Tribuna da Fronteira 
NO. 1O- Edição: 2.201 
sze± 
~ lNll 111111 
1 
PORTO MURTINHO B E LA VISTA 
lndiossão 
beneficiados 
com cestas de 
alimentos 
A'> famílias indiµcnas 
das Aldeias do municipio de 
l'orto Murtinho recebem 
mensalmente estas de 
alimenws. do programa 
Segurança Alimentar, 
programa adotado pelo 
(im crno do Estado, que tem 
por ohjctirn combatcr a fome 
e a miséria das família, 
indigenas do município c do 
Fstado !>AG. • 02 
BELA VISTA 
Centr 
cape 
la Taça 
ela lista 
No último domingo. <lia 09. 
no h1ú<lio ~!unícipal O1.ivio 
Fontoura. aconleccu a decisão do 
torneio de futehol denominado 
"Taça Bela Vista", organi,ado 
pela Liga Esportiva Belavistense. 
/ competíçào rcumu 08 cquip~,. 
Nhandeyara e Sky lanches (Ca­ 
racol). Centro. Agua Doce, Juvcn­ 
tudclltaboraí. Il;1ixada 
Fluminense'. Baixada Corinthiana 
e Espírito Santo. (Bela Vista). 
PAG.-05 
PORTO MURTtNHO 
Termima de 
ll!l ~ fi ã IIIl llil (ID 
ampliará 
cargas 
O Porto de Murtinho. que 
atualmente movimenta 100 mil 
toneladas de carga (principal­ 
mente produtos agrícolas). de­ 
 cr:i estar operando cm dezem­ 
bro a pleno vapor, atingindo 400 
mil toneladas d.:: produtos. A 
prc,·is:l.o .: do coordenador de 
Estudos <le Infra-Estrutura Por­ 
tu:iria. da Secretaria de 1 labita­ 
ção e Infra-Estrutura. Fcrmi:mo 
Yarzon, que destacou que o ter­ 
minal está s,ndo rcfom1ado. e 
agora conta com a administra­ 
çi!o da Ag.:ncia Portuária de 
Porto Murtinho. PAC. - 07 
BELA VISTA 
O empresário Moacir Pare­ 
des juntamente com algumas en­ 
idades beneficentes deflagrou 
uma Campanha Beneficente em 
pró!l do garoto Maicon que tem1 6 
.mos e necessita fazer transplante 
de medula pois tem leucemia No 
Câmara deve criar a CPI 
da "Propina na Saúde" 
a sessão ordinária da 
Câmara Municipal. realizada 
na t'ilti111a ,cgtuula frira. dia 09, 
na séde da Associação de Mo­ 
ra<lorcs do bairro da, Primav..:­ 
ras. a Vereadora l .iberacy l .ino 
Battilani (PSDB) u~ou a 1ribu­ 
n,1 para pedir a criação dc uma 
CPI para apurar denmeia de 
que o transporte de doentes fei­ 
to pela ambul.incia da Prcfri­ 
turn Municipal estaria sendo 
cobrado dos usuários desse ser­ 
viço. 
/ Vereadora afirmou que 
no último domingo, dia 08. foi 
infonnada que o palrão eh: um 
paciente encaminhado pelo 
SUS para a cidade de 
/quidauana dcpositou a quan­ 
tia de RS 257,00 (duzcntos e 
cinquenta e sele reais) na conta 
de uma funcionária da ccrc­ 
taria Municipal de aüde, va­ 
lor que seria destinado ao cus­ 
teio da, despesas de combusti­ 
vele diúria do motorista da 
ambulância. PAG. -05 
TERRORISMO 
Mlaicon precisa de você 
dia 1609/2.001 a partir das 11 hs. 
no Clube Bela, btcnsc ser.í ofere­ 
cido um almoço pelo preço de 
5.00 RS por pessoa. 
Maicon precisa ira Curitiba 
para fazer exames e qualquer co­ 
laboração é de grande valia. 
Vereadora Cica l ino PnR 
ENTREVISTA 
... 
- 
Ica 
É cedo p:i.ra avaliar a exa­ 
ta dimensão dos devastadores 
atentados de ontem nos Estados 
Unidos ou antecipar a magnitu­ 
de de uma possível retaliação 
norte-americana contra seus ai n­ 
da desconhecidos autores. mas 
não h:i dúvida de que se trata de 
um evento histórico, cujas reper­ 
cussõcs se far:io sentir ao longo 
dos próximos anos. 
Por enquanto. tudo são es­ 
peculações. hipóteses mais ou 
menos criveis em tomo de um 
episódio ele mesmo 
inacredit:i, d. A única certeza e: 
a <lc que este terá sido o maior 
atentado terrorista da história 
As desconfianças n:cac:m 
sobr.: grupos extremistas 
islimicos.. E bastante verossimil 
que o arquiterrorista Os:una Bin 
L:iden. miliorcirio saudita que se 
b.:n.:ficia de acobcnamento por 
parte do atual governo do 
Afeganistão., esteja por trás de um 
ataque dessa envergadura PAG-04 
"Nossa vida é rodeada 
de preconceitos" 
O nosso entrevistado desta 
edição é um jovem que sempre se 
esforça para conseguir o seu ideal 
e em comemoração da"+emana do 
Excepcional" do mes ps ado. di- 
rei r d.a sucursal de António João 
do jornal Tribuna da Fronteira e In­ 
terante do Conselho reportagens 
policial, politica, cronista, critico, 
coluni,ra. PA&.·11 
PORTO MURTINHO 
Porto Mortinho 
será beneficiado 
comlCMS 
ecológico 
A entrada em vigor uo 
ICMS Ecológico a partir do 
próximo ano no Estado vai 
beneficiar 44 dos 77 
municípios do Estado. Nestes 
locais onde existem áreas de 
conservação ou , reservas 
indígenas (com base nos 
índices ambientais que 
obtiveram). os recursos a serem 
divididos serão de RS 
118.940.16 por mês valor que 
corresponde a 0.5% da cota­ 
part.: que é de tinada aos 
municípios. 
O valor leva em conta o 
repasse de ICMS feito no mês 
de julho p:issado. quando as 
prefeituras receberam R.$ 23 
milh&.--s do índice de 25%a que 
têm direito. Ao longo de 2002 
este valor - RS 118 mil - 
significaria RS 1 ,➔milhão. 
Dois critérios definem a 
distribuição da cota-parte dos 
municipios. PI.G. • 12 
1

.,01,r./'1 llli!!IHIA r)A f rH,tH[ •<A 	• GERAL 
Programação da Capela 
Nossa Senhora Aparecida 
licro da nosena Santa Mi adia0 I00l. 
.,I he da 12/10/0l, terá momentos de or 03- 
1111Li,,ml11 Clllll a alvorada 5.00hs da munh.à t : ( '.opc!.1 
Nossa Senhora Aparecida, e as I630hs, aura !'11
1
• 
li, 'o CIII ho11r.i ,1 :--<,, .. , S, nh<,1 ,1 ,p lltll<I I cb e., 
pela em sentido a Matiz Santo Afonso, com a ele­ 
braio da Santa Missa, e após, um lestial de premi­ 
ode I0breiletas de I marchas, e muitas o!tas atra­ 
ões, c/ barracas de espetinhos, pastéis, doces te. 
Festival de Prêmios em P'rol i, C'apd:i "-""ª S,•. 
nhoru /p:in·cida tlLi 12 11!- outuhro tlc 2.001 ih 
l'J:00 hum, 
Lornl . l{iur~u du .lc·u Srnhor • Par11q11i:1 S:111111 
/f<111U 
l'rí·miu, - 10 híddd:ts 
l>uadon·s 
1 º. lima bicide1,1 - 01og.iria DrogJmN,,I 
2''. lJmn bicicleta· En ., Mate 'I up) 
3º. Unm hickkla - B,111co ílraunrn SI, 
4". lima bidckla - 1 umo Cavalinho 
5º. Uma hicidcl,l - En .1 Mate 7 Qucd.1s 
6°. Urna bickkta • Banco do Brasil S
1
/ 
7". l '111a bidcle1a - União dos Marceneiros de Bela 
Vistn 
8º. Uma bicicleta - Papelaria Nishikawa- CR • Com­ 
pra de Oovinos p/ /bale 
9º. Umn bicicleta• Casa das Ferragens - Tok Especial 
Prlº. cuci 
10°. Uma bicicleta - Panilicadora K-Carolina • 
Mon:irinhu - COM. TRANSP. 
Auto Peças Vcicar • krccuria Santo Afonso. 
índi são 
beneficiados com 
cestas de alimen s 
tonmnho lo:r 
Agradecimento 
A família Siio Vicente de Paula agradece ao Moto 
Club Asas da Frontdra (Presidente Laucidio Za'ala)c 
à todas as pessoas que contribuíram com a gmcana 
promovida cm prol do Hospital de nossa cidade cida­ 
de. 
Anexo lista de mantimentos doados 
içücar 	56 kg 
Arroz 	76 kg 
Óleo 	32 latas 
Sal 	03 kg 
l•lacarr:io 	38 kg 
Trigo 
Feijão 
Desinfetante 
Detergente 
Bom Ilril 
Sabão cm pó 
ab:lo cm barr.1 
do 
Papel higiênico 
Massa de tomate 
En·ilha 
S:ibonetes 
Fr+!dão 
fkool 
Q-boa 
Pinho 
Saco de lixo 
Lm as de Pro'ccdimenlos 
l.ma cirurgica 
Gases tipo queijo 
Vassour.i 
Rodo 
Recebemos em 03/092.001. 
Beneficiencia Hospitalar de Beta Mista 
22 kg 
20 kg 
78 litros 
-10 unid. 
2-1 unid. 
5 kg e OI caixa fechada 
35 barras e OI pct li:cha- 
17-1 unid. 
OI lata 
03 latas 
37 unid. 
01 pcl. 
02 ex r~-chada e O l uni d. 
02 C'( Ii.-chada e 0l umd. 
02 ex fechada e 0-1 uniu. 
05 umd. 
OI ex 
10 unid. 
10 unid. 
OI unid. 
OI unid. 
, fundado cm 20 de Fevereiro de 1972 
Fundador: lvaldo Pereira 
Diretora-Administrativa: 1:1,ria E.tela V. Pereira 
Diretor Comercial: Victor Hugo Velasquez Pereira 
Diretor•Editor-Chole: haldo Pereira 
Redator: Ubaldino Rodrigues 
COLABORADORES 
Kennu Leite - Caracol 
Sandro Rodrigues - Caracol 
P~,choal Mitidiérl • Bonito 
Geraldo Ferreira (Gegé)- Antônio João 
Redação, Admlnistroçõo e Porque Gráfico 
Avenida Tribuno do Fronteiro, 564 - Belo Visla/MS 
Fone: (0 .. 67] 439-1410 -FAX(O .. 67) 439-1544 
As tamha m!senas J1, ,'lJ ... torsmup ú .. • 
Porto Murtinha tehem mensalmente cestas de alentos. d 
programa Segurança Alimentar, programa adotado pelo 
Governo do Estado, que tem por obtvoombatr a fome e a 
miséria d.as familias mdgenas do mureipu e do l studo 
A coordenadora do Programa de eutança A!mentat 
úc: 1•..,10 lur1111h<1 ~ :t l11ncu•11 ,n.1 d,1 IDJI I RR/. 1 ida 
Medina Ruiz. que foi nomeada pela Primeira Dama do[ «tudo. 
Sra Gilda Maria Gomes dos Santos e pelo Governador do 
Estado. José Oiro Mfwands dos antes, que na oportunidade 
da pose aconselhou-a voé é a nossa tepresentante nests 
programa e fica na sua responsabuhdade a pequisa e a entrega 
desta estas de nl 11111.:nto-,. qut:r,, tr,m,p.u~·m. u 11c,,c J)h.)'. .. !J,llll 1. 
porque dela depende adultos, adolesentes e tangas carente> 
que preersam se alimentar para sobreviver e futuramente 
produzir, este programa não é para fazer politre.a ou ora 
parecida é pata saciar a fome das familias que rc,1l111.'nlc: 
precisam disse o governador /.a do PI 
/ l'gidi.1 no, 1nlonnuu que a111,1l111cnk ~1url1nho recdlé 
cerca de 522 cestas por mê:,.., du qual <>5º'., ln:ncficia ,t ;ir :a 
rur,1I. porque alem J.1> fan11hJ, indígena,. o, colomis d.1 Colón1.1 
C.1chocira e Colónia lnga,cira lambêm ,,io hcncliciad.is. l'or 
oulfl lado tcm a contrapar1id., da Prefeitura de Mfurtinho para 
bt:neliciar mai, familias com cestas de alimentos, na verdade é 
uma parceria nesse programa entre o fatado e município. 
Na ,emana retra,acl.t cm companlua dos prc:fcitos das 
cidade, de Porlo :vlurlinho e de Donilo. crnhlatamos a cntrq,!J 
das cestas nas aldeias "Tomázia","Barro Prelo", "Campina, ... 
"Siio Jo:lo" e "/h es de Uarros". cntreg.1 foi feita pela preícilllr.J 
de Muninho. Nes,a oportunidade a rcporlagem º"' iu o, 
beneficiados a re,peito do programa. O silvícola Francbco pai 
de 5 filhos. úa al<kía "Tom:izia, disse que. ··a cesta que e 
enln:guc par.1 nó, aqui n.1 aldeia é mui10 imporlantc, porquc: cu 
alimrnlo minha familia com <h produtos da cc,ta. o !'°'emador 
Zeca do PT e sua e,po,.1. o Pn:frilo /bel Proença e ,ua equipe 
sabem perfei1a111enté a no,,a necessidade, principalmcnle para 
quem tem lilho, pequenos, que precisam ser bem alimentados. 
an1igamcn1c cu linha que correr o lt:mpo iodo atr:is de dinheiro 
parJ eompr.,r comida par.1 nunha familia. até cheguei de, cndcr 
alguns bcn, para comprar comida para meus filho,. hojc: lenho 
certeza que terei comida todo final de mês. o que ganho 
cconomi,.o para comprar mupas e calçado, parJ minha famll,a". 
O go, crno do Estado com a pr.:íci1ura ad,nou o 
programa de segurança alimentar p::1ra combatcr a fome e a 
miséria daquelas familias que tem J n:nd:t abaixo de meio 
salário minimo e. para constatar esse item a coordenadora 
realiza uma pesquisa minuciosa com as familias carentes para 
c,1.:rc,cr no programa. [m contrapartida os pais de fanulia 
bcndiciada pn.-ci,.,m frc'tjiíentar curso, de atualização realizada 
pela Gerência de ,çào 'iocial do município 
SUCURSAIS . 
Porto Murtinho, Jardim, Caracol, Antônio João e Bonito 
ASSINATURA ANUAL: RS 1 D D 
rerecete te eco destro ce James.CCM t552723232%$9 
J.'>:ç J:l'IV na Cetro c r--..;.:, • Oõ....~r•c1 e-a ll1'....b V::.!.1. l.~l s.Je e r,a f.l.)6 LA"g li 
filiado: ADJORI e ABRAJORI 
cone:erra5ncc« arcc; /3reeer'2nrceca 
rr-~1 • o c....,-:--...x:,c::,.,!=.":'1:CI. ena> cs teor aa3de e& a. ºO'il::i.. 
Pmlcr Judici:irio do [st:u..lo de ;htu Gn>!iO do Sul 
Comarca de Bela Vista 
Edi1:1I de lnt1111:1ç:lo rom pr.110 Ôt' 20 (, ante) di:1, 
O Doutor All'"an<lrc Antunc, da Siha. 1'.1. Jui, de Oirc-ico 
da Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Gro,;,,o do Sul. na 
forma da Lei. ctr .... 
F Z SABER aos quantos o presente Edital lft"nl ou ddc 
conhecimento tiverem, expedido nos autos de I T[KPEL,Ç,O 
n·' 322 21101. rcqucr,Jt1 p••~ '>Ô'.'-.1, ICQl I l. DA ROSA 
l.Sl'l'DL LA cm face Jc l>.RIO J()R(;( 1), CO~ 1  t R­ 
QUL.. cm tr; imte por este Juzo e artorio Judrcral. pelo rm .. -- - 
.!-cnlc [d11.11 t.k l"1t1mJç.lo com Pra10 de 20(vinte) dias. fica de, 1• 
damente INTl:'>1/ 0 o rcqumdo DARIO JORGE DA COSTA 
; IARQL'ES, br.1.,1ciro. scpar.ido. comcmJntc. portador do CPF 
nº 11O.195.651-8i. rc,idcnlc e domic,liado na Rua XV de :So­ 
t'.tllbro. centro, nesta cidade. dos termos da petição de fls. O~' 
03. bc:m como. para abster-se de qualquer modo a proc,da a 
,c:nJJ do imo, el onde- funcionJ o RcstJurante e Lanchonc1e BJI­ 
nl, o·oRO. matriculado sob o n• 5058. no CRI desta cidade. L 
para que ninguém ak-g.ue ignodnci:L foi expedido o prl!Senh: 
Edital, que será afixado na sede deste Juizo e publicado na fomu 
J.1 lei. Dodo c passado nesta cidade e CmnarcJ de Bcb VÍ>l:1. 
Estado de Mato Gro.s!>O do Sul. nos quatro dias do mês de sc:tem- 
bro do ano de dois mil e- um. Eu (Kilson fêlix dl Rosa 
Junior), O .. sn03, o digitei. 
Samir.i Lopc-s 
Dirdor.i dli! C1r1óno as. p ordl!'m do MM Juiz c!-e Din::ito 
1'.fr , f ' 
»' +.t 
n 
n~ne-íicê-nci:t HO!opit.,br tlc Dcl:.1 Vist:i 
ilante:ntdorJ do Hospít:1L Mah:rnid:.1dc... Pcdi:itrb e Ambub~ 
tório 
.. S;io Vicrntc de Paulo" 
Edital_de Com_oca.lo 
A Diri:1oriJ dJ Bc.ndicênd:i Hospit:1IJ.r de Bt.·l:l í.st.1 .. 
CONVOCA extraordinariamente eleições para o Conselho Dite­ 
tor no bimo 2002.2003 excepcionalmente cem inicio de mandato 
cm t de outubm dt: :?. 001 .. 
A e h:içJo ~cr.l no di:i 30 de setembro de :2.00 1, d~ OS 0n ..1., 
1:? 00h, ra sede d:i Benefi n.:ia 
Tcr::lo dii.:1to de votar e ser votados 0s S.J::io::. 
l- ha mas de 06 (6eis) meses, 
l l - que estão em pleno gozo dos diretos oars 
,s ch.1p.1.s C.:, erJo ser registradas na s: -d .. • d:i B~:1cti-.::.Cn n.. 
com antecedência minam de 72h d± data da ele;lo 
Ucl:t 'i 1J -  tS.. !4de se:eabro de 2 T 
B.:n.:ticl:ni:1J 1 lo,p11.tl.!r th.· B:.-b 'blJ 
Murld± Msr:n Pachetu - Presde.te 
Ui'le 
Op 	1 li i e' 
mtTa,4 	da taxa do con li. 
esgoto do {ela Vi±@M{ 
O fornecimento de stios de água esgoto iod 
natureza municipal. podendo ser operados attaede oi 
,.,•.!li ( li pelo próprio mumspro como l'l11 11.I 1  1-
1
.1. 
através de ura autarquia muni1pal 
Portanto. pode a(amara Municipal legislar be 4 
IH 11 .. n.1  1 ":ll) r, H' l  l"-tlr rn ... , .L•.l d 1 !n.:h.11,l ohete Jn 
cutio constante na lei Org.anta 
A extinção da taxa minma de consumo de .ayut t­ 
veste-se de ums medida de extremo alcane social. por 
d:1 111.11:.:iu (..<11?10' orada hoje. onde todos pagam H 
metros ihos idependentemente de haverem ont 
11111..!u ,,u 11 .. te. penata aqui»qtu e pteoe up.111 llllll l"Cl­ 
nomia, bem como aqueles que. por outro motivo, consu­ 
mJ111 tm:no, d,· 1 O melro< u1h1uh. lnn1.1nJo-,;: a,,im um.1 
exigência manifestadamente abusa, proibida pelo o­ 
digo de Defesa do Con,urrnJor. em ,cLI art 39. '. 
Entendemos que a isenção total de custo para aque­ 
les que consomem menos de 03 metros, fere a Constitui­ 
ção Federal. no pnncip10 da í,onornia cnc,inJuo no .irt. 
5''. caput. 
, extinção da taxa de cons,n JÇào de hidrôrnelrt> 
traduz-se numa medida de aspecto legal. pois não t: 
auli:rhd a exata rncuida de tJI manutc::nçJo. numa ,k1er­ 
minada residência, pode o equipamento deteriorar-se mais 
que cm outra. muitn embora totlo, p:,gut:m pela manu­ 
tenção 
Assim. na , ,:rdadc. o fornecedor de água e~lá 
condicionando um st:n iço d<: rn:inutcnçJo de hidrômetro, 
ao da ,t~ua. o qui: 1ambém é, edJdo pelo C DC cm ,cu art. 
391. 
/lim do mJis. o hidrômetro e um c4uiparnento nc- 
.cessário par..1 a, enda do produto cornercialiL.ado. como 
urna bomba de um po,to ti<: g.isolina. de m.mcira tal que 
suJ m;rnutenç:io de, é ,cr reJ!ii.:ida por quem dela se be­ 
ndici:i com.:rcialm<:nlc:. 
.  proibição do cortc tio fomc:cimcnto de:: água pelo 
inadimpkmenlo do con,umidor. tamb.:m encontra respal­ 
do no Código de Dt:fcsa do Consumidor em seu :irt -12. 
que: trata: 
/rt. -12 - Na cobrança d,: d.:bitos. o con,umidor 
inadimplcnti: n:io sera exposto a ritlículo. nem ~t:r.Í sub­ 
metido a qualquer tipo de con,tr:mgimento ou ameaça. 
É claro qut: o corlc tlc fomc.:imcnto dt: água pnl o­ 
ca. um constrangimt:nto .!ll con,um1dnr. per.intc a familia 
e, iL.inho, t: 1razcndo. indtbi, e. risco, dt: saúde p:!.ra o, 
rnorauorc, d:i r<:sid~nci.1. 
O mccanismo kgal tlc ,.: cobrar di, idas . .: atra,,; • 
de ação d..: cobrança ou c~c.:uçào. 
A aprovação da impo,,1bilidadc de corle de agua 
pcln inadi111plcm,:ntü. g~r;io lim da ta.xade reli~ ·iio . .".:r­ 
, iço que se tomará dt:sne<:1.CSsário . 
Assim. ,-ssa comissão decide. pela :ipro'ação com 
as seguintl!S emendas. 
Emenda modilicati,a ao art. 2° 
O art. 2º pa,,-a a ter u si:guinte r.:d:içào: 
An. 2º - O consumo de água será cobrado de: acor­ 
do com a atual t::tbda cm ,;g~ncia pelo SAAE de Bel:i 
Vista. sendo moditicado o sistcm:i dt: cobrança. apenas 
no que se refere ao consumo de O m' a I O m '. n:i mzão de 
RS 0.70 (setenta cent:los) o m'. 
Emt:nda modilicati, a ao art. 3º 
O art. 3° pa,;sa a ter a seguinte:: recbç5o: 
Art. 3º - fica cxtinta a taxa dc con ·cn ação de 
hidrometro 
Emenda modilicati, a ao art. -1º 
O ar. 4° passa il ter a seguinte rcdnçiio: 
Art. -1º • Fica proibido o corté di.: fomccimi.:nto d~ 
águ:i pelo S:AE. por inadimpli:nciu do consumidor. cx­ 
c~tu. ndo-,e o· ca.,os de sentença j udici:il. 
Emcnd:1 modificati,a :io nn. 5" 
O :irt. 5º p:issn a ter a seguink r,•d.1cJo: 
Art. ·•·fica .:xtint:i a taxn de relig;,~o. 
Emcnch modilic:iti,a :io :irt. 6" 
O. n. 6º p.bs>a a ter a si.:guin!c n:daç~o: 
rrl. 6'' • Fica extinta a :obrança diferenciada d±t±sa 
de esgoto entre <.:011:-iwnidl>n:s rc i<l.~nc-i.lis ~ com..:~ci.
11
-:;.. 
Ememb modificativa ao un.7 
Oar. 7"passa a ter a seguinte redação: 
An. 7'' • A taxa de esgoto não po,kr:i ser superior a 
30 (trinta por cento) do ,alor J.1 rnnu m...'rL-<.ll d,: .:_ll.l. 
Emcnd::i modific:iti,:i ,io an. !--' • 
d

J(,ltíit.L TllH!Utl/1. OA í HOtl tl 1HA 	• 
Por uma economia Mais saúde em no 
sem .maquiagens ·Al;;,I', 
1 
!f(lf, 
- 
ssom 
'f· I /JUl / /.MOS 
pesa do efeito prol@to neativo e do impacto 
110 boi 11 dos consumidores, alta omo a dos pt0 
dos derivado de petróleo não cheam a comprometer 
em definitivo a meta de infla ão de até 6 neste ano, 
a levando em conta uma matem de dois pontos 
pc'ILe'l1111,IÍS. 
Rc.iju,t~, Llllllll o do, pr.:ço, de· produto, 
essenciais como gasolina e gás de cozinha, porém, 
voltam a chamar a atenção para a influência das tarifas 
p11hlii:,1, 1111 i;o111purta111cnto d,1 i11llaç:to . 
Mais suscetíveis a pressões inéditas como as que 
se reistram no câmbio, os preços administrados pdu 
ovemo tém papel preponderante na lut.1 p,1r.1 ,h,cgurar 
a estabilidade num amhic:nt,· fr,111c,11n.:ntc- dc,1,1, orá, e!. 
A batalha travada neste momento. i; que levou u 
Jl,111rn C!'11tr11I. ,1 anu11ci,1r  IS) 6 billuk,. ,llc o final 
do ano, na tentativa de pn:,cr, ar a 1110,da. n:lo di, 
respeito apenas ao setor publico, mas ao p,th e aos 
brasileiros. 
levantamento divulgado agora e Florão 
/11.1ti111111 ,t.: /'e111111111 t:conomcad pe), de Não Paulo, 
revela que as tarifas publicas estiio entre o, principais 
re,ponsÚ'eÍS pela inllaç,1o Ju real. 
i'vkdi<lo pt:lo Í11d1«· d,· Preço., 110 Co11111111idor 
(IPC) da Fipe, o custo Je ,i<la entn: julho <le 199-l.: 
junho deste ano. aumentou 9215%. 
Tamb~m u 1/JuE. c,tima que os pm;os públicos 
vão responder pela metade da , ariaçào do Indice de 
Preços ao Consumidor Ampliado (IPC i) . 
O problema se agrava, porque itens como 
comhusti,·cis e meJ1camentos. c;,;trcmamcnte 
suscelÍ'.Ís a , ariaçõcs. que as intervenções do Bunco 
C,·11trnl nJo , i:m conseguindo controlar. 1.:m forte 
inllui:ncia ,obre os Índices Gerais ele Preços, que servem 
para corrigir as tarifas. 
o custo para se preservar a ecouomia 
comi'(// a ficar alto tfemai1, exi;:iudo {lfe//ç1io especial 
de orgt111i:.açües i11tcr11t1cirn111is. 
Em c1111."'lliit'11ci11
1 para cumprir li risca a meta 
de 3,5% de i11[1nçtlo 110 prlíxinu, ann, 011 mesmo de 
5,5° .. s,• for cou~ida11d11 o margem d,• tolaíiucia de ºELDER LE:'--1OS 
t!oi ponto percentuais,ogoverno_teria que' insistir 
e, ate memo._aprofundar uma_real_austeridade. 
lnfcli1111cntc. n,io há outro caminho. para um 
pab que precisa preser ar uma conquista árdua como 
;i da intlação sob controle. do que rigidas politicas: 
!iscai. mnnct.iria e cambial. 
Pressões de caratcr externo e interno. como as 
exercidas sobre o dmbio. pon:m. fazem soar um alerta 
inquietante: o i:usto para manter a estabilidade começa 
a ficar alto demais para p.1iscs cm dcsc11 oh imcnto. 
e,igindo atenção especial por parte dos Ng:rnizações 
A populado cm 
Porto Murt Lo. c­ 
benefiou muto da to a 
111) a proposta de trabalho 
p.,rJ 2 ()() l l'rco, u1uJ,,,. 
p1incip,d111ent •. com ,h 
pessoas mais humildes, 
temos buscado, alem de um1 
aporte mais técnico (nr 
principios da Qualidade 
lotal, conceito modero nos 
gerenciamentos de crio) 
, a btb,a d,· 11111 ,i,tcmJ qu.: 
pc11111ta m.lh conlono a,, 
tratamento dentinio em nos ,J 
com11n,J,1dc. 
[:m termos de 
Odontologia-techt de alta 
tccnolc>t,?Í,1 ) com os 
furmi<l:I ei, a,anço~ 
ternolúgiw,. 1ic,,niclo, no, 
último, temp,h. prdi:ri·n,· 
up1.1r: o ",a f /11.,wno . este 
dc,·c continuar sendo :> 
princip.il foco de nossas 
atenções. 
Pesquisas recentes 
<lcmonslrJm que. no Brmil 
e no fataior. os ~-pecialista.s 
cm odontologia estão 
engajados em várias 
atividades <lc cunho 
cfctivamcntc social . 
N o v o s 
equipamentos. materiais 
hiotecnnlógicos diversos c 
i111crn.1l·ionais. 
1',1nicularmc11te. neste momento . .: o quc se 
constata na Argentina, mergulhada numa crise politi,a 
e ccvnõmica de runrn, 1mpre, isi, eis. e no 13ras1l. 
mobilizado para superar um Juplo impasse como o do 
,,t1.1r eletnco e o do ,:imh10. 
':,•ss,• c,n.irin Ji; múltipla, dili,uldade,. é 
preciso teconhecer a preocupa4o do oco vnu a 
trj1hpar.:ncia. i;, itando tcntaçiks de um passado rt:cenle 
,,,mo a Je segurar o repa!>SC aos preços públ kos. 
l: importante que essa estratégia. colabore 
também. para o esforço Jc se conciliar com extrema 
habilidade. intere,ses assumidos com entidades 
multilaterais com os da própria sociedade. que quer 
manter a i:,tabilidadc. mas com perspectivas de vé-la 
a,sociaJa à prosperidade. à hannonia e às conquistas 
sociais Jitas Je elevada n:kvância . 
Est:i .: a si1uaç5.o de forma clara e objctÍ'a. 
•DR. ELDER LE:1O 
DIRETOR 1'!ÉD1CO Ht PORTO MURTINIIO 
novas técnicas cm 
r ,· 
() prc•, 1111c-,,if11l 
antigos, ainda llf1,HtlY.Jl-.'I 
fas. os on eito 
11t•.1J1("f!lÍOi, u1111pro ,1111: 
ludo deve er feito para 
preservar o dente ' 
( tllno o leitor pode 
perceber, hi uma enorme 
,h,t.:ind.l rntr, o p.,, ,.,elo e o 
prc:,.:nte. 
;-.'o p.1,,Hlo. /lJI) 
muito distante, a odontologia 
estava intrinsecamente hgad.a 
a dor. !,ln podu111u, 
di,tinguir o que era pior. a dor 
Je Jente ou o tratamento que 
c1,1 e,e-cutJJo. cert.m1cnt,·. o 
que deve ter dado origem a 
nprc""'1o ':xtr.llí o mal pela 
raiz .ou seja, retirar de uma 
forma agressiva o agente 
.. culp:i<lo" pda dor : o dente 
bte tipo 
tratamento. criou uma ,.:ric 
de pn:.-conceito~ 
e knJas, que. ainda. 
apa,orJm muitas pessoas 
quando procuram o dentista. 
/ busca para 
melhorar a qualidade do 
1ra1amcn10 eliminando a <lor 
foi uma constante e ainda é. 
conjuntamente a está 
procura, houve uma 
 .. , .1" J .. r, 1 ! 
dos tios ad qt {to 
epot«os aja:le mndiad 
q ..... 4.k_ !u :.,1 1-.1 1..L., 1J 1 
a!nsdo à sade bucal e 
ain«!a, onent± los.alertando­ 
os para a gravidade das 
doeras relacionada a falta 
de cudados com os dente» e 
gengivas. Nisso. 
conscientizamos o cidadão 
ll,1 llllf)OrljJlllJ Ju r,1!0( 
r.umcn1 u111 . J Praenç ,io ' 
í ,n hrc,,:. 
agradecendo a filosofo d 
trJb..1lho du Jornal Tribw111 
da Fronteira . lcntJrl!llllh 
cníoc:ir algum.e, oricn1.:,.:,i<-.. 
ao, lei tore, no bcndie 10 <l.1 
sw própnJ s;iuclc. 
Í l 111a (l-!I"..t preservar 
o, clcnlL-s <lc, e sobrepujar as 
restrições impostas pela vida 
moderna. Reconhcccmm 
que o caminho da cura. 
recuperação e preservação 
dental. seja longo e 
trabalhoso . mas sem <lú, ídJ 
alguma. de, cmos e iremos 
pcr.,cguir e,sa busca. 
Durante muito tempo. falou-se quase. 
cxclusi·amente. na enorme qu:in'ti<lacle dos recursos 
naturais do nosso pais. sem dar quase nenhuma atenção 
ao fato clc que eks não são infinitos. 
lesmo os recursos naturais renová, eis. 
dcpcmkm de um bom .:quilibrio ecológico. do respeito 
à nutun:za. não se clesílorcstanJo mais do que o 
necessúrio e o suporlú'd pelo 
meio amb1c111e. praticando-se uma agriculwra mai, 
racional. 
, biomassa como fonte energética. por exemplo. 
com a utiliLaçào do álcool como combusti,el. depende 
ele cllll a ou irrigação. Quanto aos recursos não 
rcno'á, eis. de, emos raciocinar que possam estar 
acabando. F o easn do petróleo. 
Além disso. a exploração de Jlguns dess.:s 
recursos, seu transporte. seu uso. podem tomar-se catusl 
de poluição. como ,cm acontcccmlo dcma,íad:imente 
no Brasil com esses desastres ecológicos cm nossas 
refinarias dc petróleo. 
Os países que 10:m um projeto nacional o fazem 
sempre com um planejamento L'Slratégico. enxergam 
"longe" no futuro como . por exemplo. os Estudos 
Unidos. 
Os da União Européia. cedo trataram de gar.intir 
suas fontes de recursos naturais. infdizmente. inclusive 
apodcranJo-se de regiões da África. do Orimre .JJio 
e da ..Í.,iu. dur.1ntc o período histórico de expansão 
colonial mais recente: e ainda hoje. conseguem manta 
sob controle. pelo poderio econômico e bélico. países 
que 1iverJ111 acesso à independência formal após a 2ª 
CLÍNICA ODONTOLÓGICA 
Estética Dental - Implantes - Endodontia - Periodontia - Prótese - Cirurgia - Odontcpediatria 
A Noite Atendemos com hora marcada 
Dr. Laucidio V de Barros 
Cirurgião Dentista 
CRO MS 340 
ia±tuularment. 
s!artes oh, 	I 
ht:· .... 1 d ... '- l , 
rste 1' 
epetata de e 	.a 
revolusao 
[em.amos o exemple 
de aluns patente . qas J 
desfrutaram de to o novo 
sistema, alem de temos 
.1111J.1d11 ., 111dl11>r. • r ,l '>-IIJUe 
bue·,,I d,· lclill'/1,:, Jc 
p.1eient.:, recupcr.rnlll, 
tJ•O .. J't:rJ1,'1h··. 
lrt nos A ato-e.t~ta • 
po<le111<h JL'~olo,.1r 11 hrilhu 
no, ollrn, de algurn.h 
cri.inç;i., e idoso,. 
M,b. e muito pou ·u. 
queremos mais para Porto 
1urtinho SCJrdi:r.:Cntia. for 
o que .i Odontologia atual.j:'i 
po<l.: fa,er por seus 
n~,e,sit..1clo,. h.,c é o nos<,<> 
caminlm ! 
Dra ADRIA:'s/ :1-1/JITT:"<J') 
Cirurgiã-Dentista em 
Porto :'1urtinho 
Guerra ,tundial. 
Quem não faz plan.:pmento. nem 1cm Yisiio do 
futuro. não tem poderio econômico nem hi:lico. ficou 
para Irás: e esse é o nosso caso. 
O Brudl. só muito recentemente . .icorclou para 
essa realidade. lndependente da atual crise (qut: o 
Governo confcssadamcntt: não pre, iu).t: já pensa 
insi;tcntemt:nll! em poupar água. energia elitríca. 
pctrúlco. ou ainda. fazer ou con,en ar resen as 
consideradas estratégicas. 
O abandono <lo l'roúlrnul i uma pâgin:i m:g.r:i. 
que ignorou o planejamento e os imt:stimentos desse 
setor no, anos 70-80. 
1 devastação ,1s1em:í1ic:i ela Ffort!SfU 
Ama:,inica. ela ,/ma .t1/u111icu. o dc,matamento da., 
nascentes e cur.;os dos rios. a agressão desmedida ao nosso 
litoral (um recurso natur.11 pJr.i o turi mo. pdo m::nos). a 
falta de s:rneamento e fiscalização. que transforma rios. 
lagos, canais. em verdadeiros esgotos e depósitos de fezes 
a cc:u abcrt,,. e tamtxm. em li:-.cirJS e dcstino de rejeitos 
tó,icos: tudo isso nos empurra inexoravel mente. pa.ra uma 
era de õc:l'.>sez. ou no mínimo de menor abundância. 
O alto indice de racionamento de energia. atingido 
.:m um mc:s d.: funcionamento do plano que o governo 
decretou é uma pro, a de que a população est:í con ciente 
do fim da abundincia e pronta. para levar uma, icb mais 
condizente com a t:scassez crescente dt:sses rccursos • 
naturais. 
O plano podcria ser muito mais suport:í,eL e com 
resultados que não comprometessem tanto o desempenho 
econômico. sco poder público tivesse acordado mais cedo, 
ou'indo o que especialista fa!Jm h:í alguns anos e 
in,cstinclo mais na produç5o e transmissão da energia. 
Hoje é a ent:rgia que falta: amanhã ,cr.í. a :íguJ. o 
combusti,el. etc. O Brasil sabe que só ser:i um pai 
próspero se ti, cr um projeto nacional. planej:ir e en.xer:;...ar 
longe: mas os poderes públicos. o politi.::os em geral. nJo 
:ijud:im. prcfrrind0 fazer politi a p,:l.1 simples política. 
Muitos comem:irios podem ser ou, ido ... 
E."::mplo:o Gn'crno Fedcr.il di.t que tem um Pla,:o 
de Revitalização 1-/itlrn-.Jmbi,,ntal para o Rio Silo 
Fr.m ·i.,co. que r.:soh·eri:i pdo m.:nos os problemas de 
energia. navegação fluvial. pesca de boa parte do nosso 
'.:ordc5tc. 
Tem m.: mo? Isso saira ds pranchetas ? 
Ê preciso pcns:ir.: ;i,;ir r:ipido ! 
Rua Ten. Bernardes, 447 - Centro - Jardim 	Mato Grosso do Sul 
Fone:{0**67) 251-3940 - CEP 79240-000 
• DR. ELDER LE!OS 
DIRETOR '!l"D!CO F.:'-1 PORTO tLTRTCHO

.H, 	--·------ 
l dop ta aval+t a 
e+ta hmn ao los da 
t dote atentado de ontem) 
no {tudos l n.dos ou an­ 
tecipar a mamtude de ums 
pose} retala,ão norte­ 
MteII«ata tonta tus ai­ 
da desconhecidos autores, 
mas não hi duvida de que 
we trata de um l'. clllll hi,tú­ 
co, upa» t€percussões " 
farão sentir ao longo dos 
próximos anos. 
Por enquanto, tudo 
são especulações. hipóteses 
mais ou menos criveis em 
torno de um episódio ele 
mc,11H1 inacrcd11:ível. / 
uniea certeza é a de que este 
terá ido o maior atentado 
terrorista da hi,tória. 
As desconfianças re­ 
caem sobre rupos extn:­ 
mistas islâmicos. E bastan­ 
tc ,c·rossimil que o 
urquitcrrorista Osama Bin 
l.ackn, milion:írio saudita 
que se beneficia de 
acobertamento por parte do 
atual governo do 
/fcganistJo. esteja por tr.ís 
de um ataqm: dessa envcr­ 
adura. E um dos poucos 
com fl.'.CUr-,os e arrojo para 
tanto. 
!las ,·ak recordar 
que cm 1 ')<JS. quando ocor­ 
n:u o alentado de Oklahoma 
City, árabes também fn:­ 
qucnt.uam a primeira linha 
de suspeitos. O autor do cri­ 
me, contudo, era cidadão 
mlrtc'-amcncano. brando e 
condecorado na Guerr.1 do 
Golfo. 
Até os l·sta,los Uni­ 
dos se julgavam lcmtório 
imunl'. ,'t ameaça terrorista. 
Os grupos extremistas pre­ 
teriam ,1tu:1r mais perto de 
,uas ha,es. no Oriente Mé­ 
Jio e n.1 Eurupa O colapso 
do comuni,mo e o lim da 
Gucrr,1 Fria. pt>r~m. filcram 
dos Estados Unidos a üni­ 
ca supcrpol~ncia. Comcrtc­ 
r.,m aquele pais na imagem 
cio "st,1111 quo" e. portanto, 
no íl'.>jXltb.J cl. rcal ou sim­ 
bólico. por tudo o que há de 
errado no mundo. 
: tr.1gcJ1;1 que , l'.111 
ocupando as atenções do 
planeta coloc:11.la cm ,-,1- 
mos drarn:iticos alguns do, 
OPINIÃO 
.. 
. . 
problemas da ordem intcr­ 
nac iona l caracterizada 
como "globaliz~1ção". Com 
o dcsaparl'.c1mcnto de alter­ 
nati, as conccnuais ao mo­ 
ddo ocidental capitaneado 
pelo, Estaclos Unidos. as 
mani fi:staçõcs dc antago­ 
nismo tendem a assumir o 
aspecto irracional e descs­ 
pcrado que marcou a catâ.,­ 
trofc 
1' um mundo domina­ 
do por um único pólo de 
poder econômico e militar, 
o mconfomlisrno fi:m1cnta­ 
do pela miséria. pela cxclu­ 
s:io e pelo fanatismo rdigi­ 
oso tende a se fragmentar 
cm grupüs aguerridos. mas 
politicamente irresponsd­ 
, eis. que não se consideram 
comprometido, com nada 
csccto ,cu próprio ddirio 
apocalnico. 
O comportamento 
politico dos Estado: Uni­ 
dos. pouco scnsi, d às 
Jistorçôcs internacionais 
CIóvis Rossi 
'ão Paulo - Já s..:ria 
suficiente o choque pela 
enorme quantidade de viti­ 
m.1. dos atentados pcrp.:tra­ 
dos nos Estados Unidos. 
'.l:lsack somou-se o 
fato de qu..: o impi:rio foi 
golpeado no ~cu coraçào. 
Tirando .i Casa Br.mca. tal­ 
vez não haja dois simbolos 
mais expressivos do pode­ 
rio milit:1rl'.cconõmico nor­ 
te-americano cio quc o 
Pentagono e o \'ord Tradc 
Centcr. 
Para fechar o circulo 
da imensa tragédia. hi a fra­ 
se l(Ut: ::i Folh:i llUviu do ge­ 
neral da reserva Julius W. 
Becton Jr. pesquisador do 
CSIS (Centro par.t Estudos 
Estratégicos e Internacio­ 
nais, de Washington) 
agravadas pda 
liberalização geral dos mer­ 
cados e às reivindicações 
dos países mais pobres, exi­ 
be agora suas 
consequências não de todo 
imprevisiveis, embora nin­ 
guém esperasse impacto tJo 
espetacular. É óbvio que os 
atentados colocam seus au­ 
tores fora do :imbito de.: 
qualquer convívio civiliza­ 
do e que eles dcv.:m pagar 
pela carntficina que sua 
ação produziu. Mas não se 
pode ignorar que os Estados 
Unidos não têm contribuí­ 
do para reduzir o nin:l dc.: 
tensão mundial. 
É evidente qu,: a açJo 
lança o mundo num perío­ 
do de incertezas. Temc-s,: 
que um go,crnante como 
George V. Bush - tido por 
de,-prcparado para o posto. 
cuja a,censào ao poder foi 
m:micwda por vícios de ori­ 
gen eleitoral c.: que se as­ 
senta sobre interesses de 
"I.:.st..1n1us l!n1 gul.!rr..L 
ma, não sabemos ainda 
quem e.: o inimigo", afirma 
o especialista. 
Qu:mdo não se sabe 
quem .:: o inimigo. todos 
passam automaticamente à 
lista ele susp..:itos.. cmbora 
tenha ha, iJo a maior cau­ 
tela em evitar apontar o· 
dedo para o tcrrorismo mu­ 
çulm:1110. o suspeito habitu­ 
al ne sas ocasiões. 
Do ponto de vista es­ 
tratcgico. o drama só foz au­ 
mcnt:ir qu;mdo se pensa na 
virtu,11 inutilidade do anse­ 
nal norte-americano. mes­ 
mo quando for a ele acres­ 
centado o c-scudo de misseis 
batizado de "guerr:i nas cs­ 
trcl:Js··. 
Par..1 que Sf.:!'r'C111 as 
armas convencionais e 
mesmo as mais modernas 
quando. como diz Becton, 
o pais ncm sequer sabe 
quem é o inimigo? 
A verdade é que os 
Estados Un_idos não tive­ 
ram tempo para rewr a sua 
estratégia de defesa e ata­ 
que. voltada para um inimi­ 
go certo e sabido (a União 
oviética. talvez a China). 
Ganharam essa guerra. 
Enfrentam agora um 
combate muito mais cruel. 
porquc contra um inimigo 
sem rosto. que não hesita 
cm atacar civis (porquc 
abe que a rc.:tali:iç:ío é mais 
dificil). 
Nessa nova guerra. 
bastn um punhado dt: gcntc 
disposta a matar e a morrer 
ao mesmo tempo para cau­ 
sar mais danos do que ja­ 
mais teria sido capaz o 
Exércitó Vermelho. 
'. 
 
grandes corpor..1ções priva­ 
das - utilize o episódio para 
dellagrar uma igualdade ir­ 
racional caça às bruxas ca­ 
paz de dcsviar atenções, 
mobilizar o scmpn: dispo­ 
nível chauvinismo norte­ 
americano e gah-anizar 
apoios que lhe faltam. 
Os atentados consti­ 
tuem uma declaração de 
guerra, mas não há exata­ 
mente um Estado inimigo 
contra o qual a Casa Bran­ 
ca possa desferir um contra­ 
ataquc. / ação criminosa 
tomou subitamente inócua 
a idéia. ressuscitada pelo 
go, cmo Bush. de construir 
um cscudo protetor contra 
armas nuclearl'.s formado 
por satélites. O suposto as­ 
pecto étnico do c.:pisódio 
tendc a fomentar atos de 
racismo por toda parte:. 
Tudo indica que o 
mundo mudou. e para pior. 
o P 1, 1 A O 
Ataque odi so 
te !tatuto 	touou à l 
Acomosdo que temi onta do pars n4p , 
bana«d do Brasil De mugabwete. acompanhe, o t 
ty A,lham, as tardaras 
dos diplomatas que aqut ir ••• 1 • • • ' . > .• , 
da destruição do Wr!d Irade enter e do ataqus aT' 
Informa+s descentradas mencionavam mats ato 
trados a ameaça immnte a outros alvos na aptal, nrs 
quais podena estar a residna do ve-presidente ameris­ 
Dck henney. situada a 20) metros da embarada O ór, 
públicos federais foram fechados, as como os hopp 
ccnters. os bareseosaeroportos, De mha janela. vuptssafe 
dezenas de pessoas que voltavam pata tuas asas a pe. de ter­ 
ma a evtat os congestionamentos e os transportes olties 
,o ovo do dia, tinha matado almoo de trabalho 
Pentagono, com o subsecretario de Delesa para Assuntos de 
Hemisfério Ocidental, Rogelio Prado Mauer. O atentado ai 
ocorreu por volta das 9h30 	. 
A atcnçJo da embaixada esteve, desde o primeiro mo 
mento, voltada para a situação dos brasileiros moradores de 
Wa,h,ngton e. Clll C:pCciJI. de t-.o, a York cidade que w11,en­ 
tra mais de 200 mil compatriotas. As noticias nesta capital do 
fdizmentc boas :--:cnhumJ, itima ou ferido identificados ate o 
momento. bti, e em contato. durante boa parte da manhã. com 
functon.uio, do Consulado Geral do Brasil em Nova York e 
sei que as chances de que brasileiros tenham sido vitimas de»­ 
sa a2ressão absurda são reais naquela cidade. !o mnmcnto cm 
que escrevo essas linhas. funcionários da embaixada e do cc•n­ 
sulado cm NOa York trabJlham corn afinco no apoio ao, hrJ• 
silciro, que. como mtlhôc, de outra;, pc,,oas. americana, ou 
estrangeiras, foram presas nesse turbilhão. Determinei que fosse 
c,tabclccido um l'>quemJ de pla111.)o pt:nnancntc de funcion:,. 
rios. dt: forma a poder atender. cm qualquer hor;irio. u, hra'1· 
lciros em necessidade. 
lant,,c. 11.!uêllmcnrc. dumntc todo o dia. cuntJto com a 
Presidência da Republica. o Itamaraty e o Ministério da Defe­ 
sa em Brasilia, que acompanh::1ram cm detalhe os acontecimn­ 
tos desse dia funesto 
Os Estados L'nidos. e com ele, o mundo inteiro. ,i,c­ 
ram neste dia uma tragédia sem pn,.--ccdcntc.:s. A ind1gi1Jtrào frcn• 
te à brutalidade dos atentado, cometidos não se pode lradunr 
em palavras. Suas conseqüências, ainda imprevisíveis. pode­ 
rão determinar o inicio de uma no, a elapa nJ política C.ttmJ 
dos Estados Unidos. e um consequente divisor de aguas te 
campo da') rclaçõc'.), inten1acionai'>. 
O momento. cntn:.tanto. não é para C')pt:cu!Jçõc:~ ~ ~1m 
para a con,1cmaçào e: a solidariedade. O go, cmo l,ra,ikm>. 
atra, é, de nota oficial e dt: carta do prc,idcntc Fernando 
l!enrique Cardo><>. transmitiu ao presidente George W. Bush 
os sentimentos que, nll dia de hOJC. ocupam. c,wu e<:rto. o, 
corações de todo, os brasileiro,. O 13ra.,il condena ,ecmcTTlc· 
mente todo e qualquer ato tc:rrorr,1.1. e bmcnla profundJm~nt< 
que o ódio de alg.uns poucos tenha causado tanta dor e soft­ 
mento. 
Como embaixador do Brasil em Washington, estou pro­ 
curando assistir os brasileiros aqui residentes e manter as auto 
ridades em Hrasilia permanentemente informadas sobre a eo­ 
ação dessa tragédia. 
Rubens A. Barbosa. 62.d1ploma1:1.. e embaixador do BrJ.Sd r.os ELA- 
(Folha de . Paulo) 
OPINIÃO 
uma moda comprimida 
Fernando Rodrigues 
Brasília - Os profes­ 
sores da Universidade Na­ 
cional de Defc.:sa dos Est.:1- 
dos Unidos. em Washing­ 
ton. a mcnos de 2 km de li­ 
nha reta do Pent:igono. ain­ 
da estavam procurando en­ 
tender o quc sc passava. 
Foram todos a uma 
sala grande com um td:io 
para assistir às repetições 
do acidente de Nova York. 
"Proícssor. o que e Jquc.:la 
fumaça?", perguntou uma 
das . estudantes. Era o 
Pcnt:igono em ch:i.mas por 
causa da queda de mais um 
ai5o? 
Quem descreve as 
cenas acima ..' Thomaz 
Gucdes da Costa. cienti t:i 
politico b:rasikiro. do Cen­ 
tro de Estudos 
l lemisf.:ricos de Defesa da 
Universidade Nacional de 
Dc.:fcsa. 
Eis uma impressão 
coletada por Thomaz. tal­ 
vez o especialista militar 
brJ..Sileiro ma.is atualizado 
sobre assuntos norte-ameri­ 
canos: 
"Houve muita surpre­ 
sa e perpkxidadc. Na hora 
do almoço. a imprcss;io dos 
militares cra a de que esses 
atentados marcam o fim do 
período pós-Guerra Friu.. 
Haverá uma mudança de 
paradigma. O pais ui se 
mobilizar. l lawr:i um es­ 
forço gigantesco para com­ 
bater o terrorismo. Nenhum 
p:iis ali:ido fic:ir.i imune a 
entrar ncs. :i oper:tç:lo". 
O que isso significa? 
É difícil diz.cr. '.1:t.; o Br.1- 
siL em algum momento. 
de,·c:r:i ser convidado a fa- 
zer algo mais do qu~ :ipt:-­ 
nas cm iar uma cana de so· 
lid:uiedadc, como a de FH 
a George W. Bush. 
"Estamos num mo 
mento cm quc a mola es:­ 
scndo comprimida. L'rr:J 
hora. ela pul:i.. Ha, er:i =·J 
gr.ind-, of.:nsiv:i n:i for:-r:J 
de uma operzç3e 
antiterrorismo". Ji? 
Thomaz. 
É ób, io qut: o gover­ 
no norte-americano de­ 
intuir quc o ataque ,ir:,i,, .. 
liza. dc.: :ilguma fom:J. ,. 
dcscontcnt:J.Im:nw pb1:::.'r 
rio com o atual modelo ' 
ci,iliuç:ío. 
Mas é improvi' 
uma autocritica i:mq..:;· (1 
mais lógico 
é que. ali:m de imp r ,, <­ 
modelo económico. ±ge' 
os EL;A tambc'm .::xij.1:11 J: 
p:i.ises como o Brs! 
engajamento maior nu !w' 
contra o terrorismo. 
I' 
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Ir 
b 
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li 
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ce 
cu 
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tu 
po, 
m:..:

Jr,, 1111 l ltli!IJI / DA f fa,•jífJ'~A 	• PORTO MURTINHO 
1• o r< r o 
O Pi t, 1 A O 
1- 
' 
" 
,, 
•· 
Terminal de Mortinho Pessoas em 
dose dupla 
ampliará cargas 	ºil íll lZ I l ;<J 
" 
,. 
'· 
CJ l'1111t1 ,k 
Murtmnh», que atualmente 
11101 i111,111., 11)0 mil tonc­ 
dadas de carga (principal­ 
IU<'lli<' p1 o,h110, •l!!I kol,hl. 
deverá estar operando em 
dezembro a pknu apor, 
,llint!i11du -100 11111 lnncl,1- 
das de produtos. A previ­ 
são é do coordenador de 
htutlo, ,k lnh,1-l·strutu­ 
ta Portuária, da Secretara 
de Habitação e Intra-Is- 
11utur.1. l·ern1i,11111 '.iu,111. 
ljlll' d.:,lacnu qu, o ter­ 
nal está sendo tetotm.do, 
,: ai;or.1 Clllll,1 l'.<1111 ,1 ,lUllll• 
ni,t,,1çào <la /gênc1.1 l'or­ 
ll1,1ri.1 Jc Porto Murtinho. 
, agência foi cri,1d.1 
rc·ccntc111ent,: pelo Con­ 
sorclll Pnrtu.irio d, 
lurtlllho (Conport) - ven­ 
ccdor da lic11açào do tcr­ 
minal portuário - e111 uni;1o 
com outra, quatro empn:­ 
sas e proprietários e áreas 
em torno do local. Co111 a 
parceria. ,1 :in:.1 do por10 
foi l"'l.pamlid.1 para 6-1 h.:c­ 
tares de terras, incluindo­ 
se ai o compk,o Jn trans­ 
lwrdo J.: ,;arg,1s.: dois ar­ 
mazéns com capacidade 
total de 2-1.8 mil toneladas 
ú.: grão, 
, 1101 a .:mprcs.1 j;"t 
OPINIÃO 
©~®ffi1□IlD□ílã«lade é a arma 
,lítlia impr,•11a,; co11~iderntla 11 de maior r,•tonro i111tit11cio11al 110 Bmsil 
A credibilidade dos jor­ 
nais não c apenas o seu pnner­ 
pal ativo, mas tambema garan­ 
ti.11..k umna boa lucrativa pari­ 
cipuçlo nos novos meios de co­ 
l1lll11ICJ1;J.o. muito ~,lcrn l.b, JX}­ 
ginas de papel, nas telas das 
televisões dgitats e trs dos 
computadones, cada vez mais 
velotes nos pesautentos de 
dados, voz e imagem 
A realidade toi compro­ 
vada no 3'(congresso Bnasiler­ 
to de Jomal. ealz.ado no Rio 
hquidou divida total de 
JC '.! 11111l1õt") qu,: o (jo­ 
erno do Estado tinha 
com a Egelte. empresa 
qu,: 1111ciou as obras do 
terminal. Segundo 
Y,Hton, '" docu111c·11to, 
rl'i"a.:nk~ Jo p.1g,1111.:1110 
dessa divida com a 
1:mpreiteir.1 jú lor,1111 ,·11- 
ca111inh.1uo, ú Secretaria 
de Estado de Receita e 
Conlrok e ao I rib11n<1l d,: 
Contas do l·,1aJo. () Cllor­ 
Lknador <l,·si.1,.11111.: n por­ 
to, que a realiza operações 
,k 1r.111,1111rll' 111h:n11ocJal 
na região deverá movi­ 
mentar -100 mil toneladas 
<le carga p.:la l lidrov1a 
Paraguai-l'ar.inà. Ele des­ 
taca que o 1em1inal já dis­ 
pôe de pane de embarque 
e <l.:,cmharque d, merca­ 
dorias e dois armazéns. 
cada um com capacidade 
para estocar 12 mil tone­ 
ladas de produtores. 
/, obras de 
comrkmcntaçào estão cm 
andamento. com a limpc­ 
n. c c.:rcamento do local. 
cr.i construido ainda mais 
um arma,.:m. com capac1- 
dad.: instalada para r.:ce­ 
bcr. 110 total. 12 mil tone­ 
ladas de grãos. 
de Janeiro pela Associação 
1'.Jcional de Jornais (iNJ). 
Confonne "-' J;llaaçO.:s dos c-s­ 
pecialistas, os intemautas estão 
entre aqueles que identificam o 
meio joral como o veiculo de 
comun1caç;lo de maior 
m'lhhiliJadc. 
~i:gundo informaçôc:, 
os intemautas quando querem 
~ :ipruli.uH..!Jr c:m algun_, a..,,un­ 
l(h pc .. ...c-JJo:-, i:,n alh=,urb<lo::i. inú­ 
meros sites da intemet, ele pe­ 
gam um inm.il p.,r.1 ler. 
"A presido é de que 
(HTil'.íllt.' c..·,h.: uno ,1 ,1
1
·~n("i.1 
im i,ta I< 1.5 11111!Ju der.:­ 
cursos na reestruturado do 
Porto t!c Mfurmnho".O valor 
total dos investimentos será 
d,: R • 3 mlhões. a er dis­ 
tribuido num periodo de .J 
-1 ano,. 
/ igc11ci.1 l'ortu,íri.1 
de Porto Murinho terá au­ 
torização para realizar todos 
os Serviços de transporte 
hiJ1oviúrio. 
llhtúricu 
,O , ·.,11p11r1. , cnc.:dnr 
dJ 11c11.1çJo pJr,1 a .:,plora­ 
ão do terminal de transbor­ 
cJo dc Porto ~lurtinho. é li­ 
d..:ratlo pdo grupo 
paranJcns.: F. Jndrcis e pe­ 
las Cinco Bacias. que já ope­ 
ra um tcm1inal cm L:iúário. 
na frontdr.1 com a Bolivia. 
Pelo contrato de concessão 
linnado com o Governo, o 
gnipo que vai explorar eco­ 
nomicamente o tcnninal p::i­ 
gará. J titulo d.: outorga. RS 
l .02 por tonelada movimen­ 
tada no primeiro ano <lc con­ 
cessão. 
Saiba mais 
Potencial econômico da 
hidrovia 1,8 milhão 
d.: tondadas. Est.: é o 
1 olum,: médio de cargas 
l
1
m dado interessante é em re­ 
laç:)o :1 cdiç-Jo i111c~r.11l:I online 
do ':,li. ln-el .Journal. 
O nUmrro de assinantes 
de internet, que pagam mensa­ 
lidade, saltou de 265 mil cm 
1998, para 375 mil cm 2000 
O s assinantes fizeram a 
receita do online do Wall S1n:c1 
JoumJ) ,aar dé USS 17.~ m,­ 
ll1<k, cm 1998. parJ USS J0.9 
milhôe, em 1 'l99 e USS 50.1 
milhões em 2000. 
l'm.t ~,ubl!rànciJ qut: 
tranport.adas pela hdro,a 
Paraná-Paraguai ao ano. 
pN '.l.110 Gni-· ,, J,, :,,ui.  
m.11or p.111.: du, produtt>·, 
(grãos de minerios) saem 
do Porto de Ladito. 
c,t11n.1111 .1 d.a, ,·111- 
presas integrantes do 
(Conport é de que sejam 
111011ml.'11l.1d:i, a [)Jr11r d,· 
200:!. no crrni n.11 d.: 
Murtinho. 
-100 mil londa1lu, 
d.: m.:rc,1dor1a,. 
corno .1ç11car. gr:io. tngo. 
l"IIJ1ClllO e combustiel 
U cu,to do 1re1e 
hidr<1, i::írio é <lc l 'S 1-1 
dúlarn por tom:la<la no 
tramportc feito <lo porto d, 
Murtinho até o termmal d.: 
Nova Palmira, no Uruguai. 
Jj o ftet.: cobrado 
pelo lransport.: rodoviário 
de urna tonelada cJ.: grã°os. 
de Dourados ao pono de 
Par.inaguá (PR). no pico da 
safr.i sairia por 3-1 dú­ 
lares. 
Nas contas a econo­ 
mia que o .:xporuidor pode­ 
ria ter com o transporte 
hidro'iário seria d.: US 20 
dólares, com a entrada cm 
operação do porto de 
ilurtinho a partir de dezem­ 
bro. 
os -ornais 
tem a ,cr com credibilidJdc 
de que o jomal desfruta no 
meio empresarial americano 
e entre aqueles leitores inte­ 
ft.'.S>Jdos t:m a5suntos 1.."Conõ-­ 
m,cos. 
Na pesquisa, 47% dos 
entrevistados disseram que o 
jornal tem credibilidade, 10% 
<lis.s..:ram que nlo h:m Do) 
cntrt:, istados.. 41 ° º um cur­ 
"° ~upcrior. 46° o g;,nha ue l O 
a :!O salarios minímo.:; e ..S lºo 
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conquistados a ada da 
Raras es. porém, tantas ores, t!use 4s 
Jo, mars tenomadosp quu dotes inter .. ,t,.l ,n ,:, t' 
rueram op tual veemenia. contra uma nu±a!ta 
...:orno .. 1 anunciada pelo medo italiano. Seerno 
{rtinor que prevê o primeiro clone l111111Jn,>. 1-• r,,r.1 
o ,1110 2 002 
'.',1o se trata apenas. de obye0es sobre a p.1r1c: 
rL·l1e(1th1. filo,ú!ic.1 011 111l11-..d. 111.1, ,im. ,u,t,·ntJdJ~. 
sobretudo, numa questão objetiva: a t,.:nt1..J. ,llll,i. JI 
levar alguns anos para ser dominada plenamente. 
Por i,,o. o período dei n1.1 ,,r melhor 
aproveitado tlez para a definição de padrões 
mimos dc cl Is Ho+ «+e 
o confim,atem sua intenção, numa entrevista 
r.:ali,.ada em llu1'1111;tto11 /.,tucfo, L111du.1, u Dr. 
,lnfinon. 4ue tJmbém .: dono de uma Clínica <le 
Fertilidad.:. t:m Romu e o 11orte-a111cricano. Pu,wr 
ZuwH. da nversidade do A.,•11t11cÁJ. a;segurar.11n que 
seu interesse. ;eria "apenas ajudar casais ínfi:rteis. qut: 
já exaurirJm to<l.is a, outras pos;ihdidades". 
Tt:cnicam.:ntc por~m. cumpre n:s;altar qut: a 
técnica n5o está Jinda. sulicícntcmente desenvolvida 
, sendo que :ilgun, .:spcci.ilista, no a,,unto. como o 
professor Frunc11co Sul=uno. do D,partamento de 
Genética llurnJna da lJnivcr,i<lade Fed.:ral do Rio 
Grande do Sul. afirmam que tal experiência no 
momento seja uma grande "h:m.:ridadc''. 
A famosa ovelha escocesa. Dol(L foi resultado 
de uma cenll:na de tentati,·as com elevado número d.: 
erros. aborto~ e deformaçõe, dtl't:rsas. 
O própr10 médico italiano. reconhece que a 
situação tenúerj J se n:p.:tir na clonagemJrnmana.  isto 
qu.:. apenas trés em cada de.i: embriões. terào 
<l.:senrnh i111.:n10 sadio. 
Em con~.:qü.:ncia. a intcnçfo de apressar a 
p.:squi;a n.:sta :irea. ameaça pr.:judicar conquistas 
humanitárias. como a cham:i<la Clo11u)!.t'lfl Terapi!11ticu. 
que s.: , ak da mesma técnica para a rcgt:neração de 
órl!5os e tecidos danificados. 
.. Ao mesmo tempo. contribui para n:forçar 
posicionamentos r.:lrógados como os que começam a 
surgir nos Estados Unidos. oncJe a técnica  cm se 
transformando em ah-o <le ataques inteiramentt: 
descabidos. 
Seria lament:ivcl se. no afã de chegan:m na 
frente anto mesmo que s.:jam assegurados 
pressupostos biológicos hasicos. os próprios 
pesquisadon:s ,e encarregassem de colocar em risco. 
not:Í eis avanços registrados na án:a da bio1ccnologia. 
lesmo um dos argum.:nto, mais freqüent.:s. 
dentre os usados pura justificar o atropelo na pcsquis:i.. é 
inconsistente: o de :ic.:nar com a realização do sonho de 
casais .:stén:is. 
Questõt:s p:ira as quais. talvez. tenhamos 
altemativas mais simples t: att: !ou, áveis. como a adoção. 
n:io de, .:mjustilicar a pressa na clonagem. área que não 
tem por que st:r considerad:i prioritária neste momento 
da história humana. 
DR. LEMOS 
DIRETOR ilÉDICO E.I PORTO ilLlTTI:NHO 
ESCREVE REGliLAR.'.IE1'TE PARA ESTA 
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JO(<tl/L TJllf!l;t lf Oi FHotlT[ lnA 	• CARACOL 
l mesão urdiria realiza!a no limo d+04(0901. 
o vereador GALDN Y LI IE (Ne) apre sentou várias 
reivindisoes endereçadas ao Sr refeito Murpal. são 
lntormação quam.o ao aarmtdó de d beiro 
Público n.as contas da Prefeítllra MuniciUal 
Hequeito a Mesa ouvido o Colendo Plenário, na sua 
tona Reimental. para que após ser ouvido, di utido e apro­ 
vado, seja encaminhado em expedente ao Em" Sr_Prefi­ 
to _Municipal de Caracol solicitando informações quanto 
,til ae111m;l11 de dinheiro público nas contas da Prefeitura 
Mu11í1 ipal. ncú,1111!0 c tc 11.1 ordem RS- 1.091.619.11 (l,um 
mlhio, noventa e 11111 mil seiscentos e dezenove reais e onze 
centavos) conforme cópia do balancete enviado a esta Casa 
sem contar o balancete de Agosto/0l que ainda n.1o po,,ui­ 
mo, .. haja vista os motivos quc seguem. 
.lustifirntil':t 
Justilico que h:í urn ncúmulo incxplic:i,cl de dinheiro 
público na~ contas da Prd'citurn Municipal conforme 
b:ibnc~tc e nno há nenhuma obra, sendo que o Município de 
<:ar:1col é carente de obras e qu.: a lei dt:t.:mnna que quamJo 
t1à acúmulo tk dinheiro público. tal verba deve ser nnlicada 
em obras pelo menos de dois cm dois mers 
lntonnações em relaçao aos ve1cmos: Gol de cor 
cinza e uno de cor branca 
Requeiro a Mesa ouvido o Colcndo Plenário. na sua 
fomm Rcg,imcntal. para que após serouvido, discutido e apro­ 
vado, seja encaminhado cm expediente ao Exmº Sr. Prefei­ 
to Munidpnl de Caracol, solicitando infonnaçào domes­ 
mo se os veículos Gol cor cinz.a usado pelo sr. Prefeito e o 
veículo Uno cor hr.mca US.'.ldo pelo sr. Secretário de Finanças 
s:io de propriedade particular dos mesmos ou são vckulos 
locados pela Municipalid:uk. haja vista os motivos que se­ 
guem. 
Justificativa 
Justifit-o que se caso os mencionados veículos fon:111 
locados pelo Executivo Municipal,os mesmos também após 
o seu uso dcvcr.io ficar no pátio da Prdeitura Municipal de 
Caracol. coisa qrn: não aconteceria se os mesmos fossem de 
pmpris'()ade panicular. logo. solicitamos infom1açõcs. 
EXecutar o patrolamento da estrada que passa ao 
lado da Chácara do Sr. Milton Balbuena 
Requeiro a Mesa ouvido o Colcndo Plenário, na sua 
fonna lkgimental, para que após ser ouvido. discutido e apm­ 
vndo. seja cncnminhado cm expt.'Xlientc ao Exmº. r. !'refei­ 
to ilunicipal dr Canicol.. solicitando do mesmo ordenar a 
Sccn:tana de Obras do município executar pall'Olamento da 
estrada que pa.ssa ao lado da Chácara do Sr. 'ilton Balbucna. 
tendo cm ,ista os motivos que seguem. 	• 
PORTO MURTtNHO 
Justifiatia 
Jutho que em outra oprtu 
da,o para abertura daquela mute tetrals de uma nlr+ 
existia no local, endo que a mencionada ir@batotmeha 
tamente tetrada mas a estrada no for p atrelada, d.s a ne 
idade de que a Secretaria de Obras resolva o problema 
Retirada do arei c colocação d:e casca .. os.. 
Requeiro a Mesa ouvido o Colendo P!en.no, 11 t ! 
fonna Regimental. para que após ser ou ido. dis utdoe apro­ 
vado, veja encaminhado em expediente ao Fm Sr._Prfi­ 
(u Municipal de _Caracol. solicitando do mesmo ordenar a 
Secretaria de Obras do muniipio fazer a retirada de 11111 ,,r,·, io 
que existe no passo do Rio Perdido e posterior cascalhamento 
do local tendo em vista os motivo que guem. 
,Ju,tificativa 
Justifico que a Ponte sobre o Rio l'erd,Jo n:i e,trJdJ 
que lig,a Caracol a 1'11rto Muninho caiu apús 11111" t,111l'l,1 
tentar passar com peso acima do suporte da ponte. mas no 
local existe um passo, onde dá para passagem de veiculos, 
ma, no momento está muito arenoso, o que facilmente cria 
resolvido com a retirad.1 do areião e colocaç,io de cascalhos. 
como uma fora de espera até que a ponl<: ~l.'ja rccon,tru1d.1 
Sala das Sesses 03d,e Ser,rl-· A+ 700] 
1,;uudincy Lcllc (NECA) - Vereador 
Vereadora Maria Odet:h. solicitou para que a cole-­ 
ta de flXOS, seta feita duas vezes na semana 
Requeiro a Mesa ouvido o Douto Plen:irio. na sw for­ 
ma Regimental. para que após ser ouvido. discutidu e apro­ 
vado, seja encaminhado cm expediente ao ExcdmtÍ,imo 
senhor Pr't'frito ilunicipal de Car:icol, Sr. FRAl'CIS("O 
EMANUEL ALBUQUERQUE CO~TA. solicitando do 
mesmo ordenar a secretaria de Obr.JS do 1unicípio quc efe­ 
tue a coleta de lixo na cidade pelo menos 02 vezes por scmn­ 
na., tendo cm vista os motivos que seguem. 
.lustilicath-a 
' ,stifico que o trator do lixo passa apenas O 1 , i:z r,nr 
Calçados, Roupas e Acessórios 
EXCLUSIVO 
Bumerang,Pura Mania e Zapping 
Rua Pilad Rebuá, 1638 
Bonito MS. 
<COLU ADOVADÃO 
PSDB: mais outra do 
PSDB. /gora cm 
Dtrnfado,-i
1
"1S. Os dois 
, ereadores da legenda 
ri Artuzzi e Akira 
Oshiro. ahandonaram a 
bnrca furada. 
Provavelmente, migrarão 
para o PPS . Ambos 
reclamavam da 
dcsorganizacao interna 
do partido, não foram 
ou, idos, agor.1 partem de 
Desse jeito. o PSDB 
brasileiro. não d~ixar:í 
ninguém para fochur a 
porta. quando o último 
sair. 
VI DEOS: e acaba de 
mudar de cndcrcço a 
W,1,G.'ER l'IDEO 
LOCADORA. Agora, 
mais próxima da área 
.central. mantém seus 
inúmeros lançamentos e 
novidades do setor 
cinemntográf.ico. Em 
Pono Murtinho, Av Rio 
Br.111;:o 155. 
PASSE l.lVRE: a Lei 
Federal. que beneficia aos 
portadores de deficiência 
fisica com o Passe Livre 
cm ônibus para viagens 
··sti indicado, somente. às 
viagens "inlffl!.Had11w.,·. 
Tem gente querendo viajar 
para Campo Grande na base 
da cartcirinha. Não pode. 
gente! 
' E L A s 
OECORATIVA.: cm 
Pono llurtinho, voci: tem 
no Atelier Di Luca ( /v. 
Rio Br.1m:o. 155-próximo 
a Farmácia Bra.'iil ) velas 
decorativas, perfumadas de 
diferentes fonnas, cores e 
tamanhos. Com dif.:n:ntcs 
essências. você ainda 
conta., com cestas café-da­ 
manhã que você mesma 
monta e presenteia uma 
pcssoa importante em sua 
vida. Maiores informaçõ.:s: 
DISK 287-1192 (noite) e 
fale com a Elisãngela . 
INFORMATICA : bom 
exemplo, esse da prefeitura 
de Campo Grande com seu 
Projeto Salas de 
Informática. Lá. todas a.s 
escolas municipais contam 
agora com salas com 
computadores para o .:nsino 
e aprimoramento dos 
jovens alunos. Tsso é um 
p;isso para o futuro no 
preparo ao acesso ao 
mercado de trabalho. 
Algumas escolas, ainda 
tcr:io em breve, sua própria 
página na !111eml!I . 
PESCA: para setembro. cm 
Cáceres/MT. mais um 
Festival Internacional de 
Pesca. Haverá shows de 
música: dança 
compctições esportivas, 
artesanato e muitas outr.JS 
alegrias para quc:m quiser 
v.:r. A praça central da 
cidade estará i:m 
hipcratividade. Todos estão 
com·idados. 
,EDUCACtO SEXUAL: 
-10 índios que trabalham na 
Praça da Índio, em Campo 
Grande, irão receber 
orientação sexual. O 
projeto visn fornecer 
informações sobre as 
doenças sexualmente 
transmissíveis, inclusi,•e a 
AIDS. Serão respeitados os 
costumes indígenas, 
mesclando-os com 
conhccimcntos ckntíficos. 
ADUUOS: mais um 
aumento verificado nos 
ultimos meses. 
Os prcços dos adubos 
subiram mais de 
25%,Culpam a crisc 
argentina. Os produtores 
estão de cabelos cm p.:. Niio 
é pra mcnos. 
AGROTÓXICOS 
campanha orientadora 
alerta aos produtores 
grandes e pequenos 
quando ao uso correto de: 
produtos aerotóieos em 
suas lavouras. Pedem 
para regular 
correta.mente as 
maquinas c 
equipamentos, tomar 
cuidados adequados com 
a deriva, aplicar somc:ntc 
cm condições climáticas 
ideais. seguir 
corrctamcntc as técnicas 
de uso,armazenagem e 
proteção individual.alc:m 
de outras dirc:trizcs. Na 
dú'ida, consulte um 
engenheiro agrónomo ! 
ALERGIAS: lembre-se 
que as queimadas e o 
clima muito seco 
provocam inúmc:r:.is 
altt:rnçõcs em nossas vias 
respiratórias . A poeira 
inspirada n s deixa com 
irritação no nariz e na 
garganta. provocando 
dores e falt:i de ar, D.:ixe 
_uma b:ici:i com 5gu:.1 . 
próximo ao, ~ntibdor d;:i 
sua casa, isso :llLXili:t. cm 
part<!. n:i umidific;iç5o do 
ar. 
de Mil 
sntos V ±oe 1 
'nowsmd+'8 0k0L. 
foram ouve dos aproa! untes pedi.l ver's 
[ade{la «oitouv na iode um4 
mo.ao de aplausos aos senhores. IRAK BIAI!! e 
C.J /l [Ji() !ACHI pela :wciata de iü as mats um.a 
empresa de matenas de continuar cm nossa idade 
Soltou amndx, pata que a r cNeutro mural 
ordene a doa1o de uns tubos de boemos ao r MAGI!I 
TAKUHE tendo cm stt que o mesmo fazendo pro 
videneiara a colo.as dos mesmos em estrada que dt a­ 
so a sua propdade 
Do Vereador lospin A dos Santo+, puta que e;e 
oficiado ao r Prefeita Municipal ordenar a Secretaria de 
Obras precaver acpano do togo quando são feitas as quer­ 
m,d+s o l » terdom rtaact em o favo rode s«e 
alastrar que:mnuo propriedade ruizinh.as e ate mesmo 
a área do Exército brasileiro que lia nas proximidades do 
lí,ào. 
Do_ Vereador Gsdine: Ieite. para que eje endereça­ 
do em expediente ao sr Prefeito Municipal ordenar a Sere­ 
taria de Obras dessa municipalidade a efetuar um reparo na 
ponte sobre o córrego São 'icLnk 
Do .'erc,idor tntomo D11111 l. do, S.mto,. (lJr.l qu.: 
seje endereçado o expediente ao sr MANOEL DOS SAN­ 
TOS VIIS, convocando o mesmo a ar prestar esclareei­ 
mento junto a esta Casa de Leis, sobre assuntos referentes a 
sua pasta com ha.,.: no artigo I8 da lei orginrca do municipio 
dcC1r.ll'nl-t, 
Cortes _Moderes,_ores Fortes, 
-....E!.i!_du"15 l'rtJ/isSÍL!!_J{IÍ5 
Manicuri. Pedicuri,_Maquiagns, 
l'mtmd,,,5 em ambimte aronrhr ante 
1------FAÇA-N0S UMA VISITA -----1 
Av. Brasil, 5/N Caracal/M.S 
Fane: (0""67)495-121D - Proprietária: SANDRO 
Diante da entrada do novo milêni . . . 
de globalização dad . 
0 
e da s1stl'/Tlat1ca 
• ª a necess,dad 
informação e de busca da racionalidade e premente de 
N!dução dos custos visando a maximiza -• pnnc1palmente a 
nossa realidade nos impõe entend çao dos lucros, que a 
necessita dispor de supor ,"mos que 
O 
empreendedor 
. 	ecnrco a alt 
oferecer infonnações atualizadas . ura que _possa 
seguroeágeis comvistaaat' . e serviços de quahdade, 
C 
' . . . mgirsua.s metas e objetivos.. 
om esse prmc1p,o nasce a CD . 
Técnica Contábil e Ec .' . NTEC - Consultorra 
onomrca no se t'd J 
prestação de serviços na • ' n 
1 0 
"e oferecer 
. 	area empres • 
1 
t • 
serviços contábeis em geral t t I ar'.a • ais como: 
abertura e encerramento " a mente informatizados, 
e rrmas, declara • d 
I 
st 
de Renda, tanto para pessoa ,- . . . . çao e mpo o 
projetos e contratos, 4.,''a e iuri
d
ica, elaboração de 
, -~ oes prev,d -- • 
etc.,com profissionais de . enc,anas em geral, 
cumculos t 
preparados e com credibílidade t e:r; remamen1e 
sua empresa oera desas+a, {<""""lema certeza uea 
f 
• 
11 con 1anca n • 
o erecrdoH_presladospelaCONTEC. • os serviços 
Assim sendo, colocamos a n 
disposição de V. S' e empresa no essa estrutura a inteira 
lembramos qu.e "uma empr•' 
1
en_dereço abaixo descrito, e 
. ~sa e 1t1ente e ta 4 d 
de um serviço profissional qualificado". ren ave e pende 
Ri::.,. Twic,, i':?Jfü!0 cornos • CiZC. Tl;/'.JS-ODS30'/Q 6 . . . - 
Praça Thomaz Larangeiras 
O 
.,. - • CúrtfCll~ N·,,9-~MS 
CEP: 79.280-000 n 
23 
• Centro 
Porto Murtinho. MS

J(,l<IIAI. Tl!ifllJW OI rnorHl.iRA 	■BELA VIS TA 
Comentando 
O E. NU N C I A 
l iram-e 
em Ia!no, no 
dia {8pp Raquel, filha de 
ladro Iheveria e 
Vtinta e Mato Antonio, 
filho de Pedro lo Palmiti 
(in memoram) e Leda. 
Lindamente 
decorada a lreju Ma­ 
triz de Santo Aforo reee­ 
beu convidados, Padrinhos 
dmas, papem e noivos, as 
1 ll:10 rJra 11111.1 honila 
cerimonia presidida pelos 
Padres: Carlos e Edy. 
ri r<'Ct'J>Çllo 
aos convidados foi 110 
Clube <lo Laço. Iambém dc­ 
corado onde foi servido sa­ 
boroso almoço, ,uculcnto 
churrasco e muita bchida. 
pois nesse dia o calor era in­ 
tenso. Um conjunto musical 
alegrava ainda mais os pre­ 
!',Clllc'-1. 
O h11/ofeit11 
rela Sra. Maba 
Escobar Azevedo estava 
"<livino". 
Enfim 
os noil os dançaram a 
, aba. foram bastante foto­ 
grafados e despediram-se 
rara uma romantica lua-de­ 
mel. felicidades! 
,i 191,s do 
dia 8pp, no salão de 
festas da R.idio Ucla Visla. 
acon1ccc11 a festa de ani,er­ 
,;ino de llarian.: Sartori 
Brandão. 
Gostoso jantar 
foi servido aos fami­ 
lian:s e amigos pn:,cn1.:s. 
Na sessão ordinira 
da Câmara Municipal. rea­ 
lizada na ultima segunda 
frir,1. dia 09. na séde da 
Associação de Moradores 
do bairro das Primaveras, a 
Vereadora I ilwracy I ino 
U.1t1ilani (l'SDD) u,011 a 1ri­ 
buna para pedir a cria,;..io Jc 
urna CPI p.1ra apurar denun­ 
cia de que o transporte de 
doentes feito pela ambulin­ 
cia da Prefeitura l1unicipal 
estaria sendo cobrado dos 
usuários desse serviço. 
A Vereadora afirmou 
que no úhimo dnn11n!,!<>. dia 
08. foi infomrn<la que opa­ 
tr:io de um paciente enca- 
- minhado pelo US para a 
cidadc de /quidauana de­ 
positou a quantia de RS 
257,00 (duzentos e 
cinqu.:nta e sete reais) na 
conta de uma funcionária 
da Sc.-crclaria Municipal de 
Saúde. valor que seria d.:s­ 
tinado ao custeio das des­ 
pesas de combustível e di­ 
ária do motorisla da ambu­ 
lância. / Vereadora apre­ 
sentou inclusive cópia do 
depósito feito por essa pes­ 
soa na conta da referida fun­ 
cionária. scgundo ela. tan­ 
to o patrão como o pacien­ 
te que utilizou a ambulân­ 
cia da Prefeitura estariam 
dispostos a prestar depoi­ 
mento e confirmar a transa- 
Após os "Parabéns 
:i 'ocê" foi ofen:cido 
ddicioso bolo. À lariane 
mil felicidades! 
No dia -1 pp. 
aniversariaram 
Juliana Pinheiro Rondão e 
Mango do Valle. Parabéns! 
ºarabé11s e 
suc.:ssos à Luciana 
Godoy Bazzano que passou 
para o curso Técnico de En­ 
fermagem. 
O Cluí tia Amizade 
promo, ido pda Casa 
da ,mizadc foi succs o. Os 
agr.1decimcn1os a 1odos que 
de uma forma ou outra co­ 
bbornram! 
Lfrro de Receitas 
da Cas:i da Amizade 
.:stào a , cnda à RS 17 .00. 
fol:lr com a ra. /na Maria 
Ocariz! 
/'araheus à 
Cabeléircira Rose 
Freitas que aniversariou no 
dia 12 pp.Rcccbcu muilos 
cumprimentos de amigos e 
familiares. 
O Engenheiro 
Ricardo de Souza 
Rosa aniversariou no di:t 12 
pp.e rc.-ccbcu amigos e fami­ 
iares para um delicio o jan­ 
tar no salão de Festas do 
1 lotd Pousad.1 da 
Frnrncira.Que Deus Ih.: dê 
muita saúde e Felicidade 
junto aos seus! 
Câmara deve criar a CP 
da "Propina na Saúde" 
ESPORTE 
No úhimo domingo. 
dia 09. no Estádio Muni­ 
cipal Otávio 'Fontoura. 
acontc:ceu a dc.-cisJo do tor­ 
neio de futc:bol d.:nomina­ 
do "Taça Bela Vista". or­ 
ganizado pc:la Liga Espor­ 
ris Fel istensre Acom­ 
p.:tição reuniu UlS c:qu,p..:::., 
1
handeyara e ky Lan­ 
ches (Caracol). Centro. 
Água Doce, Juv.:ntudc/ 
ltaborai, Baixada 
Fluminense. Baixada 
Corinthiana e Espírito 
anto. (Bela Vista). 
/pós quatro roda­ 
das. em jogos disputados 
nos finais de semana.. c!as­ 
sificaram-s.: para a dc.-cisào 
do titulo da Taça Bela Vis- 
1.ll as duas t:quipcs com m<..'­ 
lhor campanh:i na compe­ 
tição. Nhand.:yara e Cen­ 
tro. A partida final foi 
muito disputada.. a equipe 
caracolense pressionou 
durante a maior pane do 
Icmpo mas não conseguiu 
marcar. J:i o bom time do 
Centro. composto por atle­ 
tas em sua maioria bastan­ 
te: experientc.-s.: muito bem 
dirigidos por Altair Dias.: 
"Capacho". foi mais efici­ 
ente e chegou ao gol do ti­ 
tulo através do zagueiro 
çàu que. no mínimo. (' t.0- 
talmente ilegal Ressaltou 
que o fato é inédito e total­ 
mente inexplicável, mesmo 
porque nunca se teve not1- 
eia de que usuários do Sis­ 
tema Unico de Saúde· Sl :s 
- tiveram de depositar di­ 
nheiro em conta de funcro­ 
nirio publico para utiliza­ 
~Jo dt: 11111a ambul.incia. 
a úhima quarta fei­ 
ra. dia 12. ah:ndcn<lo a con­ 
, itc <la C:1mara Municip;1I 
para que prestasse informa­ 
çes sobre o as,unlo. a fun­ 
cion,iria ela ,,·rrclaria Y!u­ 
nicipal de: Saúde, em cuya 
conta foi feito o depósito de 
R 257,00, compareceu 
àquela Casa de Leis. acom­ 
panhada da Assessora Jurí­ 
dica da Prefeitura Munici­ 
pal. De acordo com as in­ 
formações da Vereadora 
Cica Lino a funcionária 
conlinnou o dcpósi10 do di­ 
nheiro cm sua conta alegan­ 
do que o responsável pelo 
abastccimento da ambulân­ 
cia nào estava na cidade 
naquele dia, 13 de agosto. 
um final de semana. e que 
o palrão do paciente int.:r­ 
nado em Aquidauana se 
dispôs a pagar o combustí­ 
vele a diária do mo1oris1a 
parn buscar o seu emprega­ 
do naquela cidade. 
Por esse mo- 
Centro E.e. camp.eão da Taça Bela Vista 
Tiào Ossuna. 
"Tuti" (goleiro). 
Lu<lio. Tião Ossuna. 
1 lenrique. Castro. Noni. 
LourivaL Colina.. lsvani. 
Onório. Keko. Aelson. 
/lcmàozinho. Ederson. 
ilva Freitas. Mareio e 
Demétrio são os atletas 
que in1egrararn a equipe do 
Centro, campeã d:1 Taça 
Bela Vista. tendo como 
Técnico Altair Dias. Au­ 
xiliar Técnico idrõnio 
Barbosa "Capacho" e 
Massagista Jafct Miér.:s 
Medeiros. Vale lembrar 
que a equipe do Centro é 
patrocinada pelo dinâmico 
Vereador e desportista 
Ramão Parecjes e nessa 
competição também con­ 
tou com o apoio de Zé 
Milton (Cordil), Laucidio 
Ossuna (Casa de Carne 
Ossuna) e Luiz (Men:ado 
Flor da Terra). 
ião poderiamos dei­ 
xar de destacar e· parabe­ 
nizar a excelente camp:i­ 
nha realizada pelo 
"Nhandcyara". de Caracol. 
Vice-Campeã. única equi­ 
pea vencer o Centro nes­ 
sa compctiçào e que só foi 
dcrrot:ida na parida final 
pelo pbcar de I X O. As 
Vert'adorcr Cica Lino - P, 08 
tfvo ela teria aulorizado o 
abastecimento da ambulin­ 
cia e pos1erionncn1e pagou 
essa despesa com o dinhei­ 
ro depositado cm sua conla 
particular. 
Tanto Cica Lino como 
o Prcsid.:nled:l Câmara :'>!u­ 
nicipal. Y.:n:ador LuiL Ak­ 
xandrc. afinnaram que as .:x­ 
plicaçi.cs <la funcionária n:io 
convencem ninguém, mes­ 
mo porque tanto ela como a 
Assessora Juridicada Prefei­ 
tura não teriam aceitado qut: 
a reunião fosse gravada e 
nem mesmo 4uizcram a,,s1- 
nar a /t.J cm que.: foi relatado 
o assunlo tratado. "Dessa for­ 
ma só nos resta apresentar 
um Requerimento na sessão 
ordinária d.1 próxima segun­ 
d:l feira p,:dindo a abertura de 
um.1 Comis..'>ào P.irlamcntar 
de Inquérito - CPI - paraapu­ 
rar os fatos". ressaltou Cica. 
; 
.+. ' 
·-- v/7 .,-. 
a { + '" • I  • 
A· {eh». 9. • " 
-, 	, 	+ 
d" : r> t. y 1 	1 • 
> 	a. ;és z 
' - 
, 
Centro Esporte Clube - Campeão da Taça Bela lísra 
Tão Ossuna, autor do gol do titulo, com o trof,i,11 dt! L'am-· 
peão, ao lado do Vereador Ramão Paredes, patrocina­ 
úor oficial da equipe. 
duas equipcs da vizinh:1 
cidade de Caracol. 
"Nh.andeyara" e Sky Lan- 
chn. que tamb.:m chcgou 
as quartas de final, em 
muito engrandecer±m e 
Ela deixou clto que não e:,tá 
fazendo nenhuma retaliação 
a :mui admmi tração muni­ 
cipal. mas sim apenas e sim­ 
plesmente exercendo o scu 
papel de 'en:ador.1. como 
agcntc: fiscaliz.:idor dos aios 
do pockr público. "Basta di­ 
zer que a funcionária envol­ 
vida nessa questão trabalhou 
na minha campanha e ajudou 
a me eleger Vereadora". as­ 
sinalou Cica Lino. A/CM 
abrilhantaram a Taça 
Bela Vista. da qual parti­ 
ciparam com garra e ele­ 
vado c~pirito esportivo. 
por isso merecem os 
aplau,os e o rcconheci­ 
mento de todos os 
desporti,tas e da comuni­ 
dad.: bdavistense em ge­ 
ral. 
Faz-se necessário 
ressaltar que a equipe do 
Centro. campeã da Taça 
Bela Vista.. já havia con­ 
quistado anteriormente o 
• itulo do torneio Inter­ 
ôairros. também realiza­ 
do pela Liga Esportiva 
Bel:ivistcnse, compc:tição 
essa que reuniu várias 
equipes reprcsc:nt:intes 
dos diversos bairros da 
nossa cidade. Essas con­ 
quistas demonstram o ex­ 
cdentc nível que a equipe 
't:m mantendo já hi algum 
tt:mpo e. o mais importan­ 
te. que o apoio e o incenti­ 
vo ao c:sportc:, como há 
muito  .?m f::12.1.:ndo o co­ 
merciante. desportista e 
:igora Ver.:ador Ram:io 
Paredes. s:1o fundi'llent.:lis 
p:iru o fort:ilecimemo. o 
creScirnento e o desenvol­ 
' irnento do esporte como 
um Indo. P::ir.1bin,. , '<

CÂMARA É NOTía&· : 
• 	... -- ., .ca. 	- 
XanrJc quer regul mcnlaçào a Lei uua 
isr.r.1.a Idosos e dt:licienl ,s e 
1 S 'J:i II0 transnort e I tiv 
() l', .- ,itlrnk d. ' 
111Jr,1 M1111iu11,,i, V,·11:.,dor 
Luz Alexandre E oureno 
l',d1111:r, (l'l"I )uir,111111,hou 
indic::,1,1 ,10 1'1"1.:itn -tu­ 
mt1pal solicitando que 
lll,llllCllfi.1 ,Clill.110 COIII lb 
p1op111.:t:'11 io, de imihu•, que 
1:1/l.'III u 11 .w,purti: colcti1 o 
11rlianu no 11111nidpio 1.:011111 
nhjdi1 o de regulamentar e 
ÍU/Cr com que a 1 ei Muni­ 
dpal 11" l1·16/01, de lJ de 
ju11hodi:20lll ~,:jac11mpri­ 
d,1. 
/ rcli:iiJa Lei. origi­ 
nada cm um Projeto dc au­ 
toria do Vcri:.idor LuiL / k­ 
x;mdrt·. npr,,v,,do por un.1- 
imidade na (';imara M1111i­ 
c1pal, "autorirn o l'odcr 
EXl'culivo 11 isentar os ido­ 
sos e os deficientes fisicos, 
lni@rmações sobre o quadro de 
runcüon~rios da Prefeitura 
Em Rcquaimc:nto ao 
Prefeito Municipal. com 
ctpia ao Secretário lluni­ 
cipal de /dministraç,1o. o 
V.:reador Lui,r / kxandrc 
solicitou o cn1 io ao Pod.:r 
Lcgislati10. di:ntro do pra­ 
zo pn:vistn na Lei Orgàni­ 
ca M1111icipal, d.1 relação 
dos funcionários 
concursados da Prefeitura. 
inclusil'c os que se .:ncon­ 
tram em lic.:nça. remunera­ 
da 011 não, SCILS n:spccti'OS 
cargos, data de posse e va­ 
lores que percebem. Xande 
também pediu que seja in­ 
fom,ado se os mesmos es­ 
tão exercendo as limçõt:, 
cm que foram concursados. 
Retãrnda rte lino na rua Perpétuo Socorro 
O Vcrcador Luiz /l<!­ 
xandre solicitou ao Secre­ 
t.irio :Vlunicip.1I de Obras, 
com cópia à empresa 
TERRAS UI. e a Vigilância 
Sanitária do llunicípio. 
Informações sobre doação de 
amlmHincia ao Hospital 
providências com relação 
an lixo depositado atr.b da 
residência do Sub- fcncntc 
F.:rrcira. na rua Perpétuo 
Socorro. bairro I· spírito 
Santn. 
Gctulio Lino Filho. 
Ven;ador do PFL. foi autor 
dt: Rc•qucrimcnto encami­ 
nhailo à Din:toria da !3c­ 
nclicência Hospitalar Sào 
Viccntc de Paula solicitan­ 
do o cm 10 à Câmara llu­ 
nicip.1I do, documentos 
comprobatórios da aquisi­ 
çào da amhul:incia recém 
cntrq;uc àquela unidailc 
hospitalar. tais como do­ 
cumentação uo veiculo e 
llltlllai, e 
míilliplo,, de p:i:.::in·111 
Pª"ªJ.!<'III IIOs transportn 
rnkth·os urbanos". XJmk 
qu,·r também que cópias d.a 
1 cí sejam afixadas em lo­ 
cal visivel no, ponto, Jc 
ônibus i: nos I dculo, que 
fazemo tr.m,pone colc1i1 o. 
para que todas as pessoas 
que ~e cnqu.1dr.m, nda te­ 
nham pleno conhecimento 
do seu direito. 
- -1 
L --~u 
ermo de doação ao I lns­ 
pital. 
Cobenura do Centro Comunitário do 
Emirrn Planalto 
Em CXJl<.-<licntt: cndc- 
1:ÇUdo ao Secretário Muni­ 
cip:1! de Obras a Vcrcador.i 
Orl:rnda Freitas dos antos 
(l'FL) rl'.itcrou indicaç:lo 
anterior de sua autoria, p:ir-J 
que s.:ja frit.:i.a cobertura do 
Centro Comunitário do 
b:iirro Planalto.Observou 
que a execução desse ser­ 
viço ir:í faz.:r com que os 
morJdorcs passem a contar 
com um espaço adequado 
i realiz:içào de l"l!uniões 
dil'<:rs:is. missas .: cursos 
dcstinJdos àquela comuni­ 
dade. 
Tambêm :10 Secreti­ 
rio Municip:il de Obr.:i.s a 
Vereadora Orl:111da f'l!itcrou 
a indic::ii;ào nº 303101. onde 
solicita a retirada do lix.o no 
final da rua l fal. D.:odoro. 
no bairro das Primaveras. 
bem como a colocação de 
areia lavada no c:1ri1po dc 
futebol do b.:iirro Planalto. 
 1 f '. i,. l.! J:t :
1 
1 I· 
meto nh tudo a í 
tais Munespl de Idu. 
,ão a Vereador.a Orl .. 
1 
1 
lentados ant.s olr:/.a 
que ja mntotudo ao Po­ 
der Levilatrvo, dentro il,, 
pr,110 prL~I to 111 l e, Or, 1- 
11:, 1 :--luniuJ',Ji. L,Jlr)O L ,1 1 
cndo utilizado os viu­ 
ln, dessa Scretana e quats 
a, L111Hliç,1,·, em que os 
tlll~'>llllh ,l,' .iJlUllllí,!111 
Reuilaliznção do P· r 
b, írro das Prirn" er s 
Em c,pedicntc ao 
Secretário Mumipal de 
Obras o Vereador Ramão 
Parede;, (l'l· I.) rd11ndirnu 
,l rcvitali1açJo do Parque 
Infantil do h,1irro d." l'n­ 
ma1cras. Ju,tilicou a ind­ 
caçào lembrando qm: aquc­ 
k bairro nào dispõe de uma 
irea de la/cr e o parquinlm 
.:xi,tcnte .:stá ba,tantc da­ 
nificado, "dessa forma as 
crianças estão totalmente 
carentes de um espaço ade­ 
qundo para o Ja,rcr e diwr­ 
sào". alinnou. 
Limpc;:a geral do, 
bueiros .: ,alas do bairro 
das Prim:11 eras. principal­ 
mente na p:irtc 111:iis baixa. 
foi reivindic::ida novamcn­ 
h: pelo Vereador Ram:1o 
Paredes ao Secretário ~1u­ 
nicipal dc Obra,. tendo cm 
1 ista que até o momento 
não hou e atendim.:nto por 
parte do Poder Executi, o 
O VcrcJJor ;,Jlicntnu quc 
esses ~cn iços devem ,cr veras 
tms de materiais es1mniuos mmn a 
Escola fmm, !!ssis 
,tr.11 és de: indicaçãn 
à Secretária Ilunicipal de 
Educação Ramào Paredes 
solicitou a doação dc kits de no bJírro d,h Prnn.l eras. 
Construção de abrigos nos pontos de 
ônibus do nssemt3 ento cnrnco; 
Cica Lino e Jul io Lc1- 
ll:. 'crc'1dorcs do PSDl3. 
cnc:iminluram indicação an 
St:cr.:t.irio lumcipal de 
ObrJS solicitando J cn~tru­ 
,·.in de abrigo nas paradas 
d.: ônibus no ,sscnwmen­ 
to Caracol. 
,os S.:cretários lu­ 
nicipais de Obras e Educa­ 
çJo Julio Leite e Cica Lino 
reivindicaram a pintura do 
prédio da Escola Ilunicipal 
Clóvis ~ l:ircclino dc Oli- 
1·cira. no b:iirro Ccrr:idinho. 
bem como a 
iilcntilicaçàodo nome da 
Escola em sua fochad:1. 
Farmàcias de platão no pari" 
Em indic.:i.ção ao as farmicias também fun­ 
Prcfcito Municipal o Vc- cion.:111 cm sistema de 
r..:ndor Jair Bispo solicitou pl:müo no periodo notur­ 
quc sej:im tomadas provi- no. dc. cgund-1 ::i -~·d.! f.:i­ 
dências urgcntt:s p:u-a que n. 
linhas de crédito para pra.e> 
Através de indic,çJo :i 
upcri1~:..::ndência do B.mcn do 
Ilrasil. com cópia .i ct:retnri.1 
de Estado de Produç.1o, o Ve­ 
reador Jair Bispo (PDT) uçc-­ 
riu que eja ('!>iudoJ.1 a po-sit>i­ 
lid:idc Je serem, iabdiz.:id.-;s li­ 
nh:S de crédito para os produ­ 
tores rurais para que os m.:..--s• 
n1os poss..1111, Libilizar .1 ins.1.1 ... 
bç.i0 d~ m:iqui1us e c-quip.1~ 
1,1 
o 
J 
rc,ili1.!dn, i111cJ1.1tumcn1c. 
aprm eit,mdo o p.:nndo d,• 
cs11agcm. pJrJ qui: ,cJJlll 
evitados prejuitos e trans­ 
tornos aos moradores que 
podem ter suas casas ina­ 
didas pelas enxurradas as­ 
sim que co111cçarc111 ache­ 
gar a, chu1 a, 
Ram:io t.1111b..:111 re1ti:­ 
rou ao Secretario Municipal 
de Obras a indicação n'167 
O 1. dt.: sua autoria. onde so­ 
licita que seja ,ktcrrnin.,d., 
a troca de bueír,111.1 ni.1 José 
Simplicin d.1 l ,,,1,1 lar­ 
'-JllC,. no h:11m1 d,h l'rnn.1 
m.11,·nai, e,p,1r111 o., p.,rJ J 
E cola :--1unic1p.1I Enol) 
Lour.:iro Assis. localizada 
... 
" 
mentas em suas propriedades 
Ci;eu cem exemplos 
panceleras do Assentamento 
Caracol, "onde estemrd'­ 
i:1.1..--. ql!:: Í!c:!m .:i 300 ~:1t..1tt.h.: ! 
rede de ereua fazendo-se ne 
cessiria a aquisição de pestes. 
fios e transfomn±dres pura que 
aqueles pequenos pro!a:ores 
p,."'lv)..."'!'.°tl tfi:-j),)i ~!-..,~ b .. i .. fi..:1,, 
em suas prpried:de:".rimou 
'' 
d ,. : .. 
{: .. . 'J ', • 
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P! , .. 1 ,.  ,. ( r 
C1<1• .-,1, •!, ,._e,._ J· 
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idie.+s±e ao i'efnto t. 
mi:pule .s : 1. ,.:· r • 
C>br.-... J,,.:dn.:, í··'- , , ... 
ds 4I[eia J .. l r, 1 ' •
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dos mor lvr dar .a  
resabr.al as te! : 
a anal±4o !+ 1. 
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LOJl1d "I1:...l. .. ·1J!d ti 
De utd 
abato-asilado dos ·t 
dores. o rl: do o: 
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t,' l1l .. • l. J ' .1 j' • : ' f :• 
.. , ' .. n 4tio 1tais4ih • 
. .. ·de doessa. alem do 
, , _:: .. r, I l redas d nu.d 
, ! :.• l(l·-.. ,J:.?,n 
pro!as de li4.a 
1
• ;,, ,  ,i'. l 1.. I d, l1"
1l ' 
,. • • ' • ........ i...· ll}iJLd t!., tJ... t · 
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,J~IAPAli· ,tlffl.lA 	•BELA VISTA/ BONITO 
-•--.....L..----------- ----- ·-·- - ~ --- - --· -----·----·----·-----~ 
Ilia@s« H'rupoiüs Vrbai: 
Voador ah!ir dm!- Iez um apelo ao Pre­ 
to Munripal pata que conceda aumento salarial aos 
ervdores pubhios munte1pais que, segundo ele, se en­ 
contam um os·eu vencimentos muto defasados dei­ 
doa perdas e desvalotzações tnificativas nos valores 
que percebem, pois se encontram há vários anos sem qual- 
ljllll lipn uc 1,•.qu IL' 	• 
/o 1 >nctor 1d111J111>lrJ1i,o do SiiE o Vereador 
Waldir Cardo o pediu que a água fomecida a população 
de Bela Vista e)a encaminhada para análise no laborató­ 
rio da UI MS Universidade Federal de Mato Grosso do 
Sul Considerou, entre outros fatores, que esgotos correm 
a céu aberto, principalmente na Baixada Fluminense e no 
bairro Espirito Santo. até cair no tio Apa, acima da esta­ 
ao de captação de áyua do SAAE. "o que representa séri­ 
os riscos de contaminação da água consumida pela nossa 
população", frisou ele. 
Vereador Nlio J)iório • Conclamou os demais co­ 
legas a intercederem junto aos gerentes da~ agências lo­ 
cats dos bancos do llra,il e Bradesco com u objetivo de 
pelo menos amenizar o grave problema que hoje repre­ 
senta as enormes filas que se formam diariamente nas duas 
agências hei"ir- 
l'ar,1 Nl.'lio I.' inace1tavd o que esta ocorrendo com 
1dação ,lll atcndimrnto aos clientes desses dois bancos 
em nossa cidade, o que, segundo de, se deve principal­ 
mente ao baixo 1111mcro de funcionários. "i situação che­ 
~a a serre, oltantc e os clientes reclamam com toda razão, 
por isso alguma providência pn:cisa ser tomada com ur­ 
géncia" enfatizou o edil peemedebista. 
Vereador Julio Leite - Reiterou indicação ao Pre­ 
feito Municipal para que seja estabelecida uma escala de 
planti1o d, ambuhincias da Prefeitura para atendimento à 
pupula:.1~ dur.111te o horário de almoço e no período no­ 
turno. Alinnou que essa mcdida se faz necessária porque 
já ocorreu caso em que as trl!s ambulâncias da Prdcitura 
estavam no Crntro de Saúde Municipal e uma pessoa do­ 
ente deixou de ser transportada porque não havia moto­ 
nsta di,ponivd naqudc horário. 
Segundo Julio, cm resposta a essa indicação. feita 
por ck há duJ, semanas atrás. o Executivo Municipal in­ 
fonnou q1tc c,~a é uma atribuição do 1 Iospital São Vicente 
de Paula, o Vereador nlo concordou de forma nenhuma 
com essa resposta, "basta lembrar que o atcndimenlo de 
saúde,: rl.'spons.1bilidatlc do poder público", assinalou. 
• 2 salílcs comerciais com 4 Apartamentos cozinha. 
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(067) 439-2020 - 99758220 
Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
Reportando-e a um pedido de ay4da para "uo 
de combutive! da ambulana que a de os m adi 
do bairro das Pnmaveras, feto pelo Pie dente da A o­ 
cia,lo de Moradores do refendo banto, Marro D0ias, o 
Vereador Julio Lente observou que de acordo com os 
bala etes no mês de junho a Prefeitura sfunispal a t 
mais de Ili. 60.000.00 (sessenta mil rears) cm combuti­ 
veis. Com base nisso perguntou: "será que não dava pata 
o Executivo destinar pelo menos uns I00 htros de gasoli­ 
na para abastecer a ambulância que atende os moradores 
do bairro da., Pramavi:r.,,·•? 
Considerando que o Presidente da Associação do 
Dairro das Primaveras faz parte do grupo de apoio ao atu­ 
al Prefeito, Julio Leite disse acreditar que se ele convet­ 
sar pessoalmente com o Prefeito a respeito do assunto cer­ 
tamente poderá convencê-lo a viabilizar algum "quinhão" 
para o abastecimento da ambulância que atende o b::urro. 
Complcm,ntou suas pondcrJÇÕl!S lcmbr,mdo que na atu­ 
al administração os serviços de transporte escolar (alunos 
e professores) e de coleta de lixo foram terceirzados. ou 
seja. a principio a Prefeitura não de cria ta tanta despesa 
de combustiveis, porém. segundo ele. mesmo as,im o, 
gastos com combustíveis estão aumentando significati­ 
vamcntc. 
Vereador Ramilo l'aredr~ - Reportando-se aos pro­ 
nunciamentos dos Vereadores da sil)Jação. Ramão Pare­ 
des. que é ex-Presidente por dois mandatos da Associa­ 
ção de Moradores do bairro das Primaveras. afirmou que 
falar é fácil, os discursos são muitos bonitos. mas na prá­ 
tica a realidade é bem diferente. 
Parn ilustrar melhor suas palavras Paredes foi obje­ 
tivo ao perguntar quais foram os beneficias que a atual 
administração ofereceu aos moradores do bairro das Pri­ 
maveras nesses nove meses que já se passaram. "Nenhum", 
respondeu ele, lembrando que as reivindicações de sua 
autoria e também de outros Vereadores, visando benefici­ 
as para o bairro, são muitas. "mas infelizmente até agora 
não consertaram nem mesmo um bueiro estragado numa das 
ruas das Primaveras, certamente estão esperando que ocorra 
um acidente ou que algum morador caia dentro dele", assi­ 
nalou. 
Vereador Gelulio Lino Filho - Reivindicou ao Pre­ 
feito Municipal e ao Secretário de Obras que providenciem a 
aocrtura da rua Euzébia Martins dos Santos, que dá acesso a 
Avenida Edson M. de Moracs. o que. segundo ele, irá focili- 
B O N t TO 
Fundação Estadual de Meio Ambiermmm - Pa tanal 
A F 'DAÇ,O E - 
TAO AL DE ilEIO Ai1- 
BIENTE PA 'TANAL - 
FEMAP/i IS, entidade vincu­ 
lada à ccretaria de Estado de 
Meio Ambiente, Cultura e Tu­ 
rismo de Mato Grosso do Sul, 
no uso das atribuições que 
lhes são conferidas pelas Leis 
nº. 1.826/98 e 90/80, c/c o De­ 
creto 4.625/88. EXPEDEM a 
presente: 
Autorização Ambiental 
para Aqüicultura - N. 020/ 
2001 
1 
orne: AGROPECUÁRIA 
ERRADINHO 
C 
1
PJ/CPF ~- 03.185.071/ 
0001-02 
Processo; 15/103246/2000 
A operar instalações relativas 
a: 
ATIVIDADE: Piscicultura 
. comercial de engorda dases­ 
pecres: pau (Piractus 
mcsopotamicus), piavuçu 
(Leporinus sp). curimbat:i 
(Prochilodus sp) e pintado 
(Pseudoplatystoma 
coruscans).cmáreainund:i,el ·===== 
de 100.000 m2. 
LOCALIZAÇÃO: 
Propriedade: Fazenda 
Serradinho 
Municipio: Bonito/MS 
Bacia Hidrogrâficn: Rio 
Paraguai 
E observadas as seguintes 
condições: • 
Fica autorizada apenas 
as atividades e as espécies 
acim:i discriminadas: 
Os dispositi,os de s.1i­ 
da de água dos tanques de cm 
proporcionar que esta seja 
lançad:t ao nivel do sola e su- 
ficientemente afastada dos 
!aludes. visando evitar quais­ 
quer processos erosivos; 
Os taludes dos tanques 
de, crão estar sempre grama­ 
dos e compactados; 
De, crào ser adotados 
dispositivos rigorosos de se­ 
gurança que evitem a fuga ou 
soltura das espécies em culti­ 
, o para os cursos naturais ou 
quaisquer outras coleções 
hídricas: 
As áreas de várzeas de­ 
verão permanecer bem con­ 
servadas; 
A eficiência dos dispo­ 
sitivos de segurança é de in­ 
teira responsabilidade do pro­ 
prietário e do técnico n:spon­ 
sãvel pelo projeto; 
É proibido a inrrodução 
de espécies exóticas dentro 
dos limites da Bacia do Alto 
Paraguai, conforme as Leis 
1.826/98, 1.653/97 e Decreto 
nº 5.646/90; da autori.z::içào . 
Ambiental para Aquiculrura 
nº 020/2001 • 
do q« elsmm 
agora,em favor dope. I 
cutio Mfuncipa! ia lmno cotou como exemplo a ti 
vindicai que tez em prol dos tud ts do A n1a· 
meto lupaneeretan. para que t 
destinado ao transporte colar r qula lo didade, ond. 
segundo ela, mntos estudantes chegam a andar at22 qui­ 
lómetros por dia para irem e voltarem da eola. 
"Iso é muito triste. quem e pai be o quanto é 
diticl ver seus filhos expostos as intemperes do tempo, 
como o sol, a chuva e a geada, para que .onsiam etu. 
dar", afirmou a edil tucana, lembrando que na escola do 
Iupanceretan estudam hoje mais de 150 alunos e quem 
anda menos percorre cerca de quatro quilômetros por dia 
"Mc,mo a,,,m". c.011t1mmu Cica Lino, a nossa querida 
Secretaria Municipal de Edu.ação não atendeu nosso pe­ 
dido, sendo que havia até mesmo um veiculo disponível 
no Assentamento que podera ser contratado para lazer 
esse transporte, cll simplesmente informou que isso só 
poderá ser f.:ito a JXlflÍr do mês d~ julho do ano qoc v~m", 
disse a Vereadora, bastante indignada. 
Vereador LuiI.Akx:111dre Lourl'im l'almiéri-En­ 
caminhou Moção de Agradecimento ao Secretário de [s­ 
tado de I Iabitação e Obras Wander Loubet e ao Govema­ 
dor Zeca do PT, pela abertura da estrada de acesso ao As­ 
sentamento Tupanceretan. A Moção também foi subscri­ 
ta pelos Vereadores Waldir Cardoso(P f) e Julio Leite 
(PSDO) que.juntamente com Luiz Alexandre (PFL) fize­ 
ram essa reivindicação pessoalmente ao Secretário Wander 
Loubet, em Campo Grande. 
io Prefeito .funicipal Luiz Alexandre fez um ape­ 
lo para que o Centro de Saude Municip:il volte a oferecer 
atendimento médico à população no período noturno, res­ 
saltando que essa é uma reivindicação de muitas pessoas 
que trabalham o dia intt:iro. Xande lembrou que anterior­ 
mente esse atendimento era frito normalmente no Centro 
de Saude Municip:il. com rcsultados extn:mamente posi­ 
tivos, pois inclusive contribui para desafogar o atendimen­ 
to diurno naquela unidade de saüde. 
A :irea dos Ianques dc­ 
 erá estar cercada contra a 
entrada de gado; 
Propostas de alterações 
ou expansão da área 
inundá,el ou da atividade ora 
licenciada deverá ser prc, ia­ 
men1e subme1ída à apro,açjo 
desta Fundação: 
Deverão ser mantidas 
as faixas de Preservação Per­ 
manenle que é de no mrnimo 
de 30 (trinta) metro, dos 
Córregos, 50 (cinqüenta) 
metros das Nascentes e 100 
(cem) metros para os cursos 
d':igua que tenham de 50 ( cin­ 
q ilen ta) a 200 (duzentos) 
metros de largura.; 
A Fundação poder.i a 
qualquer momento e de acordo 
com n:comencbções U!alicas e/ 
ou normas legais fixadas exi­ 
gir melhoramento e alterações 
nas instabções e!ou ,operação 
da atividade; 
E.st:1 Autorizaçiio é v.ili­ 
da por 02 ( dois) anos. podendo 
ser c:mcebda ou su,-pensa em 
caso de inob.enãncia de quais­ 
quer condições cst:1bclecidas; 
A renovação desta Au­ 
torização deverá ser solicit?da 
num prazo minimo de 30 (trin­ 
ta) dias :unerior ao seu venci­ 
mento: 
A conces.são desta Au­ 
torização deverá ser publicada 
em jornal de circubpo local/ 
regional e no Diirio Oficial do 
Estado, num prazo de 30 (trin­ 
ta) dias. conforme Resolução 
CONAMA N 006 de 24de ja­ 
neiro de 1986. observado o 
princípio da publicicbde. Os 
originais dos n:feridos editus 
de publicação deverão ser en­ 
viados a esta Fundação, sob 
p,:na de suspens:!o da Autori­ 
:uçào. 
Campo Grande-MS, 26 
de Julho de 2001. 
Francisca F em andes de 
Albuquerque 
Gerente de Qualidade 
Ambiental 
GQA/FEMA-P:mt:uul/ 
MS 
Descontos para Aposentados e 
Funcionários Públicos em geral. 
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1 to mur eh l., 
),/J1(,'}L h~ 1 lt•, , , • l • 
ptp·ta dolhtal 0)1d 
• ( 1 ld • 1 ,111!11 ln ,1111,h 
l).11.,: 1 1 li'/ O 1 
11,,r,r: lr'I.IJll I" 
1 nc.tl: l'.u,o l1:111c1p d 
Janto Murtuho Ms I0d tmbro de ? 00I 
l'a11llt111 ll:trno,. P,, 1i.lilc11II' 
Jvi,o dt• U,·,ullm.lo cl1• .Julgamrnto 
das Propostas 
Pnfd111rn f11111idpal dt· Porto Murtinho. Ms 
11li1.,I N.' llúHIUI - ~1ntln111l.1d,• - C.rr1>1 - C1111 rir N.' llllH,01 
A (Comissão Permanente de Licita ão, desnuda pelo Dae­ 
ton."2 ..i 11 OI de 28 02 0 1. attaes de seu Presidente, torna puhliu1 
C' p:ua < u11h<.-c111lL'nto do hu!Jllll', 4m:. cm ,r,,,)o 11. .... ~·n.,d., J,t 1111."v 
ma, datada de "'!.7 07 OI, ,h ()lJ 00 hurd°'I. ,tpth u 1..'.111t1,,• d.t, p1opl)l,1, 
apresentadas no pleito e adotado o riterio de julgamento presrto 
no Edital, chegou-se ao seguinte resultado lassilicatorio 
1' lu~ur - ~1.1 .. 1' du ',rha nn< il,•u-= ll2. llJ.114, ll5, 06, 07, 
08, 0'>, 111, 11, 12, IJ, 15, 16. 17, 18, 19,211, 21. H. 26, 27, 2X, • 29. 
r lucur • Adt•,;1r J-1.•rn:int.lr-; tl.1 'ttha 111,, ht·n,: 01. 14, 22. 
2J
1 r 2:i. 
l'ur1o Murtinho - MS. 27 d,• julho de 2 001 
Puulino llarrios - Presidente 
,,, .., 
,l ' 
Aviso de Licitação 
Licil:içno 11.' 01312.001 
Órgílo Liti1a111e: Pn,fritura ~1unlripnl de 1'11rlu i111r1inho-~1!> 
ilotlalidade: Carta-CoO ilc 
D:rtu da Abrrlura: 26/0712.001 h 09:JO horns 
Tipo: ~tenor l'n,ço 
A l'REFEITURA MUNICll'AL DE PORTO i1UltT1NIIO, 
MATO GROSSO DO SI.!!.., tom, publico par.t conhccrrncnto do, 
111krcss.;.1dos que S! encontra abc:n.i a L1c1taç;lo por Cart.1-Conv11r n ° 
01)'2 001, CUJO objelll) tr.113 de 
• Aquisiç:lo de 01 (um), cículo ulilil:riu no, o (>cro qullõ­ 
mttro) para tram,porte rom G1p:1dd:1de dr 09 (noH~) pa~,::tCL'iro,s 
• a gasolin n. 
Os Envelopes contendo as propostas, deverão ser cntrc!UC'> 
lacrados a,, l.oranJ<líil n "396 • Centro. P.,ço lun1c,p;,I, cm ,;,,,;i. 
tio de expediente. 
MJ1or~~ 111fom1.1çõcJl111tu ,1 Comi,'.,,)O Pl.'m1.11H.:ntc ck L1c,Ia­ 
çJo 110 1..'nJrn.'Ç'O .,,imJ c1I.1Jo e no h.'klonr :!87•1 :ns ou 287-1180 
Punn 1,.111r1111ho - MS., 19 de Julho ele 2 001 
Pnulino Uarrioo;. Pn:,u.kntc 
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A ( hllll .,1, Pcr.n UL/: ú•· 1 , 'tão de a,nada p ... tore 
to"24130/de 202 0) ataves de «uPresden tomatal+s 
L' p.n:, onhe meto dos lotante+ quse cm e sdoterads d mes­ 
ma datada de º" UI, ,i.. JI) ,,, hnr..1.", tornn ~J,t l,oul dr, .. ,., . 
~ )n .!li 11 elopes o I e02pelas mpre .. Jl (.1)1'. 1J 1d.; .. e l<<"!il , .. trh .. •r• 
sados chegou-e ao seguinte resultado hasati.ator1o 
• 110 ho1n e nr11h11m.1 tmprl',,I 1111rrc,,,ul.1. 
P,n1n h1r1inho - MS Ide setembro de 2 00! 
P.rnlino Uarrio-; - Pn,i1fc11ll' 
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das Propostas 
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[ditai N." ll1i/01 • Modalidade - Carta-C11n111e .• 01~,01 
A Comissão Per.unente de Licitação, designada pelo Dccrc~ 
to n.
0 
2.--11 J OI tl1..• 28 O:! OI atr.1, s de seu Pn.-:,1dcn!c. wm.1 puhl1co 
i: p..1ra conhcc111u-nto do5 hcn.mtr, qui:. cm tir~,i'lu rt:srn ad.1 da mes­ 
ma. da1,1da d,· 11109 OI.·" 09.00 horis: corno não huu,e ,1pre1,·n1a­ 
ç.lo do~ t·11,clopr, Ul i: 02 pelas empresas convidadas e nem 1ntc.·ri:,­ 
sados, chegou-se ao '.,C:gumtc: rc,ultJdo cl.i~'llfitJtorio 
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• ENTREVISTA 
"Nossa vida é rodea.da de preconceitos'' 
) no o twtrttado 
de ta d doe um jovem qu 
mpre fota pata on- 
cuir o deal e em o 
Jlll'íPlll'IHw,ill d.t "'itrH1111:1 tfo 
Excepcional" domes passa­ 
do, diretor da Sucursal de 
António João do jornal Iri­ 
buna da l tonteira Iteran­ 
te do (Conselho reportagens 
policial, politica, cronista, 
criti,11, Lolt111i,ta. (,cr,tldo 
l'rm·irn ((icµé). 32 anos, 
concluiu o 2 grau e sempre 
vem ~.111hanJo elogio, no, 
jorais pelos seus colegas de 
i111p1cn,a, g,1nhou dc,taqu.:, 
de jornalismo. im deles re­ 
conhecido pelo, p,>lítico, do 
Munilipio e l stado do Mato 
Grosso do Sul. Suas repor­ 
tagens são de ampla visão. 
1 e, a cobertura com­ 
plct,1 d,1 primeira e segunda 
ddlagraçào Jc 1
1
196 e 2000. 
da ornr:1nh:1 l'lcitnr·d do 
prefeito de Antoruo Jofo. 
i'vlS. l);ieio Queiroz Silva e 
Juneir MartinC✓Marques e 
cm 2000 a rcckiçilo de 
D.kio Queiroi: Siha e tenJo 
sua vice !une de Oliveira 
Santos. o rcpórtcr se empe­ 
nhou com gama e dcterrnina­ 
ço redigindo durante a cam­ 
panha do candidato. Geral­ 
do Ferreira é natural do mu­ 
nicípio de Jardim-MS. ao 
nascer sua milc obteve dois 
íilhos um sc chamava 
Ramào e Ga;1ldu (gêmeos) 
e um deles veio a falecer e 
sobreviveu ,omcntc u hoje 
Geraldo Ferreira, que aos 8 
meses de idade sofreu para­ 
!is ia-infantil. 
Repórter - Na sua vida de 
deficiência fisica, qual é o 
maior desafio? 
Geraldo - Eu me lcm­ 
bn.> que quando comecei a 
estudar. cra uma dificuldade 
na minha coordenação 
motora a minha mão não ti­ 
nha controle, cheguei numa 
situaç,10 tão dificil que cu 
pensava quc nào ia superar 
o desafio. Mas graças a um 
amigo Elias fuchs tevc a 
paciência de me ensinar a 
escrever. Agora o meu mai­ 
or desafio é cnfrcntar uma 
focullbde com licenciatura 
plena em Letras c Doutora­ 
do de fomali,mo . ..,,se desa- 
o qu sou or de de 
n!reputar 
Hpórter- Como se sente 
diante a a dfiinia fi­ 
ica! 
Graldo- Apesar dos 
outros totmiats notarem a 
minha dificuldade, acabam 
se enganando a st mesmo. 
Porque cles acham que eu 
no sou capaz de fazer algo 
por 111,ii, q11, ,cjt1 difkil. / 
dificuldade todos nós temos 
e ninguém é perfeito nesse 
mundo, só Deus que é per• 
feito. No meu ponto de vista 
cu me sinto normal, por 
exemplo: 11Jo ,cju a u,ficul­ 
dade para eu andar, apesar de 
que cansa, mi, qualquer pes­ 
soa ansa. 
Repórter- Durante sua 
vida, já sofreu algum pre­ 
conceito'! 
Geraldo - Ja ate perdi 
conta[ we reida«le 
nâo esta preparada para isso. 
falta de informação para 
aqudus pessoas que nos pre­ 
za. Por exemplo: a dificul­ 
dade que o delicientc tem 
para arranjar uma namorada, 
já de cura a moça(o) olha na 
apar~ncia tisica e o prccon­ 
ccito é fatal. 
Repórter• 'unca teve na­ 
morada? E como foi seu 
rcl:icionamento? 
Geraldo • Namoro 
sério que cu me lembro fo. 
ram com três mcninas. l lá, 
durante o namoro com elas, 
foi normal assim como qual­ 
quer um que namora. 
Repórter • Como você ca­ 
tiva as amiz.adcs? 
Geraldo - Sei lá. é 
meu dom ,!lUe Deus deixou 
cm minha pessoa cm fazer 
amizades. mesmo quando as 
pessoas s.'io bra, as cu consi­ 
go chegar a scr um amigo de 
verdade. Nós seres humanos 
dependemos um do outro, 
ninguém vive sem se comu­ 
nicar com o seu próximo. 
Repórter • O que ,·ocê di­ 
ria para aquelas pessoas 
que muitas vezes querem 
tir.1r sua própria vida ou 
mata o seu próximo'! 
Gemido • Olha não 
sou cu que vou salvar essas 
pe,soas. mas existe Deus e 
Jcsu, Cristo e os anjos dos 
cus Agora pata qur 4d li 
ta tirar uma vda que D)cus 
os deu? Ema da mtuva­ 
lho e gostosa de e viver. 
cu fio doente de ver pesso­ 
aturando vda de um sr 
humano pta que? Afinal de 
contas nós temos que saber 
vver a nossa vida aqui na 
face da terra, sem violeni­ 
as. L isso que Deus nos deu 
e aquele que está com vida e 
pohre ou rico agr,1dc: a a 
Deus pela vida de ua fami­ 
lia, porque sem dificuldade 
não teria vitorias em nossa 
vidas. 
Hepórrcr • O que mais te 
deia irritado, e, endo que 
você não pode solucionar o 
prnhlcma'! 
Geraldo - O que me 
deixa furio;o é ver tanta gen• 
te passando fome, às vezes 
o cidad:h> da class<.'. lxiixa 1150 
tem ·rr «stentar sua ta- 
mdia. Enquanto a corrupção 
corre solta pelo nosso Urasil 
imenso. nós pagamos tanto 
impo,to. há I OQ anos que os 
presidentes falam cm com­ 
bater a miséria e nunca é su­ 
ficiente. Isso que é irritante. 
Imagina só "eu se ficar sem 
um almoço já fico mal'', é 
triste. 
Repórter • Você gost:1 do 
que faz, sua profissão? 
Geraldo- Com muito 
orgulho que me dedico no 
trabalho, cada vez mais ve­ 
nho tentando me aperfeiço­ 
ar para que cu possa traba­ 
lhar com mais facilidade. 
Afinal de contas a minha 
profissão o tem como um fi. 
lho, porque é tào gostoso fa. 
zero q~_i: você goste. 
Repórter • Você gosta de 
politica? 
Geraldo- Eu não vou 
negar, vou ser sincero sou lou­ 
co por politica. mas uma po· 
lítica sadia, sem demagogia. 
sem rancor, sem ódio. Tem 
gente que diz que política é 
suja pura sacanagem. mas sem 
a política não existiria gera­ 
ção na nossa ~-conom ia e as 
Leis? Será que existiria? 
Repórter• cu fã políticos'? 
Gemido • Pra falar a 
verdade não tem outro polí­ 
tico que admiro muito des­ 
de quando conheci Senador 
PI N IÃO 
A Urna 
E!etrônica 
Rci."i de Sou1..a 
(Brasilia) - i vio!JçJo 
do paind de votação secreta do 
Scn.,do F,•,kml. p,:rpc1rado por 
funcion:irios do setor de 
infonn:ilica. sob o comando de 
dois senadores ( o pn.-siden1e da­ 
quela casa de leis e o líder do 
Gmcmo). ,cm n:sohcr o tema 
d.1 uma elctninica, implanlado 
pelo TSE ao custo de qu= USS 
1 bilhão e cujos asp,..'CIOS nega• 
tivos vlo se evidenciando. No 
limbo politico pois as eleições 
aincb estilo longe. o tal sistema 
de votação começa a provocar 
algumns dúvid:is. Por exemplo, 
no caso do Senado Federal, 
quem garante que os senadores 
ACM e Arrud:i. que negaram 
veementemente participç.3o até 
serem desmascarados por uma 
chorosa senhora (a ex-diretora 
do J>m<b.,cn). que indigitou os 
dois espera!hs ao vivo e cm 
cones, que os agora "renuncia­ 
dc.s" , iol.Jr;'.!m ~n.is um.1 , a 
o., Sc,,:rcdos c.leitori:is contidas 
no, JÍsq,u.:tc, dL, progr.un:i'? Ou 
era prática comum. esl:l quedes­ 
vendava votos secretos e assim 
indicava, aos inlm:,sados., quem 
era quem na hora de votar? Nun­ 
ca se salJ<.,-j pois o que era per­ 
mitido divulgar ji o foi e nada 
mais se disse sobn: o assunto. E 
lambem não foi perguntado. 
Com a uma ele1rônica 
aconleo: o mesmo. Uma fraude 
b.:m feita, transferindo votos de 
um para outro candidato, segun­ 
do esp,..-ciali.stas, n:lo fica na mc-­ 
môria da máquina, pois des ro­ 
dam um dentro do outro e ch:s:i­ 
parcccm sc:m deixar ,·estigios. E 
por isso mesmo, chamados de 
"ovos-de-piscoa, pois ocos, r=­ 
bcm outra., informações e fica 
rudo por isso mesmo. 
Leonel Brizola (PDT). 
veterano de muitas eleições e 
portanto conhecedor de todas 35 
pa1ifarias.. do cabresto, do bico de 
pcn:i ! do clcttõnicot rccdxu de­ 
núncias. cm 1982. de que cstn­ 
vam armando inform:u.iz:id.1. fr.iu­ 
de com a tot:l1inç:1o dos votos 
m:ijoritá:rios. Ele. candidato ao 
Go,•<:mo do Rjo de J:meiro. en­ 
lcnde.u que a autora da marmota, 
em favor de seu adversário, seri:J. 
a finna PROCONSULT. contra­ 
tub pelo Tnbuml Regional Eki- 
toral para a agilização dos re­ 
sultados. não teve düvidas, con­ 
vocou a imprensa nacional e in­ 
lemacioml, aponlando os nü­ 
meros. margens e esutísticas da 
fraude. 
O resultado é que foi 
elei10, desmontando o esquema 
na ocasião. 
A rco,nte ekiç:lo pn:si­ 
dencial nos EE.UU. é ban sin­ 
tomática. Lá, na primeira nação 
do mundo, dos donos dos S<.'!!re­ 
dos nucleares e da guerra nas es­ 
trelas, do pais que espiona o 
mundo via satélites, o , oto é 
apurado sufrágio a sufr:igio. E 
recontado, até a pedido d:, Jus­ 
tiça. p:ira que roo pain:rn dúvi­ 
das e foi o que acon1cceu. Bush 
só foi proclamado depois que 35 
umas foram recontadas :i 
exaustão, após duas scnunas e 
com a anuência dos delegados 
de. ambos os candid:llos. • 
O Brasil pais de tom.iro 
mundo, onde"' falsifica de rudo 
e onde as fraudes orom:m am,.,.. 
ç;mdo p:lo IPTU.no l1'SS. n:i R,, 
ceita, nos Bancos, nos Go, anos. 
m Cúman F<>ló:tl eate no S<.-ro­ 
do. qu:wlo ocorrer. a frade: dis 
urrnsd~1IÕ11i""-'(?Klsdc:içôesdc 
2002..2 
.,.,- ' 
/ 
,_.,. 
. ,, 
j 
, ,/, . 
-. t 
Geraldo Ferreira - (Gegê) é estimado por todos os anoto11íojou11e11se.s e completartÍ 
JJ anos iro próximo dia 17. 
Juvêncio César da f-onscca, 
deputado federal Valdcmir 
Moka {PMDB-MS). e pre­ 
feito Dácio Que iro,: Silva. os 
três pra mim são fantásticos 
políticos verdadeiros. Eles 
tratam com carinho o povão 
e até as crianças isso é mui­ 
to importante e exemplo 
para os outros Países. 
L 
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•· 
Repórter• E verdade que 
rncê está editando um li·ro 
"Eu e Meu Amigos"? 
Geraldo - Sim, este é 
mais um sonho que quero 
concretizar no meu desafio., 
qu.:ro pro, ar para aquelas 
pessoas que não me dão va­ 
lor no meu potencial É 
obvio que nós seres huma- 
nos não somos nada, somos 
apenas uma vela acesa. 
Repcirter • M ensugem fi. 
nal? 
Geraldo - Gostaria de agra­ 
decer aqueles que dão valor 
aos Portadores de Deficiên­ 
cia Física e que nos respei­ 
tem. Continuem sempre as­ 
sim que Deus n5o falha. 
Com a Cruzeiro do Sul 
sua carga 
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cu! 
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po 
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JORNAL IHIB'UNA DA TR(MIE IA 	• GERAL 
tíCl'l.ATIVO 
1 :i 
lei do ICMS Ecológico é proposta 
por Waldir Neves 
lk .1111011.1 llo ,krut,1- 
do e t.,du;d ',dd,r NtH·,. 
a lei complementar 0/7 
d 07de dezembro de 1994, 
que alterou a redação da lei 
complementar n57 de 04 
de janeiro de 1991.que di­ 
pe obre o ICMS Eeolói­ 
'-"· ljlll.'. a!.' 2.CJ(),I 
correspondera a 41" da 
parcela que é repassada aos 
munidpin, dc,lonn,1 i!!11,1- 
lit;'m11, 1111kpi:ndc11ll' uo 
porte económico do muni­ 
upin. 
"O i111pmto vai prc­ 
miar com mais recursos ci­ 
dades onde haja maiores 
números de reservas ecolá-. 
cas, areas de preservação 
pmnan,nte e maior c:ontin­ 
gcnt.: populacional indige­ 
na". alirnHllt Waldir Neves. 
Quando estiver im­ 
plantado dcfiniti'amente, o 
IC1'1S !:cológico 
correspondenuo 5% dos 
l 2~o que s:io di, ididos en­ 
tre os municípios. O rcstan- 
)­ 
,- 
OPINIÃO 
Elio Guspari 
O dia 11 de seh:mhm 
de 2001. 11111 dia cuja lem­ 
bmnça ficJr.i 11.1 cninica da 
infâmia, alguém mudou a 
história dos Estados umdos 
11:i cerca de 40 anos, quan­ 
do o residente Franl.11111 
Ro .'hC elt usou algumas des­ 
,:,s palavras para decl.1rar 
guerra ao Japão, sabia-se que 
a 11111.!rica n.io seria mais a 
mesma, mas tinha-se uma 
déia mais ou menos claras 
de como ela ficaria depois da 
, itúria Dc')ta , e,_ é pro, à­ 
vel que nem o Presidente 
Gc-vrgc . Bu,h J,i sabia / 
tarde, sua aparência descon­ 
certada sugeria isso. 
Pode-se apenas espe­ 
cubr a respeito de alguns fa­ 
tones que detemuarão o ros­ 
to da ,mCrica que ~1ir..i da 
poeira de '.ma York O pri­ 
mero é simples. A cada 
te dos 88% da participação 
na am:cadaç.io ~-comirnica de 
cada cidndc. 
"A lei que criou o im­ 
posto no Estado entrou .:m 
'igorcm 199-1. Seis Estados 
foram contemplados com a 
lei. entre eles Mato Grosso 
do Sul. no qual o tributo 
será repassado aos municí­ 
pios que abrigarcm unida­ 
des de conservação 
ambiental", a~umentou o lí­ 
der do PSDD. 
"Sta.: mais uma con­ 
quista em prol dos municípi- 
o, d,, no,w fawdo. e que me 
orgulho por viabilizar bene­ 
licio, p.1ra toJJ.'. as n.:gjoc, 
de Mato Grosso do Sul. con­ 
tribuindo as:,im parJ o pro­ 
gresso da sociedade". con­ 
cluru o lida tucano. 
twworia dr lmprrma Paramenta) 
Os f UBà uão à torra, com o mundo ou sem ele 
C:c:rcicio de anti­ 
amcricauismo hipócrita 
corrcspondcr:i uma reação 
contr~iria. violenta e n:,scnti­ 
da. , cada c;,.crcicio de com­ 
prccn,ào pelos mollo, do, 
terroristas, corresponderá um 
sentimento isolacionista, pri­ 
mitivo e compreensível 
, simp;,tia pelo channc 
discreto dos terroristas passa­ 
rá a ter 11111 preço. É comum 
encontrar-se pc:sso:t.s que con­ 
denam o terror genericamen­ 
te mas estão dispostos a acei­ 
tar alguns argumentos das or­ 
gan1Laçic, ou países que o 
praticam. Aceitos os argu­ 
mentos, assumem uma postu­ 
ra de modcr:ida tolcr:incia. 
fim de linha. ,s,im como o 
ataque a Pearl Harbor ,cpul­ 
tou os isolacionistas que int­ 
biam o prcsidenlc Roo,e, eh. 
:b c,plo:,,lk:s de agora cobr.:i­ 
rão caro ao intelectualismo 
para-terrori;ta 
Os americano, soube­ 
ram do ataque a Pearl l larbor 
pelo rádio. Vieram o desem­ 
barque de seus garotos na 
prata de Omaha. na 
Nonnand,a. cm fotografia; 
tremidas, selecionadas pela 
ccn .... ura militar que: retinha as 
imagcn de cadâ, crc::,. Nunca 
na hbtória t.h: um po, o um.J. 
agress;io traiçoeira como a de 
agora foi transmitida ao, i,o. 
Pior; a pan,r de hoje, mifhoes 
de pessoa, andar:io p.:las ruas 
de Nova YorJ.. sem que na ,ua 
,ilhueta e,tejam as dua, lor­ 
n:s prateadas do Tradc Ccnt.:r 
O, E.st.td<» l:nido, ,ào 
buscar os 1errori,1a, que o, 
atacara.m com o mundo ou 
sem o mundo. Um mundo que 
lhe retirou o a,,ento na (>- 
111,s>ào de Direito, Humano, 
da o:-u. pem1itindo que nela 
cntra,sc o Sudão_ Enquanto o 
problema ficou no ni,cl da 
malcriação. podia-se aceitar 
o argumento das trapalhada, 
do presidente Bush. Depois 
do desmoronamento das lor­ 
res a pergunta que os ameri­ 
canos se fazem, com rJ1.:io. 
é como se conseguiu chegar 
ao ponto a que se chegou 
,inda n5o se pode 
calcubr o número de mortos 
no, atentados de Nova YorJ.. 
e \'ashir11:ton. Em J'earl 
Harbor foram 2.40ó. Na 
praia de Omaha ficaram 3 
mil. ~os dois c.1so'>. eram 
,oldados. Em Nova York. 
eram cris. trabalhando cm 
seus escritórios ou cmbarca­ 
dos em aviões. Para o bem 
ou para o mal. por muito 
tempo os Estado, Unido, 
não, olt:!.rJo a ,c:r como eram 
quando o dia de ontem ama­ 
nheceu. Como dz o presi­ 
dente Bush: "Vamos a c.r". 
1 
1 
L 	_ 
D:1n:tnôa Arrai;:i -vito lí:l .. r l!o lllcco Su.:>ra:i rtttf 
Mo.ção de Pesar 
Na forma prevista no artigo240, X'L do Re­ 
imento Interno desta asa de Leis, requeiro a 
Mesa. Seia enviada Mfo.o de Pesar ao 
Excelentíssimo Lmbuiador dos l stados { nidos da 
Amcric.1 do ''orte no Br~siL p,·lo .1t<:11lJdo 11.:rro­ 
rista ocorrido no ülumo da Il do: ,ct.:mhro. A 
Moção poderá ser redigida nos seguintes termos: 
'', Assembléia Legislativa do Estado de Mato 
Grosso do Sul. intapr.:t,mdo o ,cntirncnto da po­ 
pulação_ mJnife,ta seu profundo p.:,ar ao, L,tado, 
Unido, da América do '.'tirlc_ ,itima de um 
iconcehi, el atentado terrorista. c:aU',ando .1 morte 
e ferimen10s t:m milhares de pessoas. 
A ação terrorista, sem precedentes no mundo 
moderno. cau,J repúdio i: a indignação a todos. pois 
ri:presenla a incon,t:qüénci.1 cm seu aspccto mais 
nefasto_ , itim.1ndo inocente, e colocando em risco 
a tranqütlidadc nccc,sária ao dc,emoh imento e ao 
progrc,,o do mundo ci, ilizado. 
:'cnhum.1 idcologia. cr..:do ou posicionamento 
político. pode ter surortc rm ações de lcrror. pois 
fere à condição humana em sua sintese, Lramfor­ 
rnando quem age desta form.1_ cm espelho do anta­ 
gonismo estáil. pob abdica aos mais rudimenta­ 
res principios de ci, ilidadc e de com Í io harmô­ 
nico entre os povos. 
Os Jtos praticados contra os Estados Cnidos 
da Jmi:rica do :--orle .: sua populaç.io_ no último 
dia 11 de setembro, f.:rem à toda humaníd:i.de d.: 
forma ingente e t.:'m que ser :ihominados. com a 
respons.1bili1.ação dos mentores e .:xccuton:s. 
SolidariLando-se com os irmãos norte-ame­ 
ricanos. o Parlamento Sul-1atu-Gross::n,;c_ en, ia 
s.:u p.:sar". 
Pkn:irio das Dclihera,ôc,. I 3 de setembro dt: 
2001. 
Antônio Carlos Arroyo - Deputado btadual 
'ice Líder do Blorn Suprapanid.irio 
,a 
tZ 
FAZBNDA ANAHI 
fJelson Cintra Ribeiro - Qui/ômetro 15 
ESCRITÓRIO: Rua Dr. Costa Marques - Centro, 681 - Porto Murtinho/MS 
INFORMAÇOF.S: (67)287 1189 (67)287 1263 
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1.11 d1, ll] i'I'• rP1ll u• ,., 1 ''"'', 1, 1:nh, ., •, 05 
,<11111Ji.,," "11t1tinla, f lll .IHJ I l I'- l'I' ,,.,, p,i,, 
1.1 I', l'i' ,· 1 li' ,,,,• ,1,11 ,1 dll u1,11 Sllj'Lf lv,lu,h.,. 
onde tolo mwloomese bhe, Entre os preentes e»­ 
l.1,1111 1"' 1•1d,·,111ll,r,J.,11, ·, 1,, -:/h,•,t· 's, l>,lm.: 
t· ( lotd,k. 1 "" ,. -,,,l.,11 •:. 'dn11r-: ( lu,k. c11tll' <!lll!U·• 
ÂII i ii1. llldli 11111,1 O lh Jl(l•.,(I, Lllrllpllllll..JllO! 
(Quero 
lk•.q,11 1111 kll/ .1111,t'1 ."1rin ,10 C 1.1 11 1 ll '.:>l RI - 
1',. q11,· 1r,1u111 id.,J.: '"' 1d1111111 d1.1 () lpp. ( k1ll1>n-: filho 
/ dn-.. ,intp,'itiu" r.,,.d ,1111chnJn ~., ,·11.1 .: D Rosa. Ao 
Ck,11,111. feherdades, que vocé continue esse mmuno lin­ 
do qu,· ,, 
ni, <T :'1riu 
i.1o p111h,1111<>, 1kl,1r d,· 1,·t•"11;1r u ,1111.:r<irio da 
111i11h,1 u1kµ.1 l'!J'sl· 1 f' 1 l'ltll//.1 ON',l·CA. 11.:,1.: <lia 
IOpp: 1,,111,1,· l' ,·,p11,.1 "" ,,tíf1-'l1IO :-,.:1 y 
•  .,..,.:, h <>11,ll'. ,k,..:j,1 lod.1 ,1 kh-1d.11k do mumln. 
que oc consiga tealzar todos os etus sonhos, são os 
nossos des'tos., rv,±/Is 
Frase da semana 
J p.11 tão desejada por todos os homens. pod,r.i s,r 
concrc1i1.1d.1 ,,nm·nt,· qu.mdo ni,tir a "lima. o Jculhi- 
111.:nto. o a1111ir..: a ajuda reciproca c·ntrc cada pessoa hu­ 
mana. 
Todo ato contrúno ,1 'id;1 hllm,m:i. <l.:sdc o ',ntn: 
malcrno até o últimn in,tanlc <lc ..::--ist.:ncia, é contrúrio (1 
PAZ. 
Dia tia lmkprndo:ncia 
CaJ,t 11111 de nós é cidad,1o da nos,;1 pátria. o ílR/­ 
Sll .. Di,,o decom:m direito.,, d.:, cr.:s impn:,sos na nos­ 
s.t co11,tit11iç:1n. p.1ra qu.: n:alm.:111,: haja "ORDEM e PRO­ 
GRESSO". 
1 nós Gtb, a realização plena deste pais. 
Para atingirmos essa meta é preciso que nos 
politiz,mos. p.1r.t ,[llL' cuda ato misso scjJ consciente, fru­ 
tikm e dici.:nh:. 
Sl'man:1 da P.ítria 
A S,mana d.1 l':'tlri.1. foi comemorada na, .:scolas. 
tanto na mu111cip.1l como na .:,1:1dual com muitos jugos, 
hrincad,ir.ts. l oi uma semana de c.1111peona1u e o publico 
marcou presença 
o, alunos qu, p:1r11c1p.tram desses lom..:10,. nos­ 
sos elogio, p,ir tcr..:111 11H1'tr.1do seu lado <l.: c,pinto .:s­ 
portiH1. 
Falando 
Fm t'utd'<,I. lica aqui 11111 ncgi,tro dos c,portistas 
cJr.1cok11s..:s. ,,u ,,ja. vamos fazer um p.:<li<lo ao prdi:ito 
CI IICO  l1l,. qu, ,kt,onm, a fazer uma reforma geral 
na nossa q11.1dr.1 d, tiit,hol d, sal:io. que r,alm,nt,- est:i 
muito damtie.,d,1 e ,..:ma, mínimas condições <lc· uso. 
Fica aqui esse apelo, e t,mos a certeza que o rrcf.:i­ 
to Chie,, J.1i,1. .ti ,ntcnJcr ,, 1111,sn pedido. e acima d, 
tuJo. ,, no,"' prdi:ito Chi,o  l.ii,1. como é Cllnh,cido em 
Car,tcol. é um i;r.111J~ inc.:ntl ;iJnr Jn esporte caracolense 
D+ da árvore 
 . n t 1.: e t·, 
ir'homo em ou,/x» punfi. lo o •. r: 
bem sombra. flores, !rutos e perfumes ' 
l  1 : 1 . alimentando-no Aomp mn .__: r 
tunulo 
l'rote±a a vida dos animais, alimentes, da pou ada 
,j ... ,,.._..,, l" ;t._:. acre '», t 
Preer Jf r: j'lJnt.1r ,in or.·' t· rr..., ... n ,1r u 1,l! UI o do 
n11111do 
~l'f.!lllltlO 
O, U)lll1..'nt.'1rio .... quem esta no mator love .. t d rnh ~, 
colega Juseilei Pai e Meu Humor Pois os m,·,wu, J,i 
estão até pensando no r.1,úrni )·.1ço 101,,, d, um.: kl11 
11111,10. o ;unnr e 11111.lo. 
A Cei::unha dH'f.!011 
/ ,,·go11h,1 ch..:~ou 11..:,ttc J1a 1 ",09. p.11,1 o, p •r '" 
G..:1cio ()uinta11;1.: ;"'ci,1. tr.11,·11do 11111.1lmd.1111rn1111. qu,· 
recebeu o nome de Gio, Jna. /o p:tpJ1, ,oru1,1, e .1 
(iiu1 ,111J. fdiciJa,k~ ... 
E,tar.í aconll-rcruln na C'it) 
Casamento comunitário, totalmente gratuito par +s 
l.:<ll.'llll..',. llJUU .lhh.J '.',l.'l,1 J'.llíúl'lll&HhJ pda ,_hJllllllJ"lllJJU 
popular através da Secrct,,ria de /,,i,tc:nci,t Social. [ ,11: 
é um dos projetos par.1 o rc,galc <la ci<l.1<lania., i,to qu,: o 
principio dc,,J ,ccrctana ê atender à, fo1rnlia-. cJrcnte, 
nos seus direitos e inclui-1:L~ na socic<lad,. 
No momento atendemos J 16 c~is. qu.: já dcr.un 
entrada <los papéi, no cartório e cm breie c,tar:io no mai­ 
or lovc. 
pnmeme lu 
t !., 1:. . , I' .. , 1 
',f,j ,. :''.u:dhu1l1Jr.1 
rtirio de E portos: Arzu da uha hunwot 
l lo11t< n.1'·t ~11 p,,,t11m.1 .10 ,, !lh<,r l)ilhl r111"11H1 J t 1ft 
D.J l,J: to !e 2w !er ums da ! .. 111 ,..,/,1 
Dilhemsno leite arparaoRnodata!ria l ma ·++- 
J _.J .. • 4u.: 1;, .q :r 11 '.. ": 1.., ,J.L !.. },r 
r.ml~e-ir(). t.!u \,·r~ ... !..:r,1 1 ,ll d.: t..:] 11! 1 t.Jll.: . ,,li 
lhos com mata dificuldade 
erpre trabalhando. en!tentado a e trad.a d v6da 
os amnhosda da mutto espulos pisou eneeu ! IA 
des lutas.matuta npl.erros +armh oito 
ele p±!tau. nos dereuqu tas hontas. teoth.Aos ina­ 
gcm 4u.:nd.1 J..: hw11cm J,: 111u111, 111.'11!1!0 p.tr I l<>do, 1111 
 n.J.1 pur..L mdr~·.1J I d.: lHm.: .. t!d.:,l.: .:llllp:-1u .1 'd. 
passagem na terra, nos der.ando mut!tas -.,1t1.l.!dL .. ., l lL 1 - 
nas. Agora olhando do cu por wJ,,,, 11ó, !.1mJl1,1r,·, ,: 
amigo,. pt·Jm<lo que quJn.I,, ,:-ti, ,·mio, tn,1~,. tnLulu ln·-- 
1.:, mc,mo. kmh1.:-,.: tk l),·u, c<•n1 lim1c1.1 que ,uJ 1111.1• 
gcm ,:,1.1ra pn:,en!.:. Andtr,011 Le:111 
Fclicid:td~s 
~ 
, ' .. 
' , 
I 
."";', ( 
... ,, .,. ,,!'! 
fambérn com,morou s.:us 0-l aninho,. no domin­ 
go <lia 02pp: a gatinha GABRIEL/ SOUZA LEITE. 
Sua mamãe Azaleia. or,,;anizou uma linda ft"sta d.: ani­ 
'ersário cm sua residência. Gabriela. recepcionou seus 
inúm,ros co111 ida<los com alegria. 
: G,131. os nossos cumprimento,. parah.:n"-.. 
- 
N. 
c 
A 
 
• .,,., . 
 '-( 
-:: 
<:,. 
'?.-" 
, lgn:ja ,s,..:mbki.1 d.: D.:,h J.:  !Jll t ,n"'"· 
levou seus membros p:ira Campo Gramk p.,r.1 r.1rt1ci­ 
parcm do 33º Cong.n:,,o 's..ic1un.1l d;i CJBL. 1Cor.­ 
grcs,,o de lnnJ.s lission.1ri,1, qu..: f.11cm J Ohr.i ~m:ui 
através de projetos bendic.:ntó,: com prop,'1,itu, cn,­ 
tàos). m.In:aran1 pr~::-1.:ni;..1 cJr..1,.111:.h lk tudo::- o-. E,t..1- 
dos do llr.i.,,il. for,1111 04 das de louvor e :i<lnr.1i;.l,, ::t 
Deus no Guanandzo e a lgreja de Caracol não deixou 
d, marcJr prc:.cnp. 
DE CJ!Bl:Çll 
RENTES. 
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JI,[• IM J f<JCIHII nA rPOtHEJ'lA 	•SOCIAL 
VA Sue Pio 
SULMATOGROSSENSE 
Diálogo 
esta semana, esta oluna registra as raizes da müsi­ 
ado Mato Grosso do ',ui. e revela os artistas deste I stado, 
em especial aos nomes dos naturais desta reião. 
Natur.,1 de .J11rili111 :'IIS 
J,10 h.ll,111tc ,·onh,·,ido que a cantora "Vanessa Ajala" 
e natural de Jardim/MS 
/glllíl o "Destaque" revela que o sertanejo "João 
Haroldo" tambem tem suas raires nesta cidade. 
0 Sertanejo 
Joio Haroldo, da dupla "João Ilnoldo e Betinho". são 
os sertanejos sul-mato-grossenses vem despertando a Jtl'll· 
ão d.a mídia e com suas must.as tocando em emissoras do 
interior de o Paulo. B'arma e do Mato Grosso do Sul 
1 ,1.1 n,lun.1. Jc,t.1,.1 ma,, uma , ez que João Haroldo 
é Jardinemse e também conquista seu espaço no cenário ar­ 
tistico nacional. 
ovos Artistas 
O setor musical de Mato Grosso do Sul começou bem 
antes da divisão do E,tado. mas antes de l 977 as músicas 
mais tocadas eram a ti picas paraguaia. 
1 lnjc o Estado reúne vários nome, que tocam ritmos 
com diversas variedade . como: Forró. Scnancjo. l'op. Rock. 
etc ... 
,rti<tas N:,turais 
Esta coluna destaca alguns nomes de anis1as que sào 
desta regiJo e despontam para o succs,o e ritmos nacional. 
• Vanessa Ajala. emplacou no ritmo Nordestino. ela é 
natural de JarJimlMS. 
• João I laroldo. o senancjo que também tem suas 
rniles cm Jardim
1
MS. 
• Ney Mato Grosso. natural de Bela Vista. é sucesso 
no Por n:1cional. 
• Scrgio Rei, tem suas raízes cm Miranda/M /é o 
grande sertanejão. 
• Édson Cordeiro. saiu de Campo Grande e caiu no 
sucesso nacional. 
Ainda temos: Almir Sater, Alzira e Tetê Espindola e 
tantos outros nome€ yfup0UI us »u»+r» :-- _,, _,nL,h, 
O grupo Acaba 
1 em seus trabalhos retstradosem l disse ú l 111 r,, 
inl,111til. 
O rupo surgiu em 1969om o intuito de desenvolver 
e divulgar o folclore do Mato Grosso do ul. tem nas letras 
de suas mustas a alegra. ores e dotes do povo pantane 
com advertenia do santuário ccoloro que e o Pantanal. 
O Canto da Tara 
E um grupo especializado em animar os bales o 
músicas tipias regionais e dançantes 
Os Rocks do MI 
Campo Grande tem excelentes bandas que toa 
músicas de Rok o bandas aue destaa mats ne cento 
na, .. ,11al que aqui no l.st.,Jo. L ntrc as lla1hl.1, lliJllh>s. ll.111- 
do do Velho Jack.Os Impossíveis, Naipe labaco's Rip 
Os Regionais Pop 
Nos Ritmo, l'up Regionais Jc,tacamo: ,lmir S.1tcr. 
Tetê e /lzira Espindola. 
Bela Vista Norte 
/ cidade desta Fronteira Bella Vista Norte comemo­ 
rou seu ani, crsário neste último dia 30agosto. Esta coluna 
rcgistrJ o centenário de Bclla Vi,ta None. 
Festa de Rodeio 
Por suas características de Capital Agropecuária, Cam­ 
po GranJe é destaque no, rnJcios nacionais chegou a, cz de 
acontecer cm Campo Grande nos dias 13. 1-t. 15 e 16 de 
setembro realizar uma das maiores festas de Rodeio dos Pai,. 
o e, cnw scni no Cluhe Campestre Ypê no Porte da Festa de 
Barretos/SP. 
Bom de Laço 
Será na cidade de Guia Lopes da Laguna a Festa que 
, ai marcar época, será nos dias 11. 12. 1 J e I4 de Outubro a 
realização da" I' Taça Ccn1ro Oeste de Clube de Laço". 
O e,cnto tcr:í os Bailes animados pelo Grupo Estilo 
Nativo. 
Informações Jornali ricas 
Em Ca~po GranJc todos os domingos são distribui- 
[buna da lrnta e o povo bem interinado 
Bohiose Apresentadores do M 
constituem uma boa altrata de pro ramas de te­ 
lerão us apresentador e palitices de yransde de'aqu­ 
I tadail 
ODpatado MautiPatethm o P ·rama "O 
fhl , i J 1 • e B f) ,.: .. ,n:,! ... 1., 1, '.',lrJ,'111 .. I 
·Orador e!unho Irad. nantem sua audsv6a 
r.+ f M!«Reord 
l claro que no mtror do M 
Lsses programas <e peuos onhecidos pelo motivo 
das imagens serem diretas de io Paulo através das parabo­ 
ic.as. 
Ritmo Nordestino 
Vanessa Ajalla, mostra que a Sul-mato-grossense 
tem muito taknto e bdcza p:ira mostrar. 
• Investimentos em Obras e Serviços do Governo Popular entre janeiro de 99 à julho de 2001: 
ft{Juaetra RS 4.079.457,00 QistiRica RS 6.678819,00 Ncaque RS m.410.00 
Ak:in6polis RS 1.596.391,00 Ccxin RS 7 .'ZlJ.592.00 No-,a Alvorada do SlJ1 RS 2.457.715,00 
MlaTbai RS 11.987.126.00 Deodâpo!s RS 3 024.102.00 Nova Anàa:fna RS 5. ô54, 02.B.00 
Anastáào R$ 2.371 521.00 Dos lrmaos do Burili RS 4 716 602.00 Novo Haiion'.e àl Sul RS ii56C!15.00 
Anaun:ãnáa R$ 1.316.246,00 Douradina RS 1093-169.00 
1 
Paranaíba RS 2.522.12'.l. 00 
s 
.Angélica RS 1.516.617.00 Doorados R$ 19.887.26ô.OO Paran!-.os RS 508.269.00 
Antõni> João RS 1.657.764,00 8dcraoo R$ 663.324.00 
Pedro Gomes UniBll.00 
Aparecia do Taboado RS 817.!394,0, F étrna do Sul R$ '2'.329.713.00 
R$ 
Aqtjdauana R$ 5948 683,00 Glóna de Douraoos 
Por.ta Paa RS 7 .200 623,00 
R$ 1.832.583,00 
Pcrtl MJrtir.ho RS 5.252.670.00 
Nal Morera R$ 2.346.280,00 GÁ8 lq,es áa Laguna RS 2.655.839.00 
Bandliran!as. R$ 1285 952.00 lgUãtemi RS - 1.337.5-!S.OO 
Rbas do Ri> Paroo RS 1 551.641,00 
Bataguass;J R$ 2.549235,00 Inocência R$ 459.154.00 
Ri> S.i'har.!9 RS 1.636.550,00 
Ba!aprã R$ !m023.00 ltapcrl RS 15.600.582.00 
Rt0 Negro RS 1.448 364.00 
BelilVJS!a , R$ 4.102.165.00 l!aq,r.al R$ 11541.151.00 
Ruo Verde e MT RS 2327 57200 
!lodoqJena RS l.<Xl7.95f,OO tv,nhema R$ 3964 332.00 
Rocheál RS 141 330,00 
Somo R$ 7.725.521.00 Japa-ã RS 617.599.00 
Santa RJ!.a do Pardo RS 642.687,00 
·, 
São Gamei D'Oes!e 
&lrsilãnáa R$ 725.807.00 Jaragist RS 3C6.151.00 
R$ 2.SSD 579. 00 
Ca.rap6 R$ 6.635.665.00 Jardin RS a212457.oo 
Se!vna RS 185 322.00 
Camapua RS 3.302.876.00 	Jatei RS l.ffl053,00 
Sele C)Jedas R$ 251 361,00 
Ca'll)OQande RS 67.012.393.00 Jt RS 202.253,00 
Siáo!1'lda RS 12.263. 482.00 
Caraail R$ 8.28 f.326.00 ladàno RS 479 024,00 
Soe.ora RS 1.747.896.00 
;IIJri 
Cass1ãndia RS 4.516-999.00 Laguna Caara;:ã RS 83õ3 379,00 
Tacuru RS 2257.371.00 
Chapadão do Sul RS 3 818.582.00 Maracau R$ 13 975 125.00 
Taqu.russu RS 3011.416.00 
Cargunho R$ 4.246.606,00 M'randa R$ 2.iê!3.103.00 
Tarenos RS 920.168.00 
Ca,,:,ei Sapuc:aia RS 905.109.00 Mundo Novo RS 3 nas10.oo 
Três lagoas RS 30 316-431.00 
Caurcá RS 57JW.f& m Ne,-.-:il R$ 4 32 95S.CO 
'i:::eiôna RS ôõO 194.00 
a 
Enquanto alguns vivem pànsando ein ibope, 	..1 
1 
o Governo Popular trabalha por nossa gente. 
• 
:J 	r- 
.. l. 
Mits Gr»±sSsl 
Ccmpmisso com vo&é 
RS 426.220.109:,e·o' 
Estes são os números que deixam nosso Estado feliz 
e muita gente preocupada.

•SOCIAL/ PORTO MUf!tlNjjO 
A miss Porto Murtinho, terceira miss Mato Gros-
1 
so do Sul Unma Cafure, esta~: fazendo uma participa­ 
ç:io no desfile show Primavera V.:r:1o, que aconlcrccrá 
no dia 21 de setembro no Club dos Caiçarus. 
Miss Turismo 
O mcga evento que reunirá as mais belas Muninhcnscs, 
no dia 24 a 2R de outllbro no primeiro campeonato de pesca. e 
o maior de Mato Grosso do Sul. Já conta com o total apoio do 
C01lSl1lado Tatui.cmprcs.-rio (Júlio Biando e 1ário) também 
do Diretor de Ponos e l!idrovia, do Governo do Esrndo de 
Mato Grosso <)o Sul, Fcmiiano Yarzon. 
Conscientização 
bti,crnos analisando. 
O porquê? que as pessoas n:io se conscientizam. o quan­ 
to fica li:ia, para a nossa querida cidade. a circulação de ani­ 
mais nas ruas da cidade como de uma fazenda. 
lluitos pensam que i,10 é um trabalho para a prefeitura. 
mas i»o é rc,pons.1bilidade, única e exclusivamente dos pro­ 
prietários desses animais. 
O akna está dado. 
Nota 1000 
Ao Sindicato dos Trabalhadores cm Educação de Pono 
lluninhn. que tem a frente a dinâmica Professora Maria Célia 
Froc, Aco,ta. Com muita luta fez com que o SlilTED, se de,. 
t:1ê:1",c i:nt nosso 1'-lunicipio. 
ll,
1
Je o objeti,o, lutar por melhores salários na rede 
Municipal, correção salarial. lmplantaç;io de planos e cargos 
de carrcir.:t. 
~ lo<l ,J t1.
1
,_!1'L 1.ill 4 1 ... " 11 fLU l 1,.1 1 :, "- 1' !. 
ato que luta por tahaihadores mn Ldu l' í • - • 1 t 1;.v 
Mamieipuo, valorizaram m4;s' 
Arruaram 
Olha nio tem para nuémn io muitos contares 
O pupo f r:id1 -, p J>JntJn:....r.i-. q:.H.: e cl·mpP 1,,, pdn., h:• 
las e talentosos jovens Washmton Yarzen, Feia!do rwt. 
llc10, W,,ndn l' D,·1111 
Arr,11;i,.1n1 no 11 ule de 7 de setembro no hub dos 
t',uçar.1"' {' l'"ll,h> d.: p lr.1hu1, 
OSahn 
Quantas pe soas não leem lllO.> l' ,Jo 111c.:-~I14h n.1 '1lh.' 
Ja, id.1. 
A, c.ob,h bo.1 ... qur, ."1110, no, 01Jtr0'So c,t,1o cm nós mes­ 
mos. ~ ª> ruin') 1ambl·n1. 
O comodismo costuma esconder-se debaio da fJl,3 hu­ 
mildade. 
O gerente de Esportes de Porto Murtinho. l laroldo 
e sua esposa Cirkne, ladeados pelo Deputado Federal 
"PMDB" Valdemir Moka. 
"365 dias em meditação" 
(Paulo Baruglia) 
Oorde :imor 
que nem o tempo consegue apagar ... 
É triste ... é triste dizer o que sinto. 
Pois dói muito. Dá uma ,ontade louca de chorar. 
Mas tenho ... tenho que ter coragem. o sufucicnte de 
encanar a realidade e aceitar que te perdi. 
Mas o meu coração não quer admitir os pequenos e bons 
momentos que passamos juntos. 
lk faz ... acreditar que algum dia nós iremos nos encon­ 
trar! 
Nào impor1a quando e nem onde. Edir Tarnrcs 
No1audo a Curiosidade 
Em relação ao fu:1.ico do fuxico, a matéria anterior. que 
deu a maior polêmica na cidade. ,pareceram tan1a~ cabeças 
coroadas. 
Eu me referi a pala, ra ex .. e mulher pública parJ quem 
;li,, 1 Hl i,11111 
A Hosta do Pxe 
cidade de Por. Mtant h ti se p 
da 'À de uthro rcber o mar +urro d 
pt1n1-... ratar l 1- ,• .. 1 d l::'.~ d" í tudo d 
Sul odeorter doventoe·tara atee 11J,> 
lursmo" '0}}, tudo inda que ta wa a 
Palco, n e 1lamunaioc belas modeles que 
do o tutu'o da mats bel± Mertmh e at±unha d 
O logro te+to ao te torOzono«dos antsnua±d« 
p ?,,;11..f.1 , ,!i.ht U maior alvoro,o ,,, 1111. lhor teafqus- ()11,,. lt > 
,1(lv,tJ1,l-.:l.:ch1,11i..1,h)(,.''r ... 1t,1 (.i.!tqt lfl,."tl ll,J!,: 
Dt"''"'lllf' 
1 J ... •ppi-, qu1.7 c·.,.h: "- tllur· 1 .. f t. reo!nu ser 111.11, ;n ... !u .ta .... ~ 1 e 
a+ta to que escreve o Jomal lubua da l tonteia ah,ou 
mais destaque, perante os leitores e f±«da colura ')Oi .. 1.d "Pu 
s.in.1l1c!Júe, ". 
ão sou melhor que nmngnu m . emurto menos, bapulo 
a pe»soas. Pois cu acho falta de L tit:a fic.:r pu,.rnJo ,Ju1 dn, 
outros., 
Sou o 4ut! :,Ou e nJo , otJ muJ,1r 
Doa a quem doer logro ou ritia cada um tem o que 
merece 
E mais nota 1000 
Ao grupo de jovens. que e apresentar todos as tardes 
na praça Ihomaz Laranjeira, a Arte da Capoeira ..: IJinb, rn o 
grupo de pagode que se apresenta todas as noites num clima 
bem descontraído. 
Bonito 
1 crdadc turi,t:ca de Bonito. t.1mb1:rn ler., rcpre,entan•c 
para a grande final d,, concur,o G.1ru1,, e C,srclJ lmpr~n,:1 R<=· 
gional. Que acontecerá no d:a 22 de dezembro. Cupa a cidade 
lurística de Pono :l.1uninho ser~ o pJko de belo, modelo, 
Dulcinda Ovcl.,r 
Ar.iújo e seu esposo surgen­ 
to Araújo d.12" CIA F· RO'. 
Lembrando que a mesm:i é 
a S>!erelária do Jom:i.l Tribu­ 
na d:i Front..:ir:i cm Porw 
Muninho. cm brc,·.: es~r.í 
d<:ix::indo J. nossa cidade 
pi,sando a rcs1clir cai 130:i 1· 
1
.,_ 	..,. Vista (RO). 
l:m POLCO da 
nessa -istor a. 
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E.rn Perto .~urtmhJ 
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