• 
ira 
A ao ueira 
loi a grande 
camp 
E m uma diputa na rradi ·ima 
111111,1 lk1J.l I lol. d, ,,,1111111c,r11 
f(lll   lltH 'º de de a J)flll1l'.'H li 
nota do quesito fantasia, quando 
,1 llc1J,t-l lur t1r"11 111!1 'I,'>- ,o 
longo da leitura das nota, ,1 
diferença entre as duas escolas 
cheou a quatro décimos A 
l.illj.!lll'ií,I 1.'lh,LII llllll llfll,I 
diferença ainda menor, de apenas 
um decimo. O terceiro lugar fie 11 
c,,111 /1 llllp,•1,ll1 it Lcopold111cn,c, 
que estava em busca do 
tét1.1cumpcon,1t,1. PlG .• 04 
11 SALVADOR 
õ íl 
• GOVCRNO 
/ t,:,p model Gisele 
flllndchcn pulou durante oito 
hora, 5cb'lllda, 110 caminh,o de 
apoio do trio elétrico Camalelo. 
comandadn pela banda Chiclete 
com Banana (veja a animação). 
Escoltada por lnnclin Di Caprio 
• m:c •do namorado. o ator 
Leonardo ui Caprio-, p.:los ,.:us 
pnis e por quatro irm~s. Gisclc 
dançou e tomou caipirinha cm 
umn ár.:a vip montada 
e pecialmente para ela 110 carro 
dc apoio do bloco. Lco 1150 vcio 
no Brnsii. PAG. • 04 
a SÃO PAULO 
Escolas 
campeãs 
ml mm rnHID 
Il11 lu ® mm llD fi 
Governo zec do PT com ça 
a preparar o car ai 200 
O carnaval de Porto 
Murtinho com certeza ji estará na 
rcla,;ão da, 111.:lhorcs festa 
popular do F,tado. os 
organ l7adores da Porto foi ia 
declararam que foi superada todas 
as .:,pectat1, as da pr.:sença de 
publ ,co, que este ano contou com 
■PORTO MURTINHO 
/15 escolas de samba campeãs 
do Can,J .d '.!002 de Sfo Paulo 
dcs!il:11n, a partir das 22 hora do 
dia 15, no sambódromo do 
Anhcmhi. na zona norte da 
capital paulista. Entrarão na 
avenida as cinco primeiras 
colocnd.LS do Grupo Especial e 
.t'l dua:, primcir.1s do Grupo de 
,cc»<l. PAC.• 04 
~ 24Dm ([ill ITtálTI 
/90-001100700 7176E7E 
[P1 o7to começa 2 
operar e laço 
O terminal 
portu,irio de Porto 
turtinho, começa a 
operamo pró, imo dia I O. 
com o transporte de soja 
Lh:stinada ao mercado 
internacional. cr:i 0 
primeiro embarque d .. 
empresa Multi Grain, que 
assinou contrato para 
movimentar 100 mil 
toneladas d.: soja por ano 
pelo terminal de 
l'-turtinho. PAC.-02 
grande núm.:r,>s de fol1õc, do pais 
, illnho. o Paragua, e d.: fol1<ics 
, indo de drias cidadc do 1 ,t.1do 
e do Pais PAG. • 07 
O goverad r / e .. do P 1 
anunciou, durante o desfile das 
esolas de samba e blocos em Campo 
Grande que o <,o,errw Popular 
começa a organizar a Folia Popular 
de ~003 /cc,1 di~,c que lClll cNHI 
wm o prc,iclentc d,1 í11ndJ1,,lo de 
("ult1H.1 de lato Gro,rn do Sul 
(1 CMS), Carlos Porto, e o secretario 
de F stado de Me,o Amh,cntc, 
Cultura e Turismo, Márcio António 
l'orlocarrero. p:1rn "coml!'çar a 
preparar o cama,al do ano que I cm". 
PIIG. • 03 
■ELEIÇÕES 
O prcsidc111c da /1,;scrnbléia 
legislativa, deputado Ary Rigo 
(PD T), disse hoje de manhã. na 
rcabcrtur.1 do, trab.ilhos na Casa, que 
u, depurados tcrJo papel nnportantc 
na condução do processo cleitoral 
c,t.: ano no E,tado, PllG. • 06 
a MULTAS 
IP'lffi~ mm ll a 39 
motoristas na 
íIDID1®1ração 
Carnaval 2002 
/1 Policia Rodo, i:íria 
8tadual emitiu 398 muhas durante 
a Operação Carnaval 2002, que 
começou, nas rodovias estaduais, na 
manhã dt: sexta-feira e- terminou ao 
meio-dia da quarta-feira. /Is 
notificações mais fn:qücnlcs 
ocorn:rarn com motorÍ!>l:15 que não 
fiz.eram o licenciamento de ~l.."us 
,ciculos e,tc ano. PAG.-06 
STD A 
MARI 
Fone: (0 ... 67) 439-1904. BELA VISTA/ MS

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11id r ,gr rod 2002 
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No o ' n a atinh 
1 nl , r«u. lilhtdc I don Ktane, pelo eu qa 
tro ano de vda, que juntamente com • eu f ru:1,1 Jc 
Vetor, estarão recepcionando seus convidados neste 
domino dia 17 d vereiro Felicidades Ih d eJa m 
seus /mili.are 
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começa a o erar e Março 
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Fundado em 20 de Feverero de 1972 
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Peno Mumnho Jard m. Caracol 
António João e Bonto 
']uniuho llu1, 
O terminal portuário 
de Porto Murtmho, come,a a 
opcrJr no prú 11110 tlr,r I IJ. 
com o transporte de soja 
destinada ao mercado 
1n1ern.,uon.1I Scril o pruneuo 
embarque da cmprc,.1 Mulli 
(ir,1111. que assinou contrato 
par., 111ovin1cnrnr 100 mil 
toneladas de soja por ano pelo 
terminal de Murtinho. De 
,rcorúo com infonnaçõc, de 
Fermiano Yarzon, 
coordenadur tlc Estudos de 
infr,1-e,1ru11,ra (Sehinlr:i). o 
embarque do dia I O ,cri, fe,10 
aind,, sem as condições 
plena,. lendo cm vista que a 
movimentação de caras com 
:1 ut1l11açào das correra. 
1 an,portaúoras começará a 
ser feita no úia 25 de março. 
Na verdade o que cst:í 
atrasando a reativação efetiva 
tlu porto de embarque de 
Murtinho e a burocracia da 
m,í411111a federal. exemplo 
di,;o e a autorização do 
Ministério do Meio irnbienle 
na qucst.iu dos estudos 
ambientais que foram feito e. 
que agora foi liberado para o 
fun1.:ionamc11to. Ainda tem a 
questão da autorização 
alfandegária que também foi 
solucionado. Com todos os 
documentos legais cm mãos 
o, cmpn:sário que ganharam 
Por Rubríca 
O Gral. Gutenberguer 
Cmt. do IV corpo de Exér­ 
cito de EUA "Estou orgu­ 
lhoso de ter tido a I' DIE 
da l'El3. como parte do IV 
' Corpo. nesta campanha". 
Os fdtos da l'El3 sob nosso 
comando dirigindo-se ao 
Gral. Mascarenhas. duran- 
ASSINATURA ANUAL: RS........... 100,00 
Mar9 Esteta 'lasquez Pereira -CNJ 03 201 266001-92 
hwg to mo aetano hw Tttoa @Deteto de beta$stutt$,Sobont.Ln»rol 
a conconl·nc1,1d:1111.:itaÇJo do 
Porto vão iniciar o embarque 
por :Vlun,nho 
is obras de 
instalação das correias 
transportadoras estão bastante 
adiantado. mas será 
impossivel a sua 111,li,.aç:io 110 
próximo d,a 10. toda a 
estrutura do porto estão sendo 
adequados para agilizar os 
trabalhos de embarque com 
diciCncia. 
EilPnES,Í.RIOS VISITA,'1 
PORTO DE MUlfflNIIO 
NESTA SF:-IA:'iA 
O Presdente do 
'irndicalo dos Produtores de 
Álcool e içücar cio l.,iadn. 
José Pessoa Bisneto. c o 
cmprôário Valclir /,orLU. do 
Moinho Dalla,. c,larilo na 
próxima sextá-feira. dia 16. 
conhecendo a estrutura do 
krrninal portuário de Porto 
Murtinho. 
i visita faz parte das 
negociações para a utilização 
• COMBATE 
egunda Guerra Mundial 
te a campanha do IV (Cor­ 
po na Itália) lcrJo um lugar 
proeminente quando fores­ 
crita a história desta guer­ 
ra. E o Gcn. Mark Clark. cm 
carta dirigida na época. ao 
Gcn. 1ascarcnhas. assim 
se expressava· A FEB sob 
seu comando teve uma par­ 
le importante na longa cam- 
panha. agora, felizmente 
terminada. O seu ataque 
entrr: a l' Div l31indada e a 
92' D.J. foi uma contribui­ 
ção vi tal para a nossa vi tó­ 
na. foi um privilégio ler a 
l'EB como parte de 15 gru­ 
pos de Exc.:rcitos. Por sua 
vez, aos seus comandados. 
assim se dirigiu o Cmt. da 
CONVOCAÇÃO 
Filiado: ADJORI e ABRAJORI 
h orne a4ma8mata$daintentttnt roa.e 
peru.a ds Jr nat arda phrra. tatu,h/tau.d deita.autor 
A Presidente da APAE - Associação de Pais e Amigos dos 
E_xcepcionais de Bela Vista/MS, no uso de suas atribuições estatutárias 
vigentes CONVOCA os membros da Assembléia Geral para Reunião da 
Assembléia Gemi Ordinária de conformidade com o Artigo 12 E J 3 de 
seu Estatuto, que realizar-se-á no dia 14 de Março de 2.002, às 19:30 horas 
na _Câmara Municipal, sito a Rua Coronel Dias,- 554, nesta cidade para 
deltbcrarem a seguinte pauta do dia: 
A) Aprbvar o Relatório 
Associação e a Prestação 
Diretoria Executiva; 
das Atividades da 
de Conta.s Anuais da 
B) Eleição e a posse da Diretoria Executiva 
Conselho de Administração e do Conselho Fiscal 
da APAE Bela Vista/MS. 
A Assembléia Geral Ordinária instalar-se-á, em primeira 
convocação, com a presença da maioria dos sócios e, em seguida, com 
qualquer número, meia hora depois. 
Bela Vista/MS, 14 de Fevereiro de 2002. 
do porto para embarque e 
desembarque de mercadorias 
transportadas pela hidrovia 
Haragu Paraná. 
Pessoa [isneto vat 
drscutir com assessores do 
governo a utilização do 
terminal para exportação de 
ülcool e açúcar. H o 
cmprc,ârio Valdir Zorzo tem 
Interesse em verificar a 
possibilidade de importar 
lngo da Argentina pelo por10 
de Murtinho 
ma«i. las à=. 
Maria Loureiro Pinheiro 
Pr::sidam: d.1 AP AE Bela ViuMS 
DJE. cm expressiva ordem 
do dia. pela sc.:ssiio de hos­ 
tilidade, quiz o destino que 
entro: as armas  itoriosas 
que neste instante.: se cnccr· 
rariam. estivessem as no­ 
bn:s armas brasileiJS. 
lançadas nr:sta grande con­ 
sagração mundial em defe­ 
sa não somcnlc da honra e 
dignidadc nacional como 
também em nome da soli­ 
daricdadc humana e em 
pró! do cstabdecimcnlo dJ 
confiança e do respeito en­ 
tre as nacec 
A Foa Expedicro­ 
nária que reprcsr:ntou o 
Brasil nr:sta sang0ineJ 
Guerra e cumpriu galharda­ 
mente a missiio que lhe foi 
confiada. para efei lo de cir­ 
cunstâncias advi:rsas. ofici­ 
ais e praças da Força 
Expeddicionária Brasileira 
lutaram brilhantemente 
para que a nossa P:itria fos­ 
se reservado um lugar de 
destaque entre: as ações 
que zelaram pela paz vin­ 
doura e futura rcconstruçiio 
do mundo. 
E com orgulho e sem 
fantasia e confianp sem 
exageros. n:1ornamos ao 
nosso Pois_ ao nossos 
quartéis e postos de traba­ 
lho e proceguir-mos para 
fazer um Brasil forte e com 
respeitado, num mundo li­ 
vre e feliz. 
_! 
ara 
Assinar ligue: 
439-1544

Kavanquer 
pavimentação 
asláttica da MS 164 
1 • t llfl." 1 LI f ara 
_IJ(J_ li IHILl<I d, 11111.1 d 1 
ta importantes obras de 
tta 111111r.i n,, IL' 1.1, ,1 
11•" trlh. llLH,:,111 ,l ,f.dlll de 
11111 1rcd10 d1.,: 
1lfHtJ.lllh1d.111h:llh :'IJ 
quilómetros da MS 164, 
rodova que liga a fronteira 
l'.t1t11 ;p, 11..'l'l(H: ,"l't1lr,d, 1 rnh.: 
e leste de Mato orosso do 
ul, passando pelo 
1111111,cíp,o de, 1.1r,1Ci1Jll 
/ c,tr.1dn t: 11111.1 
importante via que la ateas 
de grande produsao 
a~nlpc..'l'.llitri,t. hc111 comu 
abrigam um grande 
urnti11µcnh: pnpul.u.:1011.11 
itr:l•é, dela e pn,,11 d que 
111nrathHl' de 1111111H ipios 
co111n Ponta 1',..1r,'. /ntú11H> 
João e diversos outros da 
região de fronteira, tenham 
acc,,o 111.,i, r.ip1do ,h 
rndn, i.,..., que d1.:111ar1da111 :, 
(.'a111pn grande e 1,1111he111 ., 
locai, turi,tico, corno o 
l'.1111.111,11 
; ohr,1 l'-.t,1 pn:, i,ta 
no plano de aplicação dos 
teursos do Fundersul A 
inclusão da pavimentação 
.1,,fáltic.1 como priorid.Hk· 
pata este ano foi possivel 
g.ra,··" ao empenho do 
deputado c,tadu,,I I ta, iu 
Ka) alt e d,, pre,idc11tc da 
Assembléia Legislativa, Ar 
lligo 
<! 
i: 
E 
I' 
a 
d 
,P 
MtaraaIu 
il,1111ht1Jd, Ka: ,111 e,phcou 
a população que a obra 
depende apena, de 11111a 
dctcn11111íH,::m do governo 
estadual já que a previsão 
urçamcnL1r1.1 tu1 fc11,1. 
"icred,tu que este ano pl'io 
mc,u." um trcchu ,cr:, 
L"Xcc11tado". ,1!1r111<1t1 
conli,intc o p.1rl,111h:111.1r 
Kayatt faz questão de 
O deputado I ),1 io 
Kaatt recebe a informe à 
de que "ICI.- 1111'-1,,ua a 
pa, imcnL.tÇ,ill d,, tn.:dm que.'.' 
liga a BR 2(,7 ao di,lntll de 
'i,t.1 A lcg.n:. SerJo cerca Jc 
17 quilómetros 
pavimentados este ano. 
Além d1..,-;u l.'.'1Ú pn.:, i,ta ., 
construção da pon1c de 
concr,.'tn !)obre ,1 rio ~.rnt.t 
Maria O parla111c11tar 
acredita que a obra seja 
inic1:id.1 este ano 
Kayatt apresentou a 
sugestão de pavimentação da 
roJn, ia ao grn erno dn 
e"lt:tdo aplh ,Hl ir ., 
comunidade da região de 
'i,t.i ,kgre. hem cnmo tk 
todo o municipio de 
Maracaju que considera a 
pa, imcntaç;"Hl um 
importanll.'. in~trurm.:nlü de 
gcraç;1o de desenvol imcnto 
j:i que dimi11uir:'1 
con,itli:r.lclmcntc u i.:11:-.10 
de produção agropecuária 
Reccnteme1111.: o 
parlaml.'.1Har fronteiriço 
esteve na localidade de Vista 
Alegre conversando com a 
pop11laçih1 local. 
Acompanhado do prefeito de 
ft'Htltnr 
Reinaldo 
li 
pari111t'11tuç,io 11fiíltíc:n 11,io 
hí
011t.•Jíci11ní 11/lc'IIII O 
morudorn dm111rla "'J:Ífio. 
1'od11 a Jr11111eira ,ení 
ht•t1t'}icilld11. i;- IJlll't ("tlltl ti 
p11dmc.•11t,1pio, t/llL'"1 mitra 
t'III /'011111 l'o"i, por 
c'Xt!111/llo, 111wm/o preci.Htr ir 
" Campo Grande.• tc•rti CI 
,ti,tância e11c11rt11drt l'III pelo 
menos Sth quilômetros, Isso 
rc.•pre,e111a rt•iluçtin tltH 
<'ll/0 de dttJ.:t'III bem como 
t'COIIOl1lifl ,h- tempo 
nreciosa para quem precisa 
ir " Campo Cir11111lc nmlnr 
,/e u.'11 1rt•;.:1icio., 011 h11c:ar 
atendimento médico por 
t•.n.•mp/o. Outra I·1111111,:t•111 
CrtÍ o th'\'Ío ,h• rodori11, 
rn11111 11 BR 463 e Br /63 
0111!t- tJ trtíJt•;,:o l: Jll'Udo ", 
t.'.q1/icou o tlc•p11tmlo. 
O d,•p11111do Ju: t/lU'ttio 1h­ 
rc'..t1ltar o empenho do 
pnfâto Reinaldo Azambuja 
cm buscar apoio para que 11 
ohru 3;,:j11 co11creti:ndo. "0 
pnfl'ito Rt•i1tuldo rl:.m11h11j11 
nos procurou port/lHº 
11cn.•dit11 nu ,eric•datl,· do 
nosso trabalho 1111 
Assembléia Legislativa. 
1111110 110 1frp11111do rlry 
Ri;.:o, IIO\O /Jft!litle11lt', 
encaminhamos a 
rL'id111ficaç,i11 1/t'/;: junto ao 
~m·t·r110;: Cflll.t'J.:llimo, tft1r 
l'.tt' JW..HJ importw1tt.• que é 
a inclusão da obra no plano 
de investimentos do 
F111lifrr.,11/. rlcr,:dito 'fllt' 
finalmente, depois de tanto 
ft•mpn d,: /11111 t' rt'i,·int!icaç,io 
daquela comunidade, iremos 
co11cr,·1i:ar l'o:;/c .,anho' 
,ft•durou K11yatt. 
Tco eça 
a preparar o carn·----al 20 
qut ne 
presdent da I u, J 1,,io 
( uhur J J~ 1.,: , ( '" o d , 
',ui (1 t !)',) arlos Port •., 
o l~<ct.,rn> ,.k I t,,dn ,k 
Mcrn A,nb:tntc. C uliurJ , 
Turismo, fárcio António 
Portocarrero, para "come,ar a 
preparar o ,,n,J .ti do an<> qnc 
(.'fll •• 
• SENADO 
do p 1 
acrescentou que. :1lé111 da 
ajuda financeira do Estado, o 
Governo Popular vai discutir 
com a, e,colJ, de ,.11111,a 
aç,)c, 111dcpcndcntc, "I cm 
que trabalhar, inclusive. pata 
que <.:,td,1 .:>.'ttla L:Othi1!",l f,1/l.r 
"11.'.II h.ir,.11 .. .in. >ll,I p1omt ·,10 L' 
r ·cr d,, C:tnl.l ,ti de C.,p.!.tl 
Uln iltf,HIO lUfl')hl.l r,llol O 
IJra,il " 
O governador 
considerou o resgate do» 
desfiles das escolas de t,;tmba 
e blocos em Campo Grande, 
Cll!IIO um dos pontos nliO'> d., 
festa de Momo de dc,t.: an..1. 
que reccheu ,l(XllO do E,taclo. 
";1o,tr..i que ll c,lr11JJI nqui 
Tebet quer votar 
r o as polí ·ca, 
,,- ,- 
o 
Edivaldo Bitencourt 
O prc,idcntc do 
Senado, Ramc7 Tcbet 
(PMDB I IS). quer priorizar 
os pontos considerados 
cssenci:iis das reformas 
política. tribut:iria e do Poder 
Judici,irio. Ele vai discutir o 
assunto na reunião com o 
1 idcrcs do Concrcsso 
Nacional, que de, e ocorrer 
pon alta d:is 1-lh do dia 15, 
apó, a abertura dos 
trabalhos. 
Tcbct tambéii, 
confinnou qnc, ai priorizar 
" votaçiio da CPMF (o 
tribu10 sobre o cheque), 
medida considérada 
priorit:iria pdo presidente 
Fernando llcnriquc 
Cardoso. 
J1Jq1111<r1-[11 ,JJ,l ./1,
1
1,) 
é absolutamente viael 
()u nto tempo abandonado 
De repente, cm )'<!l)ll<lltl 
fll1.:,l!OU:IIIO, l' t 1 ,H.1111 
praticamente a cidade toda''. 
avaliou Zeca sobre os 
milhares de pessoas que 
,1compJnh.1ram n I ol,.1 
Popular na Capital Em dois 
das de desfile no 
festa que lar parte da cultura 
do povo brasileiro. ios de 
( ,l!np,, ( H ,llhJ~ lllh'"' lllll,I 
111131..I tll,l,1h>. 11111 
.11u:·t.rn11r, t ,> d.: loJ.h ,h r 1 h 
1 um carnaval vavcel •• 
Antes de anlllf ,w 
desfile em Campo Grande n 
!,!ll t.·111Jdor .u.ump.11tlhH1 o 
C1Hll,l,tl de 1t1J 1,.:01 Co111mb.1. 
nJ ,é,ta-1, ,r,1 e m> ,.bntlo. 
•·1.1 (,·n1 Co1u111b:i) te,,· um 
ato semelhante ao de ampo 
l,r.,nd~ u prcféllr> :,ltnndonou 
J (lei.ui.:", uit1.uu. Al'n 
■VENDA 
Gove 
d 
s 
roíbe 
e carros com 
eleituosos 
FLaio Haes 
Às concessionar1as 
que amda tem no pato caros 
fahr1cad"' cm JJ11e1ru de 
:002. mm peça dde1tuo,.1 
d,,, frcl<l'~. ndo podem 
tdt o Ilo, a to »'I 
que a pesa seja trocada antes 
da venda, segundo a diretora 
adJunta Jo Dl'D( 
(Departamento de Proteção 
(.' Dt:fc,.1 <lJ ( lllhlHTtÍ<l{)rJ, 
Patrk1:t l1Jrro'> ,, 
informaçoes slo da Folha 0n 
l lrlC 
De acordo com ela, 
J par1ir do momento que a, 
concessionárias Já sabem 
que a pcç,1 aprc,entou 
dc1c110. elas não podem 
ender o produto com 
prohlcm.1. 
As concessionárias 
GM, Volkswayen ta e 
i·nrd j,i J1tu11u.1ram o rcGJ!I 
de carros fabricados cm 
JiH1c1ro Jc,tc ano por cJ.usa 
de prohlcmas apre,ent:idos 
'"" frcw,. A folha ío1 
constatada pela Continental 
do IJra<il Produlos 
Automotivos, fabricante do 
componente e fornecedora 
de toda a, concessionárias. 
• OBRAS 
Zuca ler il vestir 
ffil$ ~,{ffi ãíllhl- es para 
te®ID1~ unãw ®bras 
Edh aluo Bikncourt 
O govemador Zeca do 
PT promcttu. durante reunião 
com os deputados da base 
aliada. que , Ji im c,11r RS 2.5 
milhõc~ por mês rtJ conclu...Jo 
de todas a obras !Jnçad:i., cm 
seu govemo. Ele disse que vai 
usar lh rL"Cllf''!,-1.h do Fundersul 
e Fundo de Investimento Social 
(FIS) para não deixar nenhuma 
obr:i inacabada 
Ele dis,c que o seu 
go, crno fechará um ciclo de 
in, cs1imen1os de RS 500 
milhões. Zeca aÍlrmo11 que 
definiu um cronograma de 
inaugur.1çõcs, como do Fórum 
da Capital. dos parques das 
~lorcninlus e do Aero Rancho 
e do Museu de Arte 
Contemporán.,;i /l1arcnl 
• CURSO 
Cursinho Popular: veia onde lazer a inscrição no interior 
_( 
Veja as escolas dos 
municlpios do interior do 
Estado onde será oferecido o 
Curso Popular Pré­ 
Vestibular: 
Aquidallllna: 
E.E. Cândido Mariano. 
Endereço: rua Cândido 
Mariano, bairro Gunnandy. 
Fone: 241-3472 
E.E. Pror Doris Mendes 
Trindade. Endereço: rua 
Mario Guerreiro, baim, Santa 
Terezinha. Fone: 241-1087 
Corumb4: 
E.E. • Julía Gonçalves 
Passarinho. Endereço: rua 
Dom Aquino Com:a, 406 
bairro Centro. Fone: 231-7162 
E.E. Carlos de Castro Brasil. 
Endereço: av. Rio Branco, 
bairro Universitârio. Fone: 
231-1472 
E,E. Maria Helena Albaneze. 
Endereço: rua Silo Paulo, 
bairro Popular Novo. Fone: 
231-1280 
E.E. Gabriel Vandoni de 
BlllTOS. Endereço: rua Nossa 
Senhora dn Candelãrin. Centro 
Educacional Maria Leite. 
Fone: 231-6711 
Dourados: 	rua Municipal. 2.000 bairro 
E.E. Menodora Fialho de Plllmlho. Fone: 269-1174 
Figueiredo. Endereço: av .. 
Weimar Gonçalves Torres,. 
3.447 bairro Jardim Cammuru.' 
Fone: 424-31 SS . 
E.E. Presidente Vargas. l 
Endereço: rua Oliveira 
Marques, 1.9S5 baim>Cenlro.; 
Fone:414-1150 ! 
E.E. Presidente Tancredo 
Neves. Endereço: Filome8o 
Jo.'lo Pires, 1.306 baim, Parque 
das Nações 1. rone: 424-148S 
Guia Lopes: 
E.E. Alziro Lopes. Eodcn:ço: 
Jardim: 
E.E. Coronel Pedro Josê 
Rufino. Endereço: rua Prol" 
Antonio P. Pereira. S70 baimi 
Vila Angélica. Fone: :?S l-l S 13 
Punn:iíba: 
E.E. Wladislau Garcia Gomes. 
Endereço: rua 4 de Julho. 
1.000 buirro Centro. Fone: 
668-1217 
E.E. Dr. Ermirin Leal Garcia. 
Eruk:reçn: run Maria Leal de 
Oliveira. 255 bairro Jardim 
Améimi. Fone: 668-2233 
E.E. Manoel Garcia Leal. 
Endereço: run 11 de Outubro. 
900 bairro lndUSL de Lourdcs. 
Fone: 668-1520 
Ponta Poril: 
E.E. Dr. Miguel Man:ondes 
Armando. Endereço: rua 
Baltazar Saldanha. 1.370 
bairro Da Saudnde. Fone: 431 • 
973S 
E.E. Joaquim Murtinho. 
Enden:ço: 11111 Gt,ncrnl Osório. 
321 bairro Centro. Fone: 431- 
1271 
Três Lagoas: 
E.E. Bom Jesus. Endereço: 11111 
Domingos Rimoli, l .:?55 
bl!im> Jan:lim Wcndn,I. Fone: 
521-2428 
E. E. Dom Aquino Correa. 
Endereço: rua Dr. Clocloaldo 
Garcia, 723 bairro Santos 
DumonL Fone: 521-2784 
E.E. Fernando Corres. 
Endereço: Av. Antonio de 
Soum Queiroz. I.S4S bairro 
Lapa. Fone: 521-2135 
Observaçlo: Nos 
munidpios de Anastácio e 
Navirni as datas par:& as 
inscrições serão divulgadas 
posteriormente. ..f Pn

•CARNAVAL 
--------- 
• HIO IJ Jt-Nl 1no 
A Mangueira loi a grande ·campeã dos 
destiles das escolas de samba do Rio 
L m 11111i1 .1 putu 
acirradisma com a Ieiy+- 
1 lor, clu per in.111tccu como 
vitoriosa desde a primeira 
nota do quesito fantasia, 
quando a Beija-Flor tirou um 
9,9. Ao longo da leitura das 
1101,1>, 11 dlferrnç.1 entre ,,., 
duas escolas chegou a quatro 
décimos. A Mangueira venceu 
com uma diferença ainda 
menor, c.lc npc11.h u111 dcu1110 
O terceiro lu~nr ficou ,0111 / 
lrnper,,tri, t ,·11puld111e111,·. 
que estava em busca do 
1....t, ,11.:,1111pco11,1to 
Favorita, como sempre, de 
ho,1 parte do público que lota 
o Sambódromo, a Estação 
Primeira da Aanueira 
provocou alvoroço quando 
entrou na aerida Sem vencer 
dc1clc 1')98, ,r c,wl.r dc,filmr 
com o tema Halom/ e pta 
abra da l'este. Ias+l com 
é Nao do Nordeste, que 
cxnltou a di,crs11l.ule 
nordestina. 
'a comissão de frente. o 
coreógrafo Carlinhos de Jesus 
exibiu o casamento de M nria 
Oollita e l.arnp,;i.,. rnilcado, 
por cangaçcirn.., l' mulhcrc! 
em malas representando 
bonecas de pano. O carro 
ahrc-ala~ também 1rot1:I..' 
surpresas: veio empurrado por 
cerca de 20 adok,ccnte, 
mulheres Nu cntando. a, 
beldades apenas 
representaram o c~fnrço. jú 
que todos os carrn, cb escola 
s:io motori,ado, : alegoria 
trouxe 47 cangaceiros da pa, 
tinha 47 metros de 
comprimento. Mangue+ta 
entrou na com 35 ala,. oito 
carros e -1.S mil 
componentes 
O público ca11to11 e da1Jço11 
com a Verde Ro,n que, 
repetindo ~ escolha do 
carnavalesco Max Lopes no 
ª"º passado, desfilou com as 
core, separncla, por alas e 
setores. Lopes também 
opiou por fazer das baianas 
, endedoras de quitutes, 
reforçando a idéia de um 
arraial na avenida. 
Pela primcir:l vez. a 
escola. sob a batuta ele 
lestre Russo, ousou fazer 
uma paradinha simples. 
ada que complicasse o 
ancbmcnto da bateria. 
reconhecida pela marcação 
llnica - não tem a segunda 
lUlllf1UU(..U ,1 l<.J"t.;.(.'tf.l 
mart,t),lo do urdo, fita 
apenas na ptimita, sem 
tresposta, e por sso é 
considerada genial. Também 
pcl., p111nc1n1 H/,. u.,udrcnc 
ck,lilou como madrinha da 
h.rtu1,1, u>ro,id, corn um do, 
titulos mais nobres da 
hierarquia do samba. 
l:1111e1H.lo n, r.rltc, a 
escola seguiu a norma de 
não levar mulheres nuas 
para Marqués de Sapusai 
e J.,nrcl.1o. a0s 89 anos, 
interpretou o samba Mais 
un,,1 "t 11 1r.:druo11al 'elh, 
Guarda da Mangueira lotou 
o ultimo carro alegórico do 
desfle, mas com urn,, 
ausência A viúva de 
( artola, Dona Zca, que na 
últrrn.i ,emana tcH 
prohlun,1; de ,,,úJe e 
prccÍOII ;e1 hosp,tali1ad,1. 
p6dc ,cr o dc;nlc apena; 
pela tele, i,Jo, por ordcn, 
n SALVADOR 
ele Bündchen na lolia 
A top model Gisele 
llUndchen pulou durante 
oilo horas seguidas no 
ca1111nhJo de apoio do trio 
ektrico Camaleão. 
comandado pela banda 
Chiclete com Banana (1cp 
.1.11111:r,.i,,). Escoltada por 
lrmclin Di Caprio - mle do 
namorado. o :rtor Leonardo 
di Caprro-. pelos seus pars 
e por quatro irmãs. Gi;elc 
dançou c tomou caipirinha 
cm uma àn:a , ip montada 
e,pccialmente p:rra ela no 
carro de apoio do bloco. 
Lco nilo veio ao Brasil. 
A modelo chq;ou ao 
local da festa às 13h35 com 
forte esquema de 
segurança cm uma 
Chrysler Caravan blindada 
com vidros escuros e 
entrou no carro de apoio 
sem que ninguém a vi'ssc. 
Um tumulto foi armado 
entre foliões e 
organizadores do bloco 
porque o carro de apoio 
começou a ser conduzido 
numa vclocidndede acima 
da costumeira no carnaval 
baiano, empurrando o 
pessoal que brinca na 
avenida. 
O, íolic)es começaram a 
protc,tar. e urn deles chegou 
a atirar uma lata de cerveja 
contra o pára-brisa do 
caminhJo. O ritmo do carro 
teria ,ido acelerado para que 
llcll, vocali,ta do Chiclete 
com Banana, pude,se cantar 
para Gisclc a tempo de ser 
mostrado ao vivo pela 
tele, i,ào. Deli cantou Cara 
Caramba sou Carnaldo, hit 
do Chiclete com l)anana. 
; modelo estava 
maquiada e sem o abadá do 
bloco, o mais caro do 
carnaval baiano. , a área 
reservada no alto de 
caminhào, entravam apenas 
parentes e amigos. e Gisele 
trnha : sua disposição um 
elevador que leva 
diretamente para o camarim 
no andar de baixo do carro. 
i familia da brasileira 
estava cm Salvador, no 
bairro lnterlagos, desde o 
último s:íbado. Gisclc, no 
entanto, só desembarcou na 
capital b;riana ao meio-dia 
desta terça-feira, 
acompanhada pela cadela 
Vida. Ela viajou num aviào 
comum da Varig. mas teve 
o privilégio de embarcar no 
seu carro direto na pista. 
Em Salvador. uma empresa 
de segurança foi contratada 
para protegê-la. Além dos 
dois seguranças que vieram 
dos Estados Unidos, Gisele 
é observada por mais cinco 
homen, armados. Ao 
chegar ao !lotei da BahiJ, 
próximo ao circuito do 
Campo Grande. onde iria 
desfilar. a modelo tomou 
um banho, reviu as irrnJ, e 
pediu que a cadela tosse 
levada para a casa em 
lnterlagos. O desejo foi 
atendido, e Vida fez a 
viagem acompanhada de 
um segurança armado e 
curtindo o ar­ 
cond icionado. 
Muito animada e depois 
de acenar para o público, 
Gisclc pegou a máquina 
fotográfica de um f:l e tirou 
urna foto dela mesma. Por 
onde passava, a modelo 
causava frisson. o 
paulistano Felipe 
Junqueira. 23 anos. já foi 
segurança de um comaci:rl 
onde ela atuou e disse que 
ela é linda. "Eu caso com 
ela agora mesmo", dissé. 
Genival Rosa, 48 anos, 
motorista do caminhào 
onde a brasileira est:í, riu 
ao ser perguntado se ela é 
bonita. "Mais do que a 
minha mulher ela é". 
garantiu. Já a carioca 
Danielle Araújo. 23 anos. 
afirma que Gisclc nào faria 
o menor sucesso no Rio de 
Janeiro. "É esquelé1ica", 
desdenhou. 
Da capital baiana_ Giselc 
segue amanhà para Sào 
Paulo para gravar um 
comercial da loja de 
depanamentos com a qual 
tem um contrato milionário. 
As elas d 
campeãs do Carnaval 2002 
de Sio Paulo de filam , d 
partir das 22 horas do dia I, 
no sambódromo do 
nhembi, na zona norte da 
capital paulista [ ntr.rr. ,, 
na avenida as cinco 
primeiras colocadas do 
, C,rupo f. pccr.il e as duas 
primeiras do Grupo de 
Acc,,o. 
Os primeiros desfiles 
Lllllrc,l e, roe, d., l el se 
apresentara por iltim 
Ingressos com até 50 
desconto podem ser obtid 
pelo telefone 3832-9006 
■RECIFE I OLINDA 
ComoéoCar a alem 
Recife e em o inda 
Uma semana antes das 
festas oficrai, d~ 
Carnaval. as ruas das 
cidades pernambucanas 
Já CSl:10 pegando fog0 
Milhares de pessoa, 
dançam ao ,om de 
frevo. maracalu e até 
a music pelas 
bdeiras e praras <le Ulrnua e 
Recife. 
Com suas sombrinhas 
coloridas. os foliôc, cm:ul,1111 
pela capital pernambucana, 
seguindo o ritmo frcnctico do 
frevo, sem conseguir parar de 
balançar o corpo. Se , ocê 
prefere algo mais tradicronal 
talvez até um baile de 
m;iscaras. pode optar pela, 
festas dos clubes da crdade. 
Quer dançar as músicas mais 
badaladas do ,erão? ·a praia 
de Boa Viagem. trios-elétrico 
garanlcm a animação e muito 
a~é rnusic para todo, os que 
curtem o suing.uc baiano. 
llá tambêm os desfiles dos 
blocos e agremiações 
carna, alescas. Eles passam 
pelas principais avenidas da 
crdadc, mas como não podia 
dear de ser o araval mais 
popular do Orasil. as pessoas 
logo se empolgam e saem 
dançando junto com eles. E 
em Recife que esta o maior 
bloco de carnaval do mundo, 
registrado no Guiness book. e 
I" rodo, recordes: O Galocil 
Madrugada, criado cm 197 . 
Em Olinda, Bonecos 
Gigantes. com mais de tré 
metro, de altura. fuem a 
alegria do, foliões que sob,rn 
e descem as laddras dl 
crdadc. a partir da Oh do 
s.ibJdo de CarnJ ai. quando 
sai o l lomern da Meia Noite. 
Antes, o bloco As Virgens do 
Bairro Novo prepara o clirr.l 
de festa. divertindo as pessoa' 
com homens vestido, de 
mulheres andando pelas n,:,, 
da cidade baixa. 
Evite multas pagando 
seu· IPVA em dia. 
Você pode pagar em 
qualquer agência 
b_ancária credenciada. 
Não esqueça de pagar a 
2~ parcela do seu IPVA que vence dia 
28 DE FEVEREIRO. 
-- j 
~ ... 
Mato 6rouo do Sul 
A gente faz O progresso ac, 
ontece

JOf'NAL Tfl BIJNA OA r P.O 8PA 	• BEL  .,,STA 
---------------- 
• Of.CtPCÃO 
carnaval 2002 em Bela Vista - 0 pior a histórial 
(), tr aval l ra,dc110 
, "'' n,1d, n j,, ,, maor e p­ 
taculo do ph11ll.1. 11'11) h:i 
n.td 1 1~•11 d ,HJ nu-, , t,irn,1- 
1,il c,crlJ•l que .1rr,1 11 rnul­ 
dões às ruas, a tidas e 
liuhc,. IrI1>l11I,1 ,a111t,,1. 
frcO, n:-.c, 111,lrLhll'lh i, e in(J~ 
111t·ro, outro, rit1110,. de 
.,cordo LOlll e 11J.1 rquJo do 
JJ,d 1 ,11il'1Sld, 
multicoloridas e extrema­ 
mente ctiati a,, bloco e,.,. 
tola, de samba, cada 1111I.i 
co111 u ,cu ,a111ha cnruJ,J fu­ 
!1!111 nlu,ilcs, crnic11s e ho­ 
menagens a personagens di­ 
versos e om isso também 
,csgatain parte da nossa his­ 
t<lria, ,cja cln politica, cul­ 
turnl. ,ocial. Fnfim, 1111111 in­ 
finidade de atraçilc, que ,ó 
lllt:1110 o povo brasileiro é 
cnpnl. 
l: o camuvul em Bela 
Vi>ta'/ até parece que fomos 
excluídos do 111npn ou que 
nl1o fn1e1110, parle de ,a na­ 
ção. lnfrli1111enle só nos res­ 
tam boas recordações e sau­ 
dades dos te111pos nn que o, 
no; os clubes pro111oviam os 
i-nclhon: CíHnn,aís do intc• 
rior do Estado. Tínhomos 
cornaval para todas as clas­ 
ses, em vários clube, e pis­ 
tas de bailes. como: Sol Nas­ 
cente. Águia 'cgra, Opcrâ­ 
rio, Bossa ova (antigo Cine 
Sílo José), llelavislcnse e 
Grêmio Pedro Rufino, qua­ 
se todos eles com animaçi1o 
de "pratas da casa". llons 
tempos aqueles. atualmente 
vivemos de lembrança!» e rc­ 
cord.1ctlcs chv; hons carna­ 
, a,::., n;io e a toa que Ucln 
Vista está sendo conhecida 
como a cidade do "já leve", 
o nosso carnaval, que a cada 
ano que passa vai si: deteri­ 
orando, é um bom exemplo. 
crn q rir ,J, 1 cr 
e•. r quem qut que JA . .i 
c1d,dc tem Iue u d,1 t. o 
tair)J
1
.Jl ,Jt.,.._tL' ül11J 1;.1l Bda 
Vi,t,, f, , u p«,r ilJ lll,t,,r,a. 
a ome,ar pela anima ao d 1 
feta. no cal adio da A, c11I­ 
rfa I cudo,o JII J (ji!C !,11 
f.'lilrcguc a lllllt.1 h.111dinlM de 
20' caIcgnrr,I, ,1 dcco1.1çJo 
dc1llou muito ,1 cl,t'J,1r. sI - 
Ic111,I de som e ilum111açjo 
pessimos, seguranças 
1111cu 1c 1110- e dc,prcp.1rados. 
uma total falta de preparo 
cta orgnní,aç.,10. f1,~ram a 
matrné 110 bc,r,, do rro {Prai.1 
do Pompilo), sem atentarem 
que se tratava de um e, cnlo 
direcionado pnra o público 
infantil. portJnto. de alto ris­ 
co pnra as crianças, que ali 
ficam sujeitas a :11'ogamcn­ 
tos, estupros e outros tipo, 
de acidentes, além da distán­ 
c ia bastante longa para u 
maioria da populaçílo. 
, E le111 mais. os 
"cnntinciro.s", que pagar.I111 
taxas adiantadas para mon­ 
tarcm suas barracas no cnl­ 
,;ad5o da Teodoro Sativa e 
tentarem defender o leite e 
o pào de seus li lhos. com 
ccrtcl.a tomaram "tufo" com 
o muda prá lá e vem pr:i cá 
do carna, ai de rua. O pior de 
tudo é que ainda te, e gente 
que gostou do carn:,val de 
Ilda Vista. mas, "gosto é 
i:osto" jú di1ia uma velhinha 
t:orncndo uma meleca. Para 
se ter uma noção mais cor1- 
crcl:I do que foi o carnaval 
deste ano cm Bela Vista bas• 
ta d11er Que " Prefeito Ge­ 
raldo Murano to "brrndado" 
com as vaias do público na 
abertura e no fechamento da 
festa. Ainda bem, este fato 
é a prm a de que os meus ma­ 
nifestos a respeito da sua ad- 
ro 
Na 
f.1111,lr, > C l 
ven belast 
. Udlll pHJ ,J, l/J,ph,,  1/1 
nhas, omo Jardim e Homito 
principalmente. para brinca 
, ... rn o c,una,,d, 111llt1 ,,e 1 
w,,orc, dt.l l'rckrt,1 ~luran, 
e alguns Vereadore Agora 
pergunto, sera que sou o im- 
o errado? 1111pk,me;,Ic 
nao quero sr t.Oll 1 Cllt~ l.Onl 
as besteiras que o Prcfc1I11 
Geraldo Murano e ,cu, in• 
compeIenIc, n,sc»orc, 1 cm 
prJticando. Aind.1 e hora de 
~nharcm a Pá1ria. ou me­ 
lhor. n no;,., cidade. do CJlh 
que estamos na c1111nê11cia tfc 
enfrentar. Chega de conftte, 
e serpentinas, vamos tirar as 
1111scarns e fant.1s1,1> do Pre­ 
feito, a»c,,ore,, defrn,ores. 
etc ... para que pos:,am cn.t:r­ 
gnr a realidade e pararem de 
jogar dinheiro público fora. 
Está na hor,, do Pre­ 
feito turnno colocar u blo­ 
co dn saúde para lr,1balh:ir. 
oferecendo melhor assi,tên­ 
cia nos Po:,to:, e no Centro 
de Saúde, dando palc,tr,h 
cducati,as sobre droga,. 
DST//IDS, controle de 
vetores e outro,: O bloco da 
Educação para 111clhor,1r o 
nível de ensino na:, c:,cola:,. 
a qualidade do lran,portc 
escolar. a merenda, etc ... O 
bloco da Adminstração par.a 
reciclar os func.:1onario:, ~ p:t 
gar de uma vc1 os salário, 
atrasados dos scn idores. ,, 
bloco das Finanças para da, 
maior inccnti, o ao comércio 
em geral, reduzindo os altos 
Carnaval em ela Vist.a 
com poucas ocorrências 
Embriague. e de 
dcn r f.trtl ~h lll.OltdlLI  f1('­ 
liciJb de m.11or 111t .. ,Jl'ni: 1 
durante todo o periodo de ar­ 
naval em no acdade, 25 no 
'tal, I3envolvendo menores 
de idade. Também foi reis­ 
lr,1J.1 urn.!. º"'ºfll..'.llll,1 ll.: J.n.·­ 
,~lu pt.:1 i:;ti-..1 e,; um 1. ,,, J~ dr - 
pato de arma de fogo em via 
p11hhc.1... no huno d.h Prim,!­ 
vetas, sendo o autor um 11u:- 
11or de idade que acabou det­ 
do pela Policia, todos (h l'f· 
,oh idos nessas ootrén,as 
re,ponder.!o ,1 rro.l·dm,..-r-111, 
instaurados na Delegacia de 
l'olici.1 Ci,1I 
Dw .111tc tthlo o p.:rio­ 
do C,lrll,l,1lc ... ,o a Policias 
Ci, il e t,lit.ir 111.II11I .'rJm 
tlntJ prl'.,l.'m,;,1 con,t.mh: n,h 
• Jil"i e nos locais da k':>l,1. ou 
seja, no calçado da Avenida 
1 ..:mloro ~.11n a. n;t Pr.11.1 Jo 
Po111pil10 i.." pnr lllt111hl no lu­ 
be Esportivo Belaistense. 
'tl,."l!OI H.lJ, 110', h,11rTI'" d.t CI· 
dade, principalmente 11,1..{U,.'· 
les considerados m±is proble­ 
matos. O esquema teve íL'• 
sultado altamente posto 
pois nenhuma ocorrência de 
l 
at1a, os quais, de 1d r,to 1.0,11 
os reclamantes, entre eles jo­ 
 ..:n~ que l',lJ ,llfl p l')"C.ll!ÔII 
cm no.,., t 1.,1:f.tc.l:. andavam mui­ 
to "invocados" e não permutt­ 
amn que ,l p ~ .. ,,h port.1,-.1."fO 
quer um isopor omn a ttadi­ 
uo11,il <..l'ncp1:li.1. l rn.t p.:n.L 
pois csa tlo é a ttadão de 
lklJ 'i,t.1. (lllL' h.1 muito anos 
l' LIHlhél iJ.1 r--·l.t arte de bem 
techer cus w atante zer­ 
dade o Carnaval de Hela V ta. 
,i.:111 q1Jl're-r ITIL'lhl"'f'íl.'/.tr nin­ 
_-.'.lll'fll. t ada ano e-ti di.."1,t!l­ 
do mais l.' m.u a de ear, ba t.1 
daer que pelo segundo ano 
(11::~1..·(ull 1) [l.lC) li 1,'ltill'> 1,.Jn?,l- 
nas e centenas de belatstnu 
foram para Jardim e Bonito fes­ 
tear o reinado de Momo 
.11,· krnhr.1r t.1mhi:111 
l.jUL',t1",>..:rJ1.· B.:/.1  l'-
1
.t -.cru111 
111urnup:o fa,n11:1ri,o. cu,.1 lo- 
alzalo favorece os times 
de contrabando, trafico de en­ 
h íf'(t:nk . furt,,, ... ~ l)LJho J.; 
veiculo, de aninho, entre 
outros, a Policia Cal pera­ 
nece ·m Atura, fato que ja 
ocorre ha aproximadamente 
quatro meses Felizmente o 
periodo de caraval foi bas­ 
tante tranquilo, aso contrário 
a falta de estrutura, no ao 
lllllJ  IJ{lJU CIO ho h t.:onJ1- 
 !',e, d,· u,o. puJai,1 compro­ 
meter o bom desenvolvimen­ 
tn dos trabalhos à ela pertinen­ 
tes Por outro lado, o Jº Pdo­ 
l.l<l l',I recebeu um reforço de 
to policiais en i.,dos pelo 
comando da 7 CIPM de Jar­ 
Jnn. cm conjunI0 com a l'oll­ 
ia Civil foi montado um es­ 
qut."m~t crn q11c .1 presença 
policial era constante nas 
ruas e nos centos arava­ 
k,cn,. o que l.'crtaml.'nle 
cu11trihu1u sohrc111.1neira 
p«r.I 111,h,r a aç,1u de ,jnd,1- 
IIJ". A~ autorrdadc, polici­ 
ais da nossa cidade os pnra• 
hêrH pela scg11r,1nça e 
lr,111quilidJde oferccíd.l :i 
'"'"•' populaçJo nu pcrrodo 
carnavalesco. 
Com a Cruzeiro do Sul 
sua carga 
chega rapidinho. 
E agora vai ser coletada mais rápido ainda 
Operando com exclusividade, a empresa Leva 
e Traz é a única autonzada a coletar suas 
Encomendas. 
Isso representa mais segurança e 
Tranqüilidade para vocé, que precisa de 
Agilidade, rapidez e a garantia de entrega em 
todo o MS, além de SP e PR. 
E para ter mais comodidade, basta ligar para 
o telefone 383-1717 que a leva e Traz vai 
Até você coletar a encomenda. 
E em todo o MS você ainda conta com: 
·entregas porta a porta em até 24 horas 
•coleta gratuita 
·saída diària às 21 horas 
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Disque Coletas: 
312-9700 
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FONE: (67) 312-9700 I FAX: (67) 31~~!6~ _

J(Jrmt rrrn,•Jt A OA I r·ü'HI I• A 	• GE í-< I L 
------- 
secretarias de saúde e Funasa 
lazem balanço da deng e 
Miri.1111 lh.111ltt< 
A Secretara E tadual 
Jc ',,,udc. '>l'ud:11 ,a 
Municipal de Saúde e 
1 1l11Cl111 ,ln adon.tl ele ~.111dc 
(11111,"d). 1e:dl/,llll lllllll 
cntresta coletiva pata 
divulgar uma parcial do 
numero de casos de dengue 
registrados desde o inicio do 
ano em Mato Grosso do Sul e 
ampo Grande. /s 
autoridades também vão falar 
sobre as ações que estão sendo 
1011111d:t, parJ co111cr a 
proliferação do Aedes Aeypl 
•TEATl<O 
Regina Ido 
Faria e Drica 
Moraes abrem 
circuito de 
teatro 
, Edilson Deserto 
A peça 'Dia do, 
N.1morndo '. comédia 
estilo vaudeville, escrita e 
protagonizada por 
Reginaldo Faria. e dirigida 
pelo seu filho Regi. Faria. 
vni abrir o circuito de 
apr~scntações de i;ninrles 
peços tcn1mis a pnrtir do 23 
de fevereiro. cm Campo 
Grande. A peça rctmta ns 
confusões e desencontros 
a rela;lo amorosa de dois 
asais de classes soeiai 
difrrentt.:$. 
, Estreada no nnu 
'passndo n po:çn jil foi 
assistida por I mil pessoas 
cm ilo Paulo, durante os 
' quatro meses em que ficou 
cm cartaz. No elenco estlo 
ainda a atriz Dricn Momc • 
e os atores Débora Lobo. 
Leandro Hn um e Mário 
Pcn:irn. Os ingressos serlo 
vendidos ao preço de RS 
25.00, no Shopping Campo • 
Grandé. 	• 
como eta sendo feito o 
atendimento a população. A 
coleta acontece na ettat d 
Ltadual de Saúde, no Parque 
dos Poderes e vai contar com d 
presença do coordenado 
reional da I una a, Aroldo 
Galvão, superintendente de 
,auck do estado, Rubens 
lrombii e secretaria de saide 
de Campo C,r.rnde, 1Jcatr11 
Dob,,-hi , a ult1r11,1 '>Cm,m., n 
número de notificações de 
casos suspeitos de dengue 
clássica subiu para mais de 6,4 
111il ,/, 11,1 C.1pit.tl 
■TEATRO 
Projeto 
apresenta 
grandes 
produções 
teatrais no MS 
Edilson Deserto 
O Projeto Palco 
!3rasi1. realizado pda 
Produtora ~krcadoCuliur.11. 
estará trazendo a Campo 
Grande, a parir deste mês, 
consagrados atores e atrizes 
do teatro br:,silciro e 
apresentando graudc, 
produções 1catrnis. 
Mensalmente, os 
espetáculos ser:lo 
nprcscntado . durnrli..: um 
nno, no Auditório 1-lanod de 
Barros. no Pal:icio l'opulnr 
d:i Cultura. Atê dcll:mbro de 
2002. scr.io 27apresentações 
com püblico prcvist-, de 28.6 
mil espectadores. O projeto é 
patrocinado pela Tdcm, 
Celul:ir.JtrJ,'l.'scb Lei Fcd-.,,:il 
de Incentivo :i Cultura. o 
objctho é ofr·n:ccr gr.mdcs 
espct;iculos teatrais à 
população do cidade e 
c,,timubr o gosto pelo tc.11ro. 
■OCNGUE 
Em MS, 7.323 notificações 
de dengue, no Rio, 1.684 
f l·I ir, P.,c, 
E.mhora a popul,d 
da cidade do Rio de Janeiro 
- 6 n1illiúe, d,· h•b1t.rnt,, - 
seja trés vezes maior que a 
de lodo n l ~1.,clo de ht11 
(,r, 
C,,; 
notificas,oes de denyue a mais 
que Mato Gr o do Sul Ate a 
sexta-feira de Carnaval, o 
municipio do Rio de Janeiro 
t I l liza 
de «e.6' 
, 1 Cdo1 	., 
<Ili 1..1,l 	• <.; •• > 
7.]2_3 (..l'>l ,, Ú.t-- qu ll't. (, 1:,(i 
em Campo ora .J 
• PARTIDO 
p orienta vereadores a não prio ·z 
Gilmar Li,boa 
O P r 11:io pretende 
mi,curar ª" ati, id,ulc!' na 
Câmara da Capital com a 
campanha eleitoral. O 
p.1rtido tc111 a orieuta,;Jo clu 
governador Zeca do J> r úe 
se dedicar ;'" ati, idade, 
normais da Casa, dci~ando 
a campanha para o, mc:>cs 
que a11tcccclc111 o pleito. A 
informaçJo foi úaúa agora 
hi poucc, pelo vereador 
Sil io Nucci. Ele falou que 
o p:utido ,ai contrnuar 
fiscali,:rndo a interferência 
do prefeito André 
l'uccinclli (1'~1Dl3) na 
Casa. 
■NEGÓCIO 
Nos últimos anos, 
graças ."1s criaç0l.'<; de animais 
de, idamente autorizadas e 
,upcn isionada, pelo lbama. o 
Jacaré-do-Pa11tanal dc,pontou 
corno um produto de grande 
demanda e alia rcntabilidack. 
O animal hoje tem um grande 
potencial cm termos de 
comércto, j;i qul.! o jacaré é 
100% apro, citado. i cabeça 
é taxidcrmizada e utiliz.1da 
como souvemr, enquanto a 
pele é utilizada para a 
confccç:io de sapatos. bolsas, 
cintos. adereços e decoração. 
i carcaça (o,so e 
carne), que representa cm 
torno de 5 5% do peso do 
animal. é hoje uma das 
vcdetcs da proúuç:lo e do 
1111.!rc:ido. E11quanto a carne 
tem alta demanda nos 
rest:rnr:mtcs (princip:llmcnh: 
naqueles cm que sào 
oferecidas carnes mais 
exóticas)e ainda pouca oferta, 
0 o~so podl.! ser triturado e 
ável para produtor 
incorporado na raç,io do 
animal clc cati,ciro. 
juntamcntt com as visceras. 
, prnúuçào de carne de 
Jacaré-do-Pantanal em Mato 
Grosso d,, ul chega a 20 mil 
quilo, por ano E,t; produç:io 
é praticamente toda 
comcn:iali,ada no mercado 
interno. sendo que os maiores 
compradores são restaurantes 
do E,tado. , cotaç,io do quilo 
da carne de jacaré está hoje a 
urna média de RS 18 para a 
carne com o,so e cm RS 25 
pam a carne sem osso (filé). 
o cntarúo. o 
con,umidor comum ainda nào 
encontra o produto para 
adquiri-lo cm casas 
c,pccializadas. Somente 
comprando direto do 
prodlltor. Em Mato Grosso do 
Sul c~i,tcm trê, propriedades 
rurais que desenvolvem a 
criação cm cati, e iro do 
jacaré•do.J>anlanal: cm 
Dourados, Tercnos e Mir.md:i. 
■'MULTA 
PRE multa 398 motoristas na 
Operação Carnaval 2002 
a RACIONAMENTO 
®IDf 
Flavio Pacs 
Com o fim do 
racionamento o Governo do 
Estudo avalia o 
rcstabclccimcn10 do 
expediente de 8 horas nas 
repartições públicas. 
..c,pccialrnente ns que 
funcionnm no Parque dos 
Poderes. Desde o inicio do 
racionamento. no nno 
passado_ • o Governo 
rcstnbele<:eu o c,p<:dicntc de 
6 horas dentro da estratégia 
pura que as repartições 
cumprissem a meta de .. 
rncionamento. Em outubro 
de 1000, a partir da reforma 
ca pana 
R mezdiz 
que não 
vai aceitar 
pressão 
defHC 
administrnti,a. :i 6 horas 
(da 12 'its 18 hnra;) foram 
rei ogadas. restabelecendo o 
c,pedicntc de 8 horas como 
forma de estimular o 
scn idor a aderir ao PDI 
(Programa de· Dcrnis ão 
Incentivada). 
Antes de decidir St! 
restabelece no, amentc o 
npedicntc de 8 horas. 
acabando com o c~pcdi,·ntc 
das 7h30 'as 13h3Oo Govemo 
vai a,aliar também os efeitos 
politicos da medida. 
Rc·S1abclccer a nnrigajornnda 
com certeza, ni si: dcsg..1St1r 
com o funcionalismo. 
HLawo l'as 
Ope dente do 
en do Kamez Tebet 
i.:n1 ., 1 .t ,wi;:tf..,r-..n ... 1.1 d, 
presidente Fernando 
Henrique ardoso no 
( r r,, <• , :, 11•11 ti 1 1. 
.O Contrso 
lltlrl1..,I t,.Jl,,dlll'll t 1fllt 
omo nos últimos tempos 
C.' ILI•' amos it ,.:11 li t.:, I..' 
tipo d ... • tertettita - dis 1,,. 
lebt 
1J p1c,11.knh' ,.11 
emiar uma mensagem pela 
reabertura do ongr»» 
1 11 , ·" pedir,, "t,IÇ,lll Jc 
projetos polémicos, como 
o da reforma tributaria 
■ENERGIA 
Radonamemo 
puniu 6.835 
comtI 111c.1LHl!I 
• BOLSA-ESCOLA 
.famílias recebem 
vale-gás do programa 
Fia, io Puc, 
As medidas 
aJotadas cm dc1cmbro. 
tlc,ibili,nrtdo as regras 
p;irJ ddi11içJo das meta, de 
consumo, o número de 
cnnsurnidorc, da Ener,ul 
punido, com o corte 110 
fornecimento, por no 
-terem cumprido suas cotas, 
caiu bastante. Em janeiro. 
só 6.835 clientes. 
reincidentes na 
uhrapa,sngcrn de suas 
meta~. th eram o encrgin 
cortada de um até três dias, 
(no caso do, rc,idt'11ciais). 
Este contingente representa 
1,19% d0s 574.94 client s 
da cmprc,a. 
■ELEIÇÃO 
sse ara 
i®li'á í!Ull eH 
importante 
na eDeição 
1: 
i Policia 
Rodo, i,iria E"adual emitiu 
398 multas durante a 
Operação Carnaval 2002. 
que começou, nas rodo ias 
est:i.du:iis. na m;lllhU de 
sexta-feira e terminou ao 
mcio--dia da quarta-feira. As 
notificações mais fn:qücntcs 
ocorreram cm motoristas 
que nJo fizcrnm o 
licc:ncinmcnto de seus 
veiculo este ano. 
Dur,1111c o reinado 
de Momo hou e 11 acidentes 
(quatro colisiks. duas 
quedas. um choque. trCs 
:J.tropcl:1mcntos e uma 
capotamento) nas MS, que 
ocasionar-Jm quatro mortes. 
A J>RE prendeu e auruo;; 
duas pessoas por omissão de 
ocorro e dircç.10 perigosa. 
A Operação 
Carnaval 2002 resulrou na 
.:ipn.·cn.s.lo de quatro, ciculo.!' 
e no e carteiras de 
habilitnç.io. ,1[',, 
lliriam (banhes 
As familias 
atendidas pelo Bolsa-Escola 
cm Campo Grnnde vão 
receber. a partir do próximo 
dia 22. o Vale-Oãs. O 'lllc é 
uma ajuda de custo do 
Go,·emo Federal no valor 
mensal de RS 7.50 e serve 
como subsídio para a 
:iquisiçllo do sãs de cozinha. 
O beneficio deverá 
'9:r depositado na conta de 
2.475 famílias, atingindo 
c:en:n de cinco mil crianças. 
O pagnmento do Vale-Gás 
scr.i feito de dois em dois 
meses e c:ada família 
rcccbcni RS 15 para c:nda 
criança inscrita no Botsn­ 
Escoln. O limitecsrnbell'Cido 
pelo Governo Federal ê de 
três crianças beneficiadas 
cm cada famíli:i. totnli2Ando 
um valor de ate R$ 45 por 
mês. 
: 
Gilmar Lisboa 
O presidente da 
Assembléia Legislativa. 
deputado AI') Rigo (PDT). 
disse hoje de manhã, 
03 
reabertura dos trabalhos na 
Casa. que os deputado 
ter.ia papel imponan1c na 
eonduçJo do processo 
ch:itoral .este ano no 
Estado, F.lc: falou que a 
-boa condu·5o- do 
processo se dará com a 
parceria dos parlamentares 
com as demais instituiçe 
envolvidas na organização 
do pleito. Para Rieo. 4 
parceria da Casa com o 
E'.ccu1i, o l:lmh<:m  :li 
auxiliar para que as, 
cle1çõ ·s tran:!, orr.1111 d . 
forma tranquila.

• POR ro MURTINHO 
■<;AHllA:.iAL 
Foliões toram as estrelas na portotoli 
[aninho Rui. • 
() L,HIJ,l al de Poro 
Murtinho com certeza já 
e tara na rela/io das melhores 
festa popular do Estado, o 
1 n•,ll111,,d,irc·, d,1 Po11ofol1.1 
declararam que foi superada 
todas as expectat as da 
presença de público, que este 
,1110 co111ou to,n grnndc 
números de foliões do país 
vizinho, o Patauai e de 
folies indo de varas cidade 
do Estado e do l'aí,. 
/1 l'ol iL ia M li 11.,r d,, 
c,<la<lc i11fnr111ou atrn,c, rln 
Sargento Márcio Viana que 
111,,i, de ,ci, mil pessoas por 
noite brincaram o carnaval de 
Murtinho, somando nas cinco 
nni1c, 111,,i, de 25 111il foliões, 
que foram ao delírio 1o som 
das Bandas baianas, Pealogo 
: D0cc Banda. 
Na vcrli:llle a 
Portofolia começou dia 07 de 
fevereiro 110 Cluhc do, 
Caiçaras co11111 elciç:io do Rei 
Momo e da Rainha do 
Cnmnvnl. que almlhantararn 
a cinco noites de folia no 
calç,dílo da Avenida 
Laranjeira. no qual foi 
montado 11111111egapa lco. Para 
ncomodar o pi,hlico foi 
montado arquib.111cada, na, 
lnte.rnis da a, enida. Os foliõc, 
nrnrc:uam presença todas as 
noites no sa111hódro1110 com 
alegria contagiante, que 
conquistou centenas de 
turistas , indo de outra, 
localidndc do país para a 
. prática da pesca dc,porti, a. 
O jo, em casal 
pJulistano, Femando 11ertolclo 
e Maíra Mcllo trabalha111 cm 
agência de publicidade, cem 
ão Paulo na A, cenida l'auli,ta 
e acharam o carnaval da 
cidade muito interessante pelo 
foto da cicladc estar locah,aclo 
em frente a. outro pais, com 
povos de co•aumcs e cuhur;p; 
diferente,. que foram 
contagiado pelo cama, ai da 
cidade ... é um carn:n ai de 
família que a gente vé aqui. 
as crianças brincando 
tranqüilamente com os pars, 
essa avenida aqui parece um 
grande .al:,o de baile". 
declarou o ea,al Paulislano. 
i Portofolia 2002 
foi organizado pela 
Prefeitura da cidade em 
parceria com a bunda,ao 
Estadu:il de Cultura e com 
ajuda de vários empresários, 
essa fosta ficou na história 
da cidade como a melhor de 
todas, inclusive com 
cobertura da imprcns:i 
escrita, falada e tclcvisada e 
iho contribuirá para qm: o 
Brasil e o Estado conheça o 
carnaval de Murtinho. 
A realização da 
Portofolia 2002 movimeutou 
a economia local. os hotéis 
da cidade estavam 
. pra1icarnentc lotado. a venda 
1 o coméro da 1,, idade; f 1 
J,,: dan!c CAJ)ft"S"lf.(I lrt * 
.Úl 1
1
)~ t.:lllp1t')
1 
., h.P,f,of,JI 1) 
durante a folia, os turi ta 
tinham ainda a opç4o de 
pr ll1t:nr a pesca de P' rlll 1 
IH> 1 io, 1',1r.1;•1J,11 t: Ap 1 
() carnaval de 
Murtinho foi tranqüilo, cor 
nenhuma ocorréneta policial 
grave cxelo prisões por 
l 111hrial!11c.:1 e dc ... ordcm. 
cerca de 44 homens 
incluindo o efetivo policial 
militar, civil, e seurança 
p.irt,culorc,. g,1r:11111r,1m a 
eutan a dos l'olilc, 
O Prefeito /llid 
Proença informou que a 
Portoíolia 2002 fo, fe11a 
p,1ra o pn, ilo. o rnunidp10 
).!íl'-'1011 o minimo para a 
realização dessa festa que 
foi um sucesso'e publico.e 
a partir de agora o 11111111.ll)HJ 
sera referência estadual e 
nacional na realização de 
carna, ai. 
"/1 l'nrtololia é u111.1 
fc,ta da alq_!ria. da parccri,1 
din.:ta 1.:0111 a co1111111idack. 
também é uma da s festas 
mai ... h,irato do stado, o 
visitante gasta o justo, sem 
exploraç,io. 111c11 orgulho 
maior ainda~, cr o nome do 
município ~cnJo Ui, ulgado 
pela grande imprcn,a do 
E,tado, isso com certoa 
contribuirá 11111110 para o 
sucesso da Portofolia do ano 
que vem declarou 
emocionado, o Prefeito Abel 
Proença. 
Doi, bloco, 
cama, .1kscos p;1rticip:1ra111 
da Ponofolia 2002, do, 
quais um é do Paraguai, da 
localidade de C,,1,,ni:i 
Carm...-lo Pcraila e a outra 
bra,ilcira, IOOºó mulher. a, 
dll.1~ agremiações co111ara111 
com 90 particip:rntcs. 
O Bloco vencedor 
foi a .. 10
1)% mulher". que 
recebeu das mãos do 
l'rekito /bel Proença o 
troféu da competição, mas 
os p:uaguaio.s comcmorar:im 
o, 1ce-carnpcona10 corno 11111 
troféu pelo reconhecimento 
da panicipaç,-,o na foha 
brasileira. 
Na llltima noite da 
PoJ1ofolia a avenida recebeu 
n:cordc de ollhlico. cnca de 
seis ml e qumnhetd» 
pessoas brincaram o 
carnaval de Murtinho, 
segundo informaç0c< 
recebida do Sargento da P~I. 
Márcio Viana. 
fturtinho. neste 
car11aval não recebeu 
nenhum politico estadual ou 
federal. mas Abel Proença. 
Flávio Quciróz e Ail1011 
Sanches receberam o po,·o. 
porque a festa foi fci1a para 
o povo. por isso os foliões 
foram as c
0
strclas nesta 
edição da Portofolia 2002.

JOW I TIU-JIHJA OI J ~ '.1'! í' / 	BELA VíSTA 
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í11 (• e !JI I (•r I iSt'O ili• ()li· 
rcc l'I' tolo hoat e 'li - 
l l'I' 1 Í',( f) Ili' p:ll l'l PI' 1-,l'il· 
timental. Estender a 
JllílO ( ('(111('1' 11'>1 O li(· ',I' 
envolver. Expor seus 
S<:IIIÍIIH'IIIO'il'('()ll('I Ih· 
('(J ((• íllO',lr :Ir :-,('li  1 'I'• 
dud<'iro c·u. lldt·11clt·c 
seus so111los 1· uh•:ii-; di· 
anlt· clc1 r11111licl:10 ,. rnr­ 
ter risco de perder a 
izade das pess0as 
ar é coter 1 isco de· 
Cl(:C'l'I)( !011ar,  il l'I' ('. l'OI'· 
l'('I' risro <lc· lllOl l l'I, 'i'l'II· 
tar correr risco de Ira­ 
cassar. Porém, us riscos 
deem ser corritlos. pl­ 
'que o maior perigo é não 
:tl'l'ÍSCíll' 11:icl:i.  !H'S:-.oa 
qUl' 11;10 l'Ol 11' lll'llillllll 
risco 11;10 faz 11;ida, 11:'m 
tl'lll 11ada, 11ao t'OIISC'l.!Ul' 
nada t' 11:10 t' 11:ul:1. Ela 
pode até evitar sofri­ 
llll't1t os (' dt•-.:i 111sfn·s. 
mas não muda, não 
Cl'('S('(', 11:10 ;1111:1, IIÜI) 
1•i1•c•. ,rnrn·nl :11la por 
suas alillllll'S, t'la sc· tor- 
na cscra,a t· sc· pri1a d.i 
liherdaclt·. l'nr isso, so­ 
mente a p,·ssoa que· ror- 
rc risro (• tolalllll'llll' li­ 
'l'l'. 
Carn:11al 2002 
a prinll'ira 11nit1' 
prestiwii o vrnl de 
tua ue tela lista, que 
dt·i,ou llluiln a til'sejar. 
a h:llld:i que na minha 
opi11i:ll) sú p11cll'ria estar 
estreando em Ulll carna­ 
':11. 11;·10 ll''l' lllUilO SU· 
CC'SSO e o Slllll sem ro­ 
llH'lllÚrios. O jeito foi 
sair para as riclaclcs 'i­ 
zinhas. 
0s belaistens's 
Sl' l'IH'Olltraram e111 ,lar­ 
(lilll, (Ul' foi COllsillera­ 
cla o melhor carnal'al ele 
2002 cio Estaclo. 
Muita_gente ho111ta 
e clcsrnnt raida e com a • 
prcst·nc:a marcante da 
jUl'l'lltUdl' ela cidade, do 
Estaclo e de outras cida­ 
des cio 13rasil ao rontr~,. 
rio cio que i aqui na nos­ 
sa Bela ista. por falia ele 
estrutura t' :1poio. dei~ou 
um dos melhores carna­ 
l'al tio l'Slaclo. l'tJlllO l'111- 
br:lllças para aqueles 
(llll' lllll clia  i111ia111, S(' 
tli cri ir por aqui, romo 
aliás ji se caracterizou 
a nossa cidade Ili 1111- 
110·, s••l(1ll 'i rl,I ',()( ieda­ 
d(', ('((Jlll1rrlJ;1, ( ()llll'I( !í), 
lazer, e cataval 
l'arahéns 
a minha amiga Silvan 
Cao11•ll<' qtw < olo< 011 a 
disposição dos foliões 
trés nibs para leva-los 
elrazé-los 0111 total se­ 
/,!lll'illl(';I 
Euront rrl 
nlt!llll'> < as:1Is ,. a111igos 
dt· tll'la íst:1. Sr: 
Eilasio Miranda e Sr 
1'.lpl<li:1, Dr. l<t·11u10 t· Pa­ 
triri:i, Sr Geraldo Balta 
e I ll'lols:1, Sr. IJun al 
11:1 .l:11'ia. crt':1dor e;,,_ 
tulio l.1110 e Maristela, 
Sr·' :l:11 ia ,mt'·lia 
:111Ic·s. Sr. li a Ido l'l'rl'i- 
1:1 (' Eslt'la 't'l;,1sq11l'Z. 
 hantla c;nspl'l 
clc· C::11npo c;ra11clt· pro­ 
porri<1110u lllll h1111ilo 
rarnal'al. aos íolifH's cio 
rarn:11al com Cristo, 11as 
dependências do Rincão 
cio llll'U Sc•nhor, 1111llt· Sl' 
liZl'l'alll JH'l'Sl'lllc' O gl'illl· 
dc· púhliro ratúliro dt· 
nossa ritlall1·. 
l•:m ,Janlim 
('(111Slalt'Í Ia111IH;lll a }li'('· 
st·nça claqut'll'S qlll' IIÜO 
JHHll'riam sair clc· suas 
n·siclt;nrias. por c·sl:lrt·m 
os llll'SnlllS proihillos 
nPh i11,ti,·:1 <IP Íl'l'Ollt'll- 
lar :111Iliiellll'S IIOl11'1 !'>. 
romo por !;'1 11:·10 pocll'ri­ 
am ser 1·istos pelas nos­ 
sas autoriclacles n:10 per­ 
deram tempo e caíram 
na folia. e t•sscs íoliôt·s 
para matar a ruriosicla- 
cle dos meus leitores, um 
clcles l' pessoa pública. 
muito ru11hccicla ela "Bai- 
'atla", 
l"m acontcfimt·nto 
marcante que mm cer­ 
teza se rcpctir:í 110 :111(' 
(]lll' ,·cm. íoi ,,·. cio Bei 
jo, IIOS limites ela.\'. D11 • 
que ele Caxias. a rapazi 
acla 11ÜO Pl'l'rlOOII ; 
"mulherarla" que passa, 
ram por lá, tiveram que 
beijar, c11trc elas as ra­ 
chorras. as prcp:1raclas. 
as popnzu<las e o baile 
todo, Carnaval é isso 
111'SlllO, S(l 11:"io pnclt•  a­ 
l'i lar. ramisi11ha 11:io 
pmlc· faltar t' 11l'll1 clt•i,ar 
de usar. 
Sensualidade 
aflora 110 carnaval 
1,11d1J I JISl'. 11 f (,, 1 
tquretos lotados, quem 
!''>Ili! c,1I C'.ilflÍ'i !Ili) 11,.11 
' AI l'Jll llfll'II CjlH Ili 
jlfl1l1Jl(IIJ t· 11,H) t 1111111• 
Iro1, vd se ptvparando 
J)llh li ,1110 qlll 11111 lll­ 
Jll,lllcil/ l'lllclJdll p;JJ ,1 
n;io ',t' 1ull,1J co111 ho­ 
ct, ' hao ai sob ,lf 
[ata 0$ 1 s [d5sdT li 
('.11'11:ilal 1111( dlltlo lr.tl­ 
das. 
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d1'11rio-,os pI aios. l:111- 
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ht·l,I hlt li',(' \.1ll.11 111l1 
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Jornal Hrhuna da l ronteira 
l de levereuo de 2u»2 
aderno I Cader 
Tribuna da Fronteira 
PENSÃO DA ZEFA 
Histórias vividas e contadas lvaldo Pereira 
)'Tesouro dos Inca 
Vi quando a moa 
chegou. Desceu do táxi 
com uma pequena valise na 
mão direita, na esquerda 
segurava um livro, grosso, 
desses tijolões, ao seu lado 
caminhava um dos carrega­ 
dores da NOB (Noroeste do 
Brasil), estávamos na Esta­ 
çào Fcrrovi:ria de 
Corumbá, cu retornando 
após quinze dias de traba­ 
lho sob o sol escaldante da 
Cidade Oranca, ela, sem 
dúvida. uma boliviana re­ 
cém chegada de 
Cocha bamba, o chamado 
"trem boliviano" despejava 
centenas deles todas as se­ 
manas, a maioria de 
Cochabamba e Porto Soa­ 
res, pequenos comerciantes 
que viajavam para ão Pau­ 
lo. onde faziam suas com­ 
pras, na 25 de Março e na 
José Paulino. ruas tradicio­ 
nais do comércio atacadis­ 
ta de ão Paulo. fomos jun­ 
to: ao nichê de passagens. 
ouvi quando pediu uma 
passagl.'.m para Oaurú. Tro­ 
camos olhares. Ela sorriu. 
Por uma dessas estra­ 
nhas coincidências. (não 
era) ou encontros marcados 
pelo destino. subimos no 
mesmo vagão da primeira 
classe. ela se acomodou 
colocando a valise a seu 
lado, nítida impressilo de 
que não queria companhei­ 
ro de viagem. Lugar ocupa­ 
do. Uma velha tática. cn­ 
tei três fileiras atrás, tam­ 
bém coloquei minha pasta 
ao lado. cabeça ruim para 
aguentar aqueles papos cha­ 
tos de viagem. Às vezes não 
tão chatos, dcpcnÚcndo do 
passageiro ou passageira. se 
bem que sempre torcia para 
ter um "avião" ao lado e 
passar 24 horas, at~ Baurü, 
na conversa solta e nos 
amassas ao anoitecer. 
Quem não viveu essa expe­ 
rincia viajando nos trens 
da NOB? Os estudantes 
rnntogrosscnscs que estu­ 
dam em Lins, Monte 
Aprazível ou llaurú que o 
digam ... E também os via­ 
jantes, representantes co­ 
merciais. vendedores. que 
vendiam os seus produtos 
de cidade cm cidade, mari­ 
nheiros, em cada porto um 
amor. Até mesmo familias. 
cu mesmo conheci um que 
tinha familia cm Birigui 
(SP), outra em Corumbá e 
outra cm Dourados. Filhos? 
Uns dez. Nem sei como 
conciliava as relações, mas 
sei que se desdobrava nas 
vendas de produto veteri­ 
n:irios. 
Os olhos rasgados. 
estatura mignon, mas com 
brio corpo. cintura fina e 
ancas largas. os trajes lem­ 
bravam a terra dos incas. 
Segura de si no andar. 
Antes do Irem chegar 
a Porto Esperança, meus 
olhos como se fossem um 
farol esmiuçaram todos os 
passageiros daquele vagão, 
não eram muitos. uns vin­ 
te, geralmente lotava em 
liranda ou Aquidauana. A 
maioria dos bolivianos vi­ 
ajava de 2'classe, economi­ 
avam para sobrar mais di­ 
nheiro para as compras. 
Observava a moça que não 
conversava com ninguém. 
apenas sorria quando inter­ 
pelada, ou rechaçava algum 
conquistador que se aproxi­ 
mava audaciosamente. 
Posso sentar? 
Ela respondia. num 
português sem sotaque. 
_ Está ocupado. 
E voltava a ler o livro 
que segurava como se fos­ 
se uma preciosidade 
Quando não estava 
lendo, cochilava, ou tingia 
que cochilava. 
Percebi o seu olhar 
quando passei cm direção 
ao vagão rcst;1urantc, ela k­ 
vantou os olhos do livro e 
sorriu. Retribui. Calma, cal­ 
ma que voce chega lá, não 
atropela. Pensei. Dito e fei­ 
to. 
Não demorou nem 
vinte minutos, enquanto 
bebericava a cerveja - como 
sempre - "quase" gelada - 
observando a paisagem 
telúrica do pantanal. um 
pedaço do céu na terra, vi a 
boliviana entrar e ao passar 
por mim, numa daquelas 
acukjadas do trem, quase 
caiu no meu colo. 
_ Desculpe, disse 
ela. 
Com um daqueles 
sorrisos de propagandista 
de creme dental. respondi 
com muito entusiasmo: 
Não é nada. odes­ 
tino quer que voce tome 
uma cerveja ou um refrige­ 
rante comigo. Sente-se. 
_ Obrigado. Aceito 
o seu convite. 
O livro nas mãos. 
Pr:í falar a verdade. 
estava curioso, nunca vi 
ninguém segurar um livro 
daquele jeito. corno se fos­ 
se um tesouro. 
_ Vi que voce gosta 
de ler. qual o tilulo desse 
livro? Deve ser bom. não o 
largou desde que sai mos de 
Corumbá. 
ão me deixou pega­ 
lo apenas mostrou a capa. 
"O TESOURO DOS 
INCAS". E comentou. 
É muito bom, fala 
a respeito do meu povo, $0u 
boliviana, é um livro de his­ 
tórias, magia e folclore. 
Voce fala bem o 
portugw:s. Sem sotaque. 
Estudei em Cam­ 
po Grande, meu objetivo 
era cursar a faculdade de 
Direito, mas os meus pais 
morreram e tive que voltar 
para l'orto Soares. cuidar da 
loja que eles tinham. Virei 
comerciante. Estou indo 
visitar uma innã, ela mora 
cm Santos, a cada seis me­ 
ses cu a visito, aproveito 
para ir até Silo Paulo, lá foço 
compras. rico no máximo 
uma semana. 
Soltou a língua mi­ 
nha nova amiga. E ficamos 
ali, no Restaurante, até pas­ 
sar o bilheteiro com a voz 
ecoando por todo o vagão. 
anunciando a próxima pa­ 
rada. 
Mirandaaaaaa.. 
Mirandaaaaaa. próxima pa­ 
racb 
cm havia percebi­ 
do, as horas se passaram. 
estávamos chegando cm 
Miranda. 
Antes de Campo 
Grande fomos jantar, passa­ 
mos a noite, nós dois na 
mesma poltrona, evidente 
que na madrugada, fria usa­ 
mos o mesmo cobertor. 
Foi uma viagem ines­ 
quecível. fiquei sabendo 
um pouco da vida de minha 
amiga boliviana, ela da mi­ 
nha, trocamos idéias e cari­ 
~ias. Já no Estado de ão 
aulo. com novos amigo, 
eitos na viagem, cansados, 
não era f.icil manter o me, 
mo ritmo, de conversação e 
de pique. Ela passou para a 
sua poltrona, cu para a mi­ 
nha, até havia esquecido o 
detalhe do livro. Em ne­ 
nhum momento Rúbia - 
este era o seu nome - per­ 
mitiu que cu lesse sequer 
uma página. Enfim. não 
pude abrir ou manusear "O 
TE OURO DOS INCAS"" 
quando não estava cm suas 
mãos, ela o guardava na 
valise. 
Nos despedimos na 
Estação Ferroviária. em 
llaurú. ela disse que ficaria 
na cidade uns dois dias. 
aproveitaria para visitar 
uma fábrica de lingcries. 
talvez, quem sabe, bons 
produtos e preços abaixo 
dos da capital. isto, às ve­ 
zes. oconia. Disse me que 
ficaria hospedada na Pen­ 
suo d:i Zcfa - se cu conhe­ 
cia? Lógico. Quem cm 
Baurú não conheci:i a Pen­ 
são, tinha grandes amigos 
que ali se hospedavam, co- 
nhecia também a proprietá­ 
ria e alguns funcion,1rio,. 
frocamos cartões. Eu a pro­ 
curaria quando fosse para 
Corumbá Ou até mesmo. 
quem sabe. em Porto Soa­ 
res. 
Fui para a casa de 
uma tia, 5olteiro11a, nos Al­ 
tos da Cidade, quando pas­ 
sava por Oaurú era o meu 
"canto", nunca gostei de fi­ 
car na casa de parentes, mas 
aquela tia era especial, mo­ 
rava sozinha. numa casa 
confortável, tinha o meu 
quarto e liberdade total. lia 
Nicéia - seu nome me ado­ 
rava, era o seu sobrinho pre­ 
ferido. 
Permaneci cm Baurú 
uns quinze dias, assistindo 
filmes, revendo amigos. pa­ 
rentes, algumas visitas a 
Casa da Eny, comprando 
discos e livros. Ao visitar 
urna das livrarias. vi um li­ 
vro sobre a Bolivia e me 
lembrei da amiga boliviana. 
de Rúbia. 1: nos rccónd110, 
de minha mente. a dú'ida. 
a pergunta - por quê nào 
deixara manusear o seu li­ 
vro. O Tesouro dos Incas! 
Interessante que só naque­ 
le momento veio a lembran­ 
ça forte. Por qu? entia 
que havia algo: estudante. 
pré primário nos estudos do 
fantástico. dos mistérios. 
minha mente viajou pelos 
caminhos do insondável. 
eria Rübia uma iniciada? 
) livro uma porta para o 
saber oculto? 
t 
A resposta chegou 
num sábado. estava me pre­ 
parando para viajar nova­ 
mente, desta feita para 
Goiánia. fui à Estação Ro­ 
doviária. para reservar pas­ 
sagem, antes teria que pas­ 
sar na Pensão da Zefa. onde 
estava hospedado um dos 
cobradores da firma, ele iria 
comigo, também ver se ha­ 
via alguma encomenda de 
Mato Grosso. sempre que 
alguém precisava mandar 
encomendas de MT o fazia 
través de Zefa, aos seus 
cuidados. 
Conversei com 
Lurdinha. na portaria. não. 
não havia nada, dei um 
tchau e ao passar por uma 
banca de revistas, vi a man­ 
chete, na primeira página 
do Diário de Baurú. POLÍ­ 
CIA PRE! 'DE llOUVIA- 
1 A COM DROGAS - lá 
estava a foto de Rübia. 
E a história. 
lnacrediuivel. O frio subin­ 
do pela barriga. depois a 
garganta ficou seca, até ton­ 
turas senti. E nlo era pri 
menos. ,li. no jom:11. a his­ 
tória, detalhada. das via- 
gens de Rübia. Voltei a pen­ 
são, falei novamente com 
Lurdinha, lembrei da bohi. 
viana. Lógico que a conhe­ 
c1,1 - a "megera, b:ux,1, cu 
sabia, com aquela cara de 
anjo, foi presa aqui na Pen­ 
são, vi quando os homens 
chegaram e foram direto 
para o quarto dela, saiu al­ 
gemada". 
Rübia era traficante 
de uma droga poderosa, fa­ 
zia duas até três viagens por 
mês, a história da irrnJ. a 
morte dos pais, tudo men­ 
tira. Nem mesmo era boli­ 
viana, mas filha de uma 
corumbaense com bolivia­ 
no, nascida cm Corumbá. 
residia na rua Cabral. perto 
da "Ooite Arara Azul". A 
polícia estava na pista dos 
traficantes há vários meses. 
sim, eram muitos. Desco­ 
briram tudo. mas queriam 
pegar os chefes, apesar das 
pressões no inicio a moça 
não falva nada. Nadica de 
nac.ta. Muda. üepo1s ... ocm, 
depois cantou. Cantou bo­ 
nito. 
Trazia a droga - uma 
mistura. coquetel. de 
pervintin, dexamina, 
stemanina, dexatril, sabe 
lá o que mais. - no meio 
de livros, grossos volu- 
mes, mas oco, apenas al­ 
umas ptinas, impresas. 
Droga das mais poderosas 
De matar Em cada viajem 
trazia dez e até vinte Iras­ 
cos, valor em dólar. Dro­ 
ga para ricos. Vários 
traficantes faziam a rota 
Corumbá - 13aurú - S.lo 
Paulo e Rio de Janeiro. 
Usavam os mais variados 
métodos, a criatividade 
dos traficantes não tinha 
ltmite. 
Depois de descobrir 
o mistério de "O TESOU­ 
RO DOS INCAS", na pri­ 
meira oportunidade fui a 
Corumbá, diabo de curio­ 
sidade, fui visitar os fami­ 
liares de Rúbia. conheci 
duas irmãs. o pai estava 
preso na Bolivia, a mãe. 
dona de um bordel em 
Miranda, tudo barra pesa­ 
da. 
Nunca mais vi 
Rúbia ou suas irmãs. hoje 
o tráfico é mais refinado 
moderno, a droga é a coca­ 
ina, os traficantes se utili­ 
zam de aviões, navios, qua­ 
se que corriqueiro, naquele 
tempo não, velhos tempos. 
a prisão da bela morena foi 
um escândalo em Bauru e 
uma lição das boas para 
muitos "viajantes". 
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Sul encerra hoje, as inscrições 
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ac111H1 de 1,1 ano, pc1,k1 ., ,e 
in,crc, e, 
/ ... 1tl1l.11.i í.:tHIH.'Çillll 
hoje, sábado e serão e 
ministradas por professores 
do Cllítl de I duc,11·,íu I IIC,l, 
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ginásios de esportes da 
UI ~IC., ,, 1111111,,s tcrfio 
horarllh , nriadl, 110, 
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si111bólirn. pn11111,· "' 11:it.1 Jc 
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Cenlfll-Oe,1c JO Lido do 
Goias, com dez pontos, o 
(.',1mnc1.sl t.k C'a111po 
Grande enfrenta o Vila 
!'ma de (JOia •. hojc, ih 
1 h hor,1. no l.'ol.iclio 
Murc11itl>. O 1i1111.: tcr, 
duas mudanças em 
relação a formação que 
, inha atuando. O volante 
idc111ir cumpri ri 
suspensão pela 
expulsão de campo na 
vitória de 2 a O obre o 
Juventude de Primavera 
do Leste ( f'I ) e o 
lateral André I ui, 
sofreu contusão no jogo 
de estréia na Copa do 
Brasil, contra U 
Internacional de !'011<1 
,kgrc, 11,1 11l1irn.1 
quana-1'.!ira. Fie: ,crJu 
substituídos por Márcio 
Vieira e Marco Túlio, 
rcspcct ivan1c111.:. 
1',J11l,1  11.1111 u. ",ou/.1 
O Ircuto 
1 ,1,,J1: d :'.00112ílU2 d 
'i,k1 J.: l'r,Jl.i 1 ,Ili terá 
Tndl .1 p.irllll[lJ~dCI Jc 
,uJ, pnncip.J1," •r,I h, , 
d upl,1 form,1d,1 por 
Ioninho tampo Grande) 
e Alex (Suo Gabriel) 
destiram da competi 3,, 
vão realizr uma pré­ 
temporada de 911.llhl 
rn, w, l'lll I ort,tlc1.1. no 
eará, com a atenção 
l 
Ju, dp1, Jl't';i,l,,:,· • , 1 
uinlirma.!J t .1 pv, "' i, , 
Federação de voleibol de 
Mato Grosso do Sul 
• VOLEI 
Só 14 duplas disputam o 
vôlei de praia em Naviraí 
Paulo onalo de 
Souza 
/ sétima etapa 
do Circuito L,t,tdual de 
Vôlei de Praia começou 
há pouco na cidauc de 
Navirai. com apena, 1-1 
duplas rn.1sculinas. O 
torneio feminino foi 
cJncclado porque só 
duas duplas confirmaram 
in,criçJo: Jaquclin..- e 
l·ran, qut: venceram 
todas as ctapJS 
anlcriorcs. e Ana Oani, 
ambas de Campo 
Granc.k 
A cornpcliçjo 
csl:i sendo disputada na 
arena montada no 
Coupcrcluhc. n,, 
entrada da cidade de 
Naviraf. Hoje acontece 
a fase de cla,,ifícaçJo 
A final  .ti ,ICOl11Cccr 
arnanhJ por ,oilJ de 16 
horJs. 
- 
: . Wilson S. Surita Jr. 
 
 
1 
Marco Jl. Loureiro Palmiéri 
ADVOGADO 
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Ruo IS de Novembro, SOS - Centro - Belo Visto/MS 
J(leber Loureiro Medeiros 
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Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
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Dra. l!ilma da Silva 
DAB/MS 2.574-B 
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Daniela Fernandes Peixoto Coinete 
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Jardim/MS e-mail:danielapeixoto@zipmail.com.br 
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Psicóloga - CRP 1402007-1 
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JORNA' TRIIJNA DA FRONTEIRA 	• CADERNO B 
tG 
AGI A- 03 
SARA NOSSA IRRA APOIARÁ i'.I ( / 1)() J~I 
A Comumdade Lwanéha Sara Nossa Terra dcdatou 
o total apoio à reeleição do Governador Zeca do PI como 
também lançou a candidatura do irmão Carlinhos do PI à 
candidato a dcpulado estadual e do irmão Aex a deputado 
federal 
O Povo de IJtus rnrno é submisso a h1cr JrQuia rnsta 
com certeza votarão cm massa nos representantes da lycja 
O Ministério Sara Nossa Terra custe em vários 
municípios do Estado c a expetativa é de dar mJ1 de IS 000 
votos :1 /.cc.1. 
CRISIAO VOIA IM CRIS1O 
Pela moralização da política no [st:1do está nJ hora 
dos cv;111géllcos escolherem pesoas compromissadas com 
DLUS par.1 nos representar na Assembléia Legislativa . Câmara 
redera! e Governo do Estado . Pensem nisso! 
[!~AL QIJJ;. V[M f'/RA BCM 
Graças a Ocus QUC o arava cm bela Vista foi um 
rraCJSO pois as<im essa maldição não prospcrarj na nossa 
Prmcesa do Apa. 
Oramos para Que no ano Que vem o prvre1to cm ve, 
de re:1li2ar o carnav;il da carne Que pense seriamente cm 
organlLar o carnaval com Cristo. ,lém de ser m:1is econô1111w 
tJmbém é mais SJclio. 
CARNAVAL :A MÁSCARA DA íAl.5/ ALEGRIA 
A pal;1vra c:1rnJ1•JI é derivada de c:1rne vale. urna 
expressão latina Que signirica adeus carne". devido à obrigação 
da abstinência da carne durante um determinado período 
religioso. Tem sido utiliz.1da pJra nomear a festa Que acontece 
antes dJ QuarcsmJ (período de 40 dias até Domingo de Ramos) 
No entanto. apesar da ligação com o calcnd5rio litúrgico 
católico. o carnaval sempre íoi considcrJdo proíano. 
antecedendo o jejum anterior ;í Páscoa. No 13rasil. correntes 
de histonadores Jcrcd,tam Que o carnaval tenha chegado alral'tS 
dos portugueses. no século XVII. com o nome de "entrudo·. 
Para os brasileiros. Que são os principais personagens 
deste carnaval. o QUC ocorre é uma apologia à carne. à fantasia. 
J dist5ncia momcntjnca da cruel realidade do país. É a própria 
fuga das dificuldades do diJ-a-dia para um mundo ilusório e 
rantasioso. 
Contrariando a Palavra de Deus. por pura falta de 
conhecimento. milhares de pessoas têm se atirado de corpo e 
alma na íolia. contribuindo para o aumento da violência e do 
descaso. Muitos se drogam e se cmbebedJm fazendo vílin1Js 
e também se tornando vítimJs dos poucos dias da libertina.i;cm 
i;cral Que cnl'Oll'e o carnaval. Muitos casamentos são dcsrcitos. 
aumentam os índices de assassinatos e de acidentes de tr:insito. 
Ê um tempo também de aumento da prostituição de adultos e 
de crianças. seja nos bailes de. clubes ou nas ruas. , 
promiscuidade é CJda vez maior. E como conseQüência disso 
aumenta o numero de meninas e de moças .i;r.il'idas ou atingidas 
por doenç~ sexualmente transmissíl'ds. conforme é o caso da 
tlDS. 
Também tem sido comum os homens públicos e 
empresários. Que dcícndem o carnaval como importante fonte 
de rcnda para o pais, ocultarem cstes fatore« adversos 
enfocando apenas• o traço lolclórico e tradicional. ~m buscJ 
do sucesso desta íei:a pagã. eles não se importam se 
desagradam a maioria da sociedade Que também paga Impostos 
e la:<as. 
Chegada a sl:iistra "Quarta-feira de Cinzas". restará 
apenas o saldo negativo da festa da idobtria(aos mortos. às 
imagens e à imundída). 
Mas, indcpcndcntemcnlc dos possíveis ar.i;umcntos a 
favor do carnaval - como o de Que é uma resta Que movimenta 
mais de RS SOO milhões por ano. além de criar trabalho para 
mais de SOO mil pessoas. há Que se relembrar toda sorte de 
liberalidade e violc:ncia Q.Uc a festa da carne. Q.Uc ê enganadora. 
propicia. além de afastar os homens dos princípios bisicos de 
DEUS, conforme est:l detcnninado cm 2 João 1.7: "Porq_uc 
muitos enganadores têm saldo pelo mundo afora .os Q.uais 
n:io confessam JESUS CRISTO vindo cm carne; assim é o 
enganador e o anticristo". 
PENSAMENTO 
"iQ.udc Q.UC 11:io pode perdoar. destrói a ponte sobre 
a Q.ual de mesmo deve passar." 
CEARÁ GOSPEL 
O Irmão da Comunidade hangélica Sara Nossa Terra 
de PontJ Por.i, CEARA. cst:l preparando o seu primeiro CD e 
a música Indio Velho kz o maior sucesso no Congresso cm 
- Campo Grande. A MITY PROPAGANDA foi contratada pJra 
fazer o mJrkcting do cantor e este colunistJ cstJr.í divulgando 
o trabalho desse grande artista de Deus cm v:írias emissoras 
de ~diodo Estado. 
ESPAÇO DO CRISTÃO 
EstJ coluna tem um csp;iço gratuito para as Igrejas 
E'angélicas divulgarem seus eventos e campanhas de oraç5o. 
pd fone 9998 li! 1 
rw, 101( rv 
OI'.,•, rM O orr i. d+ Sara roa Irra de &Li 
Vista, c»tá preparando o scu primeiro livro c a npressão rá 
k ,u t11 l111 Y l'RO!'AGJ:-.D, Ag'.:.J'dcm JJ 
1111<11 Y CAlll 11 IRf 11(() 
Sc voé descja fazer um corte moderno e atualzado, 
isite o Salio do Harley Cabeleireiro, aue cesta a crvio da 
bdeo J KuJ Conde de Porto Alci;re.JúS,ao I,,do dJ Cordr! 
A IV1 SARIOU 
Qucm colheu mais uma rosJ no jardim dJ ex1stênc1J 
ro1 a bcl,trntensc KARLA MACI IIS. SKY. QUC no dia 4 de 
Janeiro completou seus I J an05 de ldJdc Dt!>tjJrnos rd1CidJdes 
c Que consigas tcalizar todos os seus sonhos c aspirações 
IRRI NOS BALDIOS 
bt, nJ hor.1 dos proprietários de tericnos baldio, 
criarem vergonha na cara e mandatem limpar os mesmos. pois 
... cm do puno aspc(o vSuat, clcs colaboram com J 
"mlrfcraç:io de ratos, baratas c outros bichos r~çonhentos. 
em l.11Jr na t.il da DLNGUF 
Os propnct:lrios Que não limparem os dilos cujos. Que 
a l'rdc1tura tome pr01déncm para limpá-los e coloQuc o valor 
do serviço na divida ativa. E apcnas um toque! 
f./1 QDAS O[ LA OT/ 
É sabido Que a Prefeitura Municipal de Bela Vista 
possui uma r:ibrica de tubos e lajotas. Sugerimos ao 
dinâmico secretario de obras pensar na hipótese tlc rcalíLar 
urnJ campanha para a construção de calçadas nas ruas Que 
pmsucrn ;1sÍJlto. pois além de embelezar a cidade. criam 
mais empregos e melhoraria o visual da city. Com um pouco 
de boa von!Jdc se chega lá ... 
CIIICO MAIA 
O prcícito de Caracol. CHICO ~lAIA(PT).está 
F.JGRANTE 
Do prcsidcncijvcl CIRO GO~ 1ES(PPS) recebendo 
o livro de poesia Miscelânea Po:'lica .do poeta 11 lESSt,S, 
de Campo Grande. 
admi o, só qu poucas pes 
d io Seletor um pou 
tlen! 
so por falta 
ui!O 
dfiil perder cleruo ra tule mu i/o 
QUEM.ÃO SL COMUNICA SI IRUMIA 
O Governo do Estado trocou pela scata vez o seu 
secretario de omunwaç.ao (h prensa) Uma tessala todos 
eram do PI e trabalharam na campanha do ca [st4 na 
hora de alguns prefeitos do Sudoeste scuirem o ocmplo 
do Governador, pois toda a irvore que não di bom lruto 
deve ser podada. f como diz o Pedro l'n!rdrJ .. CJdJ 
mauco no sco g,lho" 
l KIBUNA DA rno r1 IRA 
O JornJI l RIBUNA DA I RON I LIKA. este ano. 
voltará a ser o Que sempre fot:'O Porta Voz do Povo'. 
Matérias de prefeituras serão intituladas omo informativo 
do executivo e deverão vir assinadas pelos ase«nre de 
Imprensa das respctuvas prcreturas, matera» pagas revarao 
título "A Pedido" O cditcrial. colunas sociais e 
111formatlJS s.10 op1r1lões do Jornal e dos rnlunlst1s. A 
coluna "A VoL do Povo" é um cspJÇO gratuito ern deresa 
do povo da nossa terra destinada a elogiar ou cnticar os 
órgãos públicos e aí doa a Quem doer. 
O diretor deste scmJn:lrio dt•11ou bem daro Que a 
linha editorial do JOKNAL nfo cst:í a 1cnda. como nunca 
cstc1 e nesses 30 anos de jornalismo . , nossa eQµIpc de 
rcdaçío estará semJn:ilmente n:1 rcg,jo Sudoeste registrando 
todas 
Não Queremos ser jornJI porta vo, de prefeituras 
.ou seja. jornal de picaretagem. e sim . porta voz do povo. 
P/RA REFLETIR 
"Buscai ao S[NIIOR. cnQuanto se pode achar 
"(Isaías SS.6) 
PENSÃO Dr ZÉFA 
O escritor e jornalista IV,LDO PEREIRA. diretor 
deste valoroso veículo de comunicação está preparando o 
seu décimo livro denominado Pensão da Zéía. Q.uc promete: 
fazer o maior sucesso .lvaldo 
considerado pelos críticos o Jorge Amado do its. A capa 
levará a assinatura do publicitário Victor Hugo. 
A imaginação de laldo é t:io fértil Que a maioria 
das pessoas Jcham Que ele vivência os fatos impressos nos 
seus livros. Desejamos sucesso! 
CASAL EM DESTAQUE 
. O cas:il cm destJQ.UC dc.stJ semana e o pecuarista 
HO!vCIO GODOY e su:i <imp:í:i□cspos:i 10.-1'0 GODOY, 
d:i od:lde d.: Çaracol.

plau305 
Os blocos vence­ 
dores recebem aplau­ 
sos. Deputada Federal 
Marisa Serrano e nos­ 
so Prefeito Marcio 
Campos Monteiro 
1""Lugar = Los Ca­ 
petas e Las Diablas, 2° 
lugar = Encaixasamba, 
3° lugar = No Ponto. 
Maior Número 
Levaram o Troféu 
os visitantes de Doura­ 
dos com maior número 
de pessoas com o 
nome Pega Gente 
Faltou 
Hotel para muita 
gente, contamos com 
várias casas para tem­ 
porada muitas residên­ 
cias deixaram amigos e 
parentes armarem bar­ 
racas no quintal, mes­ 
mo assim muita gente 
dormia na Avenida ou 
nos carros. 
Balneário 
Balneário Munici­ 
pal e os particulares es­ 
tiveram lotadlssimos, 
ainda assim visitantes 
reclamando por não 
conseguir ingressos. 
Oportunidade 
Comentam as 
más línguas que até 
uma prainha que não 
tem estrutura, estava 
cobrando ingresso É 
não perdeu a oportuni­ 
dade de faturar mais se 
esqueceu das respon­ 
sabilidades, caso hou­ 
vesse algum acidente o 
local não havia salva vi­ 
das. 
Este Ano 
Muitos homens se 
vestiram de mulher, en­ 
contrei dois rapazes de 
Campo Grande lindos 
por sinal que me disse­ 
ram estar realizando 
uma tara sexual. 
Bela Vista tam­ 
Dem marcou presença, 
quem não viu perdeu os 
gatinhos vestidos de 
gatinhas. 
Se houve abuso 
Não sei, só sei que 
foi comentado no outro 
dia, um visitante vesti­ 
do de mulher foi empur­ 
rado, então acabou em­ 
purrando também (sem 
querer é claro) um se­ 
gurança policial que 
deu vários tabefes no 
visitante, registrando o 
fato à mãe que chegou 
na hora. Ficou uma per­ 
gunta no ar será que é 
verdade? Foi abuso de 
poder ou discriminação 
por ter achado que a 
figurinha seria realmen­ 
te uma quese mocinha 
Precisamos 
Saber tanto quan­ 
to 2+2=4,0s direitos de 
um cidadão, para não 
fazer algo errado e nem 
deixar que façam com a 
gente. 
RDIM 
Amiqos 
De Bela Vista e 
Sa0 Paulo que conosco 
festejaram um grande 
beijo para voces Em 
Especial 
Encontrei 
A nossa repórter 
da Rede Morena de Te­ 
lcvis ão (RM TV) 
Katiuscia Sotomayor di­ 
zendo estar pela 2ª vez 
em nossa cidade sendo 
que a 1 ° foi a trabalho, 
estou maravilhada com 
a festa A quatro anos 
passo om Bonito Disse 
ela Mais no ano passa- l 
do for bastante comen- 
t; da a testa ae Jardim, 
então combinamos en- 
tre amigos(a) que 
viriamas este ano. 
Estou feliz por ter 
vindo foi mais que es­ 
perava, finalizou dizen­ 
do: Pretendo voltar 
mais vezes, Katiuscia 
passou 2 dias com a 
gente. 
Esteve presente 
A trabalho a equi­ 
pe da (RM TV) Flávia 
Lembergue e equipe, 
em companhia de Pau­ 
lo Abílio chefe redator 
do Jornal Pantanal. 
Espaço conquistado 
E merecido, pois 
afinal tem alguns anos 
de colunista, mais além 
de ser um ótimo profis­ 
sional é um bom cole­ 
ga, ele que esteve pre­ 
sente neste Carnava! 
2002 com muita simpa- 
tia e profissionalismo, a 
voce Paulo Abilio meu 
muito obrigada, de co­ 
ração pela ajuda, tenha 
grande carinho e res­ 
peito por voce e pelo 
seu trabalho. Ass. 
Katiany Félix 
Digno 
De ser elogiado a 
2dministracão Mareio 
Campos Monteiro, pre­ 
feito a esta estava óti­ 
ma, o palco foi um 
Show a Banda 
(Company) de feliz es­ 
colha. 
Falha 
No meu ponto de 
vista e de vários foliões, 
o lugar no qual foi ins­ 
talado o camarote, tirou 
espaço, teriam que ficar 
ao lado ou arrumar ou­ 
tro jeitinho. 
Os banheiros: 
Este ano deixou a de­ 
sejar, teve ano que foi 
digno de elogios. 
Os Comércios 
Pela 1 vez não 
deixaram a desejar, to­ 
dos os foliões foram 
atendidos conforme 
suas necessidades. 
Meu recado: 
É para os leitores 
da Tribuna da Fronteira 
que tem me apoiado 
nesta nova jornada a 
voces! Obrigada 
TF -Governador o 
que esta achando da 
testa (Carava! 2002)7 
Zeca - Boa' Muito 
boa 
TF • Governador 
qual é a participação do 
Governo do Estado jun­ 
io à esta fest. ? 
Zeca - Não ser 
TF-Nos nao que­ 
remos saber valor, so­ 
mente se teve se não 
porque? 
Zeca -Minha filha! 
Não posso te respon­ 
der, andamos visitando 
vários municipios, mas 
não estou sabendo se 
houve aceitação do pre- 
feito, teria de verificar 
com a fundação da cu' 
tura (Carlos Porto) en 
fim meu avô sempre di­ 
za, que quando não se 
quer dar uma resposta 
v rdadeirn que possa 
ser prejudicial inventa­ 
se uma resposta 
inteligente. Ainda assim 
registramos a confrater­ 
nização do Governador 
junto a nossa festa. 
I 
' 
1 
~ ·-;r .. 1 
a- 
.. ' 
' + 
) 
 . 
i 
Rufino kuhnen (assessor de Turismo) Fátima 
kuhnen (Vereadora e Presidente da Rede Feminina 
c·:mbate ao Câncer Regional Jardim) Marcio Cam­ 
pos Monteiro (Prefeito Jardim) Waldemir Moka (De­ 
putado Federal) Marisa Serrano (Deputada Fede­ 
ral) e Lauro Bazzo (Empresário) 
 . 
# 
.J 
Mara Monteiro. Vania Monteiro. Eliane Cafure e Sandra 
5etta.-. 
Jardim Folia 2002 
Com a animação da Banda Company, o Car­ 
naval de beleza, festa da Natureza foi uma das me­ 
lhores da região. 
Superou 
Este ano foi o máximo, Jardim recebeu na Pra- 
ça do Encontro 20 à 25 mil Fohócs 
• 
 
Tudu Amigos 
"Tudu amigos" foi o camarote melhor decora­ 
do, em destaque casal - Leomar Pereira Barbosa e 
Dr" Marta Aragão Barbosa. 
Xô Stress 
O Prefeito de Campo Grande André Pucinelli 
na campanha Xô Stress! É isso aí os campo­ 
grandenses mandaram o stress para longe 
E o terceiro ano de participação do Grupo "Mo­ 
vimento Cursinho Cristiandade" Tanto que não exis­ 
tiu stress que foram os vencedores, do camarote 
mais animado, junto a eles autoridades presentes