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TRIBUNA ESTA EIAO: 
EDITOR-CHEFE: !VALDO PEREIRA Ao II 13 pE Juro/!%8l, PORTO "URT I NO 
3,000 ExOPARLS 
ETA É U!A OYENAGEM AO 
BRAVO POVO NURTINENSE, 
5 
% pen 
) da 
3 ~ 
curto 
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1JutO 
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ii 
OB!O lVIUB!INROvENC 
O DESAFIO DESENVOL VIMENTISTA 
Desde que as 
sumiu o comando­ 
polltico-adminis 
trativo de Porto 
Murtinho, área de 
segurança Nacio­ 
nal, a 26 de fe 
vereiro deste a 
no, o prefeito E 
veraldo Alves da 
Rocha vem desen­ 
volvendo várias' 
frentes de traba 
lho em todo o Mu 
niclpio, destaca 
damente no atendi. 
mente aos setores 
de infra-estrutu 
ra urbana e soei 
al. 
Reformou, lo 
go de inicio, 7 
escolas situadas 
nas zonas urbana 
e rural do Muni­ 
cípio: do Brau­ 
nal, Reata,Curve 
lo, km-l8, Fazen 
da Firme, Santa­ 
Ana e implantou­ 
º ensino pré-es­ 
colar na Escola' 
Thomaz Laranjei­ 
ras, melhorando­ 
º ensino para tre 
ze setores de Por 
to Murtinho. 
Everaldo da 
Rocha procurou , 
conforme disse , 
"fazer da escola 
um ponto animado 
,para as crianças, 
ao mesmo tempo - 
em que, trazia o 
ensino pela cria 
tividade para fo 
ra das salas de 
aula" e constru:lu 
parques infantis 
(modelo play-gro 
und) nas escolas 
da Ingazeira,Bar 
ranco Branco e 
Thonaz Laranjei­ 
ras. 
de água exceden­ 
te do Estado, 20 
açudes para cap­ 
tação do liquido 
no bairro Bocaiu 
val, a fim de pos 
sil:ilitar ao cin 
turão verde da - 
cidade a expan - 
são da agricultu 
ra irrigada, fa 
zendo concomitan 
terente ur pro 
cesso de conten­ 
ção das águas do 
Paragcai. 
ZONA RURAL • 
Um convênio, 
com o governo do 
Estado, permitiu 
a aquisição para 
Porto Murtinho - 
de uma ambulânci 
a veraneio que, 
agora, desloca - 
nos casos de ur 
gência para a zo 
na rural do Muni 
clpio e garante­ 
ª distribuição ' 
de medicamentos­ 
e vacinações ad 
quiridas pelo se 
ter de Saúde da 
Prefeitura. 
Mas, ã seme 
lhança do que a 
contece no Nordes 
te, onde há ca 
rência de água-­ 
potável, o pre 
feito Everaldo 
Alves da Rocha - 
quis construir - 
na cidade onde há 
r:uuor quantidade 
INFRA 
ESTRUTURA 
Já em março, 
o prefeito de Por 
to -&gt;1urtinh6,dava 
prosseguimento a 
o asfaltamento - 
das ruas da cida 
de, com perspec­ 
tivas a atingir­ 
mais 8 quadras , 
depois de ter si 
do executada to 
da a infra-estru. 
tura para escoa­ 
mento de águas ' 
de chuvas, esgo 
tos e para adis 
tribuição da re 
de de abasteci - 
mento da água po 
tável. 
Também a ca 
deia pública da 
cidade recebeu - 
completa reforma, 
com grandes melho 
rias para o sis 
tema penitenciá­ 
rio local e de 
maneira a afugen 
tar o perigo de 
haver problemas­ 
para a população 
carcerária. No 
dia 8 de maio,foi 
inaugurado o f6 
rum da cidade 
com a presença - 
do secretário da 
Justiça, Dr. Nel 
son Trad, o pre­ 
sidente do Tribu 
nal de Justiça, 
Dr. Jesus de Oli 
veira Sobrinho , 
o presidente da 
Câmara Municipal, . 
Dr. Jonas Amara­ 
ae, e diversas - 
áutoridades do - 
Estado e do Muni 
clpio. 
TURISMO 
Tur!smo em 
Porto Murtinho - 
tem o nome de Ho 
tel dos Camalotes 
e é ura grande - 
fonte de renda - 
para os cofres mu 
nicipais,por is 
soo prefeito de 
termi.nou a aber­ 
tura e enc,ascalha 
mente da rua de 
acesso a este pen 
to turistico,alÉm 
de melhorar as 
l 
4 
° 3 
, . 
:......--~--·--------- ----------~----- 
metros das mar 
gens do rio, na 
. frente compreen­ 
dida entre o pré 
dio da Prefeitu­ 
ra e o edíficio 
da Receita Fede­ 
ral, numa exten- 
1 
são de 120 metros. 
Com vistas às 
enchentes anuais 
o prefeito já de 
sapropriou uma ã 
rea no km-07, da 
BR-267, para a 
construçao de bar 
racos de tábuas­ 
e com todos os be 
nefícios de uma 
cidade para o ~ 
brigo de flagela 
áos das cheias. 
As casas, já em­ 
fase adiantada ' 
de construção , 
sao do tipo apro 
priado para evi 
tar problemas de 
última hora e fa 
cilit.::r ao trata 
certo dos casos­ 
de doenças. 
O prefeito - 
pretende interce 
der junto ao go 
vernador Pedro - 
Pedrossian para a 
construção de 150 
casas em Porto - 
Murtinho pela 
Comoanhia ce Ha 
bitação do Esta­ 
do (CC'HAEl par.:, 
dir:invir c rúre 
'I 
luice.» . - 
,__ -.. .. -- - 
Y 
· l=+.,' 
.--e.g 
a , 
"-° - • 
condições gerais 
de outros pontes 
naturais de gran 
de beleza paisa­ 
gística. 
Além deste a 
cesso, a Prefei­ 
tura deterr.1inou, 
o encascalpamen­ 
to de todas as 
ruas da cidade - 
com consequentes 
melhorias da aua 
lidade de vida 
da população,evi 
tando os prejudi 
ciais danos à 
Saúde provocados 
pela poeira epor 
contaminações de 
lama fética dei 
xada pelas chu - 
vas. 
Para o r.:es:::c 
objetivo de pre 
servar a sade-­ 
pública, o pre 
!eito EveralCo Al 
ves da Rocha es 
tpa recuperando- 
2.s barrancas C.o 
rio Parcui,sen 
éc cue já execu­ 
tcu a li:eza e 
àrenage=r: êe .15 
ro de subnorad!­ 
as e propiciar to 
Ccs êS condiç·oes 
de vida aos no 
vcs habitantes - 
da cidade fronte! 
rica. 
Fveraldo R. 
c'a ·: plaerejan 
co, ta1nbém, a cons 
trução do novo - 
Paço Municipal e 
Cámara dos Verea 
dores, em convé­ 
nio a ser assina 
do com o Governo 
do Estaco para en 
campamento destas 
ctras nc grandio 
so Pró-Cidade de 
senvolvido em to 
do rincão sul-ma 
to-grossense pe 
lo sr. Pedro Pe 
drossian. 
SALÁRIOS 
Existem, em 
Porto Nurtinho 
funcionários pú 
blicos cue rece 
ben rersalente­ 
:ercs de CrSdcis 
Pil cruzeiros, o 
cue atenta o ci 
dadão diante do 
atual. custo-de­ 
vida. Breve:ente, 
a ec;;uipe do pre 
feito Everaldc - 
!:':ocha deverá en 
viar ao Poder Le 
gislativo projeto 
cn vistas a ele 
var os níveis de 
sa.lário para às 
servidores pbli 
cos. 
A faixa sa.la 
rial para os ser 
vidores do Muni­ 
cipio deverá cor 
responder ao nI 
vel de salários­ 
na iniciativapr 
vada, o que pro 
piciará condiçõ­ 
es de melhorias' 
no Serviço PÚbll 
co Municipal. 
FESTA COM 
NELSON GONÇALVES 
Dia 13,Porto 
Murtinho vive a 
grande festa do 
ar.o,corn a inaugu 
ração da avenida 
Laranjeiras, que 
recebe.ráenca.sca­ 
lha.'!lento e base 
para asfalto,ilu 
minação e arbori 
zação, na parte­ 
da manhã. No pe 
rodo da tarde­ 
e noite, estará­ 
presente cm Por 
tc Murtinho o can 
tor Nelson Gon 
ça.lves, com UI:l-­ 
show para o públ.i 
co porto-murti - 
nhense e outra a 
presentação no 
baile do Hotel - 
dos Camalotes. 
Nelson Gon 
çalves vai_ ani.r.lar 
o baile no Clube 
dos Caiçaras com 
grandes atrações 
para o povo de 
Porto Murtinho , 
graças ao dinhei 
ro arrecadado en 
tr·e a população- 
.' 
e a promoção do 
Hotel dos Camalo 
tes. O Serestei­ 
ro das Aréricas, 
permanece um dia 
na corpanhia da 
população rnurti­ 
nhense. 
SDS E DERSUL 
o prefeito E 
veraldo Alves da 
Rocha está plei­ 
teando junto à 
Secretaria de De 
senvolvirnento So 
cial a constru - 
ção de uma qua 
dra poli-esport 
va na cidade pa 
ra a proroço -­ 
das diversas mo 
dalidades de es 
porte, com vis 
tas a preparar a 
juventude nas d!s 
putas dos certa­ 
mes estaduais e 
nacionais. 
Junto ao Der 
sul, com o enge­ 
nheiro Ar.tênio-­ 
Carlos Vasques , 
o prefeito estã­ 
solicitando apo 
io para a abe.rtu 
ra de estradas - 
vicinais no Muni

TRJBU'U, 
tl'PTJITWSE 
SEMANA 00 MEIO AMBIENTE 
PROTEGER O MEIO AMBIENTE É DEFENDER A VIDA 
/lbe.rta oficial prb»lemática abten ente", ressaltando- io ab!ente, tre{ 
mnte, a I Sarona - tal, através de fo.r que" carente can a rimo que noo h:Ja 
do M::iio l~rbicnto,cin 11.'iW o:::ncret.as de - cnscientizaçdo qe desenvolvirento pa 
solc~id:! rcllli:w- participação a n!cl ral de toáos, onse ra que a natureza 
da oo anfiteatro  t4miclpal, no rentes da ooclcdade. t.ividades cio honem- _ r:sta se&lt;Jundl&#039;­ 
lllt::iJro dia l9 de ma A semana do M1o A e atingir um &#039;n!vcl linha lle &#039;pensancn­ 
io, onde Oe&lt;JUndo o biente, teve a par- de atendimento que o vem tando for 
oocrot-arlo ele Maio ticlpação elo ::;ecrc- nos permita enan, ça no mundo ircdcmo 
1rbiontc de M5, Ndo tãrio do Meio Nbi- trar .º wrdt.&#039;CX!iro qunnllaço Sottovia, ente, Lcvy Dias; o sic;nl.íicado da pala,-plos ccs ir.al.s clivcr 
disoo que 11 ITf'-ISa - secretário da lgri- vra desenvolvirrentd sos de desenvolvimn 
gem do govemooor ée ailtura e Pecuária, ;,J.!&amp;zo disse - to eronânioo proa::s 
00 que se busque um lbirajara Garcia Ftn que 'no basta a e 
50005 
uni=-ente 1i 
equU.Ibrio ambiental toura; deputado Ary ltoração de leis e base de irxlustrlali 
no Estado através - Rigo1 o ~ispo - açoes ooercltivas - - ..,_ 
d 
- - zaçao, Pl(pe 
lê-u.a l.,)Jtooual do Me e seus recursos na l!O em detri.rrento a curn se firr.ar cn,·0 ecc:-.âd.= só ter., - to Grosso do Sul,pe ão aspectos do desa1 lo chefe de pesqu.1- 
:lo l.i:W.enta, que se tural.s", 
0 
represen natureza, sob a ale Faís industrial.1.:c:- srntidc quanclc seu'· lo engenheiro flo - volvirrento i.ndustri sas da Sqx::rinten - 
t (l::olcngou até a sex tante do Secretário gação de que o 1np::,r cb, c:bedere a orna cbjetivo é a prcx_,.;:: restal lülson ~'.a.ri.o al e rreio anbiente, dência de Je=sos' 
1 
tb:-feira, dia 5-oia elo ~hlo l:ntiiente do tante é aurrentar a outra política". rr:,çz'.o de ~ tar- ja; as queimadas e can as BegUi.ntes pa H!drioos e l-t!io M 
+tndial do Mio A MLn!stérlo do Inte- oferta de errprego e. - :,;ão pcàer:,:,s ü ,·cc1al em todos os seus efeitos no rre lestras: 'estt:dos e biente do Paraná , 
i biente -, busca 1n rrelhorar o pocer a reitur o oonreito - seus aspectos". ia il!lbiente, pelo a zonearrento industri Ur1vald Palarsky,e 
ters1ficar a exp:res rior, I.eroardo Lima quisitivo do povo;e de que a poluiçâo,il rro:;w~'.AÇlo grê:nono AriJê Bcock; a1 em Mato Grosso - pelo representante- 
:;;i:) da a:msclência- Milazzo, proferiu - os preservaciaista egredaçã dos . re conservação do solo· ão Sul, lioenci.arren da Usina J'?loarei.ra 
ooletiva existente' palestra abordando' ra:l.l.cais, que não a a.usos antilentais e Na tarde do C! de Nato Grosso do to ele ativ.lcfocle FO Ester àe sao Paulo, 
em. Nato Grosso do o tema "desenvolvi- ditem qualquer - a C}Ebra cc ec;u.ilí- t.irrc dié: iç,, foran- Sul, pelo agrÕnano, h;idoras, planejanm Paulo Nogueira .run1 
!:.'Ul, o:m relação a manto e o nclo arrbi transfom.ação do rre brio o elquccsãc pro:cridas incrers Cor9e D' l.vil.il; mane to arrbiental (pelo- or). 
Acene Collaço Sottovia, Secretário f.special do Meio Ambiente, abriu oficialren­ 
te a semana ecolÕgíca. 
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8E EELO SEIISE 
UE i@RIS 
TRIBUNA DA. FRONTEIRA· 
COREIO JARDINENSE 
TRIDUNA M'CRTINHENSE 
JORNAL DE ANTONIO JOÃO 
JORNAL D8 BONITO 
Trihuna Mmtinhense 
• Fundado tlll so;1n1 
Propriedade dà 
Gráfica e Editora Apa 
c. G. C. - ~lF 03.20l.'l66/000J 
Redação e· Adminiuraç!lo: 
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Redator-Chefe: Ivuldo Pereira 
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lkmai, Munidp.ios bOO,ÓO 
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Anlomo J"Ao, Jardim e lle.lt Vl!ta 
Colaborador2s: DIveroa 
"O concelto« eitidos em rigoa 
asir:dos nlo exprimem neceswdriamete 
oplnilo do jornal, podendo até 
ter contrário a e 
No devolvemos os original 
DLetor Fundador e Respoasivel 
hr&lt;sldn Par-eira 
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ao 
t@ia 
e 
&#039; 
tOPTO 1&#039;URTINHO COl&#039;PLETA MAIS UI&quot; ANO DE SUA 
EP&#039;ANCIPAO POLÍTICA, 
E NÓS, r.UE NOS ORGULHAMOS DE TERMOS SEMPRE DEDICADO 
!:SPECI.AL INTERESSE PELOS SEUS PROBLEMAS 
E NECESSIDADES, 
NOS SENTIMOS FELIZES EM SAUDAR 
O HERÓICO ri&#039;IJNicf P!O, 
ff VALOR E FIBRA DE SUA GENTE E NO ADMIRÁVEL 
ESP!P.ITQ PÓBLICO DE SEUS 
[IP!CENTES, 
APY FIC 
rePUTADO [SJAOUAL 
M 
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ol­ 
·ilrell 
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sos&#039; 
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&#039;lkY ,e 
ante­ 
eira 
jU].o, 
Júni 
Ponto MuRr Io- I&#039;Ato 6R03o DO SUL 
o B A N C O D O B R A S I L S / A 
AGENCIA DE PoRTo HURT 1No 
&quot;O:; signatários deste 
M:norial, representantes­ 
do Estlldo de Mato GrCGso 
do SUl no Congresso Naclo 
nal, há ruí to arpanhan- 
tes da lut.11 pela emnnci.pa 
çiio petrolífera do Brasil, 
desde os tenpoo do eminen 
te brasileiro J .B. M:lntei 
ro Lcbato, criador da Can 
pilnhia Matogrossense de Pe 
tróleo S/A em 1938 e que 
tem se prolcnglldo através 
de quatro décadas até nos 
ses dias, tendo ã frente 
o insígre Vereador da ci. 
daàe de Corunbá (MS) Geral 
dino Martins de Barros , 
vem soli cl tar 11 V. Ex.a. o 
encaminharrento da prospec 
ção e,explora,;:ão do petró 
leo no Pantanal .Matogrcs­ 
sense, evidenciando por 
tcdos os tipos de indíci- 
os em mais de trinta loca 
tidades, apcntadas na pro 
posta anexa, encaminhada­ 
pelo C&#039;rologo José Bonifá­ 
cio de Alrreida e Scuza em 
27/03/81, quando em deba 
.te scbre o asstmto CXl11 re 
presentantes da PETR:BRÃS 
na cidade de Corunbá. • 
No ensejo, quererros - 
salientar que a PETRJBRÃS 
MINERIOS , através da SEFAR enaon- 
PQTENCIAL MINERAL DE CORUMBA tra-se pesquisando,em on 
sórcio cx::rn a Western Geo 
IMPRESSIONA EMPRESARIOS µu.sica1 a:irrpany of Iurerl 
a- - . de a hited, 6 Mnicipi 
os a Sede CêlmjX) Grande(M,J 
.área CXl11 pequena prcbabi- , 
tidade de aCU1TW.ação de pe 
tróleo, por enoc:ntrarem- 
se cxbertas de espesso ãer 
rarre de basal to, cujos re 
cursos crenos que seriam-­ 
mais bem errpregados a geó 
logos brasileiros na pes 
quisa ãe localidades =n 
fortes indícios de petró 
leo na in-ensa bacia sedi 
na-,, tar do Pan ta.&#039;1al Ma to - 
grcssense, que ireàe cerca 
de 183.000 km2, até hoje 
PELA SUA ADMINISTRAMO E 
FUNCIONÁRIOS, SAÚDA A HERÓICA 
PoRTO MuRTINHO NA suA DATA 
MÁXIMA, CUMPRIMENTANDO SUAS 
DIGNAS AUTORIDADES E SEU 
POVO ORDEIRO E 
TRABALHADOR, 
PoRTo M&#039;URTINHO 
Nossas fontes petrolíferas estão 
sendo precariamente pesquisada 
T&#039;V{BU!A 
&quot;rT&#039;+E!E 
EM ENNTRO CM O MINIS 
IRO DA; &#039;INS E bERGIA , 
s AS, OS PALUE!TA 
RES r-....rólao no tcrri t.êr'10 ria 
cicnal, q'Je hoje a:mlLI - 
aon1 25 bacias od!renta - 
res conhectdas, que torvem 
a impressionante área de 
3.200.000 k2 terrestres, 
e 800.000 km2 marftLos , 
dos qua.iE upc:na:; 10% fc 
ram precariarente pequi­ 
sado em 28 anos de ut 
existência. 
Fei t:e.i;p:= nesta opor 
tuni.dade, o no;so zpoi.o à 
patriótica !!Xlt.a do Minis­ 
tério das Mina:s e Dlez,Ji=ssura da per ano, expcrtanão 
Orubá para ccnhe- explc. ão de 20 me pax-....e deste proeutc 
c&gt;r "in loco" o po t:ros, _. jo 111.né.rio, para a 1..""9entina .lU 
te.nd.al mineral e • cx:ms'1deraào pelos - • toriàades e errpresã • 
xistente em cxmmbã, técnicos de alta - rios ficaram ilrpres 
rm vistas ir.Sta.la qualida:ie, contêm 52 sicnadcs can o pc - 
ção de um pólo in por cento de teor - tendal mineral àe 
àust:rlal de ferro - de nngãrese quatr cor±ã que,para e 
gusa no Est:aão. por cento de ferro. les, est acim cas 
Durante 10 ho expectativas. Fora 
ras - interratpidas Fo.i visitaca • - homenageados, loo- 
penas para o almo- triba rum Mi apôs, er solenidade 
ço a citiva lide- neraçao I E I.I,bem- na noite do ültin.o­ 
:i:ada pelos presider- ao galerias de ex dia 28, pelas auto­ 
t:es da Ccdesul e pe ploração àe mir..érl~ rtcaces o::n'Jl"baer,s;s 
lo diret= àe Mir.e- Para se ter u idé cm u jantar. No 
ração do órgão, res .ia do potencial mi dia 298, visitaram a 
pectivaente, Ney neral de Ccrb , a Errea Cimento Itã 
Santana de Carvalho enas urra ds 3e, cs teminais de em 
e ntcr.esto Pucirni, das que estão seno bar,e de runrio- 
percrreu todas as exploradas tem are da Portbrs e So - 
jazidas de fe....-ro sena qé&lt;,lôg.ica ± br.J:&#039;111 e a Q:lq&#039;..arhi.a 
mennganes,candoapr! 43mlhãs de te - Paulista de Ferro- 
=usa as=ase- ias. 1s. I 
Nós ESTAl&#039;·OS COM COI&quot; PORTO f&quot;.URTI NHO, 
NESTE DIA DE FESTAS, IRMANADOS COM SUAS AUTORIDADES E 
E SUA GENTE BOA E PROGRESSISTA, 
F I e I NA &#039;ECAN I e A H A I P O 
J 
DE LUCIANO D1As &#039;NcIEL 
E&#039; pp(lpttf.,11&#039;-&#039;!)f - FABRICAf;ÁO DE ERADES - V!TRÕS - CARIMBOS - MARCAS - APARELHOS 
PAPA RECEAkC, ESPOTES E GINÁSTICA,ETC,,, 
MS

,lq1na, 4 
TV1JM!A 
r v6&quot;E 
Rezende interpelado sobre a dragagem do Rio Paraguai 
O Hlnlnlro l&#039;.11 
z Pende, dos 
&#039;l&#039;r Mt.1)0rtc:,, cx:r.pnrc 
CCll no diil 20 00 P,1 li 
cio &lt;lo &lt;iii,.,rn poril­ 
tyro tur e:1cluroci - 
tentos obre a polI 
tJ.Cd do lrilll!lport.c:.; 
htdrovlãris. 
Na ocn.:l1iio,o ~ 
[1JtiXb ~n F&#039;i&lt;]UC.1 
ró íc z o r nlrrcn te il5 
ce&lt;jUJ,nt:c!l indagaçõ­ 
es que o 1-&#039;Jnintro &#039; 
praretcu á, o são Lou - 
guai em se.is pentes rerço, o nndego - 
=!tioos, uns emte.r (fruto da união do 
ritór!o brasileiro- lquidauana e o Mi 
outros no da Pepihli randa) . 
out.rrr a, toêJ a 
:rt yi;;o &lt;..&quot;C 1 . .r:.:..._J .t.L.., 
tlr.h;:.. cu10 via clnto de Vias :,aé'­ 
gãveis da POF'i"Clrm1 s 
aíirnou qu,., o fdo - 
Paraguai poderia ser 
vir, num futuro pró 
;tino pari! il 1.1 g..,ç3o 
íluvi,J.l S-t..l-kc:rtc:;. 
r.a, qu caçar1a a 
er feita por U-..e­ 
na; /.irc!l -f,t:c;u.':.'..­ 
r.;,, r.c. Fio Prat.n,!:t.. 
l:tr.ôo o !üo r•.u11g-..i::rJ., 
ate u ponto e qu. 
poo&lt;&#039;.!:SC ser Ugocio- 
00 ruo D.u!peré , j ~ 
no Lstac de Neto - 
cros&amp;o, e deste v0 
Rio 1 de ira,um d 
cy.andes af1 ucr.t.c5 - 
do Fio tar - o l::u­ 
zoncs. [.&#039;(?st.c, subir 
-se-ia pelo Rio l:C 
grc ;;té -atingir o C.-:i 
nal de Acassiqui ara 
entre a Colônbia e 
a Venezuela; c!a!,pc 
lo r:1.o Crin&lt;XXJ atin 
gir-se-ia o tar das 
/&#039;nt.ilhas. Esturia - 
assilr. fei Li&#039;, a liqa­ 
çc flcvtal das l&#039;r.&#039;2 
ricas. 
CO&quot;,ho:: 1-&#039;lni ct.t-a. 
Ca;t.a .. --l.v de ou 
vtr a cptnfão de vb5 
n,± Ixe!r.cía sobre 
trio dos 7ranmar- Itahum até Dourado 
Lc.:J. h turpon me pro;ra 
Iret, rape!to- ru um leal de Con 
si:n:::n~ , l)(JU.lrd:í-J i:n. t.orno ct..1 c:W:&quot;Jdc. ib 
/Úúo:: a lr&#039;!JlnnLll - esse r,rojet.o quc,p.1 
ç.- do n:::rrovt.a da rn r..1I
0
, c:rvlo ,::-bi 
0ja - de uerapua- cioso, mos perfeita 
va, no Paraná, até mente viável. 
~:irar-Li e- ;E-cr.t.J. Po r., J:-1.!&#039;ª !1n&lt;lli - 
r:i, i-r. M.r..o O-mso-- zar, três perquntas 
e.o Sul, üdc?ntrando&#039; :;ro::-e o sint:c:11..1 for 
neste D;t.eõo per r=&#039;1;1rlo. 
Olaira e l&#039;-Wldo :;c;.u / la. é: 
Jl::n:;,tz.--c::w , Hil muito se pc 
tssa Dux:l.Er.cta si de a ro-tH!c:aç-Õo do 
lonclou-se sobre o trecho dn R, F. F .- cb Ramal da 
pcr+...ill1";0 esclarece~ R.F.r., ro trecho - 
deras ce sua p!ti Crpocrande/Tanta' 
ca à frente éo nr.1s Para, ela estilção de 
C.-c-po Gr.;;nde à dú - 
l'-Úrio OJtra. 
Por qoo o 5ettb: 
Hi.nfotro, ndln fui 
f. 1 to para atl!r bravo 
Senador pen· i:.:rt:o­ 
Grosso, Vicente VUO 
lo? 
NESSfl DATA EM QUE A POPULAÇÂO DE PORTO 
1
·'UPTIIH'O 
FESTEJA Mfl!S UM ANIVERSÁRIO DE SUA H
1
ANCIP/iÇÂO 
POLfTICO ADMINISTRATIVA, TH'OS A fcRAT/i SATISFIÇiO 
DE LEVAR AS SU/1.S AUTORIDADES E AO FOVO 
ALTIVO E PROGRESSISTA DESTE 
ABENÇOADO n;Nic!PIO, NOSSOS PARAB~MS, 
'J 
;53 
; t. ,' 
j e 
_. j,. ~-- / l 
Prefeito Nestor Tagliarl_ damuniclplo dt1Am•mb•i. 
PREFEJTC ~ll"'ICJ ~n rF /lnt•rsr.r 
Jost t.LltS l':OREJRA 
PREFEITO 1·:LJHICIFIL DE !"'OURADOS 
PELO SEU REPRESelTAll!TE, ASSOCIA-SE fl~ JUSTAS HOl'ENAGENS 
QUE HCJE $ÁC PRESTADAS A PUJf,'.'TE E 
_í.J, ·.; -~ ... -..,, 
,: . 1 
1 
• l 
PORTO MURTIHO, '!O TRANSCURSO TE SUA EMAIIC I PAÇÁO POLf TI CA 
E ADMINISTRATIVA, 
!AscI» DO ITE;LISO DO INTRÉPIDO PIONEIRO, AO CONOUISTAP. 
A ~L.:A Al"TC't-:C'l·II A NO ALVOPECER t'O S~CULO, PORTO l"URHNHO 
CAl'INHOU /10 LN'.C:O !;ESSES ANOS, Al-"PARADA NO TRABALHO 
CO~'STPUTIVO t'E SEl1S DIRJGENTES E DOS 
SEUS FILHOS, ATÉ ATINGIR 
o IWEJÂ.VEL ESTÂí!C ros DIAS ATUAIS, As SUAS DIGNAS 
AUTr.DltA.rES JVUfJClPAIS E f.O SEU ?OVO 
ALTIVO E LABORIOSO, 
AU!TETOS PA SUA GRANDEZA, AS NOSSAS HOMENAGENS • 
D0ll?.AD0S - JUNH0/81 
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A PREFEJTlJJ;'A Ml!NI C !f'AI. :":E !:'OCil/l;OS: 
PDGGRESSISTA 
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1 
---------------------- --- 
TRIUVA 
PT!ASE 
Pantanal, um 
90 
·n 
·n 
fcl 
per 
RI 
11 
1 
de 
ser 
ou 
fio de esperança 
A 11111ior reserva ecolÕ 
lca do globo espera paci 
entemente no corredor da 
corte pela ação de mllhÕe,i 
de brasildroa que poderm 
solicitar seu indulto a 
autoridades, O bom aenso, 
e abnegação do povo pod·e 
rã livrar o Pantanal sul 
matogrossense da pena de• 
morte que lhe foi imposta 
com a autorização paro a 
b:plantação da Usina&#039;de Ãl 
cool da Bodoquena, 
Tida e acanhada uma 
voz de protesto contra es 
se crime ecolÕgico aoou 
em Campo Grande por ocosi 
ão da divulgação do proje 
to, maa agora ae avolumou 
e encontrou eco em todos 
os quadrantes do Pais que 
brada em uniasono. 
Ontem, quando era co 
memorado com extensa pro­ 
gramação do TNAMB, o dia 
Nacional do Meio Ambiente. 
aa solenidades oficiais - 
foram ofuscadas pelo bri 
lho e magn .. tude de ura das 
=iorea manifestações po 
pulares em defesa do Pan­ 
tanal, A passeata ecolÕgi 
ca, realizada no centro - 
da cidade a partir das 16 
horaa e 30 minutos reuniu 
gente de todas as idades, 
ambos os sexos, diferentes 
claasea sociais e de di 
versas atividades. 
Empunhando fnixas e 
cartazes alusivos a preser 
vação do Pantnnal,isolada 
mente ou representando en 
tidades multiplas, cidadã 
os conscientes da impor - 
tíincia dos efeitos da na 
tureza, reivindicaram que 
fosaem reavaliados pelas 
autoridades os criterios­ 
que proporcionaram a im 
plantaçao da Usina de Ãl 
cool da Bodoquena,em ple 
no pulmiio e celeiro de Ma 
to Grosso do Sul. 
Se por um lado a ins­ 
talação do forte complexo 
industrial do Grupo Omet­ 
to otorantin, se apresen 
ta como uma esperança de 
arreéadaçâo de impostos , 
oa prejuízos que irâ cau 
aar aos outros setores de 
Produção e os males acar 
retados pela destruiçao 
da fauna e flora atraves 
dn poluição dos rios e so 
lo. gernrão prejuízos_ in 
contáveis e irrecuperave- 
is, 
t de estranhar o para 
doxo criado entre os incm 
tivos dados ao inoperante 
Prodepan - Programa de De 
senvolvimentoldo Pantannl 
e o Projeto Bodoquena. Es 
te oegundo por força das 
circunstíincias teve trami 
tação rãpida e silenciosa 
acabando por ser aprovado 
e jã ae encontra cm ndian 
tado estágio de execução. 
NO PARLA ENT O 
Situações ridículas - 
ocorrem inclusive na Assa 
bleia Legislativa, quando 
o deputado Ary Rigo, afas 
tando-se de sua condiçao­ 
de parlamentar do PDS, as 
sumiu a personalidade de 
engenheiro agrônomo e a 
presentou um projeto para 
&#039;que não se permitisse a 
instalação de usinas de ãl 
cool em toda região ribei 
rinha ao rio Paraguai e 
seus afluentes. Tal foi o 
merito da atitude de Rigo 
que a oposição pediu que 
o projeto fosse votado em 
regime de urgência urgen­ 
tíssima. 
Convocada uma sessão­ 
extraordinãria para a vo 
tação em Plenãrio,tendo - 
como relator o deputado E 
duardo Contar Filho (PD~) 
que deu parecer favorável, 
tal sessao nua ocorreu po 
is que chegou o chefe da 
Casa Civil, Osmar Dutra , 
e alem d± dissuadir o re 
lato~ não permitiu que a 
bancada pedessista copa­ 
recesse ao plenârio da As 
semblêia Legislativa. Pro 
testos da oposição que es 
perou em vao ate o dia se 
guinte, quando cabisbaixo 
Ary Rigo depois de &quot;refle 
tir&quot; sobre seu gesto,reti 
rou o projeto da Mesa Di 
retora alegando que 1r1a 
&quot;estudar melhor&quot; para rea 
presentá-lo cportunamente. 
Estava evidenciado as 
sim o 1/2 ambiente no par 
lamento de Mato Grosso do 
Sul, por falta de n:eios - 
Ary Riga acabara ficando­ 
tambêm sem ambiente e os 
parlamentares somavnm du 
as metades com idéias nn 
tag@nicas por questão de 
defesa de interesses poli 
ticos de pequenos grupos. 
O CCT1Irf 
Em meio a centenas de 
cidadãos omissos, autênti 
cos sul-ratogrossenses 
D!t?smo sabendo que não ti 
nhar poder para i.pedir a 
devastação que estava pres 
tes n ser inici:,;da, se uniu 
forando uma força via - 
com a denoninação de Co::i.i 
tê de Defs dc Pantanal. 
Por falta de recursos 
oficiais e dificuldade de 
encortrr adesões para o 
movimento. a atuação do 
Comitê no principie teve 
pouca divulgação e suas 
O assunto foi motivo- açoes so~r.te era~ conhe­ 
de vârios debates na Casa&#039; ci fundiária- que, no INCRA, o auxilia - 
de 1-1.lndo Novo, isso há 2 ra nessa patriÕtica t.are- 
anes atrás, o pr1nei.ro pas fa". 
so efetivo para o inicio- "Não se deve, porém,p:r 
da titulação das terras, um ato de jus tlça, esque - 
Mais adiante, disse o mr--se iXI1.l1 do trabalho do 
parlamentar sulmatogrossen ex-Prefeito de Mundo Novo, 
se: "O Perscnagern que ocu- Sr, Walter de Pina, dos a 
pa transitoriarrent.e o Go tuals rrenbros da Câmara de 
vemo de Mato Grosso do &amp;11. Vereadores do rresmo M.lnici 
- o O:lvernador de Plantão- pio, do ex-(bvemaddor Mar 
que é - e sem as boas gra celo Miranda e aqui no O:n ~ r"-1/ 
ças d:;i Planalto - na sua gresso Naclcnal, do Senadcr 
dcentia cbstinação de PO Saldanha terzi e,permitilln- 
DER, de ser dcno de tu:lo , ne a im:xlêstia do rrcu, que [j 
acaba de usurpar um exce - serrpre estivencs coticlia - 
lente trabalho do INCFA,es rrente junto ao Sr. Presidm 
pecialJrente de seu Presi- te da R:!pública, Sr. Minis Na toto acima, 
dente Dr. Paulo YdO com O pente 
de vista do Sr. 'lllanaz Ed 
scn Nldrade Vieira e o te 
putado Rben Figueiró en 
viuo-lhe o seguinte telex: 
"Sr. 'lhanaz Edson Andrade­ 
Vieira - Diretor do AERI 
DUS - Ol..'"1 tiba- PR. - suas 
palavras no encerrarrento - 
XIV Ccngresso Nacional dos 
Bancos vg pelos trecncs - 
que li na illprensa nacicnal 
Ufl'!.S 
CONSELHO FEDERAL DE EDUCACÃO 
RECONHECE CURSO DE CI[NCIAS 
la .:issessoría. t.êcni 
ca do CFE foi apro­ 
vado o reconhecinen 
to do curso pela câ 
ara de Ensino Supe 
rior e pelo plenário 
daquele Conselho. 
Cen isso, a FS a 
guarda agora os ta 
mi tes nort!!'ais C os 
processos referen - 
tes aos cursos de 
Pedagogia, de Três­ 
Lagoas; Esquema I, 
todos de Cru; e 
que se enccntra:n no 
Conselho Federal de 
Educação, aguardan­ 
do reconheciento. 
Regularizando esses 
cur:&gt;os, re:sta:rã ape 
nas o c:u.rso de Agro 
no.ia, de Durados 
que aguarda o pra:6 
lega. de funeicnxa - 
entro para efetivar 
o reconheciII:e:nto .. E~ 
BrasLlia, no Conse­ 
lho_Fedcral de Eàu- 
caçao, os processos 
sofre uma analise­ 
pr-êvia e pcst.er-io·r-' 
verificação das co 
diçÕes de fu-ncio·na­ 
::.ento. E seguida , 
uca assessoria te"cr-.i 
e.a dá pa.rêcer e, e:g, 
p:lenãrio, os co·nsc­ 
lheiras e.m:it.em sua 
opinião. ün caso de 
aprç,v-aç.ão, o c.ur::;.c­ 
st:râ ho;nologa:io pe 
l.o }tinistê:rio da E 
ducs;ão e Cultura. 
BOM fNDICE TÉCNICO 
NO TORNEIO EE 
NATAPD D, l:JWS 
O torneio de na 
ta;o prcsvido pe 
lo Departamento de 
Educação Física da 
!0os r1os, 
laqs e lagoas e 
to se tornando 
milJ r,:GCI'., , porque 
mi ).hll.!'CS do l:.cN}­ 
Ladas de terras ' 
são arrastada pe 
las enxurradas, a 
tn cJ,e:;, t0'1ôo o:; 
anos. Oon1 Lo,+a 
9('1t 00 pnrju!=­ 
através do epdz 
c:irrento do solo , 
cem a ersão e atil 
mesao provocando­ 
enchentes. Para 
ter uma idéia den 
se processo, ua 
cultura de algo - 
dão, i;em oo dcv-1 
dos cuidados' pcxlc 
gerar a percfa, de 
38 mil quilos de 
terra por hectare 
anualrrente. 
Técniooo do 
Projeto G.l};T,'1-BU, 
preocupados o::m o 
prc:bleiM, e tanan 
do aro exemplas­ 
essc e·outros fa 
too, estão elabo­ 
rando estudos que 
já entraram na fa 
se conclusiva, vi 
sarx:lo orientar os 
prcdutores,de um 
nx:rlo geral, a::rno 
reduzir essa a:nea 
ça. são ncmnas - 
si.l!ples de serem• 
seguidas e para fa 
cilltar ainda ma­ 
is as orientações 
tudo fel. transfor 
mado em folhetos- 
11.ustrados que de 
ver ão estar breve 
l!Elte ern tocbs os 
escritórios da EM 
PAER do Mato Gros 
·so ào Sul, enti.da 
des rurais, dele­ 
gacias e Secreta­ 
ria de h]rlc:ultu­ 
ra ale das agên 
d.as do Banoo do 
Brasil. 
PRESERVAç'O 
DAS M'.TAS: 
Os preju:i:z.os, 
são grandes, prln 
cipa.lne.-ite quarw 
prcrluzidos pela 
erosão, ou seja , 
um a..'Tast=nto - 
de terra pelas en 
xurradas que des 
t:rói o solo. Se 
gu..-.:io os técnicos 
do Gt!laAMBU, a me 
lhcr proteção do 
solo c:mtra a ero 
soo são as matas, 
po.rque ev.l. tam a 
for.ação de erxur 
rada.s e ajudam a 
infiltração da á 
Universid.ade Fede - gua r.o solo. Por­ 
ral, alcançou seus tanto, e indispen 
re.ais objetivos, se svel preserva-l 
gundo a coordeoado- nos terrenos rui 
ra do encontro pro to ad.de.."ltados,al 
M:irisa Ferre.ira Cui to dos r.o.rros e 
ares Faria.O cer nas encostas, no 
taoe contou cca a dispens-anlo, qaan 
presença de J equi- do poss!vel,as ca 
pes e cais de 30 a pins, que forra.­ 
tletas, sendo dispu verdadeiros tape 
tado na piscina do tes protetores da 
c.ou:p l:xo e s porivo- terra .. 
da FS e os tempos As culturas , 
rora cnsiderados- notadamente acue­ 
bons. A Universida- las feitas anual­ 
d! venceu a copeti mente, deve ou 
ç a.o Por e q uipes , t.an par a parte plna 
to no masculino co do terreno. sim 
?!!O ·no fc:m:inino, so ples: no alto do 
ando o aior n@e- narro, s matas; 
ro de pont;,s • A MA nas enastas, as 
CE foi a vice-carpe capins e na Parte 
a e a União dos Sar nenos actclentada­ 
s,,ntos en.t rou e,:, _ geográfisal!ente 
terceiro lugar. as lavouras. 
referente:&gt;ente aa agric:ul­ 
tura brasileira vg revelam 
ua realidade que o Gover­ 
no não pode olvidar pt So 
rrente o lucro vg através - 
um trabalho responsável vq 
pode unir indisso.1-uvelnerne 
a terra ao haren vg que - 
tem no Brasi.l sentinentc; • 
atávicos do capital e da 
prcpriedaàe et gue par is 
to deven sobrepor ao capi­ 
taliSiro de Est.aào pt 
' 
j 
! 
1 
1 
1 
l 
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D­ 
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fa 
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C(Ufl 
fa 
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os 
um 
J1lO 
ea 
F li U'// 
·r;r 
DEPUTADOS 
INTEGRAÇÂQ DA REG!ÁO DQ DOLsAo 
ATRAVÉS DA TELEVISAO 
m' 
.f8 
. na- 
es. 
:or 
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eve 
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des 
se. 
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me 
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e.tO 
.. .as, 
a 
pDS) !oi autor 
de indicação no sentido - 
de ser encaminhado cx[XXli 
ente ao nr, Cc,l,Jmador do 
Eat.ado, solicitanoo a in­ 
terferência do Poder Exc.&gt;­ 
cutivo junto ao Min15Lérk, 
elas CarD.Jnicaçõcs, a fim - 
ele que seja, o mais breve 
pos!!Ivcl, integrada ao - 
resto do Eatooo a Peg-J.ão­ 
do BolDiio, através das ima 
gens das cstaç,ões ele tele 
visão cnn sede cm c.arrpo - 
Grande, ressal tnndo-se que 
essa região jã está hoje- 
in tk.'&lt;jr arulo--:;;c ~ cx:r.t:r:ct.c 
estadual através de Podo­ 
Via da. Espcra.nçn, rcprc­ 
sentada pelo, Projeto /lpa 
poré, em execução, e que 
o envio da.s imilgcns atra 
vés da &#039;IV beneficiará oo 
rrun.t. cl p.f c:o de: &lt;.:.o$ La FJ ca, 
Cassil.&#039;india, Parar,a.Ioo, 1, 
pareci.da do Tabuado,Sclvi 
ria, Inocência, Três Lago 
as, Drasi l.ând.ia, Parafao­ 
do Jpaparé, Waiã do Sul, 
Altó Ta.-nandaré, SÕO Joii, 
do J&#039;poré, Rairoulândi a , ~ b 
rangas, 1lto SantS ANOS, 
PALMILHANDO OS CAMINHOS DO PROGPF.SSO, 
.. 
Posto fiscal na ponte do Córrego Burití 
o D?putado !Ulel Trin 
dade (PI:S l foi autor ele 
inil.cação ao sr. Governa­ 
dor do Estado, can a:pia' 
ao Secretário do Maio- Jm 
biente, encarecendo a_ ne 
a&gt;ssicuã? da instclaçao - 
de um posto ele fiscaliza­ 
ção fúco junto à poote do 
c:i5nego do "Buriti",na es 
t.rada da Barra-Mansa, asse 
CJUrando o par.lamentar em 
sua just.1ficat1va,que tal 
inid.ativa tem cxxro fina­ 
lidade presez:,var a fa.ma' 
e flora pantaneira, o.rja 
estrada de acessn ao san­ 
lakio eaolÕaioo '- pals 
tem sido preservado pelos 
f aziendc1ra; d3 região ,que 
r.unca pe.m-J. tizn- ê ~ cac.2: 
pred.,-.....ória. Cor. a c::nst:...:.C 
ção da estrado ?tua 
-Parra 'nsa, lc sr:c 
daqueles ezer.eiras, rre 
encr.eroc lncuia " n:itê e 
xistente, sad» rele zt: 
al (JOVC:rr.2CC::- 
1 11~ ~ 
justo, a:ir-.sdentc e- hur.a 
no do que dcter tal e.&lt;ct=a 
ela cle un: peste !.1.J.:o cc - 
fiscalizaçc da SE7,5r 
t.cria Estac:cl êo reio ;.._­ 
biente, cada a facilidxie 
de asso qc dr caca 
clancstina e precri ENSEJO DE MAIS UM ANIVERSÁRIO DO MUNlcf PIO DE 
PcRTc "URTIXHC, COMPLETANDO MA1 S UM ANO DE TRABALHO CONSCIENTE 
E COr-iSTRUÇ.ÁC Ef' PRC&gt;L D.A GRANDEZA DO ESTADO E DO P»IS, LEVAMOS 
AS Sl:AS DIGNAS .AUTORIDADES E A SUA POPULA(;ÁO LABOP.IOSA E 
Pf;CGRESSISTA AS SUAS MAIS EFUSl
0
VAS ~ONGRATULAÇÓES; JUNTAMENTE 
ccr· A CERTEZA !'E, t'ORTO ruPTINHO, PELO VALOR DE SUA GEtíTE 
ESTARÁ OCUPAl'iDO, DENTRE E~ BREVE; POSl(;ÁO DE RELEVO NO CONTEXTO 
SUL-NATOCROSSE!SE, 
FST (EEL 
LAVJIC:E'!S, 
LUFF I F! CAÇÓES E 
Porto ?--·urtir.ho 
POITCl ffRREIRA 
RESTAURANTE; 
BORRACHARIA E 
LUBRIFICANTES, 
('.:.ASOLINA E 
óLo P:zsEL. 
K 55 
Rod. Ierin a Porto Murtirh

,., 
1 
viq1na E 
-------------- 
PORTO 
VOICE AGORA 9 DESAFIO DESENVOLVIMENTISTA DE EVERALDO DA ROCH1', 
CO'.IT, 
,I 
Toro !'URTwo - MATO GROsso DO SUL 
ve nh a para o Pantanal..- 
E tenha todo o 
conforto de casa. 
cíp1o, principal 
mente nao locali 
dadeu de Colônia 
Cachoo1ra,BO qui 
lômotroo1 lnga - 
zoira, 70 quilô­ 
motroo1 Docaivnl 
a Fazenda Firme­ 
o daí ao corvelo, 
com 120 qu1lóme-· 
troa de extensão 
PORTO FLUVIAL 
Eatá em eatu 
do a construção­ 
do porto fluvial 
de Porto Murti - 
nho pàra o eacoa 
monto das safras 
agrícolas das re 
giÕes produtoras 
em Mato Grosso - 
do Sul. A princi 
pnl empresa into 
ressado é a Co 
trijul, que en 
frenta atualmen­ 
te problemas nos 
portos de Santos nha P11.1111gu11.la. 
o Paranaguá, soo rio Paraguai , 
brecarregados pe depois de um pro 
las exportações- cesso íácil de 
do outros produ- drenagem no seu 
too de outras re leito é navegá - 
giõoa do Pala. velem qualquer- 
No perlodo_- época do ano. 
d cheias, quan 
do o rio Paraqud'pERAÇÃO NINFA 
2dquire condi,o 
e de navegaçao, Com o objeti 
ó exatamente a é vo de manter as 
poca em que ocor guarnições ades­ 
re a colheita - tradas para pron 
dno principais - ta aplicação em 
safras agricolas casos de necessi 
no Estado. Segun dades, realiza-­ 
do a Portobrãs , se anualmente em 
Ope.1t11ção conta 
dvenas undaaes a Matrha Brasa e Pa- 
taguaa, ente a quais a Fotha de Mato - 
G040, e o 1? Esquadão de Hec@pteos de 
Empego Genat de Pedxo A'Adea (RJ} e Mar- 
Porto Murtinho a 
Operação Ninfa , 
com a participa­ 
ção de diversas' 
unidades a Mari 
nha Brasileira e 
Paraguaia, entre 
as quais a Froti 
lha de Mato Gros 
so, e o l Esqua 
drao de P.elicop­ 
teros de Emprego 
Geral de Pedro - 
A'Aldeia (Rio de 
Janeiro) e Mari­ 
nh;, Paraguaia. 
Participam,a 
inda, da Opera - 
ção Ninfa o Pelo 
tão de Fuzileircs 
Navais de Esqua­ 
dra Brasileira e 
a FAB, que dã to 
do apoio às ccr.­ 
petições con, o 
transporte Cos 
participantes.Es 
te ano, realizou 
-se e Concurso - 
His t-:infa e viiri 
as modal!&amp;ades - 
de esportcfi àu 
rante a estdo - 
do pessoal d !&gt; 
irte. 
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VEREADOR NELSON RIBEIRO PIRES - "DB 
A NOSSA MENSAGEM CORDIAL DE CONGRATULAS AS DIC'NAS Al:TC'R!t:AtF.S 
E AO BRAVO POVO DO MEU MUNlcf PI0
1 NA DATA EM t:lUE CC~'Ef'OPA ~•JIIS 
UM ANO DE SUA EMANCIPAO 
POLfTICA, AQUELE ABRA(;O 
DO VEREADOR NELSON PIRES, 
f1ENSA6EA 
r, rJ!r•11r.A ft)fll C
0
l P/IL DE PORTO r
1
uPT1 NHO, PELO SEU PRES !DENTE 
E INTERPRETA!DO O SENTIMENTO DE TODOS OS LEGÍTIMOS 
REPRESE~ITl'-NTES DE SUA ALTIVA E LABOR! OSA POPULAÇÁO, 
ASSCCIA-SE O JÔBILO DE TODO O NOSSO QUERIDO 
Hotel dos **** 
ama otes 
ruNiclPIO NO FESTIVO TRANSCURSO DE MAIS UM ANO 
TE SUA AUTONOMIA POLÍTICA E ADMINISTRATIVA, 
F.EAFI R~'.ANDO O SEU PATRIÓTICO PROPÔS !TO DE 
LUTAR INCANSAVELMENTE PELAS SUAS JUSTAS 
ASPIRAES E MAIOR GRANDEZA DE 
f'ORTO f'_URT I NHO E 
!'Aro GROsso Do SUL, 
JONAS AMARAGE 
PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL 
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