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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIII_Nº741_23_06_1985
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ºº
do
Uni~ão Democrática
llojc, ma is do que
nuncn, é preciso a part1-
cipação de cada hclavis -
tense no processo políti
co, atuando nos qu..1dros,
soja do maneira direta ou
indireta:
Após vinte anos -
de autoritarismo. o povo
hclavistense ter:Í oportu
nidade de eleger o seu -
Prefeito. através do voto
Sehastiiio Zacarias Filho
c ll.V. •p:-l·-:ls,,, al'in:1-
cle tudo. tle homens que
;tjudem a 1 'J HEl'IIHI.I
CA a fomar um (overno
do povo para o po10,
Estamos cons -
t l'llÍ ndo tuna NO'J 11EIJ
VISTJ•, o nosso lavra -
dor, comcrciãrio, lxm
cário, pedreiro, meci
nico, cnf im. as 11ossas
classes trabalhadoras
precisam de homens que
qu:mdo neccss,Írio. fa
lem por elas, mns. é -
preciso que est.i vo:es
sejam ouvidas.
Precisamos de
políticos que mereçam
o rcspei to e que atu
cm de maneira direta
na solução de nossos
problemas.
• Este e o nosso
objetivo maior.
• lNIR - F()fff/LE
CER - PJRTTCIPM -
CSTRIJIR -
"Com a Novn Rcpiihl ica
Chnpa lln i iio l)emoc r:Í ti
ca"-
s-
4
1
óo- i
dr-
J•
_.:.-::-,_,,
;·
X)
·J
livre e democratico.
Antes de se esco
lher o candidato do parti
do- do PMDB que dis.putarã
as eleições de novcr..bro :.
dia 7 de julho elegeremos
o novo Diretório Munici -
pal.
Com a ~ova Repú
blica reccnizada pelo -
saudoso presidente Tan
credo Neves, a qual es -
tá se finnando no atual -
Governo Dcmocratico de -
José Sarney. definir.un-sc
algumas metas básicas, -
mas, o mais importante .. _ -
sem dtívida alguma. foi a
valoriwçiio da classe po
lítica.
I:ddentementc que
no rl'gime democriítico to
das as t L'ndênci as mere<:em
o respeito e a liderança
<li:' opinarem. é no confro.!!_
to das idéins que atin!fi
mos a s1ntcse que leva a
cducaçiio <los problemas.
/ nossa Chapa lln_i
iio llcmocr,ítica- Visa for "'
m:1r um grupo coeso- um -
partido forte- onde todos
terao a l 1_b_et;d.tde . e o -
direito de opinar. E de -
triste lembrança a, centra
1 i zaçiio do poder de d ire-
t ri zc:-: c.•manadas de cima p
ra ba i xo- hoje , o povo -
particip,1 Jo processo- e
as idéias sran d h«is
para cim:1.
io é hora de
promessas. n:io é hora Je
direr que isto ou aquilo
precisa ser fci to. S:ihcrno
o que Bela Vista precisa.
OIJP/ PMA O DIRETÕRTO
ÍNTCIPÃÍ: 1UI0 TEn
CRiTICJ
01-Cononi la !.ourei ro -
dq Almeida
02-lldefonso Pinheiro
. 03-Ricardo de Souza Ro
sa
0-1- Si <lnev •lasca renhas
05- Pedro· Geraldo de -
Melo
06 - Sebastião Zacari
as í-i lho
07- João Ju~usto Perei
ra de Souza -
08- José Ayres C.nfurc
1
9- José Chaves Lim.1 /
107 Nélio·Oiório
11- F.lidio }lc llo '
12- Ftavio llenriquc
13- Edson ~br-aes Filho
14- Roberto Ocariz: de
Souza Rosa _
.15- Rosita Rosa f,omes
. 16- Alvaro ~lontc.irQ._ •. -
1 lasca renhas
-17- Israel Chamorro
18
7
Edson }lcdeiros_de
1-loraes
19- Fernando Jorge Rr
ros
20-João Cezar Salomiio
21-JuJ iiio (",odoy
22- Abrão Aillloa Zacari:
as
23- Francisco Enunanoel
A. Costa
24- Dario Miranda
g-/lbertino Rufino de
Matos
26- Everian.1 Carvalho
27- Otavio Loureiro de
Almeida •
28- João Evangelista
Chamorro
29- Monclar Rosa Cor -
rea
30- Oswa ldo r,ornes
31- /strogi l<lo l'erei ra
32- Victor Vieira
33- Kestor Alm:ida
34- r:ranc-isco .José de
/norim
Líder: Rossevclt Lino
Garcia
PARA SllPLl::.'TEiS_:_
01- RC1sscvelt Lino Car
eia
112- l·ratK isco da runh.
llont ci ro 1-'i I ho
- 5. Ihyr.Mede iro 1o-
reiro
fl•I- Eduardo Rondon
05- Ozail Ossun:i
6- Hilda Braz Carnei
ro
07- l'ilson Lino
08- Luiz Carlos (".ali ia
ri 'lach:ido
• 09- Gctulio Lino
10-Jrmindo Mesquit1 ele
/rrud:i
11- Eudo Pinheiro Fi -
lho
A Chapa Inião De
mocrátiva, é composta
por pessoas he inter
cionlas, vis:m o pro-
J
.,
Ivan Quer
4CERTO AMIGAVEL PARA •
OS MUTU4RIOS 04 COHAB .·
O Vereador Ivan Afonso da «sta 'Arques.
do PFL, solicitou na a ar.a Municipal, na ao
de segunda feira. que seja enviado. vo a mira
urgência, ofício ao overnn or wil on {arbo«a
Martins. com cópia i residente d+ A, Dra, -
uleide Paniao, solicitando que cut u
zar as açoes executivas conta os proprietário-
das asas da Y}. procurando ua soluçao
através d um acerto amigável.
Para Ivan 'Ianques ''considerando que vir ios
moradores daquele conjunto habita i ... iJ ; í r,,, ·•
notificados a procederem o total magrento «d1s -
prestações atraso: considerado aus « fsrt
'-
Pensamento
OIAPA PARA DEl.ff,.T'()S -
1 c011NI RETO@.
n1- llor:Ício Henrique -
Rnm
efetivados os juizaentos da curpetente ação -
executiva. o saldo devedor será .ar:entado de 1uma
maneira assustador. evidenciado pelos juros de
n'iÓr:i e correco monetária. acrescidos ainda de
despesas judiciais e honorários advocaticios.
tornando-se quuse que ipossi l'l o p:ig:mcnto sc::i
u prévio acbrdo. muito mais pelo baixo poder
aqui,o; i ti 'O d:1 qua,;l' tota 1 i d:i<lt· J,>:< nor.1Jorc•,-; <lu
ref erido conjunto habi t:,c ion:11. csiwr:nos prcnt;1
intcrvcnç:io do senhor (oernador no :<en: itlo Je
minorar o sofrimento da classe trabalhadora.
PARA SUPLENTE DE OEI.E
f..ÚlO.'i -
01 - .Jo:io Augusto Pc-, -
reir:i de Sou:J
grcsso de Bela 'ist:i. -
o ht'fl l'Star do belavis
tensc. rl,; seus cor.,po -
ncntc entendem que a
hora é de ref!cxiio,
part icipaç:io e uniiio -
de esforços. (Com o ad
vento da OVA REPUBL.I -
Cr. é preciso que TO -
ll..'i as camadas repre -
sentativas da socieda
dc partic!_pcm <lo riro -
cesso nol 1t Íl:O. :io só
o trahalhador. rn:is tam
hem os empresiírios hem
intencionados precisam
colaborar com o Brasil.
1':io é criando areiis de
atrito. briga le pa -
trões e empregados que
se construi r:í a democra
cia sonhada por Tancre
do Neves. R através da
Ur.i:io.
estares começando é ua demonstrarão
clara da disposição do nosso partido crn respcm!et
com_ açoes concretas e definidas ao desafio que
aceitamos de mostr:ir :io po1·0 de Ht•la 'ista os ca
minhos rara a supera :io de sc11s ;.;parentc::icntc -
111superaye1s proh1cm:1;;. :'ossa fõn:ula ror.1 isso
não tem segredo. Nosso jogo é limpo:exercer ie
mocrat1carente a administração municipal. Aão a
democracia do qesemprego. não a democracia que -
so favorece as minorias. do arbítrio e dos des
randos. E a nossa. 1:Íss:io t1·:msformar cn rc·:iliàa
de os mais lgitiros anseios da comunidade aue -
nos colocam onde estamos. E nosso dever invocar
o_ tcste.·nunho _de nossos bairros. e nossa associa
çocs cor;unitarias. de nossa cidade :Jc que c·:-.cr.:i,
taros o poder de NO S DDS CM! O MOSSO P O e _
nao estendidas par:, que apl'1ns os oportunista;;
as :ilcancem.
Eu trabalio que está coçando e que
nos en he de entusia~~-o. !'·..ir:,uc h·í tudo por sc:-r
feito. E porque confia7os no apoio de todos par
fincamos4s raizes de um partido verluleira:ente
popular. •
11dcfonso l'inhc-iro
------------------------------- ----- ----
LEIA NA DLTI PMGIQ COMENTADO DOR NANCY.
----------------- - ------------------ ---- ----
JOf<L r ;i J I r . 1 , : • , .- • ti í, 1
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pr:1.:0 d,· l'., :,, 1i11 •
dias.
- .Jo é Aelin -
e· <;ih,1. oril i.Jl do !k
gist ro d· Jr,IÍ1l'i-. d1 t)
l,J:H(.I dl· lk•J.1 Í-Slii. 1'
tado dt• )bt o (rosso do
'iul. 11,1 run.,:i t!.1 1 t';. -
etc ....
- l,1.: p1ihl ico.
p:11 a du1da uo!"- rn t· -
ressados, em cuprimen
to do ui,;po:-to no :irt.-
19. $ 5° da lc-i 11'· e,. -1,
fi. de l'l-12-
7l. rwlo ::-.r.
.Jul 1iio c;oJoi. hr.i-;i ll'i
ro . casado. nintcr.
inseri to no C"I. ,,,1, ,,-
a, Lot d a dn i
11.1('1() d, ) T1•.: .•li "1 l I
rara }''. oprender
do lut<, e,, 1 :,n I dv ...
40,008.0+ m2 t (Qnrnta
nil. S'l'll'lltls (• oitn
metros quadrados): Vias
PGblicas c Ruas cor
15.020.00 m2 (quinze mil
t· 11ntl' 1,.etru, q11;1,lr:1
dos) e Praça om 6.872-
Ili! r1~ (Sl'lS "IÍI, oit,1,·u1
tos setenta e dois te -
tros q11;i,lr:i.lo,:). t·nnfn1
••• , •• , tCl ck- pro, ICJ(l
·. Exíste .sempre
CIJAL.
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caminho.
PARATI. COl, SANTANA,
VEI RO, KOMB 1.
VOYAGE,
CARRO
FUSCA,
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ESPERA.
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·=--=·C==l=óJA,...L=-=·-=Cl~A===J,;,;,.;l=-:RD:/,,1,,l=-NE--=Né=S=·E=-=·=~~~(:..;::t-==~Tr-=O=-~;::_:.;O:._VE~l~S=· ~L~T=D~A~· ~~~~-~--=~=:..-~--=,.,.....
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e derivados. as
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u partir da ruais i
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SECRETRIA E DIA!A
r}.O: EL'll' BRU'f.
f-OTOL TTO: .108 '-!ELLO
l'!f>RESSM: GILSO SI!.'·.,
S/.'fOS.
Rr.-.nr'IIX1 [:'-1
20/02/1972-------
Registro no -
Cartório de Titulos e
DocLDnentos n1 ~5 Rc<l3-
ção, aclninistr:1ç:io e -
Dcnartar.c'Tlto r.o:·1:.'rci u 1
Rua da Repúb 1 i e.a 5/ ";; -
Bela 'i sta-•tc; - TONE -
(067) -l3!J-l,H0.
.'SS l~~1UR.S
'&"iã .. Yísta- ~ 5().(1(!0.n"
Denais '"un. 55.000.nP
!l~l'Rf:..'iE TA.TE ,AC 10.. L
'liÍhula 'eiculos c!e Co
nunic.1ciio <;/r. - l.td:1 -
Rua 7 de Abri1, 282
5
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R:Gl'S E't GER:L: A'. !1uquc <lt• C:1xiii!". ·99 - .J:irJim-HS
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A juvntu@s de uma maneira geral. uu lld,,
mo uma pareda d; sociedade brarllelra, que
p[vare ircponzável; que não estavam
nm ligando pata e,., p•oblerr.os !amllir.Lcs, pn
r,, os protlcffi(IS da comunidade, e da Nnç.'io, fs
1,, foi umn mandrn errônea de (:J pcm~r.
!s; o jovem rc omitiu dt te.dos estes problemas
por~uc não lhe foi dada chance necessária pa
a mostrar o seu valor.
Esta lmr-gcm de lrrcspc;n.rablllcla,ic do
3 jo
HIIS, foi criada pelas próprias pessoas que go
ninavam nc~so País, na gmndc oprersão rnfrl
da pelo pc,vo br. llc.lro desde 1. 64, eles implan
terem umn ditadura disfarçada, onde Jovens sr
rcnllrnm cnsirados de seus p:msamentos C'
ideais, não ró os jovens sentiram tsta opressão,
rnos; todos aqueles que lentav;m expor suas
JJéJos e pensamentos, apenas uma diminuta par
cela que tinha o poder nas mãos é qu poderizm
sugerir alguma coisa.
Muitos dos problemas_que hoje atravessa
mos, prc;blemas que afetran a Naçf.o ,estão dire
Hoje a juvUltudc braf!lelra é firme. decidi
da e está lutr/:ldo por seus ideais. siio livres e
idealistas. Já represer.ta uma parcela muito
gran,de na nova fce que atravtssa o País, pois
1
A
O Deput;,Jo Robuto Orro, do PMDB, ao co
mentar as mobilizações €m divc.rsos Estados
• brasileiros dos produtores rurais. assin~lou que
o Governo deve tomar medidas emergenciais
de forma a "assegurar a estabilidade da área
produtora". Se iS!:o não ocorrer, o Deputado
acredita que "a situação se agravará extraordi
I!ÍUirmcnte e a inflação retomará sua escala
Progressiva com a elevação do curto de vida".
ROBERTO ORRO afirmou que o Ministro
da Agricultura, Pedro Simcn, é "um homem ca
paz e um politico experiCJ1te, profundo conhece
dor dos problemas agrícolas do Pãis". Mas, sa
lilntou que "sem recursos o Ministtrio pouco
po<le fazer".
C!ante dessa situação. Orro acredita que o
Gonmo Federal deve redebrar seu empenho
na aplicação de medidas ~oci=r~ para recuperar
o poder aquisitivo <la população, e .'presllg.lar'.
cem prioridade,
0 setor agrícola, pois o abasteci
mento do merczdo interno está ameaçado com
as sucessivas crises e reduções âa produção"·
João carlos Velasque
TELEMAT
. .,;- c.!c seu Prc
A P1.:feitura Munlc•pal a
1
rª'-" . Jun
kitc. ILDEFONSO p!N}lElRO co~egu1u 1
. • MA'T' rnsta a
l•lllen1€ ao Presidente da 'fELEl •
l;C I n· _ O ,la 30 <lias.
•'• 'e ,;, orclhctS no praz ""' . d pc: para
Ccnsguiu ainda a implartação o
Tais um cabine. Pre
. ~ "·dio pr;1zo o i..:
Ise a curto pazc. jà a m° ou Ou
r • . • ""tcn. ro
cit,, Municipal par.i o rn.::s ue -' ...,--4o fi
'ab; • da partucp- i
ro consc ruiu a ampll.i;;ao . nte ao
n · o . 1
1
untarne
inceira da Prefitura Municipa' ·feitura
. - aPree1 ~
vénio existente entre o PS e
Aturaieip1.
tamn[e Migados à castração d uma boa parco
Ju <'e nus,., socicJodc e p1incip::mcrtc :io, JO
vens dc:;tc Pai~; pois para essa pequena pan-c
lo, nés jovcn,; frJmos (achntks de lrrc,pon:;:,
veis, destruidores tlc !amlll,•s e u"'iram bto p.1
rn nos co1 tarem o direito de brigarmos per
um:i &<-cictl::1:? mtlhor. Nru la.:haron. d:} tudo
que é mal feito; irto para encul:rlrem suas tra
paças; suus cerrupções; sua~ lr:apacidudts; e
hoje sentimos o peso desas pesscas que leva
iam o País parn a situação cm qu~ nos cncon
ramos.
Graças a Deus, tudo Isto ttve um bata; e
nas mãos e ras idéivs do nosso grande líd~r
Dr. 'Tancredo Neves; a nossa juventude está ca
da vez mais participando, aliv,,; discutindo; c!b
legando e aju<l:,ndo o nosso País a sair de suas
dillculdaàcs.
CI
% o~
Ci
....
r· .
----=---·
Para Orro, n:edidas emergencia.is são necessá
rl:is para "evitar novos encarecimentos, que se
rê.o trágicos para o povo, principalmente os as
salariados".
o
P<-~ibiliC:a<!c da ampliação da centrnl p:i
1 a mais ou n.nos 200 terminais, suprin:io assim
rs nc~sidades d:! telefones Il:J cidade. Instala
ÇÕE!: de Telefonia Rural.
FASUL
Já <.-"'lcontra•r:? em peder da Primeira Dama
êo Muni:i11io Sr:i. MARLI DA ROSA PIN1-IEI
RO, 3::> col:::rtcres par a a distnbuiç5o ;:io5 c:irc_n
tes e 20 c.,;inh:is liigiê:lica.s p:ira as localiódes
que mais neccrsitam.
CASTEUNHC ENCANTACO
•r.:rmiuo <lo muro do ~~tclinl10 Enc:intndo
i?Tis
c~'::mt.:, 1,.:r.Jc.. a c.. ada dia, mis jov p+e!e ,
do participar; rivinicar; precuu.rdo s 4r'
tos e princips!me'e partiiy:ando ti mner
t do gove trio que acala d ... !..'-' it.
1 d r.
Estams noz: despedido de um ptoes o
tlitfco tao pericio para o Pais que; ao ques
tionarmos a maneira pela qual a juvenfude bra
zlleira pc!ria catribuir pura a reconstrucã
clc.Hmo:; anfe, C.:c [u<lo procurJr r:ib~r o que l•
que o jovem ten. par oferecer. Nos prece
muito ptuco; pds um jovem brasileiro qul! ho
j<: tenha 20 anos; é em médw; produto de um
óstcma que; oo longo de lodos cstc3 onos usa·
r:m dt armas mlis sutis para torn:ucm suas c
beça: o mais inoperante possível. e o jovem por
tudo ls!o tornc,u-se lrrevtrcnte. Irresponsável e
alienado. Ttmos a cbrigaçto de dar a c;;scs jo
vns uma saída; mos[rarlhes ao processo a que
, !oram submetitos no !engo e.e tcdos c~sc, anos.
Procurar dlreociar os impulws e deseicz que
tão genuiramnte deles e os que foram coloca
dos Impactos o eles. E. acin:.a de tudo limpar de
!inltivomente ele ruas cabeças a idéb de que
eles não t.em responsabllJdacie quanto ao !uJu
ro de seu País.
Precisamos re!:$altar a lmportimcia da inte
gração do jovem na sociedade. Não !alamos de
um.à lntegraç-"..o simpl~ta que !e baseia na cri
tica destrutiva ou na critica pela crític:,.
em que a prática é posta de la
do. O jcvem preci!a participar com Idéias que
ccnstruarn e também com ativldades cc;er2ntes
com suas idéias. Acrtc.ito qUe a melhor manei
ra do jovem se integrar. é dser.volvendo eu
grau t!e in.trução, educando-se para o futuro.
aproveitando todas as chances para rr.2lhorar
seu lnttlecto e sua criatividade.
Está na hora de mucior , de renovar. Reno
,·ar os discursos e as práticas pcJítíc:3.!. Não <!e
vem ser os responsáveis por um pas!::ido qu:?
não nos pertence. Queremos isto sim; fazer o
r.csso futuro; traru:forrn:r.:do-o em prr.!ente;
em a demagogia do "Erasil - País do Futuro".
Nc:;so País é aqui e agora, já; e é o jovem quem
vai fazê-lo sendo ouvido cem o seu trabal!:~ o
seu conhecin.en[o sua arte e sua força inte
lior.
É vital, qualquer que seja a posiçi:o ocupa
da por um indivícluo; empresário ou operário;
homem ou mulher; br<1nco ou negro; c:it'lliCO ou
não união palav1a mágicl; reacendida há pcu
co tempo no contaxto nacional. Sem el:,; um
povo não caminha; lorna·s:? estático; aleij:ido. A
união transforma-se em organização. bu~ca de
idéias comuns, enfim; sindicatos; assOCillçoes;
grêmios; u.ma vóz . fala.cdo por uma infinidade
sle vezes. O jovem tem este poder. a união; a
e o término da Pracinha puto da Avenida The
odoro Sativa.
Construções
Fizemos ::i pente que lign a cidade ao Aéto
Forte. pois a mesma encontrava-se em precárias
coriic2s.
ENEJWL ELf:TRICA
ln.plantação da Energia Elétrica r Bairro
Espírito Santo, onde é hoje é inexis'en
Je.
PATROLAMENTOS DAS RUAS
Em bre,·c C5tar:io prontas as p.:itrolas que
f.ili'ade oranza,as;t vtale de pr4ar.
O povo teve 't 4 to do tre inn'o. fiei
mcs todo, muitos fa! e ereto E os J0.
p«dta ver i u[mente acue ado de alta
«ao ld.fere ç provando que ben o que
qu<rc:n (.' lutam pr i a, pos p4atlciparam co
mo turca de tudo, Farttipos de as transforma
çs c viver f [nsm te este momento de Te
'mcratzaço, cpinu obre fatos e se faze.
comr:arder mais do que nn a obvia4o. Jun
tos. cs jovens e todos vquules qus ucrdltamn em
si. redescobrirão. em, tempo o llr:nr qur <'XI ,lt•
antro d cada um «e nós
Já dvi6amente instalados no novo no que
urge, rós brasileiros, somos levados num lm
pulr.o romántl:o a meditar tobte a relevante
cc.ntribulçào da juve:ituJe hrn!:1lciia n•J projc
tc de reestruturrção nacional pós 20 anos de sa
doma:quismo. Os felaes remanetzerts desta
r:irni!icin~ !r,jo aJrda. tito logo pO$!:im usar cal
,;as comprJd~s, -~e dcJicar ao esporte que conto
cc.m a :ib~oluta pr;,,krênda n:ic.Icn:il n;io é o !u
tcbol meus .mlgos. mls slm a produção acalora
da ele mais e mais juvc.ntudc. Finnlmenl'.?, :iquc
ler cusados o ru!icient.e f:tr3 atfngír a m:t.iorl
dade descobriréo, ao tentr,r promigulr, a r:12110
de todos os. i:.eus problemas; um gcvcrr.o ::upcr
dlmenclcnado; intromis::or; que tudo e a todos
deixa, cCIL. múltiplas e redundantes taxação e re
gulamentação, fruto de um complexo Industrial
mili(ar oligarca que tende-se à sua pr6pria per
pE:tuação até o infinito.
Os jovens niio precl!:un .atear fogo à suas
guitarra!', mas devem cantar outras c:,.nções,
que reclamem os seus direitos de ter; ao menos
ch.:nces de construir um Brasil Novo que todos
aguardamos ~ur&ir. Ot jovens não po:lem se dei
tar nas cinzas desta sociedade marcada p:?!a desi
gua/cbde tconômica de tuas classes para espe
rar que venha dos céus os foges C:e noves dias.
Cevem arreg,çar as m;ingas e fabri
car com eu suor a lenha que fará :,.rdu a fo
gueirn da neva Justiça Sveial.
□
Três boas razões
Para você t,ref e rir os
nossos impressas
1) Quali~de 2) Preço 3) Rapidez
-------·
e!:láo sec:'.o totalmt.nle n.formadas e então co
meçaremcs a patro1.,r tod:33 as ruas da cidade
onde estão sendo ::ilvcs de criticas, mas isso de
,ido a nossa imp:r.>Sibilidacie e agora es1=:;s
atos a mostrar serviços.
Mutirão
Dentro ma breve estarems começando os
mu[ir@s na cidzd- rCe ccloczremnos todas s
e:colas e proximidades iluminada:. Esse Mu[i
r ão trar.i muitos benficios a nc,ss:.: ci:.l;;,dc pois
atrndcrão a maioria das nossas nece:si'ades.
T.:üs .como refGrma e pintura de escolas. sá
de. educação e ou[ros serviços mais .
' 1 ' ' ....
l---..:.Jl:...'.1:...l''..:.·..::l'--J'...'.l.:...ll:.:.l..:.l:...I ::.'•:._.:..1
1
_:._.:..i_' ...:'l...:'·'.:..1:..i .:..1 :_• -------------------------------------------------- , _
- CÂMARA É· NOTÍCIA
lnf 1rmalivo -Olicial da Câmara Mi.ipal te Bela Vista
-
J!IOIN11 Of·ICI
AL. A I(IX 31+M.
TfClil.l.J Vl'>JÍ --- • -
Soh :1 presiJê11da
do Vcrc:iJor /ntonio Silvei
ra X.wicr. do PllS, Se -
cretnria de r:vi J:Ísio
11irnn
da, do PS, a Câmara 'uni
cipal de Bela ,Vista reu -·
niu-sc segunda frira, día
17. par:i mais uma scssiio
ordinária.
THJB,'UIOS
ll.OSE'EL TE L U-:0
C,JRC:I/ -P~IDB - /presentou
rt-qucrimcnto solicitando
ao prefeito municipal. com
cópia ao Secretário de O
bras, no sentido que se;a
fci to operação tapa bura
co ·cm todas as ruas asfa 1
tadas de Pela Vista. -
Sq,11nJo o 't tcador ''tal
operação prende- se ao
fato de h:ner t"I mh..;:,
cidade virias ruas -
asfaltadas. sendo que
t:r.i muitas dd a, t'll. i s -
tem enomes valas,
'indo cori isto danifi
car os veíu,Jos, bu1
como dar péssim:1 im -
prcsiio aos rnor:1<lorcs
e visitantes que che -
gam a noss:i ciJ,1de.
MARCELINO CSSIO ACIO
LY - l'C:L - Requereu ao
J>rc-íei to Hunicipal. no
sc•nt ido de c-n'Í ar a e:,;
ta c.,._ade !.eis Cópia
Ju li! t1ma folha de p+
gamcnto dos íámciona -
rios, hem como sc11s -
respectivos cargos. I<
5e pedido. prnle·se -
ao fato de qu até e
ta data a (Gari MM.n-}
p l coro ó 1 )',.!<' { 1 L I l i
;:.1.lt,r li~() llfl .11. oltll 1
r.c•ntl' qtnlquc·r Jn, 11. :c 11
to nt"-st· ~u1t 1Jo- 1 ri
~ou o I cre.1Jor- t' • l'r,í
u maneira eficaz d
:-e• t:onlicn·1 o -1,1Í •11.J -
de• ÍllnCIOJl,ÍJio..; l' :'l•IJS
rc!--pct:t i vos cargos.
css I n ,e rn1.Y
1'1·1 - Solil'ito11 ainJ.1-
0 c-rc:1Jor lJIIC Sl',1,1 l'll
iado oficio ;10 l'rcít'i
to 'l1111il'lp:il no sc-nt 1-
do Jc- 111:111d,11· p.it rol:1r
a estrada da regiao <l:1
Pirapira. tendo em vis
tu que hs nu de dois
tio é fito 1) p.1 -
rol l'l• Jlf 1,•Ít•J 1Jo
lo,:1l q,1c• e• ,,,,01111.1 -
em pé simo estalo de -
,,:l er,.,,n.
i' -1 1'.0 • - 1 1 1 e ' I '> 1./
Ai
(1«SI0 ACIOIY
l'f 1. - presentou reque-
1111:tlll() l'L'ÍtLl):ll)dO ;10-
f 'O Ili JL'lOJ' do !ti RSlll.
flr .. m.rlJo l"L'rtl'l r.1 de
So11:.1 . ...-olic:it;1nJo o p.1
t rolamento da rodo ia -
p a - Foré. bewu como o -
p;1t r-ul;il':('nro d.1 rod<l i.1
qtit• 1 ig;i lkla ri:-t:1 :Í -
C1rat:ol. j;Í qllt' ª" l'.ll':i
mas encontram-se em pés
sirn-1,: condit:ôt•,: de• tr
fcgo. vindo até mesmo a
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TR-nI('}íO NA ARTE DE BEM SER'IR
SI rrA-SE B-1 SUA e.ASA. IIOSPEDA,'J)()-SE ~'O: 1101T:L l'/,
RAMA- Tradição na arte de bcm servir - Bela Vista-1S
preiud.dr e dmni i u
(. aios qu« • t l 1
; .111,; t. , ,
11·1 !.,'>líl 'IIR..Jl-1 Jl·,-
JU ltt·r.111,ll .1 ll',11,.1, .. n
n-t1l/1<', 1a> ,,1111-!,1 ,k
Li li ,1 .1:pl Í,11,.tll •• 11.1-
t I olawwento do avpo de
lutc·hnl c•,i,-ttJilL' 11.1 1,
ola 'mtipl Ir+no -
'k,il'llO:•, 11,1 h.i!rnl .-
s, dt• ] ;Íl 1•·:.1. d;1ti.l11 ,l!',
si condicoes de la,er
•• prit ia de <·-p<ll l<'.•
aos jovems daquele hir
1 ().
() ll'I (':1,Jn1 ( 1 1-
J:Í:; io 'ti 1.111.I.• 1 •~111rr,•11
.10 p1el'l'ito )!11111,·1p.il
1 necessidade e4 rtmn -
dar fazer limpe.a e -
.11,pl iac"io dn r, 1111 tt
7
nn
Jo h.tino ~""".i '>. de· -
J;Í t 11:t:1.
(( •.;so (TJf IT.IUO 1111!.Hll
(1<.; .ili 11 J(
NO CENTRO DE BEL 'ISTA
AO 1.AOO 00 BAN(X) lX) BRAS I1. -
PRA(.A ALVARO MA.SCARENIAS -425
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TO.
IJll ll'<illl'l"Íl'lell
t o o I c·r eador 1 1 i 1 ;Í,; i o
Ji r:111d;1 - PS- Requereu
.10 l'n•íl'i to 'ftmkip:11 .
que valendo-se de seu -
prc,;t igio junto ao (o-
1 crno do l.st:1Jo. l'OIIS i -
ga apoit> da IERSUI.. no
sentido de que seja
L'OIISI ndtla llllla 'ia l'ÍÍ -
hl ica que dê acesso ao
Cc~:IÍ tl'rio c•xistcntc no
lia i rro n,,,;a Senhora tlc
át ia. Ial acesso tlc -
1·cr;Í ser no sent itlo Cos
t:1 Jkí111:1. Cha·car:í do Sr
.Jo:"io t'c•-<:1r Salomiio.
llisse que o requerimen
to prende-se ao fato Jo
Cc•1ai tl"río <lo Jlairro
.ossa Senhora de Fiít i111a
110 1:1011JL•11t o. só ter ;ices
so pr:iricamcnte pel:i
ltoJ01 ia Bela 'i!'ta / C::1
ieir:is. tra:en<lo assim
transtornos aos rnor;rtlo
res totalidade <lo lxrir
ro qmn.o_há sepultaren
tos Oll esmo visi tas ::
uqucle C<'ll"O SACRIIO.
Cohcrtua .Jo:io Car
l os 't• lasaucz.
-----------------------
----------------------
,l'flO"ElTI. 1'.R
F,ZER . SSl.i'11JR, !ü
SEU JOR..J.: TIUB!l.'. (l.
ílA FRO.TE 1 R :
$ 55.000.00-
A.11.-1.
-----------------------
-----------------------
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A REFIRMI
GRMRj
lhll 11, ! 11,
'• '11 . i l 1 .
1 l li!.
l , >l Í t 1, ,
1
~: I. ; t l a de « l 1
talo da politia +t..
Ia 111) lJ 10 <'1 '-t
pena de. obwpn
os t tos a tinl}! t
de s i11 pr 11 M t:' ., l'r 1
1..
pvl fui.r o ial da -
terra: a 'e pro!dar .
J',I I d l, 1 li J l. ,: J,,
• •4.., lll 1 1111 dil. •
' - (} .! "'- l ' ' ~ .,
l e' 1 1 ;o 1, ), 1t l dt 1 1 ~ - 1
•;p,-·l •!tJI ,hln ;t ljt.l 1 1.1.. 1 ..
queira produir. medi4
te O5 +Cites Istt.
ventos de politua fu.
d 1 ;Í I i.1 •
' 1 ri liut.1..,-:io pt.J,:1 c ,1 .
1 a das t l'rt .1:, ot: io·-, ,,
conjugada necessati
te com desgravai0 im
_; i t Íl ,I dt• tríh11lCJ:, r;
bre a produçio aricnal
• programas de caloni
ceio de terras plicas
e estímulo à coloniza .
,::io privada. de tio
gr,1n<lc ;;11.:esso 110 nort,
út> 1';1 nin:Í. ,·crr:1,l<;., e .
projetos vitoriosos no
Ct•nt ro-Oo,;tt•:
' lnst i tuiç:io do n0Ji
to ru11di:írio ( l'i11.11,u I·
mc·nto de longo p1.1:o
1
.
rn :1q11isiç;io de• tu 1,.,
para plantio):
' Aplicação das r c<l I J.,
c.:i111rgicas p1t'1 isw~ 1:- {
est:rt11to da Terra no; - I
casos Je t·oníl i to!' 1'iG·
lentos sobre ;i pos~e t'.
terr:1, e razão da titL
lação duv idosa:
3- O :11níndo Jll
hl ko <le objct i 'OS ina:
tingiveis. dada a t::1rÉ::
c:i a <le n.-cursos finan :
ceiros e a iuexisréncii
tle meios fisicos. ain<l..
que baseado ti:1 lo':Írci,
intenções. Ic,·ar:í o P:i
ís à redução dos ir:és
tinentos no c,rnpo. o cr
prt'sariaúo rural ã an -
glÍst ia. pc1vk.,iJ:1<le e.
ta!l·c: ao piir1ko. con
cfcl tos absolut;u.rt·nrc •
i11Jc,;cjií1·eis ~ohrt' os
nh-eis Je produção a
griL-ola e abustct:fol('nr
das t: i J:túes.
~- In:põc-sc.pc_.
tanto:
~ n·al ismo no;; pronun
ciamcntos clc.· autori<l:i
des sobre o tera.
' Consultas cou tmlos
os segmento:- intcrc:=
sados n produção agri
cola; <
RODISBEL
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RODRIGUES
DISTRIBUIDORA "DE
BEBIDAS LTDA.
ENTREGA DE BEBinAS í.El..AJ)AS E ~1ES/S CQI CADEIRAS PAR, FESJ',S.
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prazo
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stas :
. no;
i:,; ri.
1:1 ti:
uíndo i
is ir ..
. ;1 (;IT'
fin
,J()l<,.I. IHII-JJ Ili 1!'1::,ll llt,
1.1.1 '! 75(1/1!5 -
AIM II IXJ 1'10.11 l'IO I~I:
JO Jll: ,IINIO Ili: 1985.
l>íspÕt• sohn· n
dc11omi11açiio do C:011j1mto
rcsiLkndal d:1 C'ohah <lt•s
ta cidade e dií outras -
provi dé·rn.: i :is.
/ C;unara lhmil:i
p:il de !leia 'ista. J:sta
do de 'li to C:rosso do Sul,
• 11pro1011 e c11. prcfci to -
,mmil'ipal snndo110 a se-
1,:11i11tt' lei:
RTI CO l
9
- Fica denom i -
nado o Conjunto lk•siden
dal da C:ohab tlcsta cida
tlc. t·rn nome de : iJll.llER
TO ROlllW;ur:.s 111: SAT' iJÍ
NA.
;IU'IC.0 2
9
- Esta lei en
trará em 'Í)!Or na <lata -
de sua publ i ..:açiio, revo
ga<las as disposições cm
contriírio.
Paço Munidpal -
de !leia 'ista-HS .. 10 de
,Junho de 198S.
I Idefonso Pinhei
ro - l'refei to Municipal-:-
t' 1
PLAR. S
PREÇO 00
1.000.00
C.:,),
Nova Estória Sobre MENGELE atrai
grande imprensa pa1·a Ponta Porã
(.)Oll',J. ll l'fl-
ais uma estó -
ria, <"OnstruiJa sobre -
s11posiçõt•s. pode indi
car que o médico nazis
ta .Joseph ~'cngC'le mornII
por mui to te11!f10 c.'111 Coro
ne I Sapuca ia e Capitão
B:1do (Pa rng11:il l. onde -
se casou e. após ter se
desquitado, teve outra
m11Jher naquela frontc•i
ra. que• vi,·eu ao seu la
do até o <lia <le sua mor
te, Na ver<lalle. esta cs
tória é baseada na pos
sibi I i<lacle de .Joseph
Mengele ter si<lo çonhe
d<lo naquela região por
Joseph C.an:n. lima parte
<la estória foi contada.
pelo comt•rdante Ft•iz -
llussein Haidar a sua es
posa clona 1Ji, J ia. Segun
do ele. o médico alC'111:iõ
a quero conheceu como -
,Joseph Canat diegou a
Corone I !x1pu,.:;1 ia. onJe
o comerciante possuia -
1un estabelet·imt•nto, por
mira de 1958, sendo q/
o Sr. !bidar. <lepois de
al)!tm1.tempo. tendo nota
do a t"'d rema habilidade
Jo hon·n no t'wrrfr10 -
da medicina. deu- l he 11-
ma fam.Íc:i.1 p:1r:I t r:11';1-
lhar .
"1 i .Joseph Ca -
n:ir pen!Jane ..:c·11 por L'l'l
ca de 11 es anos, tendo
se casado cor 1u·,:1 nu -
lht·r t·onhed<la pelo ape
lido de Kula. cujo par-
0 mC.J ko chegou a one -
rar de um p'roh1C'111:1 no
meio da rua, salvando -
1 he a r itl:i. O i.:0111t·rl'i an
tt• sal ic•ntou, aindn. o
grande interesse <lo ,,é
dil-o por plantas, con -
fi 11:1011elo que era vicia
do cm <lro)!as. posshel
mrntt• morfina. Mais tar
de, antes de viajar. .Jo
seph c,nat presenteou ó
Sr. lia i <lar com LDll ancl
<lan<lo outro anel parn -
a su:1 esposa, júias que
existem até hoje. em JlO
der Jo t-omerciante. -
SEQJll. ~flfU IER
-------
Dona Maria Ino
cênl"ia llcnites Eron, ho
j e ..:asada com AI 'i no ~
m·, 1 roa. Í<>J 1 -., 1J:J 1
l ,11Jl1c l ,!t• ,JU·•l h .l,ll.
depois que se de«qut t. 11
de Mala, ndo rado -
lO' l'I<' [)O] (t•1,·.1 d,
tres anos. inclusive ul
).!1ir1 te.· ;,o n·1 Pu1-..1q Pon
t :i l'<,r.i. :Iqu1 11:1 l I on -
tt•i r:i. 11:t di,q• ao .Jn1
nl da Praça. que nun.a
:,,tl'-fll'IIOU qm· •> c,-:,.111
do fosse o médico nazis
r:1. rl'l'eLmJo .Ipc·n.1,. -
que era ;.!ramlt• t·onhc•t't
dor tle :nn1s. c:hl'g,mel<l-
a ter una oficina onde
mcnto11 1,.uit:1s dei;1s.q11e
admirava plantas e -
nmstruiu muitos jar -
<l ins grandes e cheios -
<lt• flores t' q1It• t:1r1hén
tor.1a1·a injeções. 1:i;1s -
,.:or.io ela era muito ingf:
m1.1 (ent rt· 11 e 1 anos)
llllllCa suspe j tOII que fos
sem drogas. O proprio -
Sr. :hino hoje c,1saJo
com Maria lnocênçia.1·c·n
Óet1 mui tO::- lllCUÍL":J:r.cntos
e a l)!1ms frascos de ó -
pi o ao mcil ii.:o :li en:io . h:i
ja vista que trabalha
na ent:i.o fam:ÍL'ia L.,tre
la, mas tambefi nunca i-
-- - -- , .. - --
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.Tlr.JAS'.'
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tanat fos
! 11• P,I '<' {llllhlc.-
.. ) 1 1 t O ,1,, ( til, t [ l r <, i
tl,J [li ,•,;o pOI ltl d,· 1 q 1-
Jn d, l'nn Pora que o
entregou pra o Lxéri
to. na époa foram tira
das i presoes digitais
e reretidas tara a {o-
11.rnh 1. sendo que dn, j lJ
anos. .apenas ts rio con
feriu cor as irressóe
originais de Mengele.
l11 011t rn Lido. :1 In:I i <' r
Jm id.1 se prende ao fa
to d.1 st•g1111J.1 1•11illwr ck
.Josenh Can.t t . doi.:i 'ti -
ria Inocência afirmar -
que n t·:-.-II .11 itlo norrcu
baleado em C:o rond S:1p11
caia e lã mesmo foi se
pult,IUU por C'la. al6'1 -
<lis,o. :-.1hv:-c qut' .ipó,,I
1
:-cr h:ill'.id,1_ Canal tC' -
ria sido ope1:iJo pl'!o -
r. risteu rgas. quei
n.•sidt• cm !'011ra l'or:i. -
tendo fakciJn oito Ji
as depois.
l'ort anto :<t• .Jo
senh Cm,1t era 'lcnpele.
niio po<lt'ri:i estar !'l.'(1111
t ado em S:o l'au 1 o. ner.1-
t iio JlOIJ"O ter passado -
elos 50 :Ino,. pois foi -
r:Jorto :1;1ro:-.111:1dancntt' -
nest:i i<l:1dc. t·rn 1%1.S:t
be-se também que o en
ferntc iro e confidente -
do Sr .. Jo,t'plt C111at. ell'
nome Edmundo foi assas
sinado dias depois da -
rJOrt<.· elo print•irn. Je -
vanelo cons i gu ho:1 p:1 rte
dos conhecimentos im-'
pre,:-io11:111tt·s minist r:,-
1
,
dos Jlt' 1 o llr. Can:.r t . qut·
era t idn i.:0I•10 un llt:1L~ -
tia 11:L'U ic ina n:1qut'l:_1 n·
gião de •·ronreir:i .. Jéi:,
<le fotos aue deixar er
dlÍr i Ja st• Can:ll foi llll':
mo Mengele. soube-se dr
c.,i!'ténc"ia de um banio
que o ri&dico gostna de
tocar. Entre tanto. s:a
hemlo f:i lar cer..::I ,le '.l
i<l iom:is. como afi11n:1r1 -
os mie• L·onht--.-cran C1na t
n:io se sabe se 'lcngt' 1 e
tinha t cnJén,.:i as 1,11:-: i -
cais. Seia tudo isso
,! !.! 1 l 1. 1
ui iel
OBA MI#t!".até o
te ti J ""l' • Jlh· ; ., .l
1ande pen a do paí-
tl 1 1 J ( •li l t 1 1 1 .' tll, t 111 1
1 dth, 1nt•Jt. .. 11.tu s de
t lt) 't 1 d ohert» . - •
próximos dia .
'J l I i(.
' n - !S.Sl.,.W3/00
02
DllU.10ll-: t-lJUA f::SIH.A
lL'S(~Jr:: l'IJH, Jl{,
IIJ.D/10fl (][LI 1:: JVJLOO
í'Flll'I llA
Sl'CIU:J',~{IA J: DIAGlt.'t -
í}.O: f.1../l~T BRUf.
ruro1.110: .Vi'l ,:i.1.w
l'Cf'lliSS,n: r.JLS1~ S!L1.',
":,."fOS.
111'.1l,IX1 L'I
20/02/ Elil-------
llt'gistro no -
r.artório de Tit11los e
!Jocu::icntos n
9
35 P.cda
ção. ;i1binistrJc:io e -
Dep:irtar::ento Co"'ercial
Rua da República S/N -
Bela· 'isw-·tc; - FO:E .t
(067) 459-1410.
ASSJ'.:1UR.S
11eY,i Tí.•fr:i e so. ooo . oo
J)c•n::ii!' ITim. 55.000,00-
Hí.f'f<.ESE.TA.'l L N,CIO~L
•1iíhul:i 'cfrulos de Co
muni cacão S/C - l.t<l:i ·_
Rua í de /hr; 1. 262 -
5 andar - conj. 54-sSP
Fone- ZSS-25-,9-25S-3-191
rIL!í-•1 .1 ,fllORI e ,LI(/
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1 ri hun:.i d:i rro
te ira Edi t or:, CC' .Jor
na: li!:o revi.:tas
EXGE.1-IE IRO C I'I 1.
1 RICARDO
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DE SOUZA r.OS..
CREA - f.67 - n - ICTu - 7f../?--:-./rn •
16.
PR().JCTOS DE EXEQJC.,'O. smncns TC1!'0-
GRÁFICOS.
DE'IT.:.'!BR;\!E.TOS. J.OTD\'E'.7-0S, ~'.EDI -
CJ,O DE FAZE.11.S. ETC ....
IU:GUI..ARE,r,o DE í13RS.
, ' ALI ,í.OE.'-
ORÇEN TOS
tsrRI;:ti~ro : Rlc 'I.IR[() ',. -
DEN BOSCHI - 460 - 1OXE 459-1566(067)
--------------------------------- --""íit-L 1, 1,
jjjjpfjffn -
,
ecoa
-C ll NO
,·a e OI a 61 D IPR SEHl
e 10 PROJETO 011 LO
(E'raili)- O D-putado RUBEN FIGULI
Hó t1uu,rniliu ,b 'fribun:, um dr:.m/qico ªP''
le feito pelo pantaniro Zlitc Drileo de Povo
ré/MT no sentido ds reclamar uma especial ater
ço do Gverao para o criatério bovino; diz
do qu;..•- r'.tu· .... IU (1(. 1 ~·C'U:1I~!J•CIJuJor ch..:',.1
os limles «o arespiro e para nao
(Jt·ar: :n e, m a "e e. r d a no pc.;co
go" ctão vendendo suas vacas matrizes aos aba
tcdr.uro,; cs[lmando ele a 1 ;;duçf1c, cio 1cba11h;
frcc no abatz indiscrin nado «e fmas can cer
a '3 6C', o que representaria um prejuízo ime
L!iato pr. País com cerca d cinco trilhões de
cruzirs c ds Ir:tirrível valor r3 proj2ta'a
parn o: préxirnos dois ans; istc só , ~:1ul!k·:
dos E[ados do Cesto Qest2.
Incag: o Dputadc Figueir;: seta que o5
SchoIs Ministros da Fazen'a do Plangjamen
tu já atentaram para essa realisticz, ameaça?
Em rcgulda di,r~ que o setor ag, opccuário
ccmo czoncmia básica c primária do País. é o
r .. is alar?onado. S3 dá a[aço à Indústria, -
a r,an!agruélica toda poderosa por irdução d3
suas próp1ins multinacionais, uo com:rcio qu:?
tnescrupulosamcnte l na caa do Governo Fede
ral aumenta diariamente o, preçe::; e: é clarissi
mo; ao papa - tudo setor hanquciro já cmpan
t UI rado C:e ganhar dinheiro desde seus privile
giados dias de Conübio vcrgonboso como a Vc
lha República.
Dizendo que acs pLcuarist:i; só resta a
to, pe acusação de latifundiários.
Con I inur esse procsso de marginalízação
os pecuaristas; J:í no último folêgo e antes que
a vaca vá para o brejo; serão ebriga<los a ven
der sus fazcndas às corpcr:,ções ini;utriais;
as grandes comrciantes; aC3 bancos (corno
aliás já c.:;tá acontecendo em Mato Grosso do
Sul e Mato Grosso); que são; pc,r culpa cio Go
vcrno Federcl; os que os aniquilam econômica
e financeiramente com os escorchantes preços
'-j
.,..,. .
.... •• - .1
do sal; do arame; dos pro<'.utos vtter!nário; e
dos ju1cs bancáries.
Di~c mais o parlamentar que ve.•dcndo
suas b~enàas; iriio os pecuaristas para as lnv~r
nadas da especulação financ.?ira; espewlar.do no
OVER; no OPEN; nos fundos éc renda fixa; nas
Jchas de câml:io n:i caderneb de pcupança. r.a
ccmpra de dél:tres ou de barras de ouro, e, tal
vtz. de outros quejandos ...
Firalmentc afirmou Fl".:;UE!Ró:
• Há. porém; uma ,éstia. de ef})erarç: que
parte do préprio fr2;;iécntc JSSt SARNEY ao
afitn.ar que "a prioridade à agro-pecuária não
será no seu Govuno uma manifestação retóri
ca''.
O F«·id te da A mbléa L /giativa.
Deputado 'GADI JAMIL.. e ·teu zuna
ft euro[e ao rdvvaria merda« 'i.
o projeto de lei " 039/05. de Podr Eu'1
v qu cu.a a Ltria «o Mat Gno o do Sul
LC'IESUL.
A emenda ucr citando para,rafo uno
urtigo segundo, justifica o Pretdente 'a As
±emblei. via complementar o poc so, urna
ll que não prevé o quadro d diretor:s da l:tn
presa Lotérica Estadual.
Ente.den cs da conveniência e opa:tu d
de u que na Lei qu criar Lo[esu! já cons
[e númro de diutctes', fic:do o número 'e
cargos estal2lecidc. mzmo porque os estatutos
i.las instllulçõcs lotüicas un <,utro, E! b<lc•,.
prevem um quadro diretivo de tré caos, con
fume explicou GANDI JAMIL.
CLARIIS EM CI!SE
Cbjtivan' tornar mais acessível ao mio»
número de olarizs e cerâmicas em crise,
a 1scnçãn do Jmp<.rto de Circulrção de llcrca
dcrias (ICM) p1evista nc proj4o de decreto L3
gislativo oe aulo•ia do Dcpu<ado DJAL!1A
BARRGS. o Fresi'nte GANDI JAMIL aprescn
tou emenda mo<iiflcativa à prur:csiç.io orir:in.,!,
dando neva redação ao projeto. que tramita em
'egim de urgência na Assembléia Legislativa.
O :Ct.putado quer evitar u esgotamento do pra
7.0 pa,a que as empress a serem beneficiadas
pda isu,ção do ICM s1.jr.m cadastradas como
microerr.presas junto à JUCEM.3.
CONSTRUÇÃO DE FôRU:il
Solientaneo que [oics os municípios sofrem
éa e~~ crânic~. da falta de 1.:cu1sos. cm deccr
rência da concentração de impostos nos gcvcr
nus !E.dera! e estadual. o Presidente da As;;em
bléia Legislativa justificou a apresentação de in
<iicaçiíe, solicitanc'.o o t:nvio de expediente ao Go
o
Ul
f
vrnador Wil on Barba Martin efi uc..
co:1 tru•;,o <lu 1 érum d i Cc.111·.i.::i ,:,. J .. : ..
Por uto lado, lembrou o Deputado GA!
JAMIL a Pfeitura Municipal de Jarim ±
termos da Lei r 309/72 proce'eu a da ,
Cc.verno de E•:tado, de uu1 i1vívcln ,!• -IJr •.
quele fim. O Presidente da Asmbléi: La
J..1tiva antxou à indlcaçao de ~IJ;, .,u•,;, i ,, r.' .
comprovante ia Coação d área,
BENlc.l'JCJüS h. Pill
O Prsidnte da Assembléia Lei 'atp4
Estado, baseado no "princípio de isonomia" a
l.entou rroje[o de lei virado atender a Pdrt
Militar; os mesmos berefícios concedidos n 4
mais servidores públicos estaduair .
S::gur.:!o ç Projt:1,,-dc·L·.i; que ,'l ,.·:.< .
;. ;:;.pl!caçiio sub:;idl.írl.i par l a E!: o ú_l ' /
no ;;rtigo 102 <la Lei Complmntzr n" 2, api-
se wbsldiariamenle à PM as mesmas vata
atúericlas pela categoria civil do qu::.dro ü, f
cionalismo público estaúual.
• '
DECRETO Nº 057/85 - GABINETE DO PRE
FEITO Eil: 1 DE JUNHO DE 1.985.
ILDEFONSO PINHEIRO. Prefeito Munici
pal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do
Sul. usando das atribuições que lhes siio confe
ridas e de acôrdo com o disposto em o artigo
120 da Lei complemestar n° 7 de 20 <'.e novcm
l:ro de 1.981.
DECHETA
ARTIGO lº) - Ncs termos da li Muniei
pal n° 750/84. Artigo 4º. item 111. fi:a ab2r
to um Crédito SUi:lzmer.tar no valor de CrS.
18. COO. 000. (Dezoito Milhões ile Cruzeiros), a
ser consignado na seguinte clofo'i,'io ~rçamentá
ria:
EXECUTIVO
0.103 - Secretaria Municipal de Adrnlnistração
3.000 - Despesas Correntes
3. 100 - Despesas de Custeias
3 .113 - Obrigações Patronais 3. 000. 000 •
3.120 - l'12.terial de consumo 5.000.000
O .10-1 - Secretaria Municipal de Fazenda
3,120 - Material de Consun.:> 2.000.000
0.107 - Scc. lfuni:. de V. Ob. ScrviçQs Ur
Eancs.
3. 120 - .Material de conssumo
4. 000 - Dt.."J)efas de Cap!l:tl
4. lCC - Investimer.tos
4.110 - Obras e Inst:,lações
'ICTAL
0.105 - Se;c. Munic. Educ. Cult.
3.COO - Despesas Correntes
3.lCO - Despesas de Custeias
3.111 - Pessoal Civil
TOTAL
3.000.000
5.COO.COO
18.000.030
ARTIGC 2°) - Para cotertura do prc.:;en
te Crédito Suple:ncntar foi cancelada a imoer
tância de Cr$ 18.0CO.OCO (Dezoito Milhézs • t!e
Crnzeircs) ;na sguinte dtação orçamcntárb;
EXECUTIVO
e Desporto
18.000.000
18-000.000
ARTIGO 3°) - C presente Decreto entrará
cm vigor na data de sua puhlicaçãc; revogadw
as disposições cm contrário.
• T' •
1
' Vista - 1!S. 18 ele Junho de 1.985.
PREFEITO lfCJNICIPAL
LE[ Nº 757/85 - GABI IETE DO PflEFEJTO
OI : 13 DE JUNIIO DE 1Jl!5
"Institui a concessão de <ilârias no Pc::1er
Exccuti-o Municipal e dá outras prcvid~ncias".
Eu Prt!eilo Municipal de Bela Vista; Es[a
do de- Mato Grosso do Sul;
Faço sabe, que a Cân..ara Mur.icipal; apro
'OU c cu ~anciooo :i s:?guinte Lei:
ARTIGO 1°) - Fica instituído o r2glme de
C:iárias oo Freieilc, e aos funcioná1ios munici
pais; ocupan[es dic cargos em com.is.são e os regi
dos pela C.L.T., da Prefeitura Municipal de
Bela Vista. Estado de Mate do Grosso do Sul.
§ 1º) - Constitui a diária : indenização de
gastos pe!:Soais. alimentaçfo e i:;ousada;
§ 2º) - As de.."J)esas originadas de transpor
tes. como combm:tíveú: quando for ut.ili.zz.do veí
culo; serão ressarcidos mediante a apresentação
de notas.
rão como base Maicr Valor de Eefetci $
País - MVR. cria'o pela Lei Fderal n" 6.'.: :
d<.. 2~ de Abtll C:e l'.,75, e alterado pw ates F··
tericres. semi::rc rerá comicter:ido o valo: e. ri
gência e suão fix.ado3 em ccnotação à> e::~::
siçâes do anexo L que inl<..gra a pn?!'.f.te Ir.:
ARTIGO 2º)
PARAGRAFO CNICO - Em cascs qm
queiram o constante deslocamento de funis
rics ocupa.n[cs de cwi;o3 tm comi::,iio ~u r:~ 1
elo.; _pela Con:;:olióçi:o ".l::s Le:; TrJb:.'..b:,::.J, e;
i:'.:ra ae Chz.fe do Executivo '.lw•ldpa! o e,t;~,
da concc.:sfo das diárias objeto do prese[e "·
ploma lego!, iicando focull.ada a conce;;::r. ~-,
diárias integ:r-al ou :p3rcialmen•.e.
ARTIGO 3") Esta Lei estrzr em iç' l
r.a data ele su.:. publicação; reYog:!d'.13 as 6~~ • (
ções em contrário. l
Bela Vista - :11S. 19 de Ju:)]:o ce 1935.
ILDEFONSC PU'íHEIRO
PREFEITO !lllifüCIPAL
O; valores das diárias, e
...... ,
~
O 1IEUIOR CORRETIVO PARA O SOLO
QUALIDADE - EF1Cn::.NCIA - PRODO TIVIDADE -- SEGURANÇA: CALCARE O BODOQUENA.
"C:lda ,·ingem que um caminhão ter mina, transport:indo o C:ilc::ireo Bo•1oquz na •
lh ·· f •
1
. • . ~ • e ª esperar.ço. aue se reno,.i a~ t:."l'~
co eia arta, c:e me hores negócies, de maiores riquezas Isto porque, por menor ou • • • • • •
o C . .U.CAREO BODOQUENA o lucro é certo. • • .. • m:uor que SCJU a sua lo.vour:i, c:r:i
DINAlllS'.10 - Ff: - DEDICAÇ.!O
A trilogia que fez do CALCAR!."O BODOQ'6ENA, da Mine: o Io
USINA: RODOVIA JARDIM A PORTO Ml'RTINHO KM raça B doquem S.A. uma <le nossas m.iores intlústr~-
• 54 - ESCRITÓRIO: RUA JOAQUIM TEIEIRA ALVES l!lõ.:i
de,
Jardi:_
1 GAli,,
llL r
voais;
•lin.:i
'IP..,_,
ia. ai.
1 •\I. 11f.ll ,,, • 1
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•
.11,;()l f;1J:11 il •L
rit•, pt•lo lll'II<>~ 11Jn:1 ,v:
f1 1 li 1. 1 , (' l ~ t il t' l llll: I -
d1~ t.011(:IS, l' jll('l'l½Cl -
plat. escrever l' l'lll -
.... 11· ;1 :~t'r10, Perf'.unto:
onde es t :10 o,; 1kput :idos
1~1.,.!11:1h tHJ l't'<lc•r:1i:.,
dol',11,111Í.'-ion:1tlon·.,, ,e
11-,1d,11<•: .. prl'i'ei tos. Ji>
1 1 l í, o:• c·n )!l' ra l . t{lll' -
11
.11, "l' 11c111ifcst:1n, l·l:t
r;, L' ho11est:1111L·11t <'. ''º -
h1t' l'Sll' ('SlOJlÍlil cli:1m:i
d11 "Ht•l°>111~1 igr;Íria'!
r hor;i. ):l'l11 L', -
coln,·:Ir a ,·olhcr 110 t:I
d10. I:0J:1hor.111<lo p:Ir:i o
,pcrfl'it:o:1111cnto n:·10 só-
do debate. 11~,s dl':-ta
nc•t·e:-s idade 1:,:11 s :1111p 1 :1.
do qul' lllllll":1. de mud:111-
as n0 sistem:1 fumli:Í -
rio hr 1:-i ki ro. n:in l'
hora de se esconder 'a
t r:Ís dt• siglas p:1rt id:Í
rias ou 111<..'~1110 dc- l'l''t."t' -
in:- l'lt•i torais. ':11m>:< -
f:tl:ir d:1ro: é hor:1 dc
ser sério.
l'\I('.() 1 !'lll:t,
1
!'! 11n
O próprio or-
11·1,i:>1 dn l'.11.Jll; lq t r,1-
,· h.i . dt• 1 i II i u . , e, 1 e ]. 1 n -
;1 ' • l'l'Jl'll ld(' 11.:,·t • i -
11,I 't, q '-llJC "' 11l' d-:p,11 ~
do anuncio do projeto -
,,o,· • 111 ''·1t·11t , 1 jl l t .nt· í t CJ
J,1 t•:-t I utur.1 1'1m<li,Ín:1 -
lllUJ{ll l'f'L'U•ll,'l'l(O (• J"tli
10 pnico desnecessários
umtudo. ,·111hut id:1:- IK"'-LI
'<•nl:tdc· h.í .1 ll'•rr:,:1,-. qul s
toes que merecem anil ise
por exemplo: é interes
S<.' (.', ilO Plt.'SI 10 (·mpo.
pn'ocup.,11I,• .111ohili~.1 -
cin :11111 J ;o l!l't ,1 I t' 1 rn·s
t ri til J;i L'
0
l :tSSl' ('lllJll'l':-:J-
1 i:Jl 1ur.1l. 1 pnr ,·:í1 i -
()S mnt i 'OS.
!lo_jc,. Jllll' l'l'JJJ
p lo. h:n L' r:i 1Ln:1 t'l'I 111 i :·10-
l·111 S:io I '; Ili I O. 11:1 'i(ll' i l' -
d:ide lh1ral lr:1si lt•i r:1 .
l"lllll ;t :l(lrL'SCllt:1.;:io d:tS -
<:01Klt1sõcs d:1,< ,<o,·icd:1 -
des pa t t 011:1 i ,- rurais de
t odo o p:1 í s. l' Jl<' rg1111 t :1111
m:1s a 111ohi li ::1c:'1t) de uma
1..'l:ISSl' pr<'Ol..'llp:I'.' Jll'l'OL1J
p11. C la n>. :t p:t n ir de -
aspecto fun!avental:
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.. _,.. 1 ..:. l \' l. .1 , 1 ln .11 ,
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,I,'-• 1. i• f•f ), .. l!t(l l1 '
n.to se pode alijar de -
ua di .... .11 ..... tO : l 1h• d
a artes 1 tÍ'- ÍJJ<'ll",·
~.,d.1,. ·tu1· 10 p.11.1 (',
t,· d,•t,1lh<·: t1ll lll'!a)•,
,IL) di tn l·11111.
S 1 ! Ili 1 111.'>
P.,í 'llll' :1,l:11
<Jll(' o pl'll_ll IP d<' l'.(lL'J'
110 pode -..t't l':1 í s,·.1 p:1-
r.1 pÔJnJ!':t. 101. St•1:í
quc· o pro_tl'lu fot :11 -
ti..:1il:1Jn pela ditTJLl
..:rn:1 i 11 t e11,ôc,; dl' ;1 s,;.1-
111!:1 r :1 prcípri:1'.' Ou "<•t·
L' dL' pretexto para
t :1 J hy os setores do-
1 :.n t•rnu di ret:H"L'lltt· 1 i
g:1dos :io prohlcn1 Co -
r:1111 co111 11111 i t:, sede o
pote lato é que :te-
,• 1
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1l·11ni n. ,1-.._C' 1'. 1 '-; '1,,. 1<.,i 1
de Hur ! do Barmni. -
on'rins. mncs d fend
l l'i 1. 1 1 t, ;,,. t, '•l I in-
1 L l'C ,, . .1 1Íll1 1 ,,-
1 "Hl'I. ,,,.:· l~,_(. pln ,_,,
!J'- -.~.,.1 t.Llli:·:,-~l -..,
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as as «!a ore!ade I
J'.J!. .n l ·Í prol•lt 1.1c
r> i t l). t •. ma cla ..... <.· dt.
fender os seus direitos
, c.·11t l'l'l inhns que
l'l"l'llt.. l 1;·•.lrl.
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• P.R FS-11: 1.1.11),() lll(JIR! l'nl t;J 'I '.i1,; \l'LIS li. t
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l'(·~il' fi{11,l). ,! O { ~-
t1lo de sia {9,i e ou -
thl.-:. 11..Dfl•~ d. ·-. tl 1t.J
q'te • e S ' -. • ! •. ,. l l
t<.: p.:1rci.d. ·.-::·., r .,,, di-
erd ... •.:--lr·al. 1! t.; ·e_..; iJ0
p<.•n:,,; 1. 1 nrc.·n .. • ... •.:1 ·1 tt:Jii
a sociedade brasileira.
u.enti. qwmd requis i
.ada .peras por ua clas
se. fica,smtsa <.:ontr:I
d1t6ri.1• inl. n.'iu sJ
os pro»rietá:; s murais
1ntL."n.-'.'s:.t li' :--1 , Ji íic·h::io
fundiria no i ·:í:-:. ·rit'
hs eles. Infeliz e er
rot«II t t·. ,., ~<h.:u:··t n t 0-
critido e Lrdrinu su
licita que hn:ante os es
tudo:;. Or'fif'•J;-:t:~:,,;. ~ n('-'l,
iaoes. deerã estar -
JH". .... -:..,,•1•~t. ... :--: : .. :::r-c > hc,!t'
fiei.rios_e prvprietí -
rios rurais, atroes de
:-:lu:-: n. pn .. •-:.t :1:.t~êc:,-; . ..,. -
~.'?'<.."l'ih!t' O -..:_,, C:!-:lO O Jl~!-
' l ,h. ! , 1._ ( :·: ...... J:-.
AUTO POSTO
(~SOl.l'.1:.
llJL<;EJ. h,li<R(]Li,I.
.. ll SEU PONTO DE PRA OHRIAI A l!(li)'I. .I.Rllll : rorno ,nmTI11()"
CARACOL
.1 EllJIL'10 l'CRrTr!n
",COR: SIIA 'L.JP-I SLR' m1s 'iR.X;llll."
1111111.·
} s·
•
S ERRASUL MOVEIS APRESENTA
COMEN'T ANDO
-
FESTAS JIJ:-JINS
No diu 22pp. a -
MBB, promoveu um sensa -
cional "flRMii" muito
quentão, pipocas, quadri
lhas, tudo isso animou a
Festança "l'arabens ao Sr.
José Per11.o e sua equipe.
CONCURSO DE
ll..111ças e quadri -
lhas será realizado no -
dia 6 ·c1e julho no Clube
Paroquial Santo Afonso. -
Vá la coluhorar, div.irta
se e torça pelos seus
canclielatos.
SOB/
Coordernação do -
Prof. Antonio Lope~ e sua
equipe a Esc. 1 e li Grs.
Joaquim l<urtb1ho no din -
28, tuna animada Festa ,Ju
nina .. •.
HOOIE
'5ri as apresenta
ções ele clan<;as e varia -
cios comes e bebes.
Sucesso total a -
Festa Junina na Esc. Joa
quim Murtinho...
CN!PMl{I
n5 agasalho: um gru
po de amigos da IV' i -
la da Collilh. !l.iirro -
Antonio Jo:io. estar;í
promovenclo urn ;rroz -
Carreteiro no dia 29-
a noite, no Centro Co
munit,írio daquela Vi
la. lfaver;Í hrincndcíra
dançante. 'amos com
parecer e colaborar -
com essa brilhante i
nicint iva.
E J. PROFOSSO!u
Maria <la Gra
ça C. Marques e sua -
equipe, organizaram
uma linda Festa Juni
na na Pré Esc. Caste
linho Encantado no -
dia 16pp.
; Esm LI 1'.1 L'
Lindamente de
corada ( 5lias até o
convite distrihuido -
de muito hom gosto) os
pimpolhos apre-senta -
ram quadrilhas e o -
ponto alto foi a elei
ção do Peão e Prenda
da Esc. que ficou as
sim constituida; 3° -
lugar Alexanclre ;Z9 -
lugar Thiago e 1 lu
gar o simpático Luiz
Carlos Rahl Jr. com -
$ 2.105.500 Prenda-
i
ATA D OLUEA FEIA - Mas.Autuou « «ia a Ma ll1 >d
A. 'ffVERS.lUU0-
26/ 6 - W1LSON ARiWO ( G/O0-IO)
3? lugar Gabriela ler
mude: :2° lugar. Juli
ana Loureiro e 1 lu
gar Silvia E. Azevedo.
De parabens -
todos aqueles que de -
lllna fom::i ou outra co
laboraram para o suces
so da Festa dos Pimpo
lhos do Castelinho l:n
cantado.
ANIVERSRI OS:
10/6 - Mais u
ano de vida comemorou
o garotiio Luiz Carlos
Hahl .Jr.
11/6- Ilda
Amaral.
C.OVERS;NOO
Com o chcfe
<ln L'./EllSIJL loca 1 , 'e -
reador Marcelo Cah'ano
o mesmo nos informou- :
provávelmc-ntc até o
dia 7 de julho a cida
de estará mais iltmina
da. A equipe de traha::
lho local juntamente
com a equipe de Ponta
Porã foram um mutirão
para concerto das lu -
minârias estragadas e
colocação de cerca c.le
l00 luminárias adqlliri
das pela prefeitura.-:
akluia: Até que enfim
nossa Bela Vista fica
r:Í mais iluminada e o -
usuário usufruirá da
quilo que há muito es
tá pagando Iluminação
Publica.
PRE - ESCOLAR BAMBINO
Realizou no -
dia 16pp. no CORAJ di
vertida Festa Junina.
Lil'DAS E CHARMOSAS
Caipirinhas e
seus pares dançaram e
saborearam gostosos
comes e bebes
O SUCESSO
Da festa, deve
-se ao trabalho e co
laboração das prf.
Joanita, B5,da Direto
ra Prof. l.uciene Ge -
leilate e ás mães dos
pequerruchos .. Para -
bens!
ANIVERSARIO: FAZEDA -
JATOB.-
(Esc. Ivete)
_Sete de junho-.
ta-feira, dia sorri
dente. ã inda cria.a
l'ri. e la nos propor -
clonou alegre e rósea
festa 1
1
11 !-l'll Jll"ll!lt'Í l'Cl
aniversário. Servir:as
saborosos churrascos
regado a wisk. Iinui
a assada e chop. Mui
tos com· i dados t•n trc -
membros da grande e
nobre familia Pinheiro
destacava Sra. azir
(iÍ'Ó) rnm seu jl'i to tio
ce e alegre a receber c
entreter os convidados,
Logo depois os doci
nhos. o lindo bolo. ba
Iões e a galante Pris
ci la apagar a 'd inha-
a criançada cantava e
aplaudiram... P'arabens.
Dois doleiros
tocaram e cantaram a
quela musica sertane
ja.
Lã no páteo a
estridente. no • tá -
c-squentnnJo". pois a-.
tarde brusca e fria.
A socicty bela
'Ístensc também curtiu
a fel i:.: tarele junto a
linda Priscila. na ho
n i ta 'a r:m<la da luxo
sa cnsa da Fazenda .Ja
toh5. --
l'r i sei la : sor-.
ria llojc I indo ne -
nem, cm dois mi I e -
tun "o lindo cisne
rosa no lago a:ul da -
Fazenda .Ja tohii:
Prisci la é fi
lha do casal Fiado -
l'inhci ro e Jussara .. -
L.ICIENE ROTA PROENÇA
lloy su cumplc -
aiio, bela e alegre jo
vem em sua residência
scn·i u-se um suculento
almoço. entre seus,
convidados Srs. João -
e Xa:ir Pinheiro, Srs.
Proença visinhos e ou
tros amigos.
A noite, ofere
ceu doces e ponche.
Abrilhantaram
as lindas flores: Stas.
Simone, Tania. l.et ida
Rosilene. Eliane. Cy -
nara, Iracerna. Luciene
Marley: e os gatões
Emcrson, Robson. Rei -
naldo, Loló, Aramis .Ju
nior. lCésinho, Junior-:
Renato e na.rio.
Tudo bem:
Parahens linda flor ...
Luciene.
lt, 1n11:1 Corre;1 ,:,,,. •li 1 • !, ·,e:· ,o· c-1
morou mais tu :iro «e vil,i
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Jl" ~!ATO GROSSO 00 SUL - FO"E: -H9- 1296
(
- ...
l
l
do
Uni~ão Democrática
llojc, ma is do que
nuncn, é preciso a part1-
cipação de cada hclavis -
tense no processo políti
co, atuando nos qu..1dros,
soja do maneira direta ou
indireta:
Após vinte anos -
de autoritarismo. o povo
hclavistense ter:Í oportu
nidade de eleger o seu -
Prefeito. através do voto
Sehastiiio Zacarias Filho
c ll.V. •p:-l·-:ls,,, al'in:1-
cle tudo. tle homens que
;tjudem a 1 'J HEl'IIHI.I
CA a fomar um (overno
do povo para o po10,
Estamos cons -
t l'llÍ ndo tuna NO'J 11EIJ
VISTJ•, o nosso lavra -
dor, comcrciãrio, lxm
cário, pedreiro, meci
nico, cnf im. as 11ossas
classes trabalhadoras
precisam de homens que
qu:mdo neccss,Írio. fa
lem por elas, mns. é -
preciso que est.i vo:es
sejam ouvidas.
Precisamos de
políticos que mereçam
o rcspei to e que atu
cm de maneira direta
na solução de nossos
problemas.
• Este e o nosso
objetivo maior.
• lNIR - F()fff/LE
CER - PJRTTCIPM -
CSTRIJIR -
"Com a Novn Rcpiihl ica
Chnpa lln i iio l)emoc r:Í ti
ca"-
s-
4
1
óo- i
dr-
J•
_.:.-::-,_,,
;·
X)
·J
livre e democratico.
Antes de se esco
lher o candidato do parti
do- do PMDB que dis.putarã
as eleições de novcr..bro :.
dia 7 de julho elegeremos
o novo Diretório Munici -
pal.
Com a ~ova Repú
blica reccnizada pelo -
saudoso presidente Tan
credo Neves, a qual es -
tá se finnando no atual -
Governo Dcmocratico de -
José Sarney. definir.un-sc
algumas metas básicas, -
mas, o mais importante .. _ -
sem dtívida alguma. foi a
valoriwçiio da classe po
lítica.
I:ddentementc que
no rl'gime democriítico to
das as t L'ndênci as mere<:em
o respeito e a liderança
<li:' opinarem. é no confro.!!_
to das idéins que atin!fi
mos a s1ntcse que leva a
cducaçiio <los problemas.
/ nossa Chapa lln_i
iio llcmocr,ítica- Visa for "'
m:1r um grupo coeso- um -
partido forte- onde todos
terao a l 1_b_et;d.tde . e o -
direito de opinar. E de -
triste lembrança a, centra
1 i zaçiio do poder de d ire-
t ri zc:-: c.•manadas de cima p
ra ba i xo- hoje , o povo -
particip,1 Jo processo- e
as idéias sran d h«is
para cim:1.
io é hora de
promessas. n:io é hora Je
direr que isto ou aquilo
precisa ser fci to. S:ihcrno
o que Bela Vista precisa.
OIJP/ PMA O DIRETÕRTO
ÍNTCIPÃÍ: 1UI0 TEn
CRiTICJ
01-Cononi la !.ourei ro -
dq Almeida
02-lldefonso Pinheiro
. 03-Ricardo de Souza Ro
sa
0-1- Si <lnev •lasca renhas
05- Pedro· Geraldo de -
Melo
06 - Sebastião Zacari
as í-i lho
07- João Ju~usto Perei
ra de Souza -
08- José Ayres C.nfurc
1
9- José Chaves Lim.1 /
107 Nélio·Oiório
11- F.lidio }lc llo '
12- Ftavio llenriquc
13- Edson ~br-aes Filho
14- Roberto Ocariz: de
Souza Rosa _
.15- Rosita Rosa f,omes
. 16- Alvaro ~lontc.irQ._ •. -
1 lasca renhas
-17- Israel Chamorro
18
7
Edson }lcdeiros_de
1-loraes
19- Fernando Jorge Rr
ros
20-João Cezar Salomiio
21-JuJ iiio (",odoy
22- Abrão Aillloa Zacari:
as
23- Francisco Enunanoel
A. Costa
24- Dario Miranda
g-/lbertino Rufino de
Matos
26- Everian.1 Carvalho
27- Otavio Loureiro de
Almeida •
28- João Evangelista
Chamorro
29- Monclar Rosa Cor -
rea
30- Oswa ldo r,ornes
31- /strogi l<lo l'erei ra
32- Victor Vieira
33- Kestor Alm:ida
34- r:ranc-isco .José de
/norim
Líder: Rossevclt Lino
Garcia
PARA SllPLl::.'TEiS_:_
01- RC1sscvelt Lino Car
eia
112- l·ratK isco da runh.
llont ci ro 1-'i I ho
- 5. Ihyr.Mede iro 1o-
reiro
fl•I- Eduardo Rondon
05- Ozail Ossun:i
6- Hilda Braz Carnei
ro
07- l'ilson Lino
08- Luiz Carlos (".ali ia
ri 'lach:ido
• 09- Gctulio Lino
10-Jrmindo Mesquit1 ele
/rrud:i
11- Eudo Pinheiro Fi -
lho
A Chapa Inião De
mocrátiva, é composta
por pessoas he inter
cionlas, vis:m o pro-
J
.,
Ivan Quer
4CERTO AMIGAVEL PARA •
OS MUTU4RIOS 04 COHAB .·
O Vereador Ivan Afonso da «sta 'Arques.
do PFL, solicitou na a ar.a Municipal, na ao
de segunda feira. que seja enviado. vo a mira
urgência, ofício ao overnn or wil on {arbo«a
Martins. com cópia i residente d+ A, Dra, -
uleide Paniao, solicitando que cut u
zar as açoes executivas conta os proprietário-
das asas da Y}. procurando ua soluçao
através d um acerto amigável.
Para Ivan 'Ianques ''considerando que vir ios
moradores daquele conjunto habita i ... iJ ; í r,,, ·•
notificados a procederem o total magrento «d1s -
prestações atraso: considerado aus « fsrt
'-
Pensamento
OIAPA PARA DEl.ff,.T'()S -
1 c011NI RETO@.
n1- llor:Ício Henrique -
Rnm
efetivados os juizaentos da curpetente ação -
executiva. o saldo devedor será .ar:entado de 1uma
maneira assustador. evidenciado pelos juros de
n'iÓr:i e correco monetária. acrescidos ainda de
despesas judiciais e honorários advocaticios.
tornando-se quuse que ipossi l'l o p:ig:mcnto sc::i
u prévio acbrdo. muito mais pelo baixo poder
aqui,o; i ti 'O d:1 qua,;l' tota 1 i d:i<lt· J,>:< nor.1Jorc•,-; <lu
ref erido conjunto habi t:,c ion:11. csiwr:nos prcnt;1
intcrvcnç:io do senhor (oernador no :<en: itlo Je
minorar o sofrimento da classe trabalhadora.
PARA SUPLENTE DE OEI.E
f..ÚlO.'i -
01 - .Jo:io Augusto Pc-, -
reir:i de Sou:J
grcsso de Bela 'ist:i. -
o ht'fl l'Star do belavis
tensc. rl,; seus cor.,po -
ncntc entendem que a
hora é de ref!cxiio,
part icipaç:io e uniiio -
de esforços. (Com o ad
vento da OVA REPUBL.I -
Cr. é preciso que TO -
ll..'i as camadas repre -
sentativas da socieda
dc partic!_pcm <lo riro -
cesso nol 1t Íl:O. :io só
o trahalhador. rn:is tam
hem os empresiírios hem
intencionados precisam
colaborar com o Brasil.
1':io é criando areiis de
atrito. briga le pa -
trões e empregados que
se construi r:í a democra
cia sonhada por Tancre
do Neves. R através da
Ur.i:io.
estares começando é ua demonstrarão
clara da disposição do nosso partido crn respcm!et
com_ açoes concretas e definidas ao desafio que
aceitamos de mostr:ir :io po1·0 de Ht•la 'ista os ca
minhos rara a supera :io de sc11s ;.;parentc::icntc -
111superaye1s proh1cm:1;;. :'ossa fõn:ula ror.1 isso
não tem segredo. Nosso jogo é limpo:exercer ie
mocrat1carente a administração municipal. Aão a
democracia do qesemprego. não a democracia que -
so favorece as minorias. do arbítrio e dos des
randos. E a nossa. 1:Íss:io t1·:msformar cn rc·:iliàa
de os mais lgitiros anseios da comunidade aue -
nos colocam onde estamos. E nosso dever invocar
o_ tcste.·nunho _de nossos bairros. e nossa associa
çocs cor;unitarias. de nossa cidade :Jc que c·:-.cr.:i,
taros o poder de NO S DDS CM! O MOSSO P O e _
nao estendidas par:, que apl'1ns os oportunista;;
as :ilcancem.
Eu trabalio que está coçando e que
nos en he de entusia~~-o. !'·..ir:,uc h·í tudo por sc:-r
feito. E porque confia7os no apoio de todos par
fincamos4s raizes de um partido verluleira:ente
popular. •
11dcfonso l'inhc-iro
------------------------------- ----- ----
LEIA NA DLTI PMGIQ COMENTADO DOR NANCY.
----------------- - ------------------ ---- ----
JOf<L r ;i J I r . 1 , : • , .- • ti í, 1
l
.. . . . . , . '
'. 1 • I' •• 1.
. . ...
1 , ..... 1 •••
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1 I 1 ! 1 , - l,
pr:1.:0 d,· l'., :,, 1i11 •
dias.
- .Jo é Aelin -
e· <;ih,1. oril i.Jl do !k
gist ro d· Jr,IÍ1l'i-. d1 t)
l,J:H(.I dl· lk•J.1 Í-Slii. 1'
tado dt• )bt o (rosso do
'iul. 11,1 run.,:i t!.1 1 t';. -
etc ....
- l,1.: p1ihl ico.
p:11 a du1da uo!"- rn t· -
ressados, em cuprimen
to do ui,;po:-to no :irt.-
19. $ 5° da lc-i 11'· e,. -1,
fi. de l'l-12-
7l. rwlo ::-.r.
.Jul 1iio c;oJoi. hr.i-;i ll'i
ro . casado. nintcr.
inseri to no C"I. ,,,1, ,,-
a, Lot d a dn i
11.1('1() d, ) T1•.: .•li "1 l I
rara }''. oprender
do lut<, e,, 1 :,n I dv ...
40,008.0+ m2 t (Qnrnta
nil. S'l'll'lltls (• oitn
metros quadrados): Vias
PGblicas c Ruas cor
15.020.00 m2 (quinze mil
t· 11ntl' 1,.etru, q11;1,lr:1
dos) e Praça om 6.872-
Ili! r1~ (Sl'lS "IÍI, oit,1,·u1
tos setenta e dois te -
tros q11;i,lr:i.lo,:). t·nnfn1
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l J l' J 1, . , . 1 t
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titulação Ioal.
- li. J 1 ,. Jl ,,, •. ,-
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t , C: o-;,,, J,1 "111 .. 10 ,-
1 te dias do me de -
_llllLO d,• l,!lri,,
C<111rio , :1 I'< 11---
t !4- .1 . 11 1 , or
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caminho.
PARATI. COl, SANTANA,
VEI RO, KOMB 1.
VOYAGE,
CARRO
FUSCA,
·o KM· A SUA
SA-
ESPERA.
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. RUA-,F DE MAIO,- 571 REVENDEDOR AUTORIZADO. VOLKSW. GEM ~
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SECRETRIA E DIA!A
r}.O: EL'll' BRU'f.
f-OTOL TTO: .108 '-!ELLO
l'!f>RESSM: GILSO SI!.'·.,
S/.'fOS.
Rr.-.nr'IIX1 [:'-1
20/02/1972-------
Registro no -
Cartório de Titulos e
DocLDnentos n1 ~5 Rc<l3-
ção, aclninistr:1ç:io e -
Dcnartar.c'Tlto r.o:·1:.'rci u 1
Rua da Repúb 1 i e.a 5/ ";; -
Bela 'i sta-•tc; - TONE -
(067) -l3!J-l,H0.
.'SS l~~1UR.S
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Denais '"un. 55.000.nP
!l~l'Rf:..'iE TA.TE ,AC 10.. L
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A juvntu@s de uma maneira geral. uu lld,,
mo uma pareda d; sociedade brarllelra, que
p[vare ircponzável; que não estavam
nm ligando pata e,., p•oblerr.os !amllir.Lcs, pn
r,, os protlcffi(IS da comunidade, e da Nnç.'io, fs
1,, foi umn mandrn errônea de (:J pcm~r.
!s; o jovem rc omitiu dt te.dos estes problemas
por~uc não lhe foi dada chance necessária pa
a mostrar o seu valor.
Esta lmr-gcm de lrrcspc;n.rablllcla,ic do
3 jo
HIIS, foi criada pelas próprias pessoas que go
ninavam nc~so País, na gmndc oprersão rnfrl
da pelo pc,vo br. llc.lro desde 1. 64, eles implan
terem umn ditadura disfarçada, onde Jovens sr
rcnllrnm cnsirados de seus p:msamentos C'
ideais, não ró os jovens sentiram tsta opressão,
rnos; todos aqueles que lentav;m expor suas
JJéJos e pensamentos, apenas uma diminuta par
cela que tinha o poder nas mãos é qu poderizm
sugerir alguma coisa.
Muitos dos problemas_que hoje atravessa
mos, prc;blemas que afetran a Naçf.o ,estão dire
Hoje a juvUltudc braf!lelra é firme. decidi
da e está lutr/:ldo por seus ideais. siio livres e
idealistas. Já represer.ta uma parcela muito
gran,de na nova fce que atravtssa o País, pois
1
A
O Deput;,Jo Robuto Orro, do PMDB, ao co
mentar as mobilizações €m divc.rsos Estados
• brasileiros dos produtores rurais. assin~lou que
o Governo deve tomar medidas emergenciais
de forma a "assegurar a estabilidade da área
produtora". Se iS!:o não ocorrer, o Deputado
acredita que "a situação se agravará extraordi
I!ÍUirmcnte e a inflação retomará sua escala
Progressiva com a elevação do curto de vida".
ROBERTO ORRO afirmou que o Ministro
da Agricultura, Pedro Simcn, é "um homem ca
paz e um politico experiCJ1te, profundo conhece
dor dos problemas agrícolas do Pãis". Mas, sa
lilntou que "sem recursos o Ministtrio pouco
po<le fazer".
C!ante dessa situação. Orro acredita que o
Gonmo Federal deve redebrar seu empenho
na aplicação de medidas ~oci=r~ para recuperar
o poder aquisitivo <la população, e .'presllg.lar'.
cem prioridade,
0 setor agrícola, pois o abasteci
mento do merczdo interno está ameaçado com
as sucessivas crises e reduções âa produção"·
João carlos Velasque
TELEMAT
. .,;- c.!c seu Prc
A P1.:feitura Munlc•pal a
1
rª'-" . Jun
kitc. ILDEFONSO p!N}lElRO co~egu1u 1
. • MA'T' rnsta a
l•lllen1€ ao Presidente da 'fELEl •
l;C I n· _ O ,la 30 <lias.
•'• 'e ,;, orclhctS no praz ""' . d pc: para
Ccnsguiu ainda a implartação o
Tais um cabine. Pre
. ~ "·dio pr;1zo o i..:
Ise a curto pazc. jà a m° ou Ou
r • . • ""tcn. ro
cit,, Municipal par.i o rn.::s ue -' ...,--4o fi
'ab; • da partucp- i
ro consc ruiu a ampll.i;;ao . nte ao
n · o . 1
1
untarne
inceira da Prefitura Municipa' ·feitura
. - aPree1 ~
vénio existente entre o PS e
Aturaieip1.
tamn[e Migados à castração d uma boa parco
Ju <'e nus,., socicJodc e p1incip::mcrtc :io, JO
vens dc:;tc Pai~; pois para essa pequena pan-c
lo, nés jovcn,; frJmos (achntks de lrrc,pon:;:,
veis, destruidores tlc !amlll,•s e u"'iram bto p.1
rn nos co1 tarem o direito de brigarmos per
um:i &<-cictl::1:? mtlhor. Nru la.:haron. d:} tudo
que é mal feito; irto para encul:rlrem suas tra
paças; suus cerrupções; sua~ lr:apacidudts; e
hoje sentimos o peso desas pesscas que leva
iam o País parn a situação cm qu~ nos cncon
ramos.
Graças a Deus, tudo Isto ttve um bata; e
nas mãos e ras idéivs do nosso grande líd~r
Dr. 'Tancredo Neves; a nossa juventude está ca
da vez mais participando, aliv,,; discutindo; c!b
legando e aju<l:,ndo o nosso País a sair de suas
dillculdaàcs.
CI
% o~
Ci
....
r· .
----=---·
Para Orro, n:edidas emergencia.is são necessá
rl:is para "evitar novos encarecimentos, que se
rê.o trágicos para o povo, principalmente os as
salariados".
o
P<-~ibiliC:a<!c da ampliação da centrnl p:i
1 a mais ou n.nos 200 terminais, suprin:io assim
rs nc~sidades d:! telefones Il:J cidade. Instala
ÇÕE!: de Telefonia Rural.
FASUL
Já <.-"'lcontra•r:? em peder da Primeira Dama
êo Muni:i11io Sr:i. MARLI DA ROSA PIN1-IEI
RO, 3::> col:::rtcres par a a distnbuiç5o ;:io5 c:irc_n
tes e 20 c.,;inh:is liigiê:lica.s p:ira as localiódes
que mais neccrsitam.
CASTEUNHC ENCANTACO
•r.:rmiuo <lo muro do ~~tclinl10 Enc:intndo
i?Tis
c~'::mt.:, 1,.:r.Jc.. a c.. ada dia, mis jov p+e!e ,
do participar; rivinicar; precuu.rdo s 4r'
tos e princips!me'e partiiy:ando ti mner
t do gove trio que acala d ... !..'-' it.
1 d r.
Estams noz: despedido de um ptoes o
tlitfco tao pericio para o Pais que; ao ques
tionarmos a maneira pela qual a juvenfude bra
zlleira pc!ria catribuir pura a reconstrucã
clc.Hmo:; anfe, C.:c [u<lo procurJr r:ib~r o que l•
que o jovem ten. par oferecer. Nos prece
muito ptuco; pds um jovem brasileiro qul! ho
j<: tenha 20 anos; é em médw; produto de um
óstcma que; oo longo de lodos cstc3 onos usa·
r:m dt armas mlis sutis para torn:ucm suas c
beça: o mais inoperante possível. e o jovem por
tudo ls!o tornc,u-se lrrevtrcnte. Irresponsável e
alienado. Ttmos a cbrigaçto de dar a c;;scs jo
vns uma saída; mos[rarlhes ao processo a que
, !oram submetitos no !engo e.e tcdos c~sc, anos.
Procurar dlreociar os impulws e deseicz que
tão genuiramnte deles e os que foram coloca
dos Impactos o eles. E. acin:.a de tudo limpar de
!inltivomente ele ruas cabeças a idéb de que
eles não t.em responsabllJdacie quanto ao !uJu
ro de seu País.
Precisamos re!:$altar a lmportimcia da inte
gração do jovem na sociedade. Não !alamos de
um.à lntegraç-"..o simpl~ta que !e baseia na cri
tica destrutiva ou na critica pela crític:,.
em que a prática é posta de la
do. O jcvem preci!a participar com Idéias que
ccnstruarn e também com ativldades cc;er2ntes
com suas idéias. Acrtc.ito qUe a melhor manei
ra do jovem se integrar. é dser.volvendo eu
grau t!e in.trução, educando-se para o futuro.
aproveitando todas as chances para rr.2lhorar
seu lnttlecto e sua criatividade.
Está na hora de mucior , de renovar. Reno
,·ar os discursos e as práticas pcJítíc:3.!. Não <!e
vem ser os responsáveis por um pas!::ido qu:?
não nos pertence. Queremos isto sim; fazer o
r.csso futuro; traru:forrn:r.:do-o em prr.!ente;
em a demagogia do "Erasil - País do Futuro".
Nc:;so País é aqui e agora, já; e é o jovem quem
vai fazê-lo sendo ouvido cem o seu trabal!:~ o
seu conhecin.en[o sua arte e sua força inte
lior.
É vital, qualquer que seja a posiçi:o ocupa
da por um indivícluo; empresário ou operário;
homem ou mulher; br<1nco ou negro; c:it'lliCO ou
não união palav1a mágicl; reacendida há pcu
co tempo no contaxto nacional. Sem el:,; um
povo não caminha; lorna·s:? estático; aleij:ido. A
união transforma-se em organização. bu~ca de
idéias comuns, enfim; sindicatos; assOCillçoes;
grêmios; u.ma vóz . fala.cdo por uma infinidade
sle vezes. O jovem tem este poder. a união; a
e o término da Pracinha puto da Avenida The
odoro Sativa.
Construções
Fizemos ::i pente que lign a cidade ao Aéto
Forte. pois a mesma encontrava-se em precárias
coriic2s.
ENEJWL ELf:TRICA
ln.plantação da Energia Elétrica r Bairro
Espírito Santo, onde é hoje é inexis'en
Je.
PATROLAMENTOS DAS RUAS
Em bre,·c C5tar:io prontas as p.:itrolas que
f.ili'ade oranza,as;t vtale de pr4ar.
O povo teve 't 4 to do tre inn'o. fiei
mcs todo, muitos fa! e ereto E os J0.
p«dta ver i u[mente acue ado de alta
«ao ld.fere ç provando que ben o que
qu<rc:n (.' lutam pr i a, pos p4atlciparam co
mo turca de tudo, Farttipos de as transforma
çs c viver f [nsm te este momento de Te
'mcratzaço, cpinu obre fatos e se faze.
comr:arder mais do que nn a obvia4o. Jun
tos. cs jovens e todos vquules qus ucrdltamn em
si. redescobrirão. em, tempo o llr:nr qur <'XI ,lt•
antro d cada um «e nós
Já dvi6amente instalados no novo no que
urge, rós brasileiros, somos levados num lm
pulr.o romántl:o a meditar tobte a relevante
cc.ntribulçào da juve:ituJe hrn!:1lciia n•J projc
tc de reestruturrção nacional pós 20 anos de sa
doma:quismo. Os felaes remanetzerts desta
r:irni!icin~ !r,jo aJrda. tito logo pO$!:im usar cal
,;as comprJd~s, -~e dcJicar ao esporte que conto
cc.m a :ib~oluta pr;,,krênda n:ic.Icn:il n;io é o !u
tcbol meus .mlgos. mls slm a produção acalora
da ele mais e mais juvc.ntudc. Finnlmenl'.?, :iquc
ler cusados o ru!icient.e f:tr3 atfngír a m:t.iorl
dade descobriréo, ao tentr,r promigulr, a r:12110
de todos os. i:.eus problemas; um gcvcrr.o ::upcr
dlmenclcnado; intromis::or; que tudo e a todos
deixa, cCIL. múltiplas e redundantes taxação e re
gulamentação, fruto de um complexo Industrial
mili(ar oligarca que tende-se à sua pr6pria per
pE:tuação até o infinito.
Os jovens niio precl!:un .atear fogo à suas
guitarra!', mas devem cantar outras c:,.nções,
que reclamem os seus direitos de ter; ao menos
ch.:nces de construir um Brasil Novo que todos
aguardamos ~ur&ir. Ot jovens não po:lem se dei
tar nas cinzas desta sociedade marcada p:?!a desi
gua/cbde tconômica de tuas classes para espe
rar que venha dos céus os foges C:e noves dias.
Cevem arreg,çar as m;ingas e fabri
car com eu suor a lenha que fará :,.rdu a fo
gueirn da neva Justiça Sveial.
□
Três boas razões
Para você t,ref e rir os
nossos impressas
1) Quali~de 2) Preço 3) Rapidez
-------·
e!:láo sec:'.o totalmt.nle n.formadas e então co
meçaremcs a patro1.,r tod:33 as ruas da cidade
onde estão sendo ::ilvcs de criticas, mas isso de
,ido a nossa imp:r.>Sibilidacie e agora es1=:;s
atos a mostrar serviços.
Mutirão
Dentro ma breve estarems começando os
mu[ir@s na cidzd- rCe ccloczremnos todas s
e:colas e proximidades iluminada:. Esse Mu[i
r ão trar.i muitos benficios a nc,ss:.: ci:.l;;,dc pois
atrndcrão a maioria das nossas nece:si'ades.
T.:üs .como refGrma e pintura de escolas. sá
de. educação e ou[ros serviços mais .
' 1 ' ' ....
l---..:.Jl:...'.1:...l''..:.·..::l'--J'...'.l.:...ll:.:.l..:.l:...I ::.'•:._.:..1
1
_:._.:..i_' ...:'l...:'·'.:..1:..i .:..1 :_• -------------------------------------------------- , _
- CÂMARA É· NOTÍCIA
lnf 1rmalivo -Olicial da Câmara Mi.ipal te Bela Vista
-
J!IOIN11 Of·ICI
AL. A I(IX 31+M.
TfClil.l.J Vl'>JÍ --- • -
Soh :1 presiJê11da
do Vcrc:iJor /ntonio Silvei
ra X.wicr. do PllS, Se -
cretnria de r:vi J:Ísio
11irnn
da, do PS, a Câmara 'uni
cipal de Bela ,Vista reu -·
niu-sc segunda frira, día
17. par:i mais uma scssiio
ordinária.
THJB,'UIOS
ll.OSE'EL TE L U-:0
C,JRC:I/ -P~IDB - /presentou
rt-qucrimcnto solicitando
ao prefeito municipal. com
cópia ao Secretário de O
bras, no sentido que se;a
fci to operação tapa bura
co ·cm todas as ruas asfa 1
tadas de Pela Vista. -
Sq,11nJo o 't tcador ''tal
operação prende- se ao
fato de h:ner t"I mh..;:,
cidade virias ruas -
asfaltadas. sendo que
t:r.i muitas dd a, t'll. i s -
tem enomes valas,
'indo cori isto danifi
car os veíu,Jos, bu1
como dar péssim:1 im -
prcsiio aos rnor:1<lorcs
e visitantes que che -
gam a noss:i ciJ,1de.
MARCELINO CSSIO ACIO
LY - l'C:L - Requereu ao
J>rc-íei to Hunicipal. no
sc•nt ido de c-n'Í ar a e:,;
ta c.,._ade !.eis Cópia
Ju li! t1ma folha de p+
gamcnto dos íámciona -
rios, hem como sc11s -
respectivos cargos. I<
5e pedido. prnle·se -
ao fato de qu até e
ta data a (Gari MM.n-}
p l coro ó 1 )',.!<' { 1 L I l i
;:.1.lt,r li~() llfl .11. oltll 1
r.c•ntl' qtnlquc·r Jn, 11. :c 11
to nt"-st· ~u1t 1Jo- 1 ri
~ou o I cre.1Jor- t' • l'r,í
u maneira eficaz d
:-e• t:onlicn·1 o -1,1Í •11.J -
de• ÍllnCIOJl,ÍJio..; l' :'l•IJS
rc!--pct:t i vos cargos.
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1'1·1 - Solil'ito11 ainJ.1-
0 c-rc:1Jor lJIIC Sl',1,1 l'll
iado oficio ;10 l'rcít'i
to 'l1111il'lp:il no sc-nt 1-
do Jc- 111:111d,11· p.it rol:1r
a estrada da regiao <l:1
Pirapira. tendo em vis
tu que hs nu de dois
tio é fito 1) p.1 -
rol l'l• Jlf 1,•Ít•J 1Jo
lo,:1l q,1c• e• ,,,,01111.1 -
em pé simo estalo de -
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1111:tlll() l'L'ÍtLl):ll)dO ;10-
f 'O Ili JL'lOJ' do !ti RSlll.
flr .. m.rlJo l"L'rtl'l r.1 de
So11:.1 . ...-olic:it;1nJo o p.1
t rolamento da rodo ia -
p a - Foré. bewu como o -
p;1t r-ul;il':('nro d.1 rod<l i.1
qtit• 1 ig;i lkla ri:-t:1 :Í -
C1rat:ol. j;Í qllt' ª" l'.ll':i
mas encontram-se em pés
sirn-1,: condit:ôt•,: de• tr
fcgo. vindo até mesmo a
DIÕR_IO
Registro Creaa.: n9 52.993/TD S.P. - 'isto n9 - J.Oll - H'i
Medições de terras, levantamentos cadastrnis e f::lz.endas, divisões Je invernadas. Ratifica
çãd· junto ao rncRA - Serviço qualificado - rcspons:Í'el e técnico.
ESCRITôRIO: Rua Cuiabá 180 - Fone (067) 439-1258
RESIDÊNCIA: Rua General Osório 1281 - Fone (067) 439-1057
BEL/ VIST/ - MTO GROSSO 00 SI II.
víAção
DO
CRUZEIRO
SUL LTDA.
ONIBUS PAR< EXOJR.SÃO E TIIRISl-ü -EFICIENCIA A SER'IÇO 00 POVO DA FRONTEIRA E SUOOESTE.
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TR-nI('}íO NA ARTE DE BEM SER'IR
SI rrA-SE B-1 SUA e.ASA. IIOSPEDA,'J)()-SE ~'O: 1101T:L l'/,
RAMA- Tradição na arte de bcm servir - Bela Vista-1S
preiud.dr e dmni i u
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11·1 !.,'>líl 'IIR..Jl-1 Jl·,-
JU ltt·r.111,ll .1 ll',11,.1, .. n
n-t1l/1<', 1a> ,,1111-!,1 ,k
Li li ,1 .1:pl Í,11,.tll •• 11.1-
t I olawwento do avpo de
lutc·hnl c•,i,-ttJilL' 11.1 1,
ola 'mtipl Ir+no -
'k,il'llO:•, 11,1 h.i!rnl .-
s, dt• ] ;Íl 1•·:.1. d;1ti.l11 ,l!',
si condicoes de la,er
•• prit ia de <·-p<ll l<'.•
aos jovems daquele hir
1 ().
() ll'I (':1,Jn1 ( 1 1-
J:Í:; io 'ti 1.111.I.• 1 •~111rr,•11
.10 p1el'l'ito )!11111,·1p.il
1 necessidade e4 rtmn -
dar fazer limpe.a e -
.11,pl iac"io dn r, 1111 tt
7
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Jo h.tino ~""".i '>. de· -
J;Í t 11:t:1.
(( •.;so (TJf IT.IUO 1111!.Hll
(1<.; .ili 11 J(
NO CENTRO DE BEL 'ISTA
AO 1.AOO 00 BAN(X) lX) BRAS I1. -
PRA(.A ALVARO MA.SCARENIAS -425
/PARTAMENTOS CDM AR aJN
DICIONi- 0, QUARTOS; C.0:-ffi'JRTO;
HIGIENE; ·PADRÃO DE ATB-10]}.!EN
TO.
IJll ll'<illl'l"Íl'lell
t o o I c·r eador 1 1 i 1 ;Í,; i o
Ji r:111d;1 - PS- Requereu
.10 l'n•íl'i to 'ftmkip:11 .
que valendo-se de seu -
prc,;t igio junto ao (o-
1 crno do l.st:1Jo. l'OIIS i -
ga apoit> da IERSUI.. no
sentido de que seja
L'OIISI ndtla llllla 'ia l'ÍÍ -
hl ica que dê acesso ao
Cc~:IÍ tl'rio c•xistcntc no
lia i rro n,,,;a Senhora tlc
át ia. Ial acesso tlc -
1·cr;Í ser no sent itlo Cos
t:1 Jkí111:1. Cha·car:í do Sr
.Jo:"io t'c•-<:1r Salomiio.
llisse que o requerimen
to prende-se ao fato Jo
Cc•1ai tl"río <lo Jlairro
.ossa Senhora de Fiít i111a
110 1:1011JL•11t o. só ter ;ices
so pr:iricamcnte pel:i
ltoJ01 ia Bela 'i!'ta / C::1
ieir:is. tra:en<lo assim
transtornos aos rnor;rtlo
res totalidade <lo lxrir
ro qmn.o_há sepultaren
tos Oll esmo visi tas ::
uqucle C<'ll"O SACRIIO.
Cohcrtua .Jo:io Car
l os 't• lasaucz.
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queira produir. medi4
te O5 +Cites Istt.
ventos de politua fu.
d 1 ;Í I i.1 •
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1 a das t l'rt .1:, ot: io·-, ,,
conjugada necessati
te com desgravai0 im
_; i t Íl ,I dt• tríh11lCJ:, r;
bre a produçio aricnal
• programas de caloni
ceio de terras plicas
e estímulo à coloniza .
,::io privada. de tio
gr,1n<lc ;;11.:esso 110 nort,
út> 1';1 nin:Í. ,·crr:1,l<;., e .
projetos vitoriosos no
Ct•nt ro-Oo,;tt•:
' lnst i tuiç:io do n0Ji
to ru11di:írio ( l'i11.11,u I·
mc·nto de longo p1.1:o
1
.
rn :1q11isiç;io de• tu 1,.,
para plantio):
' Aplicação das r c<l I J.,
c.:i111rgicas p1t'1 isw~ 1:- {
est:rt11to da Terra no; - I
casos Je t·oníl i to!' 1'iG·
lentos sobre ;i pos~e t'.
terr:1, e razão da titL
lação duv idosa:
3- O :11níndo Jll
hl ko <le objct i 'OS ina:
tingiveis. dada a t::1rÉ::
c:i a <le n.-cursos finan :
ceiros e a iuexisréncii
tle meios fisicos. ain<l..
que baseado ti:1 lo':Írci,
intenções. Ic,·ar:í o P:i
ís à redução dos ir:és
tinentos no c,rnpo. o cr
prt'sariaúo rural ã an -
glÍst ia. pc1vk.,iJ:1<le e.
ta!l·c: ao piir1ko. con
cfcl tos absolut;u.rt·nrc •
i11Jc,;cjií1·eis ~ohrt' os
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griL-ola e abustct:fol('nr
das t: i J:túes.
~- In:põc-sc.pc_.
tanto:
~ n·al ismo no;; pronun
ciamcntos clc.· autori<l:i
des sobre o tera.
' Consultas cou tmlos
os segmento:- intcrc:=
sados n produção agri
cola; <
RODISBEL
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RODRIGUES
DISTRIBUIDORA "DE
BEBIDAS LTDA.
ENTREGA DE BEBinAS í.El..AJ)AS E ~1ES/S CQI CADEIRAS PAR, FESJ',S.
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ANTARCTICA
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AIM II IXJ 1'10.11 l'IO I~I:
JO Jll: ,IINIO Ili: 1985.
l>íspÕt• sohn· n
dc11omi11açiio do C:011j1mto
rcsiLkndal d:1 C'ohah <lt•s
ta cidade e dií outras -
provi dé·rn.: i :is.
/ C;unara lhmil:i
p:il de !leia 'ista. J:sta
do de 'li to C:rosso do Sul,
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,mmil'ipal snndo110 a se-
1,:11i11tt' lei:
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9
- Fica denom i -
nado o Conjunto lk•siden
dal da C:ohab tlcsta cida
tlc. t·rn nome de : iJll.llER
TO ROlllW;ur:.s 111: SAT' iJÍ
NA.
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9
- Esta lei en
trará em 'Í)!Or na <lata -
de sua publ i ..:açiio, revo
ga<las as disposições cm
contriírio.
Paço Munidpal -
de !leia 'ista-HS .. 10 de
,Junho de 198S.
I Idefonso Pinhei
ro - l'refei to Municipal-:-
t' 1
PLAR. S
PREÇO 00
1.000.00
C.:,),
Nova Estória Sobre MENGELE atrai
grande imprensa pa1·a Ponta Porã
(.)Oll',J. ll l'fl-
ais uma estó -
ria, <"OnstruiJa sobre -
s11posiçõt•s. pode indi
car que o médico nazis
ta .Joseph ~'cngC'le mornII
por mui to te11!f10 c.'111 Coro
ne I Sapuca ia e Capitão
B:1do (Pa rng11:il l. onde -
se casou e. após ter se
desquitado, teve outra
m11Jher naquela frontc•i
ra. que• vi,·eu ao seu la
do até o <lia <le sua mor
te, Na ver<lalle. esta cs
tória é baseada na pos
sibi I i<lacle de .Joseph
Mengele ter si<lo çonhe
d<lo naquela região por
Joseph C.an:n. lima parte
<la estória foi contada.
pelo comt•rdante Ft•iz -
llussein Haidar a sua es
posa clona 1Ji, J ia. Segun
do ele. o médico alC'111:iõ
a quero conheceu como -
,Joseph Canat diegou a
Corone I !x1pu,.:;1 ia. onJe
o comerciante possuia -
1un estabelet·imt•nto, por
mira de 1958, sendo q/
o Sr. !bidar. <lepois de
al)!tm1.tempo. tendo nota
do a t"'d rema habilidade
Jo hon·n no t'wrrfr10 -
da medicina. deu- l he 11-
ma fam.Íc:i.1 p:1r:I t r:11';1-
lhar .
"1 i .Joseph Ca -
n:ir pen!Jane ..:c·11 por L'l'l
ca de 11 es anos, tendo
se casado cor 1u·,:1 nu -
lht·r t·onhed<la pelo ape
lido de Kula. cujo par-
0 mC.J ko chegou a one -
rar de um p'roh1C'111:1 no
meio da rua, salvando -
1 he a r itl:i. O i.:0111t·rl'i an
tt• sal ic•ntou, aindn. o
grande interesse <lo ,,é
dil-o por plantas, con -
fi 11:1011elo que era vicia
do cm <lro)!as. posshel
mrntt• morfina. Mais tar
de, antes de viajar. .Jo
seph c,nat presenteou ó
Sr. lia i <lar com LDll ancl
<lan<lo outro anel parn -
a su:1 esposa, júias que
existem até hoje. em JlO
der Jo t-omerciante. -
SEQJll. ~flfU IER
-------
Dona Maria Ino
cênl"ia llcnites Eron, ho
j e ..:asada com AI 'i no ~
m·, 1 roa. Í<>J 1 -., 1J:J 1
l ,11Jl1c l ,!t• ,JU·•l h .l,ll.
depois que se de«qut t. 11
de Mala, ndo rado -
lO' l'I<' [)O] (t•1,·.1 d,
tres anos. inclusive ul
).!1ir1 te.· ;,o n·1 Pu1-..1q Pon
t :i l'<,r.i. :Iqu1 11:1 l I on -
tt•i r:i. 11:t di,q• ao .Jn1
nl da Praça. que nun.a
:,,tl'-fll'IIOU qm· •> c,-:,.111
do fosse o médico nazis
r:1. rl'l'eLmJo .Ipc·n.1,. -
que era ;.!ramlt• t·onhc•t't
dor tle :nn1s. c:hl'g,mel<l-
a ter una oficina onde
mcnto11 1,.uit:1s dei;1s.q11e
admirava plantas e -
nmstruiu muitos jar -
<l ins grandes e cheios -
<lt• flores t' q1It• t:1r1hén
tor.1a1·a injeções. 1:i;1s -
,.:or.io ela era muito ingf:
m1.1 (ent rt· 11 e 1 anos)
llllllCa suspe j tOII que fos
sem drogas. O proprio -
Sr. :hino hoje c,1saJo
com Maria lnocênçia.1·c·n
Óet1 mui tO::- lllCUÍL":J:r.cntos
e a l)!1ms frascos de ó -
pi o ao mcil ii.:o :li en:io . h:i
ja vista que trabalha
na ent:i.o fam:ÍL'ia L.,tre
la, mas tambefi nunca i-
-- - -- , .. - --
INDICADOR
/
- PROFISSIONAL
.1 _, ~
ADVOCACIA m
1
·Dr.Antonio F. do Nascimento - Advogado?
, .CIC OU6.474. 381-00 - OAB/MS 2809
·~
1
1 ••
Causas cíveis. Criminais, Questão-
de terras, Direito de Familia e Tr.ibalhista.'
ESCRITÕRIO: Av, Rio Branw, 193
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FONE: 505 - CEP: 79.280
l'ORTO MlJRTir..iJ-O- i'iATO GnO..SS9 00 SUL
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Dr. Nelson Chagas - Advogado
.
1
Causas Trabalhistas. Comercial. Cível
(problemas de familia), Terras. inventários .Co
br.inças. etc ...
ESCRITÕRIO: Rua Dr. Ary Coelho de Oli_
veira, 660 •·
JARDIM - MATO GROSSO 00 'SUL
A D V O G A !)_9
1 Dr. Iv:11! Afonso da Costa 1'brques
Causas Cíveis e Criminais, inventi
rios, Desquites . Divórcios e Legaliwção de
Terras.
• ' ESCRITÕRTO: Rua Antonio 1-bria Coe-
~, llio, 428 _ FONE: 439-139S (067):
RESIDÊNCIA: Rua Cuiaba, 468
1
llELA VISTA _ 1',TO GnÇ)SSO 00 SUL
ADVOGADO
Dr. ~moel Rodrigues Negriio
- OAB/}lS,1134,
ESCRITÓRIO: ,v. Duque de Caxi~.:. -
:'SR _ CEP: 79.240 - FQE: 251-1867(escnto -
• ) 251-1646 (residência)
#,ii " varo ciosso to svi.
A D V o e A e I A
1, God y _ Dr. Itamar da Silva
• Dr. Adhemar
0
'b tra.
f-ONE
ADVOGADA
Ora. Maria Celeste da C. Silva
CPF 141.490.lOl-10
ESQUTÕRJO: Rua Cel. Ciunis5o - FONE :
439-1302 - CEP: 79260 - CL1'RO.
BELA VISTA - MATO GROSSO IX) sm.
'..:... __ ___:. !
ESCRITÕRIO DE ADVOC°J-C.lA
Dr. Pedro José Palmieri
Legalização de Terras,
causa criminal U uri)
il.10 GROSSO
1 ,.
'
'
~ '
~
inventários ·e ;
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1
U TO PIRD1O
licencia onçal
ves perdeu ate de ap0
"t.·ut:1J,,r 1~1 d,, l 1t1Ut1tal -
B/92311E/I-/08 conpe -
ten a 05/8s. Pbli+.ao
que se faz para ht <ilÇ,JO
da 2° ia-iela lista-M.
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RJ.:I)E REIAVISTENSE DE JORNAIS.
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.. ) 1 1 t O ,1,, ( til, t [ l r <, i
tl,J [li ,•,;o pOI ltl d,· 1 q 1-
Jn d, l'nn Pora que o
entregou pra o Lxéri
to. na époa foram tira
das i presoes digitais
e reretidas tara a {o-
11.rnh 1. sendo que dn, j lJ
anos. .apenas ts rio con
feriu cor as irressóe
originais de Mengele.
l11 011t rn Lido. :1 In:I i <' r
Jm id.1 se prende ao fa
to d.1 st•g1111J.1 1•11illwr ck
.Josenh Can.t t . doi.:i 'ti -
ria Inocência afirmar -
que n t·:-.-II .11 itlo norrcu
baleado em C:o rond S:1p11
caia e lã mesmo foi se
pult,IUU por C'la. al6'1 -
<lis,o. :-.1hv:-c qut' .ipó,,I
1
:-cr h:ill'.id,1_ Canal tC' -
ria sido ope1:iJo pl'!o -
r. risteu rgas. quei
n.•sidt• cm !'011ra l'or:i. -
tendo fakciJn oito Ji
as depois.
l'ort anto :<t• .Jo
senh Cm,1t era 'lcnpele.
niio po<lt'ri:i estar !'l.'(1111
t ado em S:o l'au 1 o. ner.1-
t iio JlOIJ"O ter passado -
elos 50 :Ino,. pois foi -
r:Jorto :1;1ro:-.111:1dancntt' -
nest:i i<l:1dc. t·rn 1%1.S:t
be-se também que o en
ferntc iro e confidente -
do Sr .. Jo,t'plt C111at. ell'
nome Edmundo foi assas
sinado dias depois da -
rJOrt<.· elo print•irn. Je -
vanelo cons i gu ho:1 p:1 rte
dos conhecimentos im-'
pre,:-io11:111tt·s minist r:,-
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dos Jlt' 1 o llr. Can:.r t . qut·
era t idn i.:0I•10 un llt:1L~ -
tia 11:L'U ic ina n:1qut'l:_1 n·
gião de •·ronreir:i .. Jéi:,
<le fotos aue deixar er
dlÍr i Ja st• Can:ll foi llll':
mo Mengele. soube-se dr
c.,i!'ténc"ia de um banio
que o ri&dico gostna de
tocar. Entre tanto. s:a
hemlo f:i lar cer..::I ,le '.l
i<l iom:is. como afi11n:1r1 -
os mie• L·onht--.-cran C1na t
n:io se sabe se 'lcngt' 1 e
tinha t cnJén,.:i as 1,11:-: i -
cais. Seia tudo isso
,! !.! 1 l 1. 1
ui iel
OBA MI#t!".até o
te ti J ""l' • Jlh· ; ., .l
1ande pen a do paí-
tl 1 1 J ( •li l t 1 1 1 .' tll, t 111 1
1 dth, 1nt•Jt. .. 11.tu s de
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próximos dia .
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Sl'CIU:J',~{IA J: DIAGlt.'t -
í}.O: f.1../l~T BRUf.
ruro1.110: .Vi'l ,:i.1.w
l'Cf'lliSS,n: r.JLS1~ S!L1.',
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ção. ;i1binistrJc:io e -
Dep:irtar::ento Co"'ercial
Rua da República S/N -
Bela· 'isw-·tc; - FO:E .t
(067) 459-1410.
ASSJ'.:1UR.S
11eY,i Tí.•fr:i e so. ooo . oo
J)c•n::ii!' ITim. 55.000,00-
Hí.f'f<.ESE.TA.'l L N,CIO~L
•1iíhul:i 'cfrulos de Co
muni cacão S/C - l.t<l:i ·_
Rua í de /hr; 1. 262 -
5 andar - conj. 54-sSP
Fone- ZSS-25-,9-25S-3-191
rIL!í-•1 .1 ,fllORI e ,LI(/
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1 ri hun:.i d:i rro
te ira Edi t or:, CC' .Jor
na: li!:o revi.:tas
EXGE.1-IE IRO C I'I 1.
1 RICARDO
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DE SOUZA r.OS..
CREA - f.67 - n - ICTu - 7f../?--:-./rn •
16.
PR().JCTOS DE EXEQJC.,'O. smncns TC1!'0-
GRÁFICOS.
DE'IT.:.'!BR;\!E.TOS. J.OTD\'E'.7-0S, ~'.EDI -
CJ,O DE FAZE.11.S. ETC ....
IU:GUI..ARE,r,o DE í13RS.
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ORÇEN TOS
tsrRI;:ti~ro : Rlc 'I.IR[() ',. -
DEN BOSCHI - 460 - 1OXE 459-1566(067)
--------------------------------- --""íit-L 1, 1,
jjjjpfjffn -
,
ecoa
-C ll NO
,·a e OI a 61 D IPR SEHl
e 10 PROJETO 011 LO
(E'raili)- O D-putado RUBEN FIGULI
Hó t1uu,rniliu ,b 'fribun:, um dr:.m/qico ªP''
le feito pelo pantaniro Zlitc Drileo de Povo
ré/MT no sentido ds reclamar uma especial ater
ço do Gverao para o criatério bovino; diz
do qu;..•- r'.tu· .... IU (1(. 1 ~·C'U:1I~!J•CIJuJor ch..:',.1
os limles «o arespiro e para nao
(Jt·ar: :n e, m a "e e. r d a no pc.;co
go" ctão vendendo suas vacas matrizes aos aba
tcdr.uro,; cs[lmando ele a 1 ;;duçf1c, cio 1cba11h;
frcc no abatz indiscrin nado «e fmas can cer
a '3 6C', o que representaria um prejuízo ime
L!iato pr. País com cerca d cinco trilhões de
cruzirs c ds Ir:tirrível valor r3 proj2ta'a
parn o: préxirnos dois ans; istc só , ~:1ul!k·:
dos E[ados do Cesto Qest2.
Incag: o Dputadc Figueir;: seta que o5
SchoIs Ministros da Fazen'a do Plangjamen
tu já atentaram para essa realisticz, ameaça?
Em rcgulda di,r~ que o setor ag, opccuário
ccmo czoncmia básica c primária do País. é o
r .. is alar?onado. S3 dá a[aço à Indústria, -
a r,an!agruélica toda poderosa por irdução d3
suas próp1ins multinacionais, uo com:rcio qu:?
tnescrupulosamcnte l na caa do Governo Fede
ral aumenta diariamente o, preçe::; e: é clarissi
mo; ao papa - tudo setor hanquciro já cmpan
t UI rado C:e ganhar dinheiro desde seus privile
giados dias de Conübio vcrgonboso como a Vc
lha República.
Dizendo que acs pLcuarist:i; só resta a
to, pe acusação de latifundiários.
Con I inur esse procsso de marginalízação
os pecuaristas; J:í no último folêgo e antes que
a vaca vá para o brejo; serão ebriga<los a ven
der sus fazcndas às corpcr:,ções ini;utriais;
as grandes comrciantes; aC3 bancos (corno
aliás já c.:;tá acontecendo em Mato Grosso do
Sul e Mato Grosso); que são; pc,r culpa cio Go
vcrno Federcl; os que os aniquilam econômica
e financeiramente com os escorchantes preços
'-j
.,..,. .
.... •• - .1
do sal; do arame; dos pro<'.utos vtter!nário; e
dos ju1cs bancáries.
Di~c mais o parlamentar que ve.•dcndo
suas b~enàas; iriio os pecuaristas para as lnv~r
nadas da especulação financ.?ira; espewlar.do no
OVER; no OPEN; nos fundos éc renda fixa; nas
Jchas de câml:io n:i caderneb de pcupança. r.a
ccmpra de dél:tres ou de barras de ouro, e, tal
vtz. de outros quejandos ...
Firalmentc afirmou Fl".:;UE!Ró:
• Há. porém; uma ,éstia. de ef})erarç: que
parte do préprio fr2;;iécntc JSSt SARNEY ao
afitn.ar que "a prioridade à agro-pecuária não
será no seu Govuno uma manifestação retóri
ca''.
O F«·id te da A mbléa L /giativa.
Deputado 'GADI JAMIL.. e ·teu zuna
ft euro[e ao rdvvaria merda« 'i.
o projeto de lei " 039/05. de Podr Eu'1
v qu cu.a a Ltria «o Mat Gno o do Sul
LC'IESUL.
A emenda ucr citando para,rafo uno
urtigo segundo, justifica o Pretdente 'a As
±emblei. via complementar o poc so, urna
ll que não prevé o quadro d diretor:s da l:tn
presa Lotérica Estadual.
Ente.den cs da conveniência e opa:tu d
de u que na Lei qu criar Lo[esu! já cons
[e númro de diutctes', fic:do o número 'e
cargos estal2lecidc. mzmo porque os estatutos
i.las instllulçõcs lotüicas un <,utro, E! b<lc•,.
prevem um quadro diretivo de tré caos, con
fume explicou GANDI JAMIL.
CLARIIS EM CI!SE
Cbjtivan' tornar mais acessível ao mio»
número de olarizs e cerâmicas em crise,
a 1scnçãn do Jmp<.rto de Circulrção de llcrca
dcrias (ICM) p1evista nc proj4o de decreto L3
gislativo oe aulo•ia do Dcpu<ado DJAL!1A
BARRGS. o Fresi'nte GANDI JAMIL aprescn
tou emenda mo<iiflcativa à prur:csiç.io orir:in.,!,
dando neva redação ao projeto. que tramita em
'egim de urgência na Assembléia Legislativa.
O :Ct.putado quer evitar u esgotamento do pra
7.0 pa,a que as empress a serem beneficiadas
pda isu,ção do ICM s1.jr.m cadastradas como
microerr.presas junto à JUCEM.3.
CONSTRUÇÃO DE FôRU:il
Solientaneo que [oics os municípios sofrem
éa e~~ crânic~. da falta de 1.:cu1sos. cm deccr
rência da concentração de impostos nos gcvcr
nus !E.dera! e estadual. o Presidente da As;;em
bléia Legislativa justificou a apresentação de in
<iicaçiíe, solicitanc'.o o t:nvio de expediente ao Go
o
Ul
f
vrnador Wil on Barba Martin efi uc..
co:1 tru•;,o <lu 1 érum d i Cc.111·.i.::i ,:,. J .. : ..
Por uto lado, lembrou o Deputado GA!
JAMIL a Pfeitura Municipal de Jarim ±
termos da Lei r 309/72 proce'eu a da ,
Cc.verno de E•:tado, de uu1 i1vívcln ,!• -IJr •.
quele fim. O Presidente da Asmbléi: La
J..1tiva antxou à indlcaçao de ~IJ;, .,u•,;, i ,, r.' .
comprovante ia Coação d área,
BENlc.l'JCJüS h. Pill
O Prsidnte da Assembléia Lei 'atp4
Estado, baseado no "princípio de isonomia" a
l.entou rroje[o de lei virado atender a Pdrt
Militar; os mesmos berefícios concedidos n 4
mais servidores públicos estaduair .
S::gur.:!o ç Projt:1,,-dc·L·.i; que ,'l ,.·:.< .
;. ;:;.pl!caçiio sub:;idl.írl.i par l a E!: o ú_l ' /
no ;;rtigo 102 <la Lei Complmntzr n" 2, api-
se wbsldiariamenle à PM as mesmas vata
atúericlas pela categoria civil do qu::.dro ü, f
cionalismo público estaúual.
• '
DECRETO Nº 057/85 - GABINETE DO PRE
FEITO Eil: 1 DE JUNHO DE 1.985.
ILDEFONSO PINHEIRO. Prefeito Munici
pal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do
Sul. usando das atribuições que lhes siio confe
ridas e de acôrdo com o disposto em o artigo
120 da Lei complemestar n° 7 de 20 <'.e novcm
l:ro de 1.981.
DECHETA
ARTIGO lº) - Ncs termos da li Muniei
pal n° 750/84. Artigo 4º. item 111. fi:a ab2r
to um Crédito SUi:lzmer.tar no valor de CrS.
18. COO. 000. (Dezoito Milhões ile Cruzeiros), a
ser consignado na seguinte clofo'i,'io ~rçamentá
ria:
EXECUTIVO
0.103 - Secretaria Municipal de Adrnlnistração
3.000 - Despesas Correntes
3. 100 - Despesas de Custeias
3 .113 - Obrigações Patronais 3. 000. 000 •
3.120 - l'12.terial de consumo 5.000.000
O .10-1 - Secretaria Municipal de Fazenda
3,120 - Material de Consun.:> 2.000.000
0.107 - Scc. lfuni:. de V. Ob. ScrviçQs Ur
Eancs.
3. 120 - .Material de conssumo
4. 000 - Dt.."J)efas de Cap!l:tl
4. lCC - Investimer.tos
4.110 - Obras e Inst:,lações
'ICTAL
0.105 - Se;c. Munic. Educ. Cult.
3.COO - Despesas Correntes
3.lCO - Despesas de Custeias
3.111 - Pessoal Civil
TOTAL
3.000.000
5.COO.COO
18.000.030
ARTIGC 2°) - Para cotertura do prc.:;en
te Crédito Suple:ncntar foi cancelada a imoer
tância de Cr$ 18.0CO.OCO (Dezoito Milhézs • t!e
Crnzeircs) ;na sguinte dtação orçamcntárb;
EXECUTIVO
e Desporto
18.000.000
18-000.000
ARTIGO 3°) - C presente Decreto entrará
cm vigor na data de sua puhlicaçãc; revogadw
as disposições cm contrário.
• T' •
1
' Vista - 1!S. 18 ele Junho de 1.985.
LDErO!'iSO PINHEJRO
PREFEITO lfCJNICIPAL
LE[ Nº 757/85 - GABI IETE DO PflEFEJTO
OI : 13 DE JUNIIO DE 1Jl!5
"Institui a concessão de <ilârias no Pc::1er
Exccuti-o Municipal e dá outras prcvid~ncias".
Eu Prt!eilo Municipal de Bela Vista; Es[a
do de- Mato Grosso do Sul;
Faço sabe, que a Cân..ara Mur.icipal; apro
'OU c cu ~anciooo :i s:?guinte Lei:
ARTIGO 1°) - Fica instituído o r2glme de
C:iárias oo Freieilc, e aos funcioná1ios munici
pais; ocupan[es dic cargos em com.is.são e os regi
dos pela C.L.T., da Prefeitura Municipal de
Bela Vista. Estado de Mate do Grosso do Sul.
§ 1º) - Constitui a diária : indenização de
gastos pe!:Soais. alimentaçfo e i:;ousada;
§ 2º) - As de.."J)esas originadas de transpor
tes. como combm:tíveú: quando for ut.ili.zz.do veí
culo; serão ressarcidos mediante a apresentação
de notas.
rão como base Maicr Valor de Eefetci $
País - MVR. cria'o pela Lei Fderal n" 6.'.: :
d<.. 2~ de Abtll C:e l'.,75, e alterado pw ates F··
tericres. semi::rc rerá comicter:ido o valo: e. ri
gência e suão fix.ado3 em ccnotação à> e::~::
siçâes do anexo L que inl<..gra a pn?!'.f.te Ir.:
ARTIGO 2º)
PARAGRAFO CNICO - Em cascs qm
queiram o constante deslocamento de funis
rics ocupa.n[cs de cwi;o3 tm comi::,iio ~u r:~ 1
elo.; _pela Con:;:olióçi:o ".l::s Le:; TrJb:.'..b:,::.J, e;
i:'.:ra ae Chz.fe do Executivo '.lw•ldpa! o e,t;~,
da concc.:sfo das diárias objeto do prese[e "·
ploma lego!, iicando focull.ada a conce;;::r. ~-,
diárias integ:r-al ou :p3rcialmen•.e.
ARTIGO 3") Esta Lei estrzr em iç' l
r.a data ele su.:. publicação; reYog:!d'.13 as 6~~ • (
ções em contrário. l
Bela Vista - :11S. 19 de Ju:)]:o ce 1935.
ILDEFONSC PU'íHEIRO
PREFEITO !lllifüCIPAL
O; valores das diárias, e
...... ,
~
O 1IEUIOR CORRETIVO PARA O SOLO
QUALIDADE - EF1Cn::.NCIA - PRODO TIVIDADE -- SEGURANÇA: CALCARE O BODOQUENA.
"C:lda ,·ingem que um caminhão ter mina, transport:indo o C:ilc::ireo Bo•1oquz na •
lh ·· f •
1
. • . ~ • e ª esperar.ço. aue se reno,.i a~ t:."l'~
co eia arta, c:e me hores negócies, de maiores riquezas Isto porque, por menor ou • • • • • •
o C . .U.CAREO BODOQUENA o lucro é certo. • • .. • m:uor que SCJU a sua lo.vour:i, c:r:i
DINAlllS'.10 - Ff: - DEDICAÇ.!O
A trilogia que fez do CALCAR!."O BODOQ'6ENA, da Mine: o Io
USINA: RODOVIA JARDIM A PORTO Ml'RTINHO KM raça B doquem S.A. uma <le nossas m.iores intlústr~-
• 54 - ESCRITÓRIO: RUA JOAQUIM TEIEIRA ALVES l!lõ.:i
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onde es t :10 o,; 1kput :idos
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r hor;i. ):l'l11 L', -
coln,·:Ir a ,·olhcr 110 t:I
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do debate. 11~,s dl':-ta
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d:ide lh1ral lr:1si lt•i r:1 .
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n.to se pode alijar de -
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t,· d,•t,1lh<·: t1ll lll'!a)•,
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P.,í 'llll' :1,l:11
<Jll(' o pl'll_ll IP d<' l'.(lL'J'
110 pode -..t't l':1 í s,·.1 p:1-
r.1 pÔJnJ!':t. 101. St•1:í
quc· o pro_tl'lu fot :11 -
ti..:1il:1Jn pela ditTJLl
..:rn:1 i 11 t e11,ôc,; dl' ;1 s,;.1-
111!:1 r :1 prcípri:1'.' Ou "<•t·
L' dL' pretexto para
t :1 J hy os setores do-
1 :.n t•rnu di ret:H"L'lltt· 1 i
g:1dos :io prohlcn1 Co -
r:1111 co111 11111 i t:, sede o
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on'rins. mncs d fend
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1 L l'C ,, . .1 1Íll1 1 ,,-
1 "Hl'I. ,,,.:· l~,_(. pln ,_,,
!J'- -.~.,.1 t.Llli:·:,-~l -..,
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as as «!a ore!ade I
J'.J!. .n l ·Í prol•lt 1.1c
r> i t l). t •. ma cla ..... <.· dt.
fender os seus direitos
, c.·11t l'l'l inhns que
l'l"l'llt.. l 1;·•.lrl.
l'I li l~"i 1 "I \';;
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1 .tl..;~.10 ;1 !( !11!'":T,I fllI -
1,11.Íri.1. t l;.n,. ,1 r,·sp•i<-
1 t;, tc1:110·,1c"1 t: 1 it.1' -
J•:11,l l Si:-1<1'1. !.. ,ltl'Jl
ti para isto. na0 é ou
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cntido. coro r'dei
ra a mt Is.± d aMue a -
.. ! ,..:.: t ·;1r1..•- .. í.ii n1r.1l
! :ser o ltu!:. ta
bué :!dei [ 'i o seu -
'e»tr.a- .ata. t:és -
,, , • 1 i , 1 i •. ~ r·-
t. 1 r... r ·, ... ..,•: l. • ±w!ui'e
+1ta C la i·! « de
l'(·~il' fi{11,l). ,! O { ~-
t1lo de sia {9,i e ou -
thl.-:. 11..Dfl•~ d. ·-. tl 1t.J
q'te • e S ' -. • ! •. ,. l l
t<.: p.:1rci.d. ·.-::·., r .,,, di-
erd ... •.:--lr·al. 1! t.; ·e_..; iJ0
p<.•n:,,; 1. 1 nrc.·n .. • ... •.:1 ·1 tt:Jii
a sociedade brasileira.
u.enti. qwmd requis i
.ada .peras por ua clas
se. fica,smtsa <.:ontr:I
d1t6ri.1• inl. n.'iu sJ
os pro»rietá:; s murais
1ntL."n.-'.'s:.t li' :--1 , Ji íic·h::io
fundiria no i ·:í:-:. ·rit'
hs eles. Infeliz e er
rot«II t t·. ,., ~<h.:u:··t n t 0-
critido e Lrdrinu su
licita que hn:ante os es
tudo:;. Or'fif'•J;-:t:~:,,;. ~ n('-'l,
iaoes. deerã estar -
JH". .... -:..,,•1•~t. ... :--: : .. :::r-c > hc,!t'
fiei.rios_e prvprietí -
rios rurais, atroes de
:-:lu:-: n. pn .. •-:.t :1:.t~êc:,-; . ..,. -
~.'?'<.."l'ih!t' O -..:_,, C:!-:lO O Jl~!-
' l ,h. ! , 1._ ( :·: ...... J:-.
AUTO POSTO
(~SOl.l'.1:.
llJL<;EJ. h,li<R(]Li,I.
.. ll SEU PONTO DE PRA OHRIAI A l!(li)'I. .I.Rllll : rorno ,nmTI11()"
CARACOL
.1 EllJIL'10 l'CRrTr!n
",COR: SIIA 'L.JP-I SLR' m1s 'iR.X;llll."
1111111.·
} s·
•
S ERRASUL MOVEIS APRESENTA
COMEN'T ANDO
-
FESTAS JIJ:-JINS
No diu 22pp. a -
MBB, promoveu um sensa -
cional "flRMii" muito
quentão, pipocas, quadri
lhas, tudo isso animou a
Festança "l'arabens ao Sr.
José Per11.o e sua equipe.
CONCURSO DE
ll..111ças e quadri -
lhas será realizado no -
dia 6 ·c1e julho no Clube
Paroquial Santo Afonso. -
Vá la coluhorar, div.irta
se e torça pelos seus
canclielatos.
SOB/
Coordernação do -
Prof. Antonio Lope~ e sua
equipe a Esc. 1 e li Grs.
Joaquim l<urtb1ho no din -
28, tuna animada Festa ,Ju
nina .. •.
HOOIE
'5ri as apresenta
ções ele clan<;as e varia -
cios comes e bebes.
Sucesso total a -
Festa Junina na Esc. Joa
quim Murtinho...
CN!PMl{I
n5 agasalho: um gru
po de amigos da IV' i -
la da Collilh. !l.iirro -
Antonio Jo:io. estar;í
promovenclo urn ;rroz -
Carreteiro no dia 29-
a noite, no Centro Co
munit,írio daquela Vi
la. lfaver;Í hrincndcíra
dançante. 'amos com
parecer e colaborar -
com essa brilhante i
nicint iva.
E J. PROFOSSO!u
Maria <la Gra
ça C. Marques e sua -
equipe, organizaram
uma linda Festa Juni
na na Pré Esc. Caste
linho Encantado no -
dia 16pp.
; Esm LI 1'.1 L'
Lindamente de
corada ( 5lias até o
convite distrihuido -
de muito hom gosto) os
pimpolhos apre-senta -
ram quadrilhas e o -
ponto alto foi a elei
ção do Peão e Prenda
da Esc. que ficou as
sim constituida; 3° -
lugar Alexanclre ;Z9 -
lugar Thiago e 1 lu
gar o simpático Luiz
Carlos Rahl Jr. com -
$ 2.105.500 Prenda-
i
ATA D OLUEA FEIA - Mas.Autuou « «ia a Ma ll1 >d
A. 'ffVERS.lUU0-
26/ 6 - W1LSON ARiWO ( G/O0-IO)
3? lugar Gabriela ler
mude: :2° lugar. Juli
ana Loureiro e 1 lu
gar Silvia E. Azevedo.
De parabens -
todos aqueles que de -
lllna fom::i ou outra co
laboraram para o suces
so da Festa dos Pimpo
lhos do Castelinho l:n
cantado.
ANIVERSRI OS:
10/6 - Mais u
ano de vida comemorou
o garotiio Luiz Carlos
Hahl .Jr.
11/6- Ilda
Amaral.
C.OVERS;NOO
Com o chcfe
<ln L'./EllSIJL loca 1 , 'e -
reador Marcelo Cah'ano
o mesmo nos informou- :
provávelmc-ntc até o
dia 7 de julho a cida
de estará mais iltmina
da. A equipe de traha::
lho local juntamente
com a equipe de Ponta
Porã foram um mutirão
para concerto das lu -
minârias estragadas e
colocação de cerca c.le
l00 luminárias adqlliri
das pela prefeitura.-:
akluia: Até que enfim
nossa Bela Vista fica
r:Í mais iluminada e o -
usuário usufruirá da
quilo que há muito es
tá pagando Iluminação
Publica.
PRE - ESCOLAR BAMBINO
Realizou no -
dia 16pp. no CORAJ di
vertida Festa Junina.
Lil'DAS E CHARMOSAS
Caipirinhas e
seus pares dançaram e
saborearam gostosos
comes e bebes
O SUCESSO
Da festa, deve
-se ao trabalho e co
laboração das prf.
Joanita, B5,da Direto
ra Prof. l.uciene Ge -
leilate e ás mães dos
pequerruchos .. Para -
bens!
ANIVERSARIO: FAZEDA -
JATOB.-
(Esc. Ivete)
_Sete de junho-.
ta-feira, dia sorri
dente. ã inda cria.a
l'ri. e la nos propor -
clonou alegre e rósea
festa 1
1
11 !-l'll Jll"ll!lt'Í l'Cl
aniversário. Servir:as
saborosos churrascos
regado a wisk. Iinui
a assada e chop. Mui
tos com· i dados t•n trc -
membros da grande e
nobre familia Pinheiro
destacava Sra. azir
(iÍ'Ó) rnm seu jl'i to tio
ce e alegre a receber c
entreter os convidados,
Logo depois os doci
nhos. o lindo bolo. ba
Iões e a galante Pris
ci la apagar a 'd inha-
a criançada cantava e
aplaudiram... P'arabens.
Dois doleiros
tocaram e cantaram a
quela musica sertane
ja.
Lã no páteo a
estridente. no • tá -
c-squentnnJo". pois a-.
tarde brusca e fria.
A socicty bela
'Ístensc também curtiu
a fel i:.: tarele junto a
linda Priscila. na ho
n i ta 'a r:m<la da luxo
sa cnsa da Fazenda .Ja
toh5. --
l'r i sei la : sor-.
ria llojc I indo ne -
nem, cm dois mi I e -
tun "o lindo cisne
rosa no lago a:ul da -
Fazenda .Ja tohii:
Prisci la é fi
lha do casal Fiado -
l'inhci ro e Jussara .. -
L.ICIENE ROTA PROENÇA
lloy su cumplc -
aiio, bela e alegre jo
vem em sua residência
scn·i u-se um suculento
almoço. entre seus,
convidados Srs. João -
e Xa:ir Pinheiro, Srs.
Proença visinhos e ou
tros amigos.
A noite, ofere
ceu doces e ponche.
Abrilhantaram
as lindas flores: Stas.
Simone, Tania. l.et ida
Rosilene. Eliane. Cy -
nara, Iracerna. Luciene
Marley: e os gatões
Emcrson, Robson. Rei -
naldo, Loló, Aramis .Ju
nior. lCésinho, Junior-:
Renato e na.rio.
Tudo bem:
Parahens linda flor ...
Luciene.
lt, 1n11:1 Corre;1 ,:,,,. •li 1 • !, ·,e:· ,o· c-1
morou mais tu :iro «e vil,i
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