ANO JO - Edição: 2.242 f-mil: tribuna :atzonet.com.br 24a 31 d 
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BELA VISTA. JARDIM. CARACOL. GUIA LOPES DA LAGUNA - NIOAQUE - BONITO E PORTO MURTINHO 
•JUOICIAíllO 
,, ..... ,. 
••••••••• 
11n 1. 11111 
A promotora de Just+.a 
Luanado Amaral Rabelo, 
procedente da cidade de 
Calinda, está de sde odia 
19de agosto como titular d.a 
Pomotoia de Bela Vista, em 
caráter definitivo.Ela exer­ 
ceu o cargo anteriormente 
nas idades de Amambai e 
Costa Rica. 
Luci:ma l{alx:lo é natu­ 
ral <k Ca111po Grande, 
prestou o concurso para a 
Promotoria no 0110 de 
1999 e cxc1rc a função 
dc,dc 12 de novembro do 
mesmo ano. lnicialrm:ntc 
trabalhou durante um mês, 
na apital do Estado: pos­ 
ter rente foi designada 
para a cidade de Costa 
Rica, onde permaneceu 
~rum ano e.: meio, atcn­ 
Sendo também a cidade de 
hapadão do Sul. 
t,. .. · lnicialmcme ela atcn­ 
derá uma vez por semana 
1 cidndc de Bonito. onde 
não há promotor designa- 
do definitivamente.musa 
idade de Bela Vista terá 
maior tempo, onde as au­ 
dit'nci as poderão ser 
mareadas diariamente. 
LUia a zaca se a■acl 
comício em Campo G 
1111 MEIO AMBIENTE 
Bela Vista te ., .. 
projeto para 0 
reflur Ili 10 
f·· O bachnr<!lando Jorge 
de Souza Mareco apresen- 
ou ao prcfci10 de Bela Vis­ 
ta, Geraldo Pinheiro 
Murano (PDT), um projeto 
sobre reposição llorc. tal na 
'faixa de domínio das rodo­ 
vias e ferrovias de Mato 
'Grosso do Sul. Segundo 
ele. a monografia é de suma 
1.111,portãncia parn manter a 
qualidade de vida dentro de 
rum meio ambiente suuclávcl 
: equilibrado. Mareco foi 
destaque no inicio do ano 
~
• níveis cst:1dual e nacional, 
uando defendeu a tese na 
ngran. 
Em Bela Vista. será uti­ 
lZ:ldo o bambu nos corre­ 
ores de acesso às rodovi­ 
as. "Com isto. as pessoas 
tcr.1o a oportunicbde de vi- 
ajar desfrutando da sombr.1 
e da natureza, que precisa 
ser preservada", comentou 
o prefeito MurJno. Cópias 
do projeto já foram envia­ 
das a Superintendência do 
lbama e Conama. em 
Br.i:;ília. através de tX)ltisi­ 
çilo do próprio lhama de 
Dourados. A prefcitur.ide 
Bela Vista, em parceria com 
a Associação São P:ttrício, 
está fazendo o trabalho de 
reflorcst:imcnlo das mar­ 
gens do Rio Apa (cerca de 
35 Km). com utilização de 
bambu e arvores nativas. 
Segundo Afonso Garcia 
Leite. c;,t;io sendo distribu­ 
das cerca de 10 mil mudas 
frutiferas para as a,,socia­ 
ções de bairros do Apa. 
Roubos da valculos em Bela li ...... ._ .... -_. 
------ -- Barreiras são indispensáveis 
Pedro Pedreira 
Mais um roubo de veícu­ 
lo cm Bela Vista, desta feita 
uma Toyota. cabine dupla, de 
propriedade do produtor ru­ 
rnl Adhemar Gocloy. que es­ 
tava sendo dirigida por sua 
Mlareio e Deise atende 
menores em Jardim 
O maior problema cncon­ 
trado pelas famílias de baixa 
renda. é o hor.úio de trabalho 
ddcs. Nesse pcrioclo, os filhos 
ficam sozinhos e sem oricnta­ 
ç:1o e muitas vezes na rua. Com 
o objetivo de sanar essa ne­ 
cessidade, for.,m criados o 
Centro Múltipolo Uso Nossa 
Gente e Casa do Garoto, liga- 
Rigo reúne 15 mil pessoas 
em comícios no interior 
Os três comícios realiza­ 
dos pelo deputado estadual 
Ary Rigo no último final de 
semana cm Jardim, Nioaque 
e Bela Vista. contarnm com 
mais de 15 mil pessoas que 
foram apoiar e ouvir as suas 
propostas políticas como can­ 
didato à reeleição. Em Jardim 
as lidernnças locais que co­ 
ordcnar.1111 a realização do 
evento, além do apoio ao de­ 
putado Ary Rigo. também 
convidaram o candidato a 
deputado federal Vander 
Loubct. que ji vem receben­ 
do apoio de líderes políticos 
e de vários segmentos sociais 
daquela região. 
Cerca de cinco mil pes­ 
soas da cidade de Jardim fo­ 
r.un ao comício levar apoio 
aos candidaros à reekição. 
esposa. Jane Melo Gocloy. O 
roubo foi cm plena luz do dia, 
hora do almoço, cm frente a 
residência do casal, numa 
acintosa manifestação de ou­ 
,adia e scgur.inça. 
Por este e por outros 
dos a gerência de Assistência 
Social cm Jardim. onde estão 
sendo alendidas atualmente 
448 menores. sendo que 376 
são beneficiários do Programa 
de Erradicação do Trabalho 
(PETI). n.--ccbcndo uma bolsa 
mensal de RS 40.00. n,-cebcm 
aind:i alimcntaç::io e unifonnes. 
Página 6. 
deputado Ary Rigo e à Cã­ 
mar Federal Vandcr LoubcL 
O vice-prefeito Paulo José 
Corrêa, os vereadores 
Ronaldo de Andréa e Olavo 
Corrêa. o o presidente do 
ldaterra. Sandro Fantini, es­ 
tiveram presentes no comício. 
Página 7 
motivos (tr.í!ico de droga,, 
proliferação de marginais cir­ 
culando pela fronlcirn. veícu­ 
los irregulares) e que solici­ 
tamos ao ,cnhor Governador 
do Estado. Zeca do PT. a 
REATIVAÇÃO DAS BAR­ 
REIRAS da Água Amarela 
(rodovia Jardim-Bela Vista), 
ESTRELI HA Bela Vista a 
Sábado (24/8). na rua 
Barão de Ladirio. praça 
Roscane Collor foi realiza­ 
do o maior comício desta 
campanha 2002. 
M	A o Groo do Sul r 	' u 
no ultimo ha 2I um com io 
hrtórco em Campo Grande. 
Com a preena do ca dda 
to a Presidente da Republica 
Luts Inácio Lula da Salva, o 
lCtlll) 11:IITUU <JjllJIJJUÜ IICTl 
te 50 1il pessoas na Avenida 
Fernando Corre ada Costa no 
centro da Capital A fe ta, qu 
contou amnd.a com um show da 
dupla sertaneja Zezé DI 
Cam.trgo e Luc1.1110. m.11 c,1 a 
segunda fase da campanha de 
Zeca do 17T pc!J recku,.ao c111 
Mato Grosso do Sul O PT 
organizou caravanas do interi­ 
or e trouxe 70 ôrnbu, p.u.1 
Campo Grande. 
l'ágina J. 
Ponta Porã) e Tupã (fardim 
a Porto Murtinho). fasas 
barreiras. quando funciona­ 
vam. impediam não só o rou­ 
bo de veículos, mas, tam­ 
bém, a livre circulação de 
marginais e, cículos irrcgub­ 
res. Após a desativação, 
reiniciou se a ação livre e 
ousada dos marginais. 
Roberto Ore 
popularidad® 
Governador. o pcl o de 
Bela Vi,ta, Jardim. Porto 
Murtinho. o povo da fron­ 
teira, exige providênc1.1,. 
Ma, é preci,o que se equi­ 
pe a Polícia. de condições 
aos policiai, militare, (di,í­ 
rias, armamento, etc) para 
que possamos trabalhar e 
viver em paz. 
A coordenação da cam­ 
panha do deputado sentiu-se 
realizado com os trabalhos e 
a aceitação do deputado jun­ 
to à população. 
Orro, ficou sati,fcito 
pelo n:conhecimemó da po­ 
pulação de Bela Vista aos 
seus trnbalhos como parla­ 
mcntar. Isto sem falar d., sua 
posturJ política que rcpre­ 
se n ta. com ética e 
rnor.iliclade. 
A dobrJdinha .1urilo 
Fcder.il e Orro estadual cm 
nossa cidade com certeza 
scr.í fort:ilccida e rr.ir.í gr.m­ 
clc realizações com sua elei­ 
ção. não esquecendo que é 
preciso eleger a goverrudo­ 
ra Marisa Serrano e os de­ 
rmis companheiros. Serra­ 
presidente e Ramez e Pedro 
senadores.

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Opinião 24 a 31/08/2002 
PAGINA- 02 
As APAES são inclusivas 
• MAíllA Dr LOUílDE', rrníl[IRA WJS 
mente em toda as esferas 
educa.i0na+$, a questão da 
inchuuo da pessoa portado 
ta de netess/dato, espetci­ 
is "preferencialmente" no 
ensino regular, omo deter. 
minam as diretrizes e [ase5 
da ducaço Nacional. 
A t6mica da questão é in 
teressante, importante e ne 
tcesra, no entanto, vem 
acompanhada de uma série 
de compluxltJadcs que pro­ 
clsamn ser olhadas de tren­ 
te, com determinação, mas 
com a erteta de que as gran 
dos ,nudnnçus nDo ncontc­ 
cem da noite para o dia. 
Neste sentido, convém 
lembrar a "Declaração de 
Solonu1nco", confo,Oncla 
mundial que propôs uma li­ 
nha de ação sobre necessl­ 
dados educAlvns especiais. 
promovida pelo Mlnlstôrlo da 
Educação o Cléncln do 
Espanha e pela Organização 
dos Noções Unidos para a 
Educação, Clilnclu e Cultura, 
em Junho de 1994. 
Discutiu-se naquela reu­ 
rrião, fundamentahncnto, o 
conceito de uma ·sociedade 
sem barreiras·, permitindo 
Iguais direitos e oportunlda• 
des às pessoas, Indepen­ 
dentemente de condições fi. 
slcas, mentais e sociais. 
O resultado foi uma am­ 
pia caria de Intenções assl­ 
nada por todos os países 
que se fizernm presentes. A 
recomendaçào mais Impor­ 
tante foi a de que cada pais 
analisasse profundamente 
as suas estruturas governa­ 
mentais, sociais e educaci­ 
onais e a partir dai elaborar 
um projeto de atuaçào. 
Nesses quase dez anos 
de lançamento da educação 
Inclusiva, as primeiras expe­ 
riências contextuais estão 
sendo avaliadas e a conclu­ 
são a que se chega é a de 
que existe uma 
multiplicidade de condições 
para quo a Inclusão se efeti­ 
ve: polillcas públicas ade­ 
quadas. a consciência de 
que a escola enquanto lnstl- . 
lulção precisa estar prepa­ 
rada tanto tisica' qüanto 
pedagógicamente para rece­ 
ber o ·novo aluno· cm seus 
quadros. O aluno portador de 
necessidades especiais re­ 
quer uma atenção especial 
voltada para as suas própri­ 
as diversidades. O respeito 
às suas diferenças é funda­ 
mental e somente • a cora­ 
em e a determinação do 
educador·, não sào suficien­ 
tes, se ele não puder contar 
com um grupo de apolo 
lnterdlsclpllnar nas áreas psi­ 
cológica, de assistência so­ 
cial, de saúde, de cultura e 
de lazer. 
A Idéia de Inclusão está 
percorrendo os palscs, os 
continentes e as culturas cm 
geral, mas o que se obser­ 
va, é um esforço de nature­ 
za mais contcmplallva do 
que decisória. Isso porque as 
Idéias, os projetos, as reso­ 
luções. sofrem a interven­ 
ção de uma variedade de 
causas e efeitos, suscetl­ 
veis de mudanças continu­ 
as. 
O modelo brasileiro de 
Inclusão social e educacio­ 
nal cstà dando os seus pri­ 
meiros passos: toda a soci­ 
edade está convocada para 
opinar, dar sugestões e am­ 
pliar as perspectivas de mu- 
danças {Estudiosos e e» 
clistas na ra educo 
nal rrem suas opunóes. 
Politicos e leg!adores ta 
1em o mesmo. Diretores, pro 
fesores e coordenadores de 
sco!as debruçam se sobre 
a questão, no afã de encon­ 
trar meios que possam 
ajudá los a construir uma es­ 
cola mais hurnanuantc. 
Os rnc.105 óo comunlco­ 
çào estão apostos com a 
questão da deficiência. De­ 
flclentns ou (portlldor s de 
necessidades especiais) par 
tIipamn de novela, aparecem 
na coMlçào de funclon/lríos 
contratados para o setor do 
trabalho, como qualquer ou­ 
tro cldad, o, dando mostra de 
seu valor e da sua compe­ 
téncia, do seu bom relacio­ 
namento social e do rigoro­ 
so cumprimento de suas 
obrigações. Disputam a pre­ 
feréncia das empresas pela 
sua qualidade de trabalho· 
suportando uma grande con­ 
corrrlncla, p la falta de em­ 
prego cm geral no pais. 
Dizer que existe um es­ 
forço e urna meta o serem 
alcançados, conduzindo o 
deflclento o mais próximo 
poss!vel da ·normalidade" 
ou do comum das demais 
pessoas; é urna realidade, 
assim como tambêrn é no­ 
tórla a contribuição de entl• 
dades não governamentais 
ao processo de desenvolvi­ 
mcnto da pessoa com neces­ 
sidades especiais. 
Neste contexto, emer­ 
gem as "APAEs" ou Associa­ 
ções de Pais e Amigas de 
Excepcionais. cuja missão 
fundamental é a de • promo­ 
ver e articular ações de de-­ 
lesa de direitos, prevenção, 
orientações, prestação de 
serviços, apolo à familia, 
direcionadas à melhoria de 
qualidade de vida da pessoa 
portadora de deficiência e à 
construção de uma socieda­ 
de Justa e solldárla". Isto sig­ 
nifica fundamentalmente, 
mudança de atitudes! Dese­ 
ja-se, portanto, que as pala­ 
vras não sejam Jogadas ao 
vento das paixões através 
d julgamentos apressados 
e de rumores velados, negli­ 
genclando o trabalho dessas 
Instituições e dificultando a 
sua atuação, quando na ver­ 
dadc, as ·polltlcas publicas· 
deveriam Incentivá-las a 
cumprir o seu papel de "par­ 
cerias·. com larga experiên­ 
cia no campo educacional e 
assistencial. 
O que se deve esperar 
da escola pública é que ela 
garanta não apenas o "aces­ 
so·, mas, também, o ·su­ 
cesso· no atendimento a cri­ 
anças, Jovens e adultos com 
necessidades educativas es­ 
peclais. 
Nào resta a menor dúvl• 
da. portanto, de que as 
APAEs são verdadeiramente 
"Inclusivas·, desdobrando o 
seu sistema gerencial e so­ 
bretudo. sensibilizando a so­ 
ciedade pela ·causa do por­ 
tador de deficiência". redu• 
zlndo preconceitos e ativan­ 
do a partlclpaçào direta da 
familia no contexto da esco­ 
la que é oferecida aos seus 
filhos. Caberá aos pais o di­ 
relto de escolha. 
• Maria do Lourdes 
Ferreira l/ns, Historiadora 
e diretora Administrativa 
da APAE de Caarapó. 
Diretores: 
hva'do Pereta 
Vctor Hugo Vlasquez Pereira 
Mana Eela Ve'3quez Perera 
SUCURSAIS 
Porto Martnh, Jardim, Caracol, 
Antro /Mc e (komt3 
#ept»titio da. Ia tuatanta o triopto.Mg-737gg4gç4.42 
lote e ao ate haa o Roa a it,_ gane4.n 
FUI.ado: ADJORI • ABRAJORJ 
Influência da economia 
na direção, do voto 
DAIRO ctuo P[RALTA· 
A!rvs destes art sob 
jetwvos, ires abordar, nas pr0nu 
mas semanas qu ar'eedem 
o pleito eleitora! deste ano, al 
umas reflexões que perrreiam 
o debate entn 0s e9t0d0s0s 50 
bre comportamento te torat 
Neste primeiro artigo ir+i 
tratar de uma distinção bsica 
entre duas teorias sobre econo 
mla e a,r ção do oto. 
Na 1
1 twtJa, os cidadãos 
votnm tf:troS>pccuvnmente, de 
acordo com sua percepção do 
desempenho do atual governante 
na economia. O eleitor decide, 
como um juiz, se deve ou nào 
con' inuar no governo, sendo a 
avaliação positiva, vota no 
governante ou em seu candda 
to, sendo nega 1va, 1i'Ota na opo­ 
sição. 
A 2
1 
teoria considera Que 
os eleitores votam 
prospectivamente. Para os de 
tensores dessa teoria, os elei­ 
tores tem certa expec.tatJva so­ 
bre as ações que determinado 
pnrtldo e/ou candidato, uma 
vez no poder, dever tomar., Se 
considerarem que essas ações 
serào positivas. o eleitor vota 
neste partido e/ou candidato, 
caso Imaginem que serão pre­ 
judiciais aos seus Interesses, 
vota em outro, 
Essas são as premissas do 
voto retrospectivo o prospectivo 
Entretanto, o quadro 
cognitivo do eleitor é bem mais 
comple,o. Os dois tipos devo­ 
tos não são mutuamente 
excludentes, um eleitor podc 
agir retrospcctlvamente e 
prospectivamente ao mesmo 
tempo. 
Ê necessârio aqui, ressal­ 
tar que como se t.Iata de anâll­ 
sc, os estudiosos dessa ques­ 
tão tomam cm conta casos ou 
tipos Ideais de ele,tores. 
Inúmeros estudos sobre 
t 
cas d 
6tare 
netes° 
conste, raciona rte oro 
rtada 
f claro aut os eleitores 
possuvm principios, intorm 
ção, rorahdade e interesses, 
mas não de forma ex!r ma, 
elatorada, compreensível e de 
talhada, assim como conceti 
da pelos anatistas deste tera. 
Nos estudos realizados so 
b•e o caso b-ras leoro a•nda não 
hA um grande acúmulo de da­ 
dos sobre a mlluéncld da ava1,. 
ação que o eleitor faz da eco 
nomia na d1reçao do vo o. mas 
podemos afirmar que as princl 
pais questões anallsadd1 ,erc 
rem se ao Impacto das seuin­ 
tes condlçõe5 económica,: um­ 
da per capta, ptvços, indice de 
custo de vida do consurnldor. 
salârlo real, salário 
deflac1onado pelo custo de v-da, 
e é claro, desemprego. 
Com esqas colocações pre­ 
liminares, pode se abstrair que 
o resultado eleitoral não ê Irra. 
clonai, aleatôrlo, produto da f­ 
delidade parUdtlria , hGU,tos. ou 
retórica de campanha e 
marketing. 
Conclui-se que no debate 
entre essas Idéias, o principal 
componente na explicação do 
resultado eleitoral são as van­ 
veis económicas, Isto é, 
melhorias na economia favore­ 
ceriam os candidatos do parti­ 
do governante o o decllnlo eco­ 
nómico beneficiaria a oposição. 
• SOCIÓLOGO E SUPE· 
RINTENDENTE DE CAPTA· 
ÇÃO DE RECURSOS DA PRE 
FUTURA DE DOURADOS 
Beatriz Figueiredo, 
estudante 
A Escola tem a finalidade es­ 
pecifica de educar, Isto é, a prà 
tica pedagógica ocorre na prt,U. 
ca através da relação entre Estu- 
1uantcS C Profcssorés. ' 
AMm disso, debates cm sala 
de aula oferecem a oportunidade 
única de aproximar pessoas de 
diferentes classes sociais. Por 
exemplo. estudei em uma tradi­ 
cional Instituição de ensino de 
Dourados. 
Entre os membros do corpo 
docente é possivel destaca, a 
parUclpaçào dos professores de 
História, Valdeir Justino e de In­ 
glês, Maria José de Toledo, a 
Zczé. 
Foi um portado multo fértil 
no plano Intelectual. uma vez que 
varios livros e apostilas são con­ 
sultados. Inaugurada na década 
de 70, a Escola Reis Veloso mar­ 
cou toda uma geração preocupa­ 
da exclusivamente cm aprender. 
O processo de aprendizagem 
naquela Escola ocorre de forma 
lndMdual ou coletiva, Isto é, atra­ 
vés da formação de grupos de 
trabalho e an.'llise de livros e apos­ 
tllas. • 
Foi cm grupo, pois, que co­ 
nheci Beatriz Figueiredo, a Sia, 
como era chamada pelos cole- 
gas em sala de aula sempre foi 
muito admirada por causa de seu 
espírito de companheirismo e 
compreensão. Dingida na época 
pêlo Professor Júlio Furlanelo 
Belucci, aquela Escola contr1bul 
de forma decisiva para o desen­ 
volvimento de Dourados â medi­ 
da em forma mentes lúcidas que 
mais tarde se Integram a0 mer­ 
cada de trabalho e, por extensão, 
estão à serviço do desenvotvimen 
to. 
A evasão escolar não é uma 
questão localizada à medida em 
que ocorre em pequena ou gran­ 
de proporção em todo o pals. 
Pessoalmente sempre tive 
consciência de sua gravidade. 
Assim sendo. busquei o ca­ 
minho da sa1a de aula, o que sig­ 
nifica um contato mais homogê­ 
neo com os Professores e estu­ 
dantes, também preocupados em 
obter a formação intelectual. Nes 
se sentido, Beatriz Figueiredo é 
um belo exemplo. 
• Junlo Chere • de Araújo 
é Bacharel em Comunicação 
Social, com hab/lJtaçDo cm Jo,-. 
nall.smo, formado pela Un/vcrsJ. 
dado do Valo do Rio do.s Sinos 
- UNISINOS -- RS. 
Segurança pública 
uma toa segurança 
O que !erros por aqui? T 
mos, pratcarente, 1odas as tor 
,8s policias repores {adas m 
Trés La0as A Polua Fed»ral, a 
Policia Cil a Polca M 'ar e0s 
adendos de todas las, {as 
coro: Policias Rod0ovar .a M tar 
e Federal, o Serviço Reservado 
da Poli, Mttar, a Polca Fo 
r stal. 
Cabe lembrar aue anda t 
mos em noss,1 c,dade todos os 
representantes do Poder Judcà 
rio. Ternos varas da Justiça Es 
tatua!, Federai e do Trata/to. 
Corno pode ver o cidadão, 
estamos mu to bern guriffif...ot1dos 
em matéria de instituções poli­ 
Cims e Jud,c10 s Instaladas na C 
dade e, no entanto, a 
criminalidade vem anhando ter 
reno, aterronzando as pessoas de 
bem e criando traumas 
lrreparâ·,els cm v.ttmas de assal 
tos e violéncl8 urbana. 
O que está raltando? 
MotJvaçJo, comanda unifica 
do. coordcnaçAo, e - é claro - 
VERGONHA NA CARA. 
Corno foi dto no inicio des 
te texto. é a soma de pequenas 
coisas Que 1râ compor esse ne­ 
cio que se convencionou cha 
mar de SEGURANÇA PÚBLICA. 
Para que não se d·g,a Que, a 
partir de agora, o texto vai virar 
uma espécie de SAMBA DO CRI, 
OULO DOIDO, precisamos rac,~ 
cinar juntos: 
É bom dentar bem claro que 
todo este aparato público 
d,spombll,zado para TRÊS LAGO­ 
AS, e que não é pequeno nem 
barato, é pago pela população. 
Não é favor nenhum do governo, 
seja em que nlvcl for, cuidar para 
que as pessoas de bem possam 
exercer o seu direito de ir e vr 
sem estarem ameaçadas em sua 
segurança por uma minoria de 
marginais. 
Quem paga todas as despe­ 
sas. desde o arroz com feijão. 
vestutmo, farmbcia e, atê mes­ 
mo a cerve1mha de TODOS que 
possam ser classificados como 
FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, é o 
povo. E com dinheiro arrecadado 
do ~vo que são pagos o saltino 
de Ju!zes. promotores, delega­ 
dos, coronéis. tenentes, sargen­ 
tos. soldados. agentes. investi­ 
gadores e demais serventuânos 
do aparelho judiciário/policial, 
seja ele estadual ou federal. 
Também é o povo quem arca 
com o custeio do prefeito. vice­ 
prefeito, vereadores, secretános, 
mata-mosqurtos, telefonistas, fis 
cais e todos os demais 
scrventuáríos do poder público 
municipal. 
É também o povo que paga 
a conta dos funcionânos Que t.ra­ 
b a lha m na maquina 
arrecadadora. Desde aquele que 
trabalha em gabinetes refrigera­ 
dos até aqueles que ficam na pis 
ta nos postos de fiscalização. 
Aqueles funcion~nos que tra­ 
balham acobertados por outras 
SIGLAS tais como !AGRO. 
DERSUL, SANESUL, SUS etc. 
tundos par a adqunr equiparen 
tos mas sofisticados, que per­ 
minam ftna a bardd, «em em 
o,ão. Urna policia amr Dental sob 
ameaça de despejo. A neces a 
dade de a prefeitura arcar com 
despesas que $eram do estado 
para poder garantir um minirno 
de operacionalidade para esse 
bando de esfarrapados. Segun­ 
do pudemos apurar, uma Blatet, 
destinada para nossa cidade, jà 
chegou aqui "depenada" p0s, 
além do rdo fo ela de vena pos 
suur em sua equipagem mais um 
jogo de rados portáteis. Dai ela 
vir equipada com um carregador 
de batera para poder alimentar 
esse conjunto que munto facilita 
a comunicação entre os membros 
de sua gUam1çào durante uma 
operação. Pergunr.ar n..JO o'~nóe: 
por acaso esses rad1r.hos foram 
vendidos para, com o fruto da 
venda, ser possivel adeswvar 
todas elas com a 1rasc de cunho 
ele orelro: GOVERNO POPUlJR 
DO MATO GROSSO DO SUL ? 
Outra perguntinha: não toi o Go 
verno Federal que pagou per to­ 
das essas viaturas e pelos arma 
mentas? 
Como fica o moral da tropa 
que. em sua marona absoluta, é 
composta por homens Integres. 
excelentes chefes de familia. ven 
do toda essa seQúCncia de 
desmandos? 
Temos visto, também, um 
prefeito que. de certa forma, 
colabora para baderna, a SEGU­ 
RANÇA PÚBLICA. Senão veja­ 
mos: é o contubêrnio da fiscah 
zação da prefertura com comer­ 
cantes que ocupam calçadas de 
forma Irregular fa.renoo velf1os, 
cnanças e deficientes fisicos ar­ 
riscarem suas vdas andando pelo 
meio das ruas. São propnettin­ 
os de lmôve1s que não fazem e 
não zelam de suas calçadas. 
Quem passar pela A. Cap. 0tinto 
Mancini, do quartel até ao Cristo 
verá o descalabro aqui apc,rr:.ado. 
Além disso tudo, temos ou­ 
vdo falar da conivência de polci 
as que mantém a marmna!idade 
infoonada de todos os passos que 
serão dados pela corporação. Te­ 
mos. também. visto fiscais do 
Estado que ficaram ricos do dia 
pra noite sem nunca terem 
ganhado na lotena. como foi o 
caso daquele sortudo João Alves. 
Com isso tudo somado. est.á 
gerada a INSEGURANÇA PÚBLICA 
que aqui se instalou com o apo,o 
irrestnto de todos os POOERES 
acima crtados. Ficou dficl sepa 
rar o joio do trigo. Drfdhmo! 
• O Duto, ó empresário cm 
Trés Lagoas - email: 
domqulx otedelserrado 
cibest.com.br 
Regresso do Encontro 
Estadual Sul-Mato­ 
Grossense de Professores 
Formadores dos programas 
do Ministério da Educação: 
PCN cm Ação - Parâmetros 
Curriculares Nacionais em 
Ação e o PROFA - Progra­ 
ma de Formação de Protes­ 
sares Alfabetizadores, es­ 
tes programas visam me­ 
lhorar a qualidade do ensi­ 
no fundamental brasileiro. 
partindo do principio da for­ 
mação continuada. O even­ 
to aconteceu na maravilho­ 
sa cidade de Bonito de 14 
a 16 de agosto de 2002. 
O encontro contou com a 
participação de quatrocentos 
educadores, dos oltos Pólos 
dos Programas constituídos 
no Estado. Também deram 
brilho ao evento, a presença 
de trinta e três Secretários 
Municipais de Educação e os 
representantes da Secretâ:ia 
Estadual de Educaçào. 
o Pó!o de Navirai, compre- 
e ndldo pelos municípios de 
Naviral - No11a Andrad1na - 
ltaquirai - Taquarussu - Tacuru • 
- Novo Honzonte do SUi - An­ 
gelica - hnhema -- Deodápo!is 
- Sete Quedas - Eldorado - 
lguatemi - Japorã e Jutl, pra­ 
sentes no encontro. assim 
como os demais PO!os. monta­ 
ram um be!o estllnde com ira- 
El°eições e Educação!!! 
PROFESSOR CIRO JOSÉ TOALDO
1 
balhos realizados junto aos 
seus respectivos municipios. O 
Pólo naviraiense, destaque no 
evento, solidificado, graças ao 
engajamento, lm.estimento e a 
crença que prefei1os. secretá,;. 
os de educação, formadores e 
coordenadores tiveram nos pro­ 
gramas dos PCN e PROFA do 
MEC. Com satisfação registra­ 
mos a presença. nesse encon­ 
tro de Bonito, dos SecreArios 
Municipais de Educação. mem­ 
bros do Pólo de Naviraí: lracilda 
(Deodápolis). Luis (Eldoraoo). 
Sérgio (Juti), Luis Sampaio 
(Nova Andradina) e Rui 
(ltaQuiraí). 
Um momento emocio­ 
nante do encontro foi quan­ 
do quatro POios. através de 
seus Secretârios Municipais 
de Educação. explanaram os 
impactos que o PCN em Ação 
e PROFA promoveram nas re­ 
des municipals de Navlral, 
Três Lagoas, Anastácio e 
São Gabriel do Oeste. Na 
oportunidade. tive a grata e 
honrosa satisfação de. 
como Coordenador Geral 
dos PCN em Ação do Pólo de 
Navirai, representar a Geren­ 
te de Educação e Cultura de 
Navlrai, Oagmar Santelll. 
Sem sombra de dúvidas, a 
vida ograclou-me. pois. na­ 
quele momento colocava ao 
grande público as transtor- 
mações que estes progra­ 
mas trouxeram aos profes­ 
sor navlralense. prlncipal­ 
mente, a reflexão da prâtica 
em sala de aula. Após asco­ 
locações dos representantes 
dos 4 Pólos. reaHzo1.rse uma 
grande mesa redonda. com 
a participação dos 33 Secre­ 
tários Municipais de Educa­ 
ção, mediada pela represen­ 
tante da Secretaria de Edu­ 
cação Fundamental do MEC/ 
Nacional, Nelde Nogueira e 
pela Coordenadora do PCN 
em Açào/MEC/MS, Eliane 
Greice... Num debate proficuo 
e na busca de sanar dúvi­ 
das foi possTvel perceber 
0 
comprometimento dos Se­ 
cretários com o PCN em 
Ação e o PROFA. Inclusive, 
os Secretários assinaram 
0 
'Manifesto de Bonito'. soJl-­ 
cltanao da UNOIME 
ASSOMASUL e MEC a conti­ 
nuidade dos dois Prgramas 
Junto aos Cendidatos :i Prn.. 
slden1e da RepObl,ca. - 
Vivemos no ano e!e;tora 
e o pleito oe 06 oe outubro. 
esta próximo. Dentre s muL. 
tos aspectos que devemos 
ficar em alerta, creio que a 
educação deva ser um dos 
destaques. Pensemos um 
instante: que propostas o 
candidato que escolhei a 
a meih 
nosso pais? Esse candidato 
apresenta programas que in 
centivem os educadores a 
~uscar uma educação de qua­ 
idade? preciso Se conven 
cer. a educação deve ser uma 
das &randes prioridades para 
0 
desenvctvimento do Brasil. 
Os programas dos PCN em 
Ação e PROFA não deven­ 
am ser descartados com a 
vltóna de um candida:o. não 
aliado ao atual governo. Es­ 
tes programas não de, e riam 
ser extinguidos. Pelos bons 
resultados que estes progra­ 
mas apresentaram no Pólo 
de Navirai, penso que eles 
deveriam continuar. - 
Caros leitores/c!e,tores. 
Tenham convicção e ampla 
vsao na hora de colocar seu 
voto na urna eletrônica e. 
Pensem na educação de 
seus filhos, Candidatos. te­ 
nham consciência que as 
açoes desenvolvidas no pro­ 
cesso educacional transfor­ 
man o Brasil. Esperemos 
que as mudanç.as proporci- 
0nem melhorias para to0s 
e. não apenas para aluns, 
como ncontcceu atê noss'OS 
dias. •

JOHW•l I íll:lUtJA 0/1 l llOtlTí IH/ 
• (tlCONTHO 
• GERAL 
lula e Zeca se emocionam em com' cio em campo Grandt 
A colas,lo O 
Mato aro»do ul'realuou 
IIH 11l!lllllJ d11 2 t IHII (,l1fllh.lll 
l11· l1111'"0 l'm ( ,1111po C,r.rnrk 
(omapre ena do candidato 
,1 l'rc,1tlcn1e d.1 lhpúhltc,,. 
l.11i- l11.'1i:10 1 ulu d, ",,1,., 11 
í."llll Ili 
aproximadamente $0 mil 
p. ·•, 0asna Awemida ler rn,h, 
Cortea da osta no centro da 
( apit,11. / k,1.,. lJIIC lllllhlll 
ainda com um show da dupla 
sertaneja Zere DiCamaro e 
Luciano, marca a segund fase 
da campanha de Zeca do PI 
pela reeleição em Mato 
Grosso do Sul. 
O Pnrticlu do, 
Trabalhadores organizou 
caravanas do interior e trote 
70 ónibus para Campo 
Grande. O cu111lcio con1011 
1,11111Jé111 com a par1icip,1ç,o de 
músicos regionais, Maria 
Alice e llnndn e TostUo & 
Guarant 
Lula desembarcou 
em Campo Grande à noÍh.' e. 
após entrevista colc.:t1va, foi 
governado 
,1 l:
1
'lllt11l 	l>I , lJ 
li 111 d qt1.11,t11! J J... de peses h 
qu<· lt-1,1111 pr, rlf!l.1-lo, 1 ui 1 
agradeceu a presena de todos, 
peialente os Jovens, as 
mulheres e os doos 
D11r,u11c 'li. f.1l.1 1 ui., 
potlc r<.1firm,11· que 1cm du,h 
ob,c,s<)c, p.1r,1 melhorM ., 
qu.1lid.1tlc de vida no Brasil e 
garantir cidadania Uma delas 
éa geração de emprego e o uso 
d.1 111."10-dc-ohra 11,1cional. 1 
critica foi para a Petrobrás que 
rem eon1r,1!Jdo c,pcc1.ilhl.1' 
estrangeiros. ·lemos 
trabalhadores qualificados e 
precisamos dar oportunidade a 
ele,". 
0111ro ponto crucial 
par,1 Lula é a educaç:111. O 
presideneiivel ressaltou que é 
preciso criar mais acesso ao 
1..'1hino fundamental, mas que 
Goro 
/c,.1iJ1PI 1111.lxm 
no c ondeu a mo,lo durante 
o comicto e pediu que ada 
eleitor fig e um trabalho de 
rnuh1pl1<Jdor u111Hncendn 
oull,h pc, 0,1> de que l.110 
Gro1Sn d,, <;ui n."lo pode 
co111cter o erro de colocar 
politicos despreparados no 
governo, arriscando a deixar o 
1 ,t,u.lo rHH ,1111'llh.' no 
abandono e no despreto 
l.t.:·c.1 ,1pn:,c11tou a 
esposa de lula, Marisa Letiia 
l.ul.1 da 111 ,1. como 11111.1 
mulher de r,b,;, e 1.11111Jém ., 
mni, prcp.ir,1d,1 para c,1.1r ao 
lado do Presdente da 
l(qrnblic,1. Gilda Mana dos 
Santo,. primcir,1 da11111 do 
l·,1.1do. 1.11nhé111 fo, 
apresentada pr Lula que pediu 
Deputada Estadual 
a opomrr,1d.1dc p.1r.1 que ck ,: 
/ 1.:1..'.,t h:nh.Hll o voto do po o e 
mostrem que os candidatos qu 
não vm da elite são os que 
melhor entendem as 
necessidades da população 
Bancada federal 
h:c,1 clll I' 1 , 011011 .r 
r,·forçar a import.inu.11.k se ter 
uma bancada federal forte e 
aliad.1 ao [!<llcmo de Estado 
Sua intenção é ocup.ircmeod,b 
oito vagas disponibilizadas p.1r.1 
Mato Grosso do Sul. Para 
forlakccr ainda mais este 
ccn{irio a coligaç..io "(O Novo 
1.110 Gro,so do Sul .. Ira/ 11 
mune de Deleidio do Amaral 
1 ulJ com,ni 10 que 
pela articulação do candidato 
ili..l ''-"rlJdt>. t.·le 14 .. :n ,.:cr1l'.T.t qth: 
ri Pí lcr.1 u ,uuJ,r m.lh 
,llu.ullc d., h1,1<1ri,1 d~ 1Jto 
(,ro, oúo "ui t.~ m !I l!mJ 1.'/ 
pediu ,0111 p.ira ,m.1r.il 
Voto dela ado 
Apo, n comici,,. a 
dupl.1 /"'e d, l.,m,irgn ,. 
l .uciano la um show de du,h 
horas com um rcpertuno de22 
música, O, cantme, 
dcd,car,,m a música ""leu 
Pais" para 1.ulJ por lr,llar d.1 
f,,mc e falar que um pais rico 
como o Brasil 1cm ,oluçõcs. 
/ ,:,e, que JJ hava declarado 
voto a Lula, deu um resado para 
os fãs. "não quero influenciar 
ninguém, mas se meu publico 
votasse em Lula ficara fel' 
leve afinou ainda que recebe 
criticas por ter dedado a 
mt4 ao canhdato, mas tjU.' 
i,-l(>Jl.1,>o fo1111ud:ird.; optni:lo 
P.1r.1 n '-,m:or. é a li,•rJ ú.: 11nr 
do cc11:no, rt1pu..,,1 como 
llr11nlJ. i111ú11io Cario, 
 1.1~.dh;tc, e J.,dcr fl.1rbalho 
Luciano aguardou a 
f.il.1 de '/..:,é e bri11cou com a 
1111imidade ,. co11f1,1nça cm 
familia. "Já que meu iro vota 
no ( ub~ ,ou ,ot.:ir também'', 
dcd.11011 (A,·t•scoria ele Jmp.) 
■ENTREVISTA 
O candidato ii 
presidência da República 
do PT. Lui1 ln:iciu l.u!J da 
Sih a. comparou. duranlc 
entrevista coletiva em 
Campo Grande. que o 
recente acordo firmado 
cn1rc o Bra,il e o Fundo 
1lonct:iriu Internacional 
(F~II) que ,ai garanlir o 
empréstimo de US$ 30 
bilhões. como um 
remédio amargo. ma:, 
necessário para garantir a 
e,tabilidade do Pais. 
.. Eu pessoalmente 
n:lo gos1aria que o Brasil 
fizesse nenhum acordo 
com o Fl-11. Gostaria que 
nos ti, ésscmos dólares 
como resultado de uma 
política de cre,cimcnto e 
com uma política 
agressiva de exportação 
p:,ra que nos pass:íssemos 
a ter um super:i, it 
comercial e não 
precisasse mos pedir 
dinheiro cmpn:stado ao 
FMI. Mas à medida que 
você- c:stú doente. não tem 
jeito. pode até n5o go,t.1r 
do hospir:il. mas "º- e , :ti 
até ck ", expli ou o 
pe1ist:i. 
Lula disse :iind:t 
que o Pais nJo tem outr3 
::iltc:rnatiJ :i não ser 
buscar o auxilio tlo F'.11. 
trc:s ,c7es no! último 
quatro nnos. porque a 
economia brasileira nJo 
cresceu, as exportações 
diminuir:im e o Brn,il que 
era :i oitrn :i cconom ia 
mundial caiu r.ira o 11, 
lugar. 
O candidato .1 
pn:sidcn i:t d, Rejrnblic., 
relatot ue somente om 
a gestão do PT o Pa,s 
con!,cguir:j sair <l.1 crise cm 
que foi remetido pel:t elite 
e qw: o "cu encontro com 
l·IIC na segund.1-fe1ra 
passada dá uma 
demon,1raç.io que o partido 
l: cxtramamcntc 
democrático e civili7:tdo. 
Zeca do PT Em relação ao 
c.tndidato à reeleição ao 
go, emo do Estado. Zeca do 
PT. Lula relatou que um 
dos mo1i,os que vai 
propiciar sua vitória nas 
efciçõ~s presidências é a 
.. i:xtraordin:iria cxpcriCnc ia 
adm inistr.11i, a .. acumulada 
pelo corrcligion:irio nesses 
quatro anos de 
.1Jministr:ição. que superou 
os preconceitos que ele 
próprio e o partido ainda 
sofrem. E complclllu 
diLendu que a his1ória Jc 
;fato Grosso do ui. cm 
função das conquistas 
obtidas durnnte a ges15o de 
Zeca do PT. pude ser 
ji, idida cm ante e depois 
do PT. 
Lula brincou a inda. 
respondendo a pergunta de 
umjomalistascZc adoPT 
poderia fazer parte do 
ministCrio. que em 
dccorr~ncia J.1 expc:rit:ncia 
.i ·umulad.1 no go, crno de 
:'-1:ito Gro»o do Sul ele 
poderia fazer parte de 
qualquer governo. mas que 
numa gcst.io petisia na 
prcsidênci:t da República 
ser.i mont::1dJ. um:i 
.. clcçlo .. par, gerir o 
Br:isil. independente de 
,1,:las p.,nid:irias ... A 
principio todo, cstJo 
convidados e ninguém esta 
comidado ara interar um 
MI 
argo 
e, cntual governo do Pl .. _ 
frisou o prc,idcnci.í,el. 
Frontc:ir:J!'t 
1.ul;, a,aliou que 
para que o Brasil tenha um 
melhor controle ,obre 
suas fronteiras precis::id 
primeiro de um reforço no 
efet"o da Policia Federal 
e depois contar com uma 
presença mais 
con1unden1e das forças 
armada, ncss,s áreas. Ele 
frisou que o Exercito 
prt:cba tt:r um:1 prescn a 
constante cm terra. a 
Marinha na costa e a 
,cronju1ica cm todos os 
aeroporto,. Conforme ek. 
dessa maneira sedo 
coibidos o contrabando e 
armas e o narcotráfico. 
Oi, idas por 
in, c,timcntos? Quando 
questionado pelos 
jornalist:is se numa 
administraç.io pe1is1a no 
Pais. os Estados. como 
1'la10 Grosso do ui que 
tem uma di, ida com n 
Uni:io de RS -1.5 bilhões. 
poderiam ler o debito 
perdoado cm 1roca dn 
garantia da aplicação 
desses rc urso na 5rea 
social. Luln respondeu 
que primt:iro tcrj que 
"analisar a situ:i ão real 
de cada Estado". 
Ele anunciou que 
se cl ito prclcndc se reunir 
com os go,crn:idores dos 
27 Estados p;ir:i dis utir 
os problemas regionais, 
porque a situJçjo do Pais 
tem que ser :rnalisado 
primeiro sob o ponto de 
, istJ nacional e depois 
ob o a,pec10 rrgionJI. 
AI

JCJntJ/IL T 1, 111 011 r 11nm r 1u11 	• GERAL 
• fll lÇOl',12 
1 
esq• isa aponta Rosa P1antoni 
como 4ª mais votada da coliuaçã 
l -.q,11 111.:,dt,,1111 p, ln 
l11'1tlttl" lttdllcll ul11.1 do 
Poo/P'reira Hora e 
drulada na ultima quarta 
feira por jornais da aptal 
aponta a candidata a deputa 
d., .:,l,l(itt.tl 11cln I' 1 dt· i't111l,1 
1
1
,,1.1. 1((1 ,1 l'1.1111t1111 l(1110 d 
quarta mais votada da cola­ 
ão ") ovo Mato Grosso do 
111"!1' l 11'I 11' 1 NII'( 
1
1'1 
1 
I' P do li e l'll< ) 1 l.t 
aparece com um indice de 
0.7~ l'l>llh1' pelêéllltt,ti,, [1() 
L-ulo de emileraz. também 
do l'I 
O lider da colação, 
até u 11101111..·nhl. é odeputado 
,·,t.tdu.il l.11111ciu l'1c.1r.:ll1. 
com 2 J l por u·t.111 •,1 •uid, 
I"" l rnHht, l 1eh J I e C "' 
lfl IJ1t11llli ' ,. .flllJ J } j p• lt 
tos petentuai Portanto, a 
anhdatuta fronte»is,a, na 
atual onyuntut I d. 1..,1111p,l· 
nuha, o perde para deputado 
Ullll mandato e fia a trent 
de nome bastante conhet 
eh,,. ,,11110 o u,· lkn ll11r 
lente1ta que apare om 
O, 511', e Halo l>m:.,. 411t· 
1..:onL1 C..:0111 11JlCl1,1' º· J ,~ ,, (lC• 
la pl''tjtlh 1. 
A pesquisa aponta Lar­ 
hcm p.11., uma ruHl,l.,in ,h.: 
5 na composição da As­ 
semblia lepislatia do Mato 
Gtaso do Sul 
l J,, 1. 11•11 111 ., i!c 
putado etadual com dom­ 
l.ttn dt:11C1r,d l:fll l't.>111 l 
1'1 r.1 1. IIJIIUJ 11IITTC qu.: ,lp l 
tece entre os 2eleitos, em 
pte inundo a mesma p ,. 
quisa, é o de Hosa P1.1tlln111 
...- 111lt.: •r.1rt 1 ., 11t.t1t r h.m,.1- 
d,1. J,1 que os numero nd1- 
l'.!lf lillll ~1 ,up,1-11.1 t.:h:t~.io dt: 
oito candidatos da coliga,a0 
•·o Pt.l l,Ho liro,,,, do 
'>ui" 
 rnd., ,l.'c.11mlu ,1 p...-,­ 
q11 i"'· JHOlllH"llt11,illlll'llk ,1 
todos os candidatos. por nú­ 
mnero de otos em todas as 
coligações, Rosa P'iantont 
,c11.1 (hnJt..'l .1 10 111,11,  11,1- 
d,1. l"IIIIC (h ~-1 ;. ·111d1tl.llO', t.'~ 
oticamente eleitos, além de 
ser a mulher mais votada 
d.as duas que eram ele1tas 
(11.1 '""'""ri.t tl:1 r.1111lid.1t.1) 
--....._ 
Dr. Marco A. loureiro Palmiéri 
ADVOGADO 
Dr. Fernando lopes <le Araújo __ 
ADVOGADO 
ua XV de Novembro, 505 - Centro - Fone: ) .. 67) 439-1143 - e-mail: palmieri@catzonet.com.br 
CEP 79260-000 Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
DR. ELDER LEMOS 
CRill 3151 
'"'-"'t1 ~ol• (/...H 1t',_h(,l• ,,. ._t .u 
Psicóloga - CRP 1402007-1 
' 
,. ?. ic.·.l ~u(·r,t .. 
o 
CONSULTÓRIO: Rua Dr. Corrê:i, 710 
DIS]( > 287-1749 
1;ua Ccl. Stuck, 38 
Sala 1 •Jardim. MS 
Esco r 
implantad 
O Vereadcr Julio 
Cesar Proença Leite 
(l'SDíl). apr.:,cntou t''>íJ 
semana na Câmara 
l1111idpal o PrvJ<I<> d.: Lei 
n' O I8/02, que dt>põc ,obre 
a institui:ão do Serviço d.: 
Psicolog,a Escolar no 
/funicipio de Bd,1 Vi-1.1.: u:, 
ou1rn pro, id<ncia,. 
º" acoruo com o 
Pr,,jclo o Poder Executivo 
dc,wá implantar o serviço 
de Psicologia Escolar cm 
toda, as escolas dJ rede 
pllblica do município. 
mcdialllc a contrntaçilo de 
psicólogos .:ducacionais 
hnbilitados, e,sa Lei dever:', 
entrar cm vigor no prazo de 
120 (cento e vi111c) dias a 
coniar da data da sua 
a pro, ,1ção. 
Na justificatÍa do 
Projeto de Lei o Vereador 
Julio Leite observa que 
muitas crianças cjo, 1!11S que 
frequentam a escola públic.1 
nprc,crt1a111 diliculdJdcs no 
aprcnd12Jdo e um 
descmpcuho e colar abai,o 
do normal devido n 
problemas de 
rcl11cion:11ncnto social. 
S COI 
er 
1S13 
afetivo, psicomotor, de 
adaptação e até mesmo 
timidez, entre outros fatores 
que .:,t,'io ltg.,do, ., prnpnJ 
natureza da crianç,1 ,: d,, 
adolescente. que rc fletem 
d1rcta111enc,· na ronn.i1,.,o dJ 
,ua pcr,01ulidJdc. 
"Normalmente esses 
problemas são dctcctJdos 
pelo, proftüore,, rna, 
de, ,do a inexistência do 
. cr,,ço 	d 
acompanhamento 
psicológico nas escolas 
ele, nunca ,ão rc,ol, ido, e 
muitas ,cze~ Jcabam ;e 
agravando ainda mais, 
lc,·anclo o alu110(:1) u p.:rdcr 
o ,ntcrc ,e pdo; estudos e 
at~ me~mo a abandonar a 
esei. Queremos 
simplcsment{: diminuir 05 
problemas decorrentes das 
cliriculdudcs no 
aprcnd1L..1do. que tambcm 
sJo rc,pon :ívcis pclu 
rcpdénci.1 e indisciplinJ, 
propor ionJndo i1 todos o, 
,·stud:1nte; dn rede pública 
um a ompnnhamento 
p,icológico ,emprc que 
necc, :irio"'. diz Julio 
Leite. (.-1/C.f) 
Dra. Vl1ma da Silva 
OAB/MS 2.574-B 
r. - 
Wilson S. Surita Jr. 
surita@portonet.ms 
~{0*•67) 352-4374/287-1460 
.Campo Grande/Porto Murtinho-MS 
1 
J(leber Loureiro Medeiros 
OAB, MS 21,97 - CPF OOb.824.031-72 
l , 
! 
Rua Barão do Ladário, 1620 
Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
VOGADOS 
]oelson Marli11ez peixoto 
0AB/MS 1031, 
Daniela Fernandes Púro10 Coillt'l<.! 
0AB/MS 77b0 
Causas Civeis, Criminais, Trabalhistas e Contratos 
Rua 1 • de Maio, 431- Fone: (O'"'H) 251-1451 
Jardim 'MS e-mail:dan_ielapeixoto@zipmail.com.br 
DEPUTADO ESTADUAL 
HUMBERTO 
;i '-IEIXEIRA 
/34@@ 
(' .;;- 
Tok de IDiigiea 
Telemensagens 
Ru.;:a Campo G~ode,455 
António Jo.Ao .,MS 
•

,J(,íWAl T(IIJlJrUI OA f P(HITrlflA 
■AÇAO PIIH IIAUl flíl 
• GERAL 
Xande propõe o nome do Dr. Roner loubet da 
Rosa para o Ginásio de Esportes da Vila Canaã 
Na se ão ordinária 
de ta t.:111 na. da ,1111 tí,I 
Municipal, o Presidente 
daquela (asa de Leis, 
lcr.:,1du1 1111/ /lé ,111'1rc 
l.0111CIIU l',1l111ié1i (i'I 1.) 
.1prc,c111m1 o Projeto de Lei 
li 1 (1102. q1"' d,1 o 1111111c de llr. 
Honer Ewubet da Hosa ao 
(,111:1'111 de 1 ,porln c111 
l.Olhlnu;,n 110 lOllJllllll) 
lub1111c11>11.il 
1
0, ,, (. :111,1,1. 
b,1iriu /p11,1 D,1cc 
A justificativa do 
i'"'J<'lll 11111 k,,,1Hlrc 
ressalta que o jovem 
Advogado Rober Loubet da 
Ro•u1 sempte atuou t,;0111 
grande sensibilidade, respeito 
e, principaln,cntc, com muit,1 
ho11c,1ida,k. em todas as 
iniciativas das quais 
participou em nossa cidade 
Lembra que o Dr. Roner 
:u.:rnlit,l n que o esporte afasta 
o, jo, t.·n, d,1, dr,,µ.h e do mau 
■AÇÃO PARLAMENTAR 
ca111inho, nlé111 de ser um cio 
th: integração social. 
O Dr.Ro11er foi 11111 
incan,/1, cl inccnti, ador do 
esporte, a c,cmplo da, 
Oli111pi:tcl,is do 60 E.C. que de 
Bispo diz que é lereador inde eB1dentte e 
ameaça ir para a OHHllsãção se olrer pressão 
LI 
I:m pn.mum:i:11111:nh1 na 
tribuna dn C;imura "-1unicipal 
esta semana o Vereador Jair 
Bispo l'D l') rcgist mu ,ua 
posição de Vereador 
i11dcpcndc11tc naquela Casa de 
Lei,. ou seja, não faz 111ai:... 
parte da b:111cad,1 de 
,mtc111aç,io do E,crnti, o e 
wmbCm nJo integra o grupo 
de lcreaclorc, 
declaradamente de oposição a 
a111:1I admini,traç;in pi,blica 
municip:1. 
Porém, o que chanwu 
mais a atenção dos demais 
colegas Vereadores e da 
platl.:in que assistia a '..CS!<l;lo 
foi o dc ... abafo do Vereador 
lli,po com rclaç:io a falta de 
doi) dos lp1:ttro õnib11 ... que 
teriam sido contratados para 
fa,cn:m o transporte de 
eleitores no domingo 
pa,-ado. dia IR. para o 
comtcto em prôl a sua 
candidatura à deputado 
federal. Sq:1111do lli,po. 
quatro õ11ib11, foram 
contrntados rna'i ap.1rcccra1n 
só dois, " de acordo com 
comcnt.írio-.. th proprictário!-i 
dC!itC:i, llnihu) leriam ... ofrido 
··prc-.. ... :lo" por pane de gente 
ligada ao Executivo", disse 
o Vereador. 
"l»o n;o pode 
acontecer. lHI a,crigl1ar <h 
fato,. para 11:io cometer 
injustiças. rna) )C ficar 
con,tatado que houve 
rc;,lmcnt1.: C"'-!-iC tipo de 
atitude. minha po-..içf10. que 
hoje é de independência 
ne:,ta Ca:-.a. pa•darú :i ser <lc 
opo,içào. porque entendo 
li' 
cidades zmnhae". d ele 
/o ,e rcpoll.tr ,11> 
l'r<>J<IO d.: l.c1 anJc d, e 
qul.! ..,Jn l,pcrtuni,.!.iJ-. somo 
essa, de prestar um., JU,IJ 
homenagem à um filho ilustre 
<l.l lHh· ,l ll'lí.t que o J1h)tl,lflt 
.1 cn11trnuLtr mrlit.u1do fJ 
politia "lodos nós cohecemos 
o Dr llnncr. 111ld11111wtc ele 
((ln 11..U t.lo ptHICO h.:111('<' cm 
nosso mero, mas dci,ou 11111,1 
marca t.k ,-,t.•r1cd,Hh:. 
responsabilidade, competência 
e de preocupação comas causas 
socas, tendo prt.•,t ado 
rclt:, :111lt: ,cn iço, ,·1 tX:11.:d,H.k 
belavstense", afirmou 
(,lCI) 
Prezado Conterrâneo e Eleitor 
Anles de mas nada me deixe di.::er meu nome Oronatdo Dei 
VaPe Palhano Sou natural de Jard.m no 1ntenor do Estado. e de on­ 
gem hum1!de Aos ,o anos posso dizer sem mooéstta que sou um 
profundo conhecedor de Mato Grosso do Sul Esttve ~ frente de inllme­ 
ros pro1e10s para o Estado e fu, um dos 1oeahzadores do Programa 
Pantanal - que !em como cbetvo o desenvolv1mento sustentável da 
rego Pantanera 
Sou membro permanen1e da Com1ss.1o da H1drov1a Tietê­ 
Paranâ-Paragua1 e atue com o Governo do Estado junto ao Fonpla!J 
para o Oescrwotvimento da 8Jcia do Prata -, em que tenho <lluado no 
desenvolv1mcnto de ,nUmeros pro1c1os. mdus,vc da l1beraçtio dos rc­ 
curs-os para a concJustio da ponte sobre o Rio Paraguai. como também 
trecho da Rodov,a AntOn,o Jo~o/Bela v,sta/Carncol • BR 262 
Pan1cipe1 ativamente tnmbém dJ 1mp!antaç.lo do Monumento - 
Preto de Conservnç.fjo do Patrimônio H1sl6nco do Estado de Mato Grosso do Sul - e tenho cencza de Que 
meu 1r-ab:itho Ice aeOSl'O para a modernização do porto fluvial na odadc de Porto Murtmho Com compro­ 
vado tr~nsrto nos mas diversos setores da Industria do tunsmo. cu pan1ope1 a11vamen1e d:i clabora;Ao e 
conclu.s~o do Prodc!Jr Sul - Pro
1
e10 de lnvest,mcnlo de Turismo da Reg,tio Sul • 
Otunsmo, a indus!nallZOçtio e. conscquen1emente. a geraçtio de novos em e regos cm nosso Esta­ 
do cst.o entre as pnncipa,s propcstas ao programa que pretendo desenvolver no e"'ercioo ao meu man­ 
d.110 parlamenmr n.i C"m.ira Feceral v1sanoo o crcsomento cconOm1co para Que de forma mais 1usta e 
O·OOJ se es! be'eça um melhor dstntuçAo de renda par.1 a poputaçtio do MJto Grosso do Sul 
Por tudo isso e muto mas me s.n!o murto a On:adt:! par3 dze que con:o com o seu voto. po:s 
tenho a e.e eza de que  Ou ccsempenhnr um popel parlamentar altamente cf,c.a.z e produth'O pc,s tenho 
um grande comp.rorn sso com M.uo Grosso do Sul e com voe~ eleitor Aceite as m·nhas cord1a1s sau~a­ 
çóes 
Rumo,, tona 
Palhano - Deputado Federal - PSL -1737 
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que esse não é o caminho 
que dc,c111u, trilhar c111 
direção aos nossos objetivos 
de fo,cr sempre o melhor 
para a 11<1>"1 cidade". 
assinalou Jair Bispo Ele 
c.:0111plcmcnto11 <li,cn<lo que 
tanto a sua candidatura 
como a candidatura do 
colcg:i 'crc;,dor Xandt.: -..Jo 
legitimas e ambos tém o 
dirc.:110 1.k pll'1tcar um Ull ll 
c:!-ipaço na poli1ic;1., por isso 
achou c,sa situação bastante 
lamcnt:í, c:I. 
(A/CM) 
Oelcídio afirma que 
investir na indústria 
é gerar empregos 
O c,111d ,d.110 do P 1 
ao ',cn,,clo. Delcíd10 
senvolamento de Mato 
'"'"'" do Sul sera ainda 
,rr11.1<.!nr eca na rstta ao 
1 ngor1fico f ril,(11, ,cni.1n.i 
passada, em ampo aran­ 
de, e ficou sattsfeto com a 
receptividade da direção c 
l.hh ll111cinn,1no, <l.1 t.·mpn:• 
'),I S.1 nca'.'>1,io. ri:alirmou 
~cu compro1111,,o de no 
Congresso acional, traba­ 
lhar para atrair investimen­ 
tos a0 <.h.·,cn, uh mento do 
Estado. "Precisamos incen­ 
t i, ar anda mais o setor, 
buscando agregar valor :,o 
pro<lull> e também 
objet1 ~ndo :1u111r.:nt.1r o nú­ 
mero de vagas no mercado 
dl.' trabalho, ines 11rncnto, 
resultam em geração de 
t:mprl."go" .. li 1rmo11 
Candidato do PI ao 
Sc11;1dn. lkk1Jio Clll dc,­ 
tac;rndo sc.:mprc que o tk- 
os setores da l.'COIOllli,1 
lnn.:rn ,1h:rafid,1~ c.nm in­ 
,c,11mr.:n1u, ",11111, b11-.­ 
ar em Hrasla, os teur­ 
sos nssattos pata que 
/c..;,1 ... ,.>11t111uc .1 pr,,mo,er 
:11,úc ... quL· hc11dlur.:rn a po­ 
pul.11;,to. J111p.:1n.·111 ,,.,, pro­ 
JCto, c111prc,:1r1a1,. c .!,!l."11.·rn 
empregos para o povo", as­ 
segurou 
l·lc e /cca. Jllnlo 
com Vander l nubct e o 
deputado estadual Jerson 
Domingos, tomaram café 
da 111;111hJ com 800 funci­ 
onarios do frigorifico, 
q11c .1h,1tc 1 :!OO ;1111111.11, 
por dia "Q 11 e rc m <'' 11 
apoio de tH:ê, parJ con­ 
qurstarmos ainda mais be­ 
neticios para todos", pe­ 
diu Dclc1d1n 
~rganizações 
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J()IH~/ll T 1 !IJN/1 011 rROtlH IRA 	• GERAL 
■J/11 OiM 
• PC'-ITO DE ISTA 
Marci e Deise atende menores Onde começa 
o 111i11t1r pn,bk111.1 
encontrado pelas familias de 
baia renda, é o hrato de 
1r.,h ,lh11 dck 1',,. ,. per iodo, 
o lill111, 111.,1111 v1111hn~l' 1.111 
Oí11.11t.11,,,h• C 111ull.h l'/l, ILI 
r,11 om o objetivo de 111.11 
')d lll.'U.:',td,11h.•. Ílllillll 
n1,uhJ1_, 1J ( c111rn de 1lllt1plu 
Uso Nos a Gente e Casa do 
(;,hJI(), li}' 1dth ., ( Jl:I encia de 
ststéna Social em Jardim, 
onde estão sendo atendidas 
,1111,tllllClllé 4 18 lllCll(IIC, 
,1..1rulo qul.' 17(, -,.10 
lw11did.11 m do 1'1t>J!1,1111,1 de 
l 11,11lt,.1
1
,10 do l'r.ih,tlho 
(l'I 11). 1,:c,:hc11th111111,1 hol-.1 
mensal de 1( 10.00. 1ccehc111 
ainda a alimentação e 
unifon 
(h .11c11di111cntn, 
ocorrem em adversos ao d.a 
escola, atraves de drersos 
programas e atividades, como. 
• Retoro escolar 
com orientação de ll 
professores, momento Cllt tjlll' 
., crianças recebe apoio no 
ck,cnvnlvimcnto de ... ,cu'I 
de, cn.:.; r-,col,,r: 
- 
' lü:..:1t.::i-.1n t.' li11t.:r. 
mustca e dana, momentos de 
diH.:1,,u e ,rn:1.1hilul.uk- e d..: 
cismo, que distraidos os 
menores, podem ainda 
.,p,emkr m,ço,,- ,k, id,1 ,.,d,., 
Aprendizado. 
através de oficia de 
. 1rtcali1llh, 111,lllil'llí.'.. 
hort1cult11r.1. J.lrdinJgl.'.111 e 
computação. 
Podem amda, pertencer aos 
programas desenvolvidos no 
Centro Social 
BPrnhcinh dn 
;1111.rnh,i aw.d11H.·11te u1m 30 
menores. de 2 a I l ann, 
Deputado Estadual 
.Jerson 
DO.IINGOS 
Deputado 
Federal 
rnam·tt 1 lt "" , 
d 
'" 
ru t: tul de r las 
pi.mi <! t A Ct l, 
+a! ',, 
11111 l.1 C .ihral 
1 HIii tdJ p 
' 
mnote 
atendd 
li( ' l.C. 
,u o.AI 
:. <: orientados, CI lli.i 
" 
"- mutalmente por Ultl 
motor 
de senvol ,do em p.trc ·ri.1 
com o Corpo de Bombeiros 
Militar, quando aprendem 
noções bastas de 
,ah ,lllll'nt,1'. primc1rn, 
'i.OCOl'rlh. ll,!.li1Ç:1o, 
co111p11t,11,.in. l(cc,:hc111 
tardamento (farda completa 
co111 coturrn.l e IHlln.1) . 
,tga,alho de 11ncri11>. l,.it 
11.1taç;io. umfo,mc dl' '"·r:11l. 
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Coordenado por um hiOloµo. 
ll 11l'llOIC, ,1p1c..:ll{lclll il ,1111,lí 
e respeitar o meio ambiente. 
cuidando de mudas de tlores. 
hnr1;1liça, e .1non.:, 11,llla, e 
.., Agcnh.' J,) cm 
onde os jovens de I 1 a 1 () iHIO'i 
,~10 01 ,cnl ulu, 1t,,.' 
encaminhados à sociedade 
c111prce11ucunr,t ',,io Xtl 
JU cn, coordenados pela 
pn,fc<orJ ldti.1 R<'V111,t 
farias e a Assistente Sotal 
1 11cilenc d,, ( 01110 
A coordenação dos 
entros esta sob ,l direao da 
professora Maria Perpetuo 
'iowm, Pk1111111 de lir,111d,1 
(om os carinhos e as 
orientações recebidas pelos 
llll'lhlfl''I lllh ( l'll1rlh .' (. ,h,t 
dn Garlll. Jard11u c,1,i 
1111n1111i,nn<lo o~ prohk111a., 
dos pais e do, me111110.., de rua 
(.loiio C. 'cbqurt) 
Po!ler Ju!liclário do Estado de Mato Grosso do Sul 
Comarca de Bela Vista 
F.cli1:1I ,lc Primcir:1 e Sc~untl:1 Praçn 
O Doutor Alexandre Antunes da Siha, M1 Ju1L de 
Dir,:i10 da Comarca de Dela Vista. Es1ado de Mato Grosso 
do Sul, na forma da Lei. ele ... 
Faz saber aus quanto, o pre,cntc edital, irem ou dele 
co11ltcci111c1110 tiverem, expedido nos autos nº 5-17'00, da 
tÇ,O DE EXECUÇÃO DE SENTENÇA. requerido por 
A:'iTERO LOVREIRO DE ,L;1EIDA cm face de FL 
CO:'STRUTORA LTD,, cm trâmite por este Juízo e Car- 
1ório Jtid,cial. que nos dias 18.09.2002 e 30.09.2002, rcs­ 
pccti'amcn1c iis 1-1:011 ltnr:os, no l:.d. do fórum local. scr.i 
le, :ido à praça. a quem mais der e maior lanço oferecer. ao 
seguinte imóvel: UM LO I E DI: TERRENO URDANO. de­ 
tcnninado ob o nº 18. Quadra 11" 02. da Rua Barão do 
:'-leigaço. medindo dito lute 15.00m (quinze metros} de freme 
por 30.00m (1rin1a metro,) da frc111e aos fundos cm ambos 
os bdo,. perfazendo a :irca 101al de -150.00 1112 (quatrocen­ 
to, e ci11qücnta metros quadrados). com fre111c para a Rua 
lhr:iodo Lad.'trio: LADO DIREITO. com o Lote 3-1. da Rua 
Bar.iodo :'-leigaço: LADO ESQUERDO.com Lote nº32-C. 
da Rua Barão do :'-leigaço e FLINOOS com o Lote 15-A. da 
Rua Almirante Barroso. matricula nº 9.135. O referido ter­ 
reno encontra-se localiL..1do no centro da cidade, com a, a­ 
ter.tis e n fundo todo murado. po!->sui como benfeitorias uma 
estrutura metálica cohcna de zinco. com depósito. com a 
constniç;1o de um pequeno Escritório de :1lvcnari:1 e um 
galpão coberto de ctcmi1. piso balido. com depósito. Con,i­ 
ckr.mdo :1 locali1ação e as bi.:nfcitorias. o imóvel foi avalia­ 
do cm RS 12 000,00 (doze mil re,tis). , avaliação é datada 
de 06.05.200::? e scd corrigida monct:1riamcnte. cinco dias 
ante:-. da praça. Con:,t:t do, autos que o 111ló, d ac1111a dcscn­ 
to, encontra-se em debito com Prefeitura itunicip:il: rcfr­ 
rc11te ao IPTU. dos c.,crdcios de 2000 e 2001. 
1
a primeira 
praça. o imó, d n:lo podcr.i ser alienado por preço inferior 
ao da avaliação, sendo que na Segunda praça que só 1cr.i 
oportunidade se rcsultJr negativa a primdra .. os imóveis se­ 
r:1o, endidos :1 quem mais der e maior lanço oferecer_ ::iind:.i. 
que JKlr preço abaixo ao da avaliação. N:io havendo expedi­ 
ente forense cm qualqui:r das datas acima designadas, a ha.s-­ 
ta se rcaliz.,rj no primeiro dia útil subscqilentc, no mesmo 
horário e local. Caso a executada FL CON TRUTORA 
LTDA e seu rcprc-scn1an1e legal LEA. 'ORO CO TA FILHO. 
não seja intimado pc;.soalmenlc para as pra as. fica desdejú 
INTIMADO a1ravés dc,tc edital das datas e hor.irio desi!!- 
11ados para a hasta pública. E. para que ninguém alegue ig­ 
nor:ncin foi expedido o prc ente edital que scr.i afixado ru 
sede de 1c Juizo e publicado na fonnn da Lei. Dado e passa­ 
do ne t:1 cidndc e Comarca de Dcb Visin. Estado de Maio 
Grosso do Sul. ao oito dias do mé de agosto do anodc dois 
mil e dois. EU ( ilson Fdix da Ro a Junior). O.S nº 
03. o digitei. 
~s POSTO 
1 ili ANTA MARI 
Almir Camargo Stein 
- 
acorrupçao 
Jotagé I lon·, 
O t•rJ,1k1111 c,t..i, ,. 
,cnd,, nesta época pré elei­ 
torJI a pior tae J.,, 111Jth 
exemplos proporcionados 
p,:lo, polillu>S de 
carteirinha. aqueles candi­ 
datos que querem a todo 
usto continuar no poder. 
p.trJ t..i,cr u..:lc o que h..:111 
entendem 
, indignação do ci­ 
dJdJo corn rcl..iç.lo Jos 
atos praticados por esses 
,enhor,:s e tJmanhJ. nin­ 
gui:m quer acreditar que 
um dia. possamos ainda 
,cr con,idcradu, um pai, 
rcspci1á,cl ._. decente poli­ 
ticamente 
Sem a minimz.i Cf· 
ganha na cara, uma consi­ 
dcrá l'I maioria dos 
postulantes, inccnti, ados 
pela impunidade. continu­ 
am a utili,ar meio, 
desabonadorc, para chega­ 
rem onde pretendem 
/s grandes vitima, 
des,es falsos brncméntos 
são as familias mai, hu­ 
mildes c culturalmente 
mais atrasadas. que nesta 
época recebem durante 
três ou quatro me,c,. be­ 
neficios rcprc,cntados por 
Cestas D:isicas. "dinheiri­ 
nho para compra de remé­ 
dios" e outras "ajudas" 
temporárias. ignorando ou 
c,quccendo-sc de que dc­ 
pois de passadas as elei­ 
ções. e,tarào mai, uma 
,cL. c,quecidos por longos 
e penosos -1 anos! 
O eleitor precisa 
concicntiLJr-se de que no 
mundo capitali,1a QUEM 
INVESTE QUER RE­ 
TORNO e este INVESTI­ 
DOR CANDIDATO. vai 
1 ,11,;, certeza. com seu 
nadato e • uma z 
ILDDO l I LA IPU­ 
IDADE recuperar e n 
lt:d 'e r r qu.ilqc,d rn,t,, 
aquilo que investiu. 
Aqut começa a 
llHll'l'Jil
1 
qui Ullllt,~ 
tudo aquilo que estamos 
vendo diariamente no no- 
1i'""1.ir1o) n.1. .. 100.,I 1 nc(.:c; .. 
sidade imperiosa de colher 
os lucros do seu investi­ 
mento dão origem às bar­ 
ganhas politicas, os acot­ 
J,h eCUU, 3S milt011ilrl· 
4 end,ts de íllHHc, e lc­ 
gend.is e 1>11trJ, ,1111udc, 
sujas, que convenhamos, 
,omcntc 1 1 1 onhecem 
l' ,.1hem IJ/l'r 1..0111 
maestria 
O 1 1.1 11 OR. com a 
poderosa ARMA DO 
VO I O, pode e de, e por 
de, er civico eliminar d" 
Cl'nário rol111co c,,e, CJll· 
d1dato, .. , cndilhcin". que 
se auto prop:ilJrn como ho­ 
nestos c competentes, mas 
que. durJntc os Scus man­ 
datos mudaram de legen­ 
da ou praticJram atos du­ 
vido,os. 
O cenáno pré eleito­ 
ral cst.í repleto de NOMES 
1'0VOS e altamente rcco­ 
mcnd.h cis. oferecendo à 
nossa sociedade a oponuni­ 
dadc de dar uma RENOVA­ 
DA nos poderes políticos do 
nosso Estado e Nação. 
Eternizar nomes no poder é 
o grande mal que avassala 
o pais e que impede que te­ 
nhamos no futuro uma Na­ 
ção e um Estado justo. de­ 
cente e transparente nos 
seus atos. 
1' as rodO ias de todo 
o Brasil existe uma placa de 
advertência que diL: E:VI 
DÚVIDA. ÃO ULTRA· 
PASSE. Para o eleitor ser.e 
como ad,cnência um qu:i­ 
sc plágio: - E:1 DÚVIDA 
NO CANDIDATO. NÃO 
VOTE 1'ELE. 
Já que as nossas leis 
são complact.'ntes com os 
corruptos. façamo, do voto 
nas uma, uma forma de fa­ 
Ler justiça' 
012

JOfWIL Tfll!!Utl/ UI íHAiHIRA 	• GERAL 
■/TO PUl:UCO 
Rigo reúne 15 mil pessoas 
em comícios no interior 
Ü lH UllrlllUJ•j 
rc.ol11,1do, pelo clcput,11!0 
e t.idu,il /ry ltl1•0 1111 1dtimll 
fin,il ck ,c111,11111 <lll J,trCltm, 
Nioaque e Bela 8ta, 
COIIL,lrJlll C<IIII 111:m ele 15 11111 
P<'"ºª' que fu,,1111 :ipoi.1r e 
011,ttr i-1'> !Ilia~ propoi,1:, l 
política-:, como cu11duL,1u J 
reeleição. 
1:in J.irrl1111 a, 
liderança~ loca,, que 
coordemir,1111 n rc.ili,n'.ilo do 
evento, além do apoiu ao 
deputado /ry !ligo. t11111bc111 
convidnrum o c1111dida10 a 
deputado f'cdcrnl nnckr 
l .011hct. que j:1 , cm rccchendo 
apoio de lide1e, pnlitico, e uc 
,lfith ,t.'!l1H..'lllH ,o<.:i:11, 
d.1q11cl.1 rqti:lo. 
( crca de cinco mil 
pessoas da cidade de Jardim 
forJm ao comiciu levar apoio 
ao, e,11Hl1d,1to, it rcekiç,lo, 
deputado Ar) Rign e : 
Câmara l·edcrnl Vandcr 
Loubct. 
Homenageado com o 
titulo de cicladiln nioaqucn,c, 
Ary Rigo abriu seu diseur,o 
para dua, mil pcs,oa, no 
comicio realizado em 
1 ioaque, dia 17/8, afinna11do: 
"sempre est i, e presente nc!)tíl 
Bispo pede a populaça para 
C'tLPlhcr 11111 1..,11Hlid.t10 q111.,: 
spa da teguio ,amos 
eleger o deputado estadual 
Ary Hrgo para nos representar 
por 111:th qu,Hro ,lllth e c..:ulou, 
l1 llh.."11 nome. a muha 
disposição e vontade de 
rcprc .... cnt,tr C"ll.1 110,,.1 n:g,1,10. 
na Câmara l edera! Acredito 
1..1uc 1-1ll ª"'''m Bela 'i,u te,., 
11111 rcprc,ent.inte feder.d 
legitimo e que vai estar 
voltado as reais necessidades 
do rn11nicip10 ... di,,c o 
cand1d,110 a dep11t,1do federal. 
Jair Btspo. 
(All'J 
■TURISMO 
reg1ao, procurando tr.t1cr 
111elhoria-, no, n,sc111.,mc11to, 
e :1!,, úrcn, Út: ,.1Udt..'.1..·dm:.11;:m. 
,1..·µ:ur.:111a publica ntr,1,c, de 
cmc11d,11i parla111c11t.11..:, e de 
parceria"' que faço com o 
(imerno do bt,1du Quero 
continuar a p.1rticip.ir dc,,c­ 
processo de desenvolvimento 
de ;>;ioaque, e,pee1almentc 
agor.1 que ,ou ítlho desta 
tc-rra". 
O, ice-prefeito P.tulo 
Jo,é Comia, o, , e readore, 
Ro11aldo de /ndréa e Olavo 
Corrêa, o prcsidettte do 
ld.11erra, Sa11dro F:rntini, e111re 
outras liderança, loc:11,, 
esteram presentes no 
cw11h.:io aprn,rndo o, norn1..·, 
de Rigo para reeleição a 
,.,cmhh:1,1 1 cg1,IJll,1 l." 
 .rndcr l .oubct p,1ra deputado 
federal. 
:-a cidade de ílela 
li,t.1, a prcscnp da 
populaç:iu foi maciça, mais de 
oilo 11111 pc,oa:-. foram ;10 
comício {k apoio ;'1:-. 
ca11did:11ura, de Ar Rigo. a 
deputad11 e,tadual e J,1ir Bispo 
a dep111.1d11 federal. 
Jair Bispo é, creador 
e foi oc:rndidatodc Bela Vi,ta 
mais votado nas eleições 
pa,çada,. l:.m seu di,cur,o. 
Kohl quer implementar programa de incentivo à 
pesca esportiva para alavancar turismo no Estado 
la;]" 
FT 
[1' 
j 
~· 
O candidato ao 
~º' er110 do Estau,, pela 
Coligação Frente Trabalhista 
(PDT-PPS), Moacir Kohl. 
debateu com pescadores das 
comunid.1dcs de Aquid:i1111a 1.: 
Anastácio propo::.ta~ 
alternativas para melhorar as 
condiç<lc:-. ccn11úmil.:a, i: 
sociais das familias 
rib1.:irinhas, que tem na 
atividade pi:squcira sua 
principal fonte de renda. Entre 
el:ts. Kohl destacou a 
implcmcnt:1çiio de progr:.i.mas 
U..: inccnti, o i pesca esportiva 
- altcrn:iti, a par:-i al:lancar o 
luri,1110 local e gerar no, os 
emprego, nessas regiões. 
Acompanhado da 
candid:i1a a vicc•go, emador.1. 
L.ui,a Ribeiro. Kohl ressaltou 
seu compromi~:-.o cm 
implcmc-nt:-ir progr:11nas de 
qualificação e aporte ao 
turi,mo loc:tl, que ofrrcçam 
novas pcr~pccti, as 
profissionais a esses 
irabalhadorcs ... É preciso 
lc, :u. :ttr aés do 
conhl.·cimcnto e da forrnaç:1o. 
:dtc-rn:11ivas para que essas 
íamili:is lenham condições de 
participar fortemente de 
mercados potenciais como o 
do turismo". enfatizou o 
candidato, acrescentando que 
a pesca profissional estâ com 
os dias contado e novas 
alternativas de trabalho 
prtti"'1m ser estudadas pelo 
go, erno do E:-.tado. 
J capacitação de 
mào-de-obra local para a 
implementar a pesca 
csportiv3. segundo Koh 1. é 
uma das propostas 
contemplacbs no programa de 
go, crno da Frente 
Tmhalhi,111. com o objcti,ode 
garantir a sustentabilidade 
nrnbicn1al e o me-reado de 
trabalho no ,cgmcnlo de 
turismo. C),ptc1almc111e na 
,irca de serviços. 
1loacir Kohl também 
tranqüilizou os pescadores 
com rcl.:tção à manutenção dos 
programas sociais do E,tado. 
que hoje atendem boa parte 
das familias rihc1rrnha,. 
Marun 
com a categorta o 
compromisso de indrar 
p.1r,1 u pn·cru.:hi1111..·11to de 
.,lq!O'> tllllClllC 
profissonas identificado 
ot a pasta. tando omo 
l'lºlllplll J "-..'(ICl.lfÍ,I d.1 
Produção uyo t1lllL.11 no 
,c:u gt)Cffhl 'l.'í,l ll111 
Ln;.:L·nhetrn ,grono111,1. 
para a '>ccrctart,1 de Ohr,ts 
um L11gc:nhc1ru ( 1, ti. Jklil 
de 1...ri,1r a '-)c ... rctari,1 de 
llab11a,:w e 
Dc'>CnH>h 11ncnto l 'rbJ110. 
nomeando para ,1 funçiiíl 
um trquilcto. 
"Prctrndo rcp.1rJr 
o erro cometido pelo 
gn,crna<lor Jo,c Orc1rio 
!tranda dos S.11110,. <> /ec.1 
do PT. que norncou alguém 
desqualificado 
profissionalmente para o 
e,crcicio de i;;i.:-crc.·tàrio <lc 
l ,rndo de lnfr,1-c;trutur,1 e 
llab1taç,io". alí1netou 
ifJrun. ao JUl1ficar o~ 
compromissos assumidos 
llabitaç:io - Se 
ckito. conforme prc, t: o 
Plano de Go,erno do 
candidato Carlos larun, 
c-m quatro ano:-. ~cr,io 
construidas 40 ml casas 
popularc~. í:imbc.:m ser.lo 
pavimentadas 500 
quilõmetros rodo, 1a; 
assegurando a intcgr:içJo. 
, ia asfalto. de todo, o, 
municípios ~ul-mato­ 
grosscnscs. 
O ca11didato 
confirmou aos engenheiros 
assumt 
compromisso 
com o CREA-MS 
Dut u peuco t ars 
de d 1J, hcn 1, ,, Jch.lle 
entre o candidato a 
governador pela col,,as 
I rente Ampla. En 
tnrlc,, Mfarun, os 
oi.h"l<>c1.1d,,, J,, e. o . .,, lho 
Regional de Engenharia e 
Arquitetura de Mato 
(iro, o d,, ',ul-C. RE A-MS 
O ddute romeç, u 
evatamente as }Xh 
11,Hllll ,l•dl!Jllll 
desenol»mentista 
apresentado pelo candidato 
d1 1 rc11tc ,111pl.111.in p,r t 
por a l.1rurr qu,r 111111111 
111.11, 1'1<1r11dé ,1111J.1 lq.!,11 
ato orosso do Sul a 
( h,1p.Hl.i,> d,, ( cu no 
l ,t,tdn dt· ( HllJ 
(h n,·ur,o, P,1rJ 
CASA PRÓ-CRIADOR 
Prodt.itqs Veterinários, Vacinas, Sementes p/ 
Pastagens em Geral, Rações, Sal Branco e Sal 
Mineral. 
.Av. Eugênio Penzo, 550 Centro. António Joào/MS 
CEP 79.910-000 
tornar tcqutcls os 
projeto acima, M!aran tot 
que»tonado sobre a ongem 
dos tcutos Dentre as 
numeras possbtldades 
,11ou .1 r1..·dm,:Ju do rcp,l"l'-1..: 
que mensalmente e feito 
pelo Governo do I stado 
p,lf,l ,1 lll111lllfCIIÇ,11) d,1 
,,,1..·111hll.'1.1 l.cg,.._1,,t/ a 
[se que prell."IIJt· 
c<>rl.H pela mct.1de " 
J111hc,ro qué o r:,1.1do 
repassa para o Poder 
Legislativo. Governo gasta 
RS 6 000 000,00 (sei, 
mtlh,,c, de reais) para 
manter 24 deputados e 
.ipro'1mad:1mcnlL" 11111 
servidores Marun pretende 
repassar apenas R3 n11lhõc:, 
para o funcwn:imento da 
( 
Rcdu11J1Jo pela metade o 
, .tlor do rcp;1-1i,c. c,plica 
que ,era posslel 
t:cmrnm11Jr cm quatro RS 
14.J 000 000,00 (cento e 
qu:Hl.."nt:i c qu:l!ro rnilhõc~ 
de real) Dinheiro que. 
':lcgundo ele. será 
fundamental para a 
i.:-011,truçjo de morJdía 
dig11J para milhares de 
pr.:'.,soa., t:'OU irncstir no 
J!,ÍJl{J111c.:nto de rodovias 
uttl11ada, para o 
ccoamenln da produção. 
(AI) 
principalmente. dura1111..· a 
piracema - p1..·riodo cm que- a 
pesca é proibida. 
Kohl rcalirmou ainda que. 
programas como o Dol:-.a• 
Escola e o Sc-guranç:i .,. 
,limcntar, s:io projetos de '"c=----A=-b=-------,-----,,--..,..----, 
govemocnàopanid:irios,quc arta erta 
,crào ampliJdo:-i cm :-.ua 
ac.lmini:-.tr::1i.,·.i1J. ··Mai~ do qt1e 
suprir as necessidades 
i111cdiJ1:is. com a diMnhuição 
de ccslas básicas. nosso 
governo irã ampliar esses 
programas. as::.cgurando a 
possibilidade de rcnda própria 
dessas famili:1s", garantiu. 
Corpo-a-corpo 
loacir Kohl p.,ssou a ma11hà 
desta quarta-feira (21.08) 
visitando con,crciantcs e 
moradores do município de 
Pedro Gomes. onde também 
panieipou de almoço eom as 
l,idernnç.,s políticas da rcgiJo. 
, tarde, Kohl segue para 
Coxim, onde participa da 
abertura da E-,posiçilo 
Agropccu:iriu da cidade - 
Expoxim. 
(Assl'<>orfa d~ lmpn:n.<01) 
Amigos do Sudoeste, 
At..r••O• da•t.A, ••nl'lo 
podlr u::i pouco d• •u• •t.onç.60 
?•r• o -•nt.o u::port..ant.o q,.io 
no••O z:.:. ... do TlYe Z.■t&.DOI - 
•no d• alolc6o• p.,i.ra Co••rn.a• 
dor, Son•doro■. Doput.,.d:u F'o• 
dora.1• o Ooput.,a,doa C•t,.d'.1•1• 
P.arucu1 ... ~nt..c,, ont.on• 
do quo o TOt.o do cada cidatlo 
ropro1ci:1.U c-,uto P"'"• " 01- 
t.ru:u.ra pol1ue::,-60.l.~l•t..r•U.­ 
Y& de Mato Grsso d::, Sli-1 o, 
01:.0 ec11s.o T-et.o,. lrA c.-cl.onc1•r o rlt.ao do d,.,sor.•ol,,.-u:c:-:c:..o Çtle 
queros para ncsta torra 
l-tol!lt..o processo, gostaria de me apresentar aqueles pua 
aJ."44 n.lo =ci cor.hocc:s tarta, levar as traers ai;s ta 
Sudeste ta trmteira, minha tuntaira de lu:... So.:.:. JrJ.Y.LrO 
Po.rctl.r", c:=p.ro•.ir10, ros.ld.ont.• Ç:11, .!.ard.1.=t. o:,,:l,u tenho ,. oda te 
cou• a:::.:,raon::Ueor.t.c1 ICr•!i.c" 8odoq-..1on.,a, .::ornAl ':'rl.ecn..a ;tcpu­ 
l•r CI Revisa ia Pantanal) #traves da coligação P":'"!I-PS':'-Pr...­ 
PP9-r. do 8-Pk.l, SC'U c•ndld..tto a Deputado ftatua. co e 
n-.::o.ro ll.1T7 
?roe:uo c1tl ••" •polo, do •p::ilo d.e a1.:a !,...j,li•. para q,.:o 
pcssacs desenvolver um amplo trabalho te :-odo:"lçJ.o do S:U-1::to.s::o 
O d.9 F"ro:it.01r• ~-u OIIU U.&b.lh::, t.o:-A qo.;• •=O.!lt.C:Or d.o !e=.. 
dJ.!o:--onto, porque partira das banes ruo as rziss rspnsua­ 
Y-ct1a. Cc:o Ccrput.■d.o, protondo onc-.t,e~,.r •• lu:.•• o ro:.Yt.n,::.ic•­ 
a que ma fores apentatas pelas unidadas, levando ont.J:c, 
uaa rros ata para sare unidas pela A.tto:!lló1a t..oç..1a:.-uv-• 
e polos Governos tatatual e Federal 
Clu•ndcl cUço q,,::o •oi-A ;A t.r~.alri.o d.l!oroiit.o, ô pc::quo 
0 
--=..:.,00 ou .l.:.1ç• ~ !:l.ld0,01t..e o d.a rrent.olr-•, t.ara ru &.1nh" P•-.-•e.• 
~a.lodo l..li;.ac.lo cc: os p.:do..i-01 curutlt'.l.id::is. :t.loJ.t..o Ocput.•~-:. 
ca!.-9:"lt.! =:;t.a:..:=.,::, i.= ••.::.:r1.t..or10 no !ôudecsto q-,10 ••-'-• n::.s•o 
pon:..o co L"C'Cr::..::o, 0-nd,0 • pcpu.!.•;..a.,=, to.r• cp,ortur...ld.ad,o dc:t d.l.a­ 
loç~, ':roe.ar 1d.o1 .... D reivindicar diretamente ta ma tepra­ 
~cn:...a:i'!.D, p,cr-q-.:a n4o vcu &J.t.e.r-.,ar 1U.nha rot.J.r:•. a-~ q-.1.1s•.r O'U 
proi»ar falar cuço sabera onda ma encentrar. Qa ereatre« 
e Prefeitas da regido, da mesa fera terlo :,::, e:o'.I -~•t.o =..a. 
;;r;u•r•...- •t-_.. r-..;1 e.o: • sa dou interesses da seis Muniiisa tsng 
e ninha vetata, ma propto da alo os ua atpla ui wtra 
as medidas noeasarias para resgatar o desenralriuanto desta 
podazs to Mato Grsnss da Sul 
Atua.rato residindo e /artis, tanhs a tistria da 
M2 anos da atuais na regi4s da qual nana mo afastai eanal­ 
pen ta, desempenhantmea trabalho visito as idades d Rudes­ 
t..• • e■f"T"on:.01.ra, r•l•çb•• o.a::•• que p.ro·t.on::o C...:."lt.o• ~ 
,,"_"""+ta·r+ r««r-r s une » sueis s, 
Pa.ra l■•o ;,ro!:.J,1:, da •ou T'Oto. "-'a..,:1;;1• t,uo.r e.ai■P61• 
ssa regi4is e pele tato Grosso ds tal

,/Of<tlAI 1 
1l)IM UI 1 HOrl T[ IHA 
• PllOJfTO 
GERAL 
Arrov9 apresenta "Programa Meu Primeiro Emprego" 
l) Ih p111 ,du 
1 ,t.1dt1J ÂflOjlJ ,tprc. t.:ll
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llíÇ,1-11..·lfil, o lh•t.11,,'!IJ 
1 l }'l-.1 11 o ,p11... ,111nr111 ,1 
1111pl llll 1ç.;111 tio l'hJt!fMll,I 
lh-11 l'rn11crr11 l 111p1q•o". 
que u111.;111111 ,1 JIH:r1111r1 do 
llll'IL,tdo ele tr.1'
1,,1110 il•"" 
jovens entre l6a 2l anos de 
d.ade. er todo o t •
111 1
• 
Mfato Gro o do Sul 
1 111 (.Cilllr.'f JI 1rt1d.1 
os empre adore publos 
ou piados reberào 
ertleados de ade ào ao 
p111t-'l.tlll,I. {jllt. (OllLII.I 
IH'IIIIP", llll l(1IIUHfl.°IH .. Í l'i 
publas, além da oncessa0 
" 
empteadore rur 
dn, ht.:llt fh,.UJ 
podera contar com o apoio 
(i11 tn.J IC ,1 IIS J< 111 'JIS 
lir111111do .Oli1,.IJ1'h llllll u 
Gero do Estado, para a 
qualifica,ao especifica dos 
»! 
/ ., 
J ,u.:.nt1HJ, util11 •r re ur ,,,. 
,!., 1  1 1 11 1., de 1!1Jl ,r , 
,11,, r rJh .11i.,u111 
SAAE - Serviço Autônomo de Água e Esgoto 
Conlrulo º 1)0512002 
(contrato le Pres- 
1.11·}0 ,k ( ohni11ça ,f,, ('1111- 
tas, celebrado entre o 
S, A E/li 1 ,. O.-.., 1 A ll 
N ·ES." 
sistemática de arrecadação ou 
t1,111..,fcrl
1
11c1J do ... rccufth :1r­ 
tecadados. ta omumtcado 
:10 ,1,!l'llll' Arrt·c·:ulmlor 1111- 
t..:dp.11L111h:n11:. p,11n ,11.1 
antenca atraes de cortes­ 
pondtnci.111ue p.,,,.11.i a IJ/n 
parte integrante deste Contra­ 
to, independentemente, de 
ad1t1Hh trn <k ll11rnul.1rin,. 
(i 1'11 ',;f(,ts.;. 
()u,· l.11r111 de um 
lado. o ',[RVl~'O ,L' 1 c'>­ 
NOMO DI • (,l 11 1 1 -.. 
(,()'f() • '.-.i11 11 "' 
pessoa juridiea de direto 
públirn co111 ,ede a Hua 
·111.,ha. 571. lentro. 11,1 ei­ 
dade de Ili l.i ISI ,, h­ 
l.1do u,· 1l,11,1 (irn,,o do ~ui. 
lll!>Crit,11a1 CtPJ. ,oh 11Ú11H.·­ 
ro. 03.16 7.81,1, 0001 -1!1. 11c,- 
1c ato representado pelo Sr. 
llelio l:li,ar o Viega 
(r,;1aldo, Drrelllr d.1 
/1111arqui,1. Cl'F rl'' 
562 460,481-53, nomeado 
atraves do D ... ·crelo do l l'· 
cutlO 1lu111cipal n" ~.ll37, 
OI. dor.i,anle c.h:110111in.1do 
,1111pk,111rn1e CON I RJ­ 
r,N 11 . e por ,nitro lado. 
0~~1,ll 'lJlES. e,1ahck­ 
cido na cidaclé de Bela Vi,­ 
ta, Estado de Mato Grosso 
do Sul. ,ituado ú Rua Sanh.l 
1fon~n. n" l:?l).1_ Centro. 
ron ... : 439-2039. CEP 
79.260-000, in,crito, no 
CPI· ,oh ni,mero 
436.'.!22.321-51 e R.G. n" 
455.829 $SP/MS neste aio 
cli::nomi11ado CONTRATA­ 
DO· AGENTE ,RRl:CA­ 
D,DOR. tem ju,to e acor­ 
,l:ldo o presente contrato, no 
lermos dc:-.tc Contr.,10 para 
Cobrança de Contas. de 
acordo com J'!t clâu:,ul:t!-> e 
condiçOL·:-. que mutuamente 
outorgam e acc:itam. 
Cl.iUSULA PRl- 
1IEIRII • O Agente Arre­ 
cadador cnc:irn.:l.!ar•SC'•à do 
í.."Cebimcnto th: c ontas emi- 
1ida< pelo SAAE/BV/i1 e 
apn:!>cntad,b para pagamen­ 
tf clm:10 no caia. através de 
formulario cujos ll(H.lchh 
fazem parte int..:granh:s do 
prc cnh: instrumento. 
l'iR;GRAFO ÚNl- 
0 • Qualquer al1,·r:iç:lo que 
o SAAE/BV/MS Cnha a in­ 
troduzir nos formulãrio.s. nJ 
1)  • ():..  1 /li /,1,', lll,lll· 
teta n cidade de Bel Vista­ 
S, junto aos estabeleemen- 
1<h b,IIICitri(l,. úllll,1 (lífl.'llh.' 
centralizadora, pata absorver 
os créditos das arrecadações 
diúria, 
CL,I 1 1 , 11 lltl f. 
1(, • O prnd1110 da ,1rrcc.i.la­ 
ão diria devera s ... ·r ..:1.:dit.1- 
d.1 .lll SAAt:/11'/.IS 1lll 1 • dia 
útil subsequente a cobrança 
pdo {!l'Ull' ,rrn·:ul:ulor. 
PARAGRAFO'NICO 
- O, Ct'lllpru, antes do SAA [/ 
l.l'/;IS e ;11 "º do lotai am·­ 
cadado deverão estar a dispo­ 
siça<1 "" SA, 1:/ll' ,~ 1 s, llll 
primeiro dia útil após a arre­ 
cadação diiria, sem prejuiro 
d,h ~;lllÇÜl', prC i,t:"h 110 .Jrti­ 
go ~7 da Lei I eder.11 n' X.666 
93. a contratada ficará sujeita 
;i, ~cguinti:~ pcnalid.uJt:. g.1- 
rantida a prévia defesa. 
3.1 - Multa de I0ºo 
(ck·, por cento) ,uhr...- o total 
arrecadado no més em curso 
pela inexecução parcial e/ou 
total l' p...-lo 1150 cumprimcnlo 
de quaisquer condições do 
Conlraw: 
3.'.! • Jplicad.1 a muha. 
:t contr;itant..: dc"'contar:'1 do 
primeiro pagamento que íizcr 
a co111ra1aJ:1. :tpús a ,ua im­ 
J)O!-oiç5o: 
3.3 - Ca,o a Contrata­ 
da não h:nha mai:-. p:tg:11nc.:ntn 
a receber, as multas de, it.l:i... 
serão cobradas :-idmini,trati­ 
, ;unente e se for necess :rio 
juJici:1lmcntc: 
.3.-1 - A mult.1 prc, bl.1 
neste item, n:1o tem c;1r;"itcr 
comJh:nsatúrio. 
111ora1ürio l.' Clll1."t1,.'qlk11l."111e11- 
tc o pag::111H:nto dela não e­ 
me a Contr:11:id:1 da rcpar:1ç:1o 
dc e, cntuai, dano,. pcnJa, llll 
porêrn 
Portaria N" 03612002/SAAE/BV/llS 
Art. I"- Conceder férias regulamentares ao servi­ 
dor .IOAO 1'-0GUEIRA, ocupar!le do caruo de L:nc.
1
;,ad<>r 
P:idn1o C._Ni, l!I VIII ch1 Qundro l:m1:i11c111c ... do Scn iço tutó~ 
nomo de Agua e Esgoto- SAAE. periodo aquisitivo de 20011 
2002. à p,nir de 0510& _002 :i O~ 09 _002. 
Art. 2" - Esta Portaria 1.:ntr.1 cm , igor na data de sua 
public:?1y:'io. rc, og.1d:is .l.S di!>pO!>içõcs cm cnntci.no. 
Cumpr.1-sc: 
Bda Vis1a-:-..1s. 02 de agosto de 2002. 
Hélio Elizário Viega Cristaldo - Diretor d4 
Autarquia SAAE/11ll)IS. 
prejuízos que cu ato punivel 
, cnh.1 .h .. alfl.'l,1í a l'o11tt.l11111• 
k. 
3.S - l.111 ldll de rein 
...::1dL'lh.: i~1. :1 l ontr ,1t.111h.: l l',c 111- 
d ir,1 o ( nntrtttn. 1111.:d1,1111c a, 1· 
'11 111c, "' d,· }O ( lrr11L1) <li," 
( 1 il''>l I J ()1 tR­ 
li • N,, hipó1,·,e de flle111im 
c.1u,.ulu a Clln,11111idor por 
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dur 011 ao ',,Al:/11'/:>IS, ,11,1 
reparação cabera ao responsa­ 
, cl pcln l.ilo. 11,1 c11do re,­ 
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ambas as partes responderão 
soldariamenle 
l l .Al -.l 1., ()l 'I'- 1, 
• , Cl)hr.11H,·;1 l.'.:llll encio11aJ.1 
I..' :i 1r,1n,lc1L·1K1.1 p;u;1 CHlt.1 
centralizadora da agência ban­ 
c.1r1.1. l''llar.ú.1 1,l..'111,1::, de l..'t)• 
1111 ...... :10 011 tJ,1. hc.:111 como .. 1 
guarda de numerário, desde o 
1 cebmento até a prc.:,t.,ç.1o de 
. conta, p,1ra o S,,[/B'/,'1S, 
,n., de.: mtc.:ira n: ... pon .... :il>ilida­ 
dc do A:,!l'nk Arn·c:ul:ulor. 
inclusive quanto a fotnrl.'.., de­ 
corrente.:, de ca,o for111ito ou 
fon;:1 mainr. conforme defini­ 
do, no J>.1r,igr.1fo L'nico do 
JrL 1.058 do Código Ci,el 
Br:hilcirn. 
Cl.,US LJ SEX IA - 
Pela prc,1aç.io de serviço de 
.1m.·..:adaç;io. objeto do presen­ 
te co111raw. o S,,[/IIV/~IS 
pag.ar;i ao .,gcnll' ,rn:c:u.la­ 
dor, o 'alor de RS 0,20 (, irllc 
Cl.'llttno~ de Reais). por conta 
recebida. 
CL,USULA SÉTIMA 
- Ao Agente Arrecadador, e 
facultati, o <li, ulg.1r. sem qu:il­ 
q11er '""" para o S/JEIB/' 
i 1S. que.: c::-.t:i autori,ado a rc.:• 
ceber contas. objetos deste 
Contr:ito. rt:-.peit;rntlo Ch de.:• 
mais Agentes /rrc.:ca<lon:"i. 
CL,USUL, OIT,V, 
. N5o !)Cr:°! pi:rmitid:t ;1 dc.:du­ 
çjo no:-. recur .... lh arrccad.1d,"­ 
do SA,F./ll'/,IS. d,,, che­ 
ques n:cebitlo, pdo Agcnll' 
Arrc-c:tdacJor em p:1gamcnto 
ck conta, l." qul." foram devol­ 
' ido, pc!lo Banco sacado, na 
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CL,USL'I.A NO:", • 
O Diretor cb iu13rquia do Scn iç-o Ju1cinomoJc icua 
l.' Esgoto dl.' Bd:i Vi•'1a-MS. no uso ele ~ua, ;itribuiçõcs Jc~ai. 
e dc co11fom11<!adc com a dl.'kg_nç:o de compc.:tCnci:i.; ot~or­ 
adas pelo Dccre!o n" 2.037/2001 • ht-cuti, o :-,.1
1111
icip.,I de· 
:!9 de agosto de 2001. 
Rcsohe: 
() pr ... ·,cntl.' ( <,n11.1tn, 1g(1r .1- 
r,, a p~rt 1r de OI 08 '2002 ,l 
J 1 071200,. podendo ser res­ 
rindulo a qu,dquer tempo, 
por mmueiativa de qualquer 
das partes, mediante a ,,, 
pré, in de .lO (lílltl.l) d1,,, 
l',RM,R,I O l 1- 
C < > - A rescrsão do(Contrato 
independera do prazo fie.ado 
lh.:,1.1 1. l.111,ul.1. nJh,:1,111do ''--' 
,1t1h1111,1lh.,llllClllt.'. t:;1,n 11 
1,!<.'ntr Arrt<":1d:1tlor ultrt.· 
cm rq!1111e t.k i11,olH.:n1..1.1 011 
taléneia e amnda derar de 
cumprir qualquer clausula 
deste Contrato. 
l'l.,I 'il'I., D((I. 
1, • A, ck·,pt.:'-'ª" prol'fll· 
c.:11tl.'.., dl""-ll' Contr:llo ,l'r,11.1 
..:l.1 ...... itii.::ado, 110 l'il'rrn:1110 de 
IJc,pe,a 11070212.01 • 
»'IOJ9.00 
Cl.,l'',l 1., Ili( 1- 
I, l'lll11 lll, - l'ar,1 diri­ 
mir dú, id.a.. l.' 0111i..,,ôc.:, q1J..: 
pon t.:11tur.1 pn,,am ocorrer 
no i.::ur-~o <lo prc.:,t.:nk l' que 
11.i<, Cllllpor1are111 L:0111p{hl· 
t;.lo .1111icí1, c.:I. tica eleito o 
li•rn da Comarca de Bela 
Vsta- MS, renunciando as 
p.:ute, de qualquer outro, 
por mai, pri, ilcgiado que 
seja 
E a,,1111 por l.'t:tn.:m 
111,to, e cuntrala<lm ... na for- 
111.1 :.ic1111.1. a,')inam o pre­ 
,entl.' irhtrumcnto 1:111 (02) 
dua, ias de igual teor e 
forma na pre,ença de (02) 
t.lua, te,1em1111h:1!) idúnc:.h 
que.: tudo presenciaram, 
compromi:tendn- .... e por ,i e 
seus sucessores legais o 
fic.:I cumpriml.'nto de todos 
os dispostos. 
Bela Vista, OI de 
agosto de 2002 
1 lélio Elizario Viega 
Cr"1aldo • Dirdor - CPF 
562.460-181-53. co:--.. 
TR,TJs.; 1 E. 
mar Nunes - (PI 
+30.222.321-53 - O- 
·1R,l',DO 
Testemunhas: Maria 
José ~I. Corrêa - CPF: 
:coo. 770. 761-68 
Jlarble!J Benites - CPF 
294.105.681-53 
3". ,1': · PÕrtarill 1'"' 037/2002/SAAÉ/BV/llS 
dae 
O Diretord=t Autarqui:i do Sc.:r, iço Aulónomo d~ Agua 
l.' Esi.:?oto llc Bela Vista-MS, no uso di.: ~lia.!> atrihuiçõc~ !~cais 
e ck ... co11fonnid.1dc com a delegação de competências outor­ 
gadas pdo Ot-crclo nº 2.37 -001 • E,,·cu1i, o Jlunicipal de 29 
de agosto de :!001. 
lksohc: 
Arl. l"-Conceclcrao<~nidor,LTAIR DIA .oc11pa111e 
do cano de Fiscal C. Nivel VII. do Q11.1dro Pem1.rnc111e do Ser­ 
viço Autónomo de Agua e Esgoto - SAAE. mais 5% (cinco por 
cento) de 1dicion:,I de Tempo de Ser iço. a partir de OI de a,:o<­ 
to de 2002.. por h:r complc1:1do 15 (quinl'..I.') anos de cfotiO exer­ 
ci io pn:,1:1 fo =io M1111i ipio dc Uda Vist.1 - i1S. cm ?"':1Z:10 d:i 
,,c.rb;1ç;1od1..· ft.:mpode cn iço cm confomticbrli: ma Pon:1- 
ria n' 052101. com fumfamc:nto no art. 118 U.1 U:i 7'1tmi ip:1I nu 
9-lS.93. c'c parágrafo 2doar, 103 da eiOrgini .1 ~tunicip:tl t: 
p.1r.lgr.1fo 9--' dn art .. H) cl:t Con tituiçth, ú.1 R1..·pUblk:1. 
Art. 2" - Sta Portaria entra em vigor na data de sua 
public:1çào. rc,og..1d:.b :i, da..po~i õc:. cm con1r:lri,,. 
Cumpr:1-se: 
1kb Vist.1-IS. 02 de agosto de 2002. 
lli·liu Eliz.;irin 'ic~a Cri"'1;1fdo - Dirc·tor du 
Aul:m111ia SA,E/ll1/~IS. 
dc.:,1111.1d<h ,1 qu.ild11,.,1,;.itt 1.: 
1n:111.1111l.!11ln dth _10,c11, 
trabalhadores. atrases de 
l.'tlnl°llHh (,11t1 ll (Jilt.'(110 
1 eder,d. Cluhe, de ',cn ,ço. 
'> 1 ', 1. I '- ( . 
nersidades e E ntdades 
de Ensino Medro que 
ofertem cursos tecnicos de 
especialização 
Um dos grandes 
prohlcrn.1~ qul.' atl11.!"-' o pJ1, 
C llthO Estado é o 111grl.' ...... (l 
de Jº' l'lb no mcn:..1t.lo de 
trabalho. No momento em 
que: o J>odl.'r l :CClltl o 11.:nlM 
cm rn,io, 11111 111,trumcnlo 
legal {jlll' auturi/l.' n 
i111pla111:iç~io di.: 11111 
programa nesse sentido, com 
beneficios fiscais l.' com :1 
' 
possibilidade de 
qual I fll.'l",',lll prol 1,,1011.il 
desses jovens por certo, 
u,nt.1r."11.:0111 o remedo legal 
para suprir essa demanda e, 
o-, hencf1c10, fi...L.11, ... cr,ln 
.ilt.1111::nlc compc11,.1dn, crn11 
u111a pk,ach.· <ll' pnc.:n, 
Ingressando no mercado 
lurmal de 1rahalho. 
Dessa forma, atraves 
d.· lllCl'ntno ... Íhl.' .. 11'.). u 
programa proposto pelo 
lkpu1ado ,rn,)t>. torr1a-'.'lol.' 
atrativo e factiel para os 
empregadores, iniciando os 
Jo,cn, no mcrr::idu de 
trabalho Representa um 
grande passo no cc11ario 
'.)OC1al do nosso Estado 
(,IPJ 
a ESPORTE 
Judocas de Bela Vista 
ganham 42 medalhas 
em Maracaiu 
Lik Corrê:t 
Bela Vista conquistou 
42 medalhas e foi vice no 
campeonato cstndual de 
Judô 2002, fase regional cm 
Marncnju. disputado durante 
os dias 16 e 17 de agosto no 
Ginnsio l!unicipal de 
Espon<' "Louquinho". Foi a 
prim,·ir.1 cornpt:ti ào a nh cl 
e 1:idual que os 34 allcl:tS da 
rcndemi, ico Judo 
p,niciparam. 
cgundo o dirclor de 
esportes dn préfcitur:i de 
Bela ista. Nicodemo 
Filgui.::iras Júnior. ~-a 
participação de judocas 
belavistenses em um 
campeonato estadual é um 
feito histórico que com 
certc-1.3 lrouxt: um estimulo 
mui10 grande na prriticn da 
modalidade nu cidade". 
A prcfei1ura de Bela Vi ta é 
parceira da academia, cerca 
de vime crianças do (PETI) 
Programa de Erradicaç,lo do 
Trabalho Infantil tem no 
judô a sua modalidade 
olimpica preferida. Cerca de 
quinze estudantes 03 faixa 
cuíria d~ 12 à 17 ano da 
Escola Municipal Pedro 
Ajala recebem gratuitamente 
bols..1 de estudo e kimono da 
Ac,dcmin Nico Judô. 
A prefcilum de Be!J Vi ·ia 
disponibilizou o transponc 
dos judocas para a 
competiçlo na cidade de 
Maracnju. 
Ellilal de Proclamas 
Jo:lo Anddío VicirJ. Ofi 1.11 do Carrio de Registro e" il 
de C:ir.,col -. faz saber que prch:nd.:m St'.' c-::u:i.r e :!prcs.cntJf'Jtn (h 
do umrnto-; c,1g1do!> pd Artigo 180 do Cód1~o Ci, il Brasaletm· 
Edcr 'kndonp 'T:lr1ini.-s e Raquel Eneci Lopes Leite. 
.:l'-' br:151l~m,. :»Ol~t:"1~. om 20 :mo,- é .. • 1d-:tdc. onu:r i.1no. n;:u :-':li 
de Bela Vista-M! 11lho d.· Sr Jo.':o 1brtm(~ e d.:- D. E lei kn­ 
donça Marines. residente e domiciliado nesta :idade de Caracol­ 
b: 1.·l.1 br.hilc-ir.1. do 1.:!.r. 1.-s1ud:1:n[c., om 22 anos de idad .. ·. rtJ.tu­ 
rnl de CJr:icol-1 .. filha de Sr. Leonor Martins Leite e de D. 
Honorina Lopes Leite, residente e domiciliada nesta cidade d 
C:trlcol-~1. 	e;: e 
e alguem souber de algum impedir .. to, que oponh _ .. 
n:i lonn.1 dJ Lei 	.:i s .. 
Jo.11.1 An1Jd1ô V1.:ir.i • O O!icbl 
Caraco!-MS, 1 de Agosto d 2.002

JOl•lllll. TlllUIJNA DA rnori fflHA 	• GEHAL 
002 
• 1'0íllf,lJLTUHA 
candidatos falam sobre agropecuária 
O Pro~rama Globo Hural entrevistou os principais candidatos à Presidência cujas opiniüe rcproduLinHh abaixo 
lhida no inicio do próximo dolrutliaf 
goro.) senhor aha ewe ao 
tenha financiamento pata a te,tradicionalmente,é o se- dinheiro suficiente" Cwno t·rú I rat:ulu a tpll''j• 
tão da reforma agrária se o 
,tnhor for rl,·itu'! 
lemos que tazé-la em ordem, 
encetar essa crónica de inyus­ 
ti,a e de violência., que de 11111 
lado condena pessoas humul­ 
desa violência do jauneismo 
1 ,cn i1·0 cio l,11ifimdio e de 
outro lado, equivocadamete, 
pessoas mamam que invadir 
1etr,l e,, ,ol11ç11o. O!!º' crno 
tem que tomar ente disso e 
não pensar que reforma agrá­ 
tia é só assentar pessoas. E 
preciso trazé-las junto com 
pohitiea agricola, assistência 
11:crnca. um apoio loµ,i- .. tico. 
,,1r11111rn de comcrciali1,1çilo, 
prc o mninimo e a cornprn de 
estoques pata fazer um pro- 
grama de alirncnlaç,1o popu­ 
lar. 
Como é que o senhor vai 
agír em casos de invasão de 
trrra'! 
Depende muito dos preços 
vai variar muito de prego Tem 
que planejar a safra, tem que 
111tn..x.fu11r o "l't,'11Hl ,l!!tlcolJ, 
ljllC o pr >prin mc1t,Hlo ,a, 
correr junto com o setor pn­ 
vado produtivo esse riso para 
inimizar a necessidade de 
dinhe110 púhli<o tol0c,1do ai. 
Mu, o setor p(1blico. 11,1 minlu 
concepção, tem que estar par­ 
ceiro desse processo e, quan­ 
do necessário, atuar sem qual­ 
quer 11po de reserva. 
Lula/ rT 
Com a lei. Nós não podemos 
101érur qualquer tipo de inva­ 
silo de lerr.i. 
Foseu relacionamento com 
~,s Oí1,!:tl1Í7.JÇÕC'S que rcivin• 
dicam terra, comu o MST e 
a Contag" 
É imporlantc que vocc lraga 
essas instituições próximas. 
foça com que elas compani­ 
lhem as re,ponsabilidadcs, 
que das compreendam o que 
podem fazer. que elas ajudem 
a escolher as familias, para 
que elas podendo ler uma 
imer!ocuçào direla com o go­ 
verno, nào precisem adolar 
cxpcdicntcs marginais para 
:iíinnar sua ju ta reivindica­ 
ção por terra. 
O agricultor brasilriro pro­ 
duz n custo b:1ixo um pro­ 
duto de quali1l:11k mas uào 
ronsrgul' cntr:.tr no merca­ 
do internacional por causa 
do protecioni.smo, do subsí­ 
dio. O que seu governo pre­ 
tende fazer para acabar com 
essa dcsvnntngl'm'! 
Nós ,amos atuar tnnto multi­ 
la1er.ilmentc quanto bilateral­ 
mente com uma diplomacia 
totalmente diferente da qu,: 
lemos hoje. A diplomacia bra­ 
sileira é excessivamente pas­ 
siva diante dessas restrições às 
c:,portnçõcs brasileiras en­ 
quanto nosso mercado é cada 
,c:z. mais franqueado. mais li­ 
berado para produtos originá­ 
rios do estrangeiro. Vamos 
atuar preferindo exportar 
111.J.i:-.. m3S todas as vezes qm: 
tlll:t rc-1riçio às exportações 
brn,ilciras se m:rntivcr de for­ 
ma ilegal. se rnanti,cr de for- 
111.1 insustcnt: cl. nós vamos 
retaliar bilateralmente, que é 
como a pdt ica de comércio 
c,ti:rior. i1fcliz.mcntc. ainda 
dctcrminn. 
E proteger o pnJduto bntsi­ 
ldro'! Vai h:l rr subsidio'! 
bso é fundamental. ub idio 
ha, cr:i se for ncccss:irio. O 
ideal é que a agricultura se 
.)UStcntc cconomic:u11cnh:. 
mas, se necessário, o pais tem 
de ter capacidade na 
ambil.:ncia ele um:.i. politicu 
o.gric.o!:i que cmm:cc lá no cré­ 
dito (que n, o é o melhor lu­ 
ar de fazer subsidio)e tcnni­ 
nc c:j 11::i compra de exceden­ 
tl.'.:) p:ir.i uarnntir:1 rccularidn­ 
de dos preços. Quando for 
necessário. subsidio ai, no 
Prc.;o. 
O ,cnbor faz uma ideia de 
O senhor pensa em mudar 
o modelo da agricultura 
br;isileira'! NI,"' tcrno'i, por 
um lado, a agricultura de 
cxportaçílo, que gera divi­ 
as, que traz dólan:s l' 11 c111l~ 
é voltmln ao mercado inter­ 
no, : produção de alimentos. 
P'retende privilegiar mais 
um setor do que outro'! 
Durante muito tempo e ven­ 
deu a idéia da incompatibili­ 
dade entre a agricultura fami­ 
liar e a agricultur.i empresari­ 
al. Isso foi uma bobagem mui­ 
to grandl!', porque, na verda­ 
de, o l:!rnsil precisa das duas, 
as duas se complclam. Uma 
consegue fazer divisas cm 
dólar par., o Drasil. como foi 
o superavit comercial de USS 
! 8.5 bilhões no ano passado 
na agricultura e a agricultur.i 
familiar consegue n:lo apenas 
produzir alimcnlo, mas gerar 
empregos para milhões d,: 
mulheres e homens qu,: traba­ 
lham no campo. O que nós 
precisamos é incentivar as 
duas agriculturas. tanto a fa. 
miliar como a empresarial. 
lnc•rttivur como? Recente­ 
mente o senhor se mostrou 
simp:'1tico ao subsídio que o 
agricultor europeu, cspcci­ 
;·llmcntc, recebe. Seu gover­ 
no rontcmpb a possibilida­ 
de de voltar com subsídios 
para o produtor rural? 
O que cst:i acontecendo hoje? 
O go, emo agora, com a safra 
2002/2003, cst:í liberando RS 
20 bilhões para o médio e 
grande produtor, RS 4 bilhões 
para a agricultura familiar, 
com um agravanlc. RS 4 bi­ 
lhiks é tão pouco porque 50% 
desse dinheiro vai ficar nas 
regiões sul e sudeste. o nor­ 
des1e é que tem a maior pane 
da agricultura familiar. Eu fo. 
lei do subsidio porque o Bra­ 
sil tem que lomar uma deci­ 
são. e a Europa toda e os 
Estados Unidos subsidiam as 
suas agriculturas. o Brasil per­ 
de poder de competitividade. 
Nós temos duas coisas a fa­ 
zer: ou nós subsidiamos a nos­ 
sa ou nós brigamos na Orga­ 
ni1.1ç3o Mundial do Comércio 
para diminuir o subsidio das 
outras. 
ls.so d:'1 a entender que o se­ 
nhor subsidiaria mais o pe­ 
queno agricultor do que o 
grande. 
Obvinmcntc, o pequeno pre­ 
cisn mai . 
Com que recurso? 
Veja, o recurso nós temos que 
arrumar. Ou seja., no Brasil, 
precisamos parar com a ma­ 
nia de dizer que não tem re­ 
curso. porque uma don:i de 
casn que gnnha um salf1rio 
minimo esta cansada de nos 
d~r lições de que. com sacri­ 
ficio. é possivel você ir sobre­ 
vivendo. A agricultura brasi­ 
leira, na medida c.:.m que, ocê 
incentiva ela crescer. na me- 
que montante podcrfa ser 
destinado a isso'! 
dida em que ré exporte 
mas, na medda em qu voe 
areultura lamuhar, o ai 
gerar mais divisas, cone­ 
qlh:fllcrnuttc , ou.: hll v.c:r;11 
mais recursos para a própria 
u , ícultura 
Cn1110 conciliar uma t.a 
básica, um alimento barato, 
com uma justa, digna remu­ 
ner:11·:iu ao produtor rurol? 
0111,,, o grande problema que 
a genlc percebe hoje é que o 
proclu1or rural, principalmen­ 
tc o pequeno. tem pouca aju­ 
da, não tem quase nenhuma 
Ou seja, o governo anuncia R$ 
4 bilhes e quando chega no 
fim do ano, você vai consta­ 
iar, só liberou mclade. O go­ 
,crno precisa parar de anun­ 
ciar dinheiro pela televisão e 
depois, na pr.itic,, não dar. Nó, 
,amos dar o dinheiro. 
José Serra I PSDB 
A politica agricola no atual 
governo está sendo tocada 
por dois ministhios: o tia 
AgriculturJ, que íicou com 
a chamada :1J.:ricultur..1 em­ 
presarial, e u do lkscnvol­ 
vimento Agrário, que cuida 
da agricultura familiar e dos 
:1sscnt:1mcntos. O senhor 
conconJa com essa divisão, 
que chegou a transparecer 
uma distinção de classes, 
tipo primo riro e primo po­ 
bre? 
'ão, não. Eu acho que essa 
divisão 1c, e 11111 e frito prático 
que foi pennitir que o gover­ 
no se concentrasse mais nas 
duas questões: não mislurar 
quesl:io de propriedade da ter­ 
ra. invasões ct cctcr::i com po­ 
lítica agrícola. que, nliàs, o 
Pratini de Moracs vem levan­ 
do muito bem. Devo dizer a 
vocc que é um dos melhores 
ministros que nós tivemos. E. 
ao mesmo tempo, a questão 
agr.irin. que é mais enrolada, 
do ponto de vista de conflitos, 
tensões ct cetcra, fica numa 
outra :írea. Misturar acaba 
prejudicando as duas coisas. 
Mas e a agricultum famili­ 
ar, que tem uma importân­ 
cia fundamental na protlu­ 
çJo de alimentos no Brasil? 
A agricultura familiar é uma 
onterscçTo das düas coisas. 
Para mim. a agricultura fami­ 
!iar é fundamental para o em­ 
prego e para a produção. Nós 
vamos fazer (se cu for elci10) 
duas coisas imponantcs para 
a agricultura familiar. primei­ 
ro criar um fundo de aval para 
que ela possa pegar crédito. O 
Pronaf, que é o Program:i de 
Apoio; Agricultura Familiar, 
ele disponibilizou RS •1 bi­ 
lhões para crédito. No entan­ 
to. a agricultura conseguiu 
pegar só RS 2 bilhões porque 
não tem garantias para dar 
pam os bancos. ós vamos 
criar um fundo de avnl com a 
ajuda do governo para isto. 
Segundo: o seguro da produ­ 
ção, que todo os pnises civi­ 
lizados 1êm para a sun agricu!­ 
tura. E J.Í o governo vai entrar 
também, inclusive. pondo re­ 
cursos para poder bancar uma 
p:,ne do prémio. Essas duas 
coisns tl.:m muito a ver com n 
agricultura familiar. 
No seu governo o senhor vai 
concentrar de novo isso, ou 
vai manter essa estrutura? 
Eu , ou m:wtcr por cnqu:rnro 
no go, cmo. Depô is nós , a­ 
mos er, ma ndi:tnh:. tomo 
tre 
O setor de produção de lei- 
tor que mais gera empregos 
no IJr.,,í! dqioi, d.t UHllnr­ 
Í·io (i,il. :'o tnt.,nlo, hujr 
tUÍfl 111a 11111.1 crÍ'llít' trl..llll'II· 
da por causa da baia remu­ 
lll.'rnçilo cio prorlut,,r, d.1 
concentração de produção. 
O que o ,cnhr,r, 110 ,cu gn­ 
, errw, se eleito, poderá fa­ 
ter para corrigir isso, para 
limitar essa crise"! 
Olha, primeiro cr be111 e,,J 
questão de dumpmg Esse é 
leite que vem de fora compre­ 
o excessivamente bano Ji 
foi feita alguma coisa, mas 
continuou entrando. 1e111 aluo 
l"Jr,1Úo :-ti. Segundo. que e fun­ 
damental por a produção de 
leite dentro da politoca de crc­ 
dilo governamental, com 
aquele, juro, mcnorc,, c<1m 
financiamento !s10 é lurnJ,,. 
rne111al para o caso do lc11e 
entrar para drntro da polllic., 
agrícola e d.1 poli1ica de linau­ 
ciarncnto. l:., .io mesmo tc111- 
po, treinar pessoal 'ó, temo, 
um plano para treinar 300 rntl 
pessoas que lrabalham 110 lci­ 
le com recursos do Fundo de 
Amparo ao Trabalhador. N:io 
custa caro e é vi,hcl. 
Ent:1o sendo dcstin:uJos ago­ 
ra RS 26 bilhões pnra asa­ 
fra que começa a ser plan­ 
tada :tj:!Oí!l e que 'ai srr co- 
Olha.e o e nós 
um pais 
dos tem 
clustve os subsidros, é muito 
p<lUW 
O senhor daria quanto? 
Olh,1, nú, fi,,mc, um progra­ 
ma que é a Pol11ic 1 
agrnpern.in., de J~ ,cmoh 1- 
mento rural do agrongoco e 
a promoção da estruturação do 
campo brasileiro E um pro­ 
gram,1 que lt'lll quatro grandes 
questões a serem tratadas Pri­ 
mero a população com 1crr,1 
msuficiente, a população que 
pra1rc.1 agncultur,, t.1111t!1.1r, o 
agronegocio e o latifúndio 
O senhor poderia dar uma 
i<lt:'ia de quanto é que o se­ 
nhor acha que o setor agri­ 
cola brasileiro mereceria 
para ter esse papel que o ,e. 
nhor t.lrsl:tcou ~1gor:1? 
Eu acho que. pelo que a agn· 
cultura representa no Brasil. 
representa 41 • o das e,pona­ 
çõc, hrJsi leira,. do Plll. rcprc­ 
seula um saldo de RS 19 bi­ 
lhõe~ 11a balauça comercial 
brasdcira. a agricultura tinha 
que ter. no mínimo. duas ,e­ 
zes esse valor. E com detalhe· 
com juro, menores. e om os 
juros da forma como a agri­ 
cultura, cm recebendo, é im­ 
prntic:h el. Eu fiz 110 Rio de 
Janeiro um programa chama- 
r , t (rlJ a C~t 'IUt Ov 
nhor propora para o tor 
agrieola. 2 ao ano? o e­ 
nhor ,11 h,1 h 1 Hrndio , d,· 
banar isso! 
Com certeza, perfeitamente [ 
strat 1 ... ~, p f,t O nso pai 
apoiar a aprultura Eu fiz no 
Rio Sabe qual foi o resulta­ 
do? Quase 20 mil empregos 
indústra, de envolvimento, 
uma reversão da e pectatra 
no t,lll1JJ41 
Uo< lt 26 bilhões ,1t,1i11.1- 
dos atualmente, H 22 mi- 
lhõc·• ,:1o pu r:o n rh.1111ad,1 
agricultura empresarial 
llS .j bi!hcks p.1r.i a agricul­ 
turn fnmilbr. omo o ,r­ 
nhor faria essa divisão"! 
[:11 acho que a agricultura 
crnpn'".1rial é 1111port.1ult. ... m.1, 
nós temos que apoiar a agr+­ 
cultura farni!,.ir ~ la e a 4uc 
pode gerar mais emprego, ela 
é que pode. acoplada ao 
agroneócio, implementar 
uma série di: prOJefnc., 11t1por­ 
t.antcs para o desenvolmen­ 
to do campo 110 P"" 
O senhor aumentaria em 
quanto o olumt.> a !cr apli• 
cado no setor de agricultu­ 
rJ familiar? 
Vamos dobrar Eu queria lem­ 
brar que. dos candidatos, o 
único que já fo, ,ccrc1:ino de 
Agricultura e conhece a arca 
sou eu 
■CARREATA 
Jerson Domingos lidera carreara com 
41 veiculos e 14 motos em Bela Vista 
Lile Corra 
Dela Vista - O 
candidato a deputado 
estadual do PSL, Jerson 
Domingos. liderou a maior 
cnrreata de um candidato â 
deputado estadual cm Bcb 
Vist:i na fronteira com o 
Paraguai, com a pa.rticipaçiio 
de cerca de 47 veículos e I4 
molos na Princesa do Apa. 
Ao lado do prefeito de Bela 
Vista. Dr. Geraldo Pinheiro 
Murano (PDT), , creador 
Fiá io Robcno Godoy (PT 
do B) saindo do Aeropono 
lntcmaciona! de Bela Vi-ta. 
percorrendo a avt:.nid:i B:tr.1o 
do Lnd:irio, bairros Cost.1 e 
Silvo. Parque das 
Primaveras. Baixada 
Corinthiana, Centro 
Comc.:rciat belavisten e o 
cnndid::ito que 1cnt!l a 
reeleição percorreu as 
principais ruas da ciJndt< 
"recebendo o aplauso da 
populaç.io fronleoriça". 
Entre as lideranças que 
participaram da arreata 
C:-.lJ',1"1 OS 
municip::iis: Letizia Mura.no 
(Assistência ocial). 
professor., lsabél Nogueira 
Barbosa (Educação). Alice 
Ar.inda (S.1úde). Célia Alves 
dos antos (Gabinete), Luís 
Melchiades Lobo (Finanças), 
diretor do SAAE- Serviço 
Autônomo de Águas e 
Esgoto , Hélio Crista!do. 
Aldeia Pimcu:i 
Depois da carreata. o 
deputado estadual Jerson 
Domingos fez um corpo a 
corpo pela Aldeia Pimcu:i no 
inauguração do escola Hoy 
Arandu R,:nda (Casa dos 
Inteligentes. segundo a lingua 
Guarani) cerca de -100 
indigenas abraçaram o 
parlamentar do PSL que no 
Indo do prefeito Murnno 
danç:iram e.a dança típico da 
.lldeia". 
Jcrson Domingos 
participou de um churrasco de 
onfrJlt:rninu;.io ondt: 
almsou com os integrantes 
da Aldeia Piracui, na parte 
b tJrJ •. ele pan, ipou de urna 
n.:uniJo cm Campo Grnnd: 
que estava sendo 
organiz.1da pela ,crcadora 
TcrcLa NJme. campd de 
votos da capital. 
Obras 
Jcrson Domingo, 
trouxe para Bela Vista uma 
viatura Corsa zero Km que 
foi entregue: pelo vereador 
Flri, io Godo) ao 3º PclotJo 
da Policia Mil11ar de Oda 
Vista. além de, iabiliLJr RS 
33 mil 
Construção de um entro 
Comunitãrio no bairro 
ltaborai. O parlamentar 
, iabi!i,ou ainda o projelo 
Sorria que fez o 
atendimento de cercn de 
quinh,:ntas 
gratuitamente com 
atendimento odontológico 
e cirurgias bucal 
gratuitamente em Beln 
Vistn. 
··o Jerson Domingos é meu 
amigo e uma. pessoa que 
quer o progresso e o 
descn, oh imcnto da 
Princesa do A pa e j:i deu 
provas de amizade e 
respeito pores a terra que 
todos nós amamos··. 
mcncionoll o pri!!'t'.ito 
Mura no apoiando a 
c:rndid:rturJ de Jcrson 
Domingos para deputado 
cst:iduai. • 
Segundo 
para a 
pessoas 
F!:í, io 
Godo) "o gabinele do Jerson 
·Domingos esta de portas 
abcna5 para re::chcr rodos os 
belavistenses em Campo 
Gr.mdt:. :tg rJ sim nós tt."rnos 
um n:pn.:.· enl.tnte de:, ~rdjtdt: 
na Assembleia Legislativa 
do Mato Grosso d ui'".

.Jüntl/11 111111Jil/ OA í 111,•1 rt / 
PAGINA. 10 
UÂMARA É NOTÍCIA E INFORMAÇÃO 
• BELA //STA 
----- 
Vereadores uuerem Informações sobre 
uaoamento da contra11,.rtida 110 municio o com 
aUFMS 
Hequcruento a sina«do 
pelos Vereadores da bancada 
tln l'I 11.i ( 11111'.1111 l111111 .pl 
thlanda I reta dos Santos e 
(,l111l10 l.11111 1 ilho. l,q 
t'll . .llllÍ11h11tlu an 1'11.:h 11) 
Municipal solicitando que 
informe a situado do 
P·'}'•llll'IIIO d,, cn1111 t1p,1rlttl.t 
do unte1pto com 
ver8idade l edetal de Mato 
( ,n1,,o tio ~111 - lll /1 
Segundo a Vereadora, 
Professora. Diretora da l ola 
l ,1.1du,,I llr. fo,1qu1111 
Murtinho e ex-Secretária 
/11111,cip,d de l.1l11c,1çílo, 
Orl:11,<111 1 ll'll,1, tln, ,1111Cl,. 
pa, ... ·,:c que il conlr,111.11tida d,1 
Prefeitura Municipal para o 
fu111:1r1111t1111..·11td tio, cu,,o, d., 
Orl1111da l·rcil,is dn, 
~:11110 e (j,•1ulio Lino l'ilh,1 
reiteraram ao 11rl.'frito 
~1unicip,11 e ao SL"crc1:i1 H) 
~lunici11al de Obra, a 
1ndic:u;:lo cm que rei indicam 
:1 1."lllhll 111,'.:1,, ck um por1al 11a 
L'trada d:t 1.:id:uk. hl'lll crnnn 
a colocação de postes com 
luminar ias em tod,1 a L'h..:11,,lo 
d.1 rn.1 Bnr:h1 d,, l.:ut:mn L' ti., 
,,, L'nid,, l c,)(IOfll s.ni, ., ,k,dc 
aquele local 
L111 l,.'"\h dente 
endereçado AGES I local 
Orland,1 1 h.:i1a, d," ~.1111l" '-' 
Getuliol ino l lho reiteraram 
indicação anterior saltitando 
a construção de uma ponte na 
'IM[ em nossa cidade esta 
em atraso ha dez meses, "com 
,,,,, a l'11n cr,111.nk· potll.' 
(l.'dl,11 ., 1 "IC11d0 
niversitária de bela Vista, 
que foi conseguida com muito 
c slorço e sariticio na 
administrado passada", 
aflfnHHI 
Construção de 11ortal na enuarta 11a cidade e 
Iluminação 11úhlica 
Indicações e Proposi fi s verbais: 
vereador Walflir cardo so lPTl 
J LI um apelo ao Prefet 
Municipal e aos membros da 
(omissão de Seutan,a 
Alimentar do Mune1pro para 
q1u.· dc.:..:IH il nl,lc.'tll.1,l .1 
famihas de pt:tJlh.;lhh 
produtores rurais que Iteram 
a aqutstçào de pequena» ata 
de temas na tegrão da Preguiça 
atr,1é, dt.· l11un-..1.uncn10 du 
l l:i11co do l'o, ,,. 
O Vc1c,1dor ,,l,r111l•ll 
que 11111 hll,11 ,k 1 (, (,k,c, ,e") 
fa1111li.1,. 	t.:0111 
n1iro1111,1d.1111c111c 10 
qu.11c111,1} criani;,1,. c,l;lo 
pa,,.111do pur cru e 1, 
necessidades de alimentação, 
isto porque, segundo ele, ate 
agora não houve a hiberaçi 
1"" pnrlc lill llli~1  do 
dt,lll.ll,lllll"llhJ <l,,, ilr.",I, pJI ,l 
que aquelas familias possa 
p 1., 111,tr e pro<l 11, ir o ,eu 
próprio sustento 
O Vereador pcl""' 
rc:,,allou lJU'-' prdt1cn1111..·ntt: 
todas as ri..111<; h ,1..• cncnntr.1111 
com sérios problemas de 
dt:,nulriç,lo .. ilt!m tt1 1t1~t1l)rr.1 
dela, e,1.ire111 af.i,1,1<LI d., 
escola, "por isso é de extrema 
importância a atenção 
1111ed1,11a du poder pi1blico. 
,1tr.1,é!I do f,>rncc1111c11to de 
cestas básicas de alunentos à 
aquelas familias" cnf,1111,,u 
'ald1r Cardo,o 
Parecer M' 034/2002 
Autor omissão de l ·islaão, Justia e Redação Final 
te m, 1 ·, ,. lt 
,J ''''1••<' itcJ •• l 1 
ode Lein 02202-de 
a' 	Dispõe sobre altera- 
<I . e dJ , un ·" J'fm ,. 
A Co111 aps análise opiu.1 Í,IOt.1Chnrnll' 
pd., 1m1.1í1.,ç:,o tio l'rujuu. l. ,, i'Jn<H. 
Sala das Ser ses, 19 de Ane to de 2002 
J,ur Bispo-Presidente, Getulio Lino-Relator, Ramào 
P.u«k,- lw.hu 
Parecer Nº 012/02 
Autor: omissão de f'clucnçílo, s.,útle ~ ,~,i,1,·nci.1 ~o­ 
ial 
(h Vereadores que abaixo subscrevem, integrantes d.1 
( "'""...iu 1',-r111,10c111c de' Educação, Saúde e Assistência So- 
1.:1,il dl·,1.1l,h;11 cg.1,l.11i,,1. rcumdo'-1 cm PI n.1rm. p:tra an.1- 
lisarem o Projeto de Lei+ 022/2002 do Executivo Munir­ 
pal, que Dispõe sobre alterações nas Leis Municipais n's 
I .CU} •)7 e 1 059 98. e d., 0111ra, pro, id~11cia; 
J Cn1111, .... ,lo op111a Lnor.nclmcnte ao Prc>;cto Ctllll a 
,c:µ11111tl' c111c:11d.1 
',upr11t11r o Artigo 4 da prc,cnlc L c1. 
Sala das Sessões, 19 de Agosto de 2002 
i(.11n.i,1 i'Jredc, Gil-i'rcs,d,·111e. Orland,1 1 d11, ',,Ili· 
1<>s-Rcl.11nr.1. h.ibcll.1 de 1orac, P 1'1urano-'-k111h10. 
Construção de 11onte na região do Alto sa1mcala 
região do Alto Sapucaia, 
considerando que a cNstntc 
,e ... ·nclHllra cm pr...:c;'1ria, 
1..".lllJ i llc ,. a prc ,crllanUo 
riscos de ocorrer um .1cidcntc 
a qualquer momento. 
Orlamla reluinlllca uários serviços à Secretaria 
de Obras 
R ... ·ill..'rou .10 Pn..:fcih1 
Municipal indicação anterior 
de sua autoria onde 
rei indica a nhcrtura da, 
rua, <lo Loteamento José 
(iarihaldi, con,iderando que 
desde o ano paSado esl.i 
pleiteando esse beneficio 
ao:-. moradorc ... do n.:frrido 
llltc:unento e até agora o, 
serviços nJo foram 
e,cc111ado, pela 
municipalidade. 
O Vereador obsen nu 
1 
1 que de, iJo a inexistência 
das ruas as familia que jil 
construiram suas casa!'I 
'também não podem 
Atr: és de indicação 
,tn .. ccn..:t.ri1., ~11111il'.ip:-tl de 
Obras a 'cre.nlora Orland:, 
1'1.'ila, Jo, Sanhh 1ci, inJicou 
a execução dos seguintes 
...,l'.í 1ços L' hl'.111L'1tori;-i,: 
1 impcta. 
patrolamcntn t.· cnll,c:11;:"10 dc 
luminárias nas ruas dos 
"Orelhão" na Santa Terelinlla 
, 1 ll.E1', llr.i,il 
leleom a Vereadora Orlanda 
!reitas dos Santos voltou a 
reivindicar a instalação de um 
tckf,,11c pl1hlicü, tipo 
bairros Novo l lnri1011tc l' Jo;1o 
de Barro; colocação de 
lumin:1ria'i. atr;~ do Centro 
Comunitário do conjunto 
Era Mate, mais precisamente 
cm frente :1 ~krcc:.uia Eloin. 
assim como nas rtlih dos 
bairros Espirito Santo e 
conjunto Cana.i. 
"~relllão" no Estrelinhn e no bairro uova se•~ 
Vista 
1 
Luiz Alexandre 
Loureiro Palmiéri, Vereador 
do PI e Presidente da 
C.im:u., 1unicip:il, 
encaminhou indicação à 
l ELE\S lrn,d hkcom 
tl.'i, indicanch, ,1 lll)l,dnç<h.l 
com a máxima urgência de 11111 
tt..:lcfonc p11blt1..u. tipo 
"orelhão" na localidade 
conhc..:cida ú)111o r.,in:linha. 
rodovia Bela Vista'Antonio 
Jn.1o. m:-iis pr..·ci.'t-.1ua.·ntc 110 
Rl'stauranh: 1..• Ih,, r.ich,iri:1 
1'01110 C'cno. 
X.111clc íri 011 qt1l' a 
instalação desse "orelhão" irá 
,11cnder 1.11110 o, 11wr:1tlor~, d.1 
região come um gr.rndí.: 
nlnncrl) dl..." c,,n<lut,Hl.'..., de 
veiculos que transitam pela 
rodovia. a exemplo dos 
caminhoneiros que tarem 
patada no teferido 
"'ordlüu", 11a rl."l.!i:io dc S:mta 
Terezinha, atendendo a uma 
Jntig.1 ri:i, in<licaçào d,, 
cor:nidade residente naquela 
loc.iliJ.,úc rural. 
Uereatlor Ramão Parell es 
c,t:lbclccimcnto. 
O Vereador Luiz 
Alexandre - Loureiro P:ilmiêri 
t:.unbérn rei indicou â 
: ELE! Brasil fck,om :, 
llbt,Jl,11r:1o Ôl' um tclcfo111.: 
publico, tipo "orelhão, m rua 
1 crn:-ndo Fcrn:111dcs Li:ilt. 
..:.squrn.i 0111 ibl C.indirlo 
~ bri:Hll> l{011dun. no h.11rn..> 
' "'-1 Rl'I...: Vi,t.1 (.11111u.1 Vib 
1'<lu) 	.. 
uereatlor Jair Bispo 
Rei, indicou n 
TELEMS Brasil Telccom a 
instalação de um 1elcfone 
público, lipo "orelhão", na n,a 
José Simplicio da Cosia 
Marques, bairro Primavera 1. 
mais pn:cis:1111cnh! cm frente 
ao :',.krcado Crislo Rei. 
alcndcndo a pedido do, 
mor:idorc..:s dJ'ií proximidadc, 
Também reiterou 
pedido ,i TELEM para que 
faça a mudança do "ordhào" 
ocali,ado na rua Ccl. Dias, 
1 
"" lado da Igreja de Pedra. 
no bairro Agua Doce, para a 
1
. 
frenlc do l'rojelo anla 
Clara. no mesmo b.1irro. 
a1e11dendo a pedido dos 1 
Uerealtor Flavio Goltov . 
Sulici1ou à FUNASA 
que, iabilizc a cons1n1ç:io de 
kits sanitários para as familias 
do bairro Clarão da Lu.,. 
prõximn :to Cemitério 
~unicipal do bairro Agua 
Doce. considerando que 
muila familias se utiliZimt de 
b:mhciros cobertos com lon:is 
e necessitam com urgência 
dc~~l.'.'s k.ib anit.irio . 
Ao Prefeito ivlunicip:il 
Fia, io Godoy solici1011 que 
c,tudc a po "bilidadc de fazer 
a doação da área cm que 
funcionava a antiga f.ibricn de 
tubos da Prefeitura Municipal 
p.1r.1 a Ass ·iação de Cabos e 
'old.1.ln, da 1'C1lici.1 ~lili1.1r. 
de tin:ido :i con::,lru ão da 
3-t'dc 'o..:inl d.1 entidade O 
rei, indicar o benefício da 
energia elétrica, considerantlo 
que a ENERSUL ,ó pode 
fa,cr a c,p.111sào da rede de 
energia elétrica após a 
abénura das ruas. 
morndorcs. 
,o ccrct3rio 
~lunicipnl de obras Jair 
lli,po ,olicitou que ddcnnine 
a recuperação de uma 
luminária na rua Rosalina 
Lino. bairro Plnnalto 1. 
Vereador ressaltou que n :ín.-::t 
e de propri,·<bdc do I:-tado e 
c:,t3, ;-i ccdidJ ao ~1uni ·ipio. 
pori.5.:)oqucrqueoE,c uti,o 
faça a sua nquisi iio ou entre 
cm cntcndimi:nto om 0 
l:.:,t:ido no sentido de 
, iabilizar a doação da mesma 
J 1 ·fcritL1 A,::,. '"J:"l;.-,l°'. 
■AÇÃO PARLAMENTAR 
Apresentado na Câmara Projeto 
de lei que dá maior liberdade de 
funcionamento às farmácias 
O Vereador Luiz 
Alexandre Loureiro Palmiiri 
(PFL) 1ambé111 :1pre,cn1ou 
esta semana, nn C[!mara 
Municipal, o Projc10 de Lei 
11º O 17/02. que dispõe sob~ 
a regulamcnlaçJo do 
Íllncionamen10 dos plonlões 
das farm:icins mcdianle n 
ahcraçào da Lei Municipal 
11º 686/79 e dá ou1ras 
providências. 
De acordo com o 
Projc10 de Lei os plo111ões 
das fonn{1cias iniciar-sc-ilo 
às 18:00 hor:ts dos sábados 
e encerrar-se-ão às 06:00 
horas das segundas-feira , 
adotando-se o me mo 
si tema pnra os dias em que 
ocorrerem os feriados 
nacionais. estaduais e 
municipais, sendo que, 
, independentemente da 
esc::da de plantão us 
fa rrrd ci:u poderão 
funcion:lr normnlmentc, 
-«:m restrições de bod rios, 
diz o Projc10 em seu Anigo 
2º. 
Luiz Alexandre 
informou que var,os 
farmacêu1icos da nossa 
cidade vém reclamando dos 
prejuízos que sofrem devido 
ao grande número de 
feriados e ponlos 
facul1a1ivos decretados no 
município, por esse 
motivo, após 
c111endimentos com a 
grande maioria deles, 
tomou a iniciativa de 
apresentar esse Projelo de 
Lei, que sirnplesmenlé dá 
maior liberdade de a1uação 
nos comerciantes do setor. 
(AJCM) 
■AÇÃO PARLAMENTAR 
Hélio quer a instituição 
do Dia do Esporte 
De autoria do 
Vereador 'élio Diório 
(PMD!l) foi aprescn1ado na 
Câmara ~1unicipa1, esta 
semana. o Projeto de Lei nº 
O 19/12, que dispõe sobre a 
instituição do Dia do 
Esporte no município de 
Bela Vista e dá outras 
prm idéncias. 
De acordo com 0 
Proje10 o Dia do Espone no 
ürnbi10 do município de 
Beb Vi,ta scr:i 
comcmorndo :inu:ilmente 
n:t segund:1 sexta•fcirn 
npós o :ini, ersário d:i 
cidade, que trancorre no 
dia 20 de Julho. na 
oportunidade de, cd er 
rcaliznda a ubcrlura 
oficial dos jogos escolares 
du rede munidp:1I de 
ensino. const:intc do 
caknd:irio oficial do 
município. 
O Vereador jus1ifica 
o Projeto de Lei lembr:indo 
que o problema da 
crimi11:ilidadc juvenil é 
11m:1 tr1s11.: rcalid:idc no 
Brasil e deve ser comba1ida 
no seu nascedouro, ou seja. 
na oc,os,dadc dajuventud" 
que. por falia de a1ividadcs 
extra-escolares muitas 
vezes ficam expostas à 
todo tipo de desvios de 
conduta. como 
0 
envolvimenlo com 
traficantes e mclian1cs 
mais experientes. 
élio lembra que 
programas ol1ado pra 
0 
cs11mulo a pr:i1ica do 
espone têm ob1ido 
resultados bastante 
pos,~ivos no combate ao 
uso indevido das drogas. 
que e uma verdadeira chai.'ll 
m meio ã sociedad-;;. 
Entendemos que além de 
afos1ar os jovens d 
dron.:1 · · s :is 
=:. s a pr--..it1ca r:sporti,·a 
tnmbérn e muito importnntt: 
nn formaç~o do car:iter e da 
personalidade. 355im cómo 
para o dcscm olvimento 
fis,co._p icológico e mental 
dos Jo, ens da nossa 
cidade'', rcssnlla ' élio 
Diório. (AIC:!)

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA • GERAL 24 a 31/08/2002 PAGINA - 11 
Espaço Livre 
Drogas: O holocausto 
silencioso 
Trata-se de uma rea­ 
lidado complexa diticil 
emn que "não existe ver­ 
dade total, nem urna cor­ 
teza absoluta, nem uma 
recoita do cozinha. E 
uma das chagas de nos­ 
sa sociedade que con­ 
dena a morto milhares do 
soros humanos principal­ 
monto jovens. Mas o quo 
são drogas? A organiza­ 
ção mundial da saúdo 
delInc drogas como "toda 
substância ou produto 
quo, administrados ao or­ 
ganismo vivo, produz 
(T1odificações cm uma ou 
mais de suas funções. 
As drogas atuam sobro o 
sistema nervoso central, 
ocasionando danos fisi­ 
cos e psíquicos, às ve­ 
zes, irreparáveis. Uma 
ação preventiva é neces­ 
sária criando condições 
saudáveis de vida. Não 
podemos esquecer os 
dependentes químicos 
que necessitam de trata­ 
mento sério, e muito ca­ 
rinho da comunidade. O 
compromisso é de todos. 
Juntos digamos: Sim a 
vida e não as drogas. 
Dicas para uma vida 
saudável 
Não encha o prato até 
a boca, pegue um pouco 
de cada comida e vá sa­ 
boreando aos poucos. 
Não coma muito rápido. 
coma aos poucos, sem 
pressa, mastigando bem 
os alimentos. Coma ali­ 
mentos bem nutritivos dê 
preferência a uma dieta 
tom baixo teor de gordu­ 
ra, cheia de frutas, vege­ 
tais e cereais. Coma me­ 
nos gordura. Mantenha 
uma dieta com apenas 
20% da caloria derivada 
de gorduras, você vai re­ 
duzir o risco de ter uma 
doença do coração e al­ 
guns tipos de câncer, 
além de se manter em 
forma. Não coma demais 
acaba provocando mal­ 
estar, evite comer de 2 a 
3 horas antes de ir para 
cama, a comida aumen­ 
ta a quantidade de áci­ 
dos em seu estômago e 
você não vai dormir bem. 
Vocês já viram um japo­ 
nês entrar em um açou­ 
gue? Eu não vi. Já viram 
um japonês adoecer? Eu 
nunca vi. 
saber. Heserve tempo 
para se divertir, é o modo 
de manter a juventude. 
Reserve tempo para ler, 
é a base do crescimento. 
Reserve tempo para ser 
amigo 6 o caminho da 
felicidade. Reserve tem­ 
po para sonhar, é o meio 
do se ligar a uma estrela, 
o carro em que se viaja 
na torro. Reservo tempo 
para amar o ser amado, 
é o privilégio dos seres 
humanos. Reserve tem­ 
po para ser útil aos Ou­ 
tros, a vida é demasiada 
curta para sermos egois­ 
tas. Reserve tempo para 
rir, é a música da alma. 
Reserve tempo para co­ 
municar a bõa-nova, é a 
utopia do mestre que 
vale a pena levar,a ple­ 
na realização. 
Tempo para tudo . 
Reserve tempo para 
trabalhar é o preço do 
exilo. Reserve tempo 
para pensar, é a fonte do 
Capitalista do outro 
mundo! 
Nós brasileiros natos, 
estamos passando por 
uma vida dura, um vexa­ 
me até. Vejo falar, não 
sei se é verdade, que 
este capitalista, homem 
de muito dinheiro, que já 
se acha em M.S, já tem 
40 ou 50 fazendas, com 
mais ou menos, uns 80 
mil hectares de chão 
comprado não paga im­ 
posto, porque aceita não 
permite pagar o imposto. 
Se é verdade não posso, 
e não podemos acreditar 
pois nós brasileiros não 
escapamos do imposto, 
tá certo, temos que pa­ 
gar, é lei, e é para o pro­ 
gresso do Brasil, do Es­ 
tado; ou de um município. 
Mas, tudo tem sua medi­ 
da seu controle; aconte­ 
ce que o imposto este 
ano veio muito caro, 
aqueles que tem seu 
meio de pagar, o aposen­ 
tado vai pagar com sacri­ 
ficio, vai pagar que é de 
direito. E aqueles que 
não tem emprego não é 
aposentado, que vive de 
changa para sustentar a 
família, a coisa fica feia, 
não fica bonitinha não. E 
porque um capitalista 
não vai pagar seus im­ 
postos? Não acredito. Eu 
por exemplo, chê picõ, 
tenho um lote, só com um 
galpãozinho nos fundos, 
vou chiar com 50 e pou­ 
co de imposto, uma 
taperinha que comprei 
para um filho, uns oiten­ 
ta e pouco, e por ai vai, 
porque é que um estran­ 
geiro que vem lá desses 
infernos? Não vão pagar 
o Imposto? Tirando terra 
dos futuros filhos do Es- 
tado? Daqui um pouco 
vamos ser escravos des­ 
sa gente estrangeira. Até 
que ponto chegou nosso 
Brasil? Meu Deus? Outra 
coisa que vou lembrar 
aqui, este sacolão está fi­ 
cando dificultoso para o 
povo, porque não distri­ 
buimos lugares como do 
costumo, no antigo José 
Marques, o outros luga­ 
res para favorecer mais o 
povo, tem muitas famílias 
carentes que não tem 
uma bicicleta, e mnora lon­ 
ge. Outro lembrete aqui, 
eu não sou político, e 
nem quero me meter em 
política: porque política 
só para os grandes, só 
para quem pode, mas, 
vai um alerta, vamos ver 
se conseguimos eleger o 
nosso governador no po­ 
der, todos já conhecem o 
seu trabalho, a sua força 
pelo Estado, e as famíli­ 
as mais carentes, como 
tem ajudado. Ele além de 
ser um matogrossense é 
um filho de Bela Vista! 
Não tenho nada a ver, 
mas não se iluda a votar 
em candidatos de fora 
que depois de serem elei­ 
tos, nem aqui vem mais. 
Se é que estamos ainda 
numa democracia. O Ci­ 
dadão tem o direito de 
reclamar, de pedir de 
alertar, que eu quero o 
bem para todos, não só 
para mim. 
Outro lembrete, eu vi 
duas vezes uma foto de 
cães doentios na folha do 
povo, a tempo já e ainda 
nem uma providência foi 
tomada, todo mundo pre­ 
cisa do seu cão em casa 
principalmente o comer­ 
ciante o empresário, que 
tem grandes responsabi­ 
lidades, enfim toda a 
casa de familia, porque 
ninguém pode mais ter 
sua arma em casa para 
delesa de sua casa de 
sua família. Aqueles que 
podem tem que ter seu 
cão de raça, e muito bra­ 
vo no seu quintal: e aque­ 
les que não tem seu cão 
de raça, vira lata serve, 
até o pinther serve, já faz 
um barulhinho, se refere 
aqui, aqueles cães que 
preambulam na cidade, 
sem dono. 
Cuidados no consumo 
de carne. 
A "solitária" é um ver­ 
me que se localiza no in­ 
testino das pessoas que 
pode medir vários metros 
de comprimento e tem 
um aspecto de fita. Ocon­ 
sumo de carne crua ou 
mal cozid, contaminad 
com istos deste paras+­ 
ta pode provocar a enfer­ 
midade no homem. Por 
este motivo, sempre de­ 
vemos comprar carne 
submetida a inspeçuo 
veterinária e não adqui­ 
rir carne clandestina. ou 
soja, carne que não foi 
inspecionada (sem ca­ 
rimbo da inspeção Fede­ 
ral). O congelamento da 
carne por 6 dias a 15%C 
inativa os parasitas que 
possam haver na carne, 
podendo a mesma ser 
consumida sem proble­ 
mas. 
Dicas diversas 
Não use avental de 
plástico porque pode 
queimar. O cabo da pane­ 
la devo ficar sempre vira­ 
do para a parte de dentro 
do fogão. Cuidado na 
hora de carregar a pane­ 
la com água qvente. Não 
jogue legumes molhados 
no óleo quente porque 
respinga. Para ver se o 
óleo esquentou, coloque 
um fósforo apagado. 
Quando acender, está no 
ponto. Carne vermelha 
sem pelanca é boa. Mas 
contrafilé deve ter uma 
gordurinha. Legumes e 
frutas não podem estar 
amassadas. Caixas e la­ 
tas devem estar intactas. 
A violência de cada dia ! 
Uma das realidades 
mais trágicas do Brasil é 
o crescimento da violên­ 
cia. Entramos no século 
XXI como o terceiro país 
mais violento do mundo. 
Somos campeões mun­ 
diais de homicídios por· 
armas de fogo: 40 mil 
pessoas são mortas por 
ano. De cada três vidas 
tiradas, duas são de pes­ 
soas com menos de 30 
anos! É urgente reagir: o 
crime contra a existência 
não pode ser banaliza­ 
do. A dignidade humana 
precisa ser recuperada, 
sob pena de não termos 
futuro. Para construir um 
tempo de mais delicade­ 
za, comecemos já, nas 
nos;;as relações familia­ 
res, na educação esco­ 
lar, no dia a dia do traba­ 
lho e das ruas. Semear 
a paz, é combater as in-. 
justiças e manter sempre 
uma atitude de respeito 
em relação aos outros 
como dizia o grande 
cartunista Henfil (1947- 
1889) é preciso amar os 
amigos e desa mar os ini­ 
migos. 
(Por Rublca) 
O GOVERNO brasileiro tinge que não con 
lho dtado, segundo o qual, "no mundo dos n 
há almoço grts". E ai comemora o tu 
como se fosse um ato de hlantropa o 
contrapartda. 
O ALÍVIO temporário, e n e» ressão de D«ln to 
representa a "bóia" de FHC, permitindo-lhe superar o peri­ 
odo de turbulências de final de gov+mo. O cunoso que 
poucos falam dos etetos do mpréstimo a médio e longo 
prazo cm nosso bolso. 
A SITUAÇÃO do Brasil é igual daquele cidadão que 
precisa recorrer a um novo mprestmo para qutar um ve­ 
lho compromisso que não istà conseguindo honrar. E a 
gente pergunta: aquela grana das prvatzações, foi para 
onde mesmo? 
A VOLTA ao cenário politico embala alguns. contra a 
dinâmica da vida. E ignoram a poesia de Lulu Santos:. "tudo 
que se foi - não é - igual ao jeito que já foi um dia. Tudo 
passa - tudo sempre passará. A vida v m em ondas como 
o mar." 
E-MAIL do leitor: "Jamais um politico local encheu-nos 
de orgulho como Ramez e sua reeleição ó mais que justa 
é necessária. Quanto a outra vaga , é preciso levar cm 
conta as condições dos aspirantes ao cargo. Sem essa de 
gratidão ou saudosismo." 
NO PASSADO os oradores seduziam o eleitor e deci­ 
diam as eleições. Jãnio e Lacerda foram dois expoentes 
no Brasil. Com a tevê. seus recursos e truque, tudo mu­ 
dou. Collor foi bem no vídeo e pimba: faturou como moci- 
nho "Salvador da Pátna·. 	• 
LÓGICO que o bom orador ainda colhe votos nos co­ 
micios das praças interioranas, onde o povo ainda se em­ 
polga. Mas por conta das novas técnicas de comunicação 
verbal, o eleitor está mais critico, mais exigente. 
PARA quem está por baixo, o início do horário gratuito 
é comparado ao time que vai perdendo o jogo até a meta­ 
de do segundo tempo. Aí tem que ousar, trocar zagueiro 
por atacante para sufocar o adversário em seu campo, 
não dando-lhe espaço. 
O RISCO de se dar mal é grande, tomando gol de 
contra ataque porque deixou a defesa aberta. Mas como 
não tem escolha, acaba adotando aquela velha máxima do 
futebol: perdido por um ... perdido por mil 1 
É O CASO de Serra, que até agora tem sido uma de­ 
cepção. Deve agredir, denunciar e lazer comparações in­ 
diretas com os concorrentes. Ciro deve ser o mais visado, 
pelo candidato patrocinado por FHC, o· encantador de ser· 
pentes". • • • • 	• • • • ' 
POR ANALOGIA Marisa deve bater duro em Zeca, 
coadjuvado por Marun e talvez, quem sabe, também por 
Khól. Todos os escrúpulos serão jogados na lata de lxo, 
em nome do voto, do poder, essa coisa que fascina o ho­ 
mem. 
MARISA sabe que é tudo ou nada, pois também vem 
tendo problemas internos para tocar sua campanha, que não 
empolga por uma série de fatores. Ainda falta-lhe o mote 
certeiro, para ser olhada de forma especial pelo eleitor. 
A CANDIDATA tenta por exemplo passar a imagem de 
renovação, mas o perfil de quem está em seu palanque 
não corresponde a esse apelo. Tentar se atrelar a figura 
FHC - que dorme em berço esplêndido-pode até atrapa­ 
Ihar, principalmente com o descontrole das finanças do 
Pais. 
OS VOTOS de Ramez e Pedrossian pouco ajudam 
Marisa, porque são deles, conquistados ao longo de bom 
tempo de estrada. Transferi-los automaticamente para 
Marisa é uma possibilidade no mínimo duvidosa. 
O LEITOR poderia questionar. "e o apóio de André e 
da ala antiga do PMDB"? O prefeito atua dentro de uma 
camisa de força própria, pois sonha com 2.006, enquanto 
outros peemedebistas queriam Juvêncio ou Ramez como 
candidato. 
O SENADOR Lüdio por sua vez. também pouco ajuda 
Mansa, pois colhe os desgastes de sua atuação opaca em 
Brasília. Aliás, o exemplo de Lüdio, mostra que não se 
pode mais votar por gratidão. E aí, comparar Lüdio com 
Ramez, por exemplo, é covardia! 
ZECA não tem se comportado como uma brastemp". 
Errou feio no episódio Khl, quando demonstrou que não 
tinha comando do partido ou calçou "salto Luiz XV. Mas, 
mesmo assim. ainda consegue convencer que continua 
sendo o novo"! 
MARUN vai até onde no horário gratuito no rádio e 
TV? Usará o tempo para acertar Zeca, fazendo o jogo de 
Marisa? Mas ele sabe que o povo quer ouvir propostas 
palpáveis e que apenas denúncias e agressões Já não 
são vistas com bons olhos. 
KÓHL ficará com quem num eventual segundo turno? 
Seu discurso continua timido e tem problemas de falta de 
estrutura e de unidade partJdana. Ahás, nao se faz política 
com raiva, porque aí os neurônios acabam rareando no 
cérebro. 
DELciDIO tenta aproveitar o vácuo de Zeca e temnre­ 
sistências. Diz.em que sua estrutura de campanha seria 
invejável e que vai surpreender na T. Seus adversanos 
estariam preparando um dossiê contra ele. Pura besteira 
ao estilo de "criança pokeman". 
. LEVY DIAS esta de volta. Sempre duvidei que ele 
agüentasse ficar "em casa", tora dos corredores do poder. 
Tem um bom curiculo, discurso, elegância e agora o charme 
dos cabelos brancos. Justiça seja feita: antes de André, 
Levy to, o melhor prefeito que Campo Grande já teve 
ASSISTA O JORNAL DA TV. MS. RCORb 
VOCE E NOSSO CONVIDADO ES "

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Email: humbertolr,11n<h • boi.com 
Em Campo Grande encontrei a vereadora Maria Ode­ 
te, a namorada do P'refeito de Caracol Chico Maia com 
ele, como sempre demonstrando sua simpatia. 
SUCESSO - Para minhas amigas Meire, Roseane, 
Rosana e Nelci Martins (Titi), que estão trabalhando 
muito nessa campanha para o Deputado Estadual 
Bunelli, à elas sucessos. 
FLAGRANTE - Na casa do Dr. Fernando Jorge, onde 
ele e sua esposa Timara receberam seus convidados com 
muito churrasco, cerveja e simpatia. Em pé Dr., Jorge 
Rosa, Patrícia, Dr. Fernando Jorge, Timara, Sr" Lurdes 
e Dona Joana, sentados Vereador Ney Marçal, Karina, 
Dep. Estadual Arroyo e Dr. Renato de Souza Rosa. 
l 
1 
Karina, Patrícia e Magaly. 
• Bela Vista 24a 31 de Agosto de 2002 
J -Uma viagem i11esquecfvel? 
R - Porto Seguro. 
2 - Um lugar que gostaria de conhecer? 
R - Rio de Janeiro. 
3 - Seu perfume predileto? 
R- Acqua Fresca. 
4- Sua comida predileta" 
R- Lasanha. 
5 - Um livro e 11111 filme? 
R - Filme - Outra vida. Livro - B{blia. 
6 - O que significa Deus para você? 
R - Tudo. 
7• Uma Mensagem? 
R - Que Deus proteja o mundo de toda a mal­ 
dade. 
8- De Dorinha Barbosa por Dorinha Barbo- 
) 
sa. 
R- Uma mulher de muita força, talento e 
coragem para enfrentar o dia a dia. 
Destp.que 
ti 	e 
Para belíssima }'asmim,jilha do casal Junior Martins 
e Vania Azevedo Martins. 
Refletir 
O otimismo é uma disposição alegre <jue per­ 
mite que 11111 bule de chá assovie apesar de es­ 
tar com água quente até o nariz_ 
Se eu puder impedir que um coração se 
parta; 
Não terei vivido em vão; 
Seu puder aliviar o sofrimento de uma 
vida; 
Ou diminuir a dor; 
Ou ajudar um frágil rouxinol; A voltar 
novamente para seu ninho; 
Não terei vivido em vão. (Emily 
Dickinson). 
"Ou a vida é uma avenhzra ousada, ou 
não é nada". (Helen Keller) 
Muito longe, no brilho do sol, estão mi­ 
nhas maiores aspirações. Posso não alcança­ 
/as, mas posso olhar para cima e ver sua bele­ 
za, acreditar nelas e tentar segui-las. (Louisa 
s'' 6q!a 
PAGINA - 12 
V 
h 
2 Binana o • 
u 
.B.V. 
Toda as arrecadações de alimunto 
e roupas serão dustinadus ao hopl­ 
tal, Asilo e APAE 
' 
M 
Arrecadação do ano passado, na foto, Edson Neto, 
Renan Fernandes, Renan Lino e João lictor. 
Parabéns ao I.E.B. V. 
FELICIDADES - 
A Flávia Lopes 
Loureiro do Rosa, 
por mais um ano, 
que você continue 
esta menina linda 
e simpática. 
Parabéns. 
O belavistense Mario Marcos que resúfe nos Estados •• 
Unidos em Dai/as 110 Texas à ele muito sucesso e que. ; 
alcance todos os seus objetivos. ~ 
ANIVERSARIOU - i 
quem completou mais' 
um ano de vida neste 
dia 24108,foi a gat- 
nha Mayara. Seus 
pais Mário e Cida 
com muita simpatia • 
recepcionaram os 
convidados na Cháca- 
ra Princesa do Apa 
com um delicioso 
jantar. .4. Mayara 
nossos Parabins!