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ANO 30 • Edlçlo: 2.241 una 
E-mail: tribun catzonet.com.br 
BELA VISTA. JARDIM· CARACOL· GUIA LOPES DA LAGUNA· NIOAQUE • BONITO E PORTO MURTIHHO 
Risco 
O risco da Amazó 
nia foi debatido cm 
ampo Grande pela 
Associação dos 
Diplomados da Escola 
Superior de Gucrr.1. O 
{!encrnl Rodrigo Otávio 
lembrou que ''diíícil 
para os ossos antepas­ 
sados foi manter a Ama­ 
zónica e, para nós, está 
sendo difícil desenvol­ 
ver. porquehtí 11111 Exér­ 
cito de ONG, tentando 
impedir. a qualquer cus­ 
to, o desenvolvimento 
cio Brasil. Daí o ataque 
às obras de infra-estru­ 
tura, tuis como a cons­ 
tmção de hidrelétrica. 
de linhas de transmis­ 
são. hidrovias. estradas 
e de outras iniciativas". 
Segundo o General. 
esses setores estão 
infiltrados até no Mi­ 
nistério Ptíblico, que 
consegue repercutir a 
ação. (Correio do Esta­ 
do • Diálogo). 
ola ela Rcdadi.ffi 
Quem leu o artigo pu­ 
blicado em a Tribuna 
da Fronteira e Tribu­ 
na Murtinhense, com 
o título "Conversando 
com você", lendo esta 
pequena mas contun­ 
dente nota, entenderá 
nossa opinião. 
Estamos antenados 
com o pensamento do 
General, ele PENSA 
ll1.illl1,. 
11s1111a acirrada na 
"capital Polftlca" do ESbldO 
Pedro Pedreira, da Reda(ão) 
Como sempre. a, clci­ 
çõc, e,te ano em Porto 
Murtinho!.er.1od:t, mai, acir­ 
radas do Estado, não só para 
o Governo do Estado, mas, 
também. para o Senado, As­ 
scmbléia Lcgi,lativa e C.ima­ 
ra Federal. 
Após a vit6ria de /bel 
Proença para prefeito, por 
um pequena margem de vo­ 
tos, seu adversário, Nelson 
Cintr.t iniciou um trabalho um 
tr.tbalho cotidiano de esclare­ 
ci111ento e con,cien1i1ação. 
hoje sua liderança é indiscutí­ 
vel. É um adversário de res­ 
peito. Cintra apóia Marisa 
crrano para o Governo do 
falado. Roberto Orro para 
deputado estadual e Moka 
para deputado federal. 
V:irü,currcnles e grnpo, 
estão disputando "o poder" 
cm Puno Muninho. não apc- 
Hora da verdade 
nas grupos e partidos, mas até 
famílias. Veja, ab:,ixo. foto, 
ela, principais lideranças de 
Muninho. 
O prefeito /hei Proença 
e ,ua c,po,a F:ítima Vidotti. 
conqui,ta.r.1111 um e,paço im­ 
portante. apesar da herança 
que /bel recebeu, da /drni­ 
nistração anterior (dívida.), 
segundo infunnaçõ.:, de seu, 
0iro Miranda dos Santos 
L 
Abel Proença e Fátima Vidoni, prefeito e primeira dama 
Ramaz diz que precisa 
da Murllo em BrasHla 
WillamsAraújo 
O presidente do Congres­ 
so Nacional. senador Ramez 
Tebe1 (PMDB) disse que tor­ 
ce para que o deputado esta­ 
dual MuriloZ:iuith (PR.) seja 
um dos integ.r.mlcs da banca­ 
da federal a atuar cm Brasília 
na próxima legislatura. 
Candidato a deputado fo. 
dernl. Murilo recebeu elogios 
de Ramez durante visita aos 
município da região de fron­ 
te i ru. Aral Moreira, 
Amambai. Paranhos. Sele 
Quedas. Eldor.ido, ltaquar:u, 
Iguale mi e Coronel Sapucaia. 
"O Murilo é uma gran­ 
de liderança. não só da re­ 
gião da Grande Dourados. 
mas de todo Mato Grosso 
do Sul. Ele tem feito um 
trabalho extraordinário na 
Assembléia Lcgislaliva e 
isso o credencia u ser de­ 
putado federal para nos 
auxiliar a buscar recursos 
para o Estado durante o 
governo da Marisa Serra­ 
no", elogiou Ramez. ao 
Sc-ruulor Rome:. Tebe1 ( PMDBJ 
discursar para lideranças 
de Sele Quedas. 
Ramcz observou que. en­ 
tn: outros candidatos da coli­ 
gação Pra Frente MS 
(PSDB, PMDB. PRTB). 
Murilo é uma das grandes 
promessas politicas para re­ 
presentar o Estado no Con­ 
gresso Nacional. 
"Hoje. o Murilo faz uma 
excelente aluaç;io como vice­ 
presidente da Assembléia. 
destacando-se princip.11mcntc 
na área de educação. no ano 
que vem. não ll!nho dúvid:L~ de 
que ele estará junto conosco 
no Congresso acional. enli"10 
cu peço a lodos que votem 
naqueles que realmente traba­ 
lham pelo JX>VO. se dedica em 
resolver os problemas do Es­ 
tado", completou. 
ARAL MOREIRA 
/ lém de Ramez e dos se­ 
n acl orc s Lúdio Coelho 
(PSDB)e Juvêncio César da 
Fonseca (PMDB). Murilo 
tem a simpatia do ex-gover­ 
nador Pedro Pcdrossian 
PST), de quem também re­ 
cebeu elogios publicamente 
durante reunião com lideran­ 
ças de Aral Moreira. 
1737 
2% 
ilo 
do Federal 
assessores, aguentou firme, 
está pagando as contas e pro­ 
cura implantar o seu estilo do 
PL. Abel está apoiando o can­ 
didato a deputado estadual 
Antonio Carlos Arroyo, en­ 
quanto a ex prcfei1,1 Mirian. 
,cu c,pmo !leitor e irmão 
Osório Miranda dos Santos. 
apóiam Pedro Tcruel. E h:í 
outros grupos e família, cn- 
lltitor ,iram/a dns Santos 
volvidas na campanha. 
Quando falamos "famíli­ 
as" lembramos das famílias 
tradicionais de Murtunho, 
Sanches, Loubet, Miranda 
dos Santos, Abrão, Codor­ 
niz, entre outras, numa cida­ 
de onde o cidadão é extre­ 
mamente politizado, com 
mais de dez partidos, 
estruturados, quase quinze 
,firian 
candidato a deputado esta­ 
dual. tcrr.i do Goscrno, na 
verdade é um campo de ba­ 
talha, onde os estrategistas 
são obrigados a se supera­ 
rem. Vamos ver nesta ele1- 
ção, quem é quem. quem 
têm votos, quem transfere 
votos. É A! !ORA D/ VER­ 
DADE. Voltaremo, ao li• 
sunto na próxima edição. 
I 
uh are. ola 
Nr/Jon Cintra 
Flá,·io Quriro: • 
Airon anches 	Darley Loubet 
Abraão e Kalite apóiam Celina Jallad 
O ex prefeito de Bela 
Vista. Abr:io Z:,carias. e o ex 
vereador (três mandatos). 
João Kalife, que Já foi tam­ 
bém presidente do Diretório 
do PMDB e do Grêmio 
Pedro Rufino, estão apoian­ 
do a candidatura de Celina 
Jallad para deputada estadual. 
São dois dos m:us expressi­ 
vos lídêres políticos de Bela V,s.. 
ta que optaram pela candicbrura 
da deputada (candidata à reelei­ 
ção) por entender que suas qua­ 
lidades. competênci:l. ética e de­ 
tamin:iç:"io. :uender:io aos reda- 
mos do povo belavi.stense que 
está a exigir dos políticos. aci­ 
ma de rudo. seriedade e com­ 
prometimento com as causas 
JX>pulares. Assim é Celina 
Jallad. que já demonstrou sua 
preocupaçiio com o bem estar 
e o progresso de Bela Visa. 
"Carregamos a bandeira 
de Cetina com orgulho e res­ 
peito. dizem. o ex prefeito e 
o ex vereador. não só pelo 
que representa. mas. sobre­ 
tudo. honra e ditrnifica o 
nome de seu pai. o ex Go­ 
vernador Wilson Barbosa 
Martins". 
"Sem dúvid.a, Celina 
Jallad terá em Bela Vista 
uma votação expressiva, fi­ 
nalizou Zacarias.

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA • ENTREVISTA 17 a24 de Agosto de 2002 
PAGINA - 02 
"A Saída é Política" 
Para Guido Mantega, assessor econômico de Lula, o País precisa de um estadista 
O economista Guido 
Mantega, 53 anos, um dos 
assessores mais próximos 
de Luiz Inácio Lula da Silva 
(PT), n o consegue atender 
à montanha de pedidos de 
rounIõcs com mprc:;llrios, 
investidores, banqueiros na­ 
clonais o lntcrnaclonaln, ávi· 
dos por conhecer as propos­ 
tas económicas do candida­ 
to. Protossor do departamen­ 
to do Economia da Escola 
do Administração de Empre­ 
sas de S o Paulo, da Fun­ 
dação Getúlio Vmgas, o oco· 
norista conta que a possi­ 
bilidade de vitória de um can­ 
dldato do esquerda não cau­ 
sa mais arrepios. Mantoga, 
nascido cm Gõnova, na ltá· 
lia, mas que veio com três 
anos e melo para o Brasil 
(tom dupla cidadania), expl­ 
ca nas viagens que faz ao 
Exterior que o PT quer im­ 
plantar no País um capitalis­ 
mo humanizado, mais vigo­ 
roso, moderno e que faça jus· 
liça social. 
ISTOÉ - O sr. ó um dos 
Interlocutores do Lula com 
empresários, Investidores o 
banqueiros no Brasil o no 
mundo. Lula é visto com des­ 
confiança por ser de um par­ 
tido de esquerda? 
Guldo Mantega - A 
questão ideológica está em 
segundo plano. A primeira 
coisa que eu falo no Exterior 
é que nós somos um partido 
de esquerda. Isso não as­ 
susta porque eles se acos­ 
tumaram com a esquerda 
européia, que humanizou e 
dinamizou o capitalismo. A 
esquerda tem uma estraté­ 
gia mais eficiente para o for­ 
talecirnento do capitalismo 
do que a direita. , , 
- ISTOÉ-O sr. voltou na 
sexta.feira 2 de mais uma 
viagem ao Exterior para ex­ 
plicar o programa de gover­ 
no do PT. Como os investi· 
dores estrangeiros vêem a 
perspectiva de Lula ganhar 
a eleição? 
Mantega - Durante três 
dias, tive reuniões, na lngla­ 
terra, com maiores grupos de 
investimento de países 
emergentes e com a direto­ 
ria do Deutsche Bank, que 
organizou a viagem. Eles 
querem saber se há coerên­ 
cia na nossa politica 
macroeconômica, que pro­ 
põe a redução de juros e 
crescimento da economia. 
Também procuram sondar 
como ficará o relacionamen­ 
to de.um governo Lula com 
o capital estrangeiro e como 
abordaremos a rolagem da 
dívida pública. Lula é visto 
como um líder confiável. Isso 
não significa que ele seja o 
candidato do sonho dos ban­ 
queiros. É bom que não seja 
mesmo. Ninguém mais 
questiona se vamos cumprir 
a lei de responsabilidade fis- 
cal ou duvida de que aros 
preocupados corn a inflação. 
Là tora a imagem de Lula 
esta cada vez melhor. 
ISTOÉ - O lato do Lula 
nao ter deplora universitário, 
por exemplo, é citado pelos 
Investidores estrangeiros 
como um problem? 
Mantega - Nunca nin­ 
quóm questionou a escolar­ 
dado do Lula Mesmo porquo 
vilrios presidentes america­ 
nos não tiveram estudo uni­ 
versitário. Essa não é uma 
preocupação do investidor 
estrangeiro. O presidente da 
Microsoft (Bill Gates), por 
exemplo, não tem curso uni· 
versitário. Eles sabem que 
isso ó uma bobagem. O su­ 
jeito pode ter 500 títulos e ser 
uma catástrofe, corno pode 
não ter título nenhum mas 
ser um sujeito inteligente, 
capaz, que aprendeu na 
vida. 
ISTOÉ- O que o sr. dis­ 
se aos investidores estran­ 
geiros sobre a situação eco­ 
nómica do Brasil hoje? 
Mantega - Mostrei as 
potencialidades do Brasil. 
Muitas vezes se confunde o 
Brasil com a Argentina. Mas 
eu expliquei que a Argentina 
tem Indústria destroçada, a 
produtividade está caindo. 
No Brasil, a produção de 
soja, milho e celulose aumen­ 
tou. Isso muda a percepção 
deles, que acabam vendo 
que o Brasil tem mais condi­ 
ções de superar o problema. 
ISTOÉ • Para o atual go­ 
verno, um economista do 
principal partido de oposição 
defender a imagem do Brasil 
no Exterior é bom, não? 
Mantega -E o interesse 
brasileiro que está em primei­ 
ro plano. O nosso principal 
problema não é atacar o go­ 
verno, mas salvar o País. 
Tirá-lo do buraco. Temos que 
ser sobretudo brasileiros. 
ISTOÉ - A crise de ago­ 
ra é pior do que a de 19987 
Mantega - Hoje as con­ 
dições externas são piores, 
mas as internas são melho­ 
res do que eram em 1998. Há 
quatro anos o que acirrava a 
crise era a nossa moeda, 
quase fixa, sobrevalorizada, 
os juros ainda mais altos. o 
baixo dinamismo do nosso 
setor externo. Nosso déficit 
de transações correntes hoje 
está em tomo de USS 20 bi­ 
lhões para 2002. enquanto 
que naquela época era 33,4 
bilhões de dólares. Ou seja, 
a quantidade de dinheiro que 
a gente precisava naquela 
época para fechar as contas 
era enorme. Agora, o càm­ 
bio é flutuante, o que permite 
o ajustamento mais fácil do 
fluxo de capitais, barateia as 
exportações e encarece as 
importações. Isso já causa 
efeito favorável na balança 
comercial. Tínhamos um dé- 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 
Fundador lva'do Pereira 
Diretores: 
lvaldo Pereira 
Victor Hugo Velasquez Pereira 
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Filiado: ADJORI e ABRAJORI 
leu bttapomat tritinha#pruro no a4utg 
t odo3o, tende eroopaorot .d.geaste4tone 
ficit cornercaa! na época de 
US$ 6,4 bilhões Hoje, já te­ 
mnos US$ 4 bhes de supo­ 
ravt comercial e devemos 
chegar a mais de US$6 bi­ 
Ihóes. E claro que não é por­ 
que a economia esta uma 
maravilha. Estti oncolh:da, 
mas não deixa de ser um re­ 
sultado nas contas externas. 
O problema maior hoje ó que 
tornos forte cnise na econo­ 
mia mundial, principalmente 
nos Estados Unidos. 
ISTOÉ- Lula lol bem re­ 
cebido na sua primeira visita 
à Bovespa. A que se deve 
isso? 
Mantega - Em dezem­ 
bro do ano passado a 
Bovespa me convidou para 
participar das discussões 
do plano diretor do merca­ 
do de capitais. Houve urna 
confluência do idéias. O 
atual governo não criou con­ 
dições para que a Idéia de 
popularizar o mercado do 
capitais se viabilizasse. O 
governo perdeu a oportuni­ 
dade, principalmente duran­ 
te o processo de 
privatização, cujo modelo foi 
o de vender o controlo 
acionário para grandes gru­ 
pos, que acabaram tirando 
suas ações da Bolsa. Te­ 
mos que fortalecer o mer­ 
cado de capitais, como fi­ 
zeram as principais econo­ 
mias capitalistas nos anos 
80. Na Inglaterra, com as 
privatizações feitas por 
Margareth Tratcher, am­ 
pliou-se a participação do 
cidadão nas Bolsas. Ela 
deu condições para que 
eles comprassem ações, 
com desconto, com 
parcelamento. 
ISTOÉ - Dois dos prin­ 
cipais oponentes de Lula, 
Ciro Gomes (PPS) e José 
Serra (PSDB). são forte­ 
mente identificados com a 
economia. O fato de Lula 
não ter esse perfil não o 
fragiliza numa campanha 
eleitoral que acontece no 
meio de uma turbulência 
ISTOE - Qual é o com• 
premisse de Lula? 
Lula - O capitalismo bra­ 
sileiro hoje está inoperante. O 
atual governo impede que o 
Brasil seja capitalista porque 
dificulta o crédito a quem pro­ 
duz e a quem consome, por 
causa das altas taxas de ju­ 
ros. Em alguns países o cré­ 
dito à disposição da socieda­ 
de é praticamente o PIB todo. 
No Brasil, representa 28% do 
PIB. Quero dinamizar a eco­ 
nomia. O primeiro passo é fa- 
econbór ca? 
Mantega - Não. porque 
a saida para o Pais é polit­ 
ca. O presidente pode ser um 
gênio da economia, mas se 
ele não for respaldado pela 
soocdadc.nadatuooona.O 
Brasil precisa de um lider 
politico, um estadista, para 
fazer um pacto social em tor­ 
no de um projeto. 
ISTOE - Lula está mu o 
preparado. É um negociador 
nato, tem farta oxporiência 
politíca o comanda o partido 
mais estruturado do Pais. O 
Serra é um bom economis­ 
ta, não tenho dúvida. Mas 
será que elo tem condições 
de fazer essa mobilização 
nacional? Ciro laia murto do 
economia mas não sei se 
entende tanto. Elo tem aan­ 
ças dúbias. com setores 
atrasados, e não pOSSu eS­ 
trutura partidária. 
ISTOÉ - Numa crise 
como essa é factivel propor 
crescimento de 5% como 
está previsto no programa de 
Lula? 
Mantega - Não vai ser 
imediato. Qualquer um sabe 
que não existe hoje condição 
de crescer 5%. A meta é cri­ 
ar condições para chegar a 
esse crescimento. De ime­ 
diato, o novo governo terá 
que tirar os gargalos da eco­ 
nomia. Haverá um período 
de transição. 
ISTOÉ - A oposição 
pode ajudar o Pais a sair da 
crise? 
Mantega - O governo 
desde já deve tomar medidas 
e pode contar com o PT para 
isso. Defendemos uma 
m1nirreforma tributána, para 
desonerar as exportações. 
aumentar os recursos para 
financiac os exportadores. 
acelerar o processo de subs­ 
tituição de importações. 
ISTOÉ • O FMI sempre 
foi considerado como bicho­ 
papão pelo PT. O tato de o 
PT ter aceitado o acordo sig­ 
nifica que não pensa mais 
assim? 
zero Brasil crescer no mer­ 
cado interno e externo. O se­ 
gundo passo é acreditar no 
minicrédto. Quero incentivar 
milhares de cooperativas. 
ISTOÉ-É a volta do fa­ 
moso choque de capitalismo, 
defendido pelo ex-govemador 
Mário Covas em 1989 (quan­ 
do ele disputou a Presidência 
peloPSDB)? 
Lula-O Covas tinha toda 
a razão quando propôs o cho­ 
que de capitalismo! Uma so­ 
ciedade na qual o povo não 
Mantega - Continuamos 
achando que os paises de­ 
vem ev,tar recorrer ao FMI. 
O Fundo Já foz propostas 
que mutas vezes prejudica­ 
ram os países. Por ISSO, te· 
mos que frear com um pé 
atrás. O dinheiro não sa de 
graça. O prob!emJ ó que o 
governo não !ornou as medi· 
das neccssánas para cv,tar 
essa ida ao Fundo e não res­ 
tou outra alternallva senão 
pedir mais recursos empres­ 
tados para dar oxigénio ao 
País. 
ISTOÉ - Ao estender a 
meta de superáv1t prrrnáno 
do 3,75°0 do PIB para os 
anos de 2004 e 2005, o FMI 
não está amarrando os bra­ 
ços do próximo presidente? 
Mantega • O superáv1t 
de 3,75% para 2004 e 2005 
é inadequado, retringe a li­ 
berdade de politica econó­ 
mica. O novo governo de­ 
verá criar condições para 
superar essa restrição, es­ 
timulando o crescimento e 
reduzindo as taxas de ju­ 
ros. O acordo será revisto 
a cada três meses. Com o 
novo governo gerando su­ 
peravit comercial maior, re­ 
duzindo o risco pais e as 
taxas de juros, tera cacte 
para negociar lá adiante. 
ISTOÉ - Outro ponto do 
acordo é a permissão para o 
Brasil reduzir o nível de re­ 
servas líquidas em USS 10 
bilhões {de um total de USS 
15 bilhões). Isso não poderá 
trabalha, não consome é ane­ 
gação do capitalismo. 
ISTOÉ - Por que um em­ 
presáno votaria num político 
que representa os trabalhado­ 
res, de um partido de esquer­ 
da? 
Lula - Por uma questão 
de inteligência. O que interes­ 
sa a um empresário é ver sua 
empresa funcionando, poder 
pagar a seus trabalhadores 
salários decentes e ter a 
quem vender seus produtos. 
Os empresários deveriam 
deixar o novo governo de jo­ 
elhos? 
Mantega - O ideal 
que o novo governo assu­ 
misso com um nivol de re­ 
servas mais elevado. O mi­ 
nimno que se deve ter de re­ 
serva liquida corresponde a 
três meses do imponação 
Como o País importa USS 
4,5 bilhões por mês, deveri­ 
amos ter USS 15 bilhões. Se 
a redução das reservas 
acontecer, será uma restn­ 
ção muito grave para o pró­ 
xumo governo. 
ISTOE -O porta-voz do 
FMI elogiou a Carta aos bra­ 
sileiros, documento lança­ 
do por Lula, no qual ele 
aceitava o cumprimento 
das metas de inflação e dQ 
superavit de 3,75%. Essa 
carta não foi uma espécie 
de aval para o acordo com 
o FMI? 	: 
Mantega - Se o FMI elo­ 
gou a carta é porque evoluiu 
e reconhece que a oposiçãb 
é responsável O que Lula 
fez com aquela carta foi diri­ 
mir idéias falsas de que o PT 
era irresponsável, de que não 
teria preocupação com a es­ 
tab,hdade. 	: 
ISTOÉ - O candidato 
Ciro criticou o documento do 
PT. dizendo que era urna cai­ 
ta para os banqueiros... : 
Mantega -As opiniões 
do Ciro são tão voláteis 
como o mercado. : 
(Reproduzido da Ai 
vista ISTOÉ/1715) 
votar em mim porque somen­ 
te eu sou capaz de fazer ? 
economia voltar a crescer 
neste momento. 
ISTOÉ - Por quê? . 
Lula • Porque eu acre­ 
drto em coisas que os oii­ 
tros não acreditam. Ei;i 
aposto no investimento nas 
pequenas e médias empre­ 
sas, na agricultura, nas co­ 
operativas, nos fundos de 
pensão. Essa gente gover­ 
na o Brasil há anos e nunca 
fez nada.{lsto é/171 
Lula circula entre empresários com desenvoltura, tira de seu programa as 
c1taçoes ao socialismo e deixa de assustar a elite econômica do País 
Florêncla Costa que nunca esteve tão per- cumpridas. Com raras ex- do 
Assustar é fácil. Difícil to de chegar ao Planalto. ceções, Lula vem se com- eh progra~a de governo, , 
é perder a pecha de bicho- 0pragmático Lula, aos 56 portando como manda of- ,"@do "Um Brasil para 
papão. Que o diga o anos, cansou de ser opo- gurino. Sorri quando e es- "?>nenhum sinal do 
petista Luiz Inácio Lula da sição. Parou de se com- pelado com uma pergun- P?2'avrao' socialismo. A 
Silva. Mas, na sua quarta portar como tal. Por isso, ta espinhosa e amacia a ["ra mercado" é uma 
campanha pela Presidên- vem jurando que nesta voz rouca para não pare. is campeãs de apanição. 
eia, ele não corre mais campanha não vai falar cer antipático. o PT fez ~ f ,scurs.? e a pratica de 
com esse peso nas cos- mal de ninguém. Essa tal- uma verdade· u a estão articulados . 
tas. Está mais leve. Talvez vez seja uma das promes- hip0aspiração em se" numa só direção: 
por isso venha afirmando sas mais dificeis de ser cabuláno. Nas 
88 
página Vitaminar e humanizar o • 
s capitalismo brasileiro. 
Novos ventos externos 
Depois de ter sido apon- até . de publicações tiadeimpos:os,omanda:o 	· 
tado como um candidato com especialzadas em negocios, sidencial de Lula terá d pre ncana Newsweek publicou à 
retórica populista' pelo j0mal como a revista amenicana cadeado uma re3~?" "9portagem Déedonao át± 
britânico The Times, em22de Latn Trade, cujo publico-alvo completou. iça • são,na qual afma que o pr 
Julho, e de ser visto com preo- são executvos que investem Em 4 de a ost grama do candidato é "basta 
upgç4o pela revista áfera raArériatará 1eares NewYk n;""? grzoivereoéeioabr= 
DerSp:egel,quenaecfçaode lábios: Lula pode se tomar alguns dos pnncpais .N "" Seiro parece estar na contra 
5 de Julho preVJu o desastre bom para os negócios", opinou tJvcs de negócios d B ~ '!130 do resto da América La- 
com sua eventual eleição, Lula Jack Epstein, colunista eco zem que m e~"Sld- tra, ao apostar numa opça? 
assou a receber elgos no nmodarevsta Seelecon- pode ate ser más" à não-pcpista: SeLula eer 
Etenor em artigos pub'icados seguir garantr um prato de emtruns como ao, ,"? dor que o Brasl precsa. a 
desde a pnmeira semana de comnvdapara cada brasleroe çao Mundaldc ma de tudo, de pragrnatisma 
agosto. Elogios que partem fizer os ricos pagarem sua fa- üttma edcao da.,"· pode romper com a sene de 
s+ 3vst ame- der 	{

JOítllAL rn,·,url/ DA r~ AITf.lílA 	f'AG ' , llJ 
NTE 
Aprovado Proieto de lei que regulamenta 
tráfego de veículos pesados nas ruas da cidade 
Aproado Projeto de Lei 
que regulamenta o tráfego 
de veiculos pesados nas ruas 
ela ri,bdc 
Na sessão ordinária da 
11111111,, ,q!11nd.1 k11u. d,., 1 ~ 
foi aprovado por 1111.11111111d ,de 
o i'r,lJtlo de I u 11 1) 151IJ2, <k 
autoria do Vereador Julo 
Lci1c ( l'',1)1J q11c fixa '" 
limite,, ci<• tr:irl'gO dt 
veículos de caras pesa«las 
11n IH'rÍfHl•lro 11rhar111 tio 
municipio e dá outras 
providências. 
L111 ,i111c1c. u l'rojcl» 
regulamenta o transito de 
c11111i11hoc, e c,111bekcc 11111 
i1i11cr,írio o ser seguido pelos 
veiculo, de caras pesadas, 
fazendo com que eles deixem 
de circ11lnr pdn, pri11cipai, 
ruas dn cidade, rn1110 n llnnio 
do L:11.l:irio, Cou,lc ,1<, l'nrto 
Alcl,:rt', Duque de Caxins ,. 
Gal. Soares da Rocha (que 
I' t a cm fr.-nlc ., , 11, p,t;,I 
São Vicente de Paula) 
l>c ,H.:ord<• otn o 
l'lllJt;IO de lei o transtto de 
,clculo, ele e.ir~••· pc,,1d1, 
com destino a teião das 
( il!c..'it,h l'  u.:c-, cr,.i, L()lllO 
O, C.111IIIIH)c~ ljUC rn,c111 O 
11,111>por1,· de calcn, 10 d11 
f.i1c11cla ltn,nnral)·. 1 ica 
litado as seguintes ruas. 
,lhcr1111111 Or1í,, Autcnor 
l'uc:"l de Barrn1,, Siio 
Patricio, Gentil Varas da 
Hosa, Afonso Pena, 
Tcn,loni Sntiva ,, IJ<tdn dn 
Lad:lrio, 110 J>º"to do tn.·, o 
nté a Ili( 06U t' /IIS 3H4. 
J/c os veiculos de 
cargas pesadas com dc,tino 
ú saida para o Dí,1ri10 N' S' 
de Fátima e a vizinha cidade 
de Caracol. 011 vice-versa. 
tcnio que transitar pelas 
,cg11in1c; run,: Alaidc d:i 
Silva Corra, José 
■PROJETO 
H mber ® 
defend 
d 
a 
volt 
i111plicl11 Cl:I ( """ 
M,1ftJUI' (110 h.»rni d.11 
Primaveras), Avenida 
·1 l ncluro S.lth a (
1 
íl.1r:w do 
Ladtlrio, flq p,,<tlo do tr-<, o 
até a IR 060 1 M 34. 
O i'roJClll de I CI 
,1pro, ado 101 cnc:1m111hadu 
110 Lxe~111i,u /vlumcip.d pM,t 
,,111~,lo do Prcfc110 (,u.ddn 
M 11ru110 e ele, e entrar c111 
vigor no prato máximo de 
30 (1ri11111) dt.tS, o l:xccull u 
fi(.;.,I illllUfl/,lcJU ri nliHHl<lí 
confeccionar as placas 
indit:all ,t'> do 1tinl'r.lf1t) 
Clahclcr1do piHa O'> 
veiculos de caras pesadas 
"j11,1ifica1i,,1 do 
l'rojcIO de I ci u Vcre.,dnr 
Julio I cite afirmou que o 
objc1i,o é 111elhor;,r o 
trfrn,ilo 11.t ârca cc111ral d,1 
cidade, co11,idetando que 
1a1110 º' COllll'rci:1111c~ CtHTII) 
os al11110!-o das escolas 
lealizadas n as r6as 
, s im omo os demais 
ondutres de ,c, ... 11h>s t.: 
transeunte. soltem 
tran torns drsos e são 
1•,~Jt1d,w 1,, r,.l<t b.iru!hn .. 1 
poeira e a fuma J tf,,, Ldll J 
de descaras dos caminhes 
além do risco permanente de 
m orterem ardentes dedo 
ao transito intenso desses 
.cfculu-, 11,h  1a, puhlr<.:.a., 
prIc1pars 
O l'rn;cto .1pro1 ,ido 
pcl.1 C,1111.ir.t ~fu111cip.,I 
Lambem ém de encontro a 
uma grande aspirado dos 
comercantes da rua [ardo 
d,, 1 .1d1irn,, 911e por du.c, 
OlJ tri}-, l'/L" 
cllt.:il 111111har;i m ah,11 ,u. 
il·,,i11:cd11 úqucla Ca,.1 de 
Leis. o último com 111..ti dt• 
100 (ce111) :1"111:c111ra,. 
pi:dindo qtll.' o tr.ifrgn clo, 
caminhões que fazem o 
lran..,portc do L'.Jk.iriil da 
fazenda ltamaraty fosse 
<lc Ltdo p,tr,1 Olllrn lncll. 
catamente devido aos 
lran,lorno, e prej1d10, que 
, 111h.11n sofrendo (ilCM) 
■ENCONTRO 
- 
1 
D011r.idos- Preocupa­ 
do com a c.arg::i tributâria que 
incide ~obrc o comércio, o 
cx-prcl'cito l lumberto 
Tci,cira (P~IDíl). c:111dida- 
1o a deputado estadual afir­ 
mou que lurnni nil Assem­ 
bléia Lcgi. la1i,·a pela rcdu­ 
io do IC: IS e a , oila do ,is­ 
tema Simples., qut.: reduziria 
os impostos. 
Ele se manifestou 
contnirio a cobr:inça antcci­ 
p:cda do lCl'vlS. o ch:unaclo 
rcgi1ni.: ck s11b31it11iç.;Jo iribu- 
1ária, aclo1ndo pelo ntual go­ 
, 
1,:mo C!llaclual. "O nosso ob­ 
jl..'th o COII C'>S0 1ncdid:1 C 
gerar mais empregos na ati­ 
' idade comercial, porque ela 
responde peb maior pane dn 
n:,ceita do ICMS", cxplicon 
l lumhcno. 
Nn compr:1 eh.· bens 
dur.:hci.> pelo,"., t'mpi-i.:~ti:rios. 
porc,emplo. o imposto é rc• 
colhido a111ccipadamentc, 
"Dcfcndc111os uma fórmula 
simples: se for comprada 
t1nrn máquina com , ida útil 
de cinco anos. o ICl'<IS. di­ 
luido, deveria ser pago no 
mesmo pcriodo. 
desonerando bastante o co. 
m1.:rciantc, que hoje paga ;rn­ 
ks 111cs1110 de n..--ccb1..•ro l."qUi­ 
pamento" 
l lumbcno Tcixcir:i rc­ 
co11hcccu que o comércio e 
a indús1ria. inclusi,c cm 
Dourado • !>.'loº" grande n.:.·s­ 
pon.>ôvc is pela gauçào de 
(.'mprcgos. "abrindo milh:m.:s 
de postos de lr.ibalho nasci­ 
dark·s. Ma. se ::,dotarmos o 
Simpks poderemos 111elh0- 
mar essa situação porque com 
menos impostos, 0 cmprx.·s:J. 
no 1>odi:ni imc.slir m:ii~ 
110 
seu negócio", (Ali') 
õ DTI1] [W íl ici (ill êBJ (Il] ® afl 
e arranca ra) [JD o ffi] (li] ® 
Licério destaca emrenho pela rrodução, aroio de Kohl e compromisso com a fronteira 
'Yok de tHágic.a 
'Yelemensagens 
Mcns.1gons p.1r.11 todas ocaslde 
-Romlntic.1 •Inicio do n.1moro 
·Aniverssro s ses »raa, ,,"""g ·pi ass Mie 
-Homenagem -Oc.scutp,u 	~P.1qucr., 
-Agr.1dccimcn10 -01.;a dos Pais ·no Novo Casamento 
·Arnit..ada •D.:1bs cm Ccr:111 
Ru.1 Campo Gr.Jnde,..C.65 
Antõnlo Jo.o •MS 
Durante o almoço rea­ 
hzado na !,C<lc e.to sindicato 
Rural de Po111a Por,i. cm al11- 
são à visita do candidato ao 
Go, crno do fa1.1do, Moacir 
Kohl. duas personalidade, 
poliricas dt:5tacnram-!>c pela 
simplicidade na transmissão 
de suas mcnsagcn~ e pela 
identidade indiscutivel como 
público prese111c. 
Antes dos pronuncia. 
mcntos. foi formada uma 
mesa de honra. para a qual 
foram con, id:1d<h. :i!Cm de 
lmcír Kohl. o anfi1ri.io e pre• 
,idcnlc do Sindicado R11ral de 
l'0111a l'or.i. Abilio Furtado de 
l.ima. o c.-in<lid.110 ,1 deput:idn 
l.·dn;1I 0,cn.r Goldoni. n 1,,.·;111- 
didato a dcp111adll feder,,! 
Dorial Villanueva, o candi­ 
da10 ao Senado. Alhade 
Nery. o candidato a deputado 
estadual Licério Lauxen, a 
candidata a vice-go l..'rn:1dor:1. 
l.ui,a Rihciro. e o ,crl·,1dnr 
Victor  lanocl. 
Goldoni 
O candida10 a dep111a­ 
do federal Oscar Goldoni 
n,io poderia ter sido mais 
fcli, cm seu prom11u..:i,1mc11• 
lo JO püblico pn.:!'>cntc ao 
rc!>taurantc do P:irquc de 
F,posiçôcs. Com sua tradi­ 
'--ional simplicidadl..'. 
Goldoni lcmhrou da i111por­ 
tinia em eleger Moacir 
Kohl.jusra111c111c em função 
dos compromissos assumi­ 
dos por ele com a comuni­ 
dade fronteiriç;i e. principal• 
mente. por causa da enteia 
que o próprio Goldoni e scu.s 
íl 
"POlÍTICA 
correligionários têm de que 
Kolil rc:prc:,t:1llJ um go, cmo 
..,ério e empenhado com o de. 
,cn, oh irncnto do Estado. 
GolJoni lembrou com pesar 
da ausência "irreparável do 
cornp:rnhc:iro Fiá, w DL·r11. 
cujo trab;ilhn trou,c: rnuitn:,. 
beneficios para esta região e 
para o ,lato Grns,o do Sul" 
ToJ;n iJ. compromctcu-c.1..· a 
desempenhar papel igual­ 
mcntl..' importJntc 110 Cn11- 
greSso Nacional, 
notad.1m1.:ntc nn ,cntido dl' 
íl'prc:,;;cntar bem º"' in1cn.:~­ 
ses do Estado. 
Llc quer um 
rcdi11H:nc1t111dml'.nlo e urna 
dbtrihuiç;lo mais just:1 e 
cqualitüria do, rL·cur::,o:) do 
Fundersul, cuja aplicação. 
hoje. segundo ele, "está dei­ 
'..ando no ahando110 o-;  cr­ 
dadeiros arrecadadores des­ 
tc:s impostos. para benefici­ 
ar algtrn.., pouco:), !>l'lll quê a 
populaç,io sequer tenha co­ 
nhl.!c inu:rito de ondr.: cstã 
indo p:1rar t:rnto dinht:iro". 
ra,cndu o público rir 
e aplaudir ao mesmo tempo, 
Golc!oni falou de ,uas pcri­ 
pecia,. ao lado do cumpn­ 
nheiro Licériu Lauxcn. Ad­ 
mttu que cometeu :dguns 
erros no pa::,:,.ado. mas que a 
c.,pcriénci.1 hoje ndquirida o 
guiará para que possa desen­ 
,ol,cr um bom trabalho na 
C;imara dos Deputados. E 
não se envergonhou em re­ 
conhecc:r que "a vida tem 
nos levado desse jeito. Pa­ 
g.rndo uma continha aqui e 
de1'..:indo outra para pagar 
mais tarde, mai::. sempre rcs­ 
pcuando o., no,sos compa­ 
nheiro" e :1rnando <.lt: coração 
c~ta terra quc:rida que nos aco­ 
lheu. 1 rabal/10 porque gosto e 
,ou co11tinuar dedicando mi­ 
nha , id.1 a esta gente que me 
cerca, porque sinto o carinho 
c o rcconh::cimc:nlo dos ami­ 
gos e encontro um maior !>Cn• 
tido na vida, quando consigo 
comp.1r1ilhar com todos ,d­ 
gurn bendicio conquistado". 
concluiu. (Jl') 
Minha e 
. cresce nas pes 
"Es16 bem claro a 
cada pcsqui,a que :i mi­ 
nha candid:11ura é n que 
aprc,enia o maior indi­ 
cc de crescimento O que 
me trouxe até o final de 
julho bem próximo do 
20%a nrnntc:r esrà mCdb 
até o final dc,te mtês po.,- 
o :itingir a faixa de 30'!'n 
qua11do j:i es111rci dispu• 
!ando umu dns vagas 
par., o Senad(l", E,t:i foi 
a afirmação do candida­ 
hl :i Sen:idor pelo PT, 
Dei idio tm.iral a 
0
. 
montar os resultados das 
pcsqui~a- 4ue l.":-..l,io scn• 
do di, ulgadas pelos prin­ 
cipais jornais da Capital. 
Para Deleidio a 
pesquisas são um r.:trJi1.) 
mumc:nt~inco d.1 c:imp:i­ 
nha e estas realizadas tra- 
9 
zcm o reflexo das ,,çõc: • 
realizadas antes do mês 
de julho e as próximas é 
qu • dc1c111 oninbiliz:ir n. 
movimentações que ele e 
o Governador Zeca reali­ 
zram a pJrtir t.b "C?un­ 
da quinzena de julho. "J 
l ·mo~ sin::diz çõc:. muito 
cLlJ' JS qu • o .?p<Jio do G,1- 
 crnJÔ('lr Z:: a ao m:.:u 
nome aicomercar a sere­ 
fli.:tir O.J!t pro,iin:t-> n­ 
sul±se ai o resultado de- 
' <.':-..1 ~~r ,:.:ntiJo nt'!-o nú­ 
meros". afirmou Delrdio 
Outro fator que tum­ 
bem devera ser sentido e 
is 
Delcídio 
o apoio dos p:inidos nli­ 
:tdos do PT como o Pl 
quem tem lider:inç:1s 
omo os dcputnd0, Lon­ 
drt:!,i .l.!ch.:1do . ..-nronio 
Ca:los Arroyo e Paulo 
Correa o PSL dos depu­ 
t:tdC'I.::, Jeron Domingos e 
kirg Osubo. "Ternos 
:lÍr!J.1 toc!o um C'Ontin_:n1:: 
de aliados e principalmen­ 
rc CC'. t..rn('l.1, com .:.i 
mobilização da militância 
petista .que tem entrado de 
forma definitiva na nossa 
c.unp:inh:i e d.!, r.i lazer

■JNAU(,Uf</Ç, O 
Rosa P1antoni inaugura comil,. em l re 
NAL 
Dr. Marco A. Loureiro l'almiéri 
ADVOGADO T 
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que 
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d.1 l:,111( ll 11 
llllHHLIP") 
i Ili ~l II JHPlltlllt..' ta 
ltll"O(O ,11) J (# O d lilll Hl 
Jl.ll'. l(th l P1.1 lWII '· 1 IJ 
a dck11.!, r ,1 ,1111pl 1, 1 d 1 
IIH l11,.1 ,t>t:1.d p tr,t totl 1, .1, 
cidades da fronteira e a,0e 
no sentlo le e combater 
défet habitacional e etet 
l íll) llll 
sentido de trabalhar pela 
p.1I 1.1, de inton,., 
Jo :o JhJI, t los somos 
mscrentes de que esta 
1111,1 esta o contando e 
>,,1)11111 1.,011  O:l Jl,lí,I clll.'• 
, tr .1 1,..,c111hlt.·1.1 
1 e. , ... 1 a 11, J", l ,,n L l u I u 
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t.io p.P-.,,111do JHH 1111.1mcnlch 
ditices. lutem não tenham 
mnedoe océs então n­ 
ll' eu 11:10 l'llh.:mlla. lio;c 11.io 
ti.:nho J1'i 1<l,1 rt1111h.1 111,11H.:1• 
ra de pcn,Jr mudou. e fo,­ 
se ontem, eu reclamara mas 
como C hojc. tcnhn Dru, dl..' 
urn:i outra for111a cm mcu 
coração, estou conhecendo o 
poder da fé ,1prc11Jcnd» a 
agradecer pelos obstáculos, 
entendendo que se estamos 
ali para pJ,,,líl1lh ',l'íl'.'l1hh 
cap:llc'> de suporta-los. é so- 
1111:111c um:t proJÇ;io de fC 
AproH:ito para pedir 
pcrdJo a Deus por tantas e­ 
tes que denei a iniquidade 
falar mas alto, 
e>praguejando achando que 
estava perdida e 11.io t111h:i 
mais saida. Hoje ci ti,c 
111uit.1.., pnl :içüc,. m:h corn 
urnJ <l1facnça, llll ag.radccc-r 
pelos momentos dificeis. e 
pelas vitórias  cncida.:) a 
cada dificulJadc. 
Oh-.: L,tc momento 
<li: reflexão é para que não 
esqueçamos Deus. poi... ,.:lc 
nunca nos abandona. ,nmos 
nós quc o abandonamos. 
Eu :11..:n:dito cm Deu, 
que teve um filho e c~,t.: ti­ 
lho é Jesus Cristo. 
vu1.: IOU arct C ,1dora­ 
rci par.1 sempre: Myckaell 
F:igundc:. dc: ilalto~. • 
Respostas do Cor:1ção 
Pcrg.u111a: S:1Udadc7 
Pcrgunf,1 Porq 11tt'! 
Resposta Porque este al­ 
guém me Ít.'/ frlit 
Pergunta Tem magoas des­ 
te alguém? Por não te fa­ 
,er :linda frlí,. 
Resposta Não. 
h.:rgu111,1 Como assim"? 
Rc,po,ta Quandu clua, 
pessoas se completam se 
n•c.pt:itam te se amam diti­ 
cilmt'llll' ,ohra t.·,p:u;u p:tr::t 
magoas, 
Pcrµun[.1 Então ac:1bou 
porque'! 
Resposta. Porque nem sem­ 
prc o cor:iç:io fala mais 
allu. 
Pi.:.rgunta :'ão cnkndi? 
Rc,po,ta Comigo foi as­ 
sim amei fui :1mada 
"m:i.i~ a r:1.1:10 prc,all'· 
Cl'U" cnt;io cstou aqui 
apesar da di,tíincia e os 
ano" pasi::;1dos: com csll' 
amor !!,Uanlado que sem­ 
pn· tcr:i um espaço para 
ser lc·mhr:ido. 
;"!"a ausl'nci::t dl' u111 
amor a gente t.'ncontra 
uma outr:J forma de amar, 
mais nunca l·,queet·r. 
O esquecimento é o 
suicídio da alma. como ::i 
alma l· irnor1:.il C.)CIUl'Ct.'r l· 
irnpo:,.,í,d. 
Ass: Coração. 
Mensagem final: 
"O prin1t·iro amor 
nunca se esquece, mesmo 
quando .st.· lle, e l'Squc,ccr!" 
DEPUTADO ESTADUAL 
HUMBERTO 
......-IXEIRA 
1180

JOClWII n, JlHIA OI íRCtli[HlA 	• GERAL 
• /l'i',f WI ( li 
Orro faz sérias críticas ao Govern 
. 
1 
 
O d.:p111ado Robcr10 
Orro, nn 11rn11h:1 da última 
taça-feira, dia I 3, que usaria 
11 1ribuna por apenas 12 
minutos, dos 30 que lhe fora111 
conc.:didos pda mcsn dirctora 
dn issembléia Lcgi,lativa, 
parn csclan:cimcntos sobre o 
nbsurdo cios prnos - d.: mais 
de dois ano, - para rcfonna e 
ampliação de cada uma das 
duns escolas estaduais. uma 
cm Dourados e outra cm 
C11map11il. co11lêmnc o, lennos 
aditivos publicados no Diário 
Oricinl nº 581 J. p,igiua 5, 
, ciculado no dia 12 Jc agosto. 
acabou fazendo um profundo 
e critico pron11nci:1111cn10 de 
análise que mereceu do 
deputado Pastor Reginaldo a 
cedência de seu 1e111po parn 
completá-lo. 
"Sinceramente nunca 
tinha visto um tipo de absurdo 
desses", diss.: Orro lembrando 
que tá exercendo uq ir1o 
mandato e que, recenten nte. 
acompanhou a estao do l ,J r 
do governo Pedro Kemp, que 
·foi cuct.'u1 > e ÚC1'UII 
111,111r.l1, 11,1 1 dtH. .. ,-11,..io. 
mclhor,indo o cn,1110 e ~ 
politica educacional Orro 
voltou a Lohrar úo (,1.ncrno 11 
resposta oficial do, 
requerimentos encaminhados, 
,olicirnndo o i1nc,1m1c1110 
que é feito na midia :om O 
dinheiro dos cofres publicos. 
Até hoje, o senhor 
<,o, crnador 11.10 ,e dignou cm 
responder a esta Casa de 
Lei,". E la111c111011 que ., 
Assembléia Legislativa, 
111111bém até hoje nílo 1e11h,1 
adotado uma rrn:ct1<la piH,1 
"resguardar a dignidade do 
Poder Legislativo, que esta 
,cndo humilhado, desprezado 
por 11111 governo déspo1.1. 
tirano e fascista". Orro 
lembrou ainda. que lem 
orgulho de integrar "11111,1 
opo,iç:io I ihra11lc. 11111a 
oposiç:1u ,111c realmente 
reprc,c111a aquilo que h.i de 
mais importante e de mais 
belo na democracia. a 
opo,iç:lo". 
Afirmou, ainda, que 
nada ,e pode e pcrar de um 
Governo que "virou as costas 
para os seus mais fiéis e leais 
seguidores. o l'D r e PPS". E 
deixou. cm alto e horn som. 
um qucstionami.:nto no ar 
antes de conceder um aparte 
SEGES - SECRETARIA DE ESTADO DE 
GESTÃO DE PESSOAL E GASTOS 
   SF< ,1 ',  t ,()' Ili( 
REPASSES DF. ICitS AOS i1 'ICÍPIOS, F.i1.J LIIO, ATli'iGEi1 R 27.816.512,05 
A ecretnria de Estado de Gest:1o ele Pessoal e Gastos - SEGCS repassou aos 77 municípios 
de Mato Grosso do Sul RS :!7.816.511,05 (Vinte e sete milhões, oitocentos e d.:,csscis mil. 
qllinhentos e doze reais e cinco centavos), referentes aos repasses de ICMS do mês de julho 
de 2001. 'cja a distribuição dos I alorc,. 
ig.ua Clara 
Alcinôpolis 
Amamb:ti 
Anastácio 
Anaurilàndia 
Angélica 
imônio João 
Aparecida do Tahoado 
Jquidauana 
Aral Moreira 
Ilnnckirantcs 
Oatngua su 
13at:iipor5 
13cla Vi ta 
13odoqucna 
Bonito 
Bra,il:india 
Caarapó 
Camapuj 
Campo Gr.rndc 
Cnr.1col 
Ca sil;indi:i 
Chapadão do iul 
Corguinho 
Coronel a1 ucaia 
orumb:i 
Costa Rica 
Coxim 
Deod.ipoli 
Doí, lnnàos do Buriti 
Douradina 
D mado, 
Eldorado 
39-1.49).77 
220.139.88 
304,785.52 
160.22).11 
l 78.R60, 17 
106.676.32 
79.694.31 
214.5-18,76 
355.967,90 
225.675.36 
150.654.23 
l S2.S65,75 
158.7-18,83 
216.106.-18 
278.30-1.20 
223.839.-17 
352.017,96 
378.7-19,63 
358.860,82 
5.83-1.819.3S 
119.722,27 
248.87-1.33 
617.-115,30 
107.093.57 
12-1.228.5-l 
1.431.99-1.0-1 
-187.150,58 
3-16.899.72 
106,398.16 
1-13.00-l.69 
100.723.59 
1.8-16.710.-12 
Fátima do ul 
Gl.ria de Dourado, 
Guia Lopes da Laguna 
lgu:ttcmi 
lnocéncia 
ltapor.i 
27.816.512,05 
CGMS 13.08.2002 - Boi Miranda / Jilrnali,1:1-ACS da 
1,1,1,729.31 
126.061.-13 
87.705.-16 
119.165.9-l 
168.011.73 
2-l-l.-123.69 
309.6S3.-l l 
jmiranda @ net.ms.go.br 
ltaquirai 
hmhcma 
hporã 
Jaraguari 
Jardim 
Jatci 
Juti 
Lad:irio 
Laguna Carapi 
1 !aracaju 
llir:111da 
llundoNOo 
Na irai 
Niooquc 
Nova Alvorada do Sul 
Nova ,ndradina 
No10 llori1.0111e do Sul 
Par.i.naiba 
Paranhos 
Pedro Gomes 
Pont:i Por:i 
Porto Murtinho 
Ribas do Rio !'ardo 
Rio 13rilhante 
Rio Neuro 
Rio Verde 
Rochedo 
Snn1a Rita do Pardo 
:lo Gabriel do Oc,tc 
Sch íria 
ele Quedas 
Sidrol:india 
Sonora 
Tacum 
Taquarussu 
Tcrcnos 
Trés Lagoas 
Vic.cfliin:i 
TotJI Gcr.11 
199.833,81 
198.721,16 
82.670,67 
116.231.33 
172.684,91 
219.027.22 
101.558.09 
96.2-15.13 
189.903.JJ 
69-1.272.32 
217.135.69 
123.227.15 
563.256.55 
202.50-l.21 
228.17S,85 
-135.88-l,7-l 
91.711.0-l 
-160.-118,91 
109.179,81 
152.-13-1.-19 
631.351,37 
3-15.286.36 
580.391,52 
5-17.73-l,9-l 
83.532.99 
285.619,95 
102.364.76 
255.1 S8.68 
556.385.87 
126.092.25 
101.669.35 
567.568.11 
J88.3-l6.J2 
108.067,15 
1-16. 759,92 
2-13.505.75 
743.229,39 
82.336.88 
EGES-318-1382 
i..: pc:r.1r' f, qu ro u 
aparte, o deputad /é leeira 
respondeu 
."I o ai, pelo que 
c111endi, deputado Orro. 
existia já um contrato de um.1 
c111pre11eir,1 para fazer a 
rclurrn.1 d,1' t: col.,,. O qllL 
aconteceu na minha otca! 
Isso ai se chama politicagem, 
porque não tem recurso, entao 
agora esta dando a 
prouoação de um prato para 
ti.:r111i11,th.:m a H.:form;1 de 111.1" 
dois anos" 
OllRi'> i l',',O DI 
1/IUiRI Cu 
O deputado que faz 
oposição ao Governo, 
levantou, ainda, o destino elo 
dinheiro do I llNIJI Rl 'l. ,. 
do 1 1. . 'o primeiro Cll0II ,1 
recuperação das estradas e d.as 
pontes, onde "virias e virias 
ponte, não estão recuperadas 
e as estradas nunca viram 
patrola. diricult.111do a said.a 
da produção"' O cg.unJo 
fundo, que seria para amenizar 
vm pouco .i 111i,C:ria. 
11 TRANSPORTE 
a 
A Associação da 
Empresas de Transporte 
Coletivo Urbano ela Capital 
e a Agênci:i Municipal dc 
Trnn,porte e Tr:insilo irão 
realizar uma pesquisa com o 
objetivo de avaliar se a 
di 1ribuição das linha, est. 
nlcndcndo ; necessidades 
dos clientes do sistema. A 
informação é do vice­ 
presidente da Asscmr. João 
Re1cnde f'ilho, que amm io11 
para o dia 27 próximo o 
inicio do levantamento, que 
se cstcnd<: at~ 21 de 
·ekrnbro. 
De acordo com 
o I ice-presidente da 
as ociaçào, muitos clii:ntes 
~ão hoje obrigados a realizar 
 IU 
onomnto, para prom et 
propaganda pessoal. Hoje o 
que estamos assistindo e um 
go 1.'flhl que não tem um 
minimo de pudor de entender 
que os fursos investidos em 
propaganda oficial podera 
mito bem estar construmdo 
asas populares, pudera 
muito bem estar conservando 
rodovas, podera muito bem 
estar reformando escolas 
PONH DA AGESUI CAI 
COI Ci:111'11 O IJf· BOI 
Para ilustrar, Orro 
apn: cnta docu111e.:ntn qtH: 
acabara de receber dando 
cont.1 que. ,1 ponte d., 
AGf·.St..:l. cai unn c,11n111h.lo 
de ho1 e lê a 111form,u;;·m· 
··, ponte construida 
pela AGES(UI sobre o rio do 
rm 
viagen: que não atendem ás 
,uas ncccssidad.:s. o que 
provoca o aunu.:nto dt: 
rcc laniaçõe,. "Os 
pesquisadorc, irJo buscM 
informações a respeito da 
origem e destino dos usuários. 
os moti, os da viagem e o 
número de õnibu, que cks 
11tiliLam nesses trajetos", 
inforrnou. 
Na pesquisa 
scr-Jo ouvido cerca de 50 mil 
clit:nks. O levantamento scrâ 
feito no interior cln, ônibus e 
Joào Rai:nde disse Sér "muito 
importante que 3!> p.:ssoa, 
l'!>JlOndam todos o, que,itos 
apresentados, para que 
po,,amos ter urn raio-x do 
sbtcma no que se refere à 
senhor ransco Mfede«tos 
Chaves caqui esta o endereo 
e o telefone dele pra quem 
quer confirmar 
l'.ir., Orro. "e as são 
as rades obra do Governo, 
mas essas não vão para a 
tele vsão, não Essas não vão", 
d1t1,,.1H1!t111th::nkmc.:ntc '''-1<: lt r 
por na televisão o que este 
governo faz, ai muito pouca 
coisa Esta sim, a bem da 
1 erd.1dc, d1,1r1t11rindo .,.,ool. o. 
que nos idos de 82 cm 
cr111c,1do pt·lo I' I' por ,cr 
paternalismo, por ser 
clientelismo, por l'l,1 forma 
vergonhosa de comprar a 
consencia do cidadão" 
( brb llelr11:1 llrnncher/A. 
L. PAGAI) 
s se á 
isa e 
dr,tnbuição de linha,·•. 
Com os dndos 
cm m]os. is,ctur e igctran 
irfio avalbr se as linhas, na 
forma como cst.io hoje 
distribu1da,, atendem ou niio 
as necessidades dos clientes. 
··EJdstcm pc so:is que 
rcclarnarn da dcrnorn dos 
ônibus e lamhém do longo 
trajeto que são obrigadas a 
percorrer. talvc,. até sem 
nccc, idad<:. É por i,so que 
decidimo, realizar a 
pesquisa, para que possamo, 
atender bem a lodos, 
corrigindo folhas que 
C entualmente venham a ser 
idc111iricadas·•. l'! ·altou. 
(Asscssorfa de Imprensa 
da Assclur) 
s lIts 	7 
Rua Santa _Amélia, 104 
• -Fone: 312-97C,o' •

.JORNAi TFU8UNA DA r HON T f IHA 
----------- 
• GERAL 
--------- 
A-OI 
1oe1uq11J Comemorou 
com um maravilhoso jantat, em sua residência, mas um anti­ 
versário no último dia 06, a minha madrinha Salvadora 
ÜL,ll11j10' l k.portlc, 111,lc do vereador Kalica onde parentes e 
amigo(as) estiveram presentes, entre ele, c,.I •"" 1 )r Amaur 
e l>i.hor,,, ( lnudio lli,ind,i e t.,rccl), c,1pi1 lo e Ju 1111,1 Vcrc­ 
ndor Ncca, Ncco e Dud,1. Sérgio Serena, e Hindiara, Moedir 
Godoy e Assunção, entre outros 
3ª aninho 
ão poderia deixar de registrar, o terceiro aninho da 
pcqucn;i '111·.LLI. lL l lJRIÀO. 110 úl1irno d1J I0pp 
A , ocê Lcli, lclicidadc , saúde, hoje e sempre' 
Também 
Inaugurou icbdc no dia l 0 deste. a minh,, comadre Ma- 
1 
ia Lourença Gutierres dos Santos, esposa do Verc.,dor e prest­ 
dente da Câmara António Dini dos Santos. 
A você comadre, votos de muitos e muitos aniversários. 
,ílo o 11os,os desejos, c111 cspcci.d de seu afilhado, e de 10dos 
M seus fomilinres. 
Idade nom1 
Rcccbc11do a, fclici1açõe, de colegas de trnbalho. o fun­ 
cionrio da Câmara Municipal de nossa cidade. Sr. João Carloi 
de Souza (jango), pela passagem de seu ani, ersário no úhin1c 
dia 12 deste. Fclicidndes! 
Eleições 2002 
Ji, corncço11 a briga por vo1os cm Caracol. Ou melhor j:, 
é grnndc o número de candidatos aqui, à procura de, nlos,, i,i­ 
tns e muitos obá. ob;i, apertos de m:los enfim tudo que um elci­ 
or não ganha nos quatro anos, hoje ele ganha. 
/gora nos resta a observar bem. quem merece o nosso 
, 010. pois é nessa hora que dcwmo, eleger aquele poli1ico 
compromissado com a nossa n:giiio e que irá n:almcntc tr:'17cr 
melhorias para a nossa cidade. Vale lembrnr. que político que 
prometi: o mundo, e na mnioria das vczc.:, nio cumpri nem um 
terço do prometido. Fiquem atenlos não, iio amis de promes­ 
sas. (polltico que é político não promete. ele fu). 
para contatos é 495.1120, I 
há uma lágrima de esposa, I 
dr t1'Ul" 
Copa Chaco de Ciclismo 
Sucesso 101al a 1' Copa Chaco de Ciclismo", que acon­ 
teceu semana passada aqui cm noss.1 city. com empenho dos 
jovens Chaco, Vanielson e Argeu J,inior, a corrida de bicicle­ 
tas foi o maior sucesso. 
l louve premiações para os ganhadores da corrida de di­ 
versas cah.:gorias, midm.juvcnil. mastcr e i:litc. 
Parabéns aos organizadores, aos participantes. cm espe­ 
cial ao Dr. Delegado de nossa cidade. que também panicipou 
da competição. Esponc é vida, panicipem. 
1ª Copa Uni o de futebol Amador 
Todos os domingos, no Estado Aretio vem acontecen­ 
do, mais um torneio de futebol Desta vez éa l ( opa União de 
futebol Amador. A realiza,ao do ·vento é dos jovems tesp rtis­ 
tas. Afonso Souza, Ademir Garcia (o jabuti) 
o Destacamento 
Doexêrci10 de nossa city, es1âde comando novo, o cabo 
do exército Soares. Esperamos que fique por um bom tempo 
no comando do desrncamento. 
felicidades 
Ficamos 
sabendo, que o prcfci10 Chico !laia. csi providenciando uma 
sala de infonnitica e que inclusive convidou um professor vin­ 
do da cidade de São Paulo. que ir:i dar o curso de i11fom1áticn. 
Lembrando que segundo os boatos. vai ser grntuito. e vão ter 
prioridade as pessoas mais carcn1cs do município. É só cspcrnr 
prn ver. 
Comunicado 
O DoUlor Delegado Manoel Gcrnldo Barcelos da Rosa 
de nossa city informa: os comicios serão realizados na Rua 
Prince a lzabel. esquina com n Avenida Mato Gro o. A,cnida 
Brasil, esquina com a Rua Dom Pedro 1. 
Alcoolismo 
Você que tem problema com :ilcool nn fomilia. agora 
tem solução. Estou falando do grupo de alcoólicos anônimos. 
As reuniões cst,1o sendo rcaliz.1das lodos os sábados das 
18:00hs i 20:00 horns. na Rua Tiradcnlc 11º 40. o telefone 
Edital de Proclamas 
João Amádio Vieira. Oficial do Canório de Registro 
Ci il de Carncol -, faz saber que pretendem se casar e 'apre­ 
sentaram o documcn1os exigido pelo Anigo 180 do Códi­ 
go Civil Brasileiro: . 
Edcr Mendonça Martincs e Raquel Eneci Lopes 
Leite, ele brasileiro, .ohciro, com 20 anos de idade. 
comerciário. natural de Bela Vista -MS .. filho de Sr. Jo:lo 
Manincs e de D. Ela Mendonça Marine residente e 
domiciliado nesta cidade de Caracol-M .: da brasileira. do 
lar, estudante, com 22 anos de idade, natural de Caracol­ 
MS. filha de Sr. Leonor Manins Leite e de.D. Honorinu 
Lopes Leite, n:sidente e domiciliada nesta cidade de Cnrn­ 
col-MS. 
Se alguém souber de algum impedimento, que opo­ 
nha-se na fonna da Lei. 
João Anüdio Vieirn • O Oficial. 
Caracol-M •. 14 de Ago to de 2.002. 
Sucessos. é o que desejamos ao nosso amigo e colabora­ 
dor cabo Deluqui. Ue que foi o aniversariante mais festejado 
de,1e último Jia 2-1 pp; Deluqui é o comand.mte do destaca­ 
mento da l'M cm nossa city. é também o rc;po11s:hcl pelo pro­ 
i;.r;1111a "Rádio Palrulha/190." 
BELA VISTA 
Aniversariou 
' 
.,. 
Destaque no centro da foto para a aniversariante Pofiana 
Rodrigues, que completou 15 anos com uma bonita fes­ 
ta no 60 Esp. Clube, posando ao fado de seus padrinhos 
Sra. Gis/aino Borgamo o sou esposo Ver. o Radialista 
Flávio Godoy 
P.orta.rta Nª 00112002 
, J r 1 • ... 1 
do d Poli de 
Sul, nou atrl 
-1 737 65. '17 
k he 
Dr venera ao publico em 
candidatos, pardos ou colas,o s prom tora 
para utilização dos k as determinados para a real 
comícios que antecederão as ele1, 
(2002) deverão obedecer aos seguintes crtero 
Na Zona rbana: 
O funcionamento de alto-falantes ou amplificadores 
de som, somente é permitido entre as oito e as vinte e duas 
horas, excetuando-se quando da realizas,do ó 1,..1.lftlh.h ' >tr.11· 
do vedados a instalação e o uso daqueles equipamentos em 
distância inferior a duzentos metros 
a-Das sede, dos Poderes Executivo e Legislativo e 
ouuus c,t,1bck-.:i111cnto, públicos. 
b - Do hospital e postos de saúde. 
c-Das escolas, creches e templos religiosos, quando 
cm func1onatm:11 o 
resl11,1çào de comic,o, é permitida no horJrroc,1nt­ 
preendido entre a, 0110 e a, vmlc e qua1ro horas, devendo 
rc-in11i;.ir-s.:. prefercncralmcntc, e a critério desta iu1ond,1- 
de Policial e.'011 do Meritíssimo Juiz Eleitoral da Comarca. 
nos seguintes locais. 
- Rua Princesa lzabel, esquina com a Avenida Mato 
Gn>SO. 
b - Avenida Brasil, esquina com a Kua Dom Pedro l 
a Zona Rural: 
1a zond niral. o local para reali1,1ç,io de co1111c10,. 
será de li, reescolha das ae.remiaçõc, pan1dárias. ob,ec>a11- 
do-se os itens 02 e 03 "Da-s disposiçôes gerai,". 
Das Disposições Cernis: 
01 . J:ão poderj ser cfe1Uada qualquer alteração dos 
locais dc1enninados, ,cm prévia auorização desta iurori­ 
dadc Policial ou da iutoridadc Judiciária Eleitoral da 
Comarca: 
02 - Para a reali,.aç.'io de qualquer comício. dc,erj_ 
obrigatoriamente. ha, er cxpres,a comunicaçJo à iutonda­ 
de Policial, com antecedência mínima de 2-1 (, intc e quatro 
horas), 
04- A realização de bailes e/ou espetáculos dccor­ 
renes da campanha eleitoral, será permitida somenlc quan­ 
do o promotor do evento sa1isfner as condições impostas 
pela legislação, igcntc; 
A não obscn:inc1a do teor da prcsenle Ponana. im­ 
plicará na respon,abili,.ação criminal por desobediência e 
demais com inações pre, istas pela legislação pátrra. 
Registre-se: Publique-se. Cumpra-se: 
Carncol/llS. 08 de julho de 2.002. 
Jlanoel Geraldo Barcelos da Ros.1 - Delegado de Policia 
Ci,il. 
Poder Judici~rio do Estado de il:tto Grosso do Sul 
Cornarc:1 de Bcl:t Visl:t 
Edital de Sentença de Interdição de An:1 Cristina 
Loureiro Pinheiro 
O Doutor Alcx:rndrc ,ntuncs da Sila. MM. Juiz de Oirr:i- 
10 da ComJrca de [Jda Cist:t.. E,tudo de Mato Grosso do Sul. na 
fomu da Lei. i:tc ... 
Faz saber aos quantos o presente edital virem ou dele co­ 
nhccimcmo thcn:m. c,pc:dido nos autos da AçJo dc Interdição nº 
43699, requerida por Ma.ria Loureiro Pinheiro t!'m face de Ana 
CristinJ Loureiro Pinhi:iro. cm tr.imitc por este juizo e cartório 
judici:il. c:m seu cumprimento e :itcndcndo às prova_c; dos :iutos, 
por scntcnç:1 profi:nda por C:,lc Julzo cm data de 15.07.:!002. cm 
seguida tr.mscrita .. dc~tou :i in1crdiç:'.lo de Ana Cristina Loureiro 
Pinheiro, brasileira, casada, do lar. ponadora do RG. nº 6-16.3 t 7 - 
S P MS, residente e domiciliJda na Fazenda PC dc Cedro. neste 
Municipio. por ser julgada incapaz de reger a sua pcsso.:i e de ad­ 
ministrar seus bens. pelo que ser.lo nulos. de nenhum efeito todos 
os conIraIos ou ncgôcios reJliz:ados com o referido inti:rdirnndo. 
sem assistência de sua curadora e prévia autoriza2o deste Juizo, 
tudo em conformidade com a sentença de tópico final seguinte: 
Ante o !!Xposto. decrc:10 a interdição de ;nl Cristin:1 Loureiro Pi­ 
nheiro. brasileira. casada, natural de Bela Vista-MS, nascida aos 
31.03.71, filha de Kê:sio Loun:iro Pinheiro e Maria Loureiro Pi­ 
nhdro. dedJr:mdo-o absolutamente incapaz de exercer pessoal­ 
mcntc os atos da vidn civil, na forma do :migo 5º. inciso li. do 
Cdigo Civil, e de :icordo com o o.rtigo ➔5-1, do Código Civil. no-­ 
mcio--lhc eurndorn ::s senhora Maria Loureiro Pinheiro. Lnvre-sc o 
termo de compromisso. Condiciono o exercicio da Curatela à cs­ 
pecializaço de hipotr:c:1 k:g.:11 .. Em obediência ao dispo to no :irti­ 
go 1.18-1, do Código de Processo Civil e no nr1igo 12. Ili. do Có­ 
digo Ch il. in,)Crt ,l·SC a presente no Registro Ch il e publique-se 
na imprensa local e na impn:ns:i oficbl. 3 ,ezc.s com intervalo de 
1 O dias entre cada publicação. Após arquivem-se os ::iutos.. Sem 
sucumxncil. PR.IC. Dela ,sra. !5 de julho de 1002. (>) Alexan­ 
dre Anlunes J:i Síh:1 • Juiz de Dirci10. E, para que ninguém alegue 
ignorância, foi expedido o presente Edital que será afiado na sede 
de te Juízo e publicado na forma da Lei Dado e passado nesta 
cidade e Com:trc.n de llcla V1~1:1. EsLdo d~ M.1to Grm.so do ul. 
ao: oito dias do mês de agosto do ano de dois mil e dois. 
Eu,.·-··-······ ... (Ntlson Fd1, dJ Ro~ Juni r). O.S n• 0.3. o dh?itei. 
Samira Lopes 	- 
Diretora de Cartório ass. por ordem do MM Juiz de Direi- 
10. 
/ I 
CASA PRÓ-CRIADOR 
Produtos Veterinários Vac·n 
Pastagens em Geral R _ 
1 
as. Sementes p/ 
Mineral. ' açoe.s, Sal Branco e Sal

JORNAL IR UNA DA FRONTEIRA 
• GERAL-=-----------~ 
-------------- 
P G . 07 
Jerson Domingos visita Bela 'osvenero 
do Ver. Flávio Godov 
Vista e recebe novas adesiies 
0Deputado Estadual 
Jerson Domingos (PSL.), 
eleito duas veres conscut1as 
p.11,1 o cargo de Deputado 
[ stadual, esteve no ultimo 
final de semana visitando a 
cidade de Hela Vista, onde 11.1 
oportunidade recebeu vários 
.,puin em prol de sua 
camlid,1t11r.t 1111110 no tr, 11.1 
assembléia legislativa de 
Mato Grosso do Sul, Jerson 
Domingos foi recebido com 
Jerson Domingos recebe apoio de uárias lideranças em Bela ista 
-~ 
_..,.à, 
Pref. Gemido Mura no, decla­ 
ro sou apolo ao Dep. Jerson 
Domingos, ao lado do atuan­ 
to Ver. Flávio Godoy 
Profa. Isabel Nogueira Bar­ 
bosa, Dop. Jcrson, Sr. 
R;,mlJo Taxista, 
uma rande fe +ta no aeroporto 
murpal, onde de l I L11t l,ir1,1 
,1hcrtl ,lflllll ,1c11111p.111l1.1do 
de 1,1r1u, ,1111p,11i,.1ntc,. 
, ciuiln,. mntoqlll'lf1) l' 
perottetam diversos bairros 
de bela Vista em passeata, o 
Deputado Estadual participou 
de um almoço na aldeia 
l'lllJCLIÂ a convite do 
C'ap,tJo d.1 aldci,1 (Cap Felipe) 
e do prefeito 1111111icip.d Dr 
(,cialJo Murnno, 
Sra. Letizia Murano, Jerson 
Domingos e o Pref. Geraldo 
Murano 
Prof. Jorge, liderança atuan­ 
te na Aldeia Pirocuá, também 
apoia Jcrson Domingos 
Assessor de finanças 
Lobinho declara seu apoie 
ao Dep. Jerson Do-nlnaos 
• saúde 
Ma llil 	füOJ 
Ele diz que os ccxccutorc 
da snúdc siio os municípios. 
e que o repasse dos 
recursos compete a 'nilo 
e aos Estado 
Ao analisar a real 
situuçilo da saúde pública 
sul-mato-grossense, o 
cuntlidato a governador 
pclu colig,1ç:io PTil-PFL­ 
l' PIJ-PST-PHS-PTdolJ, 
• Carlos ilarun, explicou 
que se o quadro vai mal é 
porque ;1 Uniiio, o Estado 
e o ilunícipio envolvidos 
diretamente na solução 
do problema não cstiio 
fuucionundo conforme 
deveria. Cita como 
exemplo o municipio de 
Campo Grande, ondc 
prefeito André Puccinclli 
sem obter a 
contrapartida do 
Gonrno do Estado. 
Tomando como 
exemplo a Capital do 
Estado. que recentemente 
foi agr:,ciadu com o Trof~u 
Qualidade Lojista na Arca 
de aúdc. o candidato 
confo,sou que cst,i buscando 
subsídios ncces ·:írios parn a 
elaboração do seu l'lnno de 
Govemo cspecialmcn1c pam 
o setor da s:iúde. 
''É preciso que os 
partícipcs (União. Estudo e 
Municípios) chamem pam si 
a responsabilidade de se 
promover saúde no sentido 
coletivo'', ressaltou brun. 
criticando o Estado pelo nJo 
cumprimento da parte que 
lhe diz respeito. A omissfio 
do governo. conforme 
observou 1farun. contribui 
par agravur o quadro e dcixnr 
o cidadão complc1nmcnt<· ~ 
mercê da própria sorte. 
"Infelizmente a saúde aindn 
é deficiente cm alguns 
lugarcs'', frisou. 
Participação • De 
acordo com a Constituição, 
cabe ao Estado n uplicnç:io 
de 9% nesse nno e 10% da 
arrecadação liquida cm 
2003, cm saúde pública. "Em 
nível de Mato Grosso do Sul 
estamos ivendo uma 
acompanhado da l dama do 
111Ullll ip111 .,, ,1 1 cu,i., 
Murano, secretários 
municipais, Sra Ahie Aranda 
(Sccict:ír1,1 :--111111,,p,tl de 
',,,ude). ',ccret.1ri.1 tk 
Educação Prof Lzabel 
'oguci1.1 llarho,.,. chcfr de 
gabinete Célio Alves dos 
S,111to,, I uit 1 lcnr,que, 
assessor de comuntaçào, 
l.ui, l'lclquiadc f crrc,r:1 
Lobo (Lobinho) assessor de 
1- 
J 
Jerson Domingos e a Sra. 
Alice Aranda, Soe. Mun. de 
Saúde 
rcalidndc compktamentc 
diforcnt.:. ou scjn, n saúdc 
padece por falta de 
investimento". disse o 
candidato. 
A auscnc ia do 
Estado no setor da saúde é 
liio latente que o obriga o 
município de Campo Gmnd<: 
(deveria estar aplicando 
cerca de 15% cio que 
arrecada cm saúde) a investir 
20%. " e houvesse um 
mínimo de sensibilidade do 
Governo, essa difcrcnça de 
5% estaria sendo aplicada 
cm Olllrns áreas da 
administrnçào municipal", 
argüiu candid!llo. 
Municipalista - Além de 
investir acima do percentual 
constitucional, Carlos 
Marun, se eleito. quer 
estabelecer um governo de 
parceria com todos os 
município. sul-malo­ 
gros cnses a fim de executar 
um programa de saúde cnpaz 
de atender a todos da melhor 
maneira po ívc. 
"Os problemas 
finar,as, Vaderley Barbosa, 
is sor de gabinete, Prof 
Jorge,e vere dor lavo Godoy 
entre outros, declararam total 
aporo a candidatura a reeleido 
do Deputado L taduas! Jerson 
l)n1111ngo, u11 Ucl,1 V, t,l. 
confira na foto abaixo algumas 
lideransça politicas que e tio 
apoiando Jerson Domingos, 
além do l'rd.:,to de lkll,1 ',. 1,1 
Norte Paraguai, Dr Rigoberto 
t ,1l,,1llcr,1.(c"dP) 
Céllo Alves dos Santos 
(Celinho) o Jersom Domin­ 
gos 
Ex-vereador Vanderley Bar­ 
bosa, também está com 
Jerson Domingos 
acon1eccm cxatamcnt.: no 
municipio·•. esclarece o 
candidato, justificnn'do o 
govemo municipnlist:.i que 
pretende cmpn.:cndcr a 
panir de 1 ° de janeiro de 
2003. 
Con,1rução de po tos de 
saúde, compra de 
m e d i c a 111 e n I o s •. 
modernização do setor 
através da infonhatização e 
aquisiç5o de equipamentos 
de úl1ima geração, são 
algumas das a õcs a serem 
inseridas na proposta d.: 
governo do candidato do 
coligação Frente Ampla. 
Para 1anto, segundo el ·, 
será imprc cindível a 
participação a 
representação sul-mato­ 
grosscnse no Congresso 
Nacional ttrês senadores e 
oito deputados federai ). 
além da Assemblêia 
Lcgisl:ni, a. das prcfcit11r.1S. 
d:IS Ciimnr:is d~ VercJdorcs 
e do /vfovimcnto 
Comunit:irio. 
(As,cssoria de Imprensa) 
Com Expans,ão de Rede de 
Energia Elétrica em B. Vista 
0 Wereador H tio "katinho" Godo, Wenefieia Populado 
Carente com l pamdo de Rede de Energia. 
o 
radialista H avio Godoy, P 1 
d,, ll. eleito pcb I' ,e,, C1111 
137 ,otos. mais um,1 ,e,. 
atrai és. do seu mandato de 
, crc:rdor, con,cguc 
beneficiar varos moradores. 
que rc,idc111 11.1 Rua 
Rosalino L,no. bairro 
Baixada Fluminens l', onde: 
várias familias carentes não 
possuem Energia Eletrica 
cm suas n:s1dênc1as. 
/tr;lés de ,úrios 
pedidos fci1os por 
moradores ao Vereador 
l la110 "Ratinho" G,,d,>), 
que, com sua a11111 .. 1Jc Jlllllo 
ao Sr. 011 ai que é Supervisor 
Regional da Empresa 
E:S:ERSUI no Sudoeste do 
Estado. scn..,ibili,ou-n com a 
situação caótica dessas 
familias e autorzou a 
execução da obra sem 
nenhum custo aos 
moradores. Para o vereadora 
e radialisia é muito bom 
saber que a Empresa 
ENERSUL demonstra bom 
senso em atender familias 
que até o dia de hoje 11}0 
possui energia em suas 
casas, como Crcador no 
município de Bela Vista. ji 
critiquei a FNERSUL, hoje. 
reconheço o bom trabalho 
que l'ltlprc'i,t  cm 
desenvolvendo em nossa 
cidade, como reparos e 
ma11utc111,:,1o cm toda a rede 
e rebaixamento de energia 
clétr1cJ gratui1:1mcntc. até 
pouco tempo, quando 
chovia, apagavam-se as 
luzes de toda a cidade, 
queimava-se geladeira, 
frcrucr. tele 1,Jo e outros 
apJrdhos cktro-clctrõnico, 
causando enormes prtJUÍt..os 
aos moradores com a qucda 
de energia. qut: era constante 
em nosso rnun1cíp10. isso 
hoje, graças a Deus. nào 
existe mais, como Crcador 
tenho informilçücs que a 
empresa ja investiu mais de 
um milhjo de Reais no 
mclhoramcnlo da rede de 
energia elétrica em Bela 
Visla, fico feliz desta 
parceria e agradeço ::i 
ENERSUL, Empresa 
Encrgc11ca de lato Grosso 
do Sul. ao senhor Dí,al, 
supcn isor da empresa no 
sudoeste e aos Funcionários 
da Unidade local da 
empresa. por serem 
parceiros de Ucla Vista, 
finalizou o ,crcador Flá,io 
Godoy. mais conhecido 
como Ratinho de Dela Vista. 
(AIP) 
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•BELA VISTA 
., 
OTICIAE I 
T IMPOrte p· r 
feira llvre 
O Vereadore da 
bane ada do PSD na( ara 
Municipal, I iberacy Lino 
IL111,L1111 e Jul10 l.tlll', 
encaminharam indicação ao 
Prefeito Municipal 
solicitando a viabilização de 
transporte para os anta«dos 
nos dias de feira-livre em 
1101 a cidade 
ta e Hulo ob,eram 
que os pequenos produtores 
dos assentamentos Caracol, 
ll.111.1 do li.í e T11p.111cc1c1.111, 
localizados bastante distantes 
da séde do municipio, 
nce stam de tf,trlfXJI te para 
que possam vr comercializar 
os seus produtos na feita livre 
que está sendo implantada 
pelo Eecutivo Municipal 
Eles ressaltam que essa é uma 
Patrolamento no bairro água Doce 
Os Vcrcudores Julio 
Leite e ica Lino também 
rcivindicor:11n .10 Sccn:tário 
Municipal de Obras que 
determine o patrnl:11ncnto d,t 
run l·idêncio l'ratt·s, no 
liairro Agua Doce, que passa 
em frente as residências dos 
Srs. Paulo Xi111enes, 
itnnncilclo tjala, Valentim 
Pereira, Ednilson, Armando 
V,denwcla e Ocir !'rates. 
Ele, l,1111bém n.:ivindic:irnm 
o p.,trolamento d:t rua Cel. 
maneira de oferecer maior 
apoio ao a sentados do nosso 
11111111cípm ao mesmo tempo 
lort.ilL·ccr a lc1r,1 li rc 
municipal que.segundo eles, 
precisa oferecer uma maior 
variedade de produtos 
agricolas 	e 
ho1tifrnt1!(1:tnjt110 .,o, 
cu11,11111idnn .. ·, 
Dias, nas proximidades da 
Escola Municipal S,io 
Geraldo, naquele bairro. 
Vereadores querem saber os Yalores das 
suplementacões concedidas ao Eueculiuo 
Em rcqucrimcnro 
a sinadü pelos Vereador,·, da 
bancada do PSDB na C.imar.i 
Municipal foi solicitado ao 
Prefeito 1-lunicipal que 
informe àquela Casa de Leis 
os falores das suplementações 
de , erbas j:i concedidas ao 
Poder Executivo na atual 
administração. 
Orlanda reiuinllica Huminação e 
cascalhamento de rnas 
Orlanda Freitas dos 
Santos. Vereadora do PL, 
endereçou indicação ao 
Sccrct:irio 1-lunicipal de 
Obras com as seguintes 
rei, indicações: 
-lluminaçàoda pista de 
atletismo c:u frente a Casa do 
Atlctn, localiz.1da ao lado do 
Estúdio Municipal Oc1:ivio 
Fonloura: • 
Iluminação l 
ca,calhamcnto de todas as 
ruas do baino Clar.io da Lua. 
ntendcndo a pedidos dos 
mor::idorcs: 
• Colocaçào de areia no 
campo de futebol d: 
A,sociação de Moradores do 
bairro Agua Oucc i.: 
iluminação da rua Barão do 
li leigaço. no bairro Planalto. 
Indicações e Propos!ções Uerbais 
ereal1or UUall!ií• Cantoso lPTI 
Retorçou indicação 
Jntcrior, de autoria do 
a:n:Jdor 'êl io Diório 
(l'il l)B). ,10 Prefeito 
Municipal e ao Secretário 
:'-1unicipal de Obm,., par., que 
providenciem com urgênci:"I a 
recuperação de uma ponte na 
região da Preguiça, onde 
quinze ou dezesseis 
produtores rurais dependem 
da mesma para terem acesso 
~ u1.:, proprk--<l:1dc,;. assim 
como o ônibus que foz o 
transporte escolar na região, 
'aldir frisou que a ponte se 
ca11clições e alertou para a 
possibilidade de ocorrer um 
Vereador Ramão Par d s lPfll 
f{cl 1 ÚILO•J ,11 
Secretario Municmp de 
Obras que determine 
loca,ao de lumuonur s na 
1111 tl.,110 i lorn (' Uon.J 
1 h fH '1111'1. 110 l,,llrh) J.11J1111 
ll11 1 1111.1, hc111 l(HIH> J 
execução de servos de 
manutenção de lumuana nas 
ruas do bairro das Primaveras, 
que se encontra em 
verdadeira escuridão", 
alim1ou 
Vereador Jair Bispo IPDTI 
<;olicitou :w ',ccrct.,rio 
Municipal de Obra, que 
,ktcnr11nc a e,p.tns.io da rede 
de energia elétrica as margens 
da Avenida leodoro Sativa, na 
altur,1 dos bairro Espirito 
Santo e Pl.,nallu. 
considerar«d.s••• • local ,. 
1..1n,,,,.,,.,,l .'Ili (01,il t,.''-,:llrli..1,10, 
colocando em ri,co a 
segurança de todos que por 1,i 
cir,ul;un no período 110111rno. 
to l'rckito ~lun1cipal 
Bispo solicitou que dê inicio 
a organização da 2' Festa das 
7'/aç,,e, no, molde, da 1' fc,1a 
rcali,atla ano passado, voltada 
para a participação da, 
cnt,d:itle, beneficentes e 
assistencias da nossa cidade, 
para que elas possam angariar 
recursos destinados às obras 
socas que dcscnvoh cm .. 
/o Sccrctúrio 
Uereallor Getulio Lino Filho [PU 
Registrou -suas 
congratulações :i todos o, pais 
da nossa cidade, assim como 
ao colegas Vereadores que 
também são pais. pela 
passagem do Dia dos Pais, que 
tr:111scorrcu no liltirno 
domingo. dia 11. 
ÀTELEMS Getulio 
rei1erou intlicaçào solicitand,, 
a instalação de um telefone 
público, tipo '"orelhão'" cm 
t"rcnte a Escola Municipal 
Clóvi; 1-larcclino de Oli, eira. 
no 	bairro 
Ccrradinho.Lcmbrou que essa 
:O.lunic,p:d de Obra, Bispo 
lambem pediu que 
pro, idcncic um caminhão 
pipa para molhar as ruas dos 
bairro, Primaera. Espírito 
anto e ,gua Doce, em 
rat:io da poeira levantada 
pelo tráfego diário de 
caminhôes pesados, 
principalmente daqueles que 
transportam caldrio da 
fa,enda ltam:rraty. 
é urna rei, indicação antiga, d 
vários Vereadores da nossa 
cidade. mas que até agora não 
foi alendida pda TELE1'1S. 
Uernador Flauio Godou [PT do BJ 
Solicitou ao chefe do 
Departamento Municipal de 
Urbanismo. com a maior 
brevidade possi, cl a 
instalação e troca de 
luminárias nos bairros Nova 
Esperança e n:r Vila Canaã. 
onde. segundo ele. faz-st: 
ncccss.lri:i com urgência a 
c.,ci:uç.:io desse, ser iços. 
Reportando-se ao 
Dep.1rtamenlo 1-lunicipal de 
Esportes o Vereador Flavio 
Godo) se disse insatisfeito 
com a forma com que o 
esporte de Bela Vista "'m 
sendo tr.itaclo. principalmente 
pelo fato de niio estarem sendo 
rcaliznd:1.s competições que 
inccntivcrn o 
dcsc:1n oh imcnto do esporte 
local. .. apesar do municipio 
cont:tr com um brlis imo 
estádio municipal, totalmente 
iluminado", afirmou. 
O Vereador di e que é 
uma pena o diretor do 
Departamento Municipal de 
Esportes não priorizar o 
esporte local, segundo ele, em 
conversa com diretore de 
clubes locais que há quase 
dois meses estão panicipando 
de umn campeonato em Bonito. 
const.llou que os gastos com 
o transporte dessas equipes t: 
bas!Jnte alto. sendo que a 
premiação oferecida naquela 
cid:tdi.= I.! apenas uma taça. 
.. Por esse motivo 
entendo que o diretor de 
csponcs do município de, cria 
olhar com mais atcnç3o para 
o esporte local. a1ravés da 
rc:tlizaç:io de competições 
no estádio municipal. com 
a participaç:io de todos os 
clubes e equipes 
rcprcscnt:intcs dos bairros 
do cidade, revertendo os 
recurso gasto com ônibus 
e combustiveis para a 
premiação â equipes 
PJ rt ic i pantes •• .cn fa t izo u. 
Godoy encerrou seu 
desnbafo solicitando 
0 
cn, io di: indicação ao 
Prefeito Municip:il 
sugerindo que atente para 
essa situa ão pura .. n.lo 
entrar mais nes as frias de 
ficar gastando com o 
e'portc fora da nossn 
ci,bde .. , complementou. 
Verea ora Drlanda Freitas dos San os IP 
p 	tto 
em pró! d 
pelo 	do 
Moção ae Condolêncfas 
r m nome da amara 
Municipal foi encaminhada 
uma Moção de Condolências 
a familia da Sra Virginia 
hrt1n. leuJc,. p< lo ,,'11 
l,i!tctJTTtlllO 
Parecer Hº 029/02 
Autor Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final 
Os Vereadores que abaixo subscrevem, integrantes da 
Comissão Permanente de Legislação, Justiça e Redaç,10 f ,. 
nal, reunidos para analisarem o Projeto de I e, n' 015/02, de 
íl1Jhlri I tin V, rea«dor Ih»leite one Fia os hmmytesde tráfe­ 
go de ,e,culo, de cargas pesadas no p,:no<lo urti,mo du mu- 
11idp10, e <l.í outra, providêrn:ía-;. 
A Com,s,,1o. após anál, e, opina favora clmcnle peb 
tiamitaçJo do Projeto, com as emendas aprc,entadas pelo 
Ven:ador Né110 D,óno· 
Emenda Mod1ficalla, no§ 1•do Arl. Iº, que plS.1 a 
ter a seguinte redação. 
$1° • O 1r;in,ito de ,cículos de cargas pesadas ficam 
limitadas nas ;cgumtes vias públicas; 
1 - Saída parn as Caieir.1s: 
a) - Rua tlbertana Oniz; 
b) • Rua Antenor Paes de Uarro ; 
c) - Rua S:io Patrfc,o; 
d)· Rua Gentil Vargas da Rosa, 
e)· Rua Afonso Pena; 
f) - t,enida Teodoro Sati,a: 
g) - Rua Barão do La dá rio do Posto do trevo até a OR 
060 e MS 38-1. 
II- aida parn C:,racol: 
a)· Rua Ala ide Corrcêa da Sil,a; 
b) • Rua José Simplicio da Costa Marque,, 
c) • t,cnid;a Teodoro Sati,a: 
d) • Rua Oar,io do Ladjrio do Posto do Trevo mé a 
BR 060 e MS 38-l. 
Emenda :;upressiva 
Suprir o § 3º do An. 1 º. 
É o Parecer. 
Sala das Sessões, 2-l de junho de 2002. 
Jair Bispo-Presidente; Gc1ulio Lino-Relator; Ramão 
Paredes-Membro. 
Parecer Nª 033/02 
Autor Comissão de Lt:gislação, Justiça e Redação Final 
Os Vereadores que abaixo subscrevem, integrantes da 
Comissão Permanente _de Lcg,slação. Justiça e Redação Fi­ 
nal. reunrdos para_anahsarcm o Projeto de Lei nº 021/02. de 
autoria do Executivo Municipal, que "Dispõe sobre a aber­ 
tura de Crédito Adicional Suplementar ao Orçamento Anu­ 
al do Excrcrc,_o de 2002. e dá outras providências'". 
. A Comissão, após análise, opina favora, cimente pela 
tram,taçao do Projeto. 
É o Parecer. 
Sala das Sessões. 12 de agoto de 2
002
_ 
Jair Bispo-Presidente; Gctulio Lino Filho-Kdator: 
Ram:lo Paredes-Membro. 
Parecer Nª 027/02 
Autor Comi.< ão de Finanças e Orçamento 
Os Vereadores que abaixo subscrevem. integrantes da 
Comissão Permanente de Finanças e Orçamento desta Casa 
Legislativa, reunidos em Plenário. para a · . 
d L 
. 
0 
• r- prl'Clarem o ProJc- 
to e e, n 021/02 de autoria do Executiv o· . 
b bc d 	• o que rspoe so- 
re a a rtura e Crédito Adicional ao Orçamento A I d 
Exercicio de 2002, e d5 outras providências. nua o 
O Relator apó an:ili.se, opina favor.i I 
. . 	ve mente pela sua 
aprovação, com as emendas os scguin1es EME D S· 
Emendas ubstilu1i, a, no Art 
I 
o ' • 
scguint.: red:iç:"io: 	- • que passo a Ter o 
Art. Iº • Fica autoriz:ido a abenura de Crédit Ad" ._ 
onal Supleme111arde RS 950.000 00 (no.• 
0 
,e, 
·1 . . . • , ecentos e cmqUcn- 
ta nu rca,s). ut1hz:tndo com o recurso o q . d. . 
p • r Iº · - 	uc t'tCm1rna o 
:ir.ig.r:t,o • inciso Ili do An. 43 da Lei 4 '?0'6' d 
1 fi d • 	.J_ • ., e 1e 
'ª or 'ica festinado ao Legislativo Muni ·· 1 • 
d o~ • 	- icrpa . o rnont•nte 
e,..., )0.000.00 (cinqOenta mil n:ais). •• 
_ Emenda Modifieativa, no Ar. 2°, que passa T " 
seguinte redação; 	a lera 
. . Ar. 2- Fica o Poder Executivo autorizado a abrir 
crédito Adiciona! Suplementar por e.,ccsso d _ 
do· 
1 
~ - • • 	e arrecadação 
• ~ r.m ercnc.1a.s constuucionlis nos F d , . : . 
1 B I v ::t/1 s 	un o: Municipais 
cc e a 1s1 .'! .. conforme inciso II do f s • 
an. -13 da Lei Fcdcrnl 4.32064. paragrafo I do 
Ê o Parecer. 
ala dns Se sões. 12 de agosto de 
2002
. 
Isabella de 1-loncs P. Mur:rno-Prcsidente· Ramil 
n:des-Rcbtor: Waldir Cardoso-Membro. " " Pn-

Jê,UNAL Tf<I ,IJIII rJA rrw Tf IRA 
• GERAL 
----- ----------------------- 
17 24 d /1 !.:> rt 7002 P e 
• Cultura ariedades , 
S,ádl 
Riscos e heneficlos das reposições hormonais 
l loJ rnulhl:J." p . deem com dr turbos hormonais mas 
pruhl 11,.1,, ,l,lo 1xr11, do 11111 
/ma pequisa patrocinada pelo Instituto Nacional de 
Saude dos Estados Unidos, divulgada emana passada, reve- 
1 ,, que 11111lht:.h.'"'l que latem tcp0sçlo hormonal pós-meno­ 
pausa tem mais chances de desenvolver câncer de mama e do­ 
en,as cardiovasculares. A informação deixou muita ente em 
p1111U) 
O estudo tinha o objetivo de avaliar os efeitos do uso do 
hormonto, mas teve que ser interrompido por causa do aumen­ 
to dos casos de câncer e de outros tipos de complicações. 
l'Mlicip.11 ,1111 111,11, úe 16 mil mulheres, com ,d,tde, til• 
11..: 50 e 79 ano,. Mctndc foi tratada com horrnõnio, 
pro1
1
c-,ll.'ro11,1 e l'-.Hógcno e a outra parte recebeu uma substán­ 
ca inócua (um placcbo). 
ü grupo que rc, n ,cpo,içuo rcgbtrou •II% mais c,1,0, 
de derrame; 29% mais ataques cardia os; 26'!-'o mais c.ím:cr de 
111,una; e o dobro de casos de embolia. Em compensação, o 
mesmo grupo teve menos casos de câncer de reio e menos fra­ 
(UlilS. 
110111, o que fo,cr agorn? Interromper o lrnl.trncnlu ou 
cun,ulrnr o 1,ti11ccologis1a? Para I irar essas dividas, os especia­ 
listas respondem. 
Hqwsiç,10 hor111unal 11:io foz bem uo cor:1ç110 
Para o ginecologista José Aristodemo P otti, o impacto 
da pesquisa sobre o nso de hormônio, pós-menopausa é o au• 
mento da incidência das doenças cardiovasculares. 
"1crcdit{l amos que a rcpo íçJo hormonal rcdtuia o risco 
de doenças do cornçào", 
Quanto ao risco de desci! oll cr o c:inccr de mama, o 
ginecologista disse que isso ji cm conhecido por Ioda II comu­ 
nidude médica. "Sempre houve uma disputa para saber que tipo 
de 1cposiçio di111in11iria o risco de câncer de mama", alinnou. 
Pinotti diz que a pesquisa é séria, com metodologia precisa e 
dc,cllolvida por pesquisadores de um instilulo concciluado. 
Pn>J.!l'Slcnmn (, o viliio ela mamar do coração 
O ginccologisla r-..tauro Abi Aidar, disse que não licou 
nem um pouco chocado com os rcsuhados iniciais da pesquisa 
do Instituto Nacional de Saúde, do EUA. 
",J:í sabiamos que o progesterona tira os benefícios 
do estrógeno", disse. 
O ginecologista conlou que h: trabalhos cicntificos pu­ 
blicauos. ícito, com sele mil mulheres que tiveram infano agudo 
- sendo que apenas me1adc fa,ia reposição honnonal. O grupo 
que era medicado com hormônios morreu ma,~ cedo do que o 
outro que não tomava nada. 
O ginecologista conlou que o mêdico Geraldo Rodrigues 
de Lima· um dos mais conceituados do Pais e ti111lar do depar­ 
tamento de ginecologia da Uni,crsidadc Federal de Silo Paulo 
- aboliu o uso do progeslerona no co11sullório dele. A 
progestcrona.; usada porque é benéfica na prc,cnçio do dn­ 
ccr do endométrio, a pclicul:l que reveste o útero. 
"l loje. o uhra-som é capaz de fornecer um diagnós1ico 
rápido e preciso. A tendência é diminuir cada vez mais o uso 
do progc)tcron:i''. disse Pinotti. 
A n•posiç:lo e o temido c:inccr de mamn 
O tempo de tratamento depende de cada paciente. "11:í 
pacienlcs que fazem a reposição durante IS anos", exemplificou 
l'inotti. Em geral. a mulher brasileira faz 1ratamcn10 num perí­ 
odo de cinco a oito anos. 
Para quem tem risco de desenvolver c:inccr de mama, o 
tratamento deve durar entre quatro e cinco anos - nunca mais 
Jo que isso. Só para lembrar. têm mais chance de dcsell olvcr 
dinccr de mnmn quem têm ca:,,os <la doença na familia; quem 
menstruou cedo e l'.'ntrou 11a mcnop:111,;;:, r;1rdl·: oucm tcm pou­ 
... os ou não tem filhos; qu .. m engravidou tarde; e quem nau 
amamentou. 
Por ano, são registrados 30 mil novos casos de cancer de 
mama no Pais: e 9 mil morrcr.un dn doenç..'. 
Quem fica assustada com a possibilidade de scnlir aque­ 
le temido •carocinho' nos seios, tem um consolo. Mulheres que 
fazem a n:posiçào e descnvoh cm cãnccr de mama e rccupe­ 
mm mais r:ipido do que as-outras. 
" ô interropi:r o uso dos honnônios j:i é pane do trata­ 
mento. Outro explicação é que mulheres que fazem reposição 
consultam os consultórios médicos com mais freqtlência e di­ 
agnosticam o problema mais cedo", disse Pinoui. 
Ninguém é obrigado a fazer reposição 
"O uso de hom1ônio n:lo é algo obrigatório". afinnou 
Pinoní. cgundo ele. se a mulhcr se sente bem. se tem um bom 
~istcma cardiova·culnr e não tem tendência u desenvolver a 
osteoporose - podc passar um bom tempo sem os hom1õnios. 
Mesmo porque. a rcposiç:1o é preventiva• n:lo cura1iva. Esti­ 
ma-se que 70% das mulheres brasileira n:io fazcm reposição 
hom1onal. O foto é que qu:into mais ciclos ovulatórios, mais 
chnnccs de e desenvolver o câncer dê rn:un:1. 
Opinião do Acadêmico 
Profissão: Jornalista 
O jornalismo atu:il jã não se enquadra m:lis n-:iqucla vi­ 
Jo estrcbd, que a TV inicialmente produziu. um jomali mo 
mergulhado no gbmour da foma. Pelo cont~rio, o jornalismo 
de, e estar com os pés no chão para entrar no campo de traba­ 
lho. Espera-se que tenhn domínio das novas tcrnologi:is :isso­ 
ciando na mdhoriJ e aperfeiçoamento de como fazer jomnlis­ 
mo. E 110 :i111bito da profis o é fundamental que tenha como 
horizon1i:, o compromisso com n ética profission:il. 
O jomali,ta de, e demonstrar a capacidade para perce- 
tlll rf,lli 1 'i... 
volver o conhecimento a pr t.a 
cial dante de um trabalho de puf ao e me Jof 
Lima ampla vr ão da realidade impulsiona a ovnvp' 
ltse, interprIa,a e contextualizas, #o las mf +ma, 
l:111 l{tJC  IC 
O profissional deve mostrar omp tena para atuar nas 
áreas jornalistas, em condições de produção, ritmo e period+­ 
cidade similares as que se encontram no cotidiano da profis­ 
,,1o. e principalmente, capacidade de adaptar-se a diferentes 
situações de trabalho ou atuado. A responsabilidade do jorna­ 
lista e grande, pois tem o papel de traduzir disc ur,os e 
intermediar relações sociais Inserido na midia deve ser capat 
de elaborar criticas a ela e propor alternativas que resultem no 
apcríc,ço.uncnto d., co111ur11cnç.fo. 
Deixando de lado pn.-concc110, e pmtum, rndt<'.ats. o 
prolis,ionnl d,, 1irea jornali,t,ca de,e compreender o, tnec,1- 
nismnos envolvidos no processo de recepção das mensagens e 
seu impacto sobre os diversos setores da u,,cdadc, e ter po-i­ 
ç,io crí1ica e mdcpcndcntc. ru, que di, ro:,pctlo :i, rel.,çõc, de 
poder e a iodas as mudança, que ocorr.:m na sociedade Mas 
du,ts coi,a, '>C espera de um bonlJOrn,tli,ta: humildade diante 
do real e rigor n,1 hu,ca da verdade l.ut,tr por uma melhor 
qual,dndc na matéria. por ,una arg111ncnl,1~Jo qu.1l11icad,1 fina­ 
iram o perfil profissional daauele aue busca seriedade » +eco 
nhecimento (l.uhmmta ou, acauna ao semestre u 
Jornali,1110 da UCUB). 
Universidade comemora aniversário 
deDomBosco 
Ludimila Sicsú 
Muita mú1ica_ dança. aprcsc111ações cul1urais e uma mis­ 
sa especial. Essa é a proyamaç,io marcada pela Pa;toral da 
Universidade Calólica Dom llosco para as comemorações do 
ani1 crs5rio de São Jo:io Oosco (Dom Oosco). Serão dois dias 
de atividades ( 15 e 16) realindas no Bloco O e nos :mliteatros 
da Universidade. no intuito de festejar e lembrar do grande 
mestre da juventude mundial. 
S:io João llosco 
Dom Oosco é 11111 dos Santos mais populares da Igreja 
Ca1ólica. Foi sua missc1o cspecilica a educação cristl da juven­ 
tude. Nasceu cm Oecchi d..: Murialdo na Itália, no ano de 1815. 
Filho de humildes pais camponeses. Francisco e Margarida. 
te,e dois irmãos, José e Antônio. Ficou órf:io de pai aos dois 
anos; viveu sua mocidade com sua mãe e avó e fez os primei­ 
ros estudos no meio de inumcr:í,·ei, 1rabalhos e dificuldades. 
Desde os mais tenros anos scn1iu-sc impedido para o 
apostolado entre os companheiros ua 111:lc que era analfabe­ 
ta, mas rica de sabedoria cristã com a palavra e com o cem­ 
plo, animava-o no seu desejo de crc;cer, inuoso aos olhos de 
Deus e dos homens. Queria , ivamcntc ser sacerdote. Dizia: 
"Quando crescer quero ser saccrdolc para lomar conta dos 
meninos. Os meninos s;io bon~: ~e h;i 1m.:ninos maus. é porque 
n:lo h:i quem cuide deles". 
Em 1835, aos 20 anos rcsoh cu entrar para o cminârio 
de Chicri. e cm 5 de julho de 1841 foi ordenado s.1ccrdo1e pelo 
arcebispo de Turim. Dom Oo,co começou então a colocar cm 
pr:itica o seu sonho de educar e catcquiz.1r os garotos da re­ 
gião. Para os seu jo, cns, cscrc, cu um li, ro dc oração c rcíle• 
~õcs cris1ãs: O Jo,em lns1ruido. Em 1859 íundou com os seus 
jo, cns salcsiJ110s a sociedade ou Congregação Salcsiana. e cm 
1 S75 com o desejo de fazer missôcs saksíanas enviou a pri­ 
meira tunna tlc 5-cus missionários p:ira a América do Sul. 
Em 1888. anos 72 ano, de idade S:lo João Oo,co encer­ 
ra seu ciclo de vida. admirado por ser o renovador do Sis1cma 
Preventivo na Educação da Juventude, sendo c::monizado cm 
193.J. Apesar dos anos que separam os dias de hoje do tempo 
em que vi cu Dom llosco. ~cu :imor (cios jovens. su:i dedica­ 
ção e sua herança pedagógica ,êm scndo tr.Jnsmitidas :i cada 
ano por scus seguidores. 
ca torda NPB leantve"'r1 e I nç ra e 
Caetano Veloso come mor 
li.,.: rc.c.:n 
e 
de 'l 1, . 
lan,a mn no 
outras palavta 
lobo aquela em que os entoes l 
sua juventude 
No caso, ratamente MautuerjaI 
tano omo aquele que entendeu o tropalsmo antes d todos 
O (. D do rencontro promete st a nu, um rencontro do 
Caetano com o momento qu-..: ele cputomrou e que mudou 
p.tra emprc a m@ia braleira Cabe lembrar que (aetano 
lançou 'Tropicália 2', com Gil, aos SI anos de idade 
,lorue lau111er 
O novo t,ab.ilho do, :tnht," lr,tr.1 17 mú,ic.1'. entr•· d.i, 
a balada-rock-sertaneja-maracchu E sobre o repertório, os dois 
passaram um més e mero no estudo dos musicos Kassim e 
[kruJ g.rn,ando o novo dso. 
O 1111110 do ( O e uma !rase tirada da m@sra de trahalh , 
"Todo errado" "Eu não peço desculpa Nem peço perdão NVão. 
ão é minha a culpa Essa minha obsessão" 
"E um musica da magoa do amor, da paio obsessiva. 
trata da rejeição do amor que é a maior dor humana" explica 
Caetano no lestal de Montreaux no més passado ou­ 
tra inédita. 'Lrge Dracon' "E uma auto-ironia e uma ironia con­ 
tra o totalitarismo, é também uma homenagem minha e do Cae­ 
tano ao, procuradores ti,, República.'' 
■ANTONIO JOÃO 
Escola Aral Moreira fecha o 
semestre com ato solidário 
Os alunos da escola 
Aral :lore,ra num ato de 
solidariedade junlo com a 
direção colegiada 
promoveram uma "Gincana 
da Solidariedade", onde 
arrecadaram agasalhos que 
foram entregues a 
comumda<lc carente pelo> 
professore> e aluno.> 
Juntamente com a Um.:tora e 
Professora :S:cl,. cumprmdo 
mais um.J meta dc ~ua g.c:st..io. 
Em entrevsta a c!e 
jornal. a Dirc1ora Ndi. nos 
colocou que "é com essas 
pequenas 1111c1at1,a.-; e :ipo10 
dos professore, que 
construindo. dl 1d1ndo e 
doando num alo de amor. 
faremos com que brote a 
felicidade nos corações dos 
nossos alunos que cst:io 
doando e no das pessoas que 
cst:io n:ccbcndo". concluiu. 
Ela nos disse que acredita 
no ser humano e que o 
mesmo í: hom :,.ú precisa tle 
oportunidade para mostrar 
seu potcnciaL O prêmio d:1 
"Ginc:tn:i da Solidaried:ulc" 
ficou com a sala do 2° :rno 
do ciclo li , e,pt'rtino, da 
prof.-s<or:i Fr.tncicll), que 
juntos fiueram l 6 ponlos. 
A Diretora, aproveitou a 
oporlunidadc para 
agradecer aos professores, 
alunos, pais e comunidade 
em geral que colaboraram 
para que essa gincana fosse 
rcaliL..:.1da. Ela nos colocou 
que muitos ainda precisam 
de doações e que a natureza 
ensina eu ciltncia confirma: 
"a vida está em constante 
mudança". Em H/ de ficar 
assistindo passivamente, 
por qu não arregaçar as 
mangas e agir"? Lançar uma 
idéia, tomar urna atitude. 
mudar a dura realidade a 
partir de uma casa, uma 
rua, um bairro, uma 
comunidade? Espalhar 
transformação para o bem 
do Pais. Nosso mundo i: u 
que fazemos dele. 
Parabên, profe;sora Ndi. 
muita (Htc na ll:l 
CJIIIIIIIIJÜJ. >CJa I 1nne. 
porque .:a  itôria é daqueles 
que nela crêi:m. 
(Geraldo Ferreira) 
' 
f

JOllN/11 'TAl&UtlA l)/1 rr ()ljlf ,;JA 
-~--------- 
GERAL 
11 ATO J•I,, ICO 
Ciro r,omes participa de comí 
em campo Grande dia 23 
... 
1)11r,1111c rc11n1 lo 
com a coordcn:iç io e 1.1<111,,I 
da campanha de Ciro Gomes, 
rc,ilin1tl,1 0111c111 ( 1) OkJ, 
lideranças partidarias da 
colif~1çJn I rente 'I r,1h.ilh1,1,1 
(l'l'',-1'1) 1) e I JCllll' /111pl.1 
(I' 1'll-l'S 1-1'1'11-1'1 L). 
Juntamente com o movimento 
s11pr,1pnr1idlirio Ciro2J, 
nc..crtar,un 01.i dí.:Lilhl.', :,oh1c d 
vi11da de iro C,omc, au 
Estndu, q11e ,1co111ccc 11n 
pr6xinrn dia 23 de ago,IO, 
CXl,1-fci1 a. 
A , i ila ao 
c111ro-Oc;1c, ai começar por 
ltio Verde de (iui:h. <kpoi, 
passa po, Ru11do1Hpol1S, 
( uiaba e fi11 il111e11k (' 1111po 
C,r.•1Hk () , .. 1L11u l II luhHlll 
J11n,.1t1 d.t dcc, .io J,. 
candidato de discutir temas 
IC)
1H11l,1l, lOnforrnc .t,;11' 
fazendo em outros Estados 
l· 111 Ro11du11opol "· o 
Litl1cl1011tn C Ct..:Únc lllllll 
rande ato com lidcr,lll1 ,,., 
sindicais, pecuaristas e 
agricultores dos Estados de 
Goiás, Mato Grosso, Mato 
(J11>W du '>111 e 1)1triln 
f cJcr.d. marc,1du p,ir,1 :i, 
l •lh)O O 1,·111.1 d.1 d1Srn,s;io 
,Lr.', l'III lorno J.1 (HtHh1ç,1u 
agropu.:11.',rrn no Ccnlro­ 
<k,lc 
por Cuiab, onde faz ar t.. 
1111,cllln> l.1uhlc,(,rl) 
ao«es embarca para arpo 
(,r.Jfl k,ot 1, r11l•C1pt<k·urn 
pr,111d, l:tlll11Cto n.1 ,11-llH.I I 
l erando ( 011 1 d l ( 1 1 1 
Junto com os candidatos d.s 
duas colações 
( 1r1.> C,ontC'> 
t·mb.trcl un c~111<l.1 p,u,1 u 
Rio de Maneiro, onde va 
ncon!t.at e omt Jl11/l•l.s e 
ju11t1.1't -,quu:111 p.1ni ~.i1l Ih tj 1. 
110 Rio C,r,111dc do '>111  
coordena ao estadu ,1, oh u 
comando de fausto 
~1alUJ!HhU, t'111 lcnt,rndn 
, iahdi,.ir ,1 , m,l.1 d,· 1l111,,l.1 
à Campo Grande. aso se1a 
,h- ( lf () 
opt>rt11n1 l.1 L. de !r.u r 
anddato a (ampo Grande 
lhlr,1 u111 
1
1 li h· 1;\'rit • i.: 
UIII.I ;!í,lll1h.: oportunidade 
pata as dua coligações. j 
que, com ,, ll,11,1110 1..li.:itm,il 
,t lcnd1H.1a •n.r.1 111111111t11.1r 
 l,l!!Clh lun.J,h 1..· u J11,.c.:11tr,H 
.t l1l1t1p.111l1.1 n.t:' •.!r 1r1dt..·-.. 
cid,1tl , (,I) 
■ATO PÚBLICO 
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tua vote t pata tera oaritaa pela kasaet]ta La1latis 
11 J4tl ■Gnv•rr. • r,•,.-:1ul • r trl 
C•.a..-., .. o tapo que mera ua trabalhe difere t•. • 1;, r:.f' ... • o 
tll'1lQ') !'IU .... _. ~ 1 i ... ,. • rt• ,,ci,,••.l'• t. .. t" .. ,,. a1.rt .. p
0
•• ,. 
lo de ligado o cs podaras onatituidea flito Depatd 
c■t•re1 .a. "l,u~10 l:ft ••i:r1t:.:,,u no : ,1 ata qu tora te to 
pinto de ennrtr cnra a pepala tora oportunidada da dia 
1 i•t: tr-.<.•r 1-ia1•• • ,.,.,:r:H •r dtr•••-,,t.• t"<"'"a ••..1 r•rr•• 
tentante potqaa na voa ltmrar pinha r· 1n• ~o;,. q.J1■•r ou 
precisar filar coiqu sabor ardo me nentrar 0 Vereadores 
Prefeitos ta rapto da mama fora tera no nu manato tua 
')1'11'"'10 •rir.• f'.I a.<••· ,j I lnt•t••··· d• ....... )# ,,,c1pl"• l••· 
o citnl'I• wonl1114 ll'eJ i;;::.;01.0 de •t-':> c:,e arrpl• v11Ao '"l..re 
a medidas recoarias para resgatar o detenglnimanta desta 
pedaço do Mat Grano da ul 
tualrente residindo t Jardim, tenho tuna hist ria de 
1, ar. , rte ••- -•.,;40 r,11 rc.Jtl -l• qual manca ro afastei $anal­ 
mante, desempenhando mau trabalho visito aa rtdadeas do ti,das­ 
•u • da r, ntou:■, ,.:1ç"',e1 ••t•■q'Jll ft<At.4'1n L, J111,l•r cc.• 
1n,,, :111:S•-t• 1 •r• , ...... , •• , meu mar,tato beneficio de 
ao r 
tara isso, preciso da aos veto. Vamos farar mata pola 
fQJIJ.-, o J:Ol~ M.af Ccc.11:, d..;, 5u1f 
Ncsla 1cn;a,frira ( 1 J/ 
8), o dcp111adll c,1ad11al Aí) 
Rigo, que conct>rrc ;i 
reeleição, esteve em T..:n.·noo,; 
panicipando de 1111111 rc11111:io 
com 50 lideranças politicas 
daquela região. O encontro 
c11trc o dcp111ad1J e o, lhkre, 
mai'i cxprés,ivos daquele 
munidpio foi programado e 
coordc11ado por Gislaine 
Rezcndc, que 11as eleições 
pnssndas conc(,rrcu a 
Prefeitura de l"crcno,. 
Jus1ifica11do o porque 
da rcuniílo, Gislainc Rc,rndc 
disse que tinha uma grande 
divida com o deputado Ar 
lligo e que "neste nwmento. 
lodos qu~ c,1:io aqui 
conhecem o Rigo e sab..:m o 
quanto ele tem ajudado toda 
essa nossa r1-'g.i;1o, nunca 
deixou de atender um pedido 
nosso. está sempre com as 
portas elo seu gabinete, l:i na 
Assembléia Legislativa, 
nbcr1as para o nosso 
município''. atinnou. 
Sobre a dhida, 
Gislaine declarou que 
"durante a minha campanha 
p.1r:i prcícila de l ercnos. cu 
fui buscar o apoio do 
deputado Aí) Rigo. que não 
era d:i minh:i h::gcnda. mas nH.: 
ajudou muito. pena que 
r<.-corri a ele quase na reta final 
e não pudemos reverter o 
quadro. Estou lc111brnndo da 
minha campanha a lodo, o, 
presentes para declarar que 
este parlamentar, com as suas 
açõc'i, cum o ,1..·u 
compromct11111..·1110 com ,1, 
questões sociais, saúde e 
segurança pública, com sua 
 11:tíin dc futurt) e seu empenho 
em fazer aprovar projetos que 
trazem beneficios à população 
de Mato Grosso do Sul, deve 
ter o IWY,o comprn1111,,o c1n 
rcdcg.1,;-lo. i:m la1cr (l!..•k. 
no, .,mente. u nu,,o 
rcprc)e111:antc no kgi,tlll o 
c'1adual". 
O prc,idcnlc da 
Cilmar:i ~1u11il:1pal de 
'crc;1Jon.:::,. Valter l 1..-rreir.1 de 
Oliveira. nsc,irn corno a 
courdcn:,dora do encontro. 
também se posicionou a ra, nr 
<la união tlc todo, para 
ri:ckger o tlcputado c,tadu.d 
Aí) Riga ao falar que "p,isso 
afirmar que todos'" cidad:los 
de Tcrcnos reconhecem o 
'alar que Rigo lem para o 
nosso município. Temos 
dc,..:ní'ls e dczcna"'i de 
exemplos de aç.lcs dele cm 
beneficio <la nossa 
populaç:io. que ajudam a 
nossa cidade ::,e dcsen, olver 
com inclusOc, 'Oci.11 e 
escolar. Todos os que cstJo 
aqui. apóiam o deputado 
Rig,.o". alírmou o Creador 
O dcpuiado Ar) 
Rigo. i:mocionado. 
agradeceu as I ich:ranças 
afirm:indn que ~e sc111ia 
honrado cm poder contar 
com lanto, amigos apoiando 
a sua reeleição "Sahi:r que 
11c,1c município que desponta 
p:ir.i o cri:,.:imcnto 1,.-corn)mi(u 
c dcscrn oh imc11to social e 
tem pc,soas como os 
scnliorc.... qut.: lut:1111 
br: :1.mc11tc para a 
consolidação destas 
propostas, são os lideres que 
estão do meu lado. que 
caminham comigo 1h:,t::i 
c1mp:inba, (1Uc s:::i  itoritha 
porque estou cercado de 
amigos, de comp:rnh..:irns que 
querem ,t minha n:c.:lciçJo ... 
ressaltou Rigo. (,IP) 
Deputada Estadual 
ZECA 
43 131 
Pela Justiça Social 
..,Ili), I ui l , :,•.,::a 
t" t fax 
Edital ele Proclamas 
JANII I ROS.- DOS SANI OS. Ofiu.ila do Re­ 
gistro Ci d Jc,la udaJc de lkl.1 'isl:L 1S. l·a, saba a 
quantos o presente l:d11;,I Je l'rocl;mus, irem. que apre­ 
se111:1r.11n '" documenlos c,igidos pelo ar1igo 180 do 
Código Civil Brasileiro. incisos I-I-II e IV. e prctcn­ 
dem se casar 
"C,IH,OS GO:'ZALF.Z FJ:ll:' :'DES e 
Sl EI.' f,',(;l ,'DES" Jmho, brasrkiros. solie1ros. 
do111ictliaJos e res1Je111e, ne,1.1 c,d.tde; dc, funcion;i­ 
rio público estad11,1I. 11.11urJJ Je 1kb 'i,1:1-IS. filho ,k 
Deodoro l·crnJn,ks G11t1errcs e lan.1 C,onzalcz 
kreks; ela, professora, natural de Ilda Vi,ta-1S. fi­ 
lha Je :nno l'agumks e l:olaihJ Ciccre, f ;igundcs 
Se algu0111 souber ,k algum impedimento que se 
opo11ha na l'nrma da Le1. 
13da 'ist.L  IS. 19 de Jf_!<hlO de 2.002 
J,~ILDI. ROS: DOS SA:--: 1 OS - Oficiala

JORNAL TRIBUNA FRONTEIRA • GERAL 	17a 2 /08/2002 PAGINA - 11 
eputado Arroyo conquista vitórias para a população 
gora em apoca de 
pampanha o!etoral, a qui­ 
p do candidato o Deputa­ 
do Estadual Ar(0y0o, pro­ 
move reuniões quase diá­ 
rias com a população, onde 
Atroyo mostra todo seu 
vasto trabalho realizado ao 
longo dos dois mandatos 
quo vem cumprindo, Arroyo 
gosta de ouvir a população 
e debater sobre política, 
sobretudo uma atividade 
parlamentar ideal, baseada 
nos pontos fortes e fracos 
do nosso estado do Mato 
Grosso do Sul. Muitas ve- 
10s acontocom nas casas 
do pessoas amigas do de­ 
putado, em todos os bair­ 
ros da capital, que fazem 
questão de abrirem as por­ 
tas do suas casas para re­ 
ceber amigos e vizinhos 
paro ouvir e debater sobre 
politica com o amigo e can­ 
didato a Deputado Estadu­ 
al Arroyo. 
A esposa do Deputa­ 
do, a médica Drº Cida, en­ 
quanto não está de plantão 
nos hospitais da capital, 
encampa junto neste nobre 
·compromisso do promover 
o voto consciente e a ci­ 
dadania, relevando a im­ 
portância de se escolher 
um candidato com proje­ 
·tos políticos coerentes, 
que resultam em beneflci- 
os concreto pata a popu­ 
laço como um todo e não 
somente para grupos 1so­ 
lados. 
Os comícios já aconte­ 
cem pelos bairros da cap+­ 
tal e tem reurdo mut gen­ 
te interessada em ouvir o 
ntunnte pnrlamontor quo 
tanto contribuiu o contribui 
com significativas obras, 
leis, emendas, enfim, 
melhorias para o setor pu­ 
bhico e Intra-estrutura de 
todos os bairros emergen­ 
tes da capital e Interior do 
Estado. São verdadeiros 
showmicios" e a Banda 
Lilás fica por conta da ani­ 
mação destes eventos que 
têm sido um verdadeiro su­ 
cesso, agitando toda a po­ 
pulação que se reúne para 
receber o Deputado Arroyo 
num verdadeiro carnaval. 
Mesmo durante o re­ 
cesso parlamentar, Arroyo 
cumpriu uma agenda ex­ 
tensa de compromissos na 
capital o no interior do es­ 
tado, mostrando seriedade 
e coerência em sua ativida­ 
de parlamentar, sempre 
direcionada aos anseios da 
população sul-mato­ 
grossense. 
Arroyo é responsável 
pelo Decreto Legislativo 
que autoriza a instalação de 
unidades hospitalares pú· 
blicas, para o tratamento do 
dependentes químicos, 
uma vez que, no estado, 
não há uma única unidade 
hospitalar pública que for­ 
neça o tratamento médico 
e psicoteraupõt1co adequa­ 
do à população que não dis­ 
pões de recursos. O De­ 
creto foi aprovado em junho 
deste ano e representa um 
avanço sem precedentes 
na área da saúde do nosso 
estado, mais um motivo 
para comemorar, a popula­ 
ção e o Deputado, juntos 
esta vitória - "Mato Grosso 
do Sul em breve estará en­ 
tre os Estados brasileiros 
que apresentam um trata­ 
mento eficaz para depen­ 
dentes químicos, em hos- 
p" publcot do Et.ido 
U a solução concrt, pera 
tem que a sola jovens 
e fami ias de todo o pais 
ccnc'u A•royo 
A populaçuo e vtonosa 
graças ao tru ho e ser­ 
dad do Deputado e candr­ 
dato Anlon,o Cnrlos 
Arroyo. que ao longo do 
seus dos mandatos cum­ 
priu mais de 900 pedidos 
(entre indicações, requen­ 
mentos e mendas) que 
beneficiam a população. 
Os lideres comuna­ 
os e toda a população inte­ 
rssada puderam assistir e 
debater, com o depu ado e 
secretários dos órgãos res­ 
ponsaveis, em Audiência 
Pública, o importante tema: 
"a utilização dos recursos 
do FIS -- Fundo de Investi­ 
mento Social, pelas asso­ 
caçoes comunitárias de 
bairros do Estado", assun­ 
to que Arroyo defende 
como imprescindivel, pois 
se devidamente organiza­ 
das e regulamentadas as 
associações de bairro, fun­ 
cionariam como m,ni-prefe1- 
luras, conhecendo melhor 
do que ninguém. os proble­ 
mas que alligo a comunida­ 
de local. 
Mais uma vitória con­ 
quistada para a população, 
foi outra Audiência Publica 
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4DP, antes mesmo d fina­ 
hzada Audiência 
São muitas as razões 
pelas quais o Deputado Es­ 
tadual e candidato Artoyo 
devo cont,nuar na Assem­ 
bleia Legislativa. E um par­ 
lamentar acessivel à popu­ 
lação, mostra sua compe­ 
tência e experiência em 
atender a população na to­ 
talidade de suas necessi­ 
dados, que visa o progres­ 
so o o amplo desenvolvi­ 
mento p;ira o nosso esta­ 
do, e sem dúvic.Jos. Arroyo 
enriquece o cenàno politi­ 
co do Brasil. 
Fale com o Deputado 
através do site: 
www.arroyo22130ms.ca n .br. 
ou envie um e-mail para· 
deputadoarroyo'@ zpmal com.b 
■REPASSE 
Khol defende aumento 
de repasse de recursos 
à UEMS e a ampliação 
de sua estrutura física 
O candidato a go­ 
vernador pela Coliga­ 
ção Frente Trabalhista 
(PDT/PPS), Moacir 
Kohl, durante encontro 
ocorrido hoje (10.08) 
com estudantes e pro­ 
fessores na cidade de 
Glória de Dourados, 
defendeu o aumento 
dos recursos financei­ 
ros destinados à Uni­ 
versidade Estadual de 
3 Mato Grosso do Sul 
(UEMS) e a ampliação 
de sua estrutura tisica 
para que a instituição 
possa absorver os es­ 
tudantes que hoje são 
obrigados a se matricu­ 
lar em universidades 
particulares devido à 
falta de vagas. 
Acompanhado de 
sua candidata a vice, 
Luiza Ribeiro, e do can­ 
didato a senador 
Athayde Nery, Moacir 
Kohl esteve hoje em 
Glória de Dourados e 
Fátima do Sul. No pri­ 
mel ro município ele 
conversou com acadê· 
micos e professores da 
UEMS na sede da Se­ 
leta Sociedade Caritati­ 
va e Humanitária - 
SSCH. Apesar de a 
instituição possuir uma . 
grande área que pode 
ser utilizada na expan­ 
são de sua estrutura ff. 
sica, ela oferece ape­ 
nas um curso, o de Ma· 
temática. 
"Em virtude da falta 
de estrutura física, a 
instituição teve que 
abandonar a Idéia de 
realizar concurso ves­ 
tibular para a área de 
Geografia, pois não te­ 
ria como acomodar os 
alunos·. inlormou Moa­ 
cir Kohl, para quem o 
quadro poderia ser ou­ 
tro se o governo do Es­ 
tado tivesse priorizado 
o ensino superior·. 
O candidato garantiu 
que a partir do ano que 
vem a UEMS receberá 
atenção especial do go­ 
verno., "Temos que in­ 
vestir no ensino público 
em todos os niveis, in­ 
clusive no superior, pois 
desta forma o governo 
irá atender os alunos 
que em virtude falta de 
vagas nas universida­ 
des públicas são obri­ 
gados a se matricular 
em instituições priva­ 
das", argumentou. 
Kohl lembrou que 
um dos seus adversá­ 
rios vem defendendo a 
criação do Bolsa Esco­ 
la Universitária, inicia­ 
tiva que classificou 
como "uma boa alterna­ 
tiva a ser estudada". No 
entanto, disse que com 
a estruturação da 
UEMS e a ampliação da 
oferta de vagas "essa 
proposta deve ser re­ 
pensada. uma vez que 
o governo irá deixar de 
destinar recursos pübli­ 
cos para pagar mensa­ 
lidades dos alunos que 
estão nas universida­ 
des privadas e os re­ 
verterá para aplicação 
no ensino público·. 
Escolas-Pólos 
Outra proposta apre­ 
sentada pelo candidato 
é a criação das Esco­ 
las-Pólos em diversos 
municípios. "A definição 
dos cursos que cada 
uma dessas unidades 
irá oferecer será feita 
com base na caracte­ 
rística sócio-econômi­ 
ca da região onde será 
instalada", ressaltou 
Moacir Kohl. A idéia, 
segundo ele. "é ofere­ 
cer cursos técnicos de 
curta duração para que 
as pessoas possam 
conseguir emprego no 
municipio onde vivem, 
sem ter que se mudar 
para outros centros". 
Moacir Kohl estará 
amanhã nas cidades de 
Deodápolis e Novo Ho­ 
rizonte do Sul, onde 
conversa com produto­ 
res rurais, empresários 
e lideranças políticas e 
comunitárias. 
Assessoria de Im­ 
prensa da Coligação 
Frente 
■ELEIÇÕES/2002 
Zeca do PT diz que 
campanha eleitoral 
O candidato à reelei­ 
ção ao governo do Esta­ 
do da Coligação ·o Novo 
Mato Grosso do Sul, 
Zeca do PT, disse hoje, 
sábado, durante a inaugu­ 
ração do comitê de apoio 
popular do bairro Univer­ 
sitário, em Campo Gran­ 
de, que já está preparado 
para ser atacado pelos 
a man 
m alto nível 
a 
■INAUGURAÇÃO 
Zeca inaugura oficialmente Rádio 
Comunitária da Aldeia Urbana 
Logo depois de partici­ 
par da inauguração do co­ 
mité do bairro Università­ 
rio, Zeca do PT participou 
da primeira transmissão 
oficial da Rádio Comunitá­ 
ria da Aldeia Urbana 
Marçal de Souza, a Rádio 
Orno-Ti EmoO-Tt (Levando 
a Palavra), que opera na 
frequência FM 107, 1. A rá­ 
dio funciona improvisada 
em uma sala da Escola 
Municipal Sulivam Silves­ 
tre de Oliveira, que fica 
dentro da aldeia. 
Ele participou de um 
programa de entrevistas 
com alunos do curso de 
jornalismo da Universida­ 
de Federal de Mato Gros­ 
so do Sul (UFMS) e da 
Universidade Federal de 
Goiás (UFGO). Essas 
duas instituições em par­ 
ceria com a Unesco e o 
Programa DST/AlDS do 
governo federal, desen­ 
volvem o projeto de im­ 
plantação da rádio na Al­ 
deia Urbana Marçal de 
Souza e na Aldeia Bororo, 
em Dourados. 
Além dos acadêmicos 
participaram ainda da entre­ 
vista importantes lideranças 
políticas indígenas, como o 
cacique da Aldeia Urbana 
Marçal de Souza, Calixto 
Francelina. a coordenadora 
de Assuntos Indígenas de 
Campo Grande. Enir da Sil­ 
va Bezerra, e a única índia 
candidata à deputada esta­ 
dual do Estado, Marta 
Guarani (PT). O professor 
candidatos de oposição 
no horário eleitoral gratui­ 
to de rádio e televisão, que 
começa no próximo dia 20 
de agosto. Ele reiterou 
que não vai cair nas-pro­ 
vocações dos adversári­ 
os e que vai manter a 
campanha eleitoral em alto 
nível, se preocupando 
apenas em discutir pro- 
do curso de Jornalismo da 
UFMS Edson Silva também 
esteve no local. 
Zeca destacou duran­ 
te a entrevista a impontãn­ 
cia das rádios comunitári­ 
as para a população edis­ 
se que essas emissoras 
podem conviver 
harmonicamente com as 
rádios comerciais. "Exis­ 
te espaço tanto para as 
rádios comunitárias quan­ 
to para as comerciantes·, 
opinou. 
Ele lembrou ainda que 
durante os três anos e meio 
de sua administração o go­ 
verno do Estado destinou 
aproximadamente AS 200 
mil para as comunidades 
indígenas através de Pro­ 
gramas como Chere-tã, 
para a compra de sementes 
e insumos agrícolas, máqui­ 
nas e em políticas de desen­ 
volvimento. 
O candidato petista re­ 
latou ainda que encaminha­ 
rá a sua esposa e coorde­ 
nadora do Conselho de 
Gestão Estadual das Polit­ 
cas Sociais (Cogeps), Gil­ 
da Maria Gomes dos San­ 
tos (que também participou 
da entrevista) a reivindica­ 
ção das lideranças comuni­ 
tárias da Aldeia Urbana 
Marçal de Souza, que que­ 
rem uma sede própria para 
a rádio, que tem um alcan­ 
ce aproximado de 20 qu1lô­ 
rnetros, atingindo toda a 
área da aldeia, onde moram 
1 .050 índios da etnia terena, 
o a região. (A 1) 
postas para o governo do 
Estado. "Não vou entrar 
nesse jogo·, frisou ele, 
prevenindo a população 
quanto a baixaria dos ou­ 
tros candidatos, 
-~ O evento contou com 
a participação de aproxi­ 
madamente 400 pessoas. 
entre lideranças políticas. 
militantes e moradores da 
região. O candrdato à ree­ 
leição adiantou ainda que 
nos próximos 40 dias es­ 
tará inaugurando 13 mil 
comitês de campanha em 
todo o Estado e que a par, 
tir da próxima semana au­ 
menta o número de visitas 
aos bairros da Capital, 
onde pretende realizar di­ 
versas caminhadas. 
Zeca do PT participou da prime!ra transmissão oficla! da Radio 
Comunitária da Aldeia Urbana Marçal de Souza 
.,

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Bela Vista 17 a 24 de Agosto de 2002 
-------------------------=--------------, 
PAGINA· 12 
Email: humbentoframos@ bol.com 
Pais que se destacam 
Sr. Otlilo11 Leite pai tia IJ11d1í e Mario Marcos 
(na foto com seu neto Fernando). 
[l,, a.ao· 
Sr. fro Sartori pai de Jánio (que está na foto), Jane, 
Janete e linho. 
Dr. Renato 
de Souza 
Rosa pai 
do Felipe, 
Renata e 
das gme­ 
as Laura e 
Luiza. 
Dr. 
Gustavo 
Boccia 
pai:;iio do 
Rafael 
Gustavo. 
Intimidades 
Cecília Moraes 
I- Uma viagem inesquecível? 
R - Hotel La Siesta Ponta Porli. 
2 - Um lugar que gostaria de co11hecer? 
R - Femando de Noronha. 
3 - Seu perfume predileto? 
R - Escada. 
4 - Sua comida Predileto? 
R - Camarão. 
5 - Um livro e 11111jilme? 
R- Livro - Pássaros Feridos. 
Filme - O Sexto Sentido. 
6-0que significa Deus para você? 
R- Quem o tem vive mais 110 terra e nos 
céus. 
7- Uma mensagem! 
R - Vivam respeitando, que o direito de uns 
começam, onde acaba o dos outros. 
8-De Ceei/ia Moraes por Ceei/ia Moraes? 
R - Que eu encontre a paz. 
Destaque 
Pam Victor Hugo, Naza e a pontaporanense Denise 
Beckmann que esteve visitando nossa cidade. 
Refletir 
O amor que damos é o rí11ico amor que guar­ 
damos. 
O trabalho irá esperar enquanto voce mostra 
às crianças o arco-íris, mas o arco-íris não espe­ 
ra enquanto você está trabalhando. 
Nós não aprendemos nada com nossa experi­ 
ência. 
Nós só aprendemos refletindo sobre nossa ex­ 
periência. 
Histórias podem ensinar corrigir erros i/umi­ 
nar o coração, fomecer um abrigo psicológico, 
promover mudanças e curar feridas. 
Candidato a Dep. Estadual Bonelli, ele que foi secre­ 
tário da Fazenda e Planejamento na prefeitura de Ponta 
Porã, mo­ 
ralizou e 
ajustou as 
contas pú­ 
blicas do 
m1111icfpio. 
colocando 
os salários 
dos sen•i­ 
dores mu­ 
nicipaisem 
dia. agora 
ele deseja 
se empe­ 
nhar para 
melhoria 
do estado. 
na a.sscm• 
bliiadoes­ 
{d.1 
Flagrantes do aniversário de 
06 anos do pequeno Fernando 
Aniversariante. 
No descontraído momento dos parabéns. 
r--.. 
Cristina, sua avó Dorinlza, Nagela, Xary e este 
Colunista 
- Estojo Connexioll - 
R$ 44,50 
- Estojo Portinari - 
R$ 62,25 
- Estojo Dimitri - 
R$ 46,75 
- Estojo Acqua Bras,1is - 
R$ 39,50 
- Estojo 111sensatez. 
$<' 50 
•