ANO 30 • Edição: 2.244 E-mail: tribun calzonet.com.br 14 a 21 dos t~mbro d 2002 L BEA"VISTA-JARDIM-CARAGO:GUIÁ1O~ MUTiO ■Lf (Jl':lLATIVO Cllllra derruba VIII Ili Preleho • Prolelo lle lei que extingue a Taxa linlllll da água no lunlciplo Nasso orhmnin.a do ultimo hi.+ 02/09,0 Vete adore da nossa idade ,!.-1 ruh.11.1111, por llilJlllllli d.11k. o Hto do Prefeito M11111c1p.d t.in,1ldo Pmhci­ ro Murano ao Projeto de Lei n" ()() 1/02. 1k :lllltll i,1 do Vereador Julio L,:ilc (PSIJJl.folo) que dispoe obre a regulamentação e equiparação da Taxa de Consumo de Agua e Esgo­ to no Município,. d:í 011- ttas providências. O Pro­ jeto de Lei [>rcvc a cxti11Ç1od,1 Taxa Mínima de Con,umo de Água. rc­ fercnlc a 10 melros c1íbi­ co,. com 1sso os con,umi­ dores passarão a pagar a con1u de água sobre o seu C0lllllll0 real. 011 seja, • quc111 un,umir menos de 10 mctrn~ ,·í1bicos ir:i pa­ gar uma conta 1ncnor. (Pá,::. li) ■ESPORTE MS é medalha de ouro em natação Aconteceu em Brasília­ DF. no, d,.l, J0 e 31de agos­ ro. o 3º. Catnpt.'011a10 Crn- tro-Oeste de Natação, nas cnh.·gorias Junior l e 11 e Sc111or. ond,· Mato Gro,so do Sul dhpu1ou com Goiás. Distrito Federal e 1'bto Grosso, do qual, nossos atle­ tas voltaram pra casa com 4 medalhas de ouro, 1 meda­ lha de pr:1t,1 e J de bm111.é. A equipe de nada lon:s do Maio Gm,-,o do Sul. re­ cebeu o apoio e ino:nth o do Deputado Estadual Arroyo (PL). candidaro :1 1.-.:ki .10. quem faz. quc~1Jo - . ça desses credr1os, esta sendo • contendo à Empresa de GeSlão : de Recursos Humanos e Património. supervos1onada pela Secretaria de Gestão de Pes-­ soas e Gastos. a competência· para gerenciar os contratos de. financiamento da inadimplência : e os remanescentes da carteira imobiliária do ex11n10 Previsur. informa o governo na rnensa·: gern enviada à Assembléia: legislativa(Agêncla Popular) EUA, o grande vilão do meio ambiente PAULO ROCARO A história do Dr. Frankstein. terna do filme que por muitos anos foi a coque­ luche do cinema mundial. con­ ta o feito de um médico cien­ tista que consegue dar vida a um corpo "montado" de pe­ daços do pessoas mortas. que depois viria a se revoltar com sua condição de meio humano, meio monstro. ma­ tando seu "pai". Era a criatu­ ra se voltando contra seu cri­ ador. Na atualidade. podemos dizer que os Estados Unidos da América são na verdade o criador, que gerou inúmeras organizações não-governa­ mentais (O Gsl e as colocou a seu serviço para "defender" o meio amb:ente nos países menos desenvol dos e até em desenvoMmcmo. como(: o caso do Brasil. sob pretex­ to de "defender a vida e o meio ambiente". So que nos dias atuais. ns • cnaturas .. custeadas pe­ los cofres arnertcanos. àsve zes me se rl?.oltam contra seu cnador. mas náo conseguem o mesmo efeito quondo se trata de comg,r um g,r.3e erro de decisão. Ou seja, são efi. cientes quando torpedeiam os pa!ses pobres com seus pro- testos. mas de uma incom­ petência grotesca quando de­ cidem agir com coerência. Foi o que aconteceu na reunião dos governantes na cúpula Rio+ 10 sobre meio ambiente. em Johanesburgo. Sob o manto do Tio Sam, che­ garam a um acordo geral so­ bre o uso da energia renovável, mas rejeitaram a proposta do Brasil de fixar urna meta de que ela repre­ sente 10% d0 total da ener­ gia usada no mundo até 2010. As nações devem promno­ "er um ·aumento substanc ... al no uso da energia renovável. mas não haerá metas fixadas. como queria o Brasil e a União Européia que também havia proposto a meta ae 15 %. incluindo a energia elétrica e O carvão vegetal. Os Estados Unidos e as naçoes produtoras de pe trÓieo se opuseram aberta. mente à proposta brasilera e à europeia. Na opinião de Steve Sawyer, Iider do Greerpeace que ja tez mil e uma penpeci as em defesa da natureza Po esie mundo afora. tanto 0 : amer,canos. quanto os saud tas e 0s japoneses con- seguiram o que queriam. Para ele. é pior do que se podia ter imaginado. Na hora dos EUA obrigarem os países que são reféns do FMI a curnpnr me­ tas ambientais. são bastante incisivos. Entretanto. ao que pare­ ce, todo mundo tem de seguir regras, menos os Estados Uni dos. Foi assim naquele famigerado acordo de Kioto. pelo qual os paises desenvol vidos deveriam reduzir a emis-­ são de gases poluentes na at­ rnosfera. Estados Unidos e ou­ tros quatro países foram con­ tra. Vale para os outros - 1n­ clusi e o Brasil. que assinou 0 acordo - mas não vale para os americanos. E como um pai dando péssimo exemplo aos filhos. se colocando con- tra a redução da pobreza e a preservação do planeta. E depois ainda vem dizer que nao entendem por quê Bin Laden e seus compatriotas são tão revoltados com o im­ penalismo americano. Vai ven do ... " Paulo Rocnro é escri tor e Jomallsta em Ponta Porà e escrevo regularem to neste espaço J()fitlAI. rnmurM DAI ílOIIT lf!A • GERAL i4 a21 de&;• •o de 20C2 • L',l'OIHL MS é medalha de ouro em natação Malu orr .t /1,,,.0l1ll'U'U tºIH !lr,1 11t.1 f)I, 11 p,u1irip.w.un atletas do Colégio M.ae.Colégio Dom Bn,,o. Cluh-, btonl e :nlct.l' do l{,idll> Clube. l 1,no lrn,,u do Sul tl.' C lt111,1 '1ti111.1 classificação no Ranking geral do campeonato, sendo o Distrito Federal o campeio, L"nm o m;1rnr n1imc10 de medalhas conquistadas. .. Todo no ... so esforço l.' 1n:in~1mcnto , :ikm a pcrt,l. quando antes de conqui,tarmt",l ~lari.1n.1 A11dr.1 Mil'tl} continuam "esquecidos" pelos candidatos ao SenJd0, wntr.mJndo J R~ ... ,uçJo 2098, ar. 5',82° o eleitor tem o direito de saber quem é quem. Com a palavra o Mnitro Ptíhltco l)U quem trJilsgênrc.i. fundador da cidade de Sapezal . Magi é presidente da Associação Brasileira de E.,;portadore, de Al1mcnlO"I Ele quc:r acabar com a., ol1g:irqu1a..,. c1uc "-Cg_umJo de. ,ó mamam n.L, tcL15 ofic1a1, , DISPl[f, pelo Senado no ~rr c,tá d"putJdís'lm:i entrr Be,.erra. Dante e Jonas Pinheiro (aliado de Maggn. Vale lembrar que o 1'-IT tem 139 mu111cfpios . .l arnJa ""' ra,..., de instalação e est.1 pre"""' pkh1sc1to par.1 cna~io c:om:da.s 'dh:is do b: íl:uino Kub,tschet.:'". Ele leu o roo. riu muito e g:mhou :i ekiç.io • ASSISTA O JORNAL D. TV. MS. RECORD. YOCE É NOSSO CONVIDADO ESPECIAL. ! .JOAl◄AI. HMIJNA OA rnomc IHA t1e21de SUi - Servlçe lutono (11010 FIADO . MATO w0 tt AfllVN IIAt HJ (J 04IIJ IA!,( A J l -:f.t.1111 PAC A-04 antro de Ptages de abroa de n debruado tttllt 11 .ÇA.,.CJ.!IIIY. ,ty II fJCJSTA VQ MCJ)l1'/A 00 NA.V::tMfwro.. Qe h de wn Ma, o MOVO AUIÓoMo D .Á(Jt/A I! l•G(JíO • IIAAtAJV M1.,-•)'"1dlu ,kdlrdo, ""cr••.o HA!Cl),(l:}/"10, t' l;b t» • ._ da lkbl. VW..,. t..t,rl.Jd,, M.-.,O,.,.,t06,J$ul. '..-MAJu Ji,,.""1.:Jdo L,,d.t,t.1,r, 1719.,c.:.uuo. ,09 l 4';tl, ( J..JI' 79..w>-000, ~ ,'6 ai' ••.ll11l •ffl JJ. li 4J l OI • lUI r'f )ll.tO.1hcl r.u:lualn.::xru ao A.cutit Arf"lad&e.lUf' ou ~ SAAL'U'~~ na JTp,nÇJa abri to n11pcwwhd pelo ta lavrdo raperna''de concorrente, antes as pG1a rpoder lo solidar urre te a..ÂUSl:1..A QUINTA - A c:otn.~ coc,nxil. .. ..-.d.l • • '"-"?:l!r.rtnci.a pca «r...a c:a:rnlmdi.n da qf:da b&td.na. ea:a:-to bC':'t:u do coa.alio ou ta, bem como, a parda de trrtrio, desde o nc:cblmef'Ll d • prH'-!ç.U). de ccc::.J Plt-" o SAALYMS, ri de itrina resposa!lida!e do Agrte Arratader, inare t.uda • llknl ~ Óil caso kirtw!.D ou bç:a c:.dar, caa!o:r...: t:rwdro& ro -.,.1, llaloo do Art. I .Q)I do CM'.,,, Ctwl U.u!Slm. CLAUSULA SEXTA- ha prato de mio de ira';ta oteo do pesete Cl:U,,,:!O_ o SA.UIBVIMS ptt;Wi lO Azto:ta Arnndadçr, a "W de 1U CU0 (Yr.U Çca&ffll de Jtait). pir a:e.:.. rootbld.a. Q.ÁUSt..n.A SfTMA- Ao Aate Arreadader, t a:utrivo divulgar, em qw.lqla' ~14 p.-. a S.UP.JnVM5. que: uâ IIOri.tado a~ CCltC: ot,jcio d.ou Cbr:t.'Cl rpetardo ea i!c:oll, entes Arreadores. ' ct.J.USUt.A OiT AVA -· Nb acri prnt.hld.t • dtó.ç.!.o !'l:ll roce.~ ~ , C,.C, SAAJUBV/M.S. d0t cheque reoebida pelo Arreta Arrwadador ea paaneto da coc:ut'l"'r...:..i,,.,Mdo,psP. )'(ATOS E /.f/lCAD Y l'AGLNOl.'ó DC MATO- Qo~ t_. do ,.. !c,!o. o IJ)(VJÇ(l AlnÔt (»40 OH ÁC.UA 6 UOOJO • SAAIV.Mi,, pesa Jrlbs a de direito pilo o ode M kaa isbd !/l, entra, a r' te JHl..A Vtff.A. r.-.. CC llAII (1-..c, do W. -, t.""NJIJ ,.,_,. ..O. 01167114-11-0J,,_,. ..,...-.,p,1os, i.ile~ V 0-. Diretor da Mtata P $2440 4#1$1, reada as de Dermo da Eu«etio M-,,.J rf l.017111, -- - ,..,.,_ Oll-rntATAXl1l. • por ..,,. bdu, KDIYA CAC>.JIF-1 DR MAlOS • hflJ(AllY fAOVNO:.., rrn MA10S. tabele idos a idada dt Dela Vista, Esuado de Meo Groao 4o Sol!. •"-"61 1 a.,, o-nJ Ooltb rf JOI, Só•~~ Cf"J' 711-, ,.,...nw ra 0'1 ._., ,.,._,, 919971.711_., • 009.n!Jll-"10 ,..,..,i--... JL0. rf 112<1'1/ l'IMS • 112-C1'61!>Sl'llo«Ú'........_ _,. ,:.o - Ul. JlLTAOO • ACDt7ll AJJltt:ADAl)()t(. W'll Jwtn e ardads o pructtlD aa,,u:>_ o,;, teroo deste DCatroe para hnse de Conta, de e mn»si@oda» e que OL:.0f'CJ.Ot :.a:n,, CLÁUSUIA 11UM□RA - O A(,ott A• -- •~ ,.., do rocw..-...-=- do GOrUJ cm!tlt.e;J pelo ÉAAE/VIMA e wewenadas pars ppare rt o diee no Dlixl. 1.:nffl da lônnu11no nl.;ae modclln l'xwn ~.e 1:1.~ dO prnt'IU lr.tt11eercn. l'AAÁGRAfO (/l"IIUl- Q>aüq"" ....,_ quo o SM.Y/IIV/Vi :u l·wdutú - nwm~ ti.a ,b:c..u.l.1 de arrcadedo ou t:'ml1b-tnc:!• dDt n,uno• Ul'IIOada.1.-. 1ott' corra kado o Aets Arreadadr ente ipdente, pana rasa snotoca anvds de ço,~ • que pitJnri • f.u.c.r part.t b:cJT&.Ya detw Contr-1~ tndcptooed,~. de 1-dkJYG1 oo de frms.lirioa CLAUSULA SEGUNDA - O 8A.A.E/BVl·1S ~ l"..a c.k!.atc te ln~ Vbu - ).tS. ju.T.o aot otabe krlentos heatroe, tonta corrente oentrLadora, paro .h.on-,, n1 rtdta das urecadaçem tlJrb.1, CLÁUSULA Tl:.RCC!RA - O pn,d..so cb •~ dwt.. d.,,-a, 1tt md.tada a,o SAAEBMS no I dias til rteqerae l crua pe.o Anota Arre»dador. PARÁORAJO Ú!'ilCO O, aic,pmn.r·.ta do SAAr./UV/l-15 e n·,-, to IOl>J &malbd.o &ttrlo nur , a,~ do S.Uf/HV/MS. no primeiro dia 11:J apó,t a aradado tuna. mn sn,o dn ...:nçõu priYUUJ m L'1.f.o t7 tJ Ld r«L~ rf l.66li,'9'l. • coc-.:a!..14.1 tb.-i 14}c...t.1 u ci:r.nttL., pc,-..ilidw:k::I. ""-.r.tida 11 p-i'r.a ddb.&. ).1 - Mt4ta te 10% (da por ttt'Ul} IOhro o total um:adado no mh ,m e-uno pc-1.a W.o.:,cu;J,"1 pvt"bl dou iotal 11 pdo cio Nm;,rl~ de q:°'bq~t c;oodlçõet l:, Cmin..:u;; U - Apl~ • ou!u., a 00dnWU: dc:scooa.'i do prime ro paaurto q t'l.ut • ~ op/,1. ""l:n;,ooç!o; l.l - Cuo a Cortrts'a tk tc.""!.ha tnl.b S--St--.r:".!o I rcoc.bcr. u m...!w d~, K'fio coh:wal at!oinutnit.in:oc.":!e e •~ Ccr DCt por ~'°° :ibdve! «ala.reate to Ai;:c-c.t. Arrocu1ador ou ao SAA.E/BV/MS. ..- ~ abcri 10 faj)Or.S.i'fltl pelo fita. Hrvnado respore.blidate ocorre te, c.cbu u puw rrepondero litriue te. Cl.AUSl..1.A QUO..IA - coreana conenaiar.da o 11 tn:'ll~!.:x.ia p-u2 cor.:> a:::-:'.nlt:udon d» agiu tora, errlo isetu de co=i:t.t.'.lo ou tau. bco co~ 1 p.a:W de 1:--:rirk dcsdci o r:ceb:ocr.:o d • J'l'U"..IÇ:0 c!o CU".!&.I pen SAA.F.JOV/M.S, ,.:ri dt: acln. rupore.tbll~ do Ar1:111, Ama.d.t.dor, in:h:itvr qum:o • Lira corrrtrs e cua bti.ilo ou fra raio, cofre defzidoa ~ ro Oak:o da Ar. 1.0!1 do Côd!,:i Ol>CI Br..ulc.i.-o. Cl.AU5ULA Sl:)."TA - Pc-t. prcr~ to 1c:n-fy0 d:i ~ objeto r:o ccru.::o. a SAA.t/UV/M.S p~.l 10 ~tt Arnud:ador. o 'or &e R$ 020 ( CCC:.S'°OI d,-itea!J.). par 000 rccchlt!.I.' ' , • '' 1 ' 1 • •' •. • ' CLAUSULA SÉTIMA Ao A 0t» Arradsdr, 4 ativo dvdar, ena qakqar ba pi.., o SA.Al:/UVIM:. quo er~ aucrl:.&6 11 rucbcr ar:t.u, c!rjrto i!a->.11 Coc:rs:.a. ripe±ado os ders Azzs Arraiora a.ÁUSULA OITAVA - h":.3 .ai pc-2,!?..í.:!a. 1 c!t:da;.10 na toras rrratados de &A..U.IDVJMS. toa ch0qut, Nea~ p Acua Arn:cat1da:r c::o ~ t• ooa:u o Cil• 'nm dc-'CMdna relo D.eco ntdo, na farra d.a tct,,.!.tç.l.:,a:J ~. Cl.ÁUSULA !IOSA- O prta«:U O:::::::n.:.:, yl,õOC--i a pr.:tr óe 01.oit"l00:2 t )L,V7nooJ. podendo er ri!ido a qualqurr trepo,por Wci.:t!n do qui.l.,"Ur tau partes, tu uúo inv'.o dt JO (lt.o) ii!ba. PARÁORA.t:'Q ÚNICO - A rot.!.L.1:> éo Ctt Lxdepenri ds paro Luto na claras, cperdoas autora.iarria cuooAets Arreada dar cteregire de laolvbc:i.a ou hltne iaeunto deburdear.zqalar clarula deite Co::."'r!:l a.J.USUL ot.ctMA - ~ ~ ~ ô:c-.:a Coc:ra:o 1a1 ~ =-- m ~ dt 0cpcs.a t.107Qll2.0l - ll9QJ9.00. a.ÁUSULA ~ PR.D.filIR.A - PI., 1!.:ri::l!r ~,lt&t • ~ «r,e pona-,_n, JQ&::ll oo::r.U' podoprerre (i..C rb ~ ~ ~~ &a eleto o 1::o d.s. Co:,_-:a c!t Oo.!a Vio.-!.!S. ~ t.J puta de qaaiquer ta por as prhlegad» q ja E urine per atar patas eocrta, ufa aira,tniuopracctrinrrrro ~(tll) • 1), i o d a o ata o ÚC , l ' 1 (i. 'i f. IU f ,r:1 .1 (li l..cJ tiC FAZ SABER, aos q n os o prevente Ehtal virem ou dele onbecuento tuverem, expeddo nos autos da A'ÃO D!:[ Xl..Cl'ÇÃO P,lu l:.'-/TRl,{j/1 Dl'COl'>A L .( f R'TA n" l 70/1LOTEDC1U(),()() rnc1roi. dJ fn:mc .;o, futiJ,h cm nmbo< o, L>Jo , wnft0nL1odo-sc ao norte, com o lolc nº 11. ao sul Ru.1 Mato Grosso, a lc,tc com o lote nº 03 e parte do lote nº 16 e a oc-1,, wm o Lote rf' 07. mJtnrnl.,do ,ob o nº 1.716, no RGI dc,la Com.lft:,L O refendo ,mó, cl enconlrn-~ bem localimdo no cc,uro da idade de Ca1Jrnl e po,,ui como h.,nfe11ona, n construção de uma casa de alvenaria e Tábua,. cohenu ele etcmite, piso de cimcnlo, lajot,1 e a11dejo, om ete repartições, sala, e cozinha, com três quartos e uma varanda, com aproximadamente 120 metros quadrados e uma pequena casa de Jjbu.i, colxrt,1 de ctemit, piso de rnnento qucinudu que serve como depósito e áre:1 de sen iço, com pavimentação asfáltica encanamenlo de água. luz clé1rica e 1elefone, conlderndt1' toda, as benfci1orias, d,10 imó,cl foi avaliado em RS 15 000,00 (qu111LC mil rcnis). Con,la do, au10, que o n-fcndo imó,rl, encontra-se cm uéhi10 com a F:w:ndJ ~1umcipal de Car.icol. refcrcnle aos cxerc/cio de J 996 a 2001 e que a1é a data de 03.06.02. rufo foi lançado o IPTU, do ano de 202. A a, ahaç:lo é datada de O-l.05.2001. e será corrigida monetariamente, cinco dias an1es da primeira praça. Na primeira pr.iça o imóvel não poderá ser alienados por preço mferior ao da avaliação, sendo que na segunda que só ler. oportunidade se resultar ncgati, a a primeira, os imó,ei, scrJo vcnd1du, a quem mais der e mnior lanço oferecer, ainda que por preço aba,xo ao da avaliação. N:io ha'cndo expediente forense em qualquer das d:ilas :icima dcsignad:is. a hasta se realizará no primc1ro dia útil sub,cqticnlc, no mesmo hor:lrio e local. Caso os executa­ dos LUIZ OUNTO P!BES CORREA E,< m ROSA MARIA MOREIRA CORREA. não SCJ'1111 in111nados pcssoalmcnlc para as pr.iças. ficam desde J:l lNTilllADOS, atr.i'és deste Edi1al. das da1a._s e horános acima designados. E, par., que ninguém alegue ignorância, foi expedido o pn:scntc Edital. que será afixado na sede des1c Juízo e publicado na fonna da Lei. Dado e passado nes1a cidade e Comarca de Bela Vista, Es1ado de Mato Grosso do Sul, aos cinco dias do mês de agosto do ano de dois mil e dois. Eu, (Nilson Félix da Rosa Junior), O.S nº 03. 0 digi1ci, . , . , . , . ··..+" ""·''· Samira Lopes , Direi ora de tart6rio nss. P/ ordem do Jl,L',,1. Juiz de Dircilo. Poder Judic1:lrio do Stndo de Mato Grosso do Sul Comarca de Bela Vista Edital de Sentença de lnicrdiçiio de Ana Cnstina Lourei- ro Pinheiro . . O Doutor Alexandre Antunes da Silva. MM. Juiz de D1mto da Comarca de Bela Vista, Estado de Maio Grosso do Sul. na fonna da Lei. erc ... Faz saber aos quan1os o presen1e edital virem ou dele conhecimento tiverem, expedido no autos da Ação de Inter­ diçjo n -1 36199 _. rcquenda por Maria Loureiro Pinheiro cm face de Ana Cristina Loureiro Pinheiro. cm trimitc por este JUlZO e canóno JUd1c1al. cm seu cumprimento e atendendo às provas dos autos por sentença proforid.1 por este Juízo cm data de 15.07.2002, em seguida trasncrita. decretou a mterd1ç:lo de Ana Cristina Loureiro Pinheiro. brasileira. casada, do lar, portadora do RG. n• 6-1 6 . 3 l 7 -SSP/MS. re.s,dent~ e domiciliada na Fazenda Pé de Cedro, ncs1e Municipio, por ser JUigada incapaz de reger a sua pessoa e d<' administrar seus bens, pelo que serJo nulos. de nenhum efeito todos os contratos ou negócios realizados com o refendo interditando, sem assistência de sua curadora e ~ré,a, au1onznçao deste Juízo. tudo em confonnidade com 3 sen1ença de 16p1co final seguinte· m interdiç.ão de Ana e · - Lo : ' . e O _exposto, docrero a casada. n,tural de nstuna ureiro Pinheiro, brasileira. de Késio Loureiro ~eli '.""Los 31.03.71. fillu n c1ro e ~fana loureiro Pinheiro declarando-o nbsolut:1men1e incapaz d • os atos d:1 vid:1 civil n:i forma do arti eo c:c~~ pessoalmente Código G"il. e de acord . g 5 , inciso Il. do o com o artigo 454, d C6d; CAI no meio-lhe curndor:i h '' , lo hgo vti• Lavre.se o termo d. e: sen o~ ~fana Loureiro Pinheiro. as crts n,]"?""» couso o reto no disposto no artieo 1 1 ~ de h,po:eca legal. Em obediência no aniso t2, m. & c] S"hso de Posso cl e Registro Civil e publiqu il, inscreva-se a prcsenle no e-se na imprcCLQ I I . oficial, 3 vezes com intervalo d l O d. oc:i_ e rui imprensa çilo. Após arquivem-se os . ias entre cada publica- s 1 s autos. Sem sucumbê • PRIC e 3 VLStn. 15 de julho de '00> . nc1n, • Silv, - luiz de Direito. E. - , a- (a) Alexnndre Anruncs d, eia, foi cx"""ido ~ que mngutm alegue ignorln- 1""~ o pn,,,eme Edital r.1 desle Ju!zo e publicado na fomu que ~ afixado na sede nesta cidade e C01!'-'lre:l cL: Bela da Lc,. D:ido e p:ISSlldo Grosso do Sul :,as oito dias do V':'t"- Est:ido de Maio dois mil e dois. Eu ".'"S de agosto do ano de O.S n• 03. 0 clig,1ei_ • 'li on Féhx da Ro a Junior). . Snniir-.a Lopes Dn't'lor., d-. C:in6 • no ll.'-S. por onltm do MM Jul:I dr Dir,,iJo. • JOntlAL líllOUtlA OA FROIIT[IAA • ANTONIO JOÃO 14 à21de Srbro de 2002 PAGI A· 05 ■[POPtlA DO'., OOURAOO:J 8 mil pessoas assistem Epopéia dos Dourados Bloqueio garantiu a segurança do público na maior produção teatral ao ar livre do E ·tado 1 Chegada dos primeiros habitantes à Colônia Militar dos Dourados 0fie ial redige informe ao comando rm Nioaque sobre a invasão paraguaia (Fotas: Neu:na Pereira) "Sei 1111c morro, lllll n JllCll Sl111):IIC C O de meus companheiros servi­ riio de protesto solene con­ tru os invasores do solo da mlnhn p(itrlu". (Tenente Antônio .Joiio Hihclrn) Um piblico estimado em 8 mil pc,,oas, de Antônio Jo:io e munidpios viLinhos, assistiu na tarde de sábado (7) a mega produção teatral rco­ lizada pela Prefeitura de An­ tônio João. cm purcc..·ria com a 4' Brigada de Cavalaria Me­ canizada e Coman'do Militar do Oeste (Cl10). O teatro ao ar livre. considerndo o maior j:I realizado em Mato Grosso do Sul. substituiu o tradicional A estrutura foi garan­ tida pelos gerentes municipais A llS-38-1, que liga de Obra e Serviços Urbanos. PontaPorii:1AntônioJoão.foi José Aldem,r Pereira bloqueada na entrada da cida- (Maninho) e de Desenvolvi­ . de e teve o trimsito desviado mcnto Econômico. Edgar por uma rua vicinal, para ga- Martins Peixoto. O palco das : r:mtir a segurança do ptiblico. autoridades foi montado pelo O ccn:irio cinematográfico. Exército, que também enviou construído pdo publicit:lrio para o local um grupo tio Pe- Adcmir Teixeira Braga - lot;.io de Operações Especiais "Barba". da Sinaltcu;-Yetrhtou ,, .. (Pclopcs), que desfilou na , "Colônia Militar dos Doura- abenu~ ao lado da Ba nd a • d à - - 1 - . Municipal .. 'ovos Tempos·· e . os epoca. In usve o no da fanfarra. Dourados e a ponte for.,m re­ produ2idos p:1r:1 dar m:ús emo­ ção e realidade ao enredo. A peça obédeceu da­ dos históricos produzidos pelo próprio tenente Antônio João. em 1864. Entre as autoridades presentes estavam o prefeito D:icio Queiro2 Silva. o com:m­ dantc Brigada Guaicurus. ge­ neral Yvan Luiz Madruga Varjão e os comandantes do l lºRCt.k·c,coronel Elmardc Azevedo Burity (Ponta Por:i), ,10" RC Mec, tenente coronel 'Paulo Gerson Camargo Scrafini (Bela Vista). do 9º GAC. tenente coronel Mari- dc,lile cívico de 7 de setem­ bro. nho Pereira K.:,cnde Filho e também das unidades de Nioaque, Jardim e outra, ci­ dades. A saga do tenente A111ônioJ05o Ribeiro, herói da Guerra do l'araguai. que em­ presta o nome ao município, foi montada pelo capllao Kmgcrson Manos, pesquisa­ dor hbtórico do I O" RC Mec de Bel Vista, com apoio do diretor de artes Watson Mattos. A coordenação do corpo de atores e figurantes esteve a cargo da gerente municipal de Educ;ição, Eva Lu(za Pcn20 Jacquet Echcvcrria e auxiliares diretos. O drama ao ar livre. , ,,lo n maior parte dela e do confronto entre os "soldados paraguaios" e "militares bra­ stleuros" Para isso, for tun damental a participa ão dos cavaleiros do 'lube do L.ao "Florêncio José Pereira. Durante a "batalha", o Exér­ cito deu mais realidade fa­ tendo disparos de canhão. O de,fechu da Epopéia emoci­ onou as autoridades e o pú­ blico. apresentado em três atos, foi ensaiado cm apenas duas se­ manas. segundo o capitão Krugerson Mattos. Um siste­ ma de sonoriwção com mi­ crofones sem fio permitiu ao público ou,·ir todos os diilogos entre as tropas paraguaias, em esp:mhol. e o tenente Antônio João Ribeiro. no linguajar fiel ao da época. Os 150 atores. figurantes e cavaleiros, esta­ vam trajados de ucordo com o período da história. Nenhum incidente Ao final dn te.,lro, todo,"' p.,nidpante, ,e ren­ nirnm cm frente ao palanque para ,er<'ll1 parubcni,ado, pelas autoridade, e nplandi­ do, por mais de } mil pesso­ as. No papel do tenente An­ tônio Jo:io atuou o ,argento Davi Nunes Robalo. atual comandante do Destaca- foi registrado durante a peça. apesar da locomoção a ca- Roteiro foi baseado na história reál ChrKada dos piouriros foi rc·trotada /itlmtnlt à hüt6ria rtal ugi.strada prlo &lrcito (Foto: Nua Pereira) Todo roteiro da Epopéia do, Dourados foi baseado na história real vivida pelo tenente Antônio João e seus comandados cm 186-1. nos seus mínimos detalhes. Os figurantes retrataram fielmente os acontecimentos. inclusivr: a rotina do dia-a-dia na colônia brasileira. Do confronto entre brasileiros e paraguaios. apenas um soldado sobreviveu. Ele havia sido enviado para observar a movimentação das tropas paraguaias. "Todo filho de Antônio João e a população da fronteira pode agora ter uma idéia da impon:incia do feito histórico de Antônio João. Hoje. as vitórias conquistadas pelos povos mento da Colónia Mltar dos Dourado. A locuao ete­ e a ato de um pfaa do EB. oradores da idade. mnluse ratas, atuaf a!n como figurantes do grande te.,tro. El'Ol'ÉIA A dispo:ação para a lut,,. o jur,unenlll de ckfender o solo da p.itri., e o bilhete wm a mensagem de António João no dia 28 de dezembro de 186-1. furam a, p.111c, que m.u, emo-­ cion.u,un o público. O prefeito D.icio Queiroz disse ao final d.a apresenta ao que o teatro mn­ sere definiti1 .unente o municí­ pio de Antônio JoJo 111> ccn,l­ rio turístico nacional e que no ano que I cm o teatro se repe­ tirá, "melhor e maior, com a colaboração de todo, ... irm:io, do Brasil e pelo Paraguai, não são através da guerra, mas com paz e convi'ência harmonio!a··. afirmou J;)kio Queiroz. A execução do Hino Nacional Brasileiro. pela Banda do 10º RC llcc fechou a ,olcnidadc "Este teatro enriquece ainda mais nossa cultura e= insere Antônio João no roteiro turístico­ cultural brasileiro", apontou o prefeito de Antônio João. Segundo de, a Epopéia do, Dourados 'ai se tornar tradição no município n:io apenas pela sua ,mponãncia no contexto histórico, "mas principalmente por dcspenar em cada brasik,ro um pouco mais de civilidade e amor à Pátria'". ■PARCERIA Maquinário do Exército vai recuperar estradas General Yvan arjão assina protocolo observado por Dtício Queira: Durante a solenidade de abertura que antecedeu a apresentação da peça teatral Epopéia do, Dourado,. o prefeito de António João. Dácio Queiroz e o comandante dJ -1' Bngad., de Cavalaria Mecanizada Brigada Guaicurus. general Yvan Madruga Varjão. assinaram protocolo de intençõc, para locaç:io do maquinário do ,etor de engenharia do Exército, para rccupcr.,ç:io de c,trJda,, e rua, do município. Em contraparnda. D:ício Queirot. anunciou o arrendamento de uma área desde a nascente do rio Dourado,. onde está localizado o Dc,tac:unento do faército na Colônia Millt:u- dos Dourados. para construção de um museu histórico, balneáno e uma extensa área de lazer destinada à visitação publi ,L "O povo de Mato Grosso do Sul precisa conhecer nossa históna mais de pero", disse o prcfello. Ele agradeceu o apoio que vem recebendo do general Carlos Alberto Pinto S,ha.comandmtc .ll11t.1Ido Oeste e dn general Yvun Madruga Varjão. da Brigada Guaicurus, "que através dr;:-,t.1 parceria con,oltd.1m o desenvolvimento do país através do Exército, o braço forte e mão arga dos brasileiros". O m.lquin1rio vai recuperar a') rua, da cidade e estradas vicinais do municipro a partir desta semana. CAUSAS CÍVEIS E CRIMINA Is Fone: 9994-8192 Rua Antônio João, 900 • 1 • Andar Centro 1 CEP 79260-000 • Bela Vista - Mato Grosso do Sul . Deputado Estadual DEPUTADO ESTADUAL I/IBEllTO ;EIRA 45460 DOMINGOS 17122 ,JOHtlAL TIIIBU14A DA HlOtHílílA • GERAL ·----------------'---- ----------------------- • POIHAPOAA Câmara Municipal aprova moção de congratulações a jornalista A c:,n,.,r.t. lu111Lip.,i de l'unt., l'or ;1 apro1 ou por un.111i1nrd ,dr. na sessão da última quinta­ feira, moção de (.Ollj!J,IIU­ laç,,c, :,o e,c1 ttor e jorn,1- li,1t1 l',1ulo Rocaro. pelo l,tnçamcnto do livro "A Tcrnpc,taúc". que aconte­ t:c dia 27 de setembro próximo. no Paço Munici­ pal de Ponta Porá. A moçfio foi aprc,c11111da pelo vereador Marct:linu . Nune~ (PT): vicc-prc,i­ dcnlc da Cf1m,1ra, líder do prefeito e do partido no l..lf'I l.,ttl) 0Jl,111,1111< ntar drse que a obra, que será colocada à disposição publica ú1,12!!. é um importante marco para a cultur,.1 do bt.,do e para­ benizou o autor pela 111ic1,1t1va de abord.tr "com rcspon ahilid,1dc os basti­ dores dos organismos da ,cgurança pública d.1 rrontcira". A moção foi assinada pelos IJ vcrca­ dorc, que integram o Poder Lcgi,lativo de l'onta Pora. ADOR PROFISSIONAL ( Dr. Marco A. Loureiro l'almiéri ADVOGADO T Dr. Fernando Lopes ele Araújo i "="J!..-=- • ADVOGADO ' : ~ua XV de Novembro, 505 - Centro - Fone: ) .. 67) 439-1143 - e-mail: palmieri@catzonet.com.br ' CEP 79260-000 •• Bola Vista • Mato Grosso do Sul L... •• ·- DR. ELDER LEMOS CRM 3151 li' V • ] + «ta te e«z etc :to Psicóloga-' CRP 1402007-1 ,., CONSULTÓRIO: Rua Dr. Corrêa, 710 DISI< > 287-1749 :.. 9%, se ,4e • ,e, Escudero Pe A«t11 ouvs.4e g. 3tt: roga Rua Tenente Bernardes,602 - Centro . Fone: (0n67) 251-1501 {.feíef.vt:, 251-16~85 • cel.: 9986-5353- Jardim- Ms cP; 79.246.@ • tf ±" Dra. Vilma da Silva OABiMs 2.574-B Wilson S. S urita jr.' J{leber Loureiro lviedeiros 0AB 1 MS 2697 • CPF 006.824.031-72 Rua Barão do Ladário, 1620 Bela Vista - Mato Grosso do Sul • tnCA loester vai pedir que "os inliéis" seiam expulsos do PDT o exercício do egundo mandato d deputado te tadual o médico ginecologista Dr. Loster unes d Oliveira (PI esta indignado com a falta de tia nJ politia A eustnca de Lúllth-t rl!pul"' 1101.kput.,do pedetista. Ele anunciou que , ,ti pedir .,o D1re1óroo Rqoon.,1 do PDT que 0» infiéis sejam expulsos do p;,ruc.lo. Indignado com a 'trairagem", Dr. Loester está disposto a ingressar com uma rcpresenta1·ãn junlo ao Tribun.11 Reg.ional Eleitor.11- lTlE. p.u-a pec.lir a C:h>-.1çâo do 1egl'tro dos opo11uni,t:is que mfé,t.un o palanque da Frente Tr.ibalhista. "A ,erucalw,ção n;io fui editada exat.,mente para coibir tais abu,o,'!", questiona o deputado. O encaminhamento d:i rcpre,entação ainda n:io acontecc:u. ,cgundo ck. simplesmente porque o quadro de candidato, a deputados estJc.lual e fec.ler.tl n:io pode perder um nome sequer sob pena de não ekger ninguém. Situação cst:i que teria sido provocada pelo não cumprimento da palana anteriormente empenhada pela direção e.lo Partido do, Tr.ibalhadorr, (PT) antes da oficialização da Frente Tr.ibalhista em f-!ato Gm,so do Sul. "Fornos traídos pdo PT', denuncia o parlamentar. "Eu sou fovor:lvd à eliminação purJ e simpks dos tr.udorcs que estão f:uendo jogo duplo··. declarou o deputado Dr. Loester de Oliveira, acrescentando que a ,-ida ética pn,cisa ser nunticb.. lamentando que o PDT ainda não tenha tomado qualquer atitude com relação aos nomes que estão simplesmente jogando na lama a história de um partido M!rio. , a condição de militanlc histórico pcdetista o deputado disse que n:io se recorda de nada igual. "A polític:t tem que ser ética. Eu nunca vi uma eleição como esta. Tanto, candidatos traindo os partidos que nos a@a ao, desabafou o pardamnen ar. prometendo l ' r com todas as fota par limpar o partido ds ras 1.L,:muu, kelei,ão Afirmando que as chances de consuir maus um nundJto c.lc ,.kput..d,, 11.1 A,,crnhic'i., l..t·f1,l.111 J c.lc M.ato Grosso do Sul ao reais, Dr. Loester disse que a rc,eptl id,,c.le é lruto do tr.,b.lfho que ernpr<..-no.Jc llJ -'ICJ c.L, JÚ), Mn.tt11 K<,hl,rnm,·111<,11 que a atual administração do Estado nao conseguiu, em quatro anos, apresentat ,nl111·nn p,,r,, por fim :i prohlr111.,, ele lona data enfrentados no sistema p'11llc11ci(lno de M.,10 Or,)O do Sul, responsáveis por prohl m.1' comn a superlotação das carceraens nas dele a1a» A stua,ao obra policias civis a d ... • , 1,1h. 1 11 ti pnnepal foco de atividade velar prela eurana pública da população. Kohl deixou laro que em seu ove1 no n papel do policial civil erá o de investigar e apurar os entes oordos e não fiat cuidando de presos, enquanto a criminalidade toma conta das nuas'',avaliou, destacando que a Policia Civil conta hoje em 'u quadro com 1.$ mil agentes para cuidar de 1,6 ml presos Ele afirmou que quer o poliu.11' CI" libcr.1rlo, par 1 J',, iiHc.'llf',1C, C () multares para o trabalho de prevenção, iniciativa de fundamental importância e que, cru ,u.1 ,1d1111111,tr.1ção, contará com asoes integradas envolvendo a comunidade civil. Para isso, uma das aõe propostas é o de fortalecer as ■DESAFIO Secretário afirma q e as finanças do Estado estão organizadas e desalia quem quiser provar contrário O Secretário de Estado de Gestão de Pessoal e Ga,tos Gilbcno Tadeu Vicente afirmou nesta nrnnh:i que a, conta, do Govcrn1i Estadual ,·,tílo eqilibradas e desafiou qualquer pessoa, candidato ou não, a provar o contr:írin. "De, cmo, lembrar, antes de mai, nada, que este é a primeira udministr:,ção da história do Estado a cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal", afirmou. De acordo com o Sccrct:írill. fato Grosso do Sul cumpriu todas as seis metas do Programa de Ajuste Fiscal de 2001 e Isso foi rnmprovado pelos técnico, do Tesouro t'lacional, que aqui estiveram em junho deste ano. "A Lei de Responsabilidade Fiscal garante também a transparência das contas p1íblica, ,lll dctc1 minM, através do parágrafo 4 do artigo 9º. a 1c:ili1:tç;'io quadrimestral de audiências públicas para apresentação do Relatório de GcstJn Fiscal", acrescentou. Para o Secretário as recentes críticas e suspeitas acerca das contas do Governo ,:,o feita, por pessoa, de,informada,, que não tiveram o menor interesse em discutir o assunto no foro e no momento adequado. "R,:alizamo, diversas audiência, pública, p.1ra a discussão das finanças do estado e nenhum dele, apareceu para discutir, contestar ou perguntar n:tc.Ja. Por Olllro lado, n:io podemo, subverter o princípio jurídico b:í,ico de que cabe a quem acu:,ia o ônu, dife1enciai, de sua admini,traç:1o. • PROGRAMA Marun quer ser o "João-de-Barro" da moradia sul-mato-grossense Mal~ Grosso do Sul tem um déficit de 60 mil moradias e o aumento dessa demanda é de I O mil unidades habitacionais a cada ano, conforme constatação feita pelo SimJicalo da Construção Civil. A ,olução, corno não poderia ser diferente, derxnde de recursos financeiros. O candidato Carlos Marun (Coligação Frente Ampla) pretende con,truir em quatro ano, de admini,tração 40 mil casas populares e assim beneficiar o cquivalenle a 200 mil pessoas em todo o Estado. Ele sabe que habitar é uma condição pretérita para que as pessoas possam educar-se e proteger-se das doenças e, portanto, é incongrucnlc que o Estado se obrigue a des1inar recursos para a saúde e educação, e não priorize a liberação de recursos para moradia e saneamento básico. Em sendo a habitação uma priondade do governo, pra1icamen1c haverá recursos orçamentários com origem e des1inação rigorosamente clara.se livres da possibilidade de ou1ros destinos. É como o candidato a governador prclendc trabalhar a partir de Iº janeiro de 2003. Ser "o João-de-Barro da moradia su!­ mllo-grosscnse", segundo ele, não pode ser interpretado como utopia, algo inatingível. "Vou provar que é possível cxccu!Jr o que está sendo prometido", assegurou. Para viabilizar a construção de 40 mil unidades habi1acionais e promover :r geração de 60 mil a 80 mil empregos, considera 1 r J 1 Kohl rcebea da drtona da Associa, ão de Dele. de Polk1J do LstAd,, (/dt;><>II documento relatando a situa ião da Polícia Civil no Estado. As propostas estão vendo avaladas pela equipe de governo d Coligação 1-ientc Trab.1lh1,w. Recurso~ - Knhl kmbrou a atuaçjo de •UJ candidata a vice, Luiza Ribeiro. quando este, e à indispensável à manutenção de esforço conJunto envolvendo Estados. Municípios, União e o setor produtivo da construçJo eh il. A con,trução civil. conforme já é do conhecimento da maioria, é a grande absorvedora da mão-de-obra disponível no mercado de trabalho sul-mato-grossense. Portanto, precisa de tratamento c,pecial. No entender do candidato a governador Carlos Marun, é fundamenlal que a política habitacional seja abrangente a todos os segmentos da sociedade. ão importa o poder aquisitivo do cidadão, o importante é que todos possam ter acesso à casa própria dotada de toda infra­ estrutura b:lsica ncccssiria. Marun é defensor ferrenho da política de juros baixos e até subsidiados para a construção da casa própria. Às famílias que estejam vivendo abaixo da linha de pobreza. ou seja. sem condições mínimas de transformarem o sonho da moradia cm realidade, é pensamento do candidato buscar recurso a fundo perdido para a construção de conjuntos. O uso de recursos da poupança é outra possibilidade que o candidato a governador Carlos Marun considera plenamente viável ampliar o número de morarias nos 77 municípios sul-mato­ grossenscs. Ele csú disposto a buscar todos os meios• possíveis para viabilizar o projeto cm questão. Citou a Caixa Econõmica Federal 'Tok de Illágica Telemensagens ENVIE MENSAGENS E EMOCIONE OUEM VOCE AMA! Mmsaoms para todas ocasi õcs .Rom,jntlc:a •-ln Ido de namoro -Evang{fü:a -013 das MJes -AnlllB"sárlo .ora dos N,morados -Na!al -l>aqua'a z2. %. t%2 %.. Rua Campo Grande, t65 Anlônl o .bào -1.15 r•pen onêmt» Federal qu h1bera.ao d contrus ão atenderiam a parte problemas enfrent. pelo [.:-1.,Jv r:llJt'l•h l/ <' 1 ll tiveram contnd.ade s.J<.l.i d1 '<:lle p,;> 1,1 a c-,-,e 11> q11r111nen111 ll Juf, Lleuoml d,1 orara, D. Alexandre Antunes ,L, S1h:1. c,x.uninhou ofkio ,,o Pesidente da Camara Municipal, Vereador luiz Alexandre Loureiro 1'.1hrnéri, irifonnando que a Lei Eleitoral nio proíbe o Ente Fede­ nativo de manter os serviços que o de blJ,J oompc1êncin. ''muito pelo contrário, os serviços e ,cnríals, como no caso da smídt•. s:iu mntlnuos", íri.sa o rnagistr:.ulo Construção do salas do aula na Escola Pedro AJala Em expediente en­ caminhado ao Prcfci10 Muni­ cipal, com cópiu i Sec,ct:íria Municipal de Educação, o, Vereadores Orlanda Freitas do, Santo, (PI..) e Ramüo Paredes (PFL) reivindicaram a construção de Ires ,ala; de aula na Escola Municipal Pedro /julu. localilada no bain-o Água Doce. Eles ressaltam que a dcmundn cstudanLil naquda região da cidade. que abrange o, bairros Águn Doce e os conjuntos Canaã e iova Es­ perança, é muito gr.rnde. f:t­ zendo com que muitos estu­ dantes tenham de se deslocar r,or longas distancias até a es- ,. cola municipal do bairro Espí­ rito Santo para poderem estu­ dar. "F:v.cm-sc ncces,;.'ias prt>­ vidências urgentes nesse senti­ do para que j: no próximo ano a E,cola Pedro Ajala possa atender essa demanda", enfatizam Orlanda e Ramão Paredes. Implantação de escola agrlcola A Vereadora Orlanda Freitas do, Santos também encaminhou indica- ção ao Prefeito Municipal pe­ dindo a realização de estudeis ,·isandoa implamaç;1otk umll.: .. escola agrícola cm llcla Vista com o objetivo de qualificar princip:,lmcnle os nossos Jo­ vens para o trabalho na terra e ao mesmo tc:mpo pruporcio­ nar à eles a oportunidade de continuarem seus cMudos. Orlanda lembra que muitos jovens belavistenses encontram-se ociosos devido a falta de oportunidades de estudo qualificado, ressaltan­ do que cm nosso município existem v:'uios locais apropri­ ados para a instalação de uma escola agrícola. como nas Es­ colas Municipais São Geraldo (bairro Agua Doce). José Mania Palmiéni ("Nunca-Te­ Vi"). Assentamento Ba.rr.i do 11:1 e Godofredo Gonçalves. Gelllllo quer a criação do mais um ponto do moto-tálll Em indieaçào ao Prefeito Municipal o VercadorGctulio Lino Filho (PI..) reivindicou a criaçiio de mais um ponto de moto-táxi em nossa cidade. assim como a revb.:io da Lei que regulamenta esse serviço no município. Segundo ele. a intenção é melhorar a qualida­ de do atendimento à popula­ ão e 1ambém ofrrc.."Ccr mais uma opção de trabalho aos Consuução de escola na fazenda ,Morrinho Nélio Diório. Verea­ dor do PMDll. e.ncaminh u in­ dic:,ç.:io ao Prcfe.i10 Munidpal. com cópia à Secretária Munici­ pal de Edu ação. p.1r.1 que en­ trem cm contato com os propri­ etirio, da fazenda Moninho com o intuito de viabilizarem a con;truç:io de uma escola na­ quela propric'Cbde. O Vereador ressalta que os propricr:5.rio, da fauncb Moninho jj 1ronif c,crr.1m inte­ resc na construçã.o da refe­ rida escola, poi c.ntcndcm que dessa forma podem con­ tribuir com a melhoria cb qua­ lic!Jtle do ensino oferecido ao, alunos daquela região. Lem­ br:i ainda que :1 construç:io A Vereadora L,bcr,,cy L.rno IJ.111tl,1111 (PSDE) endereçou e:pedien­ te ao Presidente da omissão funicipa! de Segurança Ali­ mentar solicitando que um.a determinada quantia de cestas básicas do Programa de Se­ gur.111 a Alime.nt:ir do Gover­ no do E-iJdO seja fomecid.1 mensalmente ao Conselho Tutelar dos Direitos da Cnan­ ça e do Adolescente. par,1 se­ rem cli-iribufd.,- :1 famílrn, CJ­ rentes que possuem crianças pequenas. Cica ju,rifica a mdi­ cação observando que o Con• ,clho Tutelar do, Direito d,1 Criança e do Adok,ccnle têm condiçõe< de detectar com precisão ª" ' família~ lnformacão sobre a eleição para diretores das escolas municipais Através de requeri­ mento ao Prcfrito Municipal a Vereadora Cica Lino solici• touque seja infom1:1do ao Po­ der Legislativo quando será realizada eleição para dirclores(as) das escola; rnu- Clca pede Informações sobre os valores lnves­ Udos pelo Estado na segurança em Bela Vista / Vereadora Cica Lino tam­ bém encaminhou l!qucrimen- 10 ao Sccre1foo de Estado de Justiça e Segurança Pública solicitando que informe ao Legislativo lunicipal qual o valor investido pelo Estado no setor de segurança pública cm nossa cidade. Ela justifica o reque­ nimento afirmando que n,scgu­ ranço pública cm Belr Vista de.-sa e,cola também irá ofe­ rec·c-r maior confono e como­ didade aos alunos e profes o­ res, considerando que atualmente a escola que aten­ de es a região está funcionan­ do provi.1oriameU1e na Fazen• d.1 p .lllorama. Em indicação ao Prefeito lunicipal o Vere­ ador Jair Bispo (PDT) so­ licitou que seja determina­ do ao setor competente o término da con trução do muro da escola municipal Pedro Ajala. localizada no bairro Água· Doce, bem como a colocaçào de areia no campo de 'Olci da rcfe• rida unidade de ensino. Ao Secretário !lfonicipal de Obras Bispo reivindicou a colocaç:io de luminárias na rua N 1 s• Aparecida. bairro Espírito comprovadamente carentes que possuem crianças sem amparo ahmcnlar adequado.citando como exemplo urna f.tmíli., do b:tir• ro Água Doce que ape,ar de ter vários filhos pequeno, e a mJe c,tar ge,tanle nào é :,rendida por nenhum progra­ ma ,ncial. nicipais, considerando que o Estatuto do !agistério apro­ vado pela Cámara Municipal d:í o direito de e,colha dos dirclorc, de e,colas aos alu• no, e pai; de alunos das res­ pectivas unidades escolares. está cm tOlal abandono, "hi muito tempo não h: aumento do eíctl'O policial. a crimin:,lidadc l'êm crescendo sistemáticamente e a nossa população está c:1da 'CZ mais insegura. pois é sabedora que a nossa polícia pouco ou quase nada pode fazer devido ao re­ duzido efotirn policial e a limi­ tada cola de combusúvcl dis­ ponfvd". 'n:ssnltou Cica Lino. Término do muro da escola Pedro AJala e colo­ cação de lumlnárlas Santo. cm frente a rc::sidên­ c ia da Sra. Tomisia Figueiredo; no poste AK- 57. bem como na rua Rosalino Lino. em frente ao Bar dos Amigos. lsabella pede a Instalação de Morelhões" Em indicações endereçadas à TELEMS/Br.t­ sil/Tdccom a Vereadora lsabclla de !lloraes Pinhei.ro Murano (PDT) rei,·indicou a instalação de aparelhos telefônicos tipo "orelhão" na rua Cel. Dias. n" 484, bairro ltavcrá e em frente ao termi­ nal rodoviário recém construído. na rua Bar:io do Melgaço. cm freme a Escola Stadual Estc.r Silva. llumlnacão em frente a Casa do Aiteta Ao Secretário Municipal de Obras a Vereadora lsabella de Moraes Pinheiro Murnno reivindicou n colo­ cação de luminárias em frente a Casa do Atktn. entre o Gin:isio de Esportes Municipal e o csl:idio Otávio Fontoura. Inspetor da Receita federal convidado a comparecer 11 Clmara ~ Expediente sub,crito por todos os Vereadores da nossa cidade foi encaminhado ao Inspetor Chefe do Posto da Rcceitn federal local convidando-o a comparecer à uma ses.são ordiui• ria da Cimara Municipal com o objetivo de prest:u- informa­ ções obn, a fiscalização realiz.1du nnqudn unidade adunneira. rreador Grtulia no Filho - u',,,t u • ,, Pefeto unipal, com cópia ao Seretino de Obras, que determinem o cas alhamento e patrolamento das tua do b;urru J.udun llw ', L,~ tencJminhmt expediente à operadora 021 (EMBRATELJ rei 111 E, 1 t.:r.! '" 0empeno,hosta@tu w 1 •= 1 •=1 .... , 1 .,,,, "" pe.'assa@putos 1 =[ =1 :..=/ 1 zm=] '"" .-.:,,. .... , ... ,,4. , .... , '-"'I =1 1 .... 1 ,;o »,testei 1 .., 1 ... , ... ...,, 1 '"'' "" ,letal«aios 1 =i ""i =í ±> ,..,. ...-,.-..u:h ,:, ,_,..._.. 1 =1 e] a, .... fO'-.'T! Lrea 0à M. :!'?iO cc ~LA v•~ A. Pfl.Aro,,;O F..fil.H"..DO O>. EECçO ç TA !çO ç» TP O OP;>JlEHTOi rGW? O"- S?~ SOCA-. JN'U.0 A AGO'.i1012CC2 E at2.nntausrter»ia4 +rt 1wt IUCi'T-.. ,crr.1.1,,1.0 ,-q-,•.t,(o -..,:c---.a•~ '"'"""' ~C' ..... "ata ,a. ,lhor-t.TIQ.1 'C!QJ .fI:!'ll.,.~Z::l~- 'li, sG tresrt te tra = ,., = = = repte"ri p«pro ._...,í =í =1 =1 í :.::=: M.SlOtl1&. e -:1 :1 1 $fj 1 '-"' 0(101 - 1 'º'"" -- Cl70ll = omtstaeeot;la4De late .. 3 3 ELA TA "5.Al'Olle '-EPJC&A.11~ NCW..al '" ~ .. ~ --· t1 ,oorrr» ±age Z7 - ................. m ...,. 1s] "·"l ,=.,, ''·" Jr>.O) •t..:ij ,ru:w.1t..'-C,,f,11.001100,.:1 1 .. uq U.:t) «] ., .. ~ m. 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"Tyy .,.,, z . .,, 3u: 'z2 MM mar. a To' a = :..= ·- =- = = = = .... r.,,;. 1 ..... , ru,f e.:,, '"'"' ...,, JrUJI •= !ou: r1 ......_,...~ . pi C( fe li• e B .....::::-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=----=----_-_:_,~- ---=-----=-,....J __ .,__ __ JOIHIAI l íllOIJtll Ili 1 110tl íl.'1111 -----------------------------·----- • GERAL. • AÇA() PARLAMrtHAR Câmara derruba veto do Preteito à Proielo d que extingue a Taxa Mínima da Agua no Município 1 .1 •.~,,.1oorJ1n~ria q11w1 ~omumir 111cno, de LxcLUltO, /oi ,t.ido pelo Lei n" OOJ/0:! n ,o 101 ,to último dia 02/09, os I)metros cúbicos irá pagar Prefeito Geraldo Pinheiro sancionado pelo Prefeito no Vereadores da nossa cidade uma conta menor. 'Também Murano e devolvido à prazo de 4 horas .,p/, u ckrr11b.,ra111. por 01i11j'UC ;, tohrnnç.1 da, C.:i1111ara Muni,1pal. Por dcrruh,1d,1 do Clt> llil unanimidade, o veto do taxas de conservação de entenderem que as Câmara, conforme Prefeito Municipal Geraldo hidrômetro e de religação, alterações na cobrança da determina a Lei, ele foi Pinheiro Murano ao Projeto assim como a cobrança tarifada água e esgoto irão promulgado pelo de Lei 11''001/02, de autoria diferenciada da tarifa de beneficiar uma significativa Presidente da Câmara do Vereador Julio l.citc 1i;11a e c,go10 entre p.irccla da população MunÍl1p.1l. Vc,cJJor Lu1l (l'SD!l-f'oto) que di,põc con,t11nidorc, ,c,iclcnciais. c:ucntc do 111unidpio. além /lexnndrc Loureiro ,ohrc a rc~ul11mcn1aç1 <> e comerciai, e indu,triai,. de tomar mais justa essa Palmiéri, na sessão cquípnrnçJo da Taxa de adotando como única base cobrança, todos o, ordinfo,1d,1 última segunda Consumo de Agua e Esgoto de cálculo a tabela Vercadorcsvo1ar.:11nconLra feir:i.di:i09.tomandoforçJ 110 Município e dó outra, rc,iit!lrios p:irJ Bcl:t Vbtn e agora estamos na eminência de perder a nossa Faculdade por falta de pagamento··. observou ela. Cica sugeriu a formação de uma Comissão de Vcreadocs com o objctivo de manter cntcndimcntos co vistas a e,·itar que a Ex1ensão da UFlvlS de Bela Visla venha a ser fechada dcfinith·amcntc, o que scria rcalmcnh: uma perd:i lament:lvcl para o município como um todo. • Vale lembrar que no sessão ordinária do tiltimo dia 19 de ,gos10 a Vereadora Orlanda Freitas dos Santos (PL) e seu colega de bancada Gctulio Lino Filho j:1 haviam manifestado preocupação com relação ao assunto. na oportunidade eles fizeram um requcriml!nto ao Execu1ivo Municipal solicitando informações sobre a siiuação do pagamcn10 da contrapanida do Município à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. rcfercnlc a Ex1ensão Universitária da nossa cidade. (AICM) aumentou, já gastos Lei A Ju liç eitora complacente com os corrupto 1 que o, tamh.'m aumentaram e a sangria continua por conta do pagamento do, juro, da dívida com a União, que deveria ter ,ido renegociada". "Quando o Zeca do PT assumiu o govemo, a arrecadação gir.1·.1 cm wmo de l{S -15 milhõc,. Hoje arrecada-se, em médi:.J, cerca de RS 120 milhõc,. Se a ca,a está cm ordem. para onde está indo esse dinheiro? Cadê os invcstimento!!t T'. indagou foacir Kohl. (Assessoria de Imprensa da Colii:ação Frente Trabalhista) A mexi~ 1.1 l.lJJ , 1,h:i de esclarecimento e revotn­ da,óes ao eleitor, veiculad 1 pela Justiça Eleitoral através da telesão é muito mole± e'inocente",O n.adores dos textos exibidos parecem des­ conhecer que ainda tém mui­ to o que comgsr, ao abordat tcm,1 , u>mo por exemplo, os l.nrnr:"i dettor,th Um dele s. quer cham . .r a atenção sobre a compra de: votos, oisa nojenta e despte­ ivel, que está acontecendo a "nx.Jn'" ne,1.1 cunpJuhJ e quc-r nos parecer que ela, somente ela • a Justiça I.:.ki1or.d - n.io c-.t:1 Cndo! Sua Inocência' no as­ ,unlo é tamanha, que agora estamos vendo, t'n1 uma de ,ua., diversas inserções, aque­ la que recomenda ao eleitor que n.io venda de forma ne­ nhum.t -.eu , nto. poi, 1,to e.; crime... Ora amigos! Se a pró­ prú ju,liça. leva ao publico essa advertência é porque ela mc,ma tem L:iênc1a dê que: existe comprador' A falta de: inrcrC:'-'