BELA VISTA. JARDIM - CARACOL - ANTONIO JOIO - GUIA LOPES DA LAGUNA • NIOAQUE -E0 
w GOVERNO 
Governo Zeca techa meta de 20 mil bolsas-escola 
■GOVERNO 
Inauguração 
une Zeca do PT 
e deputados 
da oposição 
/ innugurnç,,o do prédio do 
hospllnl regional de Dourados, 
cidndc a 2)0 quilômetro~ de Cnmpo 
Grande, reine, neste momento, o 
governndor Zccn do PT e alguns de 
seus ndvcrsirios pollticos. Os 
discursos, 110 cntnuto, sno nn dircçno 
dr, concllinçno. PAG. • 09 
■BELA VISTA 
Coleta de lixo 
abandonada!! 
Ili tempos a coleta de lixo 
domicilinr em nossa cidade vêm 
deixando muito a desejar, logo 
no inicio da ntunl ndministraçilo 
pública municipal esse serviço, 
nntcs rcnlizndo n contento pela 
Secretaria Municipal de Obras, 
foi terceirizndo mediante n 
contrataçilo da empresa denomi­ 
nada TERRASUL, cujo proprie­ 
tário é de outro munlclp10, se nno 
me nngnno da cidade de Marncnjú. 
PIIC.-10 
■CIOIMA 
Ollclo Queiroz presidiu 
encontro lntornaclonal om 
Bonito 
Campo Grande (Ms) -O Governo 
Popular completou ontémn a meta d 
inserir 20 mit familias no Bolsa- 
scola, atingido $2 mil estudantes 
esta ·xta-feira o programa era 
lan.ad ·m ltaporà e Vicentina. 
respectivamente s l4e I6 horas 
Com 80 bolsas cada, o dois 
municípios da Grande Durados do 
os últimos no Estado que ainda no 
tinham recebido o beneficio 
PAG. -09 
■CAMPO GRANDE 
Incra pode 
desapropriar 
terras da 
seita e Moon 
'Bonito teve meu a evento do Cidema 
que reuniu organismos de bacia 
 	• 
/ Rede . Drnsil de em pnrcerin com o Fórum Nacional 
Organismo de Bacias Hidrográficas de Comitês de Bacias Hidrográficas., 
(Rebob), presidida pelo r-rcfeito de realizaram no inicio da semana ( 1 e 
~1l6nioJono,. D.lcioQueirozSilva, 2 de abril). no Marruà !-lotei, cm 
.. - 
Bonito, o I Encontro de Intercâmbio 
para o Fortalecimento dos 
Organismos de Bacias 
1-lidrognificns. 
O Instituto Nacional de 
Coloniza.ão e Reforma Agrária 
(Incra) poderá desapropriar ter­ 
ras do reverendo Sun Myung 
Moon por serem improdutivas 
"Existe essa possibilidade", con­ 
firmou o superintendente regio­ 
nal do órg,lo cm Campo Grande. 
Celso Cc,tari "'<ós estamos fa. 
zendo um levantamento de toda 
a produção pecuária de algumas 
fazendas dele Tém algumas que 
correspondem e, outras, no Va­ 
mos dspomo+zar touas essa» 
,nformaçõe> para a CPI", afir- 
mou 	P.IIG. • 10 
1 
a BELA VISTA 
Presidente da âmara 
Indignado com o custo da 
Banda que animou o carnaval 
■BELA VISTA 
Na scssã~ ordinária dcstn 
semnnn, dn Câmara Municipal • 
o Presidente dnqucla Ca n d; 
· Leis, Vereador Luiz Alexandre 
Loureiro Pnlmiéri (PFL) infor­ 
mou que o custo da banda Mu­ 
. sical que animou o Carnaval 
deste ano ~m nossa cidudc foi 
• de RS 13.890,00 (treze mil, oi­ 
tocentos e noventa reais), sen­ 
do RS 13.000.00 pela 
contratação da Banda e mais RS 
890,00 de hospedagcni para os 
músicos e demais integrantes 
cm um hotel da cidade. 
PA.- 03 
: / 
.... .... - •. 
João Carlos Velásquez 
A Familia Avaré, com 0 
slogan "Nós trabalhamos para 
que todos os dias você tenha 
uma Páscoa Feliz'', distribuíram 
no final de semana passada, 
mais de três mil ovos de Páscoa, 
as crranças belavistense. A 
distribuição deu-se cm vririos 
pontos da cidade. 
O idealizador do projeto 
Pedro Avaré, juntamente com 
sua esposa, Ester Barbosa e 
Flávio Barbosa (Pato), que h:i 
I 
Projeto varé: Distribuição 
de Ovos de Páscoa 
vários anos vem promovendo 
eventos dessa natureza, como O dia 
das crianças. atai e Ano ovo .• 
para as crianças carentes e este ano 
superou todas as expectativas e 
prometem que na próxima festa 
deverá ser melhor ainda. 
Com o apoio da locadora 
de carros e vans, transportes de 
gado e serviços. a BELURP 
realizou a entrega dos ovos de 
Páscoa em seu pátio, 
distribuiram ainda picolés. 
sucos. sorvetes e doces para 
todas as crianças e mães 
presentes. 
Para muitas mães que 
estavam ali presente a 
promoção da família Avaré "é 
muito importnnlc, há m:ies que 
não tem condições de 
comprarem para seus filho um 
chocolate sequer e o sonho de 
qualquer criança é de ter seu 
ovo de Páscoa. Projetos como 
este, que envolvem crianças merece 
nosso apoio e reconhecimento". 
finalizou a M:ie.

JOPN,l. TÍ'18Jlil f)A f J<Ot, f í l_fl_A . _ 
Deixa eu dizer que te adorol 
íll 1lllllltl • 1 1 1/t;r lj'J 
1 ,, 11  '- t uma f soa 
1,11111, • 'Ih ctr:d ( 11<.t: 
"" ,· p ta de fiu ar olhando 
pata o la fo-, ( rrodll.Hh.ll) 
tlUlhl pc. 'l,0,l 111,HilVdhth,1, é 
com voe que eu quero falar, 
afal de t:.Olllíl , -rn,.l" e um,1 
pessoa carinhosa, uma pessoa 
que não a cita a violéneia, fica 
horr.ir11.Hlo quílndo f H.n 
sabendo de Lrimc1 ho1101,1,m, 
fica sensibilizado quando sabe 
que uma pessoa está passando 
ncccSid11rlc,. e cu sei. n,a 
J11rn que 11110 c,palho pia 
11i11gué111, que vo é chor,, pra 
c.1rnmb11 1111quck, filme, de 
ro111,111cc .. 
Você é do bem, você 
j:"i cslíl no caminho do bcrn, 
por isso é importante que eu 
te clig,1 que você é u11111 pcs;ou 
momvilho,a, que você merece 
tudo de bom que o universo, 
que Ocu I1ossn m1111dnr t,ara 
uma pc,son. l:u sei que u, 
IClCS você se 1cvol1a con1 c.ssa 
ou aquela situação dif1cil, ns 
veLCs 11c111 entende o que o ;cu 
nnjo anda fazendo que 11:10 te 
111 10 t ),f,l 
que oce do bem' 
Por i ,o, e I tfltro te: 
dar um ahtJÇO bem apertado, 
dc,,c, que tra111111J1crn 
Cl1Lrµi.1'> pod,ro ,s ljllC ,e, 
1 crtl.Hlc1rn umi111dc pode 
p,1')',,l(, V11I IOl t l CflCíj!IJ 
que cu te mando nL ,,e 
momento, respira bem lundo 
e pc111c no bem, no n,ul do 
céu, nn brisa que vem dom.ir, 
IH> pcrlumc tia, flores, no 
cheiro de tcn .1 111olhad.1. dd~c 
cnIr,Ir cnI todo o seu ser a 
vc1doclci1,1 p.11. a pat que cu 
IC dou 11110 é minha, nun lcrta 
111111,1 pa1. par,I te dJr, Ca pa1. 
Cll pedi a Ocu, 411e ro,,e 
cnvrndo a você e pcc,nlmcntc 
pelo, mensageiro~ Dele, o, 
nnjos, que nesse 111umento lc 
ccrc11111 de cnrinhos mil, se 
qui,er churnr chore, se quiser 
rir, ria bastante, isso é Deus 
nn ,1i:1 111ais c.:ornplctn 
nw111lc1taçno de amor. 
Agora sim, agora que 
vocé compreendeu o quanto 
,ocê é i111pona11te, dcixn cu lc 
di,.cr que tc adoro! Rene 
•GERAL ~-- 
EDITAL DE PROCLAMAS 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficia la do Registro Ci• 
vil desta cidade de llela Vistn.'1'IS. Fa2 saber n quantos o presente 
Edit'JI de Procfama.s virem, que apresentaram os documc11tos cxi• 
gidos pelo artigo ISO do Código Civil llrasileiro. incisos 1. li . Ili 
e IV. pretendem se casar. 
"'RONEY AUGUSTO PEREIRA e JULIANA LADEIA 
GIROTO" ambos brasileiros. solteiros; ele. cmpn:súio, nJtural de 
Caracol•MS., residente ncslJ cidJde, nJ rua 15 de No,·embro. 427, 
filho de Nelson Alves PercirJ e de ~bria Gregório Pereira; ela. 
cstudanic, n:uural dr: Bela Vista•MS, residente neste municfpio. na 
fazendJ Snnla Terczinha. filhJ de Orides Torres Giroto e de Maria 
Cannelitn Ladeia Giroto. 
Se alguém souber de algum impedimento que se oponho na 
forma da Lei. 
Bela VistJ/MS., 03 de abril de 2.002 
JANILDE ROSA DOS SANTOS. Oficiala. 
furul.ado em 20 de Fevereiro de 1972 
Euruiadoc lyaldo Pereira 
Diretores· 
lvaldo Pereira 
Victor Hugo Velasquez Pereira 
Mana EsIela Velasquez Pereira 
Redação, Aclnumstraçao e Parque Gráfico 
Avenida Tnbuna da Fronteira. 564 . Bela Vísla/MS 
Fone: (0"'67) 439-1410 • FAX (0'"67) 439-1544 
S.U_G.UR.S.AIS 
Porto Murtinho. Jardim. Caracol. 
Antônio Joao e Bonito 
ASSINATURA ANUAL: RS 100,00 
~Ull Esttlll..Ycluq1.r_u Prtt.lrL!_C_Ne:J..01.zoJ.lHtVOOl.:,O 
oato mo antino Tito w Doce.a p vaga ti,torttt.Lr 
Filiado: ADJORI e ABRAJORI 
pua dr tone de 
f&t)dH ltlli!.olt 
XVIII 
t 1• • I ( ,.àJ.I rrn 1 ~ 11.,.1. í-' ,. ~-~J ~,. r P J 1~ 
.ie~,.i.. f• CJ li fidldd.l•~u s,,,t'J4f"AOUr ..... t... 1  ,a..A .. ~ radoâflJc 
d+ dor, ..rodr4 pr1'Ml U f,1J1N
00IU t r ,. ,.. os d >1-4"" -• 11~ 
, ir» Manopal, na fora desa La Ogiimia 
XX. ck t 1 '- lu • pr-JJ ck ,.,;.od.lu dr ereado, per ato abert pur 
1b11,I.Jta.. r:•t h,Pl)ttKt pie, ,1J1 J>nO k1 Or1P',u. 
p.aias doa iria t li r  1 1 pud.a dr r,,undua vr6 drnd,d• JN'I• 
( 1m,r1 h1nlt1p.i,I, por lt.!U.h1Cll r rulnrl.a 1bt.0lutJ, "'rdu,.,, 111-.10(1(1!) d• I .... J o• 
dr l',rflllo l'n4111t• HJ1tr,,n114ilt "' (.1u, ,,,r:,w1,d1 ,unrl11 drfu.a 
An 11 
p lurnrnudo pala finara por motio dr dorna, ta pars tratar, rn 
trmunenarlo, de intrrae partiular, drdr gut, mestra»o, oafatmrnto nlo ultrapar a 
!!HRt] da por wlo 1rl»ta 
l,t• lc r 
 1 '  .... 1 11 '1• 
eI'e'e • a 'r-..rt 
Art. Jº. O t 1", do atl H, d lei Orla d0 Maapo, pau 1 "r.o.r ,,,.n, ,rt. 1 ( a-,,t~tr.:~, •)1•1 ! 1. tlJ lt, C , c.i ciJ M c·1 g w- 
unte redil 	XVI 
l'tch--'.,I 
rrta,k 
Art.l6.011roo:.,t.(,l,II.Ulr1':-,u1.a.h.o.rd :;1• 2'" i't-1,.!J&rt l 1 t!.al.t• 
;rL .... O t~oi,1.!o ~co. d,J 1:1 .&O. dJ lttOrµA,u c.1J M1:n.,1pt->,, p,ui.a anau Orgia d»Mtrpa p.,u.11'1 a«utoezi ti •r, n .!.)~:,n 
tomllf't":1:-ltft..bç.lo 
An 40 
Pigafo o Prestar3 cotas qualquer peta fia ou perda, putas u prata, 
que uthn, arade, guarde, rrne ou atraiste dnbeua, brn, r ulon, p . .h!or:01 0".J r,r:..,, 
quso Mripo troada, ou qut, nn nane dete, atueu onpa'de ratrrzu per4nu 
Ar , O an •.&$,é.a Lr1 0.-i,i::.u c!a M..r.. ... poo, J:.lu.1 11 ui;ro.t cnn 11 u-•"l.t.' ~, 
An ,, A.t'ri,.l.>d.Jl"lrfr,lor d.>'1c~F'11:frit.i,~am..uJ.l!;.1dti;-u:to.1n01,~ 
sn tttk.t.i1fW::111on1 urxo perodo seguente, fase-ameante p'to dreto r ,.-n.,!tlnro rtJ~11x!J 
no prrn(1ro d..••ff11n10 dr 011:1.bfu d.:> .a.---.:i itll("l''-" ao ittr.t~"'IO do r:un.!:Jo ~n t.'Ut d:s.mi ,ucN.!rr 
Art. 6·. Oan 51. u·,cuo XVll, da LeOrlos do Mripo, pato a pnat cm 1 
Uf'=r.lc1td.t,;l.> 
Mll 
XVII - a1ffldn ron,oc..,ç6r-1 ou pedidos de formas da Ciruna Mtaipal, te 
rio puu dt 10 (dez) du1 proncgJ,al pot nua 10 (lkz) da.,, mtd:A.'t.t JUll1f"J:1,:11 por cscri:.o. 
protocolJ.Jo :att o 10" ~u d.:>pram ir~.;ul 
Art.. T. L arruntuaoant '$, tuLOirua do Mar«tpo, os e I r Vil. 
IUllfi'..llrlctr«!J,çõ,n 
M ll 
Vt • preta Lavramentos por enta, quando atem whc,u,&t pd.1 Ci.~.a d( 
"crr~ rcpniodr IO(dc.z)Q..U, prorrop•"' p0f nu:, IO(dc1lcbu, ITl('du.·.:c f-'~·("..:".a 
por uau • .-,. rmc,a;,!11~ 1:c o 10- d..a d.l pruo 1t"..o,J 
Art. s-. 0 ;s·, d,:, a."'1 60. c!.a Ln Orp....a do ~fa:1.-:ip.a, p.u~ J lf(nl' a:xn a 
11:"V-,"7:Cftd.t,;lo 
M 60 
Malquer tudo u e;is, redução de buc d: rJ.!rub. <:oncti..Joa d: an!.:o 
f'"CU..~ autua ou rrdo, rrlatvos a urptons,trai, ou crbus%e o poder3 ser concedd 
metarte le peafia mnpa! que rrp'r eut-.Jun.-.:ntt r:u.:mu ai:c-J ~ ou o 
toffn;,M-½'ilt l:l~O cu cor.mh..,~j,o. s=i prtJuizO do dupouo ~ a."'1 '"·ir.XII. r. é.t 
Cm~:.'U:ÇiaFrdoaJ 
Art. ,-. O ;ta.0'1 ll. I' t ~1•. art 61, d.i Ln Cq;l.-,.u dJ Mi::~~ p.u.u.-n • 
.-:cntton>tt"""°-:n.r~ 	• 
An. 61 -· 
1 "' j "("" .t'IJH h, 1 
~ ,,, 1 , , ••  ., t •.· 1 • • 1 1 
eu»toe etletsrtozte.t 
Art.10". Ü :: l°t :",i!aJ..'1.61.é.l!Lc10ti,ir.:adJ!h..""11("',:Jl0,.p-.ll.'Cl:lJllp~ 
r ensuua rdo 
¼r. N.t ~.ruçl.J d:: bc:i1 r t.C'-,çffl.. o 1~ f.bht:o ~!....:uc;i:al 6:1 r:=~ 
tardo para as erras de peqao pene cor:s: .. ..!;a, d :u leu twuik::-r.. e qx- ~..an 
tu:a,c.!cr.J.!.--nm.-,.:rlÇl.)n.,}k ... pro 
>.11',o, 
ttTr¼,:11n1,e.ha.!. 
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l-por ava.der penranete urdes prunta rrprorata.tempo ketonotr d 
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metal tpfiatas rele, 
li• tompuhori,mmlir. •:it U1ffll.t •t1v• ,lir .J,.Jr, tllll:I prv,,1110. prr.poru, .. n11, 10 trmp,11 de 
tentn bailo, 
Ili• •tl...,....uumn ·r. J.:.Jc: i; ,c-- ,.~ ;•.J...11:, .. p..,m.,•;.•....,lll-.k, a Jc: r't',,('ru-u..ir 
to ergo publoto aos no auoefey rrn rr.:c •r d..:.1 :1 a;,. •~•.; !..n.a, l..t'""".a..!l.t l1 
1:j"l:l'ICttMJ.Ç"ôel 
ai klM!.S anc, .!e- ..J.i..!: r rn,:, e o deontrhala, Me horea esnnpeta t 
Cw"ICJ J'IOI de l..ildc ttl'l .... 'JÓCtU.'nhl_,~l. 1-C"M..:.r. 
Ar. ICJ..I ~n.:.J,r.1;i.;,ott:i1&:l<"l(krfrt1•oe..=roou0xn,d.xnnomc;d"?lf"' 
u:.o d-t r-v,.tmtTlto r.eir,o r:n ,-ui:a.k Jc a-,,.u,lll P....~i..u 	- 
oerdr ptio mel eu­ 
Ju.!xu.le~--:•.iu.!.lcr.i1...!pd.•,.a~,l•ndt~,~~.J...~~;.aoc.v70.c::m~ dtw:-.1.~ 
defesa e, redante predeemto de iatu1 pen,,' 'renque lhe se,azucprtsap 
ttr.:;,lcr:cr.ur, :.~~~~ r:p!.a ddc-1.&. • -> 
1 
..,"'.JI ~ drin,-;,c.:-.h0., ,u f.n-.J d.l lo 
-..."..:::2.%.7z a..""-•as«oc . +-· 
ui3de dreno»a aspas.», 
1'.KO,çmdt'q.aL.r...tarur::tt::.1,. r.lo~ ~ n.':I_, l~'.11..C-ICO!':!Tl,.,.,J.o 	tr'lt_ 
r~. dcfinsdM ro l--i ~ ~. 
tJ•. St-m prquuo~ Jll'OP'r.w•~ IIUl!ff"NJ q,..c >cttb-r oa."t IS!. t•r. 1ncn0 II 
d:a Con,..-,11.3PO Fcd..-nl., o imposto previsto no l."'ltUD l pod,:n. 
mol,, " Atar± Lc, pia ds Mas eera en gr radies ta µ 
ela Va2'de Muro de2o.2 
A Mea da Clara de vrestre 
sr Aleunte{ Ptrsen 
rodete 	Otau $ do salsa 
r.freudue

JOHNAl Tf•irllmA DA FRONTllRA 	•BELA VISTA 
-------- 
Colocaram o carro na 
frente dos bois!!- E pois 
, no Inicio do més pas a­ 
tlo :dcrl lnl<>'> .iqui, t:rn no,- 
sa coluna, que ainda cra 
muito cedo para determina­ 
dos politicos come,arem a 
subir nos palanques, por­ 
que ainda tinha muita agua 
pata passar por debaixo da 
ponte. E agora, como é que 
fie am aqueles que, iludidos 
com os indices de pesqur­ 
sas, duvidosos por sinal, 
abandonaram os compa­ 
nhciro,, 1rocnr,1111 ele p.rni­ 
clo l' precipiiad11111e111e 
abraçara111 de corpo e alma 
a candidatura do 
peemedebista André 
Puceinelli ao Governo do 
biado? A ver nuvios ou no 
mato sem cachorro? como 
diz o ditado popular. 
Justificativa de André 
IIUO COll'CIICC'! - , justtli­ 
cativa do l'refcitu de Cam­ 
po Grande para n Jcsistên­ 
ciu da candidatura ao Go­ 
verno do E,rndo não con­ 
venceu muita gente. An<lrc! 
alega que a maioria abso­ 
luta da população da capi­ 
tal não quer que ele deixe 
a Prefeitura, o que teria 
sido o moti,o principal da 
sua renúncia à candidatura 
no Governo, somadas as 
111deliniçõcs na legislação 
relacionada :s eleições do 
próximo dia 03 de outu­ 
bro 
Cabem as pergun­ 
tas: por que Puccinclli 
nào fez essa consulta â 
população de Campo 
Grande mais cedo e só 
deixou para fazer isso 
agora. quando o prazo 
para a definiçào do, can­ 
didatos está se exaurin­ 
do? Como frcnm as lide­ 
ranças políticas. prefeitos 
e Vereadores que jogaram 
todas as fichas na sua 
candida1ura? sem falar 
que nenhum outro compa­ 
nheiro foi preparado para 
urna eventual disputa do 
Governo do Estado. por­ 
q ue todos acreditavam 
que ele seria candidMo. 
os bastidores dizem que 
a desistêncin de André 
te, e um motivo mais for­ 
te. o cn.:scimcnto :iccntu­ 
ado da candidnlura :i rec­ 
lc içào do Go,ernador 
Zeca do PT. pr,ncipal­ 
mcntc nos municípios do 
interior. Pensando bem, 
essa especulação tem fun­ 
damenlo. a111da mais que 
o pelista de Murtinho já 
mostrou que é muito bom 
de chegada nos páreos 
eleitorais. 
Problema para Zeca! 
''O primeiro problema 
que o Zeca vai ter que 
cnírcntar de imcdinto é 
a verdadeira debandada 
de políticos cm sua dire­ 
ção (,•crc:ulorcs, prefei­ 
tos, ex-prefeitos e líde­ 
res políticos de todos os 
tamanhos e 
grnmnturns). Nessa de­ 
sistência do André 
Puccinclli muita gente 
boa ficou com o pincel 
na mio outros pelcando 
só com o c:tbo da cspa­ 
da", sintetizou o nosso 
amigo João No1alicio de 
Oliveira, do Jornal da 
Praça, de Ponta Poril. cm 
,ua coluna, o Informe JP. 
Licitado o asfaltamento 
Antonio Joio/bela Vis-. 
ta/Cara col/r n t ro nA­ 
mento da BR 267- Esta 
semana foi divulgado oi­ 
cmalmente o resultado da 
licitação para e ecuão 
das obras de asfaltamento 
da MS 384 ligando Anto­ 
nio Joiln/Ucl.1 Vi;ta/ orn­ 
col/c11troncarncn10 da BR 
267 (Jorcli111/l'orto 
Murtinho), numa exten­ 
são de 184, 84 Kms. 
De ucordu co111 pu­ 
blicaç:ío do Diário Ofici­ 
al do Estado, a obra, or­ 
çada cm R$ 54 milhões, 
foi licitada em três lotes, 
Antonio Jo:1o/Dcla Vistu - 
69 kms; Dela Vista/Cara­ 
col- 60,87 kmse Corneal/ 
cntronearncnto da DR 267 
• 57,03 kms. As obrns de­ 
, c111 ser iniciadas cm bre­ 
, c e serilo executadas 
com recursos obtidos 
através de operação de 
crédito junto ao 
FO PL/ITA. com urna 
contraparlida do Estado 
de 30%. 
Zeca na históri:1 - Se 
tudo der certo e nenhum 
outro impccilho aparecer 
pelo caminho o Governa­ 
dor Zeca do PT pode ir se 
prcparanclP para receber 
muitas homenagens na 
região sudoeste, isto por­ 
que o asfaltnmcnlo da MS 
384 até a interlignçào 
com a DR 267 é a maior 
aspiração da maioria da 
populaçilo que aqui resi­ 
de. Sem dúvida nenhuma 
o asfaltamento dessas ro­ 
dovias vai beneficiar e 
contriburr e111 muito para 
o desenvolvimento e o 
progresso dos municípios 
beneficiados, que a panir 
da sua conclusão estarão 
definitivamente interliga­ 
dos por asfalto com ores- 
10 do Estado e do Brasil. 
É o frlho do seu Orcirio 
começando a registrar seu 
nome para sempre na his­ 
tória da rcgiilo onde nas­ 
ceu D:i lhe Zecari 
Emenda à Lei Orgânica 
ilunicip:tl acaba com o 
voto secreto dos Verea­ 
dores - Esta semana, após 
lramitar pelas Comissões 
Permanentes dn Câmara 
Municipal, foi aprovada 
por unanimidade uma 
Emenda à Lei Orgânica 
Municipal que acaba cbm 
o voto secreto dos Verea­ 
dorc s, inslrumento até 
en1ào utilizado nas vota­ 
ções para eleição da Mesa 
Diretora. nas propostas de 
puniçào e cassação de 
mandntos, tanto de Vere­ 
adores como do Prefeito 
e nn apreciação de vetos 
do Exccu1ivo à Projetos 
de Leis aprovados naque­ 
la Casa. 
O Presidente da Câ­ 
mara l'vlunicipal, Vereador 
Luiz Alexandre Loureiro 
Palmiéri, um dos autores da 
Emenda. rcs ahou que com 
essa mcd ida os aios e 
posicionamentos dos Vere­ 
adores, em todas ns situa·­ 
çôcs, lerão total trartspn­ 
rência. "como realmente 
deve ocorrer com nquelcs 
que siio eleito para rcprc• 
sentar os interesses e a von­ 
tade da população", assina­ 
lou. 
• LEGié,LAllVO 
Presidente da Câmara indignado com o 
custo da Banda que animou o Carnaval 
1 se .10 ord11 1:1 
desta emana, da( raMa­ 
nicipal, o Presidente daquela 
Casa de Leis, Vereador Lua 
Alexandre Loureno Palmer 
(i'f L) informou que o cus! 
da banda Musal que animou 
o Carnaval deste ano em nos 
sa cidade foi de R$ 13 890,00 
(tre,e 11111, 01tou:n o, e 110,en­ 
ta reais). sendo R5 13.000.00 
pela contratação da Banda e 
111a1s R$ 890,00 de hosped:,­ 
gem para os músicos e demat 
integrante: em urn hotel da 
cidade. 
Xande disse estar in 
dignado com os custos dessa 
Banda que animou o Carna­ 
val em Dela Vim,, ele apre· 
sentou aos demais colega< 
Vcreadorc, cópia do contrato 
celebrado pela Prefeitura Mu­ 
nicipal com a referida Uand,t. 
Em , irtudc desse valor, con­ 
siderado por ele extremamen­ 
tc elevado, o Presidente da 
C:11nara Municipal infonnnu 
que no decorrer desta seman 
estaria entrando cm conlat, 
com as Prcl'cituras de Jardim. 
Bonito e Porto Muninho. que 
realizaram belíssimos carna­ 
vais. com Dandas renomadas. 
inclusive da Bahia, para saber 
■LEGISLATIVO 
O,creadordo l'DT Jan 
Dispo, reivindicou na Cima­ 
ra Municipal que fosse ende­ 
reçado ao Diretor geral de 
De1ran José Donizelc Freitas. 
para que o mesmo encami­ 
nhasse equipes do Dctran para 
realização de curso sobre trân­ 
sito no município de Dela Vis­ 
la e região sudoeste, com ob­ 
jetivo da futura elaboração de 
proje1os educati,os sobre o 
lema. 
O l'arlamcnlar do PDT 
Dispo que reivindicou e foi 
realizado curso sobre 1rânsil<' 
no ano passado no municipic, 
de Oda Visla e cm outrns ci­ 
dades do sudoeste e novamcn­ 
le solicila a realiz.1çào do re­ 
ferido curso sobre tr:insito na 
rede de ensino municipal, es­ 
tadual e panicular. 
Vistoria no trJ.nsportc esco­ 
lar 
O vcrcadordoPDT que 
tem sido atuante em defesa 
dos interes es de Bela Vista e 
região sudoeste lambém rei­ 
vindicou ao chefe da Circlran 
a realização de cursos de for­ 
mação de condutores de vei­ 
cuias e de lr:mspones escola­ 
res e tambtm solicitou a com­ 
plcta vistoria dos veiculos que 
1ranspona alunos. 
Segundo o vereador 
Dispo esta solicitaçào tem por 
objetivo "proporcionar uma 
melhor segurança aos rrlunos 
e professores que utilizam este 
meio de tr:rn porte e inclusi­ 
ve solicitei também vistoria 
nos ônibus que transpor1üm 
universitários que c;;:,tUdJm em 
outras locnlidndcs". concluiu 
o parbmcrllar. (A I p ) 
os custos das mesmas e fazer 
uma comp.arJç,lo 1.:0111 o que 
roí pago pela Prefeitura Mu­ 
nicipal de Bela 'i,ta 
O Vereador rc,altou 
que o Carnaval deste ano em 
Bispo: Curso so r 
Bela Vista foi reconhecido a 
nivel estadual de maneira ne­ 
gativa, "isso porque a anda 
contratada pela Prefeitura dei­ 
Oll 11111110 a desejar e em vez 
de animar acabou desarman- 
rânsito 
o 
f:;1 
- == =::=-= =--== 
, 11 Jr .: 
() l'll' 1,l,111~ dr ( ,1111 ,. 
ra Mfumi ipal disse ter de seon­ 
fiansa em relação ao valot 
pay ode a[anda, < brvan­ 
d que na gestão passada a 
Prefeitura Municipal trouxe 
uma Banda renomada, da 
Haha, para animar três dias de 
festa m nossa dade, que 
custou aos cofres publicos 
R 5000,00 (cinco mil re­ 
JI) "Fsta custou R$ 
1 J X<J0,00, 11 que nos dei ., 
dignados, por tsso quere­ 
mo saber como foi feita 
essa contrata±o e, o mais 
importante, qual foi o valor 
pago pelos nossos vinhos 
de Jardim, Bonito e Porto 
:-.tur1i11ho p.rra re,,l11arcm o 
Carnaval em seus municipi- 
1"· 4ue !oi um , crdadeiro 
Show", assinalou (A1CM). 
ANUNCIE NO JORNAL DE SUA CIDADE 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
É MUITO MAIS JORNAL

1 
11•1 
• ti 
Aprn o la 
' • 	1 
mplamente l ado 
, ,,, } ' 
l ntre aro pon- 
lencado o deputado 
Orro d cepa aber o valor 
papo a ada bolsa almen- 
requeri , e 
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/ entre, i,ta de hoje é corn a 1;11ti11ha 
an1011iojoa11cn,c l.yll)a111 il:irquc,, que 110 momento 
e,t:'1 curtindo ,ua vida na cidade de jo1 em, natural de 
Jardi111-MS, mora juntamente com ,cu, pai,. !.inda e 
mar.,vilho,a, sc11,,1cional ela é colírio para a rap.11iada. 
Jovem de IS alll», olho, preto,. cabelo, preto, e 
caracolados 1.65m de altura. -l'l quilo,. cintura 60. 
coxas 52. quadril (,O. 
I .Filiaç:111'! 
Frnlll:i,co 1. 13:irbo,a Olhei1a e Vánia L. 1--farquc, 
2.Data tlc nascimc11to'/ 
12 de janeiro de 1987 
3.Terrn natal'! 
Jardim-1-IS 
-l.C rau tlc escolaridade'! 
1 ° /no Cicntilico 
5.0 que, ocê tem a di1.er a respeito dos amios de 
Jardim'! 
São pessoas 11111 pouco difrrentes, não sabem fazer 
amizades, são bem kgais ma!t não go~tarn muito <lc 
bater um papo legal 
6.0 que quer ser no futuro'! 
Advogada e Bióloga 
7.Costa de Antônio .lo:io'! 
Sim, porque é uma cidcidc bem calma 
8.Quais seriam as q11:did:11lcs que uma pc,soa teria 
que ter para ser o pre,idenle da República dollrasil'! 
Ser uma pes,oa que tenha responsabilidaJc para 
melhorar 11osso Pais 
9.Scu maior sonho'! 
/lcançar os meus obje1ivos e ser uma grande mulher 
1(1.Cnr preíerid:1'! 
Venndho e rn,a 
11.l'nllo prcícrido'? 
Lnsanha e Arroz carreteiro 
12.Esportc'? 
Vóki 
13.Canlor brnsilciro e internacional'! 
S:indy e Junior e Cri, Duran 
!,Ulúsiea br:isilcirn e internacional'! 
Quando você passa. 1 turn to you 
IS.Tem namorado'! 
im 
16.0 que nm jovem tem que fazer para te 
conqnistar'! 
St.:r carinhoso, gostar de sair para se divertir e me a l'itar 
do jeito que ,ou 
17.Qual o jovem mais bonito da cidade'! 
11:í. são vários 
18.0 que costuma fazer no, finais de semana"? 
Ouvir mllsicn. tom:ir ti.:rert com os :imigos e p~isse:ir 
19.Sua mensagem final' 
A maior riquc1:1 do mundo nfio é s6 ter dinht.:iro. e sim 
alcunçar todos os objetivos da vid:i! 
Or 
• ANTONIO JOAO 
Bonito teve a 
que reu iu or anismo 
/1 Hc 1 
1c 
11,Jro •r.d,,D 
presidida pelo preta! 
J,,,.
11
,J , (J ,1 C) _ r 1 
',d,,l, cm p l!Ccri.1 Cl> 11 l 
1 < n:
111 
~ ,_.,, ,1 d, r r '. 
de IJ.,c>" 11,dr,,..r,>lll,h. 
,cali1JrJm 110 1111,11, dJ 
,cm.t11J ( 1 e 2de .rl ril). 11c 
;l.11n1,1 11,,tel. cm li ,n11,,. n 1 
Encontro de Intercâmbio para 
o I or1alcçin1c11tn do, 
Organismos de Bacias 
l lidrngr,IÍÍLI> 
Omega e ,.:nlo cout,1 
co111 o apoio do on,or. 10 
l11ter11111n,c1p,li parn o 
l)c,c11oh imento Integrado 
das Bacias dos Rios hrand.a 
e Apa (Cidema), t,1111bé111 
prc,idido por l),icio ()11eiro1. 
da Secret,111,1 de l(ccurso, 
lllctrico< e d,t igénci,1 
.,ciorrnl de l'q:ua, do 
Ministério de Meio Ambiente 
É u111 dos 111aiorc, cncontm, 
j:íreah1.1dt>sc111 l.1t.,Gro"u 
do ~ui para d1,cu1ir o te111,1 
"Esta iniciativa ha, ia 
sido :1cerl,1da duranle o IV 
Diálogo lr11er:n11erica110 de 
Gerenciamento das Aguas. 
realizado em setembro do ano 
passado na cid:ide de Ftll do 
Iguaçu". lembra l).ic,o 
Queiroz. Para <» 
organizadores, é a 
oponunidade de ,e prn111mcr 
a dbcuss:)o ,obre a estão 
ambiental em bacias 
hidrogr:ifica~ para integração 
da< diversas redes de 
of)!:u1ifimo de bacias. 
··1-01 uma atuaçau c111 
diversas escalas par:i 
cs1abclec1111ento de açõc, 
rcgiun:ili, adas, que pcnnita111 
descobrir modelos adequado; 
à realidade regional para :i 
gc~t:io dos recursos hídricos". 
aponta QuciroL. O presidenle 
re,salia que /'.tato Grosso do 
Sul !lC credenciou a rcali,.ar 
este c,·t.:nto por se: locali1 ... 1r cm 
uma das rl!giõcs mai:,, 
importantes do planeta, por 
abrigar a maior área inundá, cl 
continua, o Pantanal. 
"Ao mesmo tempo 
e,t:i locali,ado cm uma bacia 
hidrográfica de importância 
ingular. a Bacia do Prata, que 
abriga um conjunto de 
ccosc;istl!mas regionais que 
merece atenção para a gestão 
integrada. compartilhada e 
ti.111sfronti.:iriç:i. tr.idulindo o 
pressuposto de que meio 
ambic:ntc e rccu~os hídricçs 
não cem frontcir:is". gar:rntc o 
presidente da Rede Brasil de 
Organismos dc Bacias. 
O e, cnto contou com 
o apoio fundamental da 
ccretaria de Estado de Meio 
Ambicntl!. Cultura e Turismo 
( cmact), Prefeitura 
Municipal de Bonito e das 
redes internacionais: Red< 
Latino•amcricana de 
Organi mos de Cucnc3 
(Rcloc), Rede Internacional 
de Orgnnismos de Bacias 
(RIOB). Rede lntcmmericarrn 
de Rccun,os 11 idrico, e Centro 
de Agua do Trópico • mido de 
Arnêrica Latina e Caribe 
(C,TI tiL,C). 
Alvo 
O objc1i, o princip:il é 
promover a gest:io ambiental 
e dos recursos hídrico de 
forma inh:gr.:ida. mr:dinntc o 
intc:rc:'imbio de informa õc:.. 
conhecimentos ..: 
compatibilizaç:io de açõc 
impla111adn por distinta 
ntod Cidema 
e bacia 
........ 
• D6clo Queiroz prHldlú ,~,­ 
enc:ontro lntern■c:lon-', ,!" r-1 
,Bonito • • __ ',a..~k~ 
1111cr11,H.:Hlll,II' 
Of~illll/:!Ç<ll' 1k h.11,.'.l.l"i 
hiJrugr.1fo.:;i.. po,,1hil11.111.I" ;1 
idt.:r1tlln:.11r.lo clt .1,:ti.:, 
COIIJlllll,1"1 lJtll.' fW" ,!Ili 
fortalecer as redes ttcto.at 
e i11tn11,11.:in11,1l'I de t,,1,..1,h 
Possibilitou 
conhc-~1111cn1n d,.: e,p;.11(111..1.1, 
a respeito da participa,ao da 
~ocic<l.1<l..: ti, il e 1i-,.11.1r11..,, d.1 
;igu,1 na gestão ambiental e 
dos recursos hídricos no 
a ENCONTRO 
auto atonal 
1111u:i.h .. H 1; d i.: 1 unhL.1:1 d~ 
ddi..r .. 111,.:1, IIH.:(",1111 lll•l dt• 
1111pL 111t.:11t.t1i,,111 do, 
Instrutent d !e 
1 
1 th.· 
lt:dJI ·s biltres. oro 
, 1 't f l, 1., I :.l,h, 1 11.
1 
>lh l 1 
,!"ti.. pi.UI' dt.· ll'.ll(',I, 
h,dri .. ~- 1..n'r;. P'il'l, •. ati,111,1 
D .. ,,,, 
() l'll1.."1lllf(l C'• I 1111l1!1 Ili 
.1 1" ,._. rad da ade 
I''""' ,, ,J.b pd.1 1(1 IHJII e'" 
f I fdlll '.,i..:1, ,u.d ,
1
c < 11111!~ 
o ·10 definiu a enda que 
ida em maio, o adá 
/ rcpr::Sl'Jlt::Inlc cl.1 
écrcl3ria :-:acion:il de 
Recursos l liclrieo,, ~lnria 
Manuela e o presidente da 
Rc'tlc 13rasil de Organismo de 
Bn ias li idro;;rMic.h 
(Rcbob). D.icioQucirw Sil, J.. 
nbrir:1m ofici:ll111en1c u.1 noite 
d,: domingo p:L<;;.1d,, (31) o 1 
Encontrodc lntcrc:imbiopJra 
o Fortalecimento dos 
Organbmos de Bacias 
l!idrogr.iticas. qu~ foi 
r"!iliz.1do no  brru.i lloid. 
em Bonito. 
, abcrltrrn oficial 
aconteceu às 19h30m, com a 
prcscnç.1 de amorid.llk> do 
Brasil e pais :s vizinhos. Maria 
J1:uwd~l fel. confcrêni..:i.1 
sobre "Participa.ao dos 
Organismos c1 .. [l.1..:i.1:> 11.1 
Pol1iic:1 Nacional de Recursos 
li idrico,", iis 21Jh. 0 ento, 
uma parceria com o Fúrum 
N:icio1nl <lc Comit~ ... <le 
Beias Hidrografia . é um 
dos maiores ja realizados em 
Mato Grosso do u! 
CCntflll úr.t ,) .1p)I( 
dt1 C0nSl..1r.:h) lrn...-:murnr.:;p.11 
p::r.1 o Dc'::o .. :n,_oh ,m ·ntv 
Integrado das Bacias des Rios 
JirJnd.1 e ,pJ LC1J,m:iJ. 
t:1.mb.:m r,r...:,1Jid,., por D..:i:1L, 
Qucih'l. c.1 '-c..-1..:t . .tru d_· 
Rezursos liidricos e da 
;o;;:: :s::: :rrrs 
Agência Nacional de Aguas do 
Ministério de  lci0 ,mb,entc. 
No dia seguinte a agenda foi 
cht:ia. com ,,lnos ,,ori-.~hop~ 
mesas redondas e palestras. 
D,1, Sh :'is I0h 
aconteceu a reun jjo do 
Conselho Diretor da Rcboh. 
sob coordenação do presidente 
da Red~. D,icio Qucirot 
(,,orl..shop 1). rrnni:.0 do 
Conselho do Fi>ru111, 
coorden:td0 por l'a11lo hei~! 
(workshop2) e a p3kstr.1 
··Rc<lt."s lntcrn..!cionais di.: 
Org3ni,mo, J • Baci.i.-, 
lliJrogr:ific:i ••. ·0111 IJin 
Bem.u-J (workshop?) 
1 programação contou 
tJmbCrn :,i,:n1111.1riu.; ,ohr .. • 
Integração de Rudes de 
Organismo de Bacias na 
Amcri-:~ L.11in., - RrLOC •. 
,ob r, pon,JbditJ.i.lc d~ 
Ra mundo Jo-.C: S.::nt1..h G...mdD 
\HH!.,h.>r .1 l e ·•Cidl> dLJ, 
gu.1:-.·· . .:1..1111 ,, ... nenheiro 
flores:l Muni Casar Barbosa 
{:reir +.onsulter da Rebob a 
ni..:I n cal e do .J.:m.1 
em Mato Grosso do Sul. 
. 1 Uh ., m~,.1 
r .,;J('lf;.l.1 ~nm o h:'m.: 
"Experénas na 
Implementação dos 
fn ... tr1;,'l..,l?lh r lí1 1 (.,.,..,! 1;'."I 
dos Recursos Hidricos", com 
t11(1,Ji,:h, 1n-.t1tu.:1011JI 
mpatielcetn a JL·.ilid 
1,le e 
, dt1111 d,,.., d1tint.h 
t!anta'cs c também 
promover a aaltaçào dos 
resultados do alo das 
,!,!11,l"+, Ili l!,1111/,jJO') pcfo 
( 1dc111.1 p.1r.1 gar,lllt1r o 
fortalecimento da 
ergam/ades de banas 
L ,Ir .'Lili ... ,J l.'fll '1Jlt) (1t<''>'Kl 
d sul 
(Geraldo Ferreira Geg) 
,1 CC'Ordcu.1,.10 de J,r 011 
Ke!man, da Agência Nacional 
de Aguas e moderação do Dr 
Julio fhadcu Kcttcllw1. d., 
Secretaria de Reeur os 
Hidricos, dua autoridades de 
n..:ilomt: n:i .1r..:.t 
CO'ó Óf!CIO<; 
!'.:ri f lar obre o 
func,ori.,m..:nlo Jo.., 
Ct n~órcio.., uw:rmunil.:'.if}JI'),. , 
ReJ .:,,nviJc u I hmi'll.r,, de 
Campos, do Consorcio 
lnten11u11icipal d.,, 8~. ,,,. d<>, 
Rio> PinciL.:b.1.. C.1ph ... ri t,; 
Jundiai e a prefeita da cidade 
de l'cJri11hn, P.1uli.sta I SI'}. 
Ida I r.,nzC1,0 de . OUZ.!.. 
pre,idult: du C1,1n M,to 
lntcrmunic1r,t1 d,, 'JI <1", 
P;,ran~pancnu Cl'P ~ 
vice-presidente d.a Rebob 
COl!Tb 
O km r (l'lílJt .e.;, J-.: 
Bacias Hidrográficas foi 
Huroldo Ngueira, do Corte 
dJ B.,cu ,w R:o Bar~bu .. ~ 
Pirau::..,b.1. C-..p1,.1:i := Ju~dr.1i. 
Roosevelt Brasil, da 
Associação de usurios das 
guas do Medio Par.ub do 
Sul falou sobre 
funcionamento da Agência de 
1gua Associação de 
Lusa±rios. 
O Crtlo das Aguas­ 
propo,u, p . .u..1 gestão dos 
recursos hidri:os em Mato 
Grosso de Sul, fei apresentado 
pelo pretente de Antnio J4o, 
Dcio Queirz-- presidente do 
CiJt.·111.1 (." pdo ~~~r.:Wri, de.. 
E,t::Jll de Meio Ambienta. 
C'ulturJ 1.: fun,m .. ,. ~Lr..:1.l 
Perto C'arr:· r('I , i 2h s 
participantes fiz_ram a 
pausa para o alie. que foi 
.:niJ, fü''I J,.:.' 
([n, iado v,pcu . .al 
Geraldo Ferrira - Gg)

•ANTONIO JOAO 
------- JOl<t.t 1. TfiltlUNA 01 r ,>O'HH~A 
■1/1',ITI 
Dáclo cebe 2ª 
autoridade do Brasil e 
compa heiros 
O preki111 de 
Antônio Jo.1o, JJ.,, 10 Q11, 1101 
Silva, disse no ms passado 
nas festividades alusivas ao 
)k8 aniversário de 
emancipação politico­ 
ndl1in1,1r,1t1va do M1111icrpio, 
que o 1_,i:n.1<lor lt.11111.:.1. ·1 cbtt, 
"é llílld hderan a nacional que 
orgulha Mato Grosso do Sul 
e sua ente, usando seu 
pre~1lrio C !>llil forç.1 p,!l',I 
promover desenvolvimento e 
mrlhornr a qualidade de vitl,1 
populnçílo s11l-n1,,10• 
grossense" 
O prcfcilo tlc 
lr11ô11iu Joio D,ício Queiro, 
. iv,1 (l'MDll), 
i111porl11n1l,sirnas dois 
cunju111os rc::tidcncini-.. o 
aterro sanitário, a Casa do 
lncsio e o Centro de 
Gernçno de He11d,1, levando ,1, 
autoridades para visitar as 
obras de ampli11çio do 
hospi1nl da Vila Nova, 
drenagem de águas pluviais e 
11in:lsio de esporte na Vila 
Penzo. "Todos estes projetos 
sno fru1os ela capacidade 
ndministrativa dn nossa 
equipe e apoio da bnncnrla 
federal, cm especial do 
prcsidenlc do Senado RarncL 
Tcbet", assinalou D:icio 
Queiroz Silva. 
D.leio disse que a 
condiç'1o de presidente do 
Congn,sso Nacional projeto11 o 
senador Rarncz T,·bct 
nacionalmente, ampliando a 
nossa capacidade dos prefeitos 
de reivindicar com sucesso em 
13rasllia. ··o senadc,r con1in11.1 
o mesmo .. , diz D.icio "ah.:ndc 
os prcfoitos a qualquer hora, 
resolve os problemas e 
continua perto dn populaçJo, 
mostrando que mcrccc o 
■DENGUE 
nos90 apoio para conta4f 
trabalhando pelo llr., d e r, lo 
I stado", 
() presidente do 
Senado disse para a população 
de /11101110 JoJo n.i 
-,olcníd,1<k ,tqui 110 rnts 
passado, que "minha prande 
alegra é estar aqui, com 
vos, ver os lutos do nosso 
trabalho transformados em 
casas que abriam as familias, 
em hospitais que ,1Ct>llmn os 
doentes, em quadras cobertas 
que ajudam o 
desenvolvimento sadio da 
juventude, enfim, em 
resultados concretos que 
melhoram o presente e as 
expectativas de íu1uro". 
Ramez pediu apoio 
p.ui1 "continu□r tMbalhnndo" 
e disse que n clciçfio de /1 ndrê 
Pul'inclli significa o aunwnto 
da parceria que hoje cxislc 
cntrl! os Municipios e íl União, 
através da h,u1c.1úa fcdcr,i. 
·•se n parceria aumentar, 
íllll11l'lll.lm as ohra'!i, a gcr~u;:lo 
de empregos e as 
oportunidades de construção 
de uma digna, jm,l,l e mais 
feliz ... 
No mês passado 
participaram das festividades 
<los 38 anos de Antônio Jo:io, 
o senador Juvéncio César da 
fon,eca (l'MDB-~IS). o 
prcfci10 de Campo Grande, 
/ndré Pueinelli (PMDB), o 
dep111,1do federal 'alúe111ir 
Moka (PMDB-MS) e os 
tlepulados esrnduab Fl:ivio 
Kayalli e Cetina Jallad 
Martins e prefeito de /ntônio 
JoJo. D6cio Queiro, Silva 
(PM Dll) e os seu, vcreatlores 
da banc:-ida ni1 CámarJ 
Municipal. (Geraldo 
Ferreira Gegé) 
• [HCotlTPC 
MS obteve expe iê eia 
sobre ges -o das águas 
Escola ra! Moreira 
declara guerra contra 
deHMBlill® 
; dircçao da escola 
.. /Irai Moreira .. buscou jrnuo 
a Fundação Nacional de 
Saúde (FUN/SA). infomrn e 
conscicntiz:1.r seus alunos 
obre o perigo proliferaçJo do 
mosquito do Aedes Aegyypti. 
Nos dins 11 :i 15 de março 
estiveram uma equipe da 
Fund:-içio e desenvolveu um 
projeto elaborado pela e,cola. 
Junto com profl'ssorc.s. :ilunos 
e direção. Foi lrab,lhado com 
maquctn exemplificando 
como pode evitar a dengue 
cuidando das casas e quin7ai; 
as criunçus observaram 
através do microscópio a larba 
do mosqui10, um criadouro 
controlado com mosquito. 
pnnílctagcm. canazes, 
palestras e para en i.:fr:lmcnto 
do mC.s p~do. as crianç.tS 
assistir:1111 um filme, e 
n:gisrrJram com um painel de 
fotos. 
Em t.!lltrcvista ao 
jornal Tribuna da Fron1eira de 
Anlonio lo"º· Ndi Garci11 de 
Almeida di e da importância 
da conscicnti1.açJo dos alunos 
e que os mesmos ~cr?to 
concicntizadort.!s na 
socicdadc, e disse mais que 
cssc projeto deve ser 
desenvolvido em todas 
escolas para que com isso 
estejam definitivamente livres 
do mosquito. 
Ela colocou que 
outros projetos virão e que 
uma escola democrática se 
constrói com a participação 
coletiva e que esta muito 
orgulhos:i dn sua equipe de 
lmbalho e ·seus nlunos. Para 
cc_>ncluir t:la que .. 3 cducaç;lo 
so 5érô. verdn.dtií.l quando o 
homem :i.crt:dit:ir 
,cr-cbdeir.im...:nte no homem·· 
finalizou Neli. ' 
(Gcrnldo Ferrdrn _ Gegê) 
(J [ nconlrn d,· 
lntcrc,,111bio pua o 
1 0rt,dec imcnlo de 
Organismos de Bacias 
1 lrrlro •rnliL,h. que 11<111,c un 
llonrlo, permitiu a M,110 
C,ro,;o do Sul conhecer e 
d i,c111 ir dd u enle, modelo, Jc 
gestão dos rccur,o, hídrico,. 
através de depoimentos sobre 
experiências da Bahia, Minas 
Gerai , So Paulo, Rio Gmndc 
dú Sul. SJnl,1 ·marinn. Paran:, 
e Ceará. cnlre outros Estados 
"A comunidade sul­ 
mato-grossense teve a 
opor11111idadc de conhecer 
e 1c, modelo e aprofundar ne 
que é mais aplicável à nossa 
rcgi:1u. cm c;pccial na bacia 
do /llo Paraguai ... rc»allou 
o prcfci10 D:icio Queiroz. 
pre,idenlc da Rede Brnsil de 
Org,111i,mos de Bacia ( Rcboh) 
e du Con5Órcio l11tcrrn1111icipal 
para o Dcscnvoh irncnto 
lnlcgrado da, Bacias dos Rios 
Miranda e /p:i (Cidcma). 
l'ar:i o presidente da 
Rede, que reuniu consórcios 
intcnnunicipais e comit~s da 
grande maioria dos Eslados 
brasileiros, é real a 
oportunidade de conhecer as 
diferenças entre csles comitês, 
.igências. associações í' 
a EVENTO 
Lideranças e 
arnbienlalistas prcscn1cs 
ao Encontro de 
Intercâmbio para o 
Fortalecimento dos 
Organismos de Bacias, 
realirndo na cidade de 
13onito (MS). fizeram 11111 
paralelo sobre as ações 
desenvolvidas nos 
consórcios e comitês. 
explicando o 
funcionamento de cada 
11111 dos organismos, 
sempre de acordo com sua 
região de origem. 
Nelson da Franca. 
coordenador nacional do 
Projeto /lto Paraguai e 
rcprcsentanlc da Agência 
Nacional de tgua (; 
1 
A). 
disse que a Organização 
dos Estados Americanos 
(OE,) avaliou 
componentes 
administrativos e políticos 
no recente relatório 
cstratêgico de recursos 
hídricos. divulgado pelo 
13Jnco lnterameric,no de 
• Desenvolvimento (BID). 
consórcios, q11c na su.r 
opinião, devem atuar de forma 
cornplc111c111ar cm cad.1 bacia 
hidrogr:ifica. a mesma 
opor11111idadc foi discu1ída 
uma agcnJa nacional para as 
enlidadcs. 
.. / mela é fortalecer 
os organismos de bacias 
hidrográficas de forma a 
anicular uma atuação 
integrada entre o setor 
público, usu!irios e a 
sociedade civil e também 
garnntir n participação dcs1cs 
organismos na política 
nacional de recursos 
com c:1.perientcs estudos 
de bacias. 
Antônio Adolfo rcla1ou as 
experiências com o 
Seminário sobre a Bacia 
11 id rogr:I fica do Rio 
Guandu, no Rio de 
Janeiro. oporlUnidade cm 
que discutiram os 
problemas e soluçôes para 
o organismo da bacia e as 
1ções desenvolvidas 
a1ualmen1e no Rio pela 
Companhia iderúrgica 
acional (CSN), que trata 
a água do rio Guandu. 
Ou1ro tema importante 
quanto à diferença entre 
comitês e consórcios, 
abordado por Dalto Favcro 
Brochi, rcprcscnlante do 
Consórcio ln1errnunieipal das 
Bacias dos Rios Pir:icicaba, 
Capivari e Jundiai, que 
1ambém preside o Comitê das 
Bacias llidrogr:ificas dos 
Rios Piracicaba. Capivari e 
Jundiaí. Ele disse que o 
consórcio faz papel de 
agência e focilila as ações do 
~omitê. 
Cortes 
:sc.o-v;is . IPcnuancntt:s de Cí.lios 
Suportes e Permanentes ]p471
e ·M GI 
. - 	cpuaçao c aqui ..agem 
Banho de llrilho Manicure e Pcdicurc 
llcflcxos e Tinturas 
Representante da New Hannony Cosméticos 
hldrico,·. g,1r.u1tc o co11,111ior 
l-1:iuri Pereira. sccrc1.:1r10 
executivo da Rede, que 
orga11iLou a rc1111i,1o do 
conselho diretor da r:nliJ.,dc 
Ele ressaltou a 
oportunidade de hu,car 
atuação integrada e. ao 
mesmo tempo, definir 
estratégias que po ... sibili1ct11 
organi,ar 11rna arnpl.t 
capacitação de tl.:cn1cus e 
comunidades dos distintos 
sclorcs no sentido de 
dcscn, oh cr a gestão das 
águas de acordo a ... 
características locais e 
n m 
regionais, envolvendo e 
comprometendo estes setores 
na administra, ão das guas 
Para a implanta,ao 
deste pro rama a Rebb conta 
com apoto da Secretaria d . .: 
1t,:ur,o, llrJr1L1l> Jo 
Mintéro do Meio Ambiente 
e da Agencia Nacional de 
Aguas, através do projeto Alto 
Paraguai nas regiões de Mato 
Gr, ,,o e '1.I llll (,ro, ,,>d,,""' 
Apoiaram o evento a 
1'1dcít11r;r ,111111c1p.il de 
Bonito e a Secretaria de 
1 ;t:rd,, de Mero Ambiente, 
Culwr:r e Tursmo, alem do 
1I/, SRI I e /NA 
E m razão disso, teve 
,, pnrl1'ip.,ç;1o do, 
representantes da Secretaria 
de Rcc11t><h llidrico, . .1.trra 
:V,.1nucl,1. d,1 /1':,. 1 n!dcrr ·o 
rrc1l,1' C O toordctrndor do 
Projeto Alto Paraguai, Nelson 
d., 1-rJIICa. O C ClllO é pioneiro 
com :i a pro, aç:lo da Agenda 
para Fortalecimento dos 
Org.ani,rnu, de Bacias, que 
devera ser apresentada na 
a»cmhléia da Rede 
lntcrn;ic1011al de Or!!.lílÍ,mode 
B.1cias (Riob), prc,-isla para o 
mC, dl.
0 
m.1io, no C:mad,L 
(Enviado especial Geraldo 
Ferreira- Gegé) 
bre 
Rua Cândido Mana no, 1 i 5 - Centro 
Bela Vista/MS - Fone: (0**67) 439-252-1 
As maiores 
au1oridades do setor de 
recurso hídrico do Brasil e 
do exterior estiram reunidas 
na mesa rcdondn que 
começou às 1 •Ih. com :t 
p.,rricipuç:io dos or,,ani,mos 
de bacias na Gestão dos 
Recursos H ídri os. 
1
·Pou1:1 
vezes tantas autoridades desta 
irea estiveram juntas num só 
e,ento·:, dc.stncou o presidente 
da Rede Brasil de Organismo 
de Bacia, Dicio Queiroz. 
A coordena;:o 
esteve a cargo de Richard 
Megantk, pr • dente da Rede 
Interamerieana de Recursos 
1-l"lrr,os. Ahin Bcrnnrd 
presidente do Instituto 
Internacional de Aguas e da 
Rede Internacional de 
Org.mi,m,,, de Baias(R '.,h) 
Raymundo Jose an6, 
... 
IVO 
a EVENTO 
Grutas de Bonito com rio 
potencial hldrlco do Estados subterrâneos mostram do 
.... 
Gnrrido e Eduardo Mestre. dJ 
Rede Laiino Ameri anl de 
Organismos de .Bacin; 
(Rtloc). 
Na mcsrn:1 mc:sl 
esti,·cram tnmbt:m D:ício 
Queiroz e Mauri Cesar 
Pra Psreirs. d Rede 
rasil de Organismos d.: 
Ba ias (Rebob) e Paulo 
;facicl, que preside o Fõnrm 
Nacional de Comitês de 
Bacias Hidrográficas. Às 16h 
foi rslizadá uma reunião 
ojunta entre Rebob, Relo: 
e Fórum. para definição de 
um plano de ação para 
Integração das redes de 
organismo de bacias. O 
encerramento do evento fo 
~, 
1 
ih. com dehJtC>, 
conclusões e agenda. 
Enviado especial 
Geraldo F ,·rrcir,i - Ge,:e)

JORNAL, TRIBUNA DA FRONTEIRA 	• BELA VISTA 
------------------- ---- - ---------~ 
A 97 
CÃ 	ORMAÇ 
- 
Kande requer à Prefeitura cópia de 
1111 nscal do Atacadão 
Através de requerimento 
aprovado por unanimidade na 
se slo ordinária desta emana o 
Presidente da Câmara Mumiipa! 
Vuc.,1dor L.u11 Ak;.,mdn: l .owt:1- 
ro Palmiéri (PIL), solicitou ao 
l'rcfello Munk,pal que c1111e 
,qurl,1 C11J rlc l.ci, c6p1J d,t 
Nolíl I iscal referente ao empenho 
do da 14O1/02 em fo, or J,1 fir­ 
ma Mta ado Dist om e lndus 
tria, de Campo Grande-MS, no 
valor de RS 7.300,00 
Xande observou que é 
preciso saber se os produtos ad­ 
quiridos do Atacadlo, em Cam­ 
po Grande, 11:lo ,no,e11cun1r,1dos 
no comércio locnl, cnfatl1ando 
que o po,kr publico munrc1p.1I 
deve valorar o comércio de 
Bela Vista, "que gera impostos, 
oferece empregos e contribui 
para o de<envolvimento do mu­ 
nicipio", assinalou. 
Dertara da ru llfil Ili ■elPÇI 111 
1111m P11n11t1 J 
Cópia de contrato das obras 
de asfaltamento 
De 11111orin das bancadas 
do l'SDIJ, l'FL e PT, foi cttcanti­ 
nhado requerimento ao Prefeito 
Municipal solicirnndo o envio t 
C/umrrn de cópiu do contrato da 
Informações sobre leilões lle veículos 
da Prefeitura 
Os Vcrc:ndorcs i111eg_r.1111es 
da bancada do PSDU na C.inma 
Municipal, Julio Leite e Cica 
Lino, subscreveram requerimen­ 
to endereçado ao Prefeito Muni­ 
cipal solicitando a rclaç~o dos 
,eículos que foram leiloados pela 
Prefeitura Municipal, o valor 
npurndo por cada veiculo leiloa­ 
do e o nome dos n:spcctivos com• 
pradorcs. bem como seja infor­ 
mado onde foi aplicada a receita 
arrecada com esses leilões. 
O Vereador Gctulio Lino 
Filho enviou requerimento ao 
Prcfoito Municipal solici1ando 
que inforn,c : C;im::ira o nome 
dos tl!cnicos agricobs nomeados 
para as duas vagas criadas no 
.iinbito da ccrctaria Municip=il 
de Desenvolvimento Económico. 
Obscr'OU que os cargos foram 
criados no ano passado, através 
de Projeto de Lei aprovado pela 
Câmara e até agar.,. nrto se tem 
conhecimento se houve ou nlo a 
Em indicaçao ao Secretá­ 
rio Municipal de Finanças, com 
cópia ao Secretário Municipal de 
P!Jncjarncnto, o Vereador Waldir 
Cardoso (PT) fez um apelo no 
sentido de que os valores do Im­ 
posto Sobre Serviços seja n:visM 
to pela numicipalidadc. 
cgundo Valdir, cm con• 
tato com di,•crsos proprietários 
dt: pequenos estabelecimentos 
prcst:idon:s de serviços, como 
biciclct:irias. por exemplo, obser­ 
vou que os vnlorcs do referido 
imposto, que antes variavam de 
RS 6.00 a RS 9,00, agora cstao 
custando cerca de RS 60,00. 
Prefeitura Municipal com a fir- 
111.1 que." está cxc:culJndo as ubrns 
de asfaltamento nas ruas que cir­ 
cundam o Cc111ro de Saúde Mu­ 
nicipnl. 
Informações sobre nomeação de 
tecnlcos agrícolas 
..... •a t• l'lll 
Ao Sccrcurio Municip:il 
de Obras e no SAA E local o Ve­ 
reador Waldir Cardoso reiterou 
indicnçl'lo solicitando a expanslo 
Também ao Secretário 
Municip:11 de ObrJ.S o Vcn::idor 
Waldir Cardoso solicitou que seja 
determinada a retirada das pedras 
cnonncs que ficaram soltas nns 
norm:ac;do dos h:cnicos ~1gricolas. 
Waldir quer revisão nos valores do 
Imposto Sobre Serviços 
competente da Prefeitura Muni­ 
cipal proceder essa rcvis!lo, até 
mesmo por uma qucst~o de Jus­ 
tiço. para com esses humildes 1r.i­ 
balhadores", assinalou. ~Nada m:iis justo que o setor 
Remoção do lixo acumulado na cidade 
pardo) foi ena inhado ep 
d nte ao Prefeito Mar pal ret­ 
vndiando a asertura da rua ba­ 
rao do Mtl ... ;,.o. que cruza oba r­ 
to Planalto l, com acesso pata a 
UK 061) 
Recuperação de lmninárias na Vila 
Nova Esperança 
Rmnao PJ,cdes. Vereador 
do PrL, encaminhou mndicação 
ao !:,ccrctário MunrcipJI de Obrus 
solic11,111do que seju prov1denci­ 
ada a tecuperoç:Jo das lurnmán­ 
as da Vila Nova Esperança. no 
bairro Água Doce. 
Reforma de Escola e perfuração de poço 
O Vereador Waldir 
Cardoso endereçou expedien­ 
tc ao Prefeito Municipal pe­ 
diodo provid~ncias com rclJ- 
(XpanSãO das redes de água e energia 
• çJo a rcmoç:lo do lixo domi­ 
ciliar que vêm se a.cumulan­ 
do em diferentes pontos d:t 
cidade. 
dns redes de água e energia para 
um:1 n:sidéncb. locnlizada na rua 
Guilhennc Pnredes. entre o.s bair­ 
ros CostJ. e Silva e Primo.veras. 
ReUrada de pedras das ruas cascalhadas 
nus ::i.pós a cxccuçJo dos serviços 
de casc.:ilh:im~nto e p:itrolamcnto, 
c::on.sidcr:indo que essas pedras 
, êm C?usando dnnos nos veículos 
e até mesmo ncidentcs. 
Ramo Paredes também 
foi autor de ind,caçao ao Prefei- 
10 Municipal, com cópia à Sccrc- 
1!ri:1 Municipal de Educnç,lo, so• 
licitando a rcfonnn., com urgên­ 
cia, da Escola Municipal Santo 
Antonio, bem como a perfuraç:lo 
de um poço na área da referida 
unidade escolar. 
Ele observou que o pré- 
Construção de Centro Comunitário 
no bairro ltaboraí 
Em indicaçlo ao Prefeito 
Municipal o Vereador Flavio 
Godoy (PT do B) reivindicou a 
construc;!lo de um Centro Comu­ 
nitário no bairro ltaborai. Ele in­ 
formou que os moradores possu• 
cm o terreno destinado a conslru• 
ç,lo do rcfrrido Centro Comuni­ 
t:rio. qul'. é 11111a :rntig.a rcivindi• 
caçáo daquela populaçilo. 
Ambulância para o Distrito Nª Sª 
de Fátima 
Ao Prefeito Municipal o 
Vereador Flavio Godoy solicitou 
a doaç~ode um:i ambul5ncia p.1r.i 
atender os moradon:s do Distrito 
N.1 s• de F:Stima que muitas ve­ 
zes nJ.o dispõem de uma condu• 
çlo para se locomoverem até o 
l lospital sao Vicente de Paula cm 
casos de doenças. 
"Sabemos Sr. Prefeito. 
1
io da Escol:! t'.'ncontra-sc: tm 
precárias condições e o poço de 
água polávcl existente. que 
arcnde aos alunos. profrssores 
t: moradores próximos, muitas 
zes seca, com isso essas pes­ 
soas são obrigadas a pc:rcorrt­ 
rern mais de mil metros pJra 
pegarem água em uma mina". 
ressnltou. 
p:itio do Centro de Saúde Muni­ 
cipal que quase nJo < utilizada, 
pois o municipio conta com 
1113is duas ambulâncias no, as . 
sendo que no Dis1rito N
1 
s.1 de 
Fâ1im;i existem ,gentes comu­ 
n11jrios de Saúde que poderi• 
am perfcitamcnlc cuid.:ir dessa 
ambulância", afirmou Flavio 
Godoy na justific:itiva de sua 
que existe uma Jmbulância no indicaçJo. 
Arrumação de quebr a-molas 
Atr:ivés de indicac;~o ao rc ao supcrmercJdo SJo Geral• 
Chefe do Departamento Muni• do. Segundo O Vereador. os 
cipal de Trânsito o Vereador proprietários de ·ciculos recl.1- 
Flavio Godoy solicitou que seja mum que O quebra-molas estra• 
Jrrumado o quebra-molas da ga os veículos que por ali pas- 
ruJ BarJo do Ladário. cm frcn• sam. 
Outras reivindicações do vereador Bispo: 
/o Secretário Municipal 
de Urb:inismo o Vereador Jair 
Bispo reivindicou a limpeza do 
matagal da rua Barão do L.1dário. 
ao bdt> da :irca onde cst.:lo sendo 
construld:is as casa.s do Projeto 
"Xc Roga Mi", bairro Costa e 
Silva, retirada de galhos e entu­ 
lhos na rua Fernando Fcm:mdes 
Leite, cm frente a Igreja Lu1er:1na 
do Brasil e a limpeza e re1iruda 
de entulhos na rua Euzébia 
rvfartins dos San10s. próximo ao 
n° l .2.S-4. bairro Costa e Silva. 
Ao Sccn.:tário Municipal 
de ObrJS Jair Bispo solicitou a 
rccupcraç.ao da.s ruas Eduardo 
Peixoto, próximo à rua N
1 
S
1 
do 
Perpétuo Socorro, bairro Planal- 
10 I; Rio Grande do ui, prôximo 
ao n° 33. Jardim Boa Vista e 
Manoel Jorge das Neves, proxi­ 
mo ao n° 21.t. bJirro Primavc.r.i 
L 
Indicações e ProposiçõP-i; verbaiS: 
Vereador Getulio Lino 
Filho • Enc:iminhou expediente: 
ao deputado estadual Pnulo 
Corra, em seu nome e também 
dns Vereadoras lsabclla de 
Mames Pinheiro Murano e 
OrlJndn Freitas do.s S:mtos, soli• 
cit::indo que o p:irlamentar 
• viabiliz.e junto Jo Governo do 
Estado mnis uma remessa de 
lama a.sfãltica dc:stin::i.da J recu­ 
peração de varias ruas asfaltadas 
da nossa cidade que se cncontr.1m 
cm precárias condições de tr.in­ 
sito. observ·.mdo que a conserva­ 
çilo do a.sfolt.:1mcnto j:1 existente 
leve ser priorizado. 
Vcr·tndor!I ls:1hella de 
Moraes Pinheiro i1urnno-So­ 
licitou a Mesa da C.inrnra Muni­ 
cipal o envio de uma foçlo de 
Repúdio ao Diretor Proprier:kio 
do Jornal "O Estado do Pnntn­ 
nal" por ter publicado matéria, 
na cdiçJo do dia 28 de Março do 
corrente :mo. cit::rndo-a como 
Vereadora "sem partido". Me 
:ldmíra n falt:i de inforn1:1-çJo d~­ 
:,:: cidadJo. por isso quero que 
:sta Casa tnrnminhe essa MoçJo 
de Repúdio à esse jomol e que o 
mesmo fnç:t a dc-vid::i ca:rreçilo o 
5 
A serst. de 
[dura,Mo a V da 
ti»indicou ar 	S 
cola Agrie oh. e ',1 
$'Series(Hnsn al) 
destinada prunipah ente aos fi­ 
lhos de pequenos produtores ru­ 
r ais, oferecendo à eles, alem do 
ensino fundamental, ursos vol­ 
tad s principalmente para as ire­ 
as d.1 llffllu'tur,1 e J,l pc-~u.i.n.1 
/ rF Lf ~1', .1 Vcrc.1d<>r.1 
Orlan<l,1 pt'diu a mudança de lo­ 
ui de um 1dd<1ne puhl,rn. tipo 
orelhão", no barro Planalto, para 
.i frente- dJ CJJ do Sr Anselmo, 
considerando que o atendimento 
aos moradores está bastante de­ 
fiettàrio devido a locJl11,1çJo do 
rcíerrdo ap.,rclho 
AI'! I  1 .1,1, ,.1 ,.1 
CaLino sob touacp ao da 
teu de cnra letra na ru 1 
k arde oamanta, no Lotu nto 
Sao Dominyos, bairro laborai 
4 Secretaria Municipal de 
( rtanmo Cia l uno solicitou 
que ja feita a coleta de lixo 
domihar no Conjunto Erva 
M 1~. p,11...lcranJo qu, desde o 
d,J l 'J d, H,rço t ,e ser, i,o tr.l­ 
sico c essencial não realizado 
no rcfcnJo tun1untu 
Outra reivindicação da 
Vereadora Cia Lino, endereçada 
, ',euct.Hra Mun1t rp.il d, Obra,. 
foi ,1 rt'L.Up<.:r,1~!•) d.1 ru,t Jusé 
oures Pires, om cascalhamento 
e patrolamcento, nas proximidades 
da residência de n" 96, no bairro 
Pnrna tr.1 li 
C:imar:t Municip:tl de fleb 'isfrt 
l'orecer N" 007n002 
Autor Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final 
Os Vereadores que abaixo subscrevem, integrantes da 
Comissfo Pcrmanénte dé Lq;i1l.1ç,lc>. Jus1iç,1 e RedaçJo hnal, 
reunidos para analisarem o Projeto de Lei n 002O2 -Executi­ 
'º Municip.11. que "Dispõe sobre abertura de Crédito [spccial 
para o Sc,.iço At11ôno1110 de Água e Esgoto - SAAE". 
O Relator, após análise, opina favoravelmente prla u:t 
Cn1micaç!io. to Pan..:cl.'r. 
Sala das Se,,õc;, OI de abril Jc 2002. 
Jair Bispo - Prc11d~nte. Gctulio Lino - Rel.110,: Ramfo 
Paredes - :vlcmbro. 
Parecer Nº 008/2002 
Autor Comi,s;lo de Lq!hlaç:io, Justip e llcd,çflu Finnl 
Os Vereadores que abaixo subscrevem, integrantes da 
Comissão Permanente de Legislação. Justiça e Redação Final, 
 rellnido~ parJ ;111.tli~1rcm o Projl!t0 de Lei n00202- _Vere:::dora 
1,abella de MP Murano, Declara de utilidade publica a asso­ 
ciaç:lo de lloradorc, do bairro d.IS Primaver:15. 
O Relaror. npós :irülic;c. opin:1 favor:n elmente pela sua 
tramitação. E o Parecer. 
Sal.1 das Sessões, OI de ahril de 2002. 
Jair Uispo • Presidente; Getulio Lino• Relator: Ramão 
Paredes - Membro. 
l'arecer l'iº 009/2002 
Autor Comissão de Legislaç:io, .Justiç:t e Hed:tç:io Fino! 
Os 'c:rcadores que abaixo subscrevem, integrantes da 
Comissão Permanente de Legislação. Justiça e RcdaçJo Final, 
reunidos para analisarem o Projeto de Lei nº 00i/02 - Vereador 
Luiz A lcxandrc L. Palmicri. que Dispõe sobre denominação 
de Gin:i.sio Policsponho, e dá outras providências. 
O Relator, após on:ílisc, opino f:n or:n dmcnte pelo suo 
tramit:ição. É o Parecer. 
Sala das Sessões, OI de abril de '.!002. 
Jair Bispo• Prc,identc; Gctulio Lino• Relator: Ram/!o 
Paredes - Membro. 
j. AJUDE SEU MUNICÍPIO 
vek$ DERROTAR A DENGUE 
A Sra ate(±atgsSuu3era 
li'- 
Como evitar nt od e»agSretare gt 
turca$ Me1acena tnzataea 
a dengue? eaenergat ta0rga 
a3 
w u; diodo Sr As 
~ ~ ..... ~ ;alp,a 
La pas4aos da 
atongprz od e.o 
p:;.a,--...;u • C:.'>l'.1i U'NI W;t :,O 
apene e taco%st-tau 
• 
.....,......-.>.n.rc:,r-co,,o,., 
se b ege.zetese 
tir a a0a 
aros ti)aportar aia3s asa 
·a voe hggrta tetos e 
tara 
± 
t.ou $gta pa 
tartas.at pau'aaugua .. 
~ ç.r-.1:..U i4fN:l OI c;-..o.ç:,. 
Simomas 
;:Y'Jea.;.::t 
•i.t:1,..-.tua:...n(t-,~ 
da dengue 
• 
gore ezt'rate 
hc.ta3ot 
•01>!>:::iit' ... ~~ ~ 
Dres o atea ena ota, eneta 
hhao e Me. hra po.e k3 
roa cas enas patas mantas ~-,.,.,,. 
a s prt ro tuude 	ta«e eteta Me. a 
pattata.ata magoei aot 
ês 
< tu. peg o"anaet 
"-""'Ç'~-.r::::: e.J ga1•0,o • =.:rwt: 	por pesa"t atg.ata 
ca3as 
Se allfllSentar os 	r 
stntomasprocmea 	_ 
Ullilll!llfld!)~úde '= l!lfflUll• - 
llllllSPlOJIJDla ,.""" -•- ...,,,.. •.

• BONITO 
Nercv Santos, esclarece a ver ade sobre 
o Aeroporto lnternacion I de B nilo 
Com a nótícias que 
as obrns do ncroporto v1lo 
iniciar fiquei muito con­ 
tente, porque tnnto o Esta­ 
do, através da Sccrctarin 
de Estado de Obras Públi­ 
cas, nossos parlamentares, 
n Administração de Boni­ 
to, os empresários e a co­ 
munidade num todo se s­ 
forçaram muito para que 
essa realidade viesse a 
acontecer, sem contar com 
os recursos financdros que 
fornm aplicados cm função 
_de projetos estudos, e que 
saiu do, cofres 11111nicipai 
Quando entrei na ad­ 
rninistraçfio da Prefeitura 
Municipal de Uonilo, OI de 
janeiro ck 1997, foi quan­ 
do fizemos os pri111eiros 
contatos sobre a possibili­ 
dade de se fazer um estu­ 
do sobre a "inclusão da lo­ 
calidade de Donito na Rede 
do Plano Acro, iário do Es­ 
tttdo, bem como sua con­ 
te111plaç:io no PROFAA ". 
Em setembro de 
1997, o ecrcl:irio de Es­ 
tado de Obras Públicas Sr. 
l vandro Eurico Faustino 
Dia atendendo ao pedido 
da administração muntc+­ 
pal. m 111dcstou o rcdad<J 
.111,na'.·, do OI n l lf,IJ/97- 
C,AIJ/.~O1'11. a,, e111.10 
Digníssimo Ministro de 
1 ,tado d,, Ae,on 11111ca. le­ 
nente Brigadeiro do Ar - 
1.elio V1Jna Loho. wlit1- 
1.111rlo a in lu,.io do Proje- 
10 110 3° l'lano de l11ves11- 
111c1110, l)i.,nual-PI 11 de 98/ 
99. 
Em setembro de 
l .99X. fi11aln1cn1c 1<·ccbe- 
1110 a noticia da Deputada 
Federal Marisa Serrano, 
ílUC ntravé, de, n,i~adeirn 
l:111a11ucl iugu 10 <le Ull· 
vcirn, a ,cssor pnrlnmentar 
do Ministro da iernn:íuti­ 
ca Tenente Brigadeiro 
Lélio Lobo. "O Mini,tro 
deve assinar ainda este ano 
o convénio com o Estado 
para con,truçilo do icro­ 
porlo de Uonito". 
Convénio assinado. a 
Licitaç:io foi reali,ada e a 
empresa Financial Cons­ 
trutora Industrial Lida, foi 
:i vencedora publicado no 
diário oficial nº 4867, 
Edital de Concorrência nº 
02/97. 
A estimativa Global 
de Investimentos orçada 
pelos grupos de componcn- 
lt li I l C JJIICI I f1,or r1 
assim dr trbu dos confr­ 
me Parecer Iéenuon O)l/ 
Di> J/0(). r, .il11 ,d, J cl,, 
Instituto de Avias,ao Ciil 
pcl.1 equipe lc.:t.ll!L,t d, 
IM. ( O1AR. IH R'-1 1,­ 
Dr.ão Aeroata, Arq 
Wilson Vilanova Filho, 
Eng Kazuhiro Uekane 
IJiol. C.:rrlo, Alberto F. de 
ouza 
Área de Momento 
!{$ 6.362400,00 
Terminal de Passageiros 
R$ 1.026.595.00 
Scn iço de Co111r.1 incé11d1u 
R 882.000,00 
Protecão ao V6o 
1{ 1 .U97 .UU!J.UU 
Sistemas Complementares 
R$ 265.870.00 
Engenharia 1L 
626.205,00 
Total Gnal 
RS 10.260.070,00 
O que esclarecemos 
acima, foi ús fases cn1 que 
se passou o projeto e como 
foi seu andamento, também 
para o povo de Bonito tirar 
suas próprias conclusões so­ 
bre as politicagens mentirosas 
que foram publicadas no dia 
15 de março de 2002. no Jor­ 
nal o Progresso (Caderno dos 
Municípios). 
Antes de deixar a admi­ 
n istraçào cm dcLembro de 
:, 	H , 	h. .• 
,11,J. r ,, 5 p .• - 
1 "• endu ,1 prrntclfJ I<, 
33 333.33em 30 07 2O01, e­ 
yunda de R 3333333 em 
30.01.2002, a tereia d R 
3J )} J. lJ Lrll ](I 117.2fl02. ,1 
q11.HIJ de !{~ JJ J 1, 13 Clll 
)O OI 2003 e a ultrn, de RS 
66 666.66 l'IJI ]() 07.20()1. 
logicamente que fiaria para 
a atual administração a obri­ 
gaão de pagar as parcelas, 
rspruri/anlr« 
!,!Ili Jcch,tr o 11t:g.oc10 dn com• 
praj,i er.1 outubro/2000, final 
da m1nh,1 adminisrroç,lo. 
Quero deixar aqu, rc­ 
gistrado, que :, matéria 
publicada no Jornal o Progre,­ 
so. e 1r1e1111rosa e calc11las1a. o 
eo111ra10 da aquisição d,1 áre., 
do aeroporto foi autorizada 
pelo l..egisl.11i, o conforme Lei 
Municipal n" 842/2000 de 08 
de julho de 2000. (para 
quem quiser ,criticar é só se 
dirigir até o Lcgislati, o mu­ 
nicipal), quanto a prc, isão 
cm orçamento. está previsto 
no ORÇAMENTO ANUAL 
de 2001. página 156, plano 
de trabalho; 1500 - Secreta­ 
ria de Obras e Serviços Ur- 
ta esconder o 
o hsoutro" 
e 	uonde c ae 
raças ao trabalho de muitos 
admuni tradores qu guera 
tam esa cdade e tambem 1 
ie povo que aredita, qu 
enquanto nossos admmistta­ 
dores perdem tempo e as- 
1.,m , crha puhl,c.,; puhli­ 
cando desavenças. poderam 
IIIUllO cm tcstat pnsa-+u 
em como re,ol, cr J ,audc 
publica que esta caótica lOlll 
a saida de , ârro, medico, do 
nosso municipio, a escuri­ 
d,io crn que se encontra a ci­ 
dade. a m11nu1cnç.lo das ruas 
que e tão fechando de mato, 
a situaçJo do laxJo que fa. 
sorccc a criaçào do 1110,qua- 
10 da Ol:.NGUE. o funciona­ 
mento da Usina de 
Compostagem de Li,o o 
Centro de Zoonoscs e 1am­ 
hém a grande e, a,Jo focal 
que e,1:i entrando pelos r,1- 
lo da incompeténcia. 
fionito-MS, l 9 de março de 
2002 
Nercy Soares dos Santos 
. 
Negócios, rodeios 
e os melhores shows, 
na feira da maior 
pecuária do país. 
Novidades ds indústria, comércio, ervice 
tnsmno. bxpos.tares internacionais. Leile 
shows, rodeios, diversão. Pepar+e para o 
maor evento que você jà vu. Et chegando a 
b<f>OSrande 2002 Uma f..;,o do lcmonho do 
pe<uémo de i\of.:, Grano Sul, o maior do Sra.d, 
E ma,,: julgcmento de animais, provas de 
hipismo e lo;o, acls de palestras t<nicas para 
o prohssonas da área de agropecuária 
comidas tipicas e a in d a a e «t eia do fetal de 
Música Reg1ono. um mcen1wo aos arta•m da 
nouo hmo hpogronde 2002 Lugar de 
diversão e bons negoic e aqu.. 
Shows 
11 / t.. Sr uno e Marrone 
1 VA. Alnm Scner 
t 3/ 4 Skonk 
14/ d· i'orlon e Maion 
t 8/ 4 : Reberre Mi1anda 
19/ 4: Cry,han e Ralf 
20/4. Da«l 
21/4. Rd e Rerne 
Rodeios 
Dia, 15. l6e 17/4 
Leilões de 1 º a 23 de abril 
O 1 / 4 • 20h30 • 30' lc,lõo Doi, de Ouro 
02/ J • 20h30 • 18' le,lõo lS Nelore a Campo 
03/4- 20h30 • 27' le,lõo /.órro E 
04/4- 20h30 • 7' leilão JW 
05/4 • 20h00 • 1' le,lõa Nelo,e Svper 
06/4 • 16h00 • 3· lo,lõo VR Campo Grande 
07/4 • 16h00- ?- el3o Nele Mex MS 
08/ 4 • 14h00 • t' lc,lõo Fêmec1 do Fvrvro 
OS/ 4 • 20h30 • 1 J' lc,lõo Top do Mocho 
09/4• 14h00-1'lcolõoSóBczcrro,doMS 
09/4 • 20h30 • leilêo Pró•N.-lo,e·MS 
10/ 4 • 14h00 - 1°til3o Pecoce [S5 Cruzamnen'o Industrial) 
11 / 4 • 14h00 - leilão de Corle Copi1ol,zo 
1 t /4- 20h30 • 7' Leilão Rc,o Nele,,., 
12/ 4 • 14h00 • le,!ao So Nelo,o 
12/4- 1BkO - telao Caval Pen+anero 
t 2/ 4 • 20h30 • 26' le,lõo Nelo,e Ccmpo Grande 
12/ 4 • 20h30 • Le,lõoWe,J Mocho 
13/J • 18h00 • 6' le<lõo G,rolcndo do Fczcndõo 
t 3/ 4 • 20h30 • 2' G,onde loilêo un;õo do Reco Ne'are Especial 
14/4 • 11h00 • I' Lc,lõo Mo,ler (),,;no, 
14/4 • 14h00 • Le,lõo Terra Roxo 
14/4 • 18h00 • 4' le,lêo Expcn1õo Mongolcrgc Morchcdor 
14/J • 20h30 • I' Lcilõo E_mbriõe, b1,e
1
c, do &pogronde 
De 1la21é»abril 
Parque Laucido Coelho 
Campo Grande. MS 
Realizo«da 
howA 
"Reol,:utila 
rttgoonal 
1 
/ 
I 
./ ·- 
• 
/  
.-....._ . 
i 
) 
_/ 
.. ~ 
_,,..• 
Brasitrelernm 
15/ 4 - 14hO. 1 t»l3o Cor» rangus MS 
t 5/ 4 • 18h00 • 3· le,lõo Co,ocv. MS 
15/4. 20h30 • 16' le,lõo Mcx OM 
16/4 • l4h00- l•.lõo CFM 
16/ 4 • 20h30 • 9· Leolõo Choro!ê.. MS 
17 /4- 1 4h00 4 leilão Expoente do Pontes 
17/4 • 18h00 • le,lõo IOono, Correo do Co,1
0 
17 /4- 20h30 • Le.lõo de Reprodu1ere1 3,,:ngu1 . 2002 
18/ 4 • 14h00 • t,,,lõo JM limou,in 
18/4 • 18h00 • leolõo Chorolc, K/. 
18/ 4 • 20h30 • t,,,lõo Brc'crd Ccn-..>êo Del:o G 
19/ 4 • 1.t.hOO • J .1 Lc1lõo Pccuór10 vo Hor ;:onte 
19/ 4 • 18h00 • t,,,lõo Slonde D'A!;uoro,ne 
t 9 /4- 20h30 • Lelo Haras Tece do Jacare Mor.goiargo/N.,lo,•-200
2 
20/ 4 • 1 t hOO • 2' teilêo Ave,in,z 
20/4 t 4h00 • ledõo Godo de Cente Mulher PW.Carpo Grande. 
20/ 4 • 18h00 • ~o t.e;iõo He!io Coelho õ. Con,;dod
01 
21/4 • 14h00- 19'LeilõoCanchmM5 
21 /4- 18h00 • 3' lcilõo Scn'o Gerrrvd,, 
21/4 • 20h30 • 2' leilõo Cerrpeces Canhim 
22/. 20h30 - Mga Lelãs Smete! Fazenda Chaparral 
23/- 20h00 Mega Corte fxpogrcnds Cruzamento Industre!

JG lf• H•fülHl/1 D/ r ;?C,tlT[IR/ 	•GERAL 
Não haverá 
Conlederação 
Coreana em MS 
los da Cruz Mandira 
li sem nenhuma 
preocupa,a0, a tquteta­ 
ão dos nossos ilustres 
deputados, com ,l llUIC­ 
rias publicadas no Jornal 
correio do I «tado 
"Moon quer criar nova 
Coréia em Ms" 
(2 I O3.02). "Deputados 
rr,·ot11pad1h 1:0111 () ri,co 
da soberania nacional" 
(22.01 .02) 
Nao há possibilida­ 
de nenhuma de SUBMIS­ 
~/  cio, i11lerc,sc, cco­ 
ni>mico, e comerciai, de 
Malo Gro,so do Sul, que 
s e i a m 
incxplicúvclmcntc" im­ 
postos pelos Coreano, do 
Sul. sob a varinha admi­ 
nistrativa do Reverencio 
Moon. Entendo, salvo ou­ 
tro melhor j11l10. que n 
ocupaç:1o legal e passifica 
de krras cm nosso Esta­ 
du por trabalhadores 
Coreanos. n:1o INTEIU)I­ 
TAl-1 quaisquer relações 
cconúm ica-fin:incc ira-co- 
111 e rc ia 1- c i e n t I fie a­ 
técnológica-cultural, que 
tanto COll Cm ao llOS!,O 
Estado. principalmente, 
agora, que Mato Grosso 
do Sul, se ala anca com a 
ahcnura de 11111 grande le­ 
que comercial. com pai­ 
se, membro da 
1-IERCOSUL. 
Vamos abrir pequc­ 
n nrertrco a fim «de 
conhecer a visão do escri­ 
tor nacional CARLOS 
ALOER ro MO TANER. 
quando tratou da COLO- 
IZAÇAO. por pessoas 
que traziam valores e cul­ 
tura semelhantes aos dei­ 
xados cm seu solo pútrio: 
"A América Latina n:1o 
progride porque olha para 
tr:is e quer trilhar cami­ 
nhos alternativos e. por 
isso, ela é mais atrasnda 
que outros côntincntcs, 
com exceção da A frica. E 
a cnusa mais importante 
cst:i cm própria história. 
Trazemos a vis:1o econô­ 
mica, a cultura e a educa­ 
ção distorcida e ATRA­ 
SADA de Portugal e 
Espanha. potencias euro­ 
péias que criaram a Amé­ 
rica Latina. Portugal e 
Espanha, os l'alscs mais 
atrasados da Europa do 
ponto de vista cientifico 
e técnico, reproduziram 
na América 1nodclos chei­ 
os de problemas e vícios. 
O mais tr:igico é que a 
cultura que herdamos ê 
estática. enquanto que as 
outras, da Europa Central 
e lnglo-saxõnica, v:1o cm 
direção ao futuro. buscam 
mudnnças. Seguimos 
olhando pnra o passado. 
ao pnsso que os outros 
olham para frente". En­ 
fim. o Sr. 1-IANT; ER 
cita a Austrália, Nov:i 
Zclii11dia. Estndos Unidos 
e a11adá. oode a colo11i- • 
z;iç:io foi rea1iznda com 
pessoas que rrnzi:un valores 
e cultura semelhantes nos 
deixados na Europa. (Ycj:i., 
23.03.2000). 
Orn. nfio tenhamos 
dúvida. que a Coréia do Sul, 
é um País ele PONTA. quer 
tl·cnica ou cicn1ifico. Os 
Coreanos não adotam o 
,1l11r1 ma do "I il',',J [ 1( 
H AIRE", is o é. deixar 
passar, deixar acontecer 
Com sua democrata so­ 
cial organizada e profun­ 
damente comprometida 
lOIII .1 ju,tÍ'.11 ,oc,.il. irn­ 
poe ao Go, crno, prnrno­ 
ç ,1 u d., estabilidade 
lllf!Cto•CCOIIÚlllica: o dc­ 
en, oh imi:nto de politi- 
cas fiscais' e de 
cgurida<lc que 
encurag,111 a INDEPI: • 
DÍ: Cli e 11ilo a DCl'E - 
Df:NCIA. ( 111n Pais que 
nilu prccha de cirurgia, 
portanto, não cst,i doente. 
Todnvta, desejo 
deixar !'ATE TEADO 
que. hipótc,c alguma, es­ 
tou insurgindo-me conlrn 
a Ci'I criada pela Assem­ 
hlcia Lcgi<lati, a no 110,­ 
so Estado, que tem por fi. 
, nalidnde, apurnr po,sil eis 
irregularidades praticado 
pelo Rverendo Moon. E 
por nl mesmo. Entilo, tudn 
hem. O que 111c chama a 
atcnç:1o é o desígnio da 
CP!: preocupação com a 
soberania nacional, etc., 
etc ... 
Eu prcjulgo que o 
Rc, crendo 1-luon c5tcja. 
possivelmente, embaraça­ 
d com o que se segue: 1) 
Ocorreu subvalorinç:1o 
no ato das escriturações 
das aquisições 
imobiliarias?: 2) Os dóla- 
res ingressados n t.«ei' 
sflo do conhecimento do 
Oa11co Central?; 3) Exis­ 
tiriam as famosas CO '­ 
TAS CC-5. permitidas 
pelo Oanco Ce11tral ato: 
1.998, promovidas por 
meio de abertura de con­ 
tas banc:irias de FACII/­ 
DJS por pessoas fisicas 
ou jurídicas, que poderi­ 
nm , iabilizar ,crdadcira 
lavanderia de dinheiro? 
-1) !lá clandestinidade na 
imigração dos coreanos?; 
5) O Reverendo Moon 
etá de bem com o Fisco 
Estadual. Municipal e Fe­ 
deral?. 
lntcressr111tc que 0 
meu ponto de vista é CO­ 
INCIDE. TE com o Líder 
do PDT. deputado Loestcr 
Nunes: "C bobagem, não 
vejo risco nenhum no au­ 
mento da população de 
coreanos na região (Jar• 
dim)" (Cor. Estado 
22.03.02). • 
e cu vivesse no 
tempo do Brasil colônia. 
não me importaria com a 
permanência definitiva do 
"governador, cnpil:io e ai• 
mirantc•gcncral" MAU­ 
RÍCIO DE A AU, o Ho­ 
landês que chegou ao Reci­ 
fe a 27.01.1637. Como. ain­ 
da, também, 11ilo importa­ 
mc-ia que a colonização da 
Brasil fosse feita pela Coréia 
da Sul. ,gora. pelo Amor de 
Deus. não me falem de KIM 
JOG li. senhor absoluto na 
CORÉIA DO NORTE, pais 
mai isolado do mundo e 
também, um dos mais mi e: 
r:h eis. Estima-se que nos úl­ 
timos 5 (cinco) anos, mai de 
2 milhões de none-corcnnos 
morrcmm de fome:. 
Auditor Fiscal da 
Receita Federal, aposenta­ 
do e CX•"Cn:ador de Cam­ 
po Grande/MS 
• BOLSA L'.',COLA 
Governoz 
de20 mil 
ta 
a 
C.11npu (.r,111d<· ('I'>/ - (, 
Governo Popular completou 
ontém a meta de ferir 20 
mil familias no Bolsa 
c,culn, ,1!111,udo 52 1111 
estudantes Neta sexta-feira 
o prog_r,tm,l cr,J l.1nç.1 c:n 
ltaporá e Vicentina 
respectivamente às I4e It 
horas. Com 80 bolsas cada 
os dois município, d, 
Grande Dourados s,1o n• 
últ11110, no btJdo que aind, 
11:lo tinham rccch1du ,. 
hcncfícw Cum , 
lançamento nessas dua 
unidades administrativas 
famíli,,- do1 77 m11111cip10• 
sul-mato-grossenses passan 
n ter, cada uma 
mensalmente, o hcncfic.:iu d, 
R 136,00 , alor bem acim, 
do Bol,a-c,cob da União, qu 
sJo RS 15,00 por aluno 
limitando-,e ao 111:himo d, 
trés filhos por familia, ou SCJil 
RS •15.00. O htado e seu· 
parceiros Departament 
Estadual de 1 rân,ito ( Delran) 
Missão Criança Pantanal 
Telems Brasil retcco111 e 
prefeitura, - passam :• 
desembolsar mensalmente R' 
2.72 milhilc, para pagar o 
beneficiados do progrnrna. / 
maioria dos recursos é oriumfa 
do Fundo de Investimentos 
Sociais (FIS). criado pelo 
Go, crno Popular 
A bolsa-escola 
estadual foi implantada n..JC' 
Governo lcca cm primcin 
de maio de 1999, quatn 
meses após o go, ernador te 
assumido o Estado. Foi o 
pr11nciro programa soci:il 
govcmo. que serviu de ponto 
de partida para várias outras 
iniciati, as sociais. Os 
primeiros municipios 
escolhidos para implantação 
do programa foram Paranhos 
Caracol e Japorii. por ser, na 
época, os com maiores 
problemas sociais. Naquele 
ano, essas unidades 
administrativas ocupavam 
as últimas colocações nc 
índice de desen,oh imcnto 
Cento e cinqüenta familias 
de cada um desses 
municípios foram incluidas 
no programa. 
O compromisS< 
atingido hoje. de chegar a 21 
mil familias. foi assumido 
cm maio de 99. O ex­ 
sccrct:irio de Estado de 
Educação, ;ntõnio Carlos 
Bi ffi. destacou o esforço dos 
1 S-1 profissionais 
rcsponsàvcis pela cxccuçàC' 
do programa. "Nós 
cumprimos a meta que foi 
estabelecida pelo Governo 
Popular. . pelo nosso 
governador. Trabalhamos 
para isso." 
Ontem à noit1.:. cm 
seu Ultimo ato· como 
secretário de_ Estado de 
Educação - a ampliação do 
programa na região do 
Oandcira, cm Campo 
Grande -, Bint lembrou que 
o Bolsa-escola cumprc com 
a função de um programa de 
renda minim. "A familia 
tnmbém participa. porque 
RS 13 6.00. não é só pnrn 
comprar material t.'!>COl:ir: é 
para ajudar no orçamento da 
familio. É parn ajudar cm 
cttsn u comprnr o lci1c, o pJo, 
o nrroz e o feijão.'' 
o coordenador 
nauguraç­ 
edep ---O 
' 
prol, 
de D 
seu adversantes polt 
Os diur os, no ent nte, 
são na direcao da 
• AL 
- 
ça 
Com a deststéneMa do 
prefeito tn<lre P11cc1ndl1. 
alguns nomes em sendo 
discutidos para disputar o 
Go,erno do J~-.t:uln co111 o 
provável candidato à reeleição 
Zeca do I' í Ontem, 2. na 
primeira sessão após o 
pronunciamento do prefeito, o 
liMr do bloco d:t np,,,1,.1t• 
deputado "aldir :e,c, 
(PSDllJ dcfcndcu. na 
Asscmhlci:1 LeJ.!1'.'!l.lfi,a .1 
candidatura do presidente do 
Senado Ramez Tebet 
Waldir Neves 
afinnou que Ramez" como:! 
força nacional t.:r;i que 
assumir o Go,crno" o 
parbmcnlardi~~ ainc.b qm: ··.1 
nova cena politica - Andr • 
fora da di,pula - nJc, diminui 
a dctenninaçJo de,tc hlocu'" 
afirmando que os oito 
deputados que complk a 
oposição continu,1111 unido,. 
Para o deputado 
tuca110 Robenu Orro n.1" 
impona o nome: "seja André, 
Ramczou ~bri-...1 tcn.:mo; um 
c;rndid:tto que representara 
nos;o projeto de 
desenvolvimento para o 
Estado'". J:i o depurado do PI. 
Antonio C:trlos Arro,o 
concord:1 com o lançamento 
de Ramez na dispur:, pelo 
c.'lrgo m:hirno do F...,tado. ··[~ 
grande nome .. afirmou. 
Porém, assume que a 
candidatura só .1 ontc e: ~e 
houver "disposição pessoal" 
do senador. 
'aldir 'e, cs fc, 
varias criticas ao Governo 
atual que, segundo ele "ontem 
defendia a eti ., e a 
transparência e hoje se cal" 
O lidcr tb opo.,iç:,h> tt.i 
Assembléia considerou as 
ses! tG 
rett·uh' ' 
' 
' - ' 
adat 1.a 
antes p+ 
I 'I 
o;', 
Uilílj'í 
!111h,,I 
1, 
_. 1 
» # 
z cado T 
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1 
r-..: .1 
·r 
1 11 
O 
nça 
no 
tucano 
delatou que o candidato 
e Ihido para disputar o 
<,  ... :-- n r ,1.uLu 1 ,dc,rnçar.i 
t m indce de 
ceita,as" do que teria o 
prte' Ande Puccinelhi se 
t 1 .... , rrese ao cargo P'ara o 
',; ,., 1 
1 • I o ooerno /eca 
t.se candidato". 
f h1'tJrit1 tlt' lmpre11H1 
/1,,r/,1111,•nfllf) 
• /li 
rro empr ih+- se 
[a:a ie±guiarizai o 
0feameml /0 
utl. 
0deputado l sr 
Orro deu entrada nesta 
tera-feira, dois de abrl, 
11; ,,cmhlc:i.1 
J.c..•J..!i,f.1ti .1. fl.l 111 . ,1 ~ , 
CJlh." :-,di..:il.t .l1,,1 !.'. t:'IOJ 
dor José Oreiri dos San­ 
tos, ao Secretario do Es­ 
tado de Habitação e Infra 
Estrutura, Deicidto 
Gome;: d(1 maral c ao 
Diretor do Instituto de 
Desenvolvimento Ararío 
e Etenção Rural. Sandro 
Fantine, o estudo e poste­ 
rior rcgul.!ri,aç.to d~ ,:n.:a 
pertencente ao c,tintu 
PREVISUL situada no 
Jardim São Fran isco. 
municipio de 
Aquidauana, dando-se os 
dornmio definitivos aos 
posseiros ali existentes. 
O Jardim ão F r,111- 
cisco, localizado entre a 
Vila Quarenta e o 11<>,pi­ 
tnl r unrur .. l. prl>'-.imo aJ 
1 1 , ( lubc. ~ hahitado 
por cerca Je 300 fumili­ 
as Segundo informou 
Urrt1. • c,-,J, fnrnilias re­ 
dem neste local há mui­ 
tos anos. onde já efetua­ 
ram algumas benfeitorias 
n;1 lt:nt:itia de criar con­ 
dtç,ic, ac.kqu:idus de mo­ 
radia. Hoje, vivemn em si­ 
tu:iç:1o de insegurança 
constante e receosos cm 
perJer o teto. por nào ter 
p.irJ onde ir". 
Em consequéncia 
disso é que o deputado 
Roberto Orro. sensÍ cl as 
suas rei indicações e so­ 
rn.1ndo c,íorços ri luta lo­ 
.:al do vereador Pau lo 
Rei, (PTO). rei, indica a 
oficialização da posse 
para garantir o direito de 
cidadania aqueles que ji 
süo os dono, ele fato. 
Maria 
Br.rncheri. 1 P 
Hl'iert3

JOFII' TfilllJ'l/í)Al[Olf(lllA 	•GERAL 
------------- 
■O1-'i'IIAO / IH t AVJ'HA 
Coleta de lixo 
abandonada!! 
1 ! t l 1111•• d l .1,1 de 
lxo domar em no a 
dade vem deixando muito a 
rJ .rp,, logo no rnlLl<J d 1 
atual administração pública 
municipal esse servi,o, an­ 
fes realizado a contento pela 
Secretaria Municipal de 
Obras, foi tereerizado medi­ 
nntc a contratação da empre­ 
sa denominada 
l J•l{I(/~ L,CIIJOJllllprÍll,Í· 
rio é cic 0111r,1 1111111idp10, "-C 
não me anano da cidade de 
~ 1nr,,cajit. 
Desde o começo asre­ 
cl,1111,11,oc, ,ob,c n cukta rle 
lixo, alhos e entulhos na ci­ 
dade t·r:1111 con11.J11tc,, 1,1do, 
e lcmhr,1111 que 11111 ro111u11i- 
cndu foi di;trib11lclo 1111 cid,1- 
de pela empresa informando 
os dia, de coletas do lixo, po­ 
rém, essa programação nun­ 
ca foi cumprida. Lembro ain­ 
da que II l'refritur,1 Munici­ 
pal cedeu, cfculos e foneio­ 
nllrios à empreiteira 
TERRiSUL, n:1o sab,•1110, 
em que condições, a C:i111a• 
rn Municipal chegou a con­ 
, ocar o propriettio da refo­ 
r ida empresa para dar npli­ 
eaçôe. naqucln Casa de Leis, 
mas ele só enrolou e 11:10 deu 
explicação nenhuma, nem 
mesmo o contrato celebrado 
com a Prefeitura esse cidn­ 
dao se dispô~ a apre cnlar 
aos Vcn:ndor..· . 
Esta semana tomei co­ 
nheci 111cnlo que n 
empreiteira TERRASUL 
evaporou-se cln cidade dei­ 
ando vários funcion:lrin, a 
, cr navios, de acordo com as 
informações a rcfrriúa cm- 
presa teria dera«lo de a i- 
11 r arteira de trabalho e de 
efetuar o pagamento de in­ 
salubridade e horas-extras 
aos funcionários Sabemos 
também que esses funcioná­ 
rios trabalhavam sem os 
equipamentos necessários, 
como botas de borracha, lu­ 
as, etc .. que inclu,i, e ,,10 
exigidos por I ci 
Por que ,cr,'1 que ,1 
empreiteira IRRASUL foi 
embora? será que ela não re­ 
cebeu da Prefeitura Munici­ 
pal (administração Gover­ 
nando com o Pmo)'! E ago­ 
ra'? o Pessoal da l'reícitur,,, 
q11c llôllC CSlíl crnprcikira 
para llcla Vi;1a, logo eles, 
que p1cgam 1,11110 amor e so­ 
lidnriedndc, sem que não tem 
piedade dos pobres funcio­ 
nário, (lixeiro,) que ficaram 
nessa sit1111çilo dificil? 
S,1o fato, corno esse, 
que n:lo lolcrnmos e fazemos 
questão de denunciar, doa: 
quem doer, tmnhém notamo, 
que até agora ninguém liga­ 
do; atual administração, res­ 
ponsá, cl por esse serviço 
h:lsico e essencial. de direi­ 
lo drt populaç,io que paga 
seus impostos, deu alguma 
explicação. Bons de papo para 
propagandcar e alardear o 
amor e a solidariedade do atu­ 
al administrador eles s.io. Es­ 
pero que :l Cámara ~tunicip.11, 
011 melhor, os Vereadores que 
n;io , ivem dizendo Amém à 
todos os atos da 
municipalidade, atentem para 
essa situação e procurem es. 
clarecer o que esta navendo. 
(Flaio Henrique l'Lstonho). 
Dúvidas sobre 
serviços da ENERSUL 
J:i que estamos falan­ 
do em investigar, descobri 
mais um fato intcrcssanh.:, a 
ENERSUL sempre exigiu 
dos consumidores o ramal 
(fio) que liga o Padrào 
residencial até o poste da 
rede de energia elétrica. as­ 
sim como os concclorcs. 
Esta semana, ao fa1.cr a liga­ 
ção de u111 padr.1o bifásico na 
rua Dinarte dos iantos, mais 
precisamente cm fn:ntc a 
minha residência, no bairro 
ltaborai. notei que os 
elctrccistas da ENERSUL 
fome(:crnm esse materia 1. 
Ao perguntar ao pro­ 
priet:rio da residência fui in­ 
formado que inicialmente os 
fios e os conectores foram 
solicitados por um funcion:i­ 
rio da E ERSUL, mns, ele 
tcrin cntrndo cm contato com 
11111 Sr., de nome llaloso,que 
seria um dos Chefes da 
ENERSUL parn nossa re­ 
giílo, o qual lhe infonnou que 
es.sc~ matcriai !!-.'lo de rcs­ 
pon sa b i l idade dn 
ENERSUL e que iria ligar 
para o é-s<:ritório local da em­ 
presa detcnninandon ligaç:lo 
do padrão mediante o forne­ 
cimento, gratuito, dos fio e 
conectores. o que realmente 
foi feito. Aí vém a düvida, • 
hú quanto tempo a 
ENERSUL fornece esse ma­ 
terial? afinal de contas, até 
agom. pelo que temos conhc­ 
cimc11to. os consumidores 
scn1prc ti i.:ram que adquirir 
os fios e conectores e a 
E ERSUL apenas fazia a 
ligação na rede elétrica. 
Também a respeito 
da ENER UL, h:i alguns 
dias atrás moradores da rua 
projetada. no Loteamento 
ão, Domingo, tiveram que 
pagar um poste para que 
fosse feita a expansão da 
rede de energia, benefici­ 
ando três residências, dian­ 
te dos fotos narrados acima 
fica tambêm a dúvida: será 
que os usuários são obriga­ 
dos a pagar pelo poste de 
energia. afinal de contas 
vão pagar pelo uso da ener­ 
gia. É preciso que as auto­ 
ridades competentes 
cobrema explicações sobre 
esses fatos, previstos inclu­ 
sive nn Resolução 4561 
2000. 
Yale lembrar que al­ 
gumas determinações le­ 
gais também não são cum­ 
pridas pela ENERSUL, 
corno por exemplo o aviso ao 
consumidor sobre os moti­ 
vos do corte no fornecimen­ 
to de energia. l>so sem folar 
numn série de direitos esta­ 
belecidos pelo Código de 
Defesa do Consumidor, nor­ 
malri,cntc essas empresas 
prestadoras de serviços à po­ 
pu lnçi1o fozcm vistns gross:is 
e vão passundo por cima en­ 
quanto alguém nilo abrir o 
bico e exigir que a Lei seja 
cumprida. Corn a pnlnvra as 
nutoridndcs competentes. 
(Flavio Henrique 
Pistonbo) 
• CAHPO CRJl'i!Jf' 
Incra pode desapropriar 
terras da seita de Moo 
Uln ttuto Ns na! de 
Colonização e keforma Agra­ 
ria Incra) poderá de sapropri­ 
ar tu ras do reverendo San 
Myuny Moon por serem mn­ 
produtivas "Existe esa pos 
ibildade", confirmou o supe­ 
rintendente regional do órgão 
cm Campo C,rnndc, Celso 
estani "Nós estamos fazen­ 
do um levantamento de toda 
a produção pecuária de algu­ 
mas fazendas dele. Tém algu- 
1na1 que co11e1ponde111 e, ou­ 
tras, não. Vamos 
disponibilizar todas essas in­ 
íormoçõcs p.trn a CPI", afir­ 
mou. 
/ Comissão Parlamen­ 
tar de Inquérito (CP!) da As­ 
scmbléia Legislativa de Mato 
Grosso do Sul que investiga 
a1 nçôes do coreano no Esta­ 
do j;i recebeu um do,siê so­ 
bre us .IJ propriedade, que sua 
seita, abrigada na Associação 
da, Familias parn Unilicaçõo 
e l'ru fundia!, adquiriu nos 
ithi1110s três anos cm JJ mu­ 
niclpios. 
O levantamento da pro­ 
dução pecuária cm 26.480 
hectares de propriedade de 
Moon - corresponde a 29,97% 
dos 88.386 hectares. está cm 
fa:,c final, ,cgundo Cestari, e 
servirá de base para as visto­ 
rias que serão reali:z.,das a par­ 
tirdc>te mês pelos técnicos do 
Incra. Essas informações se­ 
rão encaminhadas não só an, 
deputados Jerson Domingos 
(P L) e Maurício Picarell1 
(PSD), presidente e relator 
re,pecti, umcnte d., CPI, como 
também à Receita Federal 
além de outros órgãos envol­ 
vidos com a segur,mçn e so­ 
berania nacional, conforme 
explicou o dirigente do lncro1. 
Produçílo 
/ Cl'I recebeu mapa 
detalhado da localização das 
terras do reverendo Moon. A 
maioria de suas propriedades 
está situada no Pantanal • 
28.718 hectares equivalentes 
a 32.50% do total - e Serra da 
Dodoquena • 33.131 hectares 
correspondentes a 3 7, 48% • 
inclusive boa pane no Parque 
acional da Dodoqucna cria­ 
do por decreto do presidente 
da República, além de peque­ 
no percentual cm áreas urba­ 
nas. 
Mas não são essas áre­ 
as ve estão na mira do Incra 
CohlDI dl Edllor 
• 
Reverendo driblou legislação 
para compra de lazendas 
Pela legislação brasilei­ 
ra que disciphnn as atividades 
de estrangeiros no País, o 
coreano Sun Myung Moon 
cst:I impedido de comprar ex­ 
tensas áreas de terra e princi­ 
palmente na faixa de frontei­ 
ra, conforme explicações de 
Celso Ceslari. para driblar a 
lei, porém, o reverendo criou 
inicialmente a Associação do 
Espiiito Santo para o Cristia­ 
nismo llundial que se trans­ 
formou na Associação das 
Familias para Unificação e 
Paz Mundial, com sede na 
Rua Cardeal /rcovcrde. 928 
• Pinheiros, cm São Paulo. 
cujos diretores s.1o bra..silciros. 
com exceção da tesoureira 
Kciko Nagahatn de Souza, de 
nacional idade japoneza. 
Um dos "braços" da as­ 
sociação est:i situado cm Jar­ 
dim e vem sendo rcspons:ivcl 
pela aquisição de diversas 
propriedades cm todo o Esta­ 
do, entre as quais cm 
Corumb:i (divisa com a Boli­ 
vin) e Pono Muninho (fron­ 
teira com o Paraguai). 
"Ele (reverendo l1oon) 
propric::imcntc estaria impedi­ 
do de fnzcr essas aquisições. 
Nilo pode comprar terra na 
faixa de fronteira sem pcnnis­ 
s.io da Uni:lo. Só que nesse 
caso específico, ele criou essa 
empresa, a Associação da 
Unificaç:lodas Famílias e Paz 
Mundial, e que por ser brasi­ 
leira nilo depende de aulori­ 
·;z.,çào". explica Ccstnri. 
O superintendente do 
Incra frisou que na faixa de 
fronteira tem limites estabele­ 
cidos, inclusive por naciona­ 
lidadc, p>ra nquisiçilo de ter­ 
ras. Por isso. segundo ele, para 
burlar a lei o reverendo, que é 
coreano. criou a empresa bra­ 
silenra 
"O foco da questão mes­ 
mo é sobre a permissão legal. 
Como foi pcnnilido a ele com- 
e por uma explicação lógica 
as do P,rntanal e da zona ur­ 
bano nJo se dc,trn.un .1 ,ch•r• 
rna agr:iria e a, d., ~erra d.1 
Bodoqnena até podem ser de­ 
sapropriadas para fins da 
constituição do Parque da 
Bodoquena cabcodo, porém. 
a inic1,11i, a ao lb.,ma (Institu­ 
to Brasileiro do Mero Amb­ 
cnte) "J,í ,Jbcmo que ha cn­ 
aç,1o do parque e n;io h,1 ne­ 
cessidade de reforma agrária 
Por que se formo, l.i, , JIIII>> 
acabar por bcndici.i-lo. l'cr 
quê'' Porque vamos fazer a 
desapropriaç,io, p:t!!,Í•lu. 
quando estas terras vão estar 
destinadas ao parque", disse 
Ccslari. 
Em , inudc dcs ... , situa­ 
ção cque o Incra direcionou seu 
trabalho. "biamos batendo 
nesse restante de 30%distrbu­ 
ídos em municipios como üo­ 
nito, Jardim, Nioaque", expli­ 
cou o superintendente do órgão. 
prar? / nossa lei é benevolen­ 
tc com isso? É claro vai ser apu­ 
rada a origem do dmhc,ro, por 
quanto comprou. quando de d,. 
nhciro entrou no Pais", questi­ 
ona e opina Cebo Cestan.(f[3) 
CPI preocupada com 
localização das áreas 
/ CP! da Assembléia 
Legislativa que investiga os 
negócios do reverendo 
Moon no Estado quer saber 
por que a seita adquiriu 61% 
de terras cm área de preser­ 
vação. O cri1ério para esco­ 
lha das terras pela associa­ 
ção estava nitidamente liga­ 
do a questões ambientais. 
O ex-braço direito de 
Moon, Luiz Ribas, no seu 
depoimento, explicou que a 
maior preocupação do reve­ 
rendo Kim - que seria pós­ 
graduado cm Agronomia na 
Coréia - era saber se nas ter­ 
r:1s "tinha ca,·crna, :irvorc 
grossa e de que tamanho era 
o rio". Essa preocupação, de 
acordo com o ex-empregado 
de Moon, fez com que o pri­ 
meiro negócio depois fosse 
feito apenas seis me es de 
intensa procura. 
"Na cnbeça do reve­ 
rendo Kim, o Pantanal era do 
Governo e não de fnzcndei­ 
ros". Essndcc!Jraçno de Luiz 
Ribas, durante seu depoi­ 
mento na Assembléia, des­ 
pcnou a atenção dos dcpu­ 
tndos integrantes da CP! que 
investigam as ações dos 
core:mos em Mato Grosso do 
Sul. Quando prestou depoi- 
ltl ' 
,ll r, 
TI t.1 
mcnto no mês passado, 
Ribas disse que era incum­ 
bido de lc,·ar o reverendo 
Kim. então rcspons:i, cl pelo 
Projeto New Hope - Fazen­ 
da Nova Esperança, situada 
em Jardim, para conhecer as 
propriedades rurais que se­ 
riam adquiridas. 
Celso Ccstari, do 
Incra_ infonnou que todas JS 
fazendas de Moon estão lo­ 
calizadas próximo ao 
,quífero Guarani, envolven­ 
do Ioda a extensão do Pnnta­ 
nal que compreende Serra da 
Bodoquena, Bonito. Jardim. 
"H:i suspeitas de que ele veio 
até o Estado cm rai.:io desse 
potencial aquífero, que é a 
rnaiorrcscna de iigua doce"'. 
informou. 
Segundo Cestari, a a.s­ 
sociaçiio de 1'1oon adquiriu 
wna:ire:, que esti"integralmen­ 
te no Parque da Dodoquena. 
uma outra que se encontra par­ 
ci..1lmentc no p:trquc e outr.1.S 
que circud:uno parque". O su­ 
perintendente do Incra expli­ 
cou que essa localização é que 
preocupa as nutoridndes. "Por 
que a aquisição de terras em 
área de prcscrvaç:io e cm cim:i 
de nossos aquíferos?". quei­ 
rionn. (FB) 
• pr 
r .. r11 
lurtmnho Sen . 
Murinhense é m:mo o jor­ 
n.±l de MAIOR areu! ão na 
c.:1d.1J .... •. e 11111 Ltd. 
Devagar, mas firme 
estamos retorando com tod 
,,, J<>rtu" du C,KLl'U IR!­ 
Ul ':S.A, o 111,·11 ,ouhn. de eúi­ 
tar um DIARIO, fica o no 
sonho, é assim mesmo, quem 
"manda" agora é o ICT(JR 
I IUGO, assim foi, as sun será, 
os "filhotes" vão assumido e 
nós, os "velhos" ficme com 
os lvros e as recordações, só 
que o espanhol aqui vai tra- 
balhar ate o, 80, se a luz per­ 
rflitir. 61Jocirc11!, n:Jo ., TRl­ 
BUNA DA fRONTI.IHA. 
oriAi. DA vÉc Ri t 
,GRICL:I:ll.JR, e,, 1 Rll.lli­ 
NA MURTIHENSE, tudo 
i,to , i ·ando fortakccr o 
muni.:ipJli<mo. C:,dJ cid:uk 
com o seu jornal. E está che­ 
gando outro jomal 
F'al:indo em Jornal 
Esta semana recebi uma pro­ 
posta, ou seria sugestão'? que, 
)Xlr.J nós, é implesmente I­ 
DECORO A. Lógico que 
não aceitamos. Se em 2.001. 
ano brabo, chegamos a trin­ 
car e soubemos vencer TO­ 
DO os de fios, hoje. nos 
damos ao luxo de E, 'CO­ 
LI IER os nossos clientes, so­ 
brcllldo se for politi.o. 
André 
Bem. não , ou nplicnr. nem 
comentar, mas, sem qu n:r s.t:r 
rep<titivo. EU sabia que o 
Puccinclli n:Jo renuncbria. 
muita gente estava iludida, o 
italiano sabe o que faz. Com 
i l.o, fica para outra portuni­ 
dade ver o amigo Possari na 
Prefeitura de Campo Grande. 
Para enfrentar 
o "trator di! 1.:$tt:ir.1" chJ.111.Jdo 
Zec.,. o candidato ideal é o 
MOKA, isto mesmo. o dcp11- 
tudo MOKA. será uma briga 
bo:i. de primo . - 
Mas., 
olha, se o Pedrossian acertar 
um equema financeiro para 
!;U2'nt:tr 1:1 CJmp.!nh:i ,.: ter o 
apeio do PFL. PMDBePDB 
(e outros pés), gente, o Dr 
PEDRO ida e sempre (será) 
o Dr PEDRO. ',11110, aQt:.tr• 
<l.tr. 	- 
Porque ser.i 
Os jomais que circulam na 
tão deram pouco destaque 
as notas envolvendo o Re-. 
verendo Moon, mo o Cor- 
reio do Estado distribui, pou­ 
-os exemplares no s d 
teode maior itcul 
iria) transcrevem 
l, t. .. • -

J(J 
•GERAL 
------ 
• IMPHí N'1AlOPltHAO 
0 Jomalista é, de fato, a peça «have das empresas de comg. 
nicado Por isso, o reconhecimento do ou potencial e sg 
utuhraão em niveis adequados 4 tarefa primordial da direção 
das empresas. 
A torça do Jornal 
Carlos Alberto Di Franco 
Iradlee, o carismático 
ex-diretor do The Washington 
Post, é uma marca do jorna. 
lismo norte-americano. Do 
alto de seus quase É0 anos, sut 
visto sobre o papel do joral 
é 1empre enriquecedora. "U111 
grande editor", sublinha, "é 
algnfo1 capaz de atrair bon 
profissionais para trabalhar no 
jornal. É alguém que sabe 
como encorajar talentos, e 
dc,pcrti o melhor nas pesso­ 
as. como um 1écrico de 11111 
tlme."O comércio, apoiado na 
for1.a persuasiva du bom sen­ 
so. ,csumc todo um progrnmn 
de recursos humanos para os 
redações. 
O jomallsta é, de foto, 
a peça-chave das empresas de 
comunicação. Por isso, o rc­ 
conhecimento do seu potenci­ 
al e sua utilização em niveis 
adequados é tarefa primordi­ 
al da direçno dos empresas. O 
tempo e o dinheiro gastos em 
atrair, formar e aperfeiçoar os 
melhores profissionais sno tim 
investimento extremamente 
rentável. O gercnciamcn10 de 
uma rednçno é muito mais do 
que uma atividade de coorde­ 
nnçno editorial. É a fascinan­ 
te capacidade de promover ta­ 
lcn1os. Bons editores, llSsim 
como experientes maestros, 
sabem que n beleza de uma 
sinfonia nno depende de um 
gl'nio soli1Mio. mllS de uma 
ha,monia solidariedade de ta­ 
lentos. 
!Jcn !Jradlee percebe 
que o jomal pode ser imbatl­ 
vel na cobertura local. Segun­ 
do ele,a ealeeicstao 
bastante "ausente no notici:1- 
rio local, sobre o que est:1 
acontecendo na comunidade 
em que as pessoas vivem. E 
esse é um mcn:ado importan­ 
tíssimo parn nós." Tem razão. 
A globalizaçao cs1:I produzin­ 
do um fenómeno curioso: 
quando tudo é (ou pretende 
ser) 1rnnsnacional, o local ga­ 
nha enorme importtncia. As 
pessoas estJo carentes de vin­ 
culos próximos. O leitor quer 
saber o que acontece na sua 
cidade, no seu bairro, no seu 
quarteirao. O consumidor 
real, nao o concebido no am­ 
biente rarefeito das redações, 
quer saber cm que medida o 
global pode afetar o seu dia­ 
a-dia e, como é lógico, ~ seu 
bolso. 
Fonnado numa época 
de ouro do jornalismo impres­ 
so, !Jradlec, no entanto, n5o 
consegue captar as reais con­ 
seqüencias do avanço da 
Internei. Intui as ameaças da 
rede mundial ao mercado de 
jornais. mas nlo vai ao cerne 
da questdo. ao percebe, por 
exemplo, o tamanho do estra­ 
go que n Internet pode provo­ 
car no setor dos classificados. 
Nicho tradicional da midia 
impressa, os classificados pre­ 
cisam ser repensados com 
uma ousadia muito superior. 
No se trata de uma rcforntn 
cosmética, mas de uma trans­ 
fornrnçdo radical. A culturu 
virtual. queiramo ou nlo, é 
uma realidade. Os jovens, 
nossos leitores de amanhl. sno 
navegantes compulsivos do 
cibcrcsp:tço. Os jornais só 
conquistnrJo essa fatia do 
mercado se. de fato forem ca­ 
pazes de oferecer algo mais do 
que a simples rcproduçJo vir­ 
tuJI do seu conteúdo impres­ 
so. Na verdade, o jornalismo 
na lnt.:rnct pressupõe umn 
pTofunda rc.voluçno nos con­ 
ceitos, na forma e no contt:U- 
do díl iníormaçao. Lxigc, 
além disso, equipes 
especializadas e bem forma­ 
das na cultura do jornalismo 
on-line. 
Ocn Dr.dice, formado 
na escola dos antigos editores, 
guarda excessiva distância 
dos seus leitores. NAo acredi­ 
ta nas pesquisas de opiniões e 
imagina que a postura verti. 
cal é a mais recomendável 
para o relacionamento do jor­ 
nal com seu público. •·os lei­ 
tores podem nno querer ver 
no jomnl o tipo de informa-. 
çno da qual precisam. E po­ 
dem nlo querer o que voce 
acha que eles deveriam rece­ 
ber', sublinha. Um bomjomal, 
por óbvio, n~o pode ser refém 
do mercado. Preciso, 
freqttentementc, snbcr tomar 
interessante o que é importan­ 
te. Mns umjornnl de qunlida­ 
de, sobretudo nos dias que 
correm, nno pode viver de 
costas para o leitor. Tal atitu­ 
de é autista e arrogante. Os 
jornalistas precisam escrever 
para os leitores e nao pJra os 
seus colegas. O jornal precisa 
ter a s:lbia humildade de mol­ 
dar o seu conceito de infonna­ 
çlo, ajustando-o às autênticas 
necessidades do público a que 
se dirige. Quando jornalistas 
e editores, en1richcirados e 
hipnotizados pelas telas dos 
computadores, nlo saem à 
luta. as redações se convertem 
cm centros de simples 
processamento de informaçao 
pasteurizada. O lugar de re­ 
pórter é a rua, garimpando a 
informaçao, apurando, pres­ 
ado servo 4o onsum1dor. 
O consumidor, cada 
vez mais critico e seletivo, 
cobra qualidade informã1iva. 
Por isso, o futuro está perfi­ 
lando um profissional que sai­ 
ba pensar com lógica, inves­ 
tigar sem preconceitos, escre­ 
ver com elegância e informar 
com clareza e iscnçao sobre a 
verdade dos fotos. Impõe-se 
uma rcformulaçao profunda 
nos conceitos e na própria 
operaç:tÔ informativa. A 
revalorizaçao da reportagem. 
teimosamente cscameada pelo 
comodismo do jornalismo 
declaratório, deve ser uma das 
prioridades estratégicas. É 
preciso estimular o consumi­ 
dor com matérias que rompam 
com a monotonia do jornalis­ 
mo de registro. Menos 
oficialismos e mais vida real. 
Menos aspas e mais apuração. 
Menos overdose de macro e 
mais realismo de micro. 
O jornalismo de quali­ 
dade n.-clama atualizaçllo, 1rci­ 
namento, invação, ética, tra­ 
diço e modernidade. O que 
vai agregar estavelmente no­ 
vos consumidores nlo é a con­ 
cessno acrítica aos aparentes 
apelos do mercado. O que vai 
atrair novas audit:ncins é umn 
ágil e moderna prestaçl0 de 
serviços, é a informaçno que 
nllo traz o gosto requentado da 
noticia do telejornal da véspe­ 
ra. é a matéria que ullrapassa 
a superficialidade, é a denún­ 
cia fundamentada, é a pautn 
ousada e criativa.. 
As empresas, no que 
diz respeito à utilização dos 
recursos tecnológicos, esta­ 
rllo crescentemente padroni­ 
zndas. Os únicos elementos 
capazes de diferencii-las, os 
fatores decisivos parn deter­ 
minar a liderança no merca­ 
do, scrt1o os recursos huma­ 
nos, o talento e a ética. 
Quem assumir o desafio, 
vencerá. 
■covumo 
Zeca quer bancada f ed r I afinada com FHC 
Governador diz que vai r correr à amizade com FHC para pedir a liber. çfo de roe ursos 
consignados no Orçamento através de emendas da bancada federal 
Dourados, MS O pedm seu#l 
governador Zeca do PT disse O governador e 
hoje em Dourados, durante a com4 ror• •. uma deputada 
solenidade de inauguração do Marisa Serrana (PSDB) e 
prédro da Santa Cn· J, que o deputado Marçal l Ilho 
novo ,nornen10 do Estado. (PMDB) a li r GlnJr,hl no 
conquistado através d: presidem pura solicitar eu 
credibilidade, permite empenho nn J,1,;;, , > d 
também uma relação recursos para o aparelhamento 
produtiva cln bancada federal da Santa Casa "Estou me 
com o presidente Fernando comprometendo a ir em 
llcnriquc Cardoso. O !Jrnsllia, na quarta-feira, e 
prcsidentp, disse Zeca, '·tem nmanhJ mesmo I ou tdcfon.tr 
nos ajudado sempre que pura a casa do presidente 
■DOURADOS 
Santa Casa de 
Dourados atenderá 3 
municípios do inte no 
Glaci Toniasso 
A Santa Casa de 
Dourados, inaugurada hoje 
(sexta-feira) pela manhã, 
pelo governador Zeca do PT, 
vai atender 34 municipios da 
região de Dourndos. 
O complexo 
hospitalar será o primeiro 
hospital-escola do Estndo. 
disponível para acadêmicos 
do curso de medicina da 
Cidade universitária, onde 
esta instalada n Universidade 
Estadual de Mato Grosso do 
Sul. 
A obra foi 
classificada pelo prefeito de 
Dourados, Laerte Tetila, 
como uma iniciativa de 
"grandc,a cxtraordin.ir,., ... 
ressaltando o empenho do 
governador Zeca do P f e o 
trabalho articulado da 
bancada federa 1. 
espt.-cinlmcntc dos deputados 
Marçal Filho (PMD!l) e 
Joilo Grnndào (PT). Tctila 
anunciou a aquisição de três 
ambulâncias. compradas 
com recursos conseguidos 
através de emendas 
parlamentares do deputado 
João Grand,lo. 
Flavio Haes 
t
' O prcfoi1,, Andra 
Puccicdli dcm.i11>1r.,u hoJc 
que Jh:m de rcnun.:i,u a 
pré-candidatura ao 
Governo, renunciou ao 
estilo light no 
relacionamento com o 
Estado. 
Puccinclli. nu 
i entrevista que concedeu à 
FM Cidade, soltou farpas 
e direção ao Parque dos 
Poderes. O pr.:feiro cobrou 
maiores investimentos do 
Estado na area de saúde. 
somos auxiliados per 
rcrnnndo Hcmiquc, que é 
meu amio e me atende 
sempre que ligo, para pedir 
que atenda a bancada federal 
do nosso Estado Tenho 
certeza que ele vai nos 
atender, porque sabe que aqui 
em Mato (nosso do Sul o 
dinherrn ~ murto 
aplicado, centavo por centavo 
E por isso que o presidente 
confia em nosso governo c já 
esteve no! «tado oito vezes" 
te.adisse que a obra 
da Santa asa, que ficou 
parad.1 qu., .e 1 () ano,, é"uma 
prova de e quando se quer. 
quando ,~· lt"m , onladc: 
politica, e possivel superar 
desafios" 
Para o governador, o 
estágio alcançado pelo seu 
governo demonstra a 
capacidade politica de se 
construir parcerias Nesse 
sentido, defende a parceria, 
cada vez mais estreita. entre 
o governo du Estado, n 
bancada federal e o presidente 
Fernando Henrique Cardoso. 
"Quando se conquista esse 
l e 
1· CAMPO GRANDE 
Prefeito 
abandona 
· discurso ligth e 
critica Governo 	E03 
8% dos recursos investidos na saúde 
A ativação do Hospiml Regional (Campo Grande) e do Hospital 
da Mulher (Dourados) são referêodas tisicas da seriedade com 
que o Governo Popular tr.tta a questão da saúde da população. 
Os recursos próprios, que não passavam de 1,4% antes do 
Governo Popular, salaram para 8% em 2001. ConYênlos para 
OJSteio permitiram a re:ttivação de vários hospit.tis. Estão sendo 
construídos hospitais em Coxim, Costa Rica. Porto Murtinho, 
Nova Alvorada do Sul, Sana Casa de Dourados e .Anastácio. 21 
unidades de Saúde-LN foram conduídas. Nove estilo em 
construção. São mais de R$ 16 milhões em Investimentos para 
levar também a saúde pertinho de e.isa. 
A gente faz. 
estágio como o que nós 
conquistamos, três anos e 
quatro meses depois, com 
numeras dificuldades, temos 
consciência de que é 
possivel construir um futuro 
cada vez melhor. Pnrn isso, é 
preciso dialogar com as 
autoridndes, corn nossa 
bancada e, sobretudo, corn o 
nosso povo, Temos que ter, 
portanto, a humildade de 
reconhecer que momentos 
como esse é preciso socialimr, 
nós que estamos em partidos 
diferentes, repartir os frutos 
de um,1 obra tJo mngnffica 
como a Santa Casa de 
Dourado,. Agradeço a bancada 
federal, nas pessoas da 
deputada Marisa Serrano e do 
deputado Marçal Filho. Esse é 
um momento que precisa ser 
repartido, principalmente com 
o governo federal, cuja 
generosidade agradeço na 
pessoa do presidente Fernando 
l lenriquc Cardoso, do contrário 
nJo teríamos o dinheiro para 
dar continuidade n essa obra", 
ressaltou Zeca. 
'-....) 
= 0Progresso acontece, 
-- 
ler Pelar 
Mato Grosso do Sul

A 
• BELA VISTA 
----- 
() P10Jin111111 do d111 02 
tlc 11br1/, q11t' d,f,11111 ,, ,,,.,,. 
atlor do n,i: /11111/,r, /Jras1/, 
foi de risos choros, A emo- 
I 1io 10111011 C{)///tl dos 
finalistas André, Vanessa 
Klber. O piblo entregot 
ao r-vendedor de coco o 
prémio de 500 mil e o trans­ 
formou na nova celebridade 
Naconal. 
!fria l'ir1,, 
.. raeberil II presena do De­ 
putado Estadual, l't111lo 
Cu11r11 r do l'rnidrntr lt'JiÍ· 
01111/ do parido PL, 
Bernardo Lado, para reali­ 
zar a convenção, que tem 
como proiden1r do partido 
11111111tipe1f o l'ar,1dor Gt'IIÍ· 
lo Lino, que será realizado 
o 11111 fili111ório 110 Clube 
Belavistense às J 'J:00/is. 
'{)llt'/11 1110/'l't'? 
quem ,uio via;a, quem não 
lê, 'flt< m n,1o lzot1l't' m1ínci1, 
quem não encontra rua cm 
SI lllc'J/1lf). 
lr111c1111n1/t' 
tlurr,· !t-11tt1111r111r 
J,1ri11 Ju/i1J que rw dia 05 de rna,'o co111pletard maiJ um ano dr vida, r'!alizar4 ma fest/J que será om 
t c1'r1<.u um luxo, 110 Clube Grtmio /1(1/ro Rufino e toda a deroraçüo 1er4 faita pela Xary Marim 
Puchta que csá trabalhando para que a festa Jeja 11111 10nlw para Maria Julia e seu.J ronvitladm. 
<JllC:111 Jt fJú1ISforlllrl 011 (J· 
cravo do hábito, repetindo 
todos os das os mesmos tra­ 
jrtos, tf//U/1 11,i11 11111d,1 dr 
11/tll'Ctl, ,:,iíJ ff 11/TUfi/ (1 l't'S- 
1 ir 1111111 1101',I (OI Oll 11,io 
("Olll
1CIStl CíJlll 'flH'111 11ciO C0- 
nhece. 
More lentamente tfll<'l/1 
(l'lfcl ll/'111 f'1ll.,l(}, tjllC'/11 prefe­ 
re o ncgro sobre o br,Incn,: os 
po11101 10!11c os ",s" ,:m dcu,­ 
mt:1110 de um ,olc-motnlw de: 
c111o~·c)('S jllSlcllllt'!llc' ,u tfllt' 1't'S­ 
g11tum o bnlho dos olhos, som­ 
sos dos bun1uJ, airaç6c-s ,wJ iro­ 
peços ,· ro111mc111os. 
,forre lc:111i1mr11tt' qu,·m 
mio mr,1" mesa <Jtwndo csrâ tn­ 
feliz com seu trabalho, quem 
nüo cJn11ca u cerro pelo 11ucr10 
paru ir,ur,ísdc um sonho, lfllC'/11 
mio se pn111itc- pelo 111r11us 1111111 
vez na vida fugir dos comdhos 
Sl.'ll.SU/0S. 
.forre· louamnue quern 
abandona um projeto ,m1t·s de 
i11iâ,l-lo, 11,io pag1111111 mbrt' 
u1n usnmto que: d,·sconhnt: ou 
mio rrspo/1/le quando lhe inda­ 
gam sobre algo que sabe. 
Evitemos a morre cm do­ 
ses suaves, recordando sonpre 
que: t'.SUr ,,itlO rxi t: um esforço 
muito maior que o simpfrs jiuu 
de respirar. 
' 
t 
,1r.iLrr,Jriou 
no lumo da (H4 a um- 
1 rlf1t,l11J Gabml.i l'tl.1I,pir1 
f'r:rr11.r 
A trJjetón·a de 111/JJ m 1111 tr.i 
bnuileira 
Ela queria sr apenas 
uma garotinha, calada com 
as 111r11 me,111 trh quarrus a 
espera do ónibus para ir à 
escola ... Em busca de um 
príncipe que virou 11m 
chato ... Os 11erso1 de Cazuza 
e do Frrja1 cafram como 
uma 111110 na definição da 
roqur1ra qoe foi a Cdssia 
Elia. Je110 simples r muitas 
veze1 deixando a timidrz 
falar mau alto, ela frz da 
verdade sua marca 
registrada. Cássia morreu no 
ilumo da 29, 0+ 19h05, na 
cidade do Rio de Janeiro 
(Rj). 
Presramo1 aqui 11111/J 
home11agem a cantora que 
serd sempre lembrada como 
uma braJileira autêntica que 
tinha como objetivo 
pri11cipal o desa feliz. 
Em breve "Copa fr1t 2002" 
Vrnha torcer para o 
Brasil durante os jogos da Copa 
com tdiio e muito dance para 
quem go1ta. Lembre-1e que os 
jvgo1 do BraJil serão de 
madm;;ada, por isso mio perca 
a Copa Fcst 2002. 
Co11toto com este colunista por 
__ --5:mai/ ou pdo fone: 9999 3568