ANO: 30 • l!dlçlo: 2.211 	11 de Janeiro de 2002 	,olldadot IHldo ~.,..,. 
U[LA VISTA, JARDIM· CARACOL. AtHON!O J0/10 • CUIA LOPE~ DA LAGU'JA - NOUE • E.iO!,ITO E PO ro l!U, TI! O 
• JAíWIM 
Jardim é finalista do "Prêmio Mário, Covas" 
• ANTONIO JOÃO 
Prefeito volta 
atenções 
para a cidade 
A 
l 
{' 
5 
A necessidade de manter o 
equilíbrio cntrl.' a receita e despesa, 
como , cm fazendo desde o ,cu pri• 
me iro mand.tto ( incn:mc111ado com 
a necessidade de .-ncndin11:nln .-h exi­ 
gência, da Lei de Rc,pnn,ahihd.1de 
l'iscal). k,oll o prcfcitn de 1ntünio 
Jo:10. l>.kin Queiroz Silva (PMD) 
n prioriL.ir a ad111ini-,t1.1ç,io munic1- 
pal nesse inicto de ano PAC.· 06 
_ ~ PORTO MURTINHO 
Vice assume 
prefeitura em 
P.Murtinho 
O , ,ce - prefc,10 Fl:h io 
Queiroz. csti, respondendo pela 
Prcfeitur., de Porto ~lurtinho. Ek 
ficará no cargo por dua~ ~cm:111as. na 
ausência do prefeito Abel Proenp. 
que ~oJicitou afast:tnH!nto <lc onh:111 
panicular. 
Queiroz disse. que é dificil 
sub,tituir um homem público da 
cn, ergadur.i do prefeito Proença. 
··mas o meu objetivo nesse espaço 
de tempo é atender o pi,blico dentro 
das regras estabelecidas pela 
administr:1çào..: d:tr continuidade lllh 
trabalhos cotidiano da 111:iquina 
administratia". 
O prefeito /bel Proença 
antes de pa.ss.1r a responsabilicladc :m 
vice. dirigiu pala, rns elogiosas ao 
comp;mhciro a Fiá, io. conceituado­ 
o como ··um companheiro político de 
gr:mUc, isão". 
■CAMPO GRANDE 
Cruzeiro do 
Sul entrega 
Troféu 
Desempenho 
A emprc,a T r.m,ponodor:i de 
cargas Cruzeiro Jo Sul. cst:i hllscmdo 
para o ano de 2002. n c:cclênci:t no 
a1cm.limcn10 JO.> '>i:11,... clicnh.-s. Com 
0 
objeti,o de akanç.,r o ISO 9001 até 
dczcmbru dC">h: nno .1 cmpn."S:I , cm 
qualificando seus parceiros para que 
ch::guc a ecelncia na qu.tl,dacl.: do 
akndimrnto. PAG.-08 
• BELA VISTA 
1 
a 
4 
3 
.4e'..-. 
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.. ,. 	,.;,,1.-v· 
,..,, . 
.R 
• !":.::-',,I"' ' ,,. 
População pede limpeza da cüda e 
Em pe,quisa rcalm,da, a 
populaç;io bela, istcn,c, pede ao 
prefeito municipal e aos ,ecrct:irio, 
que dê mais atcnç:lo à cidade. 
O g:ís de cozinha. de 13kg. 
cm ílcla Vista, cst:í quase unificad<>. 
conforme pesquisa feita pela 
reportagem, com variação cm 
apenas três estabelecimentos. 
enquanto que na maioria é pratica 
um único prcço. O gás está sendo 
,endido pela maioria do comércio 
a preço de RS29,00. tanto 
entregando. quanto pegando na. 
revendedora, enquanto que cm 
outro três estabelecimento que 
revendem o gás de cozinha é 
praticado o valor de RS28.00. com 
a diferença de RS 1,00. 
Na cidade existem 
aproi..imadamente 20 pontos de 
rc,endas. onde. mais de 90% dos 
estabelecimentos praticam o preço 
uni ficado do gis de cozinha de 
RS29.00. o que corresponde a l /6 
do salário mínimo. enquanto na 
llinasg:is de Carlos Cruz. 
ConveniCncia Guaicurus, 
Mercearia Central s.1o praticado o 
prc'ÇO de RS2S.00. PAG. • 05 
principalmente na questão de 
limpeza, visto que a cidade está cm 
estado de abandono / pc~quis., 
confirmou cm primeiro lugar a 
limpeza da cidade. seguida de 
melhorias no setor de c:n-,mo. ClnlO 
a impl.1111aç,it, de uma l,1culd.1<k na 
cidade 	PAC.· 03 
■BELA VISTA 
Gás de cozinha e ga 
qua e unit·cad 
O gis no Brasil é praticado ,i RS2900em 90 das revendas, enquanto no araguay o gás é mau barato em turno J.: .Jlf' 
1 
•. 1 
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·4 " li; 
IJ · ~1 rr ---~-------, 
1 1 	1 
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~ 
■GOVERNO 
Governo repassou 
8$312,4 mi às prefeituras 
Zeca diz que pela primeira 
vez o Estado mantém rigorosamente 
ém dia o, rep:,.,.,c, d,· IC:IS :i, 
pn:foitur.is. ~o mê:. dl.!' dL:b.:mhro o,; 
rêp.."1.SScs atb municipi0.::, c-hL:c;tnm a 
RSJ I.~ milh ·,. - 
No ano pl::-.,a.:fv t:,. 
municipios tiveram uma receita de 
R$3124 milhões de ICMS, IP e 
recursos do Fundo de Iestinentes 
Soci3i, (l'ISJ. pr.llic.amcmeo triplc, 
da arrecadação distribuída em 
1998. Naquele ano, os repasses 
dt,·f:Ii:l.rn .1 RSl20 rnilhh.-s. 
O crcscirnc11tô d:i 
an,.:;JdJç.1o. ,t!.lund0 o 
Gorader Zeca do PI e reflexo 
<l.1 m.):-.:!1t...:,çJ'u d..1111.iquin:1 publi.:.1, 
1::11.J d.t.S prin.:tp.ti~ :ru1 .:.b d .. · ::-,~u 
sdx.nista10 PA-OI 
1 , .. ,1 ,,. J>,,!11 l.dl. tt,I 
o l !IJ .. fh,.' ,._· ... : tu!hoo, 
ptoestafado, olhando para o futuro 
com o olhos bru!hando de espera!Na. 
na e pata menos, muts uma ,.,:, ,1 
!ade se dota. 1 ., nh d ruci,)n.d. 
Quando esta IRIB NA DA 
11to, r EIA, o joral mars antigo 
d.1 h.'l.'1.)u. 111,h ~-..mr:1c rHH<', ,,. 
tnovando, du em suas puas que 
11 prd..-,1,1 t I<( 10 lO/ 1 r 11<0 <' 
cemplo, de taba!ho, d+unidade, 
ompeténia, na esta"p :p !fl<..!íldo'" 
o prefeito, e»ti apenas transnutido 
a 01 cf,1 ' ru.h Du po, u 
1. 1) J,IIJHl<lhC / llf 11l,lí 
Reelegeu Mirro Sem comentários 
Po1, 11.)t1 é <.jilt' o prc.·h.-110 1i1r, JO 
fo111c110 c.:l,t ..:ntrc o,;; c.·111co 
finalistas da repilo entro-Oeste da 
pnmc,r., cd,,Jo úa "l'rcrn,u IIJr,o 
(o,a,.. para o Prcle,to 
11nprcc11ckdor. or~,1n11.1do pelo 
'>I.IIR/1 
'ej.1 b.:m. k11nrdo Pedreir.1. 
não se trata do MS, mas sim. da 
RI(,/,() Cf / 1 RO or  T l: 
I ,t.i c:nrri: os melhores do 
llrJSII ,u111i1 prnmoçJo séria, 
1d<·•l11ad.1 por c,1.1 t:-.STI fl IÇÀO 
que 1:11110, bendie 10, , em prc,lando 
aos pequenos e médios empresários 
do llr.1>11. o SUIR/L 
Bata no peito, jardinense., 
pise firme no chão histórico, nosso 
povo, nossa ente, Ldc.:1110 e 
determinação 
Prefe,10 n:io é apenas para 
PAGAR cm dia os sal:írio; e 
fornecedores, isto é obrigação, 
prefeito n:io é apenas para construir 
csco/J,. posto de saúde. pa, irnentar 
ruas. urbanizar, manter estradas 
muuicipais cm condições. di,tribu,r 
remédios, cc5t.1s b.i.sica; (através de 
co11ê11io), gerar c:ondiçõc:s para 
instalações de novas empresas. 
gerando c:mpn:gos e impostos, tudo 
/. isso e muito mais. o MrRCIO fez e 
faz. PRHEIJ O E!tPREENDEDOR 
é aquele que atra,és de ações 
concreta;. pbncjadas. cria no seu 
mu11icip10 um chma de confiança. de 
otimismo, pés no eh.ão. 
proporcionando ALTO ASTRAL 
p:ir.1 lodo, que tr:iball,am. Assim foi, 
assim é. com o nosso prefeito 
1ÁRCIO. ' 
■BELA VISTA 
Ministério 
Público Instaura 
inquérito contra 
o município 
O Promotor de Justiça 
Roberto Polini, acatou as 
representações verbais feitas pelo 
presidente da C .. i.mar:i Luiz 
Alexandre Palmieri (Xande) e 
vereadores Ramo Paredes, Júlio 
Leite e Cic:1 Lino. c.:m que so?,;;it.J,:i 
:! intc:-cc::,.;;:in d.1 promotorb.. no 
ntido de apurar irr..:;ubrid.1C .. : e.: 
rc:spons:!bll1d::?d-;-. rio toc::intc .10 
d,•pc,si1,, do ti,o cb cida:fc. PA!t-14

J(; '.tl/>L TH1íllJllf-, DAÍ f,Q!I rr''1J 
"J.lAl':Cô'.'i P!C,OLO'-' li o l !;r,l!tAJV. WW/1t,,•At,l,, t1f.!,!'}/," 
,unb-01 t..,,n 1,, rv, ¾" t•.-l, •J'l' ,r.,. ,,_;._,i;,'14'Ít,,2,_;• Í( • r:1 " 
das 0Mera nt dada. te rateiro, +aura! de De/a Vo' 
t, te Ma! 0d. no Plmruru e La4na O.usuoz Por 
st4are 6atual d E'a Jtg MA /Na de Mal Pwrs Mrra 
l uc,ndJ Uo ,111n r• 
Se a/quem souber de algum apeamento 00 !,'! ci,,orih.i na 
tantra da Ltes 
IIJ + V+tMs, 09 de janeiro de 2 Oúl 
ANllltl.11 HO~II DA SILVA Ofo ,al,1~uh,( 
•GERAL 
---------- ------- _,. -- 
LOIIAL DE l'HOCL/ltMS 
J/NILDC HOSA OOS SANTOS, Q!,00•,1 do RC9,WU Crv,I 
desta cidade de B9 V1/M3.'at saber a quantos o pente Ed'a 
de Pccarna vtetn, que apresentaram os douren!0s ex g dos pt:~ o 
;irt,~o 100 co C6<J g? C1..,,I orns1l1.110, Ioosas 111· e rV pf'l.tené!.'n ... e 
e.asar. 
"ROSM~JLOO LOUV'C.IRA ,. CLEU!R cmSlALDO f[HRf..lltA .. 
emtos, braseiros. sotteros. dorvcolados e redentes na d9110 
Nossa Sra de FAma, neste municipo, e!e, servo geras natura d" 
UclJ V1Sl.l-MS filho de Ad~o Lo:Jvc,:ra e de A'exandira Ben!es 
Louveira, eia hdes do 1ar, ni:1tur,1I de BelJ Vista-l/.S, t.11,a de Vens mo 
Ferreira e de Lconora Custaóo Fcm:ua 
Se a!goém soubet di! n
11)um ,mped mento que se oponha na 
IOHl.1 d1 tr, 
ílds Vr,u'M~, U2 de Jancuo de 2 U02 
r_L .:;J'c::..~_;_I L:..lc..)::.cl..c.H...cl:...)'>_A_I X_>~_~_,_;_N_I_O_'>_l_)_1i_c_1a_l._1 __, 
L!!llli Ili C'O"O('(   
IDA+, YK'HL!CK TE IFTEk K DESAHPAAIG Dí. )1! LA 
;TA,Tr Mi» Prender" n orfeto,ttA A; Ir,,/ 
Vel" C':.vM:ir  '.::!.:>3 O:I 1>1::-J' :-éclu•>,1,art a A:.Stl'~tiIA r;t1rl-/ 
·;Ã11!A '. ser r+lzdx no t r r l o 123 d .. ,,,..,.,,.'e 1 .. J;r-., 
i,s 11.e, ~• :-·,-; i ra tratar to serutnte assurt::LEI;k DA / 
U!~ncr.fA l:. ,.,,., nun r1·.~,1 r·H·, n ,..,.,.r-lrlc ,:. .. ,.:;:,;,, 
hela irta,4Jarelmo de 20)2 
e «ta.q«+ 
FLA RA! p?ÀPrs:ru 
,,. ' 
5'SD3 - Pll'tlDO 01' XCtil D!::CCX:IA:'U 81U:ait1JU, 
:>ta?T'Ô!IO .t:'tlCIU.L DJ; ?lt"IA. Yl:TJ.-llS 
t::itu.L o:: r:ar.-01.a.c:to 
"º" r::~o.s 04 tt:itl!.AçiO n! vtOOII, P'IC.IJI C~'WOCA.:>o3. rca UTI 
s:nr.u., 1"000.J CJ nr.:.!JOS ! Pi":30 24 30CIAt D±M0Cu1A MA 
311.Il!U. - P!l:>3 -· 1'~1 u,~.qcfrl(', 1)..JIU. A. CC'Yr-lçlo r-:11:n•.ü 
QUW ~ au.u:,.:u, l'fô DU )O ti'= 'J,1..'(rtRO Dt 2002, CCX Oif:10 
h 9 ,oo (~o·n) RC"!.U r: !:iC?:t!"U.ll:s:"l'.TO l.3 !l ,00 (:>~?iSD.?) no.. 
lUl, JIIA. ilA &D.J.l."11.JC I'!ll.C'TO !CI l)~l,·?C!S-:J. ClDA:>S. 
O'w'll 00 -:)1.l 
al !LKlçlo, fO.:I vc--=-o D1"!."70 ! s~u.·:·c. DO !>ll?:t!'tlO •te1tr:lril, 
Ql'?: ~'?Ú ':CP-:71-:'"J::X:- bt 27 •SOJIC!I tl':'DUl!!I 1: Dt 09 J'Cl>U"'I 
tn1 .. 	- 
'b) 1L!JÇA0, roa Ycr.-0 :)['1!:TC !: ~-!!TO. :>! Cl 0?11:!JA..:)Q ':'t':"01..U 
! O Dn!').IJ>O SVPL1!'1fll l. CCJiW!:içÃo Z:~Al>UAL, 
e) SLtlçlc DO =~st!,ltO Dl t:-:c, E :JIXIl'll}(A. C(!{S:-ITC10C' J ! ~ 
•• ,3"E3 1:2 ±.- 
•Ulc UU:IJ?IY.l :CL"":ilClP.I.L I lTUl 3~7tf:'(t:u. g 03 GX!!II03 !7!-rt 
vos I SUPl .. ~Tt.S :X, C("nl'Zl,;.) n seu. Dt a~ilo DO DIRF.:'Ó310 11U: 
"M.," " + a«e nu+. a«a 
nu vu:A(X.S), l( ? J Niº D! 2tx;2 
:mMt   7 
Ptt?31D!:'trt oo ht-;du ■oncau 
EDITAL DE PROCLAMAS 
JANILOE ROSA DOS SANTOS, Of,oalo do Re<J•Stro 'cov,I 
desta odade de Bela V1sta/MS . fat saber a quantos o presente Edrtal 
de Proclamai virem. quo apresentaram os documentos exigidos pelo 
aru;o 18'l do C6d•go C1v.J Bras !elro. Inosos 1-11~ o rv . prc!cndem se 
casar 
l 
Assim era Tupv de 1 
Almeida Mello i 
- 1 • LLL/ V1$TI 
•J0061
1
)1l 
•07 IJI 2 002 
Muitas vezes me petuntt, potque me surpreenda sempre. 
esse homem mats espirito que matrit, qu fota + j» 
lhe move Que lucidez irei, que jowa!idade Que 
humild:u!t: JJlh: JO po<h:rtJ .... o Que rena.+o peru V,::J.h:'' 
E o Dom de Perdoar tio grande'' Como negu» ser u 
p,u 1:lo gJ.tr1t.k'> Como consegues er um pau to bom' Qu 
sogro e»e que se transformou num Jl.11
1 
(}uc: ,IO to 
presente e que hi.,..,o 1.10 kli/
1 Seu, p.1 ,n, kn1,,-, tu" 
cabelos branos num:,1 te fizeram 'velho". pelo contrário,te 
remoçaram os bisnetos 
L p.1r,1 a m1nlrn -,urp11,: .... 1 hl>Jl', com a tristeza mm, da sua 
partida. Mas com a certeza que a vida ,nntimu. dl.'ntrc Urtll, 
documentos que buscamos, anotações lembraras, fetos, 
descobrimos a maior herança que nos derou, e+ta.a 
c11trd111hJ,. um n.'l,1rtc, rnn prqu1.•no krnbrt:ll.'. qul.'.' eh: ,c111pr.: 
li.1. ~u,1nLiil ~, Í i,1. e i:-111.10 ohllC ,l rt",pO)l 1 qul' {lllfl 1 
(h.al.i. ,o 1 up). nós ()fh'>.lllllh lr,Htmillr ,Hh nov-.l"h ni.:h>, e 
quem ,;1hc ao b1,nL·1oi... lOlllo -()te h: e ,t i1:l1uJ,!JL'. 
sutilmente e profu11d.1111t.·11t!' i111pn.:g11,1r cm not.-..i.... ,11111.1-o J 
,er<laddr.1 herança para nossas das, 
O seu poema diario era o amor em todas as o.a»tis, em 
tudo que fa11a, cm tudo que falava, em tudt1 o <-1ui:, I 1.1 
Assim era ,océ Tup}. a,-.im ele pc...1h, ,1... it,)tlll cll' ,,µia. 
Com saudade,; c,po'>a. filho~ nora, 11:lth e hi,ndth 
Assim ele pcnsa,a ... A"im ele agia. 
1'1a111cnha o ,cu coração livre de ódio. 
Mantenha o ~cu c.oraçfm livre de nborn.:cimc11tos. 
VIVA COI SIMPLICIDADL E IIU11l.DADE. L 1 
1E1'10R SEM ORGULI 10, SI.M !'RI CO!C. EITO'>. 1: 
CO:V1 FÉ! 
ESPERE POUCO E DÊ 1'1l.il10 DL: SI. 
Cerque sua , ida com o doce ,enlimenlo do Ai10R, poi,. 
"0:-.lDE HOUVER A:-.tOR. DEUS AI ESTARÁ" (Tol,toi). 
'unca procure defe11os, procure soluções: quem critica. 
destróc; quem procura soluções. "SERVE. AuXILIA 
DIGNIFICA. ÃO FAÇA AOS OUTROS O QUE NÃO 
DESEJA PARA SI. 
Faça de DEUS o seu companheiro de todas as horas, deixe 
que ÉLE. guia suas ações e seus pensamentos 
DIGA TODOS OS DIAS 
ACREDITO que estou sempre guiado por DEUS; 
ACREDITO que estou seguindo pela estrnda cena: 
ACREDITO que DEUS abrirá sempre um caminho, 
Onde não hou,cr caminhos, 
Porque ÉLE disse. por um dos seu, maiores profetas. 
ISAÍAS, uo cap.XLI·• "Porque cu o senhor teu D[L'S lomo­ 
tc: pela tua mão direita dizendo: 1',io IL'm(~ll ft'._tli.udo __ .. 
Experimente isto durante uma H'IIWIW e n,n• ficurú 
.tJrpree,!dulo com os n..•.utftado s obtidos 
l
i "'lOUAADO HO"t0u, eRANCO ftOOR1CU(S • M.UtQA. CMlST'lNA ~ WAA.tJrr 
ambos.. br.lsilctros.. solteiros. dom.ohados e resdentcs na ru.i Gu'-l 
1
1 
LopeS -n• aaa.-cenfro. nesta cidade: ele. motoruta. n.ilJral de Bela 
Ví$t.a-MS. filho de Hcnnque RodnQues e Hlda Branco, ela, Ades do lar, 
nr.turJI de Nioaque.MS; filha do.Vicente Manm e Fehpa Vogado 
Se alguCm souber de algum ,mped.men!o que se cponha na 
form.-1 da LO. 	, 	• 
Dei, Vist:,ll,.IS., 16 dcj:mc,ro de 2 002- 
JANH.DE ROSA DOS SANTOS - Oticinl>. 
o em e everelro de 1972 
Fundador: Ivaldo Pereira 
Diretor Comercial: Victor Hugo Vel;uquc.t Pereira 
Ditttor-Editor·Chefe, lvaldo Pereira 
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COLABORADORES 
K,nncr Leite• C.u.:1col 
P.utho•I Mitiditri - Bonito . 
Geraldo Ftrrcira (Gcgê) - Antônio Jo5o 
Toninho Rul:r • Perto Murtinho 
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Em=m m cm=r=ses 
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Tupy de Almeida ilcllo 
'10.06.1.914 
.,.07 .o 1.2.002 
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J 
t!aroa 
li! 'td.1 1 l!fu; 1111,•;l .. 1;,1 1 ~,1,1,: {t,rn por»os 
, r, .. r!,n I h ,,. 1 ' , f!to elos+mn, !mi e I h 
D lido Atar l te eHa Dr ,«ra!do l+a tletti'+ 
l'reade te lo suhura! Pedro feita Ptet«to utpl 
th' l'rlllll 111111:,l <1 h, 11'1,1 111, 1'~'1 1 J.''I'> I' J!,1d11: 
1
11' 
ktl.11· I r!i1u, 
os$0s SI III MOS D!_TI > MW 
os{ar+li.ates do St lup, de Mm,rela fello que aoafa'vi 
da ] de janeiro 
 '1'10-. 1'H llf'1 
 11111·rt11,11111) d,"'l'""' 1:,11111, q1w ,.1111 1111111,-.,1 1,11 
1t·,l1h11l.1r p.11.1 l .d.i< .1~.1<1 l1w .i <· 111.1ld11 (,1 11111n,11, q1w 1111 
1l(HO ,ulo l'fll ()l'IIIH( .j 
Ft:I IUll Ili 'I 
{',li I' 1111111,1 S.!lldt· (' o q11,· d<",q.111111, "º 1)1 c.u lltlll pl'l,1 
si·11 ,11111·1-,;m11 111 nr1 nl11 1111 d1.1 1 1 PI' 
1 lllÍ-.,1 
o Dr Renato d Souza kosa. que oo rt'II d1.t :JO d•• 
Dezembro, onde a fanula Sonza Kos,a estava tolos tvunHos. 
p,ir.i fl',tt•J.tl l'tll 1' ( l/llll'lllOl ,11 <'Ili .1 < h,•~,111.1 dr• 100:! 
ECONOMIA NA SUA LOCACÃO E 
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Te/: 439 2122 I 9955 9170 
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JOíltlAI , 1UlU!~A DA 1-ROtHCIRA 
---------------- 
• BEL/ VIS TA 
População pede limpeza da cidade 
. 	º11"':J, 
haao Carla la que- 
l mpquua realizada, 
a populaio belavstene. pede 
ao prefeito municipal e aos 
retatios que dê mais atenào 
à idade, principalmente na 
que tão de limpezas, »to que a 
está em estado de 
abandono. A pesquisa 
tonlinnuu r111 prÍ111l'lJU lugar ,1 
limpeza seguida de 
melhorias no !,1.'tot de ensino, 
como a implantação de u111.1 
faculdade 
Em terceiro lugar está 
a questão de desemprego que 
atine a cidade, tanto na área 
urbana quanto na área rural 
Também foi solicitada melhoria 
110 atendimento médico. Outra 
,olici1açlo !dia ao chofo do 
executivo foi à abertura das 
creches no linal de semana para 
que as mães possam trabalhar. 
[m quintu lug.1rc'>t: o incc:nti,o 
na vinda de empresas de grande 
porh.', pc:lo municlpio, p.tra 
gcr.iç:1o de emprego<. 
A seguir algumas 
opiniões de moradores da 
cidade: 
AI.ESSANDRO 
GODOY, 23. momdor no centro 
dn cid:uk. Em primc.:iro 1ugar 
deveriam manter a cida<.h: limpa. 
dando assim uma boa impressão 
e nlo deixar ficar 
como atualmente está. A cidade 
necessita ainda de mais asfalto 
o do melhorias nos asfalio j:i 
cxi!!ilcntc, llllC encontram cm 
pr<-c:lrias condições de u<o. 
Outra dificuldnde quo 
hojo a populaçlo cst.i p,LSsando, 
principalmente as mles que 
trabalham. é de nlo ter onde 
deixarem seus filhos no::, finai!, 
de semanas, visto que as creches 
focham e com i'!i)O encontra 
dificuldades para trabalhar. J:i é 
difo:il conseguir emprego, agora 
imagine faltar no serviço todos 
os íinais de semanas. , 
manulcnçào das creches abcrt:LS 
no) finais de sr;:manas pelo 
município é de vital importância 
para aquelas milcs que 
trabalham, somente assim 
pcxkr-Jo man1cr seus empregos 
e assim terlo onde deiar seus 
filhos. Aquelas pessoas que 
ocupam cargo de confiança 
deveriam pensar um pouco mais 
na populaç~o < deixar de pensar 
cm si proprio, beneficiando a 
comunidade:. 
ANTONIO 
GERALDO MEDINA, 36, 
lr:tbulhador rural. morador no 
bairro Antonio Jo:io. A 
prefeitura deveria manter os 
!>airros mais limpos... todos est;lo 
cm pêssimo estado de 
conscrv')ç.lo. Também de, cria 
gerar mais cmprc:gqs...j:í que no 
campo cs1:i dificil serviço e com 
a queda de serviços no campo 
lodos ,,(m para a cidade cm 
busca de melhorias, mas 
também n:lo conseguimos, 
porque na cidade também n:lo 
existe: cmprcgo. E necessário 
quc a prcfciturn incentive a 
geraçlo de empregos. A questlo 
de 53.Üde de, cria. ser melhorada, 
principalmente para aquelas 
pcs.soJS mc.:nos favorecidas.. 
GENESIO AYALA. 
60, dcscnhistu arquitetônico 
:ipo entado. Sou bclJ.'ÍSten.sc. 
mornva no Rio de Janeiro 
atullmcntc estou residindo aqui 
cm Bela Vistn. ,qui precisa 
urp:nlcmcntc melhorias, na :Íf'l~ 
de sutidc. Há )omcnti: um 
médico plantonista, enquanto 
que, é necessário dois, sendo um 
p:ira .1.s él1lcrgl.'.nci:ls. Muitas 
vezes ao chegar um paciente no 
hospital e o medico plantonista 
estiver fazendo uma cirurgia, o 
paciente devera esperar para que 
possa ser atendido o que ao meu 
entender nlo e coreto. Be!a Vista 
é uma cidade linda, deveriam 
mante-la limpa e implantar o 
turismo macio e fazer uma 
di, ulf:-:SÇào maior. a ni, el de 
[nasal, mas também dar 
u11ur.., .• , ... r 1.1 tt.·, ... ·m tllil.l bo.l 
mfra- trututapta que os!un Tu» 
Ji,1111 d ,qui llHH .. illi.: r;: )Jl1-.ki10 
Aqu preta maior numero de 
op0es de lazer, melhores 
restaurantes t a construção de 
uma toa rodoviária. 
JUSCELAINI 
CASAI.Ili. 25, comerti.J1i.1. 
moradora no cctntro. Dei., Vi')! 1 
necessita urgentemente, uma 
escola de ensino superior, uma 
la('LiidJde, C i1.111du quo a, 
pessoas saia de sua cidade par.a 
estudar em outra. E necessária a 
limpeza das ruas, dando as im um 
melhor asp« to e 11111.1 
boa ímprc.-:,..-,J0 para os visitantes. 
ISMACL ANTONIO 
LOPt:s. J<,, militar, morador no 
baino Antonio Jolo. lll'i,1 Vhi,1 
precisa de um., faculdade. p.,ra 
que ninguém precise sair da 
cidade cm bu,ca de estudo e Jc 
mclhon,, condições. Limpar •" 
nu, e dos bainos, para 
que diminua o alto indice de 
mosqu110411t cs1Jo infeslando ,., 
cidade. Ê nc.-cc:~á,ia a visita doc; 
vereadores nos bairros, para que 
tomem conhecimento das 
necessidades e n:)o ir somente cm 
época eleitoral. Maior 
conscicnti1.aç:1o por parte dos 
motoristas. que n:o estão 
respeitando os pedestres e que 
estlo deixando muito a desejar. 
~ IJis sinali,.,çõcs nas, ias publica 
da c,Jadc. 
DARIO MARQUES, 
43. empr<s:lrio. morador no 
centro. Ucla Vista precisa 
urgentemente ser limpa, tanto no 
ccnlro quanto na pcri feria, para 
que as pessoas que vem aqui 
possam levar uma boa impresslo 
de nossa cidadr;: O município 
<lc, r:ria incc-ntivar a vinda de 
grandes empresas. para que 
proporcione n populaçao 
empregos.. é o que mais estamos 
neccssi1ando atualmente. Bela 
Vista precisa ainda incentivar o 
turismo. que se cncontr.i sem 
expectativa de sua implantaçJo, 
só assim poderemos dcscm oi, er. 
o exemplo está nas cidades 
vizinhas. como Jardim Porto 
Mur1inho e Bonito. 
Quatro jo,ens, cnrn, 14 
a 18 anos de idade:, ainda fiz.eram 
uma analise da atual conjuntura, 
onde disseram que Bela Visla 
necessita urgcntcmcntr;: maiores 
opções de lazer e da impilntaç;)o 
do uma faculdade para que a 
juventude n!lo ncccs.sitc sair daqui 
para estudar fora.. 
KATIANE ARCE, 14. 
estudante, moradora no Oairro 
Distrito N.S. de Fátima.. Bela 
VistJ. precisa com urg~ncia de 
. mJioropç!lodc lazer, precisamos 
de teatro, parque de di><rs:lo. 
cinema.. enfim possuinnos uma 
grande vari«bdc cm lazer, para 
que pos.samos escolher e nos 
divertirmos. Precisamos ainda 
uma universidade em Bela Vist3.,, 
para que amanhl ou depois nlo 
seja neccssJri3 a saída da 
juventude da cidade. 
O distrito de Nosso 
Senhora de Fátima precisa de 
mais pos10 de saúde e que haja 
um médico plantonista para 
atender aquela comunidade. jâ , 
que é enorme o quantidade de 
moradores naquele bairro, ao 
atender com melhores condiçõ«::s. 
oquelc distrito, automaticamente 
di!'S.J.fog.J.rá o centro de SJ.(1dc e: o 
hospital aonde virá 
somente os atcndiinc:ntos 
emergenciais. 
D E L M A 
RODRIGUES. 15. estudante. 
moradora no distrito N.S. de 
F.lti111:1. Te-mos um cn~ino 
deficiente, onde falta a 
pnrticip~çJ.o mnior úo's 
professores e dos alunos. 
Precisamos ter um currículo mais 
forte, para que amanh.i ou depois., 
possamos estar equiparados com 
outras escolas do estado. A 
juventude necessita 1ambérn de 
"· 
. - ' 
r,,,,,, ,,,._ .• ,.,. ·S:, ,,, 
r· _. ·.',.,,- ..... ,·_, 
.; :...., .·• 
. .,,v. 
.,,,/' .•. 
· ." 
mo,ores opções de lazer, hoje 
estamos restritos a lazer somente 
no Grémio, apesar de ser um bom 
clube e ter um bom ambiente. JS 
festas slo comh dat1S longa; uma 
das outras. o que de.eri:1 ser com 
maior frequência e acima de tudo 
nossa juventude poderia ler maior 
numero de oportunidades do 
lazer, como exemplo. um cinema. 
um teatro. enfim algo que una 
prazer, lazer, cultura e dl ors.1o. 
GUIOMARCAMPOSGODOY, 
16. estudante, mor.tdora no centro 
da cidade. Para a nossa juventude 
é neccs.sário maior numero dr;: 
opçôt."5 de: lazer, princ1palmcntc 
divertimento noturno, o que 
atualmente temos pouco. ou . 
quase nada. somcnle existi;:- o ; 
Grêmio, onde o ambiente é 
rrgular Para se ter um bom 
ambiente, é necessário ser mais 
seletivo, as pessoas pn:scntcs é 
que fazem o ambiente e para 
tomar agradável é necessária a 
seleção. Bela Vista necessita 
ainda de uma faculdade. para que 
possamos continuar morando 
aqui, S'cm m:cessidade de 
mudannos pa.ra estudarmos fora. 
Guiomar destacou ainda a 
quesl:lo do iluminaç:lo pública.. 
Bela Vista, (St;i ::h escura). 
pn:-cis:t ser mais iluminada, h:i 
mui las ruas que C'Sl3o totalmcn1e 
escuras. dificultando o tr.:msito 
de pessoas que estudam a noite 
e que por ali transitam. A 
limpeza éoutro fator 
imponanle e de, r;: sc::r frita. t: o 
básico que devemos exigir. parn 
que dC uma boa impn:s.slo aos 
visitantb qut: por aqui passam. 
JUSCILENE 
ARANDA E ILVA. 18. 
estudante., moradora no centro 
da cidade. O municipio deveria 
priorizar mais ainda a saúde. 
'( 
« + 
}2z· 3 
3% 
+ • 
.~, ... , _, 
dando maior e melhores 
estruturas, apesar de 1er um bom 
atendimento, mas hà condiçc.'k'l 
de mclhori.c; O municipio tem 
condições de dar uma 
melhorJda no pon10 turbtico. 
dando uma infra•C'ltrutura com 
maior < mclhon:s condições J 
exemplo posso citar aqui o Lago 
Azul. que é um bc:lis~imo lugar, 
mas falta urna lanchone1c. umJ 
infr.i-estrutura b.l.sic:i para que 
possamos ir lá e.)cnt1rmos o 
quanto é agrad:loc:I e que c:sscs 
pontos turbticos que a c1dadr;: 
possuí possa envolver a nossa 
juventude 
Oulro ponto 1mpor1ante 
é o e, cnto que aconteceu na 
Praia do Pompdio. mas só 
aconteceu uma única , ez. ao 
meu ponto de vista deveria 
acontecer mais ,czc:s, porque 13 
é um lugar maravilhoso e 
devera acontecer com m:tior 
freqüência. 
A Pª" 1men1açJo 
asfaltica de, eria ser 
complementada nas parte que 
falram e que de, criam ser 
recuperadas as áreas que cstJo 
em cst.Jdo criticas. todas css~ 
n~cessidadcs só , em J 
cmb<:le.ur a nos.s:i cidade. Outr.i 
necessidade é quanto ã urgl!nc1a 
da limpc:z:i ô ainda a 
-eriaçlo de uma faculdade no 
âre:i dr;: cic:'ncias humanas.. dando 
as.sim melhores condições pa.ra 
que :i ju.'cntude permaneça na 
cidade:. 
E nt:cessária .a criação 
de mecanismos parn :i gcr::iç:lo 
de empregos, o que csti cm faha 
hoje O que pm:isa ser 
feito é a criaç:lo de novas 
oportunidades par:i que nossa 
juventude lo abandone a nossa 
cic!:sde. • 
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)

JO'?NN TRIUNA DA #'JN+ +#A 	• BELA VISTA 
----- 
n 0n,A, 
J I ! I' I 1  10 
totoga a denx to d@vdas 
l'.urH c_.11111 ,' ... 111 avalo da p4ta ptd,a., lllt:!11r<,:i 
e meninas dvertiam un pendurados. outros sentados frente 
a lente, todos envolvido na bnin adira coletiva de fazer o 
mundo ptat a ui volta. 
As imagens mostrarão umas l2 rian,as em torno 
daquele brinquedo, enutre o quais dois parotinhos de era de 
trés anos de idade, seguros por meninas um pouco mais 
l,.' d.as provavelmente us irrls, 
O, meninos mais velho sdo visivelmente, JnJh 
nud.,ciO',o< Dois dele balançam-se como trapezistas, 
desafiando a gravidade e explorando os limites da própria 
destro, 
As fotos dos jornais, nlo deixaram dúvidas cm nossas 
mentes e em nossos corações: as crianças do Afeganistão sdo 
guaizinhas As nossas. 
1: iguais, tambtm, ,1qucl.i, ,1uc 111orrcr.11n 110 alentado 
de 11 de setembro em ew York. iguais àquelas que ritaiam 
,c111 os p.lis por cunt,t de uma hedionda atrocidade h11rt1,rn,1. 
0111111 dia numa palestra, ouvi alarmado as palavras de 
um ho1111.!m que cm alto tom dizia: "nesta guerra que vem ai, só 
h~ duas ,tltc111ativas • ou vocês c;colhcm ser 1uld,1dos ou 
escolhem ser apenas alvos" 
Ora, nlo quero -.,cr ncnhum,1 dc,.J duJ roi,t~. 
Na verdade, nem quero que lrnja guerra alguma e, 
acrcditu que 11111i1a ge111c pens,1 como cu. Isso nJu 1cm nada a 
ver com simp,llbs pelo terrorismo ou antipatia por norte 
americanos. Nem com ingc11uidJúe. 
Todos queremo, justiça, que os verdadeiros 
respons:lvcis pelo a1cn1,1do sejam efetivamente punidos. 
Apenas, dcixo claro, que nosso belicismo de justiça 
como um casligo ao 1crror. nlo se torne ele mesmo um oulro 
terror e valha a vida de alguma daquelas crianps da praça cm 
Cabul. 
Os terroristas 11Jo poupam inocentes, é verdade. 
Enquanto estiverem livres e atuanh.:s, nossa'i criança.5 
no estarlo seguras. Nem isso: porém, me convence de que 
possamos ou devamos agir como eles. 
Sei que parece fantasia, pregar sensatez e tk·frm..kr a 
paz num momento cm 4ut..": h:i. t:.rnta dor e passionali!>mos. 
O ódio está no ar. podemos sentir seu cheiro de sangue, 
h., desejo de vingança cm nossos corJçocs, há até mesmo um 
,cntimento de que a justiça deva ser frita a qualquer preço 
Mas, por fa,or, senhoras e >enhorcs, alvos ou soldados: 
Haverá sempre pelo menos uma dilúa de crianç:i..s no carrossel 
daquela praça cm Cabul. Iguais às nossas. 
Ministério Públic 
inquérito co t a 
João Carlos lasque: 
O l'remotor de 
Justa Roberto Polim, a atou 
as representações verbais 
feita, pdo prc,1dc11tc d.1 
C.'unara l.11i1 /lex,,ndre 
PalmieriXande) e vereadores 
llam,lo Parede,. Júlio Ltitc e 
Cica Lino. "" q11c ,ol1c11a, ., 
a intercessão da promotoria, 
no 1cntido de apurar 
irrqudaridade e 
r,·,pon,abilidadc, no toc,rntc 
nu dcpó,ito de lixo da cidade 
O Mi11i,téri,1 l'úhliw 
inst,111rou 1nquér110 (.,vil 
Público co11tr,1 o municlpiode 
Dela Vista. , is,mdo apurar 
fotos e 01 responsáveis, no 
tocante ao depósito de li,o da 
cidade que encontra-se 
exposto ao céu aberto e que 
vem prejudicando o, 
moradores das chácaras que 
circundam aquele depósito. 
O depósito de lixo 
que está localizado no 
perimelro urbano, na salda 
para Caracol recebeu n visita 
do promotor Roberto Polini e 
do; , ereadores Presidente d., 
Câmara Luiz Alexandre 
P:rl111icri (Xandc). Ramfo 
Paredes e Julio Leite para 
verificarem a situação in-loco 
Ê grande o número de 
proliíeração de mosca e existe 
um mau cheiro insuport:Í cl, 
que incomodam as pessoas 
que residem c111 111a 
proximidade. 
A prefeitura c,ta 
,emana frz uma ,ala onde 
enterrou o lxo, mas 
pcnnanccc u111 furte od,.>r e 
uma enorme concentração de 
moscas. permanecendo 
incomodados todos o, 
moradores da rcgiJo. 
A empreiteira que 
, tnha explorando por 
concessão abandonou o local 
e por 1:i existe um grande 
numero de crianças t:m busca 
de objetos que possam ser 
vendidos e a pro, citados. 
crianças que não estilo 
estudando, mas que c,t:lo cm 
s aura 
m o·cíoio 
busca de alguns troados para 
ajudarem em caw. 
O Promotor de 
Jus11ça Roberto Pol1n1. 
expediu edital para a 
publ,caçJo no D1Jr10 d., 
Ju,1iça htadual. p:ira 1orn,,r 
publ1cl a presente· abertura 
de inquérito e noriíicou o 
secretario munictp,11 do 
Meio Ambiente, para 
comparecer a promotoria 
paríl prc,IJ.r pos•dvcis 
csclarcci111c11to. 
O milagre da reprodução dos peixes nos rios do Estado, conhecido como Piracema, 
garante o equilíbrio ecológico. Até o final de fevereiro e no rio Taquari até 15 de março. 
vamos deixar a natureza seguir o seu curso. 
O Governo Popular estará vigilante através da Polícia Militar Ambiental, portanto, 
não pesque durante a Piracema. 
Se fosse a sua época de reprqdução, você também não gostaria de ser incomodado, né? 
lffSPEJTI A VIDA 
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Governo Popular 
Mato Grosso do Sul 
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JORNAL T KIOUNA DA FROtlT[IRA 	• BELA VISTA 
OPI1AO 
Terror às 
nossas ponas 
■CONSUM:0OR 
O ás no Brasil é praticado à 1?$29,(JfJ em 90% das revendas, enquanto no P'arguo • gas 
Gás de cozinha e gasolina é auas 
age 
{I OU// I /0 
OGvem»da olmbia 
d sinais de posshrhdade da 
ferina ão de uma rede 
Internacional terror±ta cm eu 
territro 
Crescem os temores de 
qur rl!'J,I ent form,,ç!'o uma rc:.dc 
terrorista internacional om 0s 
grupos LIA eparattst 1 UJ.,coque 
alU,l º" r,r,onhn). IRA(,.,, ''"" 
norte-+rlandés que atua no Hemno 
Unido) e rtboldcs marxistns 
colombianos, após a prisão na 
Colóinb111. de três supostos 
mcrnb.ros do IH.A, junto com 
1nformr11;õcs do serviço de 
,,.q;.urnnç,, d.1quclc pais. 
Agentes colombi,1nos 
disseram, que a extrema esquerda 
colombiana, mantém con1atos 
com g,rupq,s Jt,mrndos de 
IR palscs, mas .Ua maior 
pr<ocupoçfo é a de que os 
~uerrilhciros do pr1Í passem íl 
concentrar HUS ataques nos 
centros urbanos, após terem 
aprendido tâlicn.s de terrorismo 
urbano com membros do ET Ae 
do IRJ. 
As forc (forças 
irrnodns Revolucionárias da 
Colômbia, maior guemlh• do 
pais) slo como uma esponja, 
absorvendo técnicas do terrorismo 
intcm:lcion:il 
TCm dmhc:iro e drogas 
suficientes plrn pagar pelas armas 
mnis sofisticadas, por 
trc:inamc:ntos cspccia1s e por 
sislc:rn:u, de comunicação 
considerados de alta tecnologia. 
O jornal colombiano, EI 
li<mpo,dissc que o lnlerpol busc-• 
na Colômbia, cerca de 200 
terroristas internacionais que 
est.1riam ajudJndoos guerrilheiros 
daquele p>is. 
A firmou ainda que, a 
ln1erpol tem ordens de prisno e 
fichas de cada um dos tcrrori5ta.s 
estrangeiros ou mercenários, entre 
os qu:us estariam: croatas, 
__ iucosl:lOS, p.1quist:mcscs, turcos... 
esp3rlh~Cu6ãnõs,tiãlí :i nõs. 
o.mcric.1nos., irlnndescs e nlcmlcs, 
cntn: outras n:1cionalidadcs. ' 
Muitos cstnriam 
envolvidos com contrabando de 
;mn:u e drogas e teriam vínaJlos 
com "crimes de guerra". 
O chefe da 5'. Origad• 
do Exército Colombiano. general 
M:utin Carrrio. di.s.s,c que. ~lém 
dos ni-s irlandeses presos, outros 
membros do IR, e do ETA 
entraram na Colómbb. 
P,ua o canal de TV 
NTC. de Bogotá, o general se 
recusou a dar mais detalhes, pois 
poderiam prcjudic:1r opcroçõcs em 
curso. 
l , , '  ., 
./o,Jr, Cor/05 Vefti:qr1c•: 
0 is de cozinha. de 
I3kg, em Bela Vista, está 
quase unificado, conforme 
pesquisa feita pela 
reportagem, com vanaç.ào cm 
apen,;, trê, c,tabclcc1rne11tos, 
enquanto que na maioria é 
pratica u111 único preço. O g;ís 
está sendo vendido pela 
maioria do comércio a preço 
d.: RS29,00, tanro entregando, 
quanto pegando na 
revendedora, enquanto que 
cm outro três estabelecimento 
que revendem o gás de 
cozinha(: praticado o valor de 
RS28,00, com a diferença de 
RSl,00. 
Na cidade existem 
aproximadamente 20 pontos 
de revendas, onde, mais de 
90¾ dos estabelecimentos 
praticam o preço unificado do 
gás de cozinha de RS29,00, o 
que corresponde a 1/6 do 
salário mínimo, enquanto na 
M inasgás de Carlos Cruz, 
Conveniência Guaicurus, 
Mercearia Central são 
praticado o preço de RS28,00. 
o posto de revenda 
da Barão da firma Liquigás o 
preço praticado pelo seu 
proprietário é, conforme ele, 
entre RS 27,00 à RS29,00, 
onde não quis entrar cm 
detalhes e nào nos dando 
maiores informações, 
demonstrando insatisfação 
com a ida da reportagem, em 
pesquisar o preço de gás de 
cozinha de 13kg, cm seu 
estabelecimento. 
O comércio mais 
b:irnto cm que é vendido o gás, 
esta cm um açougue na Barão 
do Ladririo, onde o preço do 
gás de cozinha de 13kg. está 
sendo praticado à RS27,00, 
mas n3o faz entrega. 
GASOLINA 
Os postos, onde 
vendem gasolina na cdade 
também estão quase 
unifi<ando o preço de eu» 
combustíveis, onde na cidade 
i:xistc cinco postos d 
uri,,çto ele preço, pr,1t 1 .:do, 
pelos estabelecimentos estão 
entre RSJ,75 à R1,78. 
mantendo u111a d,fercnça 
irrisória no preço que é entre 
RS0,01 à RS0,03. 
O combustível mais 
barato vendido no município 
está sendo praticado nos 
postos Fronteira (Barão do 
Ladârio, no centro) e do 
Trevo, nn saída de Bela Vista 
para Jardim, onde o preço da 
gasolina cs!ÍI custando o litro 
a R$ I, 75. Nos po,tos de 
combustível, da cidade, o óleo 
diesel está sendo praticado à 
RS0,95. O álcool à R $1,22, no 
Posto Fronteira, da bandeira 
da Taurus, enquanto nos 
outros poslos estão sendo 
praticados à R$ l ,24. 
GÁ E GA OLlNA NO 
PARAGUAI ·!AIS 
BARATO 
Os postos de 
combustíveis do país vizinho, 
no Paraguai, estão sendo 
praticados com uma margem 
de diferença no preço de 25% 
mais barata que aqui cm Bela 
Vista-Brasil. O preço de gás 
de cozinha está sendo 
praticado à RS 18,00, de 13kg 
e verificamos que o peso está 
um pouco abaixo. De dez 
botijões que pesamos tiveram 
a diferença de peso de 500g. 
masmesmoassim,cstásendo RSIOS,60, mantendo uma 
compens:idorncomprndog:is economia de RS24,00. Na 
de cozinha em Bclla Vista 0 compra.de um bot1Jào de ga~ 
Parng_ua1. .. .!'., de cozinha de 13kg. ,occ 
Outra diferença de cconomizarra RS 11.00, u 
preço, existente no país correspondente a 38%. e 
vizinho é quanto ao preço de daria para comprar 2kg de 
gasolina. O preço praticado carne de !', que atualmente 
naquelacidadechcgaaserde está sendo praticado crn 
RS 1,36, mantendo uma torno de RSS.50 o Kg. 
diferença de RS0,40. 
perfazendo o percentual de 
25¾ em economia. 
Para se 1er uma idéia 
melhor, na compra de 60 litro, 
1 
d::: gasolina, no Paraguai OCê 
gastaria RS 81,60, enquanto 
;· no Brasil OCC pagaria 
; . 	..._, 
Com a Cruzeiro do Sul 
sua carga 
chega rapidinho. 
O Exército de 
Libcrtaç!lo Nacional (segunda 
maior gucrrilh:a colombian:i cm 
a1ivid.odc)cheb'OU :i fazer contatos 
com especialistas cm c:arros­ 
bombJ. e explosivos do ETA. 
Os irl:mdescs, hmcs 
Monaghan, Martin MCauley e 
Niall Connolly, os tris supostos 
membros do IRA, capturados no 
Aeroporto de Bogotá. ao 
chc:g;u-cm no ,oo indos de 
San Viccnle DelCaguin, base dos 
Farc, dc:Cr:lo ~nn:inc:ccr cm 
prisJo d.: segurança máxima cm 
ogotá. 
As únicas cvid(ncias 
contra eles slo vcstlgios de 
c:.xplosh·os. cocaína c: anfctamin.1 
encontrados em suas roupas e 
bagagens. 'rio h5.. no enlanto, 
prova mis concreta que os liguem 
ao terrorismo colombiano, apenas 
seus históricos de lignçõe:s com o 
IR. 
Como também nlo h. 
nenhum p<.-dido de cx1rndiçâo. os 
tn.½i que viajavam com p;llS,lPOf!C:S 
fahos. pronvclmentc sc:rlo 
depon-:idos. 
Niall CoMoliy. 36 onos. 
lider do trio. us,11.,1 o nome falso 
de O.wid Br.idcn, o nome ficticio 
do li'ro "O Dia do Chaol". Ele 
ficou 5 anos b.u:cndo cm Huv:m~ 
como rcprest.-nUtntc do Sinn Fcin 
l braço politico do IRA ) c:m Cub.l. 
Viajando com 
P~r1c: irl:mdês falso, viJ.juva 
de Begotü para Dublin, va Madri, 
cr:i o úmco que falava espanhol, 
C"ttl indicado como provável 
arranjador da vi:lgcm. até os ., 
c:impos de- trtinlmento das Fo.n:~ ~r="=======================--=---~---~--~ 
E agora vai ser coletada mais rápido ainda. 
Operando com exclusividade, a empresa Leva 
e Traz é a ünica autorizada a coletar suas 
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At~_vocé coletar a encornend_a. 
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, 
.. 
Grupo ruriro do Sul 
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Disque Coletas: 
312-9700 
' ,. 
; Cru:eire !e $u! 
J.17 
i 
1 
1  
■HOMENAGEM 
unilic do 
Pedro Pedreira Da 
Reda;ão» 
A admini,tr.1ç,io do 
pn:fcito G«:ilJo lur.111n cm 
Bela Vista, esta deixando a 
desejar qu3nto j lirnpcL.l e 
conservação das ruas da 
cidade. tambJm no t(lc.1mc 
ao inicio de: ohr,h qw.: .1 
população entende ser 
prioriJndc (c,tJ,;:io 
rodoviária., mercado 
111u11icipal, b.lÍnCJrJO 
municipal. matadouro e 
pJvimcnuç,io asfaltic.1). n,, 
tocante à Si • DE merece 
nota DEZ. 
Ninguém discute 
que o povo de B<:la 'istn 
recebe um dos melhore 
atendimentos médicos da 
região, às vezes, ha 
problemas no hospital São 
Vicente de Pnuín. m.1s rq 
:irl:'.:1 ::idrnini"ltrJ.th J. 
atendimento i: pre::,t,1ç.Jc dl" 
serviços só merece el,>gio.=-.,. 
sobrctuáo nos Postt•. de 
Saúde. 
Ger3Jdo 1luranc1 
cuida cem carinho desse 
setor, médico, conhece como 
ninguém as problemas e as 
0lu;8s. Sem comentários. 
1 
1-loje. nosso jomal 
preta homenagem a um 
• ini:dico que h; dccJd., 
presta serviços em Bel± 
Vista (Brasil e Paraguai). 
lembrando que é po!itis, fo 
vereador. presidente da 
C3mura Mfuniip±! e Diz:r 
do !lo,pitJ!, i:!L,mos d DR 
CARLOS .·LBFRTO 
OC,RIZ. mJi, ~onhccict,, 
c,,m.> DR C,Clll1O. 
médico competente. era.ler 
entusiasmado quando se 
tr.H.1 d ... - .. !.:f :r:ler opoeees 
interesse de nessa idade, 
politio. ético espenoivei 
Buscando sempre o 
±perfeiçumnteea bus.a d.a 
modernidade pura mih:sr 
atendreeriet.sr a ppuiaçi ... 
o _ür C :chite realiza e >1a 
realizando os mais dites 
isla 
D,: Car!m Alberto Ocari:: é homenageado 
a 
cursos na capita! dc estado, 
cont1JJ1dn p.1r.: i,~u corn o 
apoio e a colaboração do 
prefeito Marano 
O Dr C.trfv, /lb.rto 
participou eCarpo Grmnde, 
do, i:t!hll... Jt: 
CO'<STRl'I. 'l10 A 5 
[Q' IPLl, DE S,LDi.. D: ' 
C IÍU,: Cl'RSO íl;.Sf( O 
DE 5 (,DE D, f..lí! !A; 
ESPECIALIZA, ÃO EM 
SADE DA FA,-IILJ .. : 
PL,-:,.;EJA;-..J['<TO !: 
PROGRAMA DE 
,TE1'Ç ,O !:J,1.SIC < E:'-! 
',A ( DF.. [LE.l f~ 1 OS 
:V!ETODOLÓG!CO~ P.KA 
,CO:S:STRl ÇÂODHt 
!LTUDOLOG!  l:'. 
S,t'
1
DE. .ILO!CII:  
H...5E D, i:.l 
LIDÉNCAS.CICLOS DA 
VIDA: '1GJLr,CJ  
El'lDElJOLÓGfCA, ~,.:,, 
outro,. 
Ne ült:mo final • 
ser21, os funin.ri 
ispit+, 
ter17, 
centrar:ande si 	" 
'seio que teterne, tau'e: 
Camr Meniipa!, sua 
outra sa, onde s±a 
utelgnis, uriter e 
determina;ão sdo 
11.."..:'l"''-..Líl t,

------------~--- 
• Allf.
1
1 :.,f, /IÇIO 
Preleito volta 
atenções para 
a cidade 
• SJUOE 
• INTONIO JOAO 
() ["'1 ... ·l" l11 d•/.• • ' 1) 
J1•,!<1, 1) •,1) (.) Jl 111•/ )Ili o 
(l'll>ll). lc•rrd,,!l I n, 
de Oliveira Santas (PH! ) 
attaés da ocrn1a 
Mumipal de Sede Remido 
Mfendona e o vetado 
Jacquelino Lino Arstimunho 
(1'lDIIJ. colPu cm 
funl i,,n..amcrillJ c.:111 Jl..'.J...:nbro 
nu fín.d d,> :1110 ck 2002 no 
Hospital Municipal o 
ap.,rdho úc lJhr.1-,0111. 
1 11trc11,1.1 ,10 
jornalista Geraldo Ferreira 
Geµê do j,,rn.il l r,huna da 
Frunteir,1 --:-;o, J,i .,tcndc1110, 
25 pessoas, isso graça ao 
cur,o que for,1111 feito, cm 
Campo (ir,mdc. foi 11111 cur,o 
Jdic,1do, e que exige muito 
profissionalismo", enfatizou 
O 1101 o (icrc11tc de Saiiúc 
conta agora com m:us urna 
e11frrme1ra padrJo que o 
assessora e é responsável pelo 
PSF-U. Deisi de Cá,sia 
Uocaloa. O prefeito Di1cio 
Queiroz Silva e lone de 
Oliveira Santo> , cm dando 
apoio ao Gerente Municipal 
de Sade, que com grandes 
c,forço, já está o Aparelho de 
Ultra-,0111. •·E,sa é mais uma 
conquista para o meu 
111u111cíp10. e a população est,í 
a INVASÃO 
Saúde de Antônio João em ação 
, O àp,,relho tle, Ultra-.fom jd está em funcionamento, na foto o 
Gerente de Salde Romlldo Mendonça, vice-prefeita lone de 
Oliveira e vereador Jacquelino Lino Aristimunho. 
de p.ir,1bct1', n;1o prc..:h.t 111.1h 
,e deslocar para outras 
loca I idade, para f.11cr e"c 
tipo de e,ame··. folou 
Dicio diz que está 
muito contcnll." com .1 110,a 
adm1111,tr,1çào da Gc.:rêncu 
Municipal de Saúde que 1cm 
desenvol endo um trahalho 
muito !l.ér10 e muito criJtl o 
nas campanhas contra drogas, 
doenças, educativas. "O mais 
1mportanlc é o meu povo que 
scyam bem atendidos, temos 
urna equipe de m<:dteo que 
e,tào trabalhando do melhor 
possível cada um Os nossos 
recursos são mutfo poucos, 
mas se Deus quiser para este 
ano t')l,í'./110 (OIT llLll"t 
recursos para dar o tratamento 
vip" finalizou o prefeito 
D.ic,o ()ue,ru,. 
Ai11da o Romildo di, 
que o prc:Íé1to ji conseguiu 2 
m1cro-comput:1don.·'). sc.:ndo 
11rn para otena e outro pata 
a coonknJ._:.1l, de lOl1truh.·. "fTI 
beneficio ao funcionamento 
dos trabalhos, dos progtata» 
e dar agilidade nos 
(1J1H:1tHLl111Cll10"', C j .. 1 
, 1.1hil11ou 11111,t ,i:1111r,1 
,rn1hul[11a:ia p,ir.1 gen.·ru.:rn 
,11ra,cs dJ '>ecretú1.1 de 
L,t.1do de ',iiúde, Gcr.i!<lo 
Resende que anunciou 
dur.,ntc contato. 
(Geraldo Ferreira - Gegé) 
t neces,it.lade de 
manter o equilibrio entre a 
receita e despesa, como cm 
fazendo desde o seu primei­ 
ro mandato (incrementado 
com a necessidade de aten­ 
dimcnto à.') c:ig!m::ia, Ja Lei 
de Re,po11,:1hil ui.ide!· iscai). 
lc, mi t' prcf1.:1h1 Jc A111l'l1110 
Jo:10. D:icio Qucirol Sil.a 
(PllDll) a priorizar a admi­ 
nistração municipal ncs ... e 
inu:io de ano. 
Em Janeiro do ano 
pa,sado ele já ha, ia a<srna­ 
do decreto dispondo suspen­ 
dendo todo e qualquer tipo 
de despesa, 110 ümbit0 da 
prdeitura, medida que aca­ 
bou mantcnd0 a folha de p.,­ 
ganH.:nto de demais compro• 
missos cm dia. D.leio 
Queiroz disse que vai puxar 
as rédeas da administração e 
pedir o apoio da sociedade 
para diminuir a 
inadimplência de impostos. 
"O municipio ~ó 11.:rã 
condições de manter cm di:. 
suas contas se houver a co- 
1.ibor,,çi'o da ,ociedade e. 
principalmente, dos nossos 
sen 1dore, públicos". just i­ 
fica o prefeito O Departa­ 
mento de Administração e 
l'in:111ça, tc.:m a responsabi­ 
idade de fiscalizar e con­ 
rolar a eletiva aplicação 
da, dctcrm 1t1i1çõe, d0 pre­ 
f c-ito e, desta forma, o mu­ 
n icipio espera cumprir 
mais um ano com a s con­ 
tas equilibrada,. 
Ak111 de prefeito e 
pecuarista, Dicio Queiroz 
também é , icc-prc ... 1dcn1c 
regional Sul-Fronteira da 
Federação da Agricultura 
de Mato Grosso do Sul 
(Fama,ul). presidente do 
Cidl!m;-i Cornórcio 
Intermunicipal para O De­ 
scn,olvimcnto Intccrado 
da, Bacias dos Rios 
Mtiranda e Apa e da Rede 
Bra,il Je Organismos de 
llacia, llidrogrúficas 
(l{ebob). 
a CIDADE 
® ffilUITõ [b] lill õ [IDU® ® 
co W/ ©IB.1ffi1® IB) 
al00F27 
A p:irticipaçà,1 da so­ 
ciedade antoniojoanemse 
no processo de cquilihrio 
das contas pllhtic:i.s foi con­ 
siderada import:rnti,,im:i 
pelo prefeito D:icio 
Queiroz. que esta como­ 
cando os contribuintes a 
darem s 11:1 parcd:1 J~ cola• 
boração através da quita­ 
lo de suas pendências 
com tJ municipio. 
J jthtific:iti,a tam­ 
bém é um alerta sobre a 
in=idimplênci:t de contribu­ 
intes para com a Fazenda 
Públi-.:a ilunicipa1. , pr'---.__ 
fdtura con, ocou todos os 
1.:ontribuintc.:, em débito 
para com .'l prcfoilura mu­ 
nicipal, inscritos ou n:o na 
divida ativa, p:ira " paga­ 
rem seus debitos o mai. 
breve possível 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
É MUITO MAIS JORNAL 
. . .:-; ' 
füUisnõça Federal determina que índios desocupam 
IFazeimfffla n11n,á1Hndan no mltllnõcipno de Antônio João 
Os J00 indios 
guarani-kaiowá que ocupam 
uma :irca de 30 hectares da 
Fuenda rrontcira 20 
quilômctros de A11tonio Jo;o - 
t~m até sexta-feira para deixa; 
a fazenda ,ob pena de serem 
rcttrados à força. A 
dcterrmnaçào partiu da Justiça 
Federal. cm limitar concedida 
pelo Juiz Pedro Pereira dos 
Santo,. numa açào de 
rcrntc:graçào de , posse 
impetrada pelo pecuarista Pio 
iha e familia. .., 
Na sexta-feira. três 
oficiais de justiça infonnaram 
a decisão ao 111inistêrio 
Público e notificaram o 
escritório regional de Funai 
cm Amambai. Na manhã de 
s.íbado. pon oha das 11 h 1 0m. 
os oficiais de justiça, 
acompanhados de cerca de I O 
p0liciais federais. chcliados 
pelo delegado Eduardo 
1'1auat, foram à área invadida 
cm tri:s viaturas (duas da PF e 
1 
uma da Justiça Federal). 
intimar as lideranças 
indigcnas. 
Um grupo de 
apro:,,imadamente 50 índios 
recebeu a intimação e foi 
informado sobre a decisão 
judicial que garante a 
reintegração de posse da 
propriedade. A Policia 
Federal alertou que O prazo 
par.1 desocupação pacífica da 
án;a é de 5 dias a contar d:a 
d:11a. dn intim:içüo. A sentença 
foi publicada no Di:irio 
Oficial da Uni:10 no dia 28 de 
dc1.cmbro Ultimo. 
O --capitilo"Lorctito 
fernandcs ViIhalva deixou 
claro que O.:i indios n:io vão 
deixar a área e que 
continuarjo pleiteando a 
posse da fazenda, onde esta 
situado um morro que. 
segundo eles, trata-se do 
:·cc-rro ~tarnngatú .. , que 
Julg:un ter perh:ncicln a ~i.:l:, 
ancestrais. A invasão ocorreu 
no dia 20 de dezembro de 
- - 	BEE	i= 
. .. . ... . 
.,,.. . ·-,i.. 
1998 e tem sido moti,o de 
freqüentes atritos entre os 
g.uarani-kaio,Ú e funcionários 
das tazcndas. 
ilATA-BURRO 
Logo npôs os oficiais de 
justiça e os federais terem 
deixado o acamp.,mcnto. os 
índios bloquear.im o acesso às 
fazenda retirando ns tra,·essas 
do mata-burro da entrada 
principal da propriedade. O 
pr:izo para saída do local 
,cncc nc:st:J. sext:i-feira.. Se- os 
índios não sairem 
..:s-pontancJmentr.: .. n Polícia 
Federal e os oficiais dcjustíçn 
terão de cumprir • a 
detcnninaç:o de d.:.socup.1r a 
ire1. 
Na mesma sentença liminar, o 
juiz fed..:ral dc1ermin;1 ; 
Policia Militar de Mato 
Grosso do Sul que coloque 
efetivo necessário à 
d:,posiç5o da Policia Fcdenl. 
que ficara responsável pela 
coordenação dos trabalhos. João, Dácio Queiroz Silva 
para desocupação da foLcnda. disseram que 150 aguardar~ 
A Funai já entrou com t d . ran~corrcr o prazo dado pe b 
recursos de agra,o junto no JU t s iça e esperam que a s:iída 
Tribunal de Justiça federal dos ind ' os seja pacifica 
em Süo Paulo para tentar .. A d 	• pesar os prejuízos que 
anular a decisão judicial. 
AGUARDANDO estamos tendo, optamos por 
O 
d1scu11r_o assunto naJ·ustiç• 
s pecuaristas Pio Sih a. Pio 	- 
Queiroz Silvl.. Sdma Queiroz P?r:i_ cv_,t.ir qualquer tipo de 
violência", disse o pecuarista 
Siha e o prefeito de Antônio p· 5•
1 
e 
h 
L 
q 
d 
c:rn 
n: 
G 
D.

JOR:11: r l<IOIJtlA OA F'ROf-H[IRA 	•BELA VISTA 
19 d 
• •• 
Tribuna do Sudoeste 
l0III. .. OJ'IO[IA'l/0 ..OMHLHOIO 	po!tia ne fa!ndo, n4o é fi), af.na. 
por mais paradoxal que pareça, o ano que passou foi o "pior ano, do Govemsdor Zc, bel vai deslanchar 
ao mesmo tempo o melhor ano', nessa trajetória vitoriosa da PRO} IAM[os 
1 nb1111.1 d, Frnn1cir,1 Sempre 1iv(1nch um., ml,11c.1 pdo "2001 ··, , 1,pnne111,.bJ, ;.;:;-d .. ;; ir u, lr..h.ilhm J., • 1 "' - r • 1I ilt J() 
desde "Odisséia no epao" até os livros de ficção cientifica (a AUGUS I O 1 Oltf(í ~ DL /Hill, DA, o homem além de 
maioria) que precavam randes mudanças neste ano, pois é, competente é um erelente rela,es pubhas e adepto ao dia!e to 
tmham razão os escritores, foi, realmente um ano extraordinário. para resolver pendências. Na area administrativa, é v n .. • 1 • 
l'.1r,1 O h.!m C p,H,I o mal (lembrando as explosões das torres cm que sabe como ninguém resolver os mars diversos problemas { 
Nova lorque, a tuerra no Afeganistão, ainda os dc,entendirncntos i;cnte de conliJr>ÇJ Ju Abel, do leitor e do/a, este sim ,,,.:,,e 
n'.I Irlanda, na i'alelin.1 e por ai vai ... ), houve avanços 'O1A 01.Z. 
cun,i,kr,hcis p.1ra outr.1 prc,is.lo dos futurbtJ, a implantJ ao F. NUNCA [SQlJFC[H 
de um gu,crno mundial. tudo indica que caminhamos para is,o. Que o trribJlho e a postura do vice-prefeito de Horto Mfurtinho, 
(; o dc,pertJrJ de 11111.1 nova conscirncia. 	FLÁVIO QUEIRÓZ. é de sum.1 imporLinci,1 para harmonizat as 
l',l{A NÓS 	correntes politicas e projetos de governo de Abel Lembrar que 
1 oi um ano diíkil, de aju1tcs e rcvisõl"'I de alguns conceitos e Flávio é hoje um dos empresários (rurais) mais conceituados da 
planos. Obtivemos rlcno ,uccsso em nossas metas, alguns ,idade e com trúnsito livn: nos m,,is divcrw, sc-~J1wnw,. (),"""' 
prohlc111n, de ordem pcs1oal nos impediram de caminharmos elo1,ia o fl~,ío, a todo inst.1nte, é o p1ernkn1c do P r O,,;r,ll 
maiH,ípídus, é prccbo ter a "cabeça boa" par,, cnfn:nlílr doenças Mirando dos San1as. pJrn ele ··FJ1h10 é wmp.rnhciro, L t1Co e 
e situaçõe, inu,itJdas, mas nada que impeça o caminhar. O corajoso, na defesa de suas idéias. lenho orµull10 do d1.11n.-lu de 
projeto Tribuna avançou, estamos cm busca de melhores dias, amigo". 
não penas para nós, mas para todos os moradores do sudoeste e MEUS AGHAl>[,CIMENTOS 
da fronteira. Nc,,a busca tercrnoi que ser mais agressivos nas Nem é preciso dizer o porque, vocês sabem. fica aqui meu, 
rdvindicuçõcs, n;is cobranças aos prefeitos e vereadores, ' agradecimentos aos amigos de Jardim, pr.cfcito MARCIO. e., 
Governo do Estado e Federal. O povo conta conosco, pois est; prefeito JOELSON J>ElXOTO e RUrlNO KUl!!LM, na, hor,,­ 
rnnsndo de ver a realidade pintada com cores que n3o condizem , dificcis é que se conhece os amigos, apesar dos defeitos, falhas 
com o dia-a-dia da popul.tç~o. Otimismo sim, mas maquiar a : Inerentes ao ser humano. a GRATIDÃO é uma virtude que nJo 
n:Jlidade n~o. temos é que pisar noch~o firme e procurar resolver pode faltar nos homens que buscam o crescimento. Fiquem 
os problemas. sern fantasias e festas, não é hora de festa, é hora tranqüilos, havc ;! retomo, estamos pronto,. agora parJ ,olt.tr 
de trabalhar. 	com força total tender Jardim, com muito mJ1s presença. 
NO TOCANTE, DF.LA VISTA 	atuaçJo na comunidade, nunca esquecemos que foi JARDlf e 
Todos nós sabemos, nós e o povo, que o Dr Geraldo Murnno é sua gente, o alicerce para a construçfo dcslc jornal, desde 1972. 
médico compelente, altnilsta, ser humano sensível, mas está na que estamos juntos. Vocês podem contar conosco para o que der 
horJ (j:i se passou urn ano desde a sua posse) de mostrar também e vier, nJo pude abraça-los neste final de ano. mas faço de público 
suas qualidades de administrador e condutor de um processo meus agradc:cimenlos. Muito obrigado pela comprcens:io. 
que, todos esperam, transforme, realmente, nossa cidade. AO PRF.l'F.ITO f,RCIO 
Evidente, j:i falamos isto, que nJo cabe ao prefeito. unicamente Só urna palavra. M:ircio, você é a pessoa mais indicada para 
a ele, a responsabilidade de transformar a cidade, mas é ele o representar o Sudoeste na Assembléia Legislativa. ,occ: é decente, 
canal,omeio,porondedever.lconvergirtodososplanos,projetos digno, competente, um pai de familia exemplar, um amigo fiel, 
e idéias. PREFEITO deve ser GERENTE, liderando uma equipe I um exemplo de vida. com todo o respeito aos demais prefeito,. 
eficiente de colaboradores e afinados com todos os segmentos . .,__y~~...!_O D:icio, 1:1 de António Jofo, sJo referência guando se" 
O CO~lENT,RIO DE 	fala em administraçJo pública. Falando como empresário 
Um bclovistense, residindo cm Campo Grande, que veio passar (pequeno), nJ.o como jornalista e nem aprendiz de escritor, o 
o final de ano com os seus familiares, foi gratificante, doeu um único defeito (seria defeito?) seu e do D:icio, é aquele mesmo. e 
pouco, mas foi gratificante. Disse o seguinte •·Bela Vista é uma o povo gosta (foram n:eleitos). um tanto quanto "seguros" (viu, 
cidade bonita. talvez a mais bonita da sudoeste, ruas largas, bem mudei 
O termo), com relaç:lo as verbas para propagandas e 
traçadas, belas residências. asfaho, jardins. MAS ESTÁ FEIA. divulgação. Amigo:voc~ honra e dignifica a tradição da família 
Muito feia n~o vi nada de novo. muito pelo contrário, ouvindo MONTEIRO, o mesmo p;i.r.i o Joelson, que carrega com orgulho, 
as rádios, lendo os jornais que circulam na cidade, me deu_ª.. os sobrenomes MARTINEZ PEIXOTO. 
impressão que há duas Bela Vistas, a da imprensa e a do povo. A FALA DO NISSO 
Bela Vista da impn:nsa é uma cidade onde n3o há problemas. Nãoestánahoraderesgatarasmais'legíumastradiçõesdenossa 
todos estão satisfeitos, h:I progresso, harmonia. A do povo não O gente? Lembrar de nosso povo, dos pioneiros que construiram 
povo não est:i satisfeito, alguns até mesmo com baixo astral, JARDIM, BELA VI TA, BONIT,P. PORTO MURTIN!IO, 
frustados. arrependidos, í.ilando cm mudanças de cidade. Não homenagea-Ios com nomes de n,as, praças. escolas. postos de 
vi nada de novo. as mesmas promessas, ainda não temos o saúde? IH contradições e paradoxos no "batismo" de algumas 
mercado municipal, a estação rodoviária, um frigorífico, fala-se n,as e praças. 
cm turismo, mas não há avanços neste setor, muito pelo contr.irio, F.STF. RECADO É 
a maioria do nosso povo. sobretudo os jovens, procuram Jardim. Parn o Governador José Orcírio, o Zeca óo PT. nascido e criado 
Bonito e até fogem para as fazendas. E vocês da TRIBUNA DA nas barrancas do Rio Parnguai, muninhensc, com raízes cm Bela 
FRONTEIRA. que é o jornal de Bela Vi
sta
• grosso ou fino, feio Vista e Porto Muninho, senhor Governador, o -corredor Sofrido" 
ou bonito. não interessa. é 
O 
jornal de Bela Vista. nada fazem . só deixará de ser corredor e sofrido, se o projeto de pavímcnlaçJo 
para ajudar a mudar e
st
e quadro, ª culpa maior é de vocês, asfãl!ica da rodovia que liga Antônio João :i Bela Vista e Bela 
fonnadores de opinião e dos vereadores que foram eleitos para Vista à Carncol até Pono Muninho FOR CONCRETIZADO. E 
/DMINISTRAR JUNTO, cá entre nós, e
st
ou decepcionado". também o PORTO cm Muninho. Também a implantaç:lo de um; ' 
O CIDAl>,O 	FRIGORÍFICO em Bela Vista ou região de Muninho. Sem essas 
falo,i ludo isto na Redação da TRIBUNA, não aceitou nossos obras, continuaremos a sonhar c cada vez mais "sofridos". 1 
argumentos, nem ajustificativa de que o Geraldo Murano, neste :',EI OUF. 
0 
REGl!IF. CAPITALISTA 	· 
primeiro ano de mandato ajustou a casa. tem projetos, planos, 
agora sim. a panir de agora vai dar a grande arrancada. Nós lhe 
demos um vo10 de confiança. olinal. no primeiro ano o pn:feito 
eleito merece esse voto, todos os prefeitos.já no segundo ano, a 
história é diferente. a cobrança passa a ser constante. faz parte 
do processo. 
l'OR OUTRO LADO 
A- 
fez do homem, um ser que sempn: busca o lucro, sei também 
que o lucro n:lo é pecado. desde que não seja abusi, o e não 
provoque a exploração do homem. pelo homem, entendemos que 
devemos buscar um regime que diminua o imenso abismo que 
existe entn: ns classes. Acredito num regime e chegan:mos. Já. 
onde não haverá tantos pobres e 11!0 poucos ricos. Isto não é 
apenas uma qucst1Io econômica. mas MORAL E ESPIRITUAL. 
Um ex-prefeito de Bela Vista. disse que o Murano tem até 
I FALANDO NISSO 
JUNI 10 para mostrar serviço. isto porque haverá impe<limentos Q 
quanto aos n:cebimenlos de verbas moti,,:,dos pela legislação ' ue me pe
rd
oem ª .. companheir:i
d
a" do PT, os que apoiam o 
Lula para presidente, mas com um pouco de bom senso. • 
eleitoral, até dezembro será a guerra da campanha. Para .esse 
I 
entenderemos que neste mundo globalizado, com Üliltas cri,cs, : 
prefeito, .. o Geraldo precisa. urgentemente, de um plano de , . 
go,cmo. de uma estratégia. de objetivos definidos, isto sem oscilações das economias., conílitos. guerras, sô mesmo um : 
lembrar da Lei de Responsabilidade fiscal, a panír deste ano PRESIDENTE como FERNANDO HENRIQUE CARDOSO 
mui10 mais rig.idu". 	: poderia levar o barco brasil a um pono seguro. Queiram ou não. 
CONVF.RSA~IOS l temos. hoje, um dos melhores presidentes de: nossa história. 
Tenho orgulho do nosso presidente, no Parlamento frJnccs, fala 
Sc,tn feira com o prefeito de Bonito, Geraldo Marques, ele d. . 
1 
. 
1 
· f . 
• d d d 	e gua para gua em rances com os líderes do país 
tambemprclcn e arumaarranca ,ncstc2002,npósocam,val ! id de ber a ' 
amos entrcvist:1-lo. saber de seus projetos. seus planos para a I cons, era 
O
. "'.º ª cu lura; na O 1:1· folJ para os lideres do 
cidade que mais n.-cebe turistas no MS. T,mbém ló. em Bonito. ! mundo, em inglês e trata a todos de igual para igu,I. Nlo há 
as cobranças sJo muita..<, mas o Geraldo esti dando conta do ' du~1da. º. Brasil precisa c:ontmuar no mesmo caminho, isto só 
recado. 	. ! sera poss,vcl se elegermos o sucessor de Fcm:indo Henrique. e. 
CANDIDATOS A DEl'!JTADOS I provavelmente será o meu liderdos tempos de estud.inte cm S:!o 
• 	• . 	Paulo, li Serra. o nosso Ministro de aúdc, Jos' S •rra. 
~Imita gcnle. o que 1cm de candidato a candidato a deputado I A VF.RDADF. 	e e 
estadual, com mn1ns prontas para invadir o sudoeste nl!o cstã • 
cscrilo. Silo mais de vinte, ê isto mesmo. VINTE. Chegou a hora I E que nno ~cmos culp:ir 
O 
go, cmo por noss:is crisc:s, tudo é 
da ,crdadc. que os eki1on:, saib;im separar o joio do rio, +2 Sues4o de ajuste, de encanar os no, o.; tempos. com 1alen10, 
• d • • • d ...,, d ·}. competência e criatividade. Evidentemente que h:i fal"··· 
0 
B:nsil 
c.11r no conto o gano, Ias promessas vàs, tos tapinlias nJS , é _ . . . •i...u.. • 
costas e dos ··acertos". TRIBU A DA FRONTÜRA j u~ CONTINENIT_. so precisamos mesmo e saber elc;cr 
. poht1cos compromet1dos com a ética 3 t.,. -· • 
:icompanhou os trabalhos dos deputados nestes tres nnos. o povo . . . . . . .a, no elegermos mais 
sabe quem ESTEVE AQUI, esteve conosco, lutou a nossa luta 
I 
co':lJptos e ,rresponsav«s. SCJ_ª parJ prefeito. deputados. 
rei, indicou cm favor de Bela Vist:i, Caracol. Porto Murimj, Vereadores, sena
d
ores, democracia é isto mesmo, cada cidodJo 
1 
• • • • . 	• e responsivel pelo lider que escolhe. Chcp.n:mcs 1 • 
l.lon1to. A111amo João. Guia Lopes. Rer,,;:umos chegou a hora da 
I 
NO DL, 	" 
verdade, nós n:ío podemos errar mais, um ba:sta aos aventureiros ! ~ d 
1 
• 
e catadores de votos. 	' ive 
O 
prazer e almoçar, eu, Estela, Pol6 e Flor.1 tcun!,:1dJ.) 
O PREFEITO AIIEL 	na n:sidência de ANGELO e NATL. u:na pessoa maravilhosa, 
• . . . . dedicada .h CllSJ.$ da icrej:i. anfitri1 de mlo cl•ei, S:ibo • .• 
De Poro Murtmho. com muita competência, eti conseguindo aatel :h ,, , : . • • -- nc1 
::idministr.?r a cidade e harmonizar os qu.:dros políticos (Murtinho 22.g%E .. .!do por iguaria que só 2 NATI sabe 
1 
• uito o ngu o pe J t'.!ccpç..lo. me senti m:i r.:i. • 
Govern 
R! I2, 
pre ei 
pr • _ 
li) 
/. l d 1 1 
o uno pss,ado os 
mtuntipios tiveram ama 
,, . 
d. ll 1, li'., r,.ur , , 
do lundo de lv tumne 1 , 
Soais(HI) pritamente 
) tr ,pie da arrecada, ão 
d1,tribufd,1 rr11 199' 
aquele ano, os tpa»e» 
chegaram a R${2o 
mdhóc,. 
u ~í(."'i.Cllllc."Jllt) d.1 
arrecadação, undo o 
Go, crruJor /t~~a dc.
1 f> 1 e 
reflexo d.a moralização da 
maquina pública, uma das 
principais marcas de sua 
admrn i,tr,1,;.lo 
Scgund,, 
(;t 	{+ 
u 
hl 
li'  	j'll[ .trll 
1 . !' f, tr,, j- 11 1 ( .l l ; p,i 
(} 
relatório da 
Superintendência de 
Gc,1..io Fin~in..:c1r.1. no mt':, 
de Dezembro as repasses as 
prefeituras. incluindo a 
cot3 parte do JCMS. ll'V, e 
recursos do FIS, somaram 
RS3 l.4 milltõc, ';omcntc de 
IC/1S, foram rcp."'"d'" au, 
77 municipios RS29.04 
milhões O, ma1ore, 
rccunos provenientes da 
arrecadação de ICMS foram 
repassados à prcfr1tur.1 de 
Campo Grande. <J!ie recebeu 
110 mês passado RS6.5 
milhões, scgu1d.1 das 
prefrituras de Dourados, 
Ks' $ 3mil Rs457 11 l 
ta tos d !z hto d 
2001 
)rpusee hrgu,ão do 
•, d.f.h !ti., 1 i I 1 (
1 (1,1 
,.l,fT pud. IH ., _I\ c:r110, 
pa sados, hsera u 
,,, i..: r1dr ta do PI 
e ande ele, da htansa 
desgoverno aterres ha 
um .1 d 1 d« de R12 
·11dln1i .. ,. J r,,H.111u11 .. de 
[({S nio 1spisados aos 
llltlllkljllll 
/eca lembra que o 
seu ['oto tão só 
restabeleceu o repasse 
r1_.:,·rn'-.1!11 .. nh.. c..!I) ,fi.1. m.1s 
permitiu que as prefeituras 
,upt:í,l;'ll'fll :,IIJ!> 
dificuldades com o 
111crc..·mc11to dr1 arn·cadaç.io. 
O governador menciona o 
caso de ampo Grande, 
que nu gm crn,, du PMDB, 
c111 1998. dc J,1ne1ro a 
novembro recebeu 22 
milhõc, 
No rnc:,mo período 
de 2001, o, repasses 
chegaram a R$63 milhões 
1o, 12 mncs de 2001. a 
( ,1p1t.d te, e uma rccc11.1 de 
mais de l(S-o mdhéks. 
somando ICMS, IPVA e fJS. 
"É muito dinheiro. que 
pt:rmitc á prcfc:1tura executar 
obras e pagar os ser idores em 
dii,nota o govemador Zeca. 
i 
1 
J 
1 
I 
1 
"PREVENÇÃO 
!l 
h 
:"'--.'o f:n,tl d~:, .Hh1 
passado foi ralz:do o c:.rso 
de.·. Bornhdro_..,  i.1it111Lii.: .. '). 
onde contou o; 
participa0 de 23 2!:os, 
dentre eles uma mulher. 
Erontina Lenins. mais 
cohida com "TIA", 
a primeira malhe: nsi s:23° 
a ser Bmbeia eutiria e 
a participar do sele:rup 
•• sala Vidas' Ouro fo 
ministrado pele 8 3u 
.grupamento de rate.n • .,._ 
d e3ar!m. sbeemas!° .f, 
l 1:.:1 ..--.:..:í.1:1,,,:--..,l .. ")' 
Mesa, e dos is;rute;s 
Bem:beiras z1 I·a 
r.:,·. Ci..::n .. ·rr:.: '- l=- .. ··.J. 
Tina cera 
lataria de estudo ja 
... • ,J..'. .. • p.,•t 1 1panas do 
ultm> t teulzudo a4 
Visa. la c sua equipe. 
realizaram tr> sala:entes 
mn sue»so. Par. la fem 
!:7jhlt1: 
1 
.. ·:.,:-t"!:""..:( -1;rr.:-. 
de suandsdser-gs lo 
Clt:'"~◊.... li rt, ... Jt.7-":"' 
~).!.;t:1r.t,.; Jh' 
li .:- .. •r:11'. ,_"':1 .. i'1

,l()flfl/
1 11 ',lJ'/A UI r;
1r.,;01. :,1. 
"' 
» LARGA 
Cruz-ti o d Sul busca melhorias aos clie tes 
e entrega rotéu Desempenho de 2081 
kooartos Isque: 
empte a 
lransportadora de catas 
Cruzeiro«do u!e tabu«ando 
p .. 11,1 O ,1110 de 2002. 
eelenia nu ,11,11d111h. 111n d1h 
eu lentes (ont o objetivo 
de .dc,111pr 1l IV) 91)01 até 
dezembro deste ano a mpra 
em qual:fiando seus 
p.trceiro, p,ir.1 qtrc clicflle ,1 
,•xccll'llcia 11:i q11nlid:1<k du 
ntr11di111l'11to 
t .o dia 07 d, j,111cim 
pass.ido a c111prc,:, rc:di1011 
UIH,l co11fr.11Ln1i, .. 1ç:ío (0111 (h 
J);'ln.::círo:-. d;1i... ci<Luk-.. do 
i11h!riur cio '-.1,11Jo e dos estados 
de s,10 1',111lu e i'aranú. Clll 
Can1po (ir,111,k, ,,11de o, 
dirctorc!ói d,1 l'111pn:o.ia 
mo.,traram a c!-ttrut11r,1 d., 
cmprc-,a e a 111.1111.:ira do 
all'11dimc1110. lanh.• no setor de 
trnnsporh.·s de carga,. c,)1110 no 
.1teml imcnto ao.-, consumidores, 
colocando a tli,p1hi,.lo o 
serviço de atcndin11:11t1.1 ,O 
con,11111idM·(SAC)· com 
ligaçllc, gratuita, p.1ra 
possíveis reclamações. 
O ubjeti, o da 
Cl1nt"rJtl·mi1..iç,1o ~- de m<htr.ir 
aos parceiros da empresa as 
1m.·1.1,quc di.:,cr.10 .,.._.r atingitl.i... 
nc, ano de 2002 e a,,im pod,-r 
alcançar o objcti,o maior. que 
é a excelência na qualidade no 
,,tcndim,·1110, ISSO 9001. que 
é um processo de 
,11~rfciçoamcnh, <l.i t·mprl·,a. 
dando qualidade ao 
atendimento a ,ua chi..'11l·r.1 
A empresa de cargas 
Cnuciro do Sul que h,i mai, tle 
um ano ,cu' <lirctnn:, , cm 
apcrfri1rn,111dll o ,1h:ndi1nent,1. 
agora p:""ª ,cu, 
C(,mhccimL'llllh ao, p.:H:ciro~ L' 
até o final do,111od1.:H·r..i atine.ir 
o ohjcti,o da c:ccl~n..:ia ~k 
qualida1k· no atendimento ao 
consumidor. l lnji: a empresa 
c'!11pn.·g;1 apm,imadamentc 200 
pessoa, <lirctamc111c e 350 
indin:tamcntc. 
Para a d ireçãu da 
empresa "' ali nfo 
cxi.-.tc aquele chefe com cstrda 
maror e sim com a 
mo<lcmidadc. todas as equipes 
ficam na ob:i.crviência de toda 
ª l"(JUiJX·. Íllncionandú cm uma 
só sintonia. onde pn.-dominain 
o comp,111hcirismn e a solm;:1o 
para os problemas sejam 
resoh iclo.i em conjunto com a 
L'(jllÍ[)C, 
C en:a de 200 p,"':cim, 
par1icip.1rnm d:,._, fc">ti, itlacks 
que inici:tr.un CC"do e findou a 
noite co111 a cntn.·g,a <k prl.:mio 
em dinheiro, pJrn os scti: 
parcc:iros que mais se 
destacaram durante o ano de 
:!001. alingindo maior indici: 
1x·rccntu:1l dl.!' crc-.cimcnt0. 
A festividade cnnli)u 
com n p:lrticipnçào <lo..; 
dirctorcs do Con:-.elho 
Aclminiqr:ui,u . ...-ntrc de, 
Osvaldo César Possari. 
. Rodri~u t,s,,ui e ()(knir P:ml:i 
da Silva, além dos gerentes de 
ders áreas. Os participantes 
t.1t11lx:"111 pudcra1n conhi..-ci;;r a 
Ih) a v~r~.10 eh, Trofl'.u 
Desempenho de 2002 
Pnrn o í'111jlrc::t:'tril 
Osw;ildo l1.s .. -,.nri ··e.:• ii11po11:tnic 
destacar, que entre os 
n:.·pn :sentantes da Cruzeiro do 
Sul cargas. todos são 
g;1nh.tdC'l'·, ~.).., "'lHHc·111c o, 
>Clli:' i.."'Nn 1rn.:llwr d .. -.,.:111r,--·nlll) 
s:..1o , L.'.IIC~Ori..·,. po,,, h.xilh 1,,1' 
parceiros io a razio do grande 
~l 1. lt.tt j!,., 
ottrota [o 
IIJhl!.lt'd11 ,h lfll 1, U,1h,1ll111 
, .. 1.1111,, di. Lotdi ,111.,,1 que hk.l,.., 
, t.'11> l.111..1:do. r1n 11Mnc.· d,t 
l'll'.Jll1,." .. ,1 
Mm de conhecerem 
as dependenendrmpresa, 11., 
periods da 111.rn!i.1 .ipú, o 
alnoo hone torneio de 
f111 .. bul uHh.' "1-. p,1h.'Jhh d.1 
t:"!11p11..' t.1 tk ldí.',I ( lllAºlfll d,, 
~ui A nml· . .t prl·tní;u,,.,1,> c111 
dinlente a s.'t l"lf ... ...-1T.1nd,, 
t1111 
11111 J.1111:ir ck· 
onliaterz±si» 
( ..:,,:r 
dL·,t.11,011 .1 11111l11tt111r1a do 
l'Jll."011110. d.111d1 d.:.,f:1q111.· :llh 
p.11l'.ci1i.h d.1 l'111p1l..',,1. "e 
µ1.111lk:111tl' ,:1hl'll1l1.l (Jlll' ;1 
c1d,1 d1.1 c ... 1;111w, mdhornndo 
a qualidade dos nossos 
ser0s que o tosso 
objct110 de chegarmos a 
atingi, o ISO 900 l ,~b er;1 ,cr 
alc;111çad,, i1trHLI nc,IL' ano dl..' 
::!UO:!. i,ttl !. atl.: dc,l.'.'mbn,". 
frisou César. 
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Jornal Tribuna da Fronteira 
19de Janeiro de 2? 
aderno l Caderno 
Tribuna da Fronteira 
Portas 
Filosofia --- Realismo Fantástivo - Ciência - Auto Ajuda -- Misticismo 
Apresentação 
/ punir de hoje 
passamos a integrar o quadro 
de colaboradores desta 
TRIUUNA D/ 
FRONTEIRA, a qual nos 
cedeu gentilmente uma 
página. scmunalmentc, para 
publicar matérias, artigos, 
comentários a respeito dos 
mais diversos temas 
abrangendo Religiões, 
filosofia. Realismo 
Fantástico, Ciénciu; Auto 
Ajuda, Misticismo, enfim, 
uma PORTA ABERTA PARA 
O DESPERTAR. Noticias. 
comentários e artigos serão 
publicados desde que 
assinados pelos responsíl eis 
sob a hipótese alguma 
accitnrmos polêmica, pois o 
objetivo maior, nosso 
objetivo, é a 13USC/, somos 
todos 13USCADORES. 
lembrando palavras de 
Jacques Ucrgicr e Louis 
Pauwels no livro 
"DESPERTAR DOS 
IÁGICOS" - "uma vida de 
um homem só se justifica pelo 
• esforço, mesmo 
desafortunado, de melhor 
compreender. É melhor 
compree ler, é melhor aderir. 
Quanto mais cu 
compreendo. mais amo, pois 
tudo o que se compreende s·,a:i 
certo ... é necessário apalpar. 
examinar os frutos, 
annndithas, depois afaslanno­ 
nos com rapidez. .. opera se 
sob o nosso olhar, uma 
revolução, e há de novo um 
casamento inesperado da 
razão, no auge das suas 
conquistas. com a instiluiçào 
espiritual". 
Republicação por 
incorreção de data 
EDITAL DE 
CO VOCAÇÃO 
SOCIEDADE EVANGÉ­ 
LICA DE PROTEÇÃO 
AOS DESAMPARADOS 
DE UELA VISTA. por sua 
presidente em exercício, 
ELDA MORAES 
SIMÕES, vem convocar 
todos os sócios, para a AS­ 
SEMBLEIA ORDINÁRIA 
a ser realizada no próximo 
dia 06 de Fevereiro de 2002 
às 17:00 horas para tratar 
do scguinlc assunlo: ELEI­ 
ÇÃO DA DIRETORJA E 
CONSELHO FISCAL. para 
o exercício de 2002. 
Bela Vi<ta 11 de Jnnciro de 
2001- Elda Mor.tc-s Simões 
Depois que o cientista escocês Dr lan Wilmut apresentou o resultado de suas experiências a ovelha Dolly- as discussões 
sobre clonagem tomaram conta da mídia em todo o planeta. E, entre as muitas perguntas, fica uma em especial: 
os Clones têm alma? 
Gilberto Schoereder 
/ clonagem ou 
duplicação de seres 
humanos, irá acontecer! Ao 
contrário do que muitos 
podem imaginar, isso é 
apenas uma questão de 
tempo. E não são unicamente 
os escritores de ficçiio 
cientifica que pensam dessa 
maneira. Segundo o Dr 
Michio Kaku, professor de 
física teórica de Nova York 
EUA, "Pura se clonar 
pessoas só é necessário Ter 
10 mil dólares e um diploma 
de engenharia genética" 
Caso essa afirmação venha 
n se confirmar, as 
implicações scrào 
incatcuhíveis. 
O próprio Dr. Kaku 
adverte que existe um perigo 
potencial muito grande de as 
coisas fugirem ao controle, 
cspccialmcnle porque ainda 
não existe qualquer código 
de ética ou lei pum impedir 
a clonagem dos seres 
humanos. O mesmo Dr. lan 
Wilmut obteve, 
rcccntcmcntc, uma 
autorização do governo 
britânico e da comissão de 
clonagem para pesquisar e 
produzir técnicas 
envolvendo seres humunos. 
Em outrns palavras: se for 
possivel será feito. 
O pesquisador 
Jeremy Rifkin, autor do livro 
The 13iotcch Ccntury, 
também referiu-se aos 
tempos atuais corno sendo 
•.. o limiar de uma nova era. 
na qual poderemos ser os 
arquitetos de nosso próprio 
destino biológico. Quais 
serão as implicações 
ambientais, e as filosóficas. 
éticas e morais - e quais 
serão as consequências 
sociais e culturais de se 
brincar de Deus com o 
código genético da vida no 
pluncla?", Talvcl "brincar de 
Deus" seja a expressão-chave., 
o ponto central das 
discussões, principalmente 
religiosas, sobre a duplicação 
de seres humanos, 
Definindo a Alma 
inguém tem dúvida 
ele que as questões técnicas 
envol endo a clonagem serJo 
resolvidas em laboratórios, 
empresas e gabinetes 
políticos, de acordo com os 
interesses do momento. As 
questões filosóficas e 
religiosas, porém. são mais 
complexas. e uma delas de, e 
originar inúmeros debates 
acirrados num futuro 
próximo. Estamos falando 
sobre a alma dos clones. 
Quando se fala de 
alma, é inevitável que a 
discussão envolva os mais 
diversos conceitos filosóficos 
e religiosos, mas existem 
basicamente duas tinhas 
principais de pensamento, a 
cientifica e a esotérica ou 
espiritual. Sob o ponto de 
vista cientifico, a alma pode 
ser entendida coma a soma de 
todas as sensações e memórias 
de um individuo. Essa teoria 
km grandc accitaçào no meio 
acadêmico e vários 
pesquisadores se identificam 
com ela. Seguindo esse 
pressuposto, a alma se 
formaria juntamente com o 
corpo fisico e seria tão mortal 
quanlo ele, deixando de existir 
no momento <la monc. 
As religiões já vêem 
a alma de modo bem distin10. 
Mesmo utilizando termo, 
diferentes, cm linhas gerais 
ela é entendida como uma 
particula individualizada do 
Criador. portanto etcma, que 
anima o corpo e o utiliza para 
experimentar o universo 
sensorial. Os hindus e outras 
correntes religiosas que 
acreditam na reenc.1rnaç.lo. 
dizem que antes de assumir a 
forma fisica, a alma escolhi: a 
família e as situações que 
n,clhor lhe darào condições de 
aprender o que ela precisa, 
vinculando-se ao corpo no 
exato instante da concepção. 
Após a morte, essa mesma 
alma retorna ao plano astral, 
onde fica aguardando outro 
corpo para dar inicio a um 
novo ciclo de vida. Isso se 
repele indcfinidamcnlc. ate 
sua e,olução cspirllual retirá­ 
la do ciclo de nascimento e 
morte para reintegrá-lo ao 
Cnador. 
A alua! religião 
católica não aceita a 
reencarnação. Segundo os 
dogmas romanos. cada alma 
emana diretamente de Deus e 
se une ao corpo no momento 
da concepção - mas, com a 
morte do corpo fisico, ela é 
enviada ao Paraíso, Purgatório 
ou Inferno, dependendo de 
suas ações em vida, sem 
qualquer possibilidade de 
reabilitação. No entanto nos 
primórdios do catolicismo. a 
idéia de reencarnação era 
aceita por todos os 
praticantes, lendo sido 
abolido cm 533, durante o 
Quinlo Concilio Ecuménico 
ou Concílio de 
Constantinopla. 
Os muçulmanos 
também rejeitam a 
transmigração de alma. mas 
acreditam que esta permaneça 
presa ao corpo mesmo depois 
da morte, e só ressurgirá no 
Juízo Final. quando seu 
destino será decidido pelas 
ações que realizou em vida. 
A Kab:Jttahjudaicaj:í 
explica que alma na verdade 
se compõe cm três forças 
distintas: Ncphesch (corpo 
fisico), Ruach (sede da 
vontade e personalidade) e 
Naschamah (espirito. a 
naturcz.a divina do homem) 
principios que emanam 
d I retamente do Criador e cada 
ser os adquire durante a 
concepção, 
ilarri, X C.ípi:i 
Mesmo diferente cm 
aspectos básicos. ciência e 
religião concordam que a 
alma de um ser humano é 
única c, portanto, jamais 
poderá ser copiada. A Ora 
ancy J. Duff. Ph.D. 
professora de É1ica Teológica 
nos EUA, entende que a 
questão é relativamente 
simples e que a controvérsia 
só existe por uma 
interpretação errónea. -Acho 
que as pessoas não estão 
compreendendo o que é a 
clonagem" ela explica "Um 
clone jamais se tornará uma 
exala cópia mental ou espiritu:il 
de sua matriz porque não teri a 
mesma alma. Nem sequer 
fisicamente. porque não teri o 
mesmo cérebro. os mesmos 
podrõcs ccrcbra is ou as mesmas 
experiências" 
Mesmo sendo um consenso 
que a alma do clone será 
diferente do individuo-matnz, 
ainda fica uma pergunta no ar. 
quando a cópi:1 g;mhar-.í ,ua 
alma? Como determina o 
momento de sua concepção 
ou nascimento? De certa 
forma, isso entra no mesmo 
terreno de discussões sobre o 
aborto. A partir de que 
nomento um feto humano já 
possui alma? 
Para a ciência. desde que ela 
sai do , enlre da m,ie e 
desenvolve seus padrões de 
comportamento, Para a 
religião, desde que um óvulo 
é fecundado. 
O processo de clonar 
homens pode criar 
aberrações'/ Sem dúvida. 
Mfuitos clones serão usados 
como reservatórios de órgãos? 
Tah ez. Caberá única e 
exclusivamente ao próprio 
homem. j:í chamado de "a 
coroa da criação", definir seus 
limites para não acabar se 
tornando "o pesadelo da 
criação". 
um mestre notável 
LEILÃO 
150° Apa Corte 
24,/01/2002 às 20:00 hs 
Tatersal do Parque de 
Exposição Rio Apa 
O primeiro leilão do ano 
Fugaz: Porteira Leilões 
Rurais - lnf.{tel) 439-1558 
Paramahansa 
Yogananda.nutordocllissico 
espiritual Autobiografia de 
um Yogue e considerado 
uma das mais proeminentes 
figuras espiritunis de nossa 
época, teve um papel muito 
importante na sabedoria 
oricnllll no Ocidente. 
Nascido no Norte da 
lndia Yogananda chegou nos 
Estado Unidos ainda jovem, 
cm 19:?0, convidado a 
participar do Congresso 
lnlcmacional de Religiosos 
Liberais como representante 
da india. No mesmo ano 
fundou o Self-Rcalizntion 
Fellowship com o propósito 
de disseminar seus 
ensinamentos sobre ioga e a 
milenar ciência de meditação. 
Em 1925. fixou 
residência cm Los Angeles. 
onde estabeleceu a sede 
intemocional de sua 
organização. Na década 
seguinte, viajou intensamente 
e mm,strou inúmeras 
conferências, falando para 
auditórios superlotados em 
várias cidades da América e 
Europa. 
Param ah ansa 
Yogananda nasceu com o 
nome de Mukunda Lal Ghosh 
cm 5 de janeiro de 1893. rui 
cidade de GoralJipur. Índia. 
Desde os primeiros anos ficou 
evidente que sua percepção e 
experiência do mundo. 
espiritual eram incomuns. Na 
juventude ele procurou s.ibios 
e santos esperando encontrar 
o Mestre que o guiaria em su , 
busca intera. Finalmente er 
19 IO. com 1 7 anos. conheceu 
o 'encrado sábio inJj:,,, 
Swami Sri Yukteswar. em 
cujo eremitério passou a 
maior parte dos dez anos que 
o seguiram, Em 1915, após 
,diplomar-se pela 
Universidade de Calcutá, 
1 tomou-se monge da Ordem 
dos Swamis, ocasião cm que 
: recebeu o nome de Yogananda 
1 (que significa bem 
aventurança, ananda, por 
meio da união divina, ioga) 
Em 1917, Yogananda 
fundou uma escola onde 
modernos métodos 
educacionais eram 
combinados à ioga e a uma 
educação nos ideais 
espirituais Paramahansa 
conheceu Mahatma Ghandi 
uma década mais lnrde a 
pedido do próprio Ghnndi, 
iniciou-o na ciência da Kriya 
Ioga Em 1946, a história de 
sua vida foi public.rula no livro 
Autobiografia de um Yogue. 
Reconhecido desde o inicio 
como um marco literário, a 
obra permanece até hoje como 
uma das mais importantes 
sobre o pensamento espiritual 
do Oriente. 
Paramahansa 
Yogananda faleceu em 7 de 
março de 1952, em Los 
Angeles, durante um 
banquete cm homenagem 110 
embaixador indiano nos 
Estado Unidos. Diante de 
dezenas de pessoas. assim 
que concluiu seu discurso 
com o poema Minha Índia. 
o grande Mestre deslizou no 
chilo. 
Seu corpo ficou 
sendo velado em um retiro 
espiritual durante quase um 
mês, até a chegada dos 
devotos indianos. Durante 
todo esse período ele 
permaneceu imutável, sem 
o menor sinal de 
decomposição, fato que 
causou grande admiração 
em toda a comunidade 
médica.

Jf)I '1/1. 'HIC;UflA lJI r r, ,_,·nt::n/ 
1 
ADVOG.~'D0 
Surit47Jr. 
OAD-M6 7.U !)·l·B 
suritalf1:r,o rtonet.mn 
~(0""67) 352-• 1374/287-'J460 
Campo Grande/P<l 1rto Murti1nho-MS 
AIO CGJID)!L 
Joelson Martinez peixoto 
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Daniela Fcrnawles Pt ·ixo10 Coi11ete 
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Rua lº de Maio, 431- Fone: (0**67) 2!il-1451 
Jardirn/MS e-rnail:danielapeix oto@zipm,1il.corn.br 
•CADERNO B 
----- 
• CARTA A rrc;.ÇA0 
'-',,r111.1 V:u,·110 
l eromunto,o ti de ler«e 
conh+mitos poetas, tu!s. 
através de suas obras, mas num da 
d~,:.:'J c-,l!H" nu llot.l C'.inJ). 
aqui em Porto Murtmnho. hotel d-: 
prupr1td1Jc do H"ft:Jtfor Owrt.J 
M1r.in<l.1 dth Santos e de tua s­ 
P"'-' D ljtkll,l Vl'lh<I Uni liHO 
ck prC)t'Otc, ~ch:-1 tnJrJilbthll. 
"Contos, ausos e crônicas, de 
h,1tdo i'L·tc1rJ, A1é rnt,lo tu co- 
11h1..·c1 c~,c..· senhor corno jotr.Jli,;~ 
r.1, do yomal de Pnno Muninho. 
., 1 Rlllll~A DAI Rmd I lllA 
LtH·t o livro para liJ'IJ e oh., 1· 
ªJ'-'1110, CU~ co1110.., n,t'i su,1 h1'­ 
wn.1s e UÕOICll'} t' 4u1, muno CO· 
11lwcrr o autor pC\0,1lmé'11t("., .:­ 
lo dt: IH.'rto. con er,.ir com ,.:k 
.N1."il:l 111i11h.1 'id,1 humilde, JIC 
COl,lu. ntllll..,l li e O pr,11er de co­ 
nlu.:cer J)C<ii"I0,1lmcr11c um 1.·,cn1or. 
um [)OCIJ 5,·mprc 1dol,1tre1 o, po· 
• ct,1,. cscnturcs. J,un,11 1magmd 
' que numJ bela tarde c.k ver.lo cu 
conhc:ccna pcsualmcnte o meu 
au1or pn:frndo. Quando o conhe­ 
ci. pt'!.oalmc:nh:, a cmoç;.lo fui 
muito grande, calou a rninhJ vnL. 
Marco A. Lo, 
11reiro Pa
1/miéri 
ADVOGADO 
F.l l!: (G'J:1:61} i!J:ç).fr~ 
ªª ~ (Gm:67} il'W-1132 
Rua 15 de Novembro, SOS• Cen ,tro - Bela Vi:;ta/MS 
t110 
0A MS-4 90m 
Dra. Vilma d!a Silva 
OJIB/MS 2.574-B 
o escritor - poeta 
que· sonhei ser 
r,. 1) J .. :;:.,.., 1 o r ~ 
li rele· _ 
~\C/.C- 'J'!l'•ll • 
trasobras d 
me ver como talmente su so 
quanto precoser, na rdud o 
poeta e esntot qu mpr o­ 
hei ser ele. o ,c-- ... 1.,,r h.i!Jl, 11:­ 
rcird L,;,!ou orrulho 1..,. pu-. .o l.1- 
1t:r p:irtt di: wn d"·d,nho dJ t11 • 
1on.1 dt:, uJ.:i d .. ·,:: .,~h>r. H"J'' <  
e')t..'ritor..:~ crnno p..:,~0..1-, p111k· 
;tud.1, e •rnprtlf:P tk,Jr rnco:1- 
1rc1 o TTlêll ncr:!or. p(t1C1 OU 
controlar ;i mmh.1 c:11h1Ç.lll. 11.io 
!>ti lomo, tenho tr,wJ..: ,H.!m:r.:­ 
ào, repeito. hoje maus ainda, m 
cmoc1011c1 com ..1 c.11.1 S!IT plic.u!.1- 
di:, 1..UITI O scu jeito de ser Sem­ 
pte penei que eles, os escritores, 
eram in1oc.tt:I~. frclud,h. on.
1
11- 
lho">Olí. m..t't o meu nunur é wn 
hnm(m sunpk. com u111J bclc- 
1.-1 mti:r,or f,101<tlc,1. por n"l,l 
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r1-,'I L:!:nJ,lt11r11hh.!.l,.J,,-..111.,., 
humildes aos marsahtados, /o 
que a riqueza dese homem 
tis p±latas, o sus teto d.: '-U 
d.: L,lr; .. ~• 1 uin,1 r,q J.,_1.1 ¼1/l 1.·1111 
QJ..m,!u l ... k·1 c.ti:11 e'. .lano 
(" 1.1.1.1i ~;u.int.1 uno,~)o  ! ... • íll' cku 
11/Tl -.urn,n Ulll.n,o fkua '-1!1,h:1· 
to quando fales que hra ludo um 
liru Ú1.:lt'. l' i:lJ. tumo um.1 ,11~111- 
,---L'-OlllO )l' IIL-.-.t:: mho1.111 ptl· 
sente E ganhe Que presente' 
Ao ch1.1J..!r t::111 ,.-J,,L fk.·;-•1.;,:1 
novamente o seu lro, nen at· 
htasa havia 1..m1Hl'-.!tlo tom o 
puno "! operou,' a 
f llj 1' ,, 
1 
ll) .1tf.!,J .,,· i1'{
1
;,.: 
t ,1 .nJ .. ·eulivro, do squs' t ..r.:· 
,..Lo ,,r p,•n .. 'ec tt 1Ao 
l'!,jl(,t: 'ur1to,ti Mo , d .• .- P' ~­ 
'-l ., h.(,111 ,, lj 1,,' i.: ,, f ',ll' 
'n·/ 1'.(lf h.1!J,1. ,1, 111'1,·, 
datam poun tas o pertume tia 
p :r .. emptetat que tepratos 
as4m sio seus dites, as Ade s 
jl-i. rrn trn.dil 
lique sabendo, nos a[u' 
de Porto Murunho, temos o mor 
c,1:,.,ulho l' .... 111 f.1._.,io ,rn ou.;r Uo 
snhor (+a ouvi) ot murtunhen 
PS Por favor pablquc no seu 
Jornal desculpe. por 1, r11br.1-I,,. 
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.iOH'lt,L , 't' :Utl/ DA íRGrJrr.,- • 	•CADERNO 8 
19de J 	F'AC '1:11 OJ 
• co•no 
■COITO 	• C:J TO 
Estória Oriental 
i l 1'.I i IJTIJll l J.! 1' 
um lho muitpht jus 
.: ld 111(,. I '' li) i'"I• 1· 
unha um lindo a lo 
pra uma em .J ! 1 
1 ,,1 h art do a4l 
fraturou s pernas, A, 
J' h. ,:,,1 •Ili l 111 i., 
branco ler o!t 1ar uma t. pularam, Ela, 
qw4ta tabula«a pelo dr«rant. oe tinha tata 
tal, mt,o hopm«d/ 
l te casalo pata 
111111 1. lllll I p .. '-U.l f ltllJ:~1 
p 1 o nder ta pe»+04. 
um amipo' 
() ho111c111,·r,1 p,,lm·. 
lll.1' J,1111,11)  t...'lllh'.'U I} l.l'Jlil 
Numa manha, descobriu que 
o cavalo não csta t na 
cocheira A aldeia inteira se 
r.'.t111i11. ~ div,cr.1111: 
-Seu ,cllu, e,111pitln! 
Sabiamos que 11111 dia o 
cavalo seria roubado., Teria 
,id,, 111dl111r , -,ndê-lu. Que 
cle,!(r,1çn! O ,clho dis,c. • 
Nlio ~hcgucm a 1:1111<>, 
Simplesmente digam que u 
c,1,alo n;lo e,1:i na. cocheira. 
Este é o falu. o resto é 
julgamento. Se trata de uma 
desgraça ou d..: uma bcnçào, 
não sei, porque este é apenas 
umjulg,,mento. Quem pode 
saber ll que, ai se seguir? As 
pessoas riam Jo ,clho. Elas 
sempre souba:1111 que ele 
cmm um pouco louco. ;la,. 
quinze dias depois, de 
repente, m1111a noite, oca, alo 
voltou. Ele nlo havia sido 
roubauo. ele ha, ia fugido 
para n ílorcsta. E n:1o apenas 
isso, ele lrouxcra uma dúzia 
de cavalos selvagens 
consigo, Novamente, as 
pessoas se n;uniram e 
disseram 
-Vdlh), 'OCO c,ta, li 
certo. Nilo ,e traia de uma 
Jc,g,raça. ma, na verdade 
provo ser uma 1,c,Íçào. 
O 'dito Jis,c: Vocês 
estão se adinntantlo mais 
umn, cz. Apena; digam que 
o ca'alo c,tá de , olta ... 
Quem podcr:i ,alxr se é urnn 
beriçilo ou nüo? Este é 
npcnns um fragmento, Se 
vocé· I~ uma únic.1 pala'r.t de 
1111111 sentença, corno poderá 
julgnr todo o livro? Desta 
'eZ as pcSS0i15 nio podiam 
dizer' muito. mas 
intcrionncnh! s..1biam que de 
estava errado. Doze lindos 
cavalos tinham 'indo ... 
O velho tinha um 
único filho, que começou a 
treinar os cavalos selvagens. 
o'amnnle. lot uma 
de raça eu ino tlho 
perdeu ou oda·peta, €na 
»ta lhuc rd tu unto 
amparo. Aora oé está 
111:th pobre Ju que 111111c.1. 
O elho disse. - 
'o-..t:"i {.-~t.io obcecado"' por 
julg,llll<'lll(h, :S:,JQ ,e 
adi.111tn11 1:11110. Di)!lllll 
apenas que meu filho 
fraturou as peras. Ninguém 
sabe se isso e uma desgraça 
ou uma benção, A  ili.,  cm 
em fragmentos; mais (Jlll' 
isso, nunca e dado. 
Aconteceu que 
dcpoi, de algwna~ ,i:111.llltl, 
o p.1í, en1ro11 cm t!lléITTl, e 
todo, os jovens da aldeia 
foram forçados a ali,tar-se. 
Somente, o filho do clho foi 
deixado para triis, pois 
recuperava-se das fralura.,. A 
cidaui: inteira c,tava 
chorando, lamcntnndo-se 
porque aquela cm a luta 
perdida e ,abiam que n maior 
parle <los jovems jamais 
, ollaria. Ela, vicrJm até o 
, e lho edis crum: 
-Você tinha razão, 
velho. Aquilo se revelou 
lllli:t benção. Seu filho pode 
estar aleijado: mas está com 
, ocê. Nosso li lhos foram 
para sempre. 
O ,clho disse: 
-Vocês continuam 
julgando. Ninguém sabe! 
Digam apenas que Sl!llS 
filhos· foram forçados a· 
entrar para o exército e que 
meu filho não foi. Mas 
,omentc Deus sabe se isso é 
uma benção ou urna 
dc,grnça. ão julgue, 
porque dessa mancirajumais 
tomará uno com n totalidadc. 
Na 'Crdade. ajomada nunca 
chega ao fim. Um caminho 
termina e outro cornc-ça: uma 
porta se focha. outrn se ubrc. 
Aqueles que não julgam 
estão satisfeitos 
simplcsml!ntc cm , ver o 
momento presente e nele 
crescer ... Somente eles são 
capazes de caminhar com 
Deus. (Autor Desconhecido) 
"Morrer ou enlren1ar um doloroso A lição da 
processó de renovação?" Bor o.teta 
pesar de estarmos permanentemente em processo de renovado e mudara. 
ainda, temos dificuldades para lidar com esta necessidade O teto abauro 
exempl,jica, com m11ita pn,pricdadl! o , olor ,
1
e Iir1111 r, no'r:ç,iu 
A Águia 
A águia a ave que 
po»ui n m.11or long.,:viJJtk J.1 
espécie. Chega a viver 70 
anos Mas para chegar a essa 
idade, aos 40 anos ela km que 
tonrnr uma série de decsão. 
Aos 40 anos ela está com. as 
unha cumpridas e flcxÍ eis. 
não con,cguc ag..1rrar us )ua 
prc,a, das quais se alimenta, 
o bico alonpdo e pontiagudo 
sc curva 
Aponlando contra o 
peito estão as asas, 
envelhecidas cm pe,atlas cm 
função Ja grossura Ja, penas 
e voar já está estupidamente 
dificil. Então, a águia só tem 
duas ahemauva,: morrer ou 
enfrentar um doloro,o 
processo de renova,à que td 
durar L50dius I sse proeso 
constste em voar pata o alto 
de umn m Jn1anh;L e :,.e 
recolha cm um ninho 
pr6;,..i1110 a um p.Ht',!Jn 011tl~ 
ela nJo O.:Ct"li.ltc ,txu 
E111ào. Jpó, cnwntrar 
esse lugar, a ia com,a a 
bater com o bico l'JO um.1 
parede até conseguir atranca­ 
lo. Apó, arrancJ-lo, c,pa.1 
na,cer um no, o bico. com 
qual depors vai arrancar a» 
unhas. Quando as no, as unh.,, 
começam a nascer, ela passa 
a arrancar as penas velhas 
E só após cinco meses sai 
para o famoso ,ôn ele 
renovação e vive. então, 
mas 30 anos. Em nossa 
vida, muitas vezes, temos 
que nos tespuardar por 
algum tempo e omsar um 
proessodre rsao Para 
qu untais a ear um 
óo de tora, demos nos 
desprender de lembranças. 
costumes e de outras 
trad,os que nos çausatam 
dor . 1 nrim. ,,t!'.r pcrJP,tr' 
Somente lres do 
peso do passado e com a 
prc,ença do 1di, 10 du 
perdão, podemos aproveitar 
o alroso resultado de um 
"renovação" Percebemos 
que nJo C"lli!rrw, 'iOllnho, 110 
mundo Dores dificuldades e 
<lc,.1fio, e uma re,1l1d.1Je IIJ 
, 1d.1 de todo. Com a leitura do 
tc~lo p<><.lcmm percchcr que 
todos que pagam um preço por 
dcc1,õcs e c-,colhJs. 
■ENTREVISTA 
A entrevista de hoje 
é com a gatinha 
nntoniojoanense Luciknc 
!arques da Silva. Linda e 
mara, ilhosa. sensacional ela 
é colírio para a rapa71atla 
principalmente para este 
colunista. Jovem de 18 anos, 
olhos pretos, louromel. 
1,67m de al1ura, 55 quilos. 
cintura 50. coxas 55. quadril 
80. 
Filiaç:io'! 
_ Bernardo !forques e 
Amélia Vargas tia ih a 
Data de nascimento? 
19 de dezembro 1983 
Terr:i natal? 
Antônio Joào-M 
Grau de 
cseolaridatle? 
1 ° grau 
O que você lem a 
dizer a 
respeito dos 
amigos de 
Antônio João? 
ão amigos que d:i para 
confiar e se di,ertir numa 
boa. 
O que quer ser no 
fu1uro? 
H:i sei lá. primeiro quero 
fazer para direito e depois 
promotora pública. 
Gosta de Antônio 
João? 
im, é uma cidade 
tranqüila para se morar e 
sair a nóite com segurança. 
são pouc.'lS violências. 
Quais seriam as 
qualidades que 
uma pessoa teria 
que ter para ser 
um deputado 
estadual da cidade? 
Primeiramente ser 
simpático, honesto. 
competenlc e sem 
corrupção. 
Seu maior sonho? 
Atender em minha 
profissão de promotora os 
mais necessitados. muil.'lS 
vezes fica pt:SSoas que não 
1cm condições de pagar um 
advogado e os processos 
acabam serem arquivados. 
Cor preferida'! 
Vennelha 
Pr.110 preferido? 
Massas e verduras 
Esporte? 
Vôlei e basquc1e 
Cantor brasileiro e 
internacional? 
Brunno e Marrone, Bcet 
Boys 
Música br.isileira e 
internacional? 
Vida vazia. Amor de 
J Carnal. Pais e Filhos 
Tem namor-.i<lo? J:i 
ficou noh·a'! 
No momento ainda não. 
Nem pensar. primeirQ 
quero concl-uir os m~us 
estudos e me formar. 
O que um jonm tem 
que fazer par.1 
te conquL<tar'.' 
cr sincero. honesto. 
in1digente e que seja fiel e 
que me compreenda. 
Qual o jovem mais 
bonito da 
cidade? 
1 loje em dia não existe 
pessoa feia. mas tenho que 
n:vclar, Fernando??? Têm 
L'.l.nlos n.'io só ele. 
O que costuma fazer 
nos finais de 
semana? 
air corn nmi!?OS e se 
di,ertir - 
Sua mens-.:igcm final'! 
Vamos todos de mão dada 
comb.11er ns injustiças que 
existem nesse mundo. t: 
começar um ano cheio de 
paz, saúde, e muito amor ao 
pró>.imo. e dizer qu.: 
ningutim pode fazer justiça 
com suas próprias mãos só 
DEU. 
"I r: d1.1, 1111.1 
apatiumnasalo Um 
homem sentou 
observou a borboleta 
 .i J 1,1 ~ 
,• 111.jllJllt,1 cl.1 C 
esferaa para fazer 
COlll que eu corpo 
passasse através daquele 
pequeno burao, 
l:rll.io Jlílll.'CCll 
que ela parou de fúcr 
qualquer progresso 
Parecia que ela tinha ido 
m:1i; longe poS>Í cl. 
[ntJo o homem dct·iJiu 
ajudar a borbolctJ, ele 
pegou um.1 tcso11r.1 e 
cortou o restante do 
ca,ulo. A 
borhokt.1 cnt,1o aiu 
[Jctlmcntc. 
Mas seu corpo 
estava murcho, pequeno 
e ttnhJ a, asas 
amassadas. 
O homem 
continuou a observar a 
borbokt.1 porque ele 
esperava que, a qualquer 
momcn10, a, asas dela ,e 
abri;;cm para saem 
capazes de suportar o 
corpo, que iria firmar a 
tempo. Nada Jcontcccu 
na , crdade A borbokla 
pas;ou o resto da vida 
rastejando com o corpo 
murcho e asas 
encolhidas. 
Fia nunca foi capa, de 
,oar. O homem. cm ;ua 
gent,kza e vontade de 
ajudar, não compreendia 
que o casulo apertado e 
o esforço necessário á 
borholeta para passar 
através da pequena 
abertura era o modo com 
quem Deus razia para 
que o fluido do corpo da 
borboleta fo,sc para 
suas asas e, deste modo 
ela estaria pronta para 
voar uma vez que 
também estivesse livre 
do casulo. Algumas 
vezes o esforço é 
justamente o que 
precisamos cm nossa 
, ida. Se Deus 
nos permitisse passar 
através de nossas vidas 
sem qualquer 
obstáculos, ele nos 
deixaria aleijados. Nós 
não iríamos ser tão 
fortes como poderbmos 
Ter sido e nunca 
poderíamos voar. 
Eu pedi força e 
Deus me deu 
dificuldades para me 
fazer forte. Eu pedi 
sabedori:i e Deus me deu 
problemas p:tr:i resolver. 
Eu pedi 
prosperid:idc e Deus me 
deu o circbro e 
músculos para lr:tb.:ilh:ir. 
Eu pedi coragem 
e Deus me deu perigo 
p:ir:i superar 
Eu pedi amor e 
Deus me deu pessoas com 
problemas para ajudar. 
Eu pedi favores e 
Dc:-us mi: 
oportunid:ide . 
Eu nJo recebi 
nada do que pedi, mas 
recebi 1utlo 
deu 
que 
,Tr 
---

•CADERNO B 
ers 
E:, 1'111pn·,:ri.1 .Ju,ta 
uma das mais competentes de 
l'orlo M1111i11ho. e uia1iv.,.j.'1 
está se preparando para te.a­ 
lizar o mais badalado desfile 
de nossa cidade, belas mode­ 
los, charme, classe, produção 
desse colunista. é JlJ', 1'1 
MOD/ ', ,,·mpr, na I rcnlc. 
Mguardem. 
Cansei de dizer 
lenho uma piina neste jor- 
11,il. ""11c,po11,.'il cl por ludo 
qu,· ,. puhlic,ido. n.lo adia111,1 
lig:or p.lí,l '1 Hcd.u;Jo se quci­ 
ando disso ou daquilo, a co­ 
luna PF RV>N, 1.1 D/ DLS é 
de mi11h:1 i111eir,1 rc,pon,abi­ 
lid:nlc. ',emprc .O>'llllli crll 
e acertos, respeito, "deslum­ 
hrado, e Jcsl11111br,nJ,i," a rn­ 
luna é de minha responsabi­ 
lidaJc, promovo quem mere­ 
ce promoçJo. l'.ilci e dis,c. 
E o nosso .Jornal 
agora com no, a~ i.:ultrna,. no­ 
, o, coh1horndor-·,. de c.1r;1 
nova, ' o que é mdhur. cir­ 
l·ular,l maÍ', ,c,c,_ ,guankm 
as novidades. Nesta edição ji 
temos alguma, muJ.1111·:L,. te- 
f n:mo, também horóscopo,. 
Jica, de hde,a. ,.1úJl·. entre­ 
•• , vistas com gente que t: noti­ 
ciJ no Sudoeste 'am," me­ 
lhorar ainda mai,. minha gcn- 
,·. h:. 
Rei viciamos as Atividades 
Depoi, Jc 15 Jia, de férias. 
o pessoal da gr.'ilica , oltou a 
trabalhar. c,ta,;o n.o h,>r.11111- 
nha gente, leitores sentem a 
falta do jom;,I (e. ,cm faba 
modéstia) de nm,a coluna. 
Quanto a eJitar o jornal co­ 
lorido, terceirizando os ser­ 
' iço,. o sr laldo deu o n:ca­ 
do curto e grosso "ao invés 
de cores. vamos melhorar o 
conteúdo c circular mai, C· 
ze," Entendi. 
Cm, Credo! 
O jom:ol Corn:ío do Esrndo, 
de Campo Grande, na colu­ 
na DIÁLOGO. ne,ta semana 
lembrou de l'ono i luninho 
cm duas l-diçôc,. e não lem­ 
brou bem. Numa fola do Por­ 
to (criticou a morosidade) e 
na outra, da ancsul. mais 
criticns. No gosto disso, ma.s 
muita gente 
adorouooooouuuu.! !! !! !.. 
Fiqul'i ronkntc 
liquci sabendo que o filho do 
sr lvaldo, o VICTOR I IUGO. 
um dos dirctol'l.-i. deste jornal, 
vai aprO citar o prédio do 
"chefe" lá cm Bonito parn 
construir uma Pousada. se 
tudo der certo, a inauguração 
será este ano. Muitos jovens 
de l'orlo il11r1inho e_ !lo 
aguardando a construção des­ 
sa l'ou.sad:i. amigo, do Victor 
l lugo, tenho certeza será um 
sucesso. Aproveito a oportu­ 
nidaJe para aquele 
"pedidinho", bem que o che­ 
fe poderia emprestar o seu 
apartamento l:í cm Santos 
pana este colunista passar uns 
dia, descamo, cu também 
mereço. 
Minh:t Gente 
Por hoje. é só, l.'.Sti, e i.:-m Guia 
Lopes dn Lnguna.. bem. aí é 
oulra história. dcpob cu con­ 
to, adianto que terei que fa.zcr 
a coluna pelo menos duas ve­ 
zes por semana, atendendo 
Pono Muninho e Guia Lopc.s.l 
J:irdim. Atê, me queiram bem. 
paz e muil;i saúde p:1r.1 todos. 
 
 
l 
Também 
d.cscjando um FELIZ ANO NOVO aos cliemcs e amigos. a 
emprc.snria CLADIS FERES. uma mulher guerrdra, dct.:r­ 
rninada, uma luz que brilha nu comunidade murtinhensc. Pa­ 
rabéns amiga. vocc merece o sucesso. 
-~ ------- . 
. 
fi 
t 
. '1 
L..:1 
A2,- 
/ 
( 
/ 
!--, 
Dc..,;t:lquc CSpl'<'inl 	. 
Para o brilhante Senador Ramcz Tcbct, presidente do Sena­ 
do, orgulho de todos os sul matogros,,enscs. Na foto o nosso 
5.cnudor cm companhia de sua csposn Fairtc Na.ssar Tebct. 
!-rase do Senador .. , ·"não se sou um bom ca'alciro, mas nun­ 
ca cai do ê:lalo". 
Lrmhr:rndo 
que os jovens de Pono Murtinho participam e .,poiarn tod,i, ;" oni,i.,tlJs. c,cnlm. que vi­ 
sam a cultura e o lazer Registro, lembrando do Concurso Garoto Imprensa, que ocorn.·u cm 
2.001, dos, cnccdorcs ELÀDIO RA !OS e (',RI.OS ROG[.RIO. na foto com c,tc coluni,1a 
· . 
d 
&"f 
5z 
;p;' ..:r 
~-- • ' - - .::,;·~· .~_ ·~ 
/,; 
Fnbr do prefeito 
de Jardim, :IÁRCIO MO:-.'TEIRO, é lembrar de um homem cujo ideal é a mdhoria das 
condições de vida de seu P°' o, de talento, cducaçJo e compt'.lcncia Apoiando todas as inici­ 
ativas em sua cidade. o prefeito Márcio (grande amigo do nosso dirc1or) adquiriu v;írios 
exemplares de seu novo li, ro (PE SÃO DA ZEFA) para distribuir na, escobs e bibliolL'CJS 
de Jardim). a foto, o prefeito Márcio cm companhia do Pn:sidcn:e Fernando Henrique. 
Valdir Nc,·es e Felipe Orro (Prefeito de Aquidauana) . 
} 
/ 
D<"vemos sempre 
pre-stigiar quem nos prcstigi:i. nos in::cnti,:1. folar do casal '.'ELSON cr,TR, e !!ARI, 
LUCIA é lembrar. de talento. classe, finesse e simplicidade. Empr~rio e produlN rnrul de 
sucesso .. 1'elson C: uma pessoa que nos orgulha em tê-lo como amigo, e Maria Lucia, mulher 
cult:t e c.1tivJnt1C .. sJbc como ninguêm fazer amigos. Sô estou t.~per.mdo o n torno deles dos 
Estados Unidos para entrevista-los 
;"'1' -- -- . - l', __ ..... 
a 	E% é 
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