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1
11.IM 
t we i 
.- ... 
,.,, ,u 1111 Tribuna da Fronteira 
OCI.A VISTA 
A N T O IJ I Ô j O A O 
Audiência Pública em Bela Vista 
discutiu a Lei de Recursos Hídricos 
Na última segunda 
feira, dia I, atendendo a 
convite do Presidente da 
C,írnaru Municipal, 
Ver.:.tdor l.ui, ikxandrc 
Loureiro Palmiéri e da 
Vereadora lsahdla de 
Moraes Pinheiro Murano. 
o deputado estadual Paulo 
Corra. Presidente da 
Comissão de Meio 
Ambiente da Assembléia 
Legislativa, realizou uma 
audicncin publica na 
C:irnara Municipnl para 
discutir com a população u 
Projeto dc Lci de Recur.,os 
Hídricos. do Exccuth o 
Estadual. que está 
tramitando na isscmbh!ia 
Legislativa e dcvcrú ser 
votado nos próximos 
meses. O deputado vêm 
realizando audiências 
públicas para discutir o 
ussunto cm v;irios 
municípios e· tem se 
posicionado totulmcnh: 
contra a cobrança a mais, 
relativa ao líquido água. 
como. a princípio. prevê o 
referido Projeto de Lei. 
Além da maioria 
dos Vereadores da nossa 
cidade. participaram da 
audiência publica o Vice­ 
l'ref.:ito l .ico l'cbichrnne. 
que também e Din:tor do 
SiAE local. algun, 
l're,idcnll.'.s de i,sociaçüc5 
de bairros. pessoas da 
comunidade e o Prcfeitu 
Municip:11. que chegou 
após o inicio dos trabalho, 
e teve Lle se retirar antes do 
seu encerramento devido a 
compromisso inadiável 
~egundo ele. /pesar do 
forte frio e também uma 
chuva leve, a audiência 
pública cm nossa cidade foi 
bastante proveitosa e 
serviu, acima de tudo. para 
chamar a aterrçilo, 
principalmente das 
autoridades e lideranças 
políticas, sobre a 
importância da 
participação e do 
envolvimento de todos 
para que amanhà ou depois 
a populaçilo em geral não 
venha a sofrer as 
consequt':ncias de se 
instituir uma Lei dessa 
abrangência sem o devido 
conhecimento por parte da 
sociedade civil organizada 
que. no caso. é a maior 
interessada. PAC. -03 
iU;TERNATIVA R..JU!.!LA 
j 
f 
8 pessoas 
assassinadas 
em Antônio 
João 
1 «ta foi a oitava 
pessoa assas«nada no Clube 
Hataclo, que fica loahzado 
entre a divisa da Vi!a ·ova e 
e n t ro da c i d ade 
Recentemente a dona de .asa 
Carmem Rodrigues de 
Almeida foi morta na 
madrugada de domingo, 10 
de junho, por volta de 0Ih30, 
n.1 penf.-n., de /nlônio Jo5o. 
Várias pessoas foram mortas 
naquele clube, por falta de 
segurança, um lugar onde foi 
encontrada até drogas. até 
quando isso vai Ninguém 
das nossas autoridades de 
seguransa estadual irá tomar 
alguma providência! 
Lugar onde andam 
pessoas armadas e vários 
crime, j:i houve nada de 
providénc i.1, forJrn tomadas. 
cad~ o Conselho de 
Segurança que iriam formar? 
[nquanto isso a segurança da 
no,sa populaç;1o corre ri,w. 
O crime. conforme 
mfonnaçõcs divulgadas pela 
Polícia Militar, que atendeu a 
ocorrincia. tdria acontecido 
após de;cntendimento entre 
a vítima e um homem cujo 
nome quc a policia divulgou 
do acusado seria 
Laurizetc. PAG.-05 
ANTONIO JOÃO 
Recomendações para a 
substituição de áreas de 
Brachiaria Humidicola e 
DecumllBeros. 
Uma pastagem se degrada após certo número de 
anos por diversos motivos. Dentre csscs a baixa 
adaptação da e ·pécic utilizada a fatores edafo­ 
clim:iticos (acidez, seca, fertilidade, etc). o manejo 
inadequado das plantas. a redução da fcniliJadc do solo 
sem que se efetue adubação de reposição. a 
susceptibilidadc a pragas e doenças. o uso 
indiscriminado do fogo e a incomp:itibilidade entre as 
e,pc'cies associadas. tem. sido apontadas como as 
principais causas de degrndaçào. 
- A maior dificuldade que os pecuaristas e 
técnicos encontram para substituição de uma espécie 
forrageirn por outra. é a gr.rndc quantidade de sementes 
que existem no superficic do solo. Existem dados de 
pesquisa da EMBRAPA eira ter encontrado até 380 
semer11cs de Clrachiaria/m2. 
i eliminação da planta forrageira é até de cerra 
forma f:icil ficando por tanto a preocupação em 
eliminar ao m:i:-.imo o banco de scmcmes no solo. 
Citamos abaixo algumas recomendações para 
minimizar o máximo este problema: 
Durante o período seco promover o 
sobrep:istoreio isto é. o pasto deverá ser totalmente 
"r.1pado" pelo gado. 
Com o pa,,to totalmente "rnpado" providenciar. 
/ g.r.idcaçào da área. O objetivo não é o preparo do solo 
e sim é eliminar o resto da, plantas que sobreviveram ao 
sobrep:1S1oreio. Recomendamos portanto. que esta seja 
cfetuudadurantc o período seco. 
. Este solo dewr.i ser preparndo no início do 
pcnodo chu,oso. quando umidade permitir o uso do 
arado. Esta aração será a responsável pela máxima 
ehmmação do banco de semente colocando-as estas cm 
camadas profundas (20 25 cm) impossibilit:indo assim 
que estas sementes do pasto anreriore de ervas daninhas 
tcnh:im condições dc germinação. 
Logo cm seguida da aração, realizar uma 
gradeação para nivelamento do solo que fica totalmente 
irregular com a aração. A gradeação deverá somente 
nivelar o solo, nlio hi mais necessidade que o corre da 
grade seja profunda pelo contr.irio. devemos evitar que 
a grade traga sementes do pasto anterior e de ervas 
daninhas de volta p:ua a superficie dando assim 
condições p:irn qucc.ssa gcm1inc. PAG.-11 
- 
yaI 
O prefeito de 
Antõn10 João. D:ieio 
Queiroz . iha (P:1013) 
disse que está dialogando. 
cm Antõnio João. que o seu 
governo 11:m capacidade de 
discutir todos os setores da 
sociedade e sul-rnato­ 
grossense. posições 
politicas e ideológicas. 
"Neste momento temos de 
transigir para governar". 
assegurou o prefeito a 
militantes dos partidos que 
compõem a aliança que o 
reelegeu em 2000. 
Entn.: os exemplos 
citados. está o respeito às 
diferenças políticas. entre o 
governo municipal e a 
União. "Es1abelcccmos um 
rl!lacionamcnto 
institucional muito sério 
com o go,cmo federal". 
ajustou o prefeito .. 
"Estamos dando um passo 
amais", afirmou. PG.-09 
B EIA V I S IA 
Expob 
. . Poderá n:ío ser urna odi:,,;<ii:i no esp:iço. mas sem 
duvida a E ·pobd 2001 em Bela Vista scr.i 11m m:irco. 
entre as no'. use as velhas idéias o inicio da construção de 
uma nova cidade. de uma nova maneira de pensar. 
Ser assim uma ODIS!EIA. uma viajem. cujo 
destino serão os bons negócios. a, bç:1d:i:-. o;; leilões.. os 
bailes. os eventos culturais e o rencontro com1osamigos 
O presidente do Sindicato Rural. Edson Mores. 
na foto com o Governador Zeca do l'T . n:i F:1zcnd:i 
ovo 
M::irnbá. por ocasião do :mi,·crsário de Porto Murinho - 
não só confirmou a presença do Governador, como a 
colaboração para a realização do evento. 
Durante a Expobel serão prestadas homenagens a 
belavistense ilustres. pessoas que se destacaram e se 
destacam no cenário nacional. NEI MATOGROSSO. 
EZE ZAHIRAN. DR TIRSON LOUREIRO (UNIMED». 
Maria Semano. Vldemir Moka. Maura Gabinio. Aires 
(,nnph.:s.cnrreoutros. 	PlC.-0&

0 P) rl IA O 
Estamos no rabo da onça! 
O brsileiro poso bom Kkher I Medeiros 
ordeiro.trabalhador vede perata e de promessa 
() oro promete, ptomet que ai melhorar e 
taca-lhe impotos no lambo do dad±o, spa ele no que 
ão poros remediados ou pobre am,no4 
() 111( vendeu o Brasil Vendeu nossas empresas 
telefonias nossas hidrelétrias. ferrovias. e tsta 
qul'1t.:ndo, <.'tllkr' 111:u,, 
Na epoca dizia que teria que vender as empresas 
pata par a divida do Pais. Só que. hujc, a uf id,1 p11bli,,1 
intera, o a intera, esta em 600 bulhes de reais. NJo 
sabemos, no momento, aquunto monta a divida externa que 
e endolat. Ai pwt perto de uns 30) hi de dolares. 
As telefónicas foram vendidas e hoje recebemos 
cobranças que jamais foram feitas. Cobram-nos ligaçücs 
para os Estados Unidos. Japão. Cazakistão. Conchichina, e 
outro, <jUC nem ,abc11111,onuc licn, 
Na minha conta aparecem ligações para BRASIL.. 
Não sei onde fica esta cidade. 
São os "honestos" compradores de nosso 
palrimúnio, do património do povo, que vieram para 
e.xplnraro j:í c~auridn br,1,ikiw. 
Ninguém fala. Ninguem vê 
Gucntc·! Nilo berra ;i:1n! Vocc colocou os homc J.í! 
Energia elt:lrica. Vai faltar. bto nós já sabemos há 
mais de dez anos. Só o üo, emo Fcucr;1I n:lo sabia. E olha 
que o Presidente já esti li há 6 longos anos. 
A luz sobe e jã falaram cm no,o ;wmcnto. Apesar 
dê tennos a gere1çilo rn:1i, harnla que existe. a hidníulicu. 
Tambcm a hu j.i e,1ú n:h mio, da, multinacionais. En1Jo 
dê-lhe aurncnlo que os dólarc lêm que ser remetidos it 
matriz. 
i gasolina. apesar de produzirmos muito petróleo é 
u mais cam do cornincntc sul-americano. 
is faro, ias que no mundo todo são incentivad:is. 
f1111ciona111 e hem. aqui foram vendidas e desapareceram. 
Será que foram as empresas de ônibus e caminhões 
que compr.irnm'' Nilo é de dm idar. É um mistJrio. 
A NOB - Estrada de Ferro Noroeste do 13rasi 1. que 
corta o 13rasil de Bauru a Corumbá. com ramal para Ponta 
Por:i, foi vendida para umn empresa. que se diz americana, 
que nem pagou o governo e deixou a ferrovia dcsap:uecer. 
Com a Companhia Paulista de Estrada de Ferro. 
que era a melhor do País. também não foi diferente. 
E. lá ,e foi. mas um caso. o nosso patrimônio. 
As OGNs. denominadas Organizações nào 
Governamentais. com o dinheiro do Tesouro Nacion:il e de 
outros ingénuos. brasileiros e estrangeiros. eslào aí. dando 
pa)pilc cm tudo o que é do brasileiro. 
ltandam no llinistério do Meio Ambiente - para 
que será que e:1.istê? Não pode queimar. Não pode fazer 
fumaça. Não rouc tirar poste. Nilo pode tirar lenha. Não 
podc~ dcm1b;1rúrvore. Niio pode limpar o campo. Não pode 
ter h1dn" 1a. Não pode fazer hidroelétrica. Não pode fazer 
tcnnoclétrica. 
Enquanlo isto. o 13USI 1. Presidente dos Est:idos 
Unidos. o maior poluidor do mundo. mandou uma 
"Banana" para os ecologistas e ambientalistas do mundo 
todo. Gostd dele. 
! lá nào
1 
Lá quem manda é ele! E estamos 
conversados! As OGNs para lá. para o 3ºmundo. 
E. tem mais. Temos o maior potencial de água doce 
do globo. e, se você tiver açude. poço. mesmo aquele que 
seu b1savo lo 110 muque. lü 100 anos atrás. voâ terá que 
pagar uma taa ao governo. Quem tiver córrego ou rio cm 
SUJ propnedadc. também nàocst:i livn:. 
Assim. o que mic natureza nos dá de graça o 
governo q11cr taxar. 
Qualyucr dia pagaremos para tomar banho no iPA 
Serâ que nào ap:ireccr.i urn brasileiro para manda; 
no Brasil. sem interferências alienígenas. sem OG s. que. 
esta na cara' está defendendo seus dólares e nada mais'! 
Klcbcr L. lokdciros 
O autor é advogado cm 1kb Vísta-MS 
fundado em 20 de Fevereiro de 1972 
Fundador: lvaldo Pereira 
Diretora-Administrativa: Maria Estela V. Pereira 
Diretor ComcrciJI: Victor Hugo Velasquez Pereira 
Diretor--Edilor-Chefc: lvaldo Pereira 
Redolor: Ub,tdino Rodri9L1cs 
COLABORADORES 
Toninho Ruiz: - Porto Mur'tinho 
Edir T::ivares • Porto Murtlnho 
João Carlos Vclasqucz. - Porto Murtinho 
Kenner Leite - Caracol 
Sandro Rodrigues - Caracol 
André Avalo - Jardim 
P,lsthoal MitldiCri. Bonito 
Geraldo Ferreira (Cegê) - Antônio Jojo 
Redação, Administração e Parque Gráfico 
Avenida Tribuna do Fronterra, 564 - Bela Vista/MS 
Fone: [0••67) 439-1410 - FAX (0 .. 67) 439-1544 
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Porto Murtinho, Jardim, Caracol, Antiinib João e Bonito 
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Parece da iwse tece coJrne±CGe+ +51322220-9 
eators Centra de Itc1eme ntas a eia ztM/ 5bentas4Lrs· 
filiado: ADJORI e ABRAJORI 
±:%zr%±%e 
l',IU ( 1 f< '-' 1,n·.01 
Autor: omisso de Ii+ta ao, (04ras 
r os]lhos 
), Vereadores que abaixo ah«reem, 
intevt ntedaom ioPrm.rente de lata@o, Obras 
e er os Whlio reunidos em plenaris pata 
analisarem o Projeto de Lei n ou701, de autora d.a 
v,,,.,J,H,r ( icJ Lino. que D)tine as Core, Oficiai do 
Mumeipode bela Vitae dá outras providência 
A Comissão, apos analise, opina favoravelmente 
pelua tramita, fOPARLIf 
Sl±das Sessões. I de junho de 2001 
NélioDório- Presidente 
(ietulio I lllll ~ ilho- lkbtnr 
1 l.11 i() Ciod,,) • !kmhro 
l·DIJ'iL 
Antonio José Schinke, torna publico que requereu a 
FEMAPSL.MA-MS a autorização Ambiental para 
fins de desmatamento em 40,0000hectares na l azenda 
Mod..:ln. no Municipio de Jardun/MS. Nilo foi 
determinado o estudo de impacto ambiental 
EDITAL 
l.ac..' Chink e outros, tora público que rcqu.:rcu à 
FEMii'ISEMi-MS a au1ori1..ação Ambiental para 
fins dc de,malamento êlll 100.0000 hectar..:s na 
Fazenda Nossa Sr !parecida li. no Município de 
Jardim'MS. 'ilo foi delcnninado o estudo <li: impacto 
ambienlal. 
EDITAL 
Erino Afonso Farias. toma publico que requereu à 
FEMAP/SEMA-MS a a1110ri1.açào Ambiental para 
fins de desmatamento cm 32.5000 hectares na Fazenda 
Retiro da 13oa Vista, no Município de Guia Lopes da 
laguna/MS. Niio foi dctcnninado o estudo de impacto 
ambicnlal. 
EDITAL 
Efran - Administração de Bens e Participações ltda. 
torna público que requereu à FEMiP/SEMi-MS a 
autorização Ambiental para fins de desmatamento cm 
195,0000 hectares na Fazenda Dona Gertrudes. no 
Municipio de Porto Murtinho/MS. Não foi 
detenninado o estudo de impacto ambiental. 
EDITAL 
l lérvio Sebastião Carbonaro. toma público que 
rêqucreu à FEMiP/SEMi-MS a autorização 
Ambiental para fins de desmatamento cm 180.0000 
hectares na Fazenda Nova Esperança. no Município de 
Nioaque/MS. Não foi determinado o estudo de 
impacto ambicntal. 
EDITAL 
Sebastião Machado Leite_ toma público que requereu à 
FEMiP/SEMi-MS a autorização Ambiental para 
fins de desmatamento cm 50.0000 hectares na Fazenda 
Caçula. no llunicípio de Porto :'tuninho/MS. Niio foi 
detcnninado o estudo de impacto ambiental. 
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f~v[Mâtõ;'Grosso, Nº 441 • Anem ao Sup. Merc. Ranebarla 
"A8e 
• OI í,I Ili f'lW( l . IA' 
JAMIDI K0SA DO A lo Oral , J., 
Retroa!de ta dde de Bt Nz4 MS E: abera 
4us4+ o presente Edital de Pilam wrsm. 44 
apresentaram os dou nentos gidos pelo arto ) do 
Codgoid Hrsleiro, iriso4 {L.e!e pretendem 
,.i..'Llh,r. 
"VAGIR PKAL» e tA I ilt RHARD 
Ul, tKA", ambos brasileiros, solteiros, d rn,,il,.,J •• , ~ 
residente»nesta idade e muni ipiode Bel +ta-MS, ·te 
mulitut, natural de Gln de Durado-M. fiibs de 
Omar Pratese Hrania Bereni ['rates ela, natura' de 
Dourados-M. estudante, filha de {udir de Souz D)utra 
e Jc l.ui1...1 fber!,~rd Duir.1. 
e alguém souber de algum wpdtnM' qu « 
op<11,lu n.1 fúnll.J cfa Lei, 
OelJ Vi;:,t!MS .. 20de junho de 2.001. 
JANII.D[ RO'-i/ DOS SAN[()<.,. Ofiti.1!.1. 
tDIAL DE PROCLAMAS 
JANILDE ROSA DO<; SANJO',. Oirc1cdil du 
Registro Civil desta cidade de Ilda Vi,tal:vtS. Fa.1 ~abcr a 
qu.mlos o pre,ente E.ditd de Procl.m1.1> vir,rn. qu~ 
aprescn1aram os documentos exigidos pelo artig,, 1 ~U Jo 
~-ô<ligu Ci~lt llrasiielro. indsos 1-ll- e V. e prclcndcrn •--e 
JOSÉ ELIAS ALVES Ili: Ol IVl::IRA e 
JUSSARI SALOMÃO". ambos. brasileiros. solteiros, 
du,niciliado .: ri:,ident.:, ncst~ rnlade d, llclJ Vhta-MS: 
ele. naturnl de Glória de Dourados-MS, militar, filho de 
José Ales de Oliveira e Josefa Letis de SanlJnu Oli,eira. 
ela_ natural de Bela Vista-MS. operadora de caia. filha de 
Orlando Alípio Salomão e de únaide Ramo, Salom:io. 
Se alguém souber de algum impedimento que se 
dponha na forma da Lei. 
Hcla V1s1a1MS .. 1 !!de Junho de 2.U0I. 
JANILDE ROSA DOS SANTOS-OíiLialu. 
Poder .Judiciário do Estado de llato Grosso do Sul 
Comarca de Bela Vista 
Edital de Intimação com Prazo de 20dias 
O Doutor Alexandre Antunes da Silva. Juiz de 
Direito da Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso 
do Sul. na Forma da Lei etc ... 
Faz saber aos que o presente edital virem ou dele 
conhecimen10 tiverem, expedido nos autos nº 290/97 de 
Execução por quantia incerta de indenização por Perdas e 
Danos requerido por Victor Haroldo Lino em face de 
Marco Antonio Rondon de Oliveira e outros. em tr.imite 
por este Juízo e Cartório Judicial. pelo
1
presente Edital de 
Intimação com prazo de 20 dias e. atendendo ao mais do 
que dos autos consta. íica os executados ALBERTO 
JORGE RONDON DE OLIVEIRA E SIM. REGINA 
MARJI RONDON DE OLIVEIRA, brasileiros. casados, 
estando atuarmente em lugar incerto e não sabido. do auto 
de penhora realizada nos referidos autos sob O imóvel 2/3 
da matrícula 614. devidamente registrada no Cartório de 
Registro de imóvel desta cidade. e O J (um) crédito do 
executado MARCO ANTONIO ROKDON DE 
OLIVEIRA.junto à Câmara Municipal de Bela Vista MS. 
para querendo. em dez dias, oporem embargos. E. para 
que nmguem ~legue ignorância. foi expedido 
O presente 
edital. que s_era afixado na sede deste juízo e publicado na 
forma da lei. Dado e passado nesta cidade e Comarca de 
B_ela Vista. Estado de Mato Grosso do Sul. aos dezoito 
dias do mes de Junho do ano de dois mil e um. 
Eu (Pedro Paulo Cen1urião) Es J d •• 
1 digilei. 	crevente u JCta , o 
Edgard )banhes 
Escrivão (a) p. det. do MM. 
Juiz de Direito 
Poder Judiciário do Estado de ll G S 
1 
Comarca de Bela Vista ato rosso do u 
Editai de Intimação com Prazo de 
20 
dias 
O Doutor Alexandre Antu . • 
Direito da Comarca de Bel nes da Silva.. Juiz de 
do Sul na Forma d L . a Vista. Estado de Mato Grosso 
• ia e1etc 
Faz saber aos que~· . 
conhecimento tiverem ex P:Csen1e edital virem ou dele 
291 /97 d r. - ' . pedido nos autos n.. nos autos n. 
-- i" c..xecuçao por qua • . . 
Perdas e Da.nos r 'd ntia cena ele indenização por 
equen o por L • Ri 
de Alberto Jorge Rcn4 -uz icardo Lino em face 
On on de 01' • 
An1onio Rondon de Ofi.. Iveira e sm. Marco 
· 	eira es/m.. .- :. .e 
Juizo e Cartório J d' . 
1 
• em tramite por e,-~ 
:. 'utucial pelo • d 
lnllmação com prazo de 
20 
d. presente Edital e 
que dos autos const ias e, atendendo ao mais do 
JORGE RONDON ~ f~t os executados ALBERTO 
MARIARONDONDEOL!~~~IRA E _SJ~. REGJ:-JA 
estando atuulmen1e cm 
1 
,, . RA. brasileiros. casados. 
de penhora realizada no:"ªf, 
1
~certo e não sabido. do uutl' 
da matrícula 614 devi d reteri
d
os autos sob o imóvel 2
1
3 
Registro de im6, 4""""" registrada no canis d- 
d
• 	s a c-1 ade P' d 
lias, oporem embargos. E > ra querendo em el 
ignorância, foi expedia ,,"a 'que 111ngu.:m :ikgue 
afixado na sede deste :.,, presente edital, que scr:í 
'"' CJUIZO e: p bi' 	• 
Dado e pa5Slldo nesta cidad u 1cado na fonn:i da lei. 
Est:ido de Mato Grosso d S e e Comarca de Bcb Vist:i. 
junho do ano de dois .
0
1 
ui. aos dezoito dias do mê5 d~ 
e 
.. ) mle um Eu p 1 
emunao Escre•ente Jud· . • . • _. ( edro Puu o 
Edgard 1banhes Ieial. o digitei. 
EscrivJo (a) p.det. do MM 
Juiz de Direito •

e. / 1.1 /1 H /1 
Audiência Pó 
..., 
1 utiu a lei 
ica em Bela Vista 
e Recursos Hídricos 
lerealar l ui tleundre 
1 c'f ... •,11/ora Jwhdfa ,/orat'I 
l.i lllillll,l ,q!lllllla 
feira, dia I, atendendo a 
convite do Presidente da 
Câmara Municipal. 
Vereador luiz Alexandre 
Loureiro Palmer e da 
Vereadora Isabella de 
ilur.1,·, l'inhciro ;!urano. 
o deputado estadual Paulo 
Corréu, Presidente da 
Comissão d e M e i o 
Ambiente da Assembléia 
l.cl!isl,11i,.1. rc.1li1011 uma 
audiência publica na 
c:1111ara '.1unicipal para 
discutir com a população o 
Projete de Lei de Recursos 
1 lidrico,. do h.ecuti, u 
I stad II a l qu e e s t .i 
tramitando na Assembléia 
l.cgtsl.ttl a e devera ser 
votado nos próximos 
meses. O deputado vêm 
reali,ando audi.:ncias 
púhlic." p.1r,1 discutir o 
tsunto em var i o s 
municipios e tem se 
posicionado totalmente 
contra a cobrança a mais. 
n:lati, a ao liquido água, 
como. a principin. pre,,: o 
referido Projeto de Lei. 
.km ,b maiori.i 
do, "creadnrc, J:1 nossa 
c:iJ.idc. pJrll<:tparam da 
audiência publica o Vice­ 
Prcfrito l.iw kbichrnne, 
que também é Diretor do 
S . F local. alguns 
Presidentes de Associações 
de bairro,. pessoa, da 
comunidade e o Prefeito 
Municipal, que chegou 
apos o inicio dos trabalhos 
etevede seretirar antes do 
seu enceramento devido a 
c,,mprnmis,o in;idiil el. 
segundo ele. Apesar do 
forte trio e tambem uma 
d1tl.1 Ic,~ .. 1 .,uJiéncia 
pública em mossa cidade foi 
ba,tant..- pro, i:ito,.1 e 
s..-r, iu, acima de tudo, para 
e h a m a r a a t e II ç i ,> • 
principalmenti: Jas 
autoridades e lidcranç.is 
políticas, sobre a 
importância da 
participação ,.. do 
envolvimento de todos 
para qu,: amanhii ou depois 
a popu!Jçào cm geral niio 
venha. a sofrer as 
con,cqu.:ncias d,: se 
instituir uma Lci dessa 
ahra111?.:ncia sem u devido 
conhc:imcnto por parte da 
sociedade civil organi,.ada 
que. no caso. é a maior 
intcr..-ssada. 
O tema Lei de 
Recursos llídricos é 
bastante polémico. 
con,idcrando-se que a Lei 
Federal nº 9.-133. de 
08
1
01 97 detcnnina qu,: a 
partir de agora dewrá ser 
cobrada. também. uma ta"1 
sobre o uso da agua. 
atualmente: a tarifa de água 
cohrnda se refere ao 
ser> iço de tr.itamcnto e 
fornecimento. No entanto. 
a Lei Fc:dcral dá aos 
Estados a autonomia de 
regulamentar as qucstõ..-s 
local através da criação de 
Comitês de 13acias 
Hidrográficas e da Agência 
Estadual de Aguas. que 
deverão determinar o valor 
do metro cúbico a ser 
cobrado pelo uso da água 
no Estado. Como Mato 
Grosso do Sul é um Estado 
rico cm água. a discussão 
k,antada pela Comissão 
de Meio Ambiente da 
Assembléia Lcgisbtiva dit 
r..:spcito as altem:llivas de 
utilização da água de forma 
coerente e sem prejuízos. 
ou scja_ sem a necessidade 
de se criar mais uma taxa a 
ser paga pcb população_ 
tanto da cidade como do 
J 
! 
f 
1 
Dt'plllmlo ['uu/o Corrt'11 
campo. como prc,,; a Lei 
Federal nº 9.433. 
Para se ter uma 
idéia mais clara a respeito 
do assunto. lmJe o ,ator da 
tarifa de água cobrada da 
população é Ji, idida da 
seguintc manctra. 70% 
rcf.:rcnte ao. trJtamcnto e 
fomccimcnto pdo SAAE. 
que e o órgão rc,p,rns:i, d 
pdo scn içn cm nosso 
município e 30° o reli:rcnte 
ao tratamento de: e,gotu. / 
Lci Fedem! 9.-133 permite 
que a partir de agora pos;,a 
ser cobrada, também, mais 
uma taxa. r<:fcrente ao uso 
da água que. de acordo com 
ela (a Lei) tem ,alor 
econômico. 
"Po,suimos uma 
invejável rede 
hidrogr.ifica_ composta por 
duas grandes bacias. dos 
no, Par.má e Paraguai. e 
mais. temos também um 
do, nwores depósitos de 
ál.!11a subtcrrànc.i do 
mundo. o Aquífero 
Guarani. que cqui, ak a 
7.-100 000 estádios do 
Maracanã em volume de 
água. scn,lo que hoje a 
demanda de água no 
Estado todo é menor que 
1.5% do seu potencial 
hídrico"'. informou o 
dcputado. Para ele o Estado 
deve e n c o n t r a'r 
mecanismos para que 
pus,sa se ben..:ficiar do seu 
potencial hídrico sem 
pn:judicaru meio ambiente 
e não apenas criar mais 
uma taxa que certamente 
ir.i caus:ir prejuízo, ao, 
usuários e consumidores 
cm geral. O deputado foi 
taxatirn. "não se iludam. 
todo e qualqua c:11,10 que 
incidir sobre o setor 
produti,o. por c,cmplo. 
rcfen:nte ao uso da :ígua. 
será repassado .i p,ipu!Jçào 
cm gcral. "ou seja. mais 
uma , a quem ir.i pagar a 
conta de tudo isso é o 
povo" sintetiza Paulo 
Corrê:!. 
Uma das principais 
conclusões cm todas a.s 
audiências públicas já 
rcalizadas pela Comi,sào 
de '.leio Ambiente da 
Assembl<'ia Lcgislati, a. 
assim como cm Bela Vbta.. 
demonstra que a m:rneira 
como a Lei de Recursos 
llídric,1s do Executi, o 
Estadual impõe a cobrança 
sobn: o uso da água deve;: 
ser n.:pcnsada. pois o 
cidad:io que constrói uma 
rcpresa para captar o 
excesso de água das chuvas 
ou qut: se utiliza da agua de 
pequenos córregos por 
cxcmplo não de, e ser 
taxado pelo uso da agua que 
captou. Segundo Paulo 
Corréa., não é justo. por 
exemplo. que aqudcs que 
constru1r.im um poço scmi­ 
a r te, ia no cm suas 
propric·dade,. nu qumwl da 
sua casa ou no prédio onde 
moram. tenham um 
hidr,,metro mstalado para 
cfctu.,r :i wbrança do uso da 
:tl.!UJ Ate: mc,mo us 
populares "poços de baldes" 
estJo ,ujeitos a uma taxa 
sobre o consumo da :igua 
"R..:atirmo. qu.:m tem- que 
pagar são aqueles que 
polucm. de,trút:m. não os 
consumidorcs c:m geral" 
salicnt.10 deputado. (CR) 
Descontos para Aposentados e 
Funcionários Públicos em geral. 
Melhores preços da Cidade 
Av. Brasil - Centro - Caracol/MS

O R A 'J 
POLITlCA 
Prefeitura continua 
recuperando ruas 
/ "'i t' l I' '- l ,1 1 1 1 
Mureipal de obras e l!ta 
('•llllllllJ lh: /ntnlllll Jn.!O 
onenttou parte de seu 
taqumnato pata atender o 
habita tonal da Vila oa. 
V«li P'no, Vila Pote+ta 
epundoo secretario«de Itta­ 
r,11111111,1. Ntrl'II J:.111h.'" ,t 
Prefeitura Municipal possui 
uma maquina pata atender 
todos os bairros te que esta 
1e.di1.111cln todo o trah.rlho de 
a s a I h a 111 l.' n l o e 
p.11n>l,1111ento, 11,1 rcrnpcr,,çjo 
das erosões que se agravam 
u1111 a chuvnrada que  inha 
diticultnudo o acesso dos 
lllllldthHL',. 
A máquina que 
e,tul·,l 1,.,u.ilh.1111111 110 Centro 
da cidade ao tetuninar n 
ert,0 p4sou a arrumar as 
ruas das vlas, onde o tráfego 
estava mats caótico. ) 
prefeito D)ao Queiroz Silva 
,111 "' é, d,1 '>ccrd,1n,1 de Obras 
já tinha ordenado que 
recupcra,,e111. ,1n1c, da, 
huvas. mas 11.10 foi possivel 
porque h:i qu in,c dia, atr,í,, as 
chuvas vieram e so agora foi 
possivel ser feito o trabalho, 
mas c,tàn tentando tcnninar o 
serviço antes que venha mais 
chuvas.(G. Ferreira) 
Moka recebe título de 
cidadania em Maracaiu 
Em sessilo solene realizada no dia 11, no plenário da 
C.imara lunicipal de Maracaju, foram entregues Títulos de 
Cidadilo l lonorifico Maracajuensc para o deputado federal 
'aldcmir Moka, coronel José /1 lvcs Marrnndc, e José 
Teixeira Marcondcs. 
Estiveram presentes na solenidade, prefeito 
municipal Reinaldo Az.mihuja, vice Silvana Dias. vereador 
de Dourados Eduardo Marcondes representando Coronel José 
' /lves Muréondcs e os homenageados. 
O deputado fcd.:ral rvtof...a recebeu o titulo das rnàos da 
ex-vereadora Hiane Maluf autora do requerimento, na gestào 
anterior. O deputado Mob dissc que já considera c1dad,10 de 
Maracaju, mas que ora se tomava de foto e de direito "sendo 
orgulho scrconsiderndo filho de Maracaju" 
Os outros dois homenageados também foram da 
importância do município de Marncaju, e da l lonorosa 
homenagem que ora recebem. O presidente da Câmara 
'alker de Castro, falou da autoria do requerimento do 
,.:reador /ntõnio Joào Marçal de Souza (PMDB) onde. 
e~illem serviços dos do" últimos homenageado, (Cernido 
Fcrrdra) 
Dácio afirma que vai 
dialogar com o povo 
O prefeito de 
Antônio João. Dicio 
Qucirn,. Silv,1 (1':-.IDB) 
disse que está dialogando. 
cnt Antônio Jo:1o, que o su 
governo tem capacidade de 
discutir todos os setores da 
sociedade e sul-rnato­ 
grossc nsc, po,içiin 
politicas e ideológicas. 
"Neste momento temos de 
lrJnsigir para govcrn;1r'', 
assegurou o prefeito a 
militantes do; punidos que 
compõem a aliança que o 
rech:gcu cm 2000. 
Entre os exemplos 
citados, está o rcspeito ils 
diferenças políticas, entre o 
governo rnunícipal e a 
União. "Estabelecemos um 
relacionamento 
institucional muito st:rio 
com o govemo federal". 
ajustou o prefeito. 
"Estamos dando um passo 
a mais", afirmou. Um dos 
esforços citados por D:ício 
é o avanço do Estado. que 
antes defendiam os 
interesses pri,ados. cm 
detrimento do 
cnganjamcnto cm prol das 
causas públicas. 
As parcerias que 
l 
 cm sendo linnadas com o 
governo de 1 HC é uma da, 
caracteristicas dessa 
postura assumida pelo 
pn:frito municipal. "O 
presidente Fernando 
í knrique tem contribuído 
muito para que 1sso 
aconteça". lembrou D:ic10 
O exemplo de corno 
gm erno m11n1c1pal  em 
con,tru1ndo a 
governabilidade foi 
destacado pelo deputado 
federal Waldemir Moka 
(P1Dfl--1S). 
Dácio disse que não 
se trata de um legislativo 
aliado para permitir a 
governabilidade - que é um.1 
responsabilidade do 
ExccutJ o. mas sim de se ter 
o aporn <lo parlamentar 
estadual para os projetos da 
populaçiicr tlo município. 
(Geraldo Ferreira) 
□
□
Através da moralização da máquina administrativa, o Governo Popular prova mais uma vez qu • t· 
t 
~ . - 	. 	• , e a e1ca 
e a ransparenc1a sao peças fundamentais para uma economia forte e um estado mais justo

P O t I C IA 
r'ül!Tl(,A 
8 pessoas iá toram a ssinadas no 
Barracão da Vila Nova em Antônio João 
I .t11 11,i • .1 uil..1 J 
pessoa assinada no(luhe 
B ,l r 1 ;1. .• 1 o, qu t.· 1 i i.: a 
lo alado entre a divisa da 
V+la Nova e entro da 
ud.1dc. l(ccc111c111c111c a 
dona de casa armem 
Rodrigues de Almeida foi 
11io11.1 na 111:1drurnda de 
domingo, I0 de junho, por 
vnh.1 ,.k OI h30. na pcrileria 
de António Joio. Várias 
pessoas foram mortas 
naquele clube, por folia de 
segurança, um lugar onde 
foi encontrada alé Jn>ga,. 
até quando is,o vai? 
inguém das nossas 
auwridodc, de ,q!urança 
estadual irá lonrnr nlguma 
providens' 
1 u,•.;r 1-nJ..: .111J.un 
pesas armadas e vários 
rimes ji houve nada de 
providencias toram 
tomadas, adê o Conselho 
de Seurata que iram 
funnar'! l.nqu:11110 i"o a 
seur a na da nossa 
popul:iç:io <.orrc ri,co. O 
crime. conforme 
informaç,k, divulgad,h 
pela l'olicia Militar, que 
atcntku a ocorr~ncin, teri:1 
a e o n I e e i d 0 após 
desentendimento entre a 
vítima e um homem cujo 
nome que a polida divulgou 
do a.:usado ~aia Lauri,ctc. 
O autor evadiu-se do local 
d, 1.11 l 
uundo o del ado 
I' .'. p n ,l el peia 
une tua.ao, Dr Halphoren 
J~ <)lnc11,1 1),1. •.,J,, <l.1 
"Sinceridade de Ramez 
impressiona", disse o 
preteito. -de Antônio João 
Alerta aos 
Revendedores 
A ansr ade que o enader H mz Iebet e 
) ni relona om o poo u! mate rosne é al '(1 
p impte 4on, +, P, u poluto on tum s cxprosar 
Pfl"t..*r\l,~ J1,,I !~od .. ·r (1,.nn1~11:tl.:l1.l1llh
1
.•,h.' .d1 ,·or1i.:k,t.,U..:,nr:n1toJ,,.JJ. 
Dio Queiroz S:la (PMDB depois de retornar da 
vagem que tez ao Lado do enador em vista aos 
muntp:os do norte do l studo. 
·e[undo o pretento antomtoyoanene, que nos 
últimos meses tem acompanhado o senador lecbet. o 
deputado federal Waldemir Moka e o prefeito de Campo 
Grande, Ande P'uccinelli. essa convivência ao lado das 
nuinn:- l,d..-r.m,;." do l'MDl1 11.1 111.ir.ito1u 1k .i<1U) no, 
munieipios "tem sido uma grande experiêneia". 
Na avaliação de D±cio Queiroz Silva, a indicação 
de Ramez Iebet para o Ministério da Interação Nacional 
representa um grande avanço para Mato Grosso do Sul. 
"porque não é apenas o senador Ramez que vai assumir. 
mas sim o amigo € liel dcfen,or do fat;:ido. capu de 
aglutinar as mais diferentes correntes politicas em prol do 
nosso desenvolvimento". 
O episódio de Irés Lagoas. onde Ramez Tebet se 
c111ouonou e chorou diante da recepç:lo preparada pelas 
hderanças no partido foi. na ótica de D:1cio Queiroz Siha 
a grande prova de que acima dos ideais partidários. está o 
amor que o senador sente por Mato Grosso do Sul e pela 
sua gente".(Geraldo Ferreira) 
Agricultores, 
e Consumidores 
O Sindicato Nacional da Indústria de Defensivos Agrícolas 
(SINDAG) alerta para o perigo da comercialização e uso de 
agrotóxicos que entram ileg ai mente através das fronteiras. 
São produtos que não têm registro no Brasil e, portanto, 
não foram avaliados pelos órgãos competentes dos 
Ministérios da Agricultura, da Saúde e do Meio Ambiente. 
Assim, não há garantia de que atendam aos padrões 
de qualidade e segurança exigidos no País. 
Por isso, colocam em risco a saúde dos agricultores, 
aplicadores de agrotóxicos e consumidores, e podem prejudicar 
a fauna e a flora nas regiões onde são aplicados. 
O uso desses produtos pode acarretar a interdição da lavoura 
pelas autoridades competentes, bem como a cassação da 
licença de comercialização da revenda. 
Se você souber de algum produto nessas condições, 
comunique às autoridades da Agricultura, da Saúde ou 
do Meio Ambiente em seu Estado. 
Rapidinhas do Gegê 
Antônio Joào-MS 
Nosso Ministro - O orgulho de tcnnos um homem 
que soube cativar a população do !vi ato Grosso do Sul, 
e que nunca manipulou a imagcrrr do nosso Estado. 
Desejo muito sucesso ao meu amigo particular que 
admiro muito Rama Tebct. 
Li, ro - falarei lançando o meu primeiro livro 
intitulado "Eu e meus amigos". O lançamento será em 
janeiro de 2002. no livro conto as minhas aventuras 
com meus amigos. serão citados os nomes de cada um 
dos amigos. acontecimentos engraçados. momentos 
trbtes. alegres, vitórias, derrotas etc. Aguardem ! ! ! 
Tudo maluco por amor-Em AntôníoJoàonodiados 
namorados a ju, cntude deu um jeitinho em arrumar 
namorado(a) só para ganhar presentes. Na redação da 
sucursal d..: Tribuna da Fronteira. uma galera pedindo 
uma sugestão para presentear. 
Opção - Duas jovens ficarnm louquinhas deixaram 
para última hora e não sabiam com que iriam 
presentear os dois jovens. Dom até aí. tudo bem, 
acabaram comprando dos mesmos tipos de presentes. 
Aí cu tive que cair na risada. 
Pior - que quando era 23.55 do dia 12. aí que se 
acenaram. Os.dois iovcns já estavam comentando: 
"'ocê viu cara! Só eÍas ganharam presentes?". É. mas 
cxiste um ditado tarda . mas não falha Só por Deus 
mi:smohcin. 
Professor nota dez - Eu gostaria de parabenizar o 
professor Jkxandrt: que sai as ruas fazer pesquisas 
com seus alunos. eu não queria estar na pele desses 
alunos. Há dias atr.is eles passaram aqui em frente 
com seus alunos de bicicletas, eles estavam com as 
línguas de fora. Eu hein. cruz credo. Apesar de que ele 
já foi meu professor. mas. ainda bem que estou fora. 
graças à Deus. 
Praça suja - Estive domin20 em Ponta Porã e 
pass:rndo pela praça municipal que faz divisa com 
Paraguai pude observar o quanto está cheia de lixo 
está praticamente abandonada Esta é a administração 
do PT na prefeitura ou do Prefeito do PT? Ele deveria 
_darexemplo para o seu partido. . 
O espelho - :--!a minha opinião. administração o povo 
observa pelas praças. porque é onde o povo freqüenta 
gosta de passar o lazer com -seus filhos. então a praça 
municipal tem que ter higiene. Quando é véspera de 
deições a praça fica um espelho de limp:i. 
tista do Nascimento 
MATERIAIS DE CONSTRUCÃO EM GERAL 
Av. Brasil, 120 - Tel/fax: (0**67) 495-1163 - Centro - CEP 79.270-000 - CARACOL - MS

Exp 
creve Pedro Pedreira 
el2001 
y 
Poden'i não ser uma odisséia no espaço, mas 
~cm dúvida a (· xpobd 2001 cm 13ela Vista scrú um 
arco. cntn: as novas e as velhas idéias, o início da 
conslruçfio de uma nova cidade, de uma nova maneira 
de pensar. 	. . . . 
Será assim uma ODISSEIA, uma v1aJem, CUJO 
destino serão os bons negócios, as laçadas, os leilões, 
os baih:s. os eventos culturais e o reencontro com os 
amigos. 
O presidente do Sindicato Rural, Edson 
Moracs, na foto com o Governador Zeca do PT - na 
f.w:nda Marabú. por ocasião do aniversário de Porto 
Murtinho- não só confirmou a presença do 
Governador, como a colaboração para a realização do 
evento. 
Durante a Expobcl serão prestadas 
homenagens a bclavistcnsc ilustres. pessoas que se 
destacaram e se destacam no cenário nacional. El 
MITOGROSSO, UEZE Zll lRAN. DR TIRSON 
LOUREIRO (UNIMED), Mariza Serrano. Valdcmir 
Moka. Maura Gabinio. lires Gonçalves, entre outros. 
Na próxima edição publicamnos entrevista 
com Edson Moraes eh: falará tudo a respeito da 
Expobel 
- 
14% 
1 
f;Ja EXPDBEL você fará grandes 
Hegócias, parlicipará r'e bailes e 
shows, cao/iecerá nossa tradição, a 
cultura e a fibra da fronteiriço. 
Turneias de laço, rodeias, culinária, 
regional, nossa mtísica. 
• l'ellha ,riYer um pouca da nossâ 
história, monumentos, prédios 
cwte!1ários ·"' :ccaotos dos mais belos 
éa Estado. Sim, Bela Vista é um colírio 
para 0S olhos . 
• À CRUlf/RO DO SUL e a SETE 
ESTRELAS EMBRIÕES têm o orgulho 
i de participarem da EXPOBE! 2001 
i fartai do 3 ª /1/iifênío. 
~ =--=---=- ============~=======::::::::~~:::::= 
ia 	, 
. / 
_,, .. 
- ·, . 
, - . 
»_, y 4 __ 
-,° 
08 1 J Tt8 
AI TO 
QUAIIOS SIMPLES OU APAI2TAMINOS COM 
AR-CONDICIONADO, A PIU'.ÇOS 11'1BA.TiVtlS. 
VISITANDO BtLA VISTA: HOSPtD[·St NA 
POUSADA. DOS VIA.JANUS, ONDt voct St]!Ã. 
T2ATADO COMO UMAMIGO. 
TUA S/BASTIÃO CTISDIN DO EGO - CINTO 
(tl'1 fRl:NTt AO SUPt01[RCADO BOM GOSTO) 
ESSO RIO MAR 
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Confiança e Respeito ao Oiente 
O MELHOR PREÇO O MEHO:? 
Bella Vista Paraguai

POLÍTICA 
CULTURA 
TURISMO 
GENTE E NIGÓ OS 
:tt.11.J.7 
1 ,, 
Os Revolucionários da Pensão 
T o d o s documentos do homem 
aplaudiram e e da mulher. ós 
parabenizaram Zefa sabíamos. Mas éramos 
quando comprou o proibidos de levar 
aparelho de televisão, mulheres nos nossos 
dos pequenos, mas quartos. Éramos da 
úllimos l::inçamentos, "familia". 
modernos, o colocando I [avia terminado 
na saiu', mudando sofás, o 2 ° g r a u e m 
cadeiras, tudo para que Cafelindia, no vigor 
os hóspedes e dos meus 17 anos, 
moradores pudessem estava me preparando­ 
usufruir da melhoria. A para o vesti b u 1 ar. 
partir daquele dia Estudava dia e noite, 
mulheres teriam hora meu pai é que ajeitara 
cativa pura as novelas, tudo, escolhera a 
os marmanjos ficaram pensão porque era 
com as partidas de amigo dé Zefa. iei não, 
futebol e filmes de acho que o velho era 
aventura. Acerto feito. muito mais do que 
Nunca cumprido. amigo, pensava, 
Quando um dos chegado mesmo, minha 
piadistas falou que mãe não gostara da 
d e veria ter um a idéia, vi por sua cara, 
televisão cm cada masa palavra do pai era 
quarto e filmes pornôs, lei e não se discutia. 
recebeu a resposta no Zefa cuidava de • 
ato: 	mim como de um filho. 
Convida sua 
mãezinha para ser a 
artista desses filmes - 
falou Zefa, com aquela 
sua ironia peculiar. 
Pô, não se 
pode nem brincar, 
respondeu o rapaz, sem 
graça e todo desculpas. 
Assim era Maria 
Josefa, a nossa Zefa, 
doce, meiga, educada, 
chie, mas quando a 
situação exigia, grossa, 
mal educada e até 
pornográfica. Uns 43 
anos, aparentava 30, 
enxuta, tipo que hoje 
seria definida como 
popozuda, na 
juventude fora uma 
mulher linda, cobiçada, 
demolidora de 
corações. Típica dos 
anos 70. 
Todos nós 
sabíamos que na calada 
da noite. ela permitia o 
aluguel de seus quartos 
para amantes de 
passagem, cobrava o 
dôbro: mas controlava 
com mão de ferro a 
portaria. exigindo 
ai 
Foi nesse 
período que conheci a 
"turma do Dico", os 
Re, olucionários da 
Pensão, um grupo de 
moças e rapazes, uns 
dez, mas se destacavam 
,cinco, três rapazes e 
duas moças. Todos 
estudantes, alguns 
faziam bicos, moravam 
na pensão, mensalistas. 
Foi com eles que tomei 
gosto pela leitura e tive 
minha iniciação 
política, sem falar no 
primeiro baseado. 
Dico era o líder, 
estudante de 
ociologia, baixinho, 
forte, barbudo, muito 
educado e apaixonado 
pela Rute, uma loirinha 
com os cabelos curtos, 
bem aparados, "à la 
homem", como se 
dizia, serelepe, agitada, 
fumando um cigarro 
atrás do outro, 
estudante de Direito ; 
João Paulo era 
magérrimo, alto, feio 
de dá dó e comia como 
um elefante, também 
estudante de Direito, o 
Buda, esse era o 
apelido do Lúcio. filho 
de um pedreiro lá da 
pequena Tibiriça. 
. careca, briguento, era o 
• "do choque", o que 
enfrentava qualquer 
parada. E Miréia. 
minha deusa, minha 
paixão, uma mestiça 
filha de mãe brasileira e 
pai japoncs, segundo 
ano de medicina, 
leitora voraz, 
de bate dora. 
preocupada com as 
questões sociais, 
naquele tempo já falva 
de medicina preventiva 
, interiorização, médico 
de família e assistência 
médica gratuita. Minha 
paixão. Minha vida. 
Foi com esse 
pessoal "a turma do 
Dico", que convivi 
durante quase dois 
anos, os melhores anos 
de minha vida, até 
que ... 
'ão vou falar de 
nossas reuniões, nossos 
saráus literários, as 
discussões que vararam 
a madrugada, os 
encontros com os 
trabalhadores da 
estrada de ferro, da 
fábrica de cimento, 
nem das p.flsseatas, 
quando corríamos da 
polícia, era uma festa. 
Assim eu, guri ainda, 
pensava. uma festa, '{ 
embalada pelos sonhos 
da juventude. tas, não 
1 
era uma festa. 
E Dico sempre 
alertava. 
Pessoal. isso 
não é brincadeira. 
Estamos fazendo uma 
revolução. 
Pois é, minha 
turma da pensão da ' 
Zefa estava "fazendo 
uma revolução", um i 
dos períodos . mais -1. 	~ 
negros na história da .1 	~ 
ditadura militar. Brasil r,,: 	·-:- • • l 
campeão do mundo. 	• ' 
'_ 	_Cruzeiro d Sul- 
r,	,-- _ 
POSTO 
" 
P OS TO 
PANTANEIRO 
2zogro a -ã 
Revendedor COPAGAS 
Lavagem - Lubrificação 
Abastecimento 
Foi com eles que 
aprendi a ser gente, ser 
,olid:írio. J pensar. 
Ganhei de 
Miréia um poster do 
Che Guevara, já no 
quadro, o coloquei na 
parede, ao lado da 
fotografia de meus 
pais., Zefa ria e me 
chamava de "jovem 
comunista". Até ela, às 
vezes, se assustava com 
o movimento, o entra e 
sai, as reuniões à noite 
no refeitório, no início 
não dava muita bola, 
não ligava - coisas de 
jovens -, dizia para os 
que questionavam e 
criticavam aquelas 
atividades na pensão. 
É melhor eles 
ficarem por aqui 
dis e uti n d o , te n d o 
querendo reformar o 
mundo do que pelas 
boites e inferninhos. 
Falava com convicção. 
P'ara ela aquilo tdo 
pareia brincadeira de 
criança. 
Não era. Não era 
e Zefa seria a primeira a 
s o frer a s 
consequências. 
Até hoje me 
pergunto Sl.' nJo foram 
aqueles dias que 
ajudaram a pirar a 
minha amiga. Não sei. 
Ela nunca comentou. 
Todos eles 
participavam do 
movimento 
revolucionário, 
atuantes, integrantes de 
um aparelho na Vila 
l aleão, buda era o mais 
radical debatia como 
ninguém, materialismo 
dialético, lula de 
classes, entendia ser a 
derrubada do regime 
pela luta armada, pela 
guerrilha, o único 
caminho, os demais 
não, simplesmente 
sonhadores. (continua) 
"Do livro Pensão da 
Zefa" 
f VtAJE COM 
avet 
AGROPECUÁRIA 
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"LAVAGEM 
•LUBRIFICAÇÃO 
• ABASTECIMENTO 
·REVENDEDOR 
AUTORIZADO LIGUIGÃS

°'-A :..A f : '• ·r • 
1
• 
Sancionada I lei que criou a Sacret1rla 
Municipal de Descnvohttmento Económico 
N,1 edição p.asada fizemos um comentário nesta 
rnh11hl a respeito da criação da Secretaria Municipal d.: 
lk,ci1111lu1n,nlo h·o11t}111ico, cujo l'roj,to de Lei loi 
aprovado por unanimidade na Câmara Municipal no mês 
passado e ainda não havia ,idu sa111:ionado pc:lu Executlo 
ll11nidpal. N;1 últin1.1 lL"r~a kira. dia 19. o ExccutiO 
informou à Câmara que sancionou a rdi.:rid:i Ld. Quando 
L"SS,t inl,,nn:1çi11 ch..:go11;) C'[1maril a TF dJ última quarta 
feira jieava fechada. por isso a nota foi publicada. 
Parece-nos que agom só falta a nomc,1çiu oficial 
do titular da nnvu p,Lstu du odministruçilo pública 
1111mil:ipal. que deverá ser o dinf1mico e compctcnlo.: 
ilb.:rtino Rulino de Matos. tendo como so.:u fiel cscudo:iro 
o c,. Vcro.:ador hrad Chamorro da Rocha, cujo trabalho. 
tkdicaç;io.: competência também dispensa comentários. 
1 emos certeza que a Secretaria Municipal de 
l)e,crn oh itm:nto Econômico vai produzir excelentes 
roult,tdL'' cm pról do desenvol imcnto sócio-.:contimico 
do municipio, ainda nwis ugor.i qm: o Senador RameL 
Tehct. "" l'l'vlDB. ,·irou Ministro da lntegmçào Nacional. 
l.cmhr,11110, qu.: o lktinho e u ",cu" lsrncl são 
pcemedchi,tas da vdha guarda e amig111,simos do 
Ministrn l'cb.:t. 
Néllo prestigiou a posse de Ramez em 
Brasília 
O Vereador Nclio Diório (l'MDII) prestigiou a 
solcnidmk d.: posst: do S.:nador Ratm:z Tcbct a fn:ntc do 
Minbtério da lntegruç~,, Nacional. que ocorreu na última 
quanu fi.:ira. dia 20. cm Brasília. O Vcn:ador. que também 
reprc,entou a Càmar.i Municipal de Ilda Vista na 
solenidade, esteve na capital li.:deml acompanhado do 
Prefeito Municipal. 
Funcionários da Câmara receberam 50% do 
13°salário 
O Pro.:sid.:nt.: da Càmam Municipal. Vereador 
LuiL Alex,mdre Lour.:iro Palmiéri. cumpriu mais um dos 
scusobjeth os à fn:nte do Poder Legislativo Municipal. na 
última quarta fo:ira. dia 20. efetuou o pagamento dos 
salários do rn~s d.: junho. dos funcionários daquela Casa 
d.: Leis. acrescidos de mais 50% n:fcrentc ao I Jº salário 
dos mesmos. 
Vale lembrar que logo no inicio da atual 
legislatura. por iniciativa do Presidente Luz Akxandrc. 
os salários dos Vo.:rcadores e alguns beneficios 
incorporados aos  cncimentos dos servidores do Poder 
Lq:i,lilti,o foram rcduLido,. o que representou. cm 
m~dia. uma economia de 30% nas despesas com a folha 
de pagamento. Essa medida foi nc-cessària para que a 
C:imar..1 :-.lunicipal se ajust:isse delinitivament.: a nova 
Lei de Responsabilidade Fiscal que começou a vigorar 
c,tc :.mu .:. pri11i:ipal1t1i:11ti:. para que não tosse preciso 
mandar i:mk>ra (demitir) nenhum pai ou màe de família. 
como ,cmpr.: diz Luiz ik:-.undre .. 
Agora os resultados desse ajuste, somados a 
n:~ponsabilidadc, seriedade .: aust.:ridade na i.!l.:Stào dos 
rc-curso, públicos. possibilitar.im o adiantamento de 50% 
do 13'' s:11:irio dos funcionários da Câmara llunicipal e. 
melhor ainda. a intençilo do l'n:sidente Luiz Alexandre.: 
papa1 os outro, 50% bem antes do tirai do ano, odu!a 
que sem dúvda alguma serve de exemplo para mu1tas 
Câmaras do nosso Estado é, por que não dizer. também 
para muitas Prefeituras. Realmente de parabéns a Mesa 
Diretora da Câmara Municipal de Bela Via, também 
mntcrada pela Vereadora Orlanda freitas dos Santos 
(Vicc-l'n: id1:11tc), Julio Leite (I" Sccrc1,rn1) e Ramon 
P,iredo.:~ (2° Secretário). 
Buracos "quadrados" 
Para Iunt ut pouco da seriedade do lnfo1111t: TF 
vamos contar aos nossos leitores a piadinha quo.: está 
correndo pela cidade. muito ,cm-graça por ,inal: Diam 
os ".:ngraçadinhos" que na gestão passada os buracos da,, 
ruas eram poucos e redondos. agora ele, ,.io muitos e 
quadrados. No entendemos, nas, fazer o que, é u que 
muitos munic1pcse,1ilo diLendo. 
1° Baile Caipira foi sucesso total 
Melhor impo,,fvcl. o 1° baile caipira, promovido 
pelos acadêmicos do curso de Pedagogia da l_'xtt:nsiio 
Universitária d UFMS da nossa cidade. realizado na 
noite fria desta s~xta/sábado no Grêmio Pedro Rufino. 
est.:,·e impccá·cl. Muita genlc bonita. de lida Vi~ta e d.t~ 
cidades vizinhas. clubo.: lotado o: anima:10 nota 1000 do 
exccl.:111.: conjunto musical Alma Serrana. que há iempo, 
nào tocava por aqui. Rcalm.:ntc de parabéns o~ 
ai:ad.:micos e todas as pessoas envolvidas na rcali:e.açãu 
do belíssimo baile. 
Falando em baile 
nrood qulqu+ 
1tipa/tente quatido anua rutw ' ' 
1 • 	l 1 ) • 'ºllf J. 1,1111 
dterena de preço sempre ajuda. o u0nu " " 
. . t u g0proprietário dotray ler 
I'Jus!Ia Omo Ma ufa 0 T ' 	'· 
pedir-lhe desculpas. poderia dizer por evemplo, que h+»ta 
incrido ums "murada' e esta com a aba que!e 
't 	, de iluse motivar uma 
aba que um caso deses pars " 
representa2o judicial' Conto o milagre mas não on! O 
!);11110. pr:í nin.:u,:m• ! 
Repercutiu 
A nota pubhtada na cdn ao da ultra quarta l-Ia­ 
sugerindo a realização de um plebiscito no bairo (0s1 € 
Silva pata abr se os morador queemr ou não a muda. 
clu num<: do bairro, repreuiu clll meio aquela 
..UIIIU1tld::id1.:. V::U(f;.. P'- ·'"'j~ JIU"'i JIIUl.Ut,H,HJl J'...ll,I 
emprestar apoo à Ideia e onordau pluareut qu­ 
antigo "Nharon urre ut note vulado a ua a 
c a hi.,tóriada ~1aco1mmidadr. Agra,kccmth pcloapo10, 
Sinais do SBT e Bandeirantes sumiram de vez! 
E. pois e. temos recebido segvide reclamaçoe­ 
relacionadas as retransmisõs dos canais de IV 
Bandeirantes e SDT pura Bela Vista, que estão fora do ar há 
aluru tcmpo. emana passada proeutanros lona,O d 
rc:,pc:tlu do 1.aoblc111J cu111 o Vereador Nho Dóro. ele qu­ 
,.:mpn: batalhou pcl-, melhoria da: retransmnisses de 1 V 
cm nossa cidade. 
O Vereador informou que as aparelhagens desses 
dois canais mais uma, ez estão com plobkmas e o conserto 
do, 111.:smo, dqx:ndc de libt:ra~ào de ri.:cursos por parte da 
Prefeitura Municipal. Inclusive mostrou um orçamento 
dos serviços que esta cm scu poder. Ele acredita que no 
decorrer dos próximos dias os bcl.n t'>lcmes que não 
possuem antena parabólica terão os dois can,JÍ, 
funcionando normalmente. E o que c:spc:rJmos. atinai de: 
conll!s. o.:m pleno Iliº mil~nio .:: inaceitál.·I que pareda 
significativa da população belavistense s.:ja privada de 
uma de suas poucas alterativas de lazer e entrclenimi:nlo 
que oi a programaçào tele isa. 
consumidores de energia devem se livrar da 
famigerada taxa mínima 
Nesta sexla f.:ira foi noticiada a apro, a1,:ào pelo 
Congresso acional do l'roj.:to dt: L.:i qu.: determina o fim 
d;; cobrança da taxa tninima nas contas de <::nergia t:létrica. 
isso significa que a partir da sanção do Projeto d.: Lei pelo 
Pre,idcnte da República. que deverá ocorr.:r .:m brt: e. o:, 
consumidores passarão a pagar apenas o comumo real dt: 
energia. Como sabt:mos. até agora a empresa 
concc~s1on,na do .:,crvtço de fomccimcnl<> de energia 
cklrica cobrJ a taxa mínima mtr"-'TIO yuc: u cun,umiuor nàu 
tc·nh.:. tido consumo ncnhu;n no mes. 
Devagarinho as coras vdo s ajustando na át .. út: 
p1<:sta.,:àt, d.:"'" Í<yu> a popub.,:ão. falt..1 at'nch 111uit .. cut"'1. 
como por exemplo aobar com a cobrança da as.sinaturn 
no5 5cr. iços de ldcfonia. que por sinal teve um aumento dt: 
10.44%zca mana. Outra taxa mínima que lambt:m de, e 
seguir o mc-smo caminho (ac.:ibar) é a da tarifa de áaa. 
lalt..1 :;o algdn, to111Jr " ínictalt, a dc plcttcJr u -cu fin,. 
afinal dc contas ;e trata Jo.: um serviço da mcsmna naturczac 
nada mais justo que os consumidorLs pagarem sobre 
aquiloqu.: eft:tirnmenlt: utili.ü1m. nill• é mt:smo! ! 
Deixamos aqui uma sugestão à Dir.:loria do 
GSSPR . .:ventos desse port<:: devem ser realizados aos 
sábados. indqx:ndcnlcmenti: Lle quen, o prumo,.:. se é u 
clube ou não. Isso porqu.: muita gente n:clama que não 
podem aprovcilar a frsta até o final porque tém de 
trabalhar no sábado. ào deixam de: ter ra.dio. afinal de 
contas pr.:stigiam. pagam. são os rcspons:h'cis pelo 
sucesso dos eventos e têm todo direito de reivindicar o que 
é melhor par.ieles. 
l.:.u. por exemplo. sai do baile e vim din:10 pam a 
redação da TF tcnninar essa coluna. afinal de contas o 
"chde"não quer 111:m ,aber. sem falar no, kiton:s 
assíduos que ligam para cá nos cobrando quando nào 
publicamos o Informe TF. Modéstia a parte. nossa coluna 
é lida por muita gente. por quem gosta e também porqu.:m 
não gosta. esses não aguentam a curiosidade e as, czes alé 
disfarçadament.: abrem o jornal nesta página. Pensam que 
não sei. né!! 
comerciante "nervoslnho"!! 
Ficamos sabendo que uma noit.: dessas o 
propri.:tario de um po:qu.:no Ira} ler na cidade estava com 
o 1110,·imcnto 111uilu bu111 e esgotou o estoque: de ccn ,;ju. 
parn não deixar os fregueses na mão se dirigiu 
rapidamente à um estabo:lecimento comercial próximo 
para comprar mais uma "caixinha". Para sua surpr.:sa o 
comerciante nâb lhe vendeu a bebida e ainda mandou que 
procurasse o cstabekcimcnto onde costumava comprar 
os pães pata a sua barraquinha clc cachom1--y_m:nte. 
Pdo jeito o moço esta, a ri:, oltaJo por4uc o 
proprietário do traylcr não compra normalmente no seu 
cstabo.:kcimenlo. o que. enhamos e con, .:nhamos. não se 
justifica de maneira nenhuma. afinal de contas todos ti:m 
o direito de comprar onde bem entenderem. 
AN,10~llA OE UM Al'AG,O 
Disse Deus: Haia luz. 
E houve luz 
NclsonTrad 
Os catastrofistas de época ou por vocação serpe se 
u11ir.u11 'l!tn tomo do ,aticinio infati,d de que o B~il l>-::,t.1-a :i 
boir.t du abismo. '5o chc-gamos 1:i. até porque sucumbir ao caos 
não parece ser a mdhor,titudc de qucmj:i se considera poténcia 
cniergcntc e n:içào líder continental. Agora. porêm. sobram os 
que vocalizam em uníssono a ameaça concreta daquilo quc .. com 
:in.-s d< gringo. se chamav.i blorkout, e hoje se idcntifü::i 
brasileiramente como apaglo. 
A cri~c energética se ab..1tcu sobre grandt.."'S regiões do 
l';11,. prc11unc1Jndo graves de equilibrios " p.:nurbaçiks nas 
atividades económicas, no dia-a-dia da vida de colcti, idades 
im.:n,as. O, habitantes de vário Estados bra.silcims s:1o postos 
ante a c,p..:riêncb insólita da prhaç-Jo .. no caso, de serviço 
essencial, desconforto a que foram kvados por r.izucs alh<ia.s ou 
;,cima di.: ,uas, 0ntJdi:s. e sem p!!rsp<.-cti, as de sair do sufoco cm 
curtopr.uo. 
Qu.:n.:m os psicólogos ex1r.1ir pdo 1m:no :ilrwns 
aspectos positivos de interesse para análise comportamental e a 
fom,açJo do, indi,·iduos.· colocados diante de circunstância 
assim adversas, que mexem ruinosamente com os hábitos de 
cada cidadão e cor>trivem as atividades das empresas e 
oranza0e» em geral, interferindo fundamentalmente sobre as 
·c-ondiçôt."1» d1: vid:i e de- ">C'bn:vida. Segundo esses pro li· ionais. 
além de evidenciar a responsabilidade dos mandatários e 
act:111111>1rndore, públicos. o descalabro ser ,r.i de çlo e 
aprendizagem para milhes de patricios, que. por graça divina, 
não conheceram as vicissitudes comuns J po,o.., em guera, ou 
conseqüente as epocas de conflagraçlo mundial, instalados uns 
c outros a convcr coma ccas:z debnccrtçodc pramez 
ncccss,dadc. 
Na ó1íca. pois. dos que se ocupam com a esfera de 
otivação e o comportamento das pessoas, os fatores c condições 
dõf,l or.ivt!is., que atu.almc111c fab!ll'I pane Jo cu1idia110 das 
pessoas de,cr:lo impelir os pobres manais a dc">Cnsolver a 
c:ipacídad<: de enfrentar o r.icionamcnto. a frustraçlo de padrões 
de qualidade de vida com os quais ja estavam habituados. a 
conviver em ambientes sob restrições e cuntrolc.::,. erão 1c:vad1.n u 
outro modo a desenvolver a consciência sobn: a importãncb e a 
finitude dos bens e recursos naturais. a assumir a responsabilidade 
in<kclin:ivcis qÚe toca a cada um quanto à prote.Jo do meio 
ambiente e ao uso r.icíonal dos bens da n,tun:za. 
Em suma.. a "economia dt: guerra" em que ou.::. :sch:111105 
atolados pan.-cc ser a únic:i definiç-Jo p;ir:i a gest5o de crise e a 
únic..i u:::,pu..::,t3 que se nos aprest:nta como ccn:irio de 
sobrevivência. 
Quem s::,be s.,, da sens2lo de desvalia quea todruathg,,. 
ante a situação irrcmcdiivcl di: carencia d:is fontes de energia. n:lo 
despcnnm n.-cõndilaS forças inerciais que impedem este Pni; de 
assenhorear-se de seu futuro e tomar as n:dias da direçao de seu 
destino. sem apostar tanto nas pan:eri:is e apoiJmcn1os d:,.s 
gr.ind~-s potencias. e se tomar capaz de encarar problemas de 
fOnna madtir..1 it n:spons.;hcl. . .::,t:111 .,as.tc.:rgur ~lu-çl')<->? 
Será que tossas autoridades nlo mats e que darão 
imp<Jl.:ntcs e até •surpn:sas" ante :i tJ.rdiJ. e infau~t.'.i pcrccpçjo do 
esgorninento dos reser,atórios e eaustão das rcpr .. -sas.. e nlo 
encontram melhor evasa pana as sua smmprevdéncas que o 
componamen10311p1co da, pr,."Cip11açõc,; plu, 101nctricas'.' 
Atê quando a sea. a faltz de chuvas serira de cscudo 
p.,rj falta de açõc:$ politicas, investimentos e prngr.imJ.S 
governamentais voltados à expansão de fontes alternativas. à 
te-upeta.lo das bacias hidrográficas. à interligaçao das usinas e 
dos m_ercados consumidon:, com a cx1e11ç:lo d:is linhas de 
tr.insrnissào. conjunto de medidas capuzes de atender as 
necessidades crescentes de suprimentos cncrgdicos. 
i111µ1cdndl,ct ao d<SCm oi imcnto sustentado de quatquc-r 
naç3o7 
A crise encrgctica .:xpos a opini:lo public:i a sindrome de 
política., que confiam ou pn:tendcm entreg.ar setores estratégicos 
·a iniciati,a privada, tran,íenndo às retaçO>!s de m.:rc:ido e aos 
interesses meramente capitalistas de empreendedores nacionais 
ceou c:strangeiros as próprias forças que movem o mundo e das 
quais todos os países se acham em relação de depc:ndéncia vital. 
O prenuncio do apto, o suas otrsquencias 
funesas para o voleie e a eficiência das atri'ade- económica, 
par o nivcl de eruprvza. o> or,atentos publcos, a voto 
ameça trwl aos csfor.;:0.1 heruileos de noss;, pc,10 e oo.1 
sacrif.cios que Ih foram impostos cm nome d:t illS.Ãbiliclõd;: 
moneurn. poder:do coloca a pique os rc:sultt;~osuu"t'ICIOSos que 
o pocsalcon5ou no debel>r da inlla~. 
E impcnavl ao gocmo. Qus : revclou ccnpetente 
p;ir? dcbehr a hidra-intlzcionzriz, deixar o Pais paraliar à 
mitrua de erigia elétrica. Sena imperdoivl onisso, porque. 
coo tdc monsro mnitio, a onufonaço anatômiz da que3to 
rela e ontoru t:ratolgiosde- apuo tupiniquim. desde 
~u..t::. mult plã., c..Jbc,,...!.:, - .u de: 1odo~ '-jUt:.ntu:o> ;!tC fun.:ucua as 
r=,-x,nsibitimd,:;, com ll pbn<!j>men:o e as uçdrs de governo .i, 
mc<1<0 ,e longo pr:ri:v .. uh: o tronco e os bRSO':). rc·p~ntwdo .1..~ 
cmprcus concrasonirr de craçd c drstnburço, que 
pcrarcram, o mas da s mncntrs diante do cacamente 
da demanda e do imnprtio de expndir a capacidade de geaç0, 
as tato de suara na peso do sita eluio a 
ueli'a qu as atividals ouôia tamb expirenutr11 
motive!sieuto. par cpas+comia»tbiliz»tontiri. 
Pur ültirs., vs rostro fan±tio tubm e doado ,h:­ 
pcmas c pe sofridos membros infrioris q o 4stetzm, os 
mths de onumdor resdenrars, comeras e Ir!utrr2±e 
luntu, outros, vbre os quis pe a cara (puda) de pagar peles 
(fí,.lS e 0lnLS.!Õô de tants cabeça alvas. peitos intlados (' 
br:iços c:rura.Jo.i.. cnqu.:.nto o Tlunlc do s:!:1,ma eletrico ,:i ao 
!Judo.

Câmara é Notícia e Informação 
Bancada do PSDB reitera indicação pedindo 
o transporte de alunos no Tupanceretã 
desta semana. da amar.a 
Mumiipal, a Vereadora 
Liberay Lino Hattilani 
foto) e o Vereador Julio 
Leite (foto). integrantes da 
b.lllc,1d.1 uo l'SDII naquela 
asa de leis. reiteraram 
indicação à Secretária 
Munidpal de l:ducaçfo 
solicitando a colocação de 
11111 veiculo para fazer o 
transporte das crianças do } 
/,,cnlamcntl) Tup:mccrctl 1 
que estudam na Escola 
daquela localidade. 
Cica Lino e Julio 
Leite ,nlientnm que a 
condução para o transporte 
escolar naquele 
/ssentumcnto é de 
fundamental import1i11ciu e 
de extrema nece,sidadc. 
• poi, a,- niança, sào 
obrigadas a andar até 20 
quilômetro, para chegarem 
à Escola. 
"consequentemente sofrem 
com o cansaço e também 
com ns intempéries do 
tempo, o que se agrava ainda 
mais nesse periodo de 
inverno". 
A Vereadora Cica 
Lino lcrrbrou que já fez essa 
indicio à Secretária 
Municipal de Educação e 
nem resposta recebeu. 
segundo ela a alegação de 
falta de veiculo não se 
justifica porque a Prefeitura 
pode recorrer ao FNDE. que 
dispõe de financiamento 
especifico para o tmnsportc 
escolar nos municípios. 
Enfatizou que a situação a 
que estão ,ubmetidos os 
alunos do Tupanceretà é 
caso de denúncia ao Mec 
mas por cnqunnto ainda 
acredita no bom senso dos 
respon,:íveis pela área 
- 
A tr a ,. é s d e 
Requerimento ao Prefeito 
Municipal. aprovado por 
unanimidade. os Vereadores 
Julio Leite e Cica Lino 
(P D8) solicitaram que 
,cjam em ia das as seguintes 
informações à Câmara 
Municipal: 
- Número de 
funcion:írios lotados na 
Secretaria Municipal de 
Saúde, nome dos 
funcionirios e quais os PSF 
(Programas de aüde da 
Familia) que scr:lo lotados. 
assim como quais as funções 
que os mesmo irão 
desempenhar. 
"Essas informações 
Em outro 
Requerimento de autoria 
do Vereadores da bancada 
do PSDB na C:imara 
MunicipaL Cica Lino e Julio 
leite. eles pedem à 
Sccrct;íria 1',,tunicipal de 
Promoco Social que 
informe ao Poder 
Legi bti, o qual a previsão 
p,1r.i o funcion:uncnto da 
r, 
educacional no município e 
vai aguardar as prm idências 
com a maior brevidade 
possivel. 
/ respeito dessa 
indicação o Presidente da 
Câmara Municipal. 
Vereador Luiz Alexandre 
Loureiro Palmiéri (PFL) 
sugeriu à Vereadora Cica 
Lino que oferecesse 
imediatamente uma 
denúncia ao MEC. 
considerando que apesar das 
reivindicações apresentadas 
há mais de mês até agora não 
recebeu nem mesmo uma 
resposta a respeito do 
problema. "Temos que 
denunciar descasos como 
esse até mesmo para que esta 
Ca,a seja mai, respeitada 
pelo Executivo, por isso 
pode contar com o meu total 
apoio para que essa 
denúncia seja 
encaminhada". enfatizou 
Xande. 
Vereadores do PSDB pedem informações 
sobre o quadro de funcionários da 
Secretaria de Saúde 
se fazem necessárias e Ja 
foram solicitadas através do 
ofício nº 00112.001. da 
Comissão de Legislação. 
Justiça e Redação Final. o 
qual até agora não teve 
resposta. Mesmo assim 
aprovamos o Projeto de Lei 
nº O 12/2.001, do Executivo 
Municipal. que dispõe sobre 
a criação de cargos em 
comissão para Programas de 
SaúJc. Por esses motivos 
solicitamos o 
encaminhamento das 
informações acima 
mencionadas. para 
conhecimento". diz a integra 
do Requerimento. 
Previsão de funcionamento da Creche 
Brinco e Aprendo 
Waldir pede a criação de Núc eo 1 
no municipio 
Creche Brinco e Aprendo. 
"Constantemente somos 
procurados por mães que 
querem colocar seus filhos 
na Creche. por esse motivo 
solicitamo, es a informação 
:i ccn:tária Municipal de 
Promoção Social", 
ressaltam Cica e Julio na 
justificativa do 
Requerimento. 
to Vereador Wa!d 
(' ,1 r doso, do PI . 
encaminhou (foto) 
expediente ao Prefeito 
lfonicipal. um1 ,é·p1.1 .i 
Secretária Municipal de 
D e ' e 11  o l vime 11 t ll 
Económico, solicitando a 
cria ão do Nuleo Industrial 
no município. com o 
objetivo de facilitar a vinda 
de empresas para a nossa 
e ic.ladc, "o que representa a 
geração de empregos e de 
renda para a nossa gente'. 
Waldir ressaltou que 
a Assessoria do deputado 
estadual Pedro Teruel (I' Í) 
se. dispõe a auxiliar nc,sc 
De autoria do 
strial 
objetivo e que a criação do 
Núcleo lndu,trial é 
extremamente necessário 
para que possam ser dados 
passos concretos com vstas 
ao desenvolvimento 
econômico dn município. 
Sanitários pré-moldados para a Praia e 
outros eventos 
Vereador Rnmão Parede, 
(foto) foi encaminhada 
indicação ao Prefeito 
lunicipal solicitando a 
aquisição de sanitários pré- , 
moldados. com tratamento 1 
químico. para serem - 
instalados na Praia do 
Pompilio e em outros locais. 
como a Praça /!varo 
Mascarenhas e a Avenida 
Teodoro Sativa. durante a de ,anitários quimicos sera 
realização de eventos de muita utilidade até 
promovidos por escolas e 
outras entidades. 
O Vereador 
ressaltou que a população 
que colabora e participa 
desses e, cntos não dispõe de 
sanitários para fazerem suas 
necessidades fisiológicas e 
muitas , ezcs se utilizam de 
muros. pí!dios ou terrenos 
baldios nas proximidades. o 
que provoca mau cheiro e 
outros tipos de transtornos 
aos moradores das 
proximidades. "A aquisição 
.r 
Bispo quera construção de IML 
._; 
Através de 
expediente ao Diretor 
Presidente as AGtsUL o af 
Vereador Jair Bispo (foto) 1 • 
(l'DT) solicitou que i g y 
firmada parceria com a 
1
_.f" ~ ·7 
Prefeitura Municipal com o 
objeti,o de viabilizar Si " 
con truçào de um Núcleo do 4 
lML insiws «iisp d j} 
gab) em nossa cidade. O bis33j 
Vereador ressaltou que o 	- :­ 
município não di. põe de um etc ... ) sendo que o referido 
local adequado para exames Núcleo pode ser construido 
d e corpo d e d e I i to ao lado da Delegacia de 
(nccrópsia. lesão corporal. Policia Civil local. 
Recuperação da rede de esgoto no 
Necrotério Municipal 
De autoria do 
Vereador Jair Bispo foi 
encaminhada indicação ao 
Prefeito Municipal. com 
cópia ao ccretar1o 
Municipal de Obras 
solicitando a execução de 
serviços de recuperação da 
rede di: esgoto e do 
encanamento dt: :í2ua do 
Necrotério Municipal do 
bairro Agua Doce. 
O Vereador ressalta 
que esse, serviços fazem-se 
Viaturas para as Polícias Civil e Militar 
Em expediente 
encaminhado ao Secretário 
de Estado de Segurança 
Pública. Almir Paixão. o 
Vereador Jair Bispo 
solicitou o cm io de viaturas 
novas para as Policias Civil. 
Militar e Ambiental de Bela 
'ista e tambt'm para o DOF. 
con,iderando que várias 
viaturas foram adquiridas 
emconvênio como Governo 
Fcder::.t! e as unidade 
policiais da no;;a cíd.ll!c c 
eul ns sparaefrr 
melhor sesturansa à 
p, pu).,, .. o. 
Ao omandante 
Geral da PMA. ·ajer 
( . rlc , ,  E ro Das+d dos 
Santos, o Vereador Jar 
Bispo reivindicou o 
aumento do tfcti o do 
Destacamento PM 
Ao Comandante 
Geral do Corpo de 
Bombeiros MS o Vereador 
lli<p,, ,o!icitou o envio de 
profissionais da corporação 
para ministrar cursos de 
combate a incêndios, 
afogamentos e de primeiros 
socorros, com rstas a 
formação de um grupo de 
bombeiros voluntários em 
nosso municipio. Também 
Uma Moção de 
Condolências subscrita por 
todos os Vereadores 
belavistcnse, foi endereçada 
:i Sra. lná do Amaral 
Cardinal e ao Sr. Olimpio do 
Amaral Cardinal, extensiva 
à lodos os seus familiares. 
apresentando-lhes 
profundos sentimentos de 
pesar pela perda irreparável 
Ambrtal de Bha ta. 
onsderando o bano numero 
de polars lotados nessa 
unidade que cobre ama 
grande extensão territorial 
]unbem reindou o envio 
de barcos pata que o 
D)esta amento PMA tenha 
melhores condições de 
exeter tuas atividades 
Cursos do' Corno de Bom!ieiros para Bela 
Vista 
pediu que seja estudada a 
possibilid:,dc d~ impbntaçJo 
de um Núcleo dos Bombeiro 
em Dela Vista, ressaltando 
que o município 11eces,ita 
desses serviços e que existem 
cerca de seis bombeiros 
belavistenses já formados 
que certamente gostariam de 
exercer a atividade cm sua 
terra natal. 
Condolências à família Amaral Cardinal 
do seu ente querido, o Dr. 
lrineu do Amaral Cardinal, 
"pessoa que sempre 
colaborou anonimamente 
com as entidades 
filantrópicas do nosso 
município, cuja ausência sem 
dúvida deixará uma grande 
lacuna nos corações dos 
belavis1tnses", diz a íntegra 
da Moção. 
Indicações e Proposições verbais: 
Vereadora Liberncy Lino Jlàttilani - Solicitou ao 
Prefeito -lunicipal que providencie com a máxima urgência a 
nomeação do Secretário Municipal de Saúde, considerando que 
0 
u t r a o Prcíeito vêm re;pondcndocomo gestor da Saúde no município, 
rcivmdicação de sua autoria o que, segundo ela. não é aceito pelo Ministério da Saúde e pode 
0 
Vereador Ramão Paredes fazer com que Bela Vista venha a perder os PSF - Programas de 
aude da Familia - que estão sendo implantados nos bairros com 
recursos do Governo Federal. 
/ Veradora Cica Lino reiterou indicação ao Prefeito 
:1unicipal e ao Secretário de Obras a respeito da abertura da 
estrada de ac.:sso ao Assentamento Tupanceretl!., a qual foi 
encaminhada no mês de maio" até agora nJlo teve sequer uma 
resposta. 
Vereadora rlanda reitas dos . anto - Usou a 
tribuna da Câmara para pedir ao Preíeito Municipal que viabilize 
a instalação de uma foira popular em nosso município destinada 
a comercialização de anesanatos e outras peças e objetos , 
produzidos na atividade informal bem como os produtos dos 
,:_-~ pequc:nos s111ant;s e chãcare'i'ros d-o nossÕ mun1cip10: Orlanda 
- destacou a necessidade de um local adequado para a 
comercialização desses produtos. "o que em muito pode ajudar 
no orçamento familiar dessas pessoas", afirmou. 
Ao Prefeito e à Secretária Municipal de Educação a 
Vereadora Orlanda solicitou a compra de computadores para o 
laboratório de: informática da Extensão da UFMS cm nossa 
cidade. bem como a liberação de provedor para acesso â Internet. 
medidas que segundo ela.. se fazem necessárias para viabilizar as 
consu !tas e estudos- dos acadêmicos. pois os cursos são a 
distância, além de serem uma uma exigência da UFMS. 
A Vereadora também reivindicou ao Preíeito e à 
Secretária ilunicipal de: Educação a complementação do acervo 
biográfico da Biblioteca e a aquisição dos equipamentos 
nL-cess:irios para que o laboratório de pesquisa da Extensão da 
UFJIS possa funcionar normalmente no 2° semestre, 
con.,,iderando que essa é uma c:ogêneia do MEC e se não for 
cumprida pode impedir o funcionamento da Extensão 
Unhersitária.. 
Vereador Julio Leite - Reivindicou ao Prefeito 
1lunicipal que viabilize, através de convênios que podem ser 
necessários para que os feitos. a construç:1o de um anexo no Fórum local da Comarca 
exames necroscópicos para a instalação do Juizado de Direito de 2' Entrincia em nosso 
possam ser realizados no mumc1p10. O Vere:idor ressaltou que cm contato com membros 
Necrotério Muni c i pal..- do Tribunal de Justiça do Estado foi informado que a 2' Entrância 
considerando que 4 para Bela Vista já está aprovada e só não foi instalada devido a 
realização desses exames n falta de espaço fisico no Fórum local. Julio salientou que a 
Hospital São Vicente de instalação da 2 Entrância em Bela Vista faz-se bastante 
Paula pode causa, Posaria e com certeza irá agilizar em muito a tramitação dos 
t . _ processos na Comarca local; que passana a contar com dos 
con am1naçao naque a juízes. 
unidade de: saúde. , isto que 
em alguns casos os 
cad:ivcr1:--;; se encontram em 
adiantado estado de 
putrefação. 
mesmo nos eventos 
organizados pela Prcícitura 
Municipal". ressaltou 
Ramão. 
Em 
solicitou ao Secretário 
Municipal de Obras a 
colocação de um braço 
completo de iluminação 
pública no poste em frente 
ao Centro Cornumt:írio do 
bairro Espírito anto. 
Vereador Luiz Alt-xandre Loureiro Palmiéri - 
,tendendo a correspond~ncia encaminhada pelo Presidente da 
Associação de Moradores do Conjunto Cana:1 o Presidente da 
Câmara ilunicipal fez as seguintes reivindicações ao Prefeito 
Municipal e no Secretário Municipal de Obras: 
- Construção de um Centro Comunitário no referido 
onjunto. tendo cm vista que. de acordo com a corrcspondêr.ci:i. 
o Centro de Múltiplo U o construído recentemente é utiliz.:ido 
como Creche e os moradores não podem fü.:zer uso do mesmo; 
- Construção de uma quadra de esportes para o 
desémo!vimcnto e incentivo a pr.ítica do esporte pelos jovens. 
como futebol de Sjf;Jo, voleibol e basquete; 
- Instalação de telefones públicos, tipo "orelhão", nas 
ru;i; Jordão. cm frente o Creche e na rua Monte Sinai. cm frente 
ao campo de futebol.

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n 
Este quadro torrado neta pagina. principalmente 
para atender ao, proprietários de chicaras ou pequenas 
pmpriccladc, como·u, a,scn1umcn10,. 
Toda a semana nós vamos mostrar algum assunto 
Recomendações para a substituição de áreas de Bvachiaria Humidícola e Decumbens. 
Uma pastagem se degrada após certo número de anos 
por diversos ntoti, os. Dentre esses a bana adaptação da 
espécie utilizada a fatores edafo-climáticos (acidez, seca. 
frrtilidndc. etc). o manejo inadequado das pl.1111a,. a redução da 
fcrtilidndc do solo sem que se efetue adubação de reposição, a 
,usceplibilidude a praga, e doenças. o uso indi,criminadu do 
fogo e a incomp:llibilidade cnlrc a, c,p,'cie, a,-ociada,. tem 
sido npon1:tda, como a; principais cau,a, Je degradaç:1o. 
A maior dificuldade que os pecuaristas e técnicos 
encontram para substituição de uma espécie forrageira por 
outra, é a grande quantidade de sementes que existem no 
,upcrtkie do solo. Existem dados de pesquisa da EMBRAPA 
cita ter encontrado até 30 sementes de Brachiaria'm? 
A eliminação da planta forrageira é até de certa íonna 
tacil ficando por !nnt,, a preocupação cm eliminar ao má,imo o 
banco de sementes no solo. Citamos abaixo algumas 
n.-comcndaçlcs pnra minimizar o máximo este problema: 
Durante o periodo seco promover o ,obrcpa,1orcio islo 
é, o paslo de, cr:í ser tolahncnle "rapado" pelo gado. 
Com o pasto lotalmcnlc "rapado" providenciar. A 
gmdcaçio da :in:a. O objc:ti,o nà,> é o preparo do ,olo. e sim é 
que possa lhe servir para aumentar sua produtividade e 
conseqüentemente sua renda. 
L com isto ener este grande desafio de que 
pequena propriedade ó serve para dar despesa corno di,c111 
eliminar o resto das plantas que sobreviveram ao 
sobrepastoreio. Recomendamos portanto, que c3» 9Ja 
efetuada durante o periodo seco. 
E,tc ,olo dcH·r,1 ,cr prq,arndo no rnici,, do período 
chuvoso, quando umidade permitir o uso do arado. Eta araçao 
sera a responsável pela mana elimina.ao do banco de 
semente colocando-as estas em camadas profundas(20 25 cm) 
impos,ibililando assim que estas sementes do pa,to un1crior e 
de ervas daninhas tenham condiçôc, de g.en11ina,,lo 
Logo cm ,cguida da arnçào. reali1,1r uma gradcaç5o 
para nivelamento do solo que fica tornlmenk irregular com a 
aração. A gradeação deverá somente nivelar o solo, não há mais 
necc,,uladc que o corte da grade seja profunda pelo wn1r;irio, 
devemos e i1ar que a grade traga sementes do pasto anterior e 
de ena, daninhas de volta para a wpcrficic dando assim 
condiçôL•:, para que essa germine. 
Após esta operação não mexer mais ueste solo. Esta 
área dc,cr:í licar ncsrn condição dumnlc alguma, chu, as para 
que e,la "limpe" a camada superficial. Esta limpeza consiste 
em provocar o máximo de germinaçao de sementes de eras 
daninha,. semen1cs do pasto anlcrior que nào foram 
pnrai. 
Ja foram publicados alguns assuntos e 
posterionente você pode nos ajudar como novas matérias 
teorp4das pelo arado eu amnadas profundas. e demans 
sementes que são inde civeis no futuro piquetc 
()u:111do hotl er o máximo de germinação destas 
sementes, trabalhar corn urna g.rnde niveladorn bt'm superfieiJL 
n ,ull..:rt·n1.: p:1m ch111m:ir as plantulas germinadas. Logo cm 
euida efetuar o plantio Recomendamos executar a nivelação 
mm o snlo seco. inclusice o próprio plantio. 
A prttpal reorendaço é nturut o bauo de 
sementes da pastagem anterior e evitar que o excesso de preparo 
de solo traga estes de ,olta à supcrficic onde len1o condições de 
geração. 
O calcário poderá ser aplicado antes da l? gradeaçdo na 
seca. Após proceder o sobrepa,1on,io da pastagem, aplique o 
cakario à lanço e a incorporação com a grade será superficial 
(solo seco) nào tendo nenhum ti pode probkma. 
A adubação de plantio deverá ser n:alr.tadu autcs da 
gr.1dc n1,eladora para o plan1io isto é. deHrá ser em cima das 
ervas daninhas que gcrm inaram. 
En~• Agr" Albeno Takashi Tsubako 
Uepart:imento Té-t.nito da :1at.,uda 
-0:) OPINIÃO 
Fanam lideres 
O , erd,ute,rc, lrdcr Jª naSlc com esse 
dom, E com bastante treinamento você vai 
refinando e potencializando o cspirito de 
litlerança. 
Mas o grande segredo dos bons 
lideres adrnini,tradore, s.1o ()S que sabem 
rodear-,c de proti-,sionais c,,mpclenles. que 
promovem a mo1i, ação da equipe. 
Será que aqut em Dela Vr,''.l i,:o ,ern 
ocorrendo com os que :,e dtlcm hdl!~s 
admini=,7rJdon:s·> Pni/. Xaudc.:u 
Ko1a de Falectmemo 
Meu<.. sentimentos a tamll11 do Sr. 
lrneu do Amaral ardal, pelo seu 
la.lC.tn1cn1u "'-"n1do 110 dia. 13/06".!001. 
Advogado. pecuarista e amigo vai 
deixar saudades a todos no bela ienes. 
t La a1h 
·tlntUJCPl 
ghw Ln 
p!.((Pt,jJ 
l'.(.'Dt,s:,;n {SI) 
'a d? 
2 hnu dh run ? 
ora"ara? rt bafar 
ag a h»d? 
.e, 4morrais.A___L_ 
Coch , ~ ,,a o ovi 
Z.ootccnist:i: Fernando de 
Pauta Leonel (Leonel) 
Dcp10. Tl-cnico de Nutriç~o 
Animal-ilatsuda 
Dentro de uma. 
pecuária moderna_ onde:- a, 
cficiência.s produtivas e 
econômicas devem ser alvo. 
devido, à mesma estar inscrid,1 
em um mercado cada vez mais 
globalizado onde o produtor 
não pode "cochilar", tendo 
sempre que trabalhar de forma. 
a minimizar os custos de 
Produçlo. diante do 
<!Slreitamento dos lucros. a 
COm:1a suplementação mineral 
do n:banho, juntamente com 
disponibilidade de boas 
Pastagens, é ponto chave para a 
cploração de uma pecuária a 
base de pa.sto. 
Entre1anto, para o 
~uccsso da suplemcn1aç'10 
mineral cm bovino,. além do 
uso de produtos de a.lia 
qualidade, e de fabricação 
idünea, faz-se ncc-cs:,.irio o uso 
do produto ccrlo. e cm 
inslalaço<..-s (cochos) correias, 
para que se tenha a ingc">lào de 
níveis adequados dos 
elementos minerais. Pois 
apesar dos avanços na 
mincraçno. a grandt: maioria 
da.s propriedade'> de nosso pais, 
nJo possui cochos bem 
dimensionados para as funções 
que lhes sJo concedidas. ou 
seja. fomr:cer o suplemento 
(Mineral ou Mistura Mültipla.) 
à vontade e diariamente, 
conservando suas 
caracteristicas quimicas e 
nutricionais.. 
A inadc-qu:icb ingc-srJo 
de minerais. por pane dos 
bovinos, deve-se alguns 
a 
fatores: 
Alto 1cor de Sódio nas 
pastagens: 
Cochos deficientes em 
qualidJdc cl ou quantidade. e 
mesmo peb localizaç.1o 
inadequadas dos mc-smos nas 
pas1agcns: 
Atoleiros a.o redor de 
cochos, prejudicando o acesso 
aos mesmos; 
Falta da adequada 
reposição do suplemento 
mineral nos cochos 
interferindo na regularidade do 
consumo; 
Altura imdequada dos 
cochos, impt.'<lindo o aC.'SSO de 
animaisjovc:ns; 
Ocom:ncia de chuvas. 
alterando a intcQridadc do 
produ10 (cochos d°éscobenos). 
comprometendo o consumo 
ideal do mesmo; 
Diluição inadequada 
de supkmcnlos minerais com 
"sal branco", praticada por 
muitos produ1orl.!s: 
Dentre outros. Diante 
desse con1c,to. alguns ponlos 
bâsicos devem ser 
considerados no momenlo da 
instalação de um "cocho 
s.,kiro": 
• A construção deve 
,cr. dentro das possibilidades 
da propriedade. de um material 
{madeira, etc) resistente, 
possuir cobenura e prolcção 
nas ntremidades, paro mdhor 
conservação das carac1cristicas 
do produ10 oferecido; 
A existência de 
depüsitos no teto das 
instalações au>.ilia o 
"Campc:iro" na rcposiç:1o do 
suplcmcmo: 
•Ri.spcit.:ir a correta 
medida. do cocho. para 
propiciar uma adequada 
inges?Jo por parte dos animais. 
O cocho ideal deve ter de 25 a 
JDcm,dc "boca· e 
profundidade. e as s,.-guintes 
medidas lineares: 4 cm 
lincarcs.'animal, para linha 
branca 3m de cocho!! 50 
animais-: e 1 O â 15 cm 
lineares/animal. para linha 
protcinada 3m de cocho/40 à 60 
animais; 
• Altura proporcional à 
categoria de acesso ao mesmo. 
Em ecral de 60- 70 cm do ch;!o à 
"~• do cocho, e recomc:nda­ 
se uma travessa de proteção por 
,oltadc50cmacimada "boca"; 
ªQuantidade 
suficiente de cochos no pasto 
para evitar o subconsumo de 
minerais. atoleiros. super 
pisoteio da área e brigas entre 
os=mimais; 
•• •Disposição dos 
cochos dentro das pastagens de 
forma a maximizar o consumo 
de minc.rois. e rulo :i indll2ir 
p<J.Slejo. O melhor local é onde 
os animais gostam de se reunir. 
ou seja_ malhJdouros; 
• A proximidade do 
ax:ho ao bebedouro de água, 
tende a induzir um maior 
consumo do suplemento mineral 
pelos animais; 
•o piso ao redor do 
cocho dever ser bem 
compactado. e quando possível 
cascalhado; 
•o direcionamento do 
cocho deve ser no sentido 
longi1udinal à corrente dos 
ventos predominantes, de modo 
a evitar que chuvas de vento 
molhem o produto e promova 
reações químicas indesejáveis 
no mesmo, 
Seguidas essas medidas 
básicas, certamente a 
suplementaçilo do r,ebanho será 
bem mais efetiva, 
proporcionando um melhor 
desempenho produtivo do 
rebanho, conseqOentemente, 
desencadeando em maiores 
lucros para a atividade. 
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convida para prestigiar a tradicional Festa Junina, 
que realizar-se-á no dia,23 de junho de 2001. a partir das 
16h. cm ~li.as dcpend2nciw,. 
Haverá inúmeras atrações como: danças, 
quadrilhas. barraquinhas com jogos e comidas tipicas. 
Uma autêntica festa do interior. 
Participe! Será uma festa de beleza, com certeza! 
Patrocino. Vereador Luis Alexandre Loureiro Palmer 
receberam todos com a smpsty que lhes é peculiar 
Aleria e descontração foi a tónica da noite. Parabéns! 
Nodia16pp. 
festejou aniversário com amigos e familiares o 
~.irot,io Rafnel Sartori. O almoço .:contec.:u na re~idência 
da vovó lroni. Uma saborosa feijoada foi servida e logo 
após deliciosas sobremesas. Ao Rafael Felicidades. 
Baile Countrv 
O Grêmio Pcdrn Rufino est:1rá reali1ando esse 
Baile em comemoração uo Aniversário da cidade. Será no 
dia 1 l de Julho com animação do Grupo Canto da Terra. 
Mesa40.00- lngrcsso 10,00 (geral). O Canto da Tc:rra furá 
tremer a pista do Grêmio. Não perca! 
15anos 
de Claudia R<:gina. lilha de Dr. Jair Bispo e Suely. 
foi como:morado com uma alegre festa no Clube 
Esportivo lklavistc:nse a partir das 21 :00hs. Muitos 
amigos compareceram para dar o seu abraço a Claudia 
que recebia a todos feliz e emocionada. Parabéns! 
r A A, 'z 
OPJNJÃO 
Ética e liberdade 
evitam ações por 
danos morais 
Vera Pinheiro - de Drusíli..1 
Dificilmente uma personalidade pubhta ganha uma 
ação por danos morais na Justiça dos Estados Unidos, que 
podem ser apontados como a n ;lo que mais defende a 
irrestrit.1 liberdcde de imprensa Quem afirma é Rem 
Rieder. editor e vice-presidente sénior da Amerian 
Journalism Review. revta mensal que abrange todos os 
aspectos da midia imprensa, televisiva. radiofônica c 011- 
linc. Ele participou do debate Ética no Jornalismo e a 
Questão de Indenizações por Danos Morais, realizado pela 
Embaixada dos Estados Unidos da Amérida e pelo 
Correiro Brasiliense, dia 27 de abril. cm Ora~ili:1. mediJ<lJ 
por André Gustavo Stumpf. editor e colunisr,1 do Correio 
Bruilíense. Rieda também fez uma palestra em O btado 
deS.Paulo. 
Rieder explicou a necessidade de estabelecer a 
diferença entre o que é figura pública e figura privada. Essa 
t dcliniçilo nem sempre é clara. por isso é preciso provar que 
,---------------------------------------------, houve a intenção de causar o dano e que hou, e negligéncia 
evidente em relação à verdade. Editor sénior em diversos 
jornais importantes como o Washington Post. o Miami 
Herald e o Mih,.aukcc Journal. ele está convencido de que u 
maioria dos jornalistas tem senso de justiça. apesar dos 
erros que cometem. "Claro que o jornalista pode perder a 
sua perspectiva porque se a sua culpa da figura pública. que 
o toma cego quando à outra verdade e não acha que a ~u:i 
hipótese esteja errada". admite. mas n:ssalta que 
exatamente por isso "se precisam bons editores". 
Recomendou também estabelecer a diferença entre opinião 
e fato. para lembrar que" quando se trata de um fato não se 
pode: cmitiropiniào". 
os Estados Unidos. contou Rcm Rcídcr. as 
Redações de jornais já contam com advogados para 
assessorar juridicamente a elaboração de matcirias. 
alenando para palavras que podem no futuro representar 
uma constelaçào legal. Apesar de ainda não chegar a esse 
nível de sincronia e integração entre advogados e 
jornalistas. no Brasil. corno disse Marco Antonio Bez.erra 
Campos. "estamos tentando mostrar os jornalistas que a 
empresa cstá oferecendo um recurso a mais para facilitar o 
exercício da sua liberdade de expressão". Ex-consultor 
jurídico da AJ e sócio fundador da Campos & Saldanha 
Advogados Associados. ele esclareceu que o papel do 
ad-.ogado de uma empresa de mídia "nunca é dizer isso 
publica. isso não publica". Essa é uma questão eminente 
jornalística. Um advogado pode ajudar. corno também dizer 
Rieder. a trocar palavras. um detalhe que passa 
despercebido na urgência de fazer a matéria. . 
Campos observou que o núm.:ro de ações de 
indenização por danos morais movidos na Justiça brasileira 
contra os jornalistas e as empresas jornalistas aumentou de 
fonna assutadora e disse que os autores são geralmente 
figuras públicas membros do governo. políticos. juízes, 
secretários de Estado ou deputados. "O número e os valores 
dos processos são preocupantes e o efeito é nocivo j:í que 
profissionais e empresas não dispõem de meios para 
enfrentar o processo e isso tennina prejudicando a liberdade 
de expressão". 
• Para ele. "é uma distorção evidente. uma reação 
indevida às críticas que a imprensa tem feito. exercendo seu 
dever e o seu direito". Todas as grandes indenizações que a 
imprensa brasileira pagou se dirigem a pessoas que de 
alguma maneira exerceram uma função pública e isso é 
altamente preocupante. "A pessoa que não tem respaldo 
oficial é que, quando ganha os processo. receve a 
ind.:nização em valores m.:norcs", afinnou. 
O fato de as figuras públicas processarem os meios 
de comunicação quando são criticadas é muito negativa.."/ 
nossa liberdade de expressão. que est:í assegurada na 
Constituição Federal, tem ai uma ameaça rguito grande". 
afirmou Campos. 
Além disso_ cada vez mais se edit.:1m leis e normas 
que indiretamente, vêm cercando a liberdade de imprensa e 
de expressão. Exemplo. o Estatuto da Criança e do 
Adolescente prevendo a :ipre.:nsilo de jornais. A ,NJ fez 
inclusive uma representação à Procuradoria d:i República 
sobre a inconstitucionalidade do artigo, oue foi suspenso. 
Outro exemplq a legislação eleitoral prevê a apreensão_de 
jornais e a suspensãn de_jomais de emissoras de r:dio e 
tdevísão. "Esse tino de nonna, legislação e dispositiyos 
ameaçadores da liberdade de expressão s5o uma rea.lídade 
no Brasil cada vez mais preocupante'', 
Na verdade. por uma vi:1obliqu:i. diz o advogado. é 
:i volta da censura que. aparentement.:. sempre esti 
def.:ndendo valores altnmcnte dogi:ivcis- a moral e os bons 
costumes. o interesse dos menores. a i1mald::ide entre os 
candidatos numa eleição. "A pretexto d; defender aqueles 
valores est:í se manifestando o livre direito de expressJo de 
uma empres:i ou de um jomalista. Essa realidade tem que 
ser denunciada, veiculada, porque cada vez mais no 
Congresso Nacional aparecem projetos de lei que trazem. 
disfarçad:imente. problemas para a liberdade de cxpreSS:.o". 
Um saboroso 
jantar e suculento churrasco, para os íntimos 
marcou mais um ano de i<la da Sr'. Orucilda de Souza. O 
genro Dedé e esposa Maria José foram os anfitriões e 
Pense em mim 
Se você me ama. não chore Se você conhece o 
mistério insondável do céu onde me encontro.. e você 
pudesse ver e sentir o que eu sinto e no nesses horizontes 
sem fim e nessa luz que tudo alcança e penetra, você jamais 
choraria por mim Estou agora absorvido pelo encanto de 
Deus, pelas suas expressões de infinita hclc,,1. Em confronto 
com esta nova vida as coisas do tempo passado, são pequenas 
e insignificantes. Conservo ainda todo o meu afeto por você e 
11111a temnra <(UC jamai, lhe pude. cm, crdaJe. n:, clar. 
Amamo-no') 1cmn111cn1.: cm, idn.. ma ... tudo era cntilo 
mui to fugaz e limitado. Vivo na serena e,pcctati, a de sua 
chegada, um dia ... entre nós. Pense em mim assim. nas suas 
luj:1s pense ne,ta maravilhosa morada onde nilo l'Xi,re u morte 
e onde, juntos, viveremos no enlevo mais puro e mais intenso, 
sem sofrimcnlo e sem rancor, junto à fonte inesgotável da 
alegria e do amor. Se Océ ,crJ,idciramcntc me ama. Nilo 
chon: mais por mim. 
"Eu estou em Pa»". i !cindo Pinheiro Martins. 
Mi,..,a C," mé, de í:ilccimentll. dia ~7/06 ;, l 'Ih, na 
lgreja Matriz de Santo Afonso. 
- • • --------"'i•";;;: 1 
Com a gente, 
sua empres·a_ 
vaie long_e 
,. 7' 
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·: Cruzeiro do Sul 
• 
<>u; Santa Amélia, 104- Campo GrandelMS 
rone: (0"67) 721-5010 • Fax: (067)724-9190 
viacruz@zaz.com.br 
Poder Judiciário (do Estado de hlato Grosso do Sul - Comarca de eeia Vista 
Eilital d,· l111im:1ç:o com Pr:uo de 20 cli:is 
. . O Doutor Alexandre Antunes da Silva. Juiz de 
Direito da Comarca de lkla Vista. Estado de Mato 
Grossu d,> Sul. na Fonna Ja Lei. etc ... 
FAZ SABER aos que o presente edital virem ou 
d:k conh.:cim_::nto ti,m:m. expedido nos autos n. 
150 99 de AÇÃO DE EXECUÇÃO POR QUANTIA 
que RAMAO MENDES E VIRGINIA MARTINS DE 
MOURA promovem em face de RAMÃO MARTINS 
DE MOURA E S/il TEOFIL BALTA DE MOURA. 
em tramite ror este Juizo e Canôrio Judicial. que cm seu 
cumrn111~11to e ~tendcnd,1 ao mais que dos autos consta. 
Pel9 presente edital. com prazo de 20 (vinte) dias. fica 
lNTIMADO JOEL PEREIRA CORREA. estando em· 
lugar incerto e não sabido. da decisão de íls. 61 que 
declarou a ineficácia a alienação do imóvel objeto da 
matrícula R-02-10.227. a qual fica declarada apenas em 
relação aos exequentcs. E p:ira que ninguém alegue 
ignorância, foi expedido o presente ediÍa! qu.: ;era 
afixado na sede dcst.: juízo e publicado na forma da lei. 
Dado e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista. 
Estado de Mato Grosso do Sul, aos vinte dias do mês de 
junho do. ano de dois mil e um. Eu. Pedro Paulo 
Centurião, Escrevente Judicial. o <licitei. 
Edgard Ibanhes 	- 
Escrivão (a) pi dct do MM. Juiz de Dírcito