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ANO 30 - Edlçlo: 2.240 
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• • 
E-mail: trlbun catzonet.com.br 
BELA VISTA - JARDIM - CARACOL - GUIA LOPES DA .LAGUNA - NIOAQUE - BÔNITO E PORTO MURTINHO 
■POLÍ flCA 
Saulo 
Queiroz em 
Bela Vista 
Oex-deputado fede­ 
ral e secretário nacional 
do JJFL. Saulo Qucim,. 
esteve sábado passado 
visitando nossa cidade, 
onde reviu amigos e 
manteve contatos polí• 
ticos. No almoço reali­ 
ado na AABB, Saulo 
falou aos presentes à 
respeito de vários temas 
de interesse dos 
belavistenses. 
Página 12 
■AGENDA 
Viagem a 
Brasilia 
impede Zeca 
a participar 
de debate 
A viagem do candida­ 
: to à reeleição ao govcr­ 
: no do estado pela Coli­ 
gaçilo "O Novo Mato 
Grosso do Sul"Zeca do 
PT à Brasília hoje. impe­ 
dirá de participar do de­ 
bate organiwdo pela Rá­ 
dio Educação Rural cm 
parceria com u Universi­ 
dade Católica Dom 
Bosco (UCDB). 
Pági11a 12 
■ESPORTE 
Prof. Fábio 
participa do 
Brasileiro 
de 2002 
lndlll ,,, ••• ■lllcla ar■alla 
Bela Vista terá um 
representante no Cam­ 
peonato Brasileiro de 
Taekwondo 2002. que 
será realizado no dia 20. 
21 e22de setembro em 
Belo Horizonte MG. 
l'ági11a 03 
■LEGISLATIVO 
Câmara 
integra ao 
Programa 
lnterlegis 
A partir do próx.imo 
• mês a Câmara de Bela 
Vi ta estará totalmente 
integrada ao Progr.una 
lntcrlegis. do Senado Fc-· 
der.tl, que tem por obje­ 
tivo promover a criação 
e a opemcio-nalizaç.io da 
comunidade vinual do 
poder Legislativo. 
Página 0./ 
Vista parcial da Aldea onde vivem os indo 
Humberto Teixeira quer 
transparência no Fundersul 
O candidato a deputado 
estadual l lumbcno Teixeira 
(PMDB) defendeu ontem"a 
democratização e transpa­ 
rência na aplicação dos re­ 
cursos cio Fundcr..ul porque 
esse fundo tem milhões de 
reais disponíveis, mas as 
obras estão aquém do espe­ 
r.1do pelos produtorc.; rur.üs 
cio nosso Estado". 
Segundo o ex-prefeito "a 
execução das obras está mui­ 
to abaixo do arrecadado 
mensalmente, por isso que se 
escuta reclamações dos cpn­ 
tribuintés por todos os can­ 
tos. O produtor cm geral uti­ 
liza cstrndas municipais para 
escoar a sua produção. As­ 
sim. a demora é ainda maior 
para que as máquinas da 
Agcsul cheguem às fazen­ 
das" 
A receita do Funclcrsul 
"não pode ser uma caixa pre­ 
ta onde apenas alguns privi- 
mais. como um cenlro de 
prestação de serviços alta­ 
mente qualificado. 
Murilo veio para Doura­ 
dos cm 1976 para implantar 
a primeira faculdade instala­ 
da nesta regiüo. oferecendo. 
na época, os cursos de Direi­ 
to e Administração de Em- 
legiado tenham acesso. Eu 
defendo que as prcfeiturns. 
cf1111ar.1s. sindicalo. rurais e 
outras entidade:, panicipcm 
efetivamcn1e da gestão do 
dinheiro. n:io apcn:L~ no pa­ 
pel. para que os bcncficios. 
tiio n..-cl:11nados. se transfor­ 
mem cm serviços de fato". 
Humbcno Teixeira citou 
que as estradas de terra são 
as mais esquecidas pelo go­ 
verno estadual "trazendo 
CJIOl11lCS di ficuldadcs parn os 
produ1ore rur.tis que preci­ 
sam fazero uso cli{uio. l'.im­ 
bém quem transporte ração, 
frangos e suínos cobr.un ro­ 
dovia sem bom estado". 
"Quando as ações admi­ 
nistrativas são feitas às cla­ 
ras. com a panicipação cfc­ 
tivadacomuniclacle.osn..-..;ul­ 
t:tdo. aparecem logo. Mas 
esse n5o é o caso do 
Fundcrsul", afirmou 
Humbcno. 
Murilo destaca vinda 
dos novos cursos 
A criação de novos cur­ 
sos de ensino superior e a 
abcnura de unidades educa­ 
cionais voltadas para a fora­ 
ção profissional cio jovens 
desta região mereceu, esta 
semana. comentários positi­ 
vos por pane do deputado 
Murilo. Ek avalia que are­ 
gião da Grande Dourados vai t 
se consolidando. cada vc-i. 
Deputado estadual Mfurlo Zauith 
presas. A partir da criação 
das Universidades federal e 
estadual. começou a existir a 
possibilidade real da implan­ 
wção da Cidade Universitá­ 
ria. com base no campus de 
Dourados. 
Roberto Orro 
produtores n 
Deputado Roberto Orro 
Bando comandado 
pelo capitão Loretito 
ó acusado de 
homicio, ·stupro 
ráfico de drogas 
Com medo, mas 
determinados a de fender 
u.1, f.unílt,b a qu..ilqucr 
custo, um grupo de índios 
Guarani-Kaiowá da aldeia 
Campestre e do Cerro 
'.'vl.ir.mg.mí. cm Antonio 
Jo.io. cknunci,1rn111 
oficialmente ontem, em 
cartório, uma série de 
crimes que estariam sendo 
cometidos por uma melicia 
mclígcn., armacLt. 
responsá cl pelo clima de 
terror ,mpo,to a base de 
muiw ,·ioléncia. Segundo o, 
indios já é de conhc.-cimenlo 
cio,, !inl'léno Público 
Estadual. Pagina 5 
Cultural em Bela Vista 
'o dia 19 do corrente. 
chegava à Campo Grande, 
procedente da Alemanha. 
Mirjam Heimhalt, 16 anos que 
vem cumprir um programa de 
in1crcãmbio cultura com per­ 
manência de 11 mc...-<cs cm nos­ 
sa cidade. A jovem 
intercambista foi recebido.no 
aeroponoporvoltacbs l-lh30. 
seguindo de carro para casa 
de sua família hospcdcir.:t. fa. 
míliaSilva. Páginit 3 
uniu-s 
e ôni 
O deputado Roberto Orro e o prcfct10 de 
Aquidauana Felipe Oro participaram de uma 
n:umãocom produion..,__ da Colônia Buriti. em 
aquidauana com cerca de 150 pessoas. orga­ 
nizada pelo sr. Ciro França, o encontro foi na 
sua própria casa. que serviu de palco para a 
manifestação de apoio a candidatura do de­ 
putado Orro J reck,ção. -,cgundo informou o 
próprio organizador. 
Segundo Ciro França. "o deputado Orro 
tem atendido nossas reivindicações e graças 
a ele lemo, rede de energia elétria", informou 
ainda que a região da colônia Burill. através 
da reivindicação feita pelo prefeilo Felipe 
Orro. que "levou agua encanada para toda as 
família, que lá ,ivcrn". Página 7 
Jfrrjnm He,mhalr. que fa:. pane do projeto de intercâmbio 
rit .. 
Data: 16 de agosto/2002 - Sexta-feira 
Horário: 20 horas 
Local: Tatersal Sindicato Rural de Caracol 
Leilão de gado de corte, cria, recria 
e engorda - machos e fêmeas 
PRoMoço. Sindicato Rural de Caracol 
REALIZAÇÃO, Porteira Leilões Rurais

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Opinião/Política 
A$Sociação Comercial 
apóia Zeca do PT 
A Associação Comer­ 
cial de Campo Grande 
(ACCG) docid111 npolnr oh• 
cialmente o candidato à re­ 
ololç/io ao govorno do Es­ 
lado da Coligaçuo "O 
Novo Mato Grosso do Sul", 
Zeca do PT. Segundo o 
presidente da ont1dndo, 
Benjamim Chaia, a Fede­ 
ração dos Associações 
Comorclals o Industriais 
ele Mato Grosso do Sul 
(Fnclms). após rounliio 
com representantes do 
sous 41 filmdos, sábJdo, 
m Campo Grande, t:un• 
bóm odotou o mesmo 
posicionamento. Chnlo 111• 
sou que o apoio à reeleição 
do Zeca do PT ô nada mais 
do que o cont1nuidndo da 
pnrcoria do omprosanado 
sul-mato-grossense com o 
governo do Estado. ·o go­ 
vorno do Zeca foi o primei­ 
roque nos deixou trabalhar 
sossegado, sem o terroris­ 
mo líscal. Nós estamos 
pagando os nossos lm- 
postos, o governo esta re­ 
cebendo o a arrecadação 
aumentou", com ntou o dr­ 
rrgonlo. Outro aspecto rm­ 
portant dos trôs anos o 
melo d gostao pelista no 
governo do Estado desta­ 
cado polo prosrdente da 
ACCG foi à abertura do 
Executivo Estadual ao di­ 
a logo com os empresários. 
"Ele (Zeca do PT) tem sido 
aberto as reivindicações, e 
rsso para os empresários 
é muito importante, porque 
nos temos o governo cor 
um parceiro nosso", sali­ 
en:ou. O d.rlgento concluiu 
dizendo que num segundo 
mandato do petista os la­ 
ços entro os empresários 
e o governo do Es ado de· 
vem ser a,nda mars estrei­ 
tados para viab1lrzar o pro­ 
jeto de desenvolvimento 
de Mato Grosso do Sul. "A 
parceria vai continuar o 
vamos aporar o governo 
do Estado para crescer­ 
mos juntos", finalizou. 
Só quem conhece valoriza 
• PAULO ROCARO 
Numa pequena cidade vva 
um sábio, que era sempre cor 
sultodo pelas pessoas da re 
gjão. Certa manhii, um tapa 
que fora seu discipulo, vai até a 
casa do sllb10 mestre para con­ 
versar, desabafar e aconselhar- 
se. 
• ?nho aqui, mesue, por­ 
que me sinto me o menor dos 
vermes. No tenho forças para 
fazer nada. Dilem que não slr­ 
'O para nada, que não faço 
nada bem. QUC sou vagaroso e 
um per!eno Idiota. O que posso 
fazer parn que me valorizem 
mais? 
O sllblo, sem olhá lo. dis­ 
se: 
anel. IMando assim seu me s­ 
tre das preocupações. Dessa 
forma ele poderia rcccbet a ilju 
da e conse:hos que tanto prcci 
sava. 
Entrou na casa e dssc: 
• Mestre, sinto muito, mas 
é impossível conseguir o que 
me pedu. Talvez pudesse con­ 
segu r duas ou trés moedas ele 
prata, mas não acho que se 
possa enganar nirguem sobre 
ova'o do anel. 
• Importante o que disse. 
meu jovem - respondeu o sá­ 
bio. somndo. 
• Devemos saber primeiro 
o valo, do anel. Vá mé o joalhei­ 
ro. Quem melhor para saber o 
• Sinto muito meu jovem. valor exato elessa jóia? D,ga que 
mas não posso te ajudar. Pri- quer vender o anel e pergunte 
meiro tenho que resolver um quanto ele te dará por ele. Mas 
problema meu, ta!vez depois eu não importa o quanto ele te ofe 
possa te audar. 	reça, não o venda. Vote aqui 
E fazendo uma pausa fa'ou: com meu anel. 
• Se você me audasse, eu 0jovem foi até o joalheiro 
resol-crla este problema com e entregou ihe o anel. O )oa'hei- 
maior rapidez e, depois, ta'vez ro examinouo com uma lupa. 
cu possa te auuliar. pesou e disse: 
• SI... Sim. nicstJC - gaguc,- • Diga ao seu mestre que 
jou o Jovem, Intimamente se"' ;.,see!c'QIJ:-..crvendcr a;;or-.i, não 
sentindo incapaz de ílludar seu.,, posso.llar.,ma,s que 58 moe- 
antigo pro!essor. 	das ele ouro pelo anel. 
o,elhinhotirouumanclquc • 58 MOEDAS DE OURO!!! 
usava no dedo pequeno, deu ao - exclamou o jovem. 
rapaz, e disse: 	- Sim, repicou o joalheiro. 
• V~ mó o n1CfCaCkl e venda Eu sei que com tempo cu poclc- 
esse arei. porque tenho que pa- na oferecer cerca ele 70 moe- 
ar uma dvda. Otenha pelo irei das. mas se a venda é uren 
o m11.'<irmva•cx p:iss;.cl. mas não te ... 
ocete menos que uma moeda 
de ouro. Vá e voe com a moeda 
o mais rápido posse. 
O Jovem pegou o anel e 
partiu. Mal chegou ao mercado, 
começou a ofcrcccr o anel aos 
íl1Cfcadorcs. Eles olhavam com 
a!gum Interesse, até o mornco­ 
to em que o jovem dzia o quan 
to pretendia pelo anel. Quando 
o jovem mencionava uma moe­ 
da ele ouro. a!gJns namn, outros 
salam sem ao menos olhar para 
ele. mas só um,elhinhofol amá­ 
,el a ponto de explicar que uma 
moeda de ouro era muito valio­ 
sa para comprar um anel. 
Tentando ajudar o jovem. 
chegaram a oferecer uma moe­ 
da de prata e uma de cobre. 
mas o jovem seguia as Instru­ 
ções de nào aceitar menos que 
uma rooc<la de ouro e recusa­ 
va as ofertas. Depois de otere­ 
cer a jóia a todos que passa­ 
ram pelo mercado. desistiu e 
voltou, abatido pelo fracasso. 
O jovem desejou ter uma 
moeda de ouro para que ele 
mesmo pudesse comprar o 
O jovem correu emociona­ 
do à casa do professor para 
contar o que ocoocu. Depois ele 
ouw tudo o que o jovem co­ 
tou lhe, o sábio pediu que o ra­ 
paz se sentasse. e falou: 
• Você é como este anel. 
uma Jóia valiosa e única. que 
só pode ser avaliada por ai• 
guém que tenha conhecimento. 
um ·cxpert". f'ensa,,-a que qual­ 
quer um podia clcseobor o seu 
verdadeiro va'o? 
E, direndo isto, votou a co­ 
locar o anel no dedo, epican 
do: 
• Todos nós somos como 
esta jóia: valiosos e ún:cos, e 
andamos por todos os merca­ 
dos da vida pretendendo que 
pessoas lncx-perientcs nos va 
lo<i2em. Você deve acredtar em 
si mesmo, sempre! Ninguém 
pode fazê-lo sentlr-se Inferior 
sem o seu consentimento. 
• Paulo Rocaro é escritor 
o }omallsta cm Ponta Porã o 
escreve regulamente neste 
espaço 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 
Fundador lva'do Pereira 
Diretores: 
lvaldo Pereira 
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Redação, Administração e Parque Gráfico 
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Fone (0"67)439-1410- FAX (O"67) 439-1544 
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Filiado: ADJORI e ABRAJORI 
aoauh moama tono.gata«natado/ergot.o mr o9iurioot 
o dg.lei. aeotghrapo.abg.ata tia.toe 
Pai e filho: eterna união! 
PROFESSOR CIRO JOSÉ TOALDO' 
O dia dos pais está pro­ 
xumo. A data ,emeteno-nos 
a refletir como 0os pais são 
importantes na vda dos fi­ 
lhos. Para proporcionar 
essa reflexão. trazemos um 
fato ver!d1co. ocorrido na 
Roménia. 
Um pai romeno prome­ 
tia ao seu filho: Haja o que 
houver, eu sempre estarei 
a seu fado. O pais foi sa­ 
cudido com um violento ter• 
remoto. O pai, que estava 
na rua e, vendo a catastro­ 
fe, corte para casa, verifi­ 
cando que sua esposa es­ 
tava bem, dirigiu-se até a 
escola. onde seu filho es­ 
tudava. A escora estava 
toda dcstruida. Tomado de 
tristeza. ficou ali tentando 
ouvir a voz de seu filho. A 
promessa, não cumprida, 
fazia seu coração ficar aper­ 
tado e despedaçado. 
O pai, só vendo a des­ 
truição, tenta mentalmente 
percorrer o trajeto que fa­ 
zia d1ar1amcnte, segurando 
. a mãozinha de seu ttno até 
a escola. Resolve, então, 
fazer cm cima dos escom­ 
bros, o mesmo percurso: 
portão, corredor, virar a di­ 
reta e chegar em frente ao 
que deveria ser a porta da 
sala da terceira série. onde 
o menino estudava. Não 
encontra nada. Apenas uma 
pilha de material destruído. 
Olhava tudo. A desolação. 
a tristeza e a promessa fei­ 
ta ao filho, tomavam con­ 
ta de sua mente. 
Começou a cavar com 
as mãos. Nisto chegaram 
outros pais. Que embora 
bem Intencionados, e tam­ 
bém desolados. tentavam 
afastá-lo de lá dizendo: • Vá 
para casa. Não adianta. 
nào sobrou ninguém. Ao 
que ele retrucava: vocês 
vão me ajudar? Ninguém o 
ajudava. Todos se afasta­ 
vam. 
Chegaram os policiais e 
os bombeiros, também ten­ 
taram retlrâ•lo dali. pois 
viam que não havia sobre­ 
viventes. O pai. não esque­ 
cendo da promessa feita ao 
filho, dizia para as pesso­ 
as que tentavam retirá-lo: 
vocês vão me ajudar? To­ 
dos se retiravam. 
Sozinho o pai trabalhou 
sem descanso por quase 
30 horas. Já exausto, dizia 
a si mesmo que precisava 
saber se seu fllho estava 
vivo ou morto. 
Ao afastar uma enorme 
pedra. Jâ desesperado, gri­ 
tando o nome do filho, ou­ 
viu uma voz: Pai. estou 
aqui! 0 pai, não acredita no 
que ouvia, pergunta: f/no, 
vocé esta bem? O menino 
responde: estou. mas com 
sede, fome e muito medo 
O pai pergunta ao filho se 
há mais pessoas com ele. 
Sim. responde o menino. 
dos 36 da classe. 14 es• 
tão comigo. Estamos pre­ 
sos em um vão entre dois 
pilares. Todos estão bem. 
O menino gritava de alegria: 
Pai. eu falei a eles: vocês 
podem ficar sossegados, 
pois meu pai Irá nos achar. 
Mas eles não acreditavam. 
Mesmo assim eu dizia a 
toda hora: haja o que hou­ 
ver, meu pai, estará sem 
prc a meu lado. 
O pai consegue chegar 
ao local onde está o filho e 
diz: vamos filho, abaixe-se 
e sala por este buraco. 
Não, disse o filho, deixe 
eles sairem primeiro, pois 
cu sei que você cstarâ me 
esperando. 
Amigo leitor o estima­ 
dos pais. Creio que a emo­ 
ção dessa história nos to­ 
cou. Vimos que palavras, 
seguidas de ações são in­ 
gredientes fundamentais 
na relação entre pais e f­ 
lhos. Entretanto, vivemos 
num mundo de aparências 
e representações. Multas 
vezes, o filho que melhor 
agradar o pai. recebe ime­ 
dtatamcntc sua recompen­ 
sa. São as representações 
feitas cm nossas familias, 
assim como fazem os pro­ 
gramas de televisão e os 
muitos candidatos a cargos 
politlcos. Quem emociona. 
• não Importa de que manei­ 
ra, convence e conquista a 
estima e admiração de seu 
público. 
Mas. a relação entre pai 
e fllho. precisa ser pauta­ 
da com o mesmo amor, ca­ 
rinho e sentimento que ge­ 
raram o ato da concepção, 
concretizando uma nova 
vida. Que a história de amor 
demonstrada pelo pai ro­ 
meno. faça-nos ver a lndi­ 
vldualldade dos fimhos, ne­ 
nhum é Igual ao outro, mas 
todos precisam ser tratados 
da mesma maneira. Se 
soubermos passar amor. 
carinho. amizade e confian­ 
ça aos filhos, nossa mis­ 
são de ser pai, neste mun­ 
do conturbado, estará ga. 
rantlda. 
• Mestrando em Hlstó­ 
ria /UFMS • Bolslsta / 
CNPq o pesquls3 na áre3 
sindical do m3glstérlo sul• 
mato-grossense. 
12 do Agosto de 2002 
PAGINA - 02 
--- --- ----- 
VIDA - Dom de Deus, 
direito de todos 
mos urna + 
Ca ançad i 
emos anda um t 
poltuca adquada t 
melhor., 
Apesar de todos t 
que temos. ainda 20 da po 
pu!ação mundoi passa tore; 
só no Brasil, são mais de 0 
mwhes de irnãos nossos que 
vvem na pobreza extrema; a 
violência e as de/{uald.odes 
são imensas. 
A CNB, em diversas 
ocasiões, tem se maritesta 
do, à luz da Doutrna social, 
sobre temas de ordem politi 
ca e social. no ir:tu,to de co 
laborar com a forr.ii-lç,10 d,l 
opinião publica com vistas a 
uma participação efetiva de 
todos no processo de apet 
feiçoamento democrático da 
sociedade. 
A
1en:o aos scfr.mc.r:os e 
esperança do povo, a grega 
Católica no Bras! considera seu 
dever oferecer ntnos e oren 
taçes que possam ajudar os 
cnstaos a cumpr seu dever elo» 
tora! com conscúrc1c1 e r,:".,pon. 
sabhdade. "A po'toca é a foma 
sublime de exercer a cardade' 
1 CF 1998 ). 
A transformação rumo a 
uma sociedade Justa é umn 
processo continuo, que CA.I· 
ge profundas mudanças cul 
turais e imp!ca a partcpa 
çào de todos. Por isso a lgre 
Ja faz um forte apelo à cons 
ciência dos cidadãos. Para 
formar as bases de uma so­ 
ciedade verdadeiramente de 
tuca scrua comprometi«tas 
corna vda. to muros os ir 
te ses de usar a po!taca como 
meio de enriquecimento pr0pno, 
às vetes por reos ihicrtos, mé 
todos violentos e sem o rwn 
mo de escrupulo em relação a 
corrupção. Não podemos tam 
bér nos esquecer aue a sub 
missa0 do pais a0 pr0e5s0 de 
globalização neoliberal 
aprofundou as desgualdades e 
tende aumentar a exclusão. A 
solução dos problemas socas 
depende mais da dstribuçao da 
naueza do que do seu cresci 
mento 
Dentro deste panorama 
eleitoral. Ohando o drama da 
tome que afge m.hões de bra 
slero. A você que é crstão que 
exerce tunçao publica, ou é can 
ddato, tem a missão de ser sal 
e luz do mundo. Sugiro a lenu­ 
ta, a reflexão dos dois ú!tiros 
clocumcntos da CNBB: 1'· Ele, 
c;ó<:s 2002 1 Dcto. n' 67) 
2'- Ex géncias Evangélicas 
e Etcas de superação da msé 
na e da fome I Dcto. n' 69 ). Os 
mesmnos poderao ser encontra 
dos na Lvrana Damasco. Estes 
Documentos serão grades tum» 
narcs para o nosso momer.to: 
presente. 
QUE DEUS !WM!NE A 
NÓS TODOS. 
l 
Deputado. Estadual 
Deputado 
Federal 
2510

• GrfJAl_ 
CULTURA 
Protessor Fábio participa do I Cultural em Bela ViSla 
·:1 i{ <1(l· , •ai> ) 
campeonato Brasileiro 2002 
lld,1 Vi,1:1 ter(! 11111 
tepresentante no Campl'o• 
111110 llra,iktro ck 
1 ae~" oncln 2002, que ,crit 
realizado nos dias 20, 21 ,: 
:!2 de Sc1e111hro. 
Prof. 1-lihio conse­ 
guiu a vaga ,,pó, ler p,1rti• 
cipaclo rias pré-selcti, '" 
que aco11tccl'r;1111 cm Cam• 
po Granel.: e Dourado,, 
con~cgui11do inclict: par,1 
fu,er parle da Sckçi1o d.: 
Taekwondo de MS. 
O l'rofc"or jà d.:­ 
scllolc ,c11 1r:1balho c111 
llcla Vi la :i 111ai, de 1rês 
nnos ou seja é uma acadc• 
mia bem nova no E,1ado. 
mas que já trouxe mitos ti- 
111los para ela Vista. Prof. 
F:1bio clil "apesar da, di li­ 
culdack, que temos tido 
para levar nossa equipe 
para competir, sempre tra­ 
zc111os medalhas, mos1ra11- 
do assim que nosso 
Tad\OIHlo c~t:i no 11lL'!'!l110 
nh el técnico, que as de­ 
ma,-,, t..'quqh:,. "Rc,,.ilt.1 
aind., "c111 10da-,, ª"' compc- 
1 içõcs que fomos 
trouxemos medalhas e além 
disso temos um :iluno na 
:1cadcrnia que foi vice-cam- 
pcao c,111d11,il 2001. ,11lt•1,1 
c,ll' que e ck IJcll.i V1Sio1 - 
Norte - l'Y". 
Professor E ábio tam­ 
bi:111 ,1prn, c11ou p,1ra pedir 
apoio a iodo, aqndc, que 
qui,crc.:lll ajucl.1r 11a ~ua id.1 
p,1r,1 o Campcon.110 l!ra,iki­ 
ro. ''Peço a todos os c111prc• 
,:1rios e ,tulortdJdc, de lld,1 
Vista que pos,,1111 me aJnda, 
e 1111.: patrocinar nc:'la co111• 
petição, pois não só estarei 
representando minha acade­ 
mia como também Bela Vis­ 
ta'•. 
1'.1r.1 m:iion:" informa• 
'Õc-; dc como pratii:ar 
l.,c,ondo cm Bela Visla 
entrar cm contalo com ,ca• 
<lcmia F:1bio Carnargo 
lac, 11<!0, 1(11,1 Conde de 
Porto ilcgrc 17,1 ccnlro ao 
l.,do do antigo Crnc111:1 011 
pelo fone: 439-1313 011 
99758293 ou aind:1 na Rádio 
Bela Vis1a com irm.111do 
Loureiro. 
Tí111los lra,ido, para 
Bela Vista pela icademia 
l·:ibio Ca111.1rgo Tad,ondo. 
1999 - I '' lugar por 
equipes no Noroeste 
1'.111li,1a. 
2001 - 1• clapa Cam- 
J'<-111 li , 1 ,1, 1 ,1 1 es de 
11111, ! J.tlh Ide l'r.•J 
'.!001 ::'. ( , f l ltl'cr• 
11 11..1l)llJ 1 "1m,11l11r de 
Taekwondo" Corumbá MS 
- 2 Medalhas de Ouro e 1 
de Bronze 
2001 2' clap.1 
l ,,mp 1 stadual mes de nn­ 
, cmbro • ( ampo (,r,111de 
1'i. :-..c,1,1 e1.1p,1 I' pré-,<­ 
letiva para Seleção Estadu­ 
al-2 ,kd,dh,i, de 011ro e 
1 etc l'r,11J 
2002 - 1 'Ci.tp.t L,tlllJl 
1 ,1.1Cli1,d Dnur.iJn,-;I'> - 
111clhur ,1p,ncnt.1ç.lo d.1 
equipe de llclJ Visi,1, 1 X 
;kd.,lha, no total, sendo 7 
de Ouro. 9 de l'r,11,1 ,: 2 de 
Bronze nesta etapa l!cla 
Vista foi destaque surpre­ 
endendo muitas equipes 
lrad,cinn,m d,1 1 ,1,ulo, li­ 
cindo tm 7" lugar 
Prô'.illln-' Compl'liçcirs 
17 de a!(O>lll 2002 - 
lornciu Rq;ion:il 1'0111,1 
l'ur,i-1. 
20.21e22de setem­ 
bro 2002 - ( ,llllJ'Cllll:tlll 
Brasileiro de aekwondo - 
llcl,1 llori1<1111c - IG 
Ou111hrn dala a Jcti- 
11ir -2' etapa Campeonato 
1 ,1aJ11.tl - C.tmpo Grandc­ 
MS 
Prl)f. Fabio agradece 
u apü10 Jc todos que sem­ 
pre acrc<lit;1r.1111 cm l.'ll tr:i­ 
h.1lho "fica difictl c11ar 110- 
mes e acabar deixando al­ 
guém de lado por isso agra­ 
drço rm I ª lugar a Di:us. a 
llltll' f:un1ll:1rcs. amigos. 
mestres e pais de .tlllnos, 
pnr acreditan:111 e me aju­ 
dar no descrlolvimcnto do 
Taekwondo em Oda Vis­ 
la". 
C.1n,po Gr.in !i o.,·s hu., S.1r: 1 An,, 1· 
1 10..! . CEP 7 00 240 
(G7111.
1 
J ... Oíl r.,-· 1(17 ). 1 :121.? 
1 1 ! VJ,l(.JII! .1.:n.1 t.u·t) IH 
111 
,,, 
,1uop<,11, d< < ,irnpo r,r. n.J 
pnr, oh, d,1, 1 1 ill, " und., 
de carro para a asa de sua 
familia hospedeira, familia 
Silva, da qual l.11e111 p ut,·. e• 
l(,l1.1111.1r. a l·l,,1. Jul1.111J 
J.1cq11c 1 u1e ,· J u -:r k ue 
/ma semana apos sua 
chegada, foi homenageada por 
seus novos colegas e amtgos. 
Clll C,h,I dl" f{,b.1111.ir l{)l11 11111 
d111rr,1,w p,1110<.:inado pelo, 
próprhh p .. 1r111 ... 1p.111k-,, tendo 
a reumtão se cntenddo ate .. h 
UJ O() horas. com 1111111,1 mu­ 
,ic,1 jo, élll e 111111tJ aleµri., 
1,rjam, IIICH,l,l ll.l pt·­ 
quena cidade de eritz, pro­ 
1111,1 .. 1 l!Jmhurg, (·w.,,1 o ")l"• 
!!lindo Jno cok·g1,tl 11J 111,11• 
11110 de EducJ1·:,o de llcl.1 'i­ 
ta, cujas diretoras são as Sras 
Proínrnra, J,11. DI. 
11.1.LO 1.0l'RI IRO DI· 
ALMEIDA e SIIIIU l·Y 
GODOY LOURl:IRO. onde 
foi co111cmplad,1 com 11111:1 hol­ 
sa escolar integral. 
Suas habilidades são - 
; lomar c:1, Jlo. d.mçar e locar 
, iol.io. Alem da lingu;1 m:k. 
fal.1 inglê:, com llu~nc1a e l.·111 
noçõ(·, cm franc(·, e L',p:111hol 
; familia h,hpccktra 
de Mirjam em Bela 'tsla j., 
tem urn pouco tlc c.:,pcril:m:: ia 
com intercâmbio,. Recl"bcu. 
alrilés da AFS. cm ,11tc"111i> 
Jojo. ~,jo,..:111 belga que ticou 
residindo por quinze dias, tra- 
1a,a-sc da jovem NAI LIE 
VERSCIIUER['-:, dcld<> :i 
mudança da familia lm,pedei­ 
ra para Oela Vi,1:i. 1'a1:il1c 
preferiu urna cidade menor e 
lkou cff1 Antônio Jo:iu. A ~e• 
gunda experiência foi à ida da 
jovem JUSCII.E;s;E 
iRAND, E S11.VA. cm i111cr­ 
c:imbio a l-lodc,10. Califórnia 
dur:mtc onze meses. 
Finalmente. agora. 
através do AF', chega a Bela 
Vista a Primeira 
intercambista, M irjJm. d is­ 
posta a realizar numerosas tro­ 
cas de experiências culturais. 
mas principalmente, aprendt:r 
o idioma. que no momento C 
uma barreira. ntJ5i que vem 
sendo superada graças ao seu 
esforço pessoal, pois. e t:i cs- 
1udando o ponugués a fundo 
e conta com a colaboraç:lo de 
seus professores 110 lnslituto. 
inclusive da Sra .. LETÍCIA 
li' 
Orit·• m do  r ' 
l);lfJllll J 1 
luru,d, u 71 
,itJ, íl..,i'. os 	.~.t 
voluntartatt tis. 
,1h1111do i.: t IO ,. ', r 1 ' .. t!... 
.1111l',uL:11l. l l f rl1 • r ir~• :!. ... 
nli HJ ,) nom .. • d ... r11L f ic1 t 
l eld Serve e tinha a mtss.to 
de transportar soldados tran­ 
ceses terdes das frentes de 
batalha para as unidades mo­ 
 '-'"' tk· lahp1I.1i.. '-o lim d 1 
!urra, es .. e numero h n 1.1 
resido para 2$00 ,,,1111.lJII· 
'" 
,po, ,1 li (111,n,1 l1111- 
J1.!I l·,w, ,olunT.irin, ...:-.IJ.­ 
am drstriburdos por toda a 
1 ur .. ,p.t e Lllflllf:IIJf,1111 IHll<ll• 
11.1 ckh.:rmrna,, o de pri.nllP er 
,t p,11 atr.1 t', do, cunt:Jt,,-. Cll· 
tre pessoas de diferentes cul­ 
lllra, 
O 1 <, l111er,ul1ur.1 
l!r,"d e mcmhr,1 Jo 'I·', 
lntercultura Programas. umJ 
organização mteracional sem 
fins lucrativos qu .. opera a­ 
rt<'' pn1g.r .. 1m,1, tr1ten.::ultu1Ji, 
p:u.1 JUL"lh t.: adulto, c:m 5-1 
países. Sua missão e a educa­ 
à0 em seu sentido mais .un­ 
plo ,qud.1 que c:,1rnp,1l.1 .1 
sala de aul.1 p.1rJ prllt1HJ cr o 
aprcnd11.1lJo inh.:n.::ultur.il 1.: a 
comprcl'll),hl tntl.'fllJCiort.11 
:itr,lc d.1 tnxa de idéias e c­ 
p<.·r1ê111.:1:i, dt· , 1d,1 entre 111di­ 
iduos 
'" llrJstl. o ,1 S Í<>1 
fundado cm 1956 ett cc,m­ 
prcn111,,o e com J Cllíhtruçjo 
de: um mundo ,ol1d;irao atrJ­ 
 ê:- do intcrc.irnbio cultur;1J 
entre o, ptn os. Seus progra­ 
m.1:, procuram contribuir para 
o dl.''>tn, oi, 1mcn10 da cid.1da• 
n ia. oferecendo aos jo cns 
oportunidade, dt: conhL·cer 
outra, culturas Ao todo. sJo 
mai, de 600, olun1ános orga­ 
n iL.Jdos c:m cerca d<: 80 comi• 
lê) e ri.!presl.!rllaçõcs locais, 
di,lribuídos pelas principais 
regiões do Orasil. São pc,so­ 
a, com difcrcnlcs fonnaçõcs, 
que j:i panicipa,.un de in1er­ 
dmbios ou hospedaram cslu­ 
dan tc.; estrangeiros e que. 
hoje. dedicam parle de ,cu 
tempo disponÍ d à orgJniz.a. 
ção. 
o iFS 
INATERCULTURA BRA­ 
IL. aprcsenla. basicamenle 
dois proi;r:imas - um de cm io 
I.' l i/rP J .. h.: .. d-, , ..r,111 () pri• 
mero comptee de os ptora­ 
mas solares para jon» que 
estejam cursando o segundo 
J:f.lll e que pedem ser em ... ,. 
Irais ou antuats I 1 m, n­ 
d.1 lr'-""L Pn:Lt.Hl1,h I ira m,tl· 
ores de 1k anos englobando 
,l,)O CP/lllllllt.trl.t. c,l.lj!Ífl ll:t."• 
no e p,,rJ prok\lHc.:-., l1llll 
duração variael, segundo o 
i111« d.1 escolha de um 
pais para o programa escolar 
aconselha-se que o estudante 
procure informações culturais 
e geográficas do pais onde de­ 
L"J,1 Í.J/cr r..cu 111krcj111bio. 
uijo tlCC'-O dt:pcmlc:. pr1r1c:i­ 
p.t/111(.'11ti: d..: .1brir ,ct11.:-nrJ;lo 
e mc.-nle pJr;i unujorn.1d.1 que 
vai marcar sua da pata sem­ 
pn.· b.11'0 (.,'tll(h lllll,1 1;1bc:­ 
i.J ljUI.' Bll)lrJ .Jrt.1, op.,:<1(:"i 
H±2opões de países, 
os custos do programa são cal­ 
culados em umdade moneti­ 
ri,1 :unericana 5 550,00 t;<, 
para ,!rica do Sul, Costa 
Rica. Hong Kong e Hungria. 
l,Jj11di;1, Lc1,,111,1, R,·públic., 
Tcheca, Russa. Talindia e 
f11rq111a l S 6 UOU.00 parJ 
Dinamarca, Fmnlindra, Noru­ 
c;,.1 e ~ucc1J U a 6 500,00 
p,1rJ ,utria. lklg.il..'...1. 
l lolJnJJ e Japjo, 1 S - 000,00 
p.trJ AkmJnha, Canad;j, 
! ,panha. F,1ados Ln ido,. 
rr.,np, 'iuip e 11,ili;, U<; 
i 500.00 para ,u,1rjl1.1 e 
Nova Zelândia 
Para o ano de 203 j fo­ 
r.un L"flCL"tT.l..i..b J5 llh,..:ri~)t.-.,,. O.> 
candidatos a intercâmbio em 
2004 deverio in.>en.'1..'r.sc pdo 
rnt-no... da ITlt.°'.',C,;, anlcs p:u:1 f.1...i­ 
l1L1r n p;:irlXluncn!o. pro, 1d«..·ncí­ 
ar JX1>"1p.>rtc e,;, 
Ocla 'i>L1 j:i dispõe de 
um.1 Rcpn:sent1:;.io l I n:1 p..-s­ 
soa do Dr. R1b.1111.1r. que c;,t.i cm 
condiçõe, de n:cru1.1r fomíl,as 
ho:.p,.xkií.l..,t:1.."fcuninh.,rjo,t.11.5 
in1=nbirus par:i os di,cr,,os 
progr:um,do AFS. p.,r.1con1:1c10. 
usar os 1clefom:s 439--1075 ou 
9975-8641. 
Deputada Estadual 
ZECA 
t43 1313.1 
Pela Justiça Social

JOl<N/11 ,')</1()/ rrr J!I 	1-<AL 
• POI I rn:I 
Marur. 1ão q 1er que j 
o Estado continu . 
retém do l.eu- 
h 1111) 1 1!1111111 Jo 
11,lll "ili posf Ir altar 
Uflt.l 1d1111111 ,li 1,.__j,, "'t 111 1 
p.lrlh.1p.1,.1nd 1 ', ..:111hl.._11 
1 4,. 1hL111,I, ,, l 111.!1d 1111 , 
!'º' rador pela olyaçao 
1 rc111c i111pl.1 ( 111," 
l.tl,111,J,, Xater M 111111 
(1'111 l'I 1 -1'l'II 1
11
'1 l'II', 
I' 1 tl,dl) ,,111,11lcr, 11111 
absurdo ore'nutro nà h:1 
.tlllillHlllll1I ,lllh. lUlk p,11.t 
dr! 11111 o montante a ,e.:, 
repassado mensalmente 
para atender as 
lltl..'.C ... td.l(h·' dtl 
l
1
.1rl,1mrn1,, 1 l.1dual 
a 1 ,.lu d,, 
candul.ur, a gu, ..I 11.,d,,r 
pela Irente Ampla, este e 
um dos erros tdisso» 
que pc1Si,1c 11,1 .1111.rl 
administração por não te 
co11,cg.uido '-''t;ihl.'ki..'cr 11111 
canal de conservação on 
a Assembléia Legislativa 
no sentido de -,e.· diminuir t 
pcrcc11tual <k· rcp,1,,c p.1r.1 
a Casa. 
··( u111 ah,urdo qnl.' 
a Assembléia continue 
custando aos cofres 
pllblico!<I do 1. stado o alot 
de RS 6 milhiic, 111ê, ... 
n:clrmHHI ~l.trun. h1111:111dP 
,t C,imara ~lu111.'ip.tl dl· 
campo-grandense l'.'1111l 
C:'cmplo de gestão pibliea, 
di.! rcJh:ito au i:1.irtl1 1.: :w 
contribuinti..•. 
Si: a c:1m,1r.1 lu11i..:1p.d 
conla com ~ 1 l'11.:.1dl1tl.', 
todo, de, id.11111.:1II.,: 
assessorados e funciona da 
melhor 111anc1ra po,,I cl 
consumindo 111i:n,.1l111t..·n1L' 
1 milhJo de rc.·ai-.. 1.trun 
quer saber porque é que a 
As,c111bki,1 g..1,t.1 <, 
milhile,'! 
O candidato a 
governador pela lrente 
Ampla ,1tê adt1lk 1.111c .1 
Assembléia faça jus a R$ 3 
milhõL", '1111:,. u seja, tenha 
dirL"ito a c11hJUl'nla pl,r 
cento do mont:tntc que 
recebe atualmente. Salienla 
que a n:duç:.io do repasse 
propiciari:i an Estado uma 
cconon11a de RS 36 millHlc:-­ 
em doze meses. Dinheiro 
suficiente pata construir 
escolas. casas popuLu..:..,. 
enfim. executar projttu, 
lltlpl I l.1111 , J ,111 
Ili 11,,111,l J J q .,j, 1 l 1 
 ,d t I p11I l1r, ,, 
11111 111 ,nd 11 de 
q11.11111 ,1110 u111lor111c 
,l,tl1111 t ,1ro 1,llllll, l 
JII' 'i.} l I l Ci...111.11 l li l' 
d,oh.'1111 lConn1n11,1do 
111.1,.._• dn 1"-'I'·' ' lut 1 1 
.,, ,l1hh;1.1 1 ,:~•1,l.tll,I, 
ate $00 quilómetros de 
( 1lll:lll.!, ln 11.illit:a 
'o cntutdcr dn 
l1111d1d.110, l 1.1 p.1,,.111do da 
hora de mudar as 
prioridades "Governar 
elenear prioridade". 
lllf.ltJhlll i',11.1 1.llllll, O 
,1H:t:, >ll dn l!º' l"I 110 
t ponta no fato de o 
overmte saber escolher 
suas paridades 
--111fl-l11111l'lllL' .1, 
p1 ,orid,Hlt·, que } 
~o, l'r11.1dor / '-'t'.I ,.:li:111.:<'I 
não são as adequadas e Isso 
ll''lilt., llll l.1to ,k ljlll.' 1' 
l tado conta sendo mal 
~( ,crn,uto", all1111.:11111 
( ,11I,,.., 1aru11. 
Co11l1.1111l' 11.1 
possibilidade de eleger o 
111,ll<'f úmero possivel de 
deputados estaduais, 
Mlarun disse que espeta 
(lHILH 1,..'ll11 _1 ··l.',píritn 
piblo" de cada 
p.11 l.11111.:11L11 a f1111 de 
.'ulu..:,,r em pratica uma 
parceria que eia benéfica 
p.11.1 a, .11nh.1, p.nll..', "';io 
se pode ter a 
glil'ílL1h1lal.1tk c,.llll fim 
Precisamos fazer d.1 
governabildade um meio 
p.11 .1 qu..: o, ohj..:t 1, o, 'ieJ;1111 
,dc,111çado,". frsou o 
c:-indrclato. t:nntr;lrrn íHl 
,1,(l-111;1 lJlll' 
Executivo 
legislativo 
O, ühJeti,,» 
torna 
refém 
(1 
do 
prmc1pars pata se fomentar 
o professo, construir o 
dL""il't1, oi, irnL"nto com 
q11.ilid.1tk par,1 todos o, que 
aqui hahit;]lll, c0nforlllL' 
lllCllCillllOU 1:-irun. ;( 
sai!e, educação, 
,~µurança e h;,bit:iç,io. 
Por isso, acrescentou o 
1.·.111diJa10. ê i111pcra1i,o 
q11c 0s ,tcp11t,1do.., 
1r.1h:ilh,·111. 
(,,.,l.,..,.,ria de J111prcn,:1) 
eca do PT que criar o "Bolsa Universitária" 
• PllE-VESTIOULAf{ 
Aula inaugural do cursinho aconteceu em Bela Vista 
,i..onlct:CII 110 
lllUIII. 1p1,, ,k Bd,1  "'•I .1 
aul.1 111.u1cur,ll do ( ur,o 
Popular Pre Vc,t1hul.1í, d,c 
qual participou 
,1prn,1111,1cl.1111cnlc 150 
estudantes beneficiados pelo 
prupr.1111,1 da Secretara 
Estadual de Educação. A ,111!.1 
:,u>11ll'tl'll na 1 ..,ll>l,1 I ,t,1d11.il 
l .Sttln llr,111rn 
Nn ,.,h;ulo. ;1 ,llll.1 
n EDUCAÇÃO 
l.ilc C'orri:a 
A prd"c1tura de llel.1 
'i,t:t ina11g11r;:i '.',flbado na 
aldeia Pracui a escola 
municipal Hoy Arandu 
Rcllda. 011 "ca,a do, 
in1cligcn1c, ... 5cg1111tlo a 
lingua Gu.11.t111, que lica a 70 
quill,mclrlh da '.',Cdc Lio 
11wn1l.'."1p10 1.k Bela '"1.1 l"l.1 
........----~ ~ - 
' 11 POLÍTICA 
ssocõação Comercial de Campo Grande decide apoiar Zeca do PT 
/ As ociaç:lo 
Comercial de ampo 
Gra11de (AC G) decidiu 
apoiar oficial111e11tc o 
candiclato à rcclciç:io ao 
go, crno do Esrndo da 
Coligaç,10 "O No, o t-lato 
Gro o do "111'', Zeca do PT. 
Segundo o presidente da 
cn1idndc. Benjamim Chaia. a 
l'eder.ição c:i,, A,,.ociaçõcs 
Com1.:rci:1is e lndustri:iis de 
t-lato Gros,o cio Sul 
(Fnci111. ). após reu11ião com 
rl.'pn.·Sl'nlnntcs di.: sr.:u 41 
Etlital lle Proclamas 
JA!':11.DE ROS, 
DOS S,NTOS. Otic,ob do 
Rcg,tlm C1, il únta cidade de 
Bel± Vista M Faz saber a 
qu:i111os o presente Edital de 
Proclamas virem, que ;1prcs<.·n- 
1.:1.rJm os documcmoc; nig.idos 
pdo artigo 180 do Có<lico Ci­ 
,·d Or.uih:iru. incisos 1:u.111 
e IV. e pr ·tenJr:m se casar. 
"GE1'1L 'ON MA­ 
G,Llt,E DO - SANTO e 
RONILDA DUARTE 
RAMIRE: " 
:1mbos... brn.sileiros . .!!Olleiros. 
domic1lt.1do!. e rcsidenh:s ncs­ 
lJ cid:ide: ck. :igcntc: de.- s.ec:u­ 
rança, natural de Gu1il Lopes 
dJ usur.J-l : filho de JoJo 
l:JJt::)lJ dos nntos e Eh:nir.i 
F:mm:? Ortrz ;t;1g:dhJc.s; d:i. 
lides do br. n:nur.il de Beb. 
Vista-MS, filha de Ez.idoro 
R:tmircc; e lobnd:i l)u.:inc. 
e olgucm souber de 
algumn impedimento que se 
oponh.1 11,1 ionnJ. d.1 Lei. 
1kb ',sJJ ~I , OS de 
.1,:_,osto de 2.002. 
JANILDE ROSA 
DO S  l'TOS • Ofü i.,I., 
111,lllt11r.il n:u111r.1 1..., 
vestibulandos atentes 
h'.'lll'IÍL l,)Jo, pr.:l.11o.f',Jtll1l, tk 
Jardim e auia lopes da 
1 agun.1 () d1rclnr dn 
ursinho, Pedro José de 
Menezes Macedo, e equipe 
, ,lo t:01t1;111dar ;1 
urnfr,1tL·rn11 .. 111o .1 p.11t1r d.h 
l<Jh 110( 1111": 1 ,p..rtc lmlm1 
As aulas ,.io 
acm11cc.:n no-, 15 mu1111.:ip10..,, 
possui2.350hectares de teras 
C ;t C)COla lllllllic1p;,I tem uma 
;n:.1 c011,trn1da de 192 mctn,, 
quadrados, com três salas de 
;1ula de -18 melros qu:1dradth 
i::ida, 11111a co1111ha Jc 15 
metro, qua<lrado!!:t, dl>1, 
banheiros de cinco metro 
q11,1dr:u..lo, .cad.1. e 11111.t ,ala 
dos professores de l metros 
filiados. sábado. cm Cnmpo 
Grande, 1:11nbé111 adotou o 
me 1110 posicionamento. 
Chain fri ou que o 
apoio à rcckiçJo de Zeca do 
PT é nada m.iis do que a 
continuidade da parceriJ do 
cmpresarind_o sul-malo­ 
grossense com o govemo do 
Estado. "O go, cmo do Zeca 
foi o primeiro que nos deixou 
trabalhar sossegado, sem o 
Jerrori,mo !iscai. Nó estamos 
pagando os nossos impo los, 
o go, cmo cs1ii re ebc11do e a 
1 1,d1.: 1..Jo hl nc.: f ll lido" 
aptotmadament '-J 11111 
estudantes oriundos d 
comprovadamente atentes 
km d,h i:111l~h. lJ (Jl)l'.fllll 
Popular entregara 
gr,ltllil,!lllt:rtll.' u·r1.:,1 J..: ~() 111if 
apo .1d.1-.. . ...._ • ..i1rnJll .1 ,c.:trd.m.1 
estadual de Edueao, HAa 
p lí<e1J.1 Jor,.:,· 
011te111, a aula de 
a Vista 
m aldeia 
q11aJrado,. 
o prOJelo e 
risca 111ação e Jc 
rc,po11,abil1dade do 
engenheiro civil i1arco, 
Câmara de Moraes. sendo os 
tr.,b:ilho, e.,ecutado, pd:1 
cmpr..:1tcira No,o l lor11ontc. 
/ c,cob indigcn:1 cu,lou RS 
76800,00 reais com recurs .l 
arrecadnçilo aumentou" 
comentou o dirigénte. 
1 
Outro a pecto 
imp0rt:111tt" dos três anos '-' 
meio da gestão pctisia 
110 
governo do Es1udo 
destacado pdo presidente da 
ACCG foi ;i abertura do 
Executivo Estadual ao 
dialogo com os emprcs:irio . 
""Ele (Zeca do PT) tem sido 
aberto a reivindicações, e 
,s,o Pª:" os emprc :irios é 
muito 11nporta111c, porque 
nos temos o go'crno com 
ia 11,:,td ft.:llhltJ 
aproximadamente 
7
00 
L,11,J :•,!,·, 111 I <olJ I J,1 d 
J,, l,1 1 cite de 11:irro,, cl1 
t orumb., O tH:htu l.trnbun 
contou om a participação dos 
H·,11h11l.md,i, Je 1 :iJ.1110 is 
alas começaram no dia 5 de 
,li!.O~h>. Somente l:111 Cam.fX) 
(ir.111Jc. ~.X 11111 e,1ud.1n1e, 'Jú 
beneficiados pelo ursinho 
E dialdoBitencourt 
1Jbil1✓.ido, pelo ld,ucrra e 
co111ra pan,da da prefeitura de 
Bela Vista de RS 23 0-10.00. 
Cerca Jc 105 cs1uda111es 
cstud.1m na escola no cnc;ino 
fundamen1al nos períodos 
matutino e  esprrt1110 com a.s 
aulas tnHll!!:ttradJ!, cm dois 
idioma,: m:uc:rno (guarani) e 
ling.u:i portuguco;a 
um parceiro nosso•·. 
alicntou. 
O dirigenle concluiu 
clii.cndo que num segundo 
manda10 do pc1isw os bços 
entre os empresários e o 
go,erno do E,1ado de,cm 
ser ainda mui c-1reitudo; 
para viabilizar o proje10 d< 
dcscíl olvimento de ;l3to 
Grosso do Sul. "A parceria 
OÍ continu:ir e vamos 
apoiar o go, erno do E tudo 
p3ra. crc c1.:rrnos juntos", 
finalizou.

JCJJHJ/11 ll<IIJIW/1 llA 11 1)•1 li l•iA 
• COIHI ITO 
• úc:t<AL 
índios t rmam milícia armada 
 
1 
Vista parcial da A/do/a onde vive os Índios 
('0111 medo, ma, 
determinados a defender suas 
fnmili.,, 11 q11.1lqllcr cu,10, um 
!!íllPº ,k i11din, gu:1r:111i­ 
kaiowà da Aldeia Campestre 
e do Ccno ~lar,rngatll, c111 
Antôn1t> Jn,io. dcnum:1.,r.1111 
ofi..:i:1lmc11tl' ontem. cm 
cu tório, uma série de l..'.ri11H:, 
que co;;t,1riam ,cmlo comctith.h 
pnr uma milícia indigrna 
armada, responsável pelo 
clima de tc1 ror imposto à base 
de muita iolCrn:ia. 
Os depoimentos, que 
segundo os indios ... já ~ di: 
conhc-ci1111:11to do ~1ini-,ti:rio 
l'ilhlic,, Estadual". for.1111 
1cg.i,tr.Hl1.h pcr:rnll.' o olic1al 
do Cartório Ci, il de 111tônio 
Jo.1<.). Apc-..:tr de c,1arcm 
"jur:Hlo, ck n10111.:·· pdn que 
ch.1nrn111 de "quadrilha 
armada". lb guarani 
ckcidiram 1.:olocar no papd 
uma st.:rio de.: di:lito,. que.: ,ai 
desde assassinatos a l.'Stupro1i, 
roubo, e.: tr-'tico intc.:m:1cin11al 
dl.' entorpceent1..·~. 
 queia dos indios 
·rc,oltou " populaç:i<' ,k 
,ntúnio João, que , ai pc.:dir 
providências ao Ministério da 
Ju,tiça atrn,1!-.de um abaixo­ 
,l~~inado com mai~ dc.: mil 
assinaturas. No depoimento 
dado e:-.pontaneamc.:ntc. os 
denunciante~ ripontam o 
.. c:tpit:io" l.orctitu Fern:mde!'I 
11lh,11l1.1.n11111:io dck. /dcl,1 
1 crn,u1<k, lilhalh., e o filho 
do cacique, Augusto 
Fer11.111de, Vlhalba, como 
autores dos crimes 
l·k, :liinn:1111 que j:i 
c"c:1para111 <l.1 morlc , ,1ri.,.., 
 e,c, I..' qur. jHH '"º· 
resolveram abandonar a aldeia 
e a :'ire,1 itf ad1d.1 dc,de l 9<J8. 
11111ll.111dn-,c par., a cidade. 
São depoimento ... 
c ... tarr1..·cedore~. como o do 
casal Daniel Nunes e Santa 
ll:,rho,a V,lh:ih a. cuja filha. 
lsadora unes, de apenas l 
ano, de id.1dr. foi ~cqilc-.trad.1. 
, inkntad:t e a~sa:-,lllild.t por 
a,1i,i:1. 
• SAÚDE 
ve 
l !e.; afirmam qm: .1 
menor desapareceu no dia 2 
de julho ultimo, dcpoi, de ,.,ir 
com iugu,to Vilhalba. Doí, 
dia, depois. a màc foi 
con'crsar com Lorctito 
Vilhalha. quando acabou 
sendo .tgrcdida e acon:,,clhacla 
a ni1o procur:ir a 1111.:nina No 
dia seg.uintc. hadnra foi 
cncontrnda mort:i, p1.:11dur.1d:1 
p,·lo pescoço por uma corda. 
com manchas de sangue nas 
parte-. intima.; e corte., de 
facas nas peras. 
Mais de uma pessoa 
nbusou de minha filha e fiquei 
'-:ibcndo qt11,; dcpoi, de minha 
filha morta. o índio :-!ariano 
Fernandc, Vilhalba. mn:io do 
itério ltll a $ade 
an mm au a íl porra 
O miui')tro d.1 audc. 
Barjas Negri, assinou ponaria 
que aumenta cm R .-l50 mil o 
, .tlor do:) n:pa~:,cs mc1hai 
frito< pelo go, crno federal 
para Mato Grosso do ·ui. 
Deste total. RS '00 mil ,cr,,o 
Jc:-.ti11ados ao mu11icipio de 
Cnmpo Grande. eu rc'-l,111tc ;°1 
Si..'C.n.:t:1ri.1 l'St.1du;1I de ~:iúdc. 
O aportt.: de recursos 
1..::tra:,. que passa a :,cr 
incorporado aos tetos 
fin:rnceiro t:11110 do estado 
qu:11110 du mu111cipio. come .1 
n -,:.:r ll·iw :i parir deste més 
~lc11:ialmente. o c.stndo de 
"capitão" Loretito, cortou os 
pés da nu.·11111.1 e chupou seu 
sangue", disse Daniel Nunes 
A 111l'd1ca que foi ao local Jo 
crime disse ter sido ameaçada 
pd.1 111ilk1;1 111dig.c11.1 e . ..:nm 
111cdo. pediu as contas na 
prcfc1t11r.1 e Íl)I cmhorJ dü 
htadn. 
o cnrpn ro, 
cnc.1111inhado p.1r;1 ,cr 
...ubmctido J c'.amc: 
llCCíO"'ICÓfHCO l'lll 1'0111.1 Por.1. 
mas o resultado da autópsia 
ainda 11:io foi di, ulgado. , 
familia chegou a acion.1r a 
Pülkia Federal, mas segundo 
Daniel Nunes, os federais 
foram à aldeia e conversaram 
.1pcna, ...:0111 o ··c.1pit:rn" 
Loretito e depois foram 
emhor;1 Da111c! afirmou que 
não quer , ing:rnça "e: nem 
passar por cima da, 
autoridade" 
OIH>GADOS 
Segundo os indios 
que: prc-.tar;1m depoimento. 
apesar da Policia I cdcral ter 
a firn1.idl que n:n hi armas na 
:-ilc.h:ia e nem na árcJ Ja 
i1n a:;Jo. "a , crdad..- é que 
existem dezenas de armas de 
fogo, longas e curtas, 
c:-ir:ibina,. "ílobCs.. e 
teóleres nas mãos dos 
homens da milícia"' O 
armamento estaria sendo 
adquirido pelo, ím.lio, com 
mm [l1) íl n m1 ® mm n$ 5O mil 
ati Grosso lo Sul 
~la10Gn,-,odú Sul recebe R 
10.98 milhiics do :-S·lini,1êrio 
da Saúde. 
Essa nova verba deve 
ser aplicacb. c.:ch13Í';unc111i:, 
·na a::.:-.i tênci.1 nmbubtoflal e 
hospi1alar de média e oh:, 
complexidade prc,tada nos 
ho:,pit;1is que :1tcndc.:m pdo 
SUS.Oohjcti,odo~lilti 1êrio 
ela Saúdc com :i 111t.:dida t.: 
:1111p1i::ir ,t oferta du !)1,:n iço 
prestados pela rede 
a ~i~h:ll i,11 do ·i,tcma Lnil..'o 
de S.,,,dc ( US) .i popul.1 :io. 
>-IO'- proc1: limcnto­ 
onsiderados de mC:di::i 
é oda me ,, r C  . d .... q"-=:t h 
i0,1n•"· fill,.1 J., """,  ', 
ljlH. gundo o pai f,,j 
l.""olllpl~J,t r)II 111,111 rol 
Oldrn11r í ,·111.,n,k,  ilh.ilb 1 
filho do "apitão loretito A 
menina foi recolhida 
u11npl1. t.1111l nh.' 1111., 
.... ttJ,!í,ltldll. 
•• J ud.1 l11111t1111d.1Jc 
 Ili ""º•·. d1,,...- O p.,i. 
inconformado Por hzer que 
1r1a dc11u111..1.1r ,1 111!11..1.t e 
Cll"'I I..IIITlC". P 111Ju1 qu111t1 
d,, ',d,., dl',e que  1 
l.'faq11c:1do J11J'> , 1..'Jc-; Jll>r 
()clico I erno111dc, 'dh,tlli., 
1rm.in do "..:.1p11.1u·· 11)re11tll 
Por causa dos ferimentos, a 
, 1t1111.1 esta impossibilitada 
de trabalhar "leve isso ao 
cm1hcci111c11to d., 1 u11,11 m.i-. 
11.111 f11cr,1111 n.1tLt ate hoye" 
r1..·d.1111.1 
;o rol de 1n!Crn:1,1 
tambem consta a tentativa de 
homicidto ClHllLI .1 1111..·rllH 
M.E.D .. g.r."n ida de oito 
meses. Ela levou um golpe 
de laca abano dos seios 
licqu ,:1rHh diJ" 111tc.:rn.1d,1 
cm ;utúnin Jn;'10 O cnrrn: 
teria sido praticado por 
,ddo I crn:,mk, P.,ra n.11.1 
faLlr a , erJadc .. 1 1111..·11111.1 
teria recebido R 5,00 do 
"capil:io·· 1 <HClll1> Vilh:ilba 
l l;i dh"'IC ljllC gu:ud.1 
:nê hnJc ;.1 c:11ni-.cta que 
h:l a no dia Jo crime. 
111.mch:id~1 de .>angue e com 
o foro da faca. Soh cli:iln de 
bebida') alcoólicas. ,dclt, 
tambêm acusado de: 1c111.1r 
matar l lcnriquc 1)11:irte. que 
~Ô 11;io morrt."ll porque foi 
escondido pela mulher c 
pela filha. dep,,,, de ,er 
agrcLlido pelo acusado. 
Furtos e abate de g:idn, cm 
fa1e11da:::, e de arma, tamhêm 
con.>t.1111 da:-. denúncia::. 
feitas pelos indios 
o, ci Que·roz r 
pale tra no T 
CASA PRÓ-CRIADOR 
Produtos Veterinários. Vacinas. Semenles pi 
Paslagens em Geral. Rações, Sal Branco e Sal 
Mineral. 
Av Eugênio Penzo. 550 Centro -Antõnio JoãolMS 
,CEP7q 910-000 
----------- 
complexidade estão incluicb:. aprimoradch. 
in1emaçõc.>, partos. curcta1.?.cm 
pós-aborto, desidratação 
aguda, meningite 
i111oxicaçúc!) ali111cntarc3~ • 
Jj os trata1m:ntos de 
alta complexidade têm custo 
mab ele, ado. pois além das 
intcrn:i õc:~ inclui cimrei~1s e: 
procedimentos ... mais 
como 
quimioterapias, gastroplastias, 
neurocirurgia::.. cirurgi:.s 
cardiJ.c.-c,. 
A divulgação dessas 
infom1açõc~ é d .. : int..:n:~ da 
comunidade. o que n:forç::i a 
impor1:in i:!d:1Sr.idio,cjom.1i, 
no trab.:ilho dt: wn,cicnti7.! :to 
de toda n p pu l.iç:10. (AI) 
D,1c10 Ouc,roz profere p:ilcsu~, sobu
1 
rccur ...,o!i h,dlicos 
om Cu1ab~ /Fera Lcc,o Ar,u,i r.1) 
1. l  1 te d l 
( oemode[ tado d ... ! .! ' 
Grosso, o prefeito de 
Antino J [aio 
(), Clrll/ ti. (f'1[)111 
pre,1Jc:11h.' ti,, ( onsotto 
l11ter111 1111..ljl.d p 1r.1 li 
Desenolmento Ite .:r ,L> 
d.h B.1 ... , i, d !{ ., Lr.!,il 1 
11 e l.1 H 1: 
Bral de organista d 
Bacia (Rehoh). preferu 
palestra nsltima teta teta 
( 1'1) ,·111 ( U1.1h.11 II)., ,1 rc 
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entidade de d li.. .1 J,t 1 ,l 10 
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mtcipvos na lrmuaio de rançado dt agua 
comitês de bacias Douglas Dan tesuria 
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Câmara Municipal se 
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m:-, ,1 C .1111111l lwu. ipal de 
ela Vista estará totalmentt 
tera«da ao Programa 
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formações de interesse dos 
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1111111 ?d Jl•••I 11/,lfll .l ,1 
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le ·mnpenho de as fungo 
() (. H(I 1,.11 h) 
f 1.1111111d I l ,11.,: ,; d 1 
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Protama lnt rlegs foi 
,1 "11111" li 11lt1111.t l IUl f.1 
k11,1 dt.1 ''"·1..·m ( ,1111pn 
< 11,111oL- p ·ln P're dente da 
Câmara Municipal Vereador 
l 11i1 ik,,11aln.: 1 Jllf1..1Jo 
l',1li111011 1 l'I 1 ). pdo Direlnr 
da Coordena,do E pecal do 
P'rotava Intetlen, Paulo 
1 ,, 11 11cl , ,i1, 1 e pd • 
IJird• 1 1 ,l.'.u1ln1, I, 
PRO[SI N Mato l uo 
1,.-rJ111'k
1
.11 •·d 
Lt 111 1 lt 1 munl.as o I r '{H 1 , 
P, ... td 11t lo u11Jo I c.:dc.:r.1!. 
ena lot i<.1111<1 1 cl>d 
(l'1l)II )',) e o U11c1,11 
dmm1')tUtl , d.1 ( amara 
l11111up.il, l .1c11110 lr111d.11k 
luuk 
D)e acordo om as 
1111lllll,UfUl''• ,1 ( ,111.11,1 
111111, ,p.il de lldJ  1,1.1 e 
IIIJU d,h  lllll' l' d11.1, l .1111 li h 
du 1 tado que estão sendo 
r 
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do 
lume ipal, prme palmente no 
t111.-,llll-.:" .hh l ,,. L1 ih.li. l 
de depesas e pesta.ao de 
tJI !.!,IU, 
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Campo Grande/Porto Murtinho-MS 
J(leber Loureiro !f edeiros 
0AB MS 2ó97 - CPF 00ó.824.031-72 
Rua Barão do Ladário, 1620 
Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
integra ao 
nado ederal 
,P 111fprr.1,
1r .10 
,.Ult..' 1,1 \rc.H.!Pr .. , ... ( t (I.' 
m .,, e e.'. 1,·•p rl .11'. ... ru .. ..:r t 
qui: 1r.1 11
1
d11.tr 
gnficativamente o aceso t 
informações de interesse de 
te dos eles, alem de numero» 
proporcionado, a Iterei 
,, Prc~1Jc11t<..' d.t ( ,nrn1i1 
lun1..: 1p.il IJmh1.111 d..:-,t,11..,
1
u 
os mentes da Diretora 
l lll,lll~Cll,1 d., ( .1 .,. ''" K1tJ 
t.ir1.1 l <111Jcllll IL1111Lrni 
alano, que tomou a 
11111..:1.111,J de lfl't1,..íf...'t..:r a 
( ,IITl,lí,I turnc1p.tl (.;(llJIU urn.1 
d,l"> sntc:rc,,Jd:t, no Programa 
Interlegis., o que resultou em 
111J1, c,,a 1mport.1111c 
conquista para o Poder 
Legislativo do nosso 
llllllllCÍpio 
l.ui, 
Loureiro P.drniCri o!hen nLJ 
que :HrJ t:, <le,-,c Prr•c.ramJ J 
Cãm.ira M11nic1pJI c,tar.1 
mtcrl1gada dirctJnH:nlc CtJJTl o 
Nacional, 
proporcionando tambem aos 
Vereadores 	o 
acomp:i.11ha1m:nl<1 Jo tr.ih:-ilho 
<lo') parlamcntarc, .... J11., 
projl."lo, em tramitação tanto 
na Cjmara h:tkral como no 
( 
e H ,l n es a 
l•lll•dl ti 
1) ~1..1 rdo '-º111 o 
mo assinado a (amara 
tuntvpal ira receber um 
C<'llJUlll'1 dc c.:omput.,dt r 
,,n,1d.11,1 111,,dclo .1) '>00- 
r'J'O/, 1..t11T1 t1 ,c.:;!tllllfl'"i 
programas Sistema 
Opt:r,11 .. 1P11~1' C ,mt.·i..11,,1 L 111t1, 
~ O. "1,·111 Opcr,1 iunJI 
Mtirosott Windows 98 
1,tt.·111.1 de .11to111.i,.111 de 
[ ,crito110 '>l . 1.11<Jfficc 
CP,.10 5.:? ftlf 1 11111, 1-,?1..nn 
de ,utom.1,'.:to dc.~ 1 ,trllorru 
l N StarOtfie versão5 2 for 
- 111do,.., t: Pr<>grJma ,in11- 
V,ru,, aknt Je uma 
impressora Lemark modelo 
Opl r ., 1 11 ~ e c,t:ihil 11.1dm Jc 
cncq.?1J 
OBS.: Victor. 
 1..·n fic:1r ¼' n,hl Ct'rn problr111., 
, i:H:ul.1r t, rwme do XamJc e 
do Ulpo nas 111d1caçôt:>. 
de, 11..io .1 kµ,.,IJ..,-,io cl~llorJI. 
pois eles são candidatos. Caso 
hou, c:r 1mpt:duni:11to rcrir:tr () 
nurnc: dc:lc'> e dci,.ir como 
111ic1.'.lti,a, da Câmara 
1un1.;1p.il (,101) 
• COMEMORAÇÃO 
atuando cm di, ases r.imos 
ela prolis--.io. nos estados de 
:'>I" ,;1T e RJ. 
Representando a 
3 lcg.ria e a cmoçJo de todJ a 
família e amigos da futura 
advogada, sua avó e i:i 
número um . Prof. Clotilde 
Gon ai e, de Castro Pinto. 
lhe p:irabeniz.~ em nome de 
todos. por essa marnvilhosa 
'itõri:i pt."'SSoal e deseja para 
su curso e carreira... todn a.s 
bên :los e brilhos do: mais 
elevados idc:iis! 
ADVOGADOS 
Joe!s011 Wani11ez peó:ow 
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Jardim/MS e-maíl:dan!elapeixoto@zipmail.com.br

,Jf;NP.! 1 í<lfJIHIA l)A í l<lJtl Jf lf<A 	GERAL 
11 
conversando com você - Crônica do Dia 
Exército, Política, Soberania, Desenvolvimento, Paz, Eleições, futuro e Você., . 
Hoje, despertei ao 
on melodiosos dos pás»a­ 
''" 11.I pb11lll,lhl'i1.1 d, 1111- 
tas pà surgem, mais flores. 
alguns dos passarinhos, mais 
atrevidos se aproximam da 
janela do meu Cjll.11 lo. "" 
l.,du do p de 10111,i. i' 11111,1 
hd., e cm olvente sinfonia da 
natureza, regida pelo maes­ 
tro que também rege o des­ 
lilc cio, a,1,0, e pl.111cw, pelo 
('l)lllll, 1 it CUlllll " n,édico 
e "brnxo" moderno. Dr, 
1lib.1111nr, ttlc cn,i1H>11, 1a111- 
bém os livro; de Yoga do 
Prof. Hermógenes. "ao se le­ 
vanlar ;e c,pichc lodo. a 
exemplo dos gatos. depois 
f.tça n sun oruç:lo nu Senhor 
d,1 Lut. comece o dia agra­ 
deccndo", Assim o fiz. Ees­ 
tou mdhomndo da, dorc, na 
coluna e também. da mrntc. 
Depois do café fiquei ligado 
11n plim plim do Rubeno 
Marinho, como sempre. no- 
1!t-ius da gucrm entre judeu, 
e pnle,tinos, mortes e assal- 
105 nos morros cariocas, os­ 
cilnçôe do dólur. Fl'lip:lo. 
Ronaldo. palavreado dos po­ 
lit icns, E o mundo dos 
gringos (nmericano,. ingk­ 
>CS, ele.) - até dos 110> S • 
faceiro. porque o Ft-11 injc­ 
tou mais 32 hilhôc, de dóla­ 
res, na economia do Orasil. 
gignnte do futuro. E o, 
"gringos" adoraram. Todos 
os "gringos". E aquela bes­ 
ta, nem sei de onde, disse 
que nào h:i ,aída fora doca­ 
pitalis,no globnliLado, do 
dinheiro sem pátria. da cx­ 
clusíio cada vez maior dos 
excluídos. E n fome conti• 
nua no mundo. Também en• 
trc nós, E a bandidagem pei­ 
ta pol icins e Go, ernos. 
iqucla !JUtra bc,tn. inspetor 
de Policia no Rio, dis e que 
o culpado pela morte do jor­ 
nalista Tim Jlaia foi o pró­ 
prio. o Tim. i , itima é o 
culpado. Com esse e. tado de 
e ·pirite. apesar da ligação 
matinal com a LuL. ê que 
resolvi conversar com você, 
leitor que me atura (e me 
adora), abordando alguns tó­ 
picos. 
1) A noticia de que o 
Exército desmobili1.0u (de­ 
mitiu) milhares de soldados. 
de que a Força Aêrca e,tli 
sucateada. idem a Mnrinha. 
até o rnn ho cstci mcionado. 
previsões sombrias. não hi 
,erbas para a propalada mo­ 
dernização, aguçou o meu 
baú da memória e me lem­ 
brei de alguns livros malu­ 
cos (não tão malucos) que li 
na juventude. Ficção com· 
cheiro de realidade, milhares 
ou seriam milhões de solda­ 
dos de ·mbnrcando nas prai­ 
as brasileiras. saltando de 
pira-quedas na Amazónia e 
com ajus1ificativa de se sal­ 
var a floresta para o mundo. 
dominar sob os tacões das 
horns o nosso povo, o nosso 
pai,. 
Precisamos de um 
Exército forte não para a 
guerra. ma. para a pnL. bem 
preparado,. bem alimellla• 
dos. um E,,érci10 forte" com 
os cus soldado , oticiJis. 
gonhnnd o JU TO. O que 
realmente merecem. ió está 
'ande, agora, depois dos 
bilhões, com o que ii de- 
vuno uns 230 J,,!Ji . ,k 
verdinhas, algum maluco 
IIJLíll ()Ili.', flJI.I O p,1 '1111 ·n• 
to da divda, ameemos a 
lotear o Brasil, vender terras 
scj.1 p.1r,1 os ,apit.lli,l.h ,cl­ 
aens de olhos puxados, 
€ja para os gringos gt ,1nd<'ln 
lá do norte, esquzófrenicos 
,.: adepto, de enlatados. Um 
pais de loucos, com algumas 
exceções. hto t.1mbém um 
do, meu, guru, prolcti1ou . 
A queda do império, 
2)Comparando o ,oi­ 
do do, militares, salários, 
cmn o, dos demais poderes 
(Legi,lath o, Lxccuti,o.: Ju­ 
dici.irio) ,cm falar m1, ,a1:i. 
rio5 dos famigerados das 
O~GS e das Multi,. chq;,1 a 
,cr humilhante. IJc cabo a 
General, os nossos militares 
recebem, um sal:irio quem> 
leva a pcmar que há algo 
além do conhecimcnlo per• 
mitido que a ral:io n:1o ex­ 
plica. ma, a scn,ibilid.idc 
sim e nos pro, oca indigna­ 
çlks. 
3 - Niio que cu seja a 
favor de uma ação 
militari,ada, a exemplo dos 
gringos, cujo poder a cada 
dia nos le,a a acreditar mcs• 
mo no ipocalipsc. O ameri­ 
cano gosta tlc guerra. adora 
ser o xerife do mundo. E são 
corrupto, sim. , ocê , iu as 
noticias das mutretas e 
trambiqucs das empresas 
americanas, forjando balan­ 
ços e lucro, fictícios. Até 
agora não , i nenhum dos 
candidatos. erra. Ciro. Ga­ 
rotinho, falarem. realmente, 
de ternas relevantes. Simples 
para gerar empregos. farta• 
leçam as pcqurna, e micros 
emprc,as. mais educação, 
mais li, ros. computadores. 
menos filmes de terror e 
sexo. Mais amor. menos 
ódio. Nossas emissora de 
televisão são um instrumen­ 
to de di córdia. de frustra­ 
ções, deixam a nossa auto 
estima l;i embaixo. do jeito 
quc c.:ks qucrcrn. Fomos e 
somos espoliados desde o tal 
descobrimento, até quando, 
meu Deus'? Ele, Deus, não 
nos falta, pois se faltasse 
aqui seria um no,o Vietnã. 
Terra anta ( que anta) ou 
Dósnia. 
4 - Lembro o meu 
tempo de soldado, que orgu­ 
lho sentia ao calçar o meu 
cotumo. minha farda de pas­ 
seio, meu bibico. desfilar 
com pompa no Vale do 
inhangabau. peito forte, co­ 
ração palpitando, milhnres 
de pessoas a sistindo a nos­ 
sa. a minha. parada militar, 
Ao invés dn dispensa. fazer 
o contrário. convoc:ir mais 
jovens. ensina-los noções de 
civismo. profissões. abrir 
oportunidndcs na Amnzõnia. 
o soldado pode ser um ins­ 
trumento de desen olvimcn­ 
to. de aperfeiçoamento. mui­ 
tos torcerão o nariz, mas o 
meu pensamento é livre 
como o pissaro que corta o 
cêu do meu pai . li, rc. ,oito 
e orgulhoso. Quanto ao 
Exército. isto é o que qucri:i 
te t:11.r. e~t:io errados (n mai­ 
oria}. queir:1 Deus que o tem­ 
po me desminta. desminta as 
previ,õc-. mas. d.,qui a I O, 
2) ou 30 anos. as páginas 
amareladas de te jornal. de - 
ta rota, ervitào de alerta 
pata os que comungam, tito 
-,, nhn, de br.t .. dt·ir, ~ m 1 
pt ,JJ,lo, do, ilud1dm pdo 
Deus dólar e pela falsa 
globalização. 
$-Adida externa do 
Brasil é impagável, não há 
ccom ,ni,t,1 com o pc, no 
LhJo que não ,aja que 
c,tarno, indo par,1 o burnu,. 
lluraco nei;ro. ,cm , olla 
Você ,,1bc o qua111u o llra,d 
paga de juros? Vo ê sabe 
para onde foi o di11hciro J,.., 
privatizações? Você sabe 
onde foi parar o dinheirn 
roubado do 1 <;S, Ban o, 
(qucbr:1dcir,I) etc. etc? Você 
,abc que existe um Bra,il de 
crimino,01. tmficontc,. 11,na 
"sociedade" paralela que 
domina até setores da l'oll­ 
cia? Você ,abc que. se " 
Governo agisse com rigor. 
implantassc presidios de tra­ 
ba lhos forçados para os pre­ 
ços. diminuiria o índice de 
criminalidade'? lla,eria'.' 
Você ,abc que poderia se im­ 
plantar nu Brasil. nas imcdi­ 
açôc, da, fa, ela,, c,cola,, 
creches. tipo, internatos, 
onde os alunos, internos, sc­ 
riam tratados com amor. mas 
com RIGOR. 1ió, começarí­ 
amos a reforma de baixo 
para cima. Você ,abe que um 
jo, cm só procur.1 o caminho 
das drogas. dos , icios, Ja 
bandidagem. porque é ado­ 
tado por pai, h.tndido,. lhes 
faltam o carinho dm pai, 
verdadeiro,'? Ninguém nas­ 
ce bandido. assim como 
mulheres 11,io na,cem 
qui.:ngas. 
6 - Você deve estar se 
perguntando. que salada. 
mas é simples. acompanhe 
minha linha de pensamento. 
sem que pretenda fazer pro­ 
sélitos. Não que cu tenha 
preconceito. raiva. irn cja 
dos irmão, do Norte. há 
americanos que comungam 
essas mesmas idéias. Mas o 
capitalismo selvagem. 
globaliLado, im cnçào dos 
gurus económicos dos 
tates. nos levará a todos 
para 11111 abismo social que 
j:i se , i,lumbra no horiwn­ 
tc, Quem tem olho, que, ej:1. 
E. eles, os americanos (o 
Governo) cstào louquinhos 
p:ira invadira lr.1que. a iria, 
etc. etc ... 
7 • Para combater 
abandidagein. que ultrapas­ 
sou todo, os I i mi tcs. só há 
um caminho. RIGOR. máxi­ 
mo RIGOR, e que e inicie 
um trabalho junto aos meni­ 
nos. esses. de ruas dos mor­ 
ros, que se gastem milhões e 
milhõc . criem c·colas téc­ 
nicas.eduquem. ED CARé 
a pala,•ra, e trabalho. t-!uito 
trabalho. liberdade sim. mas 
vigiada. llas é prcci o von­ 
tade. menos palavras. pro­ 
mc,sas e mais iÇÀO. 
Estamos a vé,pcras de uma 
eleição para presidente. se­ 
nadorc,,, deputados. o seu 
,oto é importante. pondere. 
nJo _e , cnda. não compre 
ilusões e faninsias. É um ca­ 
minho. As mudanças da so­ 
cidade começam na sua rua. 
no seu b:tirro. n:-i su:1 cid.!dc. 
no ,cu Stado ... é a i1n que 
se faz. 
Ili 
pt 
flll' , 
de 111.,1 
almoça, e bem, dean»a. 
hora para o esporte e o l.11cr. 
trabalho em oficinas, seja o 
que lt>r . aprender uma prn­ 
fissão. volta para casa, quem 
ti,cr urn.1 f.1md1.1 c,truturJÚ.1 
n, que não tiC1cm, liu111 
internos e são dispensados 
,m, li11.11, dt: ,cm.111.1 1 df.'U• 
r o sonho mator, acabar com 
as lavelas Construir 4»as 
dignas. Assistir as familias 
I· imposshcl isto'' O llr,lil 
e muito nico. lemos dmnhe1- 
ro sim. l só acabar com a 
rouhalhetr.1. t11111 ,i- t•"'º' 
desnecessarios com o pa­ 
gamento de juros absurdos 
I· que a tal de "gloh.1li1Jç;i11" 
doe, gringo, ,cj.1. cn1.1o. 1.1111- 
hêm. lll1lil gloh.dit.1·.'io ~tKi­ 
al. 
9 • ;fuita gente n;io 
vai gostar, ainda mais, deste 
nH.·u comcnt,irín politico, se 
ha um partido no llr,isil. e,,. 
dente que h.i falhas. algu­ 
mas. que podera transformar 
llll'!tmo o Pais. este p.1rti<lo é 
o P 1 • l'JrtiJo do, 1 rahalh,1- 
dorc,. falta ainda algun, 
acertos, mas chegad lá. o 
partido po,,ui "quadros", 
cabeças pensantes, pensam 
Brasil. E aqui no Estado é o 
nosso amigo ZEC A - sim - . - 
José Oreirio Miranda dos 
Santos - este começou uma 
revolução - nos indu7 a re­ 
forma intima. de que todo, 
nós somos responsáveis pela 
atual situaçfo. Brigo muito 
com a pctc,ada, h:i muito 
cabeça de hagre que nào con­ 
~cguiu acompanhar o racio­ 
cínio do homem-menino 
nascido l.i nas liarranc:I do 
Paraguai. que chora quando 
,é- uma ,dhinha. um senhor. 
pobre. agradecer sua cesta 
h:ísica. ao rr.:cchc.:r sua casi­ 
nha. !,CU n:médio. gente, esse 
po, o não tinha nada. nem e,­ 
per:1nça. E Zeca di, que , a­ 
mos chegar l.i. se cmprc;:i­ 
rios, comerciantes, produto- 
mos o baque 
pensar que uno '" tcrri­ 
tto imenso, lemos 
11111111 ri-iuo "· lcmhr,1 
d,1 C,l , mo l 111- 
bro' l(cp,t,,. r.ir,1 el 11.,r 
sutptcsas no luturu prc­ 
,i ,lí!H1' dt· u111 l.,er,,tu 
l11rtc M111to fvrt.: Olh.1- 
rcs gananciosos estão c 
1i,.111d,111J Amuúnin, 11Jo 
quero ver o meu Brasil 
dividido. cheio de 
enclaves estrangeiros, no- 
, ) p.11 t'. l:'fTl 11(1'"10 p.lÍ'. 
uma luguslava lat1n,1. I IJ 
e,e111plo,. 
11 -1· pJrJ l111Jli1.,r. 
ri.lo ,ou pcs,imi,t.t. nun­ 
c,, fui. pode dcnrnrJr 50, 
100 ou até 200 anos. ma, 
tenho fé naquilo qu,· 
aprendi. ,rgo,a 1;,I., o meu 
lado "111:igico". ha,crá in­ 
tensas transformações so­ 
cais. politicas, religiosas. 
gcogr.1fica~. ate gcnéri­ 
as, sem falar nas portas 
que se Jbrirào n.1 conqui,­ 
tJ do espaço, meu pcn,a­ 
mcnto, üa e, õa alto. Será 
o nosso Brasil, o nosso 
Pº'"· o guJrdifo da Lu7, 
o caminho, num mundo 
de paz e de harmonia. 
Assim. falaram os profe­ 
ta,. os , identcs. os de,­ 
pertos. Ingressaremos na 
grande familia cósmica, o 
homem será então o ser 
criado à imagem e seme­ 
lhança de IJ.:us • como 
reiam a~ religiões - eco­ 
meçará a grande.: a, L'.ntu­ 
ra. 
PS: Lembro pala­ 
ras de Clarice Lispetor. 
"c)crc,cr C: o modo de 
quem tem a pala, ra como 
,sca: a pJla, ra pescando o 
que não é pala, ra. Quan­ 
do a n:io pala, ra morde a 
isca. :!lguma coisa ~e l.!S­ 
creeu" I P 
mas Lambem com aststn­ 
eia aos marginalizados. l 11 
/c.:c.1 rrn.h.'nJ tJlllhllll i..r1.1r 
uma Policia l pecial. gente 
ganhando bem, preparada. 
p.1r,1 c,•mb.itt:r ,, tr.ílit:o e: a 
bandidagem. I vamos, mi­ 
nh.1 p:nll'. rnrtnti.tr n1Jis. 
t,1tfJ l'/ mJ1, muito mars. 
a produção agricola, no fu­ 
turo. nnde l.d1,1r;i a;;u:i. fJl­ 
Lata comida, at então, sete­ 
mos mesmo o gtant, o e­ 
leiro do mundo, negociate­ 
mos com todas as nações, 
abriremos nossas fronteiras, 
venderemos os nossos pro­ 
dutu,. tamhém compr.irc­ 
mos, mas sem explorações, 
sem que seja preciso nego­ 
ciar a fome e a miséria do 
m,,,o p<.>o. /c:ca rndu.:ou um 
c:.iminho. errou rnwto. m;I 
acertou amJa mai,. O J>f e 
J argila de um partido do fu­ 
turo. poi, qualquer ciJaJJo. 
por menor que ,cja a ,u.1 per­ 
cepção. social, espiritual ou 
política. sabe que ,e nJu d1- 
rninuim10<; o imenso abismo 
que h;i cnlrc ric,h e pobre,. 
no mundo. num futuro bem 
próximo, viveremos em 
ilha,. fechada,. cond,,rnini­ 
os (já estamos vivendo) cer­ 
ca<.Jo_o,; de hordas de i.: sfome­ 
ados e !:icn:mo-., pri,iondro, 
cm prisôc, de lu,o, confin:i­ 
do,. Como pode um Pª" 
com tanta agua, terra!), pc1- 
s carne: farta. , cr o ~c.:u 
pm o pa,sar fome. ou impor­ 
tar alimento,'' Como pode' 
E ,oito ao Lxcrcito. 
tema cc:ntr.il Jc~t:t cnlnica. 
nunca fui militarist:.i. ma, 
sempre admirei a di,cipli­ 
na. a ordem. a , ocaç;io 
patriótica do militar. com 
exceção nos períodos de 
: • SAÚD_E 
Saúde entrega equipamentos 
para Santa Casa de Dourados 
A Sccrctnria de 
Estado de Saúde cn1rcgou 
novos equipamentos par.1 a 
Snnta cnsa Jc Dourados. 
Dest:i , t.·z.. o L"l.'rcl:lri''I d1.: 
Go,crno. :'-!arco .-lc~. 
representou o go, cm:idor 1.: o 
~~n:tário de E tndo ele. • Ud.;. 
João Paulo Esteves, na entre.e3 
de um ap:m:lho r-JiO-:.. soõ: 
que:ustouaos cofres públicos 
RS 35.38 • .00. 
Acompanham o raio­ 
x.. um a,cnt:il de humt>J. no 
,alar de RS 270.00. e uma 
pro c»,1dor.t. adquirida per 
RS 11 .-lo3.00.  cerimõni3 J~ 
cmn.:ga ~r.°l :is 1 0h30min, no 
prédio dJ an1'1 asa. Fm 
abril., a Santa Casar .. .:,:b...:u o 
segundo lote de 
t.o.quip.1mentn..,., C'mpo,h'l P,i..)r 
:!9 .1p:1relho,~ p...r.l o-.. ..... :. n: ... 
clinkC', ..:1ruq.:.:co 1i.· 
bbor:,1oriJI. 
:-:o din 2-l de julh . :1 
ecretaria de .1úde t'.'ntregou 
l.lador.t. '-" ·.1dores e c:,i.Jndra 
-equipamentos totalizados cm 
RS IS} mil. que pcm1it:nio o 
funcionamento da lavanderia. 
No inicio deste ano, foram 
c.:mn.·guc , .iria, t-:quip.111t~nro.., 
dcntn: mobi li.irios par:i seiorc 
Jdmini5tr.l!i,o::r.. no ,l!orJ.;.· RS 
47,982,00; máquinas de uso 
industria! pura serviços de 
nutrição e higieniza3o, 
totalizados em RS 16.875.00, 
equipamentos para cozinha e 
IJ, J.n,f.'.n..l. que Ctbl$.tm RS 
1.:0 mil. .:m uftn-,.nm c . .nn 
dvppler, comprado por R 
! 86 )00,00 ~ Ur.1 t .. "lm,.7llÔ 
computadorizado, no qual 
foram investidos R 
1 , '' '"''l 
Qu.,nJo 
.. t+ada. A ·anta Casa de 
Dour.ulu, tcr.1 . l,,;.1p .. 1J.hii: 
par., !65 Jeitos. O Ho,pi1al 
começ..,u a~r construido ,·m 
1990 e • nsurniu RS • 
17. 1 6-l.Cl9 2. 0.5 na construçJo. 
scndod.::,te; RS 7.139.R,3.95 
de recursos do E,tndo e o 
restante do Ministerio da 
. aúde. -.;., dio ] 1 de jucho, 
m,li!'I Je trê:- mil pc:- O.JS 
deram as mãos para abraçar o 
prédio - gesto simbólico que 
deixou clara a necessidade 
que a população tem da 
ativai0 deste hospital. 
··o G,n erno Jo 
Estado, através da Sentaria 
Estadual de aude, ja licitou 
R -lrni!hc-.:,dnc,Jtrp.1:ne:::;:,s 
para fazer funcionar a unta 
Casa e não dei.ar os c:J.ilio; 
·m :b..,i:-tiái.:u - ...1.mJ..1 1.."t:~ J 
responsabilidade de equipar 
·ode' d, caiba 
,_ -o,c. . ,._ ..11 ·,ron:fu!o 
retini (AI

.)ORNAI 'I UNA 011 rRONTCIR/1 
,, ,, 	,.., 
ÂMARA E NOTICIA E INFORMAÇA 
Na ultima segunda feira, dia 0$, sob a preside ia do 
Vereador Luz Alexandre Loureiro lalmién(PHIL) secretariado 
pelo Vereador Julio Cear Proença Leite (PSD)I), a amara 
Municipal reiniciou os abalhos legislativos do corrente ano, 
após o recesso do lfté, de julho A ,,,., io rnlfh>ll L<llll ·" 
preenças de todos os nobres pares daquela asa de Leis e 
transcorreu em clima de muita tranquilidade e cordialidade 
Comerciantes da Barão do Ladário voltam a 
protestar contra o tráfego de caminhões 
• BELA VISTA 
P,'G NI. • 0-8 
Em mais um abaixo­ 
assinado enviado à amara 
Mu11ic.;1prd Ü') CtHOCrcianlc) 
estabelecidos na ru,1 íl,lf .m do 
l.ad,,no voli:11:1111 a JlllJ{',t,lf 
cu1ll1,1 o tráfego de caminhões 
que la,c111 o 11,111,pone de 
calamo da Fazend Itamaraty 
e peditam providências aos 
Vercaclore, par:, que o 
itinerário desses veiculos seja 
tran ferido para outra , i.1 
publica. 
No abano-assinado. 
com mais ele 70 (,cte111a) 
assinaturas os comerciantes 
rcda111am que e t:it1 ;oi'rend0 
transtornos e prejuízos 
consiclcr~, ei:,, i,;om o tniícg.o 
pe,aclo que ocorre durante 
praticamente o dia inteirn nn 
referida via. Esta é a segunda 
,a que n Ciimara l>tunicipal 
recebe mnnifcstaç:io dc ... :-,a 
natun:z.n dos comerciantes da 
13:tr~o cio Lnd:irio. h:i 111ui10 
tempo eles se sentem 
incomodados e prejudicados 
pr,ncip:ilmcntc de, ido u 
,ujcir., a nu 1:111 de pot:ira 
Jllm oca da pelo , ciculos 
pes.,do,. 
/ rc,pcito do assunto 
t1 J>re,idc111<: da Cú111arn 
l-l1111icipal. Vereador Luiz 
Alexandre Loureiro H'almiéri 
(PI L) lembrou que e til 
tramitando naquela Casa ele 
Lei, 11111 J>rojeto de I ci de 
,1111ori:i cio Vereador Julio 
Leite (P 'DU). que e<tahelcee 
o it,ncrario dos cnminhôc, c 
veiculas pesados no perimetro 
nrbano do 1111111icipio. Xande 
pediu :is Co111is;õe< 
Permanentes da Casa que 
agilizem a tramitação desse 
Projeto para que o prrihlcm.1 
reclamado pelos co111e1ci:1111e, 
da üarilo do Lad:irio seja 
,olucionado cldiniti, a111e11te. 
através de Lei apropriada. 
Walllir cobra solução para o problema da falta 
ll':ígua no Assentamento Caracol 
O Vereador \'aillir 
Cardoso (PI) encaminhou 
indic.,çtio ao Prefeito 
~ h111ic1pJI cobra11do:, ,olnç:lo 
J., probkma pro,ocado pela 
falta d':i.g.ua no Assentamento 
Caracol. onde, segundo ele. 
muitas familias estão na 
eminência de ab;rndon:uc111 
seus lotes devido a cscas,e, 
do precioso liquido. 
Waldir lembrou que 
os assentados ji fizeram até 
mesmo um abaixo-assinado 
com mais dt: cem assinaturas 
pedindo providências às 
autori<l:.i.dcs competentes par:1 
a perfuração de poços 
artesianos, conforme vêm 
sendo promc1ido h:i mais de 
ano. Segundo o Vereador, as 
fortes chuvas que- caíram cm 
nossa região hã algumas 
Em indicaç5o verbal 
_à Sccrct:iri:i Municipal de 
Educaç,lo o Ver. odor Valdir 
Cardo!-o sugeriu que seja 
firmada um:, p:,,rccria entre 
o Municipio e as Escola, 
Estaduais no sentido de 
formar um:1 fan farrn que: 
possa se apresentar 
Oriunda Freitas do 
nn10s. Vereadora do PL. 
voltou a reivindicar ao 
rn:frito Municipal. com côpi:1 
,, Sccretúria Municipal de 
Educaçüo. qué sejam 
construidas quadras de 
esportes nas escolas 
municip:i.is Pedro Ajala, no 
bairro ;gun Doce, l3nrra do 
lt:i e São Clemente, no 
Distrito N' s• de F:itima. 
Outra import::intc 
reivindicação da Vereadora 
Orlanda Freita, dos 
Santos. cm indicoç:o ao 
Prefeito !'-lunicip.11. foi a 
implantaçJo de uma escola 
na.rkol:l na rirc:t d:1 l:scol.1 
semanas atrás não chegaram 
ao /ssentnmcnto Caracol. 
onde tanto a produç:io 
agrícola como ., cnaç:io de 
animais estão padcccndo, 
"além de v:irias familias 
:isscnt:tdas que são obrigadas 
a tomarem agua totalmente 
imprópria para o consumo 
humano. como por exemplo 
de açudes", alim1011 ele. 
Parceria para criação lle uma fanfarra musical 
condignamente no destile 
civico do próximo dia 07 de 
Setembro. Ele observou que: 
infrli1.111cntc o dc,filc eh ii.::o 
escolar em comemoração ao 
ani,'-!rs.irio da cirladc. 
realizado no último Ji.1 :!O de 
julho, mereceu sCrias 
criticas. 
Orlanda volta a reivindicar a construção tle 
quadras de esportes nas escolas municipais 
Implantação de uma Escola Agrícola 
Municipal José Maria 
Pnlmiéri. localizada no 
Distrito N' S' de Fátim:i. o 
unca-Te-Vi" 
considerando que naquela 
unidade de enssino existe 
espaço apropri:ido. 
Colocação de luminárias no Jardim Boa Vista e 
ttaborav 
l-:01 rnd 1c:ç.10 ao 
',ccrct.ir10 tl1111iup:d de 
Obras a luc.1dor., Orl ,nd.1 
wlic11ou a ,crnper.i ·:iodo 
Construção de pontes na estrada ele acesso ao 
Assentamento Tupanceretan 
élio 
Vereador do 
Diório. 
PMDB. 
cncn111i11hnu l'pcdicnlc il 
AGESUI local reiterando 
111rlicações ,u11c1 i,He, de ;ua 
autoria ondL'. rcn indica a 
construção de duas pontes de 
madeira na estrada nova que 
dá acesso ao Assentamento 
Tupancerct.111. 
O Vc1eador ob,ervou 
que a construção de c;as 
pontes se faz necessária para 
qnc a estrada possa ser 
concluída l' c:1,calhitcln. cb11d,, 
condições de ace,so iiqucle 
assentamento e solucionando 
um problema que vêm se 
arrastando desde a criaç:10 do 
Construção de ponte na região da Preguiça 
Em c>11tro expediente 
:i /GESUL local o Vereador 
Nêlio Diório reivindicou a 
COtblnJÇào de uma nova ponte 
de madeira na estrada 
rcccntcmcnti: aberta. na região 
da Preguiça, para que a 
mesma possa ser concluída e 
cascalhada. dando acesso : 
Moção de Aplausos 
Subscrita pelos 
Vereadores Nélio Diório e 
Luiz Alexandre Loureiro 
Palmiéri foi apresentada 
Moçào de Aplausos ao Sr. 
Gentil Vargas da Rosa pela 
cedência de uma l1rca para a 
construção da no, a estrada de 
acesso .i n:gi:1o da Preguiça. 
demonstrando dessa forma 
todo o seu carinho para com 
Através de 
indicação ao Diretor 
/dministrati, o do SAAE o 
Vereador Nélio Diório 
reivindicou a expansão da 
rt!dc dt! :'lgua 11:1 Escola 
Municipal José l>laria 
Palmiéri, localizada no 
E.xpcdicnte de autoria 
da Vereadora Liberacy Lino 
lh11ilani (PSDU) foi 
encaminhado ao Secretário 
l>lunicipal de Obras e 
Serviços Públicos solici1a11do 
a colocação de luminárias na 
rua Projetada nº O 1. no bairro 
Agua Doce. 
sistema cl<: 1 lum, 1 • ., Ju 
publica em todas as ruas 
do, i>,11rr,,, Jardim Boa 
Vista e Itaboray 
mc,1110. Rc,s.,ltou qne om a 
construção de ,.,s du,,s ponte, 
l1aver:i umn rcduç.io de 
1proximadamcnte 50 
ciuilümetros de disüncia entre 
a sédc do municipio e o 
issc111amento Tup:rnceretan. 
E,cola l,Junicipal Princc,a 
Isabel e il IJR 060. o que. 
cgundo ele. irá encurtar o 
itinerário cm 
aproximadamente 08 
quilômetros. beneficiando 
tanto os estudantes como 
v:'irios pequenos produtore, 
daquela região. 
aqueles moradores que h:i 
muito ansia,arn por t.:Sc 
beneficio. ''Que o seu gesto 
sirva dt.: exemplo para outros. 
pois dessa forma est;i 
facilitando o desenvolvimento 
do município sem se 
preocupar com prornoç;io 
pessoal, ms sim com o bem 
cslar de todos", diz a integra 
da Moçiio. ~ 
Expansão de água na Escola José Maria Palmiéri 
Distrito • S' de Fátima. 
considerando que no local já 
existe um poço artesiano. 
Ele frisou que a e~pansão da 
ri:dt.: .de ãgua ir:i solucionar 
o problema da seca que:, êm 
castigando as familias 
residentes aquela região. 
Colocação de luminárias 
Construção de ponto de ônibus e 
cascathamento de rua 
Ram:io Paredes. 
Vereador do PFL. reiterou 
indicação ao Sccrct:irio 
Municipal de Obras 
solicitando que providencie a 
construção de um ponto de 
ônibus nu rua Ala ide du Silva 
Com:a.. esquina com Ric:irdo 
Gamarra. no bairro haboray. 
Também ao 
Secrctârio Municipal de 
Obras Ramiio solicitou o 
cascalhJmcnto da rua Bur.1o 
do Melgaço, a panir da rua 
Alvares Cubra!. considerando 
que dt:vido as chuvas o 
tr.insito 11.1 n::fc.orid:i via pi,blica 
c.::.t.i b:t(;.t1nrc comprometido. 
Colocação rle Morethões" 
 rr 11 .1)'1' 
leleeom o Vereador Rmu o 
atcdes reivindicou d 
iri-.1 la ão de um tdc!onc 
1• ,t,J,-. >, llp<> orelltJo", ern 
frente a Mercearia Santo 
Afonso. na rua A! ide da Silva 
(orrea, bairro ltabora 
Bisuo quer rlebale nas Escolas sotne n questão 
das drogas 
[ 111 rn<l 1c:1ç.111 1 e, h.il 
à Secretaria Municipal de 
Educação o Vereador Jair 
Bispo solicitou que seja 
colocada em pratica a Lei 
Municipal de sua autora que 
determina a realização de 
,.kh.lles 11,h e,wl.1' d." rede, 
municipal e estadual do 
municipio sobre a questão das 
drogas 
"Quebra-motas'' na lllaíde da Silva Corrêa 
Jair Bispo reiterou ao 
'>ccrctario Municip.il de 
Ohr,h que pro, idencic a 
eonstruç,10 de "quebra-mola," 
Recuperação ou retirada das lixeiras das ruas 
do centro da cidalle 
Getulio Lino Filho. 
Vereador do PL.cncaminhou 
indicação ao Secrct.1r10 
.lunicipal de Ohra, 
,ol,citando que as lxenras 
instaladas nas ruas do centro 
da cidade sejam recuper.1da,. 
considerando que a maioria 
dela, si: cncontr:1111 cm 
precárias condições. 
O Vereador oh:,t.:f ou 
que as 
transíormar.1111 num 
, i:rdadciro li,o nas rua, da 
cidade. por isso entende que 
elas precisam ser recuperadas 
com urgência ou cnL1o 
retiradas de vez. pois a 
Condolências 
Em nome da C;imara 
~lunici'>al foi encaminhada 
~ loção de Condolcncias nos 
familiares do Sr. 1ncclmo 
Aguili:ra. residente no b:1irro 
Costa e Silva. que faleceu na 
última segunda feira, dia 05. 
Tambêm i:m norni: da 
C,imara :--Vlunicipal foi 
endereçada Moção de 
De autoria do 
Vereador Fia, io Godo) ( PT 
do 13) foi encaminhado 
expediente ao Diretor do 
fNCRA cm Mato Gros,o do 
Sul. Celso Cc-s1ari. olicitando 
informações sobre o repasse 
de recursos destinados a 
perfuração de poços 
artesianos no município. 
principalmente no 
Assentamento Caracol. 
Segundo o Vereador 
as infonnaçõcs a respeito do 
assunto s:_io bastante confus 
"não sabemos se o n..."'Cursos 
foram. liberados para o 
INCRA. p;ira o IDATERRA 
ou para a Prefciturn 
ltunicipal. por isso 
~o tarfamos de saber se C55CS 
tekhne[ 
snunk 
r rh, u 
ater iendo 
mm dores. ]A f 
n.1 ru., /l.1ide d.1 Sil,.1 Corr~.J 
onde foram colocadas as 
numerações relatias a esses 
redutores de velocidade 
 . 
maioria estão quebradas ou 
com as portas arrebentadas. 
fazendo com que o lixo 
depositado nas mesmas se 
espalhem pela , ia pública. 
ob:-.cnou ele. 
Condolências :i familia do 
Sr.Togo Loureiro, pelo ~i:u 
falecimento. 
Outra :--V1oçào de 
Condolência,. cm nome da 
Câmarn !hmici;:,al. fo1 c11 iJd~1 
aos familiares da Sra Tereza 
Gavilan. re idcntc no b:tirro 
Baixada Fluminense. também 
falecida na ultima semana. 
Informações sobre repasse de recursos para 
construção de poços artesianos 
recursos foram mesmo 
liberado e o que é que cst.i 
acontecendo que até nc.or.:
1 n.io 
foi executada a perf'urJçlo 
dt.·sses poços artesianos, um 
 crd:idc.iro clamor de grande 
pane dos moradores do 
A sentamento Caracol", 
ressaltou Flavio Godoy. 
Tol de Tágica 
Telemensagens 
Mensagens para todas ocasiões 
-Rom6ntic..t ·Inicio det n:emoro 
-Aniversario ·Dia dos Namora"angélica -Dia das Muges 
-Homenagem -Desculpas ·Natal ·Paquera 
-Agradecimento -Diu dos Polis •Ano_ Novo -Ca.$i.ltnento 
-Amizade ·Datas em Geral 
Rua Campo Gr:11ndo,465 
António Jo.io ·MS

)0f<NAL Tt<lílUN/1 0A I nornnr,I 
• RllVlt.0IC/ÇOr!l 
f AL 	12 de A::J0S od 7002 
orro reuniu-se com produtores na Colônia Burir 
• ARTIGO 
ll 
o deputado kb ·ro 
Orro e o prefeito d 
qutdanana parti+pam de 
0111,1 ftllflJdll l1 Ili ,t 
produtores da olónta 
B11r111 t.:111 Jq111d,1t1,1tn e• 111 
cerca de I$0 pessoas 
Organizada pelo ',r C ,ru 
E rança, o encontro oi na sua 
própria casa, que "serviu de 
p.rlco p.11., .i 111,1111k,1.i~uo de 
apoio à candidatura do 
deputado O,ro ,1 reclciçJn", 
~cg1111d11 inlorrnou o próprw 
or •,in11c1dor. 
Segundo Ciro 
1 rJnça. "o di:p11t.1clo Orro 
os guardadores de carros 
Paulo 
Rornro 
Em 1992, quando 
presidia o Conselho Tutelar 
de 1'011111 Poril, institui a, 
chnmndas "batida," 
11oturnns cm locais públicos. 
nas ruas. cm bares e 
lanchonetes, em conj unto 
com as l'ollcin, Militar e 
Civil, para recolher crianças 
e adolescentes que 
estivessem pcrambnla11clo, 
"cuidando" carros, pedindo 
dinheiro ou fazendo uso de 
drogas. Tudo de acordo com 
o Estatuto da Criança e do 
Adolescente. 
Nos "arrastões". os 
conselheiros corriam atd~. 
pcgavam a molecada à unlia 
e ln n, nm todo, parn a sede 
do Conselho, onde era111 
triaclos e informados sobre 
os preceito, da lei no sentido 
de proteger n criança e o 
adolescente. Os pais dos 
garotos e garotas 
encontrados na rua. eram 
chamados ao Conselho a 
qualquer hora da noile ou da 
madrugada e assinavam 
krmo, de rc,pons.1bilidade 
para liberá-los. 
No, casos de 
reincidência, a familia era 
acionada pela Justiça e 
cientificada de que poderia 
n:sponder cri111inal111cntc 
pelo abandono dos filhos. 
Dccidi111os ra,er aquela, 
ações porque a Justiça da 
Criança e da Ju, entude é 
eficiente. a ler é muito boa e 
tantos os juize, quanto os 
promotores e defensores. 
h:m !'tC esmerado no sentido 
de resolver problemas desse 
tipo. 
O que falta é um 
u1strurncnto que :1t11c, qu..: 
cumpra sua miss;io 
constitucional, no caso, o 
Conselho Tutelar. As vezes 
é preciso ser duro para impor 
n onkm, para garantir os 
direitos constitucionais dos 
menores que, cm muitos 
casos, têm familias mas não 
querem ir para casa. Cada 
caso é um cnso. (Jllc pode ::,cr 
Olucionado de acordo com 
sua realidade. 
Me lembro que 
quando passamos a recolher 
mc1HHCS, foi um sururu 
danado. com opini,>c, 
favoráveis e contrarias às 
açõe;, do con;dho. ma, a 
aprovaç.1o das familia, era 
maciça. Por algum tempo a 
cidade ficou trnnqilila. ,cm 
a ação do~ men111os "de rna" 
e "na rua". O trabalho foi t,io 
bom que encorajou a 
C;imara 1tunicip:d a imtalar 
um:t Comi,;ào Parlamen1ar 
Especial para debater " 
problema. 
Dia desscs, ao sair 
dll mcrcadll. fui abordado de 
,upct.io por 11111 caboclo que. 
pela apar~m.:ia. tinha uns 17 
anos. O cara, que parecia 
mais um guarda-roupas. 
fala, a alto de dar medo: .. _ 
Cuidei bem seu carro aí, ô!"'. 
Levei um susto, porque o 
cara meteu a mão na cintura 
e foi logo pedindo: .. _ D;i 11111 
real ai!". Tâ louco meu. 
moeda não si:ne mais. hú 
11111 preço estipulado. 
Prezado Conterrâneo e Eleitor 
Antes de ma:s nada. me deixe dlZcr meu nome Oronaldo Dei 
Valle Palhano Sou natural de Jardim, no lf'llenor do Estado. e de on- Q 
gcm humilde Aos 40 anos. posso dt?er sem m0dést1a que sou um 
profundo conhecedor de Maio Grosso do Sul Estwe a frente de mnume- 
ros projetos para o Estado e fui um dos 1dcall.Zadores do Programa 
Pantanal - que tem como obetvo o desenvcNmento sustentave! da 
reg,ao Pantane,ra 	,. 
1 
(. 
Sou membro permanente da Comissão da Hdrovia Teté. r _. 
Paranâ-Paragua1 e atuei com o Governo do Estado 1un10 ao FonplJla 6 
parn o Desenvolvimento da 8Jera do PratJ -. em que tenho .ituado no 
ce.senvolv1men10 de lf'lúmeros pro
1c10s, inclusive da hbcraç.3o dos te- 	" ' 
CJrsos para a conctusao da ponle sobre o Rio Paraguai, como lambêm 
trecho da ROdovia An10n10 JolOIBola Vista/Caracol • BR 262 	' 
Parcper ativamente tambem da mmp'antaç2o do Monumento - 
Proieto de Conservaç:io do PatnmOn10 H1st6nco do Estado ée Mato Grosso do Sul - e tenho cenez.a de que 
meu lra=:>a!no to deccsvo para a modem.zação do peno fluv13 na erdade de Peno Munsnho Com compro­ 
VJdo 1rans110 nos mais diversos setores da lndúslna do turismo, eu partcpei ativamente da elaboração e 
conclus~o do Prodetur Sul - Projeto de lnveshmcnto ee Tunsmo da Reg13o Sul 
O tunsmo. a indus1nahzaç..1o e. consequentemente, a geraç.ào de novos empregos cm nosso Esta­ 
do est20 entre as principais propostas do programa que pretendo desenvolver no cxercic:o do meu man­ 
dato partamcntar na C:tmara Federal. visando o a-csomento cconOm1co para que de forma m,11s Justa e 
digna se estabeleça um melt'or d1stnbu1çoo de renda parJ a populaç.lo do Mato Grosso do Sul 
Por tudo isso e mu,10 mais me sinlo muito à vontade p:ira dlZ.er que conto com o seu voto, po,s 
lenho a certeza de que vou desempenhar um papel partamcn1ar Jltamente eficaz e produtivo, pois lenho 
um grande compromisso com Maio Gros.so do Sul e com você eletor Aceite as mintas cordas sauda­ 
ções 
Rumo tt v116na 
Palhano - Deputado Federal - PSL -1737 
,, 
tetmndta ó 
temo Rede Inerga 
H letria lutam u anda, 
que a tegtào da colónia 
lhrr111 111,1  de 
rendado feita ao 
deputado foi atendida pelo 
prefeito Felipe Orro, que 
"levou agua encanada pata 
todas familias que lá 
 vem" 
1 ~),I )l"fn,111,1 ÍUI 
marcada pelos inumneros 
apoios que o deputado 
Rohcrto Orro rccehrn. t.1111,, 
nJ (Jp1tal. ttlllto t'Jn outro, 
J :i 	li lll :t 
dificuldade ganhar 
dinheiro tr,1halhando. 
im:igine ,e dti p:tr,1 
distribuir grana desse jeito 
Quem anda na, rua, de 
1'0111,1 l'or;i pode perceber 
que esse negócio de 
criança ··cuidar .. carro 
, irou negócio 
generaliLado. com :lrea!-. 
pré-escolhidas. grupos 
dominando determinados 
locais e crianças pedindo 
dinheiro cm todo canto da 
cidade Atê crianças 
indígenas estão nessa 
maçaroca. 
Aí cu fico me 
perguntando: o que é que 
o Conselho Tutelar cst.'1 
fa,cndo? Agir nestes casos 
também é garantir a 
segurança. a integridade 
fisica e social da criança e 
do adolescente. Dcix.i-los 
na rua é contribuir com a 
criminalidade. Mais de 
90% das crianças pedintes 
é de origem paraguaia. o 
que c:ige um trabalho 
ainda maior no sentido de 
manter um interc;irnbio 
com as autoridades de 
l'edro Juan Caballcro. 
11:i I ratados e 
acordos políticos que 
garantem a legitimidade de 
ações conjuntas. mas falta 
interesse do Conselho 
Tutelar cm avançar nesse 
;entido. O sal:irio de um 
conselheiro tutelar n:Jo é 
muito. mas se o camarada 
está trabalhando e 
recebendo cm dia. tem 
mais é que se esforçar para 
fazer jus aos vencimentos. 
e não estâ contente. d:i o 
lugar para quem queira 
mostrar ser iço. 
paulo Rocaro é escritor 
• e jornalista cm Ponta 
Porà e escreve 
. regularmente 
espaço 
neste 
11,. fli 
primeiro de 
tipou de um 
lmo,o ofere ido por 
!!illllfl.llll iflh . .S d t sua 
candidatura, reunindo 40 
liderança locais 
Já em Dodoquena. 
ele participou de um 
encontro organizado pelo 
, 1tc-prdc1111 ,,!ao  ,d.ti 
(sem partido) e pelos ex­ 
 c.•rt:adnrl.'-, J,rnio f t.: rrc:1r.1 de 
 Ido ( ,un partido) e h..1,> 
Bertozo (PMDB) a 
i' •rt n d de ma s de o 
pcss a presente 
mante tr mn, lambem, o 
·'1 "' ,1 - r hdatura d 
deputado Roberto n,r,, 
"l e.• 1111 ti o  dão V+da. 
0rro tem a ara do 
sudae te queremos 
re,lr ,·-lu f)<'tquc 
presamos de alguém que 
tenha uepirto de luta e 
que lr.1.:,1. dCtlallltlll<'. 
de envolvimento para 
Jl(_, ... a rego 
( .1 o r 11. .1 :1 r ia 11 ,, en a 
Jlr.111rht'r -,,t·,,or i:i Llt 
Imprensa Parlamentar/ 
At.r&YOI do•t•. YOnho 
po<1:1r u,:a pouco d-a ,,.,.. at.oni;.J.o 
p•r• o ac-DC1nto 1..c:pcrunt• c;u• 
nosso Estado viva fstamos em 
ano d.o •lc1ç6•• para eo..-orn•­ 
dor. Son•dor••· Oopu-c..do1 ro­ 
dora1a o Ooput.adi:,, J:atadu•1• 
s>art.lC:-Jlar=ant.o. ar.t.o:i­ 
do quo o ,rot.o d• cad-a c1d•dJ.o 
rcpra:1ont• c-u1to p•r• a oa­ 
t.t'Ut.Y.r& pc,l1uco-a!!:U:-.11tr•t.1- 
"ª do K.ir.t.o Cro,,o do Su! a, 
oato mosso voto, ira cadenciar o rito do desenvolvimento que 
Mosto processo, gostaria do ma apresentar aqueles que 
ainda nJ,o cc.i ccnhoco,:::i. o taro levar aos 1namoros alga do 
Sudoeato • d-a rront.01ra, c1nh• b-&nd41ra d.o lu:.a ~ou AlY•ro 
Poro1r•, c.::pro11r10, ro11dont.o e:::r. J'•rdi:::i. on4- t.anho a •od.• do 
cou, proendientos tGrafica bodoquona, ornai Tribuna Popu­ 
lar a Revista Via Pantanal) Através da col1ç.açJ.o r.B-PST-PFt.­ 
PPD-PT do B-PHS, ,ou cand.J.dato • Ooput.11do t:at•du.al co;a o 
nl'.=oro 18 171 
Proci,o dc0 aou •po1o. do apoio da sua familia, para quo 
po••~o• dcuon..-ol..-ar u.:::i •.=.,lo t.r-..balho do rodonç.lio do !ludoost.o 
a d.a Frant.01ra ..,..a, 0110 Uabalho t.orJ, quo ac::iont.acor <1.a !crK.a 
d.l!orant.o. porq,.:• par-=.J.ra d.a• b•••• ru=o •o• orç.&c, ro,pon1A­ 
vo11. Co=.o Co;n.at .. •d.o, prot.oldo oncaboc•r •• h1:..a1 • ro1v1nd.J.ea­ 
c:da• que ra fores apontadas pelas comunidades, levando então 
uaa voros ate para more ouridas pela Assembleia Legislativa 
• polca Covornos l:1t.adual • Fod.or•l. 
Ou•nd.o d.l.Q::11 c;uo •ora i.= trabalho diferente, e pcrq-.J.O o 
•-=uoo ou a:uç• do Sud::waa<:.o o da rront.oira, tor• na &.1n)o_. po,,oa 
uai oi.o da l1ç•çlo co111 o• podoroa con,t1tuicto,. Clo1t.o Oo-p-..zt.ado 
estarei montando u acritrio no fudoeste que sara n.o••o 
ponto do or:.cont.ro. o~ • popul.11ç.lo t.orâ epce,rtur:.1e1&do do d.1■- 
loo•r. uoc:ar 1doia1 o ro1v1n.d..1car d1rot.a.:ont.. co=. sou ro;:ir•­ 
entanto, porque nlo roa alterar minha rotina. pua quiser ou 
proc1••r !.al•r cc::uço s.abora onda ao on.c:onuar. o, Vor-a•:!oro• 
o Pro!oito• d.a ro91.l0, da cos:.. !o::.. t.or.lo no mou mandato asa 
or.an:!o a=.-. na doema d3s interesses da seus uni4pios fssa 
a cunh.a vor.:.•do, =-ou pro)Ot.o da .aç.lo cc.=i. =-a ._-pla TJ.1J.o •ot:r-a 
•• cod1c!•• noceamarias para resgatar o desenvolvimento desta 
podaço do Mato Grosso do Su.1. 
Atu•l:canto ro,1d.1ndo o.:::i J•rd.u:i., t.onho i=a h11~r1a do 
JO •no• do •tuaç.&o na regi4o da qual nuanca me afastei So::::.an.a.:.­ 
cont.o, da»arperharda mau tratalho visito as cidades do Sutese­ 
to o d.a r-ronto.1ra. rol•ç6cn o•t•• quo prat.on.do :unt.cr C:!l:i& 
.a.a1cr 1nt.o:u1d..ad..a para ro-r:.er cau i=.an.ciato e= bGno!f.c.i.o d.o 
ao,,i povo. 
P•rA 1•10. proeiso d.o sou vo;..o. V.a.::.o• !.szor =.ai• p,ola 
nansa rogiào o pelo Mato Grcso d.o :u.lt 
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- 
I 
'llSSE DOR DE CllBEÇA 
OS CONCORRENTES. 
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Caracol 
NÃO DEIXE A CASA CAIR.

JOílN/,L 11 11nJN/. UA fl10Nl[ll1A 
a SAN!!AM(ll,O 
Bela 
__ G_E_R_A_L_· -------- ~ AgosLode t,u-=------~~ v 
ista amplia em 3200 metros a rede de esgoto 
AS' 
lkl.1 Vi,1,1 / 
prefeitura de llel,1 V,,1,1 
através do convénio n" 
121.J2X-•tX/2001/ ',I DlJ 
('/IX/. l'lll 0111pli,111dCJ ,1 
rede coletora de esgoto 
sanitário, o projeto inicial de 
J.'.!00 mel"" 110 b,1i110 tml,1 
e Silva, com essa amplias,a 
70% do bairro será 
beneficiado, a O! 
'O "li lUJ I Oll/ j,1 de11 
inicio na obra de esgotamento 
sanitário, "essa é mais uma 
conquista da administração 
• RECURSOS 
Ob 
Be 
Gerando com o Povo, 
colocando a saúde dos 
belavistenses em primemo 
luar, pois saneamento básico 
e o alicerce para ter uma saúde 
de qualidade", mencionou o 
diretor do ',//1.. "ler, i,;:o 
Autónomo de Aguas € 
Esgotos. Hélio Cristaldo. 
l'.tr,1 o prefeito de 
leio 'i,1a, (,c1,dd,1 1'111hti1<1 
Murano (PDI) "com essas 
obras melhoramos a qualidade 
de ida dos moradores e ao 
mesmo tempo estamos 
aquecendo o comércio de 
nossa idade, pois d 
empreitera esta trabalhando 
com duas te tr,, t.: "'''' ,1 k li I l:' 
., mão de obra é toda 
helavistense, com tss0 
geramos trabalho para o nosso 
povo c o nosso coméf1O 
vende mais". 
era de dez pessoas 
1r.1h:dh,1111 11.1 C,1111 
Construtora beneficiando as 
oficinas mecânicas de Bela 
Vista e o óleo diesel é 
comprado nos postos de 
combustíveis do Brasil O 
projclo e fi,c,dililçJo dn obrn 
i.: L otia do engenheito 
il Maros 1111,11 1 de 
Moraes (Duty) 
A .irnrh,,.,.,1 ,k 
de e goto começou dia de 
Julho t,•1 11•l ti, li d,1 ,,, cn1d.1 
leodoro Sativa passando 
pd., ruas Afonso Pena, parte 
da avenida [aro do L adiro, 
fon,o Pcn,1. Al,ildc ('011,.1. 
1 crnJndo Rodriµuc de 
Miranda, Amélia Pain Rosa. 
Marechal Floriano, Barão do 
Melgaço e Eduardo Peixoto. 
o prazo para o término da obra 
é fi11.ll do rnê, de ,ctcmbro 
e dre agem e pa ·men ação em 
ai -,,-abilizada rRamezTebe 
. 
; ;,_ 
,..:.::,:,. __ 
• "2» 
..a 
ACS' 
Bela Vista - / 
prefeitura de Bel Vista esta 
realizando uma obra que é um 
anseio da popnlaç,,n 
belavistcnse, nas ruas Guia 
Lopes entre a L3 de junho e a 
Senador Pinheiro esta sendo 
rcalizndo 2.736 metros 
quadrados de pavimcnlaç,,n 
a,f.il1ica (lra1amen10 
superficial duplo), sendo 550 
melros de guias e sarjetas,23 7 
melros de tubos de drenagem 
(040), mais 320 metros de 
tubos de drenagem (060) e 
625 melros de tubo, (080). 
também a obra tem I? poços 
de , i,i1,1 e 3,1 boca; de loho 
O , alor d,1 obr,1 é de RS 
)29.37K.35 reais, Cllnl 
co111ra partida da prefcnura 
de Bela Vi-ia e de 5°,,. 
A empresa 
responsável pela obra qw.: 
começou cm junho é a Col,1 
Construtora que concluirá os 
trabalho cm setembro de 
2002. 
Ag.or:i o escoamento 
das :igua, plu, iais será 
po,shcl no município, 
diminuindo assim os 
estragos provocados durante 
as enchentes na Baixada 
Fluminense e birro Espirito 
Sanlo. 
O projeto e ,, 
físc.ili1,1i;:io da obra e de 
responsabilidade do 
engenheiro Marcos 
c:,mara de Moraes (Dul)) 
que informou "os recursos 
,:io do 1linistério <ln 
lnlcgra<;:lo acional do 
Go,crno Federal 
, iabilizados através do 
empenho do Senador 
Ramct. Tehel (1'1'1D13) que 
não tem medido esforço, 
p:tra , iabili,nr recurso, 
para Bela Vista" Esse 
projeto faz parte do projeto 
que implanta o anel , i;üio 
de Bela Vista interligando 
os bairros Previsul. 
Espiril<> Santo e Centro 
'clho pos,ibdi1ando um 
melhor acesso dos 
belavistenses ao centro 
comercial do municipto. 
O prefeito de Bela 
""'ª· Geraldo 1'111heiro 
lurano (PDT) esteve em 
Brasilia pessoalmente 
,,gra<lecendo o empenho do 
,cnador ·:Ra111c1 Tcbel é 
meu amigo tenho um 
apreço pela sua pessoa e 
ele também tem um 
carinho especial por nossa 
gente e nosso municipio 
a foto o diretor doSA 	Vlio 
pi6rio (PMDH) que di atentado a administrado do 
prefeito Geraldo Murano (PD'f). 
' .... 
' 
----:: .._ 
◄
1 
■COMEMORAÇÕES 
PauóqU11üa de Santo Afonso 
1 realiza 1º Baile Carapé da 
' Família em Bela Vista 
Lile Corra" 
Fa,endo parte das 
comemorações íllu~i, as aos 
78 anos de fundação da 
paróquia de San10 Afonso. 
fundada pelos Irmãos 
Rcdc111orislas cm 1924. cm 
Ocla Vista nu fro,ncira com 
o Paraguai. acontece 
Domingo a partir das I O 
horas nb Rincão do Meu 
enhoro "1° !Jaik Cara pé da 
Familia" animado pelo 
Grupo Musical Andorinha 
Banda how a renda ~crâ 
revertida pam a refonna da 
lgrcja Matriz anto Afonso. 
O !Juilc Carapé da Familia 
terá a participação de 
centenas de católicos 
bmsikin.>s e paraguaios que 
c.:.tar:.1o na confr.1h:mi1:u;ão 
e almoço bendiccnle. 
O p.lroco padre Carlos 
Pclt.'ngill con,•idou n 
comunidade "para 
participarem ntiv:m1cn1c dJ 
programação alusiva ao 
anivcrsflrio tio padroeiro de 
!Jcln isi,1". 
Participam do baile carnpé a, 
comunidades Sagrado 
oração de Jesus( Cohab), 
Nossa enhora de Lurde 
(Prc.vi,ul e Santa Mónica). 
Comunidade S:io José. Sant.1 
Luzia. Nossa Senhora do 
Perpétuo Socorro, Nossa 
Scnhorn do Trabulho. 
Santissima Trindade. 
Comunidade Santa Paulina 
(Vila Cana:i). 
O prcfcilo Géraldo 
Mumno e a esposa Lctíz.ia 
Murano e os familiares 
cstnrào presentes na 
confratcrniz.aç.J.o é uma 
oportunidade maravilho a 
onde as pessoas poderão 
d.rnç.ar e se divertir no b:uk 
car:tpl.'.- da familia. cu 
agradeço à Deus por esse 
momento 1io lindo e a Iodas 
as pc,soas que deixarem as 
suas casas para , irem 
participar desta festa, por 
que pra mim tsto é uma frsla, 
uma festa cristã." 
■ENCONTRO 
.luiz eleito mi de Dou nulos diz que jornalismo "sem crítica e sem opinii''io não é jornali mo" 
âl ia to deff spaço 
Católicos celebram o Din 
dos Pais cm oraçiio em 
!Jcl:1 Vis1:1 
"O Amor do Pai" foi o lema 
do Grt1po de Oração cm 
homenagem aos pais em 
Bela Vista na fronteira com 
o Paraguai. Os inll'grnntcs d:t 
RCC Renovaç:,o 
Cnrism:1ica Ca1ôlica 
··receberam centenas de 
pessoas" que louvaram e 
bendi,cr:1111 a Deus pelo 
Dom da vida e a vocação de 
ser pai, "seguindo o exemplo 
da Sagmda Familia que teve 
no amor de Sfo Jo .; 0 Pai 
adotivo de Jesus um 
tcstcrnunho de vida a ser 
c;;cguiJo". 
Para o~ carbm:iticos 
ca16licos ··foi uma 
oportunidade de muitas 
lm~çàos de Deus para os que 
estiveram presentes na lgreja 
1'1nlrizdc Santo Afon o". 
O Grupo de 
Ornçào ncontcccu cxla~ 
feira às 19 horas, 
inici:rndo com a reza do 
terço "vede que grande 
amor o Pai nos concedeu, 
que sejamos cham:idos 
filhos de Deus. e nó, o 
somos!'', conforme a 
primeira epistola de João 
cnpitulo 3.1. 
O fato e o grau de i. temon.--s na platéia, o juiz foi ob­ 
portlncia de uma candidatura jetivo: ", imprensa é livre. Ela 
s:,o os principais pontos a se- pode e de, e intcrpreiar aquilo 
rcmconsideradosnadefinição que o poli1ico diz". !Jcm 
de espaço para di, ulgnç:1o de descontraido e muito à , ont.1- 
noticias sobre campanhas clci- de. chuch dos nntos frisou 
torais. A rcceila foi dada pdo que todo fa10 deve ser analisn• 
juizclcitoml de Dourados. Ccl- do porque "existem v:lri:,s ver­ 
so Schuch dos Santos. silbado dodcs". ou seja. cada cnndidn- 
it tarde. durante palestra reali- todâ como sun n únic.,s crdadc 
1.:1da p..1.ra jornalistas. um mesmo acontecimento. 
"O foto mnis importnntc Elt.! ressaltou que a 
do dia é aquele que nconlecc Consti1uiç:io se sobn.-põc :is leis 
nqui". dis e o juiz se referindo dcitor:1is para dar maior libcr- 
no local. Na cdiçiio do material dadc de ação para a midia. Der- 
a ser puhlicodo, cm tipo de rubou. por exemplo. o mito do 
midi:i., deve levar em conta fam- esp.1ço de um-oita,·o de p.igin:1 
· bérn o gr.,u de ímponüncia da por c-diçJo p.,ra publicação de 
candidatura. De acordo com mnteri:ildcc.:imp..,nhn..Par.ic.lt:.. 
suns i11fom1açõcs. se o candi- n prop.,g.,nda do candidato não 
dJlo for inexpressivo, deve n,- ~e scrconfundicb com o no- • 
ceber espaço condizente. Pode ticiário. "Notici:i C notici:ic nes-- 
até ser no rodapé". tn época. os políticos >-io a no- 
Provocar até alguns ticia mais importante". 
--- _I 
Dizendo- e adcph> da li- 
berdade de irnprens.1.. "inclusi­ 
ve a tt:ndcnciosa". o juiz clci- 
1oral de Dourados afirmou que 
ê fund:imental 1!.:lr.mtirodin.:i­ 
to de dcfes:i à p;ne que se sen­ 
tir prcjudic:,da. "Jornalismo 
sem critica e ~m opinião n5o é 
jornalismo". reforçou. 
chuch dos s.,ntos co­ 
mentou. ninda. que o jom:!lb.t:1 
11:todc,c ter medo de agir e nem 
de noti i.1r o fêlto. "Se; oc.: csL.í 
cobrindo um comício. d.:, e fo­ 
b.r e mcnt.tr o discur..o do 
candidato". Foi mais um exem­ 
plo usado por ele para m Irar 
que nJo é possh cl se dclimítnr 
espaço por candidato por cdi­ 
çJo. O leitor precisa 1cr O que 
ler e é o jornalist1 que ir:i es­ 
crever para ele. 
O juiz eleitoral, que é 
fonn:do cm jon1..11ismo, di 
amnda que respeita as mats va­ 
nadas tendências e linha edito­ 
r1,1I de cada ,cículo de cornu­ 
n1caç,io. Para cli:, o lc1tor. o 
ou, inte. o intcrnauta ou o 
tclcsp,:ct:idor é que dcfimr.í aso­ 
brevivência de cada um 
Sugc-riu a impl:mt:içjodo 
cargo de 'ombod.>m:tn' nos órg."los 
de impn.-nsa de Dourados. C nou 
que a criaçJo do cargo no jornal 
"Folha de S. Paulo" foi funda­ 
mcnt..,I P.,"U"n o cn..-scimcnto e a 
crt-dibil id'lde do jom.11. "O jornal 
melhorou muito é o ombud,rron 
é urn selo de qualid.1de". 
Caso Rruk 
Foi sóojuiaki1oraJ usar 
a delenç,1o do candidato a dcpu­ 
iado C"Stadual Roberto Razuk 
(PDT) como exemplo em sua 
cxpbn:tçiio. p;lI1 que o tema ocu­ 
passe quase toda a pclestrn e .1 fusc 
de deb:ilcs. 
ElcdisscqUt: se senti., "cr,. 
, ergonhado" da imprensa de 
Dourados que não noticiou o epi­ 
sódio. "Vocês clamam por litx.,-. 
cinde de imprensa, ,ros não noti­ 
ciam o fato", declarou. enfãtico. 
Para ele, este c:iso é uma noticia 
que o leitor tem direito de s.llx.,­ 
porquc emolve um t:Mldíd:llo a 
cargo ck1ivo. O fato foi notida­ 
do pelo Diári , IS medição de 
S<.-guncb-fcir.1 p.,ssad::t. 
De acordo com li! afir­ 
mações do juiz eleitoral a ornis­ 
slo desta noticia pode ser pre­ 
JUd1 inl a1ê mesmo para o em­ 
presário detido. chuch dos 
Santos lembrou, lnmbém que os 
principais jomais do pais noti­ 
c,ar..tm o CJ.SO e nlgun.s até co-­ 
memnram que a imprens..i de 
Dourados se calou, "Isso de­ 
monstra ao. lribun:iis superio­ 
res que o envolvido exerce po­ 
dtr sobre a imprensa loc:,l e pod 
ser prejudi;'+t 	1e 
~ ""1 pero ele mc:smo· 
rcssnhou. {Diário MS)

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA • GERAL 	12 de Agosto de 2002 PAGINA - 
Segurança Alimentar é exemplo 
Técnicos de Segurança Alimentar cadastram familias para 
rcccbcrom ccsln básica (foto: Adélia Barros) 
O Programa Segu­ 
rança Alimentar é, an­ 
tes de tudo, um com­ 
promlsso com a vida. 
Em Ponta Porã, o pro­ 
grama, uma Iniciativa 
do Governo Popular de 
Mato Grosso do Sul, 
vem garantindo às fa­ 
mílias de baixa renda, 
idosos, crianças indi- 
genas e trabalhadores 
: rurais sem-terra, ali­ 
mento de qualidade, 
através da doação 
mensal de uma cesta 
com 32 quilos de ali­ 
mentos. 
O governo envia to­ 
dos os meses mais de 
1,9 mil cestas para a 
fronteira, que são distri­ 
buídas por um grupo de 
técnicos contratados 
para cadastrar, entrevis­ 
tar e fazer a triagem de 
pessoas que se enqua­ 
dram nos requisitos exi- 
gidos pela 
Coordenadoria Es adu­ 
al do programa. Mais de 
90% da estrutura 
operacional do progra­ 
ma é bancada pela Pre­ 
feitura Municipal. 
Um grupo de volun­ 
tarios forma a Comissão 
Municipal de Seguran­ 
ça Alimentar, instfluída 
polo proleito Vagner 
Piantoni (PT) no ano 
passado, o que é res­ 
ponsável polo 
mapeamento das famili­ 
as em situação de risco 
social. As informações 
são encaminhadas ao 
Governo do Estado que 
seleciona as famílias, 
priorizando o grau de 
necessidade em que vi­ 
vem. 
Os selecionados re­ 
cebem a visita dos téc­ 
nicos do programa, que 
fazem um diagnóstico 
social das principais 
prioridades de cada fa­ 
mília o o controle dos 
programas sociais dos 
quais participa. Ao re­ 
ceber o convite, as fa­ 
milias fazem um com­ 
promisso com o Gover­ 
no do Estado de Ire- 
quentar cursos de alfa­ 
betização e 
profissionalização. 
Cada uma tambem 
apresen a carteira de 
vacinação ou cartão de 
gestante, para ingressar 
no Programa do Com­ 
bate à Desnutrição. No 
caso das gestantes, 
submetem-se ao acom­ 
panhamento e exames 
pré-natal, quo em Pon­ 
ta Porá é feito na Casa 
da Mãe Gestante. As 
mulheres devem partici­ 
par também do Progra­ 
ma de Prevenção e 
Combate ao Câncer de 
Colo e Utero. 
A Comissão Munici­ 
pal de Segurança Alt­ 
mentar e os técnicos 
atuam do começo ao fim 
do processo, garantindo 
a seriedade do progra­ 
ma. Em Ponta Porá, atu­ 
almente são atendidas 
quase 2 mil famílias da 
área urbana e, na área 
rural, o programa chega 
ainda a seis acampa­ 
mentos, um assenta­ 
mento e duas aldeias 
Indígenas, devendo au­ 
mentar no mês de se­ 
tembro. 
n FESTA 
sa é recepcinal ma c 
Um jantar para cer­ 
ca de 1,2 mil pessoas 
no salão de festas do 
Espaço Livre, na rua 
Jorge Elias Zahran, em 
Campo Grande, foi o 
palco da recepção a 
autoridades e persona­ 
lidades políticas de 
Mato Grosso do Sul. 
Entre os convidados 
: especiai e.stava. a 
candidata' a deputada 
estadual Rosa Piantoni 
(PT), de Ponta Porã, 
que falou para os pre- 
sentes sobre seu traba­ 
lho para chegar à As­ 
sembléia Legislativa. 
O evento foi orga- 
nizado pelo comercian­ 
te Pedro Alexandre de 
Oliveira e sua esposa, 
Selrna, que simpatiza­ 
ram com Rosa Piantoni 
e a convidaram para 
falar em nome da fron­ 
teira. Eles lembraram 
que a candidata 
pontapo-ranense "é um 
exemplo de dedicação 
e luta no âmbito da in­ 
clusão social" e que 
com a candidata, Pon­ 
ta Porã serã muito bem 
representada no 
Legislativo estadual. 
Em Dourados 
A candidata a depu­ 
tada estadual pelo Par­ 
tido dos Trabalhadores 
de Ponta Porã, Rosa 
Piantoni, foi apresenta­ 
da à familia da Dona 
Candinha, importante li­ 
derança de bairro do 
município de Dourados, 
que reuniu a família e os 
amigos para pedir apoio 
à candidata pontapo­ 
ranense. O encontro 
serviu de' base para 
mais uma etapa da ca­ 
minhada política de 
Rosa Piantoni rumo à 
Assembléia Legislativa. 
íl 
A festa, em come­ 
moração ao aniversá­ 
rio da filha da Dona 
Candinha, Maila Vitó­ 
ria, foi bastante concor­ 
rida. Dona Candinha 
afirmou na oportunida­ 
de que ela, sua família 
e os amigos apóiam 
Rosa Piantoni em Dou­ 
rados. A candidata tam­ 
bém fez uso da palavra 
para agradecer o apoio 
espontâneo e dizer 
que a sociedade 
douradense não se ar­ 
rependerá de seu tra­ 
balho na Al. 
] ■OAB/MS 
No mês do advogado, Ordem inaugura novas instalações 
ê O Programa de estréia ção eucaristica constam da geral da Escola Nacional Geraldo Escobar Pinhei­ 
será transmitido ao vivo agenda de eventos, além de Advocacia, Fides An- ro, "as novas instalações 
.no próximo sábado pela dainédita Expo OABMS, a gélica de Castro Veloso irão solucionar o grave 
TV Assembléia, canal 9. 1Feira de Produtos, Ser- Mendes Ommati, que irà problema de falta de es­ 
::' A Seccional de Mato viços e Escarnbo, que falar sobre "A função da paço que até então vinha- 
Grosso do Sul da Ordem acontece no final do mês. ESA". 	mos enfrentando". 
:!los Advogados do Brasil, Um dos eventos já realiza- Em virtude de a De acordo com ele 
em comemoração ao Mês dos foia2Caminhada Le- aprogramação ser trans- em virtude de o prédio da 
do Advogado, está reali- gal, que mobilizou dezenas mitida somente via cabo, Seccional não possuir es­ 
ando uma série de ativi- de advogados. inicialmente terão acesso paço próprio para acomo­ 
idades em Campo Grande. De acordo com o pre- apenas pessoas residen- dar as salas, a ESA solu­ 
programação teve inicio sidente da entidade, tes em Campo Grande, cionou esse problema, 
n0 dia 1°e se estende até Vladimir Rossi Lourenço, Dourados e Naviraí. O inicialmente, por meio de 
3 de setembro. No saba- a programação foi dividi- programa será convênio firmado com o 
do, dia 10, estará na Ca- da em duas partes: de 1° retransmitido no dia 16, Colégio Atheneu. 
fitai o presidente do Con- a11de agosto e de 17 de no mesmo horário. Baile do Rubi A pri­ 
selho Federal da entida- agosto a 3 de setembro. ESA- Também no sá- meira fase da programa­ 
da, Rubens Approbatto "O grande número de ati- bado, às 9h, serão inau- ção em comemoração ao 
Machado, que participa vidades só foi possível guradas as novas instala- Mês do Advogado encer­ 
da primeira transrn,ssao em. virtude de todas a_s çoes da Escola Superior ra-se no sábado à noite 
do Programa OAB na TV, entidades representati- de Advocacia, que irá fun- com a realização do tra­ 
que irá ao ar pelo Canal 9 vas da classe terem par- cionar a partir de agora no dicional Baile do Rubi 
da TV Assembléia. No ticipado da elaboração da antigo prédio da Ordem que acontece no Rádio 
mesmo dia serão inaugu- agenda, ressaltou. na Rua José Santiago, Clube Campo. 
radas as novas instala- A transmissão do pri- 121.Segundo informou o Assessoria de Im- 
çoes da Escola Superior meiro programa OAB na diretor-geral da Escola, prensa da OABIMS 
de Advocacia -- ESA. TV, que va, ao ar no saba- 
As atividades vêm sen- do, às 8h30, será o ponto 
do realizadas em éonjunto alto da agenda. Na estréia, 
pela Ordem, Caixa de As- será transmitida ao vivo 
sistência dos Advogados, palestra do presidente do 
Escola Superior de Advo- Conselho Federal da Or­ 
cacia e Associação dos dem, Rubens Approbatto 
Advogados de Mato Gros- Machado, que no plenário 
SO do Sul. Palestras, con- da Assembléia Legislativa 
urso de oratória, campa- irá discorrer sobre o terna 
nhas de saúde, práticas "O advogado e suas novas 
2esportivas, reuniões de perspectivas". Também irá 
confraternização e celebra- proferir palestra a diretora- 
HAJA SABÃO! As lavanderias já funcionam a tod 
vapor. Em nome da "moral e dos bon co tunes". czar 
ddatos e envolvidos no processo sucesono o t 
vestigados e nos dossiês, dados sobre a vida tum + 
ar, vícios, defeitos, património e contas bancárias 
AS LAVANDERIAS não são exclusividade do Bra­ 
sil. Em todo o mundo, sob a tese d que a vida do 
homens públicos não pode ter segredos, ela a 
devassada, provocando às vezes injustiças, e: 1n 
dalos, dores e alivio. O jogo e bruto, mas inevitavt! 
"PESO PESADO"! Luizinho ocupou corretamen­ 
te o espaço deixado por Valdomiro Gonçalves no 
Bolsão e sua reeleição na Assembléia, nada mais é 
que fruto de sua postura sempre próxima ao eleitor 
numa espécie de fidelidade reciproca. Sinal Verde 
NAO PAUTE suas vidas, nem suas cartniras, pelo 
dinheiro. Ame seu oficio com todo coração. Persiga 
fazer sempre o melhor! Soja fascinado pelo realizar 
e o dinheiro virá como consequência". Quem pensa 
só em dinheiro, não consegue sequer ser um grande 
bandido." 
E MAIS ... Napoleão não invadiu a Europa por d 
nheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por di­ 
nheiro. M1chelangelo não passou 16 anos pintando a 
Capela Sistina, por dinheiro. E geralmente, os que só 
pensam nele, não o ganham". (Nizam Guanaes) 
NA PESQUISA 80% do eleitorado quer mudan­ 
ças. Assim, a deterioração econômica arrebenta 
Serra, que terá que bater em Ciro sob pena de ape­ 
nas cumprir tabela no 1 • turno. Quanto mais caros o 
gas, a gasolina e o dólar. pior para Serra. 
ENTRAVES. O IBGE diz que a inflação foi so 117 
durante o Real, mas o gás de cozinha subiu 472 ,a 
energia 227%, e telefone 381% e o ganho s<1lari.il 
apenas 50%. E como o Serra vai defender o Governo 
contra esses números? 
ENQUANTO Lula tenta provar que mudou para me­ 
lhor: enquanto Serra carrega e fardo de pertencer 
ao atual governe e Garotinho ainda é cobrado pelas 
suas ações no Rio, Ciro corre livre e solto com ape­ 
nas 10% de rejeição,19% de espontaneidade e 0% 
de conhecimento. 
O DESEMPENHO decepcionante de Serra. já anda 
prejudicando algumas candidaturas estaduais. onde 
sua imagem é emitida na propaganda. Mesma por 
aqui. apesar do aparente esforço de Marisa & Cia. 
Serra não é lembrado nos palanques. 
LEMBRETE: "O povo é um rebanho de carneiros 
e que se tosquiam. mas quando a tosquia vai até a 
carne, produz infalivelmente dor e, como esses car­ 
neiros raciocinam, se convertem muitas vezes em 
terríveis animais." ( Prlnclpe Maurício de Nassau) 
MEMÓRIA. Lfder em Fátima, numa época efer­ 
vescente. onde foi preleito de 78 a 82. Sarnir Chal1c 
marceu pelo seu estile. Deixou a politica, e hoje re­ 
cupera-se de um acidente cardiovascular. Em Cam- 
po Grande. é hospede de seu lilho. Gente Boa 
CAMPO GRANDE conta atualmente com seis mu­ 
seus, mas os moradores da capital não o prestigiam. 
E ínfima a parcela da população que conhece essas 
casas de cultura. parte de nossa história. onde es­ 
tao expostas suas manifestações culturais. 
RECLAMA-SE muito sob o argumento de que a 
capital não leria opções culturais, quando os museus 
con_stituem notável rateiro. Nossas crianças e Jovens 
estão crescendo sem conhecer o que temos em nos­ 
sos museus. E você- já foi? 
AS ÚLTIMAS mortes na capital - inclusive de um 
advogado - retratam bem o nivel de periculosidade 
do narcotráfico. E a incrível demonstração de ousa­ 
dia do poder paralelo. que os integrantes da frus­ 
trante CPI do Narcotráfico não viram por aqui. De 
leve ... 
ALBANO Dembogursky é uma referéncia na api­ 
cultura do MS., com seu laboratório de refino apro­ 
vado pelo SIF. Além de abastecer grandes redes de 
supermercados do país, ele ainda exporta para a 
Europa e Estados Unidos. 
O BRASIL é o5° produtor mundial : China e Ar­ 
gentina são os maiorais, mas foram penalizados 
na Europa e "States" por 5 anos. devido a presen­ 
ça de antibióticos no mel. Ai as exportações brasi­ 
leiras tendem a aumentar. O preço atual é de US2 
por quilo. 
ZECA caiu nas graças dos apicultores: além de 
zerar a aliquota do ICMS, que era de 7%, incluiu o 
mel nas 60 mil cestas básicas mensais que distribui 
para as lamílias carentes. Como se vé em ano de 
eleição, tudo é dece como o mel. ' 
FATAL. Para um observador. os votos de Khól 
lembram o milho na lavoura que vai para o Jacá de 
terceiros. No caso, no segundo turno, no jacá de 
Mansa ou Zeca. Quanto mais "milho" na sua roça. 
mais cacile terá para negociar com um dos dois no 2° 
turno. 
A POLÍTICA exige . atitudes que simbolizem e 
pensamento do homem público, como o noivo que 
tira a aliança do dedo após o rompimento. Mas Khol, 
deixou uma porta aberta para futura convivência com 
o PT e uma janela para Marisa. a quem evita críticas 
até aqui. 
SUCUMBIU. Mais um profissional de televisão 
acabou seduzido pela magia das urnas. Além de 
Juarez Sores. o ex-apresentador da Bandeirantes 
- Sergio Rondino é candidato à Assembléia Paulista 
pelo PSDB, com apoio de Marcos Mendonça. atuai 
Secretario da Cultura. que desistiu da reeleição e 
va, apo,a-lo. 
ASSISTA O JORNAL DA TV. MS. RECORD 
E CONFIRA NOSSO COMENTÁRIO "DE LEVE"

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA ■Geral 12 de Agosto de 2002 
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PoJü rk 
PAGINA - 12 
IvalcJo Pcr<:ira 
[Polítlca • Neg6clos • Comentários • Entrevista • Var edades • Fatos e Fotos] 
.. 
O cx de pulado fctkr:il e Scrn:1{irio Nacional cio l'H,, 
Saulo Queiróz, esteve sábado passado visitando nossa cida­ 
de, onde reviu amigos e manteve contatos políticos. No :ilrno­ 
c;o 1cali1ado 11,1 //UII. Saulo fulou ao, pre-,cnk,. a rc,pcito 
tlc v:írio, terna, de interesse dos belavistenses. 'm do, políti­ 
cos mais inteligentes e influentes, Saulo lembrou de ,ua pri- 
111cir.1 c11111p.111lr:1 política e da afinidade que tem com o, 
belavistenses. Candidato a dcpullldo federal. npoiudo pelo ex 
prefeito José Garibaldi e vereador Xande Palmicri. entre ou­ 
ttas lideranças, disse que "em Bela Vista estou em casa, esta 
cidade, este povo, é diferente, é referencia do Estado". 
1 Flagrantes da visita - almoço na AABB 
Vereador Lulz Alexandre Palmlcrl e Saulo Quelróz. 
Dr. Sidney Nunes Leite, Vereador Xande, Saulo Queiróz, 
Vereadora Cica Lino, Vereador Jullo Leite, Vereador Ramão 
Paredes e ex prefeito José G,nlbaldl. 
-. 
Dezenas de convld;,dos estiveram no almoço na AABB. 
 '_ 
Vereador Xande Palmlert, saudando Saulo e agradece:ndo as 
presenças dos convidados .. 
José Garibaldl, em seu discurso, lembrou de sua admlnlstnç3o, 
dos dcs.1flos do prrscnt.c, dos projetos fub.lro.s e cnalt.ecc.u a 
figura de Saulo, "um politico que honra o Mato Grosso do Sul, 
mais ainda, o Brasil, por suas qualidades e campeté.nd.:a. 
aos políticos que visitam Bela Vista, candidatos, que a TI­ 
B 'NA DA FRONTEIRA está à disposição de todos para 
registrar essas visitas. desde que informem a Redação, enfim, 
façam o convite, enviaremos um de nossos repórteres para o 
registro da visita. ou enviem o rc,pcc111 o m.itt:nal, fotc» etc,­ 
tos. E só contactar a Redaç:io. 
s ure 
de Bela Vi,ta tcr.io a oportunid.1dc de r110,tr.1rcrn <h ,t'u, pc­ 
sos políticos nesta eleição. haja vista a diversidade de apoio 
aos mais diversos candidatos a deputado estadual, sem falar 
que dois deles são candidatos. Xandc candidato a deputado 
estadual e Bi,po. candid.110 a dqmtado federal. .:jamo,: 
Cica Lino, l{amão P,1rcdc, - ri Roberto Orro. 
Flávio "Ratinho" Gçxloy- e/ Jcr,on Don1ingo,. 
Julio Leite - e/ Cc,ar Galhanlo. 
lzabella Moraes Murano- Orland,1 e Getulio Lino -c/Paulo 
Com:a. 
élio Diório - e/ l lumbcno Tcixcir.1. 
Jair Bi,po-candidato a deputado feder.li e/ /ri Rigo. 
Luiz /lcxandrc, X ande. é candidato a deputado c,tadual. 
Valdir Cardo,o. e/ /marildo do fYf. 
Na Verdade 
REGISTRAMOS. em Bela Vi,ta. a prc,ença nc,ta cam­ 
panha política de mais de V li'TE candidato, a deputado esta­ 
dual. Todo, com gnupos formados, comitês e dezenas de ca­ 
bos eleitorais. Sem falar no, c:mdidato, a deputado federal. 
r------------------------------------------, 
Deal ±sr l lo 
1 
1 
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pr 
"Cada real queimado a me­ 
no, corn preço, do gás de 
cozmha. combu,tívà, vai 
para a panela da população 
de baixa renda··. Foi o que 
afin11ou Dclcídio Amar.ti 
que :muncia que através da 
utilização do g:ís corno 
combu,tívcl o, alimenlos 
vão ficar m,ns bar.li os cm 
no ·o cst.,do. A população 
sul-mato-grossense vai ser 
bcnecifiada com a n.xlução 
dos preços dos alimentos, 
a panirda diminuição do, 
ClllOS do combtt,úvcl p;t.r.t 
o tr.Ul.Sporte. Tal fato vai se 
tomar realidade com a pro­ 
posta do candidato do fYT 
ao Senado. Delcídio 
Am:lI',ll. que,·~ na utiliz.:iç.io 
do g:i.s o fator gerador do 
desenvolvimento do Esta- 
ção deste "ouro cm póº' 
que passa por Mato Gros­ 
;unto no país vai contribuir 
para que 
O 
governador. so do ui. ·•]',fato Grosso dutordos custos do trans- 
do Sul tem de tir.u- provei- porte e dos alimentos ao 
Zeca do fYT possa coman- 	· -_ 
ravelmentc os custos de 	to de uma de suas maio- nosso povo co 1 
tra e sd dar o processo de utiliza- . 	• nc uiu 
L nsponc. e :ipot,m o o 	rcs nquezas. o gasoduto. Delcídio. A.I. J 
------------------------------------------~ 
do. acckr.mdo a economia 
de MS. n.xluzindo con.,ide- 
potencial produtivo. 
··sem dúvida que. 
com a con,trução de ra­ 
mais ao longo do ga.O<luto 
e consequente instalação 
de postos para o abasteci­ 
mento do, caminhõc,. a 
preço mai, baixo que o, 
outro, cornbu,1í1 ci,. no fi­ 
nal o, alimento, que che­ 
garem no Estado ter.io pre­ 
ço, muito mais crn conta. 
alcançando a mesa de to­ 
dos o; sul-mato· 
grossenses, em especial os 
de baixa renda ... calcula 
Ddcídio. 
O candidato a..,cgu­ 
ra que o g:ís representará 
urna verdadeira revolução 
para o Estado e como 
Delcídio t! um dos maio- 
res conheccdorc, do as- 
Até o momento, para deputado federal. estão fazendo 
campanha em Bela Vista. GOLDONI. REZENDE. VANDER, 
ML'RILO ZAL'l T, PALHANO, SAULO Ql'l.lROL. 
MOKA. ANTO'IOCRUZ. entre outros. Un quinze candi­ 
datos. Haja folegoe "a .... ,tlho". 
Pacv-· 
que é a p,1rllr de agora que a campanha vai deslanchar, 
serão 60 dias de intensa movimentação, pelo menos cen­ 
tenas de jovens terão emprego ne,tc pcrfndo. E h,11 crá 
também aumento no faturamento do comércio, postos, 
loja,. JÇouguc,. enfim, todo o lomérc10 wr.1 bcnelic1,1- 
do. Mas cuidado com os excessos, a Justiça Eleitoral está 
vigilante e o Dr. Alexandre, está ai para fazer cumprir a 
lei. Olho vivo. 
Pesquisas 
Todas as pesquisas indicam ZECA em primeiro. Mariza 
cm ,cgundo e Kiwi cm tcru·rru. lll,I os analistas dão como 
certo a realização do 2" turno. Ainda é cedo para definições. 
Tudo é pm,i,·cl. 
Pres:dente 
:S:a, erdade Lula e C'tro Gome, cst,io cmp.11,1do,. ca,o 
haja ,cgundo 1urno. e tudo indica que haverá, a, pesquisa, 
dJo como cena a I t16n.i de Ciro Gomes. Também entende­ 
mo, que ainda é cedo para dcfiniçüc,. 
9 
 
.... 
f:w:ndo com que combus.­ 
tívcl ·e tr.in forme no r.:- 
• Viagem a Brasília - impede Zeca do PT de 
participar de debate na segunda-feira 
A viagem do candidato que a eleição não pode in- 
à reeleição ao governo do terferir em sua rotina de tra- 
Estado pela Coligação "O lxllho como govcm.1dor. Em 
Novo Mato Grosso do Sul", contrapartida, a coordcna- 
2.ecaclo PT. a Br.,sBi.1. n:isc- ção da camp.mha de Zeca 
gund:t-fcir.1.dia 12deagos- do fYT j:i confirmou a ,ua 
to. o impt.'Clir:í de panicip:tr p:u-ticip:iç;io n:, qu:iru-fcir.1. 
do debate organizado pela dia I4de agosto, do progra- 
Rndio Educ:1çào Rur.11 em m.1 de entrevistas com os 
p;irccria com a Univcr..id,- candidato, .10 gm·crno do 
de Católica Dom Bosco Swdod11VC:mipoGr.ut- 
(UCDB). O evento aconte- de:de um programa de en- 
cc no mcsmo dia, das 9hás revistas nTVE. no dr 21 
12h. no auditório do bloco de agosto; e do deb:!le Ué 
Ad:iuniwr-idnde. S<.-r:l promovilloe tr.:n_,miú- 
O petista lamentou não do ao vivo pela TV More- 
podt.'rparticip.1rdadiscu,- 11,'1.C:Ortlt Jo-,o_,()UtnhCUI· 
são de idéias com os outros didatos, no dia 2de outubro. 
candidatos, mas lembrou Segundo a coordena- 
ç:io d., camp:inha ,erJo 
pri rio.d.!;, :J.incl1:1 panicipa­ 
ção em debates com repre­ 
sentantes de associações e 
cnti,hh::, d,: cl:,,.,e. como a 
Ordem dos Advogados do 
Brasil seccional de Mato 
Gros.sodoSul (OABllSJ. 
em que o pctisL'l teria con­ 
diç-Jo d • aprofundU' ,ua,, 
propostas para o seu segun- 
domaml.110. •