Tribuna da 
18 deAanoto d 
• 
ra 
1gz±::A 
llll Mlll 
ô8Pülldos barra• votação de 
proposta sobre gás nato a 
CULTURA 
A intervençilo de depu­ 
tados das bancadas de Mato 
Gros. o do Sul, Pcrnnmbuco, 
Bahia e Rio Grande do or­ 
tc conseguiu barrar a vota­ 
ção da PEC (Proposta de 
Emenda Constitucional) que 
acaba com a cobrança na ori­ 
gem do ICMS sobre com­ 
hustiveis derivados de gás 
natural e de petróleo 
ptp05tt, Sc aprova­ 
da como pretende o Gover­ 
no, vai causar um prejuízo 
de RS I O milhões na arreca­ 
dação de Maio Grosso do 
Sul, o principal beneficiado 
com a importação do gás 
boliviano. Com a obstrução 
da pauta, a votação foi adia­ 
da para a semana que vem. 
PAG. • 03 
E L A V!s TA 
Ramão Pare ies discorda dia tr Im 
aluno: d )iro %erra fino par 
P etataz 
ré-even11 
d Recorde 
P éliC 
O poeta Guimarães Rocha 
apresentou-se neste dia oito de 
agosto, no teatro da (Univerida­ 
de Catoli a Dom Uosco (Av 
Iamandare, 6 000-Jardim Semi­ 
n,1r10) ,·m Campo Grande-M~ O 
objetivo do evento foi antecipar 
esclarecimentos e demonstrar a 
arte de escrever do intelectual po­ 
pular, que se dispôs a bater o re­ 
corde poetico lançando 15 livros 
inéditos num unico dia, recitan­ 
do o seu contcudo por quinze ho­ 
ras consecutivas ieste pre-even­ 
t, Guimarães Rocha respondeu 
aos interessados - autoridades. 
jomalislas. professores. acadêmi­ 
cos. ob,crvadores e alunos cm 
geral, sobre o seu me todo de tra­ 
balho. processo de criatividade, 
estilos e, principalmen1e. os rno­ 
tvos que o levaram a estabele- 
• cer o desafio e o recorde poé1i­ 
co • a serem concre1izados no 
dia 24 de agosto, a panir da.s 7h 
na UCDB PA-03 
N S CRIES 
Atendendo a mamfcsto de pais de alunos e de lideranças do 
bairro Cerrad111ho. que estão muno descon1en1cs com a transferência 
de estudantes da 7e 8' Sénes da Escola lumc,pal Cio, 1s 1arcehno 
de Oliveira para a Escola Pedro AJala. locah=la no bairro Agua Doce. 
o 'ereador Ramào Paredes (PFL) apresentou indicação na sessão or­ 
dmána desta semana. da Câmara Mumc1pal. sol1c11ancfo explicações 
a iecretána Mum1cipal de Educação e que essa medida seja resta o 
maus rapido possivel 
O Vereador ressaha que a transferência de alunos nesse penedo 
do ano letvo, além de preocupar os pais 1ambém causa uma sene de 
1ranstomos oos propnos estudantes, como por exemplo a falia de adap­ 
tação em outra Escola, tanto no que diz respeilo ao rel:JC1onamento 
com oulros alunos. que são 1otalmen1e desconhecidos, como também 
com os seus novos professores Ramào Paredes observa que para es- 
1udarem na Escola Pedro Ajala, no bairro Agua Doce, os estudames 
do bairro Cerradmho agora têm de levantar de m:idrugada para espe- 
rar conduci lr o a/la ésa fstqde d»•• lgçe n nato 
·+resto aos ««aos que permanecem estudando na Escola Iovas 
larcehno 	MG.-03 
AGRICULTURA 
ist 
eleciona 
~ rilores 
Encerrar-se-ão. dia 20 de 
gosto proximo, as menções 
para o XIV Concurso Nacional 
de Conlos, promoção da revista 
BRASÍLIA. Para a mscnçào. 
gratis basta remeter o Conto, 
dardogr:ifado. espaço dois, uma 
va, sob pseudônimo. com nome 
e endereço em envelope a parte, 
(mas anexo), para CONCURSO 
NACIONAL DE CONTOS· 
2001 Caixa Postal l 13 J • Rio de 
Jancrro/RJ Cep 20 001.970 
PA&.-Oi 
Governo e 1E 
devem estud C----no 
Produtiva do leite 
OPINIÃO 
A Federação de Agricul­ 
tura de Mato Grosso do Sul 
(FAMASUL). a Secretaria de 
Produç.io (Seprod) e o Serviço 
de Apoio às Micro e Pequenas 
Empresas de Mato Grosso do 
Sul (Scbrae/MS) pretendem 
coletar infonnações sobro.: o 
setor leiteiro no Estado pnrn 
estruturar um grupo de traba- 
lho e elaborar projetos articu­ 
lados para o setor. A 1 • Reu­ 
nião Técnica da Platafonnn 
Tecnológica do Leite, que 
aconteceu no Sebrae I IS, na 
última terça feira. apresentou o 
perfil do setor no Estado. 
Segundo o Dirctor/Secrc­ 
tário da Famasul. Adernar Sil­ 
va Junior, Mato Gros o do Sul 
representa 5% da produção de 
Leite do Pais. 'Temos regiõe 
estrururadas na produção leitei­ 
ra como o Bolsão e a região de 
Dourados e Campo Grande". 
afinnou, .. mas os produtores 
que ainda não 1ern essa estru­ 
rura acabam trazendo prejuízo·· 
para a produção". disse. 
P S-05 
[para 
a 
legislativa 
Escreve Pedro Pedreira 
A Manlene, secretana do Direror Fm:mceiro d:i Assembléi:i., vru 
gostar desta crônica (ou sena comenr:i.rio, opinião, artigo?) - leitora vo­ 
ra: de livros e revistas religiosas, sempre procurando fonalecer o espiri­ 
to, gente fina a minha amiga Para "fortalecer" o espiriro. remos v:inos 
caminhos, lembrando o 1ago Paulo Coelho, temos o "Caminho de San­ 
tuago", um mais pesado. os "E.xercic,os de Santo Inácio de Loyol:i" " um 
ourro. desconhecido para rnuiros mortais. mas conhecidíssimo do pes.so- 
11 de imprens:i. sobretudo dos diretores de pequenos (e herôicos) jom:ris 
:l inrenor. esse caminho apura a sensibilidade, despera a tolerinca, a 
renuncia, a compreensão, determinação, é o c:iminho de quem tem e 
tenta receber créditos na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul 
E dose. :-150 é caminho. e mais uma "via crucis", quem carrega a cruz 
i os diretores de jornais do interior (e alguns da capital) Há os ilumi- 
nade s, estes não precisam caminhar, o tesouro lhes vem as mios como 
num passe de maga uma didiva divina 	P-@g

Etado de Mato Grosso do sul 
Potlu .Jutlid:írio 
C.:0111:11 l.l de .lartli111 
I' Vara 
Edital de Citação - Usucapião 
P'raro do Edital: 60 Dias 
() Doutor Luz Carlos de Souza Ataide, Juiz de 
Direito da I Vara'ivel de Jardim-MS, na forma da ler, 
etc 
l·AZ. SABER a todos quanto o presente Edital 
virem ou dele conhecimento tiverem, o (a) rcqucrido(a), 
bem como seu(s) cônjuge(»). se casado(a)(s) for(em), 
confrontante(s) e aos eventuais interessados, ausentes 
e desconhecidos, a(o)s) qual(is) se encontra(m) em 
local incerto ou não sabido, que se processam os autos 
de Usucapião/Jurisdição Contenciosa, sob o n" 
O l 3.00 O00003-8/0000, proposta por Iro Inocêncio lar­ 
bosa e 0111ros, 1;()111ra Lcopoldino Cnmnrgo e outro, do(s) 
imóvel(is) assim descrito(s): Assim, fica(m) a(o)(s) 
mcsino(s) dcvidamen1c CITADO(S) para responder à 
ação, querendo, no prazo de 15 (quinze) dias, contados 
do transcurso do prazo deste edital. /üVl:RTÊN 1/1: 
Não sendo contestada a açilo no prazo marcado. prcsu­ 
mir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articula­ 
dos pelo autor na petição inicial (art. 285. ele art. 319 
do CPC'). que s..:guc resumidamente transcrita: " ". E. 
para que chcgu..: ao conhecimento de todos, partes e 
terceiros, cu, 11nm Dinis Rosn o digitd e. eu, 
Cleuzandir Gonçalves Franco Mougenot, Escrivã(o) 
Judicial o conferi e assino p/ detem,inaçilo judicial. 
Comarca de Jardim(MS), 19 de abril de 2001. 
Cleuzandir G.E Mougenot 
Escrivã Judicial assina p/detenn. 
Edital de Citnçio do(s) henlciro(s) ou sucessores de Ed­ 
son de Albuquerque, corn prazo de trinta (30) dins. 
A Dr'. Simone Nakarnatsu, MM'. Juiw de Direito cm 
substituiçno legnl da Úriica Vara desta Comarca de Donito 
Estado de Maio Grosso do Sul, na Forma da Lei ele. ' 
Cita o(s) herdciro(s) ou sucessores de Edson de 
Alb_uqucrquc, alunlmcntc rcsidcntí.'{s) cm lugar incerto e nilo 
sabido, dos termos da Açilo de Execução Entrcl!ll Coisa ln­ 
certa / Execução 028.96.000009-4/0000 em que Humberto 
Cezm Fiori move contra Edson de Albuquerque e sun mu­ 
Iher, Tereza Lima de /lbuqucrquc, cm curso por este Juízo 
e Cartório da Unica Vara Civel, e para no prazo de dez ( t0) 
dias, pngar{em) no exeq0enlc o débito reclamado nn inicial 
ou, seguro o juízo, apresentar embargos. Cnso os devedores 
nlo paguem os scmo,·cntí.'S rc-clnmados, no prazo de I O (dez) 
dias e no mesmo prazo não os deposite cm Juízo, caso quei­ 
ra tnterpor embargos. seja dado prosseguimento à presente 
ação com n expedição do mandado de busca e apm:nsão 
(ar.625 e seguintc-s do CPC.) O prazo para aprcscntar(em) 
nm111fostnçào c~mcçnnl n fluir da datn do ténnino do prazo 
do presente edital. Eu, Reni Roberto Perin, o digitei, e 
eu ( Audir Bispo dos Snntos) Escrivão Judicial o con­ 
feri e subscrevi. Donito-M , t 7 de julho de 2001. 
Va!Jn'tlo Melo e Oll2ll - Brasílin/DF 
Executado. no dia 11 clc junho, o maior terrorista do pais, 
na penitenciária de Tcrre llau1c, em lndíann, Estados Unidos. 
limothy Me Veigh. trinta e três anos, branco, ex-combatente do 
Golfo Pérsico, colocou a bomba - um micro ônibus com duas 
toneladas de explosivos - em fn:ntc a um prédio de escritórios 
federais, cm Oklahoma e matou 168 pessoas. inclusive 19 cri­ 
anças, fcTindo mais outras (í7-l, tudo em 19 de abril de 1995. O 
acusado foi mono com wna carga letal de anestésicos, na eia. 
Trintn testemunhas e mais de trezentos convidados assistiram 
ao espetáculo, em circuito fechado de televisão. Ele roo quis 
clemência e nem se arrependeu do que fez. Um fanático 
ultradircirista. Mas o que fez? Um alo de vingança, confessou. 
contra o massacre da polícia federal à família de um fazendeiro 
no Estado de ldaho, acusado ck venda ilegal de armas, em 1992. 
Depois, uma pcrscguiç;1o à seita rcligiosa Rruno Davidiano do 
fan:ltico David Korcsh que, após um o.-rco de mais de cinquen­ 
ta dias. provocou um incêndio lotai no rancho sitiado, sccuidc 
de suicídio cios fiéis. Oi1cn1n pcssros morrcram ( 1993) Só-isto! 
Foi julgado, condenado e c.xecu1ndo. 
A Jl<.'113 de morte é vista por hurmnístas como um ato que 
não tem lugar numa sociedade civilizada. Mais parece um ato 
de vingança do que de justiça. Os Estados Unidos sJo urro ll.1· 
çJo civilizada? 
Desde 1976, quando foi rcinst:illda a pero de morte l1<.' 
pais, pn.--cisamcn1c cn1 trima e oito cios cinqüenta Estados, st1e­ 
:entos e dezesseis c.xc-cuções foram a efeito: cadeira elé1rica. 
Enforcamento, camara de gis. fuzilamento e injc'Ção lc1al estn 
• última mcdalidadc. 516 vczcs;é a sofisticaçAo da tecnologia 
mo,krro num c:sforÇQ de diminuir e aliviar o d<:Sl!:lSlc dos exc~ 
cutons. A m:lquina evita o contato fisico com a vitima. as na 
verdade, n:lo há meios "hwmnos" de se n:alízar a pero de mor­ 
te. Todos slo cruéis, dc:sdc a dccnpitaç;1o. o apcdrejarn.:n10 ou a 
1 
fogueira medieval. 
T cmos depoimc'lllOS imprcssiorontes: no fuzilamento o 
réu leva quase uma hora para morrer: inj<.'Ção letal vinte minu­ 
tos: enforcamento, quinze minutos; cadeira elétrica, dezoito mi­ 
nutos; c:innra de gás. vinte minutos. 
. Um destes depoimentos é de um médico fr:incês que pe- 
diu a um condcrndo à guilho1 íro. que lhe fizesse qualquer sirnl 
após o cone da calx.-ça para indicar se seu cén.-bro ainda c:stn.ri:i 
consciente. Acontt-ceu, Depois da d,:gola o médico chamou o 
réu pelo nome ea cabeça separada. filou-o int=mcntt:. Ciu­ 
mou-o de novo e o olhar foi nnis intenso, durante trinta Sê!!UO- 
dos. • 	- 
Um homem fuzilado. no Líbano. atingido qmtro vezes. 
demorou sess.:nta secundos para morrer, mesmo tendo o tercei­ 
ro tiro nmmcado mel!lde de seu rosto, ele ainda procurava o ar 
para respirar. 
Estas e lnntas outr.JS ccrus grot=s de "pena de mane" 
rdm ser vistas no vídeo "faecuç:'lo". proouzido e dirigido por 
David Moraghan, David Herman e Arun Kurnw ( 1996). 
SUCURSAIS 	Outro dia captei de um noticiário de TV ue um detento 
Porto Murtinho, Jardim, Caracol, Antônio JoãÔ e Bon4 U um presidio rebelado, como protesto, arrancara o r.iç:Jo de 
um companheiro que agbarn de morrer e sem se choc:u-. como 
1 1 1 r se fosse uma coisa normal o comcrn =do. Violmcia! Brutn-' 
Peres» es oe» teeh ee ienes.c u rs222000+ [idade! 
o re case cs tis e ooes es ee evevz.±aso cs-sras' A pena demore resolverá estes problemas da socieda- 
Filiado: ADJ0R! e ABRAJ0R! 	de? Assim caminha a humanidade! 
cones ergas na mctéa a aa:no«e . = ==c o_cic]	y"o+ore eror e saio • roa«e asas DE. 
am'.lo□o de Emprego 
olicítamos o comparecimento no seu local de 
t~abalho da foncionárin Eva Alves do Nascimento 
CTP 088002, éric 00547-MS. Titulo de Eleito; 
• l451344l9no da 18' Zona. Cédula de Identidade 
.• 367.281, que não comparece no emprego desde 
0 
dia 14/07/2001. sendo que sua licença de saúde venceu 
cm 13/07.2001. 
O não comparecimento em três dias a panir da 
data de pubhcação, implicará na rccisào contratual por 
abandono de emprego. • 
Fazrncla Morrinho. Espólio de Mario Pimenta 
Cnmargo • 	• 
1 
do pel 
inquérito policiai serva­ 
<lo1c, <lo I!''-)'-, e t,n,,rn 
mancomunados com peri­ 
tos, procuradores, juizes, 
gerentes de bancos, advo­ 
gados e indicavam os mei­ 
os, forneciam senhas, emi­ 
tiam laudos falsos, ensina­ 
vam as falhas do sistema e 
os meios de fraudar benefi­ 
cios c aposentadorias e in­ 
cluir nome, de mortos, fan­ 
tasmas ou fic1ÍC1<lS n.1, re­ 
lações dos que recebem 
proventos via previdência 
social. Obviamente, tam­ 
bém entra o próprio depar- 
1,tmcnto jurídico da institui­ 
ção. que pela simples ma­ 
nobra de perder prazos ju­ 
diciais, permita o assalto no 
cofre. Manobras bem pa-. 
gas, evidente. 
O Secretário de Pre­ 
vidência Social do MPS in­ 
formou que o deficit do 
- 
arai 
l 	e 
.1 
1 	1 
1 . 
que exi I 
dc cotap. 
l.1 e ,1 Despe a que. na ótica 
de qualquer principiante em 
economia levara a Pr v­ 
déncia oficial a bancarrota 
O roubo é grande e as in­ 
vestigações, sigilosas, vão 
nrn110 alem JJ, 111lorm,1- 
ções prestadas aos órgãos 
de comunicação o que que 
dizer que o Brasil não sabe 
sequer a metade do que 
ocorre. 
O outro aspecto que 
impede o INSS de atender 
dignamente 51:US contribu­ 
intes. quando chega o mo­ 
mento da aposentadoria. é 
a perversa distinção entre os 
aptos ao beneficio, entre 
.r 
s ... 
rvdores pubhcos e 
pregados do comercio, da 
idutna e autônomos O 
rvidores v para a n t- 
vidade com vencimento 
1nlt' •rJI , COIII untagens 
como quinqucmios, :hefias 
cargos em com4sao e uma 
ne de marmot algumas 
mncluswv legai (mas ir 
r,m corno a de funcion .. n. 
o do lri-:isbtiH>, algu11~ j!..1- 
nhando mais de 20 mil te­ 
ais mensais), amparadas 
em Leis "Trabalhadas" por 
eles mesmos As castas in­ 
feriores do I SS têm um 
teto de I O salanos 011111- 
rnos, que atinge, quando 
muito, após os calculos, RS 
1 440.00 e com numero re­ 
du,ido de bencficiarios O 
r SS precisa se livrar dos 
ladrões e dos marajás do 
Executivo, do Legislativo e 
do Judiciario Então, talvez, 
se divida o bolo de manei­ 
ra a dar dignidade aos que 
se aposentam 
o:rctora-Administr.itln: ~ariJ Estela V. Pereira 
Diretor Comercial: Victor Hugo Velasquez Pereira 
D1retor-Editor-Chcf,: lnldo Pereira 
RcdJtor: UIJ:ildino Rodrigues 
COLABORADORES 
Kenncr Leite• c,nacol 
Sandro Rodrigues - Caracol 
PJ.schoal Mltidiéri. Bonito 
Geraldo Ferreira (Geg) - Antônio Joio 
Redoçâo. Administração e Parque Grófico 
Avenida Tribuna do Fronteira. 564 . Bela Vista/MS 
Fone: (067) 439-1410 -FAX 10''67] 439-1544 
Notas do Hepórter 
Heis de Souza 
(Hrasilia) - O 1SS 
tem dois grandes escoadou­ 
ros de seus recursos finan­ 
cc11os que irnp,:dcm a enti­ 
dade prestar os serviços que 
se propõe e que, a médio 
pr.tzo, podem levar a enti­ 
dade à falência, pois no ver­ 
melho - isto é com deficit - 
j6 atua h6 muito tempo. O 
primeiro é a roubalhcir.i 
verificada nos cofres do 
INSS. por quadrilhas de 
cMclionatários, problema 
que desafia a nrglicia dos 
administradores. a capaci­ 
dade do sistema implanta­ 
do e até sua~ sofi5ticaçõcs 
e sequer o 
desmantelamento das qua­ 
drilhas impede o roubo, 
pois semanalmente silo cri­ 
ados novos grupos, com 
métodos mais aperfeiçoa­ 
dos, tomando nulos os atos 
para coibi-los. É a parceria 
de funcionários de seus 
OPINIÃO 
PONTO VISTA 
m 
Por Rubica 
ndo 
1 
e 
Hoye esta.nos passando uma tase mu110 d11ic1l. 
nao desfaço nas L · 
eis, mas, certas Leis. apertou muno 
por exemplo a Ler de amparar o homem do campo. 
fo uma Ler muito boa e amp•rar ta, b Ih 
. 	• u m cm as mu c- 
rcs, porem, a marora das mulheres, prevaleceram um 
pouco da lei, o casamento bem dizer acabou ou qua- 
se acabou O fulano pc , Ih 
ga uma mu er muitas vezes 
com um ou dois filhos a Ih • 
• mu cr Ja sabe que tem mais 
um d1re1t111ho que O homem d 
1 
(digo) um desasscno • a t um pouco uma 
. • com 
O mando. corre na JUsllça 
o fulano e chamado p 1 1 
• e ª e,. a Autoridade está certa. 
lem que dar uma pensão! como • d 
rncomo am as Auto- 
ndades competentes Se 
O 
liul _ 
ano nao tem 1cm um 
emprego, o emprego está difictl o F· d - . • 
dá mais cm rc' .- • azen e1ro Ja nao 
F d 
P go. e 
1ªº pouco morada, bem dizer o 
azcn c1ro esta acabando E 
a mulh 
u por exemplo estou com 
cr uns treze para q 	. 
1 N
:- _ uatorze anos. de cama não e 
mo e. ao se, oao si nà r, 
. 
0 
osse esse ganho que tenho. 
a coisa es1a,a femha ala qucntal É . 
homens hoic J • • . • por rsso que os 
'!' 1a eSlao mais ariscos; estão refcnndo 
ficar solteiros, e sohennhos d 
5
.
1 
. P 
- a 1 'ai la certo E quan· 
lo tem de maes solteiras? :- . . . . . 
d 	-· nao la na gib E por isso 
que. e vez em. quando tem que ' . d 
macaco para d· . I' _ aparecer um pe e 
• ar exp icaçoes Rubic:, 
e mos-viver 
Devemos viver bem co 	. . 
bem com a nossa fanqq;. )m a nossa conscrénc1a- 
mi ta bem com • • 
para vivermos bom • o nosso prox1mo. 
• com Deus D • 
e harmonia com todo p • cvemos viver em paz 
• ara que • 
bem e sinta-se rei . a criatura na terra--. ,,J 
attvamem-· li 
1
• . . • 
invejar. não intrigar. ,,, ' hz,e necessário nã 
~ · • nao difama - 
1 
• 
fim. mio dar expansa, r, nao ca um1a, 
. . , s.io aos m . _ 
mpt:rfe, Õªs Se a . aus sen11men1os e l> 
• criatura 1à - 
1emperamt:ritais d .. n ° refrear seus impetos 
• e espírito 
deixar que gennine e Pouco evoluido, par 
. 	m seu intim, -' 
criando em torno d . º• as nrtudcs. est:ir, 
e si e do . 
mal estar de desconfG, seus um ambiente de 
. rança de disc ·di . ..- 
ferir a Lei da harrn . cor ia, os quais irJo 
. 	onra, que 	. 1 
nao pode ser. violad em seu todo umvers.:t 
ia, sem que h • • 
nbmtôrin de retomo b aJa repercussao 
Filhos de Deus respei,:~ are ~ causador da violnç:io 
possas viver bªm na ,, Lei da harmonia. para que 
. • ,amiJia e · 
que vivas bem com 	'4 na sociedade e p:irJ 
a vossa c .- 
Deus. Rubic:i • onsciencia e bem corn

C A M A R A F L D E. R A L 
Deputados barram votação de Poeta taz p , -e_ - nto 
do Recorde Poético 
proposta sobre gas natural na ucoa 
CULTU.R 
A intervenção de de 
putado das bancadas de 
Mato Grosso do Sul, 
Pernambuco, Bahia e Rio 
irande do orte consegui4 
barrar a votacão da PEC 
(é'oposta de Emenda tons­ 
titucional) que acaba com a 
cobrança na origem do 
1 MS sobre combustiveis 
derivados de gás natural e 
de petróleo. 
/ propo,ta, S<'. apro• 
vada como pretende o Go­ 
verno. vai causar um preju­ 
ízo d..: RS I O milhões na 
nrrccadaçfü1 de Mato Gros­ 
so do Sul, o principal bene­ 
ficiado com a importação 
do gás boliviano. Com a 
obstruçào da pauta, a vota­ 
çào foi adiada para a sema­ 
na que vem 
.. ,,,u nos e.la mats to­ 
lego para tentar derrubar o 
artigo que prejudica sobre­ 
tudo Mato Grosso do Sul". 
disse o deputado Valtlemir 
Moka (PMDl3-MS), rcf..:­ 
rindo-se ao artigo que pre­ 
vi:. a cobrança do ICM" 
ond..: ocorr..:r o consumo. "É 
uma proposta que vai cau­ 
sar um prejuízo enorme à 
economia de alguns Esta­ 
dos", reforçou o deputado 
José Carlos Aleluia (Pl'L- 
13A). 
De acordo com 
1!oka. que integra a co­ 
missão especial que ana­ 
lisa a PEC, embora a pro­ 
posta seja do Executivo. a 
hancada governista ainda 
não chegou a um consen­ 
so sobre o que é melhor 
para os Estados. Tanlo que 
pane dos integrantes da 
comissão reuniu-se com o 
líder do Governo na C;i­ 
mara, dcpulado Arnaldo 
Madcira (PSD13-SP). 
Nós deixamos claro 
ao lfdcr que. se não forre­ 
tirado o artigo que traia do 
ICMS sobro.: o gás. não ha­ 
'er:i acordo para a vola­ 
ção", explicou Moka, um 
dos parlamentares que ar­ 
ticularam a formação do 
bloco contrário à aprova­ 
ção da PEC. 
O parlamentar sul­ 
ma10-grosscnse diz que a 
proposta só será votada 
depois que a própria co­ 
missão chegar a um acor­ 
do. "Caso o Govo.:rno de­ 
cida levar diante a pro­ 
posta, sem n:tirar o anigo 
que prejudica Estados 
como Mato Grosso do Sul. 
Bahia, Pernambuco e Rio 
Grande do 
1
orte. a vota­ 
ção será obstruída sem- 
BELA VISTA 
Ramão Paredes discorda da transferência de 
alunos do bairro Cerradinho para a Água Doce 
Alcndendo a manife,to de pais de alunos e de lideranças 
do bairro Cemadinho, que cst:io muito descontentes com a trans­ 
ferência de estudantes da 7e 8' érics da Escola 1unicipal 
CIvis Marcelino de Oli, eira para a Escola Pedro Aj;1la. loca­ 
lizada no bairro Agua Doce, o Vereador Ram5o Paredes (PFL) 
apresentou indicação na sess:io ordin:iria desta semana. da 
Câmara Municipal. soliciL111do explicações :i c'Cret:iria Mu­ 
nicipal de Educaç:io e que essa medida seja revista o mais ripi­ 
do po;,sivcl. 
O Vereador ressalta que a transferência de alunos nesse 
período do ano ktivo, além de pn.-ocupar os pais também cau­ 
sa uma éric de transtornos aos próprios estudantes. como por 
exemplo a fnlta de adaptaçiio cm outra Escola. L1nto no que diz 
rc,peito ao relacionamento com outros alunos. que saio total· 
mente desconhecidos. como também com os seu novos pro­ 
fessorcs. Rnm:io Paredes observa que p;tra cstudnrcm na Esco­ 
la Pedro ijala. no bairro Agua Doce, os estudante do bairro 
Cerradinho agora têm de levantar de madrugada para esperar a 
con!@toe·no!+r e ainda foram afastados de seus colegas c até 
, is Marcelino. 
Para Ramão todos esses fatores, provocados pela trans­ 
ferncia até agora inexplicada dos nlunos da 7' e 8' Séries dn • 
Escola Municipal Cló' is Marcelino, pode ter como 
consequência a evasão escolar, o que no seu entender "é drás­ 
tico e representa até mesmo um retrocesso e uma verdadeira 
lá,1ima w1110 parans farnilbs como para a s iedade em geral, 
pois a Educação é o principal sustenticulo da cidadania, da 
fonnnçJo m ral e intelectual de nossos jovens ". Ele entende 
que ;,e a medida teve como objcti,o a contenç;io de dcspcs.,s 
de, ido a pouca quanti !.ide de alunos na Escola C!óvi 
pre", informou. 
O bloco que defen­ 
de a cobrança do ICMS na 
origem sobre o gás natu­ 
ral e seus derivados. como 
é o caso de 1!ato Grosso 
do Sul: cstú enfrentando 
resist.:ncias das bancadas 
do Rio de Janeiro e São 
Paulo. interessadas na di­ 
visão do bolo arro.:cadado 
com a distribuição do pro­ 
duto. 
Marcelino, ela deveria ta sido tomada antes, no inicio do pri­ 
meiro semestre. e não agora quando o segundo semestre j:i 
cstn cm pleno :mdamento. 
No entender do Vereador, se realmente fosse o caso de 
transferir o alun da Escol:, Clóvis ifaredino eles pockri­ 
ar::!:!na laJ::bzs Pz::inhs. no biiro Antobio 
Jo:io. que é mais próxima do bino Ceradinho e não na Esco­ 
la Pedro Ajala, no bairro Agua D e. do outro bdo da cicbd:. 
onde inclusive parece que existe uma superlotaç;"ío de alunos. 
"Em nos,:i ótica. essa foi realmente uma atitude precipitada e 
que não se justifica de foma nenhuma" enfatizou Rnmiio 
Paredes, ele se colocou a inteira disposição d pais de alun 
e das lideranças comuniL-rias do bairro Ceradinho para fazer 
com que essa situação seja revista o mais rapidamente possi­ 
, e!. "me mo porque trata-se de uma verdadeira falta do hu­ 
manidade para com os estudante atingidos por essa medida", 
assinalou o edil. (Assessoria de Imprensa do Parlamentar) 
Da Assessoria: .Jornalista Gutemberg Honorato d 
Moura (93 -+,289; 363-8268) 
O poeta Guimarães Rocha apresentou-se nest 
dia oito de agosto, no teatro da Universidade Catol­ 
ca Dom Bosco( w Iamandaré, 6 000-Jardim Semi­ 
nário) em Campo Grande-MS O objetivo do evento 
foi antecipar esclarecimentos e demonstrar a arte de 
escrever do intelectual popular, que se dispôs a bater 
o recorde poético lançando I5 livros inéditos num 
único dia, recitando o seu conteúdo por quinze horas 
consecutivas. Neste pré-evento, Guimarães Rocha 
respondeu aos interessados - autoridades, jornalistas, 
professores, académicos, observadores e aluno em 
geral, sobre o seu método de trabalho, processo de 
criatividade. estilos e trininlmwent trtivsr 
o revaram a estabelecer o desato e o recorde pocuco 
- a serem concretizados no dia 24 de agosto, a partir 
d.h 7h na UCDB 
O artista tem feito intensa campanha junto à im­ 
prcma local e nacional. anum:iando o n:t.:ordc, tom a 
viva intenção de atrair os olhares do mundo para a 
poesia e para o Estado de Mato Grosso do Sul, com a 
sua gente. com o seu Pantanal e os fones elementos 
culturais, ancestrais e renovados, que compõem urna 
atualidade vibrante e rica. ainda não ,uficicnterncnli: 
conhecida. 
O feito cultural, J ser documentado. comprova­ 
do e inscrito no livro intcmacionJI dos recordes, será 
um brinde ao aniversário de Campo Grande (26 de 
/gosto) e aos 40 :mos do Cursos dc Letras da UCDl3 
- do qual Guimarães Rocha fez parte, fonnando-sc 
' profcs.,or em 1988 (depois, fez pós-graduação pela 
l.inivcrsidadc Federal de 1::tto Grosso do Sul, em 
1996: Fundamentos da Educaçiio. Concentração fi­ 
losoÍJa: defesa de to.:sc exposta monografia. '"Refle­ 
xões sobre a Obra de Dante Alighicri'"). 
40 anos de Letrns na UCDB - O Cur,o de Letras da 
l TDB está completando 40 anos.Iniciou-se em 1961. 
implantado pela Missão Salcsiana. junlO com Peda­ 
gogia. ambos constituindo os primeiros cursos supe· 
riorcs cm Campo Grande. GuirnarJ.:s Rocha partici­ 
pa desta comemoração. No dia 24 dc agosto. alunos 
de dezenas de escolas de Campo Grande irão até o 
campus da l.JCDl3. e segundo informa a professora 
Bárbara Ann Newman. coordenadora do Curso de 
Letras, "percorrcrão os amplos espaços dentro da 
universidade e assi:.tirJo declamações ao vivo. com 
música e ligeiras dramatizaçõe,". Prc, ê fl:írbara Ann, 
quc "será uma experiência incsqucsi, d para todos - 
o poeta. os músicos. alunos, acadêmico;,. profc,ssores 
e: a .:quipe de apoio que terá o seu espaço também na 
t l("f)(3". 
Recordes - Guimarães está criando dois n:cordes-de­ 
s:iÍlo: a) o maior t.:mpo ( 15 horas) d..: declamação 
ininterrupta de: poesias inéditas e de autoria do pró­ 
prio declamador: b) a maior quantidade de lançamento 
de: livros ( 15 títulos) com poesias inéditas. pelo pró­ 
prio autor. num úníco dia. seguidos de: distribuição 
gratuita dos cx.:mplan:s: e ainda umn destaque inter­ 
nacional: o primeiro policial poeta a estabckcer re­ 
cordes poéticos cm todo o mundo. 
Um teimoso coração - Conforme analisa um amigo 
do poc:ta. o jornalista Gutemberg I lonorato de .!loura: 
"O Guimarães não aceitou má-sorte na vida. De sol­ 
dado a capit:io: de aluno pobre a professor pós-gra­ 
duado; da infância ingênua no Rio Quixeramobim ao 
estágio do poeta maduro. o gucrrci ro é um sonhador 
insistente". A ,·c:rsatilid:ide é marca do intelectual 
popubr GuimarJcs Rocha, acrescenta o jornalista, :úir­ 
mando: "A poesia é a forma de linguagem preferencial 
à vida n:'io por acaso escolhida pelos maiores mestres 
de todos os tempos - especialmente Jesus Cristo - para 
expressar o que muil. vezes" in~xpressó.vcl". Aconte­ 
ce:• explica Guim:irJcs •. que para a divulgação ampla 
da essência poética muitos meio· são nc e:.s:rios. "E ai 
cnt:io que a gente se toma ator cantor, coreógrafo e até 
dançarino. não por presunção ou vaidade tola, mas pela 
força mesma das oisas uc nos movem ao sabor d 
poesia", diz o poeta Guimarães Rocha. 
1 
J

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farabéns 
A nossa amiga Arlene Silva Santos que 
juntamente com seus amigos e familiares ton.cmornu 
mais um ano de vida neste dia 08 de ay0s10 pp. 
Idade Nova 
Também t1ocou idade n Dona A,,un,.1o V:1!11cntc. 
que no completar seus 92 anos de idade neste dia 15/08. 
juntamente com familiares recebeu amigo: para 
saborear um delicioso churrasco em sua residência. com 
um animada música de um trio "los ermanos paraguaios" 
liderado pelo Gcruldo. 
Parabéns Vó Assunção! 
Também 
Entrega da Declaração 
do ITR começa no di 20. 
O, produ1orc, rurais ter.lo de 20de agosto a 28 de 
setembro para entregar a Declaração do Imposto 
lcrri1orial Rur,il (11 R). serão dez dias a mais que no 
último ano. O aumento do prazo atende ao pedido do 
,i,tcma sindical patronal à Secretaria da Receita federal. 
A Jcderaç;lo de Agricultura de Mato Groso do Sul 
(FA IASUL) pede aos produtores providenciarem os 
Mato Grosso do Sul perde um filho ilustre. documentos necessários para o preenchimento da 
expocnh: de uma geração que teve como desafio a Dcclarnç:lo. "Com os documentos à mJo sera m.1is fjciJ o 
construçilo de um Estado novo. nascido no idealismo. mas preenchimento", diz o Dirctor/Sccrct.ino da Famasul. 
dependendo do esforço. cio trnbalho e da inteligência de Adernar Silva Junior. 
seus lídcrcs paru vencerosdesalios do dcscm olvimcnto. O produtor rural deve reunir a fidrn de registro de 
Flávio Derri ern um praemitico. defensor vacinação de ado e documentos are omrrovem as 
1111ran,igc111c da pol•.ica quc trnz resultado, e contribui tnlorn•açocs prcstaua, na DI I R relatas a arca utti zada 
parn mdhorar a vida das pessoas. 	• pela atividade rural com produtos  cgct.ii,. p.1stagcm 
Fl."1vio foi um homem de convicções realistas. urn plantada. exploração cxtratirn e exploração deatividades 
combatente que. muitas vezes na sua individualidadc granjeira e agrícola, a matrícula do registro de imóC1' ou 
única. venceu batalhas importantes cm favor da nossa a escritura Pública da :irca. além do disquete ou 
gente. 	declaração do ano passado. 
Até os derradeiros instantes. Flávio Dcr1.i foi um Os contribuintes que preferirem fazer a 
declarnçào por escrito terão quc enviar o~ formulários 
pelos correios. O preço da postagem é de RS 2.00 por 
declarnçio. A declaração cm disquete e obrigatória para 
as pessoas juridicas c contribuintcs com imóveis rurais 
acima de determinadas dimensões e localização. Os 
disquetes devem ser entregues nos bancos autorizados. 
Este ano. a ecretaria de Receita não os recepcionará. 
Fabiane Sato • Escritório de Imprensa 
Comemorou mais um ano de vida neste S;íliado 
pp. fui a nossa amiga Lucdia ílogado. f11ncinn;iria do 
flradc:sco. A ela nossos Parabéns! 
Deputado Flávio Derzi 
lutador. 
O PMDB perde um parlamentar respeitado pela 
sua pcrscvcrança e pelo seu trabalho. 
Sua obra ficará na lembrança dos sul-mato­ 
grosscnscs. atenuando a dor de seus familiares e a 
saudadc .. dc seus contemporâneos. 
Diretório Regional do PMDD 
'lato Grosso do Sul 
lnlversart nt.es da s rn 
1 J/118 - Lctlu 1 Cnd,J 
1-11 0ll - Lida X. dos Santos 
18/08 - André Lechner 
I8/0 -Lucas G Carvalho 
J 8108 - Apnn:cida Lcd,m:r 
19/08 - Zenaide G. Ortega 
P Jr"Jbcn, .i todo,! 
o Juvenil Ma sulina de voleibol de Mato 
iroso do Sul viajou ne ta ·mana, onde ira dvsputat o 
Campeo to Bra 4liro de Sele0 da !' Disto, que 
cra realizado em Campina útandre na Paraiba, no período 
de 20 à 26 de Aposto, que amnda terá a participas ão dos 
Ltados de Alaoas. T pirito Santo, Amazonas, Goiás, 
Pará. Paraiha e Dtrto lederal, boa rte aos atletas do 
no lJ [., uJo 
Equipe Feminina 
Ja a Seleção Feminina de Voleibol, de Mato 
Grosso do Sul viajou nesta Sexta feira onde disputará o 
Campeonato brasileiro da 2' Divisão, que acontece em 
Sinop
1
 1 r. no periodo de 19à 26de agosto 
Torneio da Inclusão 
A Al'Al: - A, l)Cl.l..10 1.k 1'.1i, C Amigo, dos 
Excepcionais de Bela Vista, está promovendo neste 
Sábado dia I de agosto, no Gm@suo de Esportes, a parti 
das 08 hor.1' um tonmu ~ndit.cnlt.:. pre,t1gic e co!abon: 
com o, no5sus:imigus l·.xcc:pcionm,. 
téqe enfim! 
A toda poderosa Seleção brasileira «ltvw o grito 
nesta Quarta feira ao vencer a Seleção de lo, cmunos 
paraguaios pelo placar de 2a0. l 'ff .. llff. .. 
farmácias de Plantão no mês de agosto 
18 e 19 - Drogaria Dmg.ino,sa • Sr Jair 
25e 26- Drogaria Drogalinc- Sr. Daniel 
As Farmácias que nJo cstivercm de pbntão 
deverão permanecer fcclwd,lS e as solicitações eventuais 
só poderão ser atendidas se constar na receita a 
informação de que a de plan1Jo nilo dispôc da medicação 
citada. 
Alaro da Forsca Vieira Filho 
sr da atara Mumapa! de ar 
Governo e SEBRAE/M 	i 
A Federação de Agricultura de Mato Grosso do 
3ul (FAMASUL). a Secretaria de Produção (Scprod) e o 
Serviço de Apoio /is Micro e Pequenas Empresas de Mato 
Grosso do Sul (Scbrac/MS) pretendem coletar 
informações sobre o setor leiteiro no Estado para 
estruturar um grupo de trabalho e elaborar projetos 
articulados para o setor. A 1' Reunião Tc:cnica da 
Platafonna Tecnológica do Leite. que acootcccu no 
ebrac/M •. na última terça feira. apresentou o perfil do 
, setor no Estado. 
S.:gunuv o Diretor/Secretário da Famasul. 
/dcmar ilva Junior. Mato Grosso do Sul representa 5% 
da produção de Leite do Pais. "Temos regiões 
estruturndas na produçiio leiteira como o 13olsào e a região 
de Dourados e Campo Grande'º, afirmou. "mas os 
produtoreS-:-quc ainda n5o tem .essa estrutura acabam 
trazendo prejuízos par.ia produção". disse. 
Adernar contou que a desestruturação da cadeia e 
o foto de Mato Grosso do ui não ser considerado bacia 
leiteira. como Goiás e Minas Gerais. acaba gerando a 
diminuição dos preços do produto. "acaba se achando que 
aqui o leite deve ser mais barato, e algumas cmprcsas da 
setor acabam se beneficiando", diz. 
O Diretor destacou que a importância não está 
apenas cm aumentar a produção de leite no Estado, mas 
organizar o setor. Ademar disse ainda que os ganhos do 
produtor são baixos. "E necessário que o pequeno proclutor 
diversifique sua produç;io e agrcgue valor ao leite. 
produzindo queijo, iogurte, manteiga, miésmo que seja cm 
escala caseira". destaca. A Famasul sugeriu ainda que o 
pequeno produtor busque outras fontes como o turi,rno 
rural. 
O Brasil é o 5° maior produlor de leite do mundo e 
cont:1bilizou cm 2.000. 19.8 bilhõc, de litros. o que 
reprc,cntou um fatur.imento de RS 6.5 milhões. A produção 
de Mato Grosso do Sul foi de 450 milhões de litros. um 
faturamento de RS 150 milhões. Segundo dados do JDGE. o 
setor de, e ter um aumento de5% da produção no País. 
enquanto o Estado deve ter sua produção 9% maior que em 
2.000. 
Fabiane Sato- Escritório de Imprensa 
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[5PAÇO /MOIENT/L 
A água será que é nossa? 
A origem da atmosfe­ 
ta e da primeiras manifes­ 
ações de vida em nosso 
planeta estão intimamente 
relacionadas 
As águas n1mosféri­ 
cas, que iniciaram o ciclo 
hidroló!;ico, fom111ram-se a 
partir do resfriamento e do 
escape de gases das rochns, 
hâ mais de 3,5 bilhões de 
anos 
1 ' 
foi graças a elas. que 
apareceu a sopa orgiinica, 
onde sintetizaram-se os pri­ 
meiros organismos e, de­ 
pois, em consequência, pro­ 
lifcrnram os seres vivos 
O petróleo é geologi­ 
camente mars novo, e para 
ter sua gênese estabelecida, 
necessitou do acúmulo e da 
deposição nos fundos dos 
lagos e dos oceanos, ao lon- 
ESCRITOR 
D 
go de milhares de anos. ele 
r andes quantidades de 
plantas e de animais 
Com o passar do tem­ 
po, essas regiões encober­ 
tas por sedimentos passa­ 
ram por um processo de 
maturação natural, transfor­ 
mando a matéria org,inic.1 
cm hidrocarbonetos. 
Se pesquisarmos o 
que foi a campanha do "Pe­ 
tróleo é Nosso" na década 
de 50, a história vai nos 
mostrar como a sociedade 
se organizou através dos 
sindicatos. panidos políti­ 
cos e movimento estudan­ 
til para a defesa do ouro 
negro do IIOSSO SUOSOIO. 
Naquela época divi­ 
dia-se entre os que achavam 
que o petróleo deveria ser 
explorado exclusivamente 
[ai 
escritor í 
"As vezes, eu pen­ 
soque o céu deve ser 11111:1 
leitura continua e ineso­ 
títvl'I" 
Virgínia Woolf 
Falar de Jorge Ama­ 
do ele próprio o faz cm 
cada piguna de sua vasta e 
nca obra. Julgada tanto no 
13ras1I como l:i fora Escrc- 
a sem esforços. o que de 
cena forma é rnu110 mais 
prazeroso para quem o faz, 
o seu legado à cultura bra­ 
sileira é inesgotável ... Sua 
cabeça sempre povoada de 
idéias sobre gente, hábitos 
Jorge Amado, mais do que 
um rcpóncr, cronista; ele 
é a própria Bahia que tan- 
to e por cb de'Otou m1is 
de 70 anos de all1dadc h­ 
ter:iria Eloquente. autên­ 
ttco e verdadeiro para o 
mundo exterior que tão 
bem sabia narrar e dosar. 
Sua vida, livros e 
obras são tão espaçosos 
como n própna Bahia.. mis­ 
to de magna, beleza e es­ 
plendor históna, tradição, 
folclore. arte. cultura, re­ 
hgião e, principalmente. 
gente. o homem. a mulher. 
Percebe-se, em qua­ 
se tudo que deixa .. o pra­ 
zer que sentia e sabia fazê­ 
lo. o praz..cr dos leitores em 
I.:~lo. E. nisso. um mestre. 
Com totul liberdade inte­ 
ror para ventar, vver, 
por uma empresa estatal 
brasileira e aqueles que de­ 
fendiam o envolvirnenlo de 
empresas privadas, estran­ 
geiras ou brasileiros, nessas 
atividades 
Tal bandeira foi um 
marco entre nacionalistas e 
cntrcguistas, além de um 
vetor social para a fragmen­ 
tnçilo do governo Getúlio 
Vargas. 
Naquele instante, o 
povo brasileiro deu o seu 
recado nas ruas e foi criada 
a Petrobrás. 
l loje, a água é cha­ 
mada de ouro azul, por sua 
vital impor?nia O« cor­ 
pos d agua, sejam nos ou 
reservatórios subterrâneos 
localizados cm nosso terri­ 
tório, pertencem à nação 
brasileira e aos povos dos 
ar 
voar e cnar personagens 
Cedo descobriu seu 
talento e vocação para a 
grande missão que a vda 
o incumbiu em ser rgo­ 
roso. sua lmguagcm sun­ 
ples como os personagens 
que retrata 
Escreveu sem esfo­ 
lar a inteligência do lei­ 
tor .. e para alguns. escre­ 
ver é olhar-se um pouco 
para dentro de s1 mesmo. 
Jorge Amado, a todo ins­ 
tante, olhava-se no espelho 
de sua realidade cotidiana 
tão povoada de centc 
como ele heróis humildes 
e famosos Seus persona­ 
gens, simples como ele e 
Zélia. arrebatam e 
extasiam, tamanha a carga 
que transcendem da ficção 
à realidade 
Mais do que um con­ 
tador de histórias.. é a pró­ 
pria Bahia lutas, conquis­ 
tas. a vida do senão e do 
liloral. Dcscre'c as dificul­ 
dades do homem cm viver 
e sobreviver cm meio à na­ 
tureza bela e rica. mas tão 
árida do senão e do mar. 
O cacau e o nnr, seus mai­ 
ores e melhores persona­ 
gens, além de outro ele- 
mento sabiamente explo­ 
rado e colocado. o fcmini- • 
no - tanto a dama como .1 
prostilula Acrescentava â 
alma da mulher, principal- 
m bra 
mcnt e a dos cabarés 
(Batacli, de Gabncla) e da 
vida noturna, a medida 
certa de humor, mesmo 
sendo negro. porém reais 
tão reais quanto verídicas 
e profundamente humanas 
Jorge /rrodo inciou 
sua carreira cm 1922, ano 
da emana da Arte Moder­ 
na. 
paises vizinhos, que habi­ 
tam uma mesma bacia 
hidrognífica. 
Como exemplo, po­ 
demos citar a Bacia do 
Parana, que abrange 0rasil. 
Argentina, Paraguai e Uru­ 
guai. 
As caractcristicas das 
rochas, que dão a forma a 
essa bacia geológica. são 
conhecidas há muitos anos, 
principalmente através das 
perfüraçôes de poços para 
petróleo 
Muito embora nela 
não tenham sido encontra­ 
dos óleo e gas para uso co­ 
mverei! descobriu-se a rre­ 
sença de um gigantesco re 
servatório de águas subter­ 
râneas, o Aquífero Guarani, 
que abastece várias cidades 
de pequeno a médio pone 
Seus romances, to· 
dos marcantes, incluerr 
desde documentários qu, 
permanecem mais atuai: 
do que nunca.. como "Ca­ 
pitilcs de Areia", a traba 
lhos de profunda reflexàc• 
sobre a vida perigosa e ar­ 
riscada dos pescadores d 
litoral nordestino e da ma­ 
gia que o mar "exerce nc 
controle e descontrole d 
morte" 
Em "Mar Morto" 
melhor do que ninguérr 
navega com seus heróis e. 
como eles enfrentaram a 
faria do mar para vver a 
dali sobreviverem. Em 
"Tenda dos Milagres· re­ 
vela o mundo m:igico dos 
cuhos afro-bmsileiros. Em 
"Gabnela". a visão politi 
ca da sociedade brasileirz 
de uma época tão real e au­ 
têntica quanto nostálgica, 
cujo desempenho principal 
é centrado no papel de 
Sõnia Braga. 
Casado e feliz há 
mais de 55 anos com a 
tambcm cscri1ora, anar­ 
quista. Zélia Gattm, Jorge 
Am:ido fo1 quase tudo que 
um homem sonha e tem 
direito. sucesso na profis­ 
são e fazendo amigos com 
celebridades notoras 
Dentre alguns· Simone de 
Beauvor, Jean Paul Sartre. 
Pablo Picasso, Diego 
Rivera., Frda Kahlo etc 
etc. A Rede Globo. ao lon­ 
go de seus J 5 anos, soube 
magnificamente explorar, 
conlar e mostrar suas no­ 
velas e mini-séries. alguns 
dos seus romances mais 
populares como também 
cnar e recriar seus imonais 
heróis e personagens mes­ 
queciveis 
Virginia Woolf dis­ 
se.: "As vezes penso que o 
céu deve ser uma lcit ura 
conlinua e incsgolável." 
creio que no dia de hoje. 
nos céus da Bahia e do 
Brasil devem estar escritas 
infinitas e continuas p:igi­ 
nas povoadas dos persona­ 
gens que Jorge Amado vi­ 
veu e nos deixou como le­ 
gado de seu talento e 
:riat 1vidade ... 
Jorge Amado. um 
brasileiro e escritor baiano 
inesquecível... Obrigado a 
Bahia e Amém, Jorge 
Amndo! Para Sempre. 
Amém. .. 
OPINIÃO 
Velhice e e vardia 
Tereza Freire Vieira () 
Velhice podemos dizer que é quando a pes a se 
acovarda. O médico que se apo cnta e se desliga da medi­ 
cina, entregando a carteira da APMe MB, acha que esta 
velho e que não tem mais condições de enfrentar a lura do 
dia-a-dia contra as doen as e contra a morte Ele não con­ 
segue controlar as wa emoções e deve se resguardar para 
si mesmo e aproveitar a vda sem problema, e angústias 
O médico realmente se envolve com os doentes cm 
todas as fases da vida., ele sofre junto. chora junto e se 
magoa quando não compreendem que a perda de um do­ 
ente é tão dolorosa para a familia quanto para ele 
Quando o médico tem ern mãos os diagnóstico de 
uma doença incurável como a AIDS ou o c.-inccr, tenta 
fazer o possível e o impossível para curar o doente ou ao 
menos aliviar o seu sofrimento e. vendo que os seus es­ 
forços foram cm vão, se angustia., sofre tão intensamente 
que muitos chegaram a abandonar a profissão. pois acham 
que não saberão mais lidar com as suas emoções 
a maioria das vezes. o médico se afasta do doente 
em fase final, o que mais precisa de ainda, porque não 
sabe mais o que fazer pai4 ai.'. sua @oi e não teu 
coragem de acompanhá-lo até o final. As vezes é urr, 
covardia necessària para ele, mas muito triste para os 1.:..., 
ferrnos, que sabem que estão cm fase final e não têm 
seu lado o médico no qual depositaram confiança a v-do.. 
inteira 
1' tu110s md1v1duos se acovardam quando vão enve­ 
lhecendo e ficam revoltados quando vcêm que a pele esta 
ficando cada vez mais flácida, os sistemas e aparelhos 
funcionando cada vez pior. perdendo a força muscular, 
não podendo mais percorrer a pé as distâncias que antes 
eram tão fãccis de serem percorridas. têm dores aqui e ali 
e têm dificuldade de mover as aniculaçõcs. se entrel!.ando 
it velhice. E quando realmente estão velhos! 
Vá à luta. Procure auxilio da medicina, ouça os con­ 
selhos e orientações de seus médicos. 
. A não ser que encontrem um profissional que lhe 
diga "O que mais esta querendo da vida? Você tem seten­ 
ta anos e a idade média de vida está em torno de 65 anos ... • 
Então se afastem desse médico e procurem outro que dê 
maior valor à vida. que não seja pessimista e que lhe des­ 
pene a capacidade de continuar lutando. 
(")- Escritora e acadêmica é médica especializada em 
Geriatria e colaboradora de jornais e revistas do pai 
via Agência de Noticias Brasilia. 
INSCRIÇÓES 
eleciona 
res 
Encerrar-se-ão, dia 20 de Agosto próximo. as 
incrições para O XIV Concurso acional de Contos 
promoção da revista BRASÍLIA. Par :. ., 
. . 	• ara a mscnçao, 
gratis basta remeter o Conto, datilografado, espaço 
dois. uma na. sob pscudõnnno. com nome e endere­ 
ço cm envelope à pane, (mas anexo). para CONCUR­ 
SO NACIONAL DE CO' 'TOS - 2001 c-e P I 
1133 R d, ... 	ara osta 
i3- o le Janeiro/RJ Cep 20.001.970. 
Poderão concorrer autores brasileiros e estran­ 
geiros, inéditos ou não, radicados no Br si] 
b . ., rast , com tra- 
. alhos redigidos em Português e quantos trabalhos 
Julguem conveniente, desde que com de- 
• . . 	pseu ommos 
diferentes. Os prêmios serão medalhas d 
e b bl - 	e ouro, prata 
ronzc e pu icaçao dos trabalhos classificados O 
casos omissos serão resol idos pelo Coo d d • Os 
R , 
0 
. 	r en.1 or 
cgu Jmento fic1al pode ser solicitado a1é 5 (crn- 
co) dias antes da data de encerramento nos • 
• segumtcs 
ettdercços: E. mail:reisdesm=ou- l 
J/7 F vvv 	a ao com 
" 'M-21 2533.9850 (R.J) e telefone da reda- 
cão XI61 -328.2564 (Brasilia). e 2240.3201 (R; 
de Janeiro) 	ao

LT 
0NlT O 
O? 1 1 A O 
PT ln Foco-------- 
!'residente do PT de Oda 
Vista, vice-prefeita V,inia 
e o presidente do l'T dc 
Uonito Claudião. 
Inquérito Civil Público é Arquivado 
Grave denúncias fci­ 
.a ao ex-prefeito I ercy 
Soares dos Santos. quan­ 
do frente ao executivo mu­ 
nicipal, foi arquivado pelo 
Ministério Público, cm 
face da inocorrências de 
dano ao erário público 
com a vc:nda de veículos 
de proprkdade do municí­ 
pio. conforme ficou 
comporvado. 
Os oponunistas de 
plantão tentaram denegrir 
Do Secretário Estadual de 
Saúde, Dr" ,cr.1ldo 
Resende (PPS), e o em­ 
presário Toninho Aroeira 
e esposa Sr Valéria 
Aroeira. 
a imagem administrativa 
desse grande Estadista que 
é ercy Santos. sem mui­ 
to êxito, pois tudo licou 
provado que a venda dos 
veículos foi frita na maior 
kgalidadc perante a Lei. 
11º Encontro Estadual de Clubes de laço 
Nos dias 24. 25 e 26 
de agosto acontece no Clu­ 
be de Laço Nabilcque, o 17º 
Encontro Estadual de Clu­ 
bes de Laço, com o apoio 
da Prefeitura Municipal de 
Oonito e Câmara Munici­ 
pal, com uma intensa pro· 
gramação. 
Em Destaque-------- 
Brasil, asil 
[I.DrH u j() 
O Pr. idrntc Lui: 
González Macchi, d .se 
Oviedo é perigoso". 
?o 1',,rJ ·ua1,dccnfrc•.• 1 
.:m:.t avecnse inttacn; . 
com acu ações de corrupção 
e fraude que chegaram até 
sua garagem. (afinal seu 
carro era fruto de fur10 no 
Brasil) 
Di,cm que pJra uma 
fund .. ção presidd por sua 
irmã níluírnm S$ 16 
milhõe de forma muito 
suspeita. Por is,o, a 
concessJo de prisão 
domiciliar para Oviedo pcb 
justiça brasileira foi recebida 
por Macchi com 
preocunacão. Enquanto os 
scgu1dorc, do pOICllll<.0 
general 
estão eufóricos com a 
decisão (para eles isso 
signilica um passo para ele 
rcwrnar a Presidência). O 
Go, cmo parnguaio pretende 
detê-lo imt:cliatamente caso 
volte aquele pais, visto que 
tem dcz anos de pena a 
cumprir na prisão. 
Já o advogado Carlos 
l'arone Galeano. 
coordenador da ala ovicdista 
do Partido Colorado (o 
mesmo do presidente) 
definiu a decisão do STF 
como o começo da 
transfonnaçào de seu cliente 
cm refugiado. 
Para ck, ··o general está 
sendo levado para uma casa 
já preparada para ele cm 
Oras ilia. Lá mora seu primo, 
Roque Oliveira. O 
import:mtc nisso tudo é que, 
a partir de agora, ele começa 
• a voltar para o Paraguai e nós 
arag 
som 
general cera um preso 
politico, cortou 
Semana pae ada, o 
011cdi,tJ lc-tc;.1r,1m ,1 
decisão braaleira também 
com arreatas pelas ruas 
princir.11 d' t ,un,;."iu 
gritando. "Se sente, e 
viente, Oviedo Presidente 
uma declaração do 
,·ice-pn:<i,kn•c do l'.ir.t,!tl.11 
Julio César Franco (integra o 
PJ!'lido Liberal. nw, eleito 
com o apoio dos ovedivta) 
disse estar pronto para 
assumir o poder caso Macchi 
caia, devido ás suspeitas de 
corrupç;1o. 
Franco seria, para os 
apoiadorc, de 01 icdo. a 
chave de tran,iç.lo p.ira su,1 
chegada il l'rl"-1dênc1.1 
Nem todos conccmlam. 
Esse senhor tem de 
cumprir a pena pela morte do 
mc.u pai. Não queremos 
vingança. queremo, só 
justiça". Foram as palavras 
de Félix Argaa, filho do 
vice-presidente paraguaio 
Luis !'vbria Argaiia. 
assas,inado no inicio d..: 
1999. 
Ele, que atribui a O, icdo 
a autoria intd~'Ctu..il do crime. 
foi derrotado por 1-" r.mco flj 
disputa pela Vice­ 
Presidência deixada ,aga 
com a morte do p:ú. O .:ntJo 
presidcntc. Raúl Cubas, 
também foi acusado e 
terminou se exilando no 
Bmsil. assim Macchi (<:nt5o 
Prcsidentc do Senado) 
Posando para esta Coluna---- 
O ex-prefeito Nercy 
Santos, dona Frida, o 
comerciante Roberto. 
Clair. filha. genro e neta 
no Balneário do Sol. 
Acreditando em Bonito 
A Empresa Alfa 
Automatização e 
TclcinfonnátiC!l LTDA. vem 
agradecer a todos os clicn1cs 
e amigos, a confiança dcpo• 
sitada em seu tr:ibalho. 
Pois neste período de 
1 ano e seis meses que cstf1 cm 
Bonito. teve a oportunidade 
de executar manutenção e 
instnlaçJo de aparelhos ele­ 
trônicos e de Telecomunica­ 
ções cm v1rins emprcsns e 
Hotéis. 
Neste período está tr:i­ 
zc n do tecnologia e 
modernidade para melhor 
atender as necessidades das 
O Destaque desta semana 
é a gatinha Fmnciely 
Figueiredo. num ensaio 
fotográfico na Mity Propa­ 
ganda. 
Veste um biquíni da Loja 
"_O Curumim" e a 
maquiagem é da Mais 
Bonito Cosméticos. 
empresas locais. 
Agora tem melhores 
condições para atender os 
clientes, com laboratórios 
técnicos na própria empresa 
e profissionais aptos a aten­ 
de-los: novo endereço: a rua 
Luiz da Costa Leite. 1997 
(próx. :i Torre da Tekms). 
APOIO: Jom:i:I Tri~un;a d:1 FrontDlr., (Vu:tor Hugo) 
emr 
e cotqurs 'u 
politico no 
mudando para Brailia. 
d 1, • ·,, 
lm novembro20O, e 
Minusteno Publico par: guaio 
pediu a Justiça a decreta,do 
da prisão preventiva de 
troe. ner, tendo o pedido 
eito e a prisão, decretada. 
O decreto gerou expectativa 
de extradição do Brasil. A 
( omrssào de D)reto 
Humanos da ama., 
pediram a revoado do asilo 
e que ele fosse julgado por 
,nmc, contr.1 a humanidade. 
f),1 prni., de Camhonú/SC 
(e tJmll<'.m em Cur111b.11I RJ 
o ex-presidente Raul Cuhas 
Grau prefere manter ..i 
discrição para quem vive 
num pais estrangeiro (Brasil) 
no qual busca a 
tranquilidade, desde que foi 
vaiado e agredido na rua por 
turist.L~ p.traguaios. 
Cuba, foi acusado de 
tramar com Oviedo o 
assassinato de Jrgaiia. Está 
no Brasil desde 1999. 
Lm Curitiba, onde 
comprou um apartamento 
avaliado em 500 mil reais 
na ;I cnida Vi,condc de 
Guarapuava, passa boa 
parte de seu tempo. Quando 
can,a. corre para Camboriü 
onde mantém outro 
apartamento avaliado em 
300 mil rcais.

ô P I ti I À ô 
Via Crucis (para receber) na Assem 
Ereve Pedro Pedrina 
A Manlene, secretna do Diretor F inancero da As­ 
sembléia, vau postar desta crómica (ou sena comentáno, opr­ 
mudo, artigo') - letora voraz de hvros e revists rehosas, 
sempre procurando fortalecer o espinto, gente fina a minha 
amiga Para "fortalecer" o espitto, temos vános caminhos, 
lcmbrnmlo o Mago Paulo Coelho, temo, o "Caminho de 
Santiago", um mais pesado, os "Exericos de Santo Inácio 
de Loyola" e um outro, desconhecido para muitos morta!s, 
mas conhecidissimo do pessoal de imprensa, sobretudo dos 
diretores de pequenos (e heróicos) jomaus do interior, esse 
caminho apuro a sensibilidade, desperta a tolerância, a re­ 
minera. n co111prccnsl!o, dctcm1mnçllo, é o canunho de quem 
tem e tenta receber créditos na Assembléia Legislativa de 
ato Grosso do Sul É dose N,'io é camrnho, é mais uma 
'vin cruc1s", quem cnrrega n cruz são os diretores de jornais 
do interior (e alguns da capital) Há o ilurnmados, estes 
nflo precisam cnm111har, o tesouro lhes vem a, mãos como 
num passe de mágica uma dádiva divina 
Eu par11c1pe1 dn maratona Ou senn de uma novela 
com 111gred1entes mnquivêlicos, suspense e terror'? 
Nem todo Jornal ou Jomnlistn teria. se assim podemos 
irr rento rrs f+lo Are "carrinho f vh,, Todos 6a- 
bem que jornais e rad1os pias 9tos a Assemblena, 
divulgando matérias de interesse dos DEPUTADOS, sem­ 
pre foi assim, sempre será assim O presidente da Câmara 
Federal Aécio eves vai gastar uns RS 8 milhões, para uti­ 
lizar a rrndm e melhorar a imagem do Legisln11vo arranhado 
pelos últimos escnndalos. Nem todos lá. é claro, são corrup• 
tos. 
Isso, essa divulgação, ocorre cm todos os Estados, 
ocorre no Congresso e no Senado Federal, então, não há 
nada de errado pagar quem presta ser.·1ços, muito pelo con­ 
tráno, é questiio de princípios, de caniter. 
Na TRIBUNA DA FRONTEIRA prestamos serviços, 
1ublicamos mnterins, dos deputados da área de iníluência 
lo jornal, RO0ERTO ORRO, ANTONIO CARLOS 
ARROYO. VALDIR NEVES, PAULO C'ORRÊA, PASTOR 
REGINALDO, AR! RIGO, LONDRES MACHADO, uns 
mais outros menos. Ultimamente temos recebido materiais 
(relcases) também do JERSOi DOMINGO , AKIRA 
OTSUl3O, CELl'.'IA JALLAD, não me venham com a his­ 
tória de que e material Jornalistico, noticias. caberá ao jor­ 
ml a inicmt1va de publicar ou não Que é de interesse do 
sciculo Algumas sim, noticias de interesse das comunida­ 
des onde circulamos, a maioria é' mesmo material 
promocionnl sim, maténa paga sim, é a tal de "parceria". 
N.1o é "pensão" 
Quinta-feira passada estivemos na Assembleia, isto 
após receber vanos telefonemas, avisos de confrades, "vai 
;air dinheiro" Antes de pegar a estrada, a pedido do chcfo. 
rezamos todas as rezas, invocamos os nossos anjos orixás 
acendemos velas e queimamos incenso Quando o Robero 
Orro era Presidente, nada disso era preciso, o "turco" lá de 
,quidauana é homem de cumpnr com a palavra. O Moka 
arnbém cumpriu. se bem que nos últimos tr<!S meses, o 
então Sertv 'o pisou na pua (n jaca') Ja 
amigo ARI RIO, conhecido desde os tempos em qu 
ciava as sus atdades no MS, for pre dente da Coopera­ 
tva em Maracaju, deu mico ao processo de catarse e de 
despertar espmntual Lo; que assumiu a Seretana, reduzu 
os contratos, as verbas recebidas, tudo a bem da 
govemabtldade, d redução de despesas, todos (os jomaus) 
concordaram, afinal estamos construindo um novo Estado 
Até contratos foram assinados, "voes vão receber menos, 
assinam um contrato, mas os pagamentos serão fentos reli­ 
g1osamente em dia "Nós acreditamos Acreditamos sim 
Ourante aquele ano ~o 1ecebernos DOIS MESES, o resto, 
bern, o resto ficou para "restos a pagar que n!!o serrui pa• 
gos". 
Depois, Hugo assumru a Presidência, aquele "contra­ 
to", assinado, foi para a gaveta, nada foi pago, para nós 1ssc 
tem nome . se chama A LOTE 
Se é culpa do R1go não sei, se é o Govcmo do Estadc 
que nílo faz o repasse que a Assembléia faz Jus, tnrnbém não 
sei. O que sei é que, nunca, corno nestes dois últimos nnos. 
os diretores de Jornais rezaram tanto '.em todos, há os ilu­ 
mmados. Os deputados, os "nossos" deputados, continua• 
ram a envrnr e a cobrar a publicação de maren,,. nlinal ,.""'" 
e que os "seus eleitores" vão tomnr conhec1rnt:111u ll.: ,.,,.., 
atividades, só através do jornal ou da rádio local, dos muni­ 
cípios que representam 
a quinta-feira, após rodar 350 km, corpo fechado. 
cabeça otimista, lá chegamos. Encontramos com d1, ersos 
confrades, um senhor, de cabelos brancos, cansado de guer­ 
ra, havia rodado mais de 600 km, vindo da cidade de 
Cassilândia, se não me engano A opinião de todos era uma 
só: "Não, agora é prá valer, entregaram para o deputado 
Jerson Domingos a responsabilidade de pagar a imprensa" 
Ficamos mais confiantes, Jerson é, igual ao Orro, sua pala­ 
vra é sim sim, não não. Turco de palavra Amigo e parentes 
de "outros turcos" aqui da fronteira, tudo gente nossa. Se 
com o Rigo dançamos, e não samba, mas a balalruka, mu110 
sem graça. com o Jerson seria um festivo e alegre forró, 
com direito a dama popozuda Até a nossa alma sornu 
Na quinta-feira estavam todos solicitos, o Arnaldo, o 
tesoureiro (agora tem um tesoureiro) só ele é quem paga, 
faz o cheque, muito educado, José e Delaz1I (secretána do 
Jerson), mas, pairava no ar um clima esquisito Não com o 
Jerson seria diferente 
Chegamos as nove horas, uns ficam pelos corredores. 
conversando, outros assistem a sessão, quebrou o pau. e 
outros nos gabinetes dos deputados mais chegados A 
Delazil, muito educada, s1rnpát1ca, da esperança a todos 
quando ouve a pergunta - Meu nome está na lista? Que lista 
sena 
Na hora me lembrei da lista de Schmdler, aquela dos 
Jud~us que seriam salvos ou enviados para a câmara de gás 
Das 9 ás 12 lican1os naquela, sai, não sai, sai amanhã. 
sai hoje, a lista está com o Arnaldo, a :O.tarilene (secretária 
do Arnaldo) sempre educada não sabe quem será salvo ou 
não E dá lhe café, e água. e café e :igua Hora do almoço. 
mJ®IT 
As atitudes que 
qualificam o verdadeiro 
amor consistem cm espe­ 
rar o enhor de mangas 
arregaçadas e de lâmpa­ 
das acesas. Isto e servin­ 
do, amando iluminando ... 
Não! Ele não quer 
encontrar-nos olhando 
parn o céu. cont:mdo as 
estrelas e contemplando 
anjos Nem aprontando 
farras. como funcionári- 
s irresponsáveis. E nem 
entregu.:s ii libertinagem 
ou à bebedeira, como sc­ 
,;ur:mças em conluio éom 
)S ladrões_ Sirnplcsmcn­ 
e, ele que nos encontrar 
!e mangas arregaçadas e 
:orn l:i:mpadJs acesas 
O tempo da espera 
de Cnsto é tempo de con­ 
quistas, de trabalho, de 
realiz:içõcs. Tempo de 
serviço aos pequeninos. 
aos fracos, aos necessita­ 
dos ... Acima de tudo. é 
tempo de dar aos irmãos 
moti os para esperar a se 
alegrar; motivos para crer 
e se amimar, motivos para 
amar e vver 
Diante dessas ur­ 
gêneias todas, qual será 
nossa atitude? Comores-• 
ponderemos ao mandato 
de Cristo e às expectati­ 
vas do povo
9 
Seja bem cl:iro: ja­ 
mais nos sujeitaremos a 
contrabandear aquele 
tipo de fé que leva à.his• 
teria coletiva. Nem irc­ 
mos iludir os ingênuos 
com falsas promessas de 
bem-estar milagroso. 
Nem nos prestaremos a 
satisfazer aquele 
gostinho meio doentio. 
não pelo espiritual, e sim 
pelo irracional, pelo 
inc:<Cplicávcl, pelo mái;i­ 
co - próprio dos cristãos 
de mentira. 
Nossa fé e nossa es­ 
perança não são irraco­ 
nais nem se nutrem de 
ilusões_ Elás estão funda­ 
mentadas na própria pc. - 
soa de Cristo, vivem da 
Palavra e das promessas 
dele ... Acima de tudo. 
nossa fé e nossa esperan­ 
ça alimentam-se na mor­ 
te e na ressurcição do Se­ 
nhor: provas irrefutávcis 
de que ele nos ama de 
erdadc ... 
De mangas arrega­ 
çadas e de lâmpadas ace­ 
sas. nós nos faremos ad­ 
ministradores da fé e de 
esperança. do amor e da 
alegria. junto ao povo de 
Deus. 
E o povo sabcr:i que 
niio está sozinho no meio 
de um deserto: o proprio 
Deus 1ornará conta dele. 
lr.i conduzi-lo pela rn5o. 
E ir:i ampará-lo com seu 
amor onipotente Pe. 
Virgílio.ssp 
u mn quena 
1 
cm ma cor do h heiro 
horas, depors de sobe p 
era, volta ao Ga an 
te, fala 	jestioxu doam ie(do 
da imprensa (pequena) são tole 
rantes, humildes,p enca de J, a novla esta hes ido 
o fim Todos vão la para a Fmancera, os poucos os que 
pearam os ch ques' sorem no mundo, uns vu yamn, ou­ 
tros ficam ali na capital, depors das contas puas sobra um 
merreca E bronca das patro 
E ficaram os que no constavam na lsta, cor a tudo 
le novo, da Funancera para o Gabinete, do Gabinete para a 
nancera, ate que, a com a Lua urgmdo par a abençoar os 
poetas, vão se crnborJ Ate" o mês que vem E ficou a hçio, 
mnaus uma vez, se bem que e proventoso ficar nos Gabinetes 
ouvindo o pessoal (atente) que procura os deputados para 
1101 nJutorio. t•u ouvi um que queria um tumulo, isto mesmo, 
tumulo A conversa dos pohitos (vereadores que vsrtam 
deputados), as moagens, as fofocas, as bnas mtemas e 
externas, conversas e rever velhos companheiros, Ca entre 
nos, estou mesmo com o chefe, negoco e manter os jomaus 
com propa,•:111d,Ls, ass,rutums, reponag.:ns de empresas. e 
deixar. verb:is do Governo do Estado e da Asscmblt.'1:i., qu,111- 
do pagas. como se fosse um prCS(.'!1lc, mcsperado, porque a 
tal de "parcena". "contrato assinado", pelo menos para a 
imprensa do intcílor. pobre e sofnda imprensa, vnle o mes­ 
mo que a promessa do pohtico ao clcl!or, de que nunca 
mudara de partido e que sempre pautara sua candura pela 
clica e pelo respeito (não vale para todos) 
Depois úc litros de cafe, muita conversa jogada fora 
mais promc~sas. fica uma sensação de "deja vu", Ja passa­ 
mos por tsto, estamos passando e vamos passar, até que se­ 
pmos tratado, com o respcrro que rnerc..'Ccrnos, n:1o somos 
mendoo com pires na mio afinal anuando nos ·++m n 
CAmpantt» crcierat, t v» a+u - ate ais IpOntaniç1a 
t111 nossas c1dnd.s, do que o ESTA DÃO, o GLOBO, 0 JOR­ 
NAL DO 0RA9L e a ".Plim Plm". Esra na hora de nós da 
imprensa do mnteor despertarmes o TOURO, que não sabe 
. a força qe tem,não e mesmo QRRO EM TEMPO Está. 
na hora úo ÚCfllllJdo JERSON DOMINGOS. a exemplo de 
um trator de esteira. qui:brar os muros e barreiras. arrop~ 
!ando. se for preciso, e rcsgat:ir a cred1bilicbde, o rcspello. 
que sempre llvcmo, com a Assembléia Legislativa, sobre­ 
tudo no tocante a honrar compromissos 
Um fato.tambem chamou a nossa atenção, é a resper­ 
to de "censura·, "p:11rulhamcnro". mas isto sera moto para 
outro comentano, Ja que envolve um assunto mu110 sério. a 
sobrevvencia dos yornaus do mntenor Enquanto voce agunr­ 
da essa publicação. sugiro que leia "MEMÓRIA DAS TRE­ 
VAS", do jomalista João Carlos Teixeira Gomes., ele fala. 
no livro. da lura do JOR:-.irL DA f3AI li A. lembrando pala­ 
vras de Hannah Arendet, "não hà esperanças de sobrevvén­ 
c1a humana sem homens dispostos a dzer o que acontece" 
ade 
o batom 
Algumas vezes encontramos testes em revistas que, mes­ 
mo não acrcdit.1ndo. nos fazem refleur sobre os rcsullados Em 
geral, são questões levantadas em estudos de psicólogos, astróle>­ 
gos e ate curiosos 
Esse e o caso do hvro L1pstich. de Jessica Pallngsto, de­ 
dicado à historia do b:itom. editado pela St. M:min's Press. Além 
de tratar dos métodos de fabricação dos batons, o lrvro lr.lZ um 
capitulo que chega a una conclusão inédita, baseado em obsena­ 
çes diretas da autora. a personalidade d consumidora pode ser 
descrita a parir do fonn:no que o b:irom :idquin:, à medida que mi 
sendo usado 
Ikss:J maneira, analise com esti a ponta do seu b:!lom e 
conheça um pouco mais de você 
Arredondada amorosa, delicada e ao mesmo tempo cheia 
de surpresas 
Plana pragmatica, um tanto tum:da, uma nrtisra oculo. 
sincera e ronü,mca. 
Ponrud:!_,]~1m so l:ido_ ambiciosa. est..i 5<:mpre em bu:scn 
de umn obytrvo 
Parda no meio busca equilibro, gosta da vda donizu- 
c:J 
Gota esconde-se sufocando seus desejos, scgnxlos e , r· 
dades