Trilu a A'IO lO ( C CM) 2 - --------------- "Jornais" clandestinos e "Jornalistas'' Uma boa conconncia é salutar, nos leva a tevet conce­ tos ao aperfeiçoamento, num regime de livre inciativa é a con cor anca que disciplina o mer­ cado e beneficia o consumidor Sempre fomos defensores da imprensa interiorana, postu ta que nos levou a presidência da ADJORI, diretoria da A□RAJORI e nngarl;ir o respcI• to dos homens sônos que fazem 11nprcnsa no Interior deste Bra­ sul HoJo pma negociar contra­ tos com ôrgOos públicos (Prefei­ turas, Càmaras, Governo do Es­ todo, Governo Federal, ele) ô preciso que o Jornal seja regis­ trodo, no Registro de Pessoas Jurldicas, lenha CNPJ, Alvará Municipal, Inscrição, apresente Cert1dõcs do INSS, FGTS, entre outras, enhm, uma sér,e de exi­ géncias, sem falar no pagamen­ to de impostos e ter nas Reda­ ções prof1ss1ona1s habilitados Todas as· empresas jornalísticas, pequenas ou médi­ as, se adaptaram aos novos tem­ pos, muitas até com sacnficios, não é possivel admitir e aceitar a proliferação de 7jornais, pan­ netos, contaminando o mercado e prejudicando os que trabalham com seriedade. Roubar IDÉIAS, copiar, plagiar, tudo bem, até aceitamos, o leitor saberá sepa­ rar o joio do trigo, mas permtir a picaretagem, • a concorrência fraudulenta sujan­ do o nome e a missão do verda­ deiro JORNALISTA, é demais. Em defesa da ética, da profissão, até que seja criado o Conselho Federal de Jornalistas, cabe ao Ministério Público tomar as mais enérgicas prov1dénc1as EM DEFESA DOS BONS PROFISSIONAIS, DA IMPREN· SA QUE LUTA PELA MORALIZAÇÃO. lvaldo Pereira Ministro elogia olítica de esporte implanta a no •i 4 Zeca e Agnelo: políticas do esporte em MS sáo bem sr,cpr~;,,,, O ministro do Esporte, Agnelo Santos Queiroz, elogiou os projetos de esporte desenvolvidos Recursos e do em todo Estado ~, µolit1cas do das alem de perceberrrcs .i µ1.u11 setor implantadas cm Mato Gros- dade que o espone tem no Estado" so do Sul são muito bem sucedi· afirmou Pág. 05 Deputado vai à iustiça contra aumento da energia elétrica A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) auto11zou, neste 8 de abnl, o reajuste de 42, 26% na energia de Mato Gr.osso do Sul, sendo 33,59% a partir de hoje, e o restante dividido até 2007. além da correção inflacio­ nária anual. Indignado com o abuso permitido pela agência reguladora à Enersul, o deputa­ do estadual Semy Ferraz (PT), integrante do Fórum Permanen• te Contra o Reajuste da Ener­ gia, afirmou que entrará com açao na justiça para reverter a situação. • O Fórum se reuniu nesta quarta-feira. dia 9, no plenário da Assembléia Legislativa, para discutir o desdobramento da luta e preparar as ações. Segundo o depu1ado, o primeiro aspecto que será questionado jud1c1atmentc é a taxa de crescimento do consu­ mo estimado de 1.57%. com 0 qual a Aneet e a Enersul traba­ lham. Pág. 09 Flávio Godou uiabiliza RS 30 mil reais em emendas mua Bela lista A e la é le ar t 7t l M rso O vereador e radialtsta Flá­ vio Godoy (PTB) de Bela Vista na fronteira do Brasil com o Paraguai mais uma vez consegue d1sponib1hzar recursos do orçamen­ to do Estado do Mato Grosso do Sul para beneficiar a Princesa do Apa O vereador conhecido como "Ratinho do MS" esteve em Cam­ po Grande visitando o deputado estadual Jerson Domingos (PTB) em seu gabinete do 1° secretár10 da Assembléia Legislativa no Par­ que dos Poderes, ocasião em que o deputado assegurou ao vereador que vai colocar no orçamento do Estado, uma emenda no valor de RS 30.000,00 (trinta mil reais) para Bela Vista. Segundo o deputado ·esta é a Segunda vez que estamos atendendo os belavistenses, no ano passado liberamos RS 30 mil reais para a construção de um ·'.:entro Comunitário para o bairro llaborai, obra que ia esta em fase • de acabamento", frisou Jerson Domingos Pág. 09 * rrris ! c,,I z zszwsz -- •• E ®; tffi!-3/ Rua Santa Amélia, 104 Campo Grande - MS TEL: (0"ª67) 312-970o' e-mail: viacruz.@tcrra.com.br 1 _,J escreve Pedro Pedreiro Poderiamos dwr que Bela / ,t.i (; como um l.me que l. t.i d,5 pulando um campeon.,I0 o trof.,u • a v!una contra o im o p ! s m o o ranço a mesmice e a estagnação O trenador deste tme é o pretento Geraldo Pinheiro Marano, que mis­ tura o estlo Felpão com o de Par­ te ra e Tele Santana E v dente que as vezes e preciso mexer no tme sto o treinador fez temaneyou alg 1s atletas Celo da Peron foi pwa a S<:Cr(;ta,,a de Obras e esta contentando a todos merecendo elogos até de vereadores advet­ sanos a!.•.:'!i-1s de outros clubes. agtl1zou o setcr de Turismo. com o Ju'o Le te a t..1anlcne (Xari), rea­ , zancto e'Tl poucos meses o que não to feto em anos Incentivou e está criando condçes para os la,•ourc ros c;uem diria Bela Vista d·vu J,rdo p!an:ações de arroz e soja Quem da' E o treinador va la nas Lases na 'orc1da nas la­ vr,uras elog·ar e dar fo•ça aos que proouzem O mais 1rnportante e que o prefeto. o treinador, possui instin­ to, sensb+idade para motivar o tme. até o Lle Corrêa o homem a imprensa esta se mo:dando a uma comunicação mais técnica -nenos personalista Parabéns Dificuldades?Lógco às ve­ zesotre encontra adversaros fe­ chados na defesa num s,s:ema de ferrolho que obriga a Jogar pelas pontas E o time avança Não esta a:nc no primeiro lugar mas Joga de igual para igual com os outros l11T'es outras cidades a torcida, o povo. Ja entendeu que é preciso, não apenas cr1tIcar mas fazer a sua parte, ou seJa, acred.tar pagar impostos limpar terrenos 1nvest1r. pois com certeza o lllulo sera nos­ so Quanto a sucessão munici­ pal, em 2 004 teremos outro cam­ peonato alguns falam na mudan­ ça do lécmco, lembramos que em t,me que esta ganhando não se mexe. pode se até fazer algumas altera cões na ec;uIpe para melno­ rar amda mais. mas o tre:nador pé , que te deve cont,nuar tono de Hq- c..- ~~ M".,, f z• 07 de Anl d 2 003 J0/10 AMAOIO Vil lHA. 01,ciJ• Viação Cruzeiro do Sul Vl:ijo com conforto o ::iogurança - ônibus com nr condicionado - Poltrona Rcclinávols. ,. D,• llJCU.MA 00 A. li> J0. P. ,...,,...,,., O. Ir~"" - e..,. te ar p,, P uso de e ar9o 12», oo l t, da oo I, da La# n /, de O'" tl-,<,Jn-,1 00 "" 1 - 1 J6. tr'!ttA li, - µ,ll'lt> tlf'I I '5 (Lt da A,>r, CM1 rvJ.-.J, p,., '" ,o ai. ,,. • .,,,.,, ,, "· • ,. 1. 11 ,. 111. Cli!J L n 0/, de II d r llf u ,...,.., IY'I/J ( ( '-,;, O'- o,,-, ... )1,4 f'1, rsurrwdor ), tendo trato ont o do abate « doto e tonerriatrato e dstrul o de torne o andes inpróprias par o to,aro, per o devido omtrote tanto los, n-o, COt15Ul'nlcJo,-~ tem ~ I f'A cJd.,tde de n~,., V11"U/M (•([JÍÕe" que i '4 ,- ;l)WJe,fe-ndo OM' • Cvr,11.!~ íf'OfW;et, fff 1 st"IJ drt 6.e, tabtee 'que, entre outro, d .. 1'l SOUi' • •~ e sau ( tnde se, no U'SO, rrnwcipao), mvedante per dnua va lo a redulo do rosto de ooeny,1 e de Outros àOf .a x (,'.nSIC('f'i.tfÓO Q-'4! QVII 1,.4.1 iit<,Jo ou oresslo que ontrar dsposo,lo e·essa em lei en} sanes ates f nuerondo que à rer oo«zoa e cJ, .-.oul(,do cJc tarne, ser controle de qua»d .. a., corH1itf.a r!Clfmst lifi9-1I e•Dt"essa Que tem se .. ,, fv,.a1n·E>ntos o~ ""•'M.lttJ~ 111 :,,;,, '" onttuaona' gente, tal atrvdade nlo deve e toleada, au do roes q0ardo $e trata de defesa de interesses dtuoi e toletvo drsporuvens Horário de Ônibus Con-...ue,,tr1tlo 001• " poµul1ti,A,, .,..,. r,,•· 1111, l"v ver arvh he e.ame "''" C()llfh(.Õot>'!. 1m1,,óp,11it'I CJ,:tr,1 O (CO'I., "°· (OnU dl"'fll';tlÁtM"l"I finai .... Mo.'lc.tf'll.'drn •.e l'-Yll() <.on~i,nHO>rl'':. (d'1,JO 2 1 ', do C0lldl de Reta~Jo do Consumo tem por fim, entre outtoS'. .. , o atendrento das recesdades dos consumidores, garantindo-ttes sode, segurança e tt,gmdadc; b) bem como, .10 reconhecer a 'Wulnerolb•hdaOc daquele Qu~ consomP. buscM melhOrla dd Quahdade de vtda, de-vendo a ac;)o oovem,1mcnta1 proteger <.>'ctlvanW?ntc o consum,dor, 9<1tr,rnt1ndo lhe produtcx e SCf'vtç:05 com padrões olCCQu&dos de Qut1hd,1d~. sc,guranca, Curabdldade e acscmpenh,1 (art190 4. 0 , 1nc. 1 e li, letra d. (dD c.ód100 de [)(-..f'l!'S.a do Consumidor) nsiderando que é dre+to do consurmd()( a prote(Ao d4 v1d.1, S.1Üdc e se,ouíanc;a contra ciua1SQUC."f' ,iscos no tomccJmcnto etc produtos e serviços (artJQo 6.U, 1nc1,-o 1, do Codgo de Deles.a do Consumidor) CooSide,ondo que o roniccll"dor n3o de..,Cf'.i colOcar no mcrcacJo de t?fl.Sumo phco, no caso d.l Administração Munldpal, bem como QuakJucr outro ~uc ._.cnha a se, competente para a retirada ao produto nouvo ou pcr'QOSO ao consumidor, lrriphca rc-spons.abll1C1ade pcn,11 (artlOO 319, do 1 Cód100 Penal). • tf45TAURA O INQU[RITO CIVIL n ° 011/200] obJctt..,.lnc:Jo a ~.-i:.lta apurat,Jo dos fatos. para futurc, e eventual tornada de Comptomls.so de AJusUtmcnto (ArUQO S 0 • § 6 º· da Lei reocral n. 7.).47, de 24 de Julho de 198S) ou )utzarento de Aão ivt Puta bem como expedição de pedidos de previda e representa&e ao, ôr9~os comO<.'te-nte,s, °"· a,ncJ.J. o arquvarrenoto das peças de lnf0f'Tn.lç3o 2 t»«ao e Notl+tuas, pera aue o wepretare o, ta orerto, forre!ores t top ar» G..1blncte da Pro,notor., de Justl(a de l)cfes., do Conoidar a, Comarca de elo tu/Ms no dia e tora consignados nas nounca~ port~nôo documcptm pCS,50,.)ts_ vsando pretor csdart.-ctmentos at1no/'tCS ao pn?'Sente procCC11mcnto • .ldvcrUndo os notlnc.:idos que o l'Jo .1tcndlmo,to P<)de1. cn~.>r " conduç3o cocroUv.i, sem Pf"C'Jul:O do processo crlmi04I pek, cnm~ de desobehna, l. onoe-sc .;,o Excek?núss:mo Sr. Prefeito MunlOp.,I de Dcl.1 ~ MS re,qu~tanao lnformaçlo, no pr.L.'"0 de IO (dcZ) o~~ utei::, :.e 0 Munlcil>'o de 8C'1J Vlstl/MS exerce nsc:.,ll::...tçlo lnoôc:ntc no a.s;:,ca0 CC QU.lhd.JCC da Qme e SObn;: .l comct'óal1.t.:,çOO ao p,n:,du-to dC"SOC'VcndO cada uma das etapas ds atrvdade de moo6 porrenorato, • üpeç.,•sc Ec!.~I, tom.e:ndO públlca ., instauraçi!o do presente tnquénto Ovll, conl"c,rmc o prcvlStD no artgo 27, iraso VI, da te Comp_lcmcn.t.lr n. n. cc 18 de J.1nc,ro cc 199-l (LOMPE) reretendo-e, por of'IOJ. có;>l.l .) Ptoa.lr.tdort;,--G<..,.al de Jus:,ça PiJ~ a dev»da publicação do Dario da Justça, conrom,e O art,go 26. § 2°, d.l Rcsoluçlo NonNl!tV., n. 005/PGl/97; • ortcte-se ao Exmo. ~ c~dor da CentTO cc A.polo Opcr.>00n<)I (J:ts Promoton4S de JusU<;,l ce DctCSJ ao Con$Jmldor, cnva..-,ndQ O)p'-1 da P!"cscntc Porta:ta, confOl"fT"le tCZ.4J do artsgo 3°, inciso IX, o.-, Resolvçlo NormaUv.'.1 n. 005/PCJ/97; 6. Onoese à Polia» MLtar e 3 Polida Nvd, com atuação neg2 Com.ll'Cl oc Bela Vta/MS, para que oroccc,..:,m. ciuandõ presentes os rCQul.Sltos fOl"mals, a pnslo em flagrante e aprcensco aa carne Imprópria para o consumo dlstribuid.), gratu,tarr.entc ou nAo, n«..."'Sl.a Cidade, nos termos cso artJ9(" ""O, lnoso lX. c1a Lei n. 8. t.37/90. procccendo•sc l"Cmcssa de parte do m.)tcn.,1 "PreC:n41Co para exame a ser realizado or fnterméd1.o d.l Vtg1!dnoa San,tin.l dCS:.3 OO.ldc. ~ caso de &n.pcssibilld.JtJC Cc pn~o cm ni,;;ran:e.. cuc '1S:aurc: lnquénto p,oftc;z,I p.1r-a apur:.lr a autona, procect..-r-.clo-se apreensão d0 produto e submctc:nCO•O ao exame refendo, bem como ~ ndendo todos os lrs:n.imcnros u~h:.:>aos na pr.t'JQ delltlJOSa~ 7. Enarrnnl'le-...e 3 ptCSCnt.: Pariu1a .l frr".pren,s.1 loatl para pu::,hcatlo. OJmpra--sc. .rodeado que qe tontraroe diposoba «e»presa e cc,,, der ardo qoe a (1)11'1' ... d trba.lo de te notara (iota cru}, ser onrole de qoat e, ntraia nonrma kg.ate»pua ter seu turiaerenoto de vatdade na rdo corttuonai greto tat tridate no deve ir tolera a arta maus quarto a treta da de'esa de teres doses toetivo$, druves dar0o que a popualo v gerai, #o e ver arvoha do te retora tote oru), toro d •.t "'"" C>1 r As. ( ~r11crr•1/illfl y ( l.r"'IO tonsurar (artigo 20, do C.óu,(JO de De' , do nrwdor) «orar to que à Leoa, t as e por0a l,I .•· k•,.tr"' 1(:f'I a t!•v t j. th' are ata,à c ,,tito,o d ete nata (lente ou} a r te oro ver dado for redoes (•rt.190 Jº, oo CóoJQO de Lefea do CDrwmldotJ. Cot1!.IC<"f'ando Que! a Po,itic.• N..-a,o,n.tf Of' RNÇAo de Consumo tem P0f' fim, entro ovtros •) o •let'l01f'fl~t, G,h nccess,dades aos nsoradores, garantindo me sad0e, tegorara e dMJnldadc, b) bem como, ao reconhecer- a vulnetiU>•loda.a..e d~ qur onsore, tusar me!tona da qualidade de vida, devendo a alo oovcrn.,mentAI prot.NJer efetJva:flPflte o onsurnwdor, garantinoo-te pr-odutos e servços c.om ades adequados de qualidade, puna,a, durab•lk'.S.adc e óe,.cmper,hO (•f'U90 ◄.0, 1nc: 1 e 11, l~tr• d. do Cóot90 de Defesa do Consumidor) Cons1de,anc10 Que é direto do tonsurrudor a proteção da vda, saode e s,c,ourança contra qo.,r,;q~r rlsc~ no torneorncnto de produtos e serv1ços <•rtsoo 6 º• tnaso 1. ao Cóc:Ugo de' Defesa do Consumidor) Con5-IOcr.indo qu,e o tomf!Cedo, n.Jo ~J COloc:.ar no ~uiôo dt'.' :onsumo ptodvt.o ou scrv,ço que saio., ao devera sater apresentar alto gau de noc.tvlodade ou perto.dade à uude ou SCQutança (artlQo 10, do CódlQO óe Oef~w cto Consum,,dOr) CO'l.sJóc,r-ando qu,e consutuem u~ c.ortt.r.l .-S ret,>çõc-s de consumo Q~ detúr a.e reurer do mcra:>u.. retetamente, os produtos noovos ou perigosos, podendo per i1penaôo com dt?ten(.lo 1l1dOOe penai ( art;go J J 9, do Có ct;i popul:'1çilo 110 geral Entre as quais estão a cduc..iç.'lo. ,l ~nudo, a n•;s1s- 1<:ncm • oc1c1!, a produç.'lo agrirola e a previdêncaa so cial A previdência social e que suga 0s cofrrs puhlicos ctn unlõo, além dos juros da d1v1da externo Ambas são heranças do governo m1hlar juslamcnlc quando os gc11C'­ ra1s comanda1am a nação Nn divida l'xlerna boa parte dos recursos ndqu111dos na poca fornm mal npl,cados. a exemplo das ANGRAS I e 11, que for;:im 111vesl1dos mi­ lhões de dóla,es e o 1elorno náo supre as despczas apli­ cadas Na quest/lo da prev1- dênc1a. temos que lembrar que os m11itares também le­ vam um pedaço grande des­ se bolo com os m1hta1es da reserva e pcns,on,slas Lem­ brando que os m,htares boa parte vão para a reserva com menos de 50 anos e ganhan­ do acima de RS 800.00 (01- locenlos reais) Enquanto que os trabalhadores c,v,s 90¾ ganham sala110s 1111111 mos Os trabalhadores rurais por exemplo, que produzem tudo o que consum11nos e exportamos (arroz soJa car­ ne bovma. leite, laranja etc ) se aposentam apos os 60 anos. com mu,ta burocracia e também ganhando um nun­ guado sal~llll minirno atuoll zado cm RS 240.00 (duzen (( "l no ()Cj c.,.rv Ç( 111,lOIIJ, do• ü ,1 f,11t,1 eh, > ) lc emprego Em smnt <> il ma o r1íl 1•<:.l"to ,,,.,,v,rHi .icon tecem dia a da que ..i 1 t·lll dt. atalatem as nossas taml1as c.1cabarn tur11d1HJ 1 onL1 dos eSd,os dos n0t ·ai0s Enquanto is0 as f0S SiJ', aul0lldJ:Jt:S Cül1t111uam nos d1scu1sos sem n.ida de concreto E ha outras v,olén c,a que são causadas de for• ma ,nsens.ilu/ como o que aconteceu nas ousadas dos traficantes cariocas que me tralharam escolas lanchone tes. a govemaclona o bondi­ nho e outros lugares publl cos Em SJo Paulo na greve dos moto11stas de ónibus co­ letivos queirncH ;,rn uns 06 ón:buc; c.h:prl,0,J' 11t1 outros alem de denar mais de 03 milhões de paulistas d e e cau5ando um ccnges11011J menlo c;le rna,s de 130 quilo metros no tráns110 da cidade de SáÓ Paulo E os Crnnes crue1s qut:, acontecem entre familiares Si 'Ia» i'ardo a mae sao pais matando t lhos. neto'> m:1 ando seus avs e ,,m;los ma ando r. 111 ime' te Em 90 dD'i C,l· .os. sêa cons qJenc,d, d,, naldta droga Enquanto ;soo•, gr,mdes tr:it,c:inte•, +stão nas piscinas toman­ Jo wh1sk1 impor ,idos com cl d 1 qu t um r.u:rn plo é o Fernandinho Beira Mar Os Estados do R,o de Jan .•roe E

- todososp.11s.e-snàoserl~,J d' A Ou teve a cc:agem de vemo oe um povo somen1e pode da pela ALCA ne-n pe .;s n ser deposto pe'o seu propno perto egar o aval para a guerra, o que ÔU4JO governo sena • erts dcs poder3s° _ 1 faz com c:iue as forças nglo- ' Queremos aue ONU se,a re-C: • Amcnc.::inas se tmnaene "ominimo ilegtmo. também nos posta em sua dt;,,-c:J.Oe deu os tn .JSOres do lr.:iqu~ la· pergun::J.mos Oueiemos o fr':i tr."lf'::f a·;:: {!:.3S menta.-nos que a Of!U :1J-o tenha Até c;uan:b ha crão razões testes n1,;dea•es lrdo a forç;:i sufioene para fazer ~eºd~~~srro. e a mone em Ouerernos que o SrJ~.ú ·~ .lt" V:l!er a su3 ::nr.:ooo:ioe que e te- o,oduz.r .1:r.t1S at=sad.~ pa· '--~ i ' Er.qu.:snu, cs cor ações est 'erem gtmnae necessana armados interno e para eportaça ___ Da mesr.i.a forrna QJC re- Queremos anda dzer que a+- p.ud . .::Jmcs os a.taques covardes El".c;_-an~o isso h:l ... ercmos epcss. ·el.oo.Je~ ~oJ"'a de 11 de Si!!-e~!Jtt>. repud.amos de ver o :i?rror.srr.:, i!egnl que de.r- a pros;>end.3oe ~~ na~s e ..i a ofensiva t11ster1c.:1 no r ta aves e ,::-eàos. m como m1:: '.'Ona cm v a .. 1 aos _::,o'IOS ;. 'eg;a, :~ nr.Jm.1 CJç:.-1 no s.u- :.:avete:':lC:s oe "'er o terronsmo le-- Paz e o tuerernos' o >S:o rn."'Jnd3ntc.. Stn Lüoern , 9a!dos exerctos que ha uma ds- 'Paz e o que d(";~ 1r-cs ~lrl0:1 segura lan;a:n m·ssc·"' .., .... ·s inocentes momerame solda- breascanças hsso Pazeoquemereem9> s do 7altan foram sumnana- E; Sem Deus o mundo no tera pa- preso desarmar os coraçes de Então fique com Deus. Foi adiada a Instituto de E Vista para o cação d 18/05/2 4A 3 Gincana Me da ma que u vou amar o próx!­ mo", acontecerá no 60 Es porte Clube sendo que algu­ mas provas da mesma ja estão acontecendo e uma delas é a da arrecadação de géneros alimenticios de 1 necessidade, que ser ao cn­ I rogucs aos moradores do 3aro Nova esperança, pela ' equipes vencedoras junta mcnle com os coordenndo rcs dos mesmas No dia 18/05/03 as 08 30 hs encerra-se o pra­ zo da prova de arrecadação no Instituto de Educação Sendo logo mais a aberlu­ ra da 3' Gincana ás 8 40hs no 60 esporle Clube, pro­ porcionando aos part1cIpan­ les da mesma muila d1vEr-­ são sadia o meio dia servire­ mos um suculenlo churrasco por apenas 5,00 (cinco re- No mundo onde vive­ mos, há uma grande diversi­ dade de plantas e animais Esses animais, na maioria das vezes, vivem nas plan­ tas. como o ser humano vive nos prédios, casas, condomí­ nios etc Diferentemente dos homens, os an1mais'v1vem em paz no mundo Mas, essa afirmação tem um pequeno porém, os animais só vivem em paz se o homem não in­ terromper na sua vida nalu­ ral, fazendo queimadas ca­ çando. poluindo o ar e os nos com substâncias loxIcas, enfim. todas essas coisas podem ser falais para estes seres Os homens lambém só não vivem em paz, porque querem sempre um ser me­ lhor que o oulro Na nalure­ za ludo aconlece com acer­ los e acordos, tanto que os animais não guerreiam por seu habilat e nem por sua sobrevivência, claro que existe o seu instinlo que faz com que ele male outros am­ mais para se alimenlar O r-• a 11/unos do IEBV com a miseta da 3' Gincana "Mo chama que ou vou amar o prox,mo •• ais) conlamos com sua pre sença Desde Já agradece mos as pesso;is que esl;io colaborando duetamente, e indiretamente com a gincana Jo IEBV Prof. Cynara G. Loureiro Bonitos. Cartazes expostos pelos alunos do IEBV , oós o seminário do dia 09104/03, tema 0 mundo m rur»' homem não. ele mala porque ele quer. mata até os seres da sua espécie Os animas nào pensam ou calculam o que vão ou devem fazer, mas o homem pensa. ate planeia o jeito que va matar O mundo precisa de paz e náo de guerras absur­ das os paises gastam b­ lhões em dinheiro que pode­ nam ser usados para acabar ., com a m1sérra. fome, sede, frro_ • Produzido em sala de aula pelos alunos Pedro S. e Gabriel B. Coordenados pela Prof. Fátima Cad;:, aluno e de um jeito: tem sua propria historin, vida e personalidade. Jun­ tos, eles somam tudo isso a um coletivo, repleto em energia da idade, o aue é freqüente vista conto indiscip:in:i. Pro.. Paricia com os la­ nos da 3série po, t,,os :l>'ôe rampouco d v postos à crança cobrir- he as p tinto expandi las e fnal mente ajuda la a segut o caminho desejável Isso não sgmfca, na­ tura!mente, que não é licito a cnança interessar-se por assuntos ou metas para as quais Ihe faltam precondIçes Ninguém pode desejar umna corsa se não souber da sua eis!n ina scolar: a e mela O que fazer dante de a 1 unos rnd se.pi nados? Com certeza todo profl!ssor Já se deparou com essa pergun­ ta Rea!menle conquistar a disciplina em sala de aula tornou-se um verdadero de­ safo para o ensino nos das de hoje e merece uma séna renexão Para começar vamos pensar no conce::o atual de d1saphna. que vem a ser o ·reconheomenlo da atrvda­ de em grupo harmonrcamen1e supervIs•o­ nada por uma autoridade externa· (o professor r.o caso) Esse reconhecmmen­ to pressupõe da parte do aluno. valores éticos anten- ores a escolarização en:en­ dimento de regras comuns partJlha de responsabilidade cooperação reciprocidade. sohdanedade etc E. aoma de tud0; reconheomen:o dos dretos do outro. sem o que. fica impossivel a convwvénca em grupo FactJ? Não d1'ic,:,mo porque "tais noções vém da familia (existem mas são ranssimos. os alunos que as desenvolvem por con:a pro­ prra)". E nem :oda familia lem cond:ções de fornecer ta:s valores ·nessa hora. a convivénaa a troca de idé­ as caso-a-caso, aluno por aluno - é pnmord,al, como o de ter o apo,o das fam1J:as: onde na maiorra das vezes, elas aceitam as noções vn­ das da escola e tentam a sua maneira co'oca-las em pra­ tca Mas. quandó a familia es:a indisponivel ao educa­ dor, o professor e que tem de assum,r esse papel Para lutar por uma nova disophr.a, em pnme,ro lugar. é preeiso abandonar os d,chês do tipo ·o adoles­ cente é revo!tado pela pró­ pna na:ure:za·, ·as cnanças são na1uralmen1e mem Procurando desper­ taro hatto e o prazer da letura o Insttuto de E duca ção promove qncanas, e rod,1 dr leitura e dramatizações incentvan do assim a cunosidade e o interesse de tr cada vez mars Prof Rosimary Grance 1nd,sc.pl,nadas Nnguem nasce rebe'­ de ou ,nd,sc·p ,nade trata­ se de um componamen!o construido Se ant,gamerle dscp!na equivala ao slén­ co absoluto, a discap'na de­ se;ada hoje e a do interesse e da part1c.pação É impor­ tante que o aluno ale dé sua opinião de modo que pos­ samos acompanhar suas descobenas e sua aprendi­ zagem Eles adoram apren­ der desde que O connec­ mento não lhes pareça 1m­ posto e sobretudo quando seu interesse e par11opação são est,mulados Eles tambem gostam de ser respe.!ados valon­ zam a sinceridade o jogo aberto de um pro'essor' E é muito mporante fazer com os alunos uma espécie de ·contrato sooal'. estabele­ cendo as regras de con­ vênoa Todos devem parca­ par da fetura das regras e se com o tempo uma ou va­ r,as regras nao funcionem ma:s tudo e discute-se para­ se com os a'unos a cnação de novas regras E para ISSO. é necessàoo a presença de um.a autondade representada pelo professor lembra:,do sempre que o p,o'essor não e o 'dono" do saber. mas que:n onen:a a c!asse para que ela. construa seu je::o de aprender cada vez mais e melhor Ass m pouco a P01.JCO, a turma vai perceoendo a te-­ gtmidade dessa autondade e percebe na prata atraves daquilo que vreu e não por­ que alguem disse que é as­ sim e pronto Essae a nova d:sopl:na Um rmenso desa­ fio e um enorme prazer para a nos e professores. Professora: Patrícia Lima Ortelhado (Pedagoga e pos-gradu­ ando em Psicopedagogia) J Medicamentos Av. Ouquo de Caixias, 507 ronc .. : 21-1194 251-1091 1 DUAS PARA MELHOR ATENDER Av. 11 de Dezembro, 363 Fone: 251-1341 Mato Grosso do Sul LÍNICA . Vi «la & Saúde r)rº Fnbi:,nn Pcn·ir,Lllarh(J.0'é! - - ,il:iilluiH'l•l:H1i,1~ 11:l'1;:H 1!H 1:111;1, · --- {quICI0NISA . CRN 312192 o -· -- •••• --- ••••••• -- pra CIulia Inicia 1omaz Babosa - PSICÓLOGA. CR 14/0110 9 J2r:,___lwdrr _Mari:uu' OnTODENTISTA - CROMS • 2628 - 1 Jardim - Mato Grosso do Sul! - - - - - -- - _j. l 9 .Joclson Mnrtincz Peixoto 1 ~ 0,11/;lS 1036 Daniela Fernandes Peixoto Coinctc OAB/MS 7760 Causas Cíveis, Criminais, Trabalhistas e Contratos Rua 1º de Maio, 431 - Fone: (0 .. 67) 251-1451 - Jardim/MS e-mail:danielapeixoto@zipmail.com.br 1 cacica»»! li 1 d- o n o me e Rua Tenente Bernardes, 602 Fone: (0 .. 67) 251-1501 Centro - Jardim - ÍVIS - CEP 79240-000 Telefax: 251-1685 - Cel.: 9986-5353 7 Dr. Antonio F. do Nascimento OAy Is 2s09 Escritório: Av Rio Branco 133 Fone 287-1181· Residência Av R:o Brinco 197 For.e 287 1892 Cel 9983-9015 ~ Advocacia t1':J GARCIA /VETO CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS Dr.Agnol Garcia Neto OAB-MS - 5.328 Ruo Dr. Corroo, 458 -Centro CEP 79280--000 li Porto Murtinho - MS- Fone: (0 .. 67) 287-1225 Fox: 287-1254 ( FP i. xado na sede deste Juizo e pubucado na forma da LeL Dado e passado nesta Cidade e Comarca de Bela Vista Estado de Mato Grosso do Sul. aos quatro das do més de abnl do ano de dois m,I e três Eu. - .. . (N :Son Félrx da Rosa Jun,or). escrevente. o dgtet SAMIRA LOPES O;retora de Canono ass. por ordem do MM Juiz de D:rerto . ,, . Ruá Cuiabá, 458 - Centro - Bela Vista/M~ 1 Esc. (0 "67)439-1290 -Res. (0"670439-2190, j Rávio Godoy vi ·iliza R$ 30 A emend é de auto il reais em m s par do dep lado Jer on Vi t - ffll os O vete,dor e tata! ta FIvo Godoy (PIB) de Bela Vista n fronteira do Brasl com o 1',11,FJIJill rn.,-. uma vez consegu d ponibtlzat tecursos do or­ çamnento do Estado do Mato Grosso do Sul para beneta ar a Princesa do /pa O Vl'(C.Jdor u,r,11 e CIO como Ratinho do MS" ste ve ern Campo Grande vIs1- tando o deputado estadual JNson Domingos (PTBJ em seu gabinete do 1 secreta­ no da Assembléia Legislativa no Porque dos Pod res, oca­ si4o em que o deputado as­ segurou ao vereador que va colocar no orçamento do Es­ tado, uma emenda no valor de R$ 30 000,00 (trinta mil reais) para Bela Vista Segundo o deputado ·esta é a Segunda vez que estamos atendendo os bclav,stcnses no ano passa- do hberamos R$ 30 mv a para a construção de um C>r,J10 r:omun,t,•r o p· r o banto ltatorai obra que ja esta m fase de acal men­ to", frisou Jerson Domingos Para o parlamentar "o ratinho é meu amigo, meu companheiro por +sso estou sempre ajudando Dela Vista tenho certeza que esta cmcnd.i vai ser mullo ulll p.ira l mu11Iclp10. POIS O F lanho com certeza sabe­ r.'.l bem escolh ·r a quem bc­ neficiar", enfatizou Jerson Flávio Godoy no seu pnmciro mandato na Ci'.1 mara de Vcrendores de Bela Vista. é l1der do pre­ feito Dr Geraldo Pinheiro Murano e tem sido desta­ que no Estado por sua atu­ ação que tem aprovaçao popular dos belavistenses pois com apenas dois anos e três meses de rnandalo e o para ser JUigado e pelo seu en:ender não es:a fúnc1011ando adequada­ mente Outra medida adotada pelo orgão e a questão da fis­ ca!rzaçáo no tra,s:xirre es­ colar. onde esta havendo d­ f:culdades e reclamações dos verea::lores e das pes­ soas que dele usufruem Ramtio fa'ou anda da qual+­ dade no õ:end m-ento dos funoonar,os da Cretran aos contnbui:'í:.es, que esta pro­ curando ag 'izar e dar uma mechor h.:iciona',óade "Qualquer reclama­ çáo. quan:o an loo de a:en­ d mer.:o oe:os f. c,or.ános da C,re:ran. d.. era ser d n­ gido diretamente a minha pessoa·. f.na!:.zOJ Ranao ·' + : a [ -1,_..,. , j ni rnaA BB Noite I a· a O J:lrll/H d t nn 1 1 Ju.11 , 1 vthogo, e o amnbente m,+j mf1c.,o, mu,105 C<"ISB, 1,11d tamn Curtir as boa musw a, do &,111on.1 Nosahado f lo Kaktos Bat o Sirona deu urra cana ond reuniu a' ais da soca fade íH r, !Ja rro 7:ir,111:15 tamt,em .io ll•· 0>pti110 Turtco rn Of"'f ,, da Sra Cecília Pa!ao Victor Hugo Naw JuJn•t:1 e x,,,-:1 ·10 ,nd:c:i csle Colunista. Marca e Edna F a ranl s a estanaA BD s~b1no N co I e i,,',h0, l.u . L•l =~- ça dos referidos impostos formações sobre d~ .,.:,t,,,;,1- dos mesmos RELAÇÃO DOS MOTORISTAS Outro requerimento dos m toristas que fazem o feito pelo vereador Jair Bis- transporte escolar nesle mu­ po foi endereçado expedien- nicipio, bem como informa­ te ao prefeito municipal com ções sobre aqueles que tem cópia a Secretâna Municipal o devrdo curso de formação de Educação, solicitando in- realizado pelo CIRETRAN. formações sobre a relação para a refenda atrvrdade. CONTRATAÇÃO DE OFTALMOLOGISTA ,( licitando ao Secretáno de Estado de Saúde, a possrbi­ lrdade de colocar a drsposr­ ção das escolas estaduais do nosso mumcipro. um profis­ sional na área de oftalmolo- gia, para atender gratuita­ menle os alunos da crdadà rede estadual, uma vez que sao inúmeros os pedrdos de pais e alunos carentes que - solicitam tat benfeitoria. uma vez que não tem condições lndicaçao feita pelo para arcarem com um exa­ vereador Waldir Cardoso so- me particular. . NUNCA-TI-VI De autoria do Verea­ dor Waldir Cardoso, ende­ reçado • expediente a AGESUL, na pessoa do se­ nhor Ramão Palácio, soh­ citando a possibilidade de determinar o patrolamento e encascalhamenlo de de­ terminados lrechos do Dis­ trito Nossa Senhora de Fa­ tima e Pirapoca. atendendo dessa forma. as constantes reclamações daquela popu­ lação. EXAMES OFTAlMOLÓGICOS Outra indicação do ve­ reador Waldir Cardoso foi endereçada ao prefetto muni­ cipal, solicitando o cumpri­ mento da Lei Municipal n° lilNDIMENTO ODONTOLÓGICO Outra indicação do ve- determinar que seja feito readorWald,r to, endereçada atendimento odontológico ao preferia munzcípal, para aos alunos das escolas es­ que veja a poss,brlidade de taduais do nosso munrcip10 REBEIJUlMENTO DE ENERGIA HtíftlCA Indicação da vereada! Flav10 Godoy ao deputado TRÁFEGO DE UEÍCULOS Requerimento do vere­ ador Ramào Paredes, ende­ reçado expediente ao prefe,­ to municipal Geraldo Murano ....._ 1042/88, que dispõe da obngatonedade da realzaçao Ee de exames oftalmolôg,cos nos alunos da 1 • a 8ª sérres da rede municipal de ensino. O requer:mento !oi Uc: autorra do vereaocr Ge:.:,o Requerimento dos ve readores Fiá .o Godoy ;-.., o D:ono e Isabella de Moraes endereçada a Secretara Mu­ nrcrpal de Saude. M alce Aranda. solicitando informa- mumicipo, atendendo mnume ros moradores daquela loca­ hdad que clamam por esse benef e.o Gerson Domrngos no ~nt,­ do de f.Jzer r ba•iamer.to de nerga elétrica na resdén­ cua do senhor João Crstaldo, morador da regrão do Alto Sapucaia. estrada de Bela Vrsta/Anton10 Joao. lendo em vista que a citada regão ja exrste rede de alta tensão que atende fazendas, sitos e chácaras da região e a rede de energ,a elétrica está so­ mente a 100 metros de sua resrdêncra, sendo que este morador reside no local ma,s de 36 anos. portanto um dos ma,s antrgos da reg,ao. lndrcaçáo fert.i pele ve reador Nél10 Drorro endereçada ao Drrelor do Departamento Munrc,pal ae Tràns,to. senhor Isaac de Moura, solicitando o cumpt menlo da Ler Munrcrpal nº 1 19 t /2002 que frx;a OS l,m,. es de trafego de ve,cuI05 º'-' cargas pesadas no pe11me Iro urbano do mun,crpro de Bela Vrsta Também do vereador Nélro Drono ao prefeito munr- das na Lei Municipal n• 1 191/ crpal para que determ-ne ;;o 2002, que fixa os lrmrles de setor competente o 1ráfego de veículos de cargas patrolamento e pesadas no perímetro urbano cascalhamento das ruas foa do municipio de Bela Vista com copia ao vereador Julro 1 erte, autor da Lei e ao Dire­ lor do SAAE. Hélro Cristaldo, sollcrtando o cumpnmento da Lei n• 1 198/2002 que "dispõe sobre a regulamentação é equiparação da taxa de con­ sumo de água e esgolo no munrcip:o de Bela Vista/MS, e da outras piovrdênaas·, uma vez que o prazo conudo na Le, para adequação ao SAAE já se esgotou, e até o presente a mesma não està sendo cumprida. CONVÉNIO COM A COM-CONSTRUTORA Lrno Filho, onde endereçou expediente ao prefeito muni­ cipal solicitando que encami­ nhe ao Legislativo Municipal, a cop,a do ccnvên,o celebra­ do cem a firma COM-CONS­ TRUTORA, para a constru­ ção da rede de esgoto nas proximidades da Policia Mi­ I,tar. solic1tou arnda rnforma­ çôes quan:o ao motrvo da paralisação da obra e a data do possivel reinicio. ATRASO DO REPASSE DO PSrs .;:oes .:iuanto ao a1raso dos . ~p:isses dos PSF's. do mu­ nripa.de Bela Vista, por parte i0 Govemno do Estado e se es­ uver .:!'.rasado quatS cs meses e os «alares do montante ta para qu progam des do anv Luz no Campo Indicação de Getulio assentamentos e h, neces­ llr.o endereçado ao depu- sidade de luz para aquelas tado Federal Vander familias A exemplo le c Loubet para que vatthze tou o a sentamento Junto ao Governo do Esta. Guavral que tem suas ca do a vinda do programa Luz sas financiadas e a compr no Campo, em razão de ter de suas terras também f criado em Bela Vista mais nancadas Banco do Povo Getulro Lrno endoro- cidade de Bela VIs1a. onde çou expedente ao deputa- poderá a entidade benefci­ do estadual Paulo Correa, ar rnumeras pessoas que para que v1ab1lrze Junto ao estilo ,nvest,ndo na gera­ governo do Estado a vrnda çao de renda e emprego de do Banco do Povo para a nossa cidade lntermerHação Moção de Agradecimento O vereador Ramão Paredes sotrcrtou o envio de Moção de Agradeci­ mento ao Secretário de Obras Cél10 Alves dos REGULAMHJTAÇÃO E EQUIPARAÇÃO DA TAXA DE Mutirão ÁGUA E ESGOTO NO MUNICÍPIO DE BELA VISTA Permanência cto UFMS A vereadora Orfanda dos Santos endereçou expe­ diente ao preferto para que olhasse com cannho a per­ manecia da unidade da UFMS em Bela Vista, visto Planejamento na entrega do PSA Outra indicação da vereadora Orlanda, desta vez foi endereçada a Sra . Joely Aparecida Ledesma, coordenadora do PSA, que faça um melhor plane­ jamento para a entrega das cestas alimentares, pois, muitos idosos estão porte e I , . 1e esse O vereador Xande ao usar a Tribuna da Câmara. solrcrtou do presidente da Casa de Leis a formação de uma comrssâo para que mn­ tercedessem juntamente a Polrc,a Rodovrárra Federal para que deixassem de agrr dentro do perímetro urbano, como tinha sido feto na ces­ tão passada Santos pelo a1end1mento de suas rnd1cações, des­ sa forma atendendo os anseios da população belavrstense A vereadora Orlando dos Santos solrcrtou ao pre­ feito municipal que seja feto um proJeto para a realização de um mutirão em todos os ba.rros da czdade. mas que se;am bem reahzados os ser­ viços que de forma não há necessidade de voltarem logo para conserto e limpe­ zas das ruas do bairro que está beneficiando murtas pessoas. pnnc,palmente os professores e que nao ad,an- • ta-o querer rnstalar outra fa­ culdade se não cumprir os acordos pré estabelecidos esperando muito tempo e com o calor que está fa­ zendo murto deles estão passando mal na fria. des­ sa forma evitando assim que fatos como esses ocorridos na ultima entre­ ga de cesta, não ocorra ma1s MOÇÃO AOS JORNALISTAS O vereador Jair Bis- outros jornais que ctcu­ po, juntamente com de- Iam na cidade, pela data mais pares, enviou uma comemorativa ao seu da. Moção parabenizando os transcorrido no da 07 de iornalls:as da crdade e dos Ab11t Saúde c~,o <.oh11ii~•.I J, HJliCfl ,a Dr. Gustavo Eocc+a p lo 1(,1 t,o que vem desenvolveno p orante a populaçào belavs! » bu•,cando cad,1 vez 11111 o seu aperfeiçoamento na área da medicina, htt,11 de emana pa,ado t v• crn (;•rnpn Gra•1• de fazendo cursos de especializações, para que o povo bol:J'il iicnr,o tc11h,1 um 1>0111 atr-nd1mcnto, u tenho absolu ta cor101a sr. dc1,rndtr de ~te natdrco 1 • trJ l,u ,<.ar e r. ,;e, anuilo m~is por Ocl.1 Vht.i. Parabéns Quoro p~rJilonIzar os n,ccl1cos r spons,1vc1, pelo Centro Médico e ConGullorio, pela sua cnaç,10 e p lo Lor:d,c,o que o mesmo trat p,Irn Bolit Vista. Neste domingo 13/04 2003 ,,, r.1 rcJl11.oclo urna ., 1111 fanai no Kactus Oar e I anhonete onde o trrne da O~ix1<11 Corlnthlana on!rcnt.ua o Costa e S1lv,1. O u•gun,-:o JºHº o Bairro Itaborai versus Primavera Compareçam Aniversariantes do Mê~ Parabéns a Arly Faria Diniz, que neste dia 13/0~1003 vai completar mais um ano de vida nas rosns dJ sua cxIs 4 te nela. Felicidades • Mílícclo LarJnjcira que nes• te ct1a 15/04/003 ir,, cornple• tar mas um ano ele vida. • Crernilrla Rodrigues que neste dia 10/04/003 come­ morou mais um ano de vida. Fcilc1dadcs!! --------- • /o urHvcr-sItano Sandro Gutierres Laranjeira que esta cnrnplctando mais um ano dt vida hoje ( 121041 2003), ele que esta cursan do 3° ano de Zootecnia na UEMS cm lquidauana ALMOÇO DANÇANTE Com o Grupo Sarandeio do MS 13/04/2003 - 11 :00 às 17 :00hs R$ 10,00 (Rodízio - Trazer Talheres) Chácaré Princesa do Apa (Sena) 'arcclo e /ruta Tiago L. Silva- Proprietaro nc.r 1,H"'1•.·ntc • A:int.lmcnt,J C .. r"b.J :f'M.: P<.·r.c-u5 c:e toc:.:u ~:. r-..Jrc.'.J.~ Dora Barbosa P'e»tT4A 1 n ' ... d.1- h , !-to, !57 • Cer.'N CCP u2070-4s a' 1$ 439-2380 (: - - IIYHEUS • ír.-irl.a(,Uftcnt:> de t.1B1..,•r.,1,.;,,, .u,."Jr, 0alo sardoso , 1