabathator do eamtestuo? libras 
(pata reulunzar o seu funcionamento) e atua (age como 
l.ubriiiuntc.:. ajuda a aumentar o volume fecal, arrastando 
.1 gnr<lurJ e 1::ctl11.:nJ,, a clminoio deteiduos) 
ia amí&a 
Marcel esta arrasando na ,·,u1lh,1 do, modclitos. 
para o nos-o deleite são roupas bem cortadas. peças 
cxdu,n ;i-, ...:. unJ l1t111ll> ./1.."Jh.llllh.:rilo. 
'.1k conknr 
iêet(vúfo 
,nl<:s que.: 11 ntJI c·re,ç.1 corh:-lhc .l L'Jhc·p. 
DitaJu l'llrtugu~,. 
Até a pniJ111J e.: um super beijo 
Quem disse que n:io c:-.iste cosmético, para pde 
de homem. Eu testei e aprOci a linha Natur..i homem que 
vem composta por um gel .:sfoliaptc de limpc.:.:a e uma 
emulsí não oleosa. Usando essa dupla já na prim<:ira 
semana voei: vai s<:ntir uma pele mais lisa. com 
luminosidade natural e com as linhas d<! exprcss:io bem 
mais m111imiza<las. vale a pena conferir. 
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Beta Vista, um novo 
tempo, pensar grande .. 2 
um dos mrlhuts lrs de auto ajuda (não posto da 
ptrsào), tala, a Mbla de todos «les, "4 Li do Irnfo", de 
apolwn Ili, pstologo, irntista, pert rm rlatrs pulhas 
, t.ntl.,,. w autor l que 'a dila I: ,1111 ,rnhor 10-q,írilu,u, u111 in1111i~u 
fatal lo haluta da «utvmta, é trrriel prensar rm atrasar a d 
(lllllO 11111.t  11111, ... ll(hrf('lll.1d,1 lllh'lr-.lllll"lllt' ,tO UIIIIU por t11, i(l.1,.  
JH )W.1 11111• 11)11 li'111 d,, ui.& 1101h-111 .,r.,,ur a pulirr,a t cun,r~uir 
prandes ursos nan«ritos, ma parta aqueles tqur tem lidas, a 
talrat a apenas pupila«des remota, e nuna 11111.1 
pruh,.tillhl.,,lt" 
É+tou falando le dilas porque mudana qur rstào 
11,,,rh•11,1,, {t' J·' •ll•Jrtl'r1t11q t111 llrl,, .i1,1, tnt ,u~ 111.tluri.1 for.uu 
pro»wada« pelas lhas, É jt mo«mo, lodo mundo prourou sr 
RJlf'll.lr à t-ollil,1dr • lura raldaule - tos no»os tempos do pl.1110 n-,11. 
Empresarius, produtores rurais, profissionais hiherais, todos os 
emento, om tarsima« rursos, nos tempos do dinheiro firil, 
cr-Cllilu ili+talo, tempos que o prnsameno tra "conl:1 11,  H JHII!_.'•• 
rtntµuci,1. r1111111rr-.1 l 11111 .t ti.irri~~., h i:1m dt ,onholi. lembranra. 
Ú fututu dU'i.'.llll. l ('11111 tlc A lal llt' J!,lub:thuoo,ocur- .. "l'irr:. 
na(or«ia, nos piamos uma ripe aqui. la Mista não foe à rgra. 
1. tmln, 11(1,, n.lo impurt.t o nornt, )ohrrnolllt ou Ali uhttlt. 
tivemos que suar o sangue da renuncia, do ajuste , às seres, até 
tneulirn111 hu111ilh.-c6c,. 
,Jit,u dt lutlo, llclJ  ll:t acriluu o dt,alio, cuca ~ro5,a, 
sentimos apenas os arranhões, so preciso :.l,:un< faiml::I) 
dr~lurnhr.11111,. t'lllt-11tlrrr111 tpJt" 11(,, ,01110, ,1 ci1l;uft. f' uma cotrTHlt', 
somos os rlos desa corrente. lnisamos te amos progredir, criar 
11m,pnlcl:1dr t·m hl,►co, nlo :.di:in1.- ,rr un1.1 ilha cl, riqurt:e. ctrcatlu 
por boles de pobreza. Despertar a solidarirdale importante. 
t lodos rstrs «onritos almt também para a Administrarão 
• Pl1bllr1o1, o cu,111111, ,tu, IHYÍt'Ítu', :.11l111ini,1r:ulnrts dr C~rnar.a,, l'nt, foi, 
t nilu iuHant:a u i.:riu, n di,; n.o pi1i::1rro111:.e...., 1lriu1rdi i1IJ, ,,.-r., o, !ltus 
!lllCt\lH't. l:r.t n uurnul. [ll , veja bem, ER . J.i n:lu t. 
Bu,1:.1 ulhur com os nlhu, tl.1 co1nriê-oci:. 1f,,p,r1:.1, pua u 
ci1l:ufr, puu tr l' ,cnlir 11ur r,l.uno, f'Nll,!f"t'din,lo ,im. nu,:1< foj:11;,, 
lanchonete, restaurantes, prestadores de serviços, a comunitl:a1lt bu,n 
!lt' iul:.111t:1r .tu, 1111 u, lt'mpu, 
E, ,H?:nrJ, mais aimda, amos ter que aprender a ('('Onomiur 
nria ltrira - mas aumentar ., .:nrrc.1.1 inll'rrnr - ,icu:1, r ,amoi 
:1pn-ntfrn1ln. l"Om o "chicntt no lu111hu, tomo 1li1iJ IIIC'U n,õ M:rnud 
Suiany, alego de fihr.1, t'. mriu 11.1 m:1rr.,. forcn,f l.l( i,dJ, rirtunst~nt'i:1';, 
lr.111,form:rntlu um;1 d1l;ult" que: rum culirio p:1r.1 o, olho'- Sim, no,s:1 
idade é bela, urbanizada, ruas avenidas hc1111r.1ç.1l1J'-, um po,o frli1, 
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l'íOl!rtu, a r1d:1hil11bdr, ochtt::s mm m1111.1 lula" 1l"1rn11in:1(':o. 
E,tanrn pn:p.1r.1111lo n TIU Bl '  U  l-llO' T[I RA par.a 
 l:'nCrr u,; pnhin10, JU :1no,, quando p.1,,un,rn, p:1r.1 o outro l:ido, n:o 
tll'i:lr pocir.,. rna, m:1rt":1 dt '""'·' 11.1.ll!,Clll por ;11p1i. t.  o«:- PtMt' 
nl,,o. 
rnffiJrn& wow 
lclc dorninl,-!O. Dela Vista vai rcu:l·cr um 11111: Jc 
primcir.1. um.1 ,crdJd.:tra ~kçfio de lid<.:r.:~ do P,!lJB O 
pr.:fci10 de Campo Ornndc. o "1r,1tor de c,rcir.t" Amlri: 
P11cci11dli. o sempre deputado do Sudoc,lc e l ront,irJ. 
Wal1k111ir MuJ...a. o S..:na<lor R.1rnc1 Tchcl. prdi:110,. 
:readores, lídcrô rnmuni1ário.,. rnrim. o partido de 
Nélio. Kalifc. l.ico. Ahr,lo. c,1ar,'1 rccd1cndo nova, 
tiliJçõc, e .ihrindo o "caminho" para a di,pula do Go, crno 
<lo Estado 110 pró iruo ano. 
Mas, o CÁ E TRE 'ÓS. hoj,. é par,, foi.ir de 
RJMEZ TEílET. protótipo de homem público afinado 
com os desafios do Ili" Milênio. Dcsafio,, i:conõrnico,. 
morais. espirituais e cicntiticos. a filosofia do rm, o 
rnilcnio busca a ;imbio,.: d.: todo que leva a pens:ir c a 
potencializar o crcscim..:n10 de sa espécie chamada SI· R 
1 fl 1,\0. 
í qu .. 111J,,f1J.,mu,J:',I I{ 11
1 
!;'() 1, rt-:~'-·!'"• 
desse homem que num passado tecente, enu a 0d 
que se instalou em seu otanim, com 1
1 po(kr d, ,1 ! 
mente e J.J11d.1 d.1 L ,' SlJPLRIOI{ 1 .1,,1111 t> -.ind, ,r ~,, n 
C'1!,t d.: mJu e l.<lr,,ç,lo d<: t:rhlll~,1 , criu· th tk :1!1t,,. n ,, 
tcrm:u :i prq101~1K1.1 d..- /C.t • ,1 . !.d'-lJu do '11rd. -:. 
t·rm1 J s u a postura de bomcm 1 1.11'0. H .111 ,c t ,lp ur ,k 
todas as rezas dos orixás carlstas, mandou /C:I de, olt .. 1 
u ,dho e viciado (politicamente) poli11cu. , .11 lu •l''< 
aprender a vencer e a perder mas para isto. tera que 
aprcndcra,1,cr. 
S,nJÚor R...um:1. termos orgulho do ,.:11hur 1 
estamos na luta. 
Poder .Judici:rio do Estndo de i1:,10 Gro,,o do Sul Corn,rc., d< ll<IJ '!sra 
F ~ <L.LL	:i..J _ _ d _ e 	' r mr a 	s e g 	u II d a 	P r_ n ç_ a 
O l>oulM Ah:,Jm.lr..: Antunl':-. d.1 11.1. Ju1rJ.: D1rtllo W Cum.m. .. .1 ilc 
Bd:i i:,t;i. ri.1.1J,11.k M.itoGru,-.-.odo ul.n.1 formJd.1 Lei, ele .. 
l"AZ ~AIH:R Jus 4ut o prc-,.cnlc C'l.lll.tl ,1ri:rn ou dele C()nhcc111u.n111 
terem, cpedido nos autos n .!J l/99 de I.XI (  ÇAO POR QUA 'l IA C I lt t , 
que BANO DO IJl{A '-til .IA prnmo,c cm l.11.."! d.: 1 L'I/ Dl ÂVII., l l~tA l 
SÉRGIO OSCAR BL RNARDES LIMA. em 1r.'m111c por c,tc Julto e (.',irh1rn1 
Judicial. que nos das 1.06.2091206.2001.Ir PI( Amenas.J3.30h0±+s 
nue<l1ílc11)Jo hlnun loc..11. sera levado à publico prezo de ,c:nd..t e .1nc-111JIJÇJ,1. ,1 
4ucm m:11, der e maor lanço ofereccr, o scruite iunóel IIOVLl -IK,OOUO hJ 
(quarenta c oito hectares) de terras pastas c lavradias parte dJ l J.unJ.1 "'BOA 
VISTA". mu.1d.1 no municipm de Car2co! MS, Comarca Jc lkla Vi)t,1 M. com 
os uintes lunill"': e Ct111Íronl.1ç1k"S ~m1c h.:rr.1. de IIJJ Dwr1e l 1111.1 ui 
Cóm:}:!11 Pw1cir.1. L~h:. krra.1;, de ,nlunio U.:lh,IJ ll.Jm,s e lldJ Uu.irtc Lmu. 
Oeste. com tcrr.u de M.-irm Godn). De, 1J.i:ncn!c nutricul.1dJ soh o n.. 6 KJ7 nu 
RGI local A n:fmd.t .ln:J ( p.uci.iJnu:nle fonn:"'fa d(' br.1ch1Jr.lo. b,mh.),,jo pdu 
córrego Porteira 101.1lmente o:rc.>J.1 com pmtõ de Jr.unc ltw. oom um açude 
natural, distantes aproximadamente I0 Kilometros da cidade de Caracol 1). 
lllr.l cs.~-1 por roJc demo rur.1I. com sede. a:11uida-mdo ,1.., e.pcc1tic.i..;ic 
aciml a,.1!13410 m1  .tlorJc RS-400,00(qu.itmccnlo> rC.11s) porlu:ct~c. nutc,tJIJc 
RS 21 600.00 (, mi(' e um nul e >Cl!!!CCntl» n:JI 1 cm J.11.J de 29 Jc no, cmhro Jc 
~!){)(} C ~("J t.OIT:j:,JJ 1'1Pllt.!,líl.J111.:t11..; ()5 Ji,I J;,'c,. J.1 p: lla lfJ f•TJ:,.1 ( • '.J 
dos Jatos qu o rol apresenta d...h.!,.., J.: 11 lt 1,;-l_tt" t., .t1, i.:,~ 1,;.11.,1h .!..: 
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oo livro a ser editado "PENSÃO ZEFA-histórias contadas e vividas" 
o Tesouro dos Incas 
Vi quando a moça chegou, Desceu do táxi 
om uma pequena valise na rniio din:ita. na esquerda 
segurava um livro. grosso, desses tijoles, a mala 
grande. estava com um dos carregadores da Estação 
1 erro, iária de Corumba. Se dirigiu ,lll p1id1ê e 0111 i 
quando pediu uma passagem para Baurú. 
Por unia dessas estranhas coincidências. ou 
encontros mareados pelo destino. subimos nu 
mesmo vagão da primeira classe, ela se acomodou 
cnl01:,111do 11 valise a seu lado, nitida impressão de 
que não queria companheiro de viagem. Lugar 
ocupado. Uma velha tática. Sentei três lildras atrás. 
também coloquei minha pasta ao lado, cabeça ruim 
para aguentar aqueles papos chatos de viagem. As lão me deixou pega-lo apena mostrou a Goiana, os trs dmrgmndo. chearamos no me»no 
vezes não tão chatos. dependendo do passageiro ou capa. "O TESOURO DOS INCAS". E comentou. dia. Teria que passar na Penso da Zela. Ordens. 
passugciru. se bem que sempre torcia para ter um É muito bom, fala a respeito do meu povo. sou Sempre que algucm rn:rndavn encomendas. de 
"a, iilo" uo lado e passar 24 horas. até l)aurú. na boliviana. é um livro de histórias. magia e folclore. Mato Grosso, era aos cuidados de Zela, ela mesma. a 
conn:rsa solta e nos amassos ao anoitecer. Quem não Vocc fala bem o português. 	dona da Pensão. Eu conhecia Lurdinha. a moça que 
1 h cu essa experiência viajando nos trens da OIJ? Estudei cm Campo Grande menu objetivo em ficavanz rccc?t;iio.· 
Os cstudanh:s matogrosscnses que estudavam em cursar a faculdade de Direito. mas os meus pais 1:.ncontro.s e desencunt•os. ao pmser por uma 
Lins. Monte Aprazi·cl ou Baurú que o digam ... E mom.:ram e tive que voltar para Cochabamba, cuidar ba.m:a de revistas. pedi o jornal Diario dc l.:fauru la 
também os viajantes. representantes comerciais. da loja que eles tinham. Virei comerciante. Estou estava., na primeira pagina. a fotugnfia da minha 
, cndcdorcs. que vendiam os seus produtos de cidade indo visitar uma irmã. ela mora em Maringá. no amiga boliviana. a manchete anunciava POLICIA 
cm cidade. marinheiros. cm cada porto um amor. Até Paraná. a cada seis meses eu a visito. Aproveito para PRE DE JOVEM BOLIVIANA. COM COCAÍNA. 
mesmo familias. cu mesmo conheci um que tinha ir até Curitiba. lá faço compras. Fico no máximo uma E a história. Jnacrcd1oávcl. O trio subindo pela 
familia cm Birigui (SI'). outrn cm Corumbá e outra semana. 	- -·-· 'barriga. tlt:pois 4 garanta licou scca, até tonturas 
em Dourados. Filho:.? Uns dez. tem sei como soltou a lingua minha nova amiga. E ficamos : senti. E não era prá menos. Ali. no jornal. a históría. 
concilia, a as relações. mas sei que se desdobrava nas ali. no Restaurante. até passar o bilheteiro com a voz detalhada. das, iagens de Rúbia. 
_J ,·cndas de produtos vcterinúrios. • .:coando por todo o vagão. anunciando a próxima Fui até a pensão. conversei mm Lurdinha. 
Os olhos rasgados. tipo japonês. estatura parada. 	!alei da boliviana. Lógico que a conhecia. a "megera. 
mignon. mas com belo corpo. lina e ancas largas. Mirandaaaaaa... Miransdaaaaaà. próxima bruxa. cu sabia. com aquela cara de anjo. foi presa 
tudo indicava ser a moça boliviana. os trajes parada. 	aqui na l'ensão. eu vi quando os homens chegaram e 
lembravam a temi dos incas. Segura de si no andar. Nem havia pi::rcebido. as horas passaram. foram direto para o quarto dela. saiu algemada". 
Antes do trem chegar a Porto Esperança. estávamos chegando em Miranda. 	Rúbia era traficante. Fazia duas e até três 
meus olhos coro se fossem um farol esmiuçara Antes de Campo Grande fomos jantar. viagens por mês. a história e.la innà cm Maríngá. a 
todos os passageiros daquele vagão. não eram passamos a noite. nós dois na mesma poltrona. morte dos pais. tudo mentira. Nem 111u:-.,1110 cra 
muitos. uns vinte. geral menu: lotavam cm Miranda a evidente que na madrue.ada. fria. usamos o mesmo bolivram. ma:. a !ilha de cururnb:11:n-,1: 1:0111 bohviartu. 
Aquidauana. A maioria dos bolivianos viajava de 2' cobertor. • - • ·i nascida em Corumbá. residia na m'l Cabral. perto da 
, classe. cconomizm am para sobrar mais dinheiro Foi uma viagem inesquecível. liquei sabendo "Boite Arar Azul". A policia estava nu pista há vários 
parn as compras. feitas cm São Paulo. A grande um pouco da vida de minha amiga boliviana. ela da mcsos, deseobriram tudo. mas queriam pegar os 
maioria crn de comerciantes de Porto Soares ou de minha. trocamos idéias e caricias. Já no Estado de chefes apesar das preses no início a moçz não' 
Cochabamha.Ohscnaqiamoçaqucnàoconvcrsava ão Paulo. com no,·os amigos feitos na viagem. falava nada. Nadica de nada. Surd;, e muda. Mos 
com-ninguém. apenas sorria quando interpelada. ou cansados. não era fácil manter o mesmo ritmo. de dé-pois ... falou sim. Cantou bonito. 
rcchaça,·a algum conqui. tador que e aproximava con,·crsaçào e de pique. Ela passou para a sua J<.úbia trazia a droga no meio de livros. ro>os 
audaciosamente. 	poltrona. cu para a minha. até havia esquecido o voluui, tuas ou apnuas algutuas pagia:. oco». 4 
Posso sentar'! 	detalhe do livro. Em nenhum momento Rúbia - este cocuitu embalada cm pequenos savos plasticos. 
Ela respondia. num português sem sotaque - era o seu nome - permitiu que eu lesse sequer uma Cocaína das mats purs. Preço em dólar. Em cada 
está ocupado. 	página. Enfim. não pude abrir ou manusear "O viagcm ela trazia dois quilos. três. mas não era apenas 
E vollm a a ler o lino que sce.ura,·a como se TESOURO DOS I CAS". quando não estava em ela. vários 1ralic:m1:s utilua.ndo me/odos dilercntcs. 
l
• ' • 'd d - 
osse uma precrostia e. 	suas mãos. claguarda,·a na valise. 	Livros. quadroo. (érmicas de café. enfim_ a 
Quando não csta,·a lendo. cochila'a. ou fingia os despedimos na Estação Ferroviária. em criatividade dos traficantes no tinha limites! 
que cochila,·a. 	Haurú. ela ficaria hospedada na Pensa.o da Zefa - Uepois de descobrir o mistério de "O 
Percebi o seu olhar quando passei e direção mesmo após indicar- lhe um hotel melhor. disse quc 11:SOUKO UO • INCAS". na prii11dn, opurtunidadc 
ao vae.iio rcstaunmtc. ela levantou os olhos do livro e sernpr.: licava ali. Conhecia como todo bauruense a fui a Conunb:i_ diabo de curiosidade. fui visitar o::. 
deu um leve sorriso. Retribuí. Calma. calmo que história da Pensão. o que fora e o que era no presente. familiares de Rubi, conheci duas irnas. o pui estava 
'ocê chega lá. não atropela. Pensei. Dito e feito. Trocamos endereços. pcgud o :st:u telcfont: e disse preso na Bolívia, a mãe, dona de um bordel em 
ão demorou nem vinte minutos. enquanto que a visitaria cm Cochabamba ou marcaria encontro Ladáriu. Tuúu barrn pi:~i::da. 
bebericava a ccn·eja - como sempre - "quase" gelada cm Corumbá. 	Nunca mais vi Rúbia ou suas inn.is. hoje o 
- obscn·ando a paisagem telúrica do pantanal. um Fui para a casa de numa tia, onde me hospedava ·tráfico é mais refinado. moderno. os traficantes se 
pedaço do céu na temi. vi a boliviana entrar e ao quando passava por Baurú. nunca gostei de ficar na utilizam de aviõos. ma.z.. no.qucla época.. vdhos 
1 
passar por mim. numa daquelas sacukjadas do trem. casa de parentes. mas aquela tia era especial. morava tempos. a prislo da bela morena foi um esci.ndalo em . 
quase caiu no meu colo.. _ sozinha. viúva. numa casa com três quartos- um era Baurüe uma lição das boaspan muitos "viajantes". 
:r---~--_;..._......;. ~---_:_ ... 
Desculpe. disse ela. 
Com um daqueles sorrisos de propagandista 
de creme dental. rcspundi com muiw entu~iasmo: 
Nilo é nada. o destino quer 4uc vocc lomc urna 
cerveja ou um n:frigcrantecomigo. Sente-se. 
Obrigado. Aceito o seu convite. 
O livro nas mãos. 
Prá falar a verdade. estava curioso. nunca ví 
ninguém segurar um livro daquele jeito. como se 
fos.se um tesouro. 
Vi que vocc gosta de kr. qual o título desse 
liv10'! Dcvc ser bom. não o largou desde que saímos 
de Corumbá. 
meu. cativo, P'erancei em Hauri descansando. 
assistindo filmes. visitando as livrarias e quando o 
fazia lembrando o livro da boliviana, de Rubis. 
porqué não havia deixado abri-lo ou pega-lo'! 
Estudante do ocultismo, iniciante, senti que havia 
algo. M;y_, o que'? 
A resposta veio na sex,a- teira. havia chegado 
em Bauru. na terça. j estava me preparando para 
viajar novamente, visitara os companheiros e 
recebera uma nova mr;são, desuno ioima. Só que 
dessa vez , iajaria de carrn. cm ctvnpnnhia de dois 
amigos. um conferencista e u cobrador. Saitiauros 
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llr., il, Geraldo abone. d olho para o n , J,·lo-11 
comerial deu um um«lho "oaoeto ter que taba!ar 
p.,r., 1,-r (.ompttitn 1d ,d,. 1'1,·t 1 t parar de pensar nos 
próximos E2mesesepaat apenar nosprommos l2 anos •. 
Educação: Qualidade" este é o ponto mete a ser bus.ado 
pelo ensino A educação forma oid adão do futuro. 
lalvez, tenhamos de olhar mns a tossa volta par.a 
ptourarmos mtsorsas boas a instruir, ito é lição de 
ciJ.1d.111i,1 a lo1w,, p1.1111 
Moda 2.001 Poise! Ao contrario do que imaginavam ha 
1111, ano, alr.i, no século ?0 ninguém saiu d 
sruas vestindo trajes de astronautas. A tecnologia trouxe uma 
ótima combinação de materiais e tecidos que imitam fibras 
natm,ii, com a .1t1l,1gcm d,· okrc cr 111,11, conlorto e 
dur.,bil id.rdc. 
Exame da Próstata : pesquisas ainda em desenvolvimento 
tentam nvaliar u papel de urna protcrn,1 li IK2) rnwntrJd.1 no 
sangue quando o câncer da próstata se manifesta. Estudiosos 
tentam cncontr.1r 11111 c,,rmcdc sang11c,ap.11 de id,·111ilic.'l•la. 
L,w,LUl:Ll.'.ri1s1:11a.=JL; O c.inc,r d.1 prósta1.,. e o ,cgumJo 
tumor com maior incid~ncia Jlll, hnmcn, bra,ilcirn,. Se 
descobrirmos como tazero tal n:unc no ,.mgue n:io ,cr: mais 
n,-ccss:irio fa1.cr o c,arnc de ·,oque". O jeito e turccr para dar 
certo! 
~[OSA-!l.· J:i começam a d"cutir uma pcrnarra mais 
"ecológica" e talvez, a adoção do "boi , rnk". Um jeito 
i abrasileirado de criar gado: solto no campo. 
INFHA-F.STH ITURA: SJo Paulo tem a mclh,,r ''"ª de 
domicilios com saneamento (90.2% )e Tocantins a pior 
0,7%). 
l'.BEEf.lTUli1: Ele determinou que todos o, barc, e boates 
deixassem de , cndcr bebidas alcoólica, a p.1r111 d.1 l h da 
manh,1: promOcu uma campanha de de,,mn.1rnento da 
população e contratou atores qu..: "brig:c,scm·· no tr:in,ito 
com motoristas que desrespeitassem as leis. 
l' ~F.FF
0LTli g,._ -li: Ao me mo tempo aumen1ou rmpo,to,. 
fez crescer a arrecadação. demitiu funcionários. 
recstrnturou ,·.iria, instituições e prnrnO cu um aju,tc li,cal 
na sua prefeitura. Seu nome ,ntanJs i!ocku,. Prefeito d~ 
13ogot:í [ Colômbia J. 
NF:GÓC'IQ__l), Clll~0: , populaç5o da China atingiu a 
marca lk 1.2 llilhiio de pessoas. Isso d.í a soma da populaçiio 
total de habitantes da Europa Ocidcnlal e ainda mais seis 
outro, grande, pai se,. 
G.:'•ulc....Q!)'jJ1ha : Os preços foram liberados para o 
consumidor: Com isso o botij5o J,Í pode ,er reajustado na 
região Ccntro-Oc,tc. Porém a liscalizaçào ~,t;ir.í preparada 
para Cllibir abuso, . Na, rclinaria, os preços continuar.io 
controbdos. Enlim. mais um aumento! 
Rcmí-dios l'roihi<io, : ./r11i.1rérw ela Saiiclc divulgou lista 
dos rern,'dios que foram recentemente proibidos. - 
 Agénea acional de Vigilância Sanitária di, ulgou o 
nome dos 11 produtos que contém em sua formula o aciJo 
bórico Os c,t_udos re, ebram que a, ,uh,1:inc1a, podem 
provocar into~icaçào. alteraçik, ga,1roi111eqin:iis. 
insuliciência renal e até a mnne. 
nr IA VISTfl 
Proieto de lei da veread ra Ci a ino 
define as cores oficiais dol ini 'ípio 
r 
lo apresentado na 
seào orh;nata da mana 
passada da Camara 
Municipal. o Projeto de Ie1 
n' 007 (J 1. d.: ,ll!tl>íl.l dJ 
'nc.,dm., l 1b..-r,1ty l.rno 
Jl:rltil,111i (1'~1)13). ljll<: 
dispõe sobre a definição 
da, ,ore·, of1l'1a1, do 
111unidp10 de BclJ Vi·,1.r e 
dá outras providências. 
O Projeto. que está 
tramitando nas Com1ssões 
Permanentes da Cílll:rra. 
institui o , cnk mala l' o 
amarelo ouro ru1110 a, 
cores oficiais do município 
e obriga a sua utilização 
pela a<lminiw.,'.àu pública 
municipal no pra,o 
máximo de seis meses. 
,pós ,uJ ,ot,1çiio e ern 
sendo aprovado, os prcdiu, 
públrl'os. prúpr1os 
Affi!.S.ó: Na Europa a, prcornpaçõe, com o, íru, d., altosa, municipais. carro, oliciai,. 
prosseguem sendo manchete,. Lú a mcc.mi,.açúo , mal~riais de consumo e 
uma pecuária intensivista melhoraram a prnduç:lo e publicit:írios. passar,io a 
diminuíram ll preço dos alimentos, mas também facilitaram J serem caracterizados pela, 
propagaçàod.1 epiJcmia. 	c 
O 
rc, oficiais a e i ma 
descritas. inclmi, e a 
logomarca e o t1.:111a 
(,logan) da admini-.traçàn. 
senJu , cdada a utili1.1çàu 
de outras core, sub pen.1 de 
cnmc de n:spon,abilic.ladc 
do administrador. 
Na justificativa do 
l'roj.io de Lei a Vereadora 
l.ibcracv Lino Ba111l.1111 
observa que cm todo o 
1 lrasi l as adm intstrnçõcs 
1 Í!re11dor11 Cirn Li110 
paredes dos prédios 
públicos e outro, bens 
serem pintados com a, 
c ores da no v a 
administração. Por esses 
municipais tem gasto JllOIJOs. cntrc outros. 
c,pressi, as somas cm proponho c,,c l'roJetn de 
dinheiro para car.1c1erizar Let que. n.1 , erd.1dc. não 
o, prédios público, e i m p e d e q u e o 
dcm.11s brns do município. a<lministr.1Jor aplique sua 
0 que se repete a cada lo!.!omarca e ,cu lema de 
quatro anos. na maioria das administração nos prédios 
,C1es sem ncces,rdadc. publico,. ,ciculo, e 
apenas e tão somente para malcnais de corhurno. mas 
s a t i s f a z e r o s define a utilização das 
administradores que. dessa cores oficiais de rnaneirJ 
forma. querem <lar à que seja pr..:,cnada a 
administr:iç5o púbhca uma identidade do município e 
idenudade p.:ssoal. reduzida as Jcspesas 
"Quem termina custeadas pelos 
pagando esse capricho dos contribuintes a cada quatro 
admimstradorcs é sempre o anos" diz a ín1egrJ da 
con1ribui11tc. que ao im és justificativa da Vereadora 
de :cr remédio na prateleira Cica Lino. 
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L.....!.ISTA: l lipoglós. Des,1pé. AD Zinco. Eti.:Jcrrn Pó. 
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VitaminaA+D. llom llor:icic:1 e lhido de Zinc,,. 
Genéricos para Pecuária : O Brasil irá produzir f'l:rnédios 
para a pecuária. Pelo mcno, foi a promessa de FI lC. não 
falando ,obre número d-: remédio, a ,crem prmluLido, nem 
prazos. O Governo se compmmeteu a im..:,tir mais no 
marketing da came brasileira no m~rcJd,) internacional. 
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11 t 
1
:, • ,' ! A 
E6IIIIIE 
oHÇAMrNTO 
Administração 
debate coma 
população 
NOTÍCIAS DO LEGISLATIVO 
hoeo ar sena4u 
Parada do ónibus foi aprovado por un unmmade a 
indica ao do vereador Presidente da Câmara Muni:pal 
de Porto Murtinho, Ailton Sanches (PsDB) enderesada 
,,o pl:k1t11 m11ni,jp;t! e ao, J)irdorc, <l 1 1 1.1pa 1 
Cruzeiro do Sul, que se laça um estudo do 
rc,1.ihclc,111wn10 <l;i pjr,1d.1 <lu im,b s noturno, que 1..lll 
,k Campo Ci1,1ndc:. n.1 e111r,1Cl.1 d.1 c1cL1dc. n:1 ,ilturJ do 
··1'orquin1t11··. /1lton j11,1ifíco11. que cmn ,,,.1 J',,r,,d l 
pockr:"t bL·ncfídar muitm nwr.1<lor-::. (Jll: n.: 1drn1 
llJqucl.1 rq;iJn.  isto que, no horário em que chega o 
,inihu.,. cm l'orlo ~!11rti11ho. n~o h:í mc10 de transporte 
alternativo e que ha pessoas idosas, com mtas 
bagagens, torando-se dificil o carregamento deses 
volumes. Ailton aind,1jll.'>ti!ico11. qu.: é conhecedor que o 
moliH> d:1 proihiçào d'.l parad,1 do ónib11 n.1 c11tr.1d.1 da 
cid,1dc. ou mesmo na cstrad,1 t: por questão d.: sq:ur.m,L 
mas hú de se usar o hom sen,o. vi,to qu.: a c1d,1d.: de 
l'orto lvlurtinho não okn::ce riscos e que essa medida ira 
beneficiar muitos cidad:ios murtinh,nso. 
principalmente aquelas pes;oas mais idosas. 
Criação do balcãudc lmorcgos 
( J  
1 
_, •, r ,_ , ll , 1 , (l'I 1 ) 1 ,J .,1,1 .1 
faDretvra pua qr s +e pedente o Prefeito 
Munipal no entido que e te o alo d 
Lmpregos" pata J te [ai ada (1.J,l,1,. 
voluntariamente. as pescas dempteadas € 
testam de umcmpro Indiou ada que cm ca» 
de surgimento de vagas por empresas que vetem t 
realizar serios na cidade de pte!erenia aos wdad2os 
murtinhenses, vsto da dtiuld ides aqui encontradas. 
para conseguur umempreo. 
) vereador justificot que este fato Ja 
const.1t.tn111> no nosso da a-dia, torando frágil .1 
dignidade dos murtinhenses pela falta de opções ao 
trabalho, que .1pr.!fcitu1,11nuni,ip.il. JUlllU a ,.:,,.1, firrn,1,. 
seja o agente para oportutzar o emprego a essas 
pessoas"".finalizou Serio 
Para o .<'t'r<'lrírio 1111111icip11/ 1/e gol't'rll0, 
foç Santos, "esta é a 111.dlwr /11r11111 tf,, l<' saber 11 1[11<' 
1111111f11ç1i11 rea/111t'III<' quer" 
Iluminação Pública 
/., cn:.1JorJ Sôni.i ;-.l,m.1 I cncir:1. PPB, requereu 
' 
ContrataçãodetimVeterinário. da Jlc<,J DirctorJ d,1 Gmwr.t lunicip.11. que scj.1 
enviado expediente ao prefeito municipal, com copia ao 
O ,-er,.ador José Miranda (1'1), em plenário da secretário de Infra-estrutura e ao dir.:tor d,1 l:.ncr,ul. no 
Ct1mara M1111icipal de111111cio11 enorme quantida
d
e de sentido de que arrume a iluminaçJo public.i, nas ruas Dr 
1111i11111is domésticos lflll! podem frtm.smitj_r doenças Costa Marques e Pedro Cck,tino. na, proximidades do 
i11/ecto-co"utagiosa gra,·e.s, além de· co
11
tro/ar outra.s Condominw da Marinha e da Casa da Amizade. Sônia 
doenças. 	,. Dr ; • , , dis,c que o requnimento. ,cm at,:n<lcr a, rei, indicações 
O Vereador Jose Miranda. I f. mdH,:ou ª m"~"-ª . dos hoteleiros. bem como as moradores que ali morJm. 
'diretora que seia enviado_Pedinte ao Prefi! 4to que a eurido toma conta daquelas ruas e h+ 
! olumc1pal. com copia ao Secretario de Saudc. parJ que muita, pc,.,o:1,; qu.: <'studarn à noit<:,: por ali transitam. 
seja efetua<lo um estudo. no sentido de contratar um corr..:ndo ,ério, mco,. Sónia ainda justificou. que esses 
médico veterinário. para atender as necessidades d reparos devem ser feitos urgentemente. já que a 
municipio. Em sua justificativa. o vereador Zé Mira
nd
a. ilummaç;io é inadequada e ínsulici<:nle para o transito 
disse que a necessidade de um vctcnnano. se faz para qu..: d 	1· .. 
11 • • • 	- d noturno e pessoas que por a I p.i,,:11 . 
faça a orientação do controle e detL':Ç:JO e zoono,es. 
:-.midade animal. no setor de vigil.inci;i sanitária. ou 
mcsmo oricnuw:lo aos pecuaristas. Lc :,,,1iranda ain<l:1 Transporte Escolar 
d,:staêou. a gra, idade do problema. rekn.:nt.: a enorrne O ',:r.:.,dnr 1l!nol Gan:1;1 Neto. l'L. indicou it 
quantidade d.: des e de todo o, tipos de animais ksa Diretora da C~~ara funiciap:.il. que ofíci<: ao 
Jom~,ticos. que ,:stào a pcr.imbulan:rn pela cidade. Prefeito Municipal. com copra a Secretaria d,: Educaç:o. 
principalmente nu centro da cidade. podendo transmitir parJ prm 1d,n, 1,1r a locomoção dos alunos da wna rural. 
ou proliferar doença, infecto-r<intagiosas gra,.:s. prccisamen1..: n,1, la1cnLI~, Ar.-,;a1ub-:. Santa Carrncm. 
Finalizando. Zé Miranda disse da necessidade deste Aparecida e Eldorado 
prolission:il. para oricnt.ir mclh,"IJ"; o trabalho na Justificando o , ereador disse que n:c<:bcu 
, igilãn<:ia anitária. principalmente. ao, açougue, e informações dos responsáveis por essas fazendas. que o 
supenn..:rcado,. 	transport<: é pn.:cari,,, irregular. mui1::is, c1.:s faltando 03 
, a<.:s n:i s,:mana. inclu,i, e que na semana passada não 
hoU e tr . .111,porli.: c,..:olJr. pn:jut..li..:anJo o and.imcntv 
escola 1. 
enol solicitou ao chcte do I cutto. quc totu 
,., I'"" it..1:nc1a, n,c<:ssária,. a lim <l.: quc: n:,oh a L-,.,c: 
problema. que al<.:nderá n:io somcnll: ..:sscs aluno,. '"ª' 
tambêm scus pats que s:io tb n1ern,r,·, pn.:o..:upado, n..i ,u:J 
fom1açJo e JanJo urna rnc:lhor -JUJ!iJJú,: na .:ducaçiio. 
evitando também o problema da repetência e evasio 
/ l'r.:Ji:itur.1 de Porto l'vlurtinho vcm realizando 
sucessivas e sist,:m:iticas r~oniõi:s. sctoriL.1t..las. com a 
• populaçào i:1>111 o objttiH> d.: c,tabelc<:i:r os 
illcstimcnto, prioritários do município par.to ano de 
2002. 
Os ú,:h,llc> , i:111 scnúu leJtus, JÚ 101 Jtll 
rc-;tli1.mlos quatro rc·Jniões. com .,lunos da red,: de 
ensino mt111i<:ip.il e e,tadual. no, baim» e cstào 
programadas cerca de 30 reuniões envolvendo os 
sctoresorl!anil.ados do município. c111110 as entidades de 
classe. Questionários são distrbuidos aos participantes 
qu,: ,,µont,1111 u, :,,.:tul":S undc di.:1 cm ser kn,,:, os 
ill estimcntos. ··Foi dc r.:uniõcs similares r,aliw<las ,:m 
1999 e :!OOO. que saíram as id..:ias que hoj.: o município 
.:s1:1 rec,bi:mlo investimentos do Estado. como a r,:J.: de 
..:sg<>to qui: lrni.: está sendo implantada. o asfaltamento 
da cidade. a r..:limna completa <le e seu las como a ··Jose 
Bonifúcio··,: a constmçào do novo hospital .:ntn: outros 
beneficios" ressaltou aulo Soares de Oliveira. 
coordenador do "Orçamento Participativo 
. t•a
1
,, o ,-..:c,et:.rio municipal d,: goCrno. f·abio 
dos Santos. ··,,,i,,,.: a melhor forma d,.:;;~ 9b<:r n qu.: a 
população realmente quer "E ela, a pvpulaço. que 
sat onde estão as delicietcras e nós, enquanto 
Admimt:traço. tenro> que procurar vablzat aqutlo 
qu..: a popul,1ç,10 m,sapom.u·· compktt>11. 
Estas reumóes sjo a previa para uma outr.1 que 
ddinir,r o Orçam..:nto de 2002 através dos 
representantes de cada setor escolhidos nestas reuniões. 
que n:presentadio ,cus setor<.:s ( bairro. categoria ou 
entidade) na discussão final após levantar todas as 
prioridades e eleger as principais. "Este sistema tem 
dado cato e aos poucos sc vai mudando a cidade 
considerou Saulo de OlivcirJ. 
O prefeito Abel Proença tem partic_ipado de 
quasc todas as reuniões e, e com bastante otimismo a 
participação popular. "Estamos procurando lazer uma 
administração para o povo. , 1sando exclusl amente a 
melhoria do município e com isso objetivamos também 
mu<lar consciências. par.i qm: a população amc mais sua 
cidade. cuide mais <leia e valorize os benefícios 
rnnquistados·· disse o prefi:it_o. Outro ponto positivo, 
observado por Abel Procnça e o foto de que com isso o 
munícipe vai sc politiLando cada vez m:11~ ao mesmo 
tcmpo cm quc fica por dentro do que se está fazendo ou 
,c, ai fazer. como será li:ito de forma a ele propno estar 
consciente para cobrar do poder público as prioridades 
que cl.:. cidadiio ou cidadã._ ajudou~ apontaL ··É um 
, crdadciro exercício de cidadania concluiu Abel 
Proença. 
L.-----------------=:-==-~-·~ 
• Intervenção no Lixão 
Outr.i int..licaçào ,olicitat..l:J a Mesa Diretora. pt:lo 
Verador Zé liranda. foi qu<.: olicic ao Prefeito 
luni<:ipal. com cópia ;10 S..:cret:trto dc lnfra-e,truturJ. 
",licitanúo Ul'.!entc, pnn id~ncia, san,:aJúrJs na r..:giiio 
do "lixão"haja isto que estão causando transtornos aos 
habitantes daquela região 
Em sua justificativa disse que <.:st:i 
··extr.Jpolando o limite <lc tolerância e do bom senso. os 
transtornos que, cm causando aos habitantes e pequenos 
produtores da região da Colônia Bocaiuval. / começar 
pdo oúor li:tido e jà insuportà'el exalado pelo lixo 
dcpositado no local. chamado lixão. passando pelo 
acumulo de to<l:i cspêcie de lixo. animais mortos e outros 
materiais. ali depositados. /.inda existc a ação do vento. 
que espalha toda espêcie de material. atingindo inclusive 
os animais criados pelos pt:quenos agricultores. afetando 
a saüde destes e causando prejuízos. Em se tratando 
ainda de saude humana. creio que também nãQ _seja 
salutar para a saúde. Por tudo isto, nos parece que seja a 
hora de dar um tr.ltamcnto mais adequado àquele local. 
procur.indo melhorar a qualidade de vida. acabando com 
o odor e dc melhorar a compostagem de lixo sólido ali 
depositado. d..: fomm a não causar maiores transtornos t: 
atê um mal maior à população humana da região·· 
finalizou Zé Miranda. 
Patrolamento e encascalhamento 
Outro rc.:qucrímcnto feito pt:!o , .:re:idor /.gnol. 
foi a solicitação do patrol::tmc.:nto.: cncascalhamcnto da 
rua Porto C:im.:ro e suas imediações. haja, is!O do estado 
caôtico <lc cons.:rvação. princip:ilmente nos dias 
chu, osos. tomando-as intransitâ, cl. aos pedestres. 
ciclistas que porali transitam.,gnoljustificou que. a rua 
citad:i necessita de reparos urgc::ntes. j:i que há muito 
morador.:s que por ali transitam. principalmente nas 
proximidades d:i Vila Militar e aind:i d:i act:sso ao 
Gn:mio de Sar!!cntos e Sub-t<.:nentes e ainda de ser muito 
utilizado no :ic-;;sso ao clube cm dia de eventos sociais. a 
fim de melhorar o tr.ifego de , eíc:ulos e de seus 
morador<.:s. 
. J 
D R O G H R I A 
DBOGJJ.LIDEB 
• Jlv. Brasil • Caracol / MS 
..,.,, 
NÃO DEIXE A CASA CAIR. 
TIJOLOS· TELHAS - CIMENTO 
TINTAS - PISOS· MADEIRA 
Av. Brasil - Caracol / MS

5------- 
Cârnara é Notícia e Informação 
lndir;; çôes e Prouosições verbais ap.resentadas na sessão ol1Jínáriade segunda feira • 11 .. d- a 28/05: 
Vcrcat1or Wal Ir c~,C~">o . 'wl1e1•,,11 ,: , l'r.:f,,,,, :ltm,,,p 11 
que detriue ao ore+ ' .. 11J1j ttente areal+ 10 dt.· .'"'.,.l/11~··, 
t areia das atea de lazer utilzadpelas ri .. ul)- 
1
-.. ··.1 l ljJJ Ih 
vmapentado problemas de mteos de pele de acordo 
tom as Ides porelente lotam contaminadas nses 
loca" MWahhit lembrou que a mator parte das arcas publicas 
em que as trants o(umam hrHll,U 'i,ta ,th(rt,h. o qth.: 
l,1,il11,, 11 ,lL<'l'<l de :11111,1:11, ck 1od.1 npfric e. 
consequentemente.a contaminação da teta por bactérias 
Vercactorn 0rla111!n freitas rios Santos - ltc11l·r,,u 1ndic.1çõn 
•'" ~-·li<l.11 '" M1111lcip.d de 011r," p.ir.1 que prm idrncic o 
w11"'1t.1 i!n ,hl.tlio cm lr,nlc ,111 'i11pcnncrc,1d,, irco lri,. 
lllll.lr um enorme buraco tem causado transtornos aos 
11101ori,t,I'. rn11w d,11u1, l'lll ,cu, ,clculm. / Vnc,1dor,1 
observou que nos di,t, de d111,1 o prohk11u fica amnda mais 
gr.1w porque <h co11d111oro 11.10 1~e111 o b11r.1co e além dos 
danos e a .,ria, proH1-,,dn, pelo i111p.1c10 o, , c1rnlo~ aind., 
jogam agua suja e lama nos transeuntes e pessoas que muitas 
Vl..'/l'' p.ir,tm na calçada para se proteger da chu a. 
Yercador lléllo .Dlórlo . let as ,q,:uintc, r,i, i11d1c.u;cie, no 
~enct:irio lluni-ip.tl 1k Obra,: P.1trolamcnlo e 
casc.1lh,m1cnlo d.1 rua 11.,r.lo do Melgaço, nos fundos da 
Serr.1ri,1 lalini. rc,,,,l!J111h1 que aquela via de acesso não c-iá 
cm condiçik, de ,uport.,ro lr.tkgu pc,,1d11. como o transporte 
de 111:idcir,h par:> a rekrid,1 empre,,1, 
- Recuper.içJo d., ru:1 que passa nos fundos da 
ch:icar.1 do Sr. Ccle,tino l-re11.1,. no h.,irro Ccrradinho e 
c_olocaçJo de hucin» com diC1rnetr,1 suficiente para dar val1lo 
à, agua, plll iais. "1m pcriudo, de chuva trm gr.mde lago se 
forma, causando problemas .10 proprie1:irm e danos as ruas 
próximas, utilizadas p11ne1p.d111ente pelo, , dculo, que 
fazem o tran1portc e,col.1r" 
: Colocação de bueiros na chegada do Cemitério do 
bairro Agua Doce. para que ,c,1a s;rnado dcfint11vamente o 
problema prm ocado pela vala que se forma por oca,iào das 
ch11va, ,. prej11dica o 1rjn,i10. pnn,1palmente de ,cículos 
pc-qucno,: 
- ( onserto da estrada de acesso à l'ou,ada llacun do 
pa, localizada ;h margen, elo mi P1np11cú. pró,uno a Darra 
do rio Ap.1. "tratJ->e de um rn1preend1mento turi,11co rccem 
implant.1do. que -stá pront,, par.1 ,er inaugur,1do mas a 
estrada se encontra pr.111,amrnte ,cm cond1çõc, d, trãn,110". 
un6 
• i 11 1 1 1 n Vrn:::.lnr d,., I);º"" 1xd1 .1 
vrstala ao de um telefone pib!io, tipo orlho", na atea do 
Po to Irevo, localizado no prolongamento da rui Burlo do 
Ladario e Avenida leodoro Sativa, considerando que no local 
é grande o moimento de caminhoneiro e,; , i.1j m:c, 
~.,lten:ou que n:,, proximidades existe um tcld ,,.., publico. 
111:15 cni lo<..JI muito (',curo e ,cm lohcr1ura, o q11s- d1liu,lt,1 
,u:i uttli,a~,)o no, cli,11 de huvac no período nnturm, 
y_ereadol,lutloJ.ell!l • ~olic11ou au l'rcfci:o e .io ~crc1;irio 
Munkip.11 de Obr,1 que dctcnninrnt providénc,.1, para ,.m.ir 
o p1oblcm.1 da água que c,cor,e pt:rn1.,ncnk1111:ntt' pd.t ruJ 
1iradcnle,. abaixo d,t ll.1rà11 do Lad.ino iíinnou que n.1 
rdcrida rua existe canalização de águas pluviais, o que 
focilitJ a ,oluç:1o do prublcrna. 
Ao Scuctàrio Municip.tl -de ,dmi111,trJçJo Jul,o 
Lcilc solícilou o cnv,u :, Cfün,ira d.1 rcl.,çJo do, candid.,tos 
aprmmlo, no último concur,o público municipal. rcali,ado 
na admini,lraçJo Pª"ªdi!.. 4ue n.'lo foram chamados para 
ocuparem cargo, na Prefeitura Munkip.il, com wa, 
rcspccliva, funçõc,. 
O Vereador também reiterou Rcqueri111cnlo .i 
Secrclária Municipal de EducaçJo ,olicitando o envio a 
Câmara das St'guintes infonn.ações: Qual o nome da empresa 
contratad.r para nngariar fundos lta cidade de,tinados j 
compra de livros para a lliblioteca Pública Municipal. o valor 
da comi~ão paga, empresa para a coleta desse nurner.írio e 
cm qual conla c,tá sendo depositada a imporlància 
arrecadad.1, bem como cópia do contrato celebrado para essa 
arrecadaçilo, do olkio que c:,tá sendo apresentado aos 
bdavislcmcs solicitando a colaboraçJo. a rdação da, 
pessoas que colaboraram e o, alor arrecadado. 
Julto Leite obscr, ou que a t"<!Sposta enviada a 
Câmara. sobre o Requerimento acima. é mai, uma "máscara" 
e totalmente sem sentido porque não infonna nem explica 
nada. "Isso faz com que a gente passe a duvidar cada, Cl mais 
da transparência pregada pela aluai administração pública 
municipal. Se compraram li, ros como dizem na resposta por 
que não enviaram as Notas F1scai,. aíinal de contas as 
pessoas que deram dinheiro para a aqui,,ção de liHos 
cerlamcnte querem ter um compro,ante da dcstinaçilo 
correta dcs,e, !!curso,". ressaltou o Vereador tucano. 
Vru: or n I .. ti P,rct:--"S - ''"I ! lll .. , 1 
1
·' l'•'- .HI 
Municipal c ae «te d o Muni+puf d0has qu 1 hl h ,li 
a ons!rusão de ums arca de h±o .. 1 1 l 1 "' 
1
1 h.·ti.. 
1
P l ., ) 
( kr; .1,.i te, no D) trito ' s" de J .. ,, 1 i !. l 1 !.· !..: I' 
11
l1
1
" 
rnfJr:ul q1.J...WtJ J e ele e .arpo de futebol de ate 
iluminado Ramo frisou qu Maqueta pepula ema nu!ade 
n.ão d is p ô 	d e um l oc a l J d .. '-Í aadop aolared :  .. ( IJih ••• , ' l 
rr.1111..:. ... 1 ,!.: e j?(lth,:-, Jhl! p lrt . .' tLi Jll4.1 :,;.l. , .. d,. r~ nh! 
1
" tdl 
era! 
Vereador C!ltu!lo llr:o Hltrn - 1.,,,1, ,:. " ·"' <,,u,t.n, 
1 
Municipal de Obras que determine a realizais de servisas de 
limpeza da valas, patrolamento, asalhamento e limpeza«d1 
ruas no Conjunto l l.,bit.1(1<>n:.il lo.t I pu.111~J <,~1111,., 
observou que as valas estão entupidas e nos dias de hia as 
:,guJ., pr:;ri..JJTlCnh: lllUtld,1111 O rcknJu ( tHIJl'í1lP ...... HJ,LHIJ,, 
pryuizos e transtornos aqueles moradores 
io S,,l. e à Vilincia Sanitar.a c,-iul111 r,·<.l,u 
prm id~n.iJ, com rd.,ç.Jo • ao m.,u dll'trtt lJ"" e,1.1 ,C'ndn 
ealado da Lagoa de Decantação do sistema de tratamento de 
esgoto da cidade. localizada no bairro da Cancha. Ressaltou 
que O rnoradorc, r,dJmam do probkm.,. prtnup.1111,,·nlc nu, 
d1J, de chu, J e ,c11to. por 1,,0 acr,d1lJ que n.lo c,1.,r h,I enJ,, 
trJt.1rncnloadcquJJo na Lagoa. 
VereadoraJíberacy líno_B_attllanl • '>olic11ou "º I "u,t11n 
1unic,pal que informe o, rnotivm pelo, 411.11, 101 rd1rJ,J.1 
p.tnt: do, beneficio, de insalubridade dos funcionários d1 
'>ecretjriJ de ',aúdc e de Obras. que t<:m e,,c dir(tlo. ( '"' 
-..1licn1ou que J atuJI admini,LrJçào pagnu o hend1ell1 
normalmi:ntc no, primeiros meses e agora simplesmente 
cortou a insalubridade sem dar qualquer explicação. 
reduzindo significativamente os c:ncinu:nlo'> do, 
limc,onJno,_ 
Cica Lino wmbem pediu ao Executivo Municipal 
1nlorma,õc, sobre um Re!Jtóno de <;i1uaçJn dc In,alubridJde 
que foi encaminhado. ,cgundo cl.1, dc formJ irrcgul.ir. •"" 
funcion:irios que r,-ccbcm o bt'ncfic,o. Observou que quem 
deve fazer a avaliação dos funcion.ino, quc t<:m Jir.:,10 a 
tnJlubridadc e um proíi,.,.onal habd1tado. ca,o wntrario o, 
wn id<1rcs podem ,cr ludibriado,. li 't:reJdora também quer 
,abcr quem t:m111u o referido documento, que não con1é111 
timbre. ª'"natura c muito mcno, o ,cu re,pon,;i, cl 
[ / 
i 
33 ! 
I 
'· i 
,. . -------- 	• 
Foram dois anos de #saiizaçao, vacinações e muito trabalho que valeram a pena. 
• Hoje, o Governador Zeca do PT receberá o Certificado de Zona Livre de Aftosa 
da OIE - Organização Internacional de Epizootias - na França. 
Isso significa que o mercado internacional reconhece a nossa vitória na luta contra a doença. 
Significa também que nossos produtores poderão voltar a exportar carne, 
gerando desenvolvimento econômico para o Estado. 
Tudo isso.é possível graças a parceria entre o Governo Popular e os produtores rurais, 
que estão gerando mais empregos e promovendo a paz no campo em Mato Grosso do Sul.. 
Essa é uma aliança que provou que nem sempre é triste dizer adeus. 
O GOVERNO POPULAR e a SEPROD, ~edicam o Certificado 
de Zona Livre de Aftosa aos nossos técnicos do !AGRO 
(Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) 
SEPROD 
Secretaria de Estado 
de Produção 
4d 
~ ~~ 
ruro GROSSo DO SUL

Cidema divulga ações 
A IJ O f 
Técnicos do 
(II MA Consórcio de 
Intermunicipal pata o 
De se n V OI Vi m e n l O 
Interado das bacias dos 
tos Miranda e Apa. 
,. , t 1  e, ,1111 e 111 I' o rt o 
~l111tinho para divulgar 
suas ações, O assessor 
t ·,ni,·o Lorivaldo /nllinio 
de Paula e o Professor João 
l aneisco Vieira, da área de 
desenvolvimento 
sustentado do Turismo da 
Universidade Católica 
Dom Dosco (UCDD), em 
uma palestra que durou 
, mui, de duas horas. 
expuseram as atividades do 
CIDEM/ e enfocaram o 
turismo como fator de 
desenvolvimento dos 
: municípios. 
Lorivaldo /ntõnio 
de Paula. disse das açõc, 
desenvolvidas pelo 
CIDEMA, como captaçãÕ 
de recursos para a atuaçilo 
'nos 15 municípios que 
compõem hoje o consórcio. 
'cntrc eles Porto Murtinho. 
1 
como a colocação de placa, 
de identilicaç(io de ponto, 
turístico,. indicação de 
estradas. divulgação do 
órgão. elaboração de 
projetos de interesses a 
partir dos recursos hídricos 
o envolvimento dos 
municípios as bacia, 
hidrográficas. empresas 
estatais e privadas com o 
estreitamento das relações 
com estas empresas 
interessadas do setor. 
"Basicamente tudo a partir 
dos recursos hidricos. pois 
• embora tenhamos água 
potável cm abundància 
aqui. este é um clcrncnto 
1 escasso hoje no contexto 
mundial. inclusive corno 
elemento gerador de 
energia. que em breve 
estará em falta no mundo 
'inteiro" desiâcoÜ 
• LorÍ•aldo. 
egundo de. ;ilguns 
projetos são 
transfronteiriços. pois são 
integrados com ouiros 
países e buscam despertar a 
atenção conjunta de 
governos. buscando 
parcerias com a sociedade 
civil e o setor privado. 
Além dis,o. h:í integração 
intermunicipal por 
c:-.ccl~ncia. pois existe urna 
interligação devido à 
utilização da água a 
começar pelo :ispec to 
econômico. como a 
exploração do turismo. 
Existem também os 
projetos de intcrcsses 
comuns entre os municípios 
através dos projetos 
desenvolvidos pe lo. 
Como anda Poro Murtinho 
(em obusto de e!horar adsquat a ad ' 
'I ... ? '' ,1 u l : ... Iher qui!d. 'e de vda • 1 ' 
o Preteto Mtuipa! Abl Frena. 
noturno,na H la lomar laranrtts.pata as«ntrmner 
numa imtatvalara de melhoras do turse humanos na 
are de satude 
egundo informas extra-ofiars, o numero de 
encaminhamento a ampoGrande,mnhua de melhore»e 
maiores recursos, tem caido verttgmroamente resultando 
numa grande economia nos pastos da pretrtura, com 
relação à passagens, bem como, atraves de transporte de 
ambulância. 
Porto Martinho amnda em breve stata om o eu 
banco de vanue montado, em parceria como Hemosul de 
Campo Grande Hoje o laboratório do munteipo, tem 
condições de fazer vários tipos de exames, com alto grau de 
precisão, como exame de sifilise AIDS 
Ü municipio, ainda conta com um médio 
c,pec1Jli,1.1 na arca de Dermatologia, o que torna possi.la 
avaliação, bem como o diagnóstico de problemas de pele, 
como doenças contagiosas, tais como: Condiloma, sarna c 
micose, entre outras doenças possivelmente transmissiver 
através de contato. 
l'[NUt::'-ICIAS 
 
 
Dâcio Queira: - Presidente do CIDEM,1 
CIDEiVI/ e que estão em esta mesma vocação que serviços substitui cm 
andamento, como o Alter- está centrada no turismo de grande parlc as exigências 
Vicia que é também um dos pesca que está falido. "É criadas com a revolução 
projetos transfr nteiriços. necessário âílorar para industrial imposta com o 
pois se aplica ao Rio Apa e diversificação do turismo. s e u s u ri m e n t o • 
envolve o Paraguai e o aproveitando os recursos possibilitando a amptiJção 
Brasil. Conservação da imensos do município de funções proporcionando 
Cabeceira do Rio Dourado. evitando a prática ao trabalhador exercitar 
Disposição Adequada das predatória e cxplorando a outras funções de sua 
Em b a 1 age n s d os capacidade nata do nptidfo nas horas vagas. 
Agrotóxicos. sinalização rnurtinhense cm receber Com isto mostrou vários 
Turística. entrc outros. bcm o lllrista e o meio exemplos de como cm 
além de projetos q_uc ambiente" destacou. países corno a França 
deverão ser implantados Pára o professor da conseguem se manter-entre 
dentro de alguns dias corno UCDB. convidado especial os países mais ricos do 
os Cursos de Capacitação ccativodoCIDEM/.oque mundo. em boa parte 
cm Atividades do Turismo Porto Murtinho necessita é sustentado pelo turismo. 
programado para preparar melhorar os recursos rcccbcndo mais de 70 
240 pessoas inicialmente. humanos e a infra-estrutura milhões de turistas por ano. 
Lorivaldo destacou ainda a quc já está quase completa. Encerrando a noite de 
iniciativa inovadora do faltando apenas alguns palestras do CIDEMA. o 
atual governo com a d e t a l h e s . li à pn:feito /bel Proença disse 
criação do l'DTUR que se explorar esta que: "Doa vontade. 
P r o g r a m a d e capacidade de Murtinho coragem e determinação 
Dcsenvo lvi mcnto do alentando para o fato de que não faltam. mas é pn:cisoo 
Turismo e o interesse do o turismo é o fenômeno dL>spenar da popul::içào e a 
prefeito Abel Proença cm c o n t e m p o r àneo-maturidade necessária para 
investir no turismo e na economicamente falando. cnfn:ntar este desafio". A 
capacitação de pessoas na· que valoriza os recursos açào desenvolvida pelo 
defesa do meio ambiente. naturais, que tem CID EMA cm Muninho foi 
O profc!>Sor Jo:io capacidadc de gerar organizada pela Gerência 
Francísco destacou na sua em prego e. diminui de Turismo e 1eio 
palestra a vocação natural problemas politicos Ambiente. tendo a frente a 
dos municípios que sociais" frisou. João competente. jovem Maria 
compõem o CIDEMA e. no Francisco lembrou ainda Emiliana AbrJo. 
caso _de Porto Murtinho a que hoje a prestação de 
- ------- - - • ----- --- ·-----· 
« ntratu povo mdtvs, bem o 
sot ta t alznde /! 
bqumnso. 
n per+ado 
Jfojc, a administração do prde,to Abel Pro(Cnç.i. na 
quc,Llo de ~ude do rnun,cipio de Porto Murti11ho. e,t.i 
indn de vento em popa. Em apenas cinco meses de 
administração, ele tem feito o que muitos prefeito, n3o 
fizeram em quatro anos de sua administração 
Temos notado isso através de elogios, endereçados 
aos médicos, bem como ao próprio prefeito e através dos 
jornais, que está em alto grau de confiabilidade. Não 
podemos deixar de lembrar do 'iccrcl.no de '>aúdc. Marcos 
Rolon e de sua equipe. que sem medir esforços vem 
superando diversos obstáculos 
Sabemos que o espaço iniciado, essa revolução, na 
questão da saúde da cidade, é muito curto e que devemos ser 
prudcn1cs ao criticá-los. mJ, de antemão. podemos fazer 
críticas no scn1ido de oricntJr melhor. para aprimorar as 
falhas existentes. 
Primeiro, o que é preciso acionar urgentemente, é 
a vigilância sanitária, que deveria fazer urn arrasúlo, com 
referência aos animai, sulto, na cidade. principalmente os 
cachorros. que eslJo cm cslJdo prec:írw. a ulho nu, de um 
leigo no assunto. , ê-sc tomado pela ;ama. já que nào tem 
pêlo nenhum. só carachas e feridas. 
11:i também pio, e outros animais. é necessário que 
se faça algo e urgente. principalmente porque eles ficam 
próximos a, entradas dos hotéis da cidade, dando urna 
péssima impressJo aos turistas que aqui, em 
O 4uc de,crá ser feito. isso não sei. mas que o setor 
de saúde deveria tomar uma providência. isso deveria. f: 
claro. se possível com o acompanhamento de um médico 
veterinário. pois os cidad5o murtinhcnse tem com isso, a 
1 
chance de contrair Leishemaniose e outras doenças 
possivelmente transmitidas por esses animais. 
llá mais dois fatos. que a Vigilância Sanitária 
1 
deveria tomar ciência e prO 1dência. A questão da carne que 
é vendida no comércio da cidade.já que não há matadouro e 
os açougueiros. nào tem culpa. já 
que eles precisam trabalhar. Mas vera qualidade de higiene ' 
na carne vendida. ao consumidor. - • - 
Vimos muitas ,ezes essas carnes chegarem aos 
estabelecimentos. sendo transportadas de formas 
inadequadas. Como já ouvimos os turistas reclamarem 
nessa questão. com isso perdemos todos nós. o municipío, 
os hotéis. os açougueiros e a comunidade como um todo, 
1 
_pois não há dinheiro circulando na cidade. não há patrão. 
Oulr:I reclamação. vinda dos turistas é a questão ' 
das boates que. segundo informações apuradas pela equipe 
de reportagem. desde o inicio da atual gestão as 
trabalhadoras. nesse setor, não passaram por nenhuma 
avaliação médica, da cidade, não há ,·istoria por parte da 
vigilância sanitária, nem mesmo exigem a carteira de. 
saúde. 	" 
Se das fazem exames periódicos, em outra cidade, 
isso deverá ser eri ficado. Também há o problema de 
localização. uma grande parte está próximo ao centro da 
cidade. juntamente com casas de familias, o que não deixa 
definir, qual casa é o que.Com isso dcverii ser tomada 
alguma providência pelas autoridades competentes. antes 
que alguém confunda a casa "delas",coma "sua". 
Aguardamos,• algumas respostas dos setores 
competentes e voltaremos ao assunto. 
•· 
i 
i • 
1 
MATERIAIS DE CONSTRUCÃO EM GERAL 
Av. Brasil, 120 - Tel/fax: (0**67) 495-1163 - Centro - CEP 79.270-000 - CARACOL. MS

' . 
C#As YS 
Câ . , ara é Notícia e Inf armação 
Vereadores pedem várias I fornwções ao 
Executivo Municipal 
Na sessão orhiiri 
da ('/1111:ir,1 /lu111cip.1I, 
realizada nesta eunda 
f1:ir,1. dí.1 28, for,1111 
aprese n I a d o , v : r ios 
Requerimentos endereçados 
ao Executivo Municipal 
solici1,111do informnçôn 
sobre atos da 
mu11ieipalid,1ek e o rnvio de 
c.luc11111cn1,1çôc, rcfrrcn1c, a 
convénios firmados pela 
Pre fc i I u ra, conforme 
mostramos na sequencia: 
O Vcrcudor L.ui; 
Alexandre Loureiro 
l'almiéri (PFL) solicitou ao 
Prefeito Municipal que 
envie ao Poder Legislativo, 
dentro do prazo previsto no 
An. 51. XVII da Lei 
Orgânica Municipal. cópia 
do contraio celebrado com., 
empresa ílioquimica, 
ôi:ompanhado de toda a 
documentação relati, a a 
essa con1rn1açào; 
À Secretária 
Municipal de Educação o 
Vereador Luiz Ale:-.anc.ln: 
pediu que seja informada 
qual a conta bancária em que 
estão sendo depositados o, 
valores pagos pelos 
universil:lrios de Bela Vista 
que cursam faculdade cm 
Ponta Porà, que é de RS 
40,00 por aluno. bem como 
o lotai arrecadado e qual o 
valor referente a ajuda da 
Prefeitura Municipal aos 
universitários. Xande pediu 
que seja informado também 
qual é a finna respons:i, cl 
poressetrnn porteequaisa, 
condições físicas do veiculo 
utilizado. 
Rarnào Paredes. 
Vereador do Pfl.. solici1ou 
ao Executivo Municipal que 
envie rnens:llmcnte à 
Câmara a relação das 
farmâcias de plantão. 
considernndo que muitas 
l'ezcs essa infonnaçào é 
solicitada pelos munícipe, 
aos Vcn:adon:s. "além de 
existirem casos cm que as 
, pessoas procuram a, 
Em indicaçiio ao 
ecret:irio ~lunieipal Je 
Obrns o Vcn:ador Gctulio 
Lino filho (l'l·I.) 
reivindicou a realização de 
scn iços de limpcta de 
valas, patrolamento. 
cascalhamento e limpeza 
da, ruas. no Conjunto 
habitacional Noa 
Esperança. no bairro Agua 
Doce. 
farmacii de planto e as 
1111.."'fll,l ',i.: ll1l:l}íllljfll 
fechadas, omo ocorreu no 
iltumod1a20 0s" afirmou 
(J  u ,.i.lor '.i!J,r 
atdoso (PI) encaminhou 
Requerimento a eretitia 
Municipal de Promoção 
Social solicitando que 
informe ao Ievtslatio 
Municipal como estão sendo 
utilizadas as verbas do PI II 
e do Programa "Agente 
Jovem" que o repassadas 
pelo Governo l ederal 
1 m R,·qucr 1111rn10 
ao oetente da Agencia local 
do Banco do Brasil a 
Vereadora liberacy Lino 
Battilami (PSD)D) solicitou 
que ,cj.1 cm 1.1Ju ,i Limara 
Municipal inform.1çõc, 
sobre os cteditos bundo a 
r: u II d o r e p ,1 " ,l d o , :i 
Secretaria Municipal de 
Sade. referente ao periodo 
dcj.rneiroa maio do correllle 
L III Requerimento 
ao. Diretor Administrativo 
do SAAE local a Vereadora 
Cic:1 Lino solicitou o envio 
de infonnaçõe, :i C:imarn 
sobre o Decreto nº 
1.920.2.001. do Prefeito 
Municipal. que benclicia 
com rc.1ju,1es de ,:11:irio, os 
funt io11.1rio, da referida 
autarquia. Pediu também 
que sejam informados quais 
o, i'uncion,írio, 
beneficiados bem como o, 
valores dos vencimentos dos 
mesmos antes e após o 
Decreto entrar em vigor. 
Ao Presidente da 
Loja ~lacônica Luz e 
Verdade. Eng" Ricardo de 
Souza Rosa. a Vereadora 
Cica Lino solicitou que 
111forrnc à Câmara 
Municipal quais os critérios 
adotados para a conccss;io 
de bolsas de estudos e 
escolha da, escolas. 
limpeza de valas, cascalhamento 
patrolamento no Nova Esperança 
a 
l. 
J.L_ 
J 'crcar/or Gcru/io Lino 
te td» nutram! €I 
preirias omdos de 
(l.llhi!O 
kamão afirmou que 
o Secretario .Municipal de 
( /hr.1' flf UI ,li e lml'll'C ll,J<l 
tem andado pela idade, 
porque não cstá vendo 
Merendeira e Zeladora para a Escola do 
Assentamento caracol 
O Vereador Jair 
ll1spo (l'DI) ,olicitou ;i 
~,·nelaria Municip.tl de 
Lduaão a nomeação de 
Merendeira e Zeladora par.a 
,1 l.,rnla 11111icip,tl do 
Assentamento Caracol. bem 
como o encaminhamento c.lc 1 
350 cadanos para os alunos 
do prini;írio e vinte carteiras 
universitárias para equipar 
aquela unidade de ensino. 
Consulta popular para denominar o 
centro de Múltiplo Uso do bairro Costa e 
Silva 
Em e:-.pcdienle 
endereçado à Presidente da 
issuciaç:io de Moradores 
do bairro Cosia e Si!I a o 
Vereador Jair Bispo 
solicitou que seja feita uma 
consuha popular (ckição) 
para a e,colha do nome a ser 
dado ao Ccnlro de Múltiplo 
Outras Reivindicações do Vereador Jair 
Bispo: 
-À íelcrnslílrasil 
'lclccorn. ,olicitando a 
instalação de um telefone 
público cm freme a Creche 
Sara Nossa Tcrrn. na rua 
Eduardo Pei:-.010. Centro; 
/o Dclc!.!ado de Policia 
Civil. com cópia ao 
Comandante da Policia 
Militar cm nossa cidade. 
para que seja feito um 
lc, alllamento ,obre as açôes 
eh: cancs cm , árias bairros 
da cidade, como o Costa e 
Sill a. Água Doce. etc ... e 
conforme convénio n 
002.2.001. fim,ado entn: a sentido de incentivarem o 
referida entidade e a lazer, o espone e a.s ações 
l'n:l'citur.1 lunicipaL sociais. corno forma de 
- - ,estimular a reunião de 
e grupo,. 
- Jo Secretário de 
Estado de Segurança 
----; Pública. Almir Paix5o. com 
cópia ao Supcrintcndcnle de 
1dministrnção e Finanças 
da SSl'/:'IS. francisco· José 
Soares. para que atenda as 
unidades da Polícia Civil 
com suprimento de fundos 
destinados ao custeio de 
pequenas despesas 
que mantenham contatos 
com a Prcfri1ura l 1unicipal 
e o Govemo do Estado no 
mar·ria das ruas. omo no 
bantro Cerradnho, situa,ão 
que leva a população a 
cobrar dos Vereadores as 
prodnias necessárias", 
te saltou 
Vere111for Jaír Bispo 
Getulio ressaltou 
que devido as chuvas muitos 
quintais encontram-se 
alagados, inclusive algumas 
re,idências fornm im adidas 
pelas ál!uas. do iJo 
principalrn';,nte ao fato das 
valas de escoamento 
pela sujeira. Pediu que esses 
serviços sejam executados 
com urgéncia para que 
sejam evitados maiores 
transtorno., àquela 
comunid::idc. como a 
ocorrência de problemas de 
S!IÚdt:. c1icon1rarern-se entupidas 
Patrolamai!HJ das mas do bairro 
Cerradintg 
Ramilo Parede,. 
Vereador do PFL. 
encaminhou indicnç5o Jo 
Secretário Municipal de 
Obras reivindicando a 
execução de serviços de 
patrolamento nas ruas do 
bairro Cetdi±o o mas 
b r e ve possivel, - 
considerando que· a, Vertar/or l?uJJ11io Parcr/.:s 
n:fcrentcs a manutenção de 
prédios. viaturas. etc ... 
Ao Secretário 
Municipal de Obras o 
Vereador Bispo fez ainda as 
seguintes reivindicações: 
Construção de banheiros. 
bancos e abrigo ao lado do 
campo de futebol do bairro 
prirnavern IV; Recuperação 
da rua Leandro de ouza. 
esquina com rua 18 de 
Agosto, no bairro Previsul: 
Limpeza da rua Clóvis 
Marcelino de Oliveira. 
próximo a . Mercearia 
Corumbá. no bairro Vila 
Nova; Recuperação e 
limpeza da rua MaL 
Cândido Mariano. esquina 
com a rua Ali ares Cabral. 
no bairro Antonio João: 
Limpeza e recuperação de 
bueiro na rua Josc: Mesa, 
esquina com a rua Anastácio 
Centurião. no bairro Costa e 
ilva; Limpeza e 
recolhimento de lixo na rua 
Euzébia Martins dos Santos. 
bairro primavera li e· 
rccupcrnção de luminárias 
na rua Barão do Melgaço. no 
bairro Co,tae Si lia; 
Cobertura do Centro comun lário do bairro 
nlanatto 
[ a m bem a o 
Seretaro ! 1>111l lJ d J, 
Oh.,,., ':·: ·,.Jcr. OriJn.i.1 
l tentas dos ante sul1! t 
que eja feita a cobertura do 
Cr111ro Comun,1.ir,tt du 
bsirto Planalto, pata que o» 
Implantação do serviço de transporte 
coletivo 
O Vere.1Jor ,tl.l1r 
Cardoso (PI) foi autor de 
indicaç:ío ao Prcfc110 
Municipal solicitando que 
seja implantado o serviço de 
transporte coletivo em nossa 
cidade atravc, de 
concessões de linha, de 
ônibus. 
Waldir também 
pediu ao Prefeito que reduza 
o valor da passagem cobrado Jereador aldir Cardoso 
pela empresa de õnibu, que 
faz o lransporle de 
. • passageiros no_ município. 
considerando que muitos 
trabalhadores que residem 
distantes do centro da cidade 
precisam pegar a condução 
para trabalhar e vêm sendo 
penalizados pelo .:levado 
1 alor da passagem. Essa 
reivindicação do Vereador 
Posto de Saúde na aldeia Piracuá 
Uso do referido bairro. 
"Vivemos em plena 
democracia, por isso 
entendemos que e: a 
população que deve 
escolher o nome a ser dado 
àquele prédio". disse o edil 
pedctista. 
lsabella de i'vloraes 
Pinheiro Murano. Vereadora 
do PDT. encaminhou 
indicação ao Prefeito 
Municipal reivindicando a 
implantação de um Posto de 
aúdc na aldeia indígena 
Piracuá. localizada próximo 
ao Distrito de Darnacuê. 
Criação da Guarda Mirin 
Em expediente 
endereçado :i Secretária 
Municipal' de Promoção 
ocial o Vereador Flavio 
Godoy (PDT) voltou a 
reivindicar a criação da 
Guarda Mirin cm nosso 
município. considerando 
que dezenas de crianças 
carentes da nossa cidade 
serão beneficiadas. 
O Vereador disse 
Patrolamento, Cascalhamento e apoio 
para luminária 
:través- de 
indicação ao Sccn:t~rio 
Municipal de Obrns a 
Vereadora Orlanda Freitas 
dos Santos (PFL) 
rei, indicou a execução de 
serviços de patrolamenlo e 
cascalhamento na Avenida 
Tribuna da Fronteira e na 
rua Tiradentes. que se 
encontram cm precárias 
condições de tr.insi10. 
Orlnnda também 
reivindicou ao Secrct:írio a 
colocação ui: • braço de 
apoio p:ira lumin:iria no 
c:unpo de futebol do bairro 
gua Doce. considerando 
J ·ert!adora Orfanda 
que a ,,.,;oci:içJo dispô.: do 
matcri:il e n::ccssi1:1 apenas 
da mjo-<le-obra p:u-:i fazer 
a refi:rida iluminação. 
que mante, e contato com o 
cCornandante -do· 3° Pelotão 
P:'1 e ele colocou a 
disposição urna estrutura 
fisica na séde do 3° Pclot:io 
PM para abrigar a Guarda 
Mirin do Município que. 
mradotes pesamn d per de 
umpos0pura a reala 
de utos outts nt 
que nham de entontro aos 
1 11 t e r esses daquc 1 1 
omuntd.ade. 
Waldir do PJ' vêm de 
encontro a lula do Vereador 
Luiz Alexandr.:. do l'( L. que 
h:í , jria, ,cm.ma, cobra d.1 
Prefeitura Municipal a 
redução do preço da 
passagem do ónibus que faz a 
lrnha para o Diwito sde 
fátirna. o "Nunca-Te-Vi". 
·• 
Vereadora lmhdfa 
Í-ereado,; Flávio Godoy 
segundo f'Jávio. Írá~ 
beneficiar jovens de 09 a 15 
anos de idade. os quais terão 
formação disciplinar. cívica e 
maiores puspec1ivas de 
futuro. 
senai Móvel para Bela Vista 
de realizar cursos serni­ 
profissionalizantes em nosso 
município. considerando a 
necessidade d,: 
aperfeiçoamento da m:io-de­ 
obra aqui Jisponin.·I. 
Em expediente ao 
Scnai o Ven:;idor Flávio 
Godoy solicitou qu,e seja 
estudada a possibilidade de 
agendamento para este ano 
da vinda de urna unidade do 
. enai Móvel com o objetivo 
....,.__:.,.,.··.:-::1 Outras n·eivindicações do Vereador Flavio 
1 Godov: 
-l Ao Jornalista 
' Alfredo Brites (Sindicato 
dos R.:idialistas de MS) 
sol.icitando a realização de 
um curso de 
r::idio/jomalisrno em Bda 
Vist:1 nos dias 05. 06 e 07 de 
'junho de 2.001. .. O reforido 
curso e: de suma 
importincia p:u:i que os 
rodialist:is da nossa cidad.: 
possam legalizar sua 
profissão junto ao 
. Ministério do Trabalho e 
vi:ibilizarem a DRT. para 
que po=m trabalhar cm 
qualquer emissora do 
Pais", afirrnotL 
Ao Comandante 
Geral da Policia llilit:1r. 
Cd. Roberto. para que 
scj:im designados mais três 
policiais p:u:i o 3° Pelo2o 
PM de Bela Vista. 
considerando que 
atualmente os PMs da nossa 
cid:ide estio tr.ib:tlh:mdo cm 
escala desumana, de24x24 
hs. "além do que a vinda de 
mais tr~s PL, ir.i facililJJ' 
em muito o tr:ib:llho de 
policiamento preventivo no 
município". afirmou.

---- - ---- - -- 
m#ADES 
$ r. J1 V I Ç O •; 
OPINl/  
Telefone: 
Útil ou inútil 
A luz de velas 
1 lll 1',11l11 Murtinho tena do (itlCrn.1do1 /,·.:.1. 
existe telefone, sim senhor l. bom. vamos dizer a 
,,•rrl.1dc. o pior do pais. Do lapuque ao C:ltui. duvido que 
estatelelone pior ljlll.' este, ceiste estou para cr. 
Bata você ligar até meno na cidade, existe a 
cr,I a1·:111 do tH1tru l.1do d 11,·11dn. .. .. ,·,ti.' t,:ldo11, 11:io 
~-"'te-. t.11or l.'1ilic.ir o m11nl.'11> ,harn.1du. ou consulte 
102 .. .'' [ dificultoso e enervante os ser+ç0» prot,1do, pl.'ia 
,•rnpr,·,a l U.EJI~ llltASIL TLI.E< "OM. '"º ac11111ccc 
nos melhores dias de prestado de serviço da empresa pana 
acid,1tk ' 
(: t!o , 1:rgonhmo. qul.' da ,llé arrepio,. m wn iço, 
d.1 Telecom liste dina em que océ não consegue ligação 
para lugar nenhum, até mesmo na l'id.Hk é dilicil ,océ 
ra1er lig,1çiil.'s. 
1gor,1 é norm:11 , o,·ê· r.,br .:om , oc mesmo, por 
c,cmplo. /1.o rn111pk1ar 11111.1 11~.iç:lo l1c.: l'ab ",ló ... e te 
responde.. Alú. aqui quem fala é o fulano ... e repete... aqui 
quem fala é o fulano ... e assim sucessivamente, é penoso. 
cômico I.' irritante. u,ar a pr.:,t.11;~0 do, ,l.'n iço, da t:io 
famosa TELE€COM. que gasta fortunas ,·m propaganda 
tdc, isiva. sem ao menos prestar 11111 melhor s.:n iço de 
4ualidade aos us11.irios de Porto ;vlurtinho. terra do 
Governador. ,im senhor. 
Não somo, contr.1 a publicidade para uma empresa. 
mas deve ser cocrl.'ntl.' também. Queremos que um dos 
diretorcsdallRASIL TELE O;t,enhaefiqueaomcno, 
uma semana na citl.idl.' e tl.'nte falar nonnalmentc com 
outras cidades. m:1' q11e os técnicos não 11111tk nada. dei xi.' o 
mesmo si,tcma de tckíonia que aqui est;i ,.:ndo operado. 
Sistema c,te oh,oleto. tah cs da época da pré­ 
história. o que acllll ,cr hem provável que er.1 melhor que 
este atual implantado no municipio do Porto Murtinho. 
Cobrar a cmprl.'sa ,abc e muito bem. Se não pagar é corte 
mesmo e par.1 conseguir uma religaçfüi. aqui dura no 
mínimo -l dias c não -IS horas. quando o cliente não tc, a 
para o conhecimcntn de algu.:m no posto teklõnico da ('"' ....;;;;;;....,.,-_:..,- -~ 
cidade. 	, 
O que dc, eria ser feito aqui cm Porto i t11rtinho é o 
1 
contrário. a ernpre<a TELE:'11 llltA. IL TELE 0111. 
que de .:ria pagar p.ira .,s p.:,soas 11sarem seus sav1ço,. 
que.: no mínimo da época da pré-história c com muito mais 
defeitos. 
E o l'ROCO:-.. nesta altura do campeonato. como 
é quc fica" l3om ao menos ele tem uma desculpa. não 
consegue falar com Porto Murtinho. 13om tah a dentro de 
quatro ou cinco dias o PRO o;-- consiga falar conosco. 
enquanto isso estan:1110, ansiosos para n:ccbcr a chamada 
do PROC01'. ma, tomara que ,l.'ja sem ECO. caso 
contr.irio ninguém acreditaria e ficaria como moti, o de 
piada. como é de costume. 
E o GoHrnador Zcc:1. que diz disso? Bom ele 
sabe mais do que ninguém. da dificuldade de con,cr,ar, ia 
tckfonc cm Porto Murtinho. ão cs1â na hora de dar um 
aperto ~os propri~1:irios (ou lar.ipios do povo. porque o que 
estão tazcndo I.' roubando dinheiro do po, o com o 
conscntiml.'nto dos órgão, regulamentadon:s). para que 
pre,tem o minimo possivel a qualidade dos seus serviços 
para l.'sta cidade. 
Quem sente na pek s:1o os turistas. que cada cz 
que tentam falar com ,ua familia é um Deus nos acuda e 
com is,o quem sai "mal falada" é a cidade de Porto 
:'llurtinho I.' n:lo a empresa de Telecomunicações. a 
TELEi1 BRASIL TELECOil. 	j 
' " 
t·-.lJo 
ada 
n 
el 
menores, o que obrigou 
nosso t!orno a enutur un 
co11J1tlltn d..- 111cd1d.1 nu111.1 
tentativa de redução do 
consumo de eneta eleiri.a 
na-, rc-..!ll t'~ ...._uJc,11.·. 
Nordeste e no nosso Centro­ 
<k,tc. Ohjcti, tt b,.-in, 
diminuir em IU 
O 
(1 nn,,o 
consumo 
Na realidade. um 
preparo pre, io p,11,1 u111 
racionamento que 
pnwavclmentc h,1tcrá :'t 
no,sa pnrt,1. l m, erdad.:iro 
dcsprepan, l.'111 algo que 
.segundo o, an,ilista,. 
poJeria krsidll e, itado com 
o devido pl.llll.'j.unelllll. 
1: ,tamos 1111111 nno t.lc 
crescimento da atividade 
econômica. nccc~sitando 
de»a energia para aquecer 
nossas indústria, na geração 
de empn:gos e aumento do 
movimento no escalão do 
comércio. 
Esse programa 
cm.:rgencial. depois de 
muita hesitação na 
divulgação. Oh e agora o 
governo a fo7er o possível 
para ,anar essa complicada 
equação. 1 lavcrá o aumento 
Aguardarl.'mos rl.'Spostas! ! ! 
f - -- __ - ---- -. 
EE 0teu 
Í
- S·- - lJrn ll'ilma da Silva 
OAB/MS 2.574-B 
!e eralo das usinas de 
l1.11pu. llh.1 ,,t•,11,1 , 
sobradinho, outra parte wr± 
J · no,,.1 , 11,nltJ .1 
'1t:!l.'.t1tnt.1 • Ld ... n, d.: t,1111"­ 
petmentos to aumento 
d J e a p J t I d .1 de de 
transmi são. 
lmporuntc ,·,c111pl,•. 
.,qu,k 1.'lll que d.:11.'rr11in,111 .1 
redução do consumo de 
energia em I5nos predres 
publ1cu,. :i...,1m <lllll" J 
substituição da ilumina ão 
publica por lumin,11 i.1' '"·"' 
conómias. Além disso, o 
l111i,tério tl.1> 1111,1 e 
Energia fará significativa 
campanha envolvendo a 
populaçJo brJ,il<:1r.1 11<:•.,.: 
1111.'smo sentido, até porque 
o problema e 
algo grave i.: do i111i.:rc,,e 
geral. 
l loll I.' um ;JUntelllO 
pacet11ual r.vo;hi.:I para '" 
consumidores da regrão 
central do pais As 
d i ficuldadcs cncontrad,i, 
ncssi.: tl.'ma já omeç.un a 
refletir cm no;sa5 conta, 
men5ais de con,umo. 
O dito pt:rccntual 
rclktc tanto :i , ariação do 
dólar. usado como 
rcfcréncia para a, 
aquisiçõc. de ltaipu. como o 
fato das usinas támica, 
terem um custo 
to.{ 
1 ·+ t!» f r t 'ti! 
1111.'.', te! ·nus tta mui! 
mar ale da corta do 
oh umvidor e sd 
hipótese. o plano do 
orno federal • o 1 
himut.ado num primeiro 
momento a uma res{ti40 
J'(h ,...i. 11.."' c,,rnl'r-, tJI e 
tesidcnal somente 
depors.se neces iro, para o 
wt,,r 111J1l'rt.1l. 
1>.11. ror .:"·' ,,·ri~ ck 
fatores, se ta/ ncces.iria a 
u,IJr, ,r.1, .1,, tll.' tod.1 
população nesse e»torço. 
,i.:111 Jcl,,r tle Lubr,1r do 
poder público providencia 
p.1rJ .:, 1t.1r ,, 
í,11.."IOJl,lílt.:lltO i.; IH.'."ttnl• .. l 
, ,p,111,ll> d,J prnhkm.i .1 
outras regres geograta 
I1 O» 
",,. li Ili t.J 
papamente ettateio no 
, ... , .. ru,.:1,.e ... t·'-•' 
Ao me tu tempo tirar 
' / 1 ) l' 1111 J i • li!.' d I das 
pr,, 1,1.1, 11,, pl.1110 
tzniai. ora anuniado. 
particularmente a que 
clcu.·rnnru .1 .
1 
.. .'kr.•',i~h1 de 
todos os projetos de gera ão 
de energia eletra em 
andamento na atualidade no 
llr.i,il 
IJr. l·.lch-r l.<•111<11 
Dirl'lor :O.lédlco do· 
llospit.11 C(• ar llordallo de 
l'ortu :'ll11rlinho e e,crtC 
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Vamos. acorde! 
'ocê nào é um derrotado. um incapaz. 
N:1o St: 1..:nln.!J.,?,Ue 
Levante-se. 
Voe.:: t,:m mais força sobre a dor do que 
ela sobre você. 
Compreenda. A dor nasce da sua 
maneira de p.:nsar. 
Eleve o pcns:unento. Apague o 
pessimismo. Pense na vitória, 11a paz.. na 
alegria. E tudo vai mélhorar. • 
Você é capaz. Confie. 
Um imenso poder de Deus está alojado 
em você pronto para se manifest.'.lr. 
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AJ FATORES QUE AFETAM A FORMAÇÃO DE UMA 
PASTAGEM 
81 
• Qu:intidadc inadequada de sementes 
• Nuo incorpor.içào das sementes no plantio 
• Fermentação' de material orgânico no solo 
• Umidade do solo 
• Profundidade das semcntc:s no plantio 
PUREZA 
Quantidade de semcnt.:s puras em determinada amostra de:: sementes 
GERMINAÇÃO 
Quantidade de sementes puras que germinam. originando plantas saudáveis cm 
condições ótimas de: temperatura. umidade:: e luz. 
DORMINCIA 
Características apresentada pelas sementes de forrageiras que, mesmo estando 
viáveis não germinam. 
VALOR CULTURAL 
Representa a qualidade de uma semente. pois associa uma característica lisica 
(pureza) 
EX: VC:40% PUR:50%· GER=80% 
VC (%) = PUR (%) X GER (%) = 
100 
50X80 = 40% 
100 
Ouanto maior valor cultural, maior será qualidade 
da semente, assim como maior será a quantidade 
de sementes puras e viáveis, necessitando 
portanto, menor quantidade de sementes 
para o plantio. 
100 
90 
80 
70 
Eng. Agrimensor 
Alexandre Pinheiro Mascarenhas 
!Prol, bndee11I 
PUR (%) 
CREA • 595091D MG 
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Bala lista 11S 79.260-000 
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Cel 999• 5659 
VC:40(%) 
CONCESSIONÁRIA 
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GER (%) 
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