~ " 1 11.IM t we i .- ... ,.,, ,u 1111 Tribuna da Fronteira OCI.A VISTA A N T O IJ I Ô j O A O Audiência Pública em Bela Vista discutiu a Lei de Recursos Hídricos Na última segunda feira, dia I, atendendo a convite do Presidente da C,írnaru Municipal, Ver.:.tdor l.ui, ikxandrc Loureiro Palmiéri e da Vereadora lsahdla de Moraes Pinheiro Murano. o deputado estadual Paulo Corra. Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa, realizou uma audicncin publica na C:irnara Municipnl para discutir com a população u Projeto dc Lci de Recur.,os Hídricos. do Exccuth o Estadual. que está tramitando na isscmbh!ia Legislativa e dcvcrú ser votado nos próximos meses. O deputado vêm realizando audiências públicas para discutir o ussunto cm v;irios municípios e· tem se posicionado totulmcnh: contra a cobrança a mais, relativa ao líquido água. como. a princípio. prevê o referido Projeto de Lei. Além da maioria dos Vereadores da nossa cidade. participaram da audiência publica o Vice­ l'ref.:ito l .ico l'cbichrnne. que também e Din:tor do SiAE local. algun, l're,idcnll.'.s de i,sociaçüc5 de bairros. pessoas da comunidade e o Prcfeitu Municip:11. que chegou após o inicio dos trabalho, e teve Lle se retirar antes do seu encerramento devido a compromisso inadiável ~egundo ele. /pesar do forte frio e também uma chuva leve, a audiência pública cm nossa cidade foi bastante proveitosa e serviu, acima de tudo. para chamar a aterrçilo, principalmente das autoridades e lideranças políticas, sobre a importância da participação e do envolvimento de todos para que amanhà ou depois a populaçilo em geral não venha a sofrer as consequt':ncias de se instituir uma Lei dessa abrangência sem o devido conhecimento por parte da sociedade civil organizada que. no caso. é a maior interessada. PAC. -03 iU;TERNATIVA R..JU!.!LA j f 8 pessoas assassinadas em Antônio João 1 «ta foi a oitava pessoa assas«nada no Clube Hataclo, que fica loahzado entre a divisa da Vi!a ·ova e e n t ro da c i d ade Recentemente a dona de .asa Carmem Rodrigues de Almeida foi morta na madrugada de domingo, 10 de junho, por volta de 0Ih30, n.1 penf.-n., de /nlônio Jo5o. Várias pessoas foram mortas naquele clube, por falta de segurança, um lugar onde foi encontrada até drogas. até quando isso vai Ninguém das nossas autoridades de seguransa estadual irá tomar alguma providência! Lugar onde andam pessoas armadas e vários crime, j:i houve nada de providénc i.1, forJrn tomadas. cad~ o Conselho de Segurança que iriam formar? [nquanto isso a segurança da no,sa populaç;1o corre ri,w. O crime. conforme mfonnaçõcs divulgadas pela Polícia Militar, que atendeu a ocorrincia. tdria acontecido após de;cntendimento entre a vítima e um homem cujo nome quc a policia divulgou do acusado seria Laurizetc. PAG.-05 ANTONIO JOÃO Recomendações para a substituição de áreas de Brachiaria Humidicola e DecumllBeros. Uma pastagem se degrada após certo número de anos por diversos motivos. Dentre csscs a baixa adaptação da e ·pécic utilizada a fatores edafo­ clim:iticos (acidez, seca, fertilidade, etc). o manejo inadequado das plantas. a redução da fcniliJadc do solo sem que se efetue adubação de reposição. a susceptibilidadc a pragas e doenças. o uso indiscriminado do fogo e a incomp:itibilidade entre as e,pc'cies associadas. tem. sido apontadas como as principais causas de degrndaçào. - A maior dificuldade que os pecuaristas e técnicos encontram para substituição de uma espécie forrageirn por outra. é a gr.rndc quantidade de sementes que existem no superficic do solo. Existem dados de pesquisa da EMBRAPA eira ter encontrado até 380 semer11cs de Clrachiaria/m2. i eliminação da planta forrageira é até de cerra forma f:icil ficando por tanto a preocupação em eliminar ao m:i:-.imo o banco de scmcmes no solo. Citamos abaixo algumas recomendações para minimizar o máximo este problema: Durante o período seco promover o sobrep:istoreio isto é. o pasto deverá ser totalmente "r.1pado" pelo gado. Com o pa,,to totalmente "rnpado" providenciar. / g.r.idcaçào da área. O objetivo não é o preparo do solo e sim é eliminar o resto da, plantas que sobreviveram ao sobrep:1S1oreio. Recomendamos portanto. que esta seja cfetuudadurantc o período seco. . Este solo dewr.i ser preparndo no início do pcnodo chu,oso. quando umidade permitir o uso do arado. Esta aração será a responsável pela máxima ehmmação do banco de semente colocando-as estas cm camadas profundas (20 25 cm) impossibilit:indo assim que estas sementes do pasto anreriore de ervas daninhas tcnh:im condições dc germinação. Logo cm seguida da aração, realizar uma gradeação para nivelamento do solo que fica totalmente irregular com a aração. A gradeação deverá somente nivelar o solo, nlio hi mais necessidade que o corre da grade seja profunda pelo contr.irio. devemos evitar que a grade traga sementes do pasto anterior e de ervas daninhas de volta p:ua a superficie dando assim condições p:irn qucc.ssa gcm1inc. PAG.-11 - yaI O prefeito de Antõn10 João. D:ieio Queiroz . iha (P:1013) disse que está dialogando. cm Antõnio João. que o seu governo 11:m capacidade de discutir todos os setores da sociedade e sul-rnato­ grossense. posições politicas e ideológicas. "Neste momento temos de transigir para governar". assegurou o prefeito a militantes dos partidos que compõem a aliança que o reelegeu em 2000. Entn.: os exemplos citados. está o respeito às diferenças políticas. entre o governo municipal e a União. "Es1abelcccmos um rl!lacionamcnto institucional muito sério com o go,cmo federal". ajustou o prefeito .. "Estamos dando um passo amais", afirmou. PG.-09 B EIA V I S IA Expob . . Poderá n:ío ser urna odi:,,; vir,rn. qu~ aprescn1aram os documentos exigidos pelo artig,, 1 ~U Jo ~-ô ra querendo em el ignorância, foi expedia ,,"a 'que 111ngu.:m :ikgue afixado na sede deste :.,, presente edital, que scr:í '"' CJUIZO e: p bi' • Dado e pa5Slldo nesta cidad u 1cado na fonn:i da lei. Est:ido de Mato Grosso d S e e Comarca de Bcb Vist:i. junho do ano de dois . 0 1 ui. aos dezoito dias do mê5 d~ e .. ) mle um Eu p 1 emunao Escre•ente Jud· . • . • _. ( edro Puu o Edgard 1banhes Ieial. o digitei. EscrivJo (a) p.det. do MM Juiz de Direito • e. / 1.1 /1 H /1 Audiência Pó ..., 1 utiu a lei ica em Bela Vista e Recursos Hídricos lerealar l ui tleundre 1 c'f ... •,11/ora Jwhdfa ,/orat'I l.i lllillll,l ,q!lllllla feira, dia I, atendendo a convite do Presidente da Câmara Municipal. Vereador luiz Alexandre Loureiro Palmer e da Vereadora Isabella de ilur.1,·, l'inhciro ;!urano. o deputado estadual Paulo Corréu, Presidente da Comissão d e M e i o Ambiente da Assembléia l.cl!isl,11i,.1. rc.1li1011 uma audiência publica na c:1111ara '.1unicipal para discutir com a população o Projete de Lei de Recursos 1 lidrico,. do h.ecuti, u I stad II a l qu e e s t .i tramitando na Assembléia l.cgtsl.ttl a e devera ser votado nos próximos meses. O deputado vêm reali,ando audi.:ncias púhlic." p.1r,1 discutir o tsunto em var i o s municipios e tem se posicionado totalmente contra a cobrança a mais. n:lati, a ao liquido água, como. a principin. pre,,: o referido Projeto de Lei. .km ,b maiori.i do, "creadnrc, J:1 nossa c:iJ.idc. pJrll<:tparam da audiência publica o Vice­ Prcfrito l.iw kbichrnne, que também é Diretor do S . F local. alguns Presidentes de Associações de bairro,. pessoa, da comunidade e o Prefeito Municipal, que chegou apos o inicio dos trabalhos etevede seretirar antes do seu enceramento devido a c,,mprnmis,o in;idiil el. segundo ele. Apesar do forte trio e tambem uma d1tl.1 Ic,~ .. 1 .,uJiéncia pública em mossa cidade foi ba,tant..- pro, i:ito,.1 e s..-r, iu, acima de tudo, para e h a m a r a a t e II ç i ,> • principalmenti: Jas autoridades e lidcranç.is políticas, sobre a importância da participação ,.. do envolvimento de todos para qu,: amanhii ou depois a popu!Jçào cm geral niio venha. a sofrer as con,cqu.:ncias d,: se instituir uma Lci dessa ahra111?.:ncia sem u devido conhc:imcnto por parte da sociedade civil organi,.ada que. no caso. é a maior intcr..-ssada. O tema Lei de Recursos llídricos é bastante polémico. con,idcrando-se que a Lei Federal nº 9.-133. de 08 1 01 97 detcnnina qu,: a partir de agora dewrá ser cobrada. também. uma ta"1 sobre o uso da agua. atualmente: a tarifa de água cohrnda se refere ao ser> iço de tr.itamcnto e fornecimento. No entanto. a Lei Fc:dcral dá aos Estados a autonomia de regulamentar as qucstõ..-s local através da criação de Comitês de 13acias Hidrográficas e da Agência Estadual de Aguas. que deverão determinar o valor do metro cúbico a ser cobrado pelo uso da água no Estado. Como Mato Grosso do Sul é um Estado rico cm água. a discussão k,antada pela Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Lcgisbtiva dit r..:spcito as altem:llivas de utilização da água de forma coerente e sem prejuízos. ou scja_ sem a necessidade de se criar mais uma taxa a ser paga pcb população_ tanto da cidade como do J ! f 1 Dt'plllmlo ['uu/o Corrt'11 campo. como prc,,; a Lei Federal nº 9.433. Para se ter uma idéia mais clara a respeito do assunto. lmJe o ,ator da tarifa de água cobrada da população é Ji, idida da seguintc manctra. 70% rcf.:rcnte ao. trJtamcnto e fomccimcnto pdo SAAE. que e o órgão rc,p,rns:i, d pdo scn içn cm nosso município e 30° o reli:rcnte ao tratamento de: e,gotu. / Lci Fedem! 9.-133 permite que a partir de agora pos;,a ser cobrada, também, mais uma taxa. r<:fcrente ao uso da água que. de acordo com ela (a Lei) tem ,alor econômico. "Po,suimos uma invejável rede hidrogr.ifica_ composta por duas grandes bacias. dos no, Par.má e Paraguai. e mais. temos também um do, nwores depósitos de ál.!11a subtcrrànc.i do mundo. o Aquífero Guarani. que cqui, ak a 7.-100 000 estádios do Maracanã em volume de água. scn,lo que hoje a demanda de água no Estado todo é menor que 1.5% do seu potencial hídrico"'. informou o dcputado. Para ele o Estado deve e n c o n t r a'r mecanismos para que pus,sa se ben..:ficiar do seu potencial hídrico sem pn:judicaru meio ambiente e não apenas criar mais uma taxa que certamente ir.i caus:ir prejuízo, ao, usuários e consumidores cm geral. O deputado foi taxatirn. "não se iludam. todo e qualqua c:11,10 que incidir sobre o setor produti,o. por c,cmplo. rcfen:nte ao uso da :ígua. será repassado .i p,ipu!Jçào cm gcral. "ou seja. mais uma , a quem ir.i pagar a conta de tudo isso é o povo" sintetiza Paulo Corrê:!. Uma das principais conclusões cm todas a.s audiências públicas já rcalizadas pela Comi,sào de '.leio Ambiente da Assembl<'ia Lcgislati, a. assim como cm Bela Vbta.. demonstra que a m:rneira como a Lei de Recursos llídric,1s do Executi, o Estadual impõe a cobrança sobn: o uso da água deve;: ser n.:pcnsada. pois o cidad:io que constrói uma rcpresa para captar o excesso de água das chuvas ou qut: se utiliza da agua de pequenos córregos por cxcmplo não de, e ser taxado pelo uso da agua que captou. Segundo Paulo Corréa., não é justo. por exemplo. que aqudcs que constru1r.im um poço scmi­ a r te, ia no cm suas propric·dade,. nu qumwl da sua casa ou no prédio onde moram. tenham um hidr,,metro mstalado para cfctu.,r :i wbrança do uso da :tl.!UJ Ate: mc,mo us populares "poços de baldes" estJo ,ujeitos a uma taxa sobre o consumo da :igua "R..:atirmo. qu.:m tem- que pagar são aqueles que polucm. de,trút:m. não os consumidorcs c:m geral" salicnt.10 deputado. (CR) Descontos para Aposentados e Funcionários Públicos em geral. Melhores preços da Cidade Av. Brasil - Centro - Caracol/MS O R A 'J POLITlCA Prefeitura continua recuperando ruas / "'i t' l I' '- l ,1 1 1 1 Mureipal de obras e l!ta ('•llllllllJ lh: /ntnlllll Jn.!O onenttou parte de seu taqumnato pata atender o habita tonal da Vila oa. V«li P'no, Vila Pote+ta epundoo secretario«de Itta­ r,11111111,1. Ntrl'II J:.111h.'" ,t Prefeitura Municipal possui uma maquina pata atender todos os bairros te que esta 1e.di1.111cln todo o trah.rlho de a s a I h a 111 l.' n l o e p.11n>l,1111ento, 11,1 rcrnpcr,,çjo das erosões que se agravam u1111 a chuvnrada que inha diticultnudo o acesso dos lllllldthHL',. A máquina que e,tul·,l 1,.,u.ilh.1111111 110 Centro da cidade ao tetuninar n ert,0 p4sou a arrumar as ruas das vlas, onde o tráfego estava mats caótico. ) prefeito D)ao Queiroz Silva ,111 "' é, d,1 '>ccrd,1n,1 de Obras já tinha ordenado que recupcra,,e111. ,1n1c, da, huvas. mas 11.10 foi possivel porque h:i qu in,c dia, atr,í,, as chuvas vieram e so agora foi possivel ser feito o trabalho, mas c,tàn tentando tcnninar o serviço antes que venha mais chuvas.(G. Ferreira) Moka recebe título de cidadania em Maracaiu Em sessilo solene realizada no dia 11, no plenário da C.imara lunicipal de Maracaju, foram entregues Títulos de Cidadilo l lonorifico Maracajuensc para o deputado federal 'aldcmir Moka, coronel José /1 lvcs Marrnndc, e José Teixeira Marcondcs. Estiveram presentes na solenidade, prefeito municipal Reinaldo Az.mihuja, vice Silvana Dias. vereador de Dourados Eduardo Marcondes representando Coronel José ' /lves Muréondcs e os homenageados. O deputado fcd.:ral rvtof...a recebeu o titulo das rnàos da ex-vereadora Hiane Maluf autora do requerimento, na gestào anterior. O deputado Mob dissc que já considera c1dad,10 de Maracaju, mas que ora se tomava de foto e de direito "sendo orgulho scrconsiderndo filho de Maracaju" Os outros dois homenageados também foram da importância do município de Marncaju, e da l lonorosa homenagem que ora recebem. O presidente da Câmara 'alker de Castro, falou da autoria do requerimento do ,.:reador /ntõnio Joào Marçal de Souza (PMDB) onde. e~illem serviços dos do" últimos homenageado, (Cernido Fcrrdra) Dácio afirma que vai dialogar com o povo O prefeito de Antônio João. Dicio Qucirn,. Silv,1 (1':-.IDB) disse que está dialogando. cnt Antônio Jo:1o, que o su governo tem capacidade de discutir todos os setores da sociedade e sul-rnato­ grossc nsc, po,içiin politicas e ideológicas. "Neste momento temos de lrJnsigir para govcrn;1r'', assegurou o prefeito a militantes do; punidos que compõem a aliança que o rech:gcu cm 2000. Entre os exemplos citados, está o rcspeito ils diferenças políticas, entre o governo rnunícipal e a União. "Estabelecemos um relacionamento institucional muito st:rio com o govemo federal". ajustou o prefeito. "Estamos dando um passo a mais", afirmou. Um dos esforços citados por D:ício é o avanço do Estado. que antes defendiam os interesses pri,ados. cm detrimento do cnganjamcnto cm prol das causas públicas. As parcerias que l cm sendo linnadas com o governo de 1 HC é uma da, caracteristicas dessa postura assumida pelo pn:frito municipal. "O presidente Fernando í knrique tem contribuído muito para que 1sso aconteça". lembrou D:ic10 O exemplo de corno gm erno m11n1c1pal em con,tru1ndo a governabilidade foi destacado pelo deputado federal Waldemir Moka (P1Dfl--1S). Dácio disse que não se trata de um legislativo aliado para permitir a governabilidade - que é um.1 responsabilidade do ExccutJ o. mas sim de se ter o aporn ga,. até quando is,o vai? inguém das nossas auwridodc, de ,q!urança estadual irá lonrnr nlguma providens' 1 u,•.;r 1-nJ..: .111J.un pesas armadas e vários rimes ji houve nada de providencias toram tomadas, adê o Conselho de Seurata que iram funnar'! l.nqu:11110 i"o a seur a na da nossa popul:iç:io <.orrc ri,co. O crime. conforme informaç,k, divulgad,h pela l'olicia Militar, que atcntku a ocorr~ncin, teri:1 a e o n I e e i d 0 após desentendimento entre a vítima e um homem cujo nome que a polida divulgou do a.:usado ~aia Lauri,ctc. O autor evadiu-se do local d, 1.11 l uundo o del ado I' .'. p n ,l el peia une tua.ao, Dr Halphoren J~ <)lnc11,1 1),1. •.,J,, ra (demitir) nenhum pai ou màe de família. como ,cmpr.: diz Luiz ik:-.undre .. Agora os resultados desse ajuste, somados a n:~ponsabilidadc, seriedade .: aust.:ridade na i.!l.:Stào dos rc-curso, públicos. possibilitar.im o adiantamento de 50% do 13'' s:11:irio dos funcionários da Câmara llunicipal e. melhor ainda. a intençilo do l'n:sidente Luiz Alexandre.: papa1 os outro, 50% bem antes do tirai do ano, odu!a que sem dúvda alguma serve de exemplo para mu1tas Câmaras do nosso Estado é, por que não dizer. também para muitas Prefeituras. Realmente de parabéns a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Bela Via, também mntcrada pela Vereadora Orlanda freitas dos Santos (Vicc-l'n: id1:11tc), Julio Leite (I" Sccrc1,rn1) e Ramon P,iredo.:~ (2° Secretário). Buracos "quadrados" Para Iunt ut pouco da seriedade do lnfo1111t: TF vamos contar aos nossos leitores a piadinha quo.: está correndo pela cidade. muito ,cm-graça por ,inal: Diam os ".:ngraçadinhos" que na gestão passada os buracos da,, ruas eram poucos e redondos. agora ele, ,.io muitos e quadrados. No entendemos, nas, fazer o que, é u que muitos munic1pcse,1ilo diLendo. 1° Baile Caipira foi sucesso total Melhor impo,,fvcl. o 1° baile caipira, promovido pelos acadêmicos do curso de Pedagogia da l_'xtt:nsiio Universitária d UFMS da nossa cidade. realizado na noite fria desta s~xta/sábado no Grêmio Pedro Rufino. est.:,·e impccá·cl. Muita genlc bonita. de lida Vi~ta e d.t~ cidades vizinhas. clubo.: lotado o: anima:10 nota 1000 do exccl.:111.: conjunto musical Alma Serrana. que há iempo, nào tocava por aqui. Rcalm.:ntc de parabéns o~ ai:ad.:micos e todas as pessoas envolvidas na rcali:e.açãu do belíssimo baile. Falando em baile nrood qulqu+ 1tipa/tente quatido anua rutw ' ' 1 • l 1 ) • 'ºllf J. 1,1111 dterena de preço sempre ajuda. o u0nu " " . . t u g0proprietário dotray ler I'Jus!Ia Omo Ma ufa 0 T ' '· pedir-lhe desculpas. poderia dizer por evemplo, que h+»ta incrido ums "murada' e esta com a aba que!e 't , de iluse motivar uma aba que um caso deses pars " representa2o judicial' Conto o milagre mas não on! O !);11110. pr:í nin.:u,:m• ! Repercutiu A nota pubhtada na cdn ao da ultra quarta l-Ia­ sugerindo a realização de um plebiscito no bairo (0s1 € Silva pata abr se os morador queemr ou não a muda. clu num<: do bairro, repreuiu clll meio aquela ..UIIIU1tld::id1.:. V::U(f;.. P'- ·'"'j~ JIU"'i JIIUl.Ut,H,HJl J'...ll,I emprestar apoo à Ideia e onordau pluareut qu­ antigo "Nharon urre ut note vulado a ua a c a hi.,tóriada ~1aco1mmidadr. Agra,kccmth pcloapo10, Sinais do SBT e Bandeirantes sumiram de vez! E. pois e. temos recebido segvide reclamaçoe­ relacionadas as retransmisõs dos canais de IV Bandeirantes e SDT pura Bela Vista, que estão fora do ar há aluru tcmpo. emana passada proeutanros lona,O d rc:,pc:tlu do 1.aoblc111J cu111 o Vereador Nho Dóro. ele qu­ ,.:mpn: batalhou pcl-, melhoria da: retransmnisses de 1 V cm nossa cidade. O Vereador informou que as aparelhagens desses dois canais mais uma, ez estão com plobkmas e o conserto do, 111.:smo, dqx:ndc de libt:ra~ào de ri.:cursos por parte da Prefeitura Municipal. Inclusive mostrou um orçamento dos serviços que esta cm scu poder. Ele acredita que no decorrer dos próximos dias os bcl.n t'>lcmes que não possuem antena parabólica terão os dois can,JÍ, funcionando normalmente. E o que c:spc:rJmos. atinai de: conll!s. o.:m pleno Iliº mil~nio .:: inaceitál.·I que pareda significativa da população belavistense s.:ja privada de uma de suas poucas alterativas de lazer e entrclenimi:nlo que oi a programaçào tele isa. consumidores de energia devem se livrar da famigerada taxa mínima Nesta sexla f.:ira foi noticiada a apro, a1,:ào pelo Congresso acional do l'roj.:to dt: L.:i qu.: determina o fim d;; cobrança da taxa tninima nas contas de <::nergia t:létrica. isso significa que a partir da sanção do Projeto d.: Lei pelo Pre,idcnte da República. que deverá ocorr.:r .:m brt: e. o:, consumidores passarão a pagar apenas o comumo real dt: energia. Como sabt:mos. até agora a empresa concc~s1on,na do .:,crvtço de fomccimcnl<> de energia cklrica cobrJ a taxa mínima mtr"-'TIO yuc: u cun,umiuor nàu tc·nh.:. tido consumo ncnhu;n no mes. Devagarinho as coras vdo s ajustando na át .. út: p1<:sta.,:àt, d.:"'" Í a popub.,:ão. falt..1 at'nch 111uit .. cut"'1. como por exemplo aobar com a cobrança da as.sinaturn no5 5cr. iços de ldcfonia. que por sinal teve um aumento dt: 10.44%zca mana. Outra taxa mínima que lambt:m de, e seguir o mc-smo caminho (ac.:ibar) é a da tarifa de áaa. lalt..1 :;o algdn, to111Jr " ínictalt, a dc plcttcJr u -cu fin,. afinal dc contas ;e trata Jo.: um serviço da mcsmna naturczac nada mais justo que os consumidorLs pagarem sobre aquiloqu.: eft:tirnmenlt: utili.ü1m. nill• é mt:smo! ! Deixamos aqui uma sugestão à Dir.:loria do GSSPR . .:ventos desse port<:: devem ser realizados aos sábados. indqx:ndcnlcmenti: Lle quen, o prumo,.:. se é u clube ou não. Isso porqu.: muita gente n:clama que não podem aprovcilar a frsta até o final porque tém de trabalhar no sábado. ào deixam de: ter ra.dio. afinal de contas pr.:stigiam. pagam. são os rcspons:h'cis pelo sucesso dos eventos e têm todo direito de reivindicar o que é melhor par.ieles. l.:.u. por exemplo. sai do baile e vim din:10 pam a redação da TF tcnninar essa coluna. afinal de contas o "chde"não quer 111:m ,aber. sem falar no, kiton:s assíduos que ligam para cá nos cobrando quando nào publicamos o Informe TF. Modéstia a parte. nossa coluna é lida por muita gente. por quem gosta e também porqu.:m não gosta. esses não aguentam a curiosidade e as, czes alé disfarçadament.: abrem o jornal nesta página. Pensam que não sei. né!! comerciante "nervoslnho"!! Ficamos sabendo que uma noit.: dessas o propri.:tario de um po:qu.:no Ira} ler na cidade estava com o 1110,·imcnto 111uilu bu111 e esgotou o estoque: de ccn ,;ju. parn não deixar os fregueses na mão se dirigiu rapidamente à um estabo:lecimento comercial próximo para comprar mais uma "caixinha". Para sua surpr.:sa o comerciante nâb lhe vendeu a bebida e ainda mandou que procurasse o cstabekcimcnto onde costumava comprar os pães pata a sua barraquinha clc cachom1--y_m:nte. Pdo jeito o moço esta, a ri:, oltaJo por4uc o proprietário do traylcr não compra normalmente no seu cstabo.:kcimenlo. o que. enhamos e con, .:nhamos. não se justifica de maneira nenhuma. afinal de contas todos ti:m o direito de comprar onde bem entenderem. AN,10~llA OE UM Al'AG,O Disse Deus: Haia luz. E houve luz NclsonTrad Os catastrofistas de época ou por vocação serpe se u11ir.u11 'l!tn tomo do ,aticinio infati,d de que o B~il l>-::,t.1-a :i boir.t du abismo. '5o chc-gamos 1:i. até porque sucumbir ao caos não parece ser a mdhor,titudc de qucmj:i se considera poténcia cniergcntc e n:içào líder continental. Agora. porêm. sobram os que vocalizam em uníssono a ameaça concreta daquilo quc .. com :in.-s d< gringo. se chamav.i blorkout, e hoje se idcntifü::i brasileiramente como apaglo. A cri~c energética se ab..1tcu sobre grandt.."'S regiões do l';11,. prc11unc1Jndo graves de equilibrios " p.:nurbaçiks nas atividades económicas, no dia-a-dia da vida de colcti, idades im.:n,as. O, habitantes de vário Estados bra.silcims s:1o postos ante a c,p..:riêncb insólita da prhaç-Jo .. no caso, de serviço essencial, desconforto a que foram kvados por r.izucs alhtrivem as atividades das empresas e oranza0e» em geral, interferindo fundamentalmente sobre as ·c-ondiçôt."1» d1: vid:i e de- ">C'bn:vida. Segundo esses pro li· ionais. além de evidenciar a responsabilidade dos mandatários e act:111111>1rndore, públicos. o descalabro ser ,r.i de çlo e aprendizagem para milhes de patricios, que. por graça divina, não conheceram as vicissitudes comuns J po,o.., em guera, ou conseqüente as epocas de conflagraçlo mundial, instalados uns c outros a convcr coma ccas:z debnccrtçodc pramez ncccss,dadc. Na ó1íca. pois. dos que se ocupam com a esfera de otivação e o comportamento das pessoas, os fatores c condições dõf,l or.ivt!is., que atu.almc111c fab!ll'I pane Jo cu1idia110 das pessoas de,cr:lo impelir os pobres manais a dc">Cnsolver a c:ipacídad<: de enfrentar o r.icionamcnto. a frustraçlo de padrões de qualidade de vida com os quais ja estavam habituados. a conviver em ambientes sob restrições e cuntrolc.::,. erão 1c:vad1.n u outro modo a desenvolver a consciência sobn: a importãncb e a finitude dos bens e recursos naturais. a assumir a responsabilidade in? Será que tossas autoridades nlo mats e que darão imp!s de m.:rc:ido e aos interesses meramente capitalistas de empreendedores nacionais ceou c:strangeiros as próprias forças que movem o mundo e das quais todos os países se acham em relação de depc:ndéncia vital. O prenuncio do apto, o suas otrsquencias funesas para o voleie e a eficiência das atri'ade- económica, par o nivcl de eruprvza. o> or,atentos publcos, a voto ameça trwl aos csfor.;:0.1 heruileos de noss;, pc,10 e oo.1 sacrif.cios que Ih foram impostos cm nome d:t illS.Ãbiliclõd;: moneurn. poder:do coloca a pique os rc:sultt;~osuu"t'ICIOSos que o pocsalcon5ou no debel>r da inlla~. E impcnavl ao gocmo. Qus : revclou ccnpetente p;ir? dcbehr a hidra-intlzcionzriz, deixar o Pais paraliar à mitrua de erigia elétrica. Sena imperdoivl onisso, porque. coo tdc monsro mnitio, a onufonaço anatômiz da que3to rela e ontoru t:ratolgiosde- apuo tupiniquim. desde ~u..t::. mult plã., c..Jbc,,...!.:, - .u de: 1odo~ '-jUt:.ntu:o> ;!tC fun.:ucua as r=,-x,nsibitimd,:;, com ll pbnmen:o e as uçdrs de governo .i, mc<1<0 ,e longo pr:ri:v .. uh: o tronco e os bRSO':). rc·p~ntwdo .1..~ cmprcus concrasonirr de craçd c drstnburço, que pcrarcram, o mas da s mncntrs diante do cacamente da demanda e do imnprtio de expndir a capacidade de geaç0, as tato de suara na peso do sita eluio a ueli'a qu as atividals ouôia tamb expirenutr11 motive!sieuto. par cpas+comia»tbiliz»tontiri. Pur ültirs., vs rostro fan±tio tubm e doado ,h:­ pcmas c pe sofridos membros infrioris q o 4stetzm, os mths de onumdor resdenrars, comeras e Ir!utrr2±e luntu, outros, vbre os quis pe a cara (puda) de pagar peles (fí,.lS e 0lnLS.!Õô de tants cabeça alvas. peitos intlados (' br:iços c:rura.Jo.i.. cnqu.:.nto o Tlunlc do s:!:1,ma eletrico ,:i ao !Judo. Câmara é Notícia e Informação Bancada do PSDB reitera indicação pedindo o transporte de alunos no Tupanceretã desta semana. da amar.a Mumiipal, a Vereadora Liberay Lino Hattilani foto) e o Vereador Julio Leite (foto). integrantes da b.lllc,1d.1 uo l'SDII naquela asa de leis. reiteraram indicação à Secretária Munidpal de l:ducaçfo solicitando a colocação de 11111 veiculo para fazer o transporte das crianças do } /,,cnlamcntl) Tup:mccrctl 1 que estudam na Escola daquela localidade. Cica Lino e Julio Leite ,nlientnm que a condução para o transporte escolar naquele /ssentumcnto é de fundamental import1i11ciu e de extrema nece,sidadc. • poi, a,- niança, sào obrigadas a andar até 20 quilômetro, para chegarem à Escola. "consequentemente sofrem com o cansaço e também com ns intempéries do tempo, o que se agrava ainda mais nesse periodo de inverno". A Vereadora Cica Lino lcrrbrou que já fez essa indicio à Secretária Municipal de Educação e nem resposta recebeu. segundo ela a alegação de falta de veiculo não se justifica porque a Prefeitura pode recorrer ao FNDE. que dispõe de financiamento especifico para o tmnsportc escolar nos municípios. Enfatizou que a situação a que estão ,ubmetidos os alunos do Tupanceretà é caso de denúncia ao Mec mas por cnqunnto ainda acredita no bom senso dos respon,:íveis pela área - A tr a ,. é s d e Requerimento ao Prefeito Municipal. aprovado por unanimidade. os Vereadores Julio Leite e Cica Lino (P D8) solicitaram que ,cjam em ia das as seguintes informações à Câmara Municipal: - Número de funcion:írios lotados na Secretaria Municipal de Saúde, nome dos funcionirios e quais os PSF (Programas de aüde da Familia) que scr:lo lotados. assim como quais as funções que os mesmo irão desempenhar. "Essas informações Em outro Requerimento de autoria do Vereadores da bancada do PSDB na C:imara MunicipaL Cica Lino e Julio leite. eles pedem à Sccrct;íria 1',,tunicipal de Promoco Social que informe ao Poder Legi bti, o qual a previsão p,1r.i o funcion:uncnto da r, educacional no município e vai aguardar as prm idências com a maior brevidade possivel. / respeito dessa indicação o Presidente da Câmara Municipal. Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmiéri (PFL) sugeriu à Vereadora Cica Lino que oferecesse imediatamente uma denúncia ao MEC. considerando que apesar das reivindicações apresentadas há mais de mês até agora não recebeu nem mesmo uma resposta a respeito do problema. "Temos que denunciar descasos como esse até mesmo para que esta Ca,a seja mai, respeitada pelo Executivo, por isso pode contar com o meu total apoio para que essa denúncia seja encaminhada". enfatizou Xande. Vereadores do PSDB pedem informações sobre o quadro de funcionários da Secretaria de Saúde se fazem necessárias e Ja foram solicitadas através do ofício nº 00112.001. da Comissão de Legislação. Justiça e Redação Final. o qual até agora não teve resposta. Mesmo assim aprovamos o Projeto de Lei nº O 12/2.001, do Executivo Municipal. que dispõe sobre a criação de cargos em comissão para Programas de SaúJc. Por esses motivos solicitamos o encaminhamento das informações acima mencionadas. para conhecimento". diz a integra do Requerimento. Previsão de funcionamento da Creche Brinco e Aprendo Waldir pede a criação de Núc eo 1 no municipio Creche Brinco e Aprendo. "Constantemente somos procurados por mães que querem colocar seus filhos na Creche. por esse motivo solicitamo, es a informação :i ccn:tária Municipal de Promoção Social", ressaltam Cica e Julio na justificativa do Requerimento. to Vereador Wa!d (' ,1 r doso, do PI . encaminhou (foto) expediente ao Prefeito lfonicipal. um1 ,é·p1.1 .i Secretária Municipal de D e ' e 11 o l vime 11 t ll Económico, solicitando a cria ão do Nuleo Industrial no município. com o objetivo de facilitar a vinda de empresas para a nossa e ic.ladc, "o que representa a geração de empregos e de renda para a nossa gente'. Waldir ressaltou que a Assessoria do deputado estadual Pedro Teruel (I' Í) se. dispõe a auxiliar nc,sc De autoria do strial objetivo e que a criação do Núcleo lndu,trial é extremamente necessário para que possam ser dados passos concretos com vstas ao desenvolvimento econômico dn município. Sanitários pré-moldados para a Praia e outros eventos Vereador Rnmão Parede, (foto) foi encaminhada indicação ao Prefeito lunicipal solicitando a aquisição de sanitários pré- , moldados. com tratamento 1 químico. para serem - instalados na Praia do Pompilio e em outros locais. como a Praça /!varo Mascarenhas e a Avenida Teodoro Sativa. durante a de ,anitários quimicos sera realização de eventos de muita utilidade até promovidos por escolas e outras entidades. O Vereador ressaltou que a população que colabora e participa desses e, cntos não dispõe de sanitários para fazerem suas necessidades fisiológicas e muitas , ezcs se utilizam de muros. pí!dios ou terrenos baldios nas proximidades. o que provoca mau cheiro e outros tipos de transtornos aos moradores das proximidades. "A aquisição .r Bispo quera construção de IML ._; Através de expediente ao Diretor Presidente as AGtsUL o af Vereador Jair Bispo (foto) 1 • (l'DT) solicitou que i g y firmada parceria com a 1 _.f" ~ ·7 Prefeitura Municipal com o objeti,o de viabilizar Si " con truçào de um Núcleo do 4 lML insiws «iisp d j} gab) em nossa cidade. O bis33j Vereador ressaltou que o - :­ município não di. põe de um etc ... ) sendo que o referido local adequado para exames Núcleo pode ser construido d e corpo d e d e I i to ao lado da Delegacia de (nccrópsia. lesão corporal. Policia Civil local. Recuperação da rede de esgoto no Necrotério Municipal De autoria do Vereador Jair Bispo foi encaminhada indicação ao Prefeito Municipal. com cópia ao ccretar1o Municipal de Obras solicitando a execução de serviços de recuperação da rede di: esgoto e do encanamento dt: :í2ua do Necrotério Municipal do bairro Agua Doce. O Vereador ressalta que esse, serviços fazem-se Viaturas para as Polícias Civil e Militar Em expediente encaminhado ao Secretário de Estado de Segurança Pública. Almir Paixão. o Vereador Jair Bispo solicitou o cm io de viaturas novas para as Policias Civil. Militar e Ambiental de Bela 'ista e tambt'm para o DOF. con,iderando que várias viaturas foram adquiridas emconvênio como Governo Fcder::.t! e as unidade policiais da no;;a cíd.ll!c c eul ns sparaefrr melhor sesturansa à p, pu).,, .. o. Ao omandante Geral da PMA. ·ajer ( . rlc , , E ro Das+d dos Santos, o Vereador Jar Bispo reivindicou o aumento do tfcti o do Destacamento PM Ao Comandante Geral do Corpo de Bombeiros MS o Vereador lli7) ~51-1278 -Celular: 998(,-51% III+GERI Dra. Rua de Cassa RcAranha M1-M725 C0'1Sl,L1CR10 f. LARAI RIO DE PRÓTESE DE! 'TARA A,i. Duque de Caxias, 821 - Centro CEE 7rn..J0-000 JARDIM/MS Dra. Marta de Aragão Barbosa Advocacia CIVIi • contratos - Inventários Advocacia criminal - Trabalhista· Agrária Triçutárla e Previdenciária. , Av. Duque de Caxias, 394 - Centro - Jardím/MS , Fones: (0 .. 67)251-3422/9986-5829 Dra. llilma da Silva DAB!MS 2.574B Marco A. Loureiro Palmiéri ADVOGADO FIU: (lhvt.61} 439-1143 QIES. ( é o preparo do ,olo. e sim é que possa lhe servir para aumentar sua produtividade e conseqüentemente sua renda. L com isto ener este grande desafio de que pequena propriedade ó serve para dar despesa corno di,c111 eliminar o resto das plantas que sobreviveram ao sobrepastoreio. Recomendamos portanto, que c3» 9Ja efetuada durante o periodo seco. E,tc ,olo dcH·r,1 ,cr prq,arndo no rnici,, do período chuvoso, quando umidade permitir o uso do arado. Eta araçao sera a responsável pela mana elimina.ao do banco de semente colocando-as estas em camadas profundas(20 25 cm) impos,ibililando assim que estas sementes do pa,to un1crior e de ervas daninhas tenham condiçôc, de g.en11ina,,lo Logo cm ,cguida da arnçào. reali1,1r uma gradcaç5o para nivelamento do solo que fica tornlmenk irregular com a aração. A gradeação deverá somente nivelar o solo, não há mais necc,,uladc que o corte da grade seja profunda pelo wn1r;irio, devemos e i1ar que a grade traga sementes do pasto anterior e de ena, daninhas de volta para a wpcrficic dando assim condiçôL•:, para que essa germine. Após esta operação não mexer mais ueste solo. Esta área dc,cr:í licar ncsrn condição dumnlc alguma, chu, as para que e,la "limpe" a camada superficial. Esta limpeza consiste em provocar o máximo de germinaçao de sementes de eras daninha,. semen1cs do pasto anlcrior que nào foram pnrai. Ja foram publicados alguns assuntos e posterionente você pode nos ajudar como novas matérias teorp4das pelo arado eu amnadas profundas. e demans sementes que são inde civeis no futuro piquetc ()u:111do hotl er o máximo de germinação destas sementes, trabalhar corn urna g.rnde niveladorn bt'm superfieiJL n ,ull..:rt·n1.: p:1m ch111m:ir as plantulas germinadas. Logo cm euida efetuar o plantio Recomendamos executar a nivelação mm o snlo seco. inclusice o próprio plantio. A prttpal reorendaço é nturut o bauo de sementes da pastagem anterior e evitar que o excesso de preparo de solo traga estes de ,olta à supcrficic onde len1o condições de geração. O calcário poderá ser aplicado antes da l? gradeaçdo na seca. Após proceder o sobrepa,1on,io da pastagem, aplique o cakario à lanço e a incorporação com a grade será superficial (solo seco) nào tendo nenhum ti pode probkma. A adubação de plantio deverá ser n:alr.tadu autcs da gr.1dc n1,eladora para o plan1io isto é. deHrá ser em cima das ervas daninhas que gcrm inaram. En~• Agr" Albeno Takashi Tsubako Uepart:imento Té-t.nito da :1at.,uda -0:) OPINIÃO Fanam lideres O , erd,ute,rc, lrdcr Jª naSlc com esse dom, E com bastante treinamento você vai refinando e potencializando o cspirito de litlerança. Mas o grande segredo dos bons lideres adrnini,tradore, s.1o ()S que sabem rodear-,c de proti-,sionais c,,mpclenles. que promovem a mo1i, ação da equipe. Será que aqut em Dela Vr,''.l i,:o ,ern ocorrendo com os que :,e dtlcm hdl!~s admini=,7rJdon:s·> Pni/. Xaudc.:u Ko1a de Falectmemo Meu<.. sentimentos a tamll11 do Sr. lrneu do Amaral ardal, pelo seu la.lC.tn1cn1u "'-"n1do 110 dia. 13/06".!001. Advogado. pecuarista e amigo vai deixar saudades a todos no bela ienes. t La a1h ·tlntUJCPl ghw Ln p!.((Pt,jJ l'.(.'Dt,s:,;n {SI) 'a d? 2 hnu dh run ? ora"ara? rt bafar ag a h»d? .e, 4morrais.A___L_ Coch , ~ ,,a o ovi Z.ootccnist:i: Fernando de Pauta Leonel (Leonel) Dcp10. Tl-cnico de Nutriç~o Animal-ilatsuda Dentro de uma. pecuária moderna_ onde:- a, cficiência.s produtivas e econômicas devem ser alvo. devido, à mesma estar inscrid,1 em um mercado cada vez mais globalizado onde o produtor não pode "cochilar", tendo sempre que trabalhar de forma. a minimizar os custos de Produçlo. diante do lào de níveis adequados dos elementos minerais. Pois apesar dos avanços na mincraçno. a grandt: maioria da.s propriedade'> de nosso pais, nJo possui cochos bem dimensionados para as funções que lhes sJo concedidas. ou seja. fomr:cer o suplemento (Mineral ou Mistura Mültipla.) à vontade e diariamente, conservando suas caracteristicas quimicas e nutricionais.. A inadc-qu:icb ingc-srJo de minerais. por pane dos bovinos, deve-se alguns a fatores: Alto 1cor de Sódio nas pastagens: Cochos deficientes em qualidJdc cl ou quantidade. e mesmo peb localizaç.1o inadequadas dos mc-smos nas pas1agcns: Atoleiros a.o redor de cochos, prejudicando o acesso aos mesmos; Falta da adequada reposição do suplemento mineral nos cochos interferindo na regularidade do consumo; Altura imdequada dos cochos, impt.'.ilia o "Campc:iro" na rcposiç:1o do suplcmcmo: •Ri.spcit.:ir a correta medida. do cocho. para propiciar uma adequada inges?Jo por parte dos animais. O cocho ideal deve ter de 25 a JDcm,dc "boca· e profundidade. e as s,.-guintes medidas lineares: 4 cm lincarcs.'animal, para linha branca 3m de cocho!! 50 animais-: e 1 O â 15 cm lineares/animal. para linha protcinada 3m de cocho/40 à 60 animais; • Altura proporcional à categoria de acesso ao mesmo. Em ecral de 60- 70 cm do ch;!o à "~• do cocho, e recomc:nda­ se uma travessa de proteção por ,oltadc50cmacimada "boca"; ªQuantidade suficiente de cochos no pasto para evitar o subconsumo de minerais. atoleiros. super pisoteio da área e brigas entre os=mimais; •• •Disposição dos cochos dentro das pastagens de forma a maximizar o consumo de minc.rois. e rulo :i indll2ir pu; Santa Amélia, 104- Campo GrandelMS rone: (0"67) 721-5010 • Fax: (067)724-9190 viacruz@zaz.com.br Poder Judiciário (do Estado de hlato Grosso do Sul - Comarca de eeia Vista Eilital d,· l111im:1ç:o com Pr:uo de 20 cli:is . . O Doutor Alexandre Antunes da Silva. Juiz de Direito da Comarca de lkla Vista. Estado de Mato Grossu d,> Sul. na Fonna Ja Lei. etc ... FAZ SABER aos que o presente edital virem ou d:k conh.:cim_::nto ti,m:m. expedido nos autos n. 150 99 de AÇÃO DE EXECUÇÃO POR QUANTIA que RAMAO MENDES E VIRGINIA MARTINS DE MOURA promovem em face de RAMÃO MARTINS DE MOURA E S/il TEOFIL BALTA DE MOURA. em tramite ror este Juizo e Canôrio Judicial. que cm seu cumrn111~11to e ~tendcnd,1 ao mais que dos autos consta. Pel9 presente edital. com prazo de 20 (vinte) dias. fica lNTIMADO JOEL PEREIRA CORREA. estando em· lugar incerto e não sabido. da decisão de íls. 61 que declarou a ineficácia a alienação do imóvel objeto da matrícula R-02-10.227. a qual fica declarada apenas em relação aos exequentcs. E p:ira que ninguém alegue ignorância, foi expedido o presente ediÍa! qu.: ;era afixado na sede dcst.: juízo e publicado na forma da lei. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista. Estado de Mato Grosso do Sul, aos vinte dias do mês de junho do. ano de dois mil e um. Eu. Pedro Paulo Centurião, Escrevente Judicial. o