Tribuna da Fronteira 
a V,ta 13de 4unto d 2001 
- -•- ---- - - - -- ---- - •- --- __ r 	- - 
Porto Mortinho está no coração da g te 
Crónica da cidade 
Nó sabemos, quando o hoje prefeito Abel e sua 
esposa l átuma Vidotti o hoje vice prefeito Hlavio e sua 
posa, resolveram aceitar o desafio de disputar uma 
eleição - todas as eleições em Murtinho, até pata chefe de 
quarteirão, são disputadissimas - sabiam. de antemão. que 
estariam enfrentando não só a eleição em si, mas. 
vitoriosos, enfrentariam muito mais, o desafio de iniciar 
um novo processo administrativo, gerenciando recursos 
escassos, cobranças das mais diversas, nas áreas de saúde. 
educação, saneamento, habitação, urbanismo, e por quê 
· n:1o. ate o de gerar mais empregos. Isto sem falar no 
turismo e na busca de parcerias para viabilizar o "novo 
turista" que no milênio está a exigir. Menos predador. 
mais harmónico com a natureza. Também o de buscar a 
govemabilidade numa cidade onde as idéias e ideais 
pollticos s:1o conllitnnlcs. 
O murtinhensc nasce político e já nasce 
questionando a tudo e a todos. 
/bel e Flávio deram apenas os primeiros passo~. 
de uma grande caminhada. Como era de se esperar. 
encontraram resist2ncia. feriram vaidades, cortaram na 
carne, falaram ÃO aos amigos quando o coração 
mandava dizer SIM. 
Nilo. vumos folar de obras. elas estão ai os arautos 
da desgraça e pessimistas da discórdia não acreditam. ah: 
fazem piadas. mas o tempo é juiz e a ele caberá abrir as 
mentes escurecidas e embrutecidas. 
aneamento, energia elétrica, atendimento na 
área de saúde. casas. o porto com seus desdobramentos 
positivos. o ténnino do asfalto para Jardim. Porto 
Murtinho é argila onde está sendo moldada a cidade que 
s.:r.ícxcmplo para o Sudoeste e para a Fronteira. 
Com uma equipe jovem e compelente. tendo à 
frente o sisudo, "casca grossa", advogado Fábio dos 
Santos. o para choques de /bel. que segue o estilo e o jeito 
de ser de seu tio. o Governador José Orcirio. o Flávio 
P r ef e it o A b e l P r oe n ç a , I D a m a 	F átim a idoi, i c e -P r ef e ito Fl á v io Q u e ir o z e e sp o s a 
Queiroz abrindo caminhos e fronteiras. a, Sras .. F.itima e 
Zefa implantundo um no,,o estilo. ajudando. minorando 
sofrimentos. ma~ indicando caminhos. sim. Porto 
Murtinho sofrer.i uma grande transformação. 
Uma frase de Abel. no inicio da campanha. 
quando perguntamos o porqu.: de abandonar um cargo 
Meus e 
Não está sendo 
fácil, nem podcria, mas 
sou fronteiriço. sou 
pantaneiro. a história é 
pródiga cm lições de 
heroísmo e de renúncia, 
de nossa gente. 1 ão 
fomos forjados no aço. 
mas na TERRJ e na 
ÁGU/. a natureza nos 
ensinou e nos tomou 
fone,. 
E foi esse o meu 
maior desafio. o grantle 
chamamento. numa 
simbiose perfeita com a 
natun!za. respeitando os 
seus ciclos. transfom1ar. 
sem agredir o meio 
ambknt.:. DESPERTAR 
o homem para a grande 
missão de construir um 
novo Estado. e por q ui: 
não. um novo homem 
num mundo globaliado. 
na busca de uma 
sociedade mais justa. 
mais próspera para todos. 
niio apenas uma minoria 
privilegiada. Neste 
planeta azul somos uma 
grande família cm 
marcha. 
Nunca, como em 
nosso Governo, o Mato 
Grosso do Sul foi tão 
comcntaJo. tão discutido. 
manchetes e mais 
manchetes na imprensa 
nacional e internacional. 
Embaixador da amizade e 
da tokr.inci:i. ,·cndcdor 
de produtos que não 
ferem a nossa soberania. 
mas que trazem 
investimentos. 
inv.:stimento_s que 
proporcionarJ.o mais 
empregos. mais 
melhorias. mais 
Go,·emador José Orcirio - ZECA 
wmo o de PRO(l RADOR GERAL para ser prefeito de 
uma cidade com mil problemas. ele respondeu. com aquele 
jeito de menino grande. feliz, mas sofrido pelas agruras da 
vida. 
SABE. PORTO .1URTJ';lf0 fSTÁ NO 
CORAÇÃO DA Gf· '; 1 I·. 
fma?ão, sa 
e eticção 
e 
qualidade de , ida para a 
nossa gente. Resguardando 
os nossos interesses, os 
interesses nacionais fomos 
â Franç:i. EstJdos Unidos. 
Alemanha. ,sia. 
procuramos os nossos 
amigos latino americanos. 
Pois .:. antes tudo 
parecia um sonho. hoje 
não, uma realidade 
inqucstion:i,d. Mato 
Grosso do Sul está 
mudando. 
E tr:m, fonnando o 
nosso Estado num canteiro 
de obras. cm todos os 
municípios h:í uma obra do 
Go, cmo cm andamento. E 
Pono r..Jurtinho não foge à 
regra. Quem tem olhos que 
veja. Quem não os têm ,: 
teima mantê los fechados. 
pelo menos. olhe com os 
olhos J'alma. com a 
scnsihilidadc. o po, o 
caminha conosco. um 
grande futuro nos espera, 
porque o pr.:sentc e t;i 
sendo con truido com fé, 
trabalho e pensando 
granJc. llojc. o meu 
abraço forte. de 
pantanciro. de 
fronteiriço. ao meu povo 
de Porto lurtinho. 
Estamos juntos ABEL 
todos nós. na grande 
con,truç:io. P,!vBÉNS 
 ll'RTl'.l lE1'SES. 
J,o,.; Ore írio 
tZe a. filho do seo 
Or.:írio • tlc D. A;;sunç..io. 
esposo da Gilda) 
Governador do Estado. 
Elder Lemos 
O Go,cmo J'eckr.il irá impor um corte de 35% na 
energia elétrica a ser consumida nas escolas e hospitais 
públicos. 	• 
O Ministério do Apagão". tomou essa decisão no 
esforço 
de conter o consumo cn.:rgético. Tenta assim. fazer a sua 
parte. Os critérios para os casos do não cumprimento dessa 
cota ainda não estão definidos. 
A Federação Brasileira dos Ho pi tais. chc:gou a fazer 
uma proposta a0 Ministério da Saúde solicitando que estes 
fossem cxcluíJos dos ap:igões. 
Numa tentativa de aliviar a situação. os hospitais 
públicos e filantrópitos. terão RS 35 milhões para 
financiar a comprJ de geradores. Esses recursos.. virão do 
linistério da Saúde. que irá n:pass:í-los aos 900 hospitais. 
(com mais de 50 leitos) que não tenham go::radores em suas 
d.:p.:ndências. 	PAG.-02 
Mur ilo 
Braz Leon 
Pono Meurtinho é uma pequena cidade. é o recanto 
ond.: tudo o que se quer é viver. Sc:ntir momento de paz. de 
alegria e de fé é uma tar.:fu diária de seu povo. 
a cidade esta as margens do rio Paraguai; ali ela 
acomoda seu povo. suas crianças. seus jovens e adultos. No 
mapa, é ,:squisita e parece timida. quase escondida no fim 
do horizonte cansado. banhado de so!. Ela se esconde por 
trás de uma muralha e é uma cidade corajosa e cheia de 
esperança. Assim, a muralha que a cerca é a sua protetora. 
sua segurança contra as aguas que constantemente 
avançam em sua direção. Nascida as margens de eu 
principal rio vai conquistando o progresso e busca construir 
umn novo cen.iro, uma nova história. P no lurtinho éa 
casa de todos. é o ninho onde etlo guardados o s sonh de 
scupovo: das crianças e do jovens. como herança sagrada 
dos.antepassados. 	PA-5

OPltll/  	OPINIAO 
' 
Llder Lemos 
aúde Mais álcool, 
menos gasolina 
O Govemo l ederal irá impor um corte de 35% na 
energia elétrica a ser consumida nas escolas e hospitais 
publicos. 
0 "Ministeno do Apago", tomou essa decisão no 
esforço 
de conter o consumo energético. lenta assim, fazer a sua 
parte. Os critérios para os casos do não cumprimento 
dessa cota ainda não estão definidos. 
A Federação Brasileira dos Hospitais. chegou a fazer 
uma proposta ao Ministério da Saúde solicitando que 
estes fossem exclui do; do, apagfk:,. 
Numa tentativa de aliviar a situação, os hospitais 
públicos e 1ilJ11trópicos. ter.io RS 35 milhões para 
financiar a compm de geradores. F,scs rccur..os. viriio do 
Ministério da Saúde. que ir._ repassá-los aos 900 
hospitab. (com mais de 50 leitos) que não tenham 
geradores em suas dependências. 
i As instituições privadas. ainda que atendam b SUS. 
não terão direito a esse bcndicio. pois a verba será 
especifica às instituições hospitalares públicas. 
(i11clucm-se aqui. os ho,pitais uni'crsit:irios). 
Há hospitais que têm CT!s e UT!s. mas não dispõem 
de geradores. No nosso Centro-Oeste existem 43 
hospitais nestas condições! Pon:m, a Federação dos 
l lospitais gritou no sentido de proteger os hospitais do 
interior que muitas 'CLCS são os "salvadores" de vidas. 
numa determinada região e poderão ter seus 
atendimentos grandemente prejudicados caso não 
recebam os geradores. 
Os hospitais pequenos do interior não têm tecnologia 
solisticada na maior parte dos casos. o que precisam 
mesmo é da iluminação pum e simpks. 
Em questão de pn:ços os geradores cstão saindo entre 
40 e 80 mil reais. <lcpcndcmlo do portc. Apesar do custo 
considcr.i'el os recursos financeiros <levedo ser o 
suficiente. 
Até porque. no caso da falta de dinheiro. o 
Ministério da Saúde irá injetar mais ,·crbas. 
A parte da Educação '·Federal". também sofrera 
com a crise energética. As escolas técnicas Federais e 
Universidades terão de se enquadrar numa série de 
medidas do plano de racionamento. 
Dentre outras coisas, deverão instalar sensores de 
prcs,·nça . temporizadores onde há pouca circulação de 
pessoal. além de trocar as lâmpadas fluorescentes. 
Metade dos elevadores de era ficar desligada e as 
m.iquinas fotocópias só poderão ser ligadas, quando 
forem ser utilizadas. O próprio Gabinete do Ministro está 
na economia compulsória 
1 'm pr,,hkma siio as aulas noturnas Também na 
educação existe a possibilidade a aquisição de geradores. 
Os números : nas instituições federais h:i 536 cursos 
noturn<1s. 47 in,tituições e 100 mil alunos. Escolas de 
ensino fundamental: 270 mil (na maioria estaduais e 
municipais): 
. l'a~1 dificultar um "pouquinho mais" cm algumas 
ha a necessidade de luzes mesmo durante o dia. 
Dr. F.ldcrLemus 
Diretor Médico do Hospital César Bordallo cm Porto 
,lurtinho. 
l•:,crcvc l"l'j!ul.irmcntcpar:1 essa coluna. 
Fundado cm 20 de Fevereiro de 1972 
Fundador: Ivaldo Pereira 
Diretora-Administrativa: Maria Estela V. Pereira 
Direter Comercial: Victor Hugo Velasquez Pereira 
Diretor-Editor-Chefe: lvaldo Pereira 
Redator: Ubtdino Rodruques 
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Tcmnho Rui?• Port:J Murtinho 
Edr Tares- Porto Murtmnho 
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Redação, Administracco e Parque Gratico 
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Porto Mortinho, Jardim, Caracol, Antônio João e Bonito 
Regere Centro te»Dr»tostesegtat are t234-Iro 
Filiado: ADJORI e ABRAJOR[ 
.crnesrn;raras acne ser'acesa.: 
rroeacaca:Ja+:2a 
Elder Lemos 
O Governo linha uma intenção inici,tl de que o 
percentual de mistura, do anidro na gasolina, retornasse 
aos 24% que vigoraram até 19 de agosto de 2.000, mas 
hollc o receio do· altos escales. de que a medida 
pressionaria ospreços do álcool e do açúcar . 
Outra preocupação Federal, é a de recompor seus 
estoques oficiais de álcool (hoje com 300 milhões de 
litros). onde o objetivo seria o de atingir I bilh.:Io dcliuos. 
Assim, desde o último dia 31. a mistura do álcool 
anidro passou de 20 para 22%, conforme Decreto 
Presidencial. 
O Conselho lnterministerial do Açúcar e do 
Álcool. aprovou a medida que também teve bom 
acolhimento no CO FAZ (Conselho acional de Política 
Fa,.endária). 
O CONFAZ aprovou a mudança.. após verificar 
que a mesma nilo afetará a arrecadação tributária dos 
Estados. 
Com isso o Governo prevê que esse aumento de 2 
pontos percentuais na gasolina eleve o consumo de anidro 
cm mais 500 milhões de_ litros por ano: 
EDITAL DE PROCLAMA 
JA ILDE ROSA DOS SA TOS, Oliciala do 
Registro Civil desta cidade de 13ela Vista/M ., faz 
saber a quantos o presente Edital de Proclamas virem. 
que apresentaram os documentos exigidos pelo artigo 
180 do Código Civil Brasileiro. incisos 1 -11-111 e IV, 
pretendem se casar: 
OTILIO RUBE JÚNIOR e ANA LUCIA 
GARCIA 113AN1 !E . ambos. brasileiros. solteiros. 
domiciliados e residentes nesta cidade de 13ela 
Yista/MS; ele. técnico cm informática, filho de Otilio 
Rubcn Ajala e euza de Lima Ajala; ela, estudante. 
filha de Eulál io !banhes e Lucia garcia !banhes. 
Se alguém souber de algum impedimento que 
se oponha na forma da Lei. 
13ela Vista/MS .. 11 dejunhode2.00I 
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Origem do Municio 
.: 
exportação. São Roque era. 
portanto. a base comercial 
da região . Ali havia 
alcumas casas comerciais 
de grande importância, 
pois eram elas quc 
abasteciam os Municípios 
de Ponta Pori e de Bela 
Vista. 
As viagens eram 
feitas cm uma locomotiva e 
o percurso era entre Porto 
Murtinho e ão Roquc. 
Essa máquina serve 
atualmente de monumento 
para cidade e pode ser 
preciada na Praça Pública 
Municipal. 
ob a proteção da 
Companhia Mate 
Laranjeira. Porto 
Murtinho. que Ja era 
freguesia pela resolução de 
10 de abril de 1900, 
progrediu 
satisfatóriamcnte até 1902 
quando o Banco Rio de 
Mato Grosso cntrou cm 
liquidação. seguido logo 
após. a Companhia Mate 
Laranjeira que pela Lei nº 
373.de 19de maio de 1903. 
teve autorização para 
transferir a concessão à 
firma Laranjeira. Mendes e 
Cia. organizada com sede 
cm 13ucnos Aires 
(Argentina). Em 1907 a 
resolução 447, de31 de 
agosto. da Assembléia 
Legislativa. autoriza o 
Governo do Estado a entrar 
cm acordo com os 
succssorcs do Banco Rio 
de Mato Grosso a fim de 
cxpro[priar 3.60Cl hcctarcs 
de terra para o Rossio da 
Freguesia de Porto 
Murtinho. 
Em 1911. era 
Presidente do Estado de 
Mato Grosso. Dr. Joaquim 
Augusto da Costa 
Marques. foi ele que. a 20 
de setembro de 1911. 
crioumatravés da Lei nº 
560. o :vtunicipio de Porto 
Murtinho. 
A marca de sua 
emancipação politica­ 
administrativa ficou sendo 
dia 13 de junho de 1912. 
dia esse em que 
comemora,a o aniversáno 
dacidadc. 
A Lei orçamentária 
°810, de 08 de dezembro 
de 1919. criava a comarca 
de Porto Murtinho com os 
mesmos limites do 
Municipio. que teve sua 
sede elevada a categoria da 
cidade. em 1926. pela Lei 
n"962. de 12 de junho. Nas 
sucessivas divisões 
territoriais. administrativas 
e judiciais do Estado. o 
Município de Porto 
Murtinho permaneceu no 
quadro territorial sem 
alteração. quando. por 
força do Decreto Lei nº 
5.812. de 19 de sctcmbro 
de l.9-13. que.: cri,,u os 
(,~--~'c~-:-----......aa...........a:....;;:==--;-~-;-~-:::..;-~~~-:.....::-~-;;..;.;======;;..::.-- 
1 
Paraná 
também. nesse mesmo ano. 
a Bateria de Forte de 
Coimbra. cuja finalidade é 
, a de representar a nossa 
. sobcrania nacional no no, o 
lunicipio. Mas. após 
alguns anos. a Bateria foi 
substituida pelos 
elementos da 2'Cia. do 17° 
Batalhão de Caçadores de 
Corumb:i. 
Com a gente, 
sua empresa 
vai long_e 
.. Cruzeiro do Sul 
Ru:i Sanl.3 Amêlia, 104 • Campo Grandc/MS 
Fone: (0"67)721-5010 • Fax: (067)724-9190 
viacuz@zaz com br 
territórios federais. passou 
a integrar o de Ponta Porã. 
de acordo com a letra D. do 
artigo 1 do Decreto Lei nº 
5.839. de 21 de setembro 
daquele mesmo ano. Com a 
extinção do Território 
Federal de Ponta Pora, por 
ato das Disposições 
Constitucionais 
Transitórias. promulgada 
cm 18 de setembro de 
1.9-16. o Município de 
Porto Murtinho foi 
incorporado ao Estado de 
Mato Grosso co área 
idêntica a do anterior 
desmembramento. 
Após cinco anos de 
sua emancipação criava-se 
através do Decreto Lei n" 
13.495 de 12 de março. a 
Capitania dos Portos do 
Estado de Mato Grosso. cm 
Porto Murinho. Criava-se 
Em 1. 932. existia 
sobre as barrancas do Rio 
Paraguai. um dos mais 
importantes saladeiros do 
Estado. Ele servia para 
embarque e desembarque 
de mercadorias. Era uma 
firma de propriedade de 
emprcs:irios • argentinos. 
Mais tarde. no ser 
transferido para a cidade. 
teve grande participação no 
d e procc:sso 
desenvolvimento do jovem 
lunicípio. 
Em 1.936. era 
criada mais uma industria. 
:i indú,tria de.: tanino. 
,knominuda ''Floresrnl 
Brasileira SA". Essa 
indústria extraia da 
madeira quebracho, o tanino 
quc era utilizado na 
fabricação de produtos 
quimicos e na curtição de 
couros. 
l lojc porém. dessa 
importante indústria pode 
ser vista apenas a velha 
caixa de água e a chaminé 
quc se erguem entre os 
matagais que invadiram 
pequenos prédios em ruínas. 
Em 1.939 era 
implantada uma outra 
indústria: A Quebracho 
13rasil S'A. 
Com suas três 
grandes indústrias o 
Município de Porto 
Murtinho gozava de muitos 
privilégios. 
Para quem quisesse 
trabalhar havia 
oportunidade, havia 
emprcgo. O Município 
movimentava grande 
capital e a economia era de 
alto índice. Tudo isso fez 
com que o Município 
tivesse um lugar de destaque 
no cenário de 
dcsenvolvimento no 
Estado. 
Com a entrada do 
Brasil na 2 Guerra 
Mundial. o então presidente 
da república, Getulio 
Vargas. Decretou que o 
nosso Município fosse 
anexado ao território de 
pontaPorJ.. 
em 04 de junho de 
1.968, através da lei nº 
5.499. porto Murtinho 
passou a ser área de 
segurança nacional. E no dia 
13 de junho de 1.973 é 
introduzida no cenário 
municipal a Bandeira e o 
Brasão. No dia 1l de 
outubro de 1.977. por 
intermédio d:i Lei nº 31. 
Porto Murinho passou a 
fazer parte do novo Estudo 
que é Mato Grosso do Sul 
Braz Leon

. 
' 
•.•· 	:- .. ,.. 	.. tr. 
• 	• • •• 
. • 	•• ~ - • 11' • 
Nesta oportunidade quando o 
Município de Porto Murtinho comemora 
Mais um ano de Emancipação Política, 
Desejamos ao povo Murtinhense 
Os meus sinceros votos de sucesso e 
Que a chama dos 
Pioneiros, daqueles que fincaram as 
Primeiras 
Raízes do Município, ilumine a 
Trajetória desta cidade. 
Vivemos novos tempos. São tempos 
De trabalho e construção. 
f 1 
q 
:---:. .... 
.... 
2.· 
» 
-- g. 
Nesse dia me111orcí-z.·el para todos nós, é justo que 
Comemoremos não só nas ruas, nos clubes, • 
Nas solenidadt!s oficiais, mas também e principalmente em 
Casa, onde reunimos a família, 
Mais um aniversário de Pano .Hurtinlzo. 
Afinal de contas somos 11111a grande família, empenhada na 
Construção de um furo melhor. 
Bas/a olhar ao lado e ,.:cronos o que já foi Jeito, 
O que foi conquistado; vamos antever o jiauro, com os olhos 
Brilltantes de e111usias1110 e arregaçar as mangas 
Para que ~·s1e_{u111ro seja abre;)iado. 
nio Perfeita: 
Trabalho e Porto Martinho 
D)uas palavras l)IH' !'o(' <"ompktam. 
Dois l'!'otilos dt', ida. 
Só o trabalho produz 
Riquezas, a riqueza 
lll'm disfrihuída. 
Proporciona justiça 
Sodal e Fdiridades 
Para todos .. ssim nós 
Entendemos a , ida. E por assim 
 entendermos é que nesta 
Data saudamos todos os 
Trabalhadores l' o saudamos 
Porto ,rurtinho pelo seu poro trabalhador. 
Hoje já Sl' , ~ a luz no lim do túnd. 
Ela ilumina a trajc·tória los sonhos le todos. 
=.=y 
-- . 1. 
1 
f, «v 
---,. . / 
a E ,

o que é Porto Mortinho 
i!r;(/ 1 l'(ll 
l
1
ono i'k1111i11ho .: 
tllll!I p..:1.jH'Jl,I l'.td._itk·. .' li 
teatto o n d e tudo o q u e ' 
quer é vier. Sentir 
momento de paz. de aleyria 
e de fé e uma tarefa diária 
de seu[uvo. 
a cidade está as 
margens do rio Paraguai, 
ali ela acomoda seu povo. 
suas crianças. eu jovens e 
adullu,. Nu ,nap,1. é 
c,quisi111 e p:1recc 1i11iida, 
quase escondida no fim do 
horizonte cansado. 
banhado d.: ,oi. Elu se 
esconde por trit, de uma 
muralha e é uma cidade 
corajo,a e cheia de 
esperança. Assim. a 
muralha que a cerca é a sua 
pro1cton1. sua S<'guranp 
contra as águas que 
con,l:tllh.'lllClllC ª' ançam 
cm sua uircçiio. Nascida às 
margens ck seu principal 
rio vai conquisrnndo o 
progresso e busca construir 
um novo cenário, uma nova 
história. Porto Murtinho é a 
casa de todos. é o ninho 
onde estão guardados os 
sonhos de seu povo: das 
crianças e dos jovens. como 
herança sagrada dos 
antepassados. 
Sua história se foz 
no dia-a-dia e sua eleg:incia 
é descrita pelos contornos 
de suas ruas e avenidas. 
pelas pessoas que se 
encontram. se cru,.am. se 
cumprimentam e se 
abrnçam desejando 
felicidades. Parece que 
todos se querem bem. que 
procuram se ajudar nas 
<li ficuldades. Assim são as 
pessoas. Nào h:i cm que 
pensar muito. mas viver 
hem cm harmonia com 
lodos: isso já é o bastante 
para encontrar a felicidade. 
É por isso que Porto 
Murtinho é tida pelos seus 
visitantes com» o cenario 
que faina. o lagar de 
tranquilidade. l aqui que 
pessoas de diferente 
luares passam ao menos 
p.1rtc de ,ua.~ ti:ria,: un, 
em para descansar, outros 
com finalidades politicas. 
,ic11tilica~ 011 co111cr,iai,. 
P,>rlo Murtuiho é o 
coraçilo que bate entre 
fronteira. são a, p,·, oa, 
1cn1Jndo ,ob1c, 1,cr. é u 
lugar que une paraµu.iin,. é 
o lugar onde se misturam 
sonhos e fantasias. 
A cidade aprc,cnta 
umacslruluru ,onw a do, 
l!rundcs centros. Ela é 
~omtrulda na simpliddadc 
e alicerçada nos ideais de 
sua população. Assim., seus 
muros silo as esperanças 
que cercam cada casa. cada 
bairro, cada pessoa. As 
casa, tambêm são simpk,. 
tào semelhante a muitas 
casas do Pais. Mas sua 
estrutura está mesmo nas 
pessoas que percorrem suas 
ruas diariamente. São elas 
que fazem movimentar as 
cngrcnsgens onde cada um 
tenta conseguir seu espaço 
de chão e ganhar o seu pão 
de cada dia. 
Mas como em todas 
as pessoas existem forças 
que as impulsionam. aqui 
essas se rcvc Iam na 
juventude. Sào pessoas que 
alimentadas pelo calor da 
esperança. de melhor meio 
para se ganhar a vida. de 
maiores oportunidades no 
campo de trabalho 
abandonam esse lugar. Elas 
vão cm busca de novas 
oportunidades. de meios 
que as ajudem a realizar-se 
buscando uma profissão. 
um emprego. enfim ganhar 
dinheiro. Assim. ao 
partirem. depositam cm 
suas bagagens um pouco de 
suas lágrimas e ao 
acenarem na despedida 
para aqueles que ficam 
lgnmas rolam uas face». 
la2rimas rolam sobre suas 
lae. L+!numas como essas 
aos poucos estão tambem 
no roslt> d.iqudc, que 
ficam. E a cidade que 
lamenta e chor.1 o, ~cu, 
filhos que se distanciam da 
terra que o gerou, eles 
deixam o baço e partem 
cm dircç-,lo àquele m1u1do 
de ompeução cevada aos 
grandes centros. Apesar de 
tudo, as pessoas amam esse 
lugar. os que vão sempre 
acabam voltando, Eles 
, nlt:1111 p<>np1,· aqui ,•~l;lo a, 
suas raizes. seus familiares 
e amigo,. é aqui que ck, 
encontram aquela 
tranquilidade e segurança 
que ja111ai, co11,cguc111 
encontrar nos grande-, 
centro,. 
Porto Murtinho 
divide seu espaço entre dois 
povos nas rodas de amigos. 
paraguaios e brJsilciros se 
confundem. pelas ruas os 
idiomas se misturam: 
mesmo assim. todos se 
entendem porque isso já faz 
parte do seu dia-a-dia. 
Assim. o povo é a grande 
comunidade que já 
aprendeu a conviver. A 
lranqtiilidadc das pessoas é 
denunciada nas praças da 
cidade a impressão é de um 
povo alegre e 
despreocupado com os 
grandes problemas do Pais. 
Tudo parece estar bem. É 
um povo simpcitco e 
rom:intico: um povo que 
ama. que se encanta e se 
apa~"<Ona. Enfim. um povo 
que já acostumou a sorrir e 
sofrer ao mesmo tempo. 
o p o ' o 
murtinhense é ainda um 
povo católico. Uma das 
grandes festas é a de Nossa 
Senhora de CAÁCUPE. 
comemorada no dia 08 de 
dezembro. Nesse dia as 
e_ __ • 
• . ... 
J 
t 
Cruzeiro d Sul- 
-- 
tas+nh+m Irs ore 
puta a» por k» qu 
ttutat mi·peta!ena»€ ta, 
ptaa. encaminhando-e 
r,.,r., ,1 l
0ri:j.11ll.,tr11 ,li h:i 
lugar para todos. um grande 
spuo conforta os Seus 
fiéi. A Iyrna enfeitada 
com andores de santos 
flores. esta cheia de 
pagadores de promessas. de 
pessoas que acreditam em 
milagres e em Deus. São 
momentos de profundas 
r,llc,,c,. d1: re,pcito e 
hutantsmo, todos : une 
num laço de irmandade na 
ccrtc1a que Deu, o, 
assistem nos seus pedidos e 
agradecimento;. 
lJ p o I o 
murtJnhcn,,: é tamr>cm um 
povo que sonha. são o» 
sonho, que os fazem air. 
que impulsionam seus 
pas;os rumo a 
concretização de ,cus 
ideais. 
(., dia começa 
alegre ncs;,e lugar. assim as 
pessoas esperam. 
Antes mesmo que o dia 
chegue. a cidade já está 
acordada. Mantendo assim 
sua tradição. ou seja. os 
co;tumcs dos antigos 
moradores que sobrevivem 
nos casais de ,·e lhinhos que 
de madrugada. 
Despertados pelos cantos 
dos galos. cedo se levantam 
e esperam o dia tomando 
seu chimarrJo. Juntos com 
os galos. os pássaros 
também cantam alegres nos 
galhos das goiabeiras. 
manguciras ou dos galhos 
retorcidos das antigas 
árvores. combinando seus 
canto. Em pouco tempo 
todos cantam: galos e 
pássaros cantam num ritmo 
harmonioso de sons. Eles 
anunciam o inicio de um 
novo dia. Nas ruas e nas 
casas sentem-se um aroma. 
é o cheiro de chá-queimado 
cam:gando pelo vento. As 
pessoas começam a sair de 
suas casas. começam a 
percorrer a.,, rua, dirigindo­ 
se ao lrJbalho. outras para a 
escola. Em poucos minutos 
as ruas estão tomadas pelas 
pessoas: uns alegres. outros 
porém. com o rosto cansado 
da noite mal dormida. 
Assim. carros. biciclct.:1s e 
carroças desfilam pelas 
ruas. os Supermercados 
abrem suas p~rtas e os 
comerciantes começam a 
atender a comunidade. 
Muita gente compra. mas 
muito também são os que 
vendem. Existem os 
revendedores paraguaios e 
ts arcares brasaltos p/ 
logo d» ofereuu 
produção diretamen' 
l.'.tlil·,ur,1idc1r t..h.· ,11 ,, 
cartomnhas pradxs por 
cavalos eles nu!m O}hy o 
melado, batata doe. 
laranta, melão mln+a 
leite. qusiyo. c I assim 
percorrem as tuas, e as 
pessoas compram lodos 
andam e muttos trabalham 
Os funcionários publos 
batem cartão e se dirigem 
às suas se ç () e , : P, 
especuladores investigas 
as últimas novidades. 
Assim o d+a passa e 
, em a tMdinha. os mís 
jovens buscam distrai-se 
pelas praças ou campos de 
pekd:t < furcnol) ou qu:1Jr.1 
de oki. Outro, f.11c111 
ginasticas ou uma corrida 
pelo dique para manter o 
forma. outra ainda. cm 
rodas de: amigos. to,am 
sanfona I!  iolJo unitan<lo 
grandes artistas. E uma 
forma de chamar a atrnçilo 
das mocinhas que passeiam 
maliciosamc:ntc: pelas ruas. 
São moças muito bonitas. 
aliás. toda, são bonitas. 
Dons que preferem ficar cm 
casa curtem um bate-papo 
de comadres com alegre 
chimarrão 1as 
existemtambém aquelas 
que prc:frrem as novelas ou 
os noticicirio, de te:, ê. É 
assim. todo, procuram 
vi, cr da forma que os faça 
scntir-,e bem. Aqui o lugar 
é pequeno. os pontos de 
<li, ersõcs são pequenos. 
mas as pessoas sào amigas. 
e: se entendem. por isso há 
lugar para todos. 
Porto Murtinho é. 
assim. uma cidade amiga. 
Dos vtsitanles e da natureza 
que os cercam. É o cofre 
onde estão guardados o 
tesouro de todos.As 
pessoas gostam dcste lugar. 
por isso o pro1egem. é o 
palácio onde habita o futuro 
de cada um. É um lugar 
muito natural. aqui pouco 
se in,·enta.. mas a maneira 
das pessoas viverem é 
profunda e hones5ta. 
aqui a natureza fala 
alto. o ar que respira vem 
das matas e é dividido entre 
todos. O céu é azul. a noite 
carregada de estrelas 
refletem-se nas á2uas do 
crande Rio Paraguai. A 
noite é calma e silenciosa. 
apenas alguns ruídos nos 
dias festivos: Natal ou ano 
novo: é o sino da igreja que 
toca ou o apito da serrraria 
que alerta a população de 
que nasceu um menino ou 
@tas um ano too h'ou. 
1,n ao a tis [As 
1 » Mo barullas, 1«o 
perturbar o ono d aa 
populas,do A idade 
taunhem e potpuda. 
poliras militares e 
autotdzt as prou ar 
manter a wtdems, o Prefeito e 
,J.I ,l'.(IIIJl't!o IJJ11bCnt 
trabalham pela anu!cyo 
de ,,1.1 r,,•pul .. 1 :;.,_ d.1 cidJdc. 
Mas Perto Murtunho 
é tambem otccanto daqueles 
que amam a na!ureza e sua 
prever»aio O put.anal é 
.:nkllacln pela propria 
natureza, Nota-:c que das 
vazante mais profunda até 
ds ats altas montanhas 
nas<:cm a, mal~ bela; 
paisagens, sdo arvores 
tordas c plantas ta>teras 
espalhando se entre o3 
coqueirais As flores 
akgramas horboktas e 
beija-flores. As án ores 
frutíferas atraem e 
alimentam os animab. 
Entrando pelas 
matas não é dificil encontrar 
lugares encantadores como 
riacho,. cachocir.is. olhos­ 
d'água e muitos outras 
mara, ilhas que fazem as 
pessoas se apaixonarem pela 
natun:1.a. 
Assim. Porto 
Murtinho é a cidade de um 
povo amigo companheiro 
insepar.ível do mundo que o 
cerca: O PANTANAL. É 
dela as inspirações que 
alegram as pessoas. 
sentimentos que o faz.em 
sonhar. sorrir t: cantar. que as 
fazem sentir profundamente 
a import:inciada vida. 
Porto Murtinho é a 
cidade materna de mais de 
um povo. Aqui vivem bem 
unidos paraguaios e 
brasileiros. É um ninho 
sagrado onde repousam os 
mais nobres ideais. É a 
cidade encantada.. ela faz 
parte da voz dos poetas. A 
correnteza de suas águas se 
transformam em melodias e 
são cantadas na , oz 
silrncio,a dos corações 
apaixonados. é o palco 
encantado. santuário 
ecológico onde a morte da 
natureza e a sua depredação 
pelo homem ainda não 
chegou. porque as pessoas 
sabem retribuir à ela a 
pureza do ar que é trazido 
pelas asas do vento. 
dessa forma quando 
o povo é perguntado sobre o 
que é Porto Murtinho? 
Inclinando sua cabeça para o 
lado. timidamene responde: 
porto Muninho é um sonho. 
Descontos para Aposentados e 
Funcionários Públicos em geral. 
Melhores preços da Cidade 
Av. Brasil • Centro - Caracol/MS r

Hoje a Tlilnma 11a Fronteiro 
111111.d ,I~ 1111u11,,,,111 d,t l1<111t,.:1t,1 e do ... ud K. •ll'. o qnt: 
abtu as portas do entendimento l' d I h 01110111J cntr1.· th 
111tltll,.:ÍpUh, perador de idéias e principio. d .. d!L v,l.i (d!Ç,10 
,111 l'O'CJ Ili, 1'01< 1 ( J ll,I( 1 l'<I loque desde osdos de 1972 
c.111111,h.l e.uno ,1.. u ,1111 ... 11,1 l runi11h.,d.1 
HadamalSil!SlO 
que lembrar, hoje, de Alir Nogueira Coelho, 
lrkllü1hO. ,fa1t·10111i, M1n.111. !'d-,111 1 crv~ 111111,.1. f lc1lor, 
1 IIÍ7 /bru1 I . n.,ldt>, eprefeitos de nossa cidade ada um no 
eu tempo deu a sua pateela pana o desenvolmeuto de Porto 
i'vtur1111lw. No-,,,h 1m1114..'llt1fClh. 
lmnlmu 
co111 muito c.ui11ho ~ fr,1tcm,1 ,1111i1,llk NLL'>ü, 
f'l:IU:S. deixou saudades e 111,irc,1 de sua passagem p<>r c,ta 
vida. vid,1 q11~ par., d,· cr,1 l'orh1 M11rti11ho. 
Destaque 
·para a l'rok,,ora /urora, 
SccrctariJ de Fducaçiio de 
Porto ~lurtinhn, pessoa 
compchmtc. "icguirn.J~1 a) trilhth 
do p,1i. n c,-prcfcitn ldclfonso 
1 
Com a '"ª 111:111cir:1 Jc ,er. Unindo Forças 
Jmnr,l n:pn:"!Cllta ;h 110a"I 	:3C'"'7'Ç::;:-:r-:----;=::;;:::;;;;;;;;;;;;;;__., 
liJcrJIIÇ,h d, ~tuninho. Uma 
,·,cnlha ,,cat,Hla do prefeito 
I"""''"'-------..,___, /bd. 
Muito Orgulho 
' ' • 
$;. 
. . ~ 
» + 
, ' 
.. 
Todo!» nó-, c:,t,1tno!» 11111110 
orgulhosos, o Senador Ramc, 
fchct foi 110111cado 
1 ! :S: 1 s T R O D A 
ll 1 EGRAÇ,O REGIO. Al 
Na loto. o Ministro com o 
dqrnt.1do ;IOK/ o prdei10 de 
tntnnio foão. i);icio Qucirnz 
Sih a. prc,identc cio CI DD, !, 
Registro 
Outro 
No ,orri;o abcno. de Luiz Abreu. dura111c a campanha. a 
ccncza da vitória. e ccnez.:i maior. de que todos os político, 
unidos. cm i.1urtinho. poderão acelerar o nosso progresso 
-...,,.-----,,º""".r------'.:""-.:-r.' .. -~ .... -=_p_ 
í.fa EXPOBEL vocé fará grandes 
.. tç:'5cios, il-'tí.icipará r/::: &ai/es e 
sl,·G.i''S, can/;-1;,ceré nossa tr,1dir;ão, é.' 
('{ri{ 
11ra e a ;'ibra do :'rcnteirir;a. 
Tr-;,1t:ias de 1!
1~·0, ratt .-ns. l.Ulinária 
regional, nessa niísica. 
'
1en/ii: :'fira: um p:1cco da llassa 
/,; s tá ri a, ri'" i/ ·rm e n ! e s, pré d ias 
c: :ta várics autos tas vais bel0s 
o Estado. Si, ela '/isa t: um colírio 
.. "t , .. os ol/;as. 
í. Cl?l,'- _filíJ DD SU e a SETE 
pEy4' ·; 4ôEs ll _,, .i_r_!,,, .... ,,., tCl!I a argu 10 
!lt p:11 licij.Jtr~·r·
1 r/_:- EXPC !i EL 2001 
• 
1
ai'ta/ do 3 ',, ··~·,;;u. 
Í '-pct ! .. ti para o jovem Mar , 
tomo kolon, eretaro de 
',Jlitk de 1',,rt11 ~!urt1nh,1, 
(Om rnu1t<1 h11111dtl.11lc e 
1Jlu,t,1 .. iJrni111 11,111Jo u,,u 
das secretarias mais diteis 
[lc,to ,uc.td,,r 1.,rco, 1111 
escolhido pata gerenciar o 
,rtnr de- l:i aude. l.'111 
rné1 l'.t:cndo dog ir, .... 
íalcnto na /dmrni,traç:m de 
/bel, o cornpctcnte ad, 0~1do 
Dr. Joaquimn. Assessor 
Jurídico d.1 Prefeitura 
Municip:il Recado do amiµo: 
"a todos os murtmhenses o 
meu fone abr,,ço nc,tc cfi,1 cm 
que COl11~1TIOíilfll()') 
a11i, cr.,ário do município". 
Na foto entre lleitor e 
Go, ema dor Zcc.i. 
Tr, 'í'l' s 
----- ----- -- 
mmiço forte, c!e amigo e corm11rntieiro 
O Governador Zeca abras.ando 
lork o ,cu p.1n:ntc am', 
AILI0:-1 COALII/DA. 
prn1dcn1c dJ C,lmar.1 
Municipal de Porto Murmho. 
Liderança reconhecida. um 
dos "possiveis" candidatos a 
prefeito nas próximas eleições. 
Feliz lia ví!Ia 
OToninho 
,_. ,--t. , portania ,t.l r-r.i , 
bom funcionamento d 
Ler Hativo, ele que é o 
Admistradot das E inans,a O 
homem que cuida da "grana 
Sempre com competência 
o emprc-,írio e vice 
prefeito de Campo Gr.1ndc. 
0,Jlclo Po,,ari, o seu filho. 
(.[~/R. recebeu o titulo de 
CuJJd.io Muninhcn,c, uma 
honraria que orgulha a familiJ 
Possar 
l)J J/VE r. umJ dJ, rna1, concciluJdJ, empresas do ramo 
agrop,.-cuarm. finnJ tradicional de Bel Vi,ta,jj cst;i se prcparJndo 
para a EXPOlll.l . <'ndc m,tJIJrj o ><li c,t,rnd. corno o fa; todos o, 
ano, Fa!Jndo '"' ro"" 10. ele fechou "'" loja cm Jardim fWJ 
in.-C~lir nui, 11.1 loja de Bela Vista. Novidades, proximamente os 
serviços serão ainda m:ais aperfeiçoados. Na prcl'<imJ l"diçjo urnJ 
t:ntrL"vi,tJ com_ o -, oninhu que falará de ,eu-, plano, r:..ir.1 ,!h.·mkr 
todJ .1 rL"g_1lo<lo Sud(l(.'')k' e f- ronti:ira 
U§kITDk. [D) VIÃJ 
"- 	t T D 
OUAEHOS SIMPUS OU APAllTÃMtNTOS COM 
AiH:ONDKIONADO, A Plll:ÇOS IMBATiVtlS. 
VISHANDO B[LA .VISTA HOSPtDt-St NA 
PO!JSàD.!. ÇOS_)'BAJANTl:S, ONDt VOCt SDlÁ 
TRATADO cono UM AMltiO. 
~lJA §E: :.§TIÁO Cn!ISPIN DO l![(iO - CtNTl!O 
{lt--1 rnr.:NTr AO SUP[ID'l(l!CADO BOt-1 GOSTO) 
- 
• 'DIESEL - GASOUNA - BORRACHARIA 
c-ne °ansa e Respeito ao cliente 
Bella Vista Paraguai

POLÍTICA 
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GENTE E NEGóCIOS 
' #nau ala &al 
tJ.{lll/f 
Rua Santa Are a 1Q4-Cpo Cr»+ w' 
fone (0067/721-5010 Fax (007,724.9140 
o morador do quarto 11 
Era meu habito, ficar sentado numa das poltronas, 
por sinal rota e com as molas desgastadas pelo tempo, na 
portaria Desempregado, culpa do último Plano de 
Governo. nem me lembro qual, foram tantos, além de 
aguentar os olhares cobratícios da dona da pensão, tinha 
também de me esconder quando chegava com pinta e pose 
de cobrador da máfia, o Jeremias, cobrando, 
evidentemente, as prestações atrasadas do carne das Lojas 
Ducal, onde comprova minhas poucas (e sem marcas) 
roupas. calças, camisas, e meias. Comprava nas 
promoções que a loja fazia de tempos em tempos. E ainda 
a prestação. Prá levantar uns trocados para o cigarro, 
cineminha e a cerveja com torresmo no ponto. todos os 
dias à tarde, no Zé da Da tida, conseguira um emprego, se 
aquilo era emprego, de ajudante de carregador de malas. 
meu patrão era o "Luiz Carregador", ele sim, funcionário 
com carteira assinada e tudo o mais. Eu o ajudava quando 
o movimento aumentava, o duro mesmo era os cintos que 
tinha de amarrar nas costas para segurar as malas. D urro 
de carga. E o Luiz abusava. Tudo bem. Mas recebia todos 
os finais de tarde, uma merreca. E não era todos os dias 
que o "patrão" chamava. Enquanto isto, esperava a 
chamada de uma empresa onde deixara currículo. 
respondera as perguntas de uma entrevistadora que mais 
parecia um detetive da g• Delegacia, só não perguntara 
qual era a cor de minha cueca ou quando dera o primeiro 
peido. E sabem prá fazer o que? Empacotador numa de 
suas filiais, uma loja de cosméticos. Para um contador 
formado pela Escola de Contabilidade Carvalho Pinto, 
com cursos de especialização e mais de dez anos de 
prática era aviltante, mas a Dona Zefa sempre dizia que 
todo o trabalho é nobre. 
Falando na Zefa, quando minha ex mulher, ligou 
de santos, onde residia com o seu novo marido, mas novo 
mesmo. um garotão queimado pelo sol da Praia do 
Gonzaga. e disse onde morava, com aquela sua verve e 
ironia peculiar. conic.:ntou: 
Você deve estar bem de vida. morando cm pensão. 
pensei que estivesse morando num quartinho, numa 
dessas vilas perdidas nos confins de Baurú. Falando nisso. 
o Luiz Augusto. meu marido mesmo, pediu que eu o 
avisasse que vai dar uma chegadinha ai conversar a 
respeito da venda da casa... 
ão a deixei terminar. Falei grosseiramente. 
Já falei que a casa não vendo, é com o aluguel que 
pago o colégio dos meninos e a minha pensão. Você 
recebeu a sua parte. 
Tinha dois, o Gil e o Frank, os dois estudavam 
num colégio interno em Lins. 
ão vamos discutir agora, conversas com Luiz 
Augusto. você ê insuportável. 
E desligou o telefone. 
A mandei para o inferno. junto com seu Luiz 
Augusto. • 
Eu o via passar todos os dias. sempre na mesma 
hora. pontualidade britânica. de manhã às 11 e à tarde. às 
18 hor:is. ão era um tipo comum. Cumprimentava a 
todos que estivessem na portaria. era "bom dia" ou 
"tarde". E nada mais. E não conversava com ninguém. 
nem mesmo às refeições. sentava-se sozinho, numa mesa 
no fundo do refeitório. só o vi falando com uma pessoa. 
com a Zefa. e. de vez em quando. com a arrumadeira dos 
quartos. a morena que havia entrado no lugar de Lica,que 
se despediu aos prantos. isto depois de pediras contas e se 
mudar para Poços de Caldas. onde em companhia de seu 
novo amor. um viajante. fixaria residência. E trabalharia 
num daqueles hotéis cinco estrelas. 
Zefa o 'chamava de "Dr. Alves de Arruda". Isto 
mesmo. não apenas Alves ou Arruda. mas Dr. Alves de 
Arruda. 
Para mim não passava de um metido a besta. 
muito senhor de si. às escondidas nós-os lá de baixo- 
como dizem os franceses - o chamávamos de "macaco", 
não que parecesse com um simio, muito pelo contrário, o 
cara era até boa pinta, como dizem as mulheres, um 
cincoentão ajeitado, mas pelo nümcro de seu quarto, o 17. 
Nem é preciso dizer que eu faza a festinha todos 
os dias no jogo do bicho sempre com o mesmo cambista, o 
ecada Véia. 
Morei na pensão durante dois anos. mesmo após 
conseguir emprego no Hospital Municipal, auxiliar de 
contabilidade, aquele da loja de cosméticos ficara só na 
promessa. Mas isto, do emprego, não vem ao caso, 
enquanto morei na pensão convivi, se aquilo era 
convivência, com o "Dr. Alves da Arruda", até ele sumir 
no mundo. 
Comparando com a nossa vida, a minha e de 
alguns moradores da Pensão, a do homem era de 
qualidade, pagava as contas em dia, andava sempre vem 
vestido, nos finais de semana vestia temos bem cortados, 
gravatas de primeira, sapatos bico fino, chic pacas, 
sempre com livros e revistas embaixo do braço. 
Comprava os jornais do dia. Gastava o Dr. Alves de 
Arruda. E viajava, sempre. 
E aos sábados sua presença era constante no 
Restaurante de Mãe Tonha, uma baiana porreta, onde se 
servia a melhor feijoada de Baurú. Sem falar nas outras 
iguarias da boa terra. E às quartas-feiras lá estava nosso 
homem no Fogão de Lenha outro Restaurante cinco 
estrelas, este especializado na cozinha mineira, tinha bom 
gosto e bom paladar o nosso doutor. 
E não é que o homem era doutor mesmo. Foi a 
Zefa quem contou, aposentado, advogado formado na 
USP, trabalhara cm ão Paulo, mas sua família era de 
Bauru - nunca vi ninguém o procurar, não recebia visitas­ 
fora aposentado por problemas de saüde. E mais não 
dissera. Mas eu desconfiava da "história" 
ós o invejávamos. 
-- Um fato merece registro. raramente sorria. 
sempre sisudo. criavam histórias fantasiosas a seu 
respeito, não era prá menos, o cara era por demais 
misterioso. 
E mulher? erá qtrc não gostava de mulher? ._, 
Fiz muita amizade com a iequinha, até demais, 
aos sábados a levava para o " oite de Cristal" uma 
gafieira de primeira. o samba rolava solto. eu bem mais 
velho. ela chamava a atenção, mulata bonita, reboliava, 
mãe de um guri fruto de um amor proibido, se apaixonara 
pelo patrão. um jogador do EC oroeste, casado o 
resultado desse amor foi a rua. Naquele tempo era assim. 
Moça ainda. menos de 21 anos. com um filho para criar, 
morava com a mãe no Jardim Bela Vista. perto da PRG8.a 
rádio dos bauruenses. 
Nequinha foi meu caso por quase um ano. Depois 
juntara as traias e foi embora para o Mato Grosso. para a 
cidade de Dourados. junto com um tratorista. trabalhador 
numa plantação de soja.. 'equinha virara dona de casa. 
que Deus a tenha sempre com a mesma alegria de viver. 
erá que ainda vive? Acho que sim, pois tinha uma saúde 
de ferro. muita energia. boa de cama, judiava do "seu 
velho" como me chamava. E dá- lhe gemadas com 
amendoim. 
Pois foi equinha. Ela mesma. Foi ela que ajudou 
a descobrir o mistério do Dr. Alves de Arruda. uma de 
suas limpezas do quarto 17, talvez por descuido do seu 
ocupante. encontrou cm cima do guarda roupa. dois 
revólveres. um 38 e um 44.aquele grandão, e mais. depois 
de muita explicação. muitas perguntas. a estranha arma 
que ela falava nada mais era que uma metralhadora. isto 
mesmo. dessas pequenas. acho que estrangeira. 
Aquilo tudo mais parecia uma história de 
suspense, de terror. mas que diabo! Todas aquelas armas 
com aquele homem? 'ão batia 
Pedi pra no comentar com ninguém. mas qual...a 
r----------------------, 
moça botava a boca no trombone, todo mundo ficou 
sabendo que o Dr Alves de Arruda tinha um renal em 
casa, ou melhor, no quarto. 
E Zefa ficou sabendo. Ou ja abia 
Quando o homem chegou da rua se fechou com 
Zefa no escritório, lá fi.aram por mais de duas horas, ele 
saiu e foi direto para o quarto, e ali sentado na poltrona, na 
portaria, assistindo a tudo. E sem entender nada 
No outro dia, bem cedo, vi a mudança, muitos 
livros, caixas e mais caixas, várias malas, sacolas, tudo foi 
colocado numa camionete e levado embora, sob as ordens 
de Zefa. Não vi o Dr Alves de Arruda. Nunca mais veria o 
Dr. Alves de Arruda. Estava enganado. 
Sempre fui homem de guardar segredos, um 
túmulo, e Zefa conhecia esta minha qualidade. E confiava 
cm mim. E me contou. A verdade. 
Olha. tive que mentir para o senhor. sei, que podia e 
posso confiar em sua discrição. mas os outros não, o senhor 
sabe como é? Gente faladeira. E era melhor o senhor não 
saber mesmo a verdade. poderia ser perigoso... 
Corno, perigoso? Perguntei. 
Agora posso falar, o "Doutor" está longe, muito 
longe, a Sequinha estragou tudo, já não dava para ele ficar 
na pensão. era questão de dias, a cidade toda ficaria 
sabendo, é uma corrente. de boca em boca,.ele ficou aqui a 
pedido de um velho amigo, dos velhos tempos - e sorriu - 
amigo de confiança. 
Tudo bem Dona Zefa, mas e dai? Estava 
impaciente. 
ão existe nenhum Dr. AI ves de Arruda, mas 
apenas" DOUTOR". seu apelido, por suas maneiras finas e 
gosto requintado. maneira de se trajar. cultura, homem 
fino.mas MATADOR DE ALUGUEL, um dos melhores. 
Cai duro. Impossível. O Dr. Alves de Arruda. 
Matador? 
Pois é. sabe lá Deus quantas mortes esse homem 
carrega nas costas. ele atua no Mato Grosso, Goiás. até no 
ordeste. 
Estava explicada as viajens do doutor de vez em 
quando ele se ausenta uma semana. duas. sem ninguém 
saber para onde ia 
A descoberta das armas. o falatório, tudo aquilo 
quebrava o segredo e sua atividade poderia ser descoberta 
pela polícia ou inimigos. Teria que achar outro local. Em 
outra cidade. E lá se foi o "Doutor" 
Eu, enfim. acertei e recomecei minha vida. além de 
ganhar, na cabeça, o prêmio no jogo do bicho, uma fortuna 
na época. dei uma gorgeta das boas para o Nego da Veia, 
consegui um bom emprego no Hospital, o qual depois 
abandonei. para me mudar. também para o Mato Grosso, 
onde adquiri uma pequena chácara e posteriormente 
instalar uma pousada na cidade de Bonito. casei com uma' 
bela matogrossense de 27 anos. que me deu mais dois 
filhos. Duas vezes por ano visito Gil e Frank em Baurú, 
eles passam suas férias comigo, estão cursando a 
faculdade. Não vi mais minha ex mulher. Fiquei sabendo 
que ela foi abandonada pelo garotão e se amasiou com o 
vendedor de cachorro quente na praia Vida dela. nada a 
ver comigo. 
Só me lembrei da Pensão da Zefa. de Zefa e do 
morador do quarto 17, quando numa cidadezinha da 
fronteira, perto de Bonito, ocorreu o assassinato de um 
político, fazendeiro. tido e havido como mandante de 
vários.. crimes. no mesmo dia. ao voltar- de carro para 
Bonito. de uma viajem a capital. num posto de gasolina, ao 
parar para abastecer vi o homem. em pé. ao lado de seu 
carro. um gol preto. vidro fumê, nossos olhares se 
cruzaram. Juro por Deus, vi um leve sorriso em seus lábios. 
Tenho certeza. absoluta. era o "Doutor Alves de Arruda". 
(Do livro a ser editado Pensão da Zefa. histórias contadas e 
vividas) 
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Data Festiva 
o 
Nta data fstira, quando Porto 
Martinho 
(O/llfllll/1'/I 111,ri~ 11111 111ti1·en,írí,1 ,(., 
Emancipa@o política, 
Nossa mnsaqrem de otimismo, pois 
Somente com sse espírito é q 
Realizamos todos os nossos ideais. 
I. o povo de Porto Murtinlo 
51'11!)/YC t!IÍIIIÍStrl, 
psar de todas as adversidades qur 
Enfrentou nestes últimos anos, 
t111iw justo wtiio que tolos 
Co111m11J1·e111 com 11111itrr 
ale9ria este 
Dia maior da História 
Mrtinhense. 
Vereador Zé Miranda 
' 
Parabéns Porto Murtinho 
Nossas calorosas 'aurlaçôes ao 
Povo amigo de PORTO ,JURTJ.Yl 10. 
Gcnle simples, Amigos rle longa Dai a, 
Companheirns De caminhada. 
Poro que Trabalha. e vive 
Com muita J lonnulez e cligniclacle. 
O nosso abraço fraterno ao 
Po'O Mul'tinhensc ... 
rOg0 
NTA EI 
/ u»foras • t to fof ' 
/·''/''·/' 
t»ar,»ta,niy 
/ 
/. 
/ / ' 
I 
Uma nom época Desponta no horizonte De nossa terra! 
Completa Porto /tlurtinho. hoje. illais um ano 
De existência! Foi um sonho que se Tomou realidade. e li partir 
desta data. Um novo tempo. Vai iniciar. .. Uma nova Porto i'lurtínho 
vai nascer! Eslpmos trabalhando Para isso. e contamos 
Com seu apoio. para que Você nos ajude a l?econslruir esta terra 
abençoada! Venha partilhar conosco nesta caminhada. no limiar 
de um novo seculo, Com novas ideias, com novos investimentos, 
pensando num futuro melhor.Para nós e para nossos filhos! 
Contamos com J'océ! 
Futuro Melhor 
Porto Murtinho representa hoje o desenvolvimento, 
Mas acima de tudo, o caminho onde 
Convergem as esperanças e as promessas de um futuro 
melhor. Seu povo bravo e heróico, Queima etapas e está 
Empenhado na construção de um futuro, 
Através de ações concretas, 
Resolvendo os problemas que se apresentam, 
Com idealismo, fé e muita luta. 
Rendo minhas sinceras homenagens 
Ao povo laborioso desta terra 
E parabenizo todas as autoridades constituídas. 
Vereador Agnol - PL 
os· Anos Ensinam . 
JvI..uitas coisas Onuc os dias Desconhecem,. 
 	___, 
A·todos que De alguma Fonna Contribuíram, 
Para o Fito da Jornada Neste rmiversário 
De Porto JvI..urtinhoJ Nossos votos 
De muita paz E progresso. 
VEREADORA 
S 
A. • F . 
on1a erre1ra

E como sempre fazemos, Aqui estamos juntos 
Para comemorarmos A maior festa de 
Porto Murtinho, os seus ... Anos 
De Emancipação, com Muito orgulho, com 
Muita fé no futuro. 
Hoje é um dia para agradecermos. 
Primeiramente à Deus, Que nos deu e nos dá 
Fé necessária para acreditar . Ao momento que vivemos, 
Agradecer cada instante De nossa vida, pois vivemos a 
Oportunidade de progredirmos como 
Homem imagem do criador. Agradecer aos Murtinhenses por 
. Esta maravilhosa festa que A cada ano supera o outro. 
' 
Assembléia Legislativa 
D 
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:" / Cana»trilho iilo»oaomate«lo 
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r---~·-:..,;:,_;;.,:;,-- 1 
1
. ;.__i 
...._ __ .=.... -2 1 
Ao p.om raloroso 
Desw cidade os mais 
Sinceros rotos de 
Prosperidade e 
Proaresso. 
Que a chama ardence 
Do ideal dos 
Fundadores continuem 
A iluminar os caminhos 
Dos que hoje 
Conl'in:m em 
Comunidade. 
Í. com or9ulho que 
Unimo-nos às 
. l!an!fesrarões comemoT<.JC iras 
De mais um anirasário de 
Emanciparão Polírico-Adminiscrarim 
Deste município, e.nernan lo os 
cumprimencos e a afirmação 
De pertencer com orgulho a esta terra. 
~Câmara Municipal de Porto Murtinho

Amor, Suor e Lágrimas 
Foi com muito umor, 
Suor e lágrimas que 
Construímos esta cidade. 
Construímos cm base 
Sólida, 110 decorrer 
Dest:cs anos. E várias gerações 
Que trabalharam nesta 
Construção, hoje consolidada 
Com a realizaçiio de um 
Município próspero, 
Harmonioso e ciente de 
Seus deveres perante o 
Estado e a Nação. 
E muito mais ainda 
Vamos construir, para 
jamais Parar no tempo e 
no espaço. Para poder 
festejar nos Dias futuros 
muitos outros Aniversários 
como hoje, Com muita 
festa e alegria. 
Tradição e Luta 
O po . de iorto Murtinho, 
Com mvita tradiio E 1ta, trabalha 
e Se agita na Construio de 
Um muni@pio Prospero. Enganjudo. 
E hoi e dia de Testa. E festejamos 
todos juntos. Unidos comemoramos 
Mais um aniversário de 
Porto Murtinho. Gdade jovem 
Cheia de Ideal, Exemplo de 
conivência fraterna e de arrojo. 
P,u,1ht·ns Porto Murtinho, 
hojl.' e o seu di,,. 
Ontem uma promessa ... 
Hoje uma realidade 
É com dinamismo, Com gente de fé 
E com dedicação que Se 
constrói o Desenvolvimento. 
Homenageamos Todos os 
Murtinhenses, Aos que têm amor 
Ao trabalho e Acreditam que 
Possamos Construir uma Sociedade 
Mais próspera e Mais justa. 
Estamos Caminhando, 
Todos juntos, Governo e Povo, Í 
Homens, Mulheres E Crianças, . tu . 1 
edificando A Porto Murtinho de - -='.. J... 
nossos sonhos. Aproveito a - 
oportunidade para desejar aos 
TRABALHADORES do campo e Geraldo Marques 
da cidade, a nossa mais 
ctusiva saudação, pois, PREFEITO DE BONITO 
para nós, é o TRABALHADOR 
a força que constrói. 
Este dia é de festa para toda a população, 
É também para nós, à Porto Murtinbo que boje 
aniversaria Nossos melhores votos de progresso. 
Nossas sinceras homenagens, desde o mais humilde 
Morador, ao mais destacado cidadão, pela 
Participação na vida comunitária, somando 
Esforços em beneficio de todos nós. 
-L ·---- 
Vereador Antonio Dinis 
-CARACOL- 
l',s tr2suso d s 4o 
Auasdrs d: Drts 'ruis 
Estodns as 9ssas iswoos à -b.:fa. 
Csaudada srdra z rck&ara d 
Dsrt 'lruio csn &sss 
Dprssprdad o sda-a-da 
'kjz as do 
gana, Dorso Klrtu.is 
Dssa d tsdss szus {is. 
hdss. raa&do okro a slro 
Csstrods w {tro .z&sr.

Saudações 
Saudamos o Sr. 
Prefeito e a 1' 
Dama, Cúmara de 
Vereadores e 
demais autoridades, 
Pelas festividades 
do aniversário de 
Porto Murtinl10, 
E cm especial 
ios trabalhadores 
que lutam 
Pelo progresso de 
Porto MurtinJ10. 
Claudio Codorniz 
(CHEFE DO 28. CIDETRAN 
h«,«4Ag Ae otias parte!'ar e 
9« tem a {ti4aA vwr 
etrtizales t «nu anie d« yrs+" 
M{sras ajudam a riqr. ven. neta 
estão! ata e ivrárle e 
Pee 7/«toe. trpatta e 
t seu (atrites ptv 9u, t 
a {era e traía!'íe e e «opte 
da trazem, estrew A 
ptza dst ó uoieipie. 
9racise 
Sitie ts Rei A 
' , 
coe 71±o 
Per+e 11e«tive 
(l}{S 
dir Tavares 
Baile da Boina 
lo dia 9 de junho aconteceu no Grêmio de Pono 
Murtinho uma grande festa sob a realização da dirctorin do 
Cluh da~' CI, FRO'l o Baile da Boina.Eu estive l:i conferindo 
e foi nota I O. 
Deu o Que falar 
/ matéria colocada em relação a diretora da Escola 
1'1unicipal "Di..,criminndora e Prcconccituo~a.,_ Ficnmo, 
sabendo que uma delas que se colocou a frente da matéria niio 
foi citado nome. tentou levar, até para o "Fórum" 
(Coitada deveria se preocupar mais com a direção da 
escola e não com picuinhas 
Nem tem como o mc,mo. , i, e numa frustmçào de 
recalque. 
Boas vindas 
Através desta... Queremos desejar boas vindas ao time 
de Vôlei de Guia 1.ope, da Laguna ,oh o comando do meu 
amigo "Edinho". que e<1ar:i ne,1c dia 16 de junho jogando 
contra Pono 1uninhc> no Giná.-io de E poncs Mario 
Andn,:uza. 
.MissEstudantll 
l O concurso de beleza "Miss 
n,aliz.ado no dia 16 de junho foi adiado. 
Detalhe, na próxima edição. 
Destile Show 
Estudantil que ,cria 
O concurso de beleza masculino e feminino. que foi 
um verdadeiro suces.,,o cm ~000. cstar:i aconk-ccndo cm julho 
deste ano. iob a realização da coluna social "Pcr.;ona1idades" 
de Edir Tavares. 
Já conta com total apoio de cmpres;irios de São Paulo 
da' cidade de Tatui e tambêrn do empresário Rural Nelson 
Cintra. Detalhes na próxima l'<lição. 
Realidade 
Para quem anda nas nras de Pono 7'1uninho da para 
sentira paradcira. O povo esta decepcionado com tudo e todos. 
O dc,cmprcgo é algo que choca a população 
muninhcnsc. 
Lideres politicos. que só prometem. bnçam projetos e 
nilo concluem. falsas promcs,,.,s que podem acarretar derrota 
política cm 2002 cm Pono Muninho e MS. 
Sociedade, medíocre, falsa. preconceituosa 
discriminadora "Pobn,". • 	' 
E ainda tem gente que tem a coragem de dizer cu faço 
pane da sociedade, .. 
Feliz é aquele que é "pobre" e pode realizar todas a, 
suas vontades. 
lr1fchLé. aquele que faz as escondidas. 
lemaL 
Udeza. ousadia e muita sensualidade m=ulma e 
feminina. 
Garoto e Garota lmprcnsa/2001. Desfile show. 
Realizaçào jornal Tribuna l1urtrnhcn,e 
"Pc"onalidadcs". 
Tudo é complicado para pessoas complicadas. Para os 
,implc,. tudo é simples. 
365 dias cm meditação. 
{Paulo DcaL.iglia) 
Dizem que a futilidade é um estado violento. Tah cz 
por cultivar futilidade nossa sociedade seja tão, ioknta. 
Arraia da Cachoeira 
Tudo pronto para a tradicional festa Junina da colonia 
Cachoeira. que acontece nos dias 23 e 24 de junho na noite de 
S;1olo:io. 
/tra, és desta quero agradecer o convite en iado pdo 
Presidente da colônia. senhor "Malaquias" e Dona Irene 
Rihciro. para panicipar deste grande evento. com cencza 
estarei presente no ARRAIA. 
Baila dos Namorados 
No último dia 12 de junho o Club dos Cai2as. 
realizou o Baile dos amurados que contou com a animaçào de 
Condor Banda Show da cidade de Parana,ai-PR. 
Foi um verdadeiro Show, muitos casais e jovens da 
soei e-d ade marcaram presença. 
Parabéns a pn,sidentc doClub F:itima rbrão. 
Destaque 
U l'ecuarista e 
Presidente do Sindica10 
Rural de Pono Muninho 
Pantanal-MS. que é 
destaque em nossa cidade. 
Inovações 
Apaixonado pela Are e a ultura. Vendo a arria do» 
joveus de Porto Mutilo, tentando fazer on que qucçam da isc 
do des-emprego e outras coisas mais. 
Realizei e, enlos com as melhores atr:ições. coisa jamais 
vista na cidade. 
Entre estes ccnutos, A melhor banda Paraná (Visual Banda 
Show). Capa da Pia) boy a Musa do Pantanal (Cri~tiana 
Albuquerq,,e) Pantera do MS (Elilamne Marques). Mss Mato 
Grosso do Sul Iurismo (Aline Salvano) hoye modelo da 
UBERABÃO; show de Dn,,,g Quccnn. duplas sertanejas. defiles 
concursos de beleza, festa do hawai. 
E a ,inda de um ator global Luig Raricdli outro ator DJi 
Lart!oso. mu.sa Brasil. garota Praia Brasil no Concurso Garota e 
Garoto imprensa 2000, eventos beneficentes e o último a 0:md3 
rquarios que arrasou. 
Nào d=n•mo ... porque são c,tcs JO' ens murtonhcnses que 
me dão força para que cu posa trazer alo de bom a cota idade. 
independente de politic-.1.. Eu sou eu...E tenho o que muitos n.1o tem 
coragem e car.itc:r. 
• Em todos os tempos ... 
Em e.ada momento da minha vida. 
Eu nunca imaginava, que esta terra hospitaleira de ger.te 
humilde e acolhedora fosse me marcar. Desde que aqui chegcd em 
86 como modelo, me encontrei com as suas belezas rutur.tis. 
histórica. o pantanal e o Rio Paraguai. Depois de um longo tempo. 
Aqui optei para ficar. 	. 
Repleto de energia positiva e criatividade para um 
intc:rcambio ao mundo da Are e Cultura, com o meu conhecimento. 
hoje tenho o mesmo sonho. que os murtinhcnses. que t:m'.o am:,m 
esta terra ou melhor este paraíso. 
Já ÍJ.Zli!m sete anos que aqui convivo. 
Entre todos cstt:s tempos ji desanimei como muitos 
murtinhcnesc:s estio desanimados com a maneira com que os nosso.s 
lideres politicos tratam o povo e nossa querida Porto Muninho.. temos 
muilos jo, ens de talento.. mas infelizmente são po<bdos. 
Temos grupos de pessoas que se intitulam os mclhon:s.. Melhores ... 
Onde- .. Cadê?!! No mundo de meu Deus ninguém é melhor que 
ninguém ... somos lodos iguais. Independente de raça, credo, s.c:xo e 
cor. 
Este é o mundo de Deus. 
.• 
- •. 
±.4, , 
e 
,: r.. • • .. • ~ : 
Nelson Cintra Ribelro - Quilômetro 15 
ESCRITÓRIO: Rua Dr. Costa Marques - Centro, 681 
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