ANO 30 • Edição: 2.244 E-mail: tribun calzonet.com.br 14 a 21 dos t~mbro d 2002 
L BEA"VISTA-JARDIM-CARAGO:GUIÁ1O~ MUTiO 
■Lf (Jl':lLATIVO 
Cllllra derruba 
VIII Ili Preleho • 
Prolelo lle lei que 
extingue a Taxa 
linlllll da água 
no lunlciplo 
Nasso orhmnin.a do 
ultimo hi.+ 02/09,0 Vete 
adore da nossa idade 
,!.-1 ruh.11.1111, por llilJlllllli 
d.11k. o Hto do Prefeito 
M11111c1p.d t.in,1ldo Pmhci­ 
ro Murano ao Projeto de 
Lei n" ()() 1/02. 1k :lllltll i,1 
do Vereador Julio L,:ilc 
(PSIJJl.folo) que dispoe 
obre a regulamentação e 
equiparação da Taxa de 
Consumo de Agua e Esgo­ 
to no Município,. d:í 011- 
ttas providências. O Pro­ 
jeto de Lei [>rcvc a 
cxti11Ç1od,1 Taxa Mínima 
de Con,umo de Água. rc­ 
fercnlc a 10 melros c1íbi­ 
co,. com 1sso os con,umi­ 
dores passarão a pagar a 
con1u de água sobre o seu 
C0lllllll0 real. 011 seja, 
• quc111 un,umir menos de 
10 mctrn~ ,·í1bicos ir:i pa­ 
gar uma conta 1ncnor. 
(Pá,::. li) 
■ESPORTE 
MS é medalha de 
ouro em natação 
Aconteceu em Brasília­ 
DF. no, d,.l, J0 e 31de agos­ 
ro. o 3º. Catnpt.'011a10 Crn- 
tro-Oeste de Natação, nas 
cnh.·gorias Junior l e 11 e 
Sc111or. ond,· Mato Gro,so 
do Sul dhpu1ou com Goiás. 
Distrito Federal e 1'bto 
Grosso, do qual, nossos atle­ 
tas voltaram pra casa com 4 
medalhas de ouro, 1 meda­ 
lha de pr:1t,1 e J de bm111.é. 
A equipe de nada lon:s 
do Maio Gm,-,o do Sul. re­ 
cebeu o apoio e ino:nth o do 
Deputado Estadual Arroyo 
(PL). candidaro :1 1.-.:ki .10. 
quem faz. quc~1Jo <lc inccnti­ 
, ~,r a pnili a de esportes e .1 
juventude do nosso c,tado. 
, c,tudanlc 1'1ariana 
Andrade foi de,taquc do 
Campeonato; atleta de 16 
anos e estudante do 2".ano 
do Ensino l1ódio do lla e. 
conquistou as quatro meda­ 
lha, de ouro, vencendo o 
primeiro lugar em quatro 
mod.tlidadc,: 50m . Nado 
Lh n:. 50m • Pci10. 100m • 
Peito e 200m Mcdley. 
Pág. 05) 
8 mil pessoas assistem 
Epopéia dos Dourados 
Bloqueio garantiu a segurança do ptíblico na maior produção teatral ao ar livre do Estado 
Vereadores preocupados com a 
qualidade da merenda escolar das 
creches e escolas municipais 
Através de indicação ver­ 
bal ao Prefeito Municipal e à 
Stcn,1:íria ll11n1cipal <le Edu• 
cação o Vereador Waldir Car­ 
do,o (l'T) pediu uma revisão 
no canJ.ipio <l.1 mcrcmfa c:-.co­ 
lar servida nas creches e nas 
escola, da n:de municipal de 
ensino. 
O Vereador disse que 1cm 
recebido muitas queixas e re- 
clamaçô.:, a red,pci10 <la qua­ 
lidade da merenda escolar das 
creches e escolas do munieí­ 
pio, no seu entender existe a 
necessidade de uma 
complcment:u;:"10 <la mcn:mJa 
com honaliça, e fruta,. "que 
mclu,i, e podem ser produzidas 
na., ;lrca! <l:1s própria.1,, esco­ 
la,. afin11ou". 
Pág. 05 
Com animação da Banda 
Mf< (Marca Registrada) do Paraná 
Oia.· 10/10/02 -às 23 horas 
lngressós.· R$ 5.00 (geral) 
. - Mesils.; Rl.25, ÔO 
3, ,e, 
ttlocal.· Cim16 Pei/id 'f<flnno 
;9k :' 
% 
Fone.· 1/-39-1339 
21952±s 
ri/o 
Deputado Federal 
Secretário afirma que as IH 
Estado estão organiza las 
«li llD em OJI 11B iser provar o e o 
O Sccret:ír,o de E,ra­ 
do <le Gc,tào de Pessoal e 
Galos Gilber10 Tadeu 
Vicente afirmou nesta ma­ 
nh:1 que as contas do Go­ 
'crno Ela<lual estão equi-' 
hbrada, e de,afiou qual· 
quer pessoa, candidato ou 
não, a provar o contrário. 
"Devemo., lembrar, antes 
de mai, n::uJa. que este é a 
A nova diretoria do Grtê­ 
mio dos Sub-Tcn. e S21. 
Pedro Rufino. através do 
presidente Alvarenga. e 1:í 
com modernos projc10 de 
ampliação e reformas na 
"Sei que morro, mas o 
meu sangue e o <lc meu, 
companheiros servirão de 
protesto solene contra o, 
inva,ore, Jo ,ulo d,1 mi­ 
nha p,ílnJ". (Tencnlt: An­ 
lônio João R1he1ro) 
Um pLihlico e'1imatlu 
t'/TI X mil pessoas, de An­ 
tónio João e município, 
vi,.inho,. ª""tiu na lan
1
: 
tle ,:íbado {7) a mcga pro­ 
tluç;io ti:atral ri:.ili,atlJ pela 
Prcft:itura tle Anlônio 
Jo:io. em parceria com a 4' 
Brigada de Ca, alana Me­ 
cani,ada e Comando Mi­ 
litar do Oe,tc (C~IOJ. O 
teatro ao ar li, rc. conltlt.:­ 
rado o maior já rcal11..itlo 
cm Mato Grosso do Sul. 
primeira administração da 
história do Estado a cum­ 
prir:, Lei de Responsabili­ 
dade Fisca", afirmou. 
. De acordo t:om o Sccrc- 
1:irio, llaro Gro,,odoSul cum­ 
priu tcxfa, a., ,e,, meta, <lo Pro­ 
grama de Ajuste Fiscal de 
2001e isso foi comprovado pe­ 
lo, ticnico, <lo Tc,ouro aci­ 
onal, que aqui estiveram em ju- 
substituiu o tradicional 
d.::,lilt: cr, ICO de 7 de se­ 
lcmhro. 
A r-lS-384, que liga 
Ponta Por:i a Anlônio 
Jo;io, foi bloqueada na en­ 
tr.ttla da cidade e teve o 
tr,inS1to de,, iado por uma 
rua vicinal, para garantir a 
segurança <lo público. O 
cenário cinem..itogr:ífico, 
conwuído pelo publicitá­ 
rio Ademir Teixeira Braga 
- "Barba". da Sinali<-'C, re­ 
tratou a Colônia Militar 
dos Dourados à época. in­ 
clu" 1 e o rio Dourados e a 
ponl<: foram reproduLidos 
para dar mais emoção e 
realidade ao enredo. 
(PáK, 03) 
nho de-le .ino. "A L,:i de Res­ 
pon,JbilidJde Fi,cal g.:irnnre 
lambém a 1ran,p:1Ii'ncia das 
rnnlas pública, ao delcnnin:ir. 
alr:l é, do par:lgrafo .Jº do :ir- 
11go 9ª. a realização 
qua<lrimesiral de audiência~ 
pública, p= apreS<:ntação do 
Relatório de Gcsião Fiscal", 
acrescentou. 
Pág. 07) 
Projetos 
do Grêmi 
o1ia Diret ia 
P o R fino 
área de laser e bnchonete 
do clube. par.1 melhor :11en­ 
der o sócios e ao público 
emger.:il. 
Além das reforas neces­ 
s:lri:is. ser:io adquirid:is nova- 
mente as mesas de jogos e em 
breve a lunchone1e do clube 
voh:1r.í a atender no período 
inregml. inclusive com a rea­ 
bertura da sauna p:ira os 
adeptos.

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Política/Opiniáo 1 d a 21/09/2002 PAGINA- 02 
'S-Pre 
Goldoní preocupado com 
a segurança de Ponta Porã 
O candidato a Deputa­ 
do r !!rlor,il pala Collgaçilo 
F rente Trabalhista (PDT o 
PPS) Ocar Goldoni salien­ 
tou, no teu escritório politi­ 
co quo pro1cnde plo110, r 
uma ampla discussao sobre 
a violência om Ponta Pora. 
O empresário Oscar 
Goldonl ologu n croscon10 
onda do matqinalidado na 
clcln(Jo, /lórn dlSGO, as OU· 
1orlt1ndoe, nóo consoguorn 
diminuir ou combater a vio­ 
lação da loi, por cauda da 
ausncia de policiais, que 
são poucos nas escalas de 
serviço ou nos plan1ões. Os 
poucos quo restam prestam 
oxcol ritos serviços do po­ 
liclamonto nas ároos pro• 
vontlvas o roprossivas cm 
doloso do cidadania dentro 
do suo lim1taçâo. Com Isso 
a dollnqüêncla que 6 frulo 
do possoas lora do àrnbllo 
da regra, aproveitam para 
propagar o terror o a inse­ 
gurança na população. 
Goltlonl aproveitou o 
ensejo e lembrou da 6pocn 
quo ocupou o paço munici­ 
pai, o localizou: "Naquela 
ocasião Ponta Porã estava 
cm pânico, os c11mes acon· 
teclam orn plena luz do dia. 
Diante destes fatos, 
conclarnol as entidades de 
classes. os sindicatos. ma· 
çonarla, enfim, toda o co­ 
munidade. o juntos fornos 
buscar a solução do proble­ 
ma na Secretária de Segu- 
. ( 
- - 
O cnndldato a Oepuli'ldo Federal pela Coligação Frente 
Trabalhista (PT e PPS) Oscar Goldonl 
rança Pública. Na oportunl• 
dado fomos alendidos pelo 
então Secretário, com gran­ 
de õxllo no caso. Hoje 
vivenciamos novamente o 
mesma situação. As auto­ 
ridados atuais, juntamente 
com a mobilização dos 
rnunlcipes deverão agir ur­ 
gonternonto contra estes 
desordeiros da lei, para que 
assim possa voltar a paz 
em nossos lares·. 
Segundo Oscar Goldonl, 
a situação da segurança pú· 
bllca é preocupante, diante 
dos roubos e assaltos que 
estão ncontocendo 
contenlernente na zona ru• 
rate urbana. 
De acordo a política da 
segurança pública do atual 
governo. deverão combater 
a violência com rnstrumen­ 
tos próprios, dentro da nor­ 
malidade e do estatuto do 
direitos sem causar danos 
à constituição.(AI) 
Pesquisa revela 2% turno nas eleições 
Presidente do Tribunal 
Regional Eleitoral de Mato 
Grosso do Sul, 
desembargador Rubens 
Bergonzl Bossay deferiu re­ 
gistro do pesquisa de inten­ 
ção de votos para Governa­ 
dor e Senador, autorizando 
sua publicação no prazo le­ 
gal tio cinco dias do doforí• 
monto. 
O levantamento foi reali­ 
zado pela empresa Visão 
Pesquisas e Assessoria. 
Lida, com sedo em Campo 
Grande e abrangeu um univer­ 
so do 1.500 eleitores, nos 
Intenção de voto X indice de rejeição 
O fato mais relevante 
desta pesquisa não é a dite­ 
rença no campo de intenção 
de votos, considera Isolada­ 
mente. 
No caso dos candidatos 
ao Governo do Estado. sen- 
. do analisados considerados 
os índices de rejeição. corn­ 
paralivamente aos de inten­ 
ção de voto, ambas estirnu• 
!adas, pode-se considerar ine- 
municípios de: Arnarnbai, 
Anastâclo, Aquldauana, 
Camapuã, Campo Grande, 
Cassilândia, Chapadão do 
Sul. Corumbá. Coxim, Doura­ 
dos. Ladário, Miranda, 
Paranaíba, Ponta Porá, Rio 
Verde, São Gabriel do Oes­ 
to, Sonora e Três Lagoas. 
Foram utilizadas amostras 
representativas da população 
em estudo. estratificadas com 
alocação proporcional à does• 
trato e selecionadas amostras 
probabilísticas de conglome­ 
rados, em 3 estágios (Proba­ 
bilidade Proporcional ao Tarna- 
vilâvel a realização de segun­ 
do turno nestas eleições. 
A sorna de intenções de 
votos dos candidatos de opo­ 
slção ultrapassa, ligelrarnen• 
te, o percentual do candidaJo 
à reeleição Governador José 
Orcirio podendo ser conside­ 
rada urna situação de empa­ 
to técnico. 
O problema é que segun­ 
do a pesquisa, 15,9% dos 
eleitores consultados perma­ 
necern indecisos. 
Por oulro lado a pesquisa 
revela um Indico de rejeição 
muito elevado do candidato 
oficial: 23, 1% dos eleitores 
consultados responderam à 
pergunta• Se as eleições para 
governador fossem hoje, em 
quem o senhor (a) não vota­ 
ria de jeito nenhum? A res­ 
posta foi: Em Zeca do PT. 
A ui.A,ta !ode 
' rano,car da 
Praír '· •~ P 
PTB) ao governo 
prometeuor ta r li 
dtoria no MS-Pru Q (Fur do de 
Prevdinca de M to Grosso do 
Sul) com o obyotuvo d sabit 
para onde tá indo o dnh ro 
que devera sr destr do a sua 
capta!zação 
Ao ser batmnada duran 
debate na F etems (Federação 
dos Trabalhadores om Educa­ 
çá0 de Mato Grosso do Sul), 
Mansa deu a garanta de promno­ 
ver urna verdadeira devassa nos 
documentos contábeis do orgao, 
uma vez que. atualmente, ele 
não está cumprindo com a sua 
função constitucional. 
Por causa dessa detcn­ 
cia, a deputada acusou o go­ 
vemo do PT de massacrar os 
aposentados que dependern do 
sistema previdenciário estadu­ 
ai paro sobreviver. 
·Temos sim de fazer uma 
auditona no MS-Prev. porque os 
nossos aposentados, que tra­ 
balharn a vida inteira, nao po­ 
dern cont;nuar sendo mas.saem· 
dos. discriminados pelo gover­ 
no estadual", disparou, ao sor 
questionada por um dos protes­ 
sores da rede estadual de en­ 
sino presonlo ao debate. 
Varias denúncias de irregu­ 
laridatles estão sendo alvo de 
profunda investigação pelo M1· 
nisléno Público, que montou 
uma "torça-tareta para desven­ 
dar o rnisténo que existe por trás 
do sistema prev1denc1ârro do 
Estado. 
Por lei. cabana ao governo 
estadual cap11ahzar o fundo de 
pensão dos aposentados. mas 
A deputada federal Marisa Serrano, candidata da coligação Pra 
Frente MS (PSD, PM08, PRTD) ao governo r.st.a-dual 
isso, segundo essas denúnc- tada prometeu melhorar o salá­ 
ilS. não esta ocorr ndo como no dos professores. v1nculan• 
devera. 	do indces de reajuste, depen- 
Do acordo com as acusa- dendo do desempenho mensal 
çes encaminhadas ao MP, dos da arrecadação 
AS 78 milhões que o Estado Para a candidata do PSDB 
recebeu ad,anlado corno parte é possivel ut!zar os recursos 
dos royaltes da binacional destinados constitucionalmen­ 
ltaipu, R$ 11 milhões devenam te à educação em projetos via­ 
ser destinados a cap1lJIILaç..io veis, que vão desde a constru-' 
do M-Prev, mas o govGrno Zcc,1 ção de escolas fl rnolhona da, 
do PT não lena cumprido o quo qualidade do ons1no publico. ' 
determina à lei, ou seia. esses "Ternos do lutar lambem 
valores tonam sido ut1!1zados para que os 4° destinados a 
pnra pagamento do sala nos aplicaçáo na UEMS (Univers1-, 
Durante o debato com os dade Estadual de Mato Grosso 
professores, Mansa talou ain- do Sul), sejam efetivamente 
da corno de se ia colocar cm repassados corno manda a lei, 
pratica um projeto etcente na além de utilizar melhor os re­ 
área educacional. Entre outros cursos do Funde!, disse ao res-; 
aspectos irnportanlcs, a depu- ponder um questionamento.(AD) 
Casas do Previsul serão quitadas 
com 100% de desconto 
nho). 	Os imóveis dos 2.468 mu- 
Tarnbêm foram utilizadas tuários do antigo Previsul po­ 
quolas proporcionais, segun• dorão ser quitados com 100% 
do as seguintes va11áveis, de desconto, segundo propõe 
nos municípios pesquisados: a mensagem enviada hoje à 
sexo, grupo de idade e grau Assembleia Legislativa pelo 
de instrução.. 	governo, que está baseada na 
As ontrev1stas foram rea- .. Lei Federal 10.150, de 21 de 
llzadas por oqu1~es de , de.zembro<le2000. 
entrevistadores, devidamen- 0projeto tem por objetivo 
te treinada para abordagern cnar para os servidores mutua­ 
de_ste tipo de publico pela VI· nos da carteira imobiliana do 
SAO PESQUISAS. . extinto Previsul a oportunidade 
O intervalo de confiança ara quitarem a moradia finan­ 
e de 96% e a margem do erro ciada pelo Sistema Financeiro 
estimada é do 2. 1 •• para mais da Habitação por meio da liqui­ 
ou para menos. dação do contrato com a Caixa 
Econômica Federal utilizando 
as facilidades previstas na Lei 
Federal n• 10.130 ( ...), obser­ 
va o governador Zeca na expo­ 
sição de motivos que acompa· 
nha a mensagem. 
Os mutuarias do antigo 
Previsul passam a ter reco­ 
nhecidos os mesmos direitos 
assegurados aos rnuluános 
da CDHU e Caixa que assi­ 
nararn contratos antes de 
1987 e que têm o Fundo de 
Variações Salariais como 
mecanismo de amortização 
Eleição para o Senado definida 
Em relaçào à disputa pe­ 
las duas vagas do Senado 
Fede mi. a pesquisa demons­ 
tra que o Indico de indecisos 
e quase Igual ao de votos 
para Gllvemador: 14,3% de 
Indecisos em relação ao Se­ 
nado e 15,9% para o Gover- 
no. 
Parecem consolidados os 
votos de Rarnez Tebet e 
Pedro Pedrossiarn, com lar­ 
ga margem sobre o terceiro 
colocado, Delcidio do Amaral. 
A diferença do terceiro co­ 
locado para o segundo é de 
nddo em 20 de Weverro e Is72 
Tudor vadoPser3 
Diretores. 
vao Pe a 
Vct Hug VW! dez Pereit 
M'3r E::ela Ve'2cez Perez3 
d3 Tuna da Frtea 54.a VLuMs 
Fone (O'',439 '410 FAX(0"7)439.1544 
Mt, 4sr1m, C3zoe 
Arreio Are wHon+ 
ASSINATURA ANUAL. RS . 100,00 
red ato d tarta atar«gt«a.M3 t )724 00%.4] 
lo na ora i haa.al iena ia ata i ias«o.1. 
Flll.ido: AOJORI "A6RAJ0Rl 
h t om ateme atteoema#toar #a aaanog a0q 
too«toas ta«ta @ooaat-d a $.te 
16,6%, o que significa que 
aquele precisaria receber 
mais do que a totalidade de 
votos ainda indefinidos, para 
empalar na luta pela segun­ 
da vaga Senatorial. 
(Transcrito J. P. 12/13/ 
09) 
Lula cresce 
e Ciro cai, 
diz pesquisa 
Consulla aos eleitores do 
Instituto de pesquisas Vox 
Populi, publicada ontem pelo jor­ 
nal o Correio Brazilíense. mos­ 
tra que o candidalo do PT à Pre­ 
sidência da República, Luís 
Inácio Lula da SNa, esta com 
39% das intenções de vo:o. 3 
pontos percentuais a mais que 
na pesquisa anJerior. O candida• 
to José Serra. da Grande Alian­ 
ça, manteve o segundo lugar. 
mas tecnicamente eS1à empata· 
do cem Ciro Gomes. da Frente 
Trabalh:s1a. A consulta, feita nos 
dias1 O e 11 de setembro, apon­ 
ta que Serra rnan:eve 0s 19°da 
pesquisa anterior. dos dias 1 e 
2. Cro Gomes caiu três pontos, 
passando de 20% para 17%. A 
mudança nos candidatos em 
segundo lugar, toma ainda mais 
rnaos confortavol a situação do 
candidato de Lula, Luiz Inácio 
Lula da SNa. Além dele. subiu 
também Anlhony Garotinho, do 
PSB, de 9% pana 12%. 
do saldo devedor 
A Lei determina que as ins­ 
tituições financiadoras do SFH 
poderão conceder aos muluan­ 
os que lenham firmado contra­ 
to com previsão de cobertura 
de even1ua1s saldos devedores 
residuais pelo FVCS. no prazo 
de ale 30 de dezembro de 
2000, liquidação antecipada 
Nesse sentido. o governo des­ 
taca, na mensagem enviada a 
Assembléia Legislativa, que a 
partir da reforma administrativa 
implementada pela Lei 2.152. 
do 26 de outubro de 2000, pas­ 
sou a de parte nos contratos. 
A utilização do FVCS "per­ 
mitira ao Estado diminuir o vo­ 
lume da sua divida ao SFH e 
retirar da carteira imobiliária 
do extinto Previsul cerca de 
1.200 contratos. cujos prazos 
de financiamento já termina­ 
ram ou os saldos devedores 
são residuais. contudo. estão 
na condição de inadimplentes, 
em virtude das politicas equi­ 
vocadas adotadas pelos go­ 
vernos passados que geraram 
prestações de valores insu­ 
portáveis pelos nossos servi- 
dores mutuarios, destaca o 
governo na mensagem. 
O governo pede que a As· ; 
sembléeia Legislativa também 
estenda a medida aos. 
1nad1rnpfentes, observando que 
as condições para renegooação 
das prestações atrasadas se· 
antacpam à stuação idenf cada 
pela Caixa ·que aponta d.fcu'da­ 
des para liquidação de alguns 
contratos remanescentes da ex­ 
tnta CDHU 
"Tendo em vista o volume 
de contratos de financiamento 
que serão firmados e a neces­ 
sidade de ter maior mobilidade 
para administração desses ins­ 
trumentos e ag.!idade na cobrar>- . 
ça desses credr1os, esta sendo • 
contendo à Empresa de GeSlão : 
de Recursos Humanos e 
Património. supervos1onada pela 
Secretaria de Gestão de Pes-­ 
soas e Gastos. a competência· 
para gerenciar os contratos de. 
financiamento da inadimplência : 
e os remanescentes da carteira 
imobiliária do ex11n10 Previsur. 
informa o governo na rnensa·: 
gern enviada à Assembléia: 
legislativa(Agêncla Popular) 
EUA, o grande vilão 
do meio ambiente 
PAULO ROCARO 
A história do Dr. 
Frankstein. terna do filme que 
por muitos anos foi a coque­ 
luche do cinema mundial. con­ 
ta o feito de um médico cien­ 
tista que consegue dar vida a 
um corpo "montado" de pe­ 
daços do pessoas mortas. 
que depois viria a se revoltar 
com sua condição de meio 
humano, meio monstro. ma­ 
tando seu "pai". Era a criatu­ 
ra se voltando contra seu cri­ 
ador. 
Na atualidade. podemos 
dizer que os Estados Unidos 
da América são na verdade o 
criador, que gerou inúmeras 
organizações não-governa­ 
mentais (O Gsl e as colocou 
a seu serviço para "defender" 
o meio amb:ente nos países 
menos desenvol dos e até 
em desenvoMmcmo. como(: 
o caso do Brasil. sob pretex­ 
to de "defender a vida e o 
meio ambiente". 
So que nos dias atuais. 
ns • cnaturas .. custeadas pe­ 
los cofres arnertcanos. àsve 
zes me se rl?.oltam contra seu 
cnador. mas náo conseguem 
o mesmo efeito quondo se 
trata de comg,r um g,r.3e erro 
de decisão. Ou seja, são efi. 
cientes quando torpedeiam os 
pa!ses pobres com seus pro- 
testos. mas de uma incom­ 
petência grotesca quando de­ 
cidem agir com coerência. 
Foi o que aconteceu na 
reunião dos governantes na 
cúpula Rio+ 10 sobre meio 
ambiente. em Johanesburgo. 
Sob o manto do Tio Sam, che­ 
garam a um acordo geral so­ 
bre o uso da energia 
renovável, mas rejeitaram a 
proposta do Brasil de fixar 
urna meta de que ela repre­ 
sente 10% d0 total da ener­ 
gia usada no mundo até 
2010. 
As nações devem promno­ 
"er um ·aumento substanc ... 
al no uso da energia 
renovável. mas não haerá 
metas fixadas. como queria 
o Brasil e a União Européia 
que também havia proposto 
a meta ae 15 %. incluindo a 
energia elétrica e 
O carvão 
vegetal. Os Estados Unidos e 
as naçoes produtoras de pe 
trÓieo se opuseram aberta. 
mente à proposta brasilera e 
à europeia. 
Na opinião de Steve 
Sawyer, Iider do Greerpeace 
que ja tez mil e uma penpeci 
as em defesa da natureza Po 
esie mundo afora. tanto 
0
: 
amer,canos. quanto os 
saud tas e 0s japoneses con- 
seguiram o que queriam. Para 
ele. é pior do que se podia ter 
imaginado. Na hora dos EUA 
obrigarem os países que são 
reféns do FMI a curnpnr me­ 
tas ambientais. são bastante 
incisivos. 
Entretanto. ao que pare­ 
ce, todo mundo tem de seguir 
regras, menos os Estados Uni 
dos. Foi assim naquele 
famigerado acordo de Kioto. 
pelo qual os paises desenvol 
vidos deveriam reduzir a emis-­ 
são de gases poluentes na at­ 
rnosfera. Estados Unidos e ou­ 
tros quatro países foram con­ 
tra. 
Vale para os outros - 1n­ 
clusi e o Brasil. que assinou 
0 
acordo - mas não vale para 
os americanos. E como um 
pai dando péssimo exemplo 
aos filhos. se colocando con- 
tra a redução da pobreza e a 
preservação do planeta. E 
depois ainda vem dizer que 
nao entendem por quê Bin 
Laden e seus compatriotas 
são tão revoltados com o im­ 
penalismo americano. Vai ven 
do ... 
" Paulo Rocnro é escri 
tor e Jomallsta em Ponta 
Porà e escrevo regularem 
to neste espaço

J()fitlAI. rnmurM DAI ílOIIT lf!A 	• GERAL 
i4 a21 de&;• •o de 20C2 
• L',l'OIHL 
MS é medalha de ouro em natação 
Malu orr .t 
/1,,,.0l1ll'U'U tºIH 
!lr,1 11t.1 f)I, 11<h dt i, 10 e .l 1 
de agosto, o 3 
Campeonato Centro Oeste de 
Nata io, nas alegoria Jumot 
1 e li e St'llior, 11111k M,11n 
(lto, -<> <lo ~11I t11,puto11 wm 
Got,h, 1J1,tr1tu 1-t·d ·r.d 
e 1'-l.110 (irl""'• cio qu,tl. 
nossos atletas voltaram pta 
cada com - medalhas de ouro, 
1 mccl,tlha ,k pr,11., ,. tk 
bronze. 
A ,·quq,é de 
nadadores do Mato Grosso do 
Sul, recebeu o apoio 
e incentivo do Deputado 
E,11,d11al Artoyo (l'L). 
candidntu it rc,·lci1·:i11, 
11ucnt fa, q11est:l11 ele 
incentivar a pr:ítica ele 
cspnt te, e a ju, .:11111dc 
do no,,o c,1.u.lo. 
A c,111<1,tnte M,1ria1111 
Audradc foi destaque do 
ampeonato; atleta de 16 ann, 
I! c,tudanh.· do 2º.ann do 
En,ino Médio da t-lacc, 
conqui,1011 '" 
quntru medalha, ele 11111n. 
, cnccndo o pri111l'itn 111}!,lf l'lll 
quatro modalida,k,: 50111 • 
ado Livre, 5Um • Peito. 
1 00m • Peito é 200111 - 
Mcdky. 
A medalha de prata 
foi para Evelize Riba - atkta 
do Clube E,toril 
pela modalidade I00m - peito. 
Flagmntc dn Equipo do M.S. 
A, nll'dalh,I de hn,111< lor,1111 
conquistadas por Ihais Schosslex 
do C'c,!égin Dom Bth.O pcl.1 
md.a!idade 2Om- Nado Livre, 
T:111i111'11:J:t [À'.l"I d., t-1.tlél'lll 
50m Nado Livre e 
t-1.,nncl Gn111·.1hc, t.11nlx'111 <i1 
t-1:ll'<. pcl.1 mo.J.,lid.,dc 51hn - 
Bmhilct.t 
D., c,t.1lk> p,u1irip.w.un 
atletas do Colégio M.ae.Colégio 
Dom Bn,,o. Cluh-, btonl e 
:nlct.l' do l{,idll> Clube. l 1,no 
lrn,,u do Sul tl.' C lt111,1 '1ti111.1 
classificação no Ranking 
geral do campeonato, sendo o 
Distrito Federal o campeio, 
L"nm o m;1rnr n1imc10 de 
medalhas conquistadas. 
.. Todo no ... so esforço 
l.' 1n:in~1mcnto , :ikm a pcrt,l. 
quando antes de 
conqui,tarm<h a, mctl.dh.i,, 
n.·cchl'lTHl o apoio e 
incentivo de quem acredita 
nn no,,o 1.1k1110" agr,H.h.·cc 
.1 l.'JIO[>t",l ~lari.1n.1 A11dr.1<lc 
pdn carinho recebido do 
Dcp111,1do Arroyo. 
O, .1tlcta, d,1 equipe 
do nosso estado, ficaram 
,atl',frito, com a colocação 
que conqui,taram para /lato 
Gn,,,o du Sul. ,cn<lo o 
Colégio Mace, o 6ºxolocado 
do Ranking Geral das 
c,cola, e clube 
participante, dn Ccntro­ 
Oe,te 
( 
AÇÃO PARLAMENTAR 
U e r e adores 
[!D ~ mHID ~ llll [!D m1 rn1 os com a 
ml llll alidade d ml IIll1l ® ~ @Dll d a 
ckr das creches e 
escolas m llll 1111 ã © ã 1JD cBl Õ S 
Através de: 
indicação 'crb:il ao Prefrito 
t-1unicipal e à Sccrct:iria 
t-1unicipal de Educação o 
Vereador Waldir Cardo,o 
(PT) pediu uma rc, i-:io no 
c:trd:ípio d:.i mcrcndJ c,colar 
!-Cí ida nas creches e 11:1, 
e, ol:t< da rede municipal de 
cn,ino. 
O Vereador disse 
que tem rc ·cbi<lo muita, 
quci a~ e rcd:tmaçõc:-. a 
rcd,pcito da qu:ilid:icle de, 
merenda escolar das creches 
e escolas do município. no 
'-CU entender existe a 
necessidade de uma 
complc=1ncnt:1,:io da 
mcrr.:.nd:1 com hortaliças e 
frutas, "que inclusive podem 
,cr produLid.1, n.h :ln::.:i das 
própn::i, c,col.1,. afirmou··. 
O Vereador Juho 
Leite (P DB) se reponou ao 
assunto dizendo que também 
tem recebido diversas 
rcdamaçõc sobre a 
qualidade da merenda 
escolar servida nas crechc:s 
e.: nas escol=Ls municip3is. 
pon:n1. ele entende que não 
é preciso a rc, isão do 
cardápio ma! sim que a. 
PrcfciturJ faça : aquisição 
de alimentos de qualidade e 
em quantidade )Uficicntc 
para atender as crianças e os 
estudantes. "Gostaria de 
saber também se a tão falada 
11utricioni,1u da Prefeitura 
acompanha o preparo da 
merenda escolar ou então 
que ela fosse à creches e às 
e:-c..·ola=-- provar a merenda 
que está sendo servida", 
C"nf:i.ti7ou Julio. 
(AIC:I) 
. r.r,,J<•..-,.: li' 
1.tcrnnc11l ~11 	,··,~t.téJ .... A...-.1.Q ... u1i Nrk,•,,r 
perebeuso Franau dfehente reverterá o q adro 
eleitoral, onde la eue favorito 
[ Jt!:..CIScO lembrar que não estamos mo Acre, onde o t t,,;nu J,1 
motoerra ronda o seu Tnbuna! Repiona! Eleitoral. para delente de 
, clh,h oh~JhjUt,h E uí. qurin a:I(_, t,1·:.a no, tf t:1/l~ lk'i I tic1rnh .1 .. , 
podera ter que convver com o efeto do chabd 
D> Mil'tl} continuam "esquecidos" pelos candidatos ao 
SenJd0, wntr.mJndo J R~ ... ,uçJo 2098, ar. 5',82° o eleitor 
tem o direito de saber quem é quem. Com a palavra o Mnitro 
Ptíhltco l)U quem <le d1rr11" d.1 Ju,11,J Lk,u,r.l.] 
t i ?ofetiva!de pevqursas continua e J,t<X",l LtrnN"-nl slrJ bi 
do telefone E questiona-e: qual o cntéro para escolha do número do 
fone, da classe social e do baurro a ser entrevistado! E coro fia a 
ffJrt<le m.L,J qu~ nlo h:m telefone: e ntJ.., 
• ' :mw. Od.1dJo e<,(.l em  l,L de ser promovdo na empresa. O 
colega concorrente )trnul.i um.1 pe,qu1,.1 por 1elefoi1e onde- o 
entrevistado opta por Lul.1. 0c P'""' da gr:i, Jçjn Jo PJP''· de '31 até 
.u, Lhc:fe e mostra eventual inconveniêna da promoção. 
AS UI OAG HA t'l • de algun, canJ1cL1os cont11nL11n gcnem"' nos 
fnlhctu, de propaganda distnbuidos nas nuas centrars de C.UnpoGr.md<e. 
Também causa espanto o etcesde propostas em todas as áreas. como 
se eles fossem super homcn, 
IL.ALO MAGGI PPS» está empatado com Anleru P.tcs (PSDB­ 
PMDB) no Mato Grosso. Irai França. mulher de Ro!x-110 França - 
prefeito de Cuiabá-é a nce de Maggu. que chegou ao E,wdocm 1976 
e emprega I4) pessoas em suas empresas. 
TJ1SllOSO. fno. 1mpc-,,ml. dcfen-,or da -.OJ> trJilsgênrc.i. fundador 
da cidade de Sapezal . Magi é presidente da Associação Brasileira de 
E.,;portadore, de Al1mcnlO"I Ele quc:r acabar com a., ol1g:irqu1a..,. c1uc 
"-Cg_umJo de. ,ó mamam n.L, tcL15 ofic1a1, 
, DISPl[f, pelo Senado no ~rr c,tá d"putJdís'lm:i entrr Be,.erra. 
Dante e Jonas Pinheiro (aliado de Maggn. Vale lembrar que o 1'-IT tem 
139 mu111cfpios . .l arnJa ""' ra,..., de instalação e est.1 pre"""' pkh1sc1to 
par.1 cna~io <lc: nu1s 20 .. unc.b cm 2.(Xl2 
HÉLIO COSTA "o vozerio"- fo, cmre-pondcnte do "Fantásttco" 
noç .. Statc,". Na volt.1. tcnlou o Governo de: Mina._.:. e perdeu. Agora. 
é o segundo na prefrrênc,a pelo Senado. atcis de ,zcn::do e na 
frente de Zeé Perrela, presidente do Cnuc1ro. 
ó.CQB.lW N°"'°-' cmpn::-.jrins precisam rrpen.<:1r o lucro. sob pena 
de pn::juízo. Os argentino< oferecem um fill.ll de sem.ma ''vip"' cm 
BuL'nOS ,ares por 190 dólares. bem m..U, atr.!.C:n!e ou m:ii~ b."ll':lto que 
o, locais turí,ticos d.l tcrr.i "'made tn pernilongo:-.". 
SllRPREEWE a g:irr:1 dn vel'Cldor e locu1or Miltinho Viana. de 
olho na C. Fcder.tl. Ele lcmbm que nio tura voto de concorrentes. e s,m 
:ipru,cit.'.l a sua fam:i para motuvar o ckiror a nào vot::u-- cm br.lllco, 
como dcmon$tr.lill as pesquisas. Esse tem fôkgo ck g:110! 
":SAIA ll"STA'". De olho no segundo rurno. tanto Marisa como 
Zeca tCm evitado crit1Ca.."i ao concorrente Kohl. Alais, é a mesma 
postura de Lula cm relação a Ciro e Serra. Quanto mais sangue entre 
os dois agorJ, melhor par:i. LÜla em termos de futuro. 
PROHLEl,S. Os petisru com dois problemas sérios que evitam 
abortl.,r. s.,us candidatos nujonr.1.rios nos Estados n;lo corre, pondcrn 
nas pesquisas e os postulantes ao Senado e Clmara Feder.il também 
com desempenho aquim das expccurivas. Sacou? 
PO LEITOR. " Pelo menos algun., pnvilcgiados n;lo tem o que 
n:clamardJ propo,,tadoSctr.1 cmaurcmpn::gos. Elb:t. Gugu. Ouwo __ 
e oull'OS cst:10 farur.llldo alto em sua camp:lllh;, milion:íru. O p:i'!rocínio 
vem do empresariado e banqudros, é cl.J.ro! ... 
O OUTRO LADO. A intenção d.a c.1mp:mha" t:'io vend.'.l seu ,·oto .. 
é valid.a. ~1a.."i. o cidad.Jo. sem comida na panela, sem emprego e 
sem perspectiva.,. n5o vende apenas o seu voto - vende até a alnu 
pJ.r"J sua sobrevivência e dn família. Ou n.lo? 
VIA INTER1"ET leitor desabafa.: "O Brasil é o mesmo. Dentadura. 
avi:unenro da n:ceita médica. m.1terial de construç-Jo, botina. óculos. 
passagens de ónibus e cesu bi.sic:i. Srm radicalismo, esse é o Bnsil 
de verdade, e n:lo aquele do FHC •• 
ALGUS slogans usados por c:mdid:uos choc:im - se comp:=dos 
aos respectivos personagens. Gente que nunca trabalhou, falando em 
trabalho e apoio ao trabalhador. Da 'Onl!lde de nuncbr esse pessoal 
faza cafuné cm c:murJo. '-S;ll'ta incoerência". 
A TÁTICA. Sob a tcSe de que a capital seria uma terrJ sem dono. 
os nndid:no" do intC"rior investem pt..--s:ido no cont;ito de famílb.~ 
oriund.J..,ç de s11:i..s respec:tlv:is cid"J.des.. E c.:lll:i membro delas, acaba 
garimpando outros votos cm seus re1Jcion:1mentos. 
O MAPA de votação das eleições têm demonstrado a forç:,. do 
elc:itondo cb cnpital onde :i.!guns h:úrros s!io nu.is populoso que mu.it:1..0. 
cid: dt:S. E como tem muita gente de outros Esodos sem ,ínculos 
politiros. isso ,cuba fncihtando, obrcnç.lo do ,·oto. 
FOl,CLORE. JK. c;indíd:no em Minas e tinha fama de "Don Juan". 
O jom.~1 ·-o 'eneno·· publicou: "Meu filho, rúo se e=. com mulher 
que IL<:l leque: são IOOJ.> c:om:da.s 'dh:is do b: íl:uino Kub,tschet.:'". 
Ele leu o  roo. riu muito e g:mhou :i ekiç.io • 
ASSISTA O JORNAL D. TV. MS. RECORD. 
YOCE É NOSSO CONVIDADO ESPECIAL. !

.JOAl◄AI. HMIJNA OA rnomc IHA 	t1e21de 
SUi - Servlçe lutono 
(11010 
FIADO . MATO w0 tt 
AfllVN IIAt HJ (J
04IIJ IA!,( A J l -:f.t.1111 
PAC A-04 
antro de Ptages de 
abroa de n debruado 
tttllt 11 .ÇA.,.CJ.!IIIY. ,ty II fJCJSTA VQ 
MCJ)l1'/A 00 NA.V::tMfwro.. 
Qe h de wn Ma, o MOVO AUIÓoMo D .Á(Jt/A I! l•G(JíO • 
IIAAtAJV M1.,-•)'"1dlu ,kdlrdo, ""cr••.o<IU ~ ... Qoi&b<. lll, e:.,,,,._"' 
ddtlc!cdio lln.A Vl'l'TA. ~,di:I V-loO'l.lMdia wl. i,_.,,._,._,. (MPJ b» nero, 
(TIJ61,jJ4f.J0:)1.(JJ, "MIi!• .:o t rüdo s;,!.I S, IW , 11 kl Vk LI•• 
Otlt:b' ft ~•••rá, 0-P ti UL,,ltOA 1-$), nenado atroa.w dna Dento de 1 1.-,,1 
µ..,;-lt.pd r, 1.0}1,01 (bo.,.. ~- 1 •~<:.• ::e Ct'Nl'I.A1'A.nit., • pew 
D1iUO !a.do. UU!TAVÓ MUJl►IA íX> HA!Cl),(l:}/"10, t' l;b t» • ._ da lkbl. 
VW..,. t..t,rl.Jd,, M.-.,O,.,.,t06,J$ul. '..-MAJu Ji,,.""1.:Jdo L,,d.t,t.1,r, 1719.,c.:.uuo. 
,09 l 4';tl, ( J..JI' 79..w>-000, ~ ,'6 ai' ••.ll11l •ffl JJ. li 4J l OI • lUI r'f 
)ll.tO<IS~P/MS - "" -- COHil<AT AI)()· AODm! AAkJ.lAOAOOII. 
..,,_ J e nodo o praento otoa, h .. btula dittt: C.:.,rn, para Cota de 
fota, de ando coo aa d.orlas e ad.ibea que matute otos r e etau 
tLU/LA /'ME/RA 0 Agato Arrotador nsarrear ao-d de reli neto de 
c-.ochl i.i.t pr:n AUl/llV/1'4'4 • ~ ~ ~ dirdo M e.. 
..:a•'- de frol.lr ia joio odelo4 hnn parte itep/wnr» io pmcrt_ot ~ ...u 
PAR GRAFO UNIDO -Qual4or »ter»,do que 0 S4A E9V/M venha a bsvodwu nol 
bMilJ.r'°' ,.,. 1!a1a-Wb à. um::.daç!o ou ll:111..ft:tbr.1:1 de. na.na UTC'Ctdadaer. ' 
oomtarido o kate Arreodader trecdpadre te, pera rua snabarca stnas de 
ooreaponone l a qopearl a baer pertinta te tese Contrata, independentemente, 
da httva ou de foral 
CI.J.USl/LA ~OOUNDA - 0 8AA.Mllli"t1'i na1:!crl r-.a dt.adti de um Vbll - MS. 
Jur-.:.u t ttuh ele hmentoe banslris, cota torrente ertuahnadora, ptr1 at:uOffff o, 
nddt tau areada'es cU1ri-a. 
Cl..ÁUSUt.A TF.RC111MA - O r:,odl.tJJ ü r.m:c-a1b;~ d...AriA deYtt! ~ cnd.t.l!.I an 
SAAl'JDWM3 no )da .:,J1 Nb..cc;ll."IU i cdn.nça pdo A,•.-i• "-rnod-.dor. 
PAAÁGRAfO ÚNICO .. O. t«.-pn,.t.!-:1 c!.o SAA.F/UVl)t.'i 11 •riso~ Wb.l •~ 
6-:vttto tc1t a d!.tpMç.So do SAAYJJl'V/M! m prhr.A.lru d:'.a tifl c.pé:t • ~ o 
d'Jrla,. ,cn pr(jl.lit.o da, ~ sn"futu no aJ1itp 17 d:1 l.cl fWCrll r, U6619l. • 
COtttQ.da &.&d nód:. u w:r.dnk.t pcnalld.ar.!u~ ~id.l 11 Pfhil dc.fc:a.a. 
J.I - Mka de IO'K ldu pct Cff.!n) IIOl:r• o total aura'do no mos era «ro pele 
b:t~ p.N.!.aJ eJou loul t pdn r#i:J cu:r:;,rl:nr:r.to 4: qg~1.c, ooodlbn Jo Coftn:u; 
l..l - ApU:.da • Cllt1,, • mrtrca.<ú 1.~ .11. ... da 1-rl:ridro ~ qw r~ • 
«r.ln!Jda. Q6, • "" lq,oúçJ<,; 
J.J - Cuo a Dentada ndo ter.ha rala pagaremo a Íciccbc:!. u OU:W devidas Mero 
aotndu &â::1:..!:1-.t«m.-,m e ,o fur DODl'Jll,lnO Judk:W.om:c; 
lA - A an.!:a prtrllt:a rrcta ite-:nr, rb k:r:1 a:-lt:r coa'.pccu:ócb,, ~ mon~io e 
~ cz:::c:r:u o pgarerto dela no u:imc • Cowauta la ~ Ao de: ~ l• 
dUUr, padu ou prejulroe qa eu ado puetvele.ha ICL"T't".:a.t a Contar, 
l.l - Em euo de reincidia, a Cot:m.:an: roclnJiti o C~.o. mtJb.~ 1,'UQ p-6,io 
de lO (lri:,!a) dlu. 
CI.ÁUSU!.A QUARTA Ma hptse de pruro caas'o a ,.,..,.=ldo, p,, =<h-. 
&t10s>.1hcl r.u:lualn.::xru ao A.cutit Arf"lad&e.lUf' ou ~ SAAL'U'~~ na JTp,nÇJa 
abri to n11pcwwhd pelo ta lavrdo raperna''de concorrente, antes as pG1a 
rpoder lo solidar urre te 
a..ÂUSl:1..A QUINTA - A c:otn.~ coc,nxil. .. ..-.d.l • • '"-"?:l!r.rtnci.a pca «r...a 
c:a:rnlmdi.n da qf:da b&td.na. ea:a:-to bC':'t:u do coa.alio ou ta, bem como, a 
parda de trrtrio, desde o nc:cblmef'Ll d • prH'-!ç.U). de ccc::.J Plt-" o 
SAALYMS, ri de itrina resposa!lida!e do Agrte Arratader, inare 
t.uda • llknl ~ Óil caso kirtw!.D ou bç:a c:.dar, caa!o:r...: t:rwdro& ro 
-.,.1, llaloo do Art. I .Q)I do CM'.,,, Ctwl U.u!Slm. 
CLAUSULA SEXTA- ha prato de mio de ira';ta oteo do pesete 
Cl:U,,,:!O_ o SA.UIBVIMS ptt;Wi lO Azto:ta Arnndadçr, a "W de 1U CU0 (Yr.U 
Çca&ffll de Jtait). pir a:e.:.. rootbld.a. 
Q.ÁUSt..n.A SfTMA- Ao Aate Arreadader, t a:utrivo divulgar, em qw.lqla' 
~14 p.-. a S.UP.JnVM5. que: uâ IIOri.tado a~ CCltC: ot,jcio d.ou Cbr:t.'Cl 
rpetardo ea i!c:oll, entes Arreadores. ' 
ct.J.USUt.A OiT AVA -· Nb acri prnt.hld.t • dtó.ç.!.o !'l:ll roce.~ ~ , C,.C, 
SAAJUBV/M.S. d0t cheque reoebida pelo Arreta Arrwadador ea paaneto da 
coc:ut'l"'r...:..i,,.,Mdo,p<lolJoocoua:lo,n,li:r.:>s<l..Lr.W,.Jo=.;.o,. 
CI.ÂUSUU. NONA-Op-u,o:,,Coàn:o •l:,,n.-i, pu1!,,tc 01,og,,,.oo:, • )l,<nnOOl, 
podml, ter reachadiboaqalqar teca, per ixtst!a d qakzur ds parta, rndate 
nbojffiiolcl-O(oiz<a)d!Lo. 
PARÁClllA!O ÚNICO - A raó.1o do C0Cnl0 l,,!.7<,d,rl do I""" lwo ao:, 
Ul&Wl. pcrdo-se tutcri arte, o o A:.m,ta Arnud.ador t~."t cr:1 ~ de 
i:eolb.i:I ou blb.:!a o a!rda 4:b.1: te~ q~ clabu.!.t da";: Cccn:o. 
CLÁL'SULA DÉCIMA - Au despesas preoreirzs dera Coro ert cus.±d 
olcnc:odellapm ll07U212.01-ll~9.00. 
ctAusuu otaMA PRIMEIRA • ""' dir'.clr d,.,= • - 'l'-" p:. ... .,,.., 
pom::, ocam:r no o do - • q-,c elo mo;u= "°""";;,o ciG,l,cl !i<o 
to o fro da Cera de Bela Vau- MS reado u para de quulzur os per 
ais prilez'do qu j' 
E asai per entres jatos e ocrnada, na brrua ais uuiaoparrtetstrt 
e (07) das vias de lua! tear e forra a praeça d (02)as estruhu idas qa 
-E=- 
imuõ íiiiwo tAJ..00 
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SAAIV.Mi,, pesa Jrlbs a de direito pilo o ode M kaa isbd !/l, entra, a 
r' te JHl..A Vtff.A. r.-.. CC llAII (1-..c, do W. -, t.""NJIJ ,.,_,. ..O. 
01167114-11-0J,,_,. ..,...-.,p,1os, i.ile~ V 0-. 
Diretor da Mtata P $2440 4#1$1, reada as de Dermo da Eu«etio 
M-,,.J rf l.017111, -- - ,..,.,_ Oll-rntATAXl1l. • por 
..,,. bdu, KDIYA CAC>.JIF-1 DR MAlOS • hflJ(AllY fAOVNO:.., rrn MA10S. 
tabele idos a idada dt Dela Vista, Esuado de Meo Groao 4o Sol!. •"-"61 1 a.,, 
o-nJ Ooltb rf JOI, Só•~~ Cf"J' 711-, ,.,...nw ra 0'1 ._., ,.,._,, 
919971.711_., • 009.n!Jll-"10 ,..,..,i--... JL0. rf 112<1'1/ l'IMS • 
112-C1'61!>Sl'llo<l ""l>«Ú'........_ _,. ,:.o - Ul. JlLTAOO • ACDt7ll 
AJJltt:ADAl)()t(. W'll Jwtn e ardads o pructtlD aa,,u:>_ o,;, teroo deste DCatroe 
para hnse de Conta, de e mn»si@oda» e que 
OL:.0f'CJ.Ot :.a:n,, 
CLÁUSUIA 11UM□RA - O A(,ott A• -- •~ ,.., do rocw..-...-=- do 
GOrUJ cm!tlt.e;J pelo ÉAAE/VIMA e wewenadas pars ppare rt o diee no Dlixl. 
1.:nffl da lônnu11no nl.;ae modclln l'xwn ~.e 1:1.~ dO prnt'IU lr.tt11eercn. 
l'AAÁGRAfO (/l"IIUl- Q>aüq"" ....,_ quo o SM.Y/IIV/Vi :u l·wdutú - 
nwm~ ti.a ,b:c..u.l.1 de arrcadedo ou t:'ml1b-tnc:!• dDt n,uno• Ul'IIOada.1.-. 1ott' 
corra kado o Aets Arreadadr ente ipdente, pana rasa snotoca anvds de 
ço,~ • que pitJnri • f.u.c.r part.t b:cJT&.Ya detw Contr-1~ tndcptooed,~. 
de 1-dkJYG1 oo de frms.lirioa 
CLAUSULA SEGUNDA - O 8A.A.E/BVl·1S ~ l"..a c.k!.atc te ln~ Vbu - ).tS. 
ju.T.o aot otabe krlentos heatroe, tonta corrente oentrLadora, paro .h.on-,, n1 
rtdta das urecadaçem tlJrb.1, 
CLÁUSULA Tl:.RCC!RA - O pn,d..so cb •~ dwt.. d.,,-a, 1tt md.tada a,o 
SAAEBMS no I dias til rteqerae l crua pe.o Anota Arre»dador. 
PARÁORAJO Ú!'ilCO O, aic,pmn.r·.ta do SAAr./UV/l-15 e n·,-, to IOl>J &malbd.o 
&ttrlo nur , a,~ do S.Uf/HV/MS. no primeiro dia 11:J apó,t a aradado 
tuna. mn sn,o dn ...:nçõu priYUUJ m L'1.f.o t7 tJ Ld r«L~ rf l.66li,'9'l. • 
coc-.:a!..14.1 tb.-i 14}c...t.1 u ci:r.nttL., pc,-..ilidw:k::I. ""-.r.tida 11 p-i'r.a ddb.&. 
).1 - Mt4ta te 10% (da por ttt'Ul} IOhro o total um:adado no mh ,m e-uno pc-1.a 
W.o.:,cu;J,"1 pvt"bl dou iotal 11 pdo cio Nm;,rl~ de q:°'bq~t c;oodlçõet l:, Cmin..:u;; 
U - Apl~ • ou!u., a 00dnWU: dc:scooa.'i do prime ro paaurto q t'l.ut • 
~ op/,1. ""l:n;,ooç!o; 
l.l - Cuo a Cortrts'a tk tc.""!.ha tnl.b S--St--.r:".!o I rcoc.bcr. u m...!w d~, K'fio 
coh:wal at!oinutnit.in:oc.":!e e •~ Ccr DC<ad.:io Jwkl.at:x:t:e.; 
JA - A Ql.l!w pn•bU OCJ.to i:::t:J,, n.io t;:o UJiu:r ax::i.-:ma!.ÕfÍO, pattm ~ e 
corJtqlCCUCUO:e- o pa.,gaff'r.i:n dd.a ~ a.ime • Con::ra!Ad.a d.t ttf'L"..;Ao l• nc-t:,;ah 
dana, perdas ou prr,juros qo tu ato pubel ehu acartar a Contratar, 
1.$-- E aso de reindhnsa, a Corta rsi!ui e Carta, redite a»ao prévio 
tc JO (u;a.) dlu. 
cL4.USULÃ Qt;AR.TA -N:a bip6:.c.t.t de- pn:Jláo catr.:.da • Cl'Jr.a~~:1:>t por ~'°° 
:ibdve! «ala.reate to Ai;:c-c.t. Arrocu1ador ou ao SAA.E/BV/MS. ..- ~ 
abcri 10 faj)Or.S.i'fltl pelo fita. Hrvnado respore.blidate ocorre te, c.cbu u puw 
rrepondero litriue te. 
Cl.AUSl..1.A QUO..IA - coreana conenaiar.da o 11 tn:'ll~!.:x.ia p-u2 cor.:> 
a:::-:'.nlt:udon d» agiu tora, errlo isetu de co=i:t.t.'.lo ou tau. bco co~ 1 
p.a:W de 1:--:rirk dcsdci o r:ceb:ocr.:o d • J'l'U"..IÇ:0 c!o CU".!&.I pen 
SAA.F.JOV/M.S, ,.:ri dt: acln. rupore.tbll~ do Ar1:111, Ama.d.t.dor, in:h:itvr 
qum:o • Lira corrrtrs e cua bti.ilo ou fra raio, cofre defzidoa 
~ ro Oak:o da Ar. 1.0!1 do Côd!,:i Ol>CI Br..ulc.i.-o. 
Cl.AU5ULA Sl:)."TA - Pc-t. prcr~ to 1c:n-fy0 d:i ~ objeto r:o 
ccru.::o. a SAA.t/UV/M.S p~.l 10 ~tt Arnud:ador. o 'or &e R$ 020 ( 
CCC:.S'°OI d,-itea!J.). par 000 rccchlt!.I.' ' , • '' 1 ' 1 • •' •. • ' 
CLAUSULA SÉTIMA Ao A 0t» Arradsdr, 4 ativo dvdar, ena qakqar 
ba pi.., o SA.Al:/UVIM:. quo er~ aucrl:.&6 11 rucbcr ar:t.u, c!rjrto i!a->.11 Coc:rs:.a. 
ripe±ado os ders Azzs Arraiora 
a.ÁUSULA OITAVA - h":.3 .ai pc-2,!?..í.:!a. 1 c!t:da;.10 na toras rrratados de 
&A..U.IDVJMS. toa ch0qut, Nea~ p Acua Arn:cat1da:r c::o ~ t• 
ooa:u o Cil• 'nm dc-'CMdna relo D.eco ntdo, na farra d.a tct,,.!.tç.l.:,a:J ~. 
Cl.ÁUSULA !IOSA- O prta«:U O:::::::n.:.:, yl,õOC--i a pr.:tr óe 01.oit"l00:2 t )L,V7nooJ. 
podendo er ri!ido a qualqurr trepo,por Wci.:t!n do qui.l.,"Ur tau partes, tu 
uúo inv'.o dt JO (lt.o) ii!ba. 
PARÁORA.t:'Q ÚNICO - A rot.!.L.1:> éo Ctt Lxdepenri ds paro Luto na 
claras, cperdoas autora.iarria cuooAets Arreada dar cteregire de 
laolvbc:i.a ou hltne iaeunto deburdear.zqalar clarula deite Co::."'r!:l 
a.J.USUL ot.ctMA - ~ ~ ~ ô:c-.:a Coc:ra:o 1a1 ~ =-- m 
~ dt 0cpcs.a t.107Qll2.0l - ll9QJ9.00. 
a.ÁUSULA ~ PR.D.filIR.A - PI., 1!.:ri::l!r ~,lt&t • ~ «r,e pona-,_n, 
JQ&::ll oo::r.U' podoprerre (i..C rb ~ ~ ~~ &a 
eleto o 1::o d.s. Co:,_-:a c!t Oo.!a Vio.-!.!S. ~ t.J puta de qaaiquer ta por 
as prhlegad» q ja 
E urine per atar patas eocrta, ufa aira,tniuopracctrinrrrro 
~(tll)<b,,lut,t.,.,J_, t=,rr-~ ~ lden:u<r"' 
~ ~ ~ '-= ai• i.r.a , lci;U o l ecpriro 
- hei Vians dtdertrd2a1 
jí:ti.í3 Uí'.iiliio VIBU, mt .wx> • 
1), i o d a o ata 	o ÚC , l ' 1 (i. 
'i f. IU f ,r:1 .1 (li l..cJ tiC 
FAZ SABER, aos q n os o prevente Ehtal virem ou 
dele onbecuento tuverem, expeddo nos autos da A'ÃO 
D!:[ Xl..Cl'ÇÃO P,lu l:.'-/TRl,{j/1 Dl'COl'>A L .( f R'TA n" 
l 70/<JS, requerido por A N ro:-, 1 O LI; IA tn1 1 e d· l,l íZ 
O1.L', ro PJ){l,.'1 t.OJrnJ: ,. ROSA MARIA MOREIRA 
CORRE A, em trâmite por este Juízo e Cartório Judicial. que 
110, di:., JI! @,l')0l :l/l,Q<J,71)f)Z. r, ;wd11 J.1n<11te J; 
.J or· •. ll0 éddid0 d,, r-,,rurn hx..J, erá levado à l'RA· 
, A, a quem mais der e maor lano oferecer, ao seguinte 
imó, .. I ''.>1LOTEDC1U<RL.'-OlJlWA, O,d t·nt.1, ln 
,ob o nº W. Quadra 49, situad o na kua fato Ciru,,o, 
Únllo, n., CtdJ<k d· C,.r.,~ol-~ts. wm áre-:i de J 200 lfle'.lm, 
qu.Jdr,ido-. com d,mc1h<I<', de 10.00 metros de frente por 
(>(),()() rnc1roi. dJ fn:mc .;o, futiJ,h cm nmbo< o, L>Jo , 
wnft0nL1odo-sc ao norte, com o lolc nº 11. ao sul Ru.1 
Mato Grosso, a lc,tc com o lote nº 03 e parte do lote nº 16 e 
a oc-1,, wm o Lote rf' 07. mJtnrnl.,do ,ob o nº 1.716, no 
RGI dc,la Com.lft:,L O refendo ,mó, cl enconlrn-~ bem 
localimdo no cc,uro da idade de Ca1Jrnl e po,,ui como 
h.,nfe11ona, n construção de uma casa de alvenaria e Tábua,. 
cohenu ele etcmite, piso de cimcnlo, lajot,1 e a11dejo, om 
ete repartições, sala, e cozinha, com três quartos e uma 
varanda, com aproximadamente 120 metros quadrados e 
uma pequena casa de Jjbu.i, colxrt,1 de ctemit, piso de 
rnnento qucinudu que serve como depósito e áre:1 de 
sen iço, com pavimentação asfáltica encanamenlo de água. 
luz clé1rica e 1elefone, conlderndt1' toda, as benfci1orias, 
d,10 imó,cl foi avaliado em RS 15 000,00 (qu111LC mil rcnis). 
Con,la do, au10, que o n-fcndo imó,rl, encontra-se cm 
uéhi10 com a F:w:ndJ ~1umcipal de Car.icol. refcrcnle aos 
cxerc/cio de J 996 a 2001 e que a1é a data de 03.06.02. rufo 
foi lançado o IPTU, do ano de 202. A a, ahaç:lo é datada de 
O-l.05.2001. e será corrigida monetariamente, cinco dias 
an1es da primeira praça. Na primeira pr.iça o imóvel não 
poderá ser alienados por preço mferior ao da avaliação, sendo 
que na segunda que só ler. oportunidade se resultar ncgati, a 
a primeira, os imó,ei, scrJo vcnd1du, a quem mais der e 
mnior lanço oferecer, ainda que por preço aba,xo ao da 
avaliação. N:io ha'cndo expediente forense em qualquer das 
d:ilas :icima dcsignad:is. a hasta se realizará no primc1ro dia 
útil sub,cqticnlc, no mesmo hor:lrio e local. Caso os executa­ 
dos LUIZ OUNTO P!BES CORREA E,< m ROSA 
MARIA MOREIRA CORREA. não SCJ'1111 in111nados 
pcssoalmcnlc para as pr.iças. ficam desde J:l lNTilllADOS, 
atr.i'és deste Edi1al. das da1a._s e horános acima designados. 
E, par., que ninguém alegue ignorância, foi expedido o 
pn:scntc Edital. que será afixado na sede des1c Juízo e 
publicado na fonna da Lei. Dado e passado nes1a cidade e 
Comarca de Bela Vista, Es1ado de Mato Grosso do Sul, aos 
cinco dias do mês de agosto do ano de dois mil e dois. 
Eu, (Nilson Félix da Rosa Junior), O.S nº 03. 
0 
digi1ci, 	. , . , . , . 
··..+" ""·''· Samira Lopes , 
Direi ora de tart6rio nss. P/ ordem do Jl,L',,1. Juiz 
de Dircilo. 
Poder Judic1:lrio do Stndo de Mato Grosso do Sul 
Comarca de Bela Vista 
Edital de Sentença de lnicrdiçiio de Ana Cnstina Lourei- 
ro Pinheiro 	. 
. O Doutor Alexandre Antunes da Silva. MM. Juiz de 
D1mto da Comarca de Bela Vista, Estado de Maio Grosso do 
Sul. na fonna da Lei. erc ... 
Faz saber aos quan1os o presen1e edital virem ou dele 
conhecimento tiverem, expedido no autos da Ação de Inter­ 
diçjo n -1
36199
_. rcquenda por Maria Loureiro Pinheiro cm 
face de Ana Cristina Loureiro Pinheiro. cm trimitc por este 
JUlZO e canóno JUd1c1al. cm seu cumprimento e atendendo às 
provas dos autos por sentença proforid.1 por este Juízo cm 
data de 15.07.2002, em seguida trasncrita. decretou a 
mterd1ç:lo de Ana Cristina Loureiro Pinheiro. brasileira. 
casada, do lar, portadora do RG. n• 6-1
6
.
3 
l 
7
-SSP/MS. 
re.s,dent~ e domiciliada na Fazenda Pé de Cedro, ncs1e 
Municipio, por ser JUigada incapaz de reger a sua pessoa e d<' 
administrar seus bens, pelo que serJo nulos. de nenhum 
efeito todos os contratos ou negócios realizados com o 
refendo interditando, sem assistência de sua curadora e 
~ré,a, au1onznçao deste Juízo. tudo em confonnidade com 3 
sen1ença de 16p1co final seguinte· m 
interdiç.ão de Ana e · - Lo : ' . e 
O 
_exposto, docrero a 
casada. n,tural de nstuna ureiro Pinheiro, brasileira. 
de Késio Loureiro ~eli '.""L<!a-MS: nascida >os 31.03.71. fillu 
n c1ro e ~fana loureiro Pinheiro 
declarando-o nbsolut:1men1e incapaz d • 
os atos d:1 vid:1 civil n:i forma do arti eo c:c~~ pessoalmente 
Código G"il. e de acord . g 5 , inciso Il. do 
o com o artigo 454, d C6d; CAI 
no meio-lhe curndor:i h '' , lo hgo vti• 
Lavre.se o termo d. e: sen o~ ~fana Loureiro Pinheiro. 
as crts n,]"?""» couso o reto 
no disposto no artieo 
1 1
~ de h,po:eca legal. Em obediência 
no aniso t2, m. & c] S"hso de Posso cl e 
Registro Civil e publiqu il, inscreva-se a prcsenle no 
e-se na imprcCLQ I I . 
oficial, 3 vezes com intervalo d l O d. oc:i_ e rui imprensa 
çilo. Após arquivem-se os . ias entre cada publica- 
s 1 
s autos. Sem sucumbê • PRIC 
e 3 VLStn. 15 de julho de '00> . nc1n, • 
Silv, - luiz de Direito. E. - , a- (a) Alexnndre Anruncs d, 
eia, foi cx"""ido ~ que mngutm alegue ignorln- 
1""~ o pn,,,eme Edital r.1 
desle Ju!zo e publicado na fomu que ~ afixado na sede 
nesta cidade e C01!'-'lre:l cL: Bela da Lc,. D:ido e p:ISSlldo 
Grosso do Sul :,as oito dias do V':'t"- Est:ido de Maio 
dois mil e dois. Eu ".'"S de agosto do ano de 
O.S n• 03. 
0 
clig,1ei_ • 'li on Féhx da Ro a Junior). 
. Snniir-.a Lopes 
Dn't'lor., d-. C:in6 • 
no ll.'-S. por onltm do MM Jul:I 
dr Dir,,iJo. •

JOntlAL líllOUtlA OA FROIIT[IAA 	• ANTONIO JOÃO 
14 à21de Srbro de 2002 PAGI A· 05 
■[POPtlA DO'., OOURAOO:J 
8 mil pessoas assistem Epopéia dos Dourados 
Bloqueio garantiu a segurança do público na maior produção teatral ao ar livre do E ·tado 
1 
Chegada dos primeiros habitantes à Colônia Militar dos Dourados 
0fie ial redige informe ao comando rm Nioaque sobre a invasão 
paraguaia (Fotas: Neu:na Pereira) 
"Sei 1111c morro, 
lllll n JllCll Sl111):IIC C O de 
meus companheiros servi­ 
riio de protesto solene con­ 
tru os invasores do solo da 
mlnhn p(itrlu". (Tenente 
Antônio .Joiio Hihclrn) 
Um piblico estimado 
em 8 mil pc,,oas, de Antônio 
Jo:io e munidpios viLinhos, 
assistiu na tarde de sábado (7) 
a mega produção teatral rco­ 
lizada pela Prefeitura de An­ 
tônio João. cm purcc..·ria com a 
4' Brigada de Cavalaria Me­ 
canizada e Coman'do Militar do 
Oeste (Cl10). O teatro ao ar 
livre. considerndo o maior j:I 
realizado em Mato Grosso do 
Sul. substituiu o tradicional 
A estrutura foi garan­ 
tida pelos gerentes municipais 
A llS-38-1, que liga de Obra e Serviços Urbanos. 
PontaPorii:1AntônioJoão.foi José Aldem,r Pereira 
bloqueada na entrada da cida- (Maninho) e de Desenvolvi­ 
. de e teve o trimsito desviado mcnto Econômico. Edgar 
por uma rua vicinal, para ga- Martins Peixoto. O palco das 
: r:mtir a segurança do ptiblico. autoridades foi montado pelo 
O ccn:irio cinematográfico. Exército, que também enviou 
construído pdo publicit:lrio para o local um grupo tio Pe- 

Adcmir Teixeira Braga - lot;.io de Operações Especiais 
"Barba". da Sinaltcu;-Yetrhtou ,, .. (Pclopcs), que desfilou na 
, "Colônia Militar dos Doura- abenu~ ao lado da Ba
nd
a 
• d à - - 
1 
- . Municipal .. 'ovos Tempos·· e 
. os epoca. In usve o no da fanfarra. 
Dourados e a ponte for.,m re­ 
produ2idos p:1r:1 dar m:ús emo­ 
ção e realidade ao enredo. 
A peça obédeceu da­ 
dos históricos produzidos pelo 
próprio tenente Antônio João. 
em 1864. Entre as autoridades 
presentes estavam o prefeito 
D:icio Queiro2 Silva. o com:m­ 
dantc Brigada Guaicurus. ge­ 
neral Yvan Luiz Madruga 
Varjão e os comandantes do 
l lºRCt.k·c,coronel Elmardc 
Azevedo Burity (Ponta Por:i), 
,10" RC Mec, tenente coronel 
'Paulo Gerson Camargo 
Scrafini (Bela Vista). do 9º 
GAC. tenente coronel Mari- 
dc,lile cívico de 7 de setem­ 
bro. 
nho Pereira K.:,cnde Filho e 
também das unidades de 
Nioaque, Jardim e outra, ci­ 
dades. 
A saga do tenente 
A111ônioJ05o Ribeiro, herói da 
Guerra do l'araguai. que em­ 
presta o nome ao município, foi 
montada pelo capllao 
Kmgcrson Manos, pesquisa­ 
dor hbtórico do I O" RC Mec 
de Bel Vista, com apoio do 
diretor de artes Watson 
Mattos. A coordenação do 
corpo de atores e figurantes 
esteve a cargo da gerente 
municipal de Educ;ição, Eva 
Lu(za Pcn20 Jacquet 
Echcvcrria e auxiliares 
diretos. 
O drama ao ar livre. 
, ,,lo n maior parte dela e do 
confronto entre os "soldados 
paraguaios" e "militares bra­ 
stleuros" Para isso, for tun 
damental a participa ão dos 
cavaleiros do 'lube do L.ao 
"Florêncio José Pereira. 
Durante a "batalha", o Exér­ 
cito deu mais realidade fa­ 
tendo disparos de canhão. O 
de,fechu da Epopéia emoci­ 
onou as autoridades e o pú­ 
blico. 
apresentado em três atos, foi 
ensaiado cm apenas duas se­ 
manas. segundo o capitão 
Krugerson Mattos. Um siste­ 
ma de sonoriwção com mi­ 
crofones sem fio permitiu ao 
público ou,·ir todos os diilogos 
entre as tropas paraguaias, em 
esp:mhol. e o tenente Antônio 
João Ribeiro. no linguajar fiel 
ao da época. Os 150 atores. 
figurantes e cavaleiros, esta­ 
vam trajados de ucordo com 
o período da história. 
Nenhum incidente 
Ao final dn te.,lro, 
todo,"' p.,nidpante, ,e ren­ 
nirnm cm frente ao palanque 
para ,er<'ll1 parubcni,ado, 
pelas autoridade, e nplandi­ 
do, por mais de } mil pesso­ 
as. No papel do tenente An­ 
tônio Jo:io atuou o ,argento 
Davi Nunes Robalo. atual 
comandante do Destaca- 
foi registrado durante a peça. 
apesar da locomoção a ca- 
Roteiro foi baseado 
na história reál 
ChrKada dos piouriros foi rc·trotada /itlmtnlt à hüt6ria rtal 
ugi.strada prlo &lrcito (Foto: Nua Pereira) 
Todo roteiro da 
Epopéia do, Dourados foi 
baseado na história real 
vivida pelo tenente Antônio 
João e seus comandados cm 
186-1. nos seus mínimos 
detalhes. Os figurantes 
retrataram fielmente os 
acontecimentos. inclusivr: a 
rotina do dia-a-dia na 
colônia brasileira. Do 
confronto entre brasileiros e 
paraguaios. apenas um 
soldado sobreviveu. Ele 
havia sido enviado para 
observar a movimentação 
das tropas paraguaias. 
"Todo filho de 
Antônio João e a população 
da fronteira pode agora ter 
uma idéia da impon:incia do 
feito histórico de Antônio 
João. Hoje. as vitórias 
conquistadas pelos povos 
mento da Colónia Mltar dos 
Dourado. A locuao ete­ 
e a ato de um pfaa do 
EB. oradores da idade. 
mnluse ratas, atuaf a!n 
como figurantes do grande 
te.,tro. 
El'Ol'ÉIA 
A dispo:ação para a 
lut,,. o jur,unenlll de ckfender 
o solo da p.itri., e o bilhete wm 
a mensagem de António João 
no dia 28 de dezembro de 186-1. 
furam a, p.111c, que m.u, emo-­ 
cion.u,un o público. O prefeito 
D.icio Queiroz disse ao final d.a 
apresenta ao que o teatro mn­ 
sere definiti1 .unente o municí­ 
pio de Antônio JoJo 111> ccn,l­ 
rio turístico nacional e que no 
ano que I cm o teatro se repe­ 
tirá, "melhor e maior, com a 
colaboração de todo, ... 
irm:io, do Brasil e pelo 
Paraguai, não são através da 
guerra, mas com paz e 
convi'ência harmonio!a··. 
afirmou J;)kio Queiroz. A 
execução do Hino Nacional 
Brasileiro. pela Banda do 
10º RC llcc fechou a 
,olcnidadc 
"Este teatro 
enriquece ainda mais nossa 
cultura e= insere Antônio 
João no roteiro turístico­ 
cultural brasileiro", apontou 
o prefeito de Antônio João. 
Segundo de, a Epopéia do, 
Dourados 'ai se tornar 
tradição no município n:io 
apenas pela sua ,mponãncia 
no contexto histórico, "mas 
principalmente por dcspenar 
em cada brasik,ro um pouco 
mais de civilidade e amor à 
Pátria'". 
■PARCERIA 
Maquinário do 
Exército vai 
recuperar estradas 
General Yvan arjão assina protocolo 
observado por Dtício Queira: 
Durante a solenidade 
de abertura que antecedeu a 
apresentação da peça teatral 
Epopéia do, Dourado,. o 
prefeito de António João. 
Dácio Queiroz e o 
comandante dJ -1' Bngad., de 
Cavalaria Mecanizada 
Brigada Guaicurus. general 
Yvan Madruga Varjão. 
assinaram protocolo de 
intençõc, para locaç:io do 
maquinário do ,etor de 
engenharia do Exército, para 
rccupcr.,ç:io de c,trJda,, e rua, 
do município. 
Em contraparnda. 
D:ício Queirot. anunciou o 
arrendamento de uma área 
desde a nascente do rio 
Dourado,. onde está 
localizado o Dc,tac:unento do 
faército na Colônia Millt:u- 
dos Dourados. para 
construção de um museu 
histórico, balneáno e uma 
extensa área de lazer 
destinada à visitação publi ,L 
"O povo de Mato Grosso do 
Sul precisa conhecer nossa 
históna mais de pero", disse 
o prcfello. 
Ele agradeceu o 
apoio que vem recebendo do 
general Carlos Alberto Pinto 
S,ha.comandmtc .ll11t.1Ido 
Oeste e dn general Yvun 
Madruga Varjão. da Brigada 
Guaicurus, "que através 
dr;:-,t.1 parceria con,oltd.1m o 
desenvolvimento do país 
através do Exército, o braço 
forte e mão arga dos 
brasileiros". O m.lquin1rio 
vai recuperar a') rua, da 
cidade e estradas vicinais do 
municipro a partir desta 
semana. 
CAUSAS CÍVEIS E CRIMINA Is 
Fone: 9994-8192 
Rua Antônio João, 900 • 1 • Andar Centro 1 
CEP 79260-000 • Bela Vista - Mato Grosso do Sul . 
Deputado Estadual 
DEPUTADO ESTADUAL 
I/IBEllTO 
;EIRA 
45460 
DOMINGOS 17122

,JOHtlAL TIIIBU14A DA HlOtHílílA 	• GERAL 
·----------------'---- ----------------------- 
• POIHAPOAA 
Câmara Municipal aprova moção de 
congratulações a jornalista 
A c:,n,.,r.t. lu111Lip.,i 
de l'unt., l'or ;1 apro1 ou 
por un.111i1nrd ,dr. na 
sessão da última quinta­ 
feira, moção de (.Ollj!J,IIU­ 
laç,,c, :,o e,c1 ttor e jorn,1- 
li,1t1 l',1ulo Rocaro. pelo 
l,tnçamcnto do livro "A 
Tcrnpc,taúc". que aconte­ 
t:c dia 27 de setembro 
próximo. no Paço Munici­ 
pal de Ponta Porá. A 
moçfio foi aprc,c11111da 
pelo vereador Marct:linu 
. Nune~ (PT): vicc-prc,i­ 
dcnlc da Cf1m,1ra, líder do 
prefeito e do partido no 
l..lf'I l.,ttl) 
0Jl,111,1111< ntar drse 
que a obra, que será 
colocada à disposição 
publica ú1,12!!. é um 
importante marco para a 
cultur,.1 do bt.,do e para­ 
benizou o autor pela 
111ic1,1t1va de abord.tr "com 
rcspon ahilid,1dc os basti­ 
dores dos organismos da 
,cgurança pública d.1 
rrontcira". A moção foi 
assinada pelos IJ vcrca­ 
dorc, que integram o 
Poder Lcgi,lativo de l'onta 
Pora. 
ADOR PROFISSIONAL ( 
Dr. Marco A. Loureiro l'almiéri 
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T Dr. Fernando Lopes ele Araújo i 
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: ~ua XV de Novembro, 505 - Centro - Fone: ) .. 67) 439-1143 - e-mail: palmieri@catzonet.com.br 
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Psicóloga-' CRP 1402007-1 
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MS 2697 • CPF 006.824.031-72 
Rua Barão do Ladário, 1620 
Bela Vista - Mato Grosso do Sul 
• tnCA 
loester vai pedir que 
"os inliéis" seiam 
expulsos do PDT 
o exercício do egundo mandato d deputado te tadual 
o médico ginecologista Dr. Loster unes d Oliveira 
(PI esta indignado com a falta de tia nJ politia 
A eustnca de 
Lúllth<l.,!o, li-1 d, .p .. , elo f r, 1 '< 
Trabalhista pedindo voto pata 
a reeleição do governador 
Jo,é Orcírio f-lirJnd,1 do, 
Santos, o Zeca do PT, é alo 
que C-JU>-t rl!pul"' 1101.kput.,do 
pedetista. Ele anunciou que 
, ,ti pedir .,o D1re1óroo 
Rqoon.,1 do PDT que 0» 
infiéis sejam expulsos do 
p;,ruc.lo. 
Indignado com a 
'trairagem", Dr. Loester está 
disposto a ingressar com uma 
rcpresenta1·ãn junlo ao 
Tribun.11 Reg.ional Eleitor.11- 
lTlE. p.u-a pec.lir a C:h>-.1çâo do 
1egl'tro dos opo11uni,t:is que 
mfé,t.un o palanque da Frente 
Tr.ibalhista. "A ,erucalw,ção 
n;io fui editada exat.,mente 
para coibir tais abu,o,'!", 
questiona o deputado. 
O encaminhamento 
d:i rcpre,entação ainda n:io 
acontecc:u. ,cgundo ck. 
simplesmente porque o 
quadro de candidato, a 
deputados estJc.lual e fec.ler.tl 
n:io pode perder um nome 
sequer sob pena de não ekger 
ninguém. Situação cst:i que 
teria sido provocada pelo não 
cumprimento da palana 
anteriormente empenhada 
pela direção e.lo Partido do, 
Tr.ibalhadorr, (PT) antes da 
oficialização da Frente 
Tr.ibalhista em f-!ato Gm,so 
do Sul. "Fornos traídos pdo 
PT', denuncia o parlamentar. 
"Eu sou fovor:lvd à 
eliminação purJ e simpks dos 
tr.udorcs que estão f:uendo 
jogo duplo··. declarou o 
deputado Dr. Loester de 
Oliveira, acrescentando que a 
,-ida ética pn,cisa ser nunticb.. 
lamentando que o PDT ainda 
não tenha tomado qualquer 
atitude com relação aos 
nomes que estão 
simplesmente jogando na 
lama a história de um partido 
M!rio. 
, a condição de 
militanlc histórico pcdetista o 
deputado disse que n:io se 
recorda de nada igual. "A 
polític:t tem que ser ética. Eu 
nunca vi uma eleição como 
esta. Tanto, candidatos 
traindo os partidos que nos 
a@a ao, desabafou o 
pardamnen ar. prometendo l ' r 
com todas as fota par 
limpar o partido ds ras 
1.L,:muu, 
kelei,ão Afirmando que as 
chances de consuir maus um 
nundJto c.lc ,.kput..d,, 11.1 
A,,crnhic'i., l..t·f1,l.111 J c.lc 
M.ato Grosso do Sul ao reais, 
Dr. Loester disse que a 
rc,eptl id,,c.le é lruto do 
tr.,b.lfho que ernpr<..-no.Jc llJ 
-'ICJ c.L, JÚ<l<.-. prin, 1p,iln,e1.1". 
O depu1ado t.unbém ampliou 
sua base de atuação e por 1sso 
os resultado estão começando 
a fluir de forma bastante 
produtiva. Conforme 
ded,,rnu. sua reelciç:io c,1.1 
,endo husc.1cli em rn11,1 o.Je um 
trab.1iho cm prol de todos os 
,egmcn10, d.1 'OC1ed.1de. 
Admitiu que teve participai0 
au, J no Govemo do Estado 
até o momento em que te e 
c.lc romper com a Aliança 
.luda ,IS 4ue ·""-'l!urou a 
, itória na, urna, do 
governador Zeca do PT n.,; 
e lciç,ic, de 1998. Enqu.mto 
médico Dr. Loe,ter afinnou 
que jamais deixou de atender 
as comunidades mais 
carente,. H 28 anos 
exercendo a medicina cm 
Campo GrJndc. a ,aúdc é 
uma das especialidades do 
político. 
Fruto do ,cu 
trabalho conseguiu concluir 
e inaugurar () Ho,pital de 
Guia Lopes da Laguna. te, e 
participação deci,i,·a no 
funcionamento do llmpotal 
Regional Rosa Pedrossian. 
embora também reconheça 
que no geral a ,:iúde pública 
sul-mato-grossense ainda 
deixa muito a d,sejar. Com 
exceção da Capilal. no 
interior prJticamenle falta de 
tudo um pouco. 
De acordo com o 
deputado. além da falta de 
medicamentes, raramente o 
paciente consegue ser 
atendido como merece. 
Loester defende mais 
investimentos p:ira o setor e 
torce para que Ó eleitor elejJ 
uma bancada que tenha 
vocação em promover aúde 
públic:1. (AIP) ; 
r 
ta@portonet.ms 
11(0**67) 352-4374/2B7-1460 
.campo Grande/Porto Murtinho-MS 
ADVOGADOS 
Joelson 1IIaninez peixoto .... 
0AB MS 1036 
Daniela Fernandes Peixoco Coi11e1e 
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Rua lº de Maio, 431- Fone: (067) 251-1451 
Jardim
1
MS c-mail:dan_ielnpeixoto@zipmail.com.br 
Deputado 
Federal 
2510

JOIHIAL TnlDWlA DAI ílOtH[lílA 
PAO ,A· 07 
------------------------------------------------------ 
• GERAL 	14 21 de S.:.. bro de 2002 
■PAOGílAMA 
Moacir Kohl quer policiais civis liberados para a Investigação de crimes 
() candidato a 
governador pela Coliga40 
I tente Trabalhista 1'1)1- 
1 )'.'>), Mn.tt11 K<,hl,rnm,·111<,11 
que a atual administração do 
Estado nao conseguiu, em 
quatro anos, apresentat 
,nl111·nn p,,r,, por fim :i 
prohlr111.,, ele lona data 
enfrentados no sistema 
p'11llc11ci(lno de M.,10 Or,)O 
do Sul, responsáveis por 
prohl m.1' comn a 
superlotação das carceraens 
nas dele a1a» 
A stua,ao obra 
policias civis a d ... • , 1,1h. 
1
11  ti 
pnnepal foco de atividade 
velar prela eurana pública 
da população. Kohl deixou 
laro que em seu ove1 no n 
papel do policial civil erá o 
de investigar e apurar os 
entes oordos e não fiat 
cuidando de presos, enquanto 
a criminalidade toma conta 
das nuas'',avaliou, destacando 
que a Policia Civil conta hoje 
em 'u quadro com 1.$ mil 
agentes para cuidar de 1,6 ml 
presos 
Ele afirmou que quer 
o poliu.11' CI" libcr.1rlo, 
par 1 J',, iiHc.'llf',1 C, C () 
multares para o trabalho de 
prevenção, iniciativa de 
fundamental importância e 
que, cru ,u.1 ,1d1111111,tr.1ção, 
contará com asoes integradas 
envolvendo a comunidade 
civil. Para isso, uma das aõe 
propostas é o de fortalecer as 
■DESAFIO 
Secretário afirma q e as finanças do 
Estado estão organizadas e desalia 
quem quiser provar contrário 
O Secretário de 
Estado de Gestão de 
Pessoal e Ga,tos Gilbcno 
Tadeu Vicente afirmou 
nesta nrnnh:i que a, conta, 
do Govcrn1i Estadual ,·,tílo 
eqilibradas e desafiou 
qualquer pessoa, candidato 
ou não, a provar o 
contr:írin. "De, cmo, 
lembrar, antes de mai, 
nada, que este é a primeira 
udministr:,ção da história 
do Estado a cumprir a Lei 
de Responsabilidade 
Fiscal", afirmou. 
De acordo com o 
Sccrct:írill. fato Grosso do 
Sul cumpriu todas as seis 
metas do Programa de 
Ajuste Fiscal de 2001 e 
Isso foi rnmprovado pelos 
técnico, do Tesouro 
t'lacional, que aqui 
estiveram em junho deste 
ano. "A Lei de 
Responsabilidade Fiscal 
garante também a 
transparência das contas 
p1íblica, ,lll dctc1 minM, 
através do parágrafo 4 do 
artigo 9º. a 1c:ili1:tç;'io 
quadrimestral de audiências 
públicas para apresentação 
do Relatório de GcstJn 
Fiscal", acrescentou. 
Para o Secretário as 
recentes críticas e suspeitas 
acerca das contas do 
Governo ,:,o feita, por 
pessoa, de,informada,, que 
não tiveram o menor 
interesse em discutir o 
assunto no foro e no 
momento adequado. 
"R,:alizamo, diversas 
audiência, pública, p.1ra a 
discussão das finanças do 
estado e nenhum dele, 
apareceu para discutir, 
contestar ou perguntar n:tc.Ja. 
Por Olllro lado, n:io podemo, 
subverter o princípio 
jurídico b:í,ico de que cabe 
a quem acu:,ia o ônu, <la 
prova", declarou. 
P.,ra Gilhcrtn Tadeu, 
a pupulaçJo nJo c,quccc 
que a atual administração 
recebeu o c,t.1do quebrado 
e sucateado, com 4 meses 
de sal:írio, atra,aclo,. 300 
milhõc, cm precatórios a 
serem pagos e uma dívida 
mon,tnm,a. hoje t.iupcrior 
a RS 4.7 hilhüe,. para 
admini'1rar. "O re,ultado 
dessa herança é que hoje 
pagamos mais de RS 20 
milhões por mês cm 
encargo,. embora esta 
adrninistra1·:io tenha 
con1raído apenas o 
empréstimo de RS 19 
milhôl'.':-. para a t.:on:,,truçào 
da pontl! ,obre o Rio 
Paraguai". afirmou, 
concluindo: "mesmo 
assim, ainda conseguimo 
investir no bem estar da 
população e no 
desenvolvimento do 
Estado". 
ni Miranda -Joroalistn 
pollc1 1ç, recuperando a 
defasagem nos quadros 
t'!tt1 (J' ... 
P r,1 1, ,<J, Kohl propoe 
o estabelecimento de políticas 
públicas que sejam elaborad 
em patena com ementos 
c,pcdf,cos dJ áre,1. A 
participa ão e o envolvimento 
dos mais variados segmentos 
da sociedade na defini lo de 
pulf1kJs públic, ,cr:! utn do 
prinCJp.11> dife1enciai, de sua 
admini,traç:1o. 
• PROGRAMA 
Marun quer ser o "João-de-Barro" 
da moradia sul-mato-grossense 
Mal~ Grosso do Sul 
tem um déficit de 60 mil 
moradias e o aumento dessa 
demanda é de I O mil unidades 
habitacionais a cada ano, 
conforme constatação feita 
pelo SimJicalo da Construção 
Civil. A ,olução, corno não 
poderia ser diferente, derxnde 
de recursos financeiros. O 
candidato Carlos Marun 
(Coligação Frente Ampla) 
pretende con,truir em quatro 
ano, de admini,tração 40 mil 
casas populares e assim 
beneficiar o cquivalenle a 200 
mil pessoas em todo o Estado. 
Ele sabe que habitar 
é uma condição pretérita para 
que as pessoas possam 
educar-se e proteger-se das 
doenças e, portanto, é 
incongrucnlc que o Estado se 
obrigue a des1inar recursos 
para a saúde e educação, e não 
priorize a liberação de 
recursos para moradia e 
saneamento básico. 
Em sendo a habitação 
uma priondade do governo, 
pra1icamen1c haverá recursos 
orçamentários com origem e 
des1inação rigorosamente 
clara.se livres da possibilidade 
de ou1ros destinos. É como o 
candidato a governador 
prclendc trabalhar a partir de 
Iº janeiro de 2003. Ser "o 
João-de-Barro da moradia su!­ 
mllo-grosscnse", segundo ele, 
não pode ser interpretado 
como utopia, algo inatingível. 
"Vou provar que é possível 
cxccu!Jr o que está sendo 
prometido", assegurou. 
Para viabilizar a 
construção de 40 mil unidades 
habi1acionais e promover :r 
geração de 60 mil a 80 mil 
empregos, considera 
1 r J 1 
Kohl rcebea da drtona da 
Associa, ão de Dele. de 
Polk1J do LstAd,, (/dt;><>II 
documento relatando a 
situa ião da Polícia Civil no 
Estado. As propostas estão 
vendo avaladas pela equipe 
de governo d Coligação 
1-ientc Trab.1lh1,w. 
Recurso~ - Knhl 
kmbrou a atuaçjo de •UJ 
candidata a vice, Luiza 
Ribeiro. quando este, e à 
indispensável à manutenção 
de esforço conJunto 
envolvendo Estados. 
Municípios, União e o setor 
produtivo da construçJo eh il. 
A con,trução civil. conforme 
já é do conhecimento da 
maioria, é a grande 
absorvedora da mão-de-obra 
disponível no mercado de 
trabalho sul-mato-grossense. 
Portanto, precisa de 
tratamento c,pecial. 
No entender do 
candidato a governador 
Carlos Marun, é fundamenlal 
que a política habitacional 
seja abrangente a todos os 
segmentos da sociedade. ão 
importa o poder aquisitivo do 
cidadão, o importante é que 
todos possam ter acesso à casa 
própria dotada de toda infra­ 
estrutura b:lsica ncccssiria. 
Marun é defensor 
ferrenho da política de juros 
baixos e até subsidiados para 
a construção da casa própria. 
Às famílias que estejam 
vivendo abaixo da linha de 
pobreza. ou seja. sem 
condições mínimas de 
transformarem o sonho da 
moradia cm realidade, é 
pensamento do candidato 
buscar recurso a fundo 
perdido para a construção de 
conjuntos. 
O uso de recursos da 
poupança é outra 
possibilidade que o candidato 
a governador Carlos Marun 
considera plenamente viável 
ampliar o número de morarias 
nos 77 municípios sul-mato­ 
grossenscs. Ele csú disposto 
a buscar todos os meios• 
possíveis para viabilizar o 
projeto cm questão. Citou a 
Caixa Econõmica Federal 
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h1bera.ao d 
contrus ão 
atenderiam a parte 
problemas enfrent. pelo 
[.:-1.,Jv r:llJt'l•h l/ <' 1 ll 
tiveram contnd.ade 
s.J<.l.i d1 '<:ll<I CIJ 
tAwessoria de Imprensa da 
Coligação» 
como sendo um grande 
p.m:e,ro do desenvol irn,nto 
de Campo Grande e de outras 
importante, cid.,de, do Estado 
de Mato Grosso do Sul 
Outru, fontrs - Fundo de 
Investimento Social (FIS), 
que arrecad,1 em qu.,tro cercJ 
de RS 360.000.000,00 
(trezento, e -.,se11t.1 m,lhõn 
de reais), ou se preferir RS 
90.000.000,00 ( nn1 cnla 
milhões ao ano). ,crJ uma d," 
bases de sustentação do 
programa habllacional na 
admioistraç:io de Cario, 
Marun. 
O FIS, segundo ele. 
sus1enta atualrnenle algun, 
programas ao seu , er difuso 
com o Bolsa Escola e o 
Segurança Alimentar. Reputa 
como sendo mais importante 
dar trabalho que e,timular a 
proliferação de m1ser:h-ei, 
pelos quatro canlos do Estudo. 
"Sonho em construir um 
Estado que a, pessoas não 
precisem receber ,:icnlii.,Ç, 
desabafou o cJ!ldidato :i 
governador, adepto da 
remuneraç;Jo digna para que 
o trabalhador possa prover o 
sustento da própria familia. 
Dos R5 360 milhões. 
conforme o Programa de 
Governo de Marun. RS 200 
milhões serão reservados para 
construção de casas 
populares. A complemcnt:Jção 
virá através de parceria com 
os municípios e a CEF atra, és 
do Programa de 
Arrendamenlo Rc,idencial 
(PAR). 
Pantanal - De acordo com a 
agenda do candidato a 
governador Drlos J Larun, neste 
domingo de visitou os 
municípios de CorumM e 
Lad:irio, duas rcg10cs 
consideradas iri.portantes para a 
difusão do Programa de Govemo 
e o fonalccimento das 
candidaturas a Assembléia 
Legislaúva e amara do 
Deputados. "Nossa coligação 
dispõe d.:: nomes anb!ern..'lticos. 
politicamente bem cooccituxlos 
e com chances n::ús de s.,n::m 
eleitos", comentou l l:!run. .s,:m 
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/00.%7. 
Vereadores uerm saber se pro!bido fornecer me111u- Cestas Básicas para serem dis r u das pelo 
mHtH n• centra da saúde durante o perlodo 11I011era1 conselho TU1elar à lamillas carentes 
través de requeni 
tento enkereado ao Juíz Eleito­ 
ral da Coar«aos Vereadores.das 
bancadas do PHLe do PSDE na 
Câmara Municipal, olieit.aram 
·mana passada infonx0e s o­ 
be a proibi,ao do forecimento 
de meh.atentos no C..cnl10 de 
S.ade Munipal em vrude do 
período eleitoral. 
O Vereadores justifi­ 
caram o requenmento salientan­ 
do que de acordo com infonn.1- 
ies de pesoas carentes elas n.io 
estão sendo atendidas com medi­ 
camentos no Centro de Saúde 
Municipal devido ao periodoelei­ 
toml,')10rl, 1 gu-t.uí.uno,ck 1,·r 
conhecimento sobre a existência 
da Leque determinae a proibi­ 
ão, e é que ela existe",ressalta­ 
ram os dis 
Juiz Eleitoral r ponde 
l.111 >e p,;> 1,1 a c-,-,e 11> 
q11r111nen111 ll Juf, Lleuoml d,1 
orara, D. Alexandre Antunes 
,L, S1h:1. c,x.uninhou ofkio ,,o 
Pesidente da Camara Municipal, 
Vereador luiz Alexandre Loureiro 
1'.1hrnéri, irifonnando que a Lei 
Eleitoral nio proíbe o Ente Fede­ 
nativo de manter os serviços que 
o de blJ,J oompc1êncin. ''muito 
pelo contrário, os serviços 
e ,cnríals, como no caso da 
smídt•. s:iu mntlnuos", íri.sa o 
rnagistr:.ulo 
Construção do salas do aula na Escola Pedro AJala 
Em expediente en­ 
caminhado ao Prcfci10 Muni­ 
cipal, com cópiu i Sec,ct:íria 
Municipal de Educação, o, 
Vereadores Orlanda Freitas 
do, Santo, (PI..) e Ramüo 
Paredes (PFL) reivindicaram 
a construção de Ires ,ala; de 
aula na Escola Municipal 
Pedro /julu. localilada no 
bain-o Água Doce. 
Eles ressaltam que a 
dcmundn cstudanLil naquda 
região da cidade. que abrange 
o, bairros Águn Doce e os 
conjuntos Canaã e iova Es­ 
perança, é muito gr.rnde. f:t­ 
zendo com que muitos estu­ 
dantes tenham de se deslocar 
r,or longas distancias até a es- 
,. 
cola municipal do bairro Espí­ 
rito Santo para poderem estu­ 
dar. "F:v.cm-sc ncces,;.'ias prt>­ 
vidências urgentes nesse senti­ 
do para que j: no próximo ano 
a E,cola Pedro Ajala possa 
atender essa demanda", 
enfatizam Orlanda e Ramão 
Paredes. 
Implantação de escola agrlcola 
A Vereadora 
Orlanda Freitas do, Santos 
também encaminhou indica- 
ção ao Prefeito Municipal pe­ 
dindo a realização de estudeis 
,·isandoa implamaç;1otk umll.: .. 
escola agrícola cm llcla Vista 
com o objetivo de qualificar 
princip:,lmcnle os nossos Jo­ 
vens para o trabalho na terra 
e ao mesmo tc:mpo pruporcio­ 
nar à eles a oportunidade de 
continuarem seus cMudos. 
Orlanda lembra que 
muitos jovens belavistenses 
encontram-se ociosos devido 
a falta de oportunidades de 
estudo qualificado, ressaltan­ 
do que cm nosso município 
existem v:'uios locais apropri­ 
ados para a instalação de uma 
escola agrícola. como nas Es­ 
colas Municipais São Geraldo 
(bairro Agua Doce). José 
Mania Palmiéni ("Nunca-Te­ 
Vi"). Assentamento Ba.rr.i do 
11:1 e Godofredo Gonçalves. 
Gelllllo quer a criação do mais um ponto do moto-tálll 
Em indieaçào ao Prefeito 
Municipal o VercadorGctulio 
Lino Filho (PI..) reivindicou a 
criaçiio de mais um ponto de 
moto-táxi em nossa cidade. 
assim como a revb.:io da Lei 
que regulamenta esse serviço 
no município. Segundo ele. a 
intenção é melhorar a qualida­ 
de do atendimento à popula­ 
ão e 1ambém ofrrc.."Ccr mais 
uma opção de trabalho aos 
Consuução de escola na fazenda ,Morrinho 
Nélio Diório. Verea­ 
dor do PMDll. e.ncaminh u in­ 
dic:,ç.:io ao Prcfe.i10 Munidpal. 
com cópia à Secretária Munici­ 
pal de Edu ação. p.1r.1 que en­ 
trem cm contato com os propri­ 
etirio, da fazenda Moninho 
com o intuito de viabilizarem a 
con;truç:io de uma escola na­ 
quela propric'Cbde. 
O Vereador ressalta 
que os propricr:5.rio, da fauncb 
Moninho jj 1ronif c,crr.1m inte­ 
resc na construçã.o da refe­ 
rida escola, poi c.ntcndcm 
que dessa forma podem con­ 
tribuir com a melhoria cb qua­ 
lic!Jtle do ensino oferecido ao, 
alunos daquela região. Lem­ 
br:i ainda que :1 construç:io 
A Vereadora 
L,bcr,,cy L.rno IJ.111tl,1111 
(PSDE) endereçou e:pedien­ 
te ao Presidente da omissão 
funicipa! de Segurança Ali­ 
mentar solicitando que um.a 
determinada quantia de cestas 
básicas do Programa de Se­ 
gur.111 a Alime.nt:ir do Gover­ 
no do E-iJdO seja fomecid.1 
mensalmente ao Conselho 
Tutelar dos Direitos da Cnan­ 
ça e do Adolescente. par,1 se­ 
rem cli-iribufd.,- :1 famílrn, CJ­ 
rentes que possuem crianças 
pequenas. 
Cica ju,rifica a mdi­ 
cação observando que o Con• 
,clho Tutelar do, Direito d,1 
Criança e do Adok,ccnle têm 
condiçõe< de detectar com 
precisão ª" ' família~ 
lnformacão sobre a eleição para diretores das 
escolas municipais 
Através de requeri­ 
mento ao Prcfrito Municipal 
a Vereadora Cica Lino solici• 
touque seja infom1:1do ao Po­ 
der Legislativo quando será 
realizada eleição para 
dirclores(as) das escola; rnu- 
Clca pede Informações sobre os valores lnves­ 
Udos pelo Estado na segurança em Bela Vista 
/ Vereadora Cica Lino tam­ 
bém encaminhou l!qucrimen- 
10 ao Sccre1foo de Estado de 
Justiça e Segurança Pública 
solicitando que informe ao 
Legislativo lunicipal qual o 
valor investido pelo Estado no 
setor de segurança pública cm 
nossa cidade. 
Ela justifica o reque­ 
nimento afirmando que n,scgu­ 
ranço pública cm Belr Vista 
de.-sa e,cola também irá ofe­ 
rec·c-r maior confono e como­ 
didade aos alunos e profes o­ 
res, considerando que 
atualmente a escola que aten­ 
de es a região está funcionan­ 
do provi.1oriameU1e na Fazen• 
d.1 p .lllorama. 
Em indicação ao 
Prefeito lunicipal o Vere­ 
ador Jair Bispo (PDT) so­ 
licitou que seja determina­ 
do ao setor competente o 
término da con trução do 
muro da escola municipal 
Pedro Ajala. localizada no 
bairro Água· Doce, bem 
como a colocaçào de areia 
no campo de 'Olci da rcfe• 
rida unidade de ensino. 
Ao Secretário 
!lfonicipal de Obras Bispo 
reivindicou a colocaç:io de 
luminárias na rua N
1 
s• 
Aparecida. bairro Espírito 
comprovadamente carentes 
que possuem crianças sem 
amparo ahmcnlar 
adequado.citando como 
exemplo urna f.tmíli., do b:tir• 
ro Água Doce que ape,ar de 
ter vários filhos pequeno, e 
a mJe c,tar ge,tanle nào é 
:,rendida por nenhum progra­ 
ma ,ncial. 
nicipais, considerando que o 
Estatuto do !agistério apro­ 
vado pela Cámara Municipal 
d:í o direito de e,colha dos 
dirclorc, de e,colas aos alu• 
no, e pai; de alunos das res­ 
pectivas unidades escolares. 
está cm tOlal abandono, "hi 
muito tempo não h: aumento 
do eíctl'O policial. a 
crimin:,lidadc l'êm crescendo 
sistemáticamente e a nossa 
população está c:1da 'CZ mais 
insegura. pois é sabedora que 
a nossa polícia pouco ou quase 
nada pode fazer devido ao re­ 
duzido efotirn policial e a limi­ 
tada cola de combusúvcl dis­ 
ponfvd". 'n:ssnltou Cica Lino. 
Término do muro da escola Pedro AJala e colo­ 
cação de lumlnárlas 
Santo. cm frente a rc::sidên­ 
c ia da Sra. Tomisia 
Figueiredo; no poste AK- 
57. bem como na rua 
Rosalino Lino. em frente 
ao Bar dos Amigos. 
lsabella pede a Instalação de Morelhões" 
Em indicações 
endereçadas à TELEMS/Br.t­ 
sil/Tdccom a Vereadora 
lsabclla de !lloraes Pinhei.ro 
Murano (PDT) rei,·indicou a 
instalação de aparelhos 
telefônicos tipo "orelhão" na 
rua Cel. Dias. n" 484, bairro 
ltavcrá e em frente ao termi­ 
nal rodoviário recém 
construído. na rua Bar:io do 
Melgaço. cm freme a Escola Stadual Estc.r Silva. 
llumlnacão em frente a Casa do Aiteta 
Ao Secretário Municipal de Obras a Vereadora 
lsabella de Moraes Pinheiro Murnno reivindicou n colo­ 
cação de luminárias em frente a Casa do Atktn. entre o 
Gin:isio de Esportes Municipal e o csl:idio Otávio 
Fontoura. 
Inspetor da Receita federal convidado a comparecer 11 
Clmara 	~ 
Expediente sub,crito por todos os Vereadores da nossa 
cidade foi encaminhado ao Inspetor Chefe do Posto da Rcceitn 
federal local convidando-o a comparecer à uma ses.são ordiui• 
ria da Cimara Municipal com o objetivo de prest:u- informa­ 
ções obn, a fiscalização realiz.1du nnqudn unidade adunneira. 
rreador Grtulia no Filho - u',,,t u • ,, 
Pefeto unipal, com cópia ao Seretino de Obras, que 
determinem o cas alhamento e patrolamento das tua do 
b;urru J.udun llw ', L,~ ten<l•rxlo .i peJ 'o J,, mor adore 
As Secretarias Municipais de Obras e Eduaa 
Culrur,1 e D porto,. Getulio reivindicou a cosstruao de 
urn campo de fu1ehol com pista de atletismo na área a 
111.ugcn, do rio Apa, onde anteriormente eustta uma pta 
de motocross, "para que os munícipes em peral posar 
praticar cooper e jopgarem futebol, sendo este um pedido 
antigo da 1101 J popu!J jo". alirmou 
.llil.l"-"-'J.Jo...LJ.1i.U"-"...,,,'-"-'-"'-Y.._.~-U - l:.t>cJminhmt 
expediente à operadora 021 (EMBRATELJ rei 111<l,cJ1t<k1 1 
instalação de um telefone tipo "orelhão" na localidade de 
Damacuê, considerando que esse pedido jí foi feito várias 
vezes à TELEMS/BrasilTelecom mas até agora não recebeu 
atendimento: 
Ao Prefeito Municipal o Vereador Flavio Godoy 
solic11011 que detcnnmc a pintura do nome da Sra. Salvadora 
dos Sanlos."Dona Shaló". no Centro Cornuni1.1rio d., Bai,,1d.1 
Corinthiana, dando cumprimento à Lei aprovada 
recentemente prla CJmara Municipal. 
Também ao Prcfrito Municipal Flavio Godoy pediu 
que estude com carinho a possibilidJdc de viabilizar o 
asfoltamenlo da rua 07 de Setembro. con,rdcrando que estão 
chegando mais recursos para a execução de obras de 
asfaltamento em noss:i cidade. 
o 
Yerendor Néljo Di6rlo {PMDBl - Re11erou ao' 
Prefeito Municipal e ao SAAE indicação anterior de sus 
autoria solicitando a J)C'rfuraçào de um poço arle"ann no 
Distrito N' s• de Fdtima, o "Nunca•Te•Vi" e a exp.rn,:io <la 
rede de 5gua ao, moradores, lembrando que rnclus11e J.i 
colocou a di<posição do município uma :ea na chácara de 
sua propriedade naquele Distrito para a perfuraç:io e 
implantação do referido poço arlcsiano. 
Ao Secret5rio Municipal de Obra; Ného ,o!rci1uu a 
recuperação da estrada vicinal que dá aces;o à Fa.undJ S,rnla 
Leopoldina e às demais propriedacks adjacentes. bem como 
da estrada de acesso à reg_ião do Alto Sapucaü. 
Em nome da Câmara lunic1pal Nélro D16rio 
solicitou o envio de uma Moção de Congratulaçõe, ao< 
funcion5rios da agência local do Banco do Brasil, ao Pastor 
da Igreja Metodista em Bela Vista e ao Executivo Municipa 
parabenizando-os pela realização de mais um curso dd 
alfabetização de adulto e de formação de educadores, através 
do Programa BB Educar, do Banco do Brasil. 3 
ereadora Oranda Freitas dos Santo 
Solicitou ao Prefeito Municipal que determine a colocação 
de luminárias na rua Pedro Ajala. que passa em frente a lg.n:j:f 
São Geraldo, no bairro Água Doce e ao redor da Associacãq 
de Pequenos Produtores do neferido bairro. considerando qu 
muitos alunos daquele bairro estudam no período noturno 
transitam por essas ruas cm total escuridJo. ~ 
Orlanda também reivindicou a instalação de§ 
luminárias no trevo da entrada da cidade.cm frente a 
receptivo 1urislico e nas ruas do bairro Jardim Boa Vista; 
que estão totalmente as escuras. 	_: 
A Vereadora também solicitou o envio, em nome da: 
Câmara Municipal. de uma Moção de Condolências ao $(,: 
Paulo !rala. extensiva aos demais familiares. apresentando· 
lhe profundos sentimentos de pesar pelo falecimento de sua 
sogra. que ocorreu no sábado passado.. 	s 
. Vrreador Waldir Cardoso cr:o • Encaminhou 
prclido à Sccret5ria de Estado de Educação e à Reitora d' 
Univer,;idade Estadual de Mato Grosso do SUL - UEJ!S ." 
para que intensifiquem os esrudos visando a implantação d~ 
uma E..iensão da UEMS em nossa cidade. considerando quç, 
a demanda estudantil por cursos superiores em nosso 
município é b:lSLlnte grande. 
Vereador Iulio Leite CPSDB} - Solicitou acr 
Depanamcnto Municipal de Tr:l.nsito e ao Secrct;íri~ 
Municipal de Obras que viabilizem a colocação de redutores,' 
de velocidade na Avemda l'eodoro Sativa, para ameniznr 
perigo causado pdo aumento do trafego de caminhões n 
referida via pública. 
Verradoc Inir Bimo IPOD-Solid1ou a0 Secretirió 
Municipal de Obras que determine a necuperaçãoe a limpeza 
das valet.aS da rua Dionízio Areco, no bairro Planalto li. bem. 
como a colocação de luminm.'lS na rua Fermino Rodrioud 
de Miranda. bairro Costa e Silva. mais pn:cis:imemee e.;, - 
freme ao Bar Popular e nas ruas N' $' Aparecida e Ros:iiin • 
Lino. no b.:tirro Espírito Santo. 	'· 
- Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmi&ri 
PEL - Informou aos demai colegas que u Cãmar.i 
Mumctpal recebeu um abaixo-as in~do com ma.is de 15 
(c;n!o e cin~uenta) nssiootura do morador-e, do Dístrit • 
N S de Fitim, o "Nunca-Tc•Vi ... onde reiteram 
O 
pedido 
de perfuração de um poço artesiano e expansão de rede. 
de ág~a. Xande informou que o documento seri 
encaminhado, em nome d:i C.lmarn !llunicipal, a.o Prcfcit 
Municipal e uo SAAE. com o pedido para que 
O 
sell' 
atendimento seja viabiliudo com a maior brc,·idade' 
po sfnl. 	L 
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA GERAL 
14 à 21de Setembro de 2002 PAGINA· 09 
Prefeitura entrega 80 casas em Bela Vista 
l Bela Vista- A prefeitura de 
pela Vista entregou nesse l1nal 
~e semana 80 casas do Projo­ 
o Cho Roga Mi (em guarani 
Minha Casinhal no bairro Cos­ 
q e Silva, na solenidade do 
1 
Jerson Do 
1 • 
entrega das residências osle­ 
ve presante o prefeito de Bela 
Vista, Geraldo Pinheiro Murano 
(PDT), deputado estadual 
Jerson Domingos (PSL) e o 
secretário de Governo, Marcos 
., l!!I 
COmAC 
estad 
Alex, secretários municipais: 
Letizia Murano (Assistência 
Social), Alice Aranda (Saúde), 
engenheiro responsável pela 
obra Marcos Câmara do Moraes 
(Duty), mestre de obras 
gts faz maior 
rnl[füi) @J® utado 
m Dela 'sta 
Bela Vista O candidalo a 
reeleição, deputado estadual 
Jerson Domingos (PSL) reali­ 
zou dia 7 de setembro, o maior 
tomicio de um candidato à de­ 
'pulado estadual no município de 
Bela Vista, distante 314 km da 
capital do Mato Grosso do Sul, 
•e fronteira com o Paraguai. 
' Milhares de brasileiros e 
raguaios superlotaram a Avo- 
t 
Duque de Caxias, em fren­ 
escola esladual Castelo 
nco para assistir a presta­ 
de contas "do meu manda­ 
lo popular a população 
belavistense, desafio os de­ 
mais parlamentares sul- 
g
togrossense a realizarem as 
as prestações de contas a 
pulação belavistense", men­ 
cionou Jerson Domingos lnter­ 
rompido varias vozes pelo 
ap'aus0 do público presente no 
howmício. 
! Antes do parlamentar fazer 
uso da palavra. foi exibido um 
deo tape com 20 minutos de 
uração em um super telão com 
las ações desenvolvidas por 
t
rson Domingos no Estado. 
. A população fronteiriça 
L .. mpanhou os depoimentos 
cas personalidades, entre elas 
a vereadora mais votada da 
ap/tal, Teresa Name "Jerson 
e meu irmão, um homem hu­ 
mano que tem força de vonta­ 
e de trabalhar por nossa gen­ 
le, incansavelmente". O /dolo 
f,lraguaio Romento disse que 
, Jerson é um amigo de longa 
data que tem respeito pela po­ 
pulação paraguaia e sempre 
lriccntiva o esporte", o parla­ 
mentar do PSL joga na posição 
de goleiro na seleção dos 
masters do MS. 
O showmlclo com uma 
sonorização profissional com 
10.000 wats de som, teve a ani­ 
mação do radialista recordista 
mundial em radiodifusão. Lile 
Corroa (Guinnes Book 96/97), 
e a participação especial da 
dupla revelação do Centro Oes­ 
te, Kleber Júnior e Janaina que 
distnbuíram sorrisos e centenas 
de autógralos. 
Nos pronunciamentos da 
noite, o vereador e líder do pre­ 
feito na Câmara Municipal de Ve­ 
readores do Bela Vista. Flávio 
Roberto Godoy (PT do B) abriu 
a parte politica da festa popular 
recebendo aplausos e uma ba­ 
teria de fogos de artificies, ·o 
Jerson Domingos já viabilizou 
duas viaturas para a Policia de 
Bela Vista. disponibilizou junto 
ao Orçamento do Estado recur­ 
sos na ordem de RS 33 mil re­ 
ais para a construção de um 
Centro Comunitário no bairro 
ltaborai, e também através do 
projeto Sorria atendeu gratui­ 
tamente mais de quinhentos 
belavistenses com atendimen­ 
to odontológico·. o ratinho do 
Mato Grosso do Sul acrescen­ 
tou ·estou com Jerson Domin­ 
gos pois ele é como um irmão 
que já tem serviço prestado por 
Bela Vista. mesmo sem nunca 
ter recebido um voto sequer de 
Laudlnel Barcelos, diretor do 
SAAE, Hélio Crtstaldo, assis­ 
lento Social Zilda Barroso, re­ 
presentando o Movimento Na­ 
cional do Luta Pela Moradia, 
Cleuto Soares. 
nossa gente' 
O prefeito "da Solidaneda­ 
de", Dr. Geraldo Pinheiro 
Murano velo logo após para o 
seu pronunciamento, recoben- 
• do uma ruidosa salva de pa!­ 
mas, e bateria de fogos de 
artificio. disse ·estou feliz por 
estar na presença de tanta gen­ 
te maravilhosa que sabe que a 
melhor receita do amor é a so­ 
lidariedade, hoje temos uma 
saúde que é referência no Mato 
Grosso do Sul, estamos cum­ 
pnndo com a nossa população, 
e em apenas 18 meses da nos­ 
sa administração jà fizemos 
muito mais do que as outras 
administrações fizeram, já 
construímos: Receptivo Ueze 
Zahran, Terminal Rodoviário, 
revitalização da praia do 
Pompilio e /monumento 
Nhandipá, adq'uirimos três am­ 
buláncias, cinco motos, cinco 
PSF -Programas de Saúde da 
Familia, pavimentamos mais de 
75 quadras de asfalto, Instala­ 
mos Rede de água para o 
Fuguà, reformamos todas as 
escolas da REME, mais de 
3200 metros de Rede de esgo­ 
to ...', acrescentou o prefeito 
Murano "o Jerson é um amigo 
que esta Investindo em Bela 
Vista adquirindo terras em nos­ 
so município, o seu gabinete 
esta de portas abertas para os 
belavlstenses e jà ama a nos­ 
sa Princesa do Apa, hoje lidera 
as pesquisas para deputado 
estadual e Já tem serviços pres­ 
tados a nossa gente". 
Apolo à Jerson 
Domingos 
O deputado estadual Jerson 
Domingos_(PSL) recebeu apoio 
a sua candidatura a deputado 
estadual por parte dos radialis­ 
tas: Eli Souza, Odair de O!ivet­ 
ra. Edson Lacorte e Ademir 
Mendonça; também apoiam o 
parlamentar no municipio, o di­ 
retor do SAAE- Serviço Autóno­ 
mo de Águas e Esgotos, Hélio 
Cnstaldo; o Chefe de VigilAncia 
Santtárla, Júlio Fretes: secreta­ 
ria de Assistência Social, Letizia 
Murano; secretaria de Educação 
professora Isabel Nogueira Bar­ 
bosa; Afonso Garcia Lete -pre­ 
sidente da Associação São 
Patrício; Roque Colman - pre­ 
sidente do Assentamento Cara­ 
col; secretaria de Saúde, A!lce 
Aranda; Diogo Murano; Luciano 
Nogueira Hayd; Nicodemos 
Fílguelras Júnior (Chefe do De­ 
partamento de Esportes); 
Femando Morinigo e o prefeito 
de Bella Vista Norte Paraguai. 
Dr. Rigoberto Cabalero. (AIP) 
"osso goverro é 1npa­ 
rente e comprometido com a 
populaçao da nossa ter. por 
isso disponibilzamos para o 
Che Roga Mi, um terreno pla­ 
no, seco do tra qualidade a 
poucos metros do asfalto que 
vai chegar anda na minta ad­ 
ministração aos moradores 
deste bairro", mencionou o pre­ 
tento Murano e acrescentou 
nossa administração não co­ 
locou o povo encima de lxão, 
temos compromisso com o 
social e essa parceria da pre­ 
tontura com o Governo vai d­ 
minuir o defict habitacional do 
municipio7. 
O secretaria de Governo, 
Marcos Alex garantiu que "o 
Governo quer continuar parcei­ 
ro de Bela Vista, queremos ta­ 
zer mars cem casas no mun­ 
cipio em parceria com a prelei­ 
tura". 
As famííias carentes que 
viviam om situação de nsco na 
penforia da cidade toram bene­ 
ficiadas pelo projeto do Gover­ 
no Popular do MS em parceria 
com a municipalidade 
O projeto toi tento em sis­ 
tema de mutirão entro os mo­ 
radores com alimentação sen­ 
do disponibilizada pela prefei­ 
tura de Bela Vista, sendo 70 
casas pagas polo Governo do 
pe'a 
municipahid d 
pagamento de 
doz an 	de 
t0 d 	tone 
m ror 	Cl, 
to final 	ah- 
carà em to 	00 
s 
Socaal tez o cada tra 
1ar/as que eto artur 
em consegut urna casa pró­ 
pna, todo municipio foi percor­ 
rido para a realização do 
cadastramento, a maior parte 
das pessoas quo necn..trt,1m 
residam em barracos, onde a 
edfcação é proibida por leis. 
As 80 familias beneficiadas t­ 
veram a oportunidade de cons­ 
tru:r a própria casa que ó de al­ 
venana com lajes pré-molda­ 
das 
A agua potável de ótma 
qualidade toi disponibilizada 
através do SAAE- Serviço Au­ 
tônomo de Águas e Esgotos 
O Che Roga M faz parte 
do contexto de combate a po­ 
breza e a exclusão social e se 
destina a atender as familias 
de baia renda em condições 
de risco ou insalubridade, den­ 
tre elas a população rural e ut­ 
bana. 
Encerrado Curso de 
Geração de Renda no 
Jardim Boa Vista 
Ademir Mendonça· 
A Secretária Municipal de 
Assistência Social que vem 
desenvolvendo o projeto mu­ 
nicipal de geração de renda e 
que tem atendido a população 
dos bairros e assentamentos 
de Bela Vista está comemo­ 
rando mais uma vitoria. desta 
vez foi o Bairro Jardim Boa 
Vlsta que concluiu o curso de 
corte e costura em malha e 
moleton. 
Com recursos oriundos do 
FIS, já foram realizados pela 
, secretaria municipal de assis­ 
tência social vários tipos de 
1 
cursos, que foram escolhidos. 
pelos próprios moradores em 
reuniões comunitárias e com 
a participação e parceira dos 
, membros da diretoria das As· 
, sociações de Moradores. 
A prefeitura municipal en­ 
tra aim a lnfra-estnrtura como 
a contratação de instrutoras 
que são da própria comunida­ 
de e cada uma recebe um 
salário mínimo. com isso va­ 
loriza os profissionais e ao 
mesmo tempo incentiva-as a 
repassar seus conhecimentos 
para outras pessoas. cada 
curso dura em media 03 me­ 
ses. As alunas não tem ne­ 
nhum tipo de gasto, o maten­ 
ai e fornecido gratuitamente e 
não tem taxa de inscrição. 
Duran:e a re:aíização do 
curso e feito visitas e reuni­ 
ões penódil:as para acompa­ 
nhamsn:o e ava!'.ação de cada 
aluna. A proposta d.a secreta­ 
na municipal de assistência 
soca! Letizia Gouvea Murano 
e dar oportunidade as pesso­ 
as de estarem se 
profissionalizando e aprenden­ 
do uma profissão e com isso 
poder confeccionar peças para 
comercializar e e ajudar na 
renda familiar. Os produtos 
podem ser encontrados em 
Exposição anual (Expobef), no 
espaço assegurado no 
recptivo turlstico e casa do ar­ 
tesão do municipio. 
Com a presença do pre­ 
feito Dr. Geraldo Murano, Pn­ 
meira Dama Letízia Gouvéa. 
Assistente Social Zda Barro­ 
so. Presidente da Associação 
de Moradores Francisco 
Sales, Instrutora Joana 
Arguerro Burgo. foi encerrado 
o primeiro curso de corte e 
costura em malha e mo!eton 
do Bairo Jardim Boa Vista, 
que teve a duração de três 
meses e com a participação 
de treze alunas. 
A Secretária Mun:cipal de 
Assistência Social Let1zia 
Gouvea Murano comentou,· 
fico feliz por vocês. porque 
vencemos mais uma etapa. 
acredtamos nas pessoas. por 
isso estamos proporcionando 
essesctscs e com isso toda 
a famíha e benefrc,ada, para 
se vencer e preciso muita 
união e isso vocês mos1raram 
aqui. todos estão de para­ 
bens" fnalzou Letizia. 
O preteto Dr. Geraldo 
Murano disse, "Estou muito 
emoc,onado em ver pessoas 
humildes se preparando e 
aprendendo a arte de cstu­ 
rar. e com isso elas estão se 
ajudando a Ter uma alternati­ 
va de ganhar um d,nhe.ro ex­ 
tra e a;udar na renda da fami­ 
lia" fnscu Murano

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Geral 
14 a 21/09/2002 	PAGINA· 1 
Rii,õ fala para mais de duas mil p 
[m plMa Cc')undél•fCI· 
r,1, o deputado tadual e 
presidente da Assembléia 
1 (·fjl',lativ.i Ary RlrJO, candi· 
d,1to . roolo1ç,io, rou111u 
mats de duas mil pessoas, 
num comício cons1dorado 
do melhoro,; j/.l ocorrido cm 
Porto M11rt1nllo. 
Na verdade o comício 
foi organlzndo pelos seus 
amigos, nos qunis voto vi· 
nitar e, como estamos m 
plonn campanha eleitoral 
optou-se por ronliznr um 
pcqu no comício, quo polo 
nú moro do possans surpro• 
cndou. Dentro os amigos de 
/ry Riga, destaque para o 
professora Ninfa Ovalar, 
viuvo do saudoso Artur 
Heyn, comadre cio deputa­ 
do. Além de Ninfa, desta· 
cum-so tambóm um dos 
políticos mais antigos de 
M11rtinho, Felix Hermínio 
Feres. o popularmenfo co­ 
nhecido "Bidú", o o ex-pre­ 
feito Luiz Augusto "Luluca· 
Miranda Codorniz, outra li- 
carta Aberta 
num poputnr e qua:.o lcnd 1 
rta no municfp,o. 
Ary R,go, quo ~Jrnp10 foi 
1nu1to b m votado 110 muni• 
cfp10. roccb1do do forma c.a­ 
loro'.:.a, oxp6:i zua<: pl:1t;,for­ 
ma de campanha e roa!ir­ 
meu GCU co1np101rn:;so com 
Porto Murtinho. Valo lem­ 
brar quo, corno presidente 
da Assembléia Lvgislativa 
do Estado, o ató ont !, d•s­ 
so, tem apoiado todos os 
projetos elaborados a favor 
do município, o cio próprio 
foi autor do nl~uns destes 
projetos. inclusive destinan­ 
do recursos de emendas 
pessoais a que tom direito 
como deputado, destinan­ 
do-os para Murtlnho. 
Fruto mais recente des­ 
tes projetos e emendas 
possoais que beneficiaram 
Porto Murtlnho estão as 
ambulâncias destinadas 
para servir a população 
rnurtlnhense e viaturas po­ 
liciais, três motos, barco 
com motor de popa entro 
Amigos do Sudoeste, 
Através desta. venho 
pedir um pouco da sua 
atenção para o momento 
Importante que nosso Es­ 
tado vive. Estamos em 
ano de eleições para Go­ 
vernador, Senadores, De­ 
putados Federais e Depu­ 
tados Estaduais. 
Particularmente, en· 
tendo que o voto de cada 
cldadão representa mui­ 
to para a estrutura politi­ 
co-administrativa de Mato 
Grosso do Sul e, este 
.mesmo voto, irá cadencl• 
ar o ritmo do desonvolvi­ 
m e n to que queremos 
para nossa terra. 
Neste processo, gosta· 
ria de me apresentar àque­ 
les que ainda não me CO· 
nhecem e também, levar 
aos inúmeros amigos do 
Sudoeste o da Fronteira, 
minha bandeira de luta. Sou 
Álvaro Pereira. empresário, 
residente em Jardim onde 
tenho a sede de meus em­ 
preendimentos (Gráfica 
Bodoquena,JornalTribuna 
Popular e Revista Via Pan­ 
tanal). Através da coligação 
PTB-PST-PFL-PPB-PT do 
8-PHS, sou cancfidalo a De­ 
putado Estadual com o nú· 
mero 18.TTl. 
Preciso do seu apolo, 
do apoio de sua familia, 
para que possamos de­ 
senvolver um amplo tra­ 
balho de redenção do Su­ 
doeste e da Fronteira. 
Mas esse trabalho terá 
que acontecer dP. forma 
outros beneficios. A recep­ 
ção oferecida a Ary Hugo, 
cm !.IJJ e stada m M,Jfl nho 
cm plena •,oound, -feira 
(O'll09), 101 1,10 efu,;,v,1 o o 
comparecimento de um pu­ 
bhco expressivo. No palan­ 
quc, 1oc1ipç1om1ndo-o o 
µr cl , to /bc I Pro, r,ça (PT), 
o vereador Darley Loubet 
(PT). a prol ssoro Ninfa 
Ovelar, o sccrc-timo do Sdú· 
do do munícíp10 M,JICOS 
Rolon Romero, o cx-prclo1- 
to Luluca. entre mais uma 
legião do amigos. "Aqui eu 
mo srnto cm meio de ami­ 
gos, numa cidade que mo 
6 muito querido" resumiu 
Ary Algo cm sua fala <10 
público. Este pensamento 
foi corroborado polo prefet· 
to Abel Proença, "Ary Riga 
6 um amigo pessoal nosso 
e de Porto Muninho, e um 
deputado que nunca faltou 
com os compromissos as­ 
sumidos e sempre atendeu 
o município em tudo o que 
lhe foi solicitado" finalizou. 
diferente, 
porque 
partirá 
das bases 
rumo aos 
órgãos 
responsá­ 
v e I s . 
Como De­ 
putado, 
pretendo 
encabe­ 
çar as lu­ 
tas e rei­ 
vindica­ 
ções que 
me forem 
aponta· 
das pelas comunidades, 
levando então suas vozes 
até para serem ouvidas 
pela Assembléia 
Legislativa e pelos Gover• 
nos Estadual e Federal. 
Quando digo que será 
um trabalho diferente, é 
porque o amigo ou ami­ 
ga do Sudoeste e da 
Fronteira, terá na minha 
pessoa um elo de ligação 
com os poderes constitu• 
idos. Eleito Deputado es­ 
tarei montando um escri­ 
tório no Sudoeste que 
será nosso ponto de en­ 
contro, onde a população 
terá oponunidade de dia­ 
logar, trocar Idéias e rei­ 
vindicar diretamente com 
seu representante, por­ 
que não vou alterar minha 
rotina. Quem quiser ou 
precisar falar comigo sa­ 
berá onde me encontrar. 
Os Vereadores e Prelel­ 
los da região, da mesma 
forma terão no meu man­ 
dato uma grande arma na 
defesa dos interesses de 
seus Municípios. Essa é 
minha vontade, meu pro­ 
jeto de ação com uma 
ampla visão sobre as 
medidas necessãrias 
para resgatar o desenvol­ 
vimento deste pedaço do 
Mato Grosso do Sul. 
Atualmente residindo 
em Jardim, tenho uma 
h:stória de 30 anos de atu­ 
ação na região da qual 
nunca me afastei. Sema­ 
nalmente, desempenhan­ 
do meu trabalho visito as 
cidades do Sudoeste e da 
Fronteira, relações estas 
que pretendo manter com 
maior intensidade para 
revener meu mandato em 
benefício de seu povo. 
Para isso. preciso do 
seu voto. Vamos fazer 
mais pela nossa região e 
pelo Mato Grosso do Sul! 
Prezado Conterrâneo e !Eleõtor 
Antes do mais nada, 
me deixe dizer meu 
nome: Oronaldo Dei Vallo 
Palhano. Sou natural de 
Jardim, no interior do Es­ 
tado, e de origem humil• 
de. Aos 40 anos, posso 
dizer som modéstia que 
sou um profundo conhe­ 
cedor de Mato Grosso do 
Sul. Estivo à frente de inú­ 
meros projetos para o Es­ 
tado e fui um dos 
idealizadores do Progra­ 
ma Pantanal • que tem 
como objetivo o desenvol• 
v,mento sustentável da 
região Panlaneira. 
Sou membro perma­ 
nente da Comissão da 
Hidrovla Tietê-Paraná: 
Paraguai e atuei com o 
Governo do Estado junto 
ao Fonplata para o De­ 
senvolvimento da Bacia 
do Praia•, em que tenho 
atuado no desenvolvi­ 
mento de inúmeros pro­ 
jetos. inclusive da libera­ 
ção dos recu,sos para a 
conclusão da ponte sobre 
o Rio Paraguai, como 
também trecho da Rodo­ 
via António Jcão/Beln Vis• 
ta/Caracol • BR 262. 
Participei ativamente 
também da implantação 
do Monumento • Projeto 
de Conservação do 
Patrimônio 
Histórico do 
Estado de 
Mato Grosso 
do Sul• e te­ 
nho certeza 
de que meu 
trabalho foi 
decisivo para 
a moderniza­ 
ção do porto 
fluvial na ci­ 
dade de Por­ 
to Murtinho. 
Com compro­ 
vado trânsito 
nos mais di· 
versos selo• 
res da Indús­ 
tria do turismo. eu partici­ 
pei ativamente da elabo­ 
ração e conclusão do 
Prodetur Sul • Projeto de 
Investimento de Turismo 
da Região Sul. 
O turismo, a industri• 
allzação e. conseqüente­ 
mente, a geração de no­ 
vos empregos em nosso 
Estado, estão entre as 
principais propostas do 
programa que pretendo 
desenvolver no exercício 
do meu mandato parla­ 
mentar na Câmara Fede­ 
ral, visando o crescimen­ 
to econômico para que 
de forma mais justa e dig­ 
na se estabeleça um me- 
lhor distribuição de renda 
para a população do Mato 
Grosso do Sul. 
Por tudo isso e muilo 
mais me sinto muito à 
vontade para dizer que 
conto com o seu voto. 
pois tenho a certeza de 
que vou desempenhar 
um papel parlamentar al­ 
tamente eficaz e produti­ 
vo. pois tenho um grande 
compromisso com Mato 
Grosso do Sul o com você 
eleitor. Aceite as minhas 
cordiais saudações. 
Rumo à v,rória. 
Palhano • Deputado 
Federal • PSL • 1737 
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JOIHIAI l íllOIJtll Ili 1 110tl íl.'1111 
-----------------------------·----- 
• GERAL. 
• AÇA() PARLAMrtHAR 
Câmara derruba veto do Preteito à Proielo d 
que extingue a Taxa Mínima da Agua no Município 
1 .1 •.~,,.1oorJ1n~ria q11w1 ~omumir 111cno, de LxcLUltO, /oi ,t.ido pelo Lei n" OOJ/0:! n ,o 101 
,to último dia 02/09, os I)metros cúbicos irá pagar Prefeito Geraldo Pinheiro sancionado pelo Prefeito no 
Vereadores da nossa cidade uma conta menor. 'Também Murano e devolvido à prazo de 4 horas .,p/, u 
ckrr11b.,ra111. por 01i11j'UC ;, tohrnnç.1 da, C.:i1111ara Muni,1pal. Por dcrruh,1d,1 do Clt> llil 
unanimidade, o veto do taxas de conservação de entenderem que as Câmara, conforme 
Prefeito Municipal Geraldo hidrômetro e de religação, alterações na cobrança da determina a Lei, ele foi 
Pinheiro Murano ao Projeto assim como a cobrança tarifada água e esgoto irão promulgado pelo 
de Lei 11''001/02, de autoria diferenciada da tarifa de beneficiar uma significativa Presidente da Câmara 
do Vereador Julio l.citc 1i;11a e c,go10 entre p.irccla da população MunÍl1p.1l. Vc,cJJor Lu1l 
(l'SD!l-f'oto) que di,põc con,t11nidorc, ,c,iclcnciais. c:ucntc do 111unidpio. além /lexnndrc Loureiro 
,ohrc a rc~ul11mcn1aç1 <> e comerciai, e indu,triai,. de tomar mais justa essa Palmiéri, na sessão 
cquípnrnçJo da Taxa de adotando como única base cobrança, todos o, ordinfo,1d,1 última segunda 
Consumo de Agua e Esgoto de cálculo a tabela Vercadorcsvo1ar.:11nconLra feir:i.di:i09.tomandoforçJ 
110 Município e dó outra, rc,i<kncial. ,cndo que a o velo do Prefeito, atitude de Lei. /gora o S//1:: • 
proviclê11cia,. 	ta~a de c,goto nfto podcr:í que 111erc cu elogios ele Servi ·u/u1óno111otkÁgua 
O Projeto de Lei ,er superior a 30% (trinta significativa parcela da e E,gotos de Bela Vista • 
ptevi: a cxtin~·ílo da Taxa por cento) do valor ela conta comunidade belnvi,tense tem upra/0 de 90 (no, cnt,1) 
Mínima de Consumo de 111rn,al da agua. em geral. 	dias para se adequar as ,ua, 
Á!;!ll:t, rcfm:ntc a 10111c1ro~ O Projeto da Água, 	di,po,içõc, e dar 
ctíbku,. com isso o, como ficou conhecido, Projeto foi pro11111l1,:ado c11111primen1u a, mudança, 
con,umidorcs pa,sarão u aprovado ms passado pela pelo Presidente da c,1abclccida, na cobrança 
pagaracontudc(tgua,obrc C!'tmara Municipal e C/imarn 	dastarifa,de:íguaccsgoto 
o seu consumo real, ou seja, encaminhado ao Poder Como o Projeto de no município. (AICI) 
,, 
■ELEIÇ.ÕES/2002 
Equilibra~ as e imttas do governo será o maior 
que ira11 @ll1lU~®IlllRa11~ a artir do ano que vem, diil 
O candidato a 
governador pela Culig:,ção 
Frente Trabalhista (PDT/ 
l'PS). l'vlo:1cir Kohl. disse 
que o maior desafio ,erá o 
de cquilibrar a, contas do 
governo para que ,ejam 
retomado, os investimento, 
no Estado. 
"Mesmo lenlando passar à 
sociedade a imprcss:io de 
que e lá tudo cm ordem, 
que a casa está arrumada, o 
Zeca do PT deve estar 
1ambém preocupado. pois 
sabe que irá nos entregar a 
administraçào numa 
si1uação bas1an1e difícil", 
dis e o candida10. 
Para Moacir 
Kohl. a declaração fcila por 
Zeca do PT - de que de o 
salário do vice-governador 
nào irá atrasar -. "não 
reprcscnlu a verdade.já que 
lambém os sal:írios dos 
• AÇÃO PARLAMENTAR 
mais de 50 mil servidores 
já estão a1rasados. pai, 
por força da legislação o 
p:q;amento deveria ter 
sido feito ontem. quinto 
dia ü1il do mês". 
De acordo com 
o candidato da Frente 
Trabalhista, o fato de os 
,al:írios não estarem sendo 
pagos na data correia 
"demonstram 
rcalmenle 
públicas 
desarrumadas ... 
as 
que 
contas 
estão 
No 
enlan10, ressaltou que "a 
partir de janeiro 
iniciaremo, um lrabalho 
visando solucionar esse e 
outros problemas. como a 
renegociação da dívida e 
a revisão do volume de 
recursos do FPE 
repassados ao Eslado''. 
Com relação 
aos fornecedores. que 
estão sem receber há 
alguns meses, Moacir 
Kohl disse que o 
governador deve se: 
esforçar para solucionar 
esse problema. 
"A Lei 
Rcsponsabi I idade Fiscal 
de 
tem que ser cumprida e ele 
não pode deixar dívidas 
para o seu sucessor, já que 
se isso ocorrer, com 
certeza irá responder por 
seus aios na esfera 
judicial. podendo vir a 
ficar inelegível por um 
período de ali cinco 
anos". destacou. 
Moacir Kohl 
voltou a desafiar Zeca do 
PT a provar que as contas 
do Estado estão 
equilibradas. "Não adianta 
o governo se defender 
apenas com o discurso de 
que a arrecadação 
s 
íü) íl 
WVallir e Cica pedem providências 
para e -ia~ @füma;hamento da Extensão 
da UFM em llntlDSSa cidade 
Na essão ordinária 
desta semana os 
Vereadores Waldir 
Cardoso (PT) e Liberncy 
Lino Ballilani (PSDB) 
fizeram um apelo ao 
Prcfci10 Municipal e à 
Secrc1:íria llunicipal de 
Educaçà para que tomem 
providências imediatas 
com vis.tas a evitar o 
fcchamenlo d:i Exiensào d:i 
Universidade Federal de 
Maio Grosso do SUL • 
UFMS - em no,sa cidade. 
•• que indiscutivelmente foi 
uma grande conquista na 
área da Educaçào para o 
"º"5º município ... frisou 
W,ldir. 
A Vereadora Cica 
Lino e reportou ao 
assunto dizendo que os 
estudantes universitários 
da nossa cidade estão 
pedindo ~ocorro. "há 
tempos lutamos para 
:iumcntur o número de 
l.:Ursos unh cr!->it!lrios p:irJ 
Bcl:t Vbtn e agora estamos 
na eminência de perder a 
nossa Faculdade por falta 
de pagamento··. observou 
ela. Cica sugeriu a 
formação de uma 
Comissão de Vcreadocs 
com o objctivo de manter 
cntcndimcntos co vistas a 
e,·itar que a Ex1ensão da 
UFlvlS de Bela Visla venha 
a ser fechada 
dcfinith·amcntc, o que 
scria rcalmcnh: uma perd:i 
lament:lvcl para o 
município como um todo. 
• Vale lembrar que 
no sessão ordinária do 
tiltimo dia 19 de ,gos10 a 
Vereadora Orlanda Freitas 
dos Santos (PL) e seu 
colega de bancada Gctulio 
Lino Filho j:1 haviam 
manifestado preocupação 
com relação ao assunto. na 
oportunidade eles fizeram 
um requcriml!nto ao 
Execu1ivo Municipal 
solicitando informações 
sobre a siiuação do 
pagamcn10 da 
contrapanida do 
Município à Universidade 
Federal de Mato Grosso do 
Sul. rcfercnlc a Ex1ensão 
Universitária da nossa 
cidade. (AICM) 
aumentou, já 
gastos 
Lei A Ju liç eitora 
complacente com os 
corrupto 1 
que o, 
tamh.'m 
aumentaram e a sangria 
continua por conta do 
pagamento do, juro, da 
dívida com a União, que 
deveria ter ,ido 
renegociada". 
"Quando o Zeca 
do PT assumiu o govemo, a 
arrecadação gir.1·.1 cm wmo 
de l{S -15 milhõc,. Hoje 
arrecada-se, em médi:.J, cerca 
de RS 120 milhõc,. Se a ca,a 
está cm ordem. para onde 
está indo esse dinheiro? Cadê 
os invcstimento!!t T'. indagou 
foacir Kohl. 
(Assessoria de Imprensa da 
Colii:ação Frente 
Trabalhista) 
A mexi~ 1.1 l.lJJ , 1,h:i 
de esclarecimento e revotn­ 
da,óes ao eleitor, veiculad 1 
pela Justiça Eleitoral através 
da telesão é muito mole± 
e'inocente",O n.adores dos 
textos exibidos parecem des­ 
conhecer que ainda tém mui­ 
to o que comgsr, ao abordat 
tcm,1 , u>mo por exemplo, os 
l.nrnr:"i dettor,th 
Um dele s. quer cham . .r 
a atenção sobre a compra de: 
votos, oisa nojenta e despte­ 
ivel, que está acontecendo a 
"nx.Jn'" ne,1.1 cunpJuhJ e quc-r 
nos parecer que ela, somente 
ela • a Justiça I.:.ki1or.d - n.io 
c-.t:1 Cndo! 
Sua Inocência' no as­ 
,unlo é tamanha, que agora 
estamos vendo, t'n1 uma de 
,ua., diversas inserções, aque­ 
la que recomenda ao eleitor 
que n.io venda de forma ne­ 
nhum.t -.eu , nto. poi, 1,to e.; 
crime... Ora amigos! Se a pró­ 
prú ju,liça. leva ao publico 
essa advertência é porque ela 
mc,ma tem L:iênc1a dê que: 
existe comprador' 
A falta de: inrcrC:'-'<! t'lll 
punir o comprador de , ottl, 
fica caractenzada e acaba por 
se con,tituir em 111:11.., um <lo.., 
motivos que d::ío origem à to­ 
ial incrcdulid.1d< tu ju,IJÇJ 
deste país e fica cl.i.r..t .1 com­ 
placéncia dessa justiça para 
com o, corruphh. 
tose Itorupis que a­ 
Lanar as asas mar hunukdes 
ll(h t, .. , ll" d.1 rnu k. ,!..- om.k 
cm a tenor dúvida. temam 
em mãos, matetal e informa­ 
es suficientes para punir e 
banir do cenano polittco uma 
centena de candidatos oup­ 
h1'. q:.c: e-, .. () por ::í. p1 ,ltlC.lO· 
do atos nada recomendáveis 
e roubando om eu poder fi­ 
natero, a hgmidade do elei­ 
tor 
Os piores exemplos 
, t'111 ,Lqudc:~ que: hu,i...1111 rt'.'­ 
eleiio. Tem dinheiro e !avo­ 
res oportunistas de todos tipos 
.u,:<,r.tt"c..en<lo n,, ,.unp:• de ba­ 
talha. Muita ora teia, con­ 
trar:ando os dispositivos le­ 
gais estão acontecendo e a 
complacente e despreparad.a 
justa, nada faz para corrigir 
e pumr (h lllfrJl(lfc.', 
FJ.11.1 de forç.1. JJh.1 de 
pessoa! ou falta de , ont.u.le. 
N.io "-1bt.·mo, o que <.11.:ontcce, 
mJ, o qut!' n:in podemo, nc­ 
J.!,lí é qut: nJdJ e.,t..í '-t'n<lo ft:i­ 
to para coibir a ação daqueles 
que desafiam os ditames da lei 
e da justiça' 
Ser., , crd.«k que o di­ 
nheiro . ..Jém de comprar o­ 
tos, compra também a justi­ 
,·.1. 
É o po, o que pensa 
c..mpo Grz;"dHiS • iti;.a Suá Anil:, 124 - CP73.25-240 
(17)312-47® • Fax: (87)321-0212 • .,..,..;a,ll: •-=e= =-u::ú:r

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA • Bela 'r1sta 14 a 21 de Setembro de 2002 PAGINA - 12 
Eurnil: hurnbenoírarno,(n hoLrnm 
Felicidade 
A Dcnlt' Bedcrrn 1111 que 
Lornpktou m,11 um ano de vida, 
a ela muitas fel idades, sucesso 
e claro saúde, um grande abra0 
dc,te Colur11l,1 
Ao Jornal da Praça, da ida­ 
de d,: Ponta Porá, pelo convite 
q11t: rt:Lch1 pJr,1 .:!O' h·,t.1 do Jor­ 
n.d da Praça. que esta com 23 
anos de exsténa na tronteira, a 
testa será no Umão Téms Clube. 
nopn11mnd1,114ck,ctcmhro. 
j 
Flllf;YfllJ/t! tio C/Jd 
Um coraçtio fe/i:, t' n rt•.mlratlo de um coraçrin bem amado. 
O ~01111.·111 1uio foi feito paro ti derrota. o homem pode ser tlt"stn,icla. 
mas não vencido, 
Eu irei, não importa 01ult..·, cmzumro que .uja ptzr,: fn-ntc'. 
Uma colerlmca de pe,u·amento.s é uma farmácia moral onde se en- 
contrtmt h'llzédlos pt.1ra rodos os male.r. 	• 
St•m o c:ncontro conJ.ign mt'smn nenhum honu-·m reali:.nrd 
O 
se;, en­ 
contro com Dt•us. 
A.víw 
Caros leitores à partir d:, semana que vem, voltará o quadro intimid:1des 
agu:u-dcm... 	•